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Meta 4

O documento apresenta um guia de preparação para o concurso do TRF 6ª Região para o cargo de Analista Judiciário, destacando 10 mandamentos pós-edital, incluindo a importância do planejamento e da revisão direcionada. Os alunos são incentivados a utilizar materiais de estudo específicos e a manter contato com seus professores orientadores para ajustes no cronograma. Além disso, são fornecidas orientações sobre a resolução de questões e a importância de registrar o desempenho para um acompanhamento eficaz.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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O documento apresenta um guia de preparação para o concurso do TRF 6ª Região para o cargo de Analista Judiciário, destacando 10 mandamentos pós-edital, incluindo a importância do planejamento e da revisão direcionada. Os alunos são incentivados a utilizar materiais de estudo específicos e a manter contato com seus professores orientadores para ajustes no cronograma. Além disso, são fornecidas orientações sobre a resolução de questões e a importância de registrar o desempenho para um acompanhamento eficaz.
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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.

)
META 4

Olá, tudo bem?

Começaremos a nossa preparação para o concurso do Tribunal Regional Federal da 6ª


Região (TRF-6), especificamente para o cargo de Analista Judiciário da Área Judiciária.
Vamos aos 10 (dez) mandamentos do pós-edital :

1) Para facilitar a vida do aluno desenvolvemos o MAPA DE RELEVÂNCIA, em que o aluno


pode ter uma ideia da tendência de cobrança dos assuntos nas últimas provas do gênero.
No entanto, o aluno deve se preparar para o edital todo para evitar surpresas. O artifício é
importante em caso de tempo mais curto ou para maximizar as revisões.

2) Teremos também tarefas de Discursiva.

3) No planejamento pós-edital é muito importante que o aluno evite atrasos, pois suas
metas estão contadas até a data da prova!

4) Qualquer dificuldade em manter o cronograma entre em contato com seu Professor


Orientador. Ele poderá dar dicas de como continuar o planejamento evitando atrasos.

5) Se o ritmo estiver puxado demais, a qualquer momento é possível modificar o


planejamento, até mesmo para voltar-se ao estudo regular ou direcionar para outro
concurso do seu interesse.

6) No pós-edital a assinatura do TEC Concursos é essencial. Se ainda não a possui, solicite


um cupom de desconto com seu Professor Orientador.

7) Se por alguma razão uma tarefa prevista para sua meta não for liberada no tempo
adequado, você receberá uma meta complementar. Neste caso você pode baixar a meta
complementar imediatamente e fazer com sua meta.

8) Se tiver alguma dúvida ou observar uma inconsistência em seu planejamento, envie um


e-mail relatando o fato ao seu Professor Orientador. Qualquer correção virá por e-mail
através de errata.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

9) Outra novidade da LS é a REVISÃO DIRECIONADA, quando estiver faltando duas


semanas para a prova, você irá receber um arquivo com os principais assuntos que você
deve focar na revisão, personalizada 100% para você, considerando o mapa de relevância e
o seu desempenho na disciplina. Ou seja, é fundamental que você preencha o relatório de
desempenho! Não se esqueça de anotar o tempo líquido gasto com cada tarefa, o tempo

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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líquido gasto com a bateria de questões, a quantidade de questões realizadas e a


quantidade de acertos. Quando finalizar a meta, preencha esses dados na área do aluno. É
muito importante que mantenha esses dados atualizados na área do aluno, porque são
através deles que seu Professor Orientador poderá acompanhá-lo(a) de perto.

10) Não é possível antecipar metas no pós-edital, salvo se você estiver atrasado com o
cronograma.

Vamos para cima! Bons estudos!

ANA ARAUJO - 091.314.526-20

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
META 4

1 - PORTUGUÊS 10

2 - DIREITO ADMINISTRATIVO 8

3 - DIREITO CONSTITUCIONAL 9

4 - DIREITO CIVIL 5

5 - DIREITO PROCESSUAL CIVIL 7

6 - DIREITO PENAL 8

7 - DIREITO TRIBUTÁRIO 10

8 - DIREITO PREVIDENCIÁRIO 8

9 - RACIOCÍNIO LÓGICO 2

10 - ÉTICA -

11 - DIREITOS HUMANOS -

12 - DIREITO PROCESSUAL PENAL 7

13 - DIREITO AMBIENTAL 7

14 - DISCURSIVAS 10

15 - DIREITO ADMINISTRATIVO 8

16 - DIREITO CONSTITUCIONAL 9

17 - DIREITO CIVIL -

18 - DIREITO PENAL 10
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

19 - DIREITO PREVIDENCIÁRIO 8

20 - DIREITO ADMINISTRATIVO 8

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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1) Português

Material indicado: Seus resumos e materiais de revisão.

Assunto(s): Revisão Intermediária

Relevância: 10

Assuntos: Variados (Resolução de Provas)

1 - Revisão

Revise por seus resumos e anotações todos os pontos que você sentiu dificuldade durante a
realização das provas anteriores.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

2 - Questões Erradas/Favoritas/Em dúvida


Refaça as questões que você errou e marcou como favoritas (que devem incluir as erradas e que
houve dúvida). Logo abaixo estão listados os cadernos de questões para realizar essas revisões:

LS - TRF6 - PORTUGUÊS - CADERNO 01 - Analista Administrativo (PGE PE) -


[Link]
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

LS - TRF6 - PORTUGUÊS - CADERNO 02 - Especialista Técnico (BNB) -


[Link]
LS - TRF6 - PORTUGUÊS - CADERNO 03 - Analista de Tecnologia da Informação (DATAPREV) -
[Link]
LS - TRF6 - PORTUGUÊS - CADERNO 04 - 2017 - Técnico Judiciário (TRF 1ª Região) -

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META 4

[Link]

Refaça as questões que você errou e marcou como favoritas (que devem incluir as erradas e que
houve dúvida). Logo abaixo estão listados os cadernos de questões para realizar essas revisões:

LS - TRF6 - PORTUGUÊS - CADERNO 01 - Analista Administrativo (PGE PE) -


[Link]
LS - TRF6 - PORTUGUÊS - CADERNO 02 - Especialista Técnico (BNB) -
[Link]
LS - TRF6 - PORTUGUÊS - CADERNO 03 - Analista de Tecnologia da Informação (DATAPREV) -
[Link]
LS - TRF6 - PORTUGUÊS - CADERNO 04 - 2017 - Técnico Judiciário (TRF 1ª Região) -
[Link]

ANA ARAUJO - 091.314.526-20

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2) Direito Administrativo

Material indicado: TRF 6ª Região (Analista Judiciário - Área Judiciária - Sem Especialidade)
Pacotaço 2024 (Pós-Edital) - Estratégia Concursos - 2024 - Equipe Direito Administrativo,
Herbert Almeida, Antonio Daud.

Assunto(s): Atos administrativos

Relevância: 8

Assuntos e subassuntos:
4 Atos administrativos.
4.1 Conceito.
4.2 Fatos da administração, atos da administração e atos administrativos.
4.4 Atributos.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 06 (PDF Versão Simplificada) - páginas 03 a 21 (do assunto "Atos
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

administrativos" até o assunto "Atributo: Tipicidade", antes do assunto "Elementos de formação").


Assuntos: Atos administrativos
- Introdução e conceitos relacionados (Atos da administração; Fatos Administrativos; Silêncio
administrativo)
- Atributos: presunção de legitimidade ou veracidade; imperatividade; autoexecutoriedade;
tipicidade.

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META 4

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 1 a 50 (Total de questões: 50) - Tempo ideal: 75 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 (AJAJ) - ADM - CADERNO 7
Link do caderno de questões: [Link]

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 1 a 50 (Total de questões: 50) - Tempo ideal: 75 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 (AJAJ) - ADM - CADERNO 7
Link do caderno de questões: [Link]

Atividade 2:
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atos Administrativos

1) Releia suas anotações sobre o conceito de direito administrativo e sua distinção com os atos
bilaterais.

2) Atenção ao conceito e distinção entre Fato Jurídico x Ato Jurídico x Ato Administrativo x Fato
Administrativo.
2.1. Visite suas anotações sobre os conceitos, pois são de grande incidência em provas.

3) Elementos do Ato Administrativo


3.1. Lembre-se do famoso mneumônico "COMFIFOMOB" - Competência, Finalidade, Forma, Motivo
e Objeto.

a) Competência
a.1. Importante seu conhecimento sobre Delegação de competência e Avocação de competência.
- Delegação: ato discricionário + transfere o exercício + pode ocorrer dentro ou fora de uma
mesma estrutura hierárquica
- Avocação: ato discricionário + atrai o exercício + dentro de uma mesma estrutura hierárquica.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

a.2. Lembre-se: Vício de competência, em regra, pode ser convalidado.

b) Finalidade
b.1. Doutrina majoritária afirma que só pode haver uma finalidade para qualquer atuação
administrativa: o atendimento do interesse público.

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c) Forma
c.1. Atenção ao Princípio da Simetria das Formas - se tenho um ato administrativo ele pode ser
revogado por outro ato administrativo, mas lembrar que um ato administrativo não pode revogar
uma lei. Não pode um ato administrativo contrariar a lei, porque se assim acontecer, o ato é ilegal,
prevalece a lei e como regra geral, o ato vai ser anulado por ilegalidade.
c.2. Vício de forma, em regra, pode ser convalidado. É vício na motivação do ato.

d) Motivo - É a causa do ato. É como se alguém perguntasse o porquê do ato administrativo ter
sido editado. É diferente de motivação!!

e) Objeto - Lembre-se da divisão entre objeto DISCRICIONÁRIO e VINCULADO.

3.2. Competência, Forma e Finalidade são sempre vinculados. Motivo e Objeto podem ser
vinculados ou discricionários.
a) CO-FO-FI são sempre vinculados. Se o Motivo for discricionário, o ato será discricionário. O
mesmo ocorre com o Objeto. Se os dois forem, o ato igualmente será considerado discricionário.

4) Atributos dos atos Administrativos

4.1. Comentários:

a) Presunção de legitimidade

b) Presunção de veracidade - Maioria da doutrina afirma que uma consequência/efeito dessa


presunção que é relativa, é a inversão do ônus da prova. Cabe ao particular provar que aquilo não
ocorreu daquela maneira. Cabe ao particular provar o que alega para anular um ato
administrativo. Na dúvida, presume-se que o ato é válido, verdadeiro e na dúvida o ato
administrativo vai continuar no mundo jurídico.
b.1. Ato manifestamente ilegal não possui esse atributo. (Importante leitura: art. 116, IV, da Lei
8112/90)

c) Imperatividade - Exceção: Atos de consentimento ou enunciativos não tem esse atributo.


ANA ARAUJO - 091.314.526-20

d) Autoexecutoriedade - Remissão à aula de poder de polícia.

e) Tipicidade - Ato administrativo requer devida previsão legal

Atributos dos atos administrativos - RESUMO

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3) Direito Constitucional

Material indicado: TRF 6ª Região (Analista Judiciário - Área Judiciária - Sem Especialidade)
Direito Constitucional - 2 - Estratégia Concursos - 2024 - Equipe Direito Constitucional
Estratégia.

Assunto(s): 4 Organização do Estado. 4.1 Organização político-administrativa. 4.2 Estado


federal brasileiro. 4.3 União. 4.4 Estados federados. 4.5 Municípios. 4.6 Distrito Federal. 4.7
Territórios.

Relevância: 9

Assuntos e subassuntos:

4 Organização político-administrativa do Estado. 4.1 Estado federal brasileiro, União, estados,


Distrito Federal, municípios e Territórios.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Atividade 1:

Estude a teoria da Aula 08 DO PDF SIMPLIFICADO - páginas 3 a 20. até antes de Bens Públicos

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:

Estude a teoria da Aula 08 DO PDF SIMPLIFICADO - páginas 21 a 35. até antes de REPARTIÇÃO DE
COMPETÊNCIAS

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 1 a 25 (Total de questões: 25) - Tempo ideal: 45 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 - Dir Const - Caderno 5
Link do caderno de questões: [Link]

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Da Organização do Estado

Características da Federação brasileira; Organização político-administrativa do Estado

Em um modelo federativo de Estado, a organização político-administrativa é DESCENTRALIZADA,


ou seja, a República Federativa do Brasil (Estado Federal) é SOBERANA e os Entes (U, E, DF e M)
que a compõem são AUTÔNOMOS, têm AUTOGOVERNO e CAPACIDADE PARA LEGISLAR.

Estados-Membros: a capacidade de auto-organização ocorre por meio de suas próprias


Constituições. Quanto aos Municípios e DF, se organizam por meio de Lei Orgânica.

> NÃO há hierarquia ou subordinação entre os ENTES FEDERATIVOS. Todos são AUTÔNOMOS!

> A República Federativa do Brasil é SOBERANA. A União é AUTÔNOMA e exerce a soberania da


RFB.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

> Distrito Federal é Ente federativo híbrido(reúne características estaduais e municipais).

> Territórios são descentralizações administrativas da União. Não é Ente Federativo.

1) ESTADO: É a forma de organização política da modernidade.

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a) HISTÓRICO: já foi chamado de pólis, civitas, império...até que no século XVI passou a ser
chamado de "Estado"
b) ELEMENTOS:
- Território: parte continental, inclui mares, parte destacável
- Governo: não se confunde com o Estado, "ele exterioriza a vontade do Estado"
- Povo

2) FORMAS DE ESTADO
a) Unitário/simples: (centralização política - puro ou descentralizado administrativamente ou
descentralizado administrativamente e politicamente) há concentração do poder; poder central é
que comanda e a relação do poder central com o restante da subordinação. Exemplo: França e
Itália

b) Composto:
- Confederação: (descentralização política; tratado; soberania; dissolubilidade) pluralidade de
soberanias firmados por meio de um tratado que pode ser desfeito a qualquer tempo. O direito
de secessão é permitido (direito de retirada). União dissolúvel se vinculam mediante tratado sob
regência do Direito Internacional. Logo, tem-se o direito de secessão.

- Federação: (descentralização política; constituição; autonomia; indissolubilidade) pluralidade de


autonomias vinculadas por uma constituição que protege a autonomia dos estados, bem como a
soberania do estado federal e que NÃO ADMITE O DIREITO DE SECESSÃO. A relação entre o poder
central e o restante é de coordenação. (O modelo de descentralização política).

3) FORMAÇÃO DO FEDERALISMO ESTADUNIDENSE (EUA, 1787)

3.1 Histórico: 13 colônias resolveram abrir mão de suas parcelas de poder para criar os Estados
Unidos da América
3.2 Força centrípeta: de fora para dentro - 13 colônias > EUA
3.3 Movimento de agregação: antigos estados, independentes ou soberanos abrem mão de sua
soberania e se unem para a formação de um único Estado.
3.4 Dual/Bipartido: há duas forças de poder político: Nacional e Regional

4) FORMAÇÃO DO FEDERALISMO BRASILEIRO (BRASIL, 1891)


4.1 Histórico: Antigo império, a partir do século XIX, declínio da monarquia, surgimento do
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

federalismo, da república - reunião das províncias do Brasil, laço da federação, criando os "Estados
Unidos do Brasil"
4.2 Força centrífuga: de dentro para fora - Império > estados
4.3 Movimento de segregação (desagregação): estado unitário se descentraliza, repartindo as
competências
4.4 Tricotômica/tripartida: divide-se no foco central, dos estados (regional), municípios (local) e

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umas força que acumula as funções de poder local e regional (Distrito Federal)
a) Federalismo de 1º grau: União > Estados
b) Federalismo de 2º grau: Estados > Municípios (Doutrina diz que esse é o eleito na República
Federativa do Brasil)

c) Federalismo de 3º grau: Central: União - Regional: Estados - Local: Municípios


(CESPE já adotou esse!)

4.5 Principais características da Federação Brasileira:

- AUTONOMIA dos entes federativos: capacidade de auto organização, auto governo e auto
organização (tríplice capacidade)
- adoção de um federalismo tricotômico com três manifestações de poder (local, regional e
nacional)
- descentralização política: repartição constitucional de competências. Constituição Federal
delimitou a esfera de poder interno de cada um de seus entes (arts. 21 a 24; 25 e 30 da CF/88)
- inexistência do direito de secessão (de retirada): art. 1º da CF/88 aduz que o vínculo entre os
entes da Federação é INDISSOLÚVEL
- existência do bicameralismo no Poder Legislativo Central - com um dos orgãos representando a
vontade dos entes federativos na formação das leis centrais. No Brasil esse papel foi destinado ao
Senado Federal na forma do art. 46 CF/88.
- rigidez constitucional - a rigidez protege a federação! - protege a competência dos vários entes
federativos, sua autonomias e a própria estabilidade da federação como um todo
- existência de um orgão judicial para resolver eventuais litígios entre os entes da federação (STF)
- existência de um mecanismo de defesa para a proteção do Estado (intervenção federal na forma
do arts. 34 ao 36)
- controle concentrado de constitucionalidade - oferece maior estabilidade ao texto
constitucional e, portanto, essencial a manutenção do equilíbrio entre os diversos entes
ATENÇÃO: FORMA FEDERATIVA do Estado brasileiro é CLÁUSULA PÉTREA - limite material à
reforma constitucional (art. 60, §4º, I CF/88)

5) OUTRAS CLASSIFICAÇÕES DE FEDERALISMO


- Federalismo assimétrico e Federalismo simétrio
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

- Federalismo dual e Federalismo cooperativo (participação)


- Federalismo cooperativo democrático e Federalismo autoritário
- Federalismo Orgânico; Federalismo de integração; Federalismo equilíbrio (Pedro Lenza)

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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ENTES FEDERATIVOS:

União: bens e competências exclusivas, privativas, comuns e concorrentes (arts. 20 a 24 da


CF/1988)
- art. 20 - previu os bens pertencentes à União;
- art. 21 - competência ADMINISTRATIVA da União;
- art. 22 - competência LEGISLATIVA PRIVATIVA da União;
- art. 23 - competência ADMINISTRATIVA COMUM PARA TODOS OS ENTES;
- art. 24 - competência LEGISLATIVA CONCORRENTE (União, aos Estados e ao Distrito Federal).

Atenção: o teor dos artigos 21, 22, 23 e 24 da CF/88 são BASTANTE COBRADOS EM
PROVAS! NECESSÁRIO MEMORIZAR!

Estados Federados - organização, competências, bens (arts. 25 a 28 da CF/1988)


- art. 25,§1º - competência residual estadual
- art. 26 - trouxe os bens pertencentes aos Estados - Atenção ao inciso IV - "terras devolutas não
compreendidas entre as da União"

Do Distrito Federal e dos Territórios (arts. 32 e 33 da CF/1988)


- DF acumula o poder regional e local - art. 32 (situação peculiar) - Atenção: BRASÍLIA é a CAPITAL
FEDERAL e não o DF!
- Não pode ser dividido em Municípios
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

- Norma de organização: Lei Orgânica do DF


- competência legislativa: estadual e municipal (não pode se dizer que acumula 100% das
competências, pois, por exemplo, o ser Poder Judiciário é organizado pela União, enquanto os
Estados o Poder Judiciário é organizado por eles mesmos.
- Art. 21, incisos XIII e XIV - autonomia do DF é parcialmente derrogada pela União
- União é responsável pelo Ministério Público do DF e Territórios

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

- Importante: EC nº 69/2012 transferiu a responsabilidade da Defensoria Pública do DF da União


para o próprio DF! União ainda organiza e mantém a Defensoria Pública dos Territórios.
- União organiza e mantem a polícia civil, a polícia penal, a polícia militar e o corpo de bombeiros
militar do Distrito Federal, bem como presta assistência financeira ao Distrito Federal para a
execução de serviços públicos, por meio de fundo próprio.
- não há previsão constitucional para alteração dos limites territoriais do DF.

