Firewall e Proxy
Firewall Proxy Filtro de Pacotes
Camada de Rede ou Aplicação Camada de Aplicação Camada de Rede ou Transporte
Protege tráfego malicioso de rede, só Tipo de firewall, atua entre o Tipo de firewall, filtra cabeçalhos
aceitando receber e enviar dados de e computador cliente e o provedor, dos pacotes, a partir de regras
para sítios seguros. Apenas abre e fecha filtrando o que pode ou não ser preestabelecidas do que é ou não
portas, não determina o que pode ou acessado na rede. Estabelece permitido.
não ser acessado. política de comportamento. É
para cache.
IDS: Passivo. Detecta (sniffers, invasores, hackers) e ALERTA, mas não bloqueia ataques na rede.
IPS: Ativo. Detecta (sniffers, invasores, hackers) e BLOQUEIA ataques na rede.
firewall NÃO é antispyware, e NÃO faz uso de criptografia e NÃO faz backup
O Firewall só age protegendo contra ameaças que venham da rede e não de um
ataque interno, como um pendrive infectado, por exemplo.
Sniffers é um cachorro caramelo que fica na frente de sua casa cheirando a comida que chega
pelo ifood, esperando um vacilo para abocanhar a sacola de comida.
Firewall é o porteiro que só tem controle do portão para dentro.
IDS é um pinscher que detecta o cachorro caramelo e fica latindo. (detecta sniffers, invasores,
hackers)
IPS é um pitbull que previne a entrada do cachorro caramelo cheirador de comida (mais
voltado para invasão)
Cabeamento e Meios de Transmissão
Windows
Microsoft Defender Antivírus: Protege contra malware, vírus e outras ameaças, realizando
verificações no sistema e bloqueando arquivos suspeitos.
Microsoft Defender SmartScreen: Atua principalmente na navegação na web, ajudando a
evitar sites maliciosos, downloads perigosos e ataques de phishing.
O tamanho máximo do nome de uma pasta é de 260 caracteres - (LINUX - 255
caracteres)
PROIBIDO UTILIZAR OS CARACTERES:
Windows = Não é Case-sensitive
Google = Não é case-sensitive
SQL = Não é case-sensitive
----------------------------------------
Linux = É case-sensitive
Python = É case-sensitive
Linguagem R = É case-sensitive
BITLOCKER:
Criptografa unidade de DISCO
Não pode criptografar apenas arquivos separados, só o Disco inteiro.
Internet x Extranet
Internet: qualquer um do público
Extranet: clientes, parceiros e fornecedores
Intranet: pessoas da organização (funcionários, colaboradores, servidores da instituição)
OBS: Todos utilizam OS MESMOS PROTOCOLOS
Intranet é para funcionários, falou em terceiros ou fornecedores, está se referindo a extranet.
Computação em Nuvem
Tipos de Nuvem
Nuvem Pública: Recursos são compartilhados entre vários clientes e gerenciados pelo
provedor (ex: AWS, Azure, Google Cloud).
Nuvem Privada: Infraestrutura exclusiva de uma organização, garantindo mais controle e
segurança.
Nuvem Comunitária: Compartilhada por várias organizações com interesses comuns (ex:
setor governamental, instituições de saúde).
Nuvem Híbrida: Combinação de duas ou mais nuvens (pública, privada ou comunitária),
permitindo flexibilidade e escalabilidade.
IaaS --> cliente tem maior autonomia, é mais personalizável (fazer a pizza do 0)
PaaS --> cliente ainda pode personalizar, mas com menos autonomia (comprar a
massa pronta e rechear a pizza)
SaaS --> cliente não tem autonomia nenhuma, só compra pronto e utiliza o serviço
(comprar a pizza pelo iFood)
Backup
Fitas:
armazenamento barato, seguro e de longo prazo
HDDs/SSDs:
performance, acesso aleatório e restores rápidos
Backup Normal - Copia todos os arquivos selecionados e os marca como backup
Backup de Cópia - Copia todos os arquivos selecionados, mas não marca como backup.
Backup Incremental - Copia somente os criados e modificados até o último backup e marca
como backup.
