CONCRETO
ARMADO
APLICADO EM
PILARES, VIGAS,
PAREDES E
RESERVATÓRIOS
Noções de
contraventamento e
esbeltez de pilares
Larissa Campos Granato Botelho
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
>> Diferenciar estruturas de nós fixos e móveis.
>> Identificar elementos isolados.
>> Determinar o índice de esbeltez.
Introdução
O aumento da esbeltez dos elementos estruturais tornou indispensável o es-
tudo da estabilidade global em estruturas de concreto armado. Desta forma, os
pilares, formados pelo concreto e pelas barras da armadura longitudinal, devem
garantir a segurança em relação à resistência e à estabilidade da construção.
No dimensionamento desses elementos, é necessária a verificação da consideração
ou não, além das solicitações de primeira ordem, dos momentos decorrentes dos
deslocamentos sofridos pela estrutura por ação do carregamento atuante, que
caracterizam os efeitos de segunda ordem. Para a determinação desses efeitos,
também deve ser considerado que os materiais possuem comportamento não
linear. São vários os fatores que influenciam essa estabilidade, e dentre eles
pode-se destacar a geometria da seção, as cargas atuantes e a vinculação dos
elementos que compõem a estrutura.
Neste capítulo, você vai identificar as diferenças entre as estruturas de nós
fixos e de nós móveis, os elementos de contraventamento e os contraventados e
2 Noções de contraventamento e esbeltez de pilares
quando eles podem ser considerados elementos isolados. Além disso, verá como
determinar o índice de esbeltez das peças comprimidas e como classificá-las em
relação a essa propriedade.
Efeitos de segunda ordem
Segundo a ABNT NBR 6118:2014, os efeitos de segunda ordem são aqueles
que se somam aos obtidos em uma análise de equilíbrio da estrutura em
sua configuração geométrica inicial. Dessa forma, a análise a ser acrescida
é efetuada considerando a configuração deformada da estrutura. Conforme
observa-se na Figura 1, no estado não deformado da estrutura, o momento
fletor na base será M = H × l. Já no estado deformado da estrutura, o momento
fletor na base será M = (H × l) + (V × d).
Eles são oriundos de dois tipos de não linearidades, a não linearidade
geométrica e a não linearidade física dos pilares. A geométrica corresponde
aos efeitos adicionais provenientes do deslocamento horizontal das estrutu-
ras e ocasionam o aparecimento de acréscimos de esforços. A física leva em
consideração que os materiais que compõem o concreto armado possuem
comportamentos mecânicos distintos.
O efeito global de 2ª ordem pode ser desprezado sempre que não
representar acréscimo superior a 10% nas reações e nas solicitações
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2014).
Figura 1. Efeitos de 1ª e 2ª ordem.
Noções de contraventamento e esbeltez de pilares 3
A ABNT NBR 6118:2014 determina que esses efeitos podem ser considerados
globais ou locais, conforme pode ser observado na Figura 2. Os efeitos globais
de segunda ordem (Figura 2a) são os esforços decorrentes de deslocamentos
nos nós da estrutura sob a ação das cargas verticais e horizontais. Já os efeitos
locais de segunda ordem (Figuras 2b) ocorrem nas barras da estrutura, como
um lance de pilar, quando os respectivos eixos não se mantêm retilíneos,
afetando, principalmente, os esforços solicitantes ao longo delas.
Figura 2. Efeitos de 2ª ordem: (a) global; (b) local.
Estruturas de nós fixos
A ABNT NBR 6118:2014 considera, para efeito de cálculo, estruturas de nós
fixos quando os deslocamentos horizontais dos nós são pequenos e, por
decorrência, os efeitos globais de segunda ordem são desprezíveis (inferiores
a 10% dos respectivos esforços de primeira ordem). Nessas estruturas, basta
considerar os efeitos locais de segunda ordem.
Sob a ação de forças horizontais, a estrutura é sempre calculada como
deslocável. O fato de a estrutura ser classificada como sendo de nós fixos
dispensa apenas a consideração dos esforços globais de segunda ordem
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2014).
4 Noções de contraventamento e esbeltez de pilares
Estruturas de nós móveis
As estruturas de nós móveis são aquelas nos quais os deslocamentos ho-
rizontais não são pequenos, ou seja, são superiores a 10% dos respectivos
esforços de primeira ordem e, em decorrência disso, os efeitos globais de
segunda ordem não podem ser desprezados. Nessas estruturas, devem ser
considerados os esforços de segunda ordem tanto globais como os locais
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA D ENORMAS TÉCNICAS, 2014).
Há, ainda, estruturas em que os deslocamentos horizontais são grandes
e ainda assim não são desconsiderados os efeitos de segunda ordem; isso
ocorre por serem pequenas as forças normais e, portanto, pequenos os
acréscimos produzidos por elas. Isso pode acontecer, por exemplo, em postes
e em certos pilares de galpões industriais.
