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Isabel

Portfólio Isabel

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01

ISABEL
Port
LAIANE fólio
02

ISABEL LAIANE
Academica de odontologia
NOME: ISABEL LAIANE RAMOS PESSOA

EMAIL: BELARAMOS169@[Link]

TELEFONE: (69) 99312-1604

INSTAGRAM: @ISABELLAIANEE
ÍNDICE:
Sobre mim;

Habilidades e
competências

Experiência
profissional;

Educação e
Certificações;

03
04

SOBRE MIM:

QUEM SOU EU
01
PROFISSIONALMENTE?
02
MEUS PRINCIPAIS VALORES
E PAIXÕES DA ARÉA:
03
O QUE TRAGO DE
ÚNICO PARA MINHA
ATUAÇÃO
Sou estudante de Odontologia e Tenho afinidade especial por áreas que
busco construir uma trajetória exigem precisão, sensibilidade estética e Vejo cada paciente e cada caso
profissional sólida, humana e visão analítica — como a Harmonização clínico como uma oportunidade de
tecnicamente embasada. Acredito Orofacial (HOF) e a Odontologia Legal. aprendizado. Meu diferencial está
que a Odontologia vai muito além Na HOF, encontrei um campo que une na comunicação clara, atenção aos
da técnica: ela envolve olhar, anatomia, arte e autoestima, permitindo detalhes e curiosidade científica
escutar e compreender o paciente transformar não apenas sorrisos, mas que me impulsiona a estudar cada
de forma integral. Por isso, valorizo percepções de identidade. Já na situação com profundidade.
o atendimento ético, empático e Odontologia Legal, fascina-me a Procuro sempre unir
responsável, sempre apoiado em aplicabilidade técnica em contextos conhecimento técnico,
evidências científicas. periciais e investigativos, onde a sensibilidade estética e
responsabilidade profissional se une ao responsabilidade ética para
rigor científico para gerar respostas seguras oferecer um cuidado completo,
e justas. humano e consciente.
05 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
Noções de cirurgia oral menor (exodontias
simples, suturas e cuidados pós- operatórios.

Urgencias odontologicas (manejo inicial


de dor, abcessos, e fraturas dentárias.

Periodontia clinica (raspagem subgengival/


supragengival, sondagem e avaliação da saude
periodontal

Domínio dos fundamentos da dentística,


(incluindo anatomia dental, principios de adesão
e seleção de materiais restauradores)

Manejo clínico de populações


especiais (gestante, pacientes
ansiosos, sistêmicos).
06 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
Comunicação assertiva
com pacientes e equipe;

Trabalho colaborativo
interdisciplinar;

Responsabilidade e
organização;

Empatia e escuta
ativa;

Capacidade de se atualizar,
aprender novas técnicas e
ajustar condutas.
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Participação na segunda edição do
projeto Salus, realizado na cidade de
alto paraíso;

Participei da XX jornada de
odontologia da faculdade Fimca;

Participei com êxito da palestra sobre


Harmonização Orofacial, promovida
pela faculdade Metropolitana;

Tive participação na IV-FEROCIT-


Feira de Rondônia, cientifica de
inovação e tecnologia;

Tive participação em vários projetos de


extensão, como por exemplo o projeto
de extensão Saude bucal na escola 07
Erialdo Gomes do carmo, entre outros..
CERTIFICAÇÕES
Educação: Odontologia São Lucas afya;
Ano de conclusão: 2026

09
CERTIFICAÇÕES 08
MEIOS DE 10
CONTATO:

EMAIL
Belaramos169@[Link]

CONTATO
(69) 99312-1604

INSTAGRAM
@isabellaianee
Caso Clínico 1 – Reabilitação Oral (João
Silva)
Nome do Caso Clínico: Atendimento interdisciplinar

Reabilitação Oral Completa com abordagem interdisciplinar.

Descrição Breve:

Paciente de 55 anos, com doença periodontal severa, múltiplas perdas dentárias, falhas
endodônticas, perda óssea avançada e grande comprometimento estético e funcional. O
caso exige integração entre periodontia, endodontia, prótese e cirurgia.

Aprendizados Principais:

✔ Periodontia:

• Bolsas de 5–7 mm, recessão e sangramento indicam doença avançada.


