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PCA Modelo

O Programa de Conservação Auditiva (PCA) visa proteger a capacidade auditiva dos colaboradores do Consórcio Toyo Setal HDT Paulínia, especialmente na construção da Unidade de Hidrotratamento de Diesel, através de medidas técnicas e administrativas. O documento detalha responsabilidades, monitoramento dos níveis de ruído, acompanhamento médico ocupacional e diretrizes para o uso de equipamentos de proteção individual. A implementação do PCA é fundamental para prevenir a perda auditiva causada pela exposição a ruídos excessivos no ambiente de trabalho.
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PCA Modelo

O Programa de Conservação Auditiva (PCA) visa proteger a capacidade auditiva dos colaboradores do Consórcio Toyo Setal HDT Paulínia, especialmente na construção da Unidade de Hidrotratamento de Diesel, através de medidas técnicas e administrativas. O documento detalha responsabilidades, monitoramento dos níveis de ruído, acompanhamento médico ocupacional e diretrizes para o uso de equipamentos de proteção individual. A implementação do PCA é fundamental para prevenir a perda auditiva causada pela exposição a ruídos excessivos no ambiente de trabalho.
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PCA
- Programa de Conservação Auditiva -

PCA- Programa de Conservação Auditiva


2 de 37

Revisões
Nº Data Histórico das Alterações Revisado por: Aprovado por:

00 26/05/2022 Emissão inicial Mario Leite Antônio Manzano

Elaborado por: Assinatura:


Data: 26/05/2022
Aprovado por: Assinatura:
Data: 26/05/2022

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA:

IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
RAZÃOSOCIAL: CONSÓRCIO TOYO SETAL HDT PAULÍNIA
C.N.P.J.: 45.878.939/0001-91
ENDEREÇO: Rua Santa Cruz, Nº 315 – Salas 09 e 10
BAIRRO Nova Paulínia

MUNICIPIO / ESTADO Paulínia – SP

TELEFONE MATRIZ (11) 5525-4904


42.99-5-99 – Outras obras de engenharia civil não especificadas
CÓDIGO ATIVIDADE (CNAE):
anteriormente.
ATIVIDADE PRINCIPAL: Construção da Unidade de Hidrotratamento de Diesel
GRAU DE RISCO: 03
De segunda-feira a quinta-feira das 07h30min às 17h30min (com
intervalo de 01 hora) / sexta-feira das 07h30min às 16h30min (com
intervalo de 01 hora).
JORNADA DE TRABALHO: Administrativo: De segunda-feira a quinta-feira das 07h30min às
17h30min (com intervalo de 01 hora) / sexta-feira das 07h30min às
16h30min (com intervalo de 01 hora).

Refinaria de Paulínia REPLAN – PETROBRAS


LOCAL DA EXECUÇÃO DA Endereço: Rod. SP 332, Km 132 – Jardim Planalto 2 - Paulínia SP.
ATIVIDADE: CEP: 13147-900.

ESCOPO DO CONTRATO
Nº CONTRATO: 5900.0120526.22.2 SAP: 4600666518
OBJETIVO DO CONTRATO: Construção da Unidade de Hidrotratamento de Diesel
INÍCIO CONTRATO: 18/05/2022
TÉRMINO CONTRATO: 29/08/2025

VALIDADE DO DOCUMENTO: 26/05/2022 à 26/05/2023

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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SUMÁRIO

1 – Objetivo 6
2 – Introdução 6
3 – Documentos de Referência 6
4 – Definições 7
5 – Responsabilidades 7
6 – Reconhecimento e Avaliação do Ambiente de Trabalho 8
7 – Monitoramento dos Níveis de Ruído 9
8 – Acompanhamento Médico Ocupacional 10
9 – Medidas de Controle de Engenharia e Administrativas 11
10 – Equipamento de Proteção Individual 11
11 – Treinamento 12
12 – Seleção dos Protetores Auditivos 13
13 – Uso de Protetor Auditivo 14
14 – Planejamento Anual / Metas / Prioridades e Cronograma 15
15 – Documentação e Arquivo 16
16 – Termo de Encerramento 16
ANEXO I – GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO 17
ANEXO II – NR 15 – anexo I 21
Anexos 22

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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1. OBJETIVO

Definir medidas técnicas e administrativas para melhorar a capacidade auditiva de nossos


colaboradores contra os efeitos potencialmente danosos da exposição excessiva à ruídos nos
locais de trabalho.

1.1 Abrangência

O CONSÓRCIO TOYO SETAL HDT PAULÍNIA, no âmbito do contrato firmado com a


PETROBRAS / UN-REPLAN – PAULINIA-SP, no instrumento contratual nº 5900.0120526.22.2,
sobre a Construção da Unidade de Hidrotratamento.

2. INTRODUÇÃO

A chamada “poluição sonora” é a mais conhecida forma de “poluição” no mundo moderno e é a


principal causa da perda auditiva em indivíduos adultos.
A extensão e o grau do dano auditivo dependem da intensidade da pressão sonora, da duração
da exposição, da frequência do ruído e da suscetibilidade do indivíduo.
Em meio aos agentes “nocivos” à saúde, o mais frequente nos ambientes de trabalho é o ruído,
que tem sido responsável por distúrbios auditivos temporários e permanentes e por
comprometimentos orgânicos diversos.
A exposição à ruídos de forte intensidade pode resultar em perda da audição temporária ou
permanente.
Os mecanismos básicos envolvidos nas lesões do ouvido interno decorrente da exposição à
ruídos são: a exaustão física, alterações químicas, metabólicas e mecânicas do órgão sensorial
auditivo. O resultado final pode ser lesão parcial ou total do órgão e, consequentemente,
deficiência auditiva.
O ruído é considerado nocivo à saúde quando ultrapassa 85 dBA, sendo este o limite para uma
exposição diária de 08 (oito) horas. No entanto, não se pode estabelecer rigidamente um nível
de intensidade, uma vez que características peculiares à cada indivíduo.
O Programa de Conservação Auditiva foi elaborado para estabelecer diretrizes e parâmetros
mínimos de avaliação e acompanhamento da audição do colaborador, conforme determina NR –
15, Anexo I.

3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

- Normas Regulamentadora 06 e 15 da Portaria 3214/78.


- Portaria Nº 19, de 09 de abril de 1998 do MTE.

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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4. DEFINIÇÕES

O Ciclo de Exposição: conjunto de situações acústicas ao qual é submetido o trabalhador, em


sequência definida, e que se repete de forma contínua no decorrer da jornada de trabalho.
Dose: parâmetro utilizado para a caracterização da exposição ocupacional ao ruído, expresso
em porcentagem de energia sonora, tendo por referência o valor máximo da energia sonora
diária admitida, definida com base em parâmetros preestabelecidos.
Dose Diária: dose referente à jornada daria de trabalho.
Densímetro de Ruído: medidor integrador de uso pessoal que fornece a dose da exposição
ocupacional ao ruído.
Grupo Homogêneo: corresponde a um grupo de trabalhadores que experimentam exposição
semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação da exposição de parte do grupo
seja representativo da exposição de todos os trabalhadores que compõem o mesmo grupo.
Limite de Exposição: parâmetro de exposição ocupacional que representa condições sob as
quais se acredita que a maioria dos trabalhadores possa estar exposta, repetidamente, sem
sofrer efeitos adversos à sua capacidade de ouvir e entender uma conversação normal.
Nível de Ação: valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar
a probabilidade de que as exposições ao ruído causem prejuízos à audição do trabalhador e
evitar que o limite de exposição seja ultrapassado.
Ruído Contínuo ou Intermitente: todo e qualquer ruído que não está classificado como ruído
de impacto ou impulsivo.
Ruído de Impacto ou Impulsivo: ruído que apresenta picos de energia acústica de duração
inferior a 1 (um) segundo, a intervalos superiores a 1 (um) segundo.
Situação Acústica: cada parte do ciclo de exposição na qual o trabalhador está exposto a
níveis de ruído considerados estáveis.
Zona Auditiva: região do espaço delimitada por um raio de 150mm  50mm, medido a partir da
entrada do canal auditivo.

