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Noções Básicas de Informática e Windows

O documento é um guia abrangente sobre informática, abordando conceitos fundamentais de sistemas operacionais, especialmente o Windows, e suas funções, como gerenciamento de arquivos, segurança e interface gráfica. Ele também inclui questões práticas e teóricas sobre sistemas operacionais, além de noções sobre virtualização e administração básica. O conteúdo é voltado para preparar futuros servidores públicos com conhecimentos essenciais em tecnologia da informação.
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Noções Básicas de Informática e Windows

O documento é um guia abrangente sobre informática, abordando conceitos fundamentais de sistemas operacionais, especialmente o Windows, e suas funções, como gerenciamento de arquivos, segurança e interface gráfica. Ele também inclui questões práticas e teóricas sobre sistemas operacionais, além de noções sobre virtualização e administração básica. O conteúdo é voltado para preparar futuros servidores públicos com conhecimentos essenciais em tecnologia da informação.
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Informática Contagem

Apresentação
Olá, FUTURO SERVIDOR PÚBLICO

Informática

“Acredite, sonhe, ouse. Você pode escalar a montanha mais alta,


concentre-se para que isso aconteça. Será difícil, mas não impossível.
Prepare-se, use as ferramentas adequadas para ter sucesso na
escalada, visualize o quanto já subiu, abra um sorriso bem grande
pelo seu progresso e isso te motivará a continuar escalando e
quando menos imaginar estará lá no TOPO.”

Cristiano Silva

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SUMÁRIO
01 – NOÇÕES DO SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS. ............................................................. 3

02 – NOÇÕES DE SISTEMAS OPERACIONAIS. ....................................................................... 10

03 – MS-DOS ........................................................................................................... 21

05 – NOÇÕES DO PROCESSADOR DE TEXTO MS-WORD PARA WINDOWS. .................................. 27

06 – NOÇÕES DA PLANILHA DE CÁLCULO MS-EXCEL. ............................................................ 34

07 – CONCEITOS BÁSICOS, FERRAMENTAS DE NAVEGAÇÃO (MICROSOFT INTERNET EXPLORER, MOZILLA


FIREFOX E GOOGLE CHROME). ........................................................................................ 46

08 – APLICATIVOS, PROCEDIMENTOS, INTERNET E INTRANET. ................................................. 58

09 – NOÇÕES DE GOOGLE WORKSPACE E FERRAMENTAS DE PRODUTIVIDADE/COLABORAÇÃO. ......... 70

10 – NOÇÕES DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: PROCEDIMENTOS ........................................... 82

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01 – NOÇÕES DO SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS.


1. Conceito de Sistema Operacional (SO)

Um sistema operacional (SO) é o software principal de um computador,


responsável por gerenciar os recursos do hardware, controlar periféricos,
gerenciar arquivos e permitir que programas aplicativos sejam executados.

No contexto do Windows:

 SO da Microsoft amplamente utilizado em desktops e notebooks.

 Facilita a interação do usuário com o computador através da interface


gráfica (GUI – Graphical User Interface).

2. Principais funções do Windows

1. Gerenciamento de arquivos

o Criação, exclusão, cópia, movimentação e organização de arquivos


e pastas.

o Ex.: Windows Explorer ou Explorador de Arquivos.

2. Gerenciamento de memória e processos

o Controla o uso da memória RAM e a execução de múltiplos


programas (multitarefa).

o Ex.: Gerenciador de Tarefas (Ctrl + Shift + Esc) permite encerrar


aplicativos travados.

3. Interface gráfica (GUI)

o Ícones, janelas, menus e barra de tarefas.

o Facilita a interação do usuário sem necessidade de comandos de


texto.

4. Gerenciamento de dispositivos

o Drivers: programas que permitem comunicação entre SO e


hardware.

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o Ex.: impressoras, placas de vídeo, teclado, mouse.

5. Segurança e contas de usuário

o Controle de acesso com login e senha, permissões e políticas de


segurança.

o Ex.: Contas padrão vs administrador.

6. Rede e internet

o Configuração de rede, compartilhamento de arquivos e conexão à


internet.

3. Interface do Windows

1. Área de trabalho (desktop)

o Ícones de programas, lixeira, atalhos.

o Papel de parede e temas personalizáveis.

2. Menu Iniciar

o Acesso a programas, configurações e desligamento/reinício.