Municípios - organização e competências (arts. 29 a 31 da CF/1988)


- art. 29
- não tem tribunal de contas próprio (somente os criados antes de 1988 - art. 31)
- não possui representação no Congresso Nacional
- É regido por uma Lei Orgânica - elaborada pela Câmara Municipal

Atenção: Territórios Federais


- Os Territórios NÃO SÃO ENTES FEDERATIVOS. Eles integram a União
- Podem ser divididos em Municípios - art. 33

VEDAÇÕES QUE VISAM AO EQUILÍBRIO DO ESTADO BRASILEIRO


- Art. 19, I ao III
- Art. 22, parágrafo único - requisitos para fins de delegação legislativa - REQUISITOS:
Formal: Lei complementar Federal
Material: matérias específicas
Implícito: art. 22, p. ú. combinado art. 19 - Princípio da Isonomia - ou abrange todos os 26 estados
+ DF ou não pode autorizar apenas um estado a legislar sobre algo - tem de contemplar o DF!

DIVISÃO GEOGRÁFICA DO ESTADO BRASILEIRO: Não se permite secessão, mas a divisão é


permitida, consoante art. 18, §§3º e 4º CF/88!
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Lembre-se do art. 1º da CF/88: "união indissolúvel"

ESTADOS: Estados podem incorporar-se, subdividir-se para se anexarem a outros ou formarem


novos estados ou territórios e desmembrar-se

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META 4

REQUISITOS:
1) Plebsicito (consulta prévia da população) (Observação: STF já se manifestou sobre "população
diretamente interessada" - TODA a população deve ser ouvida, não apenas parcela!)
2) Consulta a Assembleia Legislativa do Estado (art. 48, VI)
3) Lei Complementar Federal

MUNICÍPIOS

REQUISITOS:
1) Lei Complementar Federal determinando o período para criação (incluída pela EC 15/1996 - até
o momento essa LCF não foi criada!)
- ADI 3682 STF - questionou a falta dessa lei
- EC nº 57/2008: supriu a necessidade da lei para criação de certos Municípios - anistiou 50
municípios que foram criados naquele lapso temporal
- Art. 96 (ADCT) convalidou os Municípios cuja lei de criação tenha sido publicada até 31/12/2006.
Logo, em tese, todos os municipios criados a partir de 01/01/2007 estão em situação irregular

2) Divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentação e publicação na forma da lei*


(aprovação de Lei ordinária federal prevendo requisitos genéricos exigíveis e a forma de
divulgação, apresentação e a publicação dos estudos)

3) Plebiscito (consulta prévia da população) (Observação: STF já se manifestou sobre "população


diretamente interessada" - TODA a população deve ser ouvida, não apenas parcela!)

4) Propositura de lei estadual

SISTEMA DE REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS

a) Princípio da Predominância de Interesses


b) Competências expressas para União e remanescentes para os Estados (art. 25, §1º)
c) Repartição de competências na CF/88:
- tributárias
- legislativas: art. 22; art. 24 (competência legislativa concorrente: não contempla os Municípios!)
- materias (administrativas): art. 21; art. 23
d) competência dos Municípios: art. 30
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META 4

INTERVENÇÃO

- art. 34 ao 36 CF/88
- Intervenção Federal: União -> Estados / União -> Municípios DE TERRITÓRIOS! (Não se admite
em municípios de estados - intervenção " per saltum ")
- Decreto interventivo é privativo do Presidente da República (art. 84, X)

- Antes de decretar a IF há consulta ao Conselho da República (art. 90, I) e Conselho de Defesa


Nacional (art. 91, §1º, II) - os seus pareceres não são vinculantes, têm caráter opinativo!
- Os municípios podem sofrer intervenção estadual
- DF não pode realizar intervenção (lembrem-se que o DF não pode ser dividido em municípios!)

- Intervenção Federal - MODALIDADES


a) Espontânea: art. 34, I a III e V combinado com art. 36, §§1º e 2º
b) Provocada: art. 34, IV, VI e VII combinado com art. 36, I
- Controle político: dispensado na situação do art. 34, VI e VII
- Controle Judicial: é cabível sempre! art. 5º, XXXV
- art. 36, §4º

Observação: Durante a execução da intervenção federal a Constituição Federal não poderá ser
emendada!

- Intervenção Estadual - HIPÓTESES


a) Espontânea: art. 35, I, II e III
b) Provocada: art. 35, IV
- Esgotam-se no art. 35
- Aqui o decreto interventivo é privativo do Governador do Estado
- Súmula 637 STF
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4) Direito Civil

Material indicado: TRF 6ª Região (Analista Judiciário - Área Judiciária - Sem Especialidade)
Direito Civil - 2024 (Pós- - Estratégia - 2024 - Paulo Sousa.

Assunto(s): Bens.

Relevância: 5

Assuntos e subassuntos: 4 Bens. 4.1 Diferentes classes. 4.2 Bens corpóreos e incorpóreos. 4.3 Bens
no comércio e fora do comércio.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 03 (versão simplificada) - Assunto Bens considerados em si mesmos ao
Assunto Bens públicos, até antes do item Questões Comentadas (páginas 3 a 12).
Assuntos e subassuntos: Bens - Dos bens imóveis e móveis; Dos bens fungíveis e infungíveis; Dos
bens consumíveis e inconsumíveis; - Dos bens divisíveis e indivisíveis; Dos bens singulares e
coletivos; Dos bens reciprocamente considerados; Dos bens públicos.
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Dê preferência para o PDF SIMPLIFICADO.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Atividade 2:
Faça a leitura dos dispositivos abaixo indicados, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).
Código Civil
Dos Bens (arts. 79 a 103)

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Resolva, na Aula 03 (versão simplificada), as questões 2 e 4 (pg. 39), 6 e 7 (pgs. 39 a 40), 9 (pg. 40),
11 (pgs. 40 a 41), 2 a 5 (pg. 42), 2 a 4 (pg. 44), 7 (pg. 45), 14 e 16 (pg. 46), 1 a 4 (pg. 48) (Total: 20
questões).
O tempo ideal de resolução é de 40 minutos.
Dê preferência para o PDF SIMPLIFICADO.

Observações:
- Marque as questões favoritas (que compreendem as erradas e as que deixaram dúvidas).
- Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
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Resolva as questões 1 a 38 (Total de questões: 38) - Tempo ideal: 76 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF6 2024 - AJAJ - DIREITO CIVIL - CADERNO 04
Link do caderno de questões: [Link]
OBS.: para obter uma quantidade suficiente de questões da banca para a criação do caderno,
resolvemos ampliar a seleção de filtros do TEC Concursos, relativos ao Ano e à Área (Carreira).

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META 4

Observações:
- Marque as questões favoritas (que compreendem as erradas e as que deixaram dúvidas).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.

Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Faça a leitura dos dispositivos abaixo indicados, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).
Código Civil
Dos Bens (arts. 79 a 103)

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.
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Observação: o Conteúdo das Dicas abrange resumos ou materiais teóricos adicionais, de leitura
alternativa, de modo que o tempo despendido para a sua leitura não deve ser computado no
tempo total da tarefa, para efeito de cumprimento da meta. Dito isto, vamos em frente!

DOS BENS

Conceito

■ Bens são coisas materiais ou imateriais, úteis aos homens e de expressão econômica, suscetíveis
de apropriação. Coisa é gênero do qual bem é espécie. A classificação dos bens é feita segundo
critérios de importância científica.

Classificação quanto à tangibilidade

■ Os romanos faziam a distinção entre bens corpóreos e incorpóreos. Tal classificação, embora
importante, não consta do CC/2002.

■ Corpóreos são os bens que têm existência física, material.

■ Incorpóreos são os que têm existência abstrata e valor econômico, como o crédito.

Bens considerados em si mesmos

■ Imóveis: são os que não podem ser removidos de um lugar para outro sem destruição e os
assim considerados para os efeitos legais (CC, arts. 79 e 80). Dividem­-se em:
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a) imóveis por natureza (art. 79, 1ª parte);

b) por acessão natural (art. 79, 2ª parte);

c) por acessão artificial ou industrial (art. 79, 3ª parte); e

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d) por determinação legal (art. 80).

■ Móveis: são os suscetíveis de movimento próprio ou de remoção por força alheia (art. 82).
Classificam­-se em:

a) móveis por natureza, que se subdividem em semoventes (os que se movem por força própria,
como os animais) e móveis propriamente ditos (os que admitem remoção por força alheia);

b) móveis por determinação legal; e

c) móveis por antecipação (arts. 82 e 83).

■ Fungíveis e infungíveis: são os bens móveis que podem e os que não podem ser substituídos
por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade (art. 85).

■ Consumíveis: são os bens móveis cujo uso importa destruição imediata da própria substância
(consumíveis de fato), sendo também considerados tais os destinados à alienação (consumíveis
de direito).

■ Inconsumíveis: são os que admitem uso reiterado, sem destruição de sua substância, e não se
destinam à alienação (art. 86).

■ Divisíveis: são os que se podem fracionar sem alteração na sua substância, diminuição
considerável de valor ou prejuízo do uso a que se destinam (art. 87). Os bens podem ser:

a) indivisíveis por natureza (os que não se podem fracionar sem alteração na sua substância,
diminuição de valor ou prejuízo);

b) por determinação legal (as servidões, as hipotecas); ou

c) por vontade das partes (convencional).

■ Singulares: os que, embora reunidos, são considerados na sua individualidade (uma árvore, p.
ex.).
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■ Coletivos: os encarados em conjunto, formando um todo (uma floresta, p. ex.). Abrangem as


universalidades de fato (rebanho, biblioteca — art. 90) e as de direito (herança, patrimônio — art.
91).

Bens reciprocamente considerados

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■ Espécies:

a) principal: o bem que tem existência própria, que existe por si;

b) acessório: aquele cuja existência depende do principal (art. 92).

■ Princípio básico (da gravitação jurídica): o bem acessório segue o destino do principal, salvo
estipulação em contrário. Em consequência:

a) a natureza do acessório é a mesma do principal;

b) o proprietário do principal é proprietário do acessório;

c) perecendo ou extinguindo­-se o bem principal, extingue­-se também o acessório, mas o


contrário não é verdadeiro.

■ Espécies de bens acessórios:

a) frutos: são as utilidades que uma coisa periodicamente produz. Dividem­-se, quanto à origem,
em naturais, industriais e civis; e, quanto ao estado, em pendentes, percebidos ou colhidos,
estantes, percipiendos e consumidos;

b) produtos: são as utilidades que se retiram da coisa, diminuindo­-lhe a quantidade.

c) pertenças: são os bens móveis que, não constituindo partes integrantes, se destinam, de modo
duradouro, ao serviço ou ornamentação de outro (art. 93);

d) acessões: podem dar­-se por formação de ilhas, aluvião, avulsão, abandono de álveo (acessões
naturais) e plantações ou construções (acessões artificiais ou industriais, art. 1.248, I a V);

e) benfeitorias: acréscimos, melhoramentos ou despesas em bem já existente. Classi­­ficam­-se


em:

a) necessárias;

b) úteis; e
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c) voluptuárias (art. 96).

Bens quanto ao titular do domínio

Classificam­-se em públicos e particulares.

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■ Bens públicos:

a) conceito: são os do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público


interno (art. 98);

b) espécies: de uso comum do povo, de uso especial e dominicais (art. 99);

c) caracteres: inalienabilidade (art. 100), imprescritibilidade (CF, art. 91, parágrafo único) e
impenhorabilidade.

■ Bens particulares: por exclusão, são todos os outros bens não pertencentes a qualquer pessoa
jurídica de direito público interno, mas à pessoa natural ou jurídica de direito privado (art. 98)."
(GONÇALVES, 2022, p.599)

Fonte: GONÇALVES, C. R.; LENZA, P. Direito civil esquematizado®. 12. ed. São Paulo: Saraiva, 2022.
E-book.

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5) Direito Processual Civil

Material indicado: TRF 6ª Região (Analista Judiciário - Área Judiciária - Sem Especialidade)
Direito Processual Civil - - Estratégia - 2024 - Ricardo Torques.

Assunto(s): Poderes, deveres e responsabilidade do juiz. Impedimentos e suspeição.


Ministério Público. Advocacia pública. Defensoria Pública.

Relevância: 7

Assuntos e subassuntos: 9 Poderes, deveres e responsabilidade do juiz. 9.1 Impedimentos e


suspeição. 10 Ministério Público. 11 Advocacia pública. 12 Defensoria Pública.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 04 (versão simplificada) - Assunto Poderes, Deveres e Responsabilidade
do Juiz ao Assunto Defensoria Pública, até antes do item Questões Comentadas (págs. 2 a 20).
Assuntos e subassuntos: Juiz - Poderes, Deveres e Responsabilidade do Juiz; Impedimentos e da
Suspeição. Ministério Público. Advocacia Pública. Defensoria Pública.
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Dê preferência para o PDF SIMPLIFICADO.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

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Atividade 2:
Faça a leitura dos dispositivos abaixo indicados, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).
Código de Processo Civil: Dos Poderes, dos Deveres e da Responsabilidade do Juiz (arts. 139 a 143)
/ Dos Impedimentos e da Suspeição (arts. 144 a 148) / Do Ministério Público (arts. 176 a 181) / Da
Advocacia Pública (arts. 182 a 184) / Da Defensoria Pública (arts. 185 a 187)

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Resolva, na Aula 04 (versão original), as questões 1 a 5 (pgs. 93 a 94), 6 a 8 (pgs. 94 a 95), 14 (pg. 95),
15 e 16 (pg. 96), 19 (pg. 97 a 98), 31 (pg. 101 a 102), 37 a 39 (pgs. 103 a 104), 42 a 44 (pgs. 105 a 106), 53
(pg. 109) (Total: 20 questões).
O tempo ideal de resolução é de 40 minutos.
Dê preferência para o PDF COMPLETO.

Observações:
- Marque as questões favoritas (que compreendem as erradas e as que deixaram dúvidas).
- Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)


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Atividade 1:
Resolva as questões 1 a 20 (Total de questões: 20) - Tempo ideal: 40 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF6 2024 - AJAJ - DIREITO PROCESSUAL CIVIL - CADERNO 04
Link do caderno de questões: [Link]
OBS.: para obter uma quantidade suficiente de questões da banca para a criação do caderno,
resolvemos ampliar a seleção de filtros do TEC Concursos, relativos ao Ano e à Área (Carreira).

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Observações:
- Marque as questões favoritas (que compreendem as erradas e as que deixaram dúvidas).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.

Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Faça a leitura dos dispositivos abaixo indicados, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).
Código de Processo Civil: Dos Poderes, dos Deveres e da Responsabilidade do Juiz (arts. 139 a 143)
/ Dos Impedimentos e da Suspeição (arts. 144 a 148) / Do Ministério Público (arts. 176 a 181) / Da
Advocacia Pública (arts. 182 a 184) / Da Defensoria Pública (arts. 185 a 187)
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Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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Observação: o Conteúdo das Dicas abrange resumos ou materiais teóricos adicionais, de leitura
alternativa, de modo que o tempo despendido para a sua leitura não deve ser computado no
tempo total da tarefa, para efeito de cumprimento da meta. Dito isto, vamos em frente!

JUIZ

1. Introdução

O CPC dedica os arts. 139 a 148 ao juiz, tratando dos seus poderes, deveres e responsabilidades.
Cuida, ainda, da suspeição e do impedimento.

O juiz não se confunde com o juízo. Este é o órgão jurisdicional competente para julgar
determinada causa, enquanto aquele é a pessoa a quem é atribuída a função jurisdicional. Há
juízos que são integrados por dois ou mais juízes, e um mesmo juiz pode, eventualmente, exercer
suas funções – ao menos temporariamente – em mais de um juízo.

Cumpre ao juiz dirigir o processo. No exercício dessa função, deve agir com impessoalidade e
imparcialidade, estabelecendo a comunicação necessária com os demais sujeitos, o autor e o réu.
Será o juiz quem, depois de verificar as questões preliminares, decidirá o pedido, ponderando as
informações trazidas pelas partes. Ao fazê-lo, deve agir de maneira substancialmente imparcial,
aplicando a lei ao caso concreto, para solucionar o conflito de interesses.

A condução do processo não é feita de acordo com critérios de conveniência e oportunidade do


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juiz. Não há discricionariedade judicial: cumpre-lhe, com o apoio de seus auxiliares, fazer executar
as regras da lei processual.

A imparcialidade é garantia do jurisdicionado e decorrência do princípio do juiz natural, que


impede que as partes possam escolher o juiz da causa. Este deve ser identificado de acordo com
regras previamente existentes no ordenamento jurídico.

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Além da garantia do juiz natural, o CPC enuncia hipóteses em que o juiz da causa será impedido
ou suspeito (arts. 144 e 145). O afastamento do juiz em tais condições é medida eminentemente
preventiva, que visa assegurar que ele se mantenha equidistante dos litigantes. Não terá isenção
de ânimo o juiz que tiver vínculos objetivos ou subjetivos com um dos litigantes, seus advogados,
ou cujos próprios interesses possam ser afetados pela solução da demanda. A lei distingue entre
impedimento e suspeição porque reconhece a existência de dois níveis de potencial perda de
imparcialidade. No impedimento, a participação do juiz é vedada, porque é mais intensa ou mais
direta a sua ligação com o processo, havendo um risco maior de perda de parcialidade; na
suspeição, conquanto conveniente que ele se afaste, o risco é menor, razão pela qual, ainda que
presentes as hipóteses, se nenhuma das partes reclamar e o juiz de ofício não pedir a sua
substituição, o processo será por ele julgado, sem que, com isso, se verifiquem nulidades
processuais.

MINISTÉRIO PÚBLICO

Intervenção do Ministério Público no Processo Civil

1. INTRODUÇÃO

O Ministério Público foi incluído na CF entre as funções essenciais à justiça, incumbido da defesa
da ordem pública, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis (art.
127).

O § 1º do art. 127 da CF consagra como seus princípios institucionais a:

- unidade;

- indivisibilidade;

- independência funcional.

Apesar de uno e indivisível, exerce a sua função por numerosos órgãos, que abrangem o MP
Federal, o MP do Trabalho, o MP militar, o MP do Distrito Federal e dos Territórios e os MPs
Estaduais.
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O art. 129 da CF enumera quais são as suas atribuições constitucionais. Para nós, interessa a
intervenção do Ministério Público no processo civil, regulamentada pelos arts. 177 a 181 do CPC.