• A estabilização periodontal é o primeiro passo antes de qualquer prótese ou
implante.
• Alguns dentes têm prognóstico ruim e devem ser extraídos.
• Necessidade de manutenção trimestral.

✔ Endodontia:

• Dente 26 com lesão extensa → extração é a opção mais previsível.


• Dente 36 fraturado → extração obrigatória.
• Endodontia influencia diretamente o sucesso de implantes e próteses.

✔ Prótese:

• Múltiplas perdas, colapso de dimensão vertical e oclusão instável.


• Necessidade de reconstruir altura facial e função mastigatória.
• Opções: próteses totais, implanto-suportadas, overdenture ou PPR.
• Avaliação dos limites anatômicos antes do plano definitivo.

✔ Cirurgia:

• Extrações necessárias: 26 e 36.


• Maxila posterior atrofiada → precisa de enxerto + levantamento de seio.
• Implantes só podem ser instalados após 4–6 meses de cicatrização.

Conclusão Individual:

Este caso integra praticamente todas as áreas da odontologia. Reforçou para mim a
importância de um passo a passo estruturado: primeiro controlar a doença, depois
reconstruir tecidos e, só então, reabilitar esteticamente e funcionalmente. É um
excelente exemplo de como a interdisciplinaridade e o planejamento detalhado podem
transformar completamente a qualidade de vida do paciente.

2. Atendimento em Gestante (19/08)


Nome do Caso Clínico: Atendimento em Gestantes

Manejo odontológico de pacientes gestantes.

Descrição Breve:

A gestação envolve alterações hormonais, metabólicas e emocionais que mudam


totalmente a abordagem clínica. A aula abordou quais procedimentos podem ser
realizados em cada trimestre e a importância da anamnese detalhada.

Aprendizados Principais:

• 1º trimestre: evitar procedimentos eletivos, por risco de interferir na


organogênese.
• 2º trimestre: período mais seguro; indicado para tratamentos restauradores,
raspagens, urgências e radiografias com proteção.
• 3º trimestre: procedimentos curtos e confortáveis; cuidado com posição da
paciente (evitar supino por longo tempo).
• Segurança de anestésicos como lidocaína e medicamentos seguros, como
paracetamol.
• Importância de controle da gengivite gravídica e da higiene bucal.

Conclusão Individual:

A gestante não deve ser negligenciada — ela precisa ser tratada no momento certo, com
técnicas seguras e boa comunicação com o obstetra.

3. Lesões Pigmentadas (26/08 e 02/09)


Nome do Caso Clínico: Lesões Pigmentadas

Avaliação de lesões pigmentadas na mucosa oral.

Descrição Breve:

O foco foi aprender a diferenciar lesões escuras benignas (ex.: melanose, tatuagem de
amálgama) das malignas, como o melanoma. A observação clínica cuidadosa é
fundamental.
Aprendizados Principais:

• Lesões benignas: geralmente pequenas, estáveis e relacionadas a hábitos (ex.:


fumo) ou restaurações metálicas.
• Lesões malignas: assimetria, bordas irregulares, crescimento rápido,
sangramento, manchas pretas irregulares.
• Quando indicar biópsia, quando apenas acompanhar e quando encaminhar para
especialista.
• Uso da anamnese para identificar origem (trauma, restauração antiga, evolução).

Conclusão Individual:

Aprendi a olhar a cor, borda, localização e histórico da lesão. Nem toda mancha escura
é grave, mas algumas exigem investigação imediata.

4. Lesões Fundamentais (09/09)


Nome do Caso Clínico: Lesões Fundamentais

Classificação das lesões morfológicas básicas.

Descrição Breve:

Estudamos como as lesões se apresentam e como descrevê-las. Isso é essencial para


diagnóstico clínico e comunicação entre profissionais.

Aprendizados Principais:

• Mácula: alteração de cor sem relevo.


• Placa: área maior e elevada.
• Pápula: elevação sólida menor que 5 mm.
• Vesícula e bolha: conteúdo líquido.
• Úlcera: perda de continuidade do epitélio.
• A partir da lesão fundamental, o dentista formula hipóteses de diagnóstico.

Conclusão Individual:

Percebi que descrever corretamente a lesão é a base do raciocínio clínico — não adianta
saber tratar se não sei identificar corretamente.

