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O documento aborda a formação e classificação das rochas, destacando a importância das rochas na litosfera e sua relação com os recursos naturais. As rochas são classificadas em magmáticas, sedimentares e metamórficas, cada uma com características específicas de formação. Além disso, o texto explora a origem do relevo terrestre e as principais estruturas geológicas, como escudos cristalinos, bacias sedimentares e dobramentos modernos.

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O documento aborda a formação e classificação das rochas, destacando a importância das rochas na litosfera e sua relação com os recursos naturais. As rochas são classificadas em magmáticas, sedimentares e metamórficas, cada uma com características específicas de formação. Além disso, o texto explora a origem do relevo terrestre e as principais estruturas geológicas, como escudos cristalinos, bacias sedimentares e dobramentos modernos.

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COLÉGIO ESTADUAL SINÉSIO COSTA

Rua Manoel Guimarães Prates, Centro, Riacho de Santana - Bahia.

Professora: Margarete Fernandes Disciplina: Geografia

Turmas: 3° Integrais e Nem

As questões de Geografia física aparecem em menor quantidade no Enem, mas são


presença confirmada na sua prova. Então, para não deixar passar nenhum conteúdo
essencial para Ciências Humanas, leia este post sobre as rochas e as estruturas geológicas
brasileiras.

As rochas estão presentes, em sua maioria, na litosfera, camada sólida do planeta e que
abriga os seres humanos, sendo bastante explorada em razão dos recursos naturais e
minerais que nela existem. Essas rochas são formadas a partir da junção de minerais
(apenas um mineral ou mais de um). Rochas que possuem apenas um mineral em sua
composição são consideradas rochas simples, como o mármore. Já as rochas que possuem
mais de um mineral em sua formação são rochas compostas, como o granito.

Os minerais, por sua vez, são elementos naturais, e a grande maioria deles é sólida. Eles
possuem uma composição química definida, sendo formados por processos inorgânicos.
São exemplos de minerais:

o calcário,

o quartzo,

o talco,

o mercúrio (ele e a água são os únicos minerais líquidos existentes em condições normais
de temperatura e pressão).

Formação das rochas

As rochas formam-se a partir da agregação dos minerais durante milhões de anos. Quando
há a junção dos minerais, temos a formação de um composto rochoso.

A junção de minerais forma as rochas.

Essa formação pode ocorrer no interior da Terra, nas camadas abaixo da litosfera
compostas por magma, ou no exterior, como as rochas formadas a partir de processos
erosivos (pluvial, fluvial, eólica), o que possibilita o uso dessas rochas em várias
atividades humanas: construção civil, indústrias e até em presentes, como o ouro e a prata,
minerais encontrados em rochas. Assim, para haver a formação de rochas, é necessário
que os minerais estejam agrupados.
Origem e classificação das rochas

Em função de suas gêneses (origem) e características minerais de texturas, as rochas se


classificam em três grandes grupos: magmáticas ou ígneas, sedimentares e metamórficas.

Rochas magmáticas ou ígneas

As rochas magmáticas ou ígneas resultam da solidificação do magma e por isso são


consideradas rochas primárias.

De acordo com o ambiente de formação e a natureza química dos minerais que as


compõem, as rochas deste grupo podem ser classificadas em intrusivas (plutônicas) e
efusivas (vulcânicas).

As rochas ígneas intrusivas têm como ambiente de formação o interior da litosfera.


Correspondem às intrusões de massas magmáticas, que penetram através de fraturas e
falhas, mas não chegam a atingir a superfície externa da Terra, consolidando-se no interior
dela. Os principais exemplos desse tipo de rocha são os granitos e o diabásio.

As rochas ígneas efusivas (ou vulcânicas) consolidam-se na parte externa da superfície


da terra, e por isso passam por um processo de resfriamento rápido. Entre os exemplos
mais comuns estão o basalto e o riolito.

