0% acharam este documento útil (0 voto)
22 visualizações41 páginas

Matematica

A matemática é uma disciplina que abrange números, fórmulas, estruturas, formas e quantidades, dividindo-se em subdisciplinas como teoria dos números, álgebra, geometria e análise. Ela é fundamental em diversas áreas, incluindo ciências naturais e engenharia, e se desenvolve tanto em matemática pura quanto aplicada. Historicamente, a matemática evoluiu desde a geometria e aritmética até a introdução de novas áreas e métodos, como o método axiomático no século XIX.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
22 visualizações41 páginas

Matematica

A matemática é uma disciplina que abrange números, fórmulas, estruturas, formas e quantidades, dividindo-se em subdisciplinas como teoria dos números, álgebra, geometria e análise. Ela é fundamental em diversas áreas, incluindo ciências naturais e engenharia, e se desenvolve tanto em matemática pura quanto aplicada. Historicamente, a matemática evoluiu desde a geometria e aritmética até a introdução de novas áreas e métodos, como o método axiomático no século XIX.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Matemática

[Link]

Matemática é uma área do conhecimento que inclui os tópicos


dos números, fórmulas e estruturas relacionadas, formas e os espaços em que
estão contidos, e quantidades e suas mudanças. Esses tópicos são
representados na matemática moderna com as principais subdisciplinas
da teoria dos números,[1] álgebra,[2] geometria[1] e análise,[3] respectivamente. No
entanto, não há consenso entre os matemáticos sobre uma definição comum
para a disciplina acadêmica que estudam.

Grande parte da atividade matemática envolve a descoberta de propriedades


de objetos abstratos e o uso da razão pura para prová-las. Estes objetos
consistem em abstrações da natureza ou — segundo a matemática
moderna — entidades que são estipuladas por certas propriedades,
chamadas axiomas. Uma prova matemática consiste em uma sucessão de
aplicações de regras dedutivas a resultados já estabelecidos. Estes resultados
incluem teoremas previamente provados, axiomas e — no caso de abstração
da natureza — algumas propriedades básicas que são consideradas pontos de
partida da teoria em consideração.[4]

A matemática é essencial nas ciências


naturais, engenharia, medicina, finanças, ciências da computação e ciências
sociais. Embora seja amplamente utilizada para modelar fenômenos, as
verdades fundamentais da matemática são independentes de
qualquer experimentação científica. Algumas áreas da matemática,
como estatística e teoria dos jogos, são desenvolvidas em estreita correlação
com suas aplicações e, portanto, são frequentemente agrupadas
na matemática aplicada. Outros campos de estudo são desenvolvidos
independentemente de qualquer aplicação (e por este motivo são chamados
de matemática pura), mas muitas vezes encontram aplicações práticas
posteriormente.[5][6]

Historicamente, o conceito de prova e o rigor matemático associado


apareceram pela primeira vez na matemática grega, mais notavelmente na
obra Os Elementos de Euclides.[7] Desde o seu início, a matemática foi dividida
principalmente em geometria e aritmética (a manipulação de números
naturais e frações), até os séculos XVI e XVII, quando a álgebra[a] e o cálculo
infinitesimal foram introduzidos como novos campos. Desde então, a interação
entre inovações matemáticas e descobertas científicas levou a um aumento
correlacionado no desenvolvimento de ambas.[8] No final do século XIX, a crise
fundamental da matemática levou à sistematização do método axiomático,
[9]
que anunciou um aumento dramático no número de áreas matemáticas e
seus campos de aplicação.

Etimologia
A palavra matemática vem do grego antigo máthēma e significa "aquilo que se
aprende",[10] "aquilo que se conhece", assim como "estudo" e "ciência". A
palavra passou a ter o significado mais restrito e técnico de "estudo
matemático" mesmo no período clássico.
[b]
Seu adjetivo é mathēmatikós (μαθηματικός), que significa "relacionado à
aprendizagem" ou "estudioso", que também passou a significar "matemático".
[14]
Em particular, mathēmatikḗ tékhnē (μαθηματικὴ τέχνη; em latim: ars
mathematica) significava "a arte matemática".[10]

Da mesma maneira, uma das duas principais escolas de


pensamento do pitagorismo era conhecida em grego antigo
como mathēmatikoi (μαθηματικοί) — que na época significava "alunos" ao
invés do significado moderno dado ao termo "matemáticos". Os pitagóricos
foram provavelmente os primeiros a restringir o uso da palavra apenas ao
estudo da aritmética e da geometria. Na época de Aristóteles (384-322 a.C.)
este significado foi totalmente estabelecido.[15]

Em latim até cerca de 1700, o termo matemática tinha como significado mais
comum "astrologia" (ou às vezes "astronomia"); isto mudou gradualmente para
o significado atual entre 1500 e 1800. Esta mudança resultou em vários erros
de tradução: Por exemplo, a advertência de Santo Agostinho de que os cristãos
deveriam tomar cuidado com os mathematici, que significa "astrólogos", às
vezes é mal traduzida como uma condenação dos matemáticos.[16]

Áreas da matemática
Ver artigo principal: Áreas da matemática
Antes do período do Renascimento, a matemática era dividida em duas áreas
principais: a aritmética, a manipulação dos números, e a geometria, o estudo
das formas.[17] Alguns tipos de pseudociência, como a numerologia e
a astrologia, não eram então claramente distinguidas da matemática.[18]

Durante o período do Renascimento, surgiram mais dois campos de estudo


matemáticos. A notação deu origem à álgebra que, a grosso modo, consiste no
estudo e na manipulação de fórmulas. O cálculo, que consiste nos dois
subcampos diferencial e integral, é o estudo de funções contínuas que
modelam as relações tipicamente não lineares entre quantidades
representadas por variáveis. Esta divisão em quatro áreas principais –
aritmética, geometria, álgebra, cálculo[19] – perdurou até o final do século XIX.
Áreas como mecânica celeste e mecânica dos sólidos eram então estudadas
por matemáticos, mas agora são consideradas pertencentes à física.[20] O tema
da combinatória foi estudado durante grande parte da história registrada, mas
não se tornou um ramo separado da matemática até o século XVII.[21]

No final do século XIX, a crise fundamental da matemática e a resultante


sistematização do método axiomático levaram a uma explosão de novas áreas
da matemática nunca antes vista.[22][9] A edição de 2020 da Classificação de
Disciplinas de Matemática, por exemplo, contém nada menos que 63 áreas
matemáticas consideradas de primeiro nível.[23] Algumas delas correspondem à
divisão mais antiga, como é o caso da teoria dos números e da geometria.
Várias outras têm "geometria" em seus nomes ou são comumente
consideradas parte da geometria. Álgebra e cálculo não aparecem como áreas
de primeiro nível, mas são campos divididos em várias áreas. Outras áreas de
primeiro nível surgiram durante o século XX ou não eram consideradas
anteriormente como parte da matemática, como a lógica e os fundamentos
matemáticos.[24]

Teoria dos Números


Ver artigo principal: Teoria dos números

Esta é a espiral de Ulam, que ilustra a


distribuição dos números primos. As linhas diagonais escuras na espiral sugerem a
hipótese de independência aproximada entre ser primo e ser um valor de
um polinômio quadrático, uma conjectura agora conhecida como Conjectura F de Hardy
e Littlewood.
A teoria dos números teve início com as primeiras manipulações dos números
naturais e posteriormente expandiu-se para números inteiros e números
racionais . Ela já foi chamada de aritmética, mas atualmente este termo é
usado principalmente para se referir aos cálculos numéricos.[25] A teoria dos
números remonta à antiga Babilônia e provavelmente à China Antiga. Dois
proeminentes teóricos deste campo de estudo matemático foram os
gregos Euclides e Diofanto de Alexandria.[26] O estudo moderno da teoria dos
números na sua forma abstrata é amplamente atribuído a Pierre de
Fermat e Leonhard Euler, mas este campo se concretizou totalmente com as
contribuições do francês Adrien-Marie Legendre e do alemão Carl Friedrich
Gauss.[27]

Muitos problemas numéricos têm soluções que requerem métodos sofisticados.


Um exemplo proeminente é o Último Teorema de Fermat, conjectura descrita
no ano de 1637 por Pierre de Fermat, mas que foi provada apenas em 1994
por Andrew Wiles, que usou ferramentas incluindo teoria de
esquemas de geometria algébrica, teoria de categorias e álgebra homológica.
[28]
Outro exemplo é a Conjectura de Goldbach, que afirma que todo número
inteiro par maior que 2 é a soma de dois números primos. Declarada em 1742
por Christian Goldbach, permanece sem comprovação, apesar de esforços
consideráveis.[29]

A teoria dos números abrange inúmeras subáreas, como teoria analítica dos
números, teoria algébrica dos números, geometria dos números (orientada a
métodos), equações diofantinas e teoria da transcendência (orientada a
problemas).[24]
Geometria
Ver artigo principal: Geometria

Na superfície de uma esfera, a geometria


euclidiana só se aplica como aproximação local. Para escalas maiores a soma dos
ângulos de um triângulo não é igual a 180°.
A geometria é um dos ramos mais antigos da matemática e começou com
receitas empíricas sobre formas, como linhas, ângulos e círculos, que foram
desenvolvidas principalmente para a topografia e a arquitetura, mas desde
então floresceram em muitos outros subcampos.[30]

Uma inovação fundamental foi a introdução, pelos antigos gregos, do conceito


de provas, que exige que cada afirmação seja provada. Por exemplo, não é
suficiente verificar por medição que, digamos, dois comprimentos são iguais;
sua igualdade deve ser provada através do raciocínio a partir de resultados
previamente aceitos (teoremas) e de algumas afirmações básicas que não
estão sujeitas a prova porque são evidentes (postulados) ou que fazem parte
da definição do objeto de estudo (axiomas). Este princípio, fundamental para
toda a matemática, foi elaborado pela primeira vez para a geometria e foi
sistematizado por Euclides por volta do ano 300 a.C. em sua obra Os
Elementos.[31][32]

A geometria euclidiana é o estudo das formas e seus arranjos construídos a


partir de retas, planos e círculos no plano e no espaço
euclidiano tridimensional.[c][30] Foi desenvolvida sem mudança de métodos ou
escopo até o século XVII, quando René Descartes introduziu o que hoje é
chamado de coordenadas cartesianas, o que constituiu uma grande mudança
de paradigma: em vez de definir números reais como comprimentos de
segmentos de reta (ver reta numérica), permitiu a representação de pontos
usando suas coordenadas, que são números. A álgebra (e mais tarde o
cálculo) pode, portanto, ser usada para resolver problemas geométricos. A
geometria foi dividida em dois novos subcampos: geometria sintética, que
utiliza métodos puramente geométricos, e geometria analítica, que utiliza
coordenadas sistemicamente.[33] A geometria analítica permite o estudo
de curvas não relacionadas a círculos e linhas. Tais curvas podem ser
definidas como o gráfico de funções, cujo estudo levou à geometria diferencial.
Elas também podem ser definidas como equações implícitas, muitas
vezes equações polinomiais (que geraram a geometria algébrica). A geometria
analítica também permite considerar espaços euclidianos superiores a três
dimensões.[30]
A geometria analítica permite o estudo das curvas não relacionadas a círculos
e linhas que podem ser definidas como o gráfico de funções, cujo estudo levou
ao surgimento da área da geometria diferencial. Tais curvas também podem
ser definidas como equações implícitas, muitas vezes equações
polinomiais (que geraram a geometria algébrica). A geometria analítica também
permite considerar espaços euclidianos superiores a três dimensões.[30]

No século XIX, os matemáticos descobriram geometrias não euclidianas, ou


seja, que não seguem o postulado das paralelas. Ao questionar a verdade
deste postulado, esta descoberta foi interpretada como uma adesão
ao Paradoxo de Russell ao revelar a crise fundamental da matemática. Este
aspecto da crise foi resolvido por meio da sistematização do método axiomático
e pela noção de que a verdade dos axiomas escolhidos, na verdade, não é
um problema matemático.[34][9] Por sua vez, o método axiomático permite o
estudo de diversas geometrias obtidas quer pela alteração dos axiomas, quer
pela consideração de propriedades que não mudam sob transformações
específicas do espaço.[35]

As subáreas atuais da geometria incluem:[24]

 Geometria projetiva, introduzida no século XVI por Girard Desargues,


estende a geometria euclidiana adicionando pontos impróprios nos
quais linhas paralelas se cruzam. Isto simplifica muitos aspectos da
geometria clássica, unificando os tratamentos para linhas paralelas e que
se cruzam.
 Geometria afim, o estudo das propriedades relativas ao paralelismo e
independentes do conceito de comprimento.
 Geometria diferencial, o estudo de curvas, superfícies e suas
generalizações, que são definidas por meio de funções diferenciáveis.
 Teoria múltipla, o estudo de formas que não estão necessariamente
incorporadas em um espaço maior.
 Geometria riemanniana, o estudo das propriedades de distância em
espaços curvos.
 Geometria algébrica, o estudo de curvas, superfícies e suas
generalizações, que são definidas por meio de polinômios.
 Topologia, estudo das propriedades que se mantêm sob deformações
contínuas.
 Topologia algébrica, o uso em topologia de métodos algébricos,
principalmente álgebra homológica.
 Geometria discreta, o estudo de configurações finitas em geometria.
 Geometria convexa, estudo de conjuntos convexos.
 Geometria complexa, a geometria obtida pela substituição de números reais
por números complexos.
Álgebra
Ver artigo principal: Álgebra
A fórmula quadrática, que expressa
concisamente as soluções de todas as equações quadráticas

O grupo Cubo de Rubik é uma aplicação


concreta da teoria dos grupos [36]

A álgebra é a arte de manipular equações e fórmulas. Diofanto (século III)


e Alcuarismi (século IX) foram os dois principais precursores deste campo de
estudo matemático.[37][38] O grego Diofanto resolveu algumas equações
envolvendo números naturais desconhecidos ao deduzir novas relações até
obter a solução. O persa Alcuarismi, por sua vez, introduziu métodos
sistemáticos para transformar equações, como mover um termo de um lado de
uma equação para o outro lado. O termo "álgebra" é derivado da
palavra árabe al-jabr que significa 'a reunião de partes quebradas' que ele usou
para nomear um desses métodos no título de seu tratado principal.[39]

A álgebra tornou-se uma área independente apenas com François Viète (1540-
1603), que introduziu o uso de variáveis para representar números
desconhecidos ou não especificados.[40]

