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Reconciliação e Esperança em Cristo

A lição desta semana aborda a reconciliação e esperança através da morte de Cristo, que permite a reconciliação individual com Deus. Paulo enfatiza a importância de permanecer firme na fé e a revelação do mistério de Deus, que é o plano de salvação para todos. O foco da pregação de Paulo é apresentar cada pessoa perfeita em Cristo, promovendo crescimento e maturidade espiritual.
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Reconciliação e Esperança em Cristo

A lição desta semana aborda a reconciliação e esperança através da morte de Cristo, que permite a reconciliação individual com Deus. Paulo enfatiza a importância de permanecer firme na fé e a revelação do mistério de Deus, que é o plano de salvação para todos. O foco da pregação de Paulo é apresentar cada pessoa perfeita em Cristo, promovendo crescimento e maturidade espiritual.
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Lição 9 ADULTOS 21 a 27 de

Fevereiro

Reconciliação e esperança

Sábado, 21 de Fevereiro
Leia para o estudo desta semana: Colossenses 1:20-29; Efésios 5:27; 3:17; Romanos
8:18; Efésios 1:7-10; 3:3-6; Provérbios 14:12
Verso para memorizar: “Aquele que não conheceu pecado, Deus O fez pecado por
nós, para que, Nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21).

P aulo continua o tema da reconciliação, que foi tão vividamente destacado em


Colossenses 1:20 (ver Lição 8, quinta-feira). Ali ele descreveu o seu alcance
cósmico, enquanto o que se segue torna-se pessoal e individual. Por meio de Sua
morte na cruz, Jesus realizou a reconciliação para todos e para tudo, especialmente
para os seres humanos, que estavam alienados da vida de Deus por causa do pecado,
mas que agora podem ser reconciliados com Ele por meio da fé.
O processo da reconciliação individual é desenvolvido na passagem estudada nesta
semana. Assim como na esfera cósmica, ela acontece por meio da morte de Cristo. No nível
individual,
765259a cruz, longe de ser um símbolo passivo, torna-se uma realidade ativa, com o
amor de Deus transformando as pessoas à medida que elas ouvem o evangelho e recebem
o próprio Cristo, a esperança da glória.
Paulo também fala sobre “o mistério que esteve oculto desde os séculos e desde as
gerações” (Colossenses 1:26). Qual é esse mistério e tudo o que ele contempla — para o
indivíduo e para o universo? Como esse “mistério” se relaciona com o evangelho que Paulo
proclamou com tanta paixão?

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 28 de Fevereiro.

.
[Link]
Domingo 22 de Fevereiro

Reconciliados de obras más

Leia Colossenses 1:21 e 22. O que significa dizer que estávamos “separados de Deus” e
éramos “inimigos Dele”? O que a morte de Cristo obtém por nós? Veja também
Efésios 5:27.

Paulo sempre pintou um quadro sombrio da humanidade, pelo menos da humanidade


à parte da justiça de Cristo. E quem hoje, quase dois mil anos depois, poderia discordar
desse sentimento? Alguém certa vez disse que a única doutrina cristã que não precisa ser
aceita pela fé é a pecaminosidade da humanidade.
No entanto, desde a entrada do pecado, Deus tomou a iniciativa de nos reconciliar
consigo mesmo, por mais maus que sejamos. Ou seja, desde o início, Deus tem trabalhado
para resolver o problema do pecado, ainda que a solução só pudesse ser encontrada em
Sua própria morte na cruz.
No Éden, Ele chamou Adão, Sua obra-prima da criação: “Onde estás?” (Gênesis 3:9).
E hoje, Ele continua a buscar Sua única ovelha perdida — nós. Ele nos procura um por
um. Ele tem um plano perfeito para nos alcançar, aplicando a promessa embrionária do
evangelho de Gênesis 3:15, colocando inimizade entre nós e Satanás.
Às vezes, o evangelho é tornado tão complicado e teórico que passa a ter pouco
significado prático para a vida do século vinte e um. Mas, na realidade, ele é bastante
simples e direto.
O evangelho tem três partes:

