Índice
Introdução ....................................................................................................................................... 1
1. O percurso da epidemia do HIV .............................................................................................. 2
1.1. A epidemia ao nível global............................................................................................... 2
1.2. O HIV-SIDA em Moçambique ........................................................................................ 3
1.3. A origem do HIV.............................................................................................................. 4
2. Factos sobre o HIV-SIDA clínicos básicos ............................................................................. 6
2.1. Vias de transmissão .......................................................................................................... 7
2.2. Práticas sexuais de risco e sexo seguro ............................................................................ 8
Conclusão...................................................................................................................................... 10
Referencias bibliográficas ............................................................................................................. 11
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Introdução
A descoberta do vírus da imunodeficiência adquirida (HIV) aconteceu no início da década de 80,
mais precisamente em 1981, porém observa-se que a quantidade de portadores tem aumentado
significativamente nos últimos anos.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) diariamente aproximadamente 14 mil
pessoas são infectadas pelo HIV, porém desde o princípio da epidemia 20 milhões de pessoas já
vieram a óbito em decorrência das complicações da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
(SIDA) e até o ano de 2010 a doença deixou órfã cerca de 25 milhões de crianças no mundo. A
perspectiva da OMS para os próximos 20 anos é a de que se as políticas públicas e ações eficazes
de controle não forem bem implementadas, 70 milhões de indivíduos estarão contaminados com
o vírus.
O HIV é um retrovírus que provoca uma redução imunológica crônica e que tem comportamento
progressivo, essas características estão relacionadas ao decréscimo nos níveis dos linfócitos
CD4, que atuam como mensageiros de ataque para diversos leucócitos a fim de que se inicie o
combate imunológico contra o agente agressor, com o ataque aos linfócitos CD4 esta defesa do
organismo fica deficitária, o que muitas vezes ocasiona a Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida como consequência.
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1. O percurso da epidemia do HIV
Grandes problemas afligem o planeta, dentre eles destacam-se a luta pelos direitos humanos,
qualidade de vida, políticas de medicamentos, porém a pandemia do HIV-SIDA passou a fazer
parte deste cenário de maneira muito intensa, já que está presente em diferentes regiões do
mundo e sempre de maneira muito característica, configurando epidemias regionais constantes.
A OMS (organização mundial de saúde) relata que a infeção pelo HIV foi observada pela
primeira vez em meados do século XX, onde os relatos mostram que a doença surgiu na África
Central e possivelmente através da mutação do vírus do macaco, principalmente do macaco
verde. Há experiências que comprovam que essa transmissão se dava através da manipulação de
carnes de chimpanzés infetados neste continente, outros relatos confirmam a transmissão através
do contato direto homem-macaco, através de arranhaduras e mordidas, ou mesmo pelo hábito
que estas comunidades tinham de comer carne de macaco mal cozida que continham fluidos e
tecidos com o vírus. Posteriormente a doença foi disseminada para as pequenas comunidades e
para o mundo através dos efeitos da globalização (Ayres, 2002).
1.1. A epidemia ao nível global
A epidemia HIV/SIDA tomou a amplitude de uma crise mundial. É um dos grandes desafios
lançados ao desenvolvimento e ao progresso social. Nos países mais atingidos, a epidemia apaga
décadas de crescimento, destroi a economia, ameaça a segurança e desestabiliza as sociedades.
Na África subsahariana, onde tem desde já um impacto devastador, a epidemia cria um estado de
urgência.
Para além do sofrimento que impõe aos indivíduos e às suas famílias, a epidemia afecta
profundamente o tecido social e económico das sociedades. O HIV/SIDA tornou-se numa
terrível ameaça para o mundo do trabalho: atinge o segmento mais produtivo da mão-de-obra,
reduz os seus lucros, aumenta consideravelmente as despesas das empresas de todos os sectores
de actividade porque reduz a produção, aumenta os custos do trabalho, conduz a uma perda de
competências e de experiência. Representa, por outro lado, uma ameaça para os direitos
fundamentais no trabalho, nomeadamente com a discriminação e a estigmatização de que são
vítimas os trabalhadores e as pessoas que vivem com o HIV/SIDA ou que por ele são afectadas.
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A epidemia, com as suas consequências, atinge mais profundamente os grupos vulneráveis, as
mulheres e as crianças, uma vez que acentua as desigualdades entre homens e mulheres e agrava
o problema do trabalho infantil.