5. RESPONSÁBILIDADES

O PCA depende da cooperação de todos aqueles relacionados ao Programa. Cada pessoa ou


Área envolvida tem responsabilidades, a saber:

5.1 Responsabilidade do Empregador.

 Manter os recursos financeiros disponíveis para a execução das atividades deste


programa.
 Assegurar que todos os colaboradores recebam treinamento adequado para as funções
que desempenham.
 Adotar medidas para neutralização ou minimização das fontes de ruídos.
 Fornecer equipamentos de proteção individual com certificado de aprovação.
 Treinar os colaboradores.

5.2 Coordenação do PCA – Área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde

 Responsável pela coordenação e supervisão do PCA.


PCA- Programa de Conservação Auditiva
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 Responsável por gerir o monitoramento ambiental e pessoal.


 Manter os procedimentos técnicos e informações referentes ao Programa,
constantemente atualizados.
 Manter um banco de dados de exposições e arquivo do PCA.
 Esquematizar e conduzir, em conjunto com o Serviço Médico e Coordenador da Obra,
treinamento para os colaboradores expostos.

5.3 Gestor do Contrato

 Responsável pela continuidade, motivação e aplicação das diretrizes do PCA na


operação.
 Esquematizar junto com o Serviço Médico e Área de Segurança e Meio ambiente, o
treinamento de trabalhadores expostos. Facilitar o processo de treinamento e de exames
audiométricos.
 Monitorar, em conjunto com a Área de Segurança e Meio Ambiente, o uso de protetores
auriculares indicados para as Áreas Classificadas.

5.4 Serviço Médico

 Responsável pela condução e interpretação de exames audiométricos.


 Auxiliar ou assessorar a Área de Segurança e Meio Ambiente na auditoria do PCA.
 Avisar ao SESMT quando qualquer colaborador estiver desencadeando PAIR.

5.5 Responsabilidade dos Empregados

 Responsáveis em utilizar os EPI aprovados de acordo com as instruções e treinamentos


recebidos, higienizar os protetores auriculares não descartáveis e submeterem-se aos
exames audiométricos.
 Responsáveis pela minimização da produção de ruído quando do cumprimento de suas
atividades e tarefas.
 Responsáveis por auxiliar a orientação das empresas contratadas e parceiras no correto
uso dos protetores auriculares.
 Relatar ao seu superior imediato qualquer anormalidade sobre fontes de ruído excessivo
 Usar o equipamento somente para finalidade que se destina
 Zelar pelo seu equipamento de proteção individual.
 Trocar seu equipamento quando o mesmo estiver apresentando desgaste, contaminação
e ou sujidade.
 Descartar o seu equipamento em local adequado.

6. RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO

Esta etapa busca identificar e avaliar o ambiente de trabalho, possibilitando a identificação das
fontes do ruído para possibilitar seus controles.

6.1 Áreas Operacionais:

Este PCA abrangerá todos às áreas onde o CONSÓRCIO TOYO SETAL HDT PAULÍNIA,
executará suas atividades nas dependências da REPLAN.
PCA- Programa de Conservação Auditiva
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Após estudo realizado na área de trabalho e as funções foram levantadas as possíveis fontes de
ruído fixas e móveis como, por exemplo:

a) No local de trabalho:
- Motores;
- Bombas;
- Escape ou descarga de vapor em equipamentos;
- Válvulas controladoras;
- Estação de tratamento e compressores;
- Operação dos fornos e caldeiras;
- Guindastes
b) Na função:
- Esmerilhadeira;
- Furadeiras;
- Retífica;
- Chave de impacto com marreta;
- Caminhão a vácuo;
- Caminhão Munck.
- Guindaste

c) GHE / Função / Risco:

Os GHE’s com exposição ocupacional ao ruído seguem em (ANEXO I – GRUPO


HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO).

7. MONITORAMENTO DOS NÍVEIS DE RUÍDO

Como em toda situação perigosa, é de maior importância determinar os exatos níveis de ruído,
para identificar os colaboradores expostos. Os responsáveis por este aspecto do programa
precisam assegurar-se de que a exposição de todos os colaboradores foi propriamente avaliada.
Este monitoramento é conduzido por vários motivos:

a) para determinar se existem situações perigosas à audição;


b) para determinar se os níveis de ruído presentes possam interferir com a comunicação e a
percepção audível dos sinais de alerta;
c) para identificar os colaboradores que participarão do PCA;
d) para priorizar os esforços de controle do ruído, definir e estabelecer práticas de proteção
auditiva;
e) para avaliar o trabalho de controle do ruído.
f) comparar com o L.T estabelecido na Norma Regulamentadora nº15 anexo 1.
g) permitir a seleção do protetor auricular que forneça maior atenuação em função do nível de
ruído e das frequências do som em cada área.
h) subsidiar a escolha de medidas de controle para redução do ruído na fonte.

Obs.: Será realizada a avaliação quantitativa de acordo com o PGR, e após a emissão do laudo
o mesmo deve ser anexado junto a este documento. Protocolar no SAF

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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8. ACOMPANHAMENTO MÉDICO OCUPACIONAL

Deverá ser realizado o acompanhamento audiométrico de todos os colaboradores. De acordo


com PCMSO.
 - Exame admissional;
 - Exame periódico após 06 meses e anual;
 - Exame demissional.

8.1. Realização das Audiometrias

O exame deverá ser realizado por profissional habilitado, ou seja, fonoaudiólogo, onde avaliará a
acuidade auditiva dos funcionários, sendo posteriormente repassadas para o médico do trabalho
responsável pela avaliação dos exames e da aptidão do funcionário.

Nos exames audiométricos, será dado destaque para os exames de otoscopia e a anamnese
dos funcionários, onde serão questionados antecedentes otológicos, pessoais, familiares e
exposições à ambientes ruidosos, para que seja verificada situações que possam contraindicar
qualquer atividade em exposição ao ruído. Tais medidas visam melhorar cada vez mais a
qualidade de vida dos funcionários proporcionando melhor bem-estar em suas atividades.

