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Peri-Operatório

O documento aborda o peri-operatório, que envolve as funções do enfermeiro antes, durante e após uma intervenção cirúrgica. Ele detalha as classificações das cirurgias, as características da unidade cirúrgica e os cuidados de enfermagem necessários em cada fase do processo cirúrgico. Além disso, discute considerações específicas para pacientes idosos e medidas de controle de infecções durante o procedimento.
Direitos autorais
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Peri-Operatório

O documento aborda o peri-operatório, que envolve as funções do enfermeiro antes, durante e após uma intervenção cirúrgica. Ele detalha as classificações das cirurgias, as características da unidade cirúrgica e os cuidados de enfermagem necessários em cada fase do processo cirúrgico. Além disso, discute considerações específicas para pacientes idosos e medidas de controle de infecções durante o procedimento.
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Desenvolvo AD 59-60.

Peri-operatório
Definição: É o término que se utiliza para descrever as inumeráveis tarefas do
enfermeiro, relacionados com a intervenção cirúrgica de uma pessoa, o mesmo
é global e incorpora os 3 períodos da experiência cirúrgica, quer dizer antes,
durante e depois de sua prática, cada um destes períodos começam e terminam
em um momento preciso de uma sucessão de feitos que incluem condutas e
atividades assistenciais muito diversas, que o enfermeiro executa por meio de
procedimentos e práticas que refletem as normas de sua profissão.
Intervenção cirúrgica: É o acontecimento central deste processo terapêutico,
precedido por uma preparação cuidadosa do diagnostico e seguida por uma
esmerada atenção e reabilitação imediata.
As intervenções cirúrgicas se realizam por diferentes causas:
1- Diagnostica: quando se extrai um fragmento de malha para biópsia ou se faz
uma laparotomía exploratória.
2- Curativa: quando se extirpa o apêndice ou uma massa tumoral.
3- Reparadora: quando se reparam feridas múltiplos.
4- Reconstructiva ou estética: quando se faz mamoplastia.
5- Paliativa: quando se combate a dor ou se corrige um problema.
Ex. Gastrotromia, para compensar a incapacidade de ingerir mantimentos.
As intervenções cirúrgicas, também se classificam segundo a urgência que
obriga a sua prática e podem ser:
1- Urgência imediata: exige atenção imediata, já que o transtorno pode causar a
morte. Cirurgia inadiável. Ex. Hemorragia.
2- Urgência mediata: necessita-se atenção rápida embora não imediata. Cirurgia
em 24 ou 30 horas. Ex. Colecistitis.
3- Necessária: O paciente necessita a intervenção. Cirurgia em semanas ou
meses. Ex. Hiperplasia prostática.
4- Eletiva: É necessária mas não indispensável. A omissão da Cirurgia não tem
consequências graves. Ex. Reparação de cicatrizes.
5- Opcional: A decisão depende do paciente. A Cirurgia segundo preferências do
paciente. Ex. Cirurgia estética.
Unidade Cirúrgica: Inclui áreas específicas para o trânsito do pessoal,
administração, comunicação e armazenamento. Deve existir uma separação
bem definida das áreas podas e sujas, assim como a estéril e não estéril.
Características
1- Hermeticidad e esterilidade: será uma unidade fechada que deve manter suas
condições de esterilidade.
2- Espaço: distribui-se de tal forma que permita ao pessoal uma maior eficiência
em seu trabalho.
3-Tamanho: Aproximadamente 30 metros quadrados.
4- Paredes, tetos e pisos: As paredes, devem ser azulejadas até o teto com
esquinas arredondadas, o teto, emprega-se para colocar aparelhos e equipes
(abajures, equipe de anestesia, monitor elétrico ganchos, portasueros, etc., os
pisos, devem ser lisos e estar providos de tragantes.
5- Portas: O ideal são portas corrediças, para evitar correntes de ar que podem
introduzir microorganismos, devem permanecer fechadas.
6- Ventilação: O ideal é ar condicionado, pois controla a umidade, os filtros
devem trocar-se regularmente para evitar a entrada de microorganismos através
deles.
7- Iluminação: A luz deve ser branca fluorescente e deve distribuir-se
uniformemente. Instalassem-se no teto. Deve-se ter uma luz independente se
por acaso falha a central.
8- Sistema elétrico e de tubos central: Devem existir tomadas elétricas múltiplo
com circuitos separados para reduzir a possibilidade de que se fundam os
fusíveis.
9- Vestidor: Deve existir uma habitação para a mudança de roupa.
10- Armazenamento:
a- Quarto para material estéril: roupa, curativo, etc.
b- Quarta para instrumental e equipes.
c- Quarto de armazenamento: equipe portátil.
11- Ägua: as 24 horas do dia.
12- Vitrines: Localizada-se nos salões economizam tempo e elimina a entrada e
saída do sala de cirurgia. Devem ter portas de trilho e ser de cristal para
observar seu interior e as datas de vencimento dos materiais.
13- Áreas não estéreis: Contasse com áreas não estéril para o descanso, lanche
e consultas entre especialistas.
14- Local para refugo: Para material usado, roupa suja e refugo.
15- Mobiliário e equipe adicional: Devem ser de aço inoxidável, pois é duro, liso,
duradouro e pode limpar-se com facilidade.
16- Sistema de comunicação: Os intercomunicadores são importantes para pedir
ajuda e oferecer informação da unidade cirúrgica. Também pode usar um
sistema de luzes.
17- Quarto de sub-esterilização: Contém lavamanos, esterilizadora, autoclave,
etc.
18- Sala de Recuperação: Pode encontrar-se incluída na Unidade Cirúrgica ou
estar junto a ela. O permanece nela até que se recupere da anestesia e se
estabilizem os signos vitais.
19- Monitores: Pode existir circuito fechado de televisão e equipes de vigilância
eletrônica.
20- Material e equipes: mesa de operações, de instrumental, de maio, pequena
para batas e luvas, equipe de anestesia, de aspiração, cesto de roupa suja,
esfigmomanómetro, bandejas, cubetas etc.
Fases ou Períodos
1- Pre- Operatório: Mediato e imediato.
2- Trans-Operatório.
3- Post-Operatório: Imediata e mediato.