3. Barra de tarefas

o Localização de programas abertos, relógio, notificações.

4. Janelas e pastas

o Cada programa abre em uma janela, podendo ser


redimensionada, minimizada ou maximizada.

5. Explorador de Arquivos

o Permite organizar arquivos e pastas no computador.

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4. Tipos de arquivos e extensões

 Arquivos possuem nome + extensão, que indica o tipo de arquivo.

 Exemplos:

o .txt → arquivo de texto

o .docx → documento do Word

o .xlsx → planilha do Excel

o .jpg / .png → imagens

o .exe → programa executável

5. Atalhos importantes do Windows

 Ctrl + C → copiar

 Ctrl + V → colar

 Ctrl + X → recortar

 Ctrl + Z → desfazer

 Alt + Tab → alternar entre programas

 Win + D → mostrar área de trabalho

 Win + E → abrir Explorador de Arquivos

6. Gerenciamento de programas

 Instalar programas: baixar instalador (.exe ou .msi) e executar.

 Desinstalar programas: Painel de Controle → Programas e Recursos.

 Atualizações: Windows Update mantém o sistema seguro e atualizado.

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7. Segurança no Windows

1. Antivírus e Windows Defender: proteção contra vírus, malware e


ameaças online.

2. Firewall: bloqueio de conexões suspeitas.

3. Controle de contas de usuário (UAC): impede alterações não autorizadas


no sistema.

4. Backups e restauração: recuperação de arquivos e do sistema em caso


de falhas.

8. Recursos de acessibilidade

 Lupa, teclado virtual, narrador, alto contraste.

 Facilita o uso por pessoas com necessidades especiais.

9. Exemplos práticos de uso do Windows

 Criar e organizar pastas para documentos do trabalho: Meus


Documentos → Projeto X → Relatórios.

 Instalar programas essenciais: navegador, antivírus, pacote Office.

 Configurar impressora e rede local.

 Usar atalho Win + E para abrir rapidamente o Explorador de Arquivos.

 Atualizar o sistema via Configurações → Atualização e Segurança →


Windows Update.

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Questão 1
O que é um sistema operacional?
A) Um programa específico para edição de texto
B) Um software que gerencia hardware e permite a execução de programas
C) Um tipo de antivírus
D) Um periférico do computador
E) Um navegador de internet

Questão 2
Qual função do Windows permite visualizar e organizar arquivos e pastas?
A) Painel de Controle
B) Explorador de Arquivos
C) Gerenciador de Tarefas
D) Configurações de Rede
E) Windows Defender

Questão 3
Em relação à segurança do Windows, o Windows Defender serve para:
A) Atualizar drivers
B) Proteger contra vírus e malware
C) Organizar arquivos
D) Criar atalhos
E) Executar programas

Questão 4
Qual atalho abre rapidamente o Explorador de Arquivos no Windows?
A) Ctrl + C
B) Win + E
C) Alt + F4
D) Ctrl + Z
E) Win + D

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Questão 5
Arquivos com extensão .exe são:
A) Imagens
B) Planilhas
C) Programas executáveis
D) Documentos de texto
E) Vídeos

Questão 6
A barra de tarefas do Windows serve para:
A) Executar somente antivírus
B) Mostrar programas abertos, notificações e relógio
C) Dividir arquivos em pastas
D) Atualizar o sistema
E) Configurar impressoras

Questão 7
No Windows, UAC (Controle de Contas de Usuário) tem a função de:
A) Proteger o computador de alterações não autorizadas
B) Editar documentos de texto
C) Abrir o navegador
D) Gerar backups automáticos
E) Monitorar impressoras

Questão 8
Qual recurso facilita pessoas com necessidades especiais a usar o Windows?
A) Explorador de Arquivos
B) Teclado Virtual e Lupa
C) Windows Update
D) Painel de Controle
E) Antivírus

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Questão 9
Para manter o sistema seguro e atualizado, deve-se usar:
A) Atalhos do teclado
B) Windows Update
C) Explorador de Arquivos
D) Menu Iniciar
E) Barra de Tarefas

Questão 10
Se um arquivo possui extensão .jpg, ele é:
A) Documento de texto
B) Planilha
C) Imagem
D) Programa executável
E) Vídeo

Q1 (B): Sistema operacional gerencia hardware, recursos do computador e


permite a execução de programas.

