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Caim

O documento analisa a história de Caim, destacando seu coração mau, dominado pelo ódio e a inveja, que resultou na rejeição de sua oferta a Deus. A narrativa enfatiza que o valor da oferta não está em sua natureza, mas na intenção do ofertante, e que a verdadeira adoração deve vir de um coração puro. Caim, como o primeiro homicida, simboliza a influência do maligno e a necessidade de dominar o pecado antes que ele se transforme em ações destrutivas.

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Caim

O documento analisa a história de Caim, destacando seu coração mau, dominado pelo ódio e a inveja, que resultou na rejeição de sua oferta a Deus. A narrativa enfatiza que o valor da oferta não está em sua natureza, mas na intenção do ofertante, e que a verdadeira adoração deve vir de um coração puro. Caim, como o primeiro homicida, simboliza a influência do maligno e a necessidade de dominar o pecado antes que ele se transforme em ações destrutivas.

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Caim era do Maligno

1Jo 3.11-12

Introdução: Caim tinha um coração mau, dominado


pelo ódio e a inveja, por isso, teve o seu sacrifício
rejeitado. Deus não olhou e não olha para a oferta
em si, porém, o mais importante é o coração do
ofertante, por isso, Jesus declarou: “Portanto, se
trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de
que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali
diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te
primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a
tua oferta” (Mt 5.23,24). Jamais poderemos comprar
a Deus ou impressioná-lo com as nossas ofertas,
pois tudo que existe nos céus e a Terra pertence ao
Senhor. Ele é o dono da prata e do ouro. Sejamos
fiéis ao Senhor em nossas ofertas, mas que jamais
venhamos a permitir que nossos corações sejam
contaminados pelo pecado.

INTRODUÇÃO

O capítulo 4 de Gênesis apresenta a triste


história do primeiro homicídio da Terra. Caim, o
primeiro homem nascido de mulher, matou o
próprio irmão depois que teve sua oferta recusada
por Deus. O que deveria ser uma ocasião de ações
de graças enlutou a família de Adão. Caim
demonstrou, dessa forma, que era do maligno,
que tinha um coração e atitudes que
desagradavam a Deus.

1. A semente da mulher. O nascimento de


Caim foi acolhido com ações de graças a Deus. Ao
contemplar o filhinho, exclamou Eva: “Alcancei do
Senhor um varão” (Gn 4.1). Eva considerou que
seu primeiro filho foi um presente de Deus. A
seguir, nasceu Abel, o segundo filho, e a partir daí
a narrativa bíblica vai apresentar as profissões de
cada um dos irmãos: Caim se tornou um lavrador,
e Abel, um pastor.
Satanás, pelo que inferimos dos fatos, não teve
muito esforço em aliciar o primeiro filho de Adão.
Dessa forma, Caim entra para a História Sagrada
como o primeiro discípulo declarado do Diabo,
cuja lista seria longa e enfadonha: Faraó, Herodes,
Stalin, e alguns contemporâneos nossos.
1. O sacrifício rejeitado. “E aconteceu, ao
cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra
uma oferta ao Senhor” (Gn 4.3). É provável que
ele tenha aprendido a cultuar a Deus com o seu
pai, Adão, pelo menos, exteriormente. Do fruto de
sua colheita, separou uma oferta ao Criador.
Podem ter sido frutas, legumes ou cereais,
oferendas válidas (Lv 23.10).
Abel também pôs-se a cultuar o Senhor,
oferecendo-lhe as primícias do rebanho (Gn 4.4).
Diz o texto sagrado que Deus atentou para o
sacrifício de Abel, mas rejeitou o de Caim (Gn 4.5).
O problema não estava na oferta, mas no
ofertante. Tanto a oferta de animais, como a de
frutos da terra, eram igualmente aceitáveis no
culto divino. Não nos esqueçamos de que o
Senhor viria a reprovar até mesmo a oferta animal
ao tornar-se esta formal e impiedosa (Jr 6.20).
2. A atitude interior reprovada. Por que o
Senhor reprovou o sacrifício de Caim? Porque o
seu culto não passava de uma mera formalidade.
Como se não bastasse, apresentava-se a Deus
com a alma tomada pelo ódio. Naquele instante,
indaga-lhe o Senhor: “Por que te iraste? E por que
descaiu o teu semblante?” (Gn 4.6). Por esse
motivo, recomenda-nos Paulo: “Quero, pois, que
os homens orem em todo o lugar, levantando
mãos santas, sem ira nem contenda” (1Tm 2.8).
Na Igreja de Deus não pode haver espaço para
homens iracundos e contenciosos, que farão da
obra do Senhor uma causa de ganho pessoal.
Deus não se agrada de pessoas que agem dessa
forma.
3. O pecado sempre presente. Se Caim o
quisesse, poderia reverter aquela situação,
dominando o seu coração homicida. Eis o que lhe
aconselha o amoroso Deus: “Se bem fizeres, não
haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o
pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e
sobre ele dominarás” (Gn 4.7).
Caim racionaliza o seu pecado. Recusando-se a
fazer o bem, permitiu que Satanás lhe tornasse
mal o coração. Neste, o homicídio foi um processo
que, germinado pela inveja, frutificou numa ira
assassina (Tg 1.13-15). Se não quisermos pecar
contra Deus, não permitamos que o pecado nos
germine na alma. Arranquemos, pois, as ervas
daninhas que Satanás nos lança no íntimo.

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