E-Book Da Unidade - HTML5 e JavaScript
E-Book Da Unidade - HTML5 e JavaScript
JavaScript
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Sumário
HTML5 5
História do HTML 6
JavaScript 14
Aplicações do JavaScript 15
Operadores 19
Bootstrap 27
Frameworks 32
IDEs 35
Compilador 42
Referências 45
CL I QUE N O CAP Í T UL O P A RA SE R RE DI RE C I O N A DO
3
Objetivos Definição
Para o início do Se houver necessidade
desenvolvimento de uma de se apresentar um novo
nova competência; conceito;
Nota Importante
Quando forem necessárias As observações escritas
observações ou tiveram que ser priorizadas
complementações para o para você;
seu conhecimento;
Acesse Resumindo
Se for preciso acessar um Quando for preciso se fazer
ou mais sites para fazer um resumo acumulativo
download, assistir vídeos, ler das últimas abordagens;
textos, ouvir podcast;
Atividades Testando
Quando alguma atividade Quando o desenvolvimento de
de autoaprendizagem for uma competência for concluído
aplicada; e questões forem explicadas.
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@faculdadelibano_
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HTML5
5
HTML5 e JavaScript Capitulo 1
HTML5
Objetivos
História do HTML
FIGURA 1
Freepik
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HTML5 e JavaScript HTML5 Capitulo 1
Isso é essencial para o reconhecimento dos caracteres especiais que serão utilizados
nos textos. Para declará-los, basta abrir a tag meta e definir o charset.
Definição
Foram criadas várias tags semânticas, que dão sentido e melhoram a legibilidade dos
arquivos pelos mecanismos de busca, como os robots do Google.
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HTML5 e JavaScript HTML5 Capitulo 1
Definição
Tag em inglês quer dizer etiqueta. As tags na internet são palavras que
servem justamente como uma etiqueta e ajudam na hora de organizar
informações, agrupando aquelas que receberam a mesma marcação,
facilitando encontrar outras relacionadas. Semântica é o estudo do
significado. Incide sobre a relação entre significantes, como palavras,
frases, sinais e símbolos, e o que eles representam, a sua denotação.
A seguir, podemos observar a lista com tags semânticas criadas para melhor legibilidade
dos mecanismos de busca:
Serão abordadas algumas tags que têm maior utilização na criação de sites, para
exemplificar e instruir a uma boa prática na utilização das tags semânticas.
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HTML5 e JavaScript HTML5 Capitulo 1
FIGURA 2
A tag header foi criada para englobar todos os elementos que estarão no topo da página
ou article, que geralmente representa o menu de navegação e a logomarca do site, ou
outros elementos introdutórios.
Exemplo:
A tag section tem a funcionalidade semântica de agrupar conteúdos por temas. Assim,
quando for criada a página, deve-se agrupar o conteúdo dentro das tags <section></
section>.
Exemplo:
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HTML5 e JavaScript HTML5 Capitulo 1
Exemplo:
A tag aside é utilizada como barra lateral para associar conteúdos relevantes ao tema
utilizado no conteúdo circundante.
Exemplo:
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HTML5 e JavaScript HTML5 Capitulo 1
A tag footer é bem parecida com a tag header. Ela vai englobar o conteúdo que estará
sendo utilizado no rodapé do site.
Exemplo:
Essas tags são básicas para a construção do site e uma boa prática para conseguir
um melhor posicionamento nos resultados dos sites de buscas. No HTML5 foram criadas
tags para funcionamento das mídias, sem precisar usar programas externos (LAWSON;
SHARP, 2012).
De maneira geral, no HTML5 foram criadas tags para funcionamento das mídias sem
precisar usar programas externos como o Adobe Flash Player, que depois foi até
descontinuado. A tag <video></video> foi desenvolvida para apresentar vídeos, como
o próprio nome diz, executando uma grande variedade de formatos de vídeo, como os
exibidos na tabela a seguir.
