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CERMAM

O documento aborda temas relevantes para provas de cirurgia e ginecologia, destacando a importância de conhecer sinais clássicos e condutas em casos como apendicite e doenças neuromusculares. Também menciona a repetição de tópicos em exames, como endocardite infecciosa e síndromes hipertensivas na gestação. Além disso, fornece orientações sobre diagnóstico e tratamento de diversas condições médicas.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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CERMAM

O documento aborda temas relevantes para provas de cirurgia e ginecologia, destacando a importância de conhecer sinais clássicos e condutas em casos como apendicite e doenças neuromusculares. Também menciona a repetição de tópicos em exames, como endocardite infecciosa e síndromes hipertensivas na gestação. Além disso, fornece orientações sobre diagnóstico e tratamento de diversas condições médicas.
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Dr.

Pier Paolo Paradisi


Mais uma prova que não costuma ter Subcoordenador de Cirurgia
multimídia em cirurgia
Gente que prova chata, sério
Mas nunca é tarde para mudarem e adicionar
alguma né? Infinita, mal feita – Estilo de questão com alternativas que não
versam sobre o caso, desnecessariamente longo
CERMAM tem uma certa fixação com abdome
agudo inflamatório na prova, então que tal uma Mas costuma cobrar o mesmos assuntos – tirem vantagem
questão de apendicite multimídia? disso, aqui vou lembrar vocês do que mais cai na cirurgia, todo
ano é repeteco dos mesmo temas

Arrasem! Boa sorte e nos vemos na correção mais tarde!

Abdome Agudo Inflamatório


Atenção aos sinais clássicos de apendicite na
TC: Abdome Obstrutivo
Dilatação
Trauma Geral
Edema periapendicular
Fecalito Hérnias
Pode apresentar abscesso
Orificiais

Apendicite Aguda Abdome Agudo Diverticulite Complicada


É primordial saber a escala de alvarado para Diverticulite aguda: Vai sempre ser um idoso com dor
reconhecer os casos de apendicite na prova! em FIE, febre

Aposto que nesse ano vai ser uma paciente com


abscesso de 5 cm (hinchey II) e a conduta nesses
casos quando estáveis é drenagem e ATB!

Qualquer sinal de peritonite em diverticulite é


indicação cirúrgica!

Sempre atenção também aos principais diferenciais:


Litíase, condições ginecológicas, meckel...
Doenças Orificiais
Trauma Abdominal Contuso
Sempre cai e sempre vai cair, decore esses
Hemorróidas
fluxogramas que cai exatamente assim na prova

Lembrar da classificação
de hemorróidas

Conduta clássica mais


antiga:
Graus I e II clínicos
Graus III e IV
cirúrgicos

Fissura:
Causas: trauma anal (evacuatório, coito anal
receptivo), Crohn, câncer, ISTs
Agudas < 6 m: regularizar hábito evacuatório
+ relaxamento “químico” do EI
Crônicas > 6 m: métodos anteriores +
considerar cirurgia (esfincterotomia lateral
interna)

Abscesso Perianal
Aprox. ¼ evolui para Fístula Anal
Regra de Goodsal Salmon

Hérnia HDA Varicosa


Encarceramento: Manejo incial
Hérnia torna-se irredutível / permanente; ABCDE (IOT, ressucitação PAS alvo 90-110)
Compressão das estruturas à Diminui retorno Hemoderivados: CH se Hb < 7 (alvo 7-9) / Plq se <
venoso e linfático 50.000 / INR não avalia hepatopata - Realizar
Edema à Isquemia à Necrose = (Estrangulamento) terapia restritiva
Drogas Vasoativas (2-5 dias): Terlipressina /
Encarcera Estrangula Octreotide / Somatostatina / Vasopressina (1d)
Quadro Clínico
mento mento Antibióticos? Ceftriaxona 1g 1xd ou Norflox 400 mg
12/12, por 5-7 dias (evitar translocação bacteriana e
Tempo de PBE) – Varicosa
Súbito > 6 horas?
sintomas IBP EV (Ex: 80 mg de omeprazol) + manutenção, 40
mg de omeprazol (EV) 12 em 12 horas (3-14 dias)
Sinais Não Pode Outros: Eritromicina 30-120 min antes da EDA /
flogísticos Avaliar suspender IBP após Dx / UTI / Extubação
precoce
Dor Sim Em piora Preparar para EDA em 12-24h

