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PCR

O documento apresenta um projeto chamado 'Socorrista por amor', que visa capacitar profissionais na área da saúde através de simulações. Ele aborda a Parada Cardiorrespiratória (PCR), suas causas, a importância da ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e as diretrizes atuais para o atendimento. Além disso, discute a utilização do Desfibrilador Externo Automático (DEA) e a importância de compressões torácicas eficazes na sobrevivência das vítimas.

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O documento apresenta um projeto chamado 'Socorrista por amor', que visa capacitar profissionais na área da saúde através de simulações. Ele aborda a Parada Cardiorrespiratória (PCR), suas causas, a importância da ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e as diretrizes atuais para o atendimento. Além disso, discute a utilização do Desfibrilador Externo Automático (DEA) e a importância de compressões torácicas eficazes na sobrevivência das vítimas.

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Licensed to Mateus Ewanderson Silva Rodrigues - ewandersonsilva1997@gmail.

com - HP159516258799405
Sobre nos:

Socorrista por amor, é um projeto que oferece


conhecimentos de, qualificação e capacitação
profissional na área da saúde.

Utilizamos a simulação aplicada ao ensino em


saúde que é uma técnica destinada a substituir
experiências de pacientes reais por práticas
orientadas, reproduzidas artificialmente em
cenários e manequins, evocando aspectos do
mundo real de maneira interativa.

Nos acompanhe no instagram


@socorrista_por_amor_

Sobre esta apostila:

Esta apostila foi elaborada para auxiliar o estudo


da Historia do APH e sua implementação, alem de
noções primarias sobre o assunto

Bons estudos e Sucesso!

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DEA E RCP

Conceito
Parada Cardio respiratória (PCR) é a ausência de
atividade mecânica cardíaca, confirmada pela
ausência de pulso central detectável, ausência de
responsividade associado à apneia ou respiração
agônica.
Na parada cardiorrespiratória (PCR) ocorre a súbita
perda de consciência, por falta de fluxo sangüíneo
cerebral adequado, causada pela cessação do
funcionamento cardíaco, que deixa de atuar como
bomba.

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Epidemiologia

Cerca de 75 % para 80% de todas as ocorrências de parada


súbita cardíaca acontecem em casa, de modo que ser treinado
para realizar ressuscitação cardiopulmonar (RCP) pode
significar a diferença entre a vida e a morte de um ente
querido.
Cerca de 94% das vítimas de paradas cardíaca súbita morrem
antes de chegar ao hospital.

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Corrente de sobrevivência

1. Reconhecimento e Acionamento Rápido


2. RCP precoce com ênfase nas Compressões
Torácicas
3. Rápida Desfibrilação
4. Suporte Avançado de Vida eficaz
5. Cuidados Pós PCR integrados

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Ritmos de parada cardíaca

• Ritmos Chocáveis
• Fibrilação Ventricular (FV)
• Taquicardia Ventricular sem pulso (TV)

• Ritmos Não Chocáveis


• Assistolia
• Atividade Elétrica sem pulso (AESP)

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Novas diretrizes de RCP

 O procedimento "Ver, ouvir e sentir se há


respiração” foi
removido do algoritmo;
 Iniciar com compressões CAB;
 Minimização das interrupções nas compressões
torácicas.

Abordagem e Atendimento Suporte Básico de Vida


C-A-B

Cena Segura:
Antes de abordar o paciente tenha certeza de que a
cena é segura. Observe riscos potenciais na cena,
mecanismo de lesão ou doença.

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Checar responsividade – estimular a vítima, chamando-a e
tocando seus ombros com firmeza, avaliar se está inconsciente
– “Oi Você pode me ouvir”?

Se a vítima não responde avaliar se está respirando ou com


respiração anormal (gasping)

Na vítima não responsiva com respiração ausente, lenta ou


agônica: Suspeitar de PCR e solicitar o DEA (Desfibrilador
Automático Externo) acionar o Serviço de Emergência.

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C – Circulação - Checar pulso central (carotídeo ou
femoral) – palpar o pulso entre 5 a 10 segundos no
máximo e caso não identifique pulso palpável iniciar
imediatamente as compressões torácicas. Com as
mãos entrelaçadas sobre o tórax do paciente e com
os braços esticados, realizar no mínimo 100 á 120
compressões por minuto (5 ciclos de 30 compressões
e 2 ventilações ou 2 minutos ininterruptos),
aprofundando o externo de no mínimo 5 cm e no
Maximo 6 cm.