Os arts. 177 e 178 mostram que ele pode atuar em um processo em duas qualidades: como parte
ou fiscal da ordem jurídica. Cada uma delas será examinada nos itens seguintes.

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- 2. O MINISTÉRIO PÚBLICO COMO PARTE

O membro do Ministério Público tem capacidade postulatória e pode propor ações no âmbito de
suas atribuições. O art. 129, III, da CF autoriza o Parquet a “promover o inquérito civil e a ação civil
pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses
difusos e coletivos”.

As ações que versam sobre tais interesses estão no âmbito direto de atribuição do Ministério
Público. Não há necessidade de lei que o autorize, porque a atribuição decorre diretamente da
Constituição Federal. No âmbito da defesa do consumidor, a legitimidade ativa do Ministério
Público para a defesa dos interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos é reconhecida,
ainda quando se trate de prestação de serviços públicos, nos termos da Súmula 601 do STJ.

A legitimidade para a propositura de ações coletivas vem regulamentada em especial na Lei da


Ação Civil Pública (Lei n. 7.347/94) e no Código de Defesa do Consumidor (Lei n. 8.078/90). E ações
individuais, ou que versem sobre interesses disponíveis? Poderia o Ministério Público ajuizá-las?
Por exemplo: poderia propor a ação civil ex delicto, prevista no art. 68 do Código de Processo
Penal, para postular indenização em favor da vítima de delito que seja pobre?

O Supremo Tribunal Federal decidiu que a atribuição para propor ação civil ex delicto foi
transferida, pela CF, para a Defensoria Pública. Contudo, onde ela ainda não existir, ou quando a
sua atuação ainda não for suficiente para dar conta dos casos, o Ministério Público continuará
legitimado.

Fonte: GONÇALVES, M. V. R.; LENZA, P. Direito processual civil. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2023. E-
book.

ADVOCACIA PÚBLICA

Incumbe à Advocacia Pública, na forma da lei, defender e promover os interesses públicos da


União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por meio da representação judicial, em
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todos os âmbitos federativos, das pessoas jurídicas de direito público que integram a
administração direta e indireta.

Prazo em dobro

A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de

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direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja
contagem terá início a partir da intimação pessoal.

Não se aplica o benefício da contagem em dobro quando a lei estabelecer, de forma expressa,
prazo próprio para o ente público.

Intimação pessoal

A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.

Responsabilidade

O membro da Advocacia Pública será civil e regressivamente responsável quando agir com dolo
ou fraude no exercício de suas funções

DEFENSORIA PÚBLICA

A Defensoria Pública exercerá a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa
dos direitos individuais e coletivos dos necessitados, em todos os graus, de forma integral e
gratuita.

Prazo em dobro

A Defensoria Pública gozará de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais.

Intimação pessoal

O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor público.

A requerimento da Defensoria Pública, o juiz determinará a intimação pessoal da parte


patrocinada quando o ato processual depender de providência ou informação que somente por
ela possa ser realizada ou prestada.

O benefício do prazo em dobro aplica-se aos escritórios de prática jurídica das faculdades de
Direito reconhecidas na forma da lei e às entidades que prestam assistência jurídica gratuita em
razão de convênios firmados com a Defensoria Pública.
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Não se aplica o benefício da contagem em dobro quando a lei estabelecer, de forma expressa,
prazo próprio para a Defensoria Pública.

Responsabilidade

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META 4

O membro da Defensoria Pública será civil e regressivamente responsável quando agir com dolo
ou fraude no exercício de suas funções.

Fonte: Código de Processo Civil

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6) Direito Penal

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s):
Princípios
Princípio da Insignificância ou Bagatela
Princípio da Legalidade
Aplicação da Lei Penal
Aplicação da Lei Penal No Tempo
Aplicação da Lei Penal No Espaço
Eficácia da Lei Penal em Relação às Pessoas

Relevância: 8

Assuntos e subassuntos:
1 Fontes do Direito Penal. 1.1 Princípios aplicáveis ao Direito Penal. -
2 Aplicação da Lei Penal. 2.1 Anterioridade da lei. 2.2 Lei Penal no tempo e no espaço. 2.3 Tempo e
lugar do crime. 2.4 Lei Penal excepcional, especial e temporária. 2.5 Territorialidade e
extraterritorialidade da Lei Penal. 2.6 Pena cumprida no estrangeiro. 2.7 Eficácia da sentença
estrangeira. 2.8 Contagem de prazo. 2.9 Frações não computáveis da pena. 2.10 Interpretação da
Lei Penal. 2.11 Analogia. 2.12 Irretroatividade da Lei Penal. 2.13 Conflito aparente de normas penais.
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Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

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META 4

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 00 - PDF SIMPLIFICADO - páginas 03 a 14.
Estude a teoria da Aula 01 - PDF SIMPLIFICADO - páginas 03 a 19.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:
Faça a leitura do Art. 1 ao Art. 12 do Código Penal, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Resolva as questões 01 a 12 das páginas 36 a 39 (Total: 12 questões) - Aula 00 PDF SIMPLIFICADO.
Resolva as questões 01 a 12 das páginas 50 a 53 (Total: 12 questões) - Aula 01 PDF SIMPLIFICADO.

O tempo ideal de resolução é de 40 minutos.

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
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indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 32 (Total de questões: 32) - Tempo ideal: 45 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 - AJAJ- DIREITO PENAL- CADERNO 4
Link do caderno de questões: [Link]

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Faça a leitura do Art. 1 ao Art. 12 do Código Penal, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).
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Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Princípios

Princípios Fundamentais e Limitadores do Direito Penal


1) Observações importantes para a sua prova acerca de alguns dos princípios limitadores do poder
punitivo/princípios fundantes do Direito Penal:
1.1.) Princípio da exclusiva proteção de bem jurídico
A). Conceito Importante:
A.1. Crimes de Plástico - tutelam bens jurídicos criados com o desenvolvimento da sociedade.
Assim, podem ser crimes hoje em dia, porém não necessariamente no futuro.
1.2. Princípio da intervenção mínima
A) Direito Penal é um ramo de ultima ratio - intervém quando realmente for necessário .
B) Seus destinatários são o legislador e os aplicadores da lei penal.
1.3. Princípio da insignificância ou bagatela
A) Natureza jurídica: causa de exclusão da tipicidade e princípio reitor de interpretação da norma
penal.

B) Requisitos de aplicação:
i) Mínima ofensividade da conduta
ii) Ausência de periculosidade social
iii) Reduzido grau de reprovabilidade do comportamento
iv) Inexpressividade da lesão jurídica provocada
- necessária verificação da capacidade financeira da vítima.
Requisitos subjetivos:
i) Ausência de habitualidade criminosa
ii) Reincidência
S a i b a o I n f o r m a t i v o 9 3 8 S T F ! ! ! [ d i s p o n í v e l e m
[Link] ]
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C) Crimes que, de acordo com os tribunais superiores não são passíveis de aplicação do princípio:

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META 4

i) Furto qualificado
ii) Tráfico de drogas
iii) Crime de moeda falsa
iv) Crimes praticados no âmbito de violência doméstica contra a mulher
v) Crime de contrabando
- Importação de medicação regulamentada pela ANVISA, em pequena quantidade, para uso
próprio: configura crime de contrabando, porém é aplicável o princípio da insignificância.
vi) Crime de violação de direitos autorais
vii) Crime de apropriação indébita previdenciária
viii) Crimes contra a Administração Pública
Importante o conteúdo da Súmula 599 STJ - O STF, em diversos julgamentos, vem mitigando essa
súmula, propondo que deve analisar o caso concreto → se vier na sua prova que não se aplica de
forma alguma o princípio da insignificância nos crimes contra a Administração Pública, está
errado.
ix) Descaminho

Muita atenção!
No que tange aos crimes contra a ordem tributária, foi criada uma regra que até o valor de
R$20.000,00 o Fisco não possui interessa na proposição de execução fiscal no âmbito da União.
Desta forma, sendo o direito penal uma ultima racio, no crime de descaminho até R$ 20.000, há
aplicação do princípio da insignificância.

1.4. Princípio da Adequação Social


A) Conhecimento muito cobrado em provas: O STJ afasta o princípio da adequação social no caso
de pirataria de DVD.
1.5. Princípio da Legalidade
A) Princípio expresso no CP (Art. 1º) e na CF (Artigo 5º, XXXIX, CF).
B) De acordo com a doutrina moderna, o princípio da legalidade já traz a ideia de reserva legal.
C) Princípio da Anterioridade
i) Art. 5º, XL, CF
- Regra, a irretroatividade e, como exceção, a extratividade.
- Leis excepcionais e temporárias: exceções ao princípio da irretroatividade.
ii) A lei que não é necessária é inconstitucional.
iii) Atualmente, não se admite a regulação de Direito Penal senão por meio de lei.
a) Posições Doutrinárias - Medidas Provisórias: [Para questões de prova, principalmente
discursivas, é fundamental que você saiba ambas as correntes a seguir demonstradas]
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a.1. Majoritária (Cleber Masson e Rogério Greco) - a Medida Provisória não pode versar sobre
matéria penal, nem incriminadora, nem não incriminadora (art. 62, §1º, I, CF/88)
a.2. Minoritária (Rogério Sanches) - seria possível medida provisória desde que não incriminadora.

Princípios Constitucionais mais relevantes e incidentes em prova:


Princípio da legalidade; Princípio da Reserva Legal; Princípio da anterioridade da Lei penal;

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Princípio da individualização da pena; Princípio da intranscendência da pena; Princípio da


limitação das penas ou da humanidade; Princípio da presunção de inocência ou presunção de
não culpabilidade.

Princípio da Insignificância ou Bagatela


Princípio da Insignificância ou Bagatela
A) Natureza jurídica: causa de exclusão da tipicidade e princípio reitor de interpretação da norma
penal.

B) Requisitos de aplicação:
i) Mínima ofensividade da conduta
ii) Ausência de periculosidade social
iii) Reduzido grau de reprovabilidade do comportamento
iv) Inexpressividade da lesão jurídica provocada
- necessária verificação da capacidade financeira da vítima.
Requisitos subjetivos:
i) Ausência de habitualidade criminosa
ii) Reincidência
S a i b a o I n f o r m a t i v o 9 3 8 S T F ! ! ! [ d i s p o n í v e l e m
[Link] ]

C) Crimes que, de acordo com os tribunais superiores não são passíveis de aplicação do princípio:
i) Furto qualificado
ii) Tráfico de drogas
iii) Crime de moeda falsa
iv) Crimes praticados no âmbito de violência doméstica contra a mulher
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v) Crime de contrabando
- Importação de medicação regulamentada pela ANVISA, em pequena quantidade, para uso
próprio: configura crime de contrabando, porém é aplicável o princípio da insignificância.
vi) Crime de violação de direitos autorais
vii) Crime de apropriação indébita previdenciária
viii) Crimes contra a Administração Pública

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META 4

Importante o conteúdo da Súmula 599 STJ - O STF, em diversos julgamentos, vem mitigando essa
súmula, propondo que deve analisar o caso concreto → se vier na sua prova que não se aplica de
forma alguma o princípio da insignificância nos crimes contra a Administração Pública, está
errado.
ix) Descaminho

Muita atenção! No que tange aos crimes contra a ordem tributária, foi criada uma regra que até o
valor de R$20.000,00 o Fisco não possui interessa na proposição de execução fiscal no âmbito da
União. Desta forma, sendo o direito penal uma ultima racio, no crime de descaminho até R$
20.000, há aplicação do princípio da insignificância.

Princípio da Legalidade
Princípio da Legalidade

A) Princípio expresso no CP (Art. 1º) e na CF (Artigo 5º, XXXIX, CF).


B) De acordo com a doutrina moderna, o princípio da legalidade já traz a ideia de reserva legal.
C) Princípio da Anterioridade
i) Art. 5º, XL, CF
- Regra, a irretroatividade e, como exceção, a extratividade.
- Leis excepcionais e temporárias: exceções ao princípio da irretroatividade.
ii) A lei que não é necessária é inconstitucional.
iii) Atualmente, não se admite a regulação de Direito Penal senão por meio de lei.
a) Posições Doutrinárias - Medidas Provisórias: [Para questões de prova, principalmente
discursivas, é fundamental que você saiba ambas as correntes a seguir demonstradas]
a.1. Majoritária (Cleber Masson e Rogério Greco) - a Medida Provisória não pode versar sobre
matéria penal, nem incriminadora, nem não incriminadora (art. 62, §1º, I, CF/88)
a.2. Minoritária (Rogério Sanches) - seria possível medida provisória desde que não incriminadora.

Aplicação da Lei Penal

Aplicação da Lei Penal


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A aplicação da lei penal é o conjunto de procedimentos e medidas que visam garantir que as
normas penais sejam efetivamente cumpridas e que os responsáveis por violá-las sejam
responsabilizados.
Isso envolve desde a investigação dos crimes até a execução das penas.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Em suma, a aplicação da lei penal no espaço, no tempo e em relação às pessoas visa garantir que
as normas penais sejam aplicadas de maneira justa e eficaz, considerando os contextos
geográficos, temporais e pessoais envolvidos em cada situação criminal.

Aplicação da Lei Penal No Tempo


Aplicação da Lei Penal
Aplicação da Lei Penal - No Tempo

Regra Geral: lembre-se da prevalencia do tempus regit actum .


Sucessão de Leis Penais no Tempo
a) Lembre-se acerca dos casos que comportam exceção a regra:
i) A lei nova extingue o crime (abolitio criminis) - Como é benéfica para o agente, aplica-se aos fatos
praticados anteriormente. (exceção à regra).
ii) A lei nova é benigna, é melhor para o criminoso - Como é benéfica para o agente, aplica-se aos
fatos praticados anteriormente. (exceção à regra).
iii) A lei nova tem preceitos melhores e preceitos piores para o criminoso; - Trata-se de combinação de
leis ( lex tertia ).
Lei Penal Temporária x Lei Penal Excepcional - Art. 3º Código Penal
a) A banca irá te perguntar se essas leis possuem ultratividade, ou seja, se elas se aplicam aos
fatos ocorridos após o encerramento da sua vigência.
Sua resposta será SIM! - Caso não fosse dessa forma, tais leis não teriam sentido, pois até ocorrer o
julgamento do crime cometido durante a vigência delas as situações causadoras já teriam se encerrado,
o crime sempre deixaria de existir e estaríamos diante da abolitio criminis . -
Crimes Permanentes x Crimes Continuados:
a) Perceba que o crime permanente, se estende. De modo a tornar mais fácil sua memorização, é
como se durante sua prática falássemos "Criiiiiiimmmmeeeeeee".
b) Crimes Continuados: os crimes posteriores serão considerados continuação do anterior se da mesma
espécie. Ex.: Apropriação Indébita.
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De modo a tornar mais fácil sua memorização, é como se durante sua prática falássemos por
várias vezes "Crime! Crime! Crime! Crime!"
Crime de Estelionato
a) Passou a ser de ação penal pública condicionada à representação. Isso é uma matéria de direito penal
material. Essa lei foi benigna ao agente.
b) Prevalece na jurisprudência que, oferecida a denúncia, não irá retroagir nessa nova lei. Todavia,

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

nas situações em que não houver oferecimento de denúncia, irá exigir a representação, ou seja,
irá retroagir a lei.
c) Saiba a súmula 711 do STF, pois ela despenca em prova.

Exemplo clássico: "A" sequestrou "B" no dia 10/01/2018, sequestro este que durou até o dia
10/02/2018. Na data de 1º/02/2018 entrou em vigor uma nova lei aumentando a pena para o crime
de sequestro. Neste caso, como o sequestro é crime permanente, aplica-se a súmula 711, de modo
que a lei nova (mais grave) será aplicada.

Aplicação da Lei Penal No Espaço


Aplicação da Lei Penal
Lugar do Crime - A lei penal no espaço.

1. Teorias:
1.1. O Código Penal Brasileiro adotou a teoria da ubiquidade. (Art. 6º CP)
2. A regra é a territorialidade , ou seja, a lei brasileira é aplicada dentro do território nacional.
2.1. E quando se fala em extraterritorialidade? Crimes cometidos fora do território nacional mas aos quais
se aplica a lei brasileira.
3. Combinação de leis penais
3.1. Importante lembra que em caso de uma sucessão de leis no tempo, aplica-se a lei mais
favorável.
3.2. Imagine que tenha uma lei penal vigente à época do fato que tem uma parte favorável ao agente. E,
depois, venha uma lei penal que tenha partes mais favoráveis ao agente e outras partes que não são tão
favoráveis.
Pode combinar as partes mais benéficas? Segundo o STF e o STJ, na súmula 501, não é possível, uma
vez que se pegarmos as partes mais benéficas de 2 normas, estaríamos criando uma terceira lei. O
que seria uma clara violação aos princípios da legalidade, da separação de poderes e
democrático.
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Eficácia da Lei Penal em Relação às Pessoas


Eficácia da Lei Penal em Relação às Pessoas.

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META 4

1. Imunidade Parlamentar
1.1. Lembre-se que é necessário um nexo funcional entre o crime e a atividade parlamentar.
1.2. Saiba que o diplomata (não se confunde com agente consular, que possui caracterísitcas meramente
administrativas) deve obediência à lei penal brasileira mas, em razão do princípio da
intraterritorialidade , ficam sujeitos à punição conforme a lei do seu Estado.
1.3. O agente consular possui imunidade funcinal relativa, na medida em que só está protegido nos atos
de ofício.
1.4. A imunidade parlamentar relativa, disposta no §1o do art. 53, CF/88, inclui foro, prisão, processo e
testemunha.
1.5. Após o término da instrução processual penal a competência do STF se perpetua.
1.6 Estende-se aos Deputados Estaduais.
2. Aplicação da lei penal em relação aos indígenas
2.1. O indígena tem imputabilidade.
2.3. O que prevalece, na doutrina, é que o indígena não possui consciência da potencial ilicitude.

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META 4

7) Direito Tributário

Material indicado: Seus resumos e materiais de revisão.

Assunto(s): Ação de repetição de indébito. Ações de controle de constitucionalidade. Ação


civil pública.

Relevância: 10

Assuntos e subassuntos: Ação de repetição de indébito. Ações de controle de constitucionalidade.


Ação civil pública.

ATENÇÃO:

Prezado Aluno (a). Dentro da nossa matéria, consta no edital os seguintes tópicos:

16 Processo judicial tributário. 16.1 Ação de execução fiscal e embargos à execução. 16.2 Lei nº
6.830/1980 (execução fiscal) e suas alterações. 16.3 Lei nº 8.397/1992 e suas alterações (ação
cautelar fiscal). 16.4 Ação declaratória da inexistência de relação jurídico-tributária. 16.5 Ação
anulatória de débito fiscal. 16.6 Mandado de segurança. 16.7 Ação de repetição de indébito. 16.8
Ação de consignação em pagamento. 16.9 Ações de controle de constitucionalidade. 16.10 Ação
civil pública. 16.11 Ação popular. 16.12 Ação rescisória.

