0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações1 página

DPOC

O documento aborda a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e suas exacerbações, destacando a inflamação por neutrófilos e os sintomas persistentes. O tratamento inclui broncodilatadores, antibióticos em casos de exacerbação, e medidas não farmacológicas como reabilitação pulmonar e oxigenioterapia. A classificação da DPOC é baseada na gravidade da obstrução e na avaliação dos sintomas e risco de exacerbações.

Enviado por

hertagpinheiro
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações1 página

DPOC

O documento aborda a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e suas exacerbações, destacando a inflamação por neutrófilos e os sintomas persistentes. O tratamento inclui broncodilatadores, antibióticos em casos de exacerbação, e medidas não farmacológicas como reabilitação pulmonar e oxigenioterapia. A classificação da DPOC é baseada na gravidade da obstrução e na avaliação dos sintomas e risco de exacerbações.

Enviado por

hertagpinheiro
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

DPOC DPOC EXACERBADA

Inflamação por neutrófilos que provoca


destruição da via aérea; sintomas são persistentes Piora da dispneia e/ou tosse com escarro em
e progressivos < 14 dias
- Droga pilar: broncodilatador
Causas: infecção viral (rinovírus e vírus
Quadro clínico: tosse crônica e produtiva, influenza), bactéria (H. influenza, pneumococo,
obstrução do fluxo expiratório, hipoventilação pseudomonas), infarto, TEP, FA, IC,
alveolar (hipoxemia, dispneia, cianose), cor pneumotórax
pulmonale (hipoxemia crônica causa
vasoconstrição e hipertensão pulmonar) Sinais cardinais: aumento da purulência do
escarro, aumento do volume do escarro, piora da
Diagnóstico: obstrução “irreversível” dispneia
espirometria inicial VEF1/CVF < 0.7 +
espirometria pós broncodilatador “sem Tratamento: ABCD
melhora” (não melhora > 12% e/ou 200ml) 1. Antibiótico: clavulin e/ou macrolídeo 5-7 dias
se aumento da purulência do escarro + dispneia
ATENÇÃO: se VEF1/CVF pós broncodilatador e/ou aumento do volume do escarro; VNI ou
entre 0.6-0.8 precisa repetir exame em outra intubação
consulta 2. Broncodilatador de curta ação: beta-2agonista
+ brometo de ipratrópio
Classificação: 3. Corticoide sistêmico: prednisona 40mg, 5 dias
1. GOLD: VEF1 pós-broncodolatador 4. Dar oxigênio: sat alvo de 88-92%; VNI se ph
Estágio 1: Leve > 80% <7.35, hipoxemia persistente ou fadiga
Estágio II: Moderado 50-79%
Estágio III: Grave 30-49%
Estágio IV: Muito grave < 30%

2. Avaliação combinada: sintomas e risco de


exacerbação

A - poucos sintomas: 1 broncodilatador, longa ou


curta duração
B - mais sintomas: 2 broncodilatadores de longa
(LABA + LAMA)
E - exacerba: dois broncodilatadores de longa
(LAMA + LABA)
+ CI se eosinofilia > 300
+ roflumilast se VEF1<50% e bronquítico
+ azitromicina se ex tabagista

Tratamento manutenção: controlar sintomas,


diminuir riscos a longo prazo
- Medidas não farmacológicas: adesão ao
medicamento, reabilitação pulmonar, cessar
tabagismo, imunizações (gripe, pneumococo,
coqueluche, COVID, zoster)
- Oxigenioterapia domiciliar: diariamente por no
mínimo 15h por dia 3-6 meses, baixo fluxo,
indicado a partir da gasometria (coletada longe
da exacerbação)
PaCO2<55mmHg ou satO2 < 88% em repouso
ou PaCo2 56-59 + Policitemia ou cor pulmonale

Você também pode gostar