8.2. Audiometrias

As audiometrias serão realizadas segundo os padrões técnicos determinados pelos itens 3.1,
3.2, 3.3, 3.4, 3.5, 3.6 e seus subitens do Anexo I da NR-7, tais como:
a) O audiômetro deverá ser calibrado periodicamente com calibração acústica obrigatoriamente
a cada 5 anos, seguindo o preconizado na norma ISO 8253-1 e os resultados deverão ser
incluídos em um certificado de aferição e/ou calibração que acompanhará o equipamento.
b) os exames audiométricos serão realizados no mínimo, no momento da admissão, no 6º
(sexto) mês após a mesma, anualmente a partir de então, e na demissão. No momento da
demissão, do mesmo modo como previsto para a avaliação clínica no item [Link] da NR -07,
poderá ser aceito o resultado de um exame audiométrico realizado até 90 (noventa) dias
retroativos em relação à data do exame médico demissional.
c) A audiometria deverá ser realizada com o trabalhador em repouso auditivo por um período
mínimo de 14 horas até o momento de realização do exame
A audiometria será realizada, sempre, pela via aérea nas frequências de 500, 1.000, 2.000.
3.000, 4.000, 6.000 e 8.000 Hz e no caso de alteração detectada no teste pela via aérea ou
segundo a avaliação do profissional responsável pela execução do exame, o mesmo será feito,
também, pela via óssea nas frequências de 500, 1.000, 2.000, 3.000 e 4.000 Hz.
As audiometrias serão classificadas como:

1. Referência, aquela com a qual as sequenciais serão comparadas e cujas diretrizes


constam dos subitens abaixo, devendo ser realizada: quando não se possua um exame
audiométrico de referência prévio; quando algum exame audiométrico sequencial
apresentar alteração significativa em relação à de referência.

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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2. Sequencial, aquela que será comparada com a de referência, aplica-se a todo


trabalhador que já possua um exame audiométrico de referência prévio.

8.3 Controle do Resultado dos Exames

Os resultados dos exames médicos serão registrados no relatório anual do PCMSO os dados
epidemiológicos referentes a as perdas auditivas secundárias a exposição de níveis de pressão
sonora elevadas.

8.3.1 Relatório Anual

O relatório anual será disponibilizado devidamente preenchido para anexo após a revisão anual
do PCMSO.

8.3.2 Entrega de Resultados dos Exames

Após o recebimento dos exames dos colaboradores vindo da clínica de medicina ocupacional, o
administrativo, entrega ao médico do trabalho, que por sua vez avalia e em caso de
anormalidades o colaborador é convocado para uma consulta de avaliação, em caso de exame
normal constatado pelo médico o mesmo devolve para o setor administrativo que por sua vez
preenche o protocolo de entrega e convoca o colaborador para que seja retirado a sua via, ou
seja, cópia dos exames complementares.

9. MEDIDAS DE CONTROLE DE ENGENHARIA E ADMINISTRATIVAS

Os esforços para reduzir e manter a exposição do ruído abaixo dos limites permitidos deve ser
canalizado para controle de engenharia com ênfase na redução do ruído na fonte e controles
administrativos com ênfase na redução do tempo de exposição.
A diminuição dos níveis de ruído pode ser conseguida também através dos seguintes meios:
 Aumentando a distância entre o trabalhador e a fonte ruidosa.
 Reduzindo o tempo de exposição, através da rotatividade das funções.
 Selecionando equipamentos menos ruidosos.
 Enclausurando máquinas e equipamentos.
 Tratando acusticamente paredes e tetos.
 Realizando modificações internas em máquinas e equipamentos.
 Usando barreiras de proteção.
 Usando o equipamento de proteção individual.

10. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)

 Quando os níveis de ruído não puderem ser reduzidos aos níveis permitidos, através da
implantação de medidas corretivas de engenharia economicamente viáveis ou durante o
período de adaptação das mesmas, recomenda-se o uso de equipamento de proteção
auditiva.

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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 Os protetores auriculares são obrigatórios quando o nível de ruído exceder 85 dB (A) e


ou em área operacional.
 Os protetores devem estar disponíveis a todos os trabalhadores durante a jornada de
trabalho.
 Na seleção dos protetores auriculares, devem-se levar em consideração vários fatores:
conforto, vedação, custo, durabilidade, aceitação pelo usuário, eficácia, higienização,
manutenção, manuseio, etc.
 Os critérios adotados na avaliação e definição do EPI devem estar bem documentados.
 Atendido os critérios técnicos, deverá ser dada à possibilidade de escolha do protetor
pelo usuário visando o seu conforto e aceitação.

11. TREINAMENTOS

O objetivo do treinamento é conscientizar tanto os trabalhadores quanto os supervisores e


líderes, dos efeitos potencialmente prejudiciais do ruído e dos requisitos de um PCA eficaz.
Todos aqueles Colaboradores que estão expostos a níveis maiores ou igual a 85 dBA devem
participar de um Programa de Treinamento Periódico Anual, conforme Programa de
Treinamento.

Importante: Controlar a frequência dos treinamentos e reprogramar treinamentos


complementares, caso necessário.

11.1 Treinamento deve conter:

 Programa de Conservação Auditiva.


 Os efeitos do Ruído na Audição
 Resultados de monitoramento de Ruído nas áreas e atividades.
 Os tipos e razões para uso dos Protetores Auriculares, Instruções para seleção, ajustes e
cuidados.
 A razão da Audiometria e uma explanação sobre os procedimentos e resultados do teste.

11.2 Treinamento e Motivação

Deverão ser realizadas sessões regulares de treinamentos e motivação, que são fundamentais
para o sucesso do programa, porque é a partir deste processo que os colaboradores aprenderão
e se conscientizarão sobre os riscos de exposição ocupacional a ruído, seus efeitos, o uso, os
cuidados com protetores auriculares e testes de audição. O treinamento terá uma periodicidade
anual, mas nada impede que sejam realizadas campanhas educativas pelo SESMT e pela CIPA.

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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12. SELEÇÃO DOS PROTETORES AUDITIVOS

Devem ser escolhidos entre os diversos tipos e modelos os protetores mais adequados para
cada tarefa e ambiente. Os fatores que devem ser considerados na escolha do protetor auditivo
são:
1 – Verificação da existência de certificado de aprovação (CA) do protetor fornecido pelo
Ministério do Trabalho (MTE);
2 – Atenuação do ruído fornecido pelo protetor auditivo;
3 – Conforto do Protetor Auditivo;
4 – Ambiente de trabalho e atividade do trabalhador;
5 – Problemas de doenças auditivas (irritação, dores, infecção do canal auditivo, etc.);
6 – Compatibilidade entre o uso de protetor auditivo e outros equipamentos de proteção
individual, tais como: capacete, óculos, protetor de rosto e protetor respiratório.

12.1. Distribuição dos Protetores Auditivos

Nesta etapa é realizada toda a documentação, contemplada na NR-06, para que se possam
entregar os EPI aos colaboradores expostos ao agente físico - ruído. A entrega do equipamento
será registrada no Formulário de Entrega de EPI devidamente assinada pelo empregado.

12.2. Educação e Motivação e Treinamento

Etapa de desenvolvimento de atividades que propiciem informação, treinamento e motivação e o


envolvimento dos colaboradores na implantação do PCA.
Etapa onde todos os trabalhadores de áreas ou atividades que requerem o uso de protetores
auditivos deverão ser instruídos, sobre responsabilidades no PCA, a necessidade, importância e
obrigatoriedade do uso, bem como reciclagem anual ou conforme estabelecido no cronograma
do Programa Anual de Treinamentos do Consórcio Toyo Setal HDT Paulínia.
Os treinamentos serão realizados por profissionais legalmente habilitados e capacitados, onde
serão avaliados a capacitação dos treinamentos.