Até o século XIX, a álgebra consistia principalmente no estudo de equações


lineares (atualmente álgebra linear) e de equações polinomiais em uma
única incógnita, que eram chamadas de equações algébricas (termo ainda em
uso, embora possa ser ambíguo). Durante o século XIX, os matemáticos
começaram a usar variáveis para representar outras coisas além dos números
(como matrizes, inteiros modulares e transformações geométricas), nas quais
generalizações de operações aritméticas são frequentemente válidas.[41] O
conceito de estrutura algébrica aborda isto, consistindo em um conjunto cujos
elementos não são especificados, em operações que atuam sobre os
elementos do conjunto e em regras que essas operações devem seguir. O
escopo da álgebra cresceu assim para incluir o estudo de estruturas algébricas.
Este objeto da álgebra foi denominado álgebra moderna ou álgebra abstrata,
conforme estabelecido pela influência e trabalhos da matemática alemã Emmy
Noether.[42]
Alguns tipos de estruturas algébricas têm propriedades úteis e muitas vezes
fundamentais em muitas áreas da matemática. Seu estudo tornou-se parte
autônoma da álgebra e inclui vários campos de estudos:[24]

 Teoria dos grupos;


 Teoria de campo;
 Espaços vetoriais, cujo estudo é essencialmente igual ao da álgebra linear;
 Teoria dos anéis;
 Álgebra comutativa, que é o estudo dos anéis comutativos, inclui o estudo
dos polinômios e é uma parte fundamental da geometria algébrica;
 Álgebra homológica;
 Álgebra de Lie e teoria dos Grupos de Lie;
 Álgebra booliana, que é amplamente utilizada para o estudo da estrutura
lógica de computadores.
O estudo de tipos de estruturas algébricas como objetos matemáticos é o
propósito da álgebra universal e da teoria das categorias.[43] Esta última se
aplica a todas as estruturas matemáticas (não apenas às algébricas). Na sua
origem foi introduzida juntamente com a álgebra homológica por permitir o
estudo algébrico de objetos não algébricos como espaços topológicos; esta
área específica de aplicação é chamada de topologia algébrica.[44]

Cálculo e análise
Ver artigos principais: Cálculo infinitesimal e Análise matemática

Uma Sequência de Cauchy consiste em


elementos tais que todos os termos subsequentes de um termo tornam-se arbitrariamente
próximos uns dos outros à medida que a sequência avança (da esquerda para a direita).
O cálculo, anteriormente chamado de cálculo infinitesimal, foi introduzido de
forma independente e simultânea por dois matemáticos do século
XVII, Newton e Leibniz.[45] É fundamentalmente o estudo da relação de variáveis
que dependem umas das outras. O cálculo foi expandido no século XVIII
por Euler com a introdução do conceito de função e muitos outros resultados.[46]

Atualmente, “cálculo” refere-se principalmente à parte elementar desta teoria, e


“análise” é comumente usada para partes avançadas. A análise é subdividida
em análise real, onde as variáveis representam números reais, e análise
complexa, onde as variáveis representam números complexos. Ela inclui
muitas subáreas compartilhadas por outras áreas da matemática como:[24]

 Cálculo multivariável;
 Análise funcional, onde variáveis representam funções variáveis;
 Integração, teoria da medida e teoria do potencial, todas fortemente
relacionadas com a teoria das probabilidades num continuum;
 Equações diferenciais ordinárias;
 Equações diferenciais parciais;
 Análise numérica, dedicada principalmente ao cálculo em computadores de
soluções de equações diferenciais ordinárias e parciais que surgem em
muitas aplicações.
Matemática discreta
Ver artigo principal: Matemática discreta

Um diagrama representando uma cadeia de


Markov de dois estados. Os estados são representados por 'A' e 'E'. Os números são a
probabilidade de inverter o estado.
A matemática discreta, em termos gerais, é o estudo de objetos matemáticos
individuais e contáveis.[47] Como os objetos de estudo aqui são discretos, os
métodos de cálculo e análise matemática não se aplicam diretamente.
[d]
Algoritmos — especialmente sua implementação e complexidade
computacional — desempenham um papel importante na matemática discreta.
[48]

O teorema das quatro cores e a conjectura de Kepler foram dois grandes


problemas da matemática discreta resolvidos na segunda metade do século
XX.[49] O problema P versus NP, que permanece não solucionado até os dias
atuais, também é importante para a matemática discreta, uma vez que sua
solução impactaria potencialmente um grande número de
problemas computacionalmente difíceis.[50]

A matemática discreta inclui:[24]

 Combinatória, a arte de enumerar objetos matemáticos que satisfazem


algumas restrições. Originalmente, estes objetos eram elementos
ou subconjuntos de um determinado conjunto; isto foi estendido a vários
objetos, o que estabelece uma forte ligação entre a combinatória e outras
partes da matemática discreta. Por exemplo, a geometria discreta inclui a
contagem de configurações de formas geométricas;
 Teoria dos grafos e hipergrafos;
 Teoria da codificação, incluindo códigos de correção de erros e uma parte
da criptografia;
 Teoria matróide;
 Geometria discreta;
 Distribuições de probabilidade discretas;
 Teoria dos jogos (embora os jogos contínuos também sejam estudados, os
jogos mais comuns, como xadrez e pôquer, são discretos);
 Otimização discreta, incluindo otimização combinatória, programação
inteira, programação com restrições.
Lógica matemática e teoria dos conjuntos
Ver artigos principais: Lógica matemática e Teoria dos conjuntos

O diagrama de Venn é um método comumente


usado para ilustrar as relações entre conjuntos.
A disciplinas de lógica matemática e teoria dos conjuntos pertencem à
matemática desde o final do século XIX.[51][52] Antes deste período,
os conjuntos não eram considerados objetos matemáticos, e a lógica, embora
usada em provas matemáticas, pertencia à filosofia e não era estudada
especificamente pelos matemáticos.[53]

Antes do estudo de Cantor sobre conjuntos infinitos, os matemáticos relutavam


em considerar coleções realmente infinitas e consideravam o infinito o
resultado de uma enumeração infinita. O trabalho de Cantor ofendeu muitos
matemáticos não apenas por considerar conjuntos realmente infinitos,[54] mas
por mostrar que isto implica em diferentes tamanhos de infinito, de acordo com
o argumento de diagonalização de Cantor.[55] Esta se tornou a crise fundamental
da matemática.[56] Posteriormente, este problema foi resolvido na matemática
convencional, ao sistematizar o método axiomático dentro de uma teoria de
conjuntos formalizada. A grosso modo, cada objeto matemático é definido pelo
conjunto de todos os objetos semelhantes e pelas propriedades que esses
objetos devem ter.[22] Por exemplo, na aritmética de Peano, os números
naturais são definidos por "zero é um número", "cada número tem um sucessor
único", "cada número exceto zero tem um antecessor único" e algumas regras
de raciocínio.[57] Esta abstração matemática da realidade está incorporada na
filosofia moderna do formalismo, fundada por David Hilbert por volta de 1910.[58]

A "natureza" dos objetos definidos desta forma é um problema filosófico que os


matemáticos deixam para os filósofos, mesmo que muitos matemáticos tenham
opiniões— por vezes chamada de "intuições" — sobre isto e as usem para
orientar o seu estudo e provas. A abordagem permite considerar "lógicas" (isto
é, conjuntos de regras de dedução permitidas), teoremas, provas, etc, como
objetos matemáticos e, assim, provar teoremas sobre eles. Por exemplo,
os teoremas da incompletude de Gödel afirmam, a grosso modo, que, em
todo sistema formal consistente que contém os números naturais, existem
teoremas que são verdadeiros (que são demonstráveis num sistema mais
forte), mas não demonstráveis dentro do sistema.[59] Esta abordagem aos
fundamentos da matemática foi desafiada durante a primeira metade do século
XX por matemáticos liderados por Brouwer, que promoveram a lógica
intuicionista, que carece explicitamente da lei do terceiro excluído.[60][61] Estes
problemas e debates acadêmicos levaram a uma ampla expansão da
abrangência da lógica matemática, com o surgimento de subáreas como teoria
dos modelos (modelagem de algumas teorias lógicas dentro de outras
teorias), teoria da prova, teoria dos tipos, teoria da computabilidade e teoria da
complexidade computacional.[24] Embora estes aspectos da lógica matemática
tenham sido introduzidos antes do surgimento dos computadores, a sua
utilização no design de compiladores, certificação de programas e outros
aspectos da ciência da computação, contribuíram para a expansão destas
teorias lógicas.[62]

Estatísticas e outras ciências de decisão


Ver artigo principal: Estatística

Qualquer que seja a forma de


uma distribuição populacional aleatória (μ), a média amostral (x̄ ) tende para uma
distribuição gaussiana e sua variância (σ) é dada pelo teorema central do limite da teoria
das probabilidades.[63]
O campo de estudo da estatística é uma aplicação matemática empregada
para a coleta e o processamento de amostras de dados, por meio do uso de
procedimentos baseados em métodos matemáticos, especialmente a teoria das
probabilidades. Os estatísticos geram dados com experimentos ou amostragem
aleatória,[64] cujo desenho determina os métodos analíticos que serão utilizados.
A análise dos dados de estudos observacionais é feita pela utilização
de modelos estatísticos e da teoria da inferência, por meio de modelos de
seleção e estimativa. Os modelos e as previsões consequentes devem então
ser testados em relação a novos dados.[e]

A teoria estatística estuda problemas de decisão como a minimização


do risco de uma ação estatística ao usar um procedimento, por
exemplo, estimativa de parâmetros, teste de hipóteses e seleção de
algoritimos. Nestas áreas tradicionais da estatística matemática, um problema
de decisão estatística é formulado minimizando uma função de perda sob
restrições específicas. Por exemplo, conceber uma pesquisa estatística
frequentemente envolve minimizar o custo de estimar a média da população
com alguma confiança.[65] Devido ao uso da otimização, a teoria estatística se
sobrepõe a outras ciências da decisão, como a pesquisa operacional, a teoria
do controle e a economia matemática.[66]
Matemática computacional
Ver artigo principal: Matemática computacional
A matemática computacional é o estudo de problemas matemáticos que
normalmente são grandes demais para a capacidade numérica dos seres
humanos.[67][68] A análise numérica estuda métodos para problemas
de análise utilizando a análise funcional e a teoria de aproximação; a análise
numérica inclui o estudo de aproximação e discretização com foco especial
em erros de arredondamento.[69]

História
Ver artigo principal: História da matemática
Antiguidade

A tabuleta matemática babilônica Plimpton 322,

datada de 1800 a.C. Papiro de Rhind, um


documento antigo contendo problemas matemáticos
A história da matemática é uma série cada vez maior de abstrações.
Evolutivamente falando, a primeira abstração a ser descoberta, compartilhada
por muitos animais,[70] foi provavelmente a dos números: a constatação de que,
por exemplo, uma coleção de duas maçãs e uma coleção de duas laranjas
(digamos) têm algo em comum, nomeadamente que existem duas delas. Além
de reconhecerem como contar objetos físicos, os povos pré-históricos também
podem ter sabido contar quantidades abstratas, como
o tempo — dias, estações ou anos.[71][72]
As primeiras evidências de matemática mais complexa só começam a aparecer
por volta de 3.000 a.C., quando os povos babilônios e egípcios iniciam o uso
de aritmética, álgebra e geometria para estimar seus impostos e fazer outros
cálculos financeiros voltados para construção e astronomia.[73] Os textos
matemáticos mais antigos da Mesopotâmia e do Egito datam de 2000 a.C. a
1800 a.C.. Muitos textos antigos mencionam triplos pitagóricos e assim, por
inferência, o teorema de Pitágoras parece ser o conceito matemático mais
antigo e difundido depois da aritmética e geometria básicas. É na matemática
babilônica que a aritmética
elementar (adição, subtração, multiplicação e divisão) aparece pela primeira
vez no registro arqueológico. Os babilônios também possuíam um sistema de
valor posicional e usavam um sistema de numeração sexagesimal que ainda é
usado atualmente para medir ângulos e o tempo.[74]

No século VI a.C., a matemática grega começou a emergir como uma disciplina


distinta e alguns gregos antigos, como os pitagóricos, pareciam tê-la
considerado um assunto por direito próprio.[75] Por volta do ano 300
a.C., Euclides organizou o conhecimento matemático por meio de postulados e
primeiros princípios, que evoluíram para o método axiomático usado
atualmente na matemática, que consiste em definição, axioma, teorema e
prova matemáticas.[76] Sua obra, Os Elementos, é amplamente considerada
o livro didático de maior sucesso e influência de todos os tempos.[77] O maior
matemático da antiguidade é frequentemente considerado Arquimedes (c. 287)
de Siracusa.[78] Ele desenvolveu fórmulas para calcular a área superficial e o
volume de sólidos de revolução e usou o método da exaustão para calcular
a área sob o arco de uma parábola com a soma de uma série infinita, de uma
maneira não muito diferente do cálculo moderno.[79] Outras conquistas notáveis
da matemática grega são seções cônicas (Apolônio de Perga, século III a.C.),
[80]
trigonometria (Hiparco de Nicéia, século II a.C.)[81] e os primórdios da álgebra
(Diofanto, século III d.C.).[82]

Os numerais usados no Manuscrito Bakhshali,


datados entre o século II a.C. e o século II d.C.
O sistema de numeração hindu-arábico e as regras para o uso de suas
operações, em uso atualmente em todo o planeta, evoluíram no decorrer
do primeiro milênio na Índia e foram transmitidos ao mundo ocidental através
da matemática islâmica.[83] Outros desenvolvimentos notáveis da matemática
indiana incluem a moderna definição e aproximação de seno e cosseno, além
de uma forma inicial de séries infinitas.[84][85]

Medieval e posterior
Uma página da obra Álgebra de Alcuarismi
Durante a Idade de Ouro Islâmica, especialmente durante os séculos IX e X,
a matemática islâmica desenvolveu várias inovações importantes baseadas
na matemática grega. A conquista mais notável da matemática islâmica foi o
desenvolvimento da álgebra. Outras conquistas do período islâmico incluem
avanços na trigonometria esférica e a adição do ponto decimal ao sistema de
numeração arábico.[86] Muitos matemáticos notáveis deste período eram persas,
como Alcuarismi, Omar Caiam e Xarafadim de Tus.[87] Os textos matemáticos
gregos e árabes foram, por sua vez, traduzidos para o latim durante a Idade
Média e reintroduzidos na Europa.[88]