TABELA 1
Formatos de arquivos
de vídeo compatíveis
com o HTML5
FONTE
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HTML5 e JavaScript HTML5 Capitulo 1
Esses formatos são reconhecidos pelos navegadores sem precisar de plugins de terceiros.
Ainda, no desenvolvimento há todo um controle sobre o player que será apresentado
quando a página for renderizada pelo navegador. Exemplo:
A tag permite controlar o tamanho do player que será apresentado com a possibilidade
de definir se o vídeo será executado automaticamente, se iniciará o vídeo em mudo,
entre outras opções. Já a tag audio é bem parecida para a tag vídeo, o que difere é que
a mídia reproduzida será executada pela a tag audio, reproduzindo os áudios que têm
suporte pelo navegador.
TABELA 2
Formatos de áudio
compatíveis com o HTML5
e com os principais
browsers
FONTE
O código a seguir retrata bem a forma de como o HTML5 se relaciona com os áudios, por
meio da tag audio.
Exemplo:
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HTML5 e JavaScript HTML5 Capitulo 1
Esses são os principais conceitos da linguagem HTML5. Como vimos, essa versão está
repleta de atualizações importantes para o momento em que estamos desenvolvendo
aplicações on-line cada vez mais inovadoras e com uma incrível interação entre o
usuário e a aplicação.
Resumindo
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@faculdadelibano_
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JavaScript
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HTML5 e JavaScript Capitulo 2
JavaScript
Objetivos
Aplicações do JavaScript
O JavaScript foi inventado por Brendan Eich, em 1995, e tornou-se um padrão ECMA em
1997. Porém, um ano antes, a Microsoft desenvolveu uma linguagem idêntica, chamada
JScript, que foi lançada em agosto de 1996 no IE 3.0 – era o início da “Guerra dos
Navegadores”.
FIGURA 3
Freepik
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
Definição
Adaptado e homologado pela ECMA General Assembly, em junho de 1997, esse padrão
é seguido atualmente por várias outras linguagens, inclusive a Action Script. Tanto o
Java Script quanto o JScript são compatíveis com o ECMA Script; porém, cada um provê
recursos adicionais não descritos na especificação ECMA.
Com o JavaScript, você pode criar aplicações que interagem diretamente com a forma
de modelar problemas do mundo real.
JavaScript é uma linguagem interpretada pelo navegador web. Você pode usá-la para
adicionar comportamento dinâmico, armazenar informações e lidar com solicitações e
respostas em um website.
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
FIGURA 4
Freepik
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
Como regra geral, apenas os scripts mais simples são codificados em HTML. Os mais
complexos devem ser salvos em arquivos separados. Dessa forma, conseguimos ganhar
em otimização durante o carregamento da página no navegador.
Portanto, o arquivo é realmente descarregado somente uma vez; isso economiza tráfego
e torna as páginas mais rápidas. As funcionalidades básicas do JavaScript direcionam
nossa atenção para os tipos de blocos de código encontrados comumente, como
expressões condicionais, laços de repetição, funções e eventos controlados.
Exemplo:
Exemplo:
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
Também são importantes as variáveis, que são espaços de memória RAM reservados
para armazenar temporariamente um valor que será útil para o processamento de um
programa. Variáveis e constantes podem ser declaradas usando:
• let (declarações de variáveis).
• const (declarações de constantes, que não podem ser alteradas).
• var (estilo antigo, conforme veremos mais adiante).
Exemplo:
Operadores
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
As únicas exceções a essa regra são os operadores == e o !==, que realizam comparações
de igualdade e desigualdade “estritas”. Esses operadores não tentam converter os
operandos em tipos compatíveis antes de verificar a igualdade. A tabela a seguir
descreve os operadores de comparação com base nos valores atribuídos às variáveis
declaradas.
TABELA 3
Operadores de
comparação
FONTE
Os operadores aritméticos tomam valores numéricos (sejam literais ou não) como seus
operandos e retornam um único valor numérico. Os operadores aritméticos padrão são
os de soma (+), subtração (-), multiplicação (*) e divisão (/).