Q2 (B): O Explorador de Arquivos permite visualizar, organizar e gerenciar


arquivos e pastas.

Q3 (B): Windows Defender protege o computador contra vírus, malware e


ameaças online.

Q4 (B): Atalho Win + E abre o Explorador de Arquivos.

Q5 (C): Arquivos .exe são executáveis, ou seja, programas que podem ser
rodados no Windows.

Q6 (B): A barra de tarefas mostra programas abertos, notificações e relógio.

Q7 (A): UAC impede alterações não autorizadas no sistema, protegendo o


computador.

Q8 (B): Recursos de acessibilidade incluem teclado virtual, lupa, narrador e alto


contraste.

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Q9 (B): Windows Update mantém o sistema atualizado e seguro.

Q10 (C): Extensão .jpg indica um arquivo de imagem.

02 – NOÇÕES DE SISTEMAS OPERACIONAIS.


1. O que é um sistema operacional (SO)

Um sistema operacional é um software de sistema cuja função principal é


gerenciar os recursos do computador (CPU, memória, dispositivos de
entrada/saída, armazenamento) e oferecer serviços que permitem executar
aplicações. É a camada entre o hardware e os programas aplicativos.

Exemplos de SO: Linux (e suas distribuições: Ubuntu, Fedora), Windows,


macOS, Android, iOS.

2. Componentes essenciais de um SO

1. Kernel (núcleo): parte central do SO; controla hardware, gerencia


processos, memória e drivers.

2. Shell / Interface: shell de linha de comando (CLI) e interface gráfica (GUI)


— permitem interação usuário ↔ SO.

3. Drivers: softwares que permitem ao SO controlar dispositivos


(impressora, placa de vídeo).

4. Sistema de arquivos: organiza como dados são armazenados e


recuperados no disco (diretórios, permissões).

5. Serviços e daemons: processos que rodam em segundo plano (ex.:


servidor web, gerenciador de impressão).

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3. Funções básicas do SO

3.1 Gerenciamento de processos

 Processo: programa em execução (conjunto de instruções + contexto).

 Thread: unidade de execução dentro de um processo (threads


compartilham espaço de memória).

 Escalonamento (scheduling): decidir qual processo/thread usa a CPU e


por quanto tempo. Políticas comuns:

o FIFO (First-In, First-Out)

o Round-Robin (fatias de tempo iguais)

o Prioridades (preemptivo ou não preemptivo)

 Estados de um processo: pronto, em execução, bloqueado (esperando


E/S), terminado.

 Context switch: troca de contexto entre processos/threads — custosa


em tempo.

Ex.: um servidor web cria várias threads para atender conexões simultâneas.

3.2 Gerenciamento de memória

 Memória RAM é limitada — o SO controla alocação e liberação.

 Memória virtual: técnica que usa disco para estender a impressão de


memória disponível (páginas e swapping).

 Paginação (paging): memória dividida em páginas; página pode ser


carregada ou não na RAM.

 Segmentação: dividir memória por segmentos lógicos (código, dados,


pilha).

Problema clássico: fragmentação (interna/externa) quando a memória fica


dividida em blocos não contíguos.

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3.3 Gerenciamento de arquivos

 Sistema de arquivos (FS): estrutura lógica para armazenar e recuperar


arquivos (ex.: FAT32, NTFS, ext4, APFS).

 Operações: criar, renomear, excluir, ler, escrever, permissões (rwx em


Unix).

 Metadados: data de criação, permissão, tamanho, dono.

3.4 Gerenciamento de E/S (entrada/saída)

 Abstração de dispositivos via drivers e buffers (cache para E/S).

 Interrupções: hardware sinaliza ao SO que algo precisa de atenção (por


ex., chegada de dados na rede).

3.5 Segurança e controle de acesso

 Contas de usuário, grupos, permissões (leitura, escrita, execução), ACLs


(listas de controle de acesso).

 Serviços: firewall, antivírus, controle de atualizações.

 Modo usuário vs modo kernel: separação de privilégios para proteger o


sistema.

3.6 VPN, rede e serviços

 Pilhas de rede implementadas no SO (TCP/IP), suporte a sockets,


compartilhamento de arquivos (SMB, NFS).

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4. Arquiteturas de kernels e tipos de SO

4.1 Tipos de kernel

 Monolítico: grande kernel único com subsistemas integrados (ex.: Linux).