Parâmetro α de instabilidade
Para que uma estrutura seja considerada de nó fixo, ou seja, se as reações e
solicitações são superiores a 10% dos efeitos de primeira ordem, conforme
descrito anteriormente, basta que sejam atendidos os seguintes critérios:
> (1)
1
= (2)
1 = 0,2 + 0,1 sen ≤ 3 (3)
1 = 0,6 sen > 3
Onde:
Htot = altura total da estrutura, medida a partir do topo da fundação
ou de um nível pouco deslocável do subsolo;
Nk = somatória de todas as cargas verticais atuantes na estrutura
(a partir do nível considerado para o cálculo de Htot), com seu valor
característico;
EcsIc = somatória dos valores de rigidez de todos os pilares na direção
considerada. No caso de estruturas de pórticos, de treliças ou mistas,
ou com pilares de rigidez variável ao longo da altura, pode ser con-
siderado o valor da expressão EcsIc de um pilar equivalente de seção
constante;
Noções de contraventamento e esbeltez de pilares 5
n = número de níveis de barras horizontais (andares) acima da fundação
ou de um nível pouco deslocável do subsolo.
A rigidez do pilar equivalente deve ser determinada, conforme ABNT NBR
6118:2014, primeiramente calculando o deslocamento do topo da estrutura
de contraventamento, sob a ação do carregamento horizontal. Em seguida,
calcula-se a rigidez de um pilar equivalente de seção constante, engastado
na base e livre no topo, de mesma altura Htot, tal que, sob a ação do mesmo
carregamento, sofra o mesmo deslocamento no topo.
O valor limite 0,6 prescrito para n > 3 é, em geral, aplicável às estruturas
usuais de edifícios. Pode ser adotado para associações de pilares-parede e
para pórticos associados a pilares-parede. Pode ser aumentado para 0,7 no
caso de contraventamento constituído exclusivamente por pilares-parede,
e deve ser reduzido para 0,5 quando só houver pórticos.
Coeficiente γz
O coeficiente γz de avaliação da importância dos esforços globais de segunda
ordem é válido para estruturas reticuladas de no mínimo quatro andares.
Ele pode ser determinado a partir dos resultados de uma análise linear
de primeira ordem (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2014).
O valor de γz para cada combinação de carregamento é calculado a partir da
seguinte equação:
1
= ,
(4)
1−
1, ,
≤ 1,1 → Estrutura de nó ixo (5)
Onde:
ΔMtot,d = soma dos produtos de todas as forças verticais atuantes na
estrutura, na combinação considerada, com seus valores de cálculo,
pelos deslocamentos horizontais de seus respectivos pontos de apli-
cação, obtidos da análise de primeira ordem;
M1,tot,d = soma dos momentos de todas as forças horizontais da com-
binação considerada, com seus valores de cálculo, em relação à base
da estrutura.
6 Noções de contraventamento e esbeltez de pilares
Elementos isolados
A ABNT NBR 6118:2014 considera como elementos isolados os seguintes:
os elementos estruturais isostáticos;
os elementos contraventados;
os elementos das estruturas de contraventamento de nós fixos;
os elementos das subestruturas de contraventamento de nós móveis,
desde que, aos esforços nas extremidades, obtidos em uma análise
de primeira ordem, sejam acrescentados os determinados por análise
global de segunda ordem.
Contraventamento
São identificados na estrutura elementos que, devido à sua grande rigidez às
ações horizontais, resistem à maior parte dos esforços decorrentes dessas
ações. A esses elementos dá-se o nome de subestruturas de contraventa-
mento. Os demais elementos são chamados de contraventados (ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2014) (Figura 3).
Essas estruturas garantem a estabilidade global, sem afetar de forma
considerável o dimensionamento e o custo final do projeto. Podem ser con-
sideradas estruturas de contraventamento: pórticos formados por pilares e
vigas, pilares-parede, enrijecedores inclinados formando treliças, núcleos
rígidos formados pela associação de pilares-parede, ou, ainda, a utilização
de sistemas tubulares, formados pela associação de elementos rígidos no
contorno das fachadas. As próprias lajes de piso e as paredes de vedação
funcionam como contraventamentos.
Figura 3. Subestruturas de contraventamento e elementos contraventados.
Fonte: Fusco (1995, p. 367).
Noções de contraventamento e esbeltez de pilares 7
Imperfeições geométricas — efeitos de primeira
ordem
Na verificação do estado limite último devem ser consideradas as imperfeições
geométricas do eixo dos elementos estruturais da estrutura descarregada.
Essas imperfeições podem ser divididas em dois grupos: as globais e as locais
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2014).