- Primeiro, porque somos incapazes de salvar a nós mesmos, Jesus veio e morreu por
nossos pecados. (Ver Romanos 5:6–8.)
- Segundo, ao aceitarmos Sua morte como sendo a nossa, por meio da fé, do
arrependimento e do batismo, somos justificados e libertos da condenação do pecado.
(Ver Romanos 5:9–11; Romanos 6:6, 7.)
- Terceiro, a vida que agora vivemos é o resultado de estarmos unidos a Cristo,
experimentando Seu poder recriador e o fato de Ele viver Sua vida em nós. (2 Coríntios
5:17–21; Gálatas 2:20.)
Essas não são necessariamente etapas ou eventos separados. Elas podem acontecer
todas de uma vez, assim que estamos prontos para aceitar Jesus em nossa vida. E podem
ser renovadas todos os dias, à medida que nos entregamos a Ele a cada manhã.
Independentemente de como cada um de nós tenha experimentado a obra salvadora de
Cristo em nossa vida, o fundamento sempre repousa sobre a morte de Jesus. A ela
devemos sempre retornar.
Quando você reflete sobre si mesmo, sobre o seu caráter e o que há de mais profundo
em seu ser, o que isso revela sobre sua necessidade da cruz?
[Link]
Segunda-feira 23 de Fevereiro

Se permanecer na fé

Leia Colossenses 1:23. O que você entende sobre permanecer “alicerçados e firmes” na
fé? (Veja também Colossenses 2:5; Efésios 3:17.)

Há quatro tipos diferentes de declarações condicionais com “se” na língua grega, cada
uma com nuances distintas. A que inicia Colossenses 1:23 pressupõe que a condição é
verdadeira. Ou seja, Paulo encoraja os colossenses com o pensamento de que eles, de fato,
continuarão na fé. Como Paulo logo indica, ele já viu evidências da fé e da firmeza deles
(Colossenses 2:5). No entanto, a esperança deles ainda é condicional, dependendo de
permanecerem no caminho da fé no qual entraram.
Essa ideia de perseverar é o significado da palavra grega traduzida como “continuar”
(Colossenses 1:23). Ela é usada para descrever os escribas e fariseus que continuaram a
exigir de Jesus uma resposta sobre o que deveria ser feito com a mulher apanhada em
adultério (João 8:7); também é usada a respeito de Pedro, que continuou a bater à porta
depois que Rode reconheceu sua voz, mas deixou a porta trancada e correu para dentro
para contar aos outros (Apóstolos 12:16). Ela também é usada por Paulo ao encorajar
Timóteo a permanecer fiel às instruções doutrinárias e práticas que lhe havia dado
(1Timóteo 4:16). O significado aqui é semelhante, exceto pelo fato de ser aplicado aos
crentes de modo geral.
Como veremos na lição da próxima semana, Paulo está preocupado com a
possibilidade de os colossenses passarem a buscar formas de salvação baseadas em
esforços humanos, em vez de se manterem firmes na esperança oferecida pelo evangelho
(ver, por exemplo, Colossenses 2:8, 20–22). A palavra “fundamentados” refere-se a ter
estabelecido um alicerce sólido de fé e amor, baseado na Palavra de Deus (ver Mateus
7:25; Efésios 2:20; Efésios 3:17).
Relacionada a essa ideia está a palavra grega traduzida como “firmes”, que se refere
a uma estrutura imóvel e, por extensão, a um cristão que não pode ser “removido da
esperança do evangelho” (Colossenses 1:23). A mesma palavra é usada em Primeira Carta
aos Coríntios 15:58: “sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor,
sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão”.
Em contraste com a crença comum de “uma vez salvo, salvo para sempre”, Paulo está
dizendo algo completamente diferente.
Qual é a importância de perseverar no exercício da fé? Por que é essencial tomar
sempre uma decisão consciente de continuar vivendo a fé? O que acontecerá se você
não fizer isso?

[Link]
Terça-feira 24 de Fevereiro

O plano eterno de Deus

Leia Colossenses 1:24 e 25. O que Paulo escreveu sobre o sofrimento que experimentava
por causa de Cristo?