Alguns assuntos estão mais relacionados com outras disciplinas como por exemplo o item 16.9
Ações de controle de constitucionalidade que está mais voltado para Direito Constitucional. Outro
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

exemplo é a Ação Rescisória que há previsão no Código de Processo Civil. Como está na matéria
de Direito Tributário, vamos passar pela lei seca desses assuntos. Assim como faremos questões
desses assuntos no TEC.

Atividades para ALUNO INICIANTE e AVANÇADO:

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

O Material a ser utlizado nesta atividade é Lei seca.

Atividade 1:

Faça a leitura do CTN, Arts. 165 a 169, lembrando de destacar os principais pontos, conforme
explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).
[Link]
● Súmula 46 do STJ : "Na repetição de indébito tributário, a correção monetária incide a partir
do pagamento indevido."

Súmula 322 do STJ : "A restituição de tributo indevido não está sujeita à homologação pelo
Fisco."

Atividade 2:

Faça uma revisão sobre Ações de Controle de Constitucionalidade (Parte que entra mais em
Direito Constitucional), porém consta na parte de Direito Tributário. No campo de Dicas há um
resumo sobre o assunto.

- Leitura dos Artigos 102 e 103 da CF/88.

Atividade 3:

Faça a leitura da Lei nº 7.347 e suas alterações, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).
[Link]

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.


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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Atividade 4:
Resolva as questões 01 a 20 (Total de questões: 20) - Tempo ideal: 45 minutos. (TEC Concursos)
LS - TRF06 - D. TRIBUTÁRIO - CADERNO 03 - [Link]

Atividade 5:

Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Controle de constitucionalidade é atributo de Constituições rígidas, em razão da supremacia


formal da Constituição.

Inconstitucionalidade é a incongruência entre um ato do Poder Público e a Constituição em vigor

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

quando de sua criação. Não há, no Brasil, inconstitucionalidade em face de futura Constituição. A
inconstitucionalidade é sempre presente (originária).

O Brasil adota um modelo jurisdicional misto de controle de constitucionalidade:


- controle difuso e controle concentrado de constitucionalidade. Entretanto, embora o controle
de constitucionalidade seja essencialmente jurisdicional, Executivo e Legislativo também
dispõem da prerrogativa de promover o controle de constitucionalidade de normas, nos casos
permitidos pela Constituição Federal.

Controle Difuso de Constitucionalidade

Legitimação ativa:
- Qualquer das partes do processo;
- Terceiros interessados;
- Ministério Público;
- Juízes e Tribunais, de ofício.

Norma parâmetro
Normas formalmente constitucionais e os tratados sobre direitos humanos aprovados por
processo especial.

Objeto da ação
Qualquer ato emanado do poder público, independentemente de ser primário ou secundário;
normativo ou não normativo; da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios.
O direito pré-constitucional.

Espécies de ações
Qualquer ação judicial.

Competência
Qualquer juiz ou Tribunal, no âmbito de sua competência.

Efeitos da decisão
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- inter partes
- ex tunc

Efeitos da decisão do STF


- erga omnes

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

- ex tunc

Controle Abstrato de Constitucionalidade

O controle abstrato de constitucionalidade que tem como parâmetro a Constituição Federal


(normas originárias, derivadas e tratados internacionais aprovados com força de emenda) é
exercido pelo Supremo Tribunal Federal.

As ações do controle concentrado são cinco:


1) ação direta de inconstitucionalidade (ADI);
2) ação declaratória de constitucionalidade (ADC);
3) ação direta de inconstitucionalidade por omissão (ADO);
4) arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) e
5) ação direta de inconstitucionalidade interventiva (ADII).

1) Objeto

ADI: lei ou ato normativo federal, estadual ou distrital de natureza estadual.

ADC: lei ou ato normativo federal.

ADPF: ato do Poder Público que possa causar lesão a preceito fundamental; leis ou atos
normativos federal, estadual ou municipal que causam controvérsia constitucional, inclusive os
anteriores à Constituição.
A ADPF só será cabível se não houver nenhuma outra ação capaz de sanar a lesividade. Sua
natureza é residual, subsidiária.

ADO: falta de regulamentação de norma constitucional.

ADII: lei ou ato normativo, omissão ou ato governamental estaduais ou distritais que ferem
princípios constitucionais sensíveis.

2) Legitimados ativos

ADI - ADC - ADPF - ADO:


I - o Presidente da República;
II - a Mesa do Senado Federal;
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III - a Mesa da Câmara dos Deputados;


IV - a Mesa de Assembleia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;
V - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;
VI - o Procurador-Geral da República;
VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;
VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

Lembrar das 3 pesssoas (Presidente - Governador - PGR), 3 mesas (Mesa da Cãmara, Do Senado e
Das AL) e 3 Instituições ( OAB - PP - CONFEDERAÇÃO OU ENTIDADE DE CLASSE)

ADII (INTERVENTIVA): Apenas o Procurador-Geral da República.

No caso da ADI, da ADC, da ADO e da ADPF, os legitimados especiais deverão demonstrar a


pertinência temática para a propositura da ação. São eles:
Mesa de Assembleia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;
Governador de Estado ou Distrito Federal;
Confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

Os demais são legitimados universais e não estão condicionados à comprovação da pertinência


temática.

Partidos políticos com representação no Congresso Nacional e as confederações sindicais ou


entidades de classe de âmbito nacional deverão constituir advogado com procuração nos autos.
Isso porque possuem natureza de ente privado.

3) Da petição inicial
A petição inicial de todas as ações deverá ser apresentada em duas vias.

A petição deverá, necessariamente, indicar:

ADI
a) o dispositivo da lei ou do ato normativo impugnado e os fundamentos jurídicos do pedido em
relação a cada uma das impugnações;
b) o pedido, com suas especificações.

ADC
a) o dispositivo da lei ou do ato normativo questionado e os fundamentos jurídicos do pedido;
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b) o pedido, com suas especificações


c) a existência de controvérsia judicial relevante sobre a aplicação da disposição objeto da ação
declaratória.

ADPF

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

a) a indicação do preceito fundamental que se considera violado;


b) a indicação do ato questionado;
c) a prova da violação do preceito fundamental;
d) o pedido, com suas especificações;
e) no caso da arguição incidental, a comprovação da existência de controvérsia judicial relevante
sobre a aplicação do preceito fundamental que se considera violado.

ADO
a) a omissão inconstitucional total ou parcial quanto ao cumprimento de dever constitucional de
legislar ou quanto à adoção de providência de índole administrativa;
b) o pedido, com suas especificações.

ADII
a) a indicação do princípio constitucional que se considera violado ou, se for o caso de recusa à
aplicação de lei federal, das disposições questionadas;
b) a indicação do ato normativo, do ato administrativo, do ato concreto ou da omissão
questionados;
c) a prova da violação do princípio constitucional ou da recusa de execução de lei federal e
d) o pedido, com suas especificações.

Apenas a ADC e a ADPF incidental exigirão a comprovação de controvérsia judicial relevante. A


petição incompleta, inepta ou incabível não será conhecida. Da decisão, caberá agravo.

4) Medida cautelar
As ações do controle objetivo admitem medida cautelar, que será deferida, em regra, pela maioria
absoluta do STF (seis votos), salvo nos casos de recesso e de urgência, hipótese em que o Relator
poderá decidir monocraticamente, ad referendum do Pleno.
A medida cautelar em ADC, nos termos da Lei 9.868/1999, tem prazo de validade de 180 dias. Não
há prazo para as demais ações.

Quanto aos efeitos da medida cautelar, temos:

ADI
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Sustação da vigência da norma impugnada, com efeitos para todos, vinculante, ex nunc e
repristinatório.
Suspensão dos processos que envolvem a aplicação da lei impugnada.

ADC

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META 4

Suspensão dos processos que envolvem a aplicação da lei.

ADPF
Sustação do ato impugnado;
Suspensão de processos, salvo se decorrentes de coisa julgada.

ADO
Suspensão dos processos que envolvem a matéria.

ADII
Suspensão dos processos que envolvem a matéria.

5) PGR, AGU e amicus curiae

6) Julgamento e mérito
A decisão nas ações do controle objetivo somente será tomada se presentes na sessão pelo
menos oito Ministros. Realizado o julgamento, proclamar-se-á a procedência ou improcedência
do pedido formulado se num ou noutro sentido se tiverem manifestado pelo menos seis
Ministros.

A decisão de mérito na ADI, na ADC e na ADPF têm eficácia contra todos (efeito erga omnes),
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efeito vinculante e efeito ex tunc. Admite-se a modulação de efeitos, desde que a decisão seja
tomada por oito Ministros do Supremo Tribunal Federal.

Na ADO, declarada a inconstitucionalidade por omissão, será dada ciência ao Poder competente
para a adoção das providências necessárias. Em caso de omissão imputável a órgão
administrativo, as providências deverão ser adotadas no prazo de trinta dias, ou em prazo

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razoável a ser estipulado excepcionalmente pelo Tribunal, tendo em vista as circunstâncias


específicas do caso e o interesse público envolvido.

Na ADII, julgada a ação procedente do pedido formulado na representação interventiva, o


Presidente do Supremo Tribunal Federal, publicado o acórdão, levá-lo-á ao conhecimento do
Presidente da República para, no prazo improrrogável de até quinze dias, promover a intervenção
federal.

7) Aspectos comuns da ADI, ADC, ADPF e ADO

Não se admite desistência da ação e nem do pedido de medida cautelar.

A decisão é irrecorrível, salvo embargos de declaração.

Não se admite ação rescisória da decisão transitada em julgado.

Não se admite intervenção de terceiros, salvo na condição especial de amicus curiae.

Não cabe arguição de suspeição de Ministro do STF, mas cabe a arguição de impedimento.

Não há prazo prescricional e nem decadencial para o ajuizamento da ação.

As ações estão submetidas ao princípio da fungibilidade.

As ações admitem a cumulação de pedidos (constitucionalidade e inconstitucionalidade).

Controle abstrato nos Estados

Os Tribunais de Justiça promovem o controle abstrato de constitucionalidade apenas em face da


Constituição estadual.

Os Estados podem instituir ação direta de inconstitucionalidade, ação direta de


inconstitucionalidade por omissão estadual, ação declaratória de constitucionalidade, arguição de
descumprimento de preceito fundamental e ação direta de inconstitucionalidade interventiva
estadual. Todas essas ações terão por parâmetro as normas da Constituição estadual, tanto as
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autônomas quanto as de reprodução ou imitação da Constituição Federal.

A representação de inconstitucionalidade estadual tem como objeto leis e atos normativos


municipais e estaduais contrários à Constituição estadual. Leis federais não se submetem a
controle abstrato de constitucionalidade no âmbito estadual.

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Leis ou atos normativos estaduais tanto poderão ser objeto do controle abstrato perante o STF
quanto perante o Tribunal de Justiça, a depender do parâmetro adotado.

Na representação interventiva, os Estados não poderão dar legitimação ativa apenas a um único
órgão, mas poderia ampliar o rol de legitimados em comparação com a Constituição Federal.

As decisões proferidas pelo Tribunal de Justiça nas ações de inconstitucionalidade são, em regra,
irrecorríveis, salvo se o parâmetro for dispositivo da Constituição estadual que é norma de
reprodução obrigatória da Constituição Federal (expressa ou implícita), pois na hipótese, caberá
recurso extraordinário.

Se o parâmetro de controle de constitucionalidade for norma de imitação, não caberá recurso


extraordinário.

A decisão proferida no RE produzirá eficácia contra todos (efeito erga omnes), efeito vinculante e
efeito ex tunc. Esse fenômeno é chamado por parte da doutrina de “controle abstrato no modelo
difuso”.

Em se tratando de lei ou ato normativo estadual, poderá haver simultaneidade de ações, sendo
uma da competência do STF, quando a norma parâmetro é da Constituição Federal, e outra, da
competência do TJ, quando a norma parâmetro é da Constituição estadual. A simultaneidade de
ações fará com que o TJ suspenda o andamento da representação interventiva.

Se a lei ou o ato normativo estadual contrariar norma autônoma da Constituição estadual e, ao


mesmo tempo, norma da Constituição Federal, havendo simultaneidade de ações, o TJ
suspenderá o andamento da representação de inconstitucionalidade até o julgamento definitivo
da ADI. Se o STF declarar a lei inconstitucional, a representação de inconstitucionalidade perderá
o seu objeto.

Se o STF declarar a lei constitucional, ainda assim o TJ poderá julgar a representação de


inconstitucionalidade, porque o parâmetro analisado será outro.
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A Lei nº 7.347/1985, que disciplina a Ação Civil Pública, é frequentemente abordada nas provas da
banca Cebraspe, especialmente em concursos jurídicos e administrativos. Os principais artigos
que costumam ser cobrados e que merecem atenção incluem:

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Artigo 1º: Estabelece os interesses que podem ser protegidos por meio da ação civil pública, como
o meio ambiente, consumidor, bens e direitos de valor artístico, estético, histórico e turístico,
além de outros interesses difusos e coletivos.

Artigo 5º: Define quem são os legitimados ativos para propor a ação civil pública, como o
Ministério Público, a Defensoria Pública, a União, Estados, Municípios, autarquias, empresas
públicas, fundações, sociedades de economia mista, e associações constituídas há pelo menos um
ano que incluam entre suas finalidades a proteção dos interesses mencionados na lei.

Artigo 7º: Estabelece que é possível a concessão de liminares para evitar dano irreparável,
permitindo ao juiz determinar medidas preventivas mesmo sem ouvir a parte contrária.

Artigo 16: Este é um ponto crucial e frequentemente exigido pela Cebraspe. Ele aborda a questão
dos limites da coisa julgada da ação civil pública, esclarecendo que a decisão faz coisa julgada
erga omnes (para todos), mas apenas dentro dos limites da competência territorial do órgão que
a proferiu.

Artigo 13: Trata da reversão das indenizações decorrentes das ações civis públicas para um fundo
específico, que será gerido por Conselhos Federais ou Estaduais com a participação do Ministério
Público e representantes da sociedade, destinados à reparação dos danos coletivos causados.

A Lei nº 4.717/1965 regula a Ação Popular, instrumento que permite a qualquer cidadão questionar
atos administrativos ilegais ou lesivos ao patrimônio público. Os principais artigos cobrados pela
banca Cebraspe são:
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1. Artigo 1º: Define a legitimidade ativa do cidadão para propor a ação.

Artigo 2º: Especifica os atos passíveis de anulação, como os que causam prejuízo ao
patrimônio público ou violam a moralidade administrativa.

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Artigo 5º: Dispõe sobre a gratuidade da ação e a isenção de custas.

Artigo 11: Prevê que, se a ação for julgada improcedente por má-fé, o autor será
responsabilizado por perdas e danos.

Os artigos 966 a 975 regulam a ação rescisória, que busca desconstituir uma decisão judicial
transitada em julgado. Os pontos mais cobrados são:

Hipóteses de cabimento da ação (art. 966), como erro de fato ou violação literal de norma.

Prazo decadencial de 2 anos para ajuizamento (art. 975).

A necessidade de o autor oferecer garantia do juízo (art. 968).

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8) Direito Previdenciário

Material indicado: TRF 6ª Região (AJAJ - Sem Especialidade) Direito Previdenciário - 2024
(Pós Edital) - Estratégia Concursos - 2024 - Rubens Maurício Corrêa.

Assunto(s): 2 Custeio da seguridade social. 2.1 Receitas, contribuições sociais (parte 1)

Relevância: 8

Assuntos e subassuntos:
2 Custeio da seguridade social. 2.1 Receitas, contribuições sociais - Relevância 08
Empresa e empregador doméstico: conceito previdenciário.
Financiamento da Seguridade Social.
Receitas da União.
Receitas das contribuições sociais: dos segurados, das empresas.
Contribuições inferiores ao salário mínimo e complementação de contribuições.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)
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Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 02 - VERSÃO SIMPLIFICADA - páginas 03 a 36.
Assuntos:
Empresa e empregador doméstico: conceito previdenciário.
Financiamento da Seguridade Social.
Receitas da União.

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META 4

Receitas das contribuições sociais: dos segurados, das empresas.


Contribuições inferiores ao salário mínimo e complementação de contribuições.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:
Faça a leitura do Art. 195 da Constituição Federal de 1988; Arts. 10, 11, 15 a 24 da Lei nº 8.212/1991,
lembrando de destacar os principais pontos, conforme explicado nas Orientações Técnicas
(primeira tarefa da nossa disciplina).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Resolva as questões 01 a 06 das páginas 37 a 42; questões 29; 35; 42; 43; 44; 52 a 57; 67; 68; 69 e 70
das páginas 65 a 98 (Total: 21 questões) - Aula 02 - PDF SIMPLIFICADO.
O tempo ideal de resolução é de 30 minutos.

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)


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Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 16 (Total de questões: 16) - Tempo ideal: 30 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 AJAJ - PREVIDENCIARIO - CADERNO 04

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Link do caderno de questões: [Link]

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Faça a leitura do Art. 195 da Constituição Federal de 1988; Arts. 10, 11, 15 a 24 da Lei nº 8.212/1991,
lembrando de destacar os principais pontos, conforme explicado nas Orientações Técnicas
(primeira tarefa da nossa disciplina).

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.
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Financiamento da Seguridade Social (aspectos constitucionais)

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Art. 195 da CF/88, incluindo os seus incisos e parágrafos

- Seguridade social será financiada por toda a sociedade (art. 195, caput)

- Formas de financiamento: direta e indireta (art. 195, caput)


Forma direta: Financiamento da seguridade Social por meio de recolhimento de contribuições
sociais.
Forma indireta: Financiamento da Seguridade Social por meio de recursos provenientes dos
orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios

Conceito de empresa e empregador doméstico

Empresa: a firma individual ou sociedade que assume o risco de atividade econômica urbana ou
rural, com fins lucrativos ou não, bem como os órgãos e entidades da administração pública
direta, indireta e fundacional.

Equipara-se a empresa, para os efeitos previdenciários:


- contribuinte individual em relação a segurado que lhe presta serviço,
- cooperativa, a associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, a missão diplomática
e a repartição consular de carreira estrangeiras.
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Importante: diferenciar dos equiparados - Contribuinte individual, Cooperativa, OGMO, "Dono de


Obra" pessoa física.

+ Financiamento do empregador/empresa/equiparada - Por meio de:


- folha de salários/rendimentos.

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- receita/faturamento.
- lucro.

Empregador doméstico: quem admite a seu serviço (o empregado doméstico), mediante


SUBORDINAÇÃO, REMUNERAÇÃO e PESSOALIDADE, sem finalidade lucrativa, por MAIS de 2 DIAS.

Receitas da Seguridade Social

No âmbito federal, o orçamento da Seguridade Social compõem-se das receitas:

Receitas da União;
+ Receitas das Contribuições Sociais
- Contribuições sociais são tributos da espécie “contribuições especiais”;
- Doutrina divide: Contribuição Social de Seguridade Social (financiamento da saúde, assistência
social e previdência social; Outras contribuições de Seguridade Social (residuais); Contribuições
Sociais Gerais (atuação da União na área social).
Receitas de Outras Fontes.

