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Segurança de Rede: Firewall e Proxy

O documento aborda conceitos de segurança da informação, incluindo firewalls, proxies, tipos de nuvem e malwares. Ele detalha as funções de diferentes tipos de firewalls, como IDS e IPS, e discute a importância de backups e criptografia. Além disso, apresenta ameaças cibernéticas como SQL Injection, XSS e ransomware, além de descrever o modelo OSI e tipos de cabeamento.

Enviado por

Gothardo Campos
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Segurança de Rede: Firewall e Proxy

O documento aborda conceitos de segurança da informação, incluindo firewalls, proxies, tipos de nuvem e malwares. Ele detalha as funções de diferentes tipos de firewalls, como IDS e IPS, e discute a importância de backups e criptografia. Além disso, apresenta ameaças cibernéticas como SQL Injection, XSS e ransomware, além de descrever o modelo OSI e tipos de cabeamento.

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Firewall e Proxy

Firewall Proxy Filtro de Pacotes


Camada de Rede ou Aplicação Camada de Aplicação Camada de Rede ou Transporte
Protege tráfego malicioso de rede, só Tipo de firewall, atua entre o Tipo de firewall, filtra cabeçalhos
aceitando receber e enviar dados de e computador cliente e o provedor, dos pacotes, a partir de regras
para sítios seguros. Apenas abre e fecha filtrando o que pode ou não ser preestabelecidas do que é ou não
portas, não determina o que pode ou acessado na rede. Estabelece permitido.
não ser acessado. política de comportamento. É
para cache.
IDS: Passivo. Detecta (sniffers, invasores, hackers) e ALERTA, mas não bloqueia ataques na rede.
IPS: Ativo. Detecta (sniffers, invasores, hackers) e BLOQUEIA ataques na rede.

 firewall NÃO é antispyware, e NÃO faz uso de criptografia e NÃO faz backup

 O Firewall só age protegendo contra ameaças que venham da rede e não de um


ataque interno, como um pendrive infectado, por exemplo.

Sniffers é um cachorro caramelo que fica na frente de sua casa cheirando a comida que chega
pelo ifood, esperando um vacilo para abocanhar a sacola de comida.

Firewall é o porteiro que só tem controle do portão para dentro.

IDS é um pinscher que detecta o cachorro caramelo e fica latindo. (detecta sniffers, invasores,
hackers)

IPS é um pitbull que previne a entrada do cachorro caramelo cheirador de comida (mais
voltado para invasão)
Cabeamento e Meios de Transmissão

Windows
 Microsoft Defender Antivírus: Protege contra malware, vírus e outras ameaças, realizando
verificações no sistema e bloqueando arquivos suspeitos.

 Microsoft Defender SmartScreen: Atua principalmente na navegação na web, ajudando a


evitar sites maliciosos, downloads perigosos e ataques de phishing.

 O tamanho máximo do nome de uma pasta é de 260 caracteres - (LINUX - 255


caracteres)

PROIBIDO UTILIZAR OS CARACTERES:

Windows = Não é Case-sensitive

Google = Não é case-sensitive

SQL = Não é case-sensitive

----------------------------------------

Linux = É case-sensitive

Python = É case-sensitive

Linguagem R = É case-sensitive

BITLOCKER:

 Criptografa unidade de DISCO


 Não pode criptografar apenas arquivos separados, só o Disco inteiro.

Internet x Extranet
Internet: qualquer um do público

Extranet: clientes, parceiros e fornecedores

Intranet: pessoas da organização (funcionários, colaboradores, servidores da instituição)

OBS: Todos utilizam OS MESMOS PROTOCOLOS

Intranet é para funcionários, falou em terceiros ou fornecedores, está se referindo a extranet.

Computação em Nuvem
Tipos de Nuvem
 Nuvem Pública: Recursos são compartilhados entre vários clientes e gerenciados pelo
provedor (ex: AWS, Azure, Google Cloud).

 Nuvem Privada: Infraestrutura exclusiva de uma organização, garantindo mais controle e


segurança.

 Nuvem Comunitária: Compartilhada por várias organizações com interesses comuns (ex:
setor governamental, instituições de saúde).

 Nuvem Híbrida: Combinação de duas ou mais nuvens (pública, privada ou comunitária),


permitindo flexibilidade e escalabilidade.