Sinais Não Sim e em


sistêmicos piora

Obstrução Não Pode


intestinal (omento?)

imagem? Pode, ajuda, não muda


Dra. Gabriela Hidalgo
Uma prova que não costuma cobrar Subcoordenadora CM
tantas imagens na área de CM

Mas um tema que eles adoram cobrar são os Pessoal, prova longa, que oscila muito entre questões bem
critérios diagnósticos de endocardite diretas e casos clínicos extensos.
infecciosa, então seguem algumas imagens
clássicas É uma prova que REPETE bastantes temas, sendo que doenças
neuromusculares é um tema que caiu TODOS os anos desde
2021, então fica a dica!

Fenômenos vasculares: lesões de Janeway


(máculas eritematosas, geralmente na
palma das mãos / planta dos pés)
Fenômenos imunológicos: nódulos de Osler Doenças neuromusculares ⟶ todo o ano cai!
(nódulos dolorosos, geralmente na ponta
dos dedos) e manchas de Roth Insuficiência cardíaca

Hepatites virais (diagnóstico sorológico)

Endocardite infecciosa

Febre reumática

Doenças neuromusculares: Sd. Doenças neuromusculares: Miastenia


Guillain Barré Gravis
Polirradiculoneuropatia aguda (RAIZ nervosa) Doença autoimune → acometimento da JUNÇÃO
NEUROMUSCULAR

Geralmente ocorre após alguma infecção (IVAS, Diagnóstico



gastroenterite, etc) média de 2 semanas após ⟶ Clínica: fraqueza de musculatura proximal,
Diagnóstico FATIGABILIDADE, ptose/diplopia, podem haver
⟶ Clínica: tetraparesia flácida ascendente, sintomas bulbares
hiporreflexia, hipoestesia, disautonomias ⟶ síndrome ⟶ Testes: Teste do gelo (ice pack tese), manobra de
motora + sensitiva + disautonômica mingazzini
⟶ LCR: dissociação proteíno-citológico ⟶ Eletroneuromiografia: padrão decremental
(proteinorraquia⬆⬆ x celularidade normal) ⟶ Dosagem de anticorpos: anti-AChR / anti-MuSK
Tratamento: Tratamento:
⟶ Imunoglobilina ou plasmaférese ⟶ Piridostigamina, imunoterapia, anticorpos
⟶ SEM PAPEL DO CORTICOIDE (pegadinha de prova!) monoclonais
Doenças neuromusculares: ELA Doenças neuromusculares: visão
Doença MOTORA PURA (neurônio motor superior + geral (tabela comparativa)
inferior)
Tabela comparativa das 3 principais DNM cobradas
Diagnóstico
pela prova da CERMAM, com o sintoma-chave
⟶ Clínica: sintomas de NMS e NMI
(principal) e principais formas de diagnóstico
(hiperreflexia/hiporreflexia, miofasciculações, sintomas
bulbares - disfagia, disartria.)
Tratamento
⟶ Riluzol, edaravone, fenilbutirato de sódio-
taurursodiol

Hiperreflexia
NEURÔNIO MOTOR
Babinski
SUPERIOR
Hipertonia

Hipo/arreflexia
NEURÔNIO MOTOR
Hipotonia
INFERIOR
Miofasciculações

Insuficiência cardíaca Hepatites virais


A prova da CERMAM cobra bastante classificação O tema mais cobrado da prova da CERMAM dentro
de IC das hepatites virais envolve as SOROLOGIAS da
hepatite B, vamos relembrar os padrões sorológicos

Tipo de IC ICFEr ICFLER ICFEP


AgH Anti Anti AgH Anti Diagnóstico
Bs -HBs -HBc Be -HBe

Sinais +/- Sinais +/- Sinais +/- IgG Infecção


1
sintomas sintomas sintomas (+) (-) (-) / (+) (-) aguda e
IgM replicante
( )
Sem cura
2 FE ≤ 40% FE 41-49% FE ≥ 50% (+) (-) (+) (-) (+) (crônico/port
Critério ador
inativo)*
Evidência
objetiva de Crônico ativo
(+) (-) (+) (+) (-)
anormalidad (replicante)
3
- - e cardíaca
estrutural ou Cura
(-) (+) (+) (-) (+)
funcional funcional