Atenção - Consideram-se:
Contribuições Sociais Previdenciárias: incidentes sobre a folha de salários das empresas, a
contribuição dos segurados e dos empregadores domésticos.

Contribuições Sociais Não Previdenciárias: incidentes sobre o faturamento e o lucro das


empresas, bem como as contribuições decorrentes das receitas dos concursos de prognósticos e
a cobrada do importador de bens e serviços.

Observações:
- as contribuições sociais obedecem a noventena (90 dias para serem cobradas/princípio da
anterioridade nonagesimal), mas não obedecem ao princípio da anterioridade anual (o tributo só
será exigido no exercício financeiro seguinte ao ano em que a lei o instituiu).
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- entidades beneficentes de assistência social (EBAS). São ISENTAS de contribuição social. Devem
obedecer aos requisitos da lei.
- importante memorizar o teor do § 9º do art. 195 da CF/88:
§ 9.º As contribuições sociais previstas no inciso I (Contribuição Social do Empregador) do caput
deste artigo poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas, em razão da atividade
econômica, da utilização intensiva de mão de obra, do porte da empresa ou da condição

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estrutural do mercado de trabalho.

Cálculo das Contribuições Sociais: ATENÇÃO - base de cálculo de varia

Base de cálculo utilizada para o cálculo da contribuição do segurado empregado, empregado


doméstico, trabalhador avulso, contribuinte individual e segurado facultativo: seu salário de
contribuição (respeitando os limites mínimo e máximo).

Base de cálculo utilizada para o cálculo da contribuição do segurado especial: receita bruta da
comercialização de sua produção rural.

Base de cálculo utilizada para o cálculo da contribuição das empresas: em regra, remuneração
paga ou creditada aos segurados a seu serviço (sem limites mínimos ou máximos)

Base de cálculo utilizada para o cálculo da contribuição do empregador doméstico: valor do


salário de contribuição do empregado doméstico a seu serviço.

Financiamento do trabalhador/segurado
- através da contribuição previdenciária, excluída a contribuição do aposentado pelo Regime
Geral - as contribuições sobre Folha de Salário do Empregador e as contribuições do trabalhador
podem ser utilizadas somente para o pagamento dos benefícios do RGPS.

Contribuição do empregado, avulso e doméstico: são cumulativas e progressivas: 7,5%, 9%, 12% ou
14% sobre o salário de contribuição. A alíquota a ser aplicada dependerá de sua renda mensal.

Contribuinte Individual e Facultativo - 3 hipóteses


Em regra, é de 20% do Salário de Contribuição e recolhe por conta própria (nesse caso, terá direito
a se aposentar por tempo de contribuição).

- Se abrir mão da aposentadoria por tempo de contribuição: 11% (sobre o salário-mínimo) .


- Para o Micro Empreendedor Individual, se abrir mão da aposentadoria por tempo de
contribuição, 5% (sobre o salário-mínimo). Caso queira se aposentar por tempo de contribuição,
deve complementar com acréscimos legais os recolhimentos.

Segurado especial: contribui por meio da aplicação de uma alíquota de 1,3% sobre a receita bruta
da comercialização de sua produção rural (sem direito a aposentadoria por tempo de
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contribuição)

- além da contribuição obrigatória de 1,3% poderá contribuir, facultativamente, com uma alíquota
de 20% sobre o respectivo salário de contribuição (valor será por ele declarado, desde que não
seja inferior a um salário mínimo mensal e nem superior ao limite máximo do salário de
contribuição) - aqui, terá direito a aposentadoria por tempo de contribuição e poderá receber,

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dependendo da base de cálculo declarada, benefícios em valores superiores a um salário mínimo.

[finalizando]

Contribuição Previdenciária das Empresas

- Artigo 195, I, “a” CF/88 - a seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta
e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes, dentre outros, das contribuições
sociais do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes
sobre a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título,
à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo empregatício

- Contribuições:
- 20% sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o
mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços.

- 1% ou 2% ou 3% para o financiamento do benefício de aposentadoria especial e daqueles


concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos
ambientais do trabalho - RAT, sobre o total das remunerações pagas ou creditadas, no decorrer
do mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos.

- 20% sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês,
aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços.

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9) Raciocínio Lógico

Material indicado: TRF 6ª Região - Raciocínio Analítico - 2024 (Pós-Edital) - Estratégia


Concursos - 2024 - Equipe Exatas Estratégia Concursos.

Assunto(s): Raciocinio Critico II

Relevância: 2

Assuntos e subassuntos: Raciocinio Critico. Elaboração de Argumentos. Avaliação de Argumentos.


Formulação e Avaliação de um Plano de Ação.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 02 PDF Simplificado - páginas 3 a 23.
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Atividade 2:
Resolva as questões 1 a 7 da pag. 75 a 76. Resolva as questões 1 a 2 da pag. 78. Resolva as questões
6 a 12 da pag. 83 a 84. Resolva as questões 7 a 8 da pag 94. (Total: 18 questões)

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Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 1 a 20 (Total de questões: 20) - Tempo ideal: 40 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 - Raciocinio Analitico - CADERNO 03
Link do caderno de questões: [Link]

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.
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Argumentos Lógicos

TIPOS DE ARGUMENTOS:

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1. Argumentos Categóricos: aqueles que apresentam premissas representadas por enunciados


simples, contendo um quantificador, um sujeito, um verbo de ligação e um predicado (ex. Todo
baiano é nordestino; Nenhum carioca é sulista; Alguns nordestinos não são baianos).
~(todo A é B) = algum A não é B
~(nenhum A é B) = algum A é B
~(algum A é B) = nenhum A é B
~(algum A não é B) = todo A é B

Obs¹. CUIDADO! Afirmar que TODO A é B não significa o mesmo que TODO B é A. Do mesmo
modo, afirmar que NENHUM A é B é logicamente equivalente a dizer que NENHUM B é A.
Obs². Algum A é B nos permite concluir que nem todo A é B. No sentido lógico, o termo "algum"
também será verdade quando TODO A é B.
Obs³. Afirmar que algum A é B é logicamente equivalente a dizer que algum B é A.

2. Argumentos Hipotéticos: aqueles que possuem proposições compostas conjuntivas, disjuntivas,


condicionais ou bicondicionais. Podem apresentar proposições simples e compostas que utilizam
conectores (e, mas, ou, se...então, se e somente se, etc.).

Um argumento é válido se (P1^P2^P3^...^Pn) -> C é uma tautologia (técnica infalível, mas pode
demandar muito tempo na hora da prova).

IMPLICAÇÃO LÓGICA

- Questão tipo 1: entre as premissas das questões de implicação lógica do tipo 1 estará presente
uma proposição simples ou uma conjunção.
Como resolver:
1º passo: considerar as premissas como verdadeiras e, com o conhecimento das tabelas-verdade
dos conectivos, descobrir os valores lógicos das proposições simples presentes nas premissas.
2º passo: verificar entre as proposições de resposta aquela que traz uma proposição
necessariamente verdadeira diante dos valores lógicos das proposições simples encontradas nos
passos anteriores.

- Questão tipo 2: nesse tipo de questão não há nenhuma sentença na forma de proposição
simples ou uma conjunção, implicando que não estará previamente definido qual o ponto de
partida da resolução.
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Nas soluções das questões tipo 1, o primeiro passo consistia em somente considerar as premissas
como verdadeiras. Nesse segundo método de resolução, temos um up. Deveremos obedecer
também aos seguintes procedimentos (dentro do 1º passo explicado nas questões do tipo 1):
1º passo: atribuiremos um valor lógico (V ou F) para uma das proposições simples,
preferencialmente aquela que mais se repete.
2º passo: substituiremos este valor lógico (escolhido acima) nas premissas e verificaremos,

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mediante aplicação das tabelas-verdade, se está correto, ou seja, se não vai observar alguma
contradição entre os resultados obtidos.

Considerações Gerais:
- Podemos sempre tirar das declarações do enunciado algumas informações adicionais. Fique
atento a isso!
- Tentar verificar, ao longo da narrativa ou do enunciado, ideias antagônicas que possam levar a
caminhos diferentes.
- Fique atento aos personagens mentirosos ou sempre verdadeiros. Há fonte de informação neles.
- Se possível, crie uma lista de conclusões e hipóteses. Podemos chegar a conclusões absurdas,
isto é, que irão de encontro ao próprio enunciado.

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10) Ética

Material indicado: TRF 6ª Região - Ética no Serviço Público - 2024 (Pós-Edital) - Estratégia
Concursos - 2024 - Tiago Zanolla, Herbert Almeida, Equipe Direito Administrativo.

Assunto(s): 1 Ética e moral. 2 Ética, princípios e valores. 3 Ética e democracia: exercício da


cidadania. 4 Ética e função pública.

Assuntos e subassuntos:
1 Ética e moral.
2 Ética, princípios e valores.
3 Ética e democracia: exercício da cidadania.
4 Ética e função pública.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 40 das páginas 138 a 143 (Total: 40 questões) - Aula 00 - PDF Completo.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

O tempo ideal de resolução é de 60 minutos.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

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META 4

Atividade 2:
Resolva as questões 41 a 80 das páginas 143 a 150 (Total: 40 questões) - Aula 00 - PDF Completo.
O tempo ideal de resolução é de 60 minutos.

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 30 (Total de questões: 30) - Tempo ideal: 60 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 - Ética no Serviço Público - Ética, moral, princípios, valores,
democracia, função pública - Caderno 3
Link do caderno de questões: [Link]

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

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11) Direitos Humanos

Material indicado: TRF 6ª Região - Noções de Direitos Humanos e Fundamentais e de


Acessibilidade - 2024 (Pós-Edital) - Estratégia Concursos - 2024 - Ricardo Torques.

Assunto(s): Teoria dos Direitos Fundamentais. 2 Direitos Humanos e Direitos Fundamentais

Assuntos e subassuntos:

- Teoria Geral dos Direitos Humanos

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 31 a 60 das páginas 95 a 101 (Total: 30 questões) - Aula 01.
O tempo ideal de resolução é de 50 minutos.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Atividade 2:
Resolva as questões 61 a 94 das páginas 101 a 113 (Total: 24 questões) - Aula 01.
O tempo ideal de resolução é de 50 minutos.

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 26 (Total de questões: 26) - Tempo ideal: 50 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 - Direitos Humanos e Fundamentais e Acessibilidade - TGDH e TGDF
- Caderno 3
Link do caderno de questões: [Link]

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

apenas recomendada para otimização do tempo.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Características dos Direitos Humanos

- Superioridade Normativa (jus cogens)


- Normas imperativas com hierarquia superior no direito internacional.
- Exemplo: proibição de tortura, escravidão, e discriminação.

- Historicidade
- Os direitos humanos evoluem com a história, baseados nas lutas sociais.
- Contrapõe-se ao Direito Natural, que é atemporal e universal.

- Universalidade
- Valem para todas as pessoas, independentemente de cultura ou território.
- Debate entre universalismo (direitos universais) e relativismo cultural (valores dependem do
contexto social).

- Relatividade
- Direitos podem ser limitados por outros valores jurídicos coexistentes.
- Dois direitos absolutos: vedação à tortura e à escravidão.

- Irrenunciabilidade e Inalienabilidade
- Direitos não podem ser renunciados nem alienados, como a integridade física e dignidade
humana.

- Imprescritibilidade
- Não perdem validade com o tempo.
- Contudo, o direito à indenização por violações está sujeito à prescrição.

- Interdependência (ou complementariedade)


ANA ARAUJO - 091.314.526-20

- Direitos estão interligados e devem ser aplicados em conjunto.

- Caráter erga omnes


- Oponíveis contra todos, inclusive Estados e particulares.

- Exigibilidade

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META 4

- Pressupõe a implementação dos direitos e a responsabilização dos violadores.

- Abertura
- O rol de direitos não é fechado, permitindo a inclusão de novos direitos.

- Aplicabilidade Imediata
- Possuem eficácia plena e não necessitam de normas complementares para aplicação.

- Dimensão Objetiva
- Envolve a atuação estatal para garantir a proteção dos direitos.

- Proibição do Retrocesso
- Direitos conquistados não podem ser suprimidos.

- Eficácia Horizontal e Diagonal


- Horizontal: Aplicação entre particulares.
- Diagonal: Aplicação em relações assimétricas, como entre empregador e empregado.

Dimensões (ou Gerações) dos Direitos Humanos

- 1ª Dimensão: Liberdade (direitos civis e políticos).


- Ex.: Liberdade de expressão e direito à propriedade.
- Marco: Revolução Francesa e Americana.

- 2ª Dimensão: Igualdade (direitos sociais, econômicos e culturais).


- Ex.: Direito à educação e saúde.
- Marco: Revolução Russa e Mexicana.

- 3ª Dimensão: Fraternidade (direitos difusos e coletivos).


- Ex.: Proteção ambiental e direitos do consumidor.
- Marco: Pós-2ª Guerra Mundial e Declaração Universal de 1948.

- 4ª Dimensão: Democracia, informação e pluralismo político.


- Ex.: Direito à participação democrática e acesso à informação.

- 5ª Dimensão: Direito à paz.


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- Ex.: Ataques terroristas (como o 11 de setembro).

Afirmação Histórica dos Direitos Humanos

- Período Axial (VIII a.C. - II a.C.)

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META 4

- Início da filosofia e centralidade do ser humano no pensamento.

- Reino Davídico, Democracia Ateniense e República Romana


- Limitação do poder político por meio da lei.

- Baixa Idade Média


- Movimentos para limitar abusos de poder, como a Magna Carta (1215).

- Século XVII
- Criação do Habeas Corpus e Bill of Rights (1689).

- Independência Americana e Revolução Francesa


- Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789).

- Reconhecimento de Direitos Econômicos e Sociais


- Ex.: Constituição de Weimar (1919) e Revolução Russa.

- Primeira Fase de Internacionalização


- Foco na luta contra a escravidão e proteção de soldados e trabalhadores.
- Ex.: Criação da OIT e Convenção de Genebra.

- Evolução Pós-1945
- Afirmação da dignidade humana como valor supremo após a 2ª Guerra Mundial.

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META 4

12) Direito Processual Penal

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Inquérito Policial

Relevância: 7

Assuntos e subassuntos: Inquérito Policial

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 01 - PDF SIMPLIFICADO - páginas 03 a 19.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.


ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Atividade 2:
Faça a leitura do Art. 4 ao Art. 23 do CPP, lembrando de destacar os principais pontos, conforme
explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Resolva as questões 01 a 25 das páginas 70 a 76 (Total: 25 questões) - Aula 01 PDF SIMPLIFICADO.
O tempo ideal de resolução é de 50 minutos.

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 30 (Total de questões: 30) - Tempo ideal: 40 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 - AJAJ- PROCESSO PENAL- CADERNO 4
Link do caderno de questões: [Link]

Atividade 2:
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Faça a leitura do Art. 4 ao Art. 23 do CPP, lembrando de destacar os principais pontos, conforme
explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

INQUÉRITO POLICIAL

1) Conceito de inquérito policial: O IP é um PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO. Não faz parte do


processo, sendo pré-processual. Se for baseado em alguma prova nula (uma escuta telefônica
ilegal, por exemplo) não vai prejudicar o processo, a princípio.

2) Polícia Judiciária -> responsável pela presidência do inquérito policial. Tem caráter repressivo.
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3) Atenção à diferença entre Polícia Judiciária (exs.: Polícia Federal e Polícia Civil) e Polícia
Administrativa ou de Segurança (ex.: Polícia Militar).

4) Características do inquérito policial:


- inquisitivo

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META 4

- inexistência de nulidades
- escrito (art. 9º, CPP)
- sigiloso(art. 20, CPP)
- oficialidade
- autoritariedade
- oficiosidade
- indisponibilidade (art. 17, CPP)
- incomunicabilidade do investigado (art. 21, CPP) – Revogada

O IP é INQUISITIVO. A principal consequência disso é que não há contraditório e ampla defesa,


pois não há acusado. Há investigado e/ou indiciado.

5) O inquérito policial poderá ser instaurado:


- de ofício pela autoridade policial (art. 5º, I, CPP)
- por requerimento do ofendido ou seu representante (art. 5º, II, CPP)
- por delação de terceiro ou delatio criminis (art. 5º, §3º, CPP)
- por requisição da autoridade competente (art. 5º, II, CPP)
- pela lavratura do auto de prisão em flagrante delito

6) Notitia criminis (Notícia do crime):


- Cognição imediata (direta ou espontânea) -> autoridade policial toma conhecimento do crime
através de sua própria investigação.
- Cognição mediata (indireta ou provocada) -> autoridade policial toma conhecimento do crime
por meio de provocação de terceiro.

7) Prazo para conclusão do inquérito policial (justiça estadual)


- Investigado solto -> 30 dias, prorrogáveis
- Investigado preso -> 10 dias , improrrogáveis

8) A contagem dos prazos, em geral, obedece a norma processual, em que se exclui o dia do início
e inclui o dia do final, prorrogando-se para o próximo dia útil caso o dia final seja dia não útil.
Contudo, estando o investigado preso, a contagem do prazo passa a obedecer à regra da norma
penal, em que se inclui o dia do início, o dia da prisão, e exclui o dia final. E nesse caso não há
prorrogações, independentemente se o dia final é útil ou não.

Pacote anticrime
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Art. 14-A. Nos casos em que servidores vinculados às instituições dispostas no art. 144 da
Constituição Federal figurarem como investigados em inquéritos policiais, inquéritos policiais
militares e demais procedimentos extrajudiciais, cujo objeto for a investigação de fatos
relacionados ao uso da força letal praticados no exercício profissional, de forma consumada ou
tentada, incluindo as situações dispostas no art. 23 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de
1940 (Código Penal), o indiciado poderá constituir defensor. (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019)

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META 4

§ 1º Para os casos previstos no caput deste artigo, o investigado deverá ser citado da instauração
do procedimento investigatório, podendo constituir defensor no prazo de até 48 (quarenta e oito)
horas a contar do recebimento da citação. (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019)

§ 2º Esgotado o prazo disposto no § 1º deste artigo com ausência de nomeação de defensor pelo
investigado, a autoridade responsável pela investigação deverá intimar a instituição a que estava
vinculado o investigado à época da ocorrência dos fatos, para que essa, no prazo de 48 (quarenta
e oito) horas, indique defensor para a representação do investigado. (Incluído pela Lei nº 13.964,
de 2019)

§ 3º (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019)

§ 4º (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019)

§ 5º (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019)

§ 6º As disposições constantes deste artigo se aplicam aos servidores militares vinculados às


instituições dispostas no art. 142 da Constituição Federal, desde que os fatos investigados digam
respeito a missões para a Garantia da Lei e da Ordem. (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019)

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

13) Direito Ambiental

Material indicado: TRF 6ª Região (AJAJ - Sem Especialidade) Direito Ambiental - 2024 (Pós
Edital) - Estratégia Concursos - 2024 - André Rocha.

Assunto(s): 1 Direito ambiental constitucional. 1.1 Meio ambiente como direito fundamental.