Conforme Ayres 2002 o HIV-SIDA foi reconhecida nos Estados Unidos da América (EUA), no
ano de 1981, quando identificou-se uma grande quantidade de homens adultos, com
comportamento homossexual e residentes da cidade de São Francisco, com a tríade: “Sarcoma de
Kaposi”, associado a pneumonia por Pneumocystis carinii e deficiência do sistema imunológico,
posteriormente essa tríade foi considerada a característica típica da doença.
Segundo Jeolás (2007). apesar de os primeiros casos de HIV terem sido detectados em maio de
1981 em Los Angeles e São Francisco (EUA), ao se fazer uma análise retrospectiva pode-se
reconhecer o agravo na África Equatorial, a partir do ano de 1960, em Símios e cinco anos mais
tarde em nativos africanos, supondo, portanto, que o HIV tenha sua verdadeira origem na África.
Após semanas de infecção pelo HIV, algumas pessoas podem desenvolver sintomas parecidos
aos de uma gripe comum e que tem duração de uma a duas semanas, enquanto uma parcela dos
infectados permanece assintomático, podendo permanecer sem sintomas por vários anos. Porém,
apesar da sensação de saúde dos indivíduos assintomáticos, o vírus interage com o organismo do
hospedeiro (Mendonça, 2016).
1.2. O HIV-SIDA em Moçambique
Moҫambique é um país de expressão portuguesa em Àfrica onde os números de infectados pelo
HIV/SIDA são muito elevados.
A MISAU registou nos últimos anos que os infetados pelo vírus de HIV no país são crianҫas e
adultos.
Em agosto de 2020 Moҫambique registou cerca de 98.000 pessoas infectadas pelo HIV, em
Maputo pelo Ministro da Saúde Armindo Tiago.
Segundo Tiago no mesmo periodo foram registradas 38.000 mortes e 94.000 mulheres grávidas
testaram positivo para o teste do HIV. A principal populaҫão (profissionais de sexo e seus
clientes, gays e outros homens que fazem sexo com homens, pessoas usuarias de drogas e
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pessoas trans) e parceiros sexuais foram responsáveis por 65% das infecҫões pelo HIV em todo o
mundo: E 93% essas infecҫões foram da Àfrica subsaariana.
De acordo com MISAU (2021) "Juntos rumo ao controlo do HIV em tempos de emergência"[...]
com base nos resultados do tema causador do HIV/SIDA.
O quadro epidemiológico segundo o Ministro da Saúde, não nos deve desencorajar. Pelo
contrário, deve continuar a inspirar-nos nas identificaҫões contínuas de prioridades e na testagem
de intervenҫões, que se revelem capazes de acelerar a reduҫão de novas infecҫões, a reduҫão da
mortalidade, reduҫão da taxa de transmisão do HIV da mãe para o filho e o alcance de zero
descriminaҫão.
"Em Moçambique há cerca de 2 milhoes e 650 mil pessoas com HIV/Aids, uma epidemia
também generalizada, que atinge 13,7% das mulheres em atenҫão pre-natal e 11,5% da
populaҫão na faixa de 15 a 49 anos" (CASIMIRO et al., 2012)
Actualmente, 74% da populaҫão Moҫambicana que vive com o HIV estão a receber gratuitmente
o Tratamento Antrretroviral (TARV) e 94% da rede sanitária pública oferece serviҫos TARV,
sendo que nos últimos anos, o país tem observdo uma tendência de reduҫão de novas infecҫões e
de mortalidade por HIV.
Em Moҫambique, as prioridades para o controlo do HIV/SIDA, passam pela prevenҫão, o
aconselhamento e testagem a ligaҫão dos elegíveis aos serviҫos TARV, a retenҫão a adesão ao
tratamento e apoio psicossocial.
1.3. A origem do HIV
A descoberta do vírus da imunodeficiência adquirida (HIV) aconteceu no início da década de 80,
mais precisamente em 1981, porém observa-se que a quantidade de portadores tem aumentado
significativamente nos últimos anos (Ayres, 2002).
Os vírus não possuem organização celular e são parasitas intracelulares obrigatórios, ou seja, não
são constituídos de células, mas dependem das células de outros seres para conseguir se
reproduzir. Basicamente são formados por duas partes, um “miolo” de material genético (que
pode ser DNA ou RNA) e uma “capa” de proteínas, o capsídeo.
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Os vírus são partículas tão pequenas que não possuem “ferramentas” para fabricar ou degradar
substâncias e, ao invadirem as células de outros seres vivos, vão utilizar das ferramentas aí
disponíveis. A invasão e utilização de elementos das células causa alterações no funcionamento
da mesma e pode inclusive matar a célula.