(-) (+) (-) (-) (-) Vacinação

*Solicitar PCR HBV / dosar transaminases pela possibilidade


de ser um vírus mutante (mutanção pré-core)
Dra. Isabela Pasotti
Professora de GO

Para a prova de Ginecologia e Obstetrícia podem esperar uma


Útero em aspecto de “flocos de prova de nível moderado - avançado. É uma prova que gosta
neve” de ter suas questões baseadas em casos clínicos, que não
costumam ser tão simples.
Na parte de Ginecologia, pode esperar questões de
vulvovaginites e úlceras genitais cobrando principalmente uma
abordagem sistematizada sobre o diagnóstico e tratamento de
tais patologias.
Na Obstetrícia, um tema que gosta muito de ser cobrado é
sobre as síndromes hipertensivas da gestação, focando
principalmente na prevenção da pré-eclâmpsia.
Útero em aspecto de “flocos de neve”, que é
característico da mola hidatiforme completa. Bons estudo e boa prova!

Cistos tecaluteínicos

Úlceras genitais

Vulvovaginite

Planejamento familiar

Sangramento de segunda metade


Imagem caracterísica da doença trofoblástica
gestacional Síndromes Hipertensivas na gestação

Úlceras genitais Planejamento familiar


Principais causas infecciosas: Lei da Laqueadura Tubária - Lei nº 14.443/2022
Linfogra
Cancro Cancro Herpes Donovan
Doença
mole duro
nuloma
simples ose A idade mínima para mulheres e homens com
venéreo
capacidade civil plena é de 21 anos,
independentemente do número de filhos vivos;
Númer Múltiplas,
o de Múltipl Única Única Múltiplas em Fica definido prazo mínimo de 60 dias entre a
as agrupadas
lesões espelho
manifestação de vontade e o ato cirúrgico;
Não é mais necessário o consentimento expresso
Incubaç 2-5 21-30 3-6
ão dias dias
1-2 sem 7 dias
meses
de ambos os cônjuges para a realização de
laqueadura tubária ou vasectomia;
Esterilização cirúrgica em mulher durante o período
Hiperes Doloro
tesia sa
Indolor Indolor Dolorosa Indolor de parto garantida à solicitante, desde que
observados o prazo mínimo de 60 dias entre a
manifestação da vontade e o parto.
Bordas Irregul Lisa Regular Regular Irregular
ar
Atualização DIU de Levonorgestrel (Mirena):
Superfici
Fundo Mole Duro al e Exulceraçõ Limpo e
es friável O DIU (dispositivo intrauterino) hormonal Mirena®
limpo
recebeu aprovação da ANVISA para uso como método
contraceptivo estendido até oito anos.
Adenop Presen Presen Presente Presente Ausente
atia te te
Vulvovaginites Sangramento de 1a metade da gestação

Principais causas: Os principais diagnósticos diferenciais que se deve ter


em mente são:

Característica Candidíase Vaginose Tricomoníase Abortamento;


bacteriana
Gestação Ectópica: implantação fora da cavidade;
Doença trofoblástica gestacional.
Agente Candida Gardnerella Trichomonas
etiológico albicans vaginalis) vaginalis

Diagnóstico Colo USG β-hCG


Branco, Branco- Amarelado,
Corrimento grumoso, tipo acinzentado, esverdeado,
"leite homogêneo, bolhoso,
coalhado" fino abundante Ameaça de
Fechado Sem alteração Normal para IG
aborto

Odor Sem odor Fétido (peixe Pode ter odor


podre) desagradável
Aborto
Aberto Restos ovulares no útero Em queda
incompleto

pH vaginal <4,5 >4,5 >4,5


Aborto Aberto/
Útero vazio Em queda
completo Fechado
Microscopia Protozoários
Pseudohifas, Clue cells móveis
(exame a esporos (células-alvo)
fresco) (flagelados) Aborto Estagnado ou
Fechado Embrião sem BCF
retido em queda
Teste das
aminas (KOH Negativo Positivo (odor Pode ser
amina) positivo Gestação Útero vazio + massa β-hCG
10%) Fechado
ectópica anexial inadequado
para IG
Fluconazol VO, Metronidazol
Tratamento dose única ou Metronidazol VO, 7 dias Muito elevado
Nistatina por VO, 7 dias (tratar Mola Imagem em “floco de
Fechado
14 dias parceiro) hidatiforme neve” para a idade
gestacional

