Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector OMC (Chechelnyk, 10
de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977[2]), foi uma
escritora e jornalista de origem russo-judaica (asquenazita). Radicada no Brasil
desde a primeira infância, naturalizou-se brasileira em 1943.[3] Autora de
romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais
importantes do século XX.[4][5] Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e
tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a
epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas
identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana.[6][7]
Nasceu numa família judaica russa que perdeu suas rendas com a Guerra Civil
Russa e se viu obrigada a emigrar em decorrência da perseguição a judeus, que,
à época, resultou em diversos extermínios em massa. A futura escritora chegou
ao Brasil, ainda pequena, em 1922, com seus pais e suas duas irmãs. [nota 1] Clarice
dizia não ter nenhuma ligação com a Ucrânia — "Naquela terra eu literalmente
nunca pisei: fui carregada de colo" — e que sua verdadeira pátria era o Brasil.
Inicialmente, a família passou um breve período em Maceió, até se mudar para
o Recife, onde Clarice cresceu e onde, aos oito anos, perdeu a mãe. [8][9][10] Aos
quatorze anos de idade, transferiu-se com o pai e as irmãs para o Rio de Janeiro,
na Tijuca, na Rua Mariz e Barros, 241, local onde a família se estabilizou e onde o
seu pai viria a falecer, em 1940.[11][12]
Estudou Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, conhecida como
Universidade do Brasil, apesar de, na época, ter demonstrado mais interesse
pelo meio literário, no qual ingressou precocemente como tradutora, logo se
consagrando como escritora, jornalista, filósofa, contista e ensaísta, tornando-se
uma das figuras mais influentes da Literatura brasileira e do Modernismo, sendo
considerada uma das principais influências da nova geração de escritores
brasileiros. É incluída pela crítica especializada entre os principais autores
brasileiros do século XX.
Suas principais obras marcam cada período de sua carreira. Perto do Coração
Selvagem foi seu livro de estreia, publicado quando Clarice tinha 24 anos de
idade; Laços de Família, A Paixão segundo G.H., A Hora da Estrela e Um Sopro de
Vida são seus últimos livros publicados. Morreu em 1977, um dia antes de
completar 57 anos, em decorrência de um câncer de ovário. Deixou dois filhos e
uma vasta obra literária composta de romances, novelas, contos, crônicas,
literatura infantil e entrevistas.[13]
Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector OMC (Chechelnyk, 10
de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977[2]), foi uma
escritora e jornalista de origem russo-judaica (asquenazita). Radicada no Brasil
desde a primeira infância, naturalizou-se brasileira em 1943.[3] Autora de
romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais
importantes do século XX.[4][5] Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e
tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a
epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas
identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana.[6][7]
Nasceu numa família judaica russa que perdeu suas rendas com a Guerra Civil
Russa e se viu obrigada a emigrar em decorrência da perseguição a judeus, que,
à época, resultou em diversos extermínios em massa. A futura escritora chegou
ao Brasil, ainda pequena, em 1922, com seus pais e suas duas irmãs. [nota 1] Clarice
dizia não ter nenhuma ligação com a Ucrânia — "Naquela terra eu literalmente
nunca pisei: fui carregada de colo" — e que sua verdadeira pátria era o Brasil.
Inicialmente, a família passou um breve período em Maceió, até se mudar para
o Recife, onde Clarice cresceu e onde, aos oito anos, perdeu a mãe. [8][9][10] Aos
quatorze anos de idade, transferiu-se com o pai e as irmãs para o Rio de Janeiro,
na Tijuca, na Rua Mariz e Barros, 241, local onde a família se estabilizou e onde o
seu pai viria a falecer, em 1940.[11][12]
Estudou Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, conhecida como
Universidade do Brasil, apesar de, na época, ter demonstrado mais interesse
pelo meio literário, no qual ingressou precocemente como tradutora, logo se
consagrando como escritora, jornalista, filósofa, contista e ensaísta, tornando-se
uma das figuras mais influentes da Literatura brasileira e do Modernismo, sendo
considerada uma das principais influências da nova geração de escritores
brasileiros. É incluída pela crítica especializada entre os principais autores
brasileiros do século XX.