Embora Paulo tenha escrito Colossenses enquanto estava sob prisão domiciliar em
Roma, talvez o seu maior sofrimento tenha sido o fato de não poder trabalhar intensamente
de lugar em lugar e de casa em casa, como fizera anteriormente (Atos 20:20). Essas aflições
(ou tribulações), das quais Cristo havia advertido (Mateus 24:9; João 16:33), “não podem
ser comparadas com a glória que em nós há de ser revelada” (Romanos 8:18). Esse é o
quadro mais amplo. Assim como Paulo havia escrito aos cristãos em Filipos, agora ele
também se alegra, ao escrever aos colossenses, por causa de seus sofrimentos, que são para
benefício deles (Colossenses 1:24).
Paulo pode estar preso, mas “a palavra de Deus não está algemada” (2 Timóteo 2:9).
Enquanto Paulo estava nesse confinamento, também foram escritas aos Filipenses, aos
Efésios e a Filemom. Após sua libertação, Deus o inspirou a escrever os importantes
conselhos encontrados em 1Timóteo e Tito. Depois, durante sua prisão final em uma cadeia
romana, ele escreveu 2Timóteo. Em resumo, esses últimos anos proporcionaram a Paulo a
oportunidade de escrever uma parte significativa do Novo Testamento, que provavelmente
incluiu a Carta aos Hebreus.
O plano eterno de Deus previa tudo isso e muito mais. A palavra grega que Paulo usa
em Colossenses 1:25, geralmente traduzida como “dispensação” ou “mordomia”, é
oikonomia. Usada em um sentido mais restrito (como, por exemplo, em 1 Timóteo 1:4), ela
se refere ao “modo de Deus ordenar as coisas”. — Luke Timothy Johnson, The First and
Second Letters to Timothy (Nova York: Doubleday, 2001), p. 164. Isso incluiria o
apostolado de Paulo. Mas, em um sentido mais amplo, inclui todas as provisões que Deus
fez no plano da salvação. O ministério de Paulo, dos outros apóstolos e até mesmo dos
profetas do Antigo Testamento (Efésios 2:20; Efésios 3:5), incluindo Moisés, foi planejado
“para cumprir a palavra de Deus” (Colossenses 1:25), tudo em conexão com esse plano
divino.
Embora analisemos esse tema com mais profundidade no estudo de amanhã, é útil
observar, neste ponto, que Paulo reconhecia seu ministério como apenas uma pequena parte
de um plano divino muito maior e de longo alcance, que começou a ser posto em prática
“desde a fundação do mundo” (Mateus 13:35; Efésios 1:4).
Como as decisões, grandes ou pequenas, encaixam-se no plano maior de Deus? Será
que existem decisões “pequenas”? Como decisões assim podem ter resultados muito
mais amplos que só se tornarão evidentes no futuro?
[Link]
Quarta-feira 25 de Fevereiro

O mistério de Deus é revelado

Leia Colossenses 1:26 e 27. Paulo mencionou duas vezes o “mistério”. Que mistério é
esse?
________________________________________________________________________

Em outro lugar, Paulo se refere ao “mistério de Deus”, que é o propósito eterno de


Deus, “ordenado antes dos séculos para nossa glória” (1 Coríntios 2:7) e revelado por meio
do plano da salvação. Pedro fala dessa verdade como algo que os profetas anteciparam e no
qual “os anjos desejam atentar” (1 Pedro 1:10–12). Esse plano foi concebido “antes da
fundação do mundo” (1 Pedro 1:20) e “mantido em segredo desde o princípio do mundo”
(Romanos 16:25). No entanto, por meio da vida, morte e ressurreição de Cristo, esse mistério
foi revelado (2 Coríntios 3:14).

Como os textos abaixo sobre o mistério de Deus nos ajudam a entender diferentes
aspectos do plano da salvação?
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1. Efésios 1:7–10; Efésios 3:3–6