No início da Idade Moderna, a matemática começou a desenvolver-se em ritmo


acelerado na Europa Ocidental, com inovações revolucionárias, como a
introdução de variáveis e da notação simbólica pelo francês François
Viète (1540–1603), a introdução de logaritmos pelo escocês John Napier em
1614, que simplificou bastante os cálculos numéricos, especialmente
para astronomia e navegação marítima, a introdução de coordenadas pelo
francês René Descartes (1596-1650) para reduzir a geometria à álgebra, além
do desenvolvimento do cálculo pelo inglês Isaac Newton (1642-1726/27) e pelo
alemão Gottfried Leibniz (1646–1716). O suíço Leonhard Euler (1707-1783), o
mais notável matemático do século XVIII, unificou todas estas inovações com
uma terminologia padronizada e completou-as com a descoberta e a prova de
vários teoremas.[89]
Carlos Friedrich Gauss
Talvez o principal matemático do século XIX tenha sido o alemão Carl Gauss,
conhecido por ter feito inúmeras contribuições nos mais variados campos,
como álgebra, análise, geometria diferencial, teoria das matrizes, teoria dos
números e estatística.[90] Já no início do século XX, o austríaco Kurt
Gödel transformou a matemática ao publicar os seus teoremas da
incompletude, que mostram em parte que qualquer sistema axiomático
consistente — se for suficientemente poderoso para descrever a aritmética —
conterá proposições verdadeiras que não podem ser provadas.[59]

Desde então, a matemática foi bastante ampliada e tem havido uma interação
frutífera com as ciências, com benefícios para ambas. Descobertas
matemáticas continuam a ser feitas até os dias atuais. Por exemplo, de acordo
com a edição de janeiro de 2006 do Bulletin of the American Mathematical
Society: "O número de artigos e livros incluídos no banco de dados
da Mathematical Reviews desde 1940 (o primeiro ano de operação da MR) é
agora superior a 1,9 milhão e mais de 75 mil itens são adicionados ao banco de
dados anualmente. A esmagadora maioria dos trabalhos neste oceano contém
novos teoremas matemáticos e suas provas."[91]

Notação simbólica e terminologia


Ver artigo principal: notação matemática

Uma explicação da notação de soma sigma (Σ)


A notação matemática é amplamente utilizada na ciência e na engenharia para
representar conceitos e propriedades complexas de forma concisa, inequívoca
e precisa. Esta notação consiste em símbolos usados para
representar operações, números não especificados, relações e quaisquer
outros objetos matemáticos, e depois montá-los em expressões e fórmulas.
[92]
Mais precisamente, os números e outros objetos matemáticos são
representados por símbolos chamados variáveis, que geralmente são
letras latinas ou gregas. Operação e relações são geralmente representadas
por símbolos ou glifos específicos,[93] como + (mais), × (multiplicação),
(integral), = (igual) e < (menor que).[94] Todos esses símbolos são geralmente
agrupados de acordo com regras específicas.[95]

A matemática desenvolveu uma terminologia rica que cobre uma ampla


variedade de campos que estudam as propriedades de vários objetos e suas
interações, sendo que fornecem uma base padrão para a comunicação.
Um axioma ou postulado, por exemplo, é uma afirmação matemática
considerada verdadeira sem necessidade de prova. Se uma afirmação
matemática ainda não foi provada (ou refutada), ela é chamada de conjectura.
Através de uma série de argumentos rigorosos empregando raciocínio
dedutivo, uma afirmação que é comprovadamente verdadeira torna-se um
teorema. Um teorema especializado usado principalmente para provar outro
teorema é chamado de lema. Um exemplo comprovado que faz parte de uma
conclusão mais geral é denominado corolário.[96]

Vários termos técnicos usados em matemática são neologismos,


como polinômio e homeomorfismo.[97] Outros termos técnicos são palavras da
linguagem comum usadas com um significado preciso que pode diferir
ligeiramente do seu significado comum. Por exemplo, em matemática, "ou"
significa "um, o outro ou ambos", enquanto, na linguagem comum, é ambíguo
ou significa "um ou outro, mas não ambos" (em matemática, o último é
chamado de "ou exclusivo"). Muitos termos matemáticos são palavras comuns
usadas com um significado completamente diferente.[98]

Relação com as ciências


A matemática é usada na maioria das ciências para modelar fenômenos, o que
permite que previsões sejam feitas a partir de leis experimentais.[99] A
independência da matemática de qualquer experimentação implica que a
precisão de tais previsões depende apenas da adequação do modelo.[100] No
caso de previsões imprecisas, ao invés delas serem causadas por conceitos
matemáticos inválidos, na verdade implicam na necessidade de alteração do
modelo utilizado.[101] Por exemplo, a precessão do periélio do
planeta Mercúrio só pôde ser explicada após o desenvolvimento da relatividade
geral do alemão Albert Einstein, que substituiu a lei da gravitação universal do
inglês Isaac Newton como um modelo matemático melhor.[102]

Atualmente, ainda há um debate filosófico sobre se a matemática pode ser


classificada como uma ciência. No entanto, na prática, os matemáticos são
normalmente considerados cientistas e a matemática tem muito em comum
com as ciências físicas, já que é falsificável como elas, o que significa em que,
se um resultado ou uma teoria estiverem errados, isto pode ser provado por
meio da apresentação de um contraexemplo. Da mesma forma que na ciência,
as teorias e os resultados matemáticos (teoremas) são frequentemente obtidos
a partir da experimentação,[103] que pode consistir na computação de exemplos
selecionados ou no estudo de figuras ou de outras representações de objetos
matemáticos (muitas vezes representações mentais sem suporte físico). Por
exemplo, quando questionado sobre como conseguiu seus
teoremas, Gauss certa vez respondeu "durch planmässiges Tattonieren"
("através de experimentação sistemática").[104] Contudo, alguns autores
enfatizam que a matemática difere da noção moderna de ciência por não se
basear em evidências empíricas.[105][106][107][108]

Matemática pura e aplicada


Ver artigos principais: Matemática pura e Matemática aplicada

Isaac Newton (esquerda) and Gottfried Wilhelm Leibniz desenvolveram o cálculo


infinitesimal

Até ao século XIX, o desenvolvimento da matemática no mundo ocidental era


motivado principalmente pelas necessidades trazidas pela tecnologia e ciência,
sendo que não havia uma distinção clara entre matemática pura e aplicada.
[109]
Por exemplo, os números naturais e a aritmética foram introduzidos pela
necessidade de contagem, enquanto a geometria foi motivada
pela topografia, arquitetura e astronomia. Mais tarde, Isaac Newton introduziu o
conceito do cálculo infinitesimal para explicar o movimento dos planetas com
sua lei da gravitação universal. Além disso, a maioria dos matemáticos eram
cientistas e muitos cientistas também eram matemáticos.[110] Contudo, uma
exceção notável ocorreu com a tradição da matemática pura na Grécia Antiga.
[111]
O problema da fatoração de inteiros, por exemplo, que remonta
a Euclides em 300 a.C., não tinha aplicação prática antes de seu uso
no criptossistema RSA, que atualmente é amplamente utilizado para a
segurança de redes de computadores.[112] No século XIX, matemáticos como os
alemães Karl Weierstrass e Richard Dedekind concentraram cada vez mais as
suas pesquisas em problemas internos, ou seja, na chamada matemática pura.
[109][113]
Isto levou à divisão da matemática em matemáticas pura e aplicada,
sendo a última geralmente considerada de menor valor entre os puristas
matemáticos. No entanto, a linha que diferencia as duas é tênue.[114]

As consequências da Segunda Guerra Mundial levou a um aumento no


desenvolvimento da matemática aplicada nos Estados Unidos e em outros
lugares.[115][116] Muitas das teorias desenvolvidas para aplicações foram
consideradas interessantes do ponto de vista da matemática pura e muitos
resultados da matemática pura demonstraram ter aplicações fora da
matemática; por sua vez, o estudo destas aplicações poderá fornecer novos
desenvolvimentos sobre a “teoria pura”.[117][118] Um exemplo do primeiro caso é
a teoria das distribuições, introduzida por Laurent Schwartz para validar
cálculos feitos em mecânica quântica, que se tornou imediatamente uma
importante ferramenta de análise matemática (pura).[119] Um exemplo do
segundo caso é a decidibilidade da teoria de primeira ordem dos números
reais, um problema de matemática pura que foi provado verdadeiro por Alfred
Tarski, com um algoritmo impossível de implementar devido a uma
complexidade computacional bastante elevada.[120] Para obter um algoritmo que
possa ser implementado e possa resolver sistemas de equações e
desigualdades polinomiais, o matemática estadunidense George Collins
introduziu a decomposição algébrica cilíndrica que se tornou uma ferramenta
fundamental na geometria algébrica real.[121] Nos dias atuais, a distinção entre
matemática pura e aplicada é mais uma questão de objetivo de pesquisa do
que uma divisão da matemática em áreas amplas.[122][123] A Classificação de
Disciplinas de Matemática, por exemplo, tem uma seção para "matemática
geral aplicada", mas não menciona "matemática pura".[24]

Eficácia irracional
A eficácia irracional da matemática é um fenômeno que foi nomeado e
explicitado pela primeira vez pelo físico Eugene Wigner[6] e descreve o fato de
que muitas teorias matemáticas (mesmo as mais “puras”) têm aplicações fora
do seu objeto inicial. Estas aplicações podem estar completamente fora da sua
área inicial e podem dizer respeito a fenômenos físicos que eram
completamente desconhecidos quando a teoria matemática foi introduzida.
[124]
Um exemplo notável é a fatoração primária de números naturais que foi
descoberta mais de 2 mil anos antes de seu uso comum para comunicações
seguras na Internet através do sistema criptográfico RSA.[125] Um segundo
exemplo histórico é a teoria das elipses. Elas foram estudadas pelos antigos
matemáticos gregos como seções cônicas (isto é, interseções de cones com
planos). Quase 2 mil anos depois, Johannes Kepler descobriu que
as trajetórias dos planetas são elipses.[126]

Durante o século XIX, o desenvolvimento interno da geometria (ou matemática


pura) levou à definição e ao estudo de geometrias não euclidianas, espaços de
dimensão superior a três e variedades. Neste período, estes conceitos
pareciam totalmente desligados da realidade física. No início do século XX, no
entanto, o alemão Albert Einstein desenvolveu a teoria da relatividade que
utiliza fundamentalmente estes conceitos, principalmente o espaço-
tempo da relatividade restrita é um espaço não euclidiano de dimensão quatro,
enquanto o espaço-tempo da relatividade geral é uma variedade (curva) de
dimensão quatro.[127][128]

Um aspecto marcante da interação entre matemática e física é quando a


matemática impulsiona a pesquisa em física, o que é exemplificado pelas
descobertas do pósitron e do bárion . Em ambos os casos, as equações das
teorias apresentavam soluções inexplicáveis, o que levou à conjectura da
existência de uma partícula desconhecida. Em ambos os casos, estas
partículas foram descobertas alguns anos depois através de experiências
específicas.[129][130][131]

Ciências específicas
Física
Ver artigo principal: Relação entre matemática e física

Diagrama de um pêndulo
A matemática e a física influenciaram-se mutuamente ao longo da história
moderna. A física moderna utliza amplamente a matemática[132] e é também a
motivação por trás de grandes desenvolvimentos na matemática.[133]

Informática
Ver artigo principal: Informática
A ascensão da tecnologia no século XX abriu caminho para uma nova ciência:
a computação.[f] Este campo está intimamente relacionado à matemática de
várias maneiras. A ciência da computação teórica, por exemplo, é
essencialmente de natureza matemática. Em contrapartida,
a informática também se tornou essencial para a obtenção de novos
resultados. Este é um grupo de técnicas conhecidas como matemática
experimental.[134] O exemplo mais conhecido é o teorema das quatro cores,
comprovado em 1976 com a ajuda de um computador. Isto revolucionou a
matemática tradicional, onde a regra até então era que o matemático
verificasse cada parte da prova. Em 1998, a conjectura de
Kepler sobre empacotamento de esferas também parecia ter sido parcialmente
comprovada por um computador. Desde então, uma equipe internacional
trabalhou na redação de uma prova formal, que foi concluída (e verificada) em
2015.[135] Um grande problema em aberto na ciência da computação teórica é P
versus NP, um dos sete Problemas do Prêmio Millennium.[136]

Biologia
Ver artigo principal: Biologia matemática e teórica

A pele deste baiacu gigante exibe um padrão de


Turing, que pode ser modelado por sistemas de reação-difusão
A biologia utiliza extensivamente a probabilidade, como por exemplo
na ecologia ou na neurobiologia.[137] A maior parte do debate sobre
probabilidade em biologia, entretanto, centra-se no conceito de aptidão
evolutiva.[137]

A ecologia usa amplamente a modelagem para simular a dinâmica


populacional,[137][138] estudar ecossistemas como o modelo predador-presa, medir
a difusão da poluição,[139] ou para avaliar as mudanças climáticas.[140] A dinâmica
de uma população pode ser modelada por equações diferenciais acopladas,
como as equações de Lotka-Volterra.[141] No entanto, existe o problema
da validação do modelo. Isto é particularmente grave quando os resultados da
modelização influenciam as decisões políticas; a existência de modelos
contraditórios poderia permitir às nações escolher o modelo mais favorável.[142]

Ciências sociais
Ver artigo principal: Ciências sociais
As áreas da matemática utilizadas nas ciências
sociais incluem probabilidade/estatística e equações diferenciais, que são
usadas em linguística, economia, sociologia[143] e psicologia.[144]
Curvas de oferta e demanda, como esta, são um
elemento básico da economia matemática.
O postulado fundamental da economia matemática é o do ator individual
racional – Homo economicus (lit. "homem econômico").[145] Neste modelo, o
indivíduo busca maximizar seu interesse próprio[145] e sempre faz escolhas
ótimas usando informações perfeitas.[146] Contudo, muitas pessoas rejeitaram ou
criticaram o conceito.[146] Economistas observam que pessoas reais têm
informações limitadas, fazem escolhas erradas e se preocupam com a justiça,
o altruísmo e não apenas com o ganho pessoal.[146]

No início do século XX, houve um desenvolvimento no sentido de expressar


movimentos históricos através de fórmulas. Por exemplo, em 1922, Nikolai
Kondratiev discerniu o ciclo Kondratiev de aproximadamente 50 anos, que
explica fases de crescimento ou de crise econômica.[147] No final do século XIX,
Nicolas-Remi Brück e Charles Henri Lagrange estenderam suas análises
à geopolítica.[148] Desde a década de 1990, o antropólogo evolucionário russo-
americano,Peter Turchin trabalha no desenvolvimento da cliodinâmica.[149]

Mesmo assim, a matematização das ciências sociais não é isenta de perigos.


