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Introdução aos Sistemas Operativos

O documento aborda a teoria dos sistemas operativos, começando com a função do BIOS e o processo de POST, seguido pela configuração e atualização do BIOS. Ele explora a evolução histórica dos sistemas operativos desde os anos 40 até a quinta geração, além de discutir a classificação e caracterização dos sistemas operativos, suas funções e mecanismos de segurança. O texto também detalha a gestão de I/O e armazenamento, enfatizando a importância da segurança em sistemas operativos e as ameaças que eles enfrentam.
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Introdução aos Sistemas Operativos

O documento aborda a teoria dos sistemas operativos, começando com a função do BIOS e o processo de POST, seguido pela configuração e atualização do BIOS. Ele explora a evolução histórica dos sistemas operativos desde os anos 40 até a quinta geração, além de discutir a classificação e caracterização dos sistemas operativos, suas funções e mecanismos de segurança. O texto também detalha a gestão de I/O e armazenamento, enfatizando a importância da segurança em sistemas operativos e as ameaças que eles enfrentam.
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Teoria dos Sistemas Operativos

Unidade 1
O BIOS

 BIOS – Basic Input Output System


(Sistema básico de Entrada e Saída)

 Circuito integrado ROMBIOS

 Instruções básicas para iniciar o sistema


– Configurações essenciais
– Reconhecimento do processador pela motherboard
– Acesso de baixo nível a periféricos

2 Justino Correia
POST – Power-On Self Test

 Série de testes realizados pelo BIOS


 Determina os componentes de hardware
instalados no sistema
 Depois de terminado o POST é gerado um
relatório com detalhes sobre o hardware do
computador
 Em caso de anomalia de algum componente
de hardware, o BIOS emite uma sequência
de bips sonoros
3 Justino Correia
Configurar um BIOS

 Setup do BIOS (Press Del to enter Setup)


– Programa que permite configurar opções de
funcionamento das memórias, discos,
processador, etc.
– Configuração errada = 70% mais lento
– Protegido por password
– Motherboards possuem jumpers para limpar a
password ou todas as configurações

4 Justino Correia
Setup do BIOS

 Main
– Data e Hora
 Advanced
– Configurações de Discos, CD-Roms, disquetes e estado
das teclas numéricas
 Power
 Boot
– Sequência de arranque
 Security
– Passwords para administrador e utilizador

5 Justino Correia
Upgrade do BIOS

 Actualização do BIOS para corrigir bugs ou


aumentar capacidades da motherboard

6 Justino Correia
História dos S. Operativos

 Geração zero (0) e primeira – Anos 40


– Os computadores só eram usados pelas grandes empresas
– Os computadores não possuíam sistema operativo
– A programação era efectuada directamente sobre o
hardware
– Em caso de falha o programador tinha de verificar o
hardware
– A velocidade da máquina dependia da velocidade com que
o operador conseguisse trabalhar (carregar nos botões,
luzes indicadoras, etc).

7 Justino Correia
História dos S. Operativos

 Segunda geração – Anos 50


– As máquinas executavam automaticamente operações
como ler, compilar e executar programas, sem a
intervenção do utilizador
– O papel do operador era introduzir cartões numa das
“extremidades” e recolher os relatórios na outra.
– Os fabricantes de computadores começaram a desenvolver
um programa especial que se chamou em sistema
operativo.

8 Justino Correia
História dos S. Operativos

 Terceira geração
– Nasceu um dos primeiros S.O. Capaz de
administrar uma família de computadores: o
OS/360 da IBM.

9 Justino Correia
História dos S. Operativos

 Quarta geração
– A electrónica permite a integração em larga escala.
– Criação de circuitos com cerca de mil transístores por
centímetro quadrado de silício.
– Começa-se a falar de computadores pessoais, de estações
de trabalho, interface amigável, etc.
– Torna-se popular o MS-DOS e UNIX.

10 Justino Correia
História dos S. Operativos

 Quinta geração
– Em meados dos anos 80 (séc. XX), dá-se a utilização
acentuada das redes de computadores
– Surgem os S.O. em rede e sistemas operativos distribuídos.
– Começa de proliferação da Internet ao nível das empresas.
– A rede torna-se a solução para partilha de recursos e
informação
– Problema: nem todos os computadores ligados em rede
tinham o mesmo sistema operativo

11 Justino Correia
Sistema Operativo

O Sistema Operativo (SO) é o gestor dos


recursos que compõem o computador, e
escalonador de tarefas;
Fornecer abstração do hardware, e funciona
como maquina virtual.