5. Lesões com Sinais de Gravidade –


CEC (16/09)
Nome do Caso Clínico: Lesões com Sinais de Gravidade – CEC

Carcinoma Espinocelular (CEC) – sinais de alerta.

Descrição Breve:

A aula mostrou como o CEC se apresenta e por que o dentista é essencial no


diagnóstico precoce.

Aprendizados Principais:

• Úlceras que não cicatrizam após 15 dias.


• Lesões infiltradas, endurecidas, sangrantes.
• Placas brancas (leucoplasias) e vermelhas (eritroplasias) suspeitas.
• Relação direta com tabagismo, alcoolismo e HPV.
• A biópsia é obrigatória em qualquer lesão suspeita.

Conclusão Individual:

A detecção precoce salva vidas — a responsabilidade do dentista é enorme.

6. Variação de Normalidade (23/09)


Nome do Caso Clínico: Variação da Normalidade

Diferenças anatômicas fisiológicas.

Descrição Breve:

Estudo das estruturas que são normais, mas podem ser confundidas com doença.

Aprendizados Principais:

• Tórus palatino e mandibular.


• Linha alba.
• Pigmentação racial.
• Varicosidades linguais.
• Importância de não tratar desnecessariamente e tranquilizar o paciente.

Conclusão Individual:

Nem toda alteração requer intervenção — conhecer o normal evita erros diagnósticos.
7. Biópsia (30/09)
Nome do Caso Clínico: Biópsia

Indicação e técnica de biópsias orais.

Descrição Breve:

Aprendemos quando biopsiar, como coletar o material e como encaminhar ao


laboratório.

Aprendizados Principais:

• Biópsia incisional: para lesões grandes, suspeitas ou infiltrativas.


• Biópsia excisional: para lesões pequenas, com diagnóstico provável benigno.
• Cuidados com fixação em formol e identificação do material.
• Importância de margens representativas e profundidade adequada.

Conclusão Individual:

A biópsia é essencial para diagnóstico seguro; execução correta evita falsos negativos.

8. Comunicação entre Profissionais


(07/10)
Nome do Caso Clínico: Comunicação entre Profissionais

Discussão reflexiva pós-avaliação.

Descrição Breve:

Falamos sobre comunicação como ferramenta clínica.

Aprendizados Principais:

• Comunicação eficiente evita retrabalho.


• Melhora a segurança do paciente.
• Ajuda no alinhamento de expectativas e condutas.
• É fundamental na interdisciplinaridade.

Conclusão Individual:

Compreendi que comunicar faz parte do tratamento — não é opcional.


9. Osteonecrose Medicamentosa (14/10)
Nome do Caso Clínico: Osteonecrose Medicamentosa

Osteonecrose induzida por medicamentos.

Descrição Breve:

Estudo dos riscos associados ao uso de bisfosfonatos e outros fármacos.

Aprendizados Principais:

• Pacientes oncológicos e osteoporóticos são os mais acometidos.


• Evitar extrações sempre que possível.
• Preferir tratamentos conservadores.
• A anamnese medicamentosa é obrigatória.

Conclusão Individual:

Percebi o quão perigoso é realizar cirurgia sem conhecer o histórico farmacológico do


paciente.

10. Protocolos Medicamentosos (21/10)


Nome do Caso Clínico:

Uso clínico de medicamentos em odontologia.

Descrição Breve:

A aula abordou quais são os medicamentos mais utilizados na prática odontológica,


quando são realmente indicados, como evitar uso desnecessário de antibióticos, quais
são os analgésicos e anti-inflamatórios mais comuns, além de cuidados com gestantes,
hipertensos, diabéticos e pacientes polimedicados.

Aprendizados Principais:

• Antibióticos só quando realmente indicados.


• Manejo da dor com analgésicos seguros.
• Anti-inflamatórios usados com cautela.
• Ajustes especiais para hipertensos, diabéticos, gestantes e idosos.
PROTOCOLOS MEDICAMENTOSOS NA ODONTOLOGIA

1. Antibióticos (USO CONTROLADO – APENAS QUANDO


NECESSÁRIO)

Indicações reais na odontologia:

• Abscessos dentários com sinais sistêmicos (febre, mal-estar).