No polêmico livro Imposturas
Intelectuais (1997), Sokal e Bricmont denunciaram o uso infundado ou abusivo
de terminologia científica, especialmente da matemática ou da física, nas
ciências sociais.[150]

Relação com astrologia e esoterismo


Alguns matemáticos renomados também foram
considerados astrólogos renomados; por exemplo, Ptolomeu, astrônomos
árabes, Regiomontano, Cardano, Kepler, ou John Dee. Na Idade Média,
a astrologia era considerada uma ciência que incluía a matemática. Em sua
enciclopédia, o físico suíço Theodor Zwinger escreveu que a astrologia era
uma ciência matemática que estudava o "movimento ativo dos corpos à medida
que agem sobre outros corpos" e reservou à matemática a necessidade de
“calcular com probabilidade as influências [das estrelas]” para prever suas
“conjunções e oposições”.[151] Atualmente, no entanto, a astrologia não é mais
considerada uma ciência, mas sim uma pseudociência.[152]
Filosofia
Ver artigo principal: Filosofia da matemática
Realidade
A conexão entre a matemática e a realidade material levou a debates
filosóficos pelo menos desde a época de Pitágoras. O antigo
filósofo Platão argumentou que as abstrações que refletem a realidade material
têm elas próprias uma realidade que existe fora do espaço e do tempo. Como
resultado, a visão filosófica de que os objetos matemáticos existem de alguma
forma por si mesmos na abstração é muitas vezes referida como platonismo.
Independentemente das suas possíveis opiniões filosóficas, os matemáticos
modernos podem ser geralmente considerados platônicos, uma vez que
pensam e falam dos seus objetos de estudo como objetos reais.[153]

O matemático suíço Armand Borel resumiu esta visão da realidade matemática


da seguinte forma, e forneceu citações de G. H. Hardy, Charles Hermite, Henri
Poincaré e Albert Einstein que apoiam seus pontos de vista.[129]

Algo se torna objetivo (em oposição a "subjetivo") assim que estamos


convencidos de que existe nas mentes dos outros da mesma forma que existe
nas nossas e que podemos pensar sobre isso e discuti-lo juntos.[154] Como a
linguagem da matemática é tão precisa, ela é ideal para definir conceitos para
os quais existe tal consenso. Na minha opinião, isso é suficiente para nos
fornecer um sentimento de uma existência objetiva, de uma realidade
matemática...
Entretanto, o platonismo e as visões concorrentes sobre a abstração não
explicam necessariamente a eficácia irracional da matemática.[155]

Definições propostas
Não existe um consenso geral sobre uma definição de matemática ou o
seu estatuto epistemológico — isto é, o seu lugar entre outras atividades
humanas.[156][157] Muitos matemáticos profissionais não têm interesse em uma
definição ou consideram a matemática como algo indefinível.[156] Sequer há
consenso sobre se a matemática pode ser considerada uma arte ou
uma ciência.[157] Alguns estudiosos apenas dizem que a “matemática é o que os
matemáticos fazem”.[156] Isto faz sentido, pois existe um forte consenso entre
eles sobre o que a matemática é e não é. A maioria das definições propostas
tenta definir a matemática pelo seu objeto de estudo.[158]

Aristóteles definiu a matemática como “a ciência da quantidade” e esta


definição prevaleceu até o século XVIII. No entanto, ele também observou que
o foco apenas na quantidade pode não distinguir a matemática de ciências
como a física; em sua opinião, a abstração e o estudo da quantidade como
uma propriedade "separável no pensamento" das instâncias reais diferenciam a
matemática.[159] No século XIX, quando os matemáticos começaram a abordar
temas que não têm uma relação clara com a realidade física, como
os conjuntos infinitos, foram dadas uma variedade de novas definições.[160]
Outra abordagem para definir matemática é fazer uso de seus métodos. Assim,
uma área de estudo pode ser qualificada como matemática desde que possa
provar teoremas, ou seja, afirmações cuja validade depende de uma prova, isto
é, de uma dedução puramente lógica.[161] Outros, no entanto, assumem a
perspectiva de que a matemática é uma investigação da teoria axiomática dos
conjuntos, já que este estudo é atualmente uma disciplina fundamental para
grande parte da matemática moderna.[162]

Rigor
O raciocínio matemático requer rigor. Isso significa que as definições devem
ser absolutamente inequívocas e as provas devem ser redutíveis a uma
sucessão de aplicações de regras de inferência,[g] sem qualquer uso de
evidência empírica e intuição.[h][163] O raciocínio rigoroso não é específico da
matemática, mas o padrão de rigor é muito mais alto do que em outros campos
de estudo. Apesar da concisão da matemática, provas rigorosas podem exigir
centenas de páginas para serem expressas. O surgimento de provas assistidas
por computador permitiu que os comprimentos das provas se expandissem
ainda mais,[i][164] como o teorema de Feit-Thompson de 255 páginas.[j] O
resultado desta tendência é uma filosofia da prova quase empirista, mas que
não pode ser considerada infalível.[9]

O conceito de rigor na matemática remonta à Grécia Antiga, onde a sociedade


incentivava o raciocínio lógico e dedutivo. No entanto, o rigor tenderia a
desencorajar a exploração de novas abordagens, tais como números
irracionais e conceitos de infinito. O método de demonstração de provas
rigorosas foi aprimorado ao longo do século XVI através do uso de notação
simbólica. Durante o século XVIII, a transição social permitiu que os
matemáticos passassem a ganhar seu sustento através do ensino, o que levou
a uma reflexão mais cuidadosa sobre os conceitos subjacentes à matemática e
produziu abordagens mais rigorosas durante a transição de métodos
geométricos para provas algébricas e depois aritméticas.[9]

No final do século XIX, parecia que as definições dos conceitos básicos da


matemática não eram suficientemente precisas para evitar paradoxos
(geometria não euclidiana e função de Weierstrass) e contradições (paradoxo
de Russell), o que foi resolvido pela inclusão de axiomas nas regras de
inferência apodítica das teorias matemáticas; a reintrodução do método
axiomático iniciado pelos antigos gregos antigos.[9] "Rigor" não é mais um
conceito relevante em matemática, pois uma prova ou é correta ou é errônea,
sendo que uma "prova rigorosa" é simplesmente um pleonasmo. Onde um
conceito especial de rigor é aceito é nos aspectos socializados de uma prova,
onde pode ser comprovadamente refutado por outros matemáticos. Depois de
uma prova ter sido aceita por muitos anos ou mesmo décadas, ela pode então
ser considerada confiável.[165] No entanto, o conceito de “rigor” ainda pode
continuar sendo útil para ensinar aos iniciantes o que é uma prova matemática.
[166]

Treinamento e prática
Educação
Ver artigos principais: Educação matemática e STEM
A matemática tem uma capacidade evidente de cruzar fronteiras culturais e
períodos de tempo. Como atividade humana, a prática da matemática tem um
aspecto social, que inclui educação, profissão, reconhecimento, popularização
e assim por diante. Na educação, a matemática é uma parte central do
currículo e constitui um elemento importante das disciplinas acadêmicas do
grupo STEM. Carreiras proeminentes para matemáticos profissionais
incluem professor de matemática, estatístico, atuário, analista
financeiro, economista, contador, consultor de informática, entre outras.[167]

Evidências arqueológicas mostram que o ensino da matemática ocorreu já


no segundo milênio a.C., na antiga Babilônia.[168] Evidências comparáveis foram
descobertas nos escribas no Antigo Oriente Próximo e depois no mundo greco-
romano, começando por volta do ano 300 a.C..[169] O livro didático de
matemática mais antigo conhecido é o Papiro de Rhind, datado de c. 1650
a.C. no Egito Antigo.[170] Devido à escassez de livros, os ensinamentos
matemáticos na Índia Antiga foram repassados através da tradição
oral memorizada desde o período védico (c. 1500-500 a.C.).[171] Na China
Imperial, durante a dinastia Tang (618-907 d.C.), um currículo de matemática
foi adotado para concursos públicos para ingressar na burocracia estatal.[172]

Após a Idade das Trevas, a educação matemática na Europa era ministrada


por escolas religiosas como parte do Quadrívio. A instrução formal
em pedagogia começou nas escolas jesuítas ao longo dos séculos XVI e XVII.
A maior parte do currículo matemático, no entanto, permaneceu em um nível
básico e prático até o século XIX, quando começou a florescer na França e
na Alemanha. O periódico mais antigo abordando o ensino de matemática
foi L'Enseignement Mathématique, que começou a ser publicado no ano de
1899.[173] Os avanços do mundo ocidental na ciência e na tecnologia levaram ao
estabelecimento de sistemas educativos centralizados em muitos Estados-
nação, sendo a matemática um componente central — inicialmente por conta
das suas aplicações militares.[174] Embora o conteúdo dos cursos varie,
atualmente quase todos os países ensinam matemática aos seus alunos.[175]

Durante a escola, as capacidades matemáticas e as expectativas positivas têm


uma forte associação com o interesse profissional na área. Fatores
extrínsecos, como apoio de professores, pais e grupos de pares, podem
influenciar o nível de interesse pela matemática.[176] Alguns alunos que estudam
matemática podem desenvolver apreensão ou medo em relação ao seu
desempenho na matéria, o que é conhecido como ansiedade matemática ou
fobia matemática e é considerado o mais proeminente dos distúrbios que
afetam o desempenho acadêmico. Isto pode se desenvolver devido a vários
fatores, como atitudes dos pais e professores, estereótipos sociais e
características pessoais. A ajuda para neutralizar este problema pode advir de
mudanças nas abordagens instrucionais, de interações com pais e professores
e de tratamentos personalizados para cada estudante.[177]

Psicologia (estética, criatividade e intuição)


A validade de um teorema matemático depende apenas do rigor da sua prova,
que teoricamente poderia ser feita automaticamente por um programa de
computador. Isto não significa que não há lugar para criatividade num trabalho
matemático. Pelo contrário, muitos resultados matemáticos importantes
(teoremas) são soluções de problemas que outros matemáticos não
conseguiram resolver e a invenção de uma forma de resolução pode ser uma
forma fundamental do processo de resolução.[178][179] Um exemplo extremo é o
teorema de Roger Apéry, cujo autor forneceu apenas as ideias para uma prova
e a prova formal foi dada apenas alguns meses depois por três outros
matemáticos.[180]

A criatividade e o rigor não são os únicos aspectos psicológicos da atividade


dos matemáticos. Alguns deles podem ver a sua atividade como um jogo. Este
aspecto da atividade matemática é enfatizado na matemática recreativa.[181] Os
matemáticos podem encontrar um valor estético para o seu campo de estudo.
Assim como a beleza, a matemática é difícil de definir, está comumente
relacionada à elegância, que envolve qualidades
como simplicidade, simetria, completude e generalidade. G. H. Hardy, em sua
obra Apologia do Matemático, expressou a crença de que as considerações
estéticas são, em si, suficientes para justificar o estudo da matemática pura.
Ele também identificou outros critérios, como significância, imprevisibilidade e
inevitabilidade, que contribuem para a estética matemática.[182] Paul
Erdős expressou este sentimento de forma mais irônica ao falar de "O Livro",
uma suposta coleção divina das mais belas provas. A obra literária Provas
conforme O Livro de 1998, inspirado no livro de Erdős, é uma coleção de
argumentos matemáticos particularmente sucintos e reveladores. Alguns
exemplos de resultados particularmente elegantes incluídos são a prova de
Euclides de que existem infinitos números primos e a transformada rápida de
Fourier para análise harmônica.[183]

Alguns acham que considerar a matemática uma ciência é subestimar a sua


arte e história nas sete artes liberais tradicionais.[184] Uma forma desta diferença
de ponto de vista se manifestar é no debate filosófico sobre se os resultados
matemáticos são criados (como na arte) ou descobertos (como na ciência).[129]

Impacto cultural
Expressão artística

Fractal com simetria de escala e simetria central


Notas musicais que soam bem juntas para um ouvido ocidental são sons
cujas frequências fundamentais de vibração estão em proporções simples. Por
exemplo, uma oitava duplica a frequência e uma quinta justa multiplica-a por .
[185][186]

Os humanos, assim como alguns outros animais, consideram os padrões


simétricos mais bonitos.[187] Matematicamente, as simetrias de um objeto
formam um grupo conhecido como grupo de simetria.[188]

Por exemplo, o grupo subjacente à simetria do espelho é o grupo cíclico de


dois elementos, . Um teste de Rorschach é uma figura invariante por esta
simetria,[189] assim como os corpos de borboletas e animais em geral (pelo
menos na superfície).[190] As ondas na superfície do mar possuem simetria de
translação: mover o ponto de vista pela distância entre as cristas das ondas
não altera a visão do mar. Fractais possuem autossimilaridade.[191][192]

Popularização
A matemática popular é o ato de apresentar a matemática sem termos
técnicos.[193] Apresentar matemática pode ser difícil, uma vez que o público em
geral sofre de ansiedade matemática e os objetos matemáticos são altamente
abstratos.[194] No entanto, a escrita matemática popular pode superar isto
usando aplicativos ou referências culturais.[195]

Prêmios

A frente da Medalha Fields com uma ilustração


do polímata grego Arquimedes
O prêmio de maior prestígio em matemática é a Medalha Fields,[196][197] criada em
1936 e concedida a cada quatro anos (exceto por volta da Segunda Guerra
Mundial) a até quatro indivíduos.[198][199] É considerado o equivalente matemático
do Prêmio Nobel.[199]

Outros prêmios de matemática de prestígio incluem:[200]

 O Prêmio Abel, instituído em 2002[201] e concedido pela primeira vez em


2003;[202]
 A Medalha Chern pelo conjunto da obra, introduzida em 2009[203] e
concedida pela primeira vez em 2010;[204]
 O Prêmio AMS Leroy P. Steele, concedido desde 1970;[205]
 O Prêmio Wolf de Matemática, também pelo conjunto da obra,[206] instituído
em 1978.[207]
Uma famosa lista de 23 problemas em aberto, chamada "problemas de Hilbert",
foi compilada em 1900 pelo matemático alemão David Hilbert.[208] Esta lista
alcançou grande celebridade entre os matemáticos[209] e, desde 2022, pelo
menos treze dos problemas (dependendo de como alguns são interpretados)
foram resolvidos.[208]

Uma nova lista de sete problemas importantes, intitulada "Problemas do Prêmio


Millennium", foi publicada no ano 2000. Apenas uma delas, a Hipótese de
Riemann, duplica um dos problemas de Hilbert. Uma solução para qualquer um
desres problemas acarreta uma recompensa de 1 milhão de dólares.[210] Até
hoje, apenas um destes problemas, a Conjectura de Poincaré, foi resolvido.[211]

Ver também
 Lista de constantes matemáticas
Notas e referências
Notas
1. Aqui, álgebra é tomada em seu sentido moderno, que é, grosso modo, a arte
de manipular fórmulas.
2. Este significado pode ser encontrado na obra República de Platão, Livro 6,
Seção 510c.[11] No entanto, Platão não usou uma palavra “matemática”;
Aristóteles fez isto, comentando sobre isso.[12][13]
3. Isso inclui seções cônicass, que são interseções de cilindros circulares e
planos.
4. No entanto, alguns métodos avançados de análise são por vezes utilizados;
por exemplo, métodos de análise complexa aplicados à função geradora.
5. Como outras ciências matemáticas, como física e ciência da computação, a
estatística é uma disciplina autônoma e não um ramo da matemática aplicada.
Assim como os físicos pesquisadores e os cientistas da computação, os
estatísticos pesquisadores são cientistas matemáticos. Muitos estatísticos são
formados em matemática e alguns estatísticos também são matemáticos.
6. Ada Lovelace é conhecida por ter escrito, na década de 1840, o primeiro
programa de computador em colaboração com Charles Babbage
7. Isto não significa tornar explícitas todas as regras de inferência utilizadas.
Pelo contrário, isto geralmente é impossível, sem computadores e assistentes
de prova. Mesmo com esta tecnologia moderna, podem ser necessários anos
de trabalho humano para redigir uma prova matemática completamente
detalhada.
8. Isto não significa que a evidência empírica e a intuição não sejam necessárias
para escolher os teoremas a provar e para os provar.
9. Para considerar como confiável um grande cálculo que ocorre em uma prova,
geralmente são necessários dois cálculos usando um software independente
10. O livro que contém a prova completa tem mais de mil páginas.