Backup Diferencial - Copia somente os criados e modificados até o último backup
completo, mas não marca como backup.
Backup Diário - Copia somente os criados e modificados no dia e não marca como backup.
Segurança da Informação
Certificados Digitais
Para um certificado X.509 ser confiável, ele precisa:
o Ser emitido por uma Autoridade Certificadora (AC) confiável
o Possuir uma assinatura digital válida
o Estar dentro do prazo de validade
o Não constar em listas de revogação (CRL)
o Ter sua cadeia de certificação completa e válida
Assinaturas Digitais
CONFIABILIDADE DAS ASSINATURAS
QUALIFICADO: Assinatura de maior confiabilidade, com validação jurídica robusta, exigindo
certificados digitais específicos e verificações rigorosas de identidade.
AVANÇADO: Alto nível de segurança, utiliza certificados digitais e autenticação de
dois fatores, porém com requisitos menos rigorosos que o qualificado. (NÃO É EMITIDA PELA
ICP-Brasil)
SIMPLES: Assinatura básica, sem certificado digital, validada por métodos convencionais (e-
mail, senha) e menor rastreabilidade.
OBS: além da INA, também garante CONFIABILIDADE (confidencialidade não!!)
CG ICP-Brasil
O Comitê Gestor da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (CG ICP-Brasil exerce a
função de autoridade gestora de políticas da ICP-Brasil, vinculado à Casa Civil da Presidência
da República.
O CG ICP-Brasil tem por finalidade atuar na formulação e controle da execução das políticas
públicas relacionadas à ICP-Brasil, inclusive nos aspectos de normatização e nos
procedimentos administrativos, técnicos, jurídicos e de segurança, que formam a cadeia de
confiança da ICP-Brasil.
O CG ICP-Brasil é composto por 12 (doze) membros, sendo 5 (cinco) representantes da
sociedade civil, integrantes de setores interessados, e sete representantes dos órgãos
Autoridades
Entidade Função principal
AC emite, gerencia e revoga (mas pode fazer outras)
AR identifica, cadastra e valida (principal)
AC Raiz Regulamenta, fiscaliza e mantem a estrutura toda
Nível 1
Emitem certificados para outras ACs, consideradas de segundo nível
Podem ser entidades públicas ou privadas
Nível 2
Também são chamadas de AC Final
Emitem Certificados Digitais para pessoas físicas e jurídicas
Podem ser entidades públicas ou privadas
Hashes Criptográficos
Salting: Técnica de segurança
- Adiciona uma cadeia aleatória de números a uma senha antes de aplicar o hash, chamada
"salt".
Ameaças aos sistemas computacionais
SQL Injection: Permite que um atacante insira comandos SQL maliciosos em
consultas, potencialmente acessando ou manipulando dados do banco de dados.
LDAP Injection: Explora vulnerabilidades em aplicações que utilizam o protocolo
LDAP para manipulação de Diretórios, permitindo que o atacante modifique
consultas LDAP.
XSS (Cross-Site Scripting): Permite que um atacante injete scripts maliciosos em
páginas web visualizadas por outros usuários, podendo roubar informações como
cookies ou redirecionar os usuários para sites maliciosos.
Cross-Site Request Forgery (CSRF): Um ataque que engana um usuário autenticado
para que execute ações indesejadas em uma aplicação web na qual ele está
autenticado. O atacante envia uma solicitação maliciosa ao servidor em nome da
vítima, usando suas credenciais (se passa pelo usuário)
SSRF (server-side request forgery): tipo de falha que ocorre sempre que aplicativos
web buscam recursos remotos sem validar a URL fornecida pelo usuário.
SMiSshing: SMS (é um ataque de engenharia social que usa mensagens de texto
falsas para enganar pessoas a fazer o download de malware, compartilhar
informações confidenciais ou enviar dinheiro a criminosos cibernéticos.)
Spoofing (=Falsificação): é uma técnica em que um atacante falsifica a identidade de
um dispositivo ou usuário, com o objetivo de enganar outro dispositivo ou usuário,
fazendo com que este acredite que está se comunicando com uma fonte confiável
Port Scanning: é como bater em várias portas de uma casa para ver quais estão
abertas. Mas, em vez de uma casa, estamos falando de um computador ou
servidor conectado à internet.