Em última análise, “todas as coisas”, tanto no céu como na terra, serão reunidas em
plena unidade em Cristo. Esse foi o foco da oração de Cristo em Evangelho de João 17.
Exatamente como isso aconteceria era um mistério que agora foi revelado por meio do
evangelho.
Por que Deus nos amaria tanto a ponto de dar Jesus, o tesouro inestimável do céu, para
a nossa salvação, será objeto de estudo por toda a eternidade. Mas sabemos isto: Cristo
“morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele
que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5:15). Como resultado, todos os que creem
em Cristo, tanto judeus como gentios, participam igualmente das promessas de Deus por
meio do evangelho e foram reunidos em um só corpo, a igreja.
A expressão “Cristo em vós” (Colossenses 1:27) refere-se à habitação de Cristo no
coração, pela fé (Efésios 3:17; comparar Gálatas 2:20). Essa união espiritual com Cristo
capacita os crentes, já agora, a “assentar-se nos lugares celestiais” (Efésios 2:6) e a provar
“os poderes do mundo vindouro” (Hebreus 6:5). Por meio da presença de Cristo em nossa
vida, Ele já está22 de setembro
começando a nos unir ao céu. É o evangelho atuando no coração dos crentes
que “nos qualificou para participarmos da herança dos santos na luz” (Colossenses 1:12).
[Link]
Quinta-feira 26 de Fevereiro

O poder do evangelho

Leia Colossenses 1:28 e 29. Qual é o foco de Paulo? Por que ele utilizou as expressões
“todos”, “cada um” e “cada pessoa”?

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O foco da pregação de Paulo era Cristo, e este crucificado (1 Coríntios 1:23). De


acordo com Efésios 5:27, o propósito do sacrifício de Cristo é “para apresentar a si mesmo
a igreja gloriosa, sem mancha nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível”.
Assim, o objetivo da pregação do evangelho por Paulo é “apresentar todo ser humano
perfeito em Cristo” (Colossenses 1:28). Ele faz isso ensinando e advertindo — ensinando
os vários pontos da doutrina e da prática cristã (2 Tessalonicenses 2:15; 1 Timóteo 4:11; 1
Timóteo 5:7; Tito 1:9) e advertindo quanto às consequências de rejeitar o evangelho e aos
perigos dos falsos mestres (Atos 20:29–31; Romanos 16:17).
É assim que crescemos para nos tornar cristãos maduros: aceitando os ensinamentos e
atendendo às advertências das Escrituras. A maturidade é um conceito importante. Os pais
de um recém-nascido celebram cada marco do desenvolvimento — as primeiras palavras,
aprender a andar e aprender a ler. Que pai ou mãe não ficaria alarmado se, após vários anos,
seu filho ainda fosse incapaz de andar ou falar? Crescimento e desenvolvimento são
normais e esperados. O mesmo é verdadeiro na vida cristã.
A palavra grega traduzida como “perfeito” ou “maduro” (teleios) significa completo
e sem defeito. Por meio do processo de crescimento cristão, tornamo-nos profundamente
conscientes da profundidade da lei de Deus e de que seus requisitos são “amplíssimos”
(Salmos 119:96). Compreendemos que ela se estende aos “pensamentos e intenções do
coração” (Hebreus 4:12).
Mas precisamos ter cuidado, razão pela qual Paulo usou a palavra “advertindo” em
Colossenses 1:28. O caminho que “parece direito ao homem… é caminho de morte”
(Provérbios 14:12). O discernimento espiritual vem de um conhecimento da Palavra de
Deus guiado pelo Espírito. Os falsos ensinos geralmente contêm alguma verdade, mas
acrescentam ou retiram algo do que a Bíblia diz (ver Isaías 8:20). Este último método
frequentemente tem êxito, se não ao duvidar diretamente do que Deus diz, pelo menos ao
questionar se isso é realmente possível ou se é aplicável aos nossos dias. Precisamos ser
prudentes como as serpentes e simples como as pombas quando se trata de discernir a
verdade doutrinária do erro.
O que significa ser perfeito “em Cristo” (Colossenses 1:28)? Como a compreensão
do que Jesus realizou por nós na cruz nos ajuda a compreender isso?