Compressões torácicas

1-
2-

3-

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Abertura de Vias Aéreas

- Após as 30 compressões torácicas realizar a abertura


das Vias aéreas através da manobra de inclinação da
cabeça e elevação do queixo para vítimas sem trauma e
anteriorização da mandíbula para vítimas de trauma.
Remover das Vias Aéreas corpo estranho, sangue,
vômitos, secreções, dentes quebrados, que possam
provocar obstrução.
- Após certificar que não há obstrução das Vias aéreas
pode-se colocar uma Cânula de Guedel do tamanho
adequado para manter a Via aérea estável

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Boa respiração

Após abrir as vias aéreas realizar duas ventilações com


dispositivos bolsa-válvula- máscara ou boca-máscara. Os
dispositivos devem estar bem ajustados à face do paciente
de forma que não ocorra escape de ar durante a
ventilação;
Cada ventilação deve ser realizada em um segundo;
Um adulto deve receber de 10 a 12 ventilações por
minuto. Evitar hiperventilação;
As ventilações devem expandir o tórax da vítima.

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Ciclo 30:2
- Após 2 ventilações retoma-se às compressões.
- Umciclo corresponde a 30 compressões torácicas e 2
ventilações.
- Colocar o DEA assim que possível
- A cada 2 minutos ou 5 ciclos avaliar ritmo cardíaco e
fazer revezamento de socorristas nas compressões.

DEA – Desfibrilador Externo Automático

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O DEA deve ser colocado no paciente assim que estiver
disponível.
Enquanto alguém providencia e prepara o DEA deve-
se realizar manobras de RCP com compressões e
ventilação (30:2)

O DEA avalia o ritmo cardíaco a cada 2 minutos e se o


ritmo for chocável (FV ou TV) ele carrega a carga para o
disparo. Após checar que não há ninguém encostado no
paciente, um socorrista aperta o botão de choque.
Imediatamente após o disparo do choque deve-se
retomar as compressões torácicas intercalando com as
ventilações (30:2).
Se o DEA afirmar que o choque não foi indicado deve-se
retomar as compressões e ventilações (30:2).

DEA em situações especiais

• Tórax muito coberto de pêlos: tricotomia

• Paciente submerso na água ou com água sobre


o tórax: retirar da água e secar.

• Paciente com marca-passo ou desfibrilador


implantado: não colocar as pás do DEA sobre
os aparelhos, manter uma distância mínima de 3
cm.

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• Pacientes com objetos metálicos e adesivos
medicamentosos: Retirar.

• Não utilizar eletrodos adesivos cuja data de


validade esteja vencida.

• Não usar gel de contato

• Descartar os eletrodos cujo gel de contato


esteja ressecado.

• Uma vez colados ao paciente, os eletrodos


podem ser utilizados durante toda a reanimação.
Não tendo de troca-los entre as descargas
elétricas no mesmo paciente. E nunca, poderão
ser reutilizados em um outro paciente.

• Cuide para que os cabos dos eletrodos não


atrapalhem a RCP.

• O DEA deve ser utilizado con um paciente


vítima de uma parada cárdio respiratória depois
de ser iniciada a RCP.

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Compressões eficazes

• Frequência de no mínimo 100 a 120 por minuto;

• Profundidade de no mínimo 5 cm e no máximo 6


cm;

• Permitir o retorno total do tórax após cada


compressão;

• Alternar a pessoa que aplica compressões a


cada 2 minutos.

• Interromper o mínimo possível as


compressões e se necessárias interrupções
estas devem ser o mais breve possíveis;

• As compressões criam fluxo sanguíneo


principalmente por aumentarem a pressão
intratorácica e comprimirem diretamente o
coração;

• Compressões geram fornecimento de fluxo


sanguíneo, oxigênio e energia, críticos para o
coração e o cérebro.

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Conclusão
• Desfibrilação precoce - DEA
• Acesso rápido ao SAMU 192
• RCP básica precoce
• Compressões torácicas eficazes evitando
interrupções
• Resposta rápida
• Equipes treinadas e com desfibriladores
• Treinamentos freqüentes

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