Exames Complementares
Exames Complementares
Graduação em Odontologia
EXAMES COMPLEMENTARES
Exame A. EXAMES POR IMAGENS
Laboratorial
B. EXAMES LABORATORIAIS
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4 5 6
RADIOGRAFIAS 2. RADIOGRAFIAS 2. RADIOGRAFIAS 2.1
EXTRABUCAIS EXTRABUCAIS EXTRABUCAIS PANORÂMICA
POSICIONAMENTO: “As radiografias panorâmicas são comumente usadas como a imagem inicial
CEFALOSTATO
de uma avaliação, pois permitem adequada visualização ou auxiliam na
• Paciente posicionado a com coluna ereta
• Posiciona e imobiliza a cabeça do indicação de outras radiografias.” (White & Pharoa, 2015)
• Língua posicionada contra o palato paciente
• Padroniza os exames INDICAÇÕES:
• Plano de Frankfurt paralelo ao solo
• Permite análises comparáveis • Exame inicial
• Plano médio sagital perpendicular ao solo
• Estudo dos padrões de erupção dentária, formação e desenvolvimento das
raízes em pacientes jovens,
• Estudo de condições e doenças que envolvem os ossos da face e estruturas
vizinhas,
Olivas
• Exame da ATM*
• Visualização dos seios maxilares e sua relação com os dentes próximos.
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10 11 12
RADIOGRAFIAS 2.1 RADIOGRAFIAS 2.1 RADIOGRAFIAS 2.1
EXTRABUCAIS PANORÂMICA EXTRABUCAIS PANORÂMICA EXTRABUCAIS PANORÂMICA
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RADIOGRAFIAS 2.4 RADIOGRAFIAS 2.5 RADIOGRAFIAS 2.6
EXTRABUCAIS P.A. FRONTO-NASO EXTRABUCAIS P.A. DE WATERS EXTRABUCAIS P.A. DE MANDÍBULA
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INDICAÇÃO:
22 23 24
RADIOGRAFIAS 2.7 RADIOGRAFIAS 2.8 RADIOGRAFIAS 2.9
EXTRABUCAIS A.P. DE TOWNE EXTRABUCAIS SUBMENTO VÉRTEX EXTRABUCAIS TRANSCRANIANA
Modificada para ateroma / AP de Manzi
INDICAÇÃO:
• Avaliação do espaço articular
• Avaliação das estruturas ósseas
articulares
• Relação da fossa articular com o
côndilo
• Excursão mandibular
INDICAÇÃO:
• Avaliação do arco zigomático –
redução do tempo de exposição
• Seio esfenoidal
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Receptor
*Utilizado na ortodontia de imagem
Feixe de raios X
Imagem latente
(imagem radiográfica não v isível)
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EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES
EXAMES POR IMAGEM RADIOGRAFIA X TC EXAMES POR IMAGEM RADIOGRAFIA X TC EXAMES POR IMAGEM TCCB
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FOV
EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES (field of view)
EXAMES POR IMAGEM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA EXAMES POR IMAGEM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA EXAMES POR IMAGEM TCCB
Bornstein MM, Scarfe WC, Vaughn VM, Jacobs R. Cone beam computed tomography in implant
dentistry: a systematic review focusing on guidelines, indications, and radiation dose risks. Int J Oral
Maxillofac Implants. 2014;29 Suppl:55-77. doi: 10.11607/jomi.2014suppl.g1.4. PMID: 24660190.
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CORTES TRANSVERSAIS
• Após a aquisição, todas as projeções (fatias) são processadas e reconstruídas por algoritmos no • NÃO UTILIZA RADIAÇÃO IONIZANTE, UTIZADA CAMPO MAGNÉTICO : alinhamento dos prótons
computador, combinadas em um único volume de imagens para visualização nos 3 planos. dos tecidos (contra a favor ao campo)
• PADRÃO OURO: Tecido Mole
• CONTRAINDICAÇÃO: implantes metálicos em seus organismos, sejam marcapassos, pinos
ósseos de sustentação, clips vasculares e etc. Apenas alguns casos podem ser permitidos
(implantes dentários, aparelho ortodôntico )
RECONSTRUÇÃO PANORÂMICA
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EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES
EXAMES POR IMAGEM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA EXAMES POR IMAGEM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA EXAMES POR IMAGEM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
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I. Eritrócitos – hemácias
• SANGUE II. Leucócitos
*Validade - 28 dias
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HEMOGRAMA – ERITRÓCITOS
EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES VALORES ACIMA (sugestivo) VALORES ABAIXO (sugestivo)
EXAMES LABORATORIAIS HEMOGRAMA EXAMES LABORATORIAIS HEMOGRAMA • Contagem numérica – interfere diretamente
no transporte O2
• Neoplasia mieloproliferativa
• Desidratação grave
N° hemácias • Hemorragia horas ou dias antes (corpo entende • Anemias (deve-se investigar a causa)
VERIFICAR REFERÊNCIA QUE VEM DESCRITA NO EXAME que afetam a troca gasosa
• Cálculo, representado por %, que nos fala
Anisocitose: Poiquilocitose: Policromasia: Hematócrito quantos % de hemácias eu tenho no meu
volume sanguíneo total – isso nos auxilia a
• > n° de hemácias
(policetemia)
no volume sanguíneo • < n° hemácias no volume sanguíneo
(anemia)
• Variação do tamanho (maior Variação no formato - ex • Coloração da hemácia – IMPORTÂNCIA saber a gravidade do quadro anêmico de
um paciente por exemplo