Suas principais obras marcam cada período de sua carreira. Perto do Coração
Selvagem foi seu livro de estreia, publicado quando Clarice tinha 24 anos de
idade; Laços de Família, A Paixão segundo G.H., A Hora da Estrela e Um Sopro de
Vida são seus últimos livros publicados. Morreu em 1977, um dia antes de
completar 57 anos, em decorrência de um câncer de ovário. Deixou dois filhos e
uma vasta obra literária composta de romances, novelas, contos, crônicas,
literatura infantil e entrevistas.[13]
Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector OMC (Chechelnyk, 10
de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977[2]), foi uma
escritora e jornalista de origem russo-judaica (asquenazita). Radicada no Brasil
desde a primeira infância, naturalizou-se brasileira em 1943.[3] Autora de
romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais
importantes do século XX.[4][5] Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e
tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a
epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas
identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana.[6][7]
Nasceu numa família judaica russa que perdeu suas rendas com a Guerra Civil
Russa e se viu obrigada a emigrar em decorrência da perseguição a judeus, que,
à época, resultou em diversos extermínios em massa. A futura escritora chegou
ao Brasil, ainda pequena, em 1922, com seus pais e suas duas irmãs. [nota 1] Clarice
dizia não ter nenhuma ligação com a Ucrânia — "Naquela terra eu literalmente
nunca pisei: fui carregada de colo" — e que sua verdadeira pátria era o Brasil.
Inicialmente, a família passou um breve período em Maceió, até se mudar para
o Recife, onde Clarice cresceu e onde, aos oito anos, perdeu a mãe. [8][9][10] Aos
quatorze anos de idade, transferiu-se com o pai e as irmãs para o Rio de Janeiro,
na Tijuca, na Rua Mariz e Barros, 241, local onde a família se estabilizou e onde o
seu pai viria a falecer, em 1940.[11][12]
Estudou Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, conhecida como
Universidade do Brasil, apesar de, na época, ter demonstrado mais interesse
pelo meio literário, no qual ingressou precocemente como tradutora, logo se
consagrando como escritora, jornalista, filósofa, contista e ensaísta, tornando-se
uma das figuras mais influentes da Literatura brasileira e do Modernismo, sendo
considerada uma das principais influências da nova geração de escritores
brasileiros. É incluída pela crítica especializada entre os principais autores
brasileiros do século XX.
Suas principais obras marcam cada período de sua carreira. Perto do Coração
Selvagem foi seu livro de estreia, publicado quando Clarice tinha 24 anos de
idade; Laços de Família, A Paixão segundo G.H., A Hora da Estrela e Um Sopro de
Vida são seus últimos livros publicados. Morreu em 1977, um dia antes de
completar 57 anos, em decorrência de um câncer de ovário. Deixou dois filhos e
uma vasta obra literária composta de romances, novelas, contos, crônicas,
literatura infantil e entrevistas.[13]
Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector OMC (Chechelnyk, 10
de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977[2]), foi uma
escritora e jornalista de origem russo-judaica (asquenazita). Radicada no Brasil
desde a primeira infância, naturalizou-se brasileira em 1943.[3] Autora de
romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais
importantes do século XX.[4][5] Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e
tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a
epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas
identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana.[6][7]
Nasceu numa família judaica russa que perdeu suas rendas com a Guerra Civil
Russa e se viu obrigada a emigrar em decorrência da perseguição a judeus, que,
à época, resultou em diversos extermínios em massa. A futura escritora chegou
ao Brasil, ainda pequena, em 1922, com seus pais e suas duas irmãs. [nota 1] Clarice
dizia não ter nenhuma ligação com a Ucrânia — "Naquela terra eu literalmente
nunca pisei: fui carregada de colo" — e que sua verdadeira pátria era o Brasil.
Inicialmente, a família passou um breve período em Maceió, até se mudar para
o Recife, onde Clarice cresceu e onde, aos oito anos, perdeu a mãe. [8][9][10] Aos
quatorze anos de idade, transferiu-se com o pai e as irmãs para o Rio de Janeiro,
na Tijuca, na Rua Mariz e Barros, 241, local onde a família se estabilizou e onde o
seu pai viria a falecer, em 1940.[11][12]
Estudou Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, conhecida como
Universidade do Brasil, apesar de, na época, ter demonstrado mais interesse
pelo meio literário, no qual ingressou precocemente como tradutora, logo se
consagrando como escritora, jornalista, filósofa, contista e ensaísta, tornando-se
uma das figuras mais influentes da Literatura brasileira e do Modernismo, sendo
considerada uma das principais influências da nova geração de escritores
brasileiros. É incluída pela crítica especializada entre os principais autores
brasileiros do século XX.