Referências
1. «Mathematics (noun)». Oxford English Dictionary. Oxford University Press.
Consultado em 17 de janeiro de 2024
2. Kneebone, G. T. (1963). «Traditional Logic». Mathematical Logic and the
Foundations of Mathematics: An Introductory Survey. [S.l.]: D. Van Nostard
Company. LCCN 62019535. MR 0150021. OCLC 792731
3. LaTorre, Donald R.; Kenelly, John W.; Reed, Iris B.; Carpenter, Laurel R.;
Harris, Cynthia R.; Biggers (2008). «Models and Functions». Calculus
Concepts: An Applied Approach to the Mathematics of Change 4th ed.
[S.l.]: Houghton Mifflin Company. ISBN 978-0-618-78983-
2. LCCN 2006935429. OCLC 125397884
4. Hipólito, Inês Viegas (15 de agosto de 2015). «Abstract Cognition and the
Nature of Mathematical Proof». In: Kanzian; Mitterer; Neges. Realismus –
Relativismus – Konstruktivismus: Beiträge des 38. Internationalen Wittgenstein
Symposiums (PDF) (em alemão e inglês). 23. Kirchberg am Wechsel, Austria:
Austrian Ludwig Wittgenstein Society. pp. 132–134. ISSN 1022-
3398. OCLC 236026294. Consultado em 17 de janeiro de 2024. Cópia
arquivada (PDF) em 7 de novembro de 2022 (at ResearchGate Arquivado
em 2022-11-05 no Wayback Machine)
5. Peterson 1988, p. 12.
6. Wigner, Eugene (1960). «The Unreasonable Effectiveness of Mathematics in
the Natural Sciences». Communications on Pure and Applied
Mathematics. 13 (1): 1–
14. Bibcode:1960CPAM...13....1W. doi:10.1002/cpa.3160130102. Cópia
arquivada em 28 de fevereiro de 2011
7. Wise, David. «Eudoxus' Influence on Euclid's Elements with a close look at
The Method of Exhaustion». Universidade da Geórgia. Consultado em 18 de
janeiro de 2024. Arquivado do original em 1 de junho de 2019
8. Alexander, Amir (setembro de 2011). «The Skeleton in the Closet: Should
Historians of Science Care about the History of Mathematics?». Isis. 102 (3):
475–480. ISSN 0021-1753. MR 2884913. PMID 22073771. do
i:10.1086/661620
9. Kleiner, Israel (dezembro de 1991). «Rigor and Proof in Mathematics: A
Historical Perspective». Taylor & Francis, Ltd. Mathematics Magazine. 64 (5):
291–314. ISSN 0025-570X. JSTOR 2690647. LCCN 47003192. MR 114155
7. OCLC 1756877. doi:10.1080/0025570X.1991.11977625
10. Harper, Douglas (28 de março de 2019). Mathematic (n.). Consultado em 25
de janeiro de 2024. Arquivado do original em 7 de março de 2013
11. Plato. Republic, Book 6, Section 510c. [S.l.: s.n.] Consultado em 2 de
fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2021
12. Liddell, Henry George; Scott, Robert (1940). A Greek–English
Lexicon. Clarendon Press
13. Harper, Douglas (20 de abril de 2022). «Mathematics (n.)». Online Etymology
Dictionary. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
14. Harper, Douglas (22 de dezembro de 2018). Mathematical (adj.). Consultado
em 25 de janeiro de 2024. Arquivado do original em 26 de novembro de 2022
15. Perisho, Margaret W. (1965). «The Etymology of Mathematical Terms». Pi Mu
Epsilon Journal. 4 (2): 62–66. ISSN 0031-
952X. JSTOR 24338341. LCCN 58015848. OCLC 1762376
16. Boas, Ralph P. (1995). «What Augustine Didn't Say About Mathematicians».
In: Alexanderson; Mugler, Dale H. Lion Hunting and Other Mathematical
Pursuits: A Collection of Mathematics, Verse, and Stories. [S.l.]: Mathematical
Association of America. ISBN 978-0-88385-323-
8. LCCN 94078313. OCLC 633018890
17. Bell, E. T. (1945). «General Prospectus». The Development of
Mathematics 2nd ed. [S.l.]: Dover Publications. ISBN 978-0-486-27239-
9. LCCN 45010599. OCLC 523284
18. Tiwari, Sarju (1992). «A Mirror of Civilization». Mathematics in History,
Culture, Philosophy, and Science 1st ed. Nova Deli: Mittal
Publications. ISBN 978-81-7099-404-6. LCCN 92909575. OCLC 28115124
19. Restivo, Sal (1992). «Mathematics from the Ground Up». In: Bunge,
Mario. Mathematics in Society and History. Col: Episteme. 20. [S.l.]: Kluwer
Academic Publishers. ISBN 0-7923-1765-
3. LCCN 25709270. OCLC 92013695
20. Musielak, Dora (2022). Leonhard Euler and the Foundations of Celestial
Mechanics. Col: History of Physics. [S.l.]: Springer International
Publishing. ISBN 978-3-031-12321-4. ISSN 2730-7549. OCLC 1332780664.
doi:10.1007/978-3-031-12322-1
21. Biggs, N. L. (Maio de 1979). «The roots of combinatorics». Historia
Mathematica. 6 (2): 109–136. ISSN 0315-
0860. LCCN 75642280. OCLC 2240703. doi:10.1016/0315-0860(79)90074-0
22. Warner, Evan. «Splash Talk: The Foundational Crisis of
Mathematics» (PDF). Universidade Columbia. Consultado em 3 de fevereiro de
2024. Arquivado do original (PDF) em 22 de março de 2023
23. Dunne, Edward; Hulek, Klaus (Março de 2020). «Mathematics Subject
Classification 2020» (PDF). Notices of the American Mathematical
Society. 67 (3): 410–411. ISSN 0002-
9920. LCCN sf77000404. OCLC 1480366. doi:10.1090/noti2052 .
Consultado em 3 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada (PDF) em 3 de agosto
de 2021
24. «MSC2020-Mathematics Subject Classification System» (PDF). zbMath.
Associate Editors of Mathematical Reviews and zbMATH. Consultado em 3 de
fevereiro de 2024. Arquivado do original (PDF) em 2 de janeiro de 2024
25. LeVeque, William J. (1977). «Introduction». Fundamentals of Number Theory.
[S.l.]: Addison-Wesley Publishing Company. pp. 1–30. ISBN 0-201-04287-
8. LCCN 76055645. OCLC 3519779
26. Goldman, Jay R. (1998). «The Founding Fathers». The Queen of
Mathematics: A Historically Motivated Guide to Number Theory. Wellesley, MA:
A K Peters. pp. 2–3. ISBN 1-56881-006-
7. LCCN 94020017. OCLC 30437959. doi:10.1201/9781439864623
27. Weil, André (1983). Number Theory: An Approach Through History From
Hammurapi to Legendre. [S.l.]: Birkhäuser Boston. pp. 2–3. ISBN 0-8176-
3141-0. LCCN 83011857. OCLC 9576587. doi:10.1007/978-0-8176-4571-7
28. Kleiner, Israel (março de 2000). «From Fermat to Wiles: Fermat's Last
Theorem Becomes a Theorem». Elemente der Mathematik. 55 (1): 19–
37. ISSN 0013-6018. LCCN 66083524. OCLC 1567783. doi:10.1007/PL0000
0079
29. Wang, Yuan (2002). The Goldbach Conjecture. Col: Series in Pure
Mathematics. 4 2nd ed. [S.l.]: World Scientific. pp. 1–18. ISBN 981-238-159-
7. LCCN 2003268597. OCLC 51533750. doi:10.1142/5096
30. Straume, Eldar (4 de setembro de 2014). «A Survey of the Development of
Geometry up to 1870». arXiv:1409.1140 [[Link]]
31. Hilbert, David (1902). The Foundations of Geometry. [S.l.]: Open Court
Publishing
Company. LCCN 02019303. OCLC 996838. doi:10.1126/science.16.399.307.
Consultado em 6 de fevereiro de 2024
32. Hartshorne, Robin (2000). «Euclid's Geometry». Geometry: Euclid and
Beyond. [S.l.]: Springer New York. pp. 9–13. ISBN 0-387-98650-
2. LCCN 99044789. OCLC 42290188. Consultado em 7 de fevereiro de 2024
33. Boyer, Carl B. (2004). «Fermat and Descartes». History of Analytic Geometry.
[S.l.]: Dover Publications. pp. 74–102. ISBN 0-486-43832-
5. LCCN 2004056235. OCLC 56317813
34. Stump, David J. (1997). «Reconstructing the Unity of Mathematics circa
1900» (PDF). Perspectives on Science. 5 (3): 383–417. ISSN 1063-
6145. LCCN 94657506. OCLC 26085129. doi:10.1162/posc_a_00532.
Consultado em 8 de fevereiro de 2024
35. O'Connor, J. J.; Robertson, E. F. (Fevereiro de 1996). «Non-Euclidean
geometry». Escócia. Universidade de St. Andrews. Consultado em 8 de
fevereiro de 2024 [ligação inativa]
36. Joyner, David (2008). «The (legal) Rubik's Cube group». Adventures in Group
Theory: Rubik's Cube, Merlin's Machine, and Other Mathematical Toys 2nd ed.
[S.l.]: Johns Hopkins University. pp. 219–232. ISBN 978-0-8018-9012-
3. LCCN 2008011322. OCLC 213765703
37. Christianidis, Jean; Oaks, Jeffrey (Maio de 2013). «Practicing algebra in late
antiquity: The problem-solving of Diophantus of Alexandria». Historia
Mathematica. 40 (2): 127–163. ISSN 0315-
0860. LCCN 75642280. OCLC 2240703. doi:10.1016/[Link].2012.09.001
38. Kleiner 2007, "History of Classical Algebra" pp. 3–5.
39. Lim, Lisa (21 de dezembro de 2018). «Where the x we use in algebra came
from, and the X in Xmas». South China Morning Post. Consultado em 8 de
fevereiro de 2024. Arquivado do original em 22 de dezembro de 2018
40. Oaks, Jeffery A. (2018). «François Viète's revolution in
algebra» (PDF). Archive for History of Exact Sciences. 72 (3): 245–
302. ISSN 0003-9519. LCCN 63024699. OCLC 1482042. doi:10.1007/
s00407-018-0208-0. Consultado em 8 de fevereiro de 2024. Cópia
arquivada (PDF) em 8 de novembro de 2022
41. Kleiner 2007, "History of Linear Algebra" pp. 79–101.
42. Corry, Leo (2004). «Emmy Noether: Ideals and Structures». Modern Algebra
and the Rise of Mathematical Structures 2ª revisada ed. Alemanha: Birkhäuser
Basel. pp. 247–252. ISBN 3-7643-7002-
5. LCCN 2004556211. OCLC 51234417. Consultado em 8 de fevereiro de
2024
43. Riche, Jacques (2007). «From Universal Algebra to Universal Logic». In:
Beziau; Costa-Leite. Perspectives on Universal Logic. Milano, Italy: Polimetrica
International Scientific Publisher. pp. 3–39. ISBN 978-88-7699-077-
9. OCLC 647049731. Consultado em 8 de fevereiro de 2024
44. Krömer, Ralph (2007). Tool and Object: A History and Philosophy of Category
Theory. Col: Science Networks - Historical Studies. 32. Alemanha: Springer
Science & Business Media. pp. xxi–xxv, 1–91. ISBN 978-3-7643-7523-
2. LCCN 2007920230. OCLC 85242858. Consultado em 8 de fevereiro de
2024
45. Guicciardini, Niccolo (2017). «The Newton–Leibniz Calculus Controversy,
1708–1730». In: Schliesser; Smeenk. The Oxford Handbook of Newton (PDF).
Col: Oxford Handbooks. [S.l.]: Oxford University Press. ISBN 978-0-19-
993041-8. OCLC 975829354. doi:10.1093/oxfordhb/9780199930418.013.9.
Consultado em 9 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada (PDF) em 9 de
novembro de 2022
46. O'Connor, J. J.; Robertson, E. F. (Setembro de 1998). MacTutor,
ed. «Leonhard Euler». Escócia. Universidade de St. Andrews. Consultado em
9 de fevereiro de 2024. Arquivado do original em 9 de novembro de 2022
47. Franklin, James (Julho de 2017). «Discrete and Continuous: A Fundamental
Dichotomy in Mathematics». Journal of Humanistic Mathematics. 7 (2): 355–
378. ISSN 2159-8118. LCCN 2011202231. OCLC 700943261. doi:10.5642/
jhummath.201702.18 . Consultado em 9 de fevereiro de 2024
48. Maurer, Stephen B. (1997). «What is Discrete Mathematics? The Many
Answers». In: Rosenstein; Franzblau; Roberts. Discrete Mathematics in the
Schools. Col: DIMACS: Series in Discrete Mathematics and Theoretical
Computer Science. 36. [S.l.]: American Mathematical Society. pp. 121–
124. ISBN 0-8218-0448-0. ISSN 1052-1798. LCCN 97023277. OCLC 371411
46. doi:10.1090/dimacs/036/13
49. Hales, Thomas C. (2014). «Turing's Legacy: Developments from Turing's
Ideas in Logic». In: Downey, Rod. Turing's Legacy. Col: Lecture Notes in
Logic. 42. [S.l.]: Cambridge University Press. pp. 260–261. ISBN 978-1-107-
04348-0. LCCN 2014000240. OCLC 867717052. doi:10.1017/
CBO9781107338579.001
50. Sipser, Michael (Julho de 1992). The History and Status of the P versus NP
Question. STOC '92: Proceedings of the twenty-fourth annual ACM symposium
on Theory of Computing. pp. 603–618. doi:10.1145/129712.129771
51. Ewald, William (17 de novembro de 2018). «The Emergence of First-Order
Logic». Stanford Encyclopedia of Philosophy. Consultado em 2 de novembro
de 2022. Arquivado do original em 12 de maio de 2021
52. Ferreirós, José (18 de junho de 2020). «The Early Development of Set
Theory». Stanford Encyclopedia of Philosophy. Consultado em 2 de novembro
de 2022. Arquivado do original em 12 de maio de 2021
53. Ferreirós, José (2001). «The Road to Modern Logic—An
Interpretation» (PDF). Bulletin of Symbolic Logic. 7 (4): 441–
484. JSTOR 2687794. doi:10.2307/2687794. Consultado em 11 de novembro
de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 2 de fevereiro de 2023
54. Wolchover, Natalie (3 de dezembro de 2013). «Dispute over Infinity Divides
Mathematicians». Scientific American. Consultado em 1 de novembro de
2022. Arquivado do original em 2 de novembro de 2022
55. Zhuang, C. «Wittgenstein's analysis on Cantor's diagonal
argument». PhilArchive. Consultado em 18 de novembro de 2022
56. Avigad, Jeremy; Reck, Erich H. (11 de dezembro de 2001). «"Clarifying the
nature of the infinite": the development of metamathematics and proof
theory» (PDF). Carnegie Mellon Technical Report CMU-PHIL-120. Consultado
em 12 de novembro de 2022. Arquivado do original (PDF) em 9 de outubro de
2022
57. Hamilton, Alan G. (1982). Numbers, Sets and Axioms: The Apparatus of
Mathematics. [S.l.]: Cambridge University Press. pp. 3–4. ISBN 978-0-521-
28761-6. Consultado em 12 de novembro de 2022
58. Snapper, Ernst (Setembro de 1979). «The Three Crises in Mathematics:
Logicism, Intuitionism, and Formalism». Mathematics Magazine. 52 (4): 207–
216. JSTOR 2689412. doi:10.2307/2689412
59. Raatikainen, Panu (Outubro de 2005). «On the Philosophical Relevance of
Gödel's Incompleteness Theorems». Revue Internationale de
Philosophie. 59 (4): 513–534. JSTOR 23955909. doi:10.3917/rip.234.0513.
Consultado em 12 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 12 de
novembro de 2022
60. Moschovakis, Joan (4 de setembro de 2018). «Intuitionistic Logic». Stanford
Encyclopedia of Philosophy. Consultado em 12 de novembro de 2022.
Arquivado do original em 16 de dezembro de 2022
61. McCarty, Charles (2006). «At the Heart of Analysis: Intuitionism and
Philosophy». Philosophia Scientiæ, Cahier spécial 6: 81–
94. doi:10.4000/philosophiascientiae.411
62. Halpern, Joseph; Harper, Robert; Immerman, Neil; Kolaitis, Phokion; Vardi,
Moshe; Vianu, Victor (2001). «On the Unusual Effectiveness of Logic in
Computer Science» (PDF). Consultado em 15 de janeiro de 2021. Arquivado
do original (PDF) em 3 de março de 2021
63. Rouaud, Mathieu (Abril de 2017). Probability, Statistics and Estimation (PDF).
[S.l.: s.n.] Consultado em 13 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada (PDF) em
9 de outubro de 2022
64. Rao, C. Radhakrishna (1997). Statistics and Truth: Putting Chance to
Work 2nd ed. [S.l.]: World Scientific. pp. 3–17, 63–70. ISBN 981-02-3111-
3. LCCN 97010349. MR 1474730. OCLC 36597731
65. Rao, C. Radhakrishna (1981). «Foreword». In:
Arthanari; Dodge. Mathematical programming in statistics. Col: Wiley Series in
Probability and Mathematical Statistics. New York: Wiley. pp. vii–
viii. ISBN 978-0-471-08073-2. LCCN 80021637. MR 607328. OCLC 6707805
66. Whittle 1994, pp. 10–11, 14–18.
67. Marchuk, Gurii Ivanovich (abril de 2020). «G I Marchuk's plenary: ICM 1970».
School of Mathematics and Statistics, University of St Andrews, Scotland.
Consultado em 13 de novembro de 2022. Arquivado do original em 13 de
novembro de 2022
68. Johnson, Gary M.; Cavallini, John S. (Setembro de 1991). Phua, Kang Hoh;