IaaS --> cliente tem maior autonomia, é mais personalizável (fazer a pizza do 0)

PaaS --> cliente ainda pode personalizar, mas com menos autonomia (comprar a
massa pronta e rechear a pizza)

SaaS --> cliente não tem autonomia nenhuma, só compra pronto e utiliza o serviço
(comprar a pizza pelo iFood)
Backup

Fitas:
armazenamento barato, seguro e de longo prazo

HDDs/SSDs:
performance, acesso aleatório e restores rápidos

Backup Normal - Copia todos os arquivos selecionados e os marca como backup

Backup de Cópia - Copia todos os arquivos selecionados, mas não marca como backup.

Backup Incremental - Copia somente os criados e modificados até o último backup e marca
como backup.

Backup Diferencial - Copia somente os criados e modificados até o último backup


completo, mas não marca como backup.

Backup Diário - Copia somente os criados e modificados no dia e não marca como backup.

Segurança da Informação
Certificados Digitais
Para um certificado X.509 ser confiável, ele precisa:

o Ser emitido por uma Autoridade Certificadora (AC) confiável

o Possuir uma assinatura digital válida

o Estar dentro do prazo de validade

o Não constar em listas de revogação (CRL)

o Ter sua cadeia de certificação completa e válida

Assinaturas Digitais

CONFIABILIDADE DAS ASSINATURAS


QUALIFICADO: Assinatura de maior confiabilidade, com validação jurídica robusta, exigindo
certificados digitais específicos e verificações rigorosas de identidade.

AVANÇADO: Alto nível de segurança, utiliza certificados digitais e autenticação de


dois fatores, porém com requisitos menos rigorosos que o qualificado. (NÃO É EMITIDA PELA
ICP-Brasil)

SIMPLES: Assinatura básica, sem certificado digital, validada por métodos convencionais (e-
mail, senha) e menor rastreabilidade.

OBS: além da INA, também garante CONFIABILIDADE (confidencialidade não!!)

CG ICP-Brasil
O Comitê Gestor da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (CG ICP-Brasil exerce a
função de autoridade gestora de políticas da ICP-Brasil, vinculado à Casa Civil da Presidência
da República.

O CG ICP-Brasil tem por finalidade atuar na formulação e controle da execução das políticas
públicas relacionadas à ICP-Brasil, inclusive nos aspectos de normatização e nos
procedimentos administrativos, técnicos, jurídicos e de segurança, que formam a cadeia de
confiança da ICP-Brasil.

O CG ICP-Brasil é composto por 12 (doze) membros, sendo 5 (cinco) representantes da


sociedade civil, integrantes de setores interessados, e sete representantes dos órgãos

Autoridades
Entidade Função principal

AC emite, gerencia e revoga (mas pode fazer outras)

AR identifica, cadastra e valida (principal)

AC Raiz Regulamenta, fiscaliza e mantem a estrutura toda

Nível 1

 Emitem certificados para outras ACs, consideradas de segundo nível

 Podem ser entidades públicas ou privadas


Nível 2

 Também são chamadas de AC Final

 Emitem Certificados Digitais para pessoas físicas e jurídicas

 Podem ser entidades públicas ou privadas

Hashes Criptográficos

Salting: Técnica de segurança

- Adiciona uma cadeia aleatória de números a uma senha antes de aplicar o hash, chamada
"salt".

Ameaças aos sistemas computacionais

 SQL Injection: Permite que um atacante insira comandos SQL maliciosos em


consultas, potencialmente acessando ou manipulando dados do banco de dados.

 LDAP Injection: Explora vulnerabilidades em aplicações que utilizam o protocolo


LDAP para manipulação de Diretórios, permitindo que o atacante modifique
consultas LDAP.
 XSS (Cross-Site Scripting): Permite que um atacante injete scripts maliciosos em
páginas web visualizadas por outros usuários, podendo roubar informações como
cookies ou redirecionar os usuários para sites maliciosos.

 Cross-Site Request Forgery (CSRF): Um ataque que engana um usuário autenticado


para que execute ações indesejadas em uma aplicação web na qual ele está
autenticado. O atacante envia uma solicitação maliciosa ao servidor em nome da
vítima, usando suas credenciais (se passa pelo usuário)

 SSRF (server-side request forgery): tipo de falha que ocorre sempre que aplicativos
web buscam recursos remotos sem validar a URL fornecida pelo usuário.