Suas principais obras marcam cada período de sua carreira. Perto do Coração
Selvagem foi seu livro de estreia, publicado quando Clarice tinha 24 anos de
idade; Laços de Família, A Paixão segundo G.H., A Hora da Estrela e Um Sopro de
Vida são seus últimos livros publicados. Morreu em 1977, um dia antes de
completar 57 anos, em decorrência de um câncer de ovário. Deixou dois filhos e
uma vasta obra literária composta de romances, novelas, contos, crônicas,
literatura infantil e entrevistas.[13]
Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector OMC (Chechelnyk, 10
de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977[2]), foi uma
escritora e jornalista de origem russo-judaica (asquenazita). Radicada no Brasil
desde a primeira infância, naturalizou-se brasileira em 1943.[3] Autora de
romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais
importantes do século XX.[4][5] Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e
tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a
epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas
identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana.[6][7]
Nasceu numa família judaica russa que perdeu suas rendas com a Guerra Civil
Russa e se viu obrigada a emigrar em decorrência da perseguição a judeus, que,
à época, resultou em diversos extermínios em massa. A futura escritora chegou
ao Brasil, ainda pequena, em 1922, com seus pais e suas duas irmãs. [nota 1] Clarice
dizia não ter nenhuma ligação com a Ucrânia — "Naquela terra eu literalmente
nunca pisei: fui carregada de colo" — e que sua verdadeira pátria era o Brasil.
Inicialmente, a família passou um breve período em Maceió, até se mudar para
o Recife, onde Clarice cresceu e onde, aos oito anos, perdeu a mãe. [8][9][10] Aos
quatorze anos de idade, transferiu-se com o pai e as irmãs para o Rio de Janeiro,
na Tijuca, na Rua Mariz e Barros, 241, local onde a família se estabilizou e onde o
seu pai viria a falecer, em 1940.[11][12]
Estudou Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, conhecida como
Universidade do Brasil, apesar de, na época, ter demonstrado mais interesse
pelo meio literário, no qual ingressou precocemente como tradutora, logo se
consagrando como escritora, jornalista, filósofa, contista e ensaísta, tornando-se
uma das figuras mais influentes da Literatura brasileira e do Modernismo, sendo
considerada uma das principais influências da nova geração de escritores
brasileiros. É incluída pela crítica especializada entre os principais autores
brasileiros do século XX.
Suas principais obras marcam cada período de sua carreira. Perto do Coração
Selvagem foi seu livro de estreia, publicado quando Clarice tinha 24 anos de
idade; Laços de Família, A Paixão segundo G.H., A Hora da Estrela e Um Sopro de
Vida são seus últimos livros publicados. Morreu em 1977, um dia antes de
completar 57 anos, em decorrência de um câncer de ovário. Deixou dois filhos e
uma vasta obra literária composta de romances, novelas, contos, crônicas,
literatura infantil e entrevistas.[13]
Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector OMC (Chechelnyk, 10
de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977[2]), foi uma
escritora e jornalista de origem russo-judaica (asquenazita). Radicada no Brasil
desde a primeira infância, naturalizou-se brasileira em 1943.[3] Autora de
romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais
importantes do século XX.[4][5] Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e
tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a
epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas
identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana.[6][7]
Nasceu numa família judaica russa que perdeu suas rendas com a Guerra Civil
Russa e se viu obrigada a emigrar em decorrência da perseguição a judeus, que,
à época, resultou em diversos extermínios em massa. A futura escritora chegou
ao Brasil, ainda pequena, em 1922, com seus pais e suas duas irmãs. [nota 1] Clarice
dizia não ter nenhuma ligação com a Ucrânia — "Naquela terra eu literalmente
nunca pisei: fui carregada de colo" — e que sua verdadeira pátria era o Brasil.
Inicialmente, a família passou um breve período em Maceió, até se mudar para
o Recife, onde Clarice cresceu e onde, aos oito anos, perdeu a mãe. [8][9][10] Aos
quatorze anos de idade, transferiu-se com o pai e as irmãs para o Rio de Janeiro,
na Tijuca, na Rua Mariz e Barros, 241, local onde a família se estabilizou e onde o
seu pai viria a falecer, em 1940.[11][12]
Estudou Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, conhecida como
Universidade do Brasil, apesar de, na época, ter demonstrado mais interesse
pelo meio literário, no qual ingressou precocemente como tradutora, logo se
consagrando como escritora, jornalista, filósofa, contista e ensaísta, tornando-se
uma das figuras mais influentes da Literatura brasileira e do Modernismo, sendo
considerada uma das principais influências da nova geração de escritores
brasileiros. É incluída pela crítica especializada entre os principais autores
brasileiros do século XX.
Suas principais obras marcam cada período de sua carreira. Perto do Coração
Selvagem foi seu livro de estreia, publicado quando Clarice tinha 24 anos de
idade; Laços de Família, A Paixão segundo G.H., A Hora da Estrela e Um Sopro de
Vida são seus últimos livros publicados. Morreu em 1977, um dia antes de
completar 57 anos, em decorrência de um câncer de ovário. Deixou dois filhos e
uma vasta obra literária composta de romances, novelas, contos, crônicas,
literatura infantil e entrevistas.[13]