Sangramento de 2a metade da gestação Pré Eclâmpsia


Descolamento prematuro de placenta: Aumento dos níveis pressóricos a partir de 20 semanas
Sangramento vaginal vermelho escuro + Dor abdominal de gestação +
+ Hipertonia uterina + Taquissistolia + Sofrimento fetal proteinúria significativa OU lesão de órgão-alvo

Sangramento pode ser ausente Predição:


O diagnóstico é iminentemente clínico
1 ALTO risco OU 2 MODERADOS
Conduta:
Estabilização clínica materna e amniotomia.
Para definição de conduta obstétrica, 2 perguntas:

Instabilidade AAS 100mg/noite, da 12a à 36a semana.


Feto vivo?
hemodinâmica? Carbonato de cálcio (se baixa ingesta) 1g/dia

Se sim para alguma das duas = parto pela via mais


rápida Risco Fator de risco
Se não para as duas = preferir parto via vaginal (em no
máximo 6 horas).
Alto (1 fator de História de pré-eclâmpsia, gestação múltipla,
Placenta prévia: risco) Obesidade, HAC, DM1 ou 2, DRC, LES, SAF,
Sangramento vaginal progressivo e recorrente gestação pós-FIV.

(vermelho-vivo) + Indolor + Tônus normal + Ausência


Nuliparidade, história familiar de pré-
de sofrimento fetal Moderado (2 eclâmpsia, idade > ou igual a 35 anos,
O diagnóstico é ultrassonográfico ou mais intervalo interpartal > 10 anos, condição
fatores de socio-econômica desfavorável, DPP
risco) prévio/RCF em gestação anterior/TPP prévio
Conduta: ou óbito fetal em gestação prévia.
Cesárea eletiva 36a semana de gestação
Dr. Guilherme Garcia
CERMAM faz parte das provas que Time da Pediatria
não cobram imagens na Pediatria
Das provas que todos nós fazemos, essa aqui não pode ser
Há mais de 5 anos que CERMAM não cobra considerada uma das boas.
multimídia. Dificilmente veremos imagens na
prova desse ano. Metade da prova é formada por questões diretas, cobrando a
decoreba; enquanto que a outra metade é feita por casos
Ultimamente vem sendo cobrado com maior clínicos longos e cheios de erros de português com uma
frequência Infecções Congênitas, sendo a mais compreensão difícil.
comum: SÍFILIS CONGÊNITA.
De todo o modo, os temas não costumam variar muito. Sempre
Sífilis Congênita com Lesões Ósseas é cobrada muita puericultura, Vim lembrá-los dos principais
temas que caem, além de extras que pipocam a cada dois anos.

Espessamento periosteal
sugestivo de periostite
Prova RM USP SP 2025 Acesso direto Triagens Neonatais | Teste do Pezinho, TANU, ROV

Aleitamento Materno

Infecções Congênitas | Sífilis, HIV e Toxoplasmose

Exantemáticas

Anemia Ferropriva

Sífilis Congênita Malária


Mucocutâneo: rinite, exantema
Ósseo: periostite, Parasita: Plasmodium (vivax, falciparum, malariae)
maculopapular, pênfigo
osteocondrite Vetor: mosquito fêmea Anopheles
palmoplantar

Avaliação Básica: Sintomas: febre alta, calafrios, tremores, sudorese,


Tratamento Materno: adequado se - penicilina cefaleia
benzatina, iniciado 30 dias antes do parto, dose Sintomas graves: prostração, dispneia, convulsão,
adequada hemorragia, hipotensão, choque, alteração
Sintomas RN e VDRL Pareado consciência

Criança exposta (mãe TTO adequado + RN Diagnóstico: gota espessa (padrão ouro)
assintomático + VDRL até 1 diluição maior): apenas
Teste Rápido: parasito > 100/mcL (FALCIPARUM)
seguimento ambulatorial