Apreciação peri- operatória
Para fazer uma avaliação inicial do paciente que vai ser intervindo
cirurgicamente e planejar sua atenção, o enfermeiro deve obter informação da
H.C, observar os resultados das provas de laboratório clínico, RX e consulta com
especialistas para apreciar física e biologicamente ao paciente e as mudanças
que podem originar-se nele.
O enfermeiro relacionado paciente que vai ser operado tem um dobro função:
Procurar uma preparação física e psicológica apropriada de modo que a
experiência do desconhecido cause menos transtornos.
Conseguir que o paciente volte para seu estado ótimo a seguir da operação.
Além de proporcionar atenção de enfermaria básica, o enfermeiro contribui sua
compreensão sobre suas necessidades, problemas e os recursos do paciente,
aplica princípios psicosociales para ajudar ao paciente e sua família a enfrentar-
se à experiência cirúrgica, posto que uma intervenção causa invariavelmente
algum grau de crise ao paciente.
A resposta psicológica asa intervenção pode ir de uma confiança considerável
até uma ansiedade alta, é portanto necessário que exista uma comunicação e
apoio frequente entre o paciente e o pessoal de enfermaria.
Pre-operatório
Definição: É o lapso de tempo que transcorre desde que se decide A realização
da intervenção cirúrgica vara o traslado Do paciente Ao salão de operações.
Pode durar meses, semanas, dias, horas o minutos (em caso de extrema
urgência), segundo A afecção o transtorno que presente o paciente.
Classificação. Fases
Preoperatorio mediato
Definição: É o lapsus de tempo que trascurre desde que se decide A realização
da intervenção cirúrgica vara 24 horas antes Da mesma. Pode durar meses,
semanas o dias, segundo A afecção o transtorno que presente o paciente.
Objetivos:
1- Apresentar Ao paciente no melhor estado possível, físico e psicosocial.
2- Detectar complicações.
3- Realizar ONU diagnostico rápido e certeiro.
Cuidados de Enfermaria
Dispor Ao paciente para realizar-se:
a- Análise de laboratório: sangue, sedimentos fecais, urina, etc.
b- Raios X: Abdômen, tórax, etc.
c- Prova endoscópicas: laparoscopias, gastroscopias, etc.
d- Outras: Biópsia, ultra-som, etc.
2- Medir signos vitais.
3- Observação estrita Do paciente, para detectar complicações que impeçam A
QI. Ex. Tosse, febre, anemia, etc.
4- Educação para A saúde Ao paciente e familiares explicando A necessidade de
sua cooperação na verificação pre-operatório:
+ Manter-se em jejumas vara que se realize A extração de sangue.
+ lê-se administrará enemas evacuantes antes de estudos radiologistas.
+ lê-se explica que tipo do QI se realizará e que anestesia receberá.
+ lê-se explica o uso da cunha e o pato.
+ A importância da mobilização precoce, como tossir, etc.
+ Cumprir dieta segundo indicação médica, rica em proteínas e minerais.
+ Manter higiene pessoal e ambiental.
Preoperatorio imediato
Definição: É o lapsus de tempo que transcorre o compreende as 24 horas
previa à intervenção cirúrgica, inclui A preparação especial Do paciente e A
medicação pre anestésica, conclui com o traslado Do mesmo Ao salão de
operações. Pode durar horas, minutos (em caso de extrema urgência), segundo
A operação o transtorno que presente o paciente.
Objetivo:
1- Evitar que se produzam incidentes desagradáveis, Ex. Relaxação de esfíncter,
vômitos, etc.
Cuidados de Enfermaria:
1- Higiene pessoal: deve banhar-se e realizar a lavagem Do cabelo entes de ir
Ao salão.
2- Administrar enemas evacuantes, segundo intervenção cirúrgica, para: limpar o
intestino em cirurgia gastrintestinal, para evitar o ato de puxar no post-operatório
imediato, em cirurgia ocular para que no haja tensão desses músculos, para
defecar pois pode favorecer a uma hemorragia em À zona operada, evitar que
por relaxação de esfíncter na mesa operatória se defeque, proporcionar
tranqüilidade e comodidade Ao paciente, etc.
3- Dieta ligeira Na tarde anterior, mantendo-se líquida de 6 a 8 horas antes Da
QI, estou depende de La QI.
4- Preparação da pele, realizará-se desinfecção mecânica e raspado segundo
técnica estabelecida e QI.
5-Colocar sonda nasogástrica e vesical segundo QI e técnica indicada.
6-Canalizar veia segundo técnica e QI.
retirar objetos, prótese, (pois quando se administra A anestesia podem
desprender-se e ocasionar acidentes).
8-No cosméticos nem esmalte de unhas, pois se precisa valorar a cor de pele e
mucosas em busca de cianose. etc.
9-No usar objetos, nem bens metálicos pois podem realizar interferências com
as equipes elétricas Do salão.
10-Medir signos vitais.
11-Realizar observação de enfermaria e anotar em La HC.
12-Cumprir medicação pre-anestésica, A qual facilita A administração da
anestesia.
Cloriciclina alcoholica
Princípios científicos
Anatomia:
1 la pele e mucosa limpa e intactas são A primeira linha de defesa Do organismo
contra agentes infecciosos.
Microbiologia:
1- As unhas devem manter-se curtas e sem esmalte, pois Ao lavar-se
energicamente o esmalte se desprende produzindo A proliferação de
Microorganismos.
2- A lavagem das mãos com água e sabão reduz A proliferação de
Microorganismos.
Básicos de Enfermaria
1- Proteger Ao paciente de lesões, agentes externas e enfermidades.
Considerações Gerontológicas
Em pessoas anciãs em quem se prática uma I.Q. está acostumado a haver uma
combinação de problemas médicos, além de transtornos específicos que motiva
A operação. Freqüentemente no assinalam seus sintomas Ao enfermeiro Ao
médico, possivelmente por temor a que lê diagnostiquem uma enfermidade o
porque consideram sortes moléstias como parte da senilidade.
Os anciões são candidatos más inadequados que pessoas más jovens
Suas reservas cardíacas, suas funções: renal e hepática, sua atividade
gastrintestinal são menores, às vezes padecem desidratação, constipação e
desnutrição.
É freqüente que os anciões tenham artrite, leão que pode entorpecer A
mobilidade e dificultar as mudanças de posição. É importante revisar A boca por
si há cárie, prótese, etc., dados necessários para o anestesiólogo.