 SMiSshing: SMS (é um ataque de engenharia social que usa mensagens de texto


falsas para enganar pessoas a fazer o download de malware, compartilhar
informações confidenciais ou enviar dinheiro a criminosos cibernéticos.)

 Spoofing (=Falsificação): é uma técnica em que um atacante falsifica a identidade de


um dispositivo ou usuário, com o objetivo de enganar outro dispositivo ou usuário,
fazendo com que este acredite que está se comunicando com uma fonte confiável

 Port Scanning: é como bater em várias portas de uma casa para ver quais estão
abertas. Mas, em vez de uma casa, estamos falando de um computador ou
servidor conectado à internet.

Como se proteger?
✅ Usar um firewall para bloquear acessos indevidos.
✅ Fechar portas desnecessárias que não estão sendo usadas.
✅ Monitorar o tráfego da rede para detectar tentativas de varredura.

OBS: PODE SER UTILIZADO DE FORMA LEGÍTIMA POR UMA EMPRESA (para verificar
as deficiências existentes em sua segurança)

XSS --> utiliza JavaScript

SQL Injection --> comandos SQL.

XSS:
Ransomware
o Ransomware locker: impede que acesse o equipamento infectado.

o Ransomware crypto: impede que acesse dados no equipamento.

o Diskcoder: Criptografa completamente o HD (impossível acessar);

o Locker-screen: Travar a tela do computador (impossível acessar);

o Pin locker: muda os códigos de acesso ao sistema.

OBS: para o CESPE, o ataque de ransomware só pode ser combatido pelo backup
(antivírus também auxiliam)
Trojan

Firewall e Proxy

Um Web Application Firewall (WAF) é um firewall especializado na proteção de


aplicações web contra ataques como injeção de SQL (SQLi), Cross-Site Scripting (XSS) e
ataques de negação de serviço (DDoS).

Ele atua filtrando, monitorando e bloqueando tráfego HTTP/HTTPS malicioso antes que
ele chegue à aplicação.

Qualquer WAF protege vários sites ao mesmo tempo

- pfSense é um sistema de firewall e roteador que é construído usando o sistema


operacional FreeBSD.

Ele utiliza interface gráfica ou comandos shell


Tipos de Malwares
1. VÍRUS: não é auto-replicante, depende de um hospedeiro e da ação do usuário
(INSERE CÓPIAS DE SI MESMO EM UM ARQUIVO, E ESPERA ELE SER EXECUTADO)

2. WORM: auto-replicante, não depende de um hospedeiro.


(ENVIA CÓPIAS DE SI MESMO PARA DIVERSOS LUGARES)

3. BACKDOOR: permite retorno do invasor, ''porta dos fundos''.

4. BOT/BOTNET: rede zumbi, controle remoto dos computadores.

5. TROJAN/CAVALO DE TROIA: presente do mal parece inofensivo, mas é prejudicial.

6. PHISHING: finge-se de sites da área ''financeira'', ou seja, sites fraudulentos.

7. ROOTKIT: esconde-se, camufla-se de supostas verificações de antivírus.

8. TRAPDOORS: falhas de programação.

9. SPYWARE: monitoramento de atividades. DIVIDE-SE EM: Keylogger: captura a


digitação do teclado Screenlogger: registra o movimento do mouse;
e Adware: mostra propagandas.

10. PHARMING: o usuário digita uma URL e é redirecionado para outra URL falsa
(LEMBRAR QUE PHARMING É UMA ESPÉCIE DE PISHING)

11. RANSOMWARE: é um tipo de código malicioso que torna inacessíveis os dados


armazenados em um equipamento, geralmente usando criptografia, e que exige
pagamento de resgate (ransom) para restabelecer o acesso ao usuário. O pagamento
do resgate geralmente é feito via bitcoins.

OBS: VÍRUS DE SCRIPT É O ÚNICO QUE PODE OCORRER DE FORMA AUTOMÁTICA


Antivírus
 Heurística: detecta ameaças novas, mas gera mais falsos positivos.

 Assinatura: detecta apenas ameaças conhecidas, menos falsos positivos.

 Nenhum método é imune a falsos positivos.