Exemplo:
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
Os operadores bit a bit tratam seus operandos como um conjunto de 32 bits (zeros e
uns), em vez de tratá-los como números decimais, hexadecimais ou octais. Por exemplo,
o número decimal nove possui uma representação binária 1001.
Operadores bit a bit realizam suas operações nessas representações, mas retornam
valores numéricos padrões do JavaScript. A tabela a seguir resume os operadores bit a
bit do JavaScript.
TABELA 4
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
TABELA 4
Além dos operadores de comparação, que podem ser utilizados em valores string, o
operador de concatenação (+) concatena dois valores string, retornando outra string,
que é a união dos dois operandos.
Exemplo:
Se condição for verdadeira, o operador terá o valor de valor1, caso contrário, terá o valor
de valor2. Você pode utilizar o operador condicional em qualquer lugar em que utilizaria
um operador padrão.
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
Essa declaração atribui o valor “adulto” à variável status caso idade seja dezoito ou mais;
caso contrário, atribui o valor “menor de idade”. Já o operador vírgula (,) simplesmente
avalia ambos os seus operandos e retorna o valor do segundo.
Esse operador é utilizado primariamente dentro de um laço “for” para permitir que
múltiplas variáveis sejam atualizadas a cada vez, por meio do laço. Por exemplo, se “a”
é uma matriz bidimensional com 10 elementos em um lado, o código a seguir utiliza o
operador vírgula para incrementar duas variáveis de uma só vez. O código imprime os
valores dos elementos diagonais da matriz.
Exemplo:
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
Definição
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HTML5 e JavaScript JavaScript Capitulo 2
Resumindo
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@faculdadelibano_
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Bootstrap e
frameworks
de CSS
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HTML5 e JavaScript Capitulo 3
Bootstrap e
frameworks de CSS
Objetivos
Bootstrap
Em 2011, a estrutura Bootstrap foi lançada para o público geral, inteiramente de graça,
por meio da plataforma Github. A definição do Bootstrap como sendo uma biblioteca
vem do fato de ele ser, basicamente, uma coleção de funções prontas para serem
reutilizadas, que podem ser personalizadas conforme a necessidade do programador.
Um site feito pelo Bootstrap permite ao desenvolvedor a criação de um código “limpo”,
sem conflitos em seus elementos.
Acesse
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HTML5 e JavaScript Bootstrap e frameworks de CSS Capitulo 3
O Bootstrap utiliza como base as linguagens HTML, CSS e JavaScript, que é uma linguagem
de programação com a finalidade principal de criar páginas web dinâmicas e de fácil
navegação (DUCKETT, 2016).
FIGURA 5
Site mobile-first
primeiramente assume a
forma de um smartphone
com um tamanho
reduzido
FONTE
Freepik
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HTML5 e JavaScript Bootstrap e frameworks de CSS Capitulo 3
Saiba Mais
Quer saber mais sobre os assuntos tratados até agora? Visite o site
Tableless. Lá são disponibilizados diversos tutoriais relativos à criação do
mobile-first. Clique aqui.
Chamados também de sites flexíveis, os sites responsivos são aqueles que se adaptam
aos tamanhos de tela e aos dispositivos pelos quais usuários escolherem para acessar.
Isso quer dizer que ele se adapta a desde uma tela maior de um notebook até a tela de
um smartphone, sem que o conteúdo do site seja perdido ou o layout se torne difícil ou
até impossível para o usuário ler.
FIGURA 6
Freepik
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HTML5 e JavaScript Bootstrap e frameworks de CSS Capitulo 3
Visando dar ao site uma movimentação apenas vertical quanto à rolagem de tela, para
que o usuário só precise arrastar o conteúdo para cima e para baixo, o site responsivo
reposiciona os menus e as barras interativas que ficariam de fora em uma tela menor.
Alguns dos pontos que confirmam essa afirmativa é a própria Google, que anunciou em
2014 que não mais indexaria sites não responsivos a partir de 2018.