 Microkernel: núcleo pequeno; serviços rodando em espaço de usuário


(mais modular, ex.: microkernels experimentais).

 Híbrido: mistura de ambos (ex.: Windows NT é classificado como kernel


híbrido).

4.2 Classificação por finalidade

 Sistemas batch — processam lotes de tarefas (histórico).

 Time-sharing / Multiusuário — vários usuários interagem


simultaneamente.

 Tempo real (real-time) — resposta com garantia de tempo


(indispensável em controle industrial).

 Distribuídos — recursos e processos espalhados por múltiplas máquinas


(cluster, cloud).

 Embarcados — SO em dispositivos específicos (microcontroladores,


eletrodomésticos).

 Móveis — Android, iOS — projetados para dispositivos com recursos


limitados e energia gerida.

5. Conceitos avançados e importantes

5.1 Virtualização

 Máquinas virtuais (VMs) criadas por hypervisors (Type 1 — bare-metal;


Type 2 — sobre um SO host).

 Containers (Docker) isolam aplicações com menor overhead que VMs


usando o kernel do host (namespaces, cgroups).

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5.2 Concorrência e sincronização

 Problemas: condição de corrida (race condition), deadlock (impasse),


starvation.

 Técnicas: mutex, semaphores, monitores, barreiras.

5.3 Boot e inicialização

 BIOS/UEFI → Bootloader (ex.: GRUB) → kernel → init/systemd


(serviços) → login.

 Partições: MBR vs GPT.

5.4 Logs e diagnósticos

 Logs do sistema (syslog, Event Viewer) para auditoria e solução de


problemas.

6. Administração básica de SO (tarefas típicas)

 Instalação e atualização de pacotes (apt, yum, pacman, Windows


Update).

 Gerenciamento de usuários (adduser, passwd), permissões (chmod,


chown).

 Monitoramento (top, htop, Task Manager), uso de disco (df, du).

 Backups, snapshots (LVM snapshots, VSS no Windows).

 Configuração de rede (ifconfig/ip, route, DNS).

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7. Exemplos práticos (cenários)

1. Servidor web: SO Linux com Apache — usa gerenciamento de processos


(múltiplos workers), espaço em disco e logs para atender requisições
HTTP.

2. Notebook pessoal: Windows ou macOS gerenciam GUI, drivers de vídeo,


atualizações e antivírus.

3. Sistema embarcado: microcontrolador com SO em tempo real (RTOS)


para controlar motores — requisito: latência baixa e determinística.

8. Boas práticas de segurança e desempenho

 Manter atualizações de segurança em dia.

 Usar privilégios mínimos (administrador apenas quando necessário).

 Monitorar logs e configurar backups regulares.

 Evitar processos desnecessários; usar escalonamento e limites de recurso


(cgroups).

 Planejar políticas de recuperação (disaster recovery).

Questão 1
O que faz o kernel de um sistema operacional?
A) Fornece apenas a interface gráfica para o usuário.
B) Gerencia recursos do hardware, processos e memória.
C) É um programa aplicado para edição de textos.
D) Armazena somente arquivos de usuário.
E) Gerencia apenas a conexão à internet.

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Questão 2
Qual das afirmativas define corretamente memória virtual?
A) Memória física usada exclusivamente por dispositivos de entrada.
B) Técnica que usa disco como extensão da memória RAM, por meio de
paginação ou swapping.
C) Memória somente em sistemas embarcados.
D) Um tipo de memória ROM usada para inicialização.
E) Outra palavra para cache do processador.

Questão 3
Qual comando/funcionalidade permite encerrar um processo travado no
Windows?
A) [Link]
B) Task Manager (Gerenciador de Tarefas) → End Task
C) Disk Cleanup
D) Windows Update
E) Control Panel → Programs

Questão 4
Em sistemas UNIX/Linux, o que significam as permissões rwx para um arquivo?
A) r = executar, w = escrever, x = renomear
B) r = ler, w = escrever, x = executar
C) r = reiniciar, w = gravar no disco, x = excluir
D) r = registrar, w = criar usuários, x = enviar e-mail
E) r = recuperar, w = worflow, x = expandir

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Questão 5
O que é context switch?
A) Transferência de dados entre disco e rede.
B) Troca do contexto de execução (registros, contador de programa) entre
processos/threads, permitindo multitarefa.
C) Cópia de arquivo de um diretório para outro.
D) Envio de um e-mail pelo sistema.
E) Reiniciar o sistema operacional.

