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Elementos

O poema reflete sobre a inevitabilidade da morte e a passagem do tempo, expressando uma luta interna entre a vida e a decadência. O eu lírico sente a influência do passado e a pressão do futuro, enquanto lida com a sanidade e a dependência emocional. A obra explora a dualidade entre a beleza e a dor da existência, culminando em um sentimento de desespero e paradoxos emocionais.
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Elementos

O poema reflete sobre a inevitabilidade da morte e a passagem do tempo, expressando uma luta interna entre a vida e a decadência. O eu lírico sente a influência do passado e a pressão do futuro, enquanto lida com a sanidade e a dependência emocional. A obra explora a dualidade entre a beleza e a dor da existência, culminando em um sentimento de desespero e paradoxos emocionais.
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Morte

“O tempo leva todas as coisas…


Nada que é tocado pela morte volta a ser o que era”

O vento traz ares mortos desde suas nascentes


E para apreciar o tempo que me resta irei consumir manancial
Não posso chorar pelas perdas, pela decadência de todos os momentos da minha mente
Vejo-me passado olhando para o futuro sem saber que entro em surto temporal

E sim, talvez eu não seja emotivo o suficiente para te entender


Talvez eu só tenha encontrado-te por tempo ou sorte
Resposta essa que só a espiral natural poderá nos dizer
Mas sei que irá se esvair, tanto como a vida, e se eternizará tal qual a morte

Essa decadência fará minha ausência em uma velocidade mortal


Corrompendo minha sanidade, tirando-me o ar como um miasma entrópico…
Sua voz diz para continuar em frente, porém quando preciso a resposta é um eco espiral
Dependo de sua voz, e é ela que mata-me… Que maldito paradoxo

O vento frio trouxe ares mortos belos para contemplar


O lodo que gerou-se através do amálgama da estagnação
Esse lodo negro que absorve minha existência e qualquer reflexão fez-me pensar…
Será que tanto sofro pois vivo, não com o tempo, e sim com o coração?

A verdade que entrei em uma espiral infinita de luta


Não importa o tempo, a conclusão básica é que você sempre surta
E mesmo que eu tenha um labirinto em minha mente, você não me escuta
Você atua, mente e finge… Então…

“Decadência, puta!”
Energia

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