12.3. Limpeza, Higienização, armazenamento e manutenção

Etapa de desenvolvimento e atribuição de responsabilidades que propiciem os procedimentos


para a limpeza, higienização, armazenamento e manutenção dos protetores auditivos. Atentar
aos tipos de protetores adotados no Consórcio Toyo Setal HDT Paulínia normalmente a
manutenção consta estabelecida na embalagem dos produtos ou são disponibilizados através
de bulas ou dados técnicos fornecidos pelo fabricante de EPI.

12.4. Monitoramento do Uso

Etapa muito importante para a eficácia do programa, pois visam à checagem do uso correto dos
protetores auditivos, providências a serem tomadas em caso de alguma irregularidade que será
realizada por todos os membros das chefias, pelos próprios colaboradores e particularmente,
durante auditorias comportamentais.

12.5. Tipos de Protetores Auditivos

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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- Protetor auditivo, tipo plug de três flanges, confeccionados em silicone.


- Protetor auditivo, tipo inserção moldável de espuma de poliuretano.
- Protetor auditivo do tipo inserção pré-moldado de silicone.
- Protetor auditivo tipo concha.

OBS: Os valores de atenuação dos protetores auditivos seguem conforme tabela de atenuação
descrita no Certificado de Aprovação (CA) expedido pelo MTE, que constam em arquivo técnico
de SMS.

13. USO DO PROTETOR AUDITIVO

Para evitar resistência ao uso dos protetores, treinamento e explicações devem ser fornecidos.
O protetor auditivo deve ser usado durante todo o tempo de exposição ao ruído.

13.1 Orientação para uso do protetor auditivo

1. Treinamentos e orientações devem ser fornecidos para os usuários especificamente:


2. A importância do uso dos protetores auditivos o tempo todo de exposição ao ruído;
3. Disponibilidade dos protetores com acesso fácil a qualquer ponto e qualquer hora;
4. Efeito da comunicação verbal e sinal sonoro de alarmes;
5. Efeito da colocação e vedação do ouvido;
6. A importância de ler e aplicar as instruções dos fabricantes;
7. Compatibilidade com outros equipamentos de proteção individual.

13.2 Cuidado e Manutenção dos Protetores

Os protetores devem ser guardados limpos para evitar perda, doenças de pele e/ou outros
problemas gerados pelo mal-uso.
Os protetores devem ser verificados em intervalos de tempo contra deformidade, gastos,
mudanças da característica original, troca de almofada, estado de higiene, etc.

13.3 Troca do Protetor Auricular

Os protetores auriculares deverão ser substituídos nas seguintes situações;


1. Quando forem manuseados com as mãos sujas por contaminantes tais como: óleo,
graxa, tintas, solventes e outros.
2. Quando estiver de tal forma sujos que seja impossível limpá-los utilizando apenas
métodos convencionais de lavagem com água e sabão neutro.
3. Quando apresentar sinais de desgastes prematuros tais como: perda da cor original ou
soltar pedaços.
4. Quando solicitado pelo SMS.
5. No caso de o protetor ser do tipo concha, na ocasião de rachaduras na capa da espuma,
quando a haste estiver danificada, quando a espuma apresentar sinais de
envelhecimento, quando o CA vencer e ou a critério do SMS.

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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14. PLANEJAMENTO ANUAL / METAS / PRIORIDADES E CRONOGRAMA

Este programa deverá ser revisto e avaliado a cada 01 ano. Será elaborado um relatório escrito
desta avaliação para cada deficiência encontrada. Será elaborada uma ação corretiva, o auditor
do programa observará os seguintes tópicos em sua avaliação:
a) Administração do programa;
b) Treinamento sobre PCA;
c) Avaliação médica através de audiometrias;
d) Fontes geradoras de ruído;
e) Forma de uso dos protetores auriculares;
f) Limpeza, manutenção, inspeção e guarda dos EPI;
g) Avaliação quantitativa do ruído;
h) Planos de ações da avaliação quantitativa do ruído.

PLANEJAMENTO ANUAL DE AÇÕES DO PCA


Ações do Programa Planejamento anual de ações do PCA
Plano de Ação
2022 2023
Legenda * A Integração/Divulgação do PCA será realizada de acordo com a
X Mês programado admissão de novos colaboradores.
Para melhor amostragem do ambiente de trabalho, as avaliações
quantitativas serão realizadas em grupos de GHE constante no PCMSO, de
acordo com a periodicidade dispostas nas grades de exames.

2022 2023
NOVEMBRO

FEVEREIRO
DEZEMBRO
SETEMBRO

OUTUBRO

JANEIRO
AGOSTO

MARÇO
JUNHO

JULHO

ABRIL
MAIO

MAIO
Ações do
Programa

Revisão anual X
do PCA
Divulgação do X X X X X X X X X X X X X
PCA *
Integração de X X X X X X X X X X X X X
Segurança *
Avaliação
quantitativa do X
agente
ambiental
Treinamento e
apresentação do
PCA –
PROGRAMA DE
CONSERVAÇÃO X
AUDITIVA
Divulgação dos
resultados das X X X X X X X X
avaliações
ambientais
PCA- Programa de Conservação Auditiva
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Obs.: A divulgação dos resultados das avaliações ambientais, irão ocorrer após a emissão do laudo para
todos os funcionários e demais contratações.

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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15. DOCUMENTAÇÃO E ARQUIVO

Todos os resultados das dosimetrias, mapeamento das áreas, avaliações audiométricas e


registro dos treinamentos deverão ser arquivados em formulários próprios e por um período de
30 (trinta) anos.

16. TERMO DE ENCERRAMENTO

O respectivo Programa de Conservação Auditiva tem como ponto principal efetuar um controle
eficaz de uso e indicação do equipamento adequado para controle das doenças ocupacionais
provocadas pelo ruído, levando em conta o tipo de atividade e as características individuais de
cada funcionário, a fim de garantir a proteção do trabalhador contra riscos existentes nos
ambientes de trabalho.
Seguir as metas estabelecidas neste programa e se atentar ao cronograma de ações sugerido
farão com que a empresa atenda as diversas solicitações exigidas pelas Legislações
Trabalhistas e estará convergindo para o cumprimento das técnicas de gerenciamento de risco.

Este documento PCA - Programa de Conservação Auditiva-, está rubricado em todas as páginas
e formalizado através da assinatura e carimbo ao final.

Paulínia/SP, 26 de maio de 2022.