ou menor) - ex ferropriva falciforme azul – ex.: hemolítica ABAIXO DO VALOR DE REFERÊNCIA ACIMA DO VALOR DE REFERÊNCIA
VCM • Volume médio das hemácias, ou seja, seu • Anemias macrocíticas (hemácia maior - não • Anemia ferropriva
(volume tamanho (calculado pelo valor do consegue transportar O2 de forma eficiente) • Anemia microcítica
• Anemias • Fisiológica (grandes altitudes tem ar corpuscular hematrócrito x 10 / n° de hemácias) • Alcoolismo, doenças hepáticas, hipotireoidismo, • Talassemias (diminuição dos efeitos de
• Chance de ter hipóxia nos tecidos rarefeito (< % O2 - o corpo entende que médio) lactantes e recém-nascidos coagulação e das hemácias)
• Intoxicação por Pb (não é comum)
(diminuição da % O2 nas células) o que se deve produzir mais hemácias)
pode levar a necrose tecidual ou • Patológica (ex.: neoplasia
Transporte de O2
predisposição a bactérias anaeróbias mieloproliferativa) HCM • Média de hemoglobina presente em cada • Anemia macrocítica (hemácia maior e mais • Anemia microcítica (hemácia em menor
(hemoglobina hemácia. Isso pode nos indicar também a vermelha), lactantes e recém nascidos. tamanho) e normocíticas (hm normal e
aos tecidos e de CO2 corpuscular cor da hemácia menos vermelha)
para troca gasosa. média)
CHCM • Concentração de hemoglobina em uma • Anemia macrocítica (hemácia maior e mais • Anemia microcítica (hemácia em menor
(concentração de hemácia – analisado junto com outros vermelha), lactantes e recém nascidos. tamanho) e normocíticas (hm normal e
*Hematoma: hemácias que saíram dos tecidos. Com o tempo sofrem hemólise, liberando hemoglobina hemoglobina parâmetros para obter o diagnóstico menos vermelha)
corpuscular
que é convertida em bilirrubina (deixando a coloração mais esverdeada- amarelada) média)
RDW • Índice que indica a diferença entre o • Anisocitose – o que pode indicar o inicio de um • Doenças crônicas
tamanho das hemácias quadro anêmico no paciente.
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EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES
EXAMES LABORATORIAIS BIÓPSIA EXAMES LABORATORIAIS BIÓPSIA EXAMES LABORATORIAIS BIÓPSIA
• EXCISIONAL • INCISIONAL
• EXCISIONAL • INCISIONAL
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INDICAÇÕES: CONTRA-INDICAÇÕES:
• Tudo o que contra-indica uma cirurgia
• Para confirmar hipótese de diagnóstico
• Preocupação excessiva do paciente com alguma lesão(cancerofobia)
• Tumores encapsulados (para não provocar difusão para
• Tecidos retirados cirurgicamente, quando ainda não se tem um diagnóstico prévio
tecidos vizinhos) Ex. Adenoma pleomórfico em glândula
parótida
• Lesão:
− História e características clínicas não permitam elaborar um diagnóstico preciso
• Lesões vasculares (Ex. hemangioma)- diascopia/vitroscopia
− Não apresente cura < duas semanas ou responda ao tratamento clínico de rotina.
− Intraóssea que não possa ser positivamente identificada por exames de imagem
• Estado físico e sistêmico do paciente
• Áreas necrosadas
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EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES
EXAMES LABORATORIAIS BIÓPSIA EXAMES LABORATORIAIS BIÓPSIA EXAMES LABORATORIAIS BIÓPSIA
LAUDO
SEQÜÊNCIA DE BIÓPSIA SEQÜÊNCIA DE BIÓPSIA
2. Incisão do tecido a ser biopsiado (bisturi ou punch) 7. Relatório: data da biópsia, nome, idade e sexo do
paciente, nome do operador, local da biópsia,
3. Preensão da peça (pinça "dente de rato“) descrição breve dos aspectos clínicos da lesão e
hipóteses diagnósticas.
4. Corte ou remoção da peça (tesoura ou bisturi)
8. Envio da amostra, junto ao relatório para o laboratório
5. Colocar o tecido removido em um frasco (vidro ou
plástico) com formol 10% (20x o volume do tecido) 9. Em caso de biópsia óssea enviar radiografia
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EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES EXAMES COMPLEMENTARES
EXAMES LABORATORIAIS CITOLOGIA ESFOLIATIVA EXAMES LABORATORIAIS CITOLOGIA ESFOLIATIVA EXAMES LABORATORIAIS CITOLOGIA ESFOLIATIVA
INDICAÇÕES:
• Estudo morfológico e morfométrico de células descamadas da mucosa,
principalmente suprabasais, por meio de microscópio óptico. • Pode ser obtida por: espátula de metal ou de plástico (não
• Lesões ulceradas que persistam na mucosa bucal e não apresentam sinais
absorvem).
de melhora;
• Muito utilizado no Papanicolau – preventivo do câncer da genitália feminino • A raspagem da mucosa, deve ser depositada sobre uma lâmina
de vidro, fixado em álcool absoluto e enviado ao laboratório.
• Lesões que não vão ser biopsiadas por ser suficiente a citologia.
• Fidelidade: quase 100%. Se forem encontradas células atípicas,
Dependendo do resultado - biopsia;
recomenda-se fazer biópsia.
• No controle de áreas submetidas à radioterapia onde se observam
alterações típicas de radiação;
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EXAMES COMPLEMENTARES
EXAMES LABORATORIAIS CITOLOGIA ESFOLIATIVA
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