[Link]
Sexta-feira 27 de Fevereiro

Estudo Adicional: “Não temos justiça própria com a qual possamos atender às
exigências da lei de Deus. Mas Cristo abriu um caminho de escape para nós. . .. Se você se
entregar a Ele e O aceitar como seu Salvador, então, por mais pecaminosa que tenha sido a
sua vida, por amor d´Ele você é considerado justo. O caráter de Cristo toma o lugar do seu
caráter, e você é aceito diante de Deus como se não tivesse pecado.
“Mais do que isso, Cristo transforma o coração. Ele habita em seu coração pela fé. Você
deve manter essa ligação com Cristo pela fé e pela entrega contínua de sua vontade a Ele;
e, enquanto fizer isso, Ele operará em você tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua
boa vontade. . ..
“Portanto, nada temos pelo que nos vangloriar, nenhum motivo para exaltação própria.
Nossa única razão para a esperança está na justiça de Cristo que nos é atribuída, como
resultado da obra do Espírito Santo, o qual atua em nós e por nosso intermédio” (Ellen G.
White, Caminho a Cristo, p. 40, 41).
“Foi dado a mim o esclarecimento muito vívido de que muitos sairiam de nosso meio,
dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios. O Senhor deseja que toda
alma que professa crer na verdade tenha inteligente compreensão do que seja a verdade”
(Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 332).

Questões para discussão:


Leia novamente o verso para memorizar (2Coríntios 5:21). O que significa Cristo
ter Se tornado pecado por nós? Como isso revela que Ele foi nosso Substituto e que,
Nele, nos tornamos “justiça de Deus”?

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____________________________________________________________________________________________

“Uma vez salvo, salvo para sempre”. Por que consideramos essa doutrina
equivocada? Que riscos ela apresenta? Como ter certeza da salvação sem adotar
esse falso ensino?

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Você está alicerçado e firme na fé (Colossenses 1:23)? Compreende bem no que


acredita e por que acredita? O que pode fazer para aprofundar esse entendimento?
Por que é essencial estar alicerçado e firme na fé?

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____________________________________________________________________________________________
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Informativo Mundial da Missão
Mudando o fim de semana de dois dias

Depois de perder dois empregos por causa de sua fé como adventista do sétimo dia,
Rene orou novamente a Deus nas Filipinas. “Senhor”, disse ele, “parece que ser adventista
é apenas para os ricos. Não consigo encontrar um emprego que não exija que eu trabalhe
aos sábados. Como vamos sobreviver?”

Mesmo tendo formação universitária, Rene passou a fazer trabalhos temporários em


canteiros de obras. O pagamento, porém, não era suficiente para sustentar sua família em
crescimento. Ele agora era pai de duas crianças pequenas. Então orou outra vez: “Deus,
podes me ajudar a encontrar um emprego que sustente minha família?”

Foi então que ele viu um anúncio de emprego para contador no Oriente Médio. Ele
teria de deixar sua família nas Filipinas. Candidatou-se à vaga e, após uma entrevista, foi
contratado. Foi um período desafiador.

Quando Rene chegou, descobriu que o fim de semana nacional era às quintas-feiras
e sextas-feiras. Isso significava que as pessoas eram obrigadas a trabalhar aos sábados e
domingos.

Embora Rene tivesse de ir ao escritório aos sábados, ele não precisava, de fato,
trabalhar. Ele lia a Bíblia e os escritos de Ellen White. Seu chefe só aparecia no escritório
nas noites de sábado, de modo que Rene não trabalhava durante o dia. Mesmo assim, ele
se sentia mal. Estava no trabalho no sábado. Sentia como se estivesse comprometendo
sua fé e desejava profundamente ir à igreja no sábado. “Deus”, orou ele, “se me deres a
oportunidade de ir à igreja no sábado, guardarei o sábado como santo até o dia da minha
morte.”

Durante dois anos, ele fez essa oração. Então, falou com seu chefe.

[Link]
“Por favor, conceda-me o sábado para meu descanso sabático”, disse ele.

“Não, não posso permitir isso”, respondeu o chefe. Mas fez uma exceção, dizendo:
“Se o meu rei declarar sexta-feira e sábado como o fim de semana, então você estará livre
para descansar.”

Rene orou: “O Senhor ouviu o que meu chefe disse. Podes, por favor, ajudar?”