ELABORADOR DO PPR RESPONSÁVEL DA EMPRESA POR


PROCURAÇÃO
NOME INTEIRO: NOME INTEIRO:
FUNÇÃO: FUNÇÃO:

ANEXO I – GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO


PCA- Programa de Conservação Auditiva
17 de 37

TIP
GHE QT FUNÇÃO QT PCA
O
1 Analista Contabilidade MOI 2 S
2 Analista Folha de Pagamento MOI 2 S
3 Analista Recrutamento e Seleção MOI 1 S
4 Assistente Administração MOI 3 S
5 Analista Financeiro Sênior MOI 1 S
6 Analista Fiscal Sênior MOI 1 S
7 Analista Contratos Sênior MOI 2 S
8 Assistente Fiscal MOI 1 S
9 Assistente Financeiro MOI 1 S
10 Auxiliar Administrativo MOI 3 S
11 Auxiliar Documentação MOI 1 S
12 Contador MOI 1 S
13 Coordenador Financeiro MOI 1 S
14 Coordenador Custos MOI 1 S
15 Encarregado Fiscal MOI 1 S
GHE-01 16 Coordenador Qualidade MOI 1 S
17 Encarregado Transporte MOI 1 S
18 Engenheiro Planejamento MOI 1 S
19 Gerente Administração Contratos MOI 1 S
20 Gerente Comissionamento MOI 1 S
21 Gerente Empreendimento MOI 1 S
22 Gerente Administrativo Financeiro MOI 1 S
23 Gerente Qualidade MOI 1 S
24 Recepcionista MOI 1 S
25 Secretária MOI 1 S
26 Supervisor Administração de Pessoal MOI 1 S
27 Técnico Documentação Pleno MOI 3 S
28 Técnico Planejamento Pleno MOI 1 S
29 Técnico Tubulção MOI 1 S
30 Técnico TI Pleno MOI 1 S
31 Arquivista Júnior MOI 1 S

PCA- Programa de Conservação Auditiva


18 de 37

TIP
GHE QT FUNÇÃO QT PCA
O
32 Assistente Administração de Pessoal MOI 1 S
33 Assistente Técnico MOI 1 S
34 Coordenador Sistemas MOI 1 S
35 Supervisor Documentação Técnica MOI 1 S
36 Líder de Sistemas CAE COMOC 2D MOI 1 S
37 Coordenador Comissionamento MOI 1 S
38 Engenheiro Planejamento e Controle MOI 1 S
39 Engenheiro Processo MOI 1 S
40 Técnico Sistema - FIC MOI 1 S
41 Supervisor Administrativo MOI 1 S
42 Supervisor Documentação MOI 1 S
43 Assistente Documentação MOI 1 S
44 Auxiliar Documentação Tubulação MOI 1 S
45 Auxiliar Documentação Elétrica MOI 1 S
46 Auxiliar Documentação Instrumentação MOI 1 S
47 Analista FIC MOI 1 S
GHE-01
48 Líder de Sistemas CAE COMOS 2D MOI 1 S
49 Auxiliar Sistema FIC MOI 1 S
50 Analista Responsabildade Social Pleno MOI 1 S
51 Analista de Comunicação MOI 1 S
52 Gerente Planejamento MOI 1 S
53 Técnico Controltub MOI 1 S
54 Técnico GITEC MOI 1 S
55 Técnico Medição MOI 1 S
56 Arquiteto Sênior MOI 1 S
57 Coordenador Engenharia MOI 1 S
58 Engenheiro Civil Júnior MOI 1 S
59 Engenheiro Civil Pleno MOI 1 S
60 Engenheiro Flexibilidade MOI 1 S
61 Engenheiro Flexibilidade Júnior MOI 1 S
62 Engenheiro Flexibilidade Master MOI 1 S
63 Engenheiro Flexibilidade Sênior MOI 1 S

PCA- Programa de Conservação Auditiva


19 de 37

TIP
GHE QT FUNÇÃO QT PCA
O
64 Engenheiro Instrumentação Pleno MOI 1 S
65 Engenheiro Instrumentação Sênior MOI 1 S
66 Engenheiro Estrutura Metálica Pleno MOI 1 S
67 Engenheiro Júnior MOI 1 S
68 Engenheiro Mecânico Sênior MOI 2 S
69 Engenheiro Processos Júnior MOI 1 S
70 Engenheiro Processos Sênior MOI 5 S
71 Projetista Civil Júnior MOI 1 S
72 Projetista Civil Sênior MOI 1 S
73 Projetista Estrutura Metálica Pleno MOI 1 S
74 Projetista Estrutura Metálica Sênior MOI 1 S
GHE-01
75 Projetista Tubulação Pleno MOI 1 S
76 Projetista Tubulação Sênior MOI 4 S
77 Projetista Instrumentação Pleno MOI 1 S
78 Projetista Instrumentação Sênior MOI 1 S
79 Supervisor Instrumentação MOI 1 S
80 Supervisor Mecânica MOI 2 S
81 Supervisor Processo MOI 1 S
82 Supervisor Telecom MOI 1 S
83 Engenheiro Instrumentação e Automação MOI 1 S
84 Engenheiro Tubulação MOI 1 S
85 Técnico Telecon MOI 1 S
1 Almoxarife MOI 2 S
2 Auxiliar Almoxarifado MOI 3 S
3 Auxiliar Ferramentaria MOI 1 S
4 Comprador MOI 1 S
5 Coordenador Materiais MOI 1 S
GHE-02
6 Ferramenteiro MOI 1 S
7 Técnico Materiais MOI 1 S
8 Engenheiro Materiais MOI 1 S
9 Engenheiro Materiais Júnior MOI 1 S
10 Engenheiro Materiais Sênior MOI 1 S

PCA- Programa de Conservação Auditiva


20 de 37

TIP
GHE QT FUNÇÃO QT PCA
O
MO
1 Encarregado Andaime 1 S
D
GHE 03 MO
2 Montador Andaime 15 S
D
3 Supervisor Andaime MOI 1 S
MO
1 Auxiliar Limpeza 3 S
D
GHE-04
MO
2 Encarregado Serviços Gerais 1 S
D
1 Coordenador Construtibilidade AWP MOI 1 S
2 Coordenador Construção e Montagem MOI 1 S
3 Engenheiro Civil MOI 1 S
4 Engenheiro Comissionamento Pleno MOI 1 S
5 Engenheiro Meio Ambiente MOI 1 S
6 Engenheiro Segurança do Trabalho MOI 1 S
7 Gerente Construção e Montagem MOI 1 S
8 Gerente Civil MOI 1 S
9 Gerente SMS MOI 1 S
10 Supervisor Construção Civil MOI 2 S
11 Supervisor Tubulação MOI 1 S
12 Técnico Meio Ambiente Pleno MOI 1 S
13 Técnico Segurança do Trabalho Pleno MOI 1 S
GHE-05 14 Engenheiro Civil Sênior MOI 4 S
15 Gerente Engenharia MOI 1 S
16 Supervisor de Segurança Industrial Sênior MOI 1 S
17 Supervisor Civil MOI 1 S
18 Supervisor Operação MOI 1 S
19 Técnico Operação MOI 1 S
20 Supervisor Comissionamento MOI 1 S
21 Técnico Comissionamento MOI 1 S
22 Técnico Mecânica MOI 1 S
23 Técnico Automação MOI 1 S
MO
24 Instrumentista 1 S
D
MO
25 Encarregado Instrumentação 1 S
D
26 Técnico Instrumentação MOI 1 S