Relevância: 7

Assunto e subassuntos:

1 Direito ambiental constitucional. - Relevância 07


1.1 Meio ambiente como direito fundamental.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 01 - páginas 03 a 12 - PDF Simplificado.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Atividade 2:
Faça a leitura do Art. 225 da Constituição Federal de 1988, lembrando de destacar os principais
pontos, conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Resolva as questões 15 a 25 das páginas 38 a 42 (Total: 10 questões) - Aula 02 - PDF Simplificado.
O tempo ideal de resolução é de 20 minutos.

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 09 (Total de questões: 09) - Tempo ideal: 15 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 AJAJ - AMBIENTAL - CADERNO 03
Link do caderno de questões: [Link]
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Atividade 2:

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Faça a leitura do Art. 225, 1º, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal de 1988 e da Lei nº
9.985/00 (SNUC), lembrando de destacar os principais pontos, conforme explicado nas
Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

ANA ARAUJO - 091.314.526-20

A proteção do meio ambiente na Constituição Federal.

- Após a EC 42/2003, a Ordem Econômica passou a levar em monta o princípio da defesa do meio
ambiente, inclusive com tratamento diferenciado, conforme impacto ambiental dos produtos e

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

serviços e de seus processos de elaboração e prestação (CR, art. 170, VI)

- A função social da propriedade rural só é atendida, dentre outros requisitos, se houver utilização
adequada dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente (CR, art. 186, II)

- O art. 225 compreende três conjuntos de normas:


a) NORMAS-PRINCÍPIOS - a preservação do meio ambiente deve ser realizada no interesse das
presentes e futuras gerações. Trata-se de um direito difuso. - art. 225, caput, CR
b) INSTRUMENTOS DE GARANTIA - dever jurídico ao Poder Público de proteger o meio ambiente.
Atuação da Administração Pública é vinculada.
c) DETERMINAÇÕES PARTICULARES - art. 225, § 1º, CR - são determinações previstas no art. 225, §§
2º ao 6º, CR.

- o cidadão não é mais considerado agente passivo, mas ativo, portador de titularidade do dever
de preservar e defender o meio ambiente.

- Atenção:

- O cerrado e a caatinga não foram contemplados pela CR como patrimônio nacional. Há a PEC
504/10 visando a inserção destes biomas na proteção constitucional.
- a caracterização de um bioma como patrimônio nacional determina que são áreas consideradas
representativas de ecossistemas, que não podem ser alteradas nem suprimidas, senão através de
lei.
- toda atividade nuclear somente é admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do
Congresso Nacional, além de depender de lei.
- a qualidade do meio ambiente converte-se em um bem, que o direito reconhece e protege
como patrimônio ambiental (José Afonso da Silva)

- não confundir preservação ambiental com proteção integral


PRESERVAÇÃO - conjunto de métodos, procedimentos e políticas que visam proteger, a longo
prazo, as espécies, habitats e ecossistemas, além da manutenção dos processos ecológicos,
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

prevenindo a simplificação dos sistemas naturais


PROTEÇÃO INTEGRAL - manutenção dos ecossistemas livres de alterações causadas por
interferência humana, admitindo apenas o uso indireto dos seus atributos naturais.

- MEIOS DE ATUAÇAO DA PROTEÇÃO CONSTITUCIONAL DO MEIO AMBIENTE


1) gestão do patrimônio ambiental

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

2) espaços ambientais especialmente protegidos


3) autorizações e licenças ambientais
4) estudo prévio de impacto ambiental
5) responsabilidade ambiental
6) instrumentos processuais

- a Gestão do patrimônio ambiental no Brasil é realizada através do Sistema Nacional do Meio


Ambiente (SISNAMA), com base na Política Nacional do Meio Ambiente.

- há quatro categorias de espaços ambientais especialmente protegidos

ANA ARAUJO - 091.314.526-20

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

14) Discursivas

Material indicado: Curso de Discursiva Redação TRT 20 Sergipe (Pós-edital) FCC – Analista –
Judiciária e Administrativa - Você Concursado - 2024 - Bruno Marques.

Assunto(s): Tema inédito do Curso de Discursivas Você Concursado.

Relevância: 10

Vamos às nossas atividades:

Assuntos: temas inéditos do curso do Você Concursado.

Atividade:

> Prezado(a) aluno(a), chegou a hora de praticar para valer um tema inédito para a sua Prova
Discursiva do curso indicado do Você Concursado.

Módulo 08 - Temas para praticar

Resolva o Tema 01 do curso do Você Concursado.

Tempo estimado para resolução: em até 60 minutos.

> Após escrever o seu texto, confira o gabarito proposto no "Módulo 09 - Resolução dos Temas
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

para praticar ".

OBS.: caro(a) aluno(a), ENVIE este texto para correção .

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Orientações para a resolução dos temas de redação:

> Faça a redação utilizando a Folha de Discursiva Padrão, disponível no curso indicado.

> Faça rascunho apenas se for necessário, tomando cuidado com o tempo (treine antes, para
decidir se fará rascunho ou não no dia da prova).

> Lembre-se de além de corrigir, de revisar a sua discursiva. Desse modo você vai adquirindo
bagagem para escrever bem no dia da sua prova.

> Fique muito atento, desde o seu treino, ao comando da questão para saber exatamente o que o
examinador quer saber de você. Muitas vezes numa leitura apressada, você pode entender errado
e escrever uma coisa que não é o que a banca quer de você.

> Cuidado com a legibilidade do seu texto. Treine bastante durante o seu pós-edital para ir se
acostumando a escrever e assim ir melhorando.

> Seja objetivo na sua resposta. Não precisa colocar termos complexos na sua resposta. Busque
objetividade e responda com clareza ao que se pede.

ATENÇÃO: Prezado(a) aluno(a), caso você tenha adquirido a assinatura da Academia de


discursivas do Você Concursado, crie o hábito de enviar 1 texto para correção toda semana.
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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

15) Direito Administrativo

Material indicado: TRF 6ª Região (Analista Judiciário - Área Judiciária - Sem Especialidade)
Pacotaço 2024 (Pós-Edital) - Estratégia Concursos - 2024 - Equipe Direito Administrativo,
Herbert Almeida, Antonio Daud.

Assunto(s): Atos administrativos

Relevância: 8

Assuntos e subassuntos:
4 Atos administrativos.
4.3 Requisitos ou elementos.
4.5 Classificação.
4.9 Vinculação e discricionariedade.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 06 (PDF Versão Simplificada) nas seguintes páginas:
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- páginas 22 a 35 (do assunto "Elementos de formação" até o assunto "Objeto", antes do assunto
"Vícios dos atos administrativos").
- páginas 42 a 59 (do assunto "Mérito do ato administrativo" até o assunto "Atos punitivos ou
sancionatórios", antes do assunto "Extinção dos atos administrativos").
Assuntos: Atos administrativos
- Elementos de formação: competência, finalidade, forma, motivo e objeto

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

- Mérito do ato administrativo: vinculados ou discricionários


- Classificação: Quanto à liberdade de ação; Quanto à formação ou intervenção da vontade
administrativa; Quanto aos efeitos; Quanto à eficácia; Quanto à exequibilidade
- Espécies de atos administrativos: Atos normativos; Atos ordinatórios; Atos enunciativos; Atos
negociais; Atos punitivos ou sancionatórios.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 1 a 50 (Total de questões: 50) - Tempo ideal: 75 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 (AJAJ) - ADM - CADERNO 8
Link do caderno de questões: [Link]

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 1 a 50 (Total de questões: 50) - Tempo ideal: 75 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 (AJAJ) - ADM - CADERNO 8
Link do caderno de questões: [Link]
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Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Vícios dos atos administrativos

---> Vícios de competência


a) incompetência:
• excesso de poder;
• função de fato;
• usurpação de poder;
b) incapacidade: impedimento e suspeição.
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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

---> Vício de finalidade ou desvio de poder


Ocorre quando o agente pratica o ato com a finalidade diversa do interesse público ou diversa da
finalidade específica prevista em lei para aquele ato.

---> Vícios de forma


Poderá ocorrer quando:
• a forma prevista em lei não foi observada;
• a formalidade ou procedimento para a tomada de decisão não seguiu o rito definido em lei.

---> Vícios de motivo


Ocorre quando o motivo for:
• falso;
• inexistente;
• juridicamente inadequado

---> Vício de objeto


Ocorre quando o objeto for:
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• proibido por lei ou com conteúdo não previsto em lei;


• diverso do previsto na lei para a situação;
• impossível;
• imoral:
• incerto em relação aos destinatários, às coisas, ao tempo, ao lugar.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

TEORIA DOS MOTIVOS DETERMINANTES


Pela teoria dos motivos determinantes, os motivos apontados como justificativa para a prática do
ato administrativo vinculam esse ato, de forma que se os motivos forem viciados, o ato será ilegal.
No caso dos atos discricionários, temos alguns elementos discricionários e outros vinculados. A
competência, a finalidade e a forma são sempre vinculadas, enquanto o motivo e o objeto podem
ser discricionários ou vinculados. Assim, esses três elementos vinculados podem sofrer o controle
do judiciário.
Quanto ao motivo, pode estar previsto em lei, caso em que será um elemento vinculado; ou pode
ser deixado a critério do administrador, quando teremos um ato discricionário. De qualquer
forma, os aspectos legais podem ser objeto de análise judicial.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

16) Direito Constitucional

Material indicado: TRF 6ª Região (Analista Judiciário - Área Judiciária - Sem Especialidade)
Direito Constitucional - 2 - Estratégia Concursos - 2024 - Equipe Direito Constitucional
Estratégia.

Assunto(s): 4 Organização do Estado. 4.1 Organização político-administrativa. 4.2 Estado


federal brasileiro. 4.3 União. 4.4 Estados federados. 4.5 Municípios. 4.6 Distrito Federal. 4.7
Territórios.

Relevância: 9

Assuntos e subassuntos:

4 Organização político-administrativa do Estado. 4.1 Estado federal brasileiro, União, estados,


Distrito Federal, municípios e Territórios.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)
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Atividade 1:

Estude a teoria da Aula 08 DO PDF SIMPLIFICADO - páginas 36 a 50. até o final da teoria.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:

Na Aula 08 DO PDF SIMPLIFICADO - Resolver as questões 1 a 12 (total: 12 questões) página 51 a 56


Teoria Geral do Estado e Organização Político-Administrativa
Na Aula 08 DO PDF SIMPLIFICADO - Resolver as questões 1 a 13 (total: 13 questões) página 57 a 61
Repartição de Competências
Na Aula 08 DO PDF SIMPLIFICADO - Resolver as questões 1 a 8 (total: 8 questões) página 63 a 66
Intervenção

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 1 a 20 (Total de questões: 20) - Tempo ideal: 35 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 - Dir Const - Caderno 6
Link do caderno de questões: [Link]
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Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Da Organização do Estado

Características da Federação brasileira; Organização político-administrativa do Estado

Em um modelo federativo de Estado, a organização político-administrativa é DESCENTRALIZADA,


ou seja, a República Federativa do Brasil (Estado Federal) é SOBERANA e os Entes (U, E, DF e M)
que a compõem são AUTÔNOMOS, têm AUTOGOVERNO e CAPACIDADE PARA LEGISLAR.

Estados-Membros: a capacidade de auto-organização ocorre por meio de suas próprias


ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Constituições. Quanto aos Municípios e DF, se organizam por meio de Lei Orgânica.

> NÃO há hierarquia ou subordinação entre os ENTES FEDERATIVOS. Todos são AUTÔNOMOS!

> A República Federativa do Brasil é SOBERANA. A União é AUTÔNOMA e exerce a soberania da


RFB.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

> Distrito Federal é Ente federativo híbrido(reúne características estaduais e municipais).

> Territórios são descentralizações administrativas da União. Não é Ente Federativo.

1) ESTADO: É a forma de organização política da modernidade.

a) HISTÓRICO: já foi chamado de pólis, civitas, império...até que no século XVI passou a ser
chamado de "Estado"
b) ELEMENTOS:
- Território: parte continental, inclui mares, parte destacável
- Governo: não se confunde com o Estado, "ele exterioriza a vontade do Estado"
- Povo

2) FORMAS DE ESTADO
a) Unitário/simples: (centralização política - puro ou descentralizado administrativamente ou
descentralizado administrativamente e politicamente) há concentração do poder; poder central é
que comanda e a relação do poder central com o restante da subordinação. Exemplo: França e
Itália

b) Composto:
- Confederação: (descentralização política; tratado; soberania; dissolubilidade) pluralidade de
soberanias firmados por meio de um tratado que pode ser desfeito a qualquer tempo. O direito
de secessão é permitido (direito de retirada). União dissolúvel se vinculam mediante tratado sob
regência do Direito Internacional. Logo, tem-se o direito de secessão.

- Federação: (descentralização política; constituição; autonomia; indissolubilidade) pluralidade de


autonomias vinculadas por uma constituição que protege a autonomia dos estados, bem como a
soberania do estado federal e que NÃO ADMITE O DIREITO DE SECESSÃO. A relação entre o poder
central e o restante é de coordenação. (O modelo de descentralização política).

3) FORMAÇÃO DO FEDERALISMO ESTADUNIDENSE (EUA, 1787)

3.1 Histórico: 13 colônias resolveram abrir mão de suas parcelas de poder para criar os Estados
Unidos da América
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3.2 Força centrípeta: de fora para dentro - 13 colônias > EUA


3.3 Movimento de agregação: antigos estados, independentes ou soberanos abrem mão de sua
soberania e se unem para a formação de um único Estado.
3.4 Dual/Bipartido: há duas forças de poder político: Nacional e Regional

4) FORMAÇÃO DO FEDERALISMO BRASILEIRO (BRASIL, 1891)

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4.1 Histórico: Antigo império, a partir do século XIX, declínio da monarquia, surgimento do
federalismo, da república - reunião das províncias do Brasil, laço da federação, criando os "Estados
Unidos do Brasil"
4.2 Força centrífuga: de dentro para fora - Império > estados
4.3 Movimento de segregação (desagregação): estado unitário se descentraliza, repartindo as
competências
4.4 Tricotômica/tripartida: divide-se no foco central, dos estados (regional), municípios (local) e
umas força que acumula as funções de poder local e regional (Distrito Federal)
a) Federalismo de 1º grau: União > Estados
b) Federalismo de 2º grau: Estados > Municípios (Doutrina diz que esse é o eleito na República
Federativa do Brasil)

c) Federalismo de 3º grau: Central: União - Regional: Estados - Local: Municípios


(CESPE já adotou esse!)

4.5 Principais características da Federação Brasileira:

- AUTONOMIA dos entes federativos: capacidade de auto organização, auto governo e auto
organização (tríplice capacidade)
- adoção de um federalismo tricotômico com três manifestações de poder (local, regional e
nacional)
- descentralização política: repartição constitucional de competências. Constituição Federal
delimitou a esfera de poder interno de cada um de seus entes (arts. 21 a 24; 25 e 30 da CF/88)
- inexistência do direito de secessão (de retirada): art. 1º da CF/88 aduz que o vínculo entre os
entes da Federação é INDISSOLÚVEL
- existência do bicameralismo no Poder Legislativo Central - com um dos orgãos representando a
vontade dos entes federativos na formação das leis centrais. No Brasil esse papel foi destinado ao
Senado Federal na forma do art. 46 CF/88.
- rigidez constitucional - a rigidez protege a federação! - protege a competência dos vários entes
federativos, sua autonomias e a própria estabilidade da federação como um todo
- existência de um orgão judicial para resolver eventuais litígios entre os entes da federação (STF)
- existência de um mecanismo de defesa para a proteção do Estado (intervenção federal na forma
do arts. 34 ao 36)
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- controle concentrado de constitucionalidade - oferece maior estabilidade ao texto


constitucional e, portanto, essencial a manutenção do equilíbrio entre os diversos entes
ATENÇÃO: FORMA FEDERATIVA do Estado brasileiro é CLÁUSULA PÉTREA - limite material à
reforma constitucional (art. 60, §4º, I CF/88)

5) OUTRAS CLASSIFICAÇÕES DE FEDERALISMO

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- Federalismo assimétrico e Federalismo simétrio


- Federalismo dual e Federalismo cooperativo (participação)
- Federalismo cooperativo democrático e Federalismo autoritário
- Federalismo Orgânico; Federalismo de integração; Federalismo equilíbrio (Pedro Lenza)

ENTES FEDERATIVOS:

União: bens e competências exclusivas, privativas, comuns e concorrentes (arts. 20 a 24 da


CF/1988)
- art. 20 - previu os bens pertencentes à União;
- art. 21 - competência ADMINISTRATIVA da União;
- art. 22 - competência LEGISLATIVA PRIVATIVA da União;
- art. 23 - competência ADMINISTRATIVA COMUM PARA TODOS OS ENTES;
- art. 24 - competência LEGISLATIVA CONCORRENTE (União, aos Estados e ao Distrito Federal).

Atenção: o teor dos artigos 21, 22, 23 e 24 da CF/88 são BASTANTE COBRADOS EM
PROVAS! NECESSÁRIO MEMORIZAR!

Estados Federados - organização, competências, bens (arts. 25 a 28 da CF/1988)


- art. 25,§1º - competência residual estadual
- art. 26 - trouxe os bens pertencentes aos Estados - Atenção ao inciso IV - "terras devolutas não
compreendidas entre as da União"
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Do Distrito Federal e dos Territórios (arts. 32 e 33 da CF/1988)


- DF acumula o poder regional e local - art. 32 (situação peculiar) - Atenção: BRASÍLIA é a CAPITAL
FEDERAL e não o DF!
- Não pode ser dividido em Municípios

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- Norma de organização: Lei Orgânica do DF


- competência legislativa: estadual e municipal (não pode se dizer que acumula 100% das
competências, pois, por exemplo, o ser Poder Judiciário é organizado pela União, enquanto os
Estados o Poder Judiciário é organizado por eles mesmos.
- Art. 21, incisos XIII e XIV - autonomia do DF é parcialmente derrogada pela União
- União é responsável pelo Ministério Público do DF e Territórios
- Importante: EC nº 69/2012 transferiu a responsabilidade da Defensoria Pública do DF da União
para o próprio DF! União ainda organiza e mantém a Defensoria Pública dos Territórios.
- União organiza e mantem a polícia civil, a polícia penal, a polícia militar e o corpo de bombeiros
militar do Distrito Federal, bem como presta assistência financeira ao Distrito Federal para a
execução de serviços públicos, por meio de fundo próprio.
- não há previsão constitucional para alteração dos limites territoriais do DF.

Municípios - organização e competências (arts. 29 a 31 da CF/1988)


- art. 29
- não tem tribunal de contas próprio (somente os criados antes de 1988 - art. 31)
- não possui representação no Congresso Nacional
- É regido por uma Lei Orgânica - elaborada pela Câmara Municipal

Atenção: Territórios Federais


- Os Territórios NÃO SÃO ENTES FEDERATIVOS. Eles integram a União
- Podem ser divididos em Municípios - art. 33

VEDAÇÕES QUE VISAM AO EQUILÍBRIO DO ESTADO BRASILEIRO


- Art. 19, I ao III
- Art. 22, parágrafo único - requisitos para fins de delegação legislativa - REQUISITOS:
Formal: Lei complementar Federal
Material: matérias específicas
Implícito: art. 22, p. ú. combinado art. 19 - Princípio da Isonomia - ou abrange todos os 26 estados
+ DF ou não pode autorizar apenas um estado a legislar sobre algo - tem de contemplar o DF!
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DIVISÃO GEOGRÁFICA DO ESTADO BRASILEIRO: Não se permite secessão, mas a divisão é


permitida, consoante art. 18, §§3º e 4º CF/88!