Questão 6
Qual tipo de kernel tende a ser mais modular e com menor superfície de código
em espaço de kernel?
A) Monolítico
B) Microkernel
C) Híbrido
D) Batch
E) Real-time

Questão 7
Qual mecanismo previne condição de corrida em programação concorrente?
A) Uso de printf em todas as threads.
B) Uso de mutexes (bloqueios), semáforos ou monitores para sincronizar acesso
a recursos compartilhados.
C) Executar apenas um processo por vez.
D) Colocar sleeps aleatórios nas threads.
E) Evitar o uso de CPU por threads.

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Questão 8
Qual dos seguintes é um sistema de arquivos comumente usado em
distribuições Linux?
A) NTFS
B) ext4
C) FAT32
D) HFS+
E) exFAT

Questão 9
O que faz um hypervisor (máquina de virtualização)?
A) Atualiza drivers automaticamente.
B) Permite criar e gerir máquinas virtuais, abstratando o hardware físico.
C) Substitui o BIOS/UEFI durante o boot.
D) Executa apenas sistemas embarcados.
E) Gerencia contas de e-mail.

Questão 10
Em um processo que solicita E/S e fica aguardando resposta do dispositivo, qual
é o estado mais apropriado desse processo?
A) Em execução
B) Pronto (ready)
C) Bloqueado / esperando E/S
D) Zumbi (zombie)
E) Terminado

Comentário 1 (Q1 — alternativa B)

 O kernel é o núcleo do SO: gerencia CPU (escalonamento), memória


(alocação, paginação), dispositivos (drivers) e provê mecanismos de
comunicação entre processos.

 As demais alternativas confundem ou restringem funções (A refere-se só


a GUI; C e D são incorretas).

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Comentário 2 (Q2 — alternativa B)

 Memória virtual estende a RAM usando espaço em disco


(swap/pagefile). Permite que programas usem mais espaço de endereço
do que a memória física disponível. Envolve paginação (pages) e swap.

 Alternativas A, C, D e E descrevem conceitos distintos (cache, ROM etc.).

Comentário 3 (Q3 — alternativa B)

 No Windows, o Gerenciador de Tarefas (Task Manager) permite


visualizar processos e encerrar ("End Task") aqueles que estão travados.

 [Link] é o processo da interface; Disk Cleanup limpa arquivos;


Windows Update atualiza; Control Panel → Programs lida com
instalar/desinstalar.

Comentário 4 (Q4 — alternativa B)

 Em UNIX/Linux, permissões básicas: r (read) = leitura, w (write) =


escrita/modificação, x (execute) = execução (para arquivos) ou permissão
de entrar (para diretórios).

 Importante: permissões são definidas para dono, grupo e outros (ex.:


rwxr-xr--).

Comentário 5 (Q5 — alternativa B)

 Context switch salva o contexto do processo atual (registradores, PC —


program counter) e restaura o contexto de outro processo para que a
CPU execute esse outro processo; essencial para multitarefa.

 Não é operação de E/S, cópia de arquivos ou reinício.

Comentário 6 (Q6 — alternativa B)

 Microkernel tem ideia de reduzir o código em modo kernel ao mínimo


(apenas primitivas essenciais), movendo serviços para o espaço do
usuário — mais modularidade e potencialmente maior segurança e
estabilidade.

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 Monolítico tende a ter muitos serviços no kernel; híbrido mistura


abordagens.

Comentário 7 (Q7 — alternativa B)

 Para evitar race conditions, usa-se sincronização: mutexes para exclusão


mútua, semaphores para controle de contagem, monitores para
abstração. Boa prática: projetar seções críticas curtas e protegidas.

 As alternativas A, C, D e E não são estratégias corretas ou são


inadequadas.

Comentário 8 (Q8 — alternativa B)

 ext4 é um dos sistemas de arquivos padrão em muitas distribuições Linux


(ext2, ext3, ext4).

 NTFS (A) é típico do Windows; FAT32 e exFAT são formatos


interoperáveis; HFS+ é de macOS (mais antigo).