PCA- Programa de Conservação Auditiva


21 de 37

TIP
GHE QT FUNÇÃO QT PCA
O
MO
1 Ajudante Civil 18 S
D
2 Auxiliar Topografia MOI 2 S
MO
3 Armador 10 S
D
MO
4 Carpinteiro 12 S
D
MO
5 Encarregado Civil 5 S
D
GHE-06
6 Laboratorista Concreto e Solos MOI 1 S
7 Nivelador MOI 1 S
MO
8 Pedreiro 9 S
D
9 Tecnologista de Concreto MOI 1 S
10 Topógrafo MOI 1 S
MO
11 Auxiliar Laboratorista de Concreto e Solos 1 S
D
MO
1 Ajudante Rigger 6 S
D
MO
GHE-07 2 Encarregado Rigger 1 S
D
MO
3 Rigger 2 S
D
MO
1 Encarregado Elétrica 1 S
D
MO
2 Projetista Eletricista Pleno 1 S
D
MO
3 Projetista Eletricista Sênior 1 S
D
MO
4 Supervisor Elétrica Sênior 1 S
D
MO
5 Supervisor Elétrica 2 S
D
GHE-08
MO
6 Técnico Elétrica 1 S
D
MO
7 Engenheiro Eletricista Sênior 3 S
D
MO
8 Engenheiro Eletricista 1 S
D
MO
9 Eletricista Montador 1 S
D
MO
10 Eletricista F/C 1 S
D
1 Enfermeiro do Trabalho MOI 1 S
2 Médico do Trabalho MOI 1 S
GHE-09
3 Motorista Ambulância MOI 1 S
4 Técnico Enfermagem do Trabalho MOI 1 S

PCA- Programa de Conservação Auditiva


22 de 37

1 Inspetor Civil MOI 1 S

GHE-10 2 Inspetor Dimensional de Topografia N2 MOI 1 S


MO
3 Inspetor Controle Dimensional 1 S
D

PCA- Programa de Conservação Auditiva


23 de 37

TIP
GHE QT FUNÇÃO QT PCA
O
MO
1 Pintor 2 S
D
GHE-11 2 Pintor Letrista MOI 1 S
3 Encarregado Pintura MOI 1 S
1 Motorista MOI 2 S
GHE-12 MO
2 Operador Máquinas I 3 S
D
MO
GHE-13 1 Marteleteiro 3 S
D
MO
1 Soldador 3 G 2 S
D
MO
2 Mecânico Ajustador 1 S
D
MO
3 Mecânico Montador 1 S
D
MO
4 Soldador 6 G 1 S
D
MO
5 Soldador TIG 1 S
D
MO
6 Ajudante Tubulação 4 S
D
MO
7 Lixador 1 S
D
MO
8 Esmerilhador 1 S
GHE-14 D
MO
9 Encanador 1 S
D
MO
10 Montador 6 S
D
11 Maçariqueiro MOI 1 S
MO
12 Encarregado Estruturas Metálicas 1 S
D
MO
13 Encarregado Solda 1 S
D
MO
14 Encarregado Montagem 1 S
D
MO
15 Encarregado Tubulação 1 S
D
MO
16 Caldeireiro 1 S
D
1 Engenheiro Mecânico Estático/Dinâmico MOI 1 S
GHE-15 2 Engenheiro Mecânico PH NR-13 MOI 1 S
3 Encarregado Mecânico MOI 1 S

PCA- Programa de Conservação Auditiva


24 de 37

ANEXO II – NR 15 – anexo I

LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE

Nível de Ruído Db (A) Máxima Exposição Diária Permissível


85 8 horas
86 7 horas
87 6 horas
88 5 horas
89 4 horas e 30 minutos
90 4 horas
91 3 horas e 30 minutos
92 3 horas
93 2 horas e 40 minutos
94 2 horas e 15 minutos
95 2 horas
96 1 hora e 45 minutos
98 1 hora e 15 minutos
100 1 hora
102 45 minutos
104 35 minutos
105 30 minutos
106 25 minutos
108 20 minutos
110 15 minutos
112 10 minutos
114 8 minutos
115 7 minutos

PCA- Programa de Conservação Auditiva


25 de 37

ANEXOS

 Anexo 1 – Recomendações ao Usuário de “Protetores Auriculares”

 Anexo 2 – Advertência para Empregado

 Anexo 3 – Suspensão de Empregado

 Anexo 4 – Eficácia de Treinamento

 Anexo 5 – Protocolo de Recebimento de Exames Médicos

 Anexo 6 – Controle e Aquisição de EPI

PCA- Programa de Conservação Auditiva


26 de 37

Anexo 1

RECOMENDAÇÕES AO USUÁRIO DE “PROTETORES AURICULARES”

 Participar do Treinamento do Usuário onde tomará conhecimento sobre os motivos


necessários da proteção auditiva em sua área de trabalho.
 Utilizar protetor apropriado quando estiver trabalhando em área que contenha ruído. Em
caso de dúvidas, consultar o superior imediato.
 Ao iniciar o trabalho em áreas onde é especificado o uso de protetores verificar a sua correta
inserção. Um protetor auricular mal ajustado permite a passagem de ruído, não garantindo a
proteção auditiva necessária.
 Nunca retirar o protetor auricular durante a sua permanência em áreas especificadas, onde é
necessário o seu uso.
 Inspecionar o protetor auricular sempre que for utilizá-lo não devendo entrar em área
contaminada com protetor auricular danificado ou esteja necessitando de manutenção.
 Manter o protetor auricular limpo e higienizado. Se utilizado por mais de um usuário (tipo
concha), deve ser limpo após cada uso.
 Após o uso de protetor auricular, guardá-lo em local apropriado, previamente determinado,
limpo, higiênico, de fácil acesso.
 Efetuar a limpeza, inspeção e manutenção periodicamente.
 Não sujar, nem danificar o protetor auricular, qual fica diretamente em contato com o ouvido.
 Nunca deixe o protetor sobre equipamentos e locais não apropriados.
 Não alterar, em hipótese alguma, as características ou funções do protetor auricular.

IMPORTANTE

Um protetor auricular só é eficiente e útil se estiver no ouvido do usuário, bem ajustado,


protegendo as suas vias auditivas.

Declaro ter recebido lido e tomado o conhecimento sobre as responsabilidades do usuário


de protetores auriculares.

Nome: _________________________________________________________
Nº da matrícula: __________ Assinatura: _____________________________
_________________ de ________________________________ de ______.

Anexo 2

PCA- Programa de Conservação Auditiva


27 de 37

ADVERTÊNCIA PARA EMPREGADO

__________, ______de ____________de _______.

Ao Sr. (a).
NOME: _________________________________________ MATRÍCULA: _________

Pelo presente fica notificado que a empresa está lhe aplicando nesta data, punição de ADVERTÊNCIA,
pelo motivo que segue:

MOTIVO:
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________

Lembramos que V. Sr.ª. já fora advertido (a) verbalmente pelo mesmo motivo e salientamos que a
reincidência de tais atitudes, acarretarão em penalidades mais severas, como suspensão ou dispensa por Justa Causa,
conforme preceitua as disposições do Artigo 482 e suas alíneas da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.

Sem mais subscrevemo-nos


Atenciosamente,

______________________________________
TOYO SETAL HDT PAULÍNIA
Ciente:

________________________
Assinatura do Empregado

Testemunhas:

___________________________

___________________________

Anexo 3

PCA- Programa de Conservação Auditiva


28 de 37

SUSPENSÃO DE EMPREGADO

____________, _____de _____________de _______.

Ao Sr. (a)

NOME: ________________________________________ MATRÍCULA: _________

Pelo presente fica notificado que a empresa está lhe aplicando nesta data, punição de SUSPENSÃO de
________ DIA (S) na (s) data (s) de _____/____/_____ a ____/____/____, no horário das _______ pelo motivo que segue:

MOTIVO:
____________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________

Lembramos que V. Sr.ª. Já fora advertido (a) por escrito pelo mesmo motivo e salientamos que a reincidência
de tais atitudes acarretará em penalidade mais severa como sua dispensa por Justa Causa, conforme preceitua as
disposições do Artigo 482 e suas alíneas da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.