Três meses depois, o chefe de Rene estava na Europa quando o rei assinou um
decreto determinando que o fim de semana do país seria transferido para sexta-feira e
sábado. Rene, que havia estado orando todo esse tempo, não ficou sabendo da notícia e
foi ao escritório como de costume, às nove horas da manhã de sábado. Depois de se sentar,
verificou seu e-mail para ver se havia alguma mensagem importante. Foi então que viu a
mensagem de seu chefe. Ele leu: “Rene, fiquei sabendo da notícia por meio do meu rei.
Lembro-me da promessa que lhe fiz de que você estaria livre para descansar se o meu rei
declarasse sexta-feira e sábado como o fim de semana.” Rene fechou o escritório e foi
para a igreja. Ele ficou tão feliz que chorou.

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão


Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina
para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias
diariamente em [Link].

Acreditamos que Deus aumentou o conhecimento de nosso mundo


moderno e que Ele deseja que o usemos para Sua glória e proclamar
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Comentários do Professor
PARTE 1: Visão Geral

Texto-chave: 2 Coríntios 5:21

Foco do estudo: Colossenses 1:20-29, Romanos 5, 2 Coríntios 5:18-21

Em sua carta aos colossenses, Paulo ensina que temos todas as coisas em Cristo.
Jesus é o nosso Criador e Redentor. O apóstolo desenvolve essa ideia atribuindo a Jesus
títulos que refletem o que Ele fez por nós. Jesus é o Cabeça da igreja, o Princípio e o
Primogênito dentre os mortos, resultando em Sua supremacia em todas as coisas
(Colossenses 1:18). Paulo afirma que “aprouve ao Pai que nele habitasse toda a
plenitude” (Colossenses 1:19). Em outras palavras, Paulo está declarando que Jesus é
Deus! Em termos simples, Paulo nos diz que Jesus faz o que faz porque Ele é quem Ele é!
Sendo plenamente Deus, Ele é capaz de criar e de redimir. Em Colossenses 1:19, 20,
Paulo indica que Deus se agradou de duas coisas: (1) que em Jesus habitasse toda a Sua
plenitude e (2) que, por meio de Jesus, todas as coisas fossem reconciliadas com Ele.
Essas duas ideias indicam que o status divino de Jesus e Sua obra de reconciliação são
inseparáveis.

A lição desta semana enfatiza três temas principais:

1 Deus toma a iniciativa em nos reconciliar consigo mesmo. Para esse propósito,
Ele enviou Jesus ao mundo para trazer a humanidade de volta a Ele. Contudo, em
resposta, devemos “permanecer na fé” e não ser “afastados da esperança do evangelho”
(Colossenses 1:23).

2 Em nosso trabalho para Cristo, devemos lembrar que somos apenas Seus agentes
dentro de um plano divino muito maior.

3 O poder do evangelho nos conduz à maturidade para a salvação em Cristo.

[Link]
Comentários do Professor
PARTE 2: Comentários

Ilustração

“Os pais de Elizabeth Barrett Browning desaprovaram tão fortemente seu casamento
com Robert [Browning] que a deserdaram. Quase semanalmente, Elizabeth escrevia cartas
de amor a sua mãe e a seu pai, pedindo reconciliação. Eles nunca responderam. Após dez
anos de cartas, Elizabeth recebeu uma enorme caixa pelo correio. Ela a abriu. Para seu
desalento e decepção, a caixa continha todas as suas cartas enviadas aos pais. Nenhuma
delas havia sido aberta!

“Hoje, essas cartas de amor estão entre as mais belas da literatura clássica inglesa. Se
seus pais tivessem aberto e lido apenas algumas delas, talvez uma reconciliação tivesse
ocorrido. A Bíblia é a carta de reconciliação de Deus para nós. Devemos abri-la e lê-la
completa e frequentemente.” — Michael P. Green, 1500 Illustrations for Biblical Preaching
(Grand Rapids, MI: Baker Books, 2000), p. 297.

Reconciliação, Fé e Esperança

A Bíblia indica claramente que Deus tomou a iniciativa de reconciliar a humanidade


consigo mesmo. Quando nossos primeiros pais caíram em pecado, Deus visitou o Jardim do
Éden para procurá-los (Gênesis 3:9). Paulo afirma que “a nossa amizade com Deus foi
restaurada pela morte de seu Filho, enquanto ainda éramos seus inimigos” (Romanos 5:10).
Esse ensinamento ecoa o sentimento de Paulo em Colossenses 1:21, 22.

