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Firewall

O documento explora a tecnologia de firewalls, destacando suas funções, tipos e a importância na segurança de redes. Ele descreve o funcionamento de diferentes tipos de firewalls, como filtros de pacotes e proxy firewalls, além de discutir a arquitetura de DMZ e a necessidade de políticas de segurança. O texto também aborda as vantagens e desvantagens de cada tipo de firewall, enfatizando a evolução e a relevância dessa tecnologia na proteção de dados e sistemas.

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lindomar santos
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O documento explora a tecnologia de firewalls, destacando suas funções, tipos e a importância na segurança de redes. Ele descreve o funcionamento de diferentes tipos de firewalls, como filtros de pacotes e proxy firewalls, além de discutir a arquitetura de DMZ e a necessidade de políticas de segurança. O texto também aborda as vantagens e desvantagens de cada tipo de firewall, enfatizando a evolução e a relevância dessa tecnologia na proteção de dados e sistemas.

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Firewalls

Resumo:
O presente trabalha busca apresentar as vantagens do uso que a tecnologia firewall
pode proporcionar ao usuário quando se trata de segurança de uma rede, além de buscar
entender o seu funcionamento e as vantagens e desvantagens que os diferentes tipos de
tecnologia pode gerar.

Introdução:

1.1 - O que é Firewall


Um firewall é uma das principais ferramentas utilizadas atualmente para garantir a
segurança de uma rede (ou sub-rede específica). Essa solução de segurança consiste em
um ou mais dispositivos envolvendo software e hardware e é posicionada
estrategicamente na fronteira entre duas redes, geralmente uma rede privada
(empresarial, por exemplo) e a Internet, como mostra a Figura 1.1.

Figura 1.1: o Firewall da DEC Corporate[1]


Devido a sua localização e a sua função, o firewall irá inspecionar todos os pacotes que
passarem pela extremidade da rede e funcionará de forma muito semelhante ao
departamento da polícia federal de um aeroporto internacional. Ou seja, da mesma
forma que um cidadão precisa de autorização pra entrar ou sair de um determinado
país, um pacote precisa da autorização do firewall para entrar ou sair da rede.
Obrigatoriamente.
Funcionando dessa forma, essa tecnologia evita que pacotes indesejados e prejudiciais
tenham acesso à rede interna e, portanto, às informações e recursos em posse da
mesma.
Esse "filtro" também evita que hosts internos tenham acesso a domínios e informações
que não condizem com a política de segurança da rede.
Em casos de redes mais simples, como uma rede doméstica, por exemplo, o firewall
pode ser implementado junto ao roteador através de um software. No entanto, quando
se trata de redes maiores - e mais visadas, é de extrema importância que o firewall seja
implementado através de um hardware dedicado. Isso garante que apenas funções
essenciais ao funcionamento e segurança da rede serão implementados e, assim sendo, o
firewall torna-se imune a invasões que poderiam acontecer devido à 'bugs' em software
ou funcionamento inadequado de protocolos.
É importante também ressaltar que, para garantir a segurança da rede, o firewall em si
deve ser imunes a ataques, independentemente se a origem dos mesmos é interna ou
externa à rede privada.

1.2 - Histórico

O termo "Firewall" não surgiu junto com a Internet. Na verdade, ele ja era largamente
utilizado, seja em casas, automóveis, etc. Firewalls são barreiras contra o fogo,
servindo para impedir que o mesmo se alastre antes que os bombeiros consigam
controlá-lo.
Os primeiros firewalls surgiram após o início da Internet, no final dos anos 80, depois
que o primeiro vírus de computador conhecido, chamado de "Morris Worm" atacou
computadores de diversas entidades como a NASA e universidades famosas como
Berkeley e Stanford, provando assim que a Internet não era mais uma comunidade
fechada de pessoas confiáveis. Eles nada mais eram que roteadores usados para separar
a rede em pequenas LANs, pois, dessa maneira, erros em alguma das LANs não seriam
transmitidos para o resto da rede, prejudicando assim o funcionamento da mesma.
Firewalls desse tipo foram utilizados no início dos anos 90 e costumavam usar regras de
filtragem de IP do tipo "Permita todos que estiverem na rede aacessarem endereços fora
da rede" e "não permita que alguém fora da rede acesse a rede". Esses firewalls eram
efetivos, mas muito limitados, principalmente devido à dificuldade em se criar as regras
de restrição de maneira correta. Muitas das vezes, se tinha dificuldade em saber a parte
exata da aplicação que precisava ser restringida, por exemplo.
A segunda geração de firewalls foi além da camada de rede para examinar a camada de
transporte também. Obtendo informações sobre sessões ativas, os firewalls passaram a
utilizá-las para melhorar a velocidade de processamento de pacotes. Dessa forma, eles
filtravam as informações não só por endereços de IP, mas também por estado atual e
outros atributos da conexão. Esses firewalls passaram a ser chamados de Filtros de
Estado de Sessão.
A terceira e "atual" (pois os mesmos continuam em constante evolução) geração dos
firewalls é a chamada Filtro de Aplicações. Firewalls desse tipo utilizam as tecnologias
das duas primeiras gerações, e um proxy, que nada mais é do que um agente
intermediário entre uma rede e a internet, avaliando assim as requisições que partem e
chegam à rede interna. Uma analogia interessante ao proxy é a de um porteiro e de um
portão. O porteiro(Gatekeeper) só permitirá que entre pelo portão(Gate o que for do
interesse do cliente. Ver Figura 1.1. O primeiro firewall vendido comercialmente era
desse tipo, foi fabricado pela Digital Equipment Corporation (DEC Corporate) e foi
vendido em 13 de Junho de 1991.