Sem mais subscrevemo-nos


Atenciosamente,

_____________________________________
TOYO SETAL HDT PAULÍNIA

_______________________
Assinatura do Empregado

Testemunhas:

___________________________

___________________________

Anexo 4
PCA- Programa de Conservação Auditiva
29 de 37

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO TREINAMENTO

Colaborador: Matrícula:

Obra e Local:

Treinamento:

Data: Instrutor:

ITENS DE AVALIAÇÃO RUIM REGULAR BOM EXCELENTE

1) O conteúdo programado, atendeu a


necessidade do treinamento?

2) Clareza e objetividade ao expor o assunto

3) Velocidade da exposição

4) Atendimento as dúvidas

5) Avaliação do local do treinamento

6) Domínio do tema (conforme objetivos)

Outros comentários -

Anexo 5

PCA- Programa de Conservação Auditiva


30 de 37

Retorno ao Trabalho

Demissional

PCA- Programa de Conservação Auditiva


31 de 37

Anexo 6

CONTROLE E AQUISIÇÃO DE EPI´S

INSTRUÇÃO DE SMS PARA AQUISIÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, UTILIZAÇÃO,


HIGIENIZAÇÃO E DESCARTE DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPI

1. OBJETIVO

Estabelecer padrões de aquisição, distribuição, utilização, higienização e descarte de


Equipamentos de Proteção Individual – EPI a serem utilizados sob a responsabilidade do
CONSÓRCIO TOYO SETAL HDT PAULÍNIA com a finalidade de preservar a integridade
física dos colaboradores.

2. APLICAÇÃO

Em todas as obras do CONSÓRCIO TOYO SETAL HDT PAULÍNIA e de suas empresas


subcontratadas, tanto nas instalações da empresa, bem como nas áreas operacionais dos
clientes sob sua responsabilidade.

3. DEFINIÇÕES

 Caracteres Indeléveis: qualquer dígito numérico, letra do alfabeto ou um símbolo


especial, que não se dissipa, indestrutível;
 Certificado de Aprovação (CA): Documento de aprovação e comercialização expedido
pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do
Ministério do Trabalho e Emprego;
 Equipamento Conjugado de Proteção Individual: todo aquele composto por vários
dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam
ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no
trabalho;
 Equipamento de Proteção Individual – EPI: é todo o dispositivo ou produto, de uso
individual utilizado pelo colaborador, destinado a proteção dos riscos suscetíveis de
ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

4. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES

PCA- Programa de Conservação Auditiva


32 de 37

4.1. Gerente do Contrato

 Assegurar o cumprimento das atividades de acordo com os requisitos desta instrução;


 Prover recursos e meios necessários para aquisição, distribuição, utilização, higienização
e descarte de Equipamentos de Proteção Individual – EPI.

4.2. Coordenador de SMS/Técnico de Segurança

 Fornecer o apoio técnico para a correta aquisição dos equipamentos de proteção


individual;
 Especificar os equipamentos individuais necessários para a execução dos serviços;
 Treinar ou disponibilizar treinamento para os colaboradores envolvidos.

4.3. Almoxarifado

 Solicitar o EPI conforme especificação e CA

4.4. Colaboradores e Empresas Sub Contratadas

 Conhecer e aplicar o conteúdo desta instrução.

5. PROCEDIMENTO

5.1. Obrigações

Empregador (itens 6.3 e 6.6 da NR 06 Portaria 3214/78)

A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco,


em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:

a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos
de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;
b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e,
c) para atender a situações de emergência.

6. RESPONSABILIDADES

6.1. Cabe ao empregador quanto ao EPI:

a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;


b) exigir seu uso;
c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria
de segurança e saúde no trabalho;
d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;

PCA- Programa de Conservação Auditiva


33 de 37

f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;


g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. h) registrar o seu fornecimento ao
trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.

6.2. Cabe ao empregado quanto ao EPI:

a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;


b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso;
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

6.3. Cabe ao Fabricante:

a) cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no


trabalho;
b) solicitar a emissão do CA;
c) solicitar a renovação do CA quando vencido o prazo de validade estipulado pelo órgão
nacional competente em matéria de segurança e saúde do trabalho;
d) requerer novo CA quando houver alteração das especificações do equipamento
aprovado;
e) responsabilizar-se pela manutenção da qualidade do EPI que deu origem ao Certificado
de Aprovação - CA;
f) comercializar ou colocar à venda somente o EPI, portador de CA;
g) comunicar ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho
quaisquer alterações dos dados cadastrais fornecidos;
h) comercializar o EPI com instruções técnicas no idioma nacional, orientando sua
utilização, manutenção, restrição e demais referências ao seu uso;
i) fazer constar do EPI o número do lote de fabricação;
j) providenciar a avaliação da conformidade do EPI no âmbito do SINMETRO, quando for o
caso;
k) fornecer as informações referentes aos processos de limpeza e higienização de seus EPI,
indicando quando for o caso, o número de higienizações acima do qual é necessário
proceder à revisão ou à substituição do equipamento, a fim de garantir que os mesmos
mantenham as características de proteção original. (Inserido pela Portaria SIT n.º 194, de 07
de dezembro de 2010)
l) promover adaptação do EPI detentor de Certificado de Aprovação para pessoas com
deficiência. (Inserida pela Portaria MTb n.º 877, de 24 de outubro de 2018)

6.4. Os procedimentos de cadastramento de fabricante e/ou importador de EPI e de emissão


e/ou renovação de CA devem atender os requisitos estabelecidos em Portaria específica.
(Inserido pela Portaria SIT n.º 194, de 07 de dezembro de 2010)

7. CERTIFICADO DE APROVAÇÃO

7.1. Para fins de comercialização o CA concedido aos EPI terá validade:

a) de 5 (cinco) anos, para aqueles equipamentos com laudos de ensaio que não tenham sua
conformidade avaliada no âmbito do SINMETRO;
b) do prazo vinculado à avaliação da conformidade no âmbito do SINMETRO, quando for o
caso.

PCA- Programa de Conservação Auditiva


34 de 37

7.2. O órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho, quando


necessário e mediante justificativa, poderá estabelecer prazos.

7.3. Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e bem visíveis, o nome comercial
da empresa fabricante, o lote de fabricação e o número do CA, ou, no caso de EPI
importado, o nome do importador, o lote de fabricação e o número do CA.

8. DA COMPETÊNCIA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO:

8.1. Cabe ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho:

a) cadastrar o fabricante ou importador de EPI;


b) receber e examinar a documentação para emitir ou renovar o CA de EPI;
c) estabelecer, quando necessário, os regulamentos técnicos para ensaios de EPI;
d) emitir ou renovar o CA e o cadastro de fabricante ou importador;
e) fiscalizar a qualidade do EPI;
f) suspender o cadastramento da empresa fabricante ou importadora;
g) cancelar o CA.

Sempre que julgar necessário o órgão nacional competente em matéria de segurança e


saúde no trabalho, poderá requisitar amostras de EPI, identificadas com o nome do
fabricante e o número de referência, além de outros requisitos.

8.2. Cabe ao órgão regional do MTE:


a) fiscalizar e orientar quanto ao uso adequado e a qualidade do EPI;
b) recolher amostras de EPI;
c) aplicar, na sua esfera de competência, as penalidades cabíveis pelo descumprimento
desta NR.