Rochas metamórficas

As rochas metamórficas são produtos da alteração por elevadas pressões e temperaturas


exercidas pelo dinamismo da litosfera, agindo tanto sobre as sedimentares quanto sobre
as ígneas.

Em função da origem do grau de metamorfismo algumas rochas são mais e outras menos
resistentes. Os gnaisses e migmatitos têm um grau de médio ao desgaste erosivo, os
quartizitos oferecem grande resistência, enquanto os micaxistos e os filitos apresentam
resistência menor.

Rochas sedimentares

As rochas sedimentares (ou secundárias) são originárias de outras rochas e ocupam


extensas áreas da superfície terrestre, compondo o grupo das clásticas ou detríticas.

São geradas por detritos ou partículas de material sólido da rocha e solo, transportados,
depositados e litificados (transformado em rocha). Esses processos sempre ocorreram na
superfície terrestre, e por isso existem rochas sedimentares de diferentes idades e de
diversos ambientes de sedimentação.
Ciclo das rochas

Veja a nossa aula sobre os tipos de rochas:

Confira com o professor Raphael Carrieri, do canal do Curso Enem Gratuito.

A origem do relevo terrestre

O relevo terrestre caracteriza-se por diferentes formas: elevações, áreas planas, côncavas
ou convexas, áreas escarpadas, depressões, entre outras.

Essa heterogeneidade de formas resulta da ação de processos naturais entre a litosfera, a


atmosfera, a hidrosfera e a biosfera nas diferentes estruturas geológicas e também pelos
diferentes tipos de rocha, por meio das quais as rochas de maior dureza se mantêm
expostas e as menos resistentes se desgastam, depositando-se em outras áreas após o
transporte de sedimentos. Além disso, o relevo sofre mudanças provocadas pela ação
humana na superfície terrestre.

De modo geral, as grandes estruturas geológicas que compõem os continentes são os


escudos cristalinos, as bacias sedimentares, e os dobramentos modernos. No fundo
oceânico, existem as cordilheiras e fossas abissais.

A partir de agora vamos ver juntos um pouco de cada uma das estruturas mais
importantes.

Escudos cristalinos

Os escudos cristalinos são


estruturas geológicas resultantes de dobramentos que surgiram no Pré-Cambriano
(período da escala geológica), quando a Pangeia(momento geológico em que os
continentes estavam todos juntos) estava em processo de formação.

Sendo muito antigos, os escudos passaram por prolongada e intensa ação de processos
erosivos. Eles são constituídos por rochas ígneas ou magmáticas e por rochas
metamórficas.

No Brasil, os escudos cristalinos representam cerca de 36% da estrutura geológica do


nosso território.

Bacias Sedimentares

As bacias sedimentares são áreas de acumulação de sedimentos durante grandes


intervalos de tempo.

No decorrer do tempo geológico, os processos de sedimentação podem ocorrer em


ambientes marinhos, glacial, desértico, em áreas de derrame de lava vulcânica, portanto,
com materiais e minerais diversificados.
As bacias sedimentares mais antigas se formaram ao longo do Paleozoico e do
Mesozoico, pela deposição de sedimentos resultantes da erosão sofrida pelos maciços
pré-cambrianos. Outras, mais recentes, apresentam formações geológicas datadas do
Cenozoico, nos Períodos Paleogeno, Neogeno e Quaternário.

As rochas que compõe essas bacias, chamadas de sedimentares, podem conter recursos
naturais de grande utilidade econômica, como carvão mineral, petróleo, entre outros.

Dobramentos Modernos

As áreas de dobramentos modernos estão associadas às margens convergentes das placas


tectônicas. Geradas por eventos orogenéticos no Neógeno, deram origem às grandes
cadeias montanhosas: a Cordilheira dos Andes, na América do Sul; os Alpes, na Europa;
e o Himalaia, na Ásia.
Os domínios morfoestruturais ou as grandes unidades do relevo terrestre resultam dessas
estruturas geológicas e da atuação das forças internas e externas que modelam a crosta
terrestre em diferentes tempos.

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