Figura 1.2: o Firewall da DEC Corporate[2]

1.3 - Por que utilizar um Firewall

Existem diversos motivos para se utilizar um Firewall, sendo um dos principais a


proteção de seu computador ou rede de computadores. Mesmo achando que sua rede
pode estar segura, pois você pode não ter "nenhum dado valioso a ser roubado", uma
rede pode ser atacada por outros motivos. Tais motivos podem ser dos mais variados[2],
como:
•Downstream Liability:
Sua rede pode ser usada como um "acesso intermediário", com o objetivo de atacar redes de
terceiros. Como manter a rede protegida é função de seu administrador, uma rede que é usada dessa
maneira pode responder legalmente por negligência.
•Perda de Dados:
Alguns crackers invadem redes e muitas vezes apagam informações encontradas dentro das
mesmas, as vezes pelo simples fato de terem capacidade para tal. Portanto, uma medida para evitar
uma possível perda de dados(especialmente se seus dados não possuírem nenhuma forma de
backup) é proteger sua rede contra invasões dessa natureza.
•Vazamento de dados confidenciais
Nos dias de hoje, privacidade e proteção ao consumidor são assuntos muito falados, o que gera a
necessidade de uma proteção maior para redes, principalmente empresariais. Comprometimento de
documentos confidenciais, projeções sobre o futuro da empresa, dados pessoais de clientes, entre
outras informações sensíveis, pode prejudicar a imagem da empresa, além de acarretar problemas
financeiros e até legais.
•Queda de rede
Sem um Firewall, redes ficam mais suscetíveis a ataques, e isso pode ser extremamente prejudicial
para redes de bancos, máquinas de cartões de crédito, servidores de jogos online, entre outros
exemplos, pois facilita que as mesmas possam ser derrubadas por crackers, tornando seu acesso e
consequentemente, o uso de seus serviços, indisponível. Isso causaria um prejuízo financeiro para
os donos dessas redes, tanto no custo de reparo quanto na possível perda de lucro.

2. Tipos de Firewall
Como foi visto na seção 1.2, o firewall, como toda boa tecnologia, evoluiu com o passar
dos anos. No entanto, isso não significa que os métodos usados nas primeiras gerações
de firewall tenham perdido seu espaço.
O que acontece frequentemente é a mistura de padrões e tipos defirewall, assim como a
adequação das tecnologias disponíveis aos recursos e necessidades da instituição pela
qual o firewall será implementado
Levando esses fatores em consideração, essa seção trata dos principais tipos de firewall
que são conhecidos e utilizados atualmente.

2.1. Filtro de Pacotes

2.1.1. Funcionamento

Todo o conteúdo que trafega na Internet carrega consigo um conjunto de informações


que servem para indicar o caminho que o pacote deve seguir, como um endereço.
O filtro de pacotes utiliza essas informações para definir quando um pacote deve seguir
adiante ou não.
Mais especificamente, esse tipo de firewall baseia suas decisões no endereço IP(Internet
Protocol) do pacote e no número de porta.
O endereço IP, referente ao protocolo IP da camada de rede do Modelo OSI, indica
exatamente a qual rede e a qual host se destina aquele pacote, enquanto o número de
porta, referente a Camadade de aplicação do modelo OSI, indica a qual aplicação está
vinculada a informação. Dessa forma, o firewall é capaz de saber, sem precisar examinar
o conteúdo, para qual host aquele pacote se destina e a qual aplicação ele está
vinculado (por exemplo, determina se é um e-mail, uma página web ou uma chamada do
skype).
Uma vez que essas informações estão acessíveis, é preciso verificar quando elas estão de
acordo com as regras previamente configuradas no firewall ou não.
As duas configurações mais extremas para esse tipo de firewall são:
•Aceitar tudo que não está explicitamente negado
•Negar tudo que não está explicitamente autorizado.
Na seção 4(Políticas de Segurança), veremos como essas regras são configuradas ao
firewall de maneira mais adequada.
Porém, existem varias possibilidades intermediárias que podem ser exploradas, como
negar o acesso a determinadas aplicações ou a determinados hosts, enquanto outros tem
o acesso autorizado.
Os passos para se configurar um firewall desse tipo são razoavelmente fáceis:
[Link] a política de segurança da rede (ou seja, determinar quais endereços e
aplicações podem ser acessados por quem e quando).