Algoritmos de criptografia
o único algoritmo de cifra de fluxo "famoso" é o RC4. O resto é tudo por bloco

Redes de Computadores
Modelo OSI
as camadas são projetadas para operar com um grau alto de independência umas das
outras
Vantagens do modelo OSI:

 Decomposição dos componentes da rede em partes que são menores

 Padronização dos componentes presentes na rede

 Comunicação entre diversos tipos de hardware e software

 Evita que alterações em uma camada afetem as configurações de outra (pois são
independentes)

A QUALIDADE DO SERVIÇO DE UMA REDE É DETERMINADA PELO FLAMENGO

CRFL  Clube de Regatas do Flamengo

Confiabilidade

Retardo

Flutuação

Largura de Banda

Física = bits
Enlace = quadros/frames

Rede= pacotes/datagramas

Transporte= segmentos

Sessão = dados

Apresentação= dados

Aplicação = dados

Camada de SESSÃO:

Sessão da CGS

 Controle de diálogo

 Gerenciamento de token

 Sincronização

Camada de APRESENTAÇÃO:

Apresentação de TCC

 Tratamento dos dados


 Compactação
 Criptografia

3-Way Handshake
O 3-way handshake é o processo em três etapas usadas pelo protocolo TCP, da camada de
transporte, para estabelecer uma conexão confiável entre dois dispositivos. Ele envolve a
troca de mensagens SYN, SYN-ACK e ACK. É por meio desse processo que o TCP é classificado
como orientado à conexão.

 Solicitação (SYN) → O cliente inicia pedindo a conexão. “Oi, quero me conectar com
você.”

 Confirmação (SYN-ACK) → O servidor aceita e confirma a solicitação. “Ok, aceito. Estou


pronto também.”
 Confirmação final (ACK) → O cliente confirma que recebeu a resposta do servidor.
“Perfeito, vamos começar a troca de dados.”

OBS: apesar de ser utilizado no TCP (orientado à conexão), o 3-Way Handshake não é
orientado à conexão

Comutações
Comutação de pacotes: Não requer estabelecimento prévio de caminho. Os pacotes são
enviados independentemente, podendo seguir rotas diferentes.

Comutação de circuitos: Exige estabelecimento prévio de um caminho dedicado entre origem


e destino antes da transmissão dos dados.

TCP e UDP
TCP:

 Não admite multicast e broadcast.

 As conexões são full-duplex, ponto a ponto ou unicast

 Ponto a ponto:

1. Pois ele é orientado à conexão

2. Possui 1 transmissor e 1 receptor

 UTILIZA o checksum
 Não cifra os dados por padrão (é necessário protocolos adicionais como VPNs e TLS)

UDP:

 Admite multicast, broadcast, unicast

 Multiponto:

1. Pois não é orientado à conexão

2. Possui vários destinatários

 Checksum facultativo
 UTILIZA demultiplexação

Cabeamento
Cabo coaxial:

 Fio central de cobre envolto em blindagem metálica

 Resistente a interferência eletromagnética, graças a essa blindagem

 Distâncias maiores que cabo de par trançado, porém, taxa de transmissão menor

 Conector utilizado: BNC


Cabo par trançado:

 4 pares de fios trançados

 UTP: não blindado

 STP: blindados (Sim, blindado)

 Mais utilizado, mais barato e mais flexível, porém, distâncias de uso são
menores

 Conector utilizado: RJ45

 Existem diversas categorias: CAT3, CAT4, CAT5, CAT5E, CAT6, CAT6A, CAT7,
CAT7A, CAT8

 Distâncias máximas recomendadas normalmente são até 100m

 Conexão full-duplex (alguns pares transmitindo, e outros recebendo dados).


Ethernet
Bizu da ordem alfabética: "E F G - 10 100 1000"

Ethernet 10 Mbps  (802.3)

Fast Ethernet 100 Mbps  (802.3u)

Gigabit Ethernet 1000 Mbps (1Gbps)  (802.3z ou 802.3ab)

OBS: O 802.3an tem velocidade de até 10GB

O CMSA/CD só é utilizado até o padrão Gigabit Ethernet (pois ainda utiliza o Half-Duplex)
NO 10-GIGABIT ETHERNET, DEIXOU DE UTILIZAR O HALF-DUPLEX (UTILIZA-SE O FULL), POR
ISSO NÃO É NECESSÁRIO USAR O CSMA/CD (QUE REALIZA O CONTROLE DE COLISÕES)