Sífilis Congênita: HMG, RX ossos longos e LCR e tratar TTO vivax/ovale: Cloroquina 3d + Primaquina 7d
Se apenas TTO materno inadequado: Penicilina TTO malaria: Cloroquina 3d
benzatina DU TTO falciparum: Artemisinina (ACT)/artemeter +
Sífilis congênita sem Neurossífilis: Penicilina lumefantrina OU artesunato + mefloquina 3d E
Procaína ou Cristalina 10 dias primaquina dose única
Neurossífilis (LCR >25cel, >150 proteína, VDRL +):
Penicilina Cristalina 10 dias <6 meses NÃO pode PRIMAQUINA - usar ACT
Triagens Neonatais Anemia ferropriva e reposição de ferro
Principal anemia na infância!
SINTOMAS:
Hbpatias
Fenilcetonúria Palidez cutâneo-mucosa
Todos Fibrose Cística Intolerância aos esforços e astenia
Biológica Entre 3-5 dias Hipotireoidismo Sopro sistólico panfocal + taquicardia;
HAC Ferropenia: picacismo, queilite angular, glossite
Def. Biotinidase atrófica
Toxoplasmose DIAGNÓSTICO:

Microcítica ( VCM) e hipocrômica ( HCM) com ↓
anisocitose ( RDW) ↑
Oximetria de
Pulso MSD e MI
↓ ↓
Ferritina, ferro, IST e ↓
reticulócitos; TIBC; ↑
≥ 35 semanas​ INVESTIGAÇÃO: 1 ano de idade ou se suspeita clínica
Oximetria
Entre 24-48h Normal: SpO2
≥ 95% e HMG, Ferritina (>15) e PCR →
CUIDADO COM
diferença ≤ 3%​ INFECÇÃO (eleva a ferritina)
TRATAMENTO: 3-6mg/kg/dia de Fe elementar por 6m
PROFILAXIA: para toda criança de até 2 anos!
Todos, <72h, Transparência
1-2 anos: 1 mg de ferro elementar/kg/dia
Olhinho 3x/ano até 3 ocular - Reflexo
anos vermelho Termo e Peso Profilaxia
Idade de início
nascimento (mg/kg/dia)
RNT, AIG, PN > 2500 g 1 180 dias*
EOA​: Perdas
cocleares​, sem RNT PN < 2500 g ou
Todos, na 2
IRDA RNPT PN > 1500 g
Auditiva maternidade 30 dias
PEATE: Perdas RNPT PN 1000-1500 g 3
(até 1 mês)
retrococleares,
com IRDA RNPT PN < 1000 g 4
*Se fator de risco para anemia ferropriva, iniciar aos 90 dias.

Doenças Exantemáticas Parasitoses Intestinais

Agente QC e Manejo HELMINTOS

PROTOZOÁRIOS
Paramyxovi- Exantema morbiliforme (cefalocaudal)
Sarampo rus - + febre + 1 : respiratório (tosse, coriza)
Morbilivirus ou conjuntivite​. Manchas de Köplik. NEMATELMINTOS PLATELMINTOS

Exantema Herpes 6 e 7​ <2 anos, febre.​


súbito Após: exantema maculopapular​ Entamoeba
Ancylostoma duodenale Schistosoma mansoni
hystolitica/dispar
Necator americanus

Eritema Parvovírus Pré-escolar, escolar. Face


infeccioso B19​ esbofeteada, exantema rendilhado
(poupa mão e pé)​
Taenia solium Giardia lambia
Enterobius vermicularis
Taenia saginatta
Faringoamigdalite, língua em
Strepto A framboesa, Filatov (palidez), Pastia
Escarlatina
(pyogenes)​ (dobras), pele lixa​.
Peni benzatina ou Amoxi
Strongyloides
stercoralis
Sistêmico (febre, linfadenopatia, NASA (Loeffler): Necator, Ancylostoma,
Mononucleose Vírus
amigdalite, hepatoespleno). Rash após Strongyloides, Ascaris
infecciosa Epstein-Barr
ATB. Linfocitose com atipia SANS (Larvas): Strongyloides, Ancylostoma,
Necator, Schistossoma
GOTA (Não faz eosinofilia): Giardia, Oxiurus,
Coxsackie A Febre, lesões vesiculares em mãos, pé Trichuris, Ameba
Trichuris trichiura
Mão-pé-boca eB e boca.
Eosinofilia intermitente → pista infecção
crônica por Strongyloides
Tratamento empírico SBP → Albendazol (exceto
Febre, mal-estar, pleomorfismo, amebíase e esquistossomose) / Nitazoxanida
Herpes
Varicela centrípeto, acomete mucosas e couro (exceto esquistossomose)
zoster
cabeludo Ascaris lumbricoides
Dr. Felipe Daiko
CERMAM aposta pouco em multimídia Subcoord. Preventiva
Nas provas de Preventiva desta banca, o uso de
multimídia é raro. A prova de Preventiva da CERMAM é, por essência, tradicional.
Gosta de cobrar PNAB/2017, os atributos de Starfield, o Método
O ano mais “ousado” foi 2024, com apenas Clínico Centrado na Pessoa, instrumentos de abordagem familiar
duas imagens: um ecomapa e uma tabela 2×2 (genograma e ecomapa), atenção domiciliar por modalidades
para cálculo de especificidade em teste (AD1–AD3), vigilância de agravos prevalentes (tuberculose, sífilis,
diagnóstico. dengue) e calendário de imunizações ao longo do ciclo de vida