• Celulite facial.
• Infecções que se espalham para planos profundos.
• Pós-operatório de cirurgias extensas (ex.: fraturas).
• Profilaxia para pacientes com condições específicas de risco (ex.: endocardite
bacteriana).
• Periodontite agressiva em conjunto com raspagem (em protocolos específicos).

NÃO prescrever antibiótico para:

• Dor de dente sem infecção.


• Gengivite simples.
• Cárie sem sinais sistêmicos.
• Pericoronarite leve.

Antibióticos mais utilizados na odontologia:

• Amoxicilina
• Amoxicilina + Clavulanato
• Clindamicina (opção em alérgicos à penicilina)
• Azitromicina
• Metronidazol (para bactérias anaeróbias, muitas vezes combinado com
amoxicilina)

Modelo educacional de receita (sem dosagem):


Antibioticoterapia indicada após avaliação clínica.
Amoxicilina – uso sistêmico conforme orientação profissional.
Orientar completar o tratamento até o fim do período recomendado.

2 Analgésicos (Primeira escolha para dor odontológica)

Quando usar:

• Dor pós-operatória leve a moderada.


• Dor de origem pulpar.
• Pós-exodontias simples.

Mais usados:

• Paracetamol
• Dipirona (onde permitido)
• Associações analgésicas não opioides

Evitar:

• Uso prolongado sem diagnóstico.


• Indicação em pacientes com hepatopatias (no caso do paracetamol).

Exemplo educacional de prescrição:


Paracetamol – analgesia conforme necessidade e orientação
profissional.
Evitar uso contínuo e retornar se dor persistir.

3. Anti-inflamatórios (AINEs e Corticoides)

Quando usar AINEs:

• Inflamação pós-operatória leve.


• Dor com componente inflamatório.

AINEs comuns:

• Ibuprofeno
• Naproxeno
• Nimesulida (com cautela)

Cuidados importantes:

• Evitar em hipertensos descontrolados.


• Evitar em pacientes com problemas gástricos.
• Evitar em pacientes em uso de anticoagulantes.

Quando usar corticoides:

• Edema pós-cirúrgico moderado a intenso.


• Reações alérgicas leves (sob supervisão).

Mais utilizados:

• Dexametasona
• Prednisona

Exemplo educacional de prescrição:


Anti-inflamatório indicado para controle de edema e desconforto
inflamatório.
Utilizar pelo menor tempo possível, conforme orientação profissional.

4. Antissépticos bucais (Adjunto terapêutico)

Indicações:

• Controle químico de placa en situações de:


o Periodontite
o Pós-operatório
o Pacientes com dificuldade de higiene

Mais usados:

• Clorexidina 0,12% ou 0,2%


• Listerine (óleos essenciais)

Cuidados:

• Manchas nos dentes com uso prolongado de clorexidina.


• Evitar uso por mais de 14 dias sem orientação.

Exemplo educacional:
Enxaguante bucal à base de clorexidina para uso temporário.
Utilizar conforme orientação profissional, evitando uso prolongado.

5. Analgesia Potente (Uso Restrito)

Quando usar:

• Pós-operatório de cirurgias mais invasivas.


• Casos de dor intensa que não responde a analgésicos comuns.

Classes:

• Opioides de baixa potência (tramadol, codeína – uso mais hospitalar e com


cautela).

6. Pacientes Especiais — Ajustes Importantes

Gestantes:

• Preferir paracetamol.
• Evitar AINEs no 3º trimestre.
• Antibióticos seguros: penicilinas e cefalosporinas.
Hipertensos:

• Evitar AINEs por risco de aumento da pressão arterial.


• Usar analgésicos simples.

Diabéticos:

• Evitar corticoides quando possível.


• Ajustar horários de refeições no pós-operatório.

Alergia à Penicilina:

• Opção: clindamicina ou azitromicina.

Conclusão Individual
A aula mostrou que medicamentos não são a base do tratamento odontológico ― são
apenas auxiliares. Aprendi que cada droga tem sua indicação correta, contraindicação e
cuidados específicos, e que prescrever sem critério pode causar efeitos adversos sérios.
Também percebi como é importante conhecer alternativas seguras, especialmente para
gestantes, hipertensos e pacientes alérgicos. Agora consigo compreender melhor o
raciocínio para definir se o medicamento é necessário e qual classe é mais apropriada.

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