Para se reproduzir, os vírus introduzem seu material genético no interior das células e passam a
controlar o metabolismo da célula infetada. O objetivo principal é utilizar “ferramentas” e
substâncias da célula para fabricar cópias de si mesmo.
Sendo assim, HIV é a sigla utilizada para denominar o Vírus da Imunodeficiência Humana (hiv,
de trás para frente e human immunodeficiency virus, em inglês), é um micróbio que só se
consegue ver com um microscópio especial, um vírus de RNA que ataca um tipo específico de
células humanas, os linfócitos T.
O HIV ataca as células do sistema imunitário (o sistema de defesa do organismo humano). Pouco
a pouco, essas células tornam-se incapazes de proteger o organismo humano contra infeções e
tumores. Por isso, as pessoas que têm SIDA apanham doenças que o seu organismo não
consegue combater.
O sistema imunológico humano tem por função a defesa e proteção da integridade do corpo e os
linfócitos são células que contribuem para essa defesa. O vírus HIV, ao penetrar na célula,
produz DNA que vai integrar-se ao DNA do linfócito, comandando a fabricação de novas
moléculas de RNA idênticas ao do vírus a partir de então. Dessa forma, novos vírus são
formados, podem ser expelidos da célula e infetar outras.
SIDA (Síndroma de Imunodeficiência Adquirida) é uma doença causada por um vírus chamado
HIV. Nos doentes com SIDA, o sistema imunitário não funciona bem. O sistema imunitário é o
conjunto das defesas naturais do organismo contra as doenças.
Ainda não existe cura, nem uma vacina para esta doença, mas existem atualmente medicamentos
capazes de controlar a infeção e permitir uma vida mais saudável e longa.
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2. Factos sobre o HIV-SIDA clínicos básicos
Mendonça (2016) aponta que em indivíduos infectados pelo HIV ocorre disfunção dos linfócitos
CD4+ e consequente diminuição da imunidade celular. Ayres (2002) descreve o HIV como um
retrovírus que provoca uma disfunção imunológica crônica no organismo pelo declínio dos
linfócitos CD4, sendo que quanto menores forem as taxas dos mesmos, maior será a
possibilidade do indivíduo de evoluir para HIV-SIDA.
De acordo com Jeolás (2007). foram descritos até então dois tipos de retrovírus causadores da
AIDS, sendo eles o HIV-1 e o HIV-2, que apresentam diferenças estruturais, epidemiológicas e
fisiopatológicas entre si, porém no Brasil só tem-se descrição e comprovação de infecções por
HIV-1. Entre as características principais deste vírus está a seletividade pelos linfócitos T,
responsáveis pela defesa do organismo, esses linfócitos possuem em sua membrana celular
receptores específicos para o HIV, chamados CD4.
Apesar de outras células do organismo também apresentarem receptores CD4 (macrófagos,
células do intestino delgado e do sistema nervoso), a fisiopatologia da síndrome de fundamenta
na redução do número e disfunção de linfócitos T-CD4, elementos básicos do sistema
imunológico humano (Mendonça, 2016).
Posteriormente a esta penetração do vírus no organismo do hospedeiro, ocorre o reconhecimento
do mesmo pelo sistema imunológico, que imediatamente responde com a produção de
anticorpos, porém as frequentes mutações que este vírus sofre limitam a efetividade desta
resposta humoral ao longo do tempo. As constantes mutações alteram ainda a capacidade que o
HIV tem de resistir aos antirretrovirais e impossibilita a produção de uma vacina efetiva baseada
apenas na produção de anticorpos. A defesa imunológica do portador da infecção fica
comprometida quando da destruição dos linfócitos, já que a replicação viral acomete e destrói
novos linfócitos (Jeolás, 2007).
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV descreve esta epidemia como um fenômeno
único na história de toda a humanidade, isso se deve a rápida propagação, alcance e impacto do
vírus, que vem comprometendo de maneira mais intensa os jovens de forma geral,
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principalmente os da faixa etária entre 15 e 24 anos, que já representam a metade dos novos
casos do HIV-SIDA no mundo (Ayres, 2002).