Comentário 9 (Q9 — alternativa B)

 Hypervisor (gerenciamento de VMs) cria e administra máquinas virtuais


abstraindo o hardware físico, podendo ser bare-metal (Type 1) ou hosted
(Type 2). Exemplos: VMware ESXi (Type 1), VirtualBox (Type 2).

 Não é responsável por atualizar drivers ou substituir firmware de boot.

Comentário 10 (Q10 — alternativa C)

 Quando um processo solicita operação de E/S (por ex., leitura de disco) e


aguarda a resposta, ele entra em estado bloqueado (ou esperando E/S);
não fica pronto nem em execução até que o dispositivo responda.

 Zumbi é processo terminado cujo pai não coletou o status; terminado é


quando já acabou.

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03 – MS-DOS
1. O que é MS-DOS

MS-DOS é um sistema operacional em modo texto (linha de comando)


amplamente utilizado nas décadas de 1980/1990. Opera com comandos que o
usuário digita para manipular arquivos, pastas, discos e executar programas.
Apesar de ser histórico, seus conceitos — estrutura de arquivos, comandos
básicos, scripts em lotes — são didaticamente úteis.

2. Ambiente e conceitos básicos

 Prompt: linha onde se digita o comando. Ex.: C:\> ou C:\USERS\LILIAN>.

 Diretório (pasta): organização hierárquica dos arquivos. C:\DOCS\.

 Drive (unidade): letra seguida de dois pontos, ex.: A:, C: (disquete, disco
rígido).

 Arquivos e extensões: nomes com extensão separada por ponto; ex.:


[Link], [Link], [Link].

 Caracteres curinga (wildcards):

o * substitui qualquer sequência de caracteres (*.TXT = todos .TXT).

o ? substitui um único caractere (ARQ?.TXT = [Link], [Link]).

3. Comandos MS-DOS básicos (com exemplos)

Escreva-os sem as aspas; exponho sintaxe e exemplo prático.

 DIR — lista arquivos e pastas no diretório atual.


Ex.: DIR /W (lista em colunas); DIR *.DOC (lista só .DOC).

 CD (Change Directory) — muda diretório.


Ex.: CD \PAPEL (vai para C:\PAPEL); CD .. (sobe um nível).

 MD ou MKDIR — cria diretório.


Ex.: MD PROJETO1.

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 RD ou RMDIR — remove diretório vazio.


Ex.: RD TEMP (só se TEMP estiver vazio).

 COPY — copia arquivos.


Ex.: COPY C:\DOCS\[Link] A:\ (copiar para disquete); COPY *.TXT
D:\BACKUP\.

 XCOPY (em versões posteriores) — copia diretórios recursivamente.


Ex.: XCOPY C:\MEUSARQS D:\BACKUP /E (/E inclui subpastas e vazias).

 DEL ou ERASE — apaga arquivos.


Ex.: DEL *.BAK (apaga arquivos .BAK). Use com cuidado.

 REN ou RENAME — renomeia arquivo.


Ex.: REN [Link] [Link].

 TYPE — mostra conteúdo de arquivo texto na tela.


Ex.: TYPE [Link].

 ATTRIB — mostra/altera atributos de arquivo (somente leitura, oculto,


sistema).
Ex.: ATTRIB +R [Link] (marca como somente leitura).

 FORMAT — formata uma unidade (apaga tudo). Perigo.


Ex.: FORMAT A: (formata disquete A:).

 CHKDSK — verifica disco e mostra relatório.


Ex.: CHKDSK C:.

 MEM — exibe uso de memória (em versões antigas).


Ex.: MEM.

 EDIT — editor de texto em modo texto (disponível em algumas versões)


— cria/edita arquivos .BAT ou .TXT.
Ex.: EDIT [Link].

 PATH — define caminhos onde o DOS procura executáveis.


Ex.: PATH C:\DOS;C:\UTILS.

 SET — define variáveis de ambiente.


Ex.: SET TEMP=C:\TEMP.

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 ECHO — mostra mensagens na tela; em scripts .BAT controla eco de


comandos.
Ex.: ECHO Olá Mundo.

 Redirecionamento: > redireciona saída para arquivo (sobrescreve); >>


anexa.
Ex.: DIR > [Link] (gera arquivo [Link] com a saída); TYPE [Link] >>
[Link].

 PAUSE — pausa a execução (em scripts de lote).

 CALL — chama outro arquivo batch e retorna.