Loe, Kia Fock, eds. Grand Challenges, High Performance Computing, and
Computational Science. Singapore Supercomputing Conference'90:
Supercomputing For Strategic Advantage. World Scientific.
p. 28. LCCN 91018998. Consultado em 13 de novembro de 2022
69. Trefethen, Lloyd N. (2008). «Numerical Analysis». In: Gowers,
Timothy; Barrow-Green, June; Leader, Imre. The Princeton Companion to
Mathematics (PDF). [S.l.]: Princeton University Press. pp. 604–615. ISBN 978-
0-691-11880-2. LCCN 2008020450. MR 2467561. OCLC 227205932.
Consultado em 15 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada (PDF) em 7 de
março de 2023
70. Dehaene, Stanislas; Dehaene-Lambertz, Ghislaine; Cohen, Laurent (Agosto
de 1998). «Abstract representations of numbers in the animal and human
brain». Trends in Neurosciences. 21 (8): 355–
361. PMID 9720604. doi:10.1016/S0166-2236(98)01263-6
71. See, for example, Wilder, Raymond L. Evolution of Mathematical Concepts;
an Elementary Study. [S.l.: s.n.]
72. Zaslavsky, Claudia (1999). Africa Counts: Number and Pattern in African
Culture. [S.l.]: Chicago Review Press. ISBN 978-1-61374-115-
3. OCLC 843204342
73. Kline 1990, Chapter 1.
74. Boyer 1991, "Mesopotamia" pp. 24–27.
75. Heath, Thomas Little (1981). A History of Greek Mathematics: From Thales to
Euclid. New York: Dover Publications. ISBN 978-0-486-24073-2
76. Mueller, I. (1969). «Euclid's Elements and the Axiomatic Method». The British
Journal for the Philosophy of Science. 20 (4): 289–309. ISSN 0007-
0882. JSTOR 686258. doi:10.1093/bjps/20.4.289
77. Boyer 1991, "Euclid of Alexandria" p. 119.
78. Boyer 1991, "Archimedes of Syracuse" p. 120.
79. Boyer 1991, "Archimedes of Syracuse" p. 130.
80. Boyer 1991, "Apollonius of Perga" p. 145.
81. Boyer 1991, "Greek Trigonometry and Mensuration" p. 162.
82. Boyer 1991, "Revival and Decline of Greek Mathematics" p. 180.
83. Ore, Øystein (1988). Number Theory and Its History. [S.l.]: Courier
Corporation. pp. 19–24. ISBN 978-0-486-65620-5. Consultado em 14 de
novembro de 2022
84. Singh, A. N. (Janeiro de 1936). «On the Use of Series in Hindu
Mathematics». Osiris. 1: 606–628. JSTOR 301627. doi:10.1086/368443
85. Kolachana, A.; Mahesh, K.; Ramasubramanian, K. (2019). «Use of series in
India». Studies in Indian Mathematics and Astronomy. Col: Sources and
Studies in the History of Mathematics and Physical Sciences. Singapore:
Springer. pp. 438–461. ISBN 978-981-13-7325-1. doi:10.1007/978-981-13-
7326-8_20
86. Saliba, George (1994). A history of Arabic astronomy: planetary theories
during the golden age of Islam. [S.l.]: New York University Press. ISBN 978-0-
8147-7962-0. OCLC 28723059
87. Faruqi, Yasmeen M. (2006). «Contributions of Islamic scholars to the scientific
enterprise». Shannon Research Press. International Education Journal. 7 (4):
391–399. Consultado em 14 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 14 de
novembro de 2022
88. Lorch, Richard (Junho de 2001). «Greek-Arabic-Latin: The Transmission of
Mathematical Texts in the Middle Ages» (PDF). Cambridge University
Press. Science in Context. 14 (1–2): 313–
331. doi:10.1017/S0269889701000114. Consultado em 5 de dezembro de
2022. Cópia arquivada (PDF) em 17 de dezembro de 2022
89. Finkel, B.F. (1897). «Biography- Leonard Euler». The American Mathematical
Monthly. 4 (12). 300 páginas
90. Archibald, Raymond Clare (Janeiro de 1949). «History of Mathematics After
the Sixteenth Century». The American Mathematical Monthly. Part 2: Outline
of the History of Mathematics. 56 (1): 35–
56. JSTOR 2304570. doi:10.2307/2304570
91. Sevryuk 2006, pp. 101–109.
92. Wolfram, Stephan (outubro de 2000). Mathematical Notation: Past and
Future. MathML and Math on the Web: MathML International Conference
2000, Urbana Champaign, USA. Consultado em 3 de fevereiro de 2024. Cópia
arquivada em 16 de novembro de 2022
93. Douglas, Heather; Headley, Marcia Gail; Hadden, Stephanie; LeFevre, Jo-
Anne (3 de dezembro de 2020). «Knowledge of Mathematical Symbols Goes
Beyond Numbers». Journal of Numerical Cognition. 6 (3): 322–
354. doi:10.5964/jnc.v6i3.293
94. Letourneau, Mary; Wright Sharp, Jennifer (outubro de 2017). «AMS Style
Guide» (PDF). American Mathematical Society. p. 75. Consultado em 3 de
fevereiro de 2024. Arquivado do original (PDF) em 8 de dezembro de 2022
95. Jansen, Anthony R.; Marriott, Kim; Yelland, Greg W. (2000). «Constituent
Structure in Mathematical Expressions» (PDF). Universidade da Califórnia em
Merced. Proceedings of the Annual Meeting of the Cognitive Science
Society. 22. OCLC 68713073. Consultado em 3 de fevereiro de 2024. Cópia
arquivada (PDF) em 16 de novembro de 2022
96. Rossi, Richard J. (2006). Theorems, Corollaries, Lemmas, and Methods of
Proof. Col: Pure and Applied Mathematics: A Wiley Series of Texts,
Monographs and Tracts. [S.l.]: John Wiley & Sons. pp. 1–14, 47–
48. ISBN 978-0-470-04295-3. LCCN 2006041609. OCLC 64085024
97. «Earliest Uses of Some Words of Mathematics». Escócia. Universidade de St.
Andrews. Consultado em 3 de fevereiro de 2024 [ligação inativa]
98. Silver, Daniel S. (dezembro de 2017). «The New Language of
Mathematics». Sigma Xi. The American Scientist. 105 (6): 364–
371. ISSN 0003-0996. LCCN 43020253. OCLC 1480717. do
i:10.1511/2017.105.6.364
99. Bellomo, Nicola; Preziosi, Luigi (22 de dezembro de 1994). Modelling
Mathematical Methods and Scientific Computation. Col: Mathematical
Modeling. 1. [S.l.]: CRC Press. ISBN 978-0-8493-8331-1. Consultado em 16
de novembro de 2022
100. Hennig, Christian (2010). «Mathematical Models and Reality: A
Constructivist Perspective». Foundations of Science. 15: 29–
48. doi:10.1007/s10699-009-9167-x. Consultado em 17 de novembro de 2022
101. Frigg, Roman; Hartmann, Stephan (4 de fevereiro de 2020). «Models in
Science». Stanford Encyclopedia of Philosophy. Consultado em 17 de
novembro de 2022. Cópia arquivada em 17 de novembro de 2022
102. Stewart, Ian (2018). «Mathematics, Maps, and Models». In: Wuppuluri;
Doria. The Map and the Territory: Exploring the Foundations of Science,
Thought and Reality. Col: The Frontiers Collection. [S.l.]: Springer. pp. 345–
356. ISBN 978-3-319-72478-2. doi:10.1007/978-3-319-72478-2_18
103. «The science checklist applied: Mathematics». Understanding
Science. Universidade da Califórnia em Berkeley. Consultado em 27 de
outubro de 2019. Arquivado do original em 27 de outubro de 2019
104. Mackay, A. L. (1991). Dictionary of Scientific Quotations. Londres:
Taylor & Francis. ISBN 978-0-7503-0106-0. Consultado em 19 de março de
2023
105. Bishop, Alan (1991). «Environmental activities and mathematical
culture». Mathematical Enculturation: A Cultural Perspective on Mathematics
Education. Norwell, Massachusetts: Kluwer Academic Publishers. pp. 20–
59. ISBN 978-0-7923-1270-3
106. Shasha, Dennis Elliot; Lazere, Cathy A. (1998). Out of Their Minds:
The Lives and Discoveries of 15 Great Computer Scientists. [S.l.]:
Springer. ISBN 978-0-387-98269-4
107. Nickles, Thomas (2013). «The Problem of Demarcation». Philosophy of
Pseudoscience: Reconsidering the Demarcation Problem. Chicago: The
University of Chicago Press. ISBN 978-0-226-05182-6
108. Pigliucci, Massimo (2014). «Are There 'Other' Ways of
Knowing?». Philosophy Now. Consultado em 6 de abril de 2020. Arquivado
do original em 13 de maio de 2020
109. Ferreirós, J. (2007). «Ό Θεὸς Άριθμητίζει: The Rise of Pure
Mathematics as Arithmetic with Gauss». In: Catherine Goldstein. The Shaping
of Arithmetic after C.F. Gauss's Disquisitiones Arithmeticae. [S.l.]: Springer
Science & Business Media. pp. 235–268. ISBN 978-3-540-34720-0
110. Kuhn, Thomas S. (1976). «Mathematical vs. Experimental Traditions in
the Development of Physical Science». The MIT Press. The Journal of
Interdisciplinary History. 7 (1): 1–31. JSTOR 202372. doi:10.2307/202372
111. Asper, Markus (2009). «The two cultures of mathematics in ancient
Greece». In: Robson; Stedall. The Oxford Handbook of the History of
Mathematics. Col: Oxford Handbooks in Mathematics. [S.l.]: OUP Oxford.
pp. 107–132. ISBN 978-0-19-921312-2
112. Gozwami, Pinkimani; Singh, Madan Mohan (2019). «Integer
Factorization Problem». In: Ahmad; Doja, M. N.; Udzir, Nur Izura; Singh, Manu
Pratap. Emerging Security Algorithms and Techniques. [S.l.]: CRC Press.
pp. 59–60. ISBN 978-0-8153-6145-9. LCCN 2019010556. OCLC 108222690
0
113. Maddy, P. (2008). «How applied mathematics became
pure» (PDF). The Review of Symbolic Logic. 1 (1): 16–
41. doi:10.1017/S1755020308080027. Consultado em 19 de novembro de
2022. Cópia arquivada (PDF) em 12 de agosto de 2017
114. Silver, Daniel S. (2017). «In Defense of Pure Mathematics». In:
Pitici. The Best Writing on Mathematics, 2016. [S.l.]: Princeton University
Press. pp. 17–26. ISBN 978-0-691-17529-4
115. Parshall, Karen Hunger (2022). «The American Mathematical Society
and Applied Mathematics from the 1920s to the 1950s: A Revisionist
Account». Bulletin of the American Mathematical Society. 59 (3): 405–
427. doi:10.1090/bull/1754 . Consultado em 20 de novembro de 2022. Cópia
arquivada em 20 de novembro de 2022
116. Stolz, Michael (2002). «The History Of Applied Mathematics And The
History Of Society». Synthese. 133: 43–57. doi:10.1023/A:1020823608217.
Consultado em 20 de novembro de 2022
117. Lin, C. C . (Março de 1976). «On the role of applied
mathematics». Advances in Mathematics. 19 (3): 267–288. doi:10.1016/0001-
8708(76)90024-4
118. Peressini, Anthony (Setembro de 1999). Applying Pure
Mathematics (PDF). Philosophy of Science. Proceedings of the 1998 Biennial
Meetings of the Philosophy of Science Association. Part I: Contributed
Papers. 66. pp. S1–S13. JSTOR 188757. Consultado em 30 de novembro de
2022. Cópia arquivada (PDF) em 2 de janeiro de 2024
119. Lützen, J. (2011). Mathematics meets physics: A contribution to their
interaction in the 19th and the first half of the 20th century. Verlag Harri
Deutsch. Consultado em 19 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 23 de
março de 2023
120. Marker, Dave (Julho de 1996). «Model theory and
exponentiation». Notices of the American Mathematical Society. 43 (7): 753–
759. Consultado em 19 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 13 de
março de 2014
121. Chen, Changbo; Maza, Marc Moreno (agosto de 2014). Cylindrical
Algebraic Decomposition in the RegularChains Library. International Congress
on Mathematical Software 2014. Lecture Notes in Computer Science. 8592.
Springer. doi:10.1007/978-3-662-44199-2_65. Consultado em 19 de novembro
de 2022
122. Pérez-Escobar, José Antonio; Sarikaya, Deniz (2021). «Purifying
applied mathematics and applying pure mathematics: how a late
Wittgensteinian perspective sheds light onto the dichotomy». European
Journal for Philosophy of Science. 12 (1): 1–22. doi:10.1007/s13194-021-
00435-9
123. Takase, M. (2014). «Pure Mathematics and Applied Mathematics are
Inseparably Intertwined: Observation of the Early Analysis of the Infinity». A
Mathematical Approach to Research Problems of Science and Technology.
Col: Mathematics for Industry. 5. Tokyo: Springer. pp. 393–399. ISBN 978-4-
431-55059-4. doi:10.1007/978-4-431-55060-0_29
124. Sarukkai, Sundar (10 de fevereiro de 2005). «Revisiting the
'unreasonable effectiveness' of mathematics». Current Science. 88 (3): 415–
423. JSTOR 24110208
125. Wagstaff, Jr., Samuel S. (2021). «History of Integer Factoring». In: Bos;
Stam. Computational Cryptography, Algorithmic Aspects of Cryptography, A
Tribute to AKL (PDF). Col: London Mathematical Society Lecture Notes Series
469. [S.l.]: Cambridge University Press. pp. 41–77. Consultado em 20 de
novembro de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 20 de novembro de 2022
126. «Curves: Ellipse». Universidade de St Andrews. Consultado em 20 de
novembro de 2022. Arquivado do original em 14 de outubro de 2022
127. Mukunth, Vasudevan (10 de setembro de 2015). «Beyond the Surface
of Einstein's Relativity Lay a Chimerical Geometry». The Wire. Consultado em
20 de novembro de 2022. Arquivado do original em 20 de novembro de 2022
128. Wilson, Edwin B.; Lewis, Gilbert N. (Novembro de 1912). «The Space-
Time Manifold of Relativity. The Non-Euclidean Geometry of Mechanics and
Electromagnetics». Proceedings of the American Academy of Arts and
Sciences. 48 (11): 389–507. JSTOR 20022840. doi:10.2307/20022840
129. Borel, Armand (1983). «Mathematics: Art and Science». Springer. The
Mathematical Intelligencer. 5 (4): 9–17. ISSN 1027-
488X. doi:10.4171/news/103/8
130. Hanson, Norwood Russell (novembro de 1961). «Discovering the
Positron (I)». The University of Chicago Press. The British Journal for the
Philosophy of Science. 12 (47): 194–
214. JSTOR 685207. doi:10.1093/bjps/xiii.49.54
131. Ginammi, Michele (Fevereiro de 2016). «Avoiding reification: Heuristic
effectiveness of mathematics and the prediction of the Ω– particle». Studies in
History and Philosophy of Science Part B: Studies in History and Philosophy of
Modern Physics. 53: 20–
27. Bibcode:2016SHPMP..53...20G. doi:10.1016/[Link].2015.12.001
132. Wagh, Sanjay Moreshwar; Deshpande, Dilip Abasaheb (27 de
setembro de 2012). Essentials of Physics (em inglês). [S.l.]: PHI Learning Pvt.
Ltd. ISBN 978-81-203-4642-0. Consultado em 3 de janeiro de 2023
133. Atiyah, Michael (1990). On the Work of Edward Witten (PDF).
Proceedings of the International Congress of Mathematicians. p. 31.
Consultado em 29 de dezembro de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 28 de
setembro de 2013
134. Borwein, J.; Borwein, P.; Girgensohn, R.; Parnes, S.
(1996). «Conclusion». [Link]. Arquivado do original em 21 de
janeiro de 2008
135. Hales, Thomas; Adams, Mark; Bauer, Gertrud; Dang, Tat Dat; Harrison,
John; Hoang, Le Truong; Kaliszyk, Cezary; Magron, Victor; Mclaughlin, Sean
(2017). «A Formal Proof of the Kepler Conjecture». Forum of Mathematics,
Pi (em inglês). 5: e2. ISSN 2050-5086. doi:10.1017/fmp.2017.1. Consultado
em 25 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2020
136. «P versus NP problem | mathematics». Britannica (em inglês).
Consultado em 29 de dezembro de 2022. Arquivado do original em 6 de
dezembro de 2022
137. Millstein, Roberta (8 de setembro de 2016). «Probability in Biology: The
Case of Fitness». In: Hájek, Alan; Hitchcock, Christopher. The Oxford
Handbook of Probability and Philosophy (PDF). [S.l.: s.n.] pp. 601–
622. doi:10.1093/oxfordhb/9780199607617.013.27. Consultado em 29 de
dezembro de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 7 de março de 2023
138. See for example Anne Laurent, Roland Gamet, Jérôme
Pantel, Tendances nouvelles en modélisation pour l'environnement, actes du
congrès «Programme environnement, vie et sociétés» 15-17 janvier 1996,