[Link] essas regras definidas em português (ou inglês, ou qualquer outro


idioma) em termos lógicos. (Como um pseudo-algoritmo, por exemplo).

3.E, por fim, adequar o passo dois à sintaxe/linguagem utilizada pelo firewall em
questão.

2.1.2. Vantagens

A implementação desse tipo de firewall é barata e eficiente.

2.1.3. Desvantagens

Por não examinar o conteúdo, uma vez que as informações do pacote estivessem de
acordo com as regras do firewall, um vírus não teria a menor dificuldade em entrar na
rede privada.
Algumas aplicações e protocolos que não utilizam um endereço fixo, portanto, seria
díficil controlar o acesso dos mesmos à rede.
Além disso, configurar o firewall para aceitar ou bloquear pacotes com base nas portas
seria extremamente perigoso, pois o menor equívoco provocaria uma falha de segurança
enorme.

2.2. Filtro de Pacotes com Controle de Estado

2.2.1. Funcionamento

Esse tipo de firewall monitora a conexão entre dois hosts do início ao fim e, além das
regras baseadas no endereço IP previamente configuradas, leva em conta a origem da
interação entre eles. Ou seja, uma vez que um host interno inicia a conexão solicitando
alguma informação de um servidor externo, o firewall rastreia a conexão e aguarda por
uma resposta daquele servidor específico destinado ao host que iniciou a conexão e a
uma porta específica, como mostrado na figura. Uma vez que essas informações estão
corretas, a entrada do pacote é autorizada, mesmo que não haja uma regra específica
autorizando aquele endereço IP.
Figura 2.1:Operação de um Firewall com Controle de Estado[1]

Da mesma forma, se algum pacote é encaminhado à rede sem ter sido requisitado por
um host interno, a entrada do mesmo é negada, mesmo que, nas regras, aquele
endereço IP seja autorizado, deixando, assim, a rede menos vulnerável a ameaças.

2.2.2. Vantagens

Esse tipo de monitoramento corrige a falha apresentada no Filtro de Pacotes em relação


as portas, pois, por padrão, todas as portas estão fechadas e somente a requisição a uma
resposta interna com número de porta especificado e coerente estaria habilitada a
entrar.
Informações sobre as conexões e os pacotes que passam pelo firewall (sejam os mesmos
autorizados ou não) ficam armazenadas, podendo prover informações sobre os possíveis
ameaças ou violações as políticas de segurança da rede.

2.2.3. Desvantagens

Devido a essa análise mais detalhada de todo o processo, esse tipo de firewall é,
tecnicamente, mais lento que o Filtro de pacotes, assim como exige da rede maior
disponibilidade de recursos para o seu funcionamento.

2.3. Proxy Firewall

[Link]

Proxy firewall, também conhecido como "application firewall" ou "gateway firewall", é


um sistema de segurança de redes que protege uma rede filtrando mensagens na camada
de aplicação.
Um proxy é um sistema de computador ou uma aplicação que age como um
intermediário entre clientes e servidores, fazendo pedidos no lugar dos clientes e
devolvendo respostas no lugar do servidor.

Figura 2.2:Funcionamento de um servidor proxy[2]

De maneira semelhante, um proxy firewall age como intermediário entre o cliente local
e um servidor da Internet. Porém, ao contrário de um simples servidor proxy, o proxy
firewall monitora o tráfego entre eles, a fim de proteger contra possíveis ameaças.

[Link]

Proxy firewalls são considerados um dos tipos mais seguros de firewall, pois como um
proxy possui seu próprio endereço IP, ele impede que servidores externos tenham
contato direto com a rede local.
Adicionalmente, ao contrário de outros tipos de firewall que só possuem controle de
estado, um proxy firewall realiza inspeções nos protocolos da camada de aplicação,
como FTP e HTTP.

[Link]

Como um proxy firewall precisa criar conexões extras a cada pacote enviado ou
recebido, isso acarreta um maior custo no desempenho do mesmo, tornando-o um
gargalo da rede. Além disso, nem todos os protocolos são suportados pelos mesmos,
diminuindo o número de aplicações que poderão se conectar com a rede local.

3 - DMZ
3.1 - O que é DMZ?