A pele está seca e pruriginosa (perda de glândulas sudoríparas), leão
que A faz débil e se produzirem abrasões e raspaduras, por leão qual terá que
mobilizá-lo com precaução.
A perda de graxa S/C os faz menos forte a temperatura, por leão que terá que
cobri-los para levá-los A salão.
Os anciões sofreram enfermidades, É possível que familiares e amigos tenham
sofrido que podem ter posto em perigo suas vindas e estou lê pode gerar
temores, por leão qual terá que lhes permitir falar, leão que lhes dará A
sensação de ser compreendidos e se sentirão tranqüilos.
O objetivo geral no preoperatorio É estabilizar os quadros clínicos e fatores
anormais que entorpeçam o restabelecimento satisfatório.
Considerações Epidemiológicas
Protocolo. Medidas de controle
Preoperatorio: antes da operação todo material cirúrgico deve esterilizar-se,
além disso o pessoal deve lavar-se em forma asséptica braços e mãos com
água e sabão e colocar-se batas estéreis de mangas largas e luvas, cabeça e
cabelo coberto com boina e nasobuco em nariz e boca para reduzir as
possibilidades de poluir a ferida.
A pele Do paciente no ONU área muito major da que ficará Ao descoberto
durante A operação também É objeto de limpeza e aplicação de anti-sépticos, o
fico Do corpo se cobrir com campos estéreis.
Trans operatório
Definição: É o lapsus de tempo que transcorre desde que se recebe o paciente
no salão de operações até que se translada à sala de recuperações.
Durante a QI nenhum membro do pessoal que se lavou de forma asséptica pode
tocar objetos ou zonas que não sejam estéreis. Esse pessoal tampouco pode
tocar ou poluir objetos ou zonas estéreis.
Princípios de Assepsia Perioperatoria
Em todas as fases da experiência cirúrgica a prioridade para todo o pessoal é
evitar as complicações no paciente, o que inclui protegê-lo contra infecções. O
acatamento estrito dos princípios de assepsia é inerente a este objetivo. A
prática satisfatória da cirurgia asséptica obriga ao cumprimento estrito de normas
rigorosas de esterilização preoperatoria dos materiais cirúrgicos, e de
precauções contra infecções durante a operação e depois dela, quando a ferida
deve proteger-se até que tenha cicatrizado.
A fim de obter as melhores circunstâncias para a prática cirúrgica, o sala de
cirurgia se situa em uma seção do hospital que está a salvo de perigos como
partículas poluentes, pó, outros poluentes, radiações e ruídos. É importante que
haja um código estrito de construção e se respeitem quanto à seleção de
materiais para o edifício e para precisar o tamanho de cada quarto e a circulação
de ar. Em Cirurgia, com a assepsia se evita poluir as incisões cirúrgicas. Apesar
de que a infecção post operatória de tais incisões pode derivar-se da flora
natural da pele ou alguma infecção pre existente, é responsabilidade do pessoal
de sala de cirurgia acatar os princípios assépticos para levar a mínimo dito risco.
Controles ambientais
A execução dos princípios assépticos obriga a medidas meticulosas de limpeza
no sala de cirurgia:
1- Desinfecção do salão mecânica e química entre um caso e outro.
2- Desinfecção diária do salão mecânica e química ao finalizar o turno cirúrgico.
3-Desinfecção do salão mecânica e química o fim de semana.
Meios empregados:
1. Eupanacet (micropulverización do meio que se esterilize em 20 min)
2. Permanganato com formol (gases)
3. Abajur de luz ultravioleta.
4. Solução do Propilglicol, substância aquosa e volátil, coloca-se em um
recipiente sobre uma boca do fogão e desprende gases que 5-sterilizan o
salão. É rápida e eficaz. Usa-se ao finalizar o turno Cirúrgico e em
urgências.
5. Limpeza de paredes e pisos com o Hibitane alcoólico e álcool fenolado.
6. O instrumental se coloca 1 h antes de sua desinfecção mecânica em uma
solução de cetablón ao 1%.
7. Cloriciclina alcoholica ( esteriliza em 5 min).
8. Formulina " ( " " 10 min).
9. Hipoclorito.
10. Fenoles e derivados Ex. Lisol 20 ml à água limpa.
Medicação pre anestesica:
Realiza-se de acordo com a patologia que tenha o paciente.
A noite antes lhe administra por via oral 1 tablete do Fenobarbital (barbitúrico) ou
do Diazepan às 9pm.
Na sala de premedicación lhe administra Benzodiazepia: Diazepan (ámp. 2ml de
10mg) EV. 5mg fracionado, Medizolona dose igual, Flunitrazepan 1ámp. de 1ml
de 2mg, para estabilizar a FC, a LHA e tirar o estresse produzindo hipnose.
Regras básicas de assepsia cirúrgica.
lhes-generales gere:
1- As superfícies ou objetivos estéreis podem estar em contato sem que percam
tal características, o contato com um objeto não estéril em qualquer ponto faz
que uma zona estéril fique poluída.
2- Se se duvida da esterilidade de um objeto ou área, considera-se não estéril e
poluída.
3- Tudo o que seja estéril para um paciente (uma bandeja estéril aberta ou
mesinha com material estéril) pode utilizar-se solo com esse paciente. Os
materiais estéreis não usados devem desprezar-se ou voltar-se para esterilizar
se se pretende voltar a empregá-los.
a- Pessoal Assistencial:
1- O pessoal estéril (depois da lavagem pre-cirúrgico) permanece dentro do sala
de cirurgia, se sair por qualquer razão, perde a esterilidade.
2- Ë considera estéril solo uma parte pequena do corpo da pessoa depois da
lavagem pre-cirúrgico por tal razão as mãos enluvadas devem estar sempre para
diante e acima da cintura.
3- Ë usa bata para ampliar a área estéril.
4-Todo pessoal que não tenha efetuado a lavagem pre-cirúrgico permanecem na
periferia da área da I.Q. a uma distância prudencial e segura para não polui-la.
b- Técnicas para cobrir o campo operatório com lençóis:
1- Os lençóis se sustentam muito por acima da superfície por cobrir e se estende
de adiante para trás.