2.1. Vias de transmissão
As secreções da vagina, o sémen (esperma) e o sangue das pessoas infetadas contêm o vírus
HIV. O vírus transmite-se quando estes líquidos passam de pessoa para pessoa. Significa que o
HIV pode transmitir-se através de:
• Relações sexuais sem proteção com uma pessoa que tem o vírus;
• Agulhas, seringas e qualquer instrumento que corta ou perfura a pele (lâmina, bisturi,
etc.), e que não foi esterilizado;
• Transfusão de sangue, se o sangue não foi testado para garantir que não tem o HIV;
• Uma mãe infetada com o HIV para o seu bebé, durante a gravidez, parto ou
amamentação;
• Sangue duma pessoa com o HIV que entra em contacto com um corte ou uma ferida
aberta de outra pessoa;
A principal forma de transmissão é através da relação sexual sem proteção. Durante as relações
sexuais sem proteção, o HIV contido no sémen (esperma), secreções vaginais ou sangue duma
pessoa infectada, pode passar diretamente para outra pessoa.
Qualquer lesão ou ferida aumenta o risco de transmissão, porque facilita a entrada do HIV. É
pior se as lesões resultam duma violação, sexo forçado ou violento.
Uma pessoa com uma infeção de transmissão sexual (ITS) tem maior risco de apanhar o HIV.
Isto porque as ITS podem causar feridas ou inflamação nos órgãos genitais, servindo de porta de
entrada para o HIV.
O sexo anal é o mais perigoso, porque o ânus é mais frágil do que a vagina e pode rasgar e
sangrar facilmente.
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“Sexo seco” aumenta o risco de contrair a infeção pelo HIV. Muitas mulheres introduzem panos
ou substâncias dentro da vagina que a deixam seca. Um dos objetivos é de aumentar a fricção
durante o ato sexual. Estas práticas são perigosas pois causam lesões na vagina que podem
facilitar a entrada do vírus HIV e outros micróbios que causam ITS.
O álcool e as drogas podem fazer com que a pessoa não pense claramente e levá-la à prática de
sexo não seguro.
2.2. Práticas sexuais de risco e sexo seguro
Sexo “Seguro” são práticas sexuais que evitam que os líquidos do parceiro/a penetrem no
organismo através das relações sexuais. Assim, o risco de contrair o HIV e outras infeções de
transmissão sexual (ITS) é reduzido.
O sexo “seguro” inclui:
1. Uso de preservativo (masculino ou feminino) durante o ato sexual.
2. Escolher atividades sexuais que não permitem a entrada de líquidos no organismo, por
exemplo:
a) Abraçar e beijar;
b) Acariciar com a boca;
c) Massajar;
d) Masturbar;
e) Lamber;
f) Chupar;
g) Esfregar o corpo contra o corpo de outra pessoa.
Sexo sem penetração significa que o pénis não entra na vagina ou no ânus durante o ato sexual.
Algumas formas de sexo sem penetração podem ser de risco para infeção do HIV e ITS.
Qualquer contacto pénis-vagina, pénis-vulva (vulva é a parte externa da vagina), pénis-ânus,
pénis-boca, vulva com a boca do parceiro é considerado um contacto sexual e todas essas
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práticas podem transmitir o HIV. Nestes contactos sexuais o pénis deve estar protegido pelo
preservativo masculino. Esta é a única maneira de evitar as doenças sexualmente transmissíveis.
Existe risco de infeção sempre que haja contacto com o sémen e sangue.
Além de prevenir o HIV e SIDA, o uso de preservativos masculino e feminino protege contra
outras ITS e gravidez.
Os preservativos são feitos de material muito fino, o que contribui para manter o contacto e a
sensação durante a relação sexual. O preservativo não tira o prazer sexual. Não tira a
sensibilidade.
Algumas pessoas acreditam que se pode apanhar o HIV através do uso do preservativo. Isso não
é verdade. Não se apanha o HIV por usar preservativo!
Outras pessoas acreditam que o vírus pode atravessar a parede do preservativo. Não é verdade. O
vírus não atravessa o preservativo!
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Conclusão
Diante da pesquisa pode-se observar a origem, trajetória, vias de transmissão e prevenção do
HIV-SIDA.
A responsabilidade pela consciência crítica capaz de desenvolver a prevenção como a melhor
forma de controlar a doença é individual, mas o bem consequente dessa responsabilidade é
colectivo. Mas este tipo de ensinamento tem que fazer sentido para o outro, principalmente para
nós alunos enquanto cidadãos expostos a riscos.
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Referencias bibliográficas
• Ayres JRCM. (2002). Práticas educativas e prevenção de HIV/ Aids: lições aprendidas e
desafios atuais. Interface Comunic Saúde Educ.
• [Link];
• Jeolás LS. (2007). Risco e prazer: os jovens e o imaginário da AIDS. Londrina: Eduel
• Mendonça, V. L. (2016). Biologia. 3ª ed. Editora AJS: São Paulo.
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