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Original

O documento aborda a gestão de riscos e estratégias de prevenção, enfatizando a importância de identificar, analisar e monitorar riscos para garantir a continuidade dos serviços e a resiliência organizacional. Apresenta etapas da metodologia de gestão de riscos conforme a ISO 31000, além de um plano de mitigação que inclui identificação, avaliação, priorização e monitoramento de riscos operacionais. A gestão de riscos é destacada como uma competência essencial para proteger projetos e assegurar a sustentabilidade organizacional.
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O documento aborda a gestão de riscos e estratégias de prevenção, enfatizando a importância de identificar, analisar e monitorar riscos para garantir a continuidade dos serviços e a resiliência organizacional. Apresenta etapas da metodologia de gestão de riscos conforme a ISO 31000, além de um plano de mitigação que inclui identificação, avaliação, priorização e monitoramento de riscos operacionais. A gestão de riscos é destacada como uma competência essencial para proteger projetos e assegurar a sustentabilidade organizacional.
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Gestão de riscos

e estratégias de
prevenção
Antonio Carlos da
Fonseca Bragança
Fonte: Wikimedia Commons.
Pinheiro
Vamos começar!

Estudante, nesta aula vamos discorrer sobre itens


relacionados à gestão de riscos e estratégias de
prevenção, como:
 Planos de mitigação.
 Monitoramento dos riscos.
 Falhas nos sistemas preventivos.
Pergunta-chave
Estudante, você integra a equipe de
planejamento de um novo serviço digital.
O projeto não passou por análise de
Fonte: Wikimedia Commons.

riscos, resultando em falhas,


vulnerabilidades e baixa adesão. A
reputação da empresa e os investimentos
estão em risco. Como resolver essa
situação? Quais estratégias você adotaria
para evitar perdas e garantir o sucesso do
Conceito e importância da gestão de
riscos
 A gestão de riscos objetiva identificar, analisar,
tratar, monitorar e comunicar riscos.
 É essencial para alcançar os objetivos
organizacionais e promover a resiliência.
 Estratégias eficazes previnem perdas e
asseguram a continuidade dos serviços.
 Deve ser integrada à cultura e aos processos da
organização.
 Os princípios orientam a eficácia e coerência da
gestão.
 Trata-se de uma prática estratégica, e não apenas
Estratégias de gestão de riscos

 Prevenção: age antes de o risco acontecer.


 Transferência: transfere o impacto para
terceiros (ex.: seguros).
 Disseminação: distribui riscos entre áreas ou
fornecedores.
 Redução: diminui a probabilidade e o impacto
dos riscos.

São complementares e adaptáveis a diferentes


contextos organizacionais.
Etapas da metodologia de gestão de
riscos
A metodologia segue a ISO 31000.
Etapas principais:
1. Contextualização
2. Identificação dos riscos
3. Análise e avaliação
4. Tratamento
5. Monitoramento
6. Comunicação e consulta

Garante alinhamento com objetivos estratégicos e resiliência


institucional.
Indicadores-chave de risco (KRIs)

 KRIs são métricas para monitorar riscos


críticos.
 Devem ser mensuráveis, auditáveis e
comparáveis.
 Precisam estar alinhados ao contexto do
negócio.
 Permitem uma tomada de decisão mais
precisa e ágil.
Implementação e avaliação de riscos

 A implementação exige a análise dos processos e


políticas preventivas.
 Envolve, também, segurança cibernética e
contratos bem definidos.
 A matriz de risco ajuda a classificar os riscos
conforme o impacto e a probabilidade.
 As ações devem ser monitoradas, ajustadas e
comunicadas continuamente.
 A abordagem é cíclica e promove a melhoria
Plano de mitigação de riscos operacionais