4. Arquivos em lote (.BAT) — automação

 .BAT (batch) contém sequências de comandos do DOS executadas em


ordem. Muito útil para tarefas repetitivas (backup, limpeza).

 Estruturas simples:

o @ECHO OFF — não exibe os comandos na tela.

o ECHO Iniciando backup...

o XCOPY C:\DOCS D:\BACKUP /E /Y (/Y suprime confirmação).

o PAUSE

 Exemplo de [Link]:

 @ECHO OFF

 ECHO Fazendo backup...

 XCOPY C:\MEUS\*.* D:\BACKUP\ /E /Y

 ECHO Backup concluido.

 PAUSE

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5. Boas práticas e cuidados

 Evitar FORMAT sem certeza; usar DEL com cautela.

 Fazer backups antes de operações em massa (DEL *. * é perigoso).

 Usar DIR e TYPE para verificar antes de apagar ou copiar.

 Variáveis de ambiente úteis (PATH, TEMP) facilitam scripts portáveis.

Questão 1
Qual comando do MS-DOS exibe os arquivos e pastas do diretório atual?
A) CD
B) DIR
C) COPY
D) TYPE
E) FORMAT

Questão 2
Qual comando altera o diretório atual no MS-DOS?
A) CD
B) DIR
C) DEL
D) ATTRIB
E) FORMAT

Questão 3
Se você quiser criar um novo diretório chamado RELATORIOS, qual comando
deve usar?
A) COPY RELATORIOS
B) MD RELATORIOS
C) CD RELATORIOS
D) RD RELATORIOS
E) DEL RELATORIOS

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Questão 4
Para renomear um arquivo de [Link] para [Link], qual
comando é correto?
A) RENAME [Link] [Link]
B) COPY [Link] [Link]
C) DEL [Link] [Link]
D) TYPE [Link] [Link]
E) MD [Link]

Questão 5
Qual comando exibe o conteúdo de um arquivo de texto no MS-DOS?
A) TYPE
B) COPY
C) DEL
D) DIR
E) FORMAT

Questão 6
Qual arquivo do MS-DOS é responsável pelo interpretador de comandos (shell)?
A) [Link]
B) [Link]
C) [Link]
D) [Link]
E) [Link]

Questão 7
Qual comando remove arquivos do disco?
A) DEL
B) MD
C) CD
D) FORMAT
E) TYPE

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Questão 8
Para formatar o disquete A: no MS-DOS, qual comando correto?
A) FORMAT A:
B) DEL A:
C) MD A:
D) COPY A:
E) DIR A:

Questão 9
O comando PATH no MS-DOS serve para:
A) Alterar o diretório atual
B) Exibir conteúdo de arquivos
C) Definir diretórios onde o sistema busca executáveis
D) Criar diretórios
E) Formatar discos

Questão 10
Qual comando limpa a tela do prompt do MS-DOS?
A) CLS
B) DIR
C) COPY
D) TYPE
E) CD

Q1 — B (DIR):
Exibe lista de arquivos e pastas do diretório atual. CD muda diretório, COPY
copia arquivos, TYPE mostra conteúdo e FORMAT formata disco.

Q2 — A (CD):
CD (Change Directory) altera diretório corrente. DIR lista, DEL apaga arquivos,
ATTRIB muda atributos, FORMAT formata disco.

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Informática Contagem

Q3 — B (MD RELATORIOS):
MD ou MKDIR cria diretórios. COPY copia, CD muda, RD remove, DEL apaga
arquivo.

Q4 — A (RENAME):
REN ou RENAME renomeia arquivos. COPY duplica, DEL apaga, TYPE mostra
conteúdo, MD cria diretório.

Q5 — A (TYPE):
Exibe conteúdo de arquivos de texto no prompt.

Q6 — C ([Link]):
É o interpretador de comandos do MS-DOS. [Link] executa scripts,
[Link] configura hardware, [Link] é núcleo do DOS, [Link] contém
drivers básicos.

Q7 — A (DEL):
DEL ou ERASE remove arquivos. MD cria diretório, CD muda, FORMAT formata
disco, TYPE exibe arquivo.

Q8 — A (FORMAT A:):
Formata o disquete ou disco especificado. DEL apaga arquivos, MD cria
diretórios, COPY copia, DIR lista.

Q9 — C (PATH):
Define diretórios onde o DOS busca executáveis. CD altera diretório, TYPE
mostra conteúdo, MD cria diretório, FORMAT formata disco.