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Lembre-se do art. 1º da CF/88: "união indissolúvel"

ESTADOS: Estados podem incorporar-se, subdividir-se para se anexarem a outros ou formarem


novos estados ou territórios e desmembrar-se

REQUISITOS:
1) Plebsicito (consulta prévia da população) (Observação: STF já se manifestou sobre "população
diretamente interessada" - TODA a população deve ser ouvida, não apenas parcela!)
2) Consulta a Assembleia Legislativa do Estado (art. 48, VI)
3) Lei Complementar Federal

MUNICÍPIOS

REQUISITOS:
1) Lei Complementar Federal determinando o período para criação (incluída pela EC 15/1996 - até
o momento essa LCF não foi criada!)
- ADI 3682 STF - questionou a falta dessa lei
- EC nº 57/2008: supriu a necessidade da lei para criação de certos Municípios - anistiou 50
municípios que foram criados naquele lapso temporal
- Art. 96 (ADCT) convalidou os Municípios cuja lei de criação tenha sido publicada até 31/12/2006.
Logo, em tese, todos os municipios criados a partir de 01/01/2007 estão em situação irregular

2) Divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentação e publicação na forma da lei*


(aprovação de Lei ordinária federal prevendo requisitos genéricos exigíveis e a forma de
divulgação, apresentação e a publicação dos estudos)

3) Plebiscito (consulta prévia da população) (Observação: STF já se manifestou sobre "população


diretamente interessada" - TODA a população deve ser ouvida, não apenas parcela!)

4) Propositura de lei estadual

SISTEMA DE REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS


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a) Princípio da Predominância de Interesses


b) Competências expressas para União e remanescentes para os Estados (art. 25, §1º)
c) Repartição de competências na CF/88:
- tributárias
- legislativas: art. 22; art. 24 (competência legislativa concorrente: não contempla os Municípios!)

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- materias (administrativas): art. 21; art. 23


d) competência dos Municípios: art. 30

INTERVENÇÃO

- art. 34 ao 36 CF/88
- Intervenção Federal: União -> Estados / União -> Municípios DE TERRITÓRIOS! (Não se admite
em municípios de estados - intervenção " per saltum ")
- Decreto interventivo é privativo do Presidente da República (art. 84, X)

- Antes de decretar a IF há consulta ao Conselho da República (art. 90, I) e Conselho de Defesa


Nacional (art. 91, §1º, II) - os seus pareceres não são vinculantes, têm caráter opinativo!
- Os municípios podem sofrer intervenção estadual
- DF não pode realizar intervenção (lembrem-se que o DF não pode ser dividido em municípios!)

- Intervenção Federal - MODALIDADES


a) Espontânea: art. 34, I a III e V combinado com art. 36, §§1º e 2º
b) Provocada: art. 34, IV, VI e VII combinado com art. 36, I
- Controle político: dispensado na situação do art. 34, VI e VII
- Controle Judicial: é cabível sempre! art. 5º, XXXV
- art. 36, §4º

Observação: Durante a execução da intervenção federal a Constituição Federal não poderá ser
emendada!

- Intervenção Estadual - HIPÓTESES


a) Espontânea: art. 35, I, II e III
b) Provocada: art. 35, IV
- Esgotam-se no art. 35
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- Aqui o decreto interventivo é privativo do Governador do Estado


- Súmula 637 STF

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17) Direito Civil

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Revisão Intermediária.

Assuntos:
Lei de introdução às normas do direito brasileiro. Relevância 7
Pessoas naturais. Relevância 9
Pessoas jurídicas. Relevância 8
Bens. Relevância 5

Atividade 1
Revise, por seus resumos e anotações, o(s) assunto(s) acima indicado(s), seguindo as orientações
abaixo sobre a REVISÃO ATIVA LS.

ATENÇÃO: REVISÃO ATIVA LS - Resgate o conhecimento da sua memória

Com o intuito de tornar sua preparação para a prova mais eficiente, vamos fazer um tipo de
revisão mais ativa. Logo abaixo, vamos citar os tópicos principais (essenciais) de cada assunto
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para você relembrar. O intuito é que você consiga resgatar esses pontos da SUA MEMÓRIA sem
ler nada antes. É uma forma de forçar sua memória e ativá-la.

A intenção é que você faça essa revisão da seguinte forma:

1 - Leia o tópico;

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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2 -Tente resgatar o que você lembra sobre esse tema (conceitos, letra de lei, doutrina e
jurisprudência) - para ajudar, você pode utilizar um arquivo no word para ir digitando o que você
lembra;
3 - Depois que concluir, você pode consultar seu resumo/material sobre a matéria para verificar se
esqueceu de algum tema importante.

Vamos lá!!!!

Pergunta 1
Assunto: Lei de Introdução às Normas do Direito Brasil
Quanto ao início de sua vigência, uma lei só começa a vigorar com a sua publicação no Diário
Oficial, quando se torna obrigatória. A sua obrigatoriedade não se inicia no dia da publicação
(LINDB, art. 1º), salvo se ela própria assim o determinar. Sabendo disso, como se chama o intervalo
entre a data da publicação de uma lei e a sua entrada em vigor?

Pergunta 2
Assunto: Pessoas Naturais
Denomina-se ausente a pessoa que desaparece de seu domicílio sem dar notícia de seu paradeiro
e sem deixar um representante ou procurador para administrar¬-lhe os bens (CC, art. 22). O nosso
ordenamento disciplina a situação do ausente em três fases. Quais são elas?

Pergunta 3
Assunto: Bens
Denominam-se imóveis os bens que não podem ser removidos de um lugar para outro sem
destruição e os assim considerados para os efeitos legais (CC, arts. 79 e 80). Como são divididos os
bens imóveis?

OBS.: o tempo dessa parte da revisão deve durar, no máximo, 1 hora.

Atenção! As respostas da revisão ativa serão apresentadas a seguir, no campo destinado às dicas
de estudo. Todavia, alertamos que SOMENTE leia as respostas caso não lembre de jeito nenhum a
resposta das perguntas. Force seu cérebro a relembrar as respostas de revisão ativa.

Cronometre o tempo de revisão para que você tenha ideia do tempo que será necessário e o que
você pode aprimorar para a reta final.
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Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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Atividade 2

Leitura da Lei Seca


Faça a leitura dos artigos elencados abaixo, com muita atenção aos principais pontos, aqueles
que você fez marcações ao longo do estudo e que possuem maior chance de serem explorados
em prova (*obs.: como essa tarefa é de revisão, partimos do pressuposto de que você já leu os
artigos no decorrer do estudo, de modo que, nesta atividade, faça a leitura daqueles artigos que
você destacou).
-> Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (Decreto-Lei 4.657/42)
-> Código Civil: Das Pessoas Naturais (arts. 1º a 39) / Domicílio das Pessoas Naturais e Jurídicas
(arts. 70 a 78) / Das Pessoas Jurídicas (arts. 40 a 69) / Dos Bens (arts. 79 a 103)

Observações:

1) Sublinhe palavras e expressões importantes, como “exceto”, “obrigatória”, “salvo”, “pode”, “deve”,
“vedado”, “não se aplica”.
2) Atente para prazos, listas exaustivas e exemplificativas, exceções, condicionantes (condições
que devem ser atendidas).
3) Grife também dispositivos nos quais a norma define um conceito, fixa expressamente o
significado de determinado termo.
4) Após realizar este trabalho, tenha a sua lei bizurada sempre à mão, e não deixe de atualizá-la
sempre que resolver questões sobre o assunto, destacando os dispositivos que foram objeto de
cobrança."
5) Sempre que fizer exercícios que tratem de assuntos constantes na Lei, verifique a necessiade
de destacar algum ponto que você tenha errado ou ficado com dúvida nos exercícios.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 3
Refaça as questões que você errou e marcou como favoritas (que compreendem as erradas e as
que deixaram dúvidas).
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Observações:

1) Alunos iniciantes deverão ler os comentários das questões favoritas (erradas e que deixaram
dúvidas), disponíveis nos campos "Questões Comentadas" da(s) Aula(s) 0, 1, 2, 3 (Estratégia).

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2) Alunos experientes deverão ler os comentários das questões favoritas (erradas e que deixaram
dúvidas), disponíveis nos campos "Comentário do Professor", no site do TEC Concursos. Logo
abaixo estão listados os cadernos de questões para realizar essas revisões:

Nome do Caderno: LS - TRF6 2024 - AJAJ - DIREITO CIVIL - CADERNO 01


Link do caderno de questões: [Link]

Nome do Caderno: LS - TRF6 2024 - AJAJ - DIREITO CIVIL - CADERNO 02


Link do caderno de questões: [Link]

Nome do Caderno: LS - TRF6 2024 - AJAJ - DIREITO CIVIL - CADERNO 03


Link do caderno de questões: [Link]

Nome do Caderno: LS - TRF6 2024 - AJAJ - DIREITO CIVIL - CADERNO 04


Link do caderno de questões: [Link]

OBS.: o tempo dessa parte da revisão deve durar, no máximo, 1 hora.

Resposta da pergunta 1 -> vacatio legis.

Resposta da pergunta 2 -> (a) curadoria do ausente; (b) sucessão provisória; (c) sucessão definitiva.

Resposta da pergunta 3 -> (a) imóveis por natureza; (b) imóveis por acessão natural; (c) imóveis
por acessão artificial ou industrial; (d) imóveis por determinação legal.
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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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18) Direito Penal

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Conceito de crime: crime e contravenção; Tipicidade; Ilicitude

Relevância: 10

Assuntos e subassuntos:
Conceito de crime
Tipicidade
Ilicitude

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 02 - PDF SIMPLIFICADO - páginas 03 a 25.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.


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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Atividade 2:
Faça a leitura do Art. 13 ao Art. 25 do Código Penal, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Resolva as questões 01 a 30 das páginas 65 a 70 (Total: 30 questões) - Aula 02 PDF SIMPLIFICADO.
O tempo ideal de resolução é de 45 minutos.

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 39 (Total de questões: 39) - Tempo ideal: 50 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 - AJAJ- DIREITO PENAL- CADERNO 5
Link do caderno de questões: [Link]
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Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Faça a leitura do Art. 13 ao Art. 25 do Código Penal, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Crime: infração penal que a lei comina pena de reclusão ou de detenção, isolada, alternativa ou
cumulativamente com a pena de multa.
Contravenção: é a infração penal a que a lei comina, isoladamente, pena de prisão simples ou de
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

multa ou ambas, alternativa ou cumulativamente.

TEORIA TRIPARTIDA - CRIME = Fato típico + Ilicitude + Culpabilidade

Fato Típico
O fato típico é estruturado em conduta, nexo causal, tipicidade e resultado.

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CONDUTA
o Teoria Finalista (Hans Welzel): CONDUTA = VONTADE + AÇÃO ou OMISSÃO
o Comissiva: ação imposta, ou seja, praticada pelo agente.
o Omissiva: o agente não pratica nenhum impulso para prática de algum fim, mas que tal
conduta é criminalizada pelo Direito Penal.
o Omissivo próprio (puro): a própria legislação penal busca criminalizar, tipificando tal omissão.
o Omissivo impróprio (omissivo impuro ou comissivo por omissão): o tipo penal é comissivo, mas
que pelo fato de o agente ter o chamado dever de agir acaba insurgindo em conduta criminosa.
(TEORIA NATURALÍSTICO-NORMATIVA).

NEXO CAUSAL
o Teoria da equivalência dos antecedentes causais (teoria da conditio sine qua non): todo fato
humano sem o qual o resultado não teria ocorrido. (REGRA)
o Teoria da imputação objetiva: apenas haverá a relação de causalidade quando o sujeito tiver
agido de forma a assumir o risco de produzir o resultado. (NÃO ACEITA PELO CP)
o Teoria da causalidade adequada: causa é o antecedente mais adequado, ou mais eficaz, para a
produção do resultado. Não basta qualquer conduta sem a qual o resultado não teria ocorrido.
(EXCEÇÃO)
o Concausa: convergência de uma determinada conduta a uma causa inicial, contribuindo para a
consecução do resultado.

Causas dependentes: Todos os agentes responderão pela mesma conduta, pois as causas são
dependentes. Sem as duas não teria ocorrido o crime.
Causas absolutamente independentes: A causa não se origina da conduta do agente. Ele apenas
responderá pelo resultado ao qual deu causa.
Causas relativamente independentes (superveniente): para saber se o agente responderá pelo
resultado, é necessário saber se a causa relativamente independente é suficiente para produzir,
por si só, o resultado.

TIPICIDADE
o Formal: a conduta se adequa ao previsto no tipo penal.
o Material: a lesão ou perigo de lesão ao bem jurídico praticado.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

RESULTADO
o O resultado naturalístico é a modificação do mundo real provocada pela conduta do agente. No
entanto, exige-se esse elemento apenas nos crimes MATERIAIS.
o Inter criminis (caminho do crime):
Cogitação: Não há punição;
Atos preparatórios: Não há punição, salvo quanto aos crimes autônomos;

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Atos executórios: Tentativa ou desistência voluntária.


a) Tentativa: modalidade no qual o agente, por circunstâncias ALHEIAS à sua vontade, NÃO
CONSEGUE cumprir com o que se buscou. A pena é a mesma do crime consumado, mas
REDUZIDA de um a dois terços, salvo disposição em contrário.
a.1) Tentativa cruenta ou vermelha: o agente acerta o objeto, mas não obtém o resultado
pretendido por circunstâncias alheias à sua vontade.
a.2) Tentativa incruenta ou branca: o agente age, mas não acerta o objeto, nem alcança o
resultado pretendido por circunstâncias alheias à sua vontade.
a.3) Tentativa perfeita: o agente ESGOTOU todos os meios disponíveis, mas o resultado não se
consuma por circunstâncias alheias à sua vontade
a.4) Tentativa imperfeita: o agente NÃO ESGOTOU todos os meios disponíveis, nem alcançou o
resultado por circunstâncias alheias à sua vontade.
a.5) Não admitem tentativa: Crimes culposos, Crimes preterdolosos, Crimes unissubsistentes,
Crimes omissivos próprios, Contravenções penais, Crimes de atentado (de empreendimento),
Crimes habituais.
b) Crime impossível: não se pune ineficácia absoluta do MEIO ou por absoluta impropriedade do
OBJETO. O delito JAMAIS se consumará. (Teoria objetiva da punibilidade do crime impossível)
c) Desistência voluntária: o agente no meio da execução DESISTE de continuar na empreitada,
impedindo que o resultado se produza. O agente responderá APENAS pelos atos até então
praticados, mas NÃO pela tentativa. O resultado não pode se consumar.
d) Arrependimento eficaz: o agente já praticou todos os atos executórios que queria e podia, mas
APÓS, se arrepende do ato e adota medidas que acabam por impedir a consumação do delito. O
resultado não pode se consumar.
e) Arrependimento posterior: nos crimes em que NÃO há violência ou grave ameaça à pessoa, o
agente, até o recebimento da denúncia ou queixa, repara o dano provocado ou restitui a coisa.
Responde-se pelo crime, mas a pena aplicada deverá ser diminuída de um a dois terços.

Consumação: Fim da execução. Crime perfeito.


Exaurimento: Relevância apenas para a fixação da pena.

OBS: Haverá exclusão do fato típico sempre que estiver ausente algum de seus elementos. As
principais hipóteses são:

COAÇÃO FÍSICA IRRESISTÍVEL


o Exclui a CONDUTA, por ausência completa de vontade do agente coagido.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

o Não confunda com a coação MORAL irresistível (exclui a CULPABILIDADE).

ERRO DE TIPO INEVITÁVEL


o O agente pratica o fato típico por incidir em erro sobre um de seus elementos.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

SONAMBULISMO E ATOS REFLEXOS


o Em ambos os casos o agente não tem controle sobre sua ação ou omissão (ausência de DOLO
ou CULPA).

INSIGNIFICÂNCIA E ADEQUAÇÃO SOCIAL DA CONDUTA


o Não há tipicidade material.

Dolo e Culpa
O dolo é o elemento subjetivo do tipo, consistente na vontade, livre e consciente, de praticar o
crime (dolo direto) ou a assunção do risco produzido pela conduta (dolo eventual).
Dolo direto: é composto pela consciência (conhecimento das circunstâncias) e vontade de
alcançar o resultado.
o De segundo grau ou de consequências necessárias: o agente não deseja a produção do
resultado, mas aceita o resultado como consequência necessária dos meios empregados.
Dolo indireto:
o Dolo eventual: consciência de que a conduta pode gerar um resultado criminoso mais a
assunção desse risco, mesmo diante da probabilidade de cometer o ato criminoso.
o Dolo alternativo: o agente pratica a conduta sem pretender alcançar um resultado específico,
estabelecendo para si mesmo que qualquer dos resultados possíveis é válido.

Dolo específico ou especial fim de agir: o tipo penal além de exigir a vontade livre e consciente,
também é necessária alguma finalidade ESPECÍFICA por parte do agente.

Já a culpa, a conduta do agente não é dirigida ao resultado criminoso previsto no tipo, mas pela
violação a um dever de cuidado.
Culpa inconsciente: o agente prevê o resultado como possível, mas acredita que este não irá
ocorrer.
Culpa consciente, o agente prevê o resultado, mas acredita que ele não ocorrerá.
Culpa própria: aquela na qual o agente NÃO QUER O RESULTADO criminoso.
Culpa imprópria: o agente quer o resultado, mas só quer porque incorre em erro evitável sobre as
circunstâncias fáticas.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Crime preterdoloso: o agente, com vontade de praticar determinado crime (dolo), acaba por
praticar crime mais grave, não com dolo, mas por culpa. DOLO + CULPA

OBSERVAÇÃO: Ambos integram o FATO TÍPICO, não a culpabilidade

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Ilicitude

Trata-se da contrariedade do fato típico em relação ao ordenamento jurídico pátrio.


Somente haverá ilicitude se houver tipicidade. Seguem os excludentes de ilicitude:

ESTADO DE NECESSIDADE
o Teoria unitária: o bem jurídico protegido deve ser de valor igual ou superior ao sacrificado,
afastando-se em ambos os casos a ilicitude da conduta. Caso contrário, o agente responde pelo
crime, com REDUÇÃO da pena.
o São requisitos: Fato necessitado; e existência de uma situação de perigo a um bem jurídico
próprio ou de terceiro.
o A conduta do agente deve ser: inevitável e proporcional.
o OBSERVAÇÃO: Não será possível utilizar a excludente o agente que tem a obrigação de
enfrentar o perigo.