Protocolos 802.11
Wi-Fi  conjunto de tecnologias de rede sem fio baseadas no padrão IEEE 802.11

802.11a  5 GHz

Todos são 20 mhz ou menos, exceto o NAC:

IEEE 802.11N --> 20 ou 40 MHz

IEEE 802.11AC --> 20 ou 40 ou 80 ou 160 MHz

802.11n -> aNbas = 2,4 e 5 GHz

802.11ac -> Apenas Cinco = 5 GHz

WLAN
· PAN (PERSONAL AREA NETWORK): Cm a poucos Metros (Rede de computadores pessoal
– tablet, celular, notebook)

· LAN (LOCAL AREA NETWORK): Centenas de metros a alguns Km (Rede de computadores


de lares, escritórios, prédios)

· MAN (METROPOLITAN AREA NETWORK): Dezenas de Km (Rede de computadores entre


uma matriz e filiais em uma cidade)

· WAN (WIDE AREA NETWORK): Dezenas a milhares de Km (Rede de computadores entre


cidades, países e continentes)
OBS: As redes (WAN/MAN/LAN/PAN) são classificadas EXCLUSIVAMENTE por suas limitações
físicas (abrangência)

Outros Protocolos
RARP:

tenho o MAC e quero o IP

ARP:

tenho o IP e quero o MAC

OBS: associe as iniciais com vogais para facilitar

Protocolo DNS: Faz a tradução de IP para nome e nome para IP

Seu tamanho é ILIMITADO, e está distribuído em várias máquinas

HTTPS - com criptografia

WWWS - página segura

Portas
SMTP  25

DNS  53

HTTP  80

HTTPS  443

SSH  22

DNS usa tanto o TCP (para atualizações), quanto o UDP (para consultas)

OBS: ESSAS PORTAS SÃO AS DE DESTINO; QUEM FAZ A REQUISIÇÃO (ORIGEM) PODE USAR
QUALQUER PORTA
Python
 Linguagem multiplataforma;

 Suporta programação estrutural, orientada, funcional e procedimental;

 Linguagem de alto nível;

 Interpretada;

 Multiparadigmas;

 Case sensitive;

 Utiliza conjunto pequeno de palavras;

 Libera memória automaticamente daquilo que não está utilizando.

 Dinamicamente tipada

 Em Phyton, um nome NÃO pode começar com nº; ter hífen; ter espaço; ter hashtag.

[L] Lista
(T) Tupla
{D} Dicionário.
Dados

CAPA LAMP (como uma capa de super-herói da PF que brilha igual uma lamp)

C – Completos
A – Acessíveis
P – Primários
A – Atuais

L – Livres de licenças
A – Acesso não discriminatório
M – Máquina (processáveis por máquina)
P – Formatos não proprietários

LINUX
Comandos
1. / – Diretório raiz.

2. /bin – Diretório onde estão os arquivos executáveis e comandos essenciais do


sistema.

3. /boot – Diretório onde estão os arquivos necessários para iniciar o sistema. Aqui
é onde fica localizada a imagem do Kernel do Linux.

4. /dev – Diretório onde estão os arquivos de dispositivos do sistema, como discos,


cd-roms, terminais etc.

5. /etc – Diretório onde estão localizados os arquivos de configuração do sistema.


6. /home – Diretório que geralmente é usado pelos usuários.

7. /lib – Diretório onde estão localizadas as bibliotecas essenciais ao sistema,


utilizadas pelos programas em /bin e módulos do Kernel.

8. /mnt – Diretório vazio. Este diretório geralmente é utilizado para pontos de


montagem de dispositivos.

9. /proc – Diretório que possui informações do Kernel e de processos.

10. /opt – Diretório onde estão localizados os aplicativos instalados que não
venham com o Linux.

11. /root – Diretório do superusuário(root). Em algumas distribuições ele pode ou


não estar presente.

12. /sbin – Diretório onde estão os arquivos essenciais do sistema, como aplicativos,
utilitários para administração do sistema. Normalmente só o superusuário(root) tem
acesso aos arquivos.

13. /tmp – Diretório de arquivos temporários.

14. /usr – Diretório de arquivos pertencentes aos usuários e a segunda maior


hierarquia de diretórios no Linux.