12 Justino Correia
Classificação dos computadores

 Quanto à sua natureza


– Analógicos
– Digitais

 Quanto ao âmbito
– Âmbito específico
– Âmbito geral

13 Justino Correia
Classificação dos computadores
Quanto ao porte – porte, custo,
desempenho e propósito

 Mainframes
 Supercomputadores
 Minicomputadores
 Microcomputadores
 Estações de trabalho
 Palmtops
 PDA

14 Justino Correia
Classificação dos computadores
Quanto ao processamento

 Processamento distribuído
– Pc’s interligados formando redes que partilham
recursos e o processamento pode ser distribuido
por várias máquinas

15 Justino Correia
Caracterização de um SO
Funções:

 Partilha de recursos com Protecção


– Processador, memoria, discos, programas gerais
 Gestão da informação persistente
– Armazenamento fiável e seguro da informação

16 Justino Correia
Caracterização de um SO
Tipos de SO:

 SO para MainFrames
– Processamento simultâneo, com muitas I/O
 SO para Servidores
– Multiplos utilizadores através da rede e partilha de recursos de H/S
 SO para multiprocessadores
– Suporte para vários CPU’s
 SO para computadores pessoais
– Único utilizador, com varias tarefas: texto, net, jogos…
 SO tempo real (RTOS)
– SO TEM de assegurar requisitos temporais das aplicações e sem interrupção
– Multitarefa em simultâneo
 SO embebidos
– Requisitos de velocidade, espaço, alimentação…
 SO para Smart Card
– SO dos cartões de créditos, destinados a uma única tarefa, muito pequenos e
restringidos pela velocidade e memoria

17 Justino Correia
Gestão de I/O

 Comunicação entre o pc e o mundo exterior


 Dispositivos I/O:
– Memória secundaria
 Cd’s, dvd’s, pen’s…
– Interface H-M
 Teclado, rato, caneta óptica,…

18 Justino Correia
Gestão de armazenamento secundário

 Baixo custo
 Grande capacidade de armazenamento
 Armazenamento permanente
– Disco rigido, pen’s, cd’s, dvd’s…

19 Justino Correia
Gestão de armazenamento secundário

 Fitas (cassetes)
– Tempo de acesso grande, devido à leitura sequencial
 Discos removíveis – necessitam da drive
– Jazz – 2 Gb
– Zip Disk – 100mg e 250 Mb
– Disquete – 1.44 Mb
 Disco Rígido
– Conjunto de discos de alumínio, leitura e escrita magnética
– 100 Gb – 1 Tb

20 Justino Correia
Gestão de armazenamento secundário

 Unidades Ópticas
– Gravação através de laser, em que furam um disco-matriz,
as áreas furadas não reflectem a luz (0) as outras reflectem
(1)
– CD (compact disk) – 700 MB
 CR-ROM
 CR-R
 CD-RW
– DVD (Digital Versatile Disk) – 4.7 Gb
– Pen Drive – 512 Mb / 4 Gb

21 Justino Correia
Segurança nos SO

 Início nos sistemas militares;


 Sistemas podem sofrer ataques de:
– Vírus;
– Piratas informáticos;
– Concorrência;
– Sabotadores internos;
 Politicas de segurança através de mecanismos de
segurança dificultam ou impossibilitam os ataques,
mantendo a informação segura.

22 Justino Correia
Segurança nos SO – Conceitos
Básicos

 Autenticação – processo através do qual é validada


a identidade do utilizador
 Confidencialidade – limitar o acesso somente às
entidades autorizadas
 Integridade – a informação armazenada,
disponibilizada é a verdadeira e correcta, não tendo
sido alterada
 Controlo de acesso – capacidade de impedir o
acesso não autorizado

23 Justino Correia
Segurança nos SO – Intrusos no
sistema

 Os intrusos podem ser classificados como


intrusos passivos que apenas procuram ler
informação não autorizada, e intrusos
activos que actuam de forma maliciosa,
procurando tirar partido do ataque.

24 Justino Correia
Segurança dos SO

 Ameaças de intrusos
 Vírus
 Erros de Software
 Erros de Hardware
 Fenómenos da natureza

25 Justino Correia
Segurança dos SO – Necessidade de
segurança

 Acesso não autorizado – descoberta de


informação de autenticação de utilizadores
(login/password) através da utilização de
software especifico ou da simples
visualização

26 Justino Correia
Segurança nos SO – Mecanismos de
Segurança

 Autenticação de utilizadores – permite


aceder aos recursos protegidos com
diferentes tipos de acesso
– Passwords – login e pass
– Biométricos – íris, impressão digital
– Dispositivos - smartcard

27 Justino Correia
Segurança nos SO – Mecanismos de
Segurança

 Encriptação ou mecanismos de cifragem – é


o processo que modifica os dados (cifra)
através de uma chave secreta, conhecida
somente pelas partes autorizadas.
 Firewalls – controlar o acesso entre uma
rede privada e outras redes (normalmente a
internet)
 Assinatura digital – garantir a integridade do
documento e a entidade que o envia
28 Justino Correia
Segurança nos SO – Mecanismos de
Segurança

 Sistemas de detecção e intrusão – sistemas


inteligentes, capazes de detectar tentativas
de invasão, alertando e até mesmo tomando
medidas para anular o ataque.
 Logs – medidas básicas de segurança. São
registos gerados pelo sistema com
informações sobre eventos ocorridos.
 Antivírus – Software que verifica a existência
de vírus no PC.
29 Justino Correia
Segurança nos SO – Mecanismos de
Segurança

 Backup e Restore – cópias de segurança


dos dados e programas, e recuperação dos
mesmos.

30 Justino Correia
Segurança nos SO – Legislação sobre
protecção de informação

 Criminalidade informática – todas as formas


de conduta ilegais realizadas mediante a
utilização de um computador ligado ou não a
uma rede.

31 Justino Correia

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