DMZ é uma sigla para Demilitarized Zone(Zona Desmilitarizada em português), é uma


subrede que se situa entre uma rede confiável (a rede da sua organização, por exemplo)
e uma rede não confiável (geralmente a internet), provendo assim isolamento físico
entre as duas redes, garantido por uma série de regras de conectividade mantidas no
firewall. O aspecto do isolamento físico do DMZ é importante por o mesmo garantir que
a internet acesse apenas os servidores isolados no DMZ, ao invés de acessar diretamente
a rede interna da sua organização, como pode ser visto na Figura 3.1. A servidore mais
comumente encontrados no DMZ são os de email, FTP, e HTML.

Figura 3.1: O isolamento físico do DMZ[1]

Apenas por curiosidade: O termo DMZ surgiu no meio militar, e significava uma área
entre as áreas aliadas e inimigas. A DMZ (no sentido original, não computacional) mais
famosa do mundo fica entre as fronteiras da Coréia do Norte e Coréia do Sul, que desde
o fim da Guerra da Coréia (1953) ainda não assinaram um tratado de paz

3.2 - Arquiteturas de DMZ

•Single Firewall
É a arquitetura apresentada na Figura 3.1. Qualquer firewall com pelo menos 3 interfaces de rede
pode formar uma arquitetura desse tipo. Neste caso, A primeira interface de rede conecta o firewall
à internet através do ISP, a segunda interface forma a rede interna e a terceira interface é usada para
criar a DMZ. Esse tipo de arquitetura é considerado vulnerável devido ao fato do firewall ter que
lidar com as requisições para a rede interna e o DMZ, sendo um ponto óbvio de ataque na
arquitetura de segurança da rede. Um exemplo mais detalhado dessa arquitetura pode ser visto na
figura 3.2.
Figura 3.2: A arquitetura Single Firewall[2]

•Multiple Firewall
É a arquitetura considerada a mais segura quando se utiliza um DMZ. Utiliza mais de um firewall
(geralmente dois), onde o primeiro, também chamado de firewall exterior ou de "front-end" é
utilizado para direcionar o tráfego da internet para a DMZ apenas, enquanto os demais são
utilizados para direcionar o tráfego da DMZ para a rede interna. Esse tipo de arquitetura é
considerado mais seguro pois para que a rede interna seja comprometida, é necessário que os dois
firewalls sejam comprometidos. Por isso, quando essa arquitetura é utilizada, é comum que se usem
firewalls de fabricantes diferentes, pois é mais difícil que as falhas de segurança encontradas no
produto de um fabricante sejam encontradas no produto de outro, tornando assim a rede mais segura
e confiável. Um exemplo dessa arquitetura pode ser visto na figura 3.3.
Figura 3.2: A arquitetura Multiple Firewall[3]

4. Políticas de Segurança
4.1. O que é uma política de segurança?

Uma política de segurança é uma lista de regras e regulamentos que uma rede deve ter,
quem a policia, e quais as consequencias para o usuário que as infringir. As configurações
impostas ao firewall devem coicidir com as regras ditadas pela política de segurança da
organização. Por isso, o próprio firewall pode ser visto como uma política de segurança,
pois ambos possuem características semelhantes, como:
•Capacidade de responder conforme as circunstâncias.
•Ditam parâmetros aceitáveis e inaceitáveis de seu uso.
•Estão em constante evolução.
4.2. Aplicação de uma política de segurança

No caso de um firewall, uma política de segurança dita as regras de permissões e


proibições de acesso que um firewall deve implementar, como é mostrado na imagem
abaixo:
5 - Limitações do Firewall
Firewalls são componentes cruciais na segurança de uma rede. Porém, eles não são
completamente perfeitos. Porém, para que seu funcionamento seja pleno, é necessário
que todos o fluxo de dados passe pelo firewall. Por isso, diversos problemas não podem
ser resolvidos através do uso de um firewall. Vejamos alguns deles:
•Um firewall não consegue impedir um ataque cuja origem e destino seja a rede interna, pois os
dados não passarão por ele, tornando-o ineficaz nesse tipo de ataque.
•Firewalls não aumentam força de senhas e nem previnem o uso inadequado das mesmas. Da
mesma forma, eles são ineficazes em ataques não- técnicos como Engenharia Social.
•Firewalls não conseguem impedir que usuários acessem sites com códigos maliciosos, tornando
necessária a conscientização dos usuários neste sentido.
•A política de segurança do firewall deve ser revista periodicamente, de modo a garantir o bom
funcionamento do mesmo. Além disso, é importante fiscalizar o funcionamento do mesmo com
certa periodicidade para garantir que nenhum Malware ou Cracker tenha descoberto e esteja
explorando alguma falha do mesmo.
•Firewalls não são capazer de interceptar conexões que não passem por ele, como por exemplo um
usuário que acesse a internet usando um modem 3G.
•Firewalls podem comprometer o desempenho da rede (ou do computador), demandando uma
ampliação na infraestrutura para que seja possível superar o problema.

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