Na análise global das estruturas reticuladas, sejam elas contraventadas ou
não, deve ser considerado um desaprumo dos elementos verticais, conforme
a Figura 4, calculado a partir da seguinte equação:
1
= 1+ (6)
1 2
1
1 = 100√ (7)
Onde:
θ1min = 1/400 para estruturas de nós fixos;
θ1min = 1/300 para estruturas de nós móveis e imperfeições locais;
θ1max = 1/200;
H = altura total da edificação, em metros;
n = número de prumadas de pilares.
Figura 4. Imperfeições geométricas globais.
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas
(2014, p. 59).
8 Noções de contraventamento e esbeltez de pilares
Também devem ser considerados os efeitos das imperfeições geométricas
locais. No caso de elementos que ligam pilares contraventados a pilares de
contraventamento, usualmente vigas e lajes, deve ser considerada a tração
decorrente do desaprumo do pilar contraventado (Figura 5a). Na verificação
de um lance de pilar deve ser considerado o efeito do desaprumo (Figura 5b)
ou da falta de retilineidade do eixo do pilar (Figura 5c).
Figura 5. Imperfeições geométricas locais.
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas (2014, p. 60).
Segundo a ABNT NBR 6118:2014, o efeito das imperfeições locais nos pilares
pode ser substituído pela consideração do momento mínimo de primeira
ordem, dado por:
, = (0,015 + 0,03ℎ) (8)
Onde:
Nd = força normal de cálculo;
h = altura da seção transversal na direção considerada (em metros).
Nas estruturas reticuladas usuais, admite-se que o efeito das imperfeições
locais esteja atendido se for respeitado esse valor de momento total mínimo.
A esse momento devem ser acrescidos os momentos de segunda ordem.
Noções de contraventamento e esbeltez de pilares 9
Índice de esbeltez
A ABNT NBR 6118:2014 especifica que, nas estruturas de nós fixos, pode-se
considerar cada elemento comprimido isoladamente como barra vinculada
nas extremidades aos demais elementos estruturais, onde se aplicam os
esforços obtidos pela análise da estrutura efetuada segundo a teoria de
primeira ordem. Assim, o comprimento equivalente le do pilar (Figura 6) deve
ser o menor dos seguintes valores:
= +ℎ
0 (9)
=
Onde:
ℓ0 = distância entre as faces internas dos elementos estruturais, su-
postos horizontais, que vinculam o pilar;
h = altura da seção transversal do pilar, medida no plano da estrutura
em estudo;
ℓ = distância entre os eixos dos elementos estruturais aos quais o pilar
está vinculado.
Figura 6. Imperfeições geométricas locais.
Fonte: Bastos (2020, documento on-line).
10 Noções de contraventamento e esbeltez de pilares
No caso de pilar engastado na base e livre no topo, o valor de le é
igual a 2l. Nos demais casos, deve ser adotado o valor calculado na
Equação 9.
O índice de esbeltez de peças comprimidas, como os pilares, é uma proprie-
dade que busca avaliar o quão suscetível a barra está ao efeito de flambagem.
Esse índice relaciona o comprimento de flambagem da peça ao raio de giração
da sua seção transversal, e é definido pela seguinte equação:
= (10)
= (11)
Onde:
λ = índice de esbeltez da peça em relação ao eixo x ou y;
le = comprimento equivalente do pilar na direção x ou y;
i = raio de giração da seção transversal em relação ao eixo x ou y;
I = momento de inércia em x ou y;
A = área da seção transversal do pilar.
Os pilares devem ter índice de esbeltez menor ou igual a 200. Apenas no
caso de elementos pouco comprimidos com força normal menor que 0,10fcdAc,
o índice de esbeltez pode ser maior que 200 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE
NORMAS TÉCNICAS, 2014).
O momento de inércia para as seções retangulares e circulares, seções
comumente encontradas para pilares, têm-se que, respectivamente:
=
×ℎ³ (12)
12
× 4
= (13)
64
Noções de contraventamento e esbeltez de pilares 11
Esbeltez limite
Os efeitos locais de segunda ordem nos elementos isolados podem ser des-
prezados quando o índice de esbeltez for menor que o valor limite λ1, que
pode ser obtido de acordo com as seguintes equações:
=
25+12,5 1 ⁄ℎ (14)
1
35 ≤ 1 ≤ 90 (15)
1 = ∨ (16)
Onde:
e1/h = excentricidade relativa de primeira ordem;
αb = coeficiente que depende da vinculação nos apoios e das cargas
atuantes, e segue as seguintes quatro disposições:
1) para pilares biapoiados sem cargas transversais (Figura 7):
1,0 = 0,6 + 0,4 (17)
∨≥0,4
Onde:
–– MA e MB = momentos de primeira ordem nos extremos do pilar, obtidos
na análise de primeira ordem no caso de estruturas de nós fixos e
os momentos totais (primeira ordem + segunda ordem global) no
caso de estruturas de nós móveis, e:
–– MA = maior valor absoluto ao longo do pilar;
–– MB = sinal positivo, se tracionar a mesma face que MA , e negativo no
caso contrário.