2- Revisto a parte superior do corpo do doente ou a porção da mesa que tem os
lençóis estéreis se considera estéril, não assim as porções dos lençóis que
penduram dos borde.
3- Os panos estéreis se fixam com pinzas erinas e não devem mover-se durante
a I. Q.
4- Algum rasgão ou espetada do lençol, que permita o acesso a uma superfície
não estéril, faz que automaticamente lhe considere poluída e terá que substitui-
la.
c- Subministro de material estéril:
1- Os pacotes estão envoltos em tal forma que possam abrir-se com facilidade
sem risco de poluir seu conteúdo.
2- O material estéril, incluídas soluções, distribuem-se em um campo estéril ou
acontecem com uma pessoa com lavado pre-cirúrgico, de maneira que não se
perca a esterilidade.
3- Não se considera estéril os borde dos estojos que envolvem os materiais
estéreis nem a parte externa de botellones ou frascos com soluções estéreis.
4- O braço não estéril de um pessoal não deve estender-se sobre uma zona
estéril. Os artigos estéreis se deixam cair a uma distância razoável do bordo da
área estéril.
E-líquidos:
1- Os líquidos estéreis se esvaziam de uma altura suficiente para evitar que
toquem o recipiente estéril que o recebe, mas não tanta que produza
salpicaduras, pois em tal caso o líquido pode tocar uma superfície não estéril e
poluir-se.
Cuidados durante ao I.Q.
1- Observação estrita do paciente durante a I.Q. para detectar complicações.
2- Seguro de todo tipo de materiais.
3- Valoração do ambiente (temperatura, umidade, iluminação, segurança das
equipes, etc.)
4- Limpeza da área cirúrgica e cobrir ferida com curativos estéreis.
5- Translado da mesa de operações à maca.
6- Verificar permeabilidade de venipuntura, drenagens e sondas.
7- Realizar anotação no H.C.
8- Translado do paciente à sala de recuperação.
Tipos de anestesia.
Locais:
1- Lidocaina aos 2% tem 20mg x c/1ml
2- Bupivacaina aos 0,5% tem 5mg x c/1ml
3- Mepivacaina aos 2% tem 20 mg x c/1ml
Paciente alérgico à a Lidocaina lhe administra como anestésico local Benadrilina
1ámp de 20mg.
Anestesia com acupuntura não produz analgesia na pele, no lugar da incisão
tem que produzir um avón cutâneo: é uma rum 3-Atenção de enfermaria
preoperatoria tradicional ou convencional.
Tratamento pós-operatório
A assistência pós-operatória imediata é a mesma para qualquer paciente mas se
brinda sustento adicional a qualquer transtorno da função do sistema
cardiovascular, respiratório e renal.
O traslado do paciente da mesa de operações à maca deve ser lento enquanto
se observam os efeitos desta ação sobre tudo a tensão arterial e se valoram
possíveis signos de hipoxia. Devem trocar-se freqüentemente de posição não só
para evitar moléstia mas também para evitar complicação pulmonar e
circulatória.
Postoperatorio
Definição: É o lapso de tempo que transcorre desde que se forma na Sala de
recuperação até sua alta médica.
Classificação. Fases
1-Pós-operatório imediato.
2-Pós-operatório mediato.
Pós-operatório imediato
Definição: É o lapso de tempo que transcorre desde que se forma na Sala de
recuperação até que se recupere da anestesia, estabilizam-se os parâmetros
vitais e cessam as complicações (se as houve). Pode durar horas, dias ou
semanas, segundo o estado do paciente.
Objetivos:
1- Apreciar o estado físico e psicológico do paciente: para intervir eficazmente na
recuperação (isto serve de apóie para o julgamento do enfermeiro e sua
comunicação com o cirurgião, anestesiólogo e outros membros da equipe de
saúde)
2-Acautelar e apreciar oportunamente as complicações: Servindo-se dos dados
obtidos da apreciação e a intervenção das etapas anteriores da enfermidade do
paciente, o enfermeiro além disso valora a reação aos agentes anestésicos e
das múltiplos droga utilizadas, na medicação prescrita, à técnica cirúrgica e de
suas necessidades de atenção subseqüentes. Interessa de modo imediato: os
líquidos EV, as curas, as drenagens, náuseas e vômitos, a dor experienta, os
signos vitais, etc.
3- Proteger ao paciente de lesões durante o período de inconsciência: deve-se
sujeitar ao paciente à maca e observá-lo atentamente para evitar traumatismos;
pois devido à anestesia esta semi-inconsciente.
4- Aliviar as moléstias: sede (passar uma torunda úmida pelos lábios para mitigar
a mesma), dor (trocar de posição), etc.
Esta em dependência do tipo de operação realizada:
1- Documentar-se dos detalhes do ato cirúrgico e antecedentes anestésicos, tipo
de operação, anestesia utilizada, antecedentes durante a intervenção cirúrgica
que motivem modificações no cuidado de enfermaria.
2- Receber ao paciente já preparada as condições da unidade.
3- Observar o estado geral: cor da pele, signos vitais, sangramiento, drenagens
e venoclisis, etc.
4- Translado do paciente da maca à cama tendo cuidados com a ferida para
evitar complicação como saída de drenagem, sangramiento ou dor pela
manipulação.
5- Colocar ao paciente em posição horizontal sem travesseiro (segundo
anestesia) ou segundo indicação médica, com a cabeça inclinada para evitar a
broncoaspiración de secreções.
6- Observar tubo endotraqueal se o tivesse e ser retirado oportunamente.
7- Detectar signos de hipoxia para administrar a ventilação oportuna
8- Conectar sondas e drenagens a equipes coletores
9- Observar durante a recuperação: dificuldade respiratória, sintomas de shock,
coloração da pele, estado de consciência, sangramiento, etc.
10- Detectar e anotar os parâmetros vitais periodicamente: nas primeiras horas
cada 15´, continuar a cada 30´, até chegar a cada 3 horas, se se mantiver
normal. Se houver arritmias ou diminuição da TA avisar ao médico
11- Brindar apoio emocional conforme estado do paciente
12- Cumprir indicações médicas: controlar destilação de hidratação, aspirar por
levinne cada 3 ou 4 horas anotando-a na HBM, evitar a dor administrando
analgésicos indicados, cumprimento dos complementares, realizar exercícios
respiratórios e passivos das extremidades, mudança de posição, segundo tipo
de QI.