O primeiro passo para a criação de um código responsivo e mobile- first por meio
do Bootstrap é criar um código básico em HTML. Intitule esse arquivo de [Link] ou
simplesmente escreva o código conforme a figura seguir.
FIGURA 7
Freepik
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HTML5 e JavaScript Bootstrap e frameworks de CSS Capitulo 3
FIGURA 8
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HTML5 e JavaScript Bootstrap e frameworks de CSS Capitulo 3
FIGURA 9
Todas essas marcações de códigos devem ser escritas em um dos editores de texto.
Deve-se tomar cuidado com o contexto de ataques externos ao sistema, que consiste,
tecnicamente, de um bootstrap que é compilado e executado no sistema sob ataque.
Esses malwares são extremamente danosos para a rede de computadores
Frameworks
Como vimos, frameworks são locais nos quais existem inúmeras marcações e códigos
pré-fabricados, que visam, primeiramente, facilitar a vida daqueles que programam
para front-end.
O desenvolvedor front-end é aquele que faz sites para web, trabalhando, por exemplo,
com HTML e CSS, para o desenvolvimento de páginas que servirão de interface para o
usuário final.
Agora que já vimos o que são frameworks, vamos conhecer alguns modelos. Um deles
é como o Bootstrap, o Foudantion 5 é um framework mobile-first que disponibiliza, além
da biblioteca, cursos que auxiliam o programador a conhecer essa ferramenta.
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HTML5 e JavaScript Bootstrap e frameworks de CSS Capitulo 3
Acesse
Acesse
O UI-Kit, criado pela YOOtheme, é um framework simples e intuitivo. Ele trabalha com
desenvolvimento modular, desenvolvendo sites responsivos. Sua interface gráfica pode
ser alterada antes de baixar.
Acesse
O Pure, criado pela equipe do Yahoo, tem como diferencial a leveza, visto que ele tem
menos de 100kb de arquivo CSS, com todas as funções básicas de framework. Está
disponível no link: [Link]
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HTML5 e JavaScript Bootstrap e frameworks de CSS Capitulo 3
Resumindo
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@faculdadelibano_
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IDEs
35
HTML5 e JavaScript Capitulo 4
IDEs
Objetivos
PHP, JAVA e C# são linguagens bastante usadas entre os desenvolvedores web, assim
como o uso de máquinas virtuais durante o desenvolvimento de um sistema para a web.
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HTML5 e JavaScript IDEs Capitulo 4
FIGURA 10
Isso porque ela não é uma ferramenta com nível de complexidade considerável, podendo
ocorrer erros que prejudicariam o conteúdo final, e se o programador não tiver uma
base sólida, ele pode não reconhecer e “deixar passar” um erro grande.
Para o programa ser chamado de IDE, precisa ter algumas funcionalidades específicas
que o diferenciem de um simples editor. Essas características para um IDE é ter a
capacidade de compilar bibliotecas completas de linguagens.
É muito comum em um IDE ter uma ferramenta para debuggers, que são ferramentas
que apontam os erros de sintaxe e de programação antes de compilar o software, assim
o desenvolvedor pode ganhar tempo no desenvolvimento.
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HTML5 e JavaScript IDEs Capitulo 4
FIGURA 11
Freepik
Por exemplo, o próprio Brackets vem com um servidor local para mostrar em tempo real
como o site que está sendo desenvolvido está ficando, e o IDE pode:
• Fazer a depuração dos programas, possibilitando assim a mudança ágil dos códigos.
• Administrar os diversos projetos, possibilitando alterações.
• Possibilitar o teste do código, criando e executando deploys previamente delimitados
pelo programador. Essa ferramenta de teste é garantidora da boa funcionalidade do
programa, o que é uma grande vantagem que essas ferramentas possibilitam.
• Possibilitar a análise dos documentos ou códigos de maneira estática.
• Possibilitar observar a versão do programa, bem como controlar, podendo assim
formatar ou instalar novas versões.