8.3. Compete ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do


Trabalho – SESMT, ouvida a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA e
trabalhadores usuários, recomendar ao empregador o EPI adequado ao risco existente em
determinada atividade.

[Link] empresas desobrigadas a constituir SESMT, cabe ao empregador selecionar o EPI


adequado ao risco, mediante orientação de profissional tecnicamente habilitado, ouvida a
CIPA ou, na falta desta, o designado e trabalhadores usuários.

9. TREINAMENTO

Na admissão, todos os colaboradores devem receber treinamento sobre o uso correto de


cada EPI (Treinamento Admissional). Periodicamente serão ministrados treinamentos sobre
o uso correto e obrigatório dos EPI’s, devendo tais treinamentos ser registrados na Lista de
Presença.

PCA- Programa de Conservação Auditiva


35 de 37

10. AQUISIÇÃO

A especificação do tipo de EPI a ser utilizado na obra deverá ser feita pelo Coordenador de
SMS/ Técnico de Segurança da obra, com a aprovação do Gerente do Contrato.

Nota: Deve o Coordenador de SMS/ Técnico de Segurança da obra, verificar no contrato se


consta alguma particularidade/especificidade para os EPI´s.

O almoxarife solicita a compra do EPI ao setor de Suprimentos do EC, que efetuará a


compra conforme as especificações constantes do Relação de EPI x Função.

Quando do recebimento dos EPI’s pela obra, enviados direto pelo fornecedor ou pelo DC,
estes devem estar acompanhados das respectivas cópias autenticadas dos CA –
Certificados de Aprovação. Caso a obra receba os EPI em desacordo com a Ordem de
Compra ou o respectivo CA – Certificado de Aprovação, deverá imediatamente Relatório de
Não Conformidade (RNC) e encaminhar ao setor de Suprimentos do EC.

A obra deverá manter estoque mínimo de 10% de todos os EPI’s utilizados, ou considerar as
exigências contratuais.

A obra deverá possuir uma planilha para controle periódico do estoque de EPI, a fim de
monitorar periodicamente a quantidade mínima de EPI, sua validade e a validade do CA.

11. CERTIFICADO DE APROVAÇÃO – CA

O equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importada, só poderá ser


utilizado com o do Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão nacional competente
em matéria de Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego –
MTE.

Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e bem visíveis, o nome comercial da
empresa fabricante, o lote de fabricação e o número do CA, ou, no caso de EPI importado, o
nome do importador, o lote de fabricação e o número do CA.

As obras deverão ter em arquivo as cópias dos Certificados de Aprovação – CA de todos os


EPI’s utilizados e deve controlar periodicamente a validade dos C.A.

11.1. Padronização de cores de capacetes

Para aquisição e distribuição de capacetes de segurança, deverá ser adotado o seguinte


critério de cores:

 Capacete Branco: Gerentes, Coordenadores, Engenheiros, Supervisores, Encarregados,


Administração, Técnicos, Inspetores;
 Capacete Marrom: Oficiais, Ajudantes, Motoristas;
 Capacete Verde: Equipe de SMS

PCA- Programa de Conservação Auditiva


36 de 37

Nota: Se previsto contratualmente, o padrão de cores/função dos capacetes poderá sofrer


alterações, para atender ao Contrato e Anexo. Observar que a cláusula contratual deverá,
neste caso, ser esclarecida nos documentos de aquisição.

11.2. Padronização do Uniforme:

Uniforme tipo Macacão: Algodão, com botões, touca e manga longa na cor AZUL e faixa
refletiva nos braços, cintura e pernas no mesmo padrão da calça e camisa.

Uniforme conjunto Camisa e Calça: Algodão, com botões e manga longa na cor AZUL e
faixa refletiva nos braços, cintura e pernas.

Nota: Se previsto contratualmente, o padrão de cores dos uniformes poderá sofrer


alterações, para atender ao Contrato e Anexo. Observar que a cláusula contratual deverá,
neste caso, ser esclarecida nos documentos de aquisição.

12. DISTRIBUIÇÃO

Os EPI’s são fornecidos gratuitamente aos colaboradores.

Todo o equipamento fornecido deverá ser registrado no - Termo de compromisso - EPI, no


Almoxarifado.

13. UTILIZAÇÃO

Os EPI’s devem ser utilizados única e exclusivamente para os fins a que se destinam.

O colaborador que deixar de usar o EPI, por negligência, incorrerá em ato faltoso, estando
sujeito às penalidades legais conforme Art. 158 da CLT (Consolidação das Leis do
Trabalho):

 1ª vez: Advertência;
 2ª vez: Suspensão;
 3ª vez: Demissão por justa causa.

14. CONSERVAÇÃO / GUARDA

É de responsabilidade dos colaboradores a guarda e conservação dos EPI’s sob sua


responsabilidade.

Os EPI’s devem ser inspecionados diariamente pelo próprio colaborador antes de iniciar
uma atividade.

Quando o colaborador verificar alguma irregularidade em seu EPI, deve solicitar


imediatamente a troca do mesmo, levando o EPI danificado ao almoxarifado de EPI. No
caso de perda, extravio ou danos por uso incorreto, será fornecido outro EPI em
substituição.

PCA- Programa de Conservação Auditiva


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15. RELAÇÃO DE EPI’S

Cada obra, no início de contrato, deverá elaborar uma planilha de distribuição de EPI por
função, conforme Relação de EPI x Função, onde deverá constar a especificação do EPI
recomendado para uso pelo setor de SMS da obra. A relação de EPI x Função deverá ser
encaminhada para o setor de Suprimentos para que efetue as compras conforme as
especificações.

A relação de EPI x Função deverá ser divulgada aos colaboradores no quadro de aviso para
conhecimento.

NR 6 - ANEXO I - LISTA DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (Alterado pela


Portaria SIT n.º 194, de 07 de dezembro de 2010)

16. DESCARTE / HIGIENIZAÇÃO

O almoxarifado de EPI ao receber um EPI usado, deverá analisar as condições e o estado


em que se encontra, fazendo uma seleção e separação do mesmo.

Os EPI’s que apresentarem condições satisfatórias de recuperação serão encaminhados


para uma empresa credenciada para que seja feita a higienização e recuperação. Após a
higienização, os EPI’s deverão ser embalados individualmente em sacos plásticos e
armazenados separadamente dos EPI’s novos em estoque.

Os EPI’s que não apresentarem condições satisfatórias de uso deverão ser descartados e
transportados para destinação final conforme definido contratualmente.

Até o descarte final, os EPI deverão permanecer acondicionados conforme definição abaixo:

 EPI’s não contaminados: embalados em sacos plásticos;


 EPI’s contaminados: embalados em tambores metálicos dotados de tampa, devendo
permanecer sempre fechada e devidamente identificados (EPI CONTAMINADO), quer
seja por placas ou rótulos.

Ao término de uma obra os EPI’s novos devem ser devolvidos ao Depósito Central,
acompanhados dos respectivos CA – Certificados de Aprovação. Os EPI’s usados em
condições de uso deverão ser primeiramente higienizados por uma empresa credenciada
para este fim antes da devolução ao Depósito Central e os EPI que não apresentarem
condições de uso devem ser descartados na própria obra.

PCA- Programa de Conservação Auditiva

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