13- Asseio pessoal e mudança de roupa cada vez que seja necessário para
mantê-lo seco.
14- Anotar cumprimento e observação de enfermaria no HC para que o médico
valore a evolução do paciente.
Pós-operatório mediato
Definição: É o lapso de tempo que transcorre desde que se recupere da
anestesia, estabilizam-se os parâmetros vitais e cessam as complicações (se as
houve), até sua alta médica. Pode durar semanas ou meses, segundo o tipo
intervenção cirúrgica e a recuperação do paciente.
Objetivos:
1- Ajudar ao paciente a recuperar sua independência: lhe explicando como
débito: incorporar-se da cama, perambular, tossir, etc.
2- Garantir a recuperação integral ou total do paciente: mediante as medidas ou
cuidados de enfermaria que garantam a incorporação ativa à sociedade.
Cuidados de Enfermaria:
1- Preparar unidade de acordo à necessidade do paciente.
2- Receber o paciente e observar seu estado geral, para detectar se existirem ou
não sintomas de complicações.
3- Translado do paciente da maca à cama, cuidando a região operada e colocá-
lo na posição indicada.
4- Conectar sondas e drenagens se as tiver a frascos coletores.
revisar a venoclisis e a destilação.
6- Apóio emocional preocupando-se com as moléstias, dores ou dúvidas e
estabelecer contatos com os familiares.
7- Encher corretamente a H B H.
8- Oferecer a dieta segundo indicação, não mantimentos nas primeiras horas,
logo dieta líquida ou branda, se náuseas ou vômitos suspender a dieta e
consultar ao cirurgião.
9- Manter a higiene do paciente cuidando sua individualidade:
a) Banho de asseio insistindo em cavidades.
b) Fricção de costas e membros inferiores ativar circulação periférica.
c) Mudança de posição para comodidade e evitar complicações.
10- Deambulación precoce:
a) Aumenta o intercâmbio respiratório.
b) Ajuda a eliminar secreções bronquiais.
11- Fisioterapia ativo e passivo aos que não podem perambular.
12- Cura da ferida mantendo os princípios de assepsia e antisepsia e
individualidade do paciente.
a) Observar a ferida: borde confrontados, cor, calor, secreção e características.
b) Retirar pontos de pele ou subtotales segundo indicação médica.
13- Controle de signos vitais.
14- Observar sintomas locais e gerais para detectar hemorragia ou
complicações.
15- Estimular a eliminação espontânea.
16- Registro e observação na H.C.
17- Educação para a saúde em pacientes e familiares. lhe informar do
tratamento cirúrgico, dieta, importância de cumprir a indicação médica,
assistência a consulta, etc.
Princípios
1- A cirurgia acordada uma reação maior de estresse no corpo.
2- Una agressão maior ao organismo, como a cirurgia, diminui a capacidade das
pessoas para confrontar outros agressores.
3- A cirurgia maior afeta a capacidade do indivíduo para satisfazer suas
necessidades básicas.
4- A penetração da pele por por uma incisão cirúrgica abre uma porta de entrada
a patogênicos invasores.
5- Os meninos e os anciões são particularmente vulneráveis aos efeitos
adversos da cirurgia, igual aos pacientes com problemas respiratórios,
cardiovasculares, diabetes, ou transtornos que causam insuficiência vascular.
6- Os pacientes muito temerosos som um mau risco cirúrgico.
7- O temor ao desconhecido é um fator intenso na ansiedade prequirúrgica.
8- A informação está acostumada ajudar a eliminar temores.
9- A aprendizagem é mas eficaz quando a pessoa necessita e deseja aprender.
Complicações
1- Hemorragia: é a complicação caracterizada pela saída mais ou menos
copiosa de sangue dos copos por ruptura dos mesmos. Pode ser interna ou
externa.
a- Interna: Não há sangue visível, há palidez, diminuição de tensão arterial,
taquicardia, inquietação, pulso filiforme, desidratação, sede intensa, lipotimia,
etc.
b- Externa: os signos e sintomas são quão mesmos a interna, aqui se soma que
há presença de sangue nos curativos que cobrem a ferida cirúrgica.
Classifica-se em:
a- Primária: apresenta-se no momento da operação.
b- Intermedeia: apresenta-se nas primeiras horas depois da operação, quando o
aumento de pressão sangüínea a seu nível normal desaloja os coágulos dos
copos.
c- Secundária: apresenta-se pouco depois da operação, quando não há boa
sutura, há sepsis, etc.
Pode ser:
a- Capilar: destilação lenta e generalizada.
b- Venosa: saída rápida e de cor vermelha escura.
c- Arterial-saída rápida de cor vermelha brilhante que brota a fervuras com cada
pulsado.
2-Shoch: A perda de líquidos e eletrólitos, os traumatismos (físicos e
psicológicos), os anestésicos e os fármacos de premedicación podem participar
do desencadeamento do shoch. Há: palidez, hipotensão, pulso rápido e débil,
pele úmida e fria.
coloca-se ao paciente em supino com a cabeça mais baixa que as pernas,
ajusta-se vendagem, administram-se sedativos e líquidos endovenosos, não
muito rápido, pois pudesse voltar a começar a hemorragia.
3- Hipoxia: É a mais freqüente das complicações respiratórias. Os anestésicos e
medicamentos preoperatorio podem deprimir a respiração e com isso alterar a
oxigenação do sangue. O muco pode bloquear as vias respiratórias traqueais ou
bronquiais e alteram a respiração diminuindo o volume de O2 que acontece os
pulmões. Há: taquicardia, diminuição da tensão arterial, diminuição de gases em
sangue (O2), cianose e dispnéia. acautela-se não levando a paciente ao salão
com um processo respiratório agudo.
4-Trombose venosa profunda: É a inflamação da veia afetada, devida a
torniquetes apertados, freqüente na cirurgia ortopédica, urológica, ginecológica,
neurocirurgia, general em majores de 40 anos, obesos, etc. Se acautela e trata
com exercícios das extremidades que se acostuma antes da operação, não
apertando as vendagens excessivamente, uso de anticoagulantes (heparina,
warfarina), uso de expansores do plasma (dextran 40 e 70), uso de meias
elásticas, etc.
