RELATÓRIO DA AULA PRÁTICA DE TOPOGRAFIA
Levantamento Goniómetro
Na aula prática do módulo MOCCA0140112171 (Fazer o Levantamento Topográfico) no
Instituto Industrial de Maputo. Fez-se o levantamento goniómetro utilizando um teodolito,
uma mira e uma fita métrica.
a) Posicionamento
Inicialmente, identificamos um par de pontos de coordenadas conhecidas (chamados aqui
de R1 e R2), a partir dos quais será definida a orientação e localização geográfica do
levantamento. Finalmente, sugere-se traçar um croqui da poligonal, dos pontos de
referência. Começamos estacionando o equipamento num dos pontos de coordenadas
conhecidas (R1).
O tripé foi aberto e posicionado sobre o ponto. Procuramos deixar a base do tripé numa
altura que posteriormente, com a instalação do instrumento de medida, o observador fique
em uma posição confortável para manuseio e leitura do equipamento. Foi fundamental
cravar bem as pontas das pernas do tripé para evitar que o mesmo se mova posteriormente
durante as medições. Terminada esta etapa o teodolito foi colocado sobre o tripé.
Realizarmos a centragem e o nivelamento do mesmo. Centrar um equipamento sobre um
ponto significa que, uma vez nivelado, o prolongamento do seu eixo vertical (também
chamado principal) está passando exactamente sobre o ponto. Este eixo foi materializado
pelo fio-de-prumo.
Os instrumentos utilizados são denominados taqueômetros, que além de medir ângulos,
acumulam também a propriedade de medir oticamente as distâncias horizontais e verticais.
Os taqueômetros são classificados em normais (teodolitos providos de fios estadimétricos).
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b) Levantamento de dados
No levantamento de dados as miras são réguas de madeira ou metal usadas no
nivelamento para determinação de distâncias verticais, medidas entre a projeção do traço do
retículo horizontal da luneta na mira e o ponto do terreno onde a mira está instalada.
Fizemos as leituras com auxílio dos fios estadimétricos visando para a mira que
consequentemente nos deu o fio superior, fio médio e fio inferior. O fio médio alinhava-se
ao 1500mm da mira e registamos os outros fios na caderneta de nivelamento
trigonométrico. Em cada ponto visado o teodolito nos dava os ângulos horizontais (HZ) e
os ângulos verticais (V) diferentes que também são registados na caderneta (anexo).
Ângulo Vertical: é o ângulo formado
entre a linha do horizonte (plano
horizontal) e a linha de visada, medido
no plano. Varia de 0º a + 90º (acima do horizonte) e 0º a - 90º (abaixo do horizonte).
Ângulo Zenital: é o ângulo formado entre a vertical do lugar (zênite) e a linha visada,
medido no plano. Varia de 0º a 180º, tendo a origem no zênite.