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Tipos de Orquídeas: Classificação e Cultivo

As orquídeas pertencem à família Orchidaceae e são encontradas em diversas formas e habitats, incluindo terrestres, epífitas, rupícolas, saprófitas e humícolas. Elas podem ser classificadas pelo tipo de crescimento em monopodiais, que crescem verticalmente, e simpodiais, que se espalham lateralmente. As orquídeas têm várias formas de reprodução e se adaptam a diferentes ambientes, principalmente nas regiões tropicais.

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Tipos de Orquídeas: Classificação e Cultivo

As orquídeas pertencem à família Orchidaceae e são encontradas em diversas formas e habitats, incluindo terrestres, epífitas, rupícolas, saprófitas e humícolas. Elas podem ser classificadas pelo tipo de crescimento em monopodiais, que crescem verticalmente, e simpodiais, que se espalham lateralmente. As orquídeas têm várias formas de reprodução e se adaptam a diferentes ambientes, principalmente nas regiões tropicais.

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ORQUÍDEAS

São todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem


Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes. Apresentam muitíssimas e
variadas formas, cores e tamanhos e existem em todos os continentes, exceto na Antártida,
predominando nas áreas tropicais. Não são plantas parasitas, nutrindo-se apenas de material
em decomposição que cai das árvores e acumula-se ao emaranhar-se em suas raízes. Elas
encontram muitas formas de reprodução: na natureza, principalmente pela dispersão das
sementes, mas em cultivo pela divisão de touceiras, semeadura in-vitro ou meristemagem.
Existem várias espécies de plantas orquídeas, e a classificação das orquídeas são
divididas em: Orquídeas Terrestre, Orquídeas Epífetas e Orquídeas Rupículas /
SAPRÓFITAS. As características das Terrestres são as que se encontram na natureza.
Tipos de orquídeas segundo o seu habitat
Epífitas (vivem em árvores)
Terrestres (vivem em materiais orgânicos)
Rupícolas ou litófitas (vivem sobre pedras)
Saprófitas (vivem no subsolo e não possuem clorofila)
Humícolas (vivem no subsolo e possuem clorofila)
1. ORQUÍDEAS TERRESTRES
Existem diversos tipos de orquídeas terrestres, classificadas pela forma como crescem e se
desenvolvem, sendo as principais categorias: terrestres, epífitas e rupícolas. As orquídeas
terrestres, como o próprio nome sugere, são aquelas que crescem no solo, utilizando raízes
adaptadas para absorver nutrientes e água diretamente da terra.
2. ORQUÍDEAS EPÍFETAS
As orquídeas epífitas são um tipo de orquídea que cresce sobre outras plantas, como árvores,
usando-as como suporte, mas não como fonte de alimento. Elas são encontradas em climas
tropicais e subtropicais, onde a umidade e a temperatura são altas, e geralmente não crescem
no solo. Algumas espécies comuns de orquídeas epífitas incluem Phalaenopsis, Cattleya,
Oncidium, Dendrobium e Vanda
3. ORQUÍDEAS RUPÍCULAS
Orquídeas rupícolas, também conhecidas como litófitas, são aquelas que crescem sobre
rochas, aproveitando fendas e acúmulos de matéria orgânica para se fixarem e obterem
nutrientes. Elas podem ser encontradas em diversos gêneros, como Laelia (ou
Hoffmannseggella), Cattleya, e até mesmo alguns tipos de Bulbophyllum
4. ORQUÍDEAS SAPROFITAS RUPÍCOLAS
Orquídeas saprófitas rupícolas são orquídeas que crescem em rochas e obtêm nutrientes
através da matéria orgânica em decomposição. Elas são raras e se adaptam a ambientes com
pouca terra, aproveitando a matéria orgânica presente nas rochas e fendas.
5. ORQUÍDEAS HUMICULAS
Orquídeas humícolas são um grupo de orquídeas que crescem no solo, em áreas com muita
matéria orgânica em decomposição, como florestas. Elas se nutrem da matéria orgânica e
precisam de ambientes sombreados para sobreviver, como as florestas tropicais. Exemplos de
orquídeas humícolas incluem algumas espécies do gênero Paphiopedilum e Phragmipedium,
conhecidas popularmente como orquídeas-sapatinho.
POR TIPO DE CRESCIMENTO (MONOPODIAL, SIMPODIAL)
Monopodial x Simpodial

a) MONOPODIAL
As orquídeas monopodiais caracterizam-se por um crescimento vertical contínuo, com um
único caule que se alonga para cima, adicionando folhas e flores ao longo do tempo. De
acordo com [Link], exemplos comuns incluem as Phalaenopsis, Vanda e Vanilla
(baunilha). Estas orquídeas não possuem rizomas ou pseudobulbos, e suas flores geralmente
surgem entre as folhas, no caule principal.
As orquídeas monopodiais tem uma única haste principal, que cresce verticalmente e
produz uma série de folhas na gema apical em sua ponta de crescimento. Esta ponta de
crescimento, no final da haste, estende-se continuamente, e as hastes de flores emergem da
haste principal entre os nós acima de cada folha. A haste pode, ocasionalmente, gerar ramos,
mas isto é muito pouco frequente. As orquídeas que crescem deste modo têm pouca
capacidade para armazenar água. Sendo assim, normalmente precisam ser regadas com maior
freqüência, geralmente sem secar muito bem entre as regas. Em muitos casos, as raízes ficam
aéreas, expostas, sendo uma das principais fontes de umidade da planta, caso o ambiente
tenha umidade suficiente para tal. A divisão das orquídeas monopodiais é difícil, sendo que
muitos procuram evitar, exceto os especialistas. Neste caso, os keikis são geralmente a
melhor forma de propagar estas orquídeas.
Uma das vantagens das orquídeas monopodiais é que, devido à sua característica de
crescimento para cima, você poderá reutilizar seus vasos, pois o tamanho poderá ser o
mesmo, apenas acrescentando um novo substrato, se for o caso.
As orquídeas monopodiais mais comuns são as Phalaenopsis, Vanda e a Vanilla
(baunilha).
b) SIMPODIAL
Orquídeas simpodiais são aquelas que crescem lateralmente, com rizomas que se
espalham e produzem pseudobulbos, estruturas que armazenam água e nutrientes. Exemplos
comuns incluem Cattleyas, Laelias e Oncidiums.
As orquídeas simpodiais (ou de crescimento basítona) tem um rizoma a partir do qual
emergem uma série de brotos, normalmente um por ano. Cada novo broto que amadurece
torna-se um pseudobulbo. Neste, há a geração de flores e, geralmente, antigos pseudobulbos
podem durar vários anos. Após a floração, quando a orquídea retomar o crescimento, irá
começar a crescer outro segmento de rizoma e o processo é repetido. Normalmente, o
pseudobulbo que gerou uma flor não irá florescer novamente. Entretanto, em algumas
espécies de orquídeas, as florações podem persistir por muitos anos. Este pseudobulbo, com
o tempo, vai perder suas folhas e depois de mais alguns anos acabará por morrer.
Ao dividir orquídeas simpodiais, o rizoma pode ser cortado mantendo pedaços com 3 a 4
pseudobulbos em cada parte. Pseudobulbos traseiros também podem desenvolver novos
brotos.
As orquídeas simpodiais mais comuns são as Cattleyas e seus híbridos.

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