Notavelmente, a iniciativa de Deus em efetuar a reconciliação é um tema constante


em Romanos 5:5–11, como pode ser observado na tabela a seguir.

Romanos 5:6 “Enquanto ainda éramos Cristo morreu pelos ímpios


fracos, no tempo certo.”
Romanos 5:8 “Enquanto ainda éramos Cristo morreu por nós.”
pecadores,
Romanos 5:10 “Enquanto éramos Fomos reconciliados com
inimigos Deus pela morte de Seu
Filho.”

[Link]
Comentários do Professor
Existe um paralelismo próximo entre os versículos 6, 8 e 10 (veja também Efésios 2:4,
5). Quando ainda éramos fracos, quando éramos pecadores e inimigos, Cristo morreu por
nós, reconciliando-nos com Deus. Paulo também aborda esse tema em outros trechos, com
pequenas adaptações, como mostra a tabela abaixo.

Passagem Agente Ação Paciente Beneficiário Agente


Supremo intermediário
2 Coríntios Deus reconciliados a nós para si por meio de
5:18 mesmo Cristo
2 Coríntios Deus estava o mundo para si em Cristo
5:19 reconciliando mesmo
Colossenses Deus reconciliados todas as para si por meio
1:20 coisas mesmo d´Ele
[Cristo]
Efésios 2:4, Deus amado, a nós junto com
5 trazido à vida Cristo

Deus é sempre o Agente e Iniciador supremo do processo de reconciliação. Em Carta


aos Gálatas 4:4, 5, Paulo utiliza linguagem de adoção para se referir à iniciativa de Deus em
nos reconciliar consigo mesmo. Como João afirma com eloquência: “Nós o amamos porque
ele nos amou primeiro” (1 João 4:19). A reconciliação é tornada possível pela morte de
Cristo (Romanos 5:6; 2 Coríntios 5:21; Colossenses 1:20; Efésios 2:13, 16, entre outros), e
resulta em paz com Deus (Efésios 2:14–19).
Como fomos adotados como filhos de Deus Romanos 8:15; Gálatas 3:26; Gálatas 4:4–
6; 1 João 3:1, 2), nosso status elevado, por meio da fé em Cristo, nos dá acesso a Ele
(Romanos 5:2; Efésios 2:18; Efésios 3:12; Hebreus 10:19–22).
Em resposta à iniciativa de Deus, devemos “permanecer na fé” e não ser “afastados da
esperança do evangelho” (Colossenses 1:23). Fé e esperança são virtudes cristãs que andam
juntas (1 Coríntios 13:13; Gálatas 5:5; 1Tessalonicenses 1:3; 1Tessalonicenses 5:8; 1 Pedro
1:21). Acreditamos e esperamos em Deus para a salvação (1 Pedro 1:21), e não em
realizações humanas.

Jogadores em um Plano Muito Maior

Em Colossenses 1:25, Paulo afirma que ele “se tornou ministro, segundo a
administração que me foi dada por Deus, para cumprir a palavra de Deus”. Paulo sabia que
seu ministério não era um fim em si mesmo. Ele era apenas um participante em um plano
muito maior. Caso contrário, como poderia alegrar-se em seus sofrimentos (Colossenses
1:24)? [Link]
Comentários do Professor
Somente alguém que compreende que nossas aflições neste mundo são apenas uma dor
momentânea, se comparadas ao “peso eterno e excedente de glória” que Deus está
preparando para nós (2 Coríntios 4:17), é capaz de se alegrar nelas. Paulo afirma que o
cumprimento da Palavra de Deus está relacionado com “o mistério que esteve oculto desde
os séculos e desde as gerações, mas agora foi revelado aos seus santos” (Colossenses 1:26).
De fato, Paulo entendia que era apenas um ator em uma história muito maior do que ele
mesmo.