5-Embolia pulmonar: É um coagulo sangüínea, ar ou graxa que se separa de seu
sítio original e é transportado pela corrente sangüínea, quando viaja do lado
direito do coração e fecha por completo a artéria pulmonar há: dispnéia, cianose,
ansiedade, pupilas dilatadas, pulso rápido e irregular, grita ao sentir uma dor
aguda e penetrante no tórax e pode ocorrer morte súbita. Por sorte a oclusão
quase sempre é parcial e a sintomatologia é mais discreta. acautela-se
perambulando precozmente no pós-operatório.
6-Retensión urinária: Pode aparecer depois de qualquer operação, embora seja
mas freqüente nas de reto, ânus e vagina, pensa-se que é resultado de espasmo
do esfíncter vesical. pode-se abrir uma pilha de água, esse som inca a urinar,
deixa-se cair água no abdômen. Se a intervenção cirúrgica o permitir se ajuda a
ficar de piei e urinar na cunha. Quando fracassam todas as medidas se coloca
uma sonda vesical segundo indicação medica, trata-se de evitar a cateterización
para diminuir a sepsis. Em muitos pacientes é evidente a bexiga, com dor
abdominal inferior e emissão de pequenas quantidades de urina (30 a 60 ml de
urina a intervalos de 15 a 30 minutos é um signo de distensão vesical).

Moléstias
1- Nauseia e vômitos: Nauseia-as são mais freqüentes em mulheres, em
pessoas obesas (as células graxas atuam como deposito de anestesia) e em
pessoas que se submeteram a cirurgias muito amplas. Constituem uma
complicação quando o anestésico utilizado é éter (já não é freqüente seu uso).
Os vômitos se produzem pela ingestão e acumulação de líquidos no estômago
antes que reapareça o peristaltismo. acautelam-se restringindo os líquidos no
preoperatorio e instalando uma sonda nasogástrica. deve-se colocar o paciente
em decúbito lateral ou ao menos em supino e com a cabeça inclinada, e realizar
aspirações gástricas freqüentes. Há: sialorrea, dor em epigastrio, saída de
conteúdo gástrico pela boca.
2- Dor: depois de qualquer intervenção cabe esperar que apareça a dor, pela
manipulação própria do ato cirúrgico e a posição que durante largas horas
manteve o doente. A intensidade da dor depende da constituição fisiológica e
psicológica da pessoa, seu nível de tolerância, o tipo, o sítio e a magnitude de
incisão, etc. Se troca de posição, apóia-se psicologicamente e se administra
analgésicos por indicação médica.
3- Insônia: Resultado da preocupação pela intervenção.
sejam: deve-se à administração de vários anestésicos, principalmente a atropina
que inibe a secreção da mucosa (faringe e boca) e à perda de abundantes
líquidos corporais pela sudoración, o incremento da exsudação mucosa dos
pulmões e a hemorragia mais ou menos intensa, de maneira que também
participa do quadro da desidratação. Para combater esta perda de líquidos,
utiliza-se nas primeiras horas líquidos endovenosos; mas geralmente não
desaparece a sede. A boca seca e pegajosa necessita líquidos que podem dar-
se aos pacientes tão logo desapareçam as náuseas e vômitos.
5-Distensão abdominal: Provém da acumulação de gases nos intestinos, é
causado pela incapacidade de dito órgão para impulsionar mediante o
peristaltismo (o qual se reduz pela manipulação de órgãos), gases pelas asas e
aumenta ao deglutir grandes volúmenes de ar, especialmente quando estão
atemorizados ou sentem dor. troca-se de posição e quando este permitido se
respira a caminhar. acautela-se colocando sonda nasogástrica no preoperatorio.
6- Constipação: Por interrupção da dieta e hábitos de alimentação normatiza
prévio a cirurgia. O paciente defeca acontecido os 3 dias de intervindo que é
quando se reata a função peristáltica por aumento da dieta. Se passado este
tempo incluso no defecou pudesse estar-se instalando uma complicação. Deve
oferecer-se quando o medico o oriente uma dieta rica em frutas e vegetais,
abundante água e deambulación ativa.
7- Inquietação: Pode ser resultado de uma deficiência de oxigênio ou
hemorragia, devido ao mal-estar pela operação, vendagens apertadas, retenção
urinária. troca-se de posição, apóia-se psicologicamente e se administra sedativo
por indicação médica.
8- Soluço: É produto de espasmos intermitentes do diafragma devido à irritação
do nervo frénico e se manifesta com um som áspero (hic) resultado da vibração
das cordas vocais fechadas ao entrar o ar nos pulmões em forma súbita. Se for
persistente, pode produzir vômito, esgotamento e dehiscencia. deve-se eliminar
a ingestão de líquidos muito quentes ou muito frios, sustentar a respiração e
tomar água, ou induzir o vômito.
Prevenção de moléstias e complicações
Uma correta recepção do paciente no pós-operatório imediato e a atenção de
enfermaria que requerem, ajudam à diminuição das moléstias.
Medidas
1- Alivio da dor.
manter sonho reparador.
3- Controle adequado de balanço hidromineral.
4- Praticar a deambulación precoce.
5- Efetuar a mobilização ou exercícios passivos em cama logo que seja possível.
6- Observação do paciente: cor de pele, sudoración, variações de temperatura,
pulso, tensão arterial, freqüência cardíaca e respiratória.
7- Evitar a constipação mediante a administração de abundantes líquidos.
8- Brindar higiene pessoal e ambiental.
9- Manter medidas de assepsia e antisepsia.
10- Brindar ampla educação sanitária ao paciente e famílias a respeito das
limitações, assim como o que pode realizar o paciente.
A intervenção cirúrgica nas urgências. Características.
É o proceder pelo qual lhe dá solução a um problema de saúde apresentado
súbitamente, de urgência, através de uma intervenção cirúrgica, que tem como
objetivo levar a paciente ao salão nas melhores condicione físicas e psíquicas.
Características:
1- É breve.
2- É realizam as análise e investigações necessárias.
3-consta dos mesmos cuidados tanto no pre como no post operatório tradicional.
4- O único cuidado preoperatorio que não se cumpre é o enema lhe evacuem.
5- Observação de enfermaria estrita e freqüente para detectar alterações e
complicações.
A urgência no paciente ancião.