Como se proteger?
✅ Usar um firewall para bloquear acessos indevidos.
✅ Fechar portas desnecessárias que não estão sendo usadas.
✅ Monitorar o tráfego da rede para detectar tentativas de varredura.
OBS: PODE SER UTILIZADO DE FORMA LEGÍTIMA POR UMA EMPRESA (para verificar
as deficiências existentes em sua segurança)
XSS --> utiliza JavaScript
SQL Injection --> comandos SQL.
XSS:
Ransomware
o Ransomware locker: impede que acesse o equipamento infectado.
o Ransomware crypto: impede que acesse dados no equipamento.
o Diskcoder: Criptografa completamente o HD (impossível acessar);
o Locker-screen: Travar a tela do computador (impossível acessar);
o Pin locker: muda os códigos de acesso ao sistema.
OBS: para o CESPE, o ataque de ransomware só pode ser combatido pelo backup
(antivírus também auxiliam)
Trojan
Firewall e Proxy
Um Web Application Firewall (WAF) é um firewall especializado na proteção de
aplicações web contra ataques como injeção de SQL (SQLi), Cross-Site Scripting (XSS) e
ataques de negação de serviço (DDoS).
Ele atua filtrando, monitorando e bloqueando tráfego HTTP/HTTPS malicioso antes que
ele chegue à aplicação.
Qualquer WAF protege vários sites ao mesmo tempo
- pfSense é um sistema de firewall e roteador que é construído usando o sistema
operacional FreeBSD.
Ele utiliza interface gráfica ou comandos shell
Tipos de Malwares
1. VÍRUS: não é auto-replicante, depende de um hospedeiro e da ação do usuário
(INSERE CÓPIAS DE SI MESMO EM UM ARQUIVO, E ESPERA ELE SER EXECUTADO)
2. WORM: auto-replicante, não depende de um hospedeiro.
(ENVIA CÓPIAS DE SI MESMO PARA DIVERSOS LUGARES)
3. BACKDOOR: permite retorno do invasor, ''porta dos fundos''.
4. BOT/BOTNET: rede zumbi, controle remoto dos computadores.
5. TROJAN/CAVALO DE TROIA: presente do mal parece inofensivo, mas é prejudicial.
6. PHISHING: finge-se de sites da área ''financeira'', ou seja, sites fraudulentos.
7. ROOTKIT: esconde-se, camufla-se de supostas verificações de antivírus.
8. TRAPDOORS: falhas de programação.
9. SPYWARE: monitoramento de atividades. DIVIDE-SE EM: Keylogger: captura a
digitação do teclado Screenlogger: registra o movimento do mouse;
e Adware: mostra propagandas.
10. PHARMING: o usuário digita uma URL e é redirecionado para outra URL falsa
(LEMBRAR QUE PHARMING É UMA ESPÉCIE DE PISHING)
11. RANSOMWARE: é um tipo de código malicioso que torna inacessíveis os dados
armazenados em um equipamento, geralmente usando criptografia, e que exige
pagamento de resgate (ransom) para restabelecer o acesso ao usuário. O pagamento
do resgate geralmente é feito via bitcoins.
OBS: VÍRUS DE SCRIPT É O ÚNICO QUE PODE OCORRER DE FORMA AUTOMÁTICA
Antivírus
Heurística: detecta ameaças novas, mas gera mais falsos positivos.
Assinatura: detecta apenas ameaças conhecidas, menos falsos positivos.
Nenhum método é imune a falsos positivos.