Em geral, a CERMAM privilegia enunciados O enunciado costuma ser direto, mas a banca gosta de colocar
textuais e questões conceituais. as alternativas muito próximas, exigindo fidelidade aos
Tabela 2x2 (2024) conceitos e aos fluxos do SUS.

A dificuldade fica entre fácil e média.


Desejo uma boa prova, pessoal!

Ecomapa (2024)
HND e Níveis de Prevenção

Estudos Epidemiológicos e Medidas de Associação

MCCP com foco em dimensões subjetivas

Testes Diagnósticos

APS: casos, ferramentas e princípios

Níveis de Prevenção
Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP)

Destaque para aspectos subjetivos e decisão


compartilhada na elaboração de planos terapêuticos
Prevenção quaternária
Guarde a SIFE no coração: Evitar sobrediagnóstico
Evitar iatrogenias e medicalização
S = Sentimentos Ponderar Beneficência x Não maleficência
I = Ideias
F = Funcionalidade Prevenção quinquenária
E = Expectativas “Prevenir o dano no paciente, atuando nos profissionais da
saúde”.
Medidas de Associação Testes Diagnósticos

Doença Não Doença

Exposto A B A+B

Não exposto C D C+D

A+C B+D Total

Dica: Em cima (numerador): só quem é verdadeiro


Risco Relativo = Ie ÷ Ine = (A/(A+B)) ÷ (C/(C+D))
Embaixo (denominador): total da coluna ou linha analisada
Odds Ratio = (A/C) ÷ (B/D) = (AxD) ÷ (BxC)
Redução de Risco Relativo = 1 - Risco Relativo Sensibilidade (S) = VP ÷ Doentes
(RRR = Eficácia) Especificidade (E) = VN ÷ Sadios
Redução Absoluta do Risco (RAR) = Ine - Ie Valor Preditivo Positivo = VP ÷ Positivos
Valor Preditivo Negativo = VN ÷ Negativos
Número Necessário p/ Tratar (NNT) = 1 ÷ RAR

Ie = Incidência nos expostos


Ine = incidência nos não expostos

Medidas mais comuns de acordo com tipo de estudo:


Transversais: Razão de Prevalências
Coorte: Risco Relativo
Caso-Controle: Odds Ratio Alta Sensibilidade: Bom para RASTREAR
ECR: RR, RRR, RAR, NNT Alta Especificidade: Bom para CONFIRMAR

Atributos da APS Ferramentas da APS Aplicações dos estudos epidemiológicos


Essenciais Genograma
Acesso/Primeiro Contato Mapeia a Estrutura Familiar
Longitudinalidade 3 ou mais gerações
Hipóteses de associação no
Integralidade Identifica padrões de doenças, Ecológico
nível agregado
Coordenação do Cuidado conflitos, vínculos e suporte.

Derivados:
Abordagem Familiar Ecomapa Hipóteses de associação no
Rede de apoio Transversal
Abordagem Comunitária nível individuado / prevalência
Interações com equipamentos
Competência Cultural
sociais e de saúde
Princípios do SUS Fatores de risco / incidência /
Doutrinários: Coorte
prognóstico
Universalidade ATENÇÃO AO NOVO
Integralidade PRINCÍPIO DO SUS
Equidade
Organizativos: Caso- Informações sobre doenças
Lei nº 15.126/2025:
Descentralização controle raras
Atenção humanizada
Regionalização
(princípio legal do SUS)
Hierarquização
Participação Social
Ensaio Clínico Efeitos de intervenções
Resolubilidade
experimentais.
Complementariedade

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