15. /var – Diretório onde são guardadas informações variáveis ao sistema, como
arquivos de logs etc…

u$uário  $

root  #

pwd - pathway directory - caminho do diretório atual

passwd - password - trocar senha

df - disk free - espaço livre

du - disk usage - espaço usado

cat – concatenar textos

head - primeiras linhas de um arquivo de texto

tail - últimas linhas de um arquivo de texto


mv - mover ou renomear

top - aferir uso da cpu e memória

ls - mostra o conteúdo de um diretório

ps - exibe os processos em execução

grep - mostra as ocorrências de determinada palavra num arquivo de texto.

file – mostra o tipo de arquivo

cd -> change directory -> mudar diretório

chmod  atribuir permissão a usuários

r---> leitura ---> 4

w----> escrever ---> 2

x----> executar ---> 1

Buscas no Google

OBS:
LINUX, PYTHON e R --> SÃO CASE SENSITIVE

WINDOWS, GOOGLE e SQL --> NÃO SÃO CASE SENSITIVE

 No contexto de sistemas biométricos, os formatos NIST, XML e JSON são usados para
intercâmbio de dados entre sistemas diferentes, enquanto os testes de acurácia do
[Link] avaliam métricas como a Taxa de Falsos Positivos (FPIR) e a Taxa de Falsos
Negativos (FNIR), que indicam, respectivamente, a probabilidade de identificar
erroneamente um indivíduo como correspondente ou de não reconhecer um indivíduo
registrado.

Inteligência Artificial
IA Forte: simula a inteligência humana completa — raciocina, aprende e resolve problemas de
forma autônoma.

IA Fraca: especializada, sem consciência — foca em tarefas específicas, como


tradução, reconhecimento de imagem ou voz.

ChatGPT: Generative Pre-trained Transformer

Chat: Refere-se à sua capacidade de manter uma conversa interativa com um usuário,
respondendo a perguntas, fornecendo informações e gerando texto de forma conversacional.

Generative: Indica que o modelo é capaz de gerar texto novo e original, em vez de
simplesmente reproduzir informações existentes. Ele pode criar parágrafos, poemas, códigos
de programação, roteiros, e muito mais.

Pre-trained: Significa que o modelo passou por um extenso processo de treinamento em uma
vasta quantidade de dados textuais da internet antes de ser disponibilizado aos usuários. Esse
pré-treinamento permite que ele aprenda padrões de linguagem, fatos sobre o mundo e
diferentes estilos de escrita.

Transformer: É a arquitetura de rede neural específica utilizada no desenvolvimento do


modelo. A arquitetura Transformer é particularmente eficaz no processamento de sequências
de dados, como texto, e permite que o modelo entenda o contexto e as relações entre as
palavras em uma frase ou parágrafo.

Machine Learning
 TF-IDF é uma técnica de pré-processamento de texto, usada para medir a importância
de uma palavra em um documento dentro de um conjunto de documentos (corpus).

 SOFTMAX  força a saída de uma rede neural a representar a probabilidade dos


dados serem de uma das classes definidas, usando conhecimentos estatísticos

 Modelos de regressão linear são sensíveis a outliers

 SUPERVISIONADO --> modelo é treinado com dados de entrada e saída


NÃO SUPERVISIONADO --> somente dados de entrada
UNDERFITTING  treina mal e joga mal (ALTO VIÉS, BAIXA VARIÂNCIA)

OVERFITTING  treina bem e joga mal (BAIXO VIÉS, ALTA VARIÂNCIA)

Teoria Geral de Sistemas


Característica
Cascata (Waterfall) Iterativo e Incremental Espiral
Principal

Cíclico/Repetitivo
Linear/Sequencial Cíclico/Espiralado (foco em
Fluxo (entregas parciais
(uma fase após a outra) risco a cada volta)
frequentes)

Média/Alta (adapta a
Baixa (difícil mudar Alta (gerencia e incorpora
Flexibilidade mudanças em novas
requisitos) riscos e mudanças)
iterações)

Feedback Tardio (só no final do Frequente (a cada Frequente (a cada


Cliente projeto) entrega de incremento) protótipo/incremento)

Gestão de Pobre (riscos Boa (identifica riscos Excelente (principal foco


Risco descobertos tarde) mais cedo) em cada ciclo)

Projetos com
Projetos com requisitos Projetos grandes,
Uso Ideal requisitos fixos e
evolutivos ou incertos complexos e de alto risco
claros

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