Algoritmos de criptografia
o único algoritmo de cifra de fluxo "famoso" é o RC4. O resto é tudo por bloco
Redes de Computadores
Modelo OSI
as camadas são projetadas para operar com um grau alto de independência umas das
outras
Vantagens do modelo OSI:
Decomposição dos componentes da rede em partes que são menores
Padronização dos componentes presentes na rede
Comunicação entre diversos tipos de hardware e software
Evita que alterações em uma camada afetem as configurações de outra (pois são
independentes)
A QUALIDADE DO SERVIÇO DE UMA REDE É DETERMINADA PELO FLAMENGO
CRFL Clube de Regatas do Flamengo
Confiabilidade
Retardo
Flutuação
Largura de Banda
Física = bits
Enlace = quadros/frames
Rede= pacotes/datagramas
Transporte= segmentos
Sessão = dados
Apresentação= dados
Aplicação = dados
Camada de SESSÃO:
Sessão da CGS
Controle de diálogo
Gerenciamento de token
Sincronização
Camada de APRESENTAÇÃO:
Apresentação de TCC
Tratamento dos dados
Compactação
Criptografia
3-Way Handshake
O 3-way handshake é o processo em três etapas usadas pelo protocolo TCP, da camada de
transporte, para estabelecer uma conexão confiável entre dois dispositivos. Ele envolve a
troca de mensagens SYN, SYN-ACK e ACK. É por meio desse processo que o TCP é classificado
como orientado à conexão.
Solicitação (SYN) → O cliente inicia pedindo a conexão. “Oi, quero me conectar com
você.”
Confirmação (SYN-ACK) → O servidor aceita e confirma a solicitação. “Ok, aceito. Estou
pronto também.”
Confirmação final (ACK) → O cliente confirma que recebeu a resposta do servidor.
“Perfeito, vamos começar a troca de dados.”
OBS: apesar de ser utilizado no TCP (orientado à conexão), o 3-Way Handshake não é
orientado à conexão
Comutações
Comutação de pacotes: Não requer estabelecimento prévio de caminho. Os pacotes são
enviados independentemente, podendo seguir rotas diferentes.
Comutação de circuitos: Exige estabelecimento prévio de um caminho dedicado entre origem
e destino antes da transmissão dos dados.
TCP e UDP
TCP:
Não admite multicast e broadcast.
As conexões são full-duplex, ponto a ponto ou unicast
Ponto a ponto:
1. Pois ele é orientado à conexão
2. Possui 1 transmissor e 1 receptor
UTILIZA o checksum
Não cifra os dados por padrão (é necessário protocolos adicionais como VPNs e TLS)
UDP:
Admite multicast, broadcast, unicast
Multiponto:
1. Pois não é orientado à conexão
2. Possui vários destinatários
Checksum facultativo
UTILIZA demultiplexação
Cabeamento
Cabo coaxial:
Fio central de cobre envolto em blindagem metálica
Resistente a interferência eletromagnética, graças a essa blindagem
Distâncias maiores que cabo de par trançado, porém, taxa de transmissão menor
Conector utilizado: BNC
Cabo par trançado:
4 pares de fios trançados
UTP: não blindado
STP: blindados (Sim, blindado)
Mais utilizado, mais barato e mais flexível, porém, distâncias de uso são
menores
Conector utilizado: RJ45
Existem diversas categorias: CAT3, CAT4, CAT5, CAT5E, CAT6, CAT6A, CAT7,
CAT7A, CAT8
Distâncias máximas recomendadas normalmente são até 100m
Conexão full-duplex (alguns pares transmitindo, e outros recebendo dados).