Para o cumprimento de Seu propósito eterno, Deus chamou muitos personagens ao


longo dos séculos para desempenhar seu papel na história da redenção. Por exemplo, José
não percebia, a princípio, que Deus estava guiando os acontecimentos para preservar o povo
por meio do qual o Messias prometido viria. No entanto, essa orquestração de eventos era
exatamente o que Deus estava fazendo. A caminho do Egito, “por algum tempo José
entregou-se a uma tristeza e terror descontrolados. Mas, na providência de Deus, até essa
experiência se tornou uma bênção para ele. Em poucas horas aprendeu o que anos talvez
não teriam ensinado.” — Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 213. Finalmente, os anos
ensinaram a José que Deus estava conduzindo todos os acontecimentos “‘para salvar muitas
pessoas com vida’” (Gênesis 50:20).

E quanto a outros personagens bíblicos? Há tantos que é impossível falar de todos (ver
Hebreus 11). Por exemplo, o que dizer do livro de Rute? À luz da narrativa bíblica mais
ampla, a história de Rute mostra que Deus está trabalhando mesmo quando parece que Ele
não está. Rute desempenhou um papel importante ao se tornar bisavó de Davi, o grande rei
de Israel (Rute 4:13, 21, 22). Ela foi apenas um personagem em uma história muito maior.
Deus fez uma aliança com Davi, prometendo que estabeleceria sua descendência após ele e
“estabeleceria o trono de seu reino para sempre” (2 Samuel 7:12, 13). Essa promessa é
finalmente cumprida em Jesus, o Filho escatológico de Davi (Mateus 1:1). Deus conduz
todos os eventos na terra para o cumprimento de Seu propósito eterno em Jesus Cristo! Esse
propósito é o mistério que estava oculto, mas que agora foi revelado (Colossenses 1:26).

Maturidade em Cristo

Como cristãos, somos chamados a crescer em maturidade, acreditando e praticando a


Palavra de Deus. Paulo indica que o objetivo do evangelho é “apresentar todo homem
perfeito em Cristo Jesus” (Colossenses 1:28). Deus deseja que cresçamos enquanto nos
preparamos para a Segunda Vinda, sabendo que “aquele que começou boa obra em vós há
de completá-la até ao dia de Jesus Cristo” (Filipenses 1:6).

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Comentários do Professor
PARTE 3: Aplicação Prática

Medite sobre os seguintes temas. Em seguida, peça aos seus alunos que respondam às
perguntas no final da seção.

É incrivelmente encorajador saber que Deus toma a iniciativa em nossa salvação, não
é? Sem o Seu toque inicial, seríamos capazes de nos aproximar Dele por conta própria?
Certamente que não! Como Wilson Tozer disse de forma persuasiva: “Antes que um homem
possa buscar a Deus, Deus primeiro precisa ter buscado o homem.” — Tozer e W. L. Seaver,
Oração: Comunhão com Deus em Tudo — Reflexões Reunidas de A. W. Tozer (Chicago:
Moody Publishers, 2016), p. 238.

A Bíblia mostra que Deus tomou a iniciativa, não apenas em um nível cósmico,
estendendo a mão à única ovelha que se extraviou (nosso planeta, a Terra), mas também em
um nível pessoal. Afinal, não foi exatamente isso que Jesus fez com a mulher samaritana
junto ao poço (João 4:1-42), com Natanael (João 1:48) e com muitos outros?

Embora Deus tome a iniciativa de nos salvar, não devemos esquecer que Ele espera
que respondamos ao Seu amor amando-O de volta e desempenhando nosso papel em Seu
plano divino de salvação cósmica. Deus pode nos usar apesar de nossas fraquezas e
limitações. Em Seu poder e força, podemos fazer mais do que imaginamos. Contudo,
precisamos ter em mente que somos meros atores em uma história divina muito maior do
que nossas próprias narrativas particulares. Um dia, seremos capazes de compreender mais
plenamente o papel que nossas histórias individuais desempenharam na grande narrativa da
redenção. Até que esse dia chegue, Deus quer que cresçamos em fé, conhecimento e amor,
como instrumentos de reconciliação e esperança!

Perguntas:

1. De que maneiras Deus o buscou no passado? Compartilhe uma experiência com a


turma. ___________________________________________________________

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__________________________________________________________________
2. Qual é o seu papel no grande plano da salvação? Com quem você compartilhou sua
história do amor redentor de Deus? Como sua história já impactou a vida de outras
pessoas de forma significativa?
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