LEGÍTIMA DEFESA
o Aplica-se àquele que pratica fato criminoso, em razão de injusta agressão atual ou iminente,
contra direito seu ou de outrem, usando moderadamente os meios necessários.
o A injusta agressão atual é aquela que já está ocorrendo, enquanto a iminente é aquela que está
prestes a ocorrer.
o A legítima defesa sucessiva é POSSÍVEL.
o OBSERVAÇÃO: diferentemente do que ocorre no estado de necessidade, o agredido NÃO é
OBRIGADO a fugir do agressor, ainda que possa.
o ATENÇÃO: Apenas configura-se legítima defesa no caso de ataque de ANIMAL, quando este é
utilizado como meio para lesar outrem.

ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL e EXERCICIO REGULAR DE DIREITO

OBSERVAÇÃO: São possíveis outras hipóteses de excludente de ilicitude que não previstas no
texto legal (Causas supralegais de excludente de ilicitude). Exemplo: Consentimento do ofendido
(dever ser expresso/válido; manifestado prévia ou concomitantemente à conduta; o bem jurídico
deve ser próprio e disponível).
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

ATENÇÃO: o excesso punível é o exercício IRREGULAR de uma causa excludente da ilicitude, seja
porque não há mais a circunstância que permitia seu exercício (EXCESSO EXTENSIVO), seja
porque o meio utilizado não é proporcional (EXCESSO INTENSIVO).

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

ANA ARAUJO - 091.314.526-20

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

19) Direito Previdenciário

Material indicado: TRF 6ª Região (AJAJ - Sem Especialidade) Direito Previdenciário - 2024
(Pós Edital) - Estratégia Concursos - 2024 - Rubens Maurício Corrêa.

Assunto(s): 2 Custeio da seguridade socia. 2.1 Receitas, contribuições sociais. (parte 2)

Relevância: 8

Assuntos e subassuntos:
2 Custeio da seguridade social. 2.1 Receitas, contribuições sociais - Relevância 08
Contribuintes com base de cálculo diferenciadas
Contribuição Previdenciária sobre a receita bruta - desoneração da folha de pagamento - plano
brasil maior
Microempreendedor individual - MEI
Empresas optantes pelo Simples Nacional
Entidades beneficentes de Assistência Social que atendam às exigências estabelecidas em lei
Contribuição previdenciária dos empregadores domésticos
Contribuição sociais não-previdenciárias

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 03 - VERSÃO SIMPLIFICADA - páginas 03 a 38.
Assuntos:

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Contribuintes com base de cálculo diferenciadas


Empregador Rural Pessoa Física
Produtor rural pessoa jurídica
Agroindústria
Associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional
Contribuições não substituídas
Contribuição Previdenciária sobre a receita bruta - desoneração da folha de pagamento - plano
brasil maior
Microempreendedor individual - MEI
Empresas optantes pelo Simples Nacional
Entidades beneficentes de Assistência Social que atendam às exigências estabelecidas em lei
Contribuição previdenciária dos empregadores domésticos
Contribuição sociais não-previdenciária

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:
Faça a leitura do Art. 24 ao Art. 27 da Lei nº 8.212/1991, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Resolva as questões 01 a 21 das páginas 39 a 57 (Total: 15 questões) - Aula 03 - PDF SIMPLIFICADO.
O tempo ideal de resolução é de 30 minutos.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 18 (Total de questões: 18) - Tempo ideal: 30 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 AJAJ - PREVIDENCIARIO - CADERNO 05
Link do caderno de questões: [Link]

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 3:
Faça a leitura do Art. 24 ao Art. 27 da Lei nº 8.212/1991, lembrando de destacar os principais pontos,
conforme explicado nas Orientações Técnicas (primeira tarefa da nossa disciplina).
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

Produtor Rural

Produtor Rural Pessoa Física (PRPF)/Consórcio de Produtores Rurais: A contribuição só é devida


quando o PRPF vende sua produção. Alíquota de 2% + 0,1% para o GILRAT.

Produtor Rural Pessoa Jurídica (PRPJ):


- recolhe por conta própria (não sub-roga) -> 1,8%.
- Atenção para quem deve recolher a contribuição previdenciária!

Consórcio simplificado de produtores rurais: todos são responsáveis solidários em relação as


contribuições previdenciárias.

Segurado Especial
- Contribui com 1,3% da receita bruta de comercialização, sendo 1,2% de contribuição social e 0,1%
de prevenção para acidente de trabalho.
- Produtor rural: em vez de contribuir com 20% sobre Salário de Contribuição, optou-se pela
alíquota de 1,3% (1,2% Seguridade Social + 0,1 % Gilrat) sobre a Receita Bruta da Comercialização
(RBC).
- Aposentadoria de 01 salário-mínimo.
- Não tem aposentadoria por tempo de contribuição.
- Atenção: Segurado Especial x Produtor Rural Pessoa Física -> observem às semelhanças e
diferenças!
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Diferença GILRAT x Adicional GILRAT (Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente


dos Riscos Ambientais do Trabalho)

- Adicional GILRAT: Contribuição “extra” para financiar a aposentadoria especial do trabalhador. É


devido somente para o trabalhador que exerce atividade que enseja aposentadoria especial.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Alíquotas variam entre 6% (aposentadoria aos 25 anos de serviço), 9% (aposentadoria aos 20 anos
de serviço) ou 9% (aposentadoria aos 15 anos de serviço).

- GIRALT: financia o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez. É uma alíquota fixa para a
empresa e incide sobre a cota patronal em relação a todos os trabalhadores. Alíquotas variam
entre 1% (risco leve), 2% (risco médio) ou 3% (risco grave).

Clube de Futebol Profissional (confome trazido na lei - não engloba outro esporte ou futebol
amador!): alíquota de 5% da receita bruta, entidade promotora/patrocinadora, recolhimento em
até 2 dias úteis após o evento (ou dia 20, se for o patrocínio).

Contribuição Previdenciária Sobre a receita Bruta (desoneração da folha)

Algumas empresas/fabricantes/prestadores de serviços, por prazo indeterminado, terão a


contribuição previdenciária patronal de 20% substituída por uma contribuição incidente sobre a
receita bruta.

Observação: a substituição mencionada não abrange as contribuições destinadas a outras


entidades e fundos (terceiros) e nem ao RAT!

Além disso, a contribuição sobre a Receita Bruta será feita excluídas as vendas canceladas, os
descontos incondicionais concedidos e as receitas com exportação!

Contribuição Previdenciária do Micro Empreendedor Individual - MEI

O MEI tem apenas uma contribuição patronal, que será devida apenas se o microempreendor
tiver um empregado a seu serviço de 3% do salário de contribuição do empregado que lhe presta
serviço
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Contribuição Previdenciária das empresas optantes pelo Simples Nacional

- As empresas optantes pelo Simples Nacional não são isentas de contribuições previdenciária

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

patronal.

- Elas recolhem de forma diferenciada, simplificada e favorecida 8 (oito) tributos de forma


unificada, incluindo a contribuição previdenciária patronal, incidindo tais contribuições sobre a
Receita Bruta auferida no mês.

Contribuição Previdenciária das Entidades Beneficentes de Assistência Social: As Entidades


Beneficentes de Assistência Social são isentas* (isenção = imunidade) de contribuição para a
seguridade social, desde que atendam às exigências estabelecidas em lei.

Empregador Doméstico: 8% cota patronal + 0,8% seguro contra acidentes d


trabalho.

Em regra, o Empregador doméstico não tem finalidade lucrativa.

- A Lei complementar nº 150/2015, regulamentou a PEC das domésticas e criou uma espécie de
“simples doméstico”, com a finalidade de facilitar a arrecadação das contribuições
previdenciárias.
- Atualmente, o empregador doméstico contribui:
8% cota patronal
0,8% adicional GILRAT
3,2% fundo para multa do FGTS
- 8% FGTS

- A alíquota total devida pelo empregador doméstico é de 20%. Destes, 8,8% para a seguridade
social e 11,2 % ao FGTS.
- Obrigação de recolher até o dia 07 do mês seguinte ao trabalho exercido pelo empregado
doméstico.
- Durante o salário-maternidade o empregador só recolhe a cota patronal. Mas é mantido o
desconto da parcela do empregado.
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Importante: durante a licença-maternidade da empregada doméstica, o INSS paga


a remuneração da empregada, mas o empregador arca com a cota patronal, adicional GILRAT,

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

FGTS e multa para o FGTS.

Concursos de Prognósticos: receitas sobre sorteios, loterias, apostas, seja âmbito federal, estadual
ou municipal.
a) renda líquida (exclui o FIES);
b) 5% -> Prado de corridas.
c) 5% -> Cartela/cartões.

Receitas de outras fontes


- art. 243 da CF/88 e art. 27 da lei nº 8.212/91
- Multas e juros moratórios
- Renda dos serviços de arrecadação, fiscalização e cobrança prestados a terceiros
- Receitas de outros serviços e de fornecimento ou arrendamento de bens
- Demais receitas patrimoniais, industriais e financeiras
- Doações, legados, subvenções e outras receitas eventuais
- 50% dos valores obtidos e aplicados para recuperar viciados em drogas e fortalecer a proteção
do trabalho escravo
- 40% (quarenta por cento) do resultado dos leilões dos bens apreendidos pela RFB
- Outras receitas previstas em legislação específica
- 50% do DPVAT para o SUS
- bens de valor econômico apreendido fruto do tráfico ilícito de entorpecente e drogas afins e da
exploração do trabalho escravo será confiscado e reverterá um fundo especial com destinação
específica

ANA ARAUJO - 091.314.526-20

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

20) Direito Administrativo

Material indicado: TRF 6ª Região (Analista Judiciário - Área Judiciária - Sem Especialidade)
Pacotaço 2024 (Pós-Edital) - Estratégia Concursos - 2024 - Equipe Direito Administrativo,
Herbert Almeida, Antonio Daud.

Assunto(s): Atos administrativos

Relevância: 8

Assuntos e subassuntos:
4 Atos administrativos.
4.7 Extinção dos atos administrativos.
4.7.1 Revogação, anulação e cassação.
4.8 Convalidação.
4.10 Atos administrativos nulos, anuláveis e inexistentes.
4.11 Decadência administrativa.

Atividades para ALUNO INICIANTE (que não estudou ou não domina o assunto)
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

Atividade 1:
Estude a teoria da Aula 06 (PDF Versão Simplificada) - páginas 60 a 76 (do assunto "Extinção dos
atos administrativos" até o assunto "Convalidação", antes do assunto "Questões para fixação").
Assuntos: Atos administrativos
- Extinção dos atos administrativos e modalidades de desfazimento: Revogação, anulação e
cassação.

121
META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

- Convalidação e condições para a convalidação


- Atos administrativos nulos, anuláveis e inexistentes. Decadência administrativa.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 1 a 50 (Total de questões: 50) - Tempo ideal: 75 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 (AJAJ) - ADM - CADERNO 9
Link do caderno de questões: [Link]

ATIVIDADE COMPLEMENTAR (Para quem tem mais tempo de estudar)


Resolva as questões 1 a 60 das páginas 119 a 126 - Aula 06 (PDF Versão Simplificada).
Total: 60 questões
O tempo ideal de resolução é de 90 minutos.

Obs.: Caso você esteja utilizando versão de material diferente, oriente-se pelos assuntos
indicados.

Atividades para ALUNO EXPERIENTE (que já estudou a parte teórica do assunto)

Atividade 1:
Resolva as questões 1 a 50 (Total de questões: 50) - Tempo ideal: 75 minutos. (TEC Concursos)
Nome do Caderno: LS - TRF 6 (AJAJ) - ADM - CADERNO 9
Link do caderno de questões: [Link]
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

ATIVIDADE COMPLEMENTAR (Para quem tem mais tempo de estudar)


Resolva as questões 1 a 60 das páginas 119 a 126 - Aula 06 (PDF Versão Simplificada).
Total: 60 questões
O tempo ideal de resolução é de 90 minutos.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Atividade 2:
Após a identificação dos temas nos quais suas dúvidas se encaixam, faça uma revisão dos
conceitos que teve mais dificuldade. Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual
você estava estudando antes da publicação do edital e os artigos da lei seca correspondente.
Se preferir realizar uma revisão mais ampla, relacionada a todos os assuntos desta tarefa, fique à
vontade, mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Formas de Extinção dos Atos Administrativos (Atenção! Tema importantíssimo)


--> Normal ou natural - Aquela extinção “otimista”. É o que se espera do ato. Ex.: ato que concede
férias ao servidor, ato editado com prazo.

--> Subjetiva - Se o ato tem caráter personalíssimo, editado em razão do sujeito, extinto o sujeito,
pessoa física ou jurídica, o ato desaparece automaticamente. Ex.: servidor público faleceu.

-->. Objetiva - Relação com o objeto/relação jurídica. Ex.: ato determina reforma de um imóvel,
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

mas antes de produzir os seus efeitos, o imóvel é destruído por catástrofe natural.

--> Por manifestação de vontade do particular (renúncia e recusa)


a) Importante destacar que a doutrina faz uma perfumaria distinguindo renúncia e recusa, que
seriam espécies de extinção do ato pelo particular.
a.1. Renúncia - ato começou a produzir seus efeitos e o particular já se beneficiando dos mesmos

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

diz que não quer mais. Ex: exoneração a pedido.


a.2. Recusa - particular abre mão do ato antes da produção dos seus efeitos. Ex: servidor aprovado
no concurso é convocado e não toma posse por não querer.

--> Por manifestação de vontade da Administração (caducidade, cassação, anulação e revogação):


a) Caducidade - ligado a incompatibilidade. Lembre-se que trata de uma expressão polissêmica.

b) Cassação - extinção do ato administrativo por descumprimento das condições fixadas pelo
poder público

c) Anulação - extinção de um ato administrativo que foi editado de forma ilegal.


c.1. Obs: Caducidade e cassação englobam ilegalidades, mas não se confundem com a anulação.
c.2. O ato nasceu ilegal (ilegalidade originária), ou seja, foi editado em desconformidade com a
ordem jurídica. Se o ato nasce ilegal, quando a administração pública anula esse ato, ela precisa
retirá-lo do mundo jurídico desde o seu nascimento. Todos os efeitos produzidos por esse ato são
ilegais. Efeitos ex tunc (regra).
Exceção – Rafael Oliveira defende a modulação de efeitos do controle de legalidade do ato
administrativo, ou seja, que a questão do ex tunc poderia ser relativizada. Assim como é possível
fazer modulação de efeitos de um vício de constitucionalidade, que é um vício mais grave,
também pode fazer modulação de efeitos quando o vício for de ilegalidade. (Ideia confirmada
com a alteração promovida em 2018 pela LINDB no art. 24 c/c art. 20 e art. 21.)

d) Revogação - pressupõe um ato válido, mas que se tornou inconveniente e inoportuno. Extinção
de um ato válido.
d.1. Gera efeitos ex nunc .
d.2. Existem situações em que as revogações não serão possíveis:
i) Ato vinculado - Não possui conveniência e oportunidade; não tem mérito.

Exceção pelo STF - Revogação da licença para construir antes de iniciada a obra. (Crítica da
doutrina majoritária)
ii) Atos que já exauriram seus efeitos
iii) Atos que já sofreram preclusão em processos administrativos
iv) Atos que geraram direitos adquiridos

Súmula 473 (STF)


A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais,
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou


oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação
judicial.

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
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META 4

COVALIDAÇÃO

A convalidação é o saneamento ou a correção do vício sanável de um ato administrativo, realizada


pela administração pública, possuindo efeitos retroativos (ex tunc). Em regra, são considerados
sanáveis os vícios de forma (desde que não seja essencial) e de competência (desde que não seja
exclusiva).

Condições para a convalidação de um ato viciado:


(i) que isso não acarrete lesão ao interesse público;
(ii) que não cause prejuízo a terceiros;
(iii) que os defeitos dos atos sejam sanáveis.

RESUMO:
==> Conceito e características da convalidação
Correção do vício sanável do ato administrativo
Efeitos retroativos (ex tunc)
Competência da administração ou de administrado

==> Requisitos da convalidação


Não pode gerar lesão ao interesse público
Não pode gerar prejuízo a terceiros
Vício sanável (FoCo):
Forma (desde que não seja essencial)
Competência (desde que não seja exclusiva)
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META 4

Relatando inconsistências nas tarefas de estudos


Querido(a) aluno(a), caso você encontre alguma inconsistência em alguma tarefa da sua meta,
favor nos avisar por meio do botão “Relatar erro” dentro do sistema. Ele fica localizado dentro de
cada tarefa, na tela Meta Atual.

O texto do Relato de Erro deve detalhar a(s) inconsistência(s) com informações suficientes para
que possamos identificar o problema e acionar a equipe técnica para corrigi-lo.

Para sanar dúvidas de como utilizar suas metas


Para sanar dúvidas de como utilizar suas metas, vale salientar que você deve entrar em contato
diretamente com seu professor(a) orientador(a), por exemplo, para solicitar uma ajuda para
encontrar um determinado material, para solicitar uma orientação de como seguir determinada
matéria pelos assuntos, ou ainda, quando houver dificuldades para seguir as instruções para
acessar um link da meta, entre outros.

Lembre-se que você pode contar com seu professor orientador para o que precisar. Ele irá te
acompanhar e sanar todas as suas dúvidas durante todo seu percurso de concurseiro até sua
aprovação.

Sugerimos que faça o download de todo o material teórico


Por fim, reforçamos o pedido de baixar todo material teórico indicado em sua meta assim que
receber suas primeiras tarefas, a fim de evitar que você perca o seu acesso, uma vez que o curso
pode limitar o tempo de acesso.

Contamos com a sua colaboração para fazer uma LS ainda melhor!

Pedagógico LS Concursos
ANA ARAUJO - 091.314.526-20

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META 3 (Pós Edital para o Analista Judiciário da Área Judiciária do TRF 6ª Região.)
13/11/2024
META 4

Atenção! Caso você não tenha o material indicado, não há qualquer prejuízo para seu estudo
desde que siga os assuntos e tópicos expressamente citados e consulte seu professor orientador
em caso de dúvida sobre o que estudar. O professor orientador dirá se o material que você
pretende utilizar está adequado (mesmo não sendo o expresso na tarefa) e irá orientá-lo da
mesma forma. A LS entende que o mercado de materiais didáticos para concursos é amplo e o
aluno pode encontrar algum material não indicado na meta que seja apropriado ao seu estudo.
Nesse caso, como as dicas são segregadas por assuntos, as mesmas são integralmente ajustáveis
a quaisquer materiais de excelência do mercado. Lembrete importante! Caso o material indicado
esteja disponível para venda, procure comprá-lo diretamente no site de venda para não gerar
qualquer atraso ou óbice no cumprimento da meta.

Nossa missão

"Conduzir nossos alunos, por meio de um planejamento personalizado, rumo à aprovação em


concursos públicos, de forma otimizada, construindo uma relação de confiança, ética e respeito"

Nossa visão

"Consolidar o estudo planejado como ferramenta de transformação, difundindo o acesso à


aprovação ao maior número possível de pessoas"

Nossos valores

•Honestidade •Inovação •Trabalho em equipe •Atendimento humanizado •Excelência técnica

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