Ethernet
Bizu da ordem alfabética: "E F G - 10 100 1000"
Ethernet 10 Mbps (802.3)
Fast Ethernet 100 Mbps (802.3u)
Gigabit Ethernet 1000 Mbps (1Gbps) (802.3z ou 802.3ab)
OBS: O 802.3an tem velocidade de até 10GB
O CMSA/CD só é utilizado até o padrão Gigabit Ethernet (pois ainda utiliza o Half-Duplex)
NO 10-GIGABIT ETHERNET, DEIXOU DE UTILIZAR O HALF-DUPLEX (UTILIZA-SE O FULL), POR
ISSO NÃO É NECESSÁRIO USAR O CSMA/CD (QUE REALIZA O CONTROLE DE COLISÕES)
Protocolos 802.11
Wi-Fi conjunto de tecnologias de rede sem fio baseadas no padrão IEEE 802.11
802.11a 5 GHz
Todos são 20 mhz ou menos, exceto o NAC:
IEEE 802.11N --> 20 ou 40 MHz
IEEE 802.11AC --> 20 ou 40 ou 80 ou 160 MHz
802.11n -> aNbas = 2,4 e 5 GHz
802.11ac -> Apenas Cinco = 5 GHz
WLAN
· PAN (PERSONAL AREA NETWORK): Cm a poucos Metros (Rede de computadores pessoal
– tablet, celular, notebook)
· LAN (LOCAL AREA NETWORK): Centenas de metros a alguns Km (Rede de computadores
de lares, escritórios, prédios)
· MAN (METROPOLITAN AREA NETWORK): Dezenas de Km (Rede de computadores entre
uma matriz e filiais em uma cidade)
· WAN (WIDE AREA NETWORK): Dezenas a milhares de Km (Rede de computadores entre
cidades, países e continentes)
OBS: As redes (WAN/MAN/LAN/PAN) são classificadas EXCLUSIVAMENTE por suas limitações
físicas (abrangência)
Outros Protocolos
RARP:
tenho o MAC e quero o IP
ARP:
tenho o IP e quero o MAC
OBS: associe as iniciais com vogais para facilitar
Protocolo DNS: Faz a tradução de IP para nome e nome para IP
Seu tamanho é ILIMITADO, e está distribuído em várias máquinas
HTTPS - com criptografia
WWWS - página segura
Portas
SMTP 25
DNS 53
HTTP 80
HTTPS 443
SSH 22
DNS usa tanto o TCP (para atualizações), quanto o UDP (para consultas)
OBS: ESSAS PORTAS SÃO AS DE DESTINO; QUEM FAZ A REQUISIÇÃO (ORIGEM) PODE USAR
QUALQUER PORTA
Python
Linguagem multiplataforma;
Suporta programação estrutural, orientada, funcional e procedimental;
Linguagem de alto nível;
Interpretada;
Multiparadigmas;
Case sensitive;
Utiliza conjunto pequeno de palavras;
Libera memória automaticamente daquilo que não está utilizando.
Dinamicamente tipada
Em Phyton, um nome NÃO pode começar com nº; ter hífen; ter espaço; ter hashtag.
[L] Lista
(T) Tupla
{D} Dicionário.
Dados
CAPA LAMP (como uma capa de super-herói da PF que brilha igual uma lamp)
C – Completos
A – Acessíveis
P – Primários
A – Atuais
L – Livres de licenças
A – Acesso não discriminatório
M – Máquina (processáveis por máquina)
P – Formatos não proprietários
LINUX
Comandos
1. / – Diretório raiz.
2. /bin – Diretório onde estão os arquivos executáveis e comandos essenciais do
sistema.
3. /boot – Diretório onde estão os arquivos necessários para iniciar o sistema. Aqui
é onde fica localizada a imagem do Kernel do Linux.
4. /dev – Diretório onde estão os arquivos de dispositivos do sistema, como discos,
cd-roms, terminais etc.
5. /etc – Diretório onde estão localizados os arquivos de configuração do sistema.
6. /home – Diretório que geralmente é usado pelos usuários.
7. /lib – Diretório onde estão localizadas as bibliotecas essenciais ao sistema,
utilizadas pelos programas em /bin e módulos do Kernel.
8. /mnt – Diretório vazio. Este diretório geralmente é utilizado para pontos de
montagem de dispositivos.
9. /proc – Diretório que possui informações do Kernel e de processos.
10. /opt – Diretório onde estão localizados os aplicativos instalados que não
venham com o Linux.
11. /root – Diretório do superusuário(root). Em algumas distribuições ele pode ou
não estar presente.
12. /sbin – Diretório onde estão os arquivos essenciais do sistema, como aplicativos,
utilitários para administração do sistema. Normalmente só o superusuário(root) tem
acesso aos arquivos.
13. /tmp – Diretório de arquivos temporários.
14. /usr – Diretório de arquivos pertencentes aos usuários e a segunda maior
hierarquia de diretórios no Linux.