A cirurgia impõe tensão física e psicológica, mas devido aos avanços científicos-
técnicos e à anestesia empregada nos métodos cirúrgicos, os anciões toleram a
cirurgia surpreendentemente.
Existem fatores necessários para um paciente que se submeta a cirurgia:
1-Valoração preoperatoria e tratamento hábil.
2- Anestesia e cirurgia perita e cuidadosa
3-Tratamento pós-operatório meticuloso.
Importância da valoração pre e post operatória
A valoração preoperatoria no ancião deve ser cuidadosa com o objetivo de
comprovar sua estado físico e capacidade para adaptar-se à situação de alarme.
É necessário revisar os medicamentos que esta tomando o paciente pois
algumas droga podem interactuar com os agentes anestésicos e podem produzir
reações adversas.
Se o paciente ancião viver sozinho e espera deficiências de autocuidado
relacionado com sua experiência cirúrgica, é necessário um familiar ou o apoio
de um amigo. Muitos indivíduos anciões têm perda de cor a curto prazo e uma
enfermidade crônica, como artrite, perda de audição, hipertensão ou um
transtorno cardíaco. A colaboração do paciente com o pessoal do sala de
cirurgia faz que a cirurgia seja bem-sucedida.
A atenção de enfermaria preoperatoria requer:
1-Valoração meticulosa dos sistemas cardiovascular, respiratório e renal, assim
como o estado nutricional, hidratação e plano de anestesia.
2- Realização de um exame físico, raios x, estudo da função pulmonar,
gasometría em sangue venoso e arterial e estudo de laboratório clínico.
3- Atenção de enfermaria preoperatoria tradicional ou convencional.
Tratamento pós-operatório
A assistência pós-operatória imediata é a mesma para qualquer paciente mas se
brinda sustento adicional a qualquer transtorno da função do sistema
cardiovascular, respiratório e renal.
O traslado do paciente da mesa de operações à maca deve ser lento enquanto
se observam os efeitos desta ação sobre tudo a tensão arterial e se valoram
possíveis signos de hipoxia. Devem trocar-se freqüentemente de posição não só
para evitar moléstia mas também para evitar complicação pulmonar e
circulatória.
7- Inquietação: Pode ser resultado de uma deficiência de oxigênio ou
hemorragia, devido ao mal-estar pela operação, vendagens apertadas, retenção
urinária. troca-se de posição, apóia-se psicologicamente e se administra sedativo
por indicação médica.
8- Soluço: É produto de espasmos intermitentes do diafragma devido à irritação
do nervo frénico e se manifesta com um som áspero (hic) resultado da vibração
das cordas vocais fechadas ao entrar o ar nos pulmões em forma súbita. Se for
persistente, pode produzir vômito, esgotamento e dehiscencia. deve-se eliminar
a ingestão de líquidos muito quentes ou muito frios, sustentar a respiração e
tomar água, ou induzir o vômito.
Prevenção de moléstias e complicações
Uma correta recepção do paciente no pós-operatório imediato e a atenção de
enfermaria que requerem, ajudam à diminuição das moléstias.
Medidas:
1- Alivio da dor.
2- Manter sonho reparador.
3- Controle adequado de balanço hidromineral.
4- Praticar a deambulación precoce.
5- Efetuar a mobilização ou exercícios passivos em cama logo que seja possível.
6- Observação do paciente: cor de pele, sudoración, variações de temperatura,
pulso, tensão arterial, freqüência cardíaca e respiratória.
7-Evitar a constipação mediante a administração de abundantes líquidos.
8-Brindar higiene pessoal e ambiental.
manter medidas de assepsia e antisepsia.
10- Brindar ampla educação sanitária ao paciente e famílias a respeito das
limitações, assim como o que pode realizar o paciente.
A intervenção cirúrgica nas urgências. Características
É o proceder pelo qual lhe dá solução a um problema de saúde apresentado
súbitamente, de urgência, através de uma intervenção cirúrgica, que tem como
objetivo levar a paciente ao salão nas melhores condicione físicas e psíquicas.
Características:
1-É breve.
2- É realizam as análise e investigações necessárias.
3- Consta dos mesmos cuidados tanto no pre como no post operatório
tradicional.
4- O único cuidado preoperatorio que não se cumpre é o enema lhe evacuem.
5- Observação de enfermaria estrita e freqüente para detectar alterações e
complicações.
A urgência no paciente ancião.
A cirurgia impõe tensão física e psicológica, mas devido aos avanços científicos-
técnicos e à anestesia empregada nos métodos cirúrgicos, os anciões toleram a
cirurgia surpreendentemente.
Existem fatores necessários para um paciente que se submeta a cirurgia:
1- Valoração preoperatoria e tratamento hábil.
2- Anestesia e cirurgia perita e cuidadosa
3-Tratamento pós-operatório meticuloso.
Importância da valoração pre e post operatória
A valoração preoperatoria no ancião deve ser cuidadosa com o objetivo de
comprovar sua estado físico e capacidade para adaptar-se à situação de alarme.
É necessário revisar os medicamentos que esta tomando o paciente pois
algumas droga podem interactuar com os agentes anestésicos e podem produzir
reações adversas.
Se o paciente ancião viver sozinho e espera deficiências de autocuidado
relacionado com sua experiência cirúrgica, é necessário um familiar ou o apoio
de um amigo. Muitos indivíduos anciões têm perda de cor a curto prazo e uma
enfermidade crônica, como artrite, perda de audição, hipertensão ou um
transtorno cardíaco. A colaboração do paciente com o pessoal do sala de
cirurgia faz que a cirurgia seja bem-sucedida.
A atenção de enfermaria preoperatoria requer:
1-Valoração meticulosa dos sistemas cardiovascular, respiratório e renal, assim
como o estado nutricional, hidratação e plano de anestesia.
2- Realização de um exame físico, raios x, estudo da função pulmonar,
gasometría em sangue venoso e arterial e estudo de laboratório clínico.
3- Atenção de enfermaria preoperatoria tradicional ou convencional.
Tratamento pós-operatório
A assistência pós-operatória imediata é a mesma para qualquer paciente mas se
brinda sustento adicional a qualquer transtorno da função do sistema
cardiovascular, respiratório e renal.