CNRS
139. Bouleau 1999, pp. 282–283.
140. Bouleau 1999, p. 285.
141. «1.4: The Lotka-Volterra Predator-Prey Model». Mathematics
LibreTexts (em inglês). 5 de janeiro de 2022. Consultado em 29 de dezembro
de 2022. Arquivado do original em 29 de dezembro de 2022
142. Bouleau 1999, p. 287.
143. Edling, Christofer R. (2002). «Mathematics in Sociology». Annual
Review of Sociology (em inglês). 28 (1): 197–220. ISSN 0360-
0572. doi:10.1146/[Link].28.110601.140942
144. Batchelder, William H. (1 de janeiro de 2015), Wright, James D.,
ed., Mathematical Psychology: History, ISBN 978-0-08-097087-5, Oxford:
Elsevier, pp. 808–815, consultado em 30 de setembro de 2023
145. Zak, Paul J. (2010). Moral Markets: The Critical Role of Values in the
Economy (em inglês). [S.l.]: Princeton University Press. ISBN 978-1-4008-
3736-6. Consultado em 3 de janeiro de 2023
146. Kim, Oliver W. (29 de maio de 2014). «Meet Homo Economicus». The
Harvard Crimson. Consultado em 29 de dezembro de 2022. Arquivado
do original em 29 de dezembro de 2022
147. «Kondratiev, Nikolai Dmitrievich |
[Link]». [Link]. Consultado em 29 de dezembro
de 2022. Arquivado do original em 1 de julho de 2016
148. «Mathématique de l'histoire-géometrie et cinématique. Lois de Brück.
Chronologie géodésique de la Bible., by Charles LAGRANGE et al. | The
Online Books Page». [Link]
149. «Cliodynamics: a science for predicting the future». ZDNET (em
inglês). Consultado em 29 de dezembro de 2022. Arquivado do original em 29
de dezembro de 2022
150. Sokal, Alan; Jean Bricmont (1998). Fashionable Nonsense. New York:
Picador. ISBN 978-0-312-19545-8. OCLC 39605994
151. Beaujouan, Guy (1994). Comprendre et maîtriser la nature au Moyen
Age: mélanges d'histoire des sciences offerts à Guy Beaujouan (em francês).
[S.l.]: Librairie Droz. ISBN 978-2-600-00040-6. Consultado em 3 de janeiro de
2023
152. «L'astrologie à l'épreuve : ça ne marche pas, ça n'a jamais marché ! /
Afis Science – Association française pour l'information scientifique». Afis
Science – Association française pour l’information scientifique (em francês).
Consultado em 28 de dezembro de 2022. Arquivado do original em 29 de
janeiro de 2023
153. Balaguer, Mark (2016). «Platonism in Metaphysics». In: Zalta, Edward
N. The Stanford Encyclopedia of Philosophy 2016 ed. Metaphysics Research
Lab, Stanford University. Consultado em 2 de abril de 2022. Arquivado
do original em 30 de janeiro de 2022
154. Ver White, L. (1947). «The locus of mathematical reality: An
anthropological footnote». Philosophy of Science. 14 (4): 289–
303. doi:10.1086/286957. 189303; also in Newman, J. R. (1956). The World of
Mathematics. 4. New York: Simon and Schuster. pp. 2348–2364
155. Dorato, Mauro (2005). «Why are laws mathematical?». The Software of
the Universe, An Introduction to the History and Philosophy of Laws of
Nature (PDF). [S.l.]: Ashgate. pp. 31–66. ISBN 978-0-7546-3994-7. Consultado
em 5 de dezembro de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 17 de agosto de 2023
156. Mura, Roberta (Dezembro de 1993). «Images of Mathematics Held by
University Teachers of Mathematical Sciences». Educational Studies in
Mathematics. 25 (4): 375–85. JSTOR 3482762. doi:10.1007/BF01273907
157. Tobies, Renate; Neunzert, Helmut (2012). Iris Runge: A Life at the
Crossroads of Mathematics, Science, and Industry. [S.l.]: Springer. ISBN 978-
3-0348-0229-1. Consultado em 20 de junho de 2015
158. Ziegler, Günter M.; Loos, Andreas (2 de novembro de 2017). "What is
Mathematics?" and why we should ask, where one should experience and
learn that, and how to teach it. Proceedings of the 13th International Congress
on Mathematical Education. ICME-13 Monographs. Springer. pp. 63–
77. ISBN 978-3-319-62596-6. doi:10.1007/978-3-319-62597-3_5
159. Franklin, James (2009). Philosophy of Mathematics. [S.l.]: Elsevier.
pp. 104–106. ISBN 978-0-08-093058-9. Consultado em 20 de junho de 2015
160. Cajori, Florian (1893). A History of Mathematics. [S.l.]: American
Mathematical Society (1991 reprint). pp. 285–286. ISBN 978-0-8218-2102-2.
Consultado em 20 de junho de 2015
161. Brown, Ronald; Porter, Timothy (Janeiro de 2000). «The Methodology
of Mathematics». The Mathematical Gazette. 79 (485): 321–
334. JSTOR 3618304. doi:10.2307/3618304. Consultado em 25 de novembro
de 2022. Cópia arquivada em 23 de março de 2023
162. Strauss, Danie (2011). «Defining mathematics». Acta
Academica. 43 (4): 1–28. Consultado em 25 de novembro de 2022
163. Hamami, Yacin (Junho de 2022). «Mathematical Rigor and
Proof» (PDF). The Review of Symbolic Logic. 15 (2): 409–
449. doi:10.1017/S1755020319000443. Consultado em 21 de novembro de
2022. Cópia arquivada (PDF) em 5 de dezembro de 2022
164. Peterson 1988, p. 4: "A few complain that the computer program can't
be verified properly." (in reference to the Haken–Apple proof of the Four Color
Theorem)
165. Perminov, V. Ya. (1988). «On the Reliability of Mathematical Proofs».
Revue Internationale de Philosophie. Philosophy of Mathematics. 42 (167 (4)):
500–508
166. Davis, Jon D.; McDuffie, Amy Roth; Drake, Corey; Seiwell, Amanda L.
(2019). «Teachers' perceptions of the official curriculum: Problem solving and
rigor». International Journal of Educational Research. 93: 91–
100. doi:10.1016/[Link].2018.10.002
167. Endsley, Kezia (2021). Mathematicians and Statisticians: A Practical
Career Guide. Col: Practical Career Guides. [S.l.]: Rowman & Littlefield. pp. 1–
3. ISBN 978-1-5381-4517-3. Consultado em 29 de novembro de 2022
168. Robson, Eleanor (2009). «Mathematics education in an Old Babylonian
scribal school». In: Robson; Stedall. The Oxford Handbook of the History of
Mathematics. [S.l.]: OUP Oxford. ISBN 978-0-19-921312-2
169. Bernard, Alain; Proust, Christine; Ross, Micah (2014). «Mathematics
Education in Antiquity». In: Karp; Schubring. Handbook on the History of
Mathematics Education. Nova York: Springer. pp. 27–53. ISBN 978-1-4614-
9154-5. doi:10.1007/978-1-4614-9155-2_3
170. Dudley, Underwood (Abril de 2002). «The World's First Mathematics
Textbook». Taylor & Francis, Ltd. Math Horizons. 9 (4): 8–
11. JSTOR 25678363. doi:10.1080/10724117.2002.11975154
171. Subramarian, F. Indian pedagogy and problem solving in ancient
Thamizhakam (PDF). History and Pedagogy of Mathematics conference, July
16–20, 2012. Consultado em 29 de novembro de 2022. Cópia
arquivada (PDF) em 28 de novembro de 2022
172. Siu, Man Keung (2004). «Official Curriculum in Mathematics in Ancient
China: How did Candidates Study for the Examination?». How Chinese Learn
Mathematics (PDF). Col: Series on Mathematics Education. 1. [S.l.: s.n.]
pp. 157–185. ISBN 978-981-256-014-8. doi:10.1142/9789812562241_0006.
Consultado em 26 de novembro de 2022
173. Jones, Phillip S. (1967). «The History of Mathematical Education».
Taylor & Francis, Ltd. The American Mathematical Monthly. 74 (1): 38–
55. JSTOR 2314867. doi:10.2307/2314867
174. Schubring, Gert; Furinghetti, Fulvia; Siu, Man Keung (Agosto de 2012).
«Introduction: the history of mathematics teaching. Indicators for modernization
processes in societies». ZDM Mathematics Education. 44 (4): 457–
459. doi:10.1007/s11858-012-0445-7
175. von Davier, Matthias; Foy, Pierre; Martin, Michael O.; Mullis, Ina V.S.
(2020). «Examining eTIMSS Country Differences Between eTIMSS Data and
Bridge Data: A Look at Country-Level Mode of Administration Effects». TIMSS
2019 International Results in Mathematics and Science (PDF) (em inglês).
[S.l.]: TIMSS & PIRLS International Study Center, Lynch School of Education
and Human Development and International Association for the Evaluation of
Educational Achievement. ISBN 978-1-889938-54-7. Consultado em 29 de
novembro de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 29 de novembro de 2022
176. Rowan-Kenyon, Heather T.; Swan, Amy K.; Creager, Marie F. (Março
de 2012). «Social Cognitive Factors, Support, and Engagement: Early
Adolescents' Math Interests as Precursors to Choice of Career» (PDF). The
Career Development Quarterly. 60 (1): 2–15. doi:10.1002/j.2161-
0045.2012.00001.x. Consultado em 29 de novembro de 2022. Cópia
arquivada (PDF) em 22 de novembro de 2023
177. Luttenberger, Silke; Wimmer, Sigrid; Paechter, Manuela
(2018). «Spotlight on math anxiety». Psychology Research and Behavior
Management. 11: 311–322. PMC 6087017
. PMID 30123014. doi:10.2147/PRBM.S141421
178. Yaftian, Narges (2 de junho de 2015). «The Outlook of the
Mathematicians' Creative Processes». Procedia - Social and Behavioral
Sciences. 191: 2519–2525. doi:10.1016/[Link].2015.04.617
179. Nadjafikhah, Mehdi; Yaftian, Narges (10 de outubro de 2013). «The
Frontage of Creativity and Mathematical Creativity». Procedia - Social and
Behavioral Sciences. 90: 344–350. doi:10.1016/[Link].2013.07.101
180. van der Poorten, A. (1979). «A proof that Euler missed... Apéry's Proof
of the irrationality of ζ(3)» (PDF). The Mathematical Intelligencer. 1 (4): 195–
203. doi:10.1007/BF03028234. Consultado em 22 de novembro de
2022. Cópia arquivada (PDF) em 6 de setembro de 2015
181. Petkovi, Miodrag (2 de setembro de 2009). Famous Puzzles of Great
Mathematicians. [S.l.]: American Mathematical Society. pp. xiii–xiv. ISBN 978-
0-8218-4814-2. Consultado em 25 de novembro de 2022
182. Hardy, G. H. (1940). A Mathematician's Apology. [S.l.]: Cambridge
University Press. ISBN 978-0-521-42706-7. Consultado em 22 de novembro
de 2022 See also A Mathematician's Apology.
183. Alon, Noga; Goldston, Dan; Sárközy, András; Szabados, József;
Tenenbaum, Gérald; Garcia, Stephan Ramon; Shoemaker, Amy L. (Março de
2015). Krishnaswami, Alladi; Krantz, Steven G., eds. «Reflections on Paul
Erdős on His Birth Centenary, Part II». Notices of the American Mathematical
Society. 62 (3): 226–247. doi:10.1090/noti1223
184. See, for example Bertrand Russell's statement "Mathematics, rightly
viewed, possesses not only truth, but supreme beauty ..." in his History of
Western Philosophy. [S.l.: s.n.] 1919
185. Cazden, Norman (outubro de 1959). «Musical intervals and simple
number ratios». Journal of Research in Music Education. 7 (2): 197–
220. JSTOR 3344215. doi:10.1177/002242945900700205
186. Budden, F. J. (Outubro de 1967). «Modern mathematics and music».
Cambridge University Press ({CUP}). The Mathematical Gazette. 51 (377):
204–215. JSTOR 3613237. doi:10.2307/3613237
187. Enquist, Magnus; Arak, Anthony (Novembro de 1994). «Symmetry,
beauty and evolution». Nature (em inglês). 372 (6502): 169–
172. Bibcode:1994Natur.372..169E. ISSN 1476-4687. PMID 7969448. do
i:10.1038/372169a0. Consultado em 29 de dezembro de 2022. Cópia
arquivada em 28 de dezembro de 2022
188. Hestenes, David (1999). «Symmetry
Groups» (PDF). [Link]. Consultado em 29 de dezembro de
2022. Arquivado do original (PDF) em 1 de janeiro de 2023
189. Bender, Sara (Setembro de 2020). «The Rorschach Test». In:
Carducci; Nave, Christopher S.; Mio; Riggio, Ronald E. The Wiley
Encyclopedia of Personality and Individual Differences: Measurement and
Assessment. Wiley. pp. 367–376. ISBN 978-1-119-05751-
2. doi:10.1002/9781119547167.ch131
190. Weyl, Hermann (2015). Symmetry. Col: Princeton Science Library. 47.
[S.l.]: Princeton University Press. ISBN 978-1-4008-7434-7
191. Bradley, Larry (2010). «Fractals – Chaos & Fractals». [Link].
Consultado em 29 de dezembro de 2022. Arquivado do original em 7 de
março de 2023
192. «Self-similarity». [Link]. Consultado em 29 de dezembro de
2022. Arquivado do original em 2 de março de 2023
193. Kissane, Barry (Julho de 2009). Popular mathematics. 22nd Biennial
Conference of The Australian Association of Mathematics Teachers.
Fremantle, Western Australia: Australian Association of Mathematics
Teachers. pp. 125–126. Consultado em 29 de dezembro de 2022. Cópia
arquivada em 7 de março de 2023
194. Steen, L. A. (2012). Mathematics Today Twelve Informal Essays (em
inglês). [S.l.]: Springer Science & Business Media. ISBN 978-1-4613-9435-8.
Consultado em 3 de janeiro de 2023
195. Pitici, Mircea (2017). The Best Writing on Mathematics 2016 (em
inglês). [S.l.]: Princeton University Press. ISBN 978-1-4008-8560-2.
Consultado em 3 de janeiro de 2023
196. Monastyrsky 2001, p. 1: "The Fields Medal is now indisputably the best
known and most influential award in mathematics."
197. Riehm 2002, pp. 778–782.
198. «Fields Medal | International Mathematical Union
(IMU)». [Link]. Consultado em 21 de fevereiro de 2022.
Arquivado do original em 26 de dezembro de 2018
199. «Fields Medal». Maths History (em inglês). Consultado em 21 de
fevereiro de 2022. Arquivado do original em 22 de março de 2019
200. Universidade de St. Andrews (ed.). «Honours/Prizes Index».
Consultado em 20 de fevereiro de 2023. Arquivado do original em 17 de
dezembro de 2021
201. «About the Abel Prize». The Abel Prize. Consultado em 23 de janeiro
de 2022. Arquivado do original em 14 de abril de 2022
202. «Abel Prize | mathematics award». Encyclopædia Britannica (em
inglês). Consultado em 23 de janeiro de 2022. Arquivado do original em 26 de
janeiro de 2020
203. «Chern Medal Award» (PDF). [Link]. 1 de junho de 2009.
Consultado em 21 de fevereiro de 2022. Arquivado do original (PDF) em 17 de
junho de 2009
204. «Chern Medal Award». International Mathematical Union (IMU).
Consultado em 23 de janeiro de 2022. Arquivado do original em 25 de agosto
de 2010
205. «The Leroy P Steele Prize of the AMS». School of Mathematics and
Statistics, University of St Andrews, Scotland. Consultado em 17 de novembro
de 2022. Arquivado do original em 17 de novembro de 2022
206. Chern, S. S.; Hirzebruch, F. (Setembro de 2000). Wolf Prize in
Mathematics (em inglês). [S.l.: s.n.] ISBN 978-981-02-3945-
9. doi:10.1142/4149. Consultado em 21 de fevereiro de 2022. Cópia arquivada
em 21 de fevereiro de 2022
207. «The Wolf Prize». Wolf Foundation (em inglês). Consultado em 23 de
janeiro de 2022. Arquivado do original em 12 de janeiro de 2020
208. «Hilbert's Problems: 23 and Math». Simons Foundation (em inglês). 6
de maio de 2020. Consultado em 23 de janeiro de 2022. Arquivado
do original em 23 de janeiro de 2022
209. Feferman, Solomon (1998). «Deciding the undecidable: Wrestling with
Hilbert's problems». In the Light of Logic. Col: Logic and Computation in
Philosophy series. [S.l.]: Oxford University Press. pp. 3–27. ISBN 978-0-19-
508030-8. Consultado em 29 de novembro de 2022
210. «The Millennium Prize Problems». Clay Mathematics Institute.
Consultado em 23 de janeiro de 2022. Arquivado do original em 3 de julho de
2015
211. «Millennium Problems». Clay Mathematics Institute. Consultado em 23
de janeiro de 2022. Arquivado do original em 20 de dezembro de 2018
Bibliografia