• Permitir acesso facilitado a bancos de dados previamente delimitados ou criados
pelo programador.
• Ter função de criar códigos específicos para cada linguagem, o que cria um limitador,
mas também facilita a vida do programador caso queira mexer com um único código
ou tipo de linguagem.
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HTML5 e JavaScript IDEs Capitulo 4
• Facilitar o acesso ao código ou aos documentos que estão linkados nele, auxiliando o
programador a encontrá-los mais rápido e, consequentemente, otimizar seu tempo
de trabalho.
• Ajudar em tarefas que estão relacionadas com a edição propriamente dita do código,
tendo funcionalidades como o autocomplete, que completa o código sem que você
precise digitar.
O Visual Studio, criado pela Microsoft, serve, principalmente, para programações que
envolvam as linguagens da empresa, que são o C, C++ e o C#, podendo ser utilizada
também para JavaScript e Python. Ele é uma ótima ferramenta e possui como vantagem
o autopreenchimento para completar códigos que você ainda não finalizou, além de
possuir a “Navegação no contexto”, evitando que você se perca no código.
FIGURA 12
Freepik
Esse IDE é uma ótima ferramenta para corrigir e evitar erros na programação, pois sua
interface gráfica aponta os erros e eles podem ser identificados rapidamente, tanto na
própria programação quanto por ícones que mostram que o código está errado. Outro
ponto a ser levado é seu layout, que é fácil e intuitivo.
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HTML5 e JavaScript IDEs Capitulo 4
A desvantagem desse IDE é que ele ainda é voltado para funcionar melhor com as
linguagens Microsoft, tornando- se limitado. Ele é gratuito apenas para estudantes ou
para programação para código livre. Se quiser utilizá-lo para trabalhar com código
fechados, você deve comprar uma licença.
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A Eclipse, considerada uma ferramenta poderosa quando tratamos de IDE, permite que
você utilize diversas linguagens, sendo ainda “personalizável”, já que permite a instalação
de plug-ins para aumento da produtividade.
Essa ferramenta não é específica para desenvolvimento web, sendo mais conhecida
para desenvolvimento de Java, Python e Perl, mas roda também PHP, que é uma
linguagem utilizada para desenvolvimento para web (MILETTO; BERTAGNOLLI, 2014). Como
vantagem, temos o fato dessa ferramenta ser gratuita, o que facilita o seu acesso pelos
programadores.
Acesse
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HTML5 e JavaScript IDEs Capitulo 4
FIGURA 13
O Netbeans permite
criar aplicativos
multiplataformas
FONTE
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Esse aplicativo é gratuito e pode ser executado nos principais sistemas operacionais,
como Linux, Windows e MAC OS X, que é o sistema operacional da Apple.
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HTML5 e JavaScript IDEs Capitulo 4
Compilador
Uma ferramenta fundamental do IDE é o compilador. Ele funciona como uma ferramenta
de análise dos códigos, possibilitando executá-los. O compilador serve como um tipo de
tradutor.
Ele pega um código humano, isto é, uma linguagem que é compreensível para os
humanos, e traduz para a linguagem da máquina, permitindo a sua execução. E como
funciona o processo de compilação? Vamos nos entender os passos a seguir:
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HTML5 e JavaScript IDEs Capitulo 4
FIGURA 14
Fluxograma do processo
de compilação
FONTE
Por último, o código final. Chegamos, finalmente, à última etapa da compilação. Nesta
etapa, o código já está totalmente traduzido e um código executável já foi criado. É
importante salientar que são apenas exemplos.
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HTML5 e JavaScript IDEs Capitulo 4
Resumindo
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HTML5 e JavaScript
Referências
DUCKETT, J. HTML e CSS Projete e Construa Websites. Rio de Janeiro: Alta Books, 2016.
LAWSON, B.; SHARP, R. Introdução ao HTML 5. Rio de Janeiro: Alta Books, 2012.
SENA, H. Ambiente para Desenvolvimento Web. Java Script. Recife: Uninassau, 2017d.
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