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Saúde Integral

O documento analisa as epidemias que afetaram o Brasil, destacando fatores geográficos, sociais, biológicos e ambientais que contribuíram para sua propagação. Exemplos incluem a Gripe Espanhola, Febre Amarela, Dengue e COVID-19, cada uma com suas características específicas de disseminação. A conclusão enfatiza a necessidade de uma abordagem multidisciplinar para enfrentar esses desafios, focando em saúde, educação e saneamento.

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O documento analisa as epidemias que afetaram o Brasil, destacando fatores geográficos, sociais, biológicos e ambientais que contribuíram para sua propagação. Exemplos incluem a Gripe Espanhola, Febre Amarela, Dengue e COVID-19, cada uma com suas características específicas de disseminação. A conclusão enfatiza a necessidade de uma abordagem multidisciplinar para enfrentar esses desafios, focando em saúde, educação e saneamento.

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EPIDEMIAS QUE MARCARAM

O BRASIL:
Determinantes Geográficos, Sociais,
Biológicos e Ambientais.

Prof.: Jane
Componentes: Adrielly, Douglas,
Emanuelly, Nadson, Pedro H. e Taíse
Introdução:

O Brasil enfrentou várias epidemias ao longo da


história, impactando gravemente a saúde pública.
Fatores geográficos, sociais, biológicos e ambientais
para a propagação e agravamento das
doenças.
GRIPE ESPANHOLA
(1918-1919)
1. Gripe Espanhola (1918-1919):

Geográficos: Sociais:

Chegada via portos, Condições precárias


especialmente o Rio de vida, pobreza,
de Janeiro, principal desnutrição e
ponto de entrada superlotação
marítima. contribuíram para a
rápida disseminação.
1. Gripe Espanhola (1918-1919):

Biológicos: Ambientais:

Vírus de alta Ausência de


letalidade e infraestrutura
contagiosidade, sem sanitária e falta de
vacina ou tratamento informação
na época. agravaram a
situação.
FEBRE AMARELA
2. Febre Amarela:

Geográficos: Sociais:

Áreas tropicais e Falta de cobertura


subtropicais, com vacinal em
destaque para a comunidades
Amazônia e Sudeste. vulneráveis.
2. Febre Amarela:

Biológicos: Ambientais:

Doença viral O desmatamento e


transmitida por mudanças no
mosquitos silvestres ecossistema
(Haemagogus) e facilitaram o contato
urbanos (Aedes entre humanos e
aegypti). vetores.
DENGUE
3. Dengue:

Geográficos: Sociais:

Ampla distribuição Urbanização


no país devido ao acelerada,
clima quente e úmido. favelização e
descarte irregular de
lixo.
3. Dengue:

Biológicos: Ambientais:

Presença de quatro Acúmulo de água


sorotipos do vírus, o parada e falta de
que dificulta o saneamento
controle imunológico favorecem a
da população. proliferação do
mosquito Aedes
aegypti.
COVID-19
(2020-2022)
4. COVID-19 (2020-2022):

Geográficos: Sociais:

Atingiu com força os Desigualdade social,


grandes centros desinformação, e
urbanos, com alta dificuldade de
circulação de acesso a serviços de
pessoas. saúde.
4. COVID-19 (2020-2022):

Biológicos: Ambientais:

Vírus altamente Condições de


transmissível com aglomeração,
múltiplas variantes. transporte público
lotado e dificuldade
de isolamento
contribuíram para o
avanço da pandemia.
Conclusão:

As epidemias no Brasil foram impulsionadas por


fatores sociais, ambientais, biológicos e geográficos.
A urbanização, desigualdade e degradação ambiental
exigem uma abordagem multidisciplinar com
investimentos em saúde, educação e saneamento.
FIM!
Obrigado a todos que assistiram ao
nosso seminário! <3

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