12 Noções de contraventamento e esbeltez de pilares
Figura 7. Pilares biapoiados sem carga transversal.
2) para pilares biapoiados com cargas transversais ao longo da altura
(Figura 8) → αb = 1,0.
Figura 8. Pilar biapoiado com carga transversal.
3) para pilares em balanço (Figura 9):
1,0 = 0,8 + 0,2 ≥ 0,85 (18)
Noções de contraventamento e esbeltez de pilares 13
Onde:
–– MA = momento de primeira ordem no engaste;
–– MC = momento de primeira ordem no meio do pilar.
Figura 9. Pilar em balanço.
4) para pilares biapoiados ou em balanço com momentos menores que
o momento mínimo, estabelecido na Equação 8 → αb = 1,0.
Classificação dos pilares quanto à esbeltez
Segundo Araújo (2014), os pilares podem ser classificados como curtos, mo-
deradamente esbeltos e esbeltos, de acordo com seus respectivos índices
de esbeltez. Os pilares curtos, com λ ≤ 90, são aqueles para os quais não se
considera os efeitos de segunda ordem. Para os pilares moderadamente
esbeltos, com 90 < λ ≤ 140, os efeitos de segunda ordem não podem ser des-
prezados, entretanto, eles podem ser considerados por meio de processos
simplificados. Já nos pilares esbeltos, com 140 < λ ≤ 200, os efeitos de segunda
ordem são tão importantes que não se pode admitir o emprego de processos
simplificados. Para esses pilares é exigida uma análise rigorosa, que leva em
conta a não linearidade física e a não linearidade geométrica.
Para pilares com λ ≤ 90 (curtos), a ABNT NBR 6118:2014 permite a utilização
de métodos aproximados de cálculo como o método do pilar-padrão com
curvatura aproximada e o método do pilar-padrão com rigidez κ aproximada.
14 Noções de contraventamento e esbeltez de pilares
Para os pilares com 90 < λ ≤ 140 (moderadamente esbeltos), a referida norma
determina a utilização do método do pilar padrão acoplado aos diagramas
M, N, 1/r. Já para pilares com 140 < λ ≤ 200, a norma obriga a utilização do
método geral.
O Quadro 1 apresenta um resumo da classificação dos pilares quanto à
esbeltez, bem como seus métodos de cálculo.
Quadro 1. Resumo da classificação quanto a esbeltez e métodos de cálculo
Métodos de cálculo dos
Índice de esbeltez Classificação efeitos de segunda ordem
λ ≤ 90 Pilares curtos Método do pilar
padrão com curvatura
aproximada
Método do pilar padrão
com rigidez aproximada
90 < λ ≤ 140 Pilares moderadamente Método do pilar padrão
esbeltos acoplado aos diagramas M,
N, 1/r
140 < λ ≤ 200 Pilares esbeltos Método geral
Os três primeiros métodos citados apresentam como não linearidade
geométrica o pilar-padrão, uma simplificação que admite que a forma final
da posição de equilíbrio do elemento em estudo seja uma curva senoidal.
O método do pilar-padrão com curvatura aproximada considera a não linea-
ridade física por meio de uma expressão aproximada da curvatura da seção
crítica. Já o método do pilar-padrão com rigidez κ aproximada considera a
não linearidade física por meio de uma expressão aproximada da rigidez.
O método do pilar-padrão acoplado a diagramas M, N, 1/r utiliza como não
linearidade física a curvatura da seção crítica retirada diretamente dos dia-
gramas momento fletor, força normal e curvatura. Por fim, o método geral
consiste na análise não linear de segunda ordem efetuada com discretização
adequada da barra, consideração da relação momento-curvatura real em
cada seção e consideração da não linearidade geométrica de maneira não
aproximada (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2014).
Noções de contraventamento e esbeltez de pilares 15
Referências
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. 4. ed. Rio Grande: Dunas, 2014. v. 3.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6118:2014. Projeto de estru-
turas de concreto — Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2014.
BASTOS, P. S. Flexão composta e pilares de concreto armado. Bauru: UNESP, 2020.
Disponível em: [Link] Acesso
em: 10 fev. 2021.
FUSCO, P. B. Técnica de armar as estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 1995.
Leitura recomendada
KIMURA, A. Informática aplicada em estruturas de concreto armado: cálculos de edifícios
com o uso de sistemas computacionais. São Paulo: Pini, 2007.
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