15. /var – Diretório onde são guardadas informações variáveis ao sistema, como
arquivos de logs etc…
u$uário $
root #
pwd - pathway directory - caminho do diretório atual
passwd - password - trocar senha
df - disk free - espaço livre
du - disk usage - espaço usado
cat – concatenar textos
head - primeiras linhas de um arquivo de texto
tail - últimas linhas de um arquivo de texto
mv - mover ou renomear
top - aferir uso da cpu e memória
ls - mostra o conteúdo de um diretório
ps - exibe os processos em execução
grep - mostra as ocorrências de determinada palavra num arquivo de texto.
file – mostra o tipo de arquivo
cd -> change directory -> mudar diretório
chmod atribuir permissão a usuários
r---> leitura ---> 4
w----> escrever ---> 2
x----> executar ---> 1
Buscas no Google
OBS:
LINUX, PYTHON e R --> SÃO CASE SENSITIVE
WINDOWS, GOOGLE e SQL --> NÃO SÃO CASE SENSITIVE
No contexto de sistemas biométricos, os formatos NIST, XML e JSON são usados para
intercâmbio de dados entre sistemas diferentes, enquanto os testes de acurácia do
[Link] avaliam métricas como a Taxa de Falsos Positivos (FPIR) e a Taxa de Falsos
Negativos (FNIR), que indicam, respectivamente, a probabilidade de identificar
erroneamente um indivíduo como correspondente ou de não reconhecer um indivíduo
registrado.
Inteligência Artificial
IA Forte: simula a inteligência humana completa — raciocina, aprende e resolve problemas de
forma autônoma.
IA Fraca: especializada, sem consciência — foca em tarefas específicas, como
tradução, reconhecimento de imagem ou voz.
ChatGPT: Generative Pre-trained Transformer
Chat: Refere-se à sua capacidade de manter uma conversa interativa com um usuário,
respondendo a perguntas, fornecendo informações e gerando texto de forma conversacional.
Generative: Indica que o modelo é capaz de gerar texto novo e original, em vez de
simplesmente reproduzir informações existentes. Ele pode criar parágrafos, poemas, códigos
de programação, roteiros, e muito mais.
Pre-trained: Significa que o modelo passou por um extenso processo de treinamento em uma
vasta quantidade de dados textuais da internet antes de ser disponibilizado aos usuários. Esse
pré-treinamento permite que ele aprenda padrões de linguagem, fatos sobre o mundo e
diferentes estilos de escrita.
Transformer: É a arquitetura de rede neural específica utilizada no desenvolvimento do
modelo. A arquitetura Transformer é particularmente eficaz no processamento de sequências
de dados, como texto, e permite que o modelo entenda o contexto e as relações entre as
palavras em uma frase ou parágrafo.
Machine Learning
TF-IDF é uma técnica de pré-processamento de texto, usada para medir a importância
de uma palavra em um documento dentro de um conjunto de documentos (corpus).
SOFTMAX força a saída de uma rede neural a representar a probabilidade dos
dados serem de uma das classes definidas, usando conhecimentos estatísticos
Modelos de regressão linear são sensíveis a outliers
SUPERVISIONADO --> modelo é treinado com dados de entrada e saída
NÃO SUPERVISIONADO --> somente dados de entrada
UNDERFITTING treina mal e joga mal (ALTO VIÉS, BAIXA VARIÂNCIA)
OVERFITTING treina bem e joga mal (BAIXO VIÉS, ALTA VARIÂNCIA)
Teoria Geral de Sistemas
Característica
Cascata (Waterfall) Iterativo e Incremental Espiral
Principal
Cíclico/Repetitivo
Linear/Sequencial Cíclico/Espiralado (foco em
Fluxo (entregas parciais
(uma fase após a outra) risco a cada volta)
frequentes)
Média/Alta (adapta a
Baixa (difícil mudar Alta (gerencia e incorpora
Flexibilidade mudanças em novas
requisitos) riscos e mudanças)
iterações)
Feedback Tardio (só no final do Frequente (a cada Frequente (a cada
Cliente projeto) entrega de incremento) protótipo/incremento)
Gestão de Pobre (riscos Boa (identifica riscos Excelente (principal foco
Risco descobertos tarde) mais cedo) em cada ciclo)
Projetos com
Projetos com requisitos Projetos grandes,
Uso Ideal requisitos fixos e
evolutivos ou incertos complexos e de alto risco
claros