 Conjunto de ações para reduzir ou eliminar


ameaças aos negócios.
 Propõe-se a prevenir perdas financeiras, danos
à reputação ou falhas operacionais.
 Envolve etapas estruturadas e contínuas.
 Deve considerar riscos internos e externos.
 É parte essencial da gestão organizacional
moderna.
Plano de mitigação de riscos operacionais
Etapa 1: identificação dos riscos

 Incêndios → uso de sprinklers e sistemas de


combate a incêndios.
 Ataques cibernéticos → utilização de firewalls
e protocolos de segurança.
 Máquinas → treinamento adequado,
manutenção preventiva e normas de segurança.
Plano de mitigação de riscos operacionais
Etapa 2: avaliação do impacto e da
probabilidade
 Classificar os riscos segundo impacto e
probabilidade.
 Utilizar escalas, como baixo, médio e alto.
 Facilita a visualização e priorização dos riscos.
Plano de mitigação de riscos operacionais
Etapa 3: priorização dos riscos

 Os riscos mais críticos devem ser tratados com


urgência.
 Ferramentas como tabelas ou listas ajudam a
priorizar.
 Priorizar = alocar melhor os recursos.
Plano de mitigação de riscos operacionais
Etapa 4: desenvolvimento do plano
de ação
 Criar estratégias específicas de mitigação.
 Atribuir responsáveis, prazos e recursos.
 Exemplo: treinar equipes ou adotar soluções
tecnológicas.
Plano de mitigação de riscos operacionais
Etapa 5: implementação do
plano
 Executar ações definidas anteriormente.
 Designar responsáveis e disponibilizar recursos.
 Exemplo: treinamento de pessoal, investimento
em tecnologia.
Plano de mitigação de riscos operacionais

Etapa 6: monitoramento do
progresso
 Acompanhar continuamente a eficácia das ações.
 Usar indicadores e gráficos de desempenho.
 Garantir controle ativo dos riscos.
Plano de mitigação de riscos operacionais
Etapa 7: revisão e atualização do
plano
 Avaliar a eficácia do plano e fazer ajustes.
 Considerar novos dados e mudanças no
ambiente.
 A revisão deve ser periódica e participativa.
Boas práticas no plano de mitigação

 Conhecer bem os riscos do negócio.


 Mapear riscos por departamento.
 Envolver toda a equipe com brainstorming.
 Realizar treinamentos periódicos.
 Testar controles e revisar processos regularmente.
Importância do monitoramento contínuo

 Detecta falhas e ameaças em tempo real.


 Reforça a segurança e a resiliência do sistema.
 Garante a integridade e disponibilidade dos
dados.
 Permite respostas rápidas a incidentes.
Evacuação em situações de emergência
Condições de emergência que
exigem evacuação:
 Incêndios, tremores de terra, ataques
terroristas, vazamentos, tumultos.

O que fazer:

 Ação rápida e organizada da equipe de


segurança.
 Conhecimento das rotas de fuga e
procedimentos de segurança, como o
bloqueio de elevadores.
Emergências médicas
Atuação em emergências
médicas:
 Identificar a gravidade de problemas como
infartos, desmaios ou mal súbito.
 Realizar primeiros socorros e retirar as vítimas
dos locais de circulação.
 Acionar médicos para o atendimento adequado.
 A equipe de segurança realiza o socorro inicial,
mas o atendimento definitivo é feito por
médicos.
Voltando à pergunta-
chave
Vulnerabilidade: consequências e reflexão.
Causa: vulnerabilidade da segurança.
Consequências: perda de reputação;
prejuízos materiais irreparáveis.
Pergunta-chave: poderia ter sido evitado? Fonte: Wikimedia Commons.

Resposta: a gestão de riscos é uma competência indispensável


para atuar com estratégia e responsabilidade. Identificar e
responder a ameaças protege o projeto e assegura a
sustentabilidade organizacional. A aplicação de soluções criativas
fortalece a segurança e a eficácia das ações. Dessa forma, você
se destaca como um profissional preparado para o mundo digital.
Bons estudos!

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