O traslado do paciente da mesa de operações à maca deve ser lento enquanto
se observam os efeitos desta ação sobre tudo a tensão arterial e se valoram
possíveis signos de hipoxia. Devem trocar-se freqüentemente de posição não só
para evitar moléstia mas também para evitar complicação pulmonar e
circulatória.

Perigo da cirurgia no ancião


Os perigos da cirurgia são proporcionais ao número e gravidade de
enfermidades e à natureza e duração da intervenção realizada. Entre os mais
freqüentes têm o:
1- Shoch: causa mais frequente de morte em majores de 60 anos.
2- Complicações respiratórias: como atelectasia, bronquite, broncopneumonia,
pneumonia hipostática, neurite e superinfección, íleo paralítico, dehiscencia,
hemorragias e outras.
Ética. Consentimento informado.
A ética é o estudo filosófico da moralidade e se apóia em princípios:
beneficência, não maleficencia, justiça e autonomia.
O consentimento informado é a expressão mais diáfana da autonomia (princípios
éticos), lhe diz ao paciente o que lhe vai ser, o tipo de intervenção, a anestesia a
utilizar, etc.
Em nosso meio não se elabora o documento escrito para permitir a autorização
do paciente à intervenção, mas se a autorização verbal.
Considerações gerontológicas
A assistência pós-operatória imediata no ancião é igual a que dá a qualquer
operado, mas deve ampliar-se se houver transtorno das funções cardiovascular,
pulmonar ou renal. As equipes de vigilância seriada, compenetração corporal
possibilitam a detecção de déficit cardiopulmornares ante de que haja signos e
sintomas evidentes. Com tal vigilância e a preparação mais adequada e
individualizada no pós-operatório muitos anciões toleram as operações e se
recuperam satisfatoriamente.
A confusão é uma das experiências mais comuns neles durante o pós-
operatório. agrava-se pelo isolamento social
A pneumonia a complicação respiratória mais freqüente em pacientes maiores,
com freqüência pode acautelar-se mediante a mobilização e deambulación
temprana.
A incontinência urinária pode acautelar-se se o ancião tem fácil acesso ao
sistema de chamada à enfermeira.
As disfunções gastrintestinais: tais como distensão pós-operatória redução de
peristalsis e impactación fecal, pode acautelar-se fomentando uma hidratação e
atividade adequada.
APS
Seguimento do ancião depois de uma intervenção cirúrgica no lar, lhe orientando
os cuidados e medidas que deve manter tanto em sua ferida assim como a
higiene pessoal, alimentação e deambulación.
O enfermeiro e médico de família realizarão visitas periódicas e programadas ao
lar do paciente para constatar sua evolução.
Considerações Epidemiológicas
Protocolo. Medidas de controle
Pós-operatório: depois da operação se protege a incisão contra a possível
contaminação com curativos estéreis e aplicação de soluções anti-sépticas
quando se limpar a ferida. Deve-se tomar cuidado se não haver cicatrização e
evitar seu contato com o que não esteja estéril.
Quando a infecção afetou as malhas se aplicam antimicrobianos e calor ou se
drena ou se desbrida a malha necrotico.
Fontes exógenas de complicação bacteriana:
1- Contato pessoal.
2- Via aéreas
3- lhes-animales anime anime e insetos.
4- Fómites (objetos inanimados como agulhas, seringueiras de injeção, etc.)
5- Chá com uma agulha hipodérmica (26 ou 27) infiltrando a malha.
Perigo da cirurgia no ancião
Os perigos da cirurgia são proporcionais ao número e gravidade de
enfermidades e à natureza e duração da intervenção realizada. Entre os mais
freqüentes têm o:
1- Shock: causa mais freqüente de morte em majores de 60 anos.
2- Complicações respiratórias: como atelectasia, bronquite, broncopneumonia,
pneumonia hipostática, neurite e supeinfección, íleo paralítico, dehiscencia,
hemorragias e outras.
Ética. Consentimento informado
A ética é o estudo filosófico da moralidade e se apóia em princípios:
beneficência, não maleficencia, justiça e autonomia.
O consentimento informado é a expressão mais diáfana da autonomia (princípios
éticos), lhe diz ao paciente o que lhe vai ser, o tipo de intervenção, a anestesia a
utilizar, etc.
Em nosso meio não se elabora o documento escrito para permitir a autorização
do paciente à intervenção, mas se a autorização verbal.
Considerações gerontológicas
A assistência pós-operatória imediata no ancião é igual a que dá a qualquer
operado, mas deve ampliar-se se houver transtorno das funções cardiovascular,
pulmonar ou renal. As equipes de vigilância seriada, compenetração corporal
possibilitam a detecção de déficit cardiopulmornares ante de que haja signos e
sintomas evidentes. Com tal vigilância e a preparação mais adequada e
individualizada no pós-operatório muitos anciões toleram as operações e se
recuperam satisfatoriamente.
A confusão é uma das experiências mais comuns neles durante o pós-
operatório. agrava-se pelo isolamento social
A pneumonia a complicação respiratória mais freqüente em pacientes maiores,
com freqüência pode acautelar-se mediante a mobilização e deambulación
temprana.
A incontinência urinária pode acautelar-se se o ancião tem fácil acesso ao
sistema de chamada à enfermeira.
As disfunções gastrintestinais: tais como distensão pós-operatória redução de
peristalsis e impactación fecal, pode acautelar-se fomentando uma hidratação e
atividade adequada.
APS
Seguimento do ancião depois de uma intervenção cirúrgica no lar, lhe orientando
os cuidados e medidas que deve manter tanto em sua ferida assim como a
higiene pessoal, alimentação e deambulación.
O enfermeiro e médico de família realizarão visitas periódicas e programadas ao
lar do paciente para constatar sua evolução.
Considerações Epidemiológicas.
Protocolo. Medidas de controle.
Pós-operatório: depois da operação se protege a incisão contra a possível
contaminação com curativos estéreis e aplicação de soluções anti-sépticas
quando se limpar a ferida. deve-se tomar cuidado se não haver cicatrização e
evitar seu contato com o que não esteja estéril.
Quando a infecção afetou as malhas se aplicam antimicrobianos e calor ou se
drena ou se desbrida a malha necrótico.
Fontes exógenas de complicação bacteriana:
1-contato pessoal.
via aéreas.
lhes-animales anime e insetos.
4-Fómites (objetos inanimados como agulhas, seringas de injeção, etc.)

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