 Bouleau, Nicolas (1999). Philosophie des mathématiques et de la modélisation: Du


chercheur à l'ingénieur. [S.l.]: L'Harmattan. ISBN 978-2-7384-8125-2
 Boyer, Carl Benjamin (1991). A History of Mathematics 2ª ed. Nova York:
Wiley. ISBN 978-0-471-54397-8
 Eves, Howard (1990). An Introduction to the History of Mathematics 6th ed. [S.l.]:
Saunders. ISBN 978-0-03-029558-4
 Kleiner, Israel (2007). Kleiner, Israel, ed. A History of Abstract Algebra. [S.l.]:
Springer Science & Business Media. ISBN 978-0-8176-4684-
4. LCCN 2007932362. OCLC 76935733. doi:10.1007/978-0-8176-4685-1.
Consultado em 8 de fevereiro de 2024
 Kline, Morris (1990). Mathematical Thought from Ancient to Modern Times. Nova
York: Oxford University Press. ISBN 978-0-19-506135-2
 Monastyrsky, Michael (2001). «Some Trends in Modern Mathematics and the
Fields Medal» (PDF). Canadian Mathematical Society. CMS – Notes – de la
SMC. 33 (2–3). Consultado em 28 de julho de 2006. Arquivado
do original (PDF) em 13 de agosto de 2006
 Oakley, Barbara (2014). A Mind For Numbers: How to Excel at Math and Science
(Even If You Flunked Algebra). Nova York: Penguin Random House. ISBN 978-0-
399-16524-5. A Mind for Numbers.
 Peirce, Benjamin (1881). Peirce, Charles Sanders, ed. «Linear associative
algebra» Corrected, expanded, and annotated revision with an 1875 paper by
B. Peirce and annotations by his son, C.S. Peirce, of the 1872 lithograph
ed. American Journal of Mathematics. 4 (1–4): 97–
229. JSTOR 2369153. doi:10.2307/2369153. hdl:2027/hvd.32044030622997 .
Corrected, expanded, and annotated revision with an 1875 paper by B. Peirce and
annotations by his son, C. S. Peirce, of the 1872 lithograph ed. Google Eprint and
as an extract, D. Van Nostrand, 1882, Google Eprint. Consultado em 17 de
novembro de 2020.
 Peterson, Ivars (1988). The Mathematical Tourist: Snapshots of Modern
Mathematics. [S.l.]: W. H. Freeman and Company. ISBN 0-7167-1953-
3. LCCN 87033078. OCLC 17202382
 Popper, Karl R. (1995). «On knowledge». In Search of a Better World: Lectures
and Essays from Thirty Years. New York:
Routledge. Bibcode:[Link].....P. ISBN 978-0-415-13548-1
 Riehm, Carl (Agosto de 2002). «The Early History of the Fields
Medal» (PDF). Notices of the AMS. 49 (7): 778–782. Consultado em 2 de outubro
de 2006. Arquivado do original (PDF) em 26 de outubro de 2006
 Sevryuk, Mikhail B. (Janeiro de 2006). «Book Reviews» (PDF). Bulletin of the
American Mathematical Society. 43 (1): 101–109. doi:10.1090/S0273-0979-05-
01069-4. Consultado em 24 de junho de 2006. Arquivado do original (PDF) em 23
de julho de 2006
 Whittle, Peter (1994). «Almost home». In: Kelly, F.P. Probability, statistics and
optimisation: A Tribute to Peter Whittle previously "A realised path: The Cambridge
Statistical Laboratory up to 1993 (revised 2002)" ed. Chichester: John Wiley.
pp. 1–28. ISBN 978-0-471-94829-2. Arquivado do original em 19 de dezembro de
2013

Você também pode gostar