Q10 — A (CLS):
Limpa a tela do prompt, deixando-o pronto para novos comandos.

05 – NOÇÕES DO PROCESSADOR DE TEXTO MS-WORD PARA WINDOWS.


1. Conceito

O MS-Word é um processador de texto desenvolvido pela Microsoft, parte do


pacote Microsoft Office. Ele permite a criação, edição, formatação e impressão
de documentos de texto, além de inserir elementos gráficos, tabelas e links,
oferecendo recursos avançados de revisão e automatização.

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Informática Contagem

Exemplo: criação de relatórios, memorandos, contratos, ofícios e cartas com


padronização de formatação.

2. Interface do MS-Word

Principais elementos:

 Faixa de Opções (Ribbon): organizada por guias como Página Inicial,


Inserir, Layout, Referências, Correspondências, Revisão e Exibir.

 Barra de Ferramentas de Acesso Rápido: atalhos para salvar, desfazer,


refazer, imprimir.

 Área de Digitação: onde o usuário escreve o texto.

 Barra de Status: indica número de páginas, palavras, idioma e modo de


exibição.

 Mini Barra de Ferramentas: aparece ao selecionar texto, permitindo


formatação rápida.

Exemplo: Para centralizar um título, seleciona-se o texto e clica-se em


Centralizar na guia Página Inicial.

3. Criação, abertura e salvamento de documentos

 Novo documento: Arquivo > Novo

 Abrir documento existente: Arquivo > Abrir

 Salvar documento: Arquivo > Salvar ou Salvar como (para definir novo
nome ou formato, como PDF).

Exemplo: salvar um relatório como PDF: Arquivo > Salvar Como > PDF.

 Edição de texto: inserir, apagar, copiar, recortar, colar, localizar e


substituir.

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Informática Contagem

 Atalhos importantes:

o Ctrl + C → Copiar

o Ctrl + X → Recortar

o Ctrl + V → Colar

o Ctrl + Z → Desfazer

o Ctrl + Y → Refazer

4. Formatação de texto e parágrafo

 Fonte: tipo, tamanho, cor, negrito, itálico, sublinhado.

 Parágrafo: alinhamento (esquerda, direita, centralizado, justificado),


espaçamento, recuo.

 Listas: marcadores ou numeradas.

 Estilos: aplicar formatação padronizada a títulos, subtítulos ou corpo do


texto.

Exemplo: aplicar estilo “Título 1” a um cabeçalho para padronizar formatação e


gerar sumário automático.

5. Inserção de elementos

 Tabelas: organizar dados em linhas e colunas (Inserir > Tabela).

 Imagens e gráficos: ilustrar documentos.

 Formas e SmartArt: diagramas, fluxogramas.

 Cabeçalho e rodapé: inserir informações repetitivas, como números de


página, datas ou título do documento.

 Hiperlinks: ligação para sites ou documentos.

Exemplo: inserir cabeçalho com o nome da empresa e rodapé com número de


página.

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Informática Contagem

6. Revisão e correção

 Ortografia e gramática: Revisão > Ortografia e Gramática

 Comentários: adicionar observações sem alterar o texto principal.

 Controlar Alterações: acompanhar modificações de texto durante


revisão.

Exemplo: revisar relatório antes de enviar para supervisão, ativando “Controlar


Alterações” para aprovar ou rejeitar mudanças.

7. Recursos avançados

 Sumário automático: baseado nos estilos de título aplicados.

 Mala direta: criar cartas, etiquetas ou emails personalizados com dados


de uma planilha.

 Referências: notas de rodapé, citações, bibliografia.

 Formulários: campos editáveis, caixas de seleção, listas suspensas.

Exemplo: gerar sumário automático de um relatório corporativo usando estilos


“Título 1” e “Título 2”.

8. Boas práticas

 Salvar frequentemente (Ctrl + S).

 Usar estilos para títulos e parágrafos, facilitando formatação e sumário


automático.

 Organizar informações em tabelas ou listas.

 Revisar ortografia e gramática antes de enviar documentos oficiais.

 Evitar excesso de formatação manual; usar estilos predefinidos.

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Informática Contagem

Questão 1
Qual guia da faixa de opções permite aplicar estilos de título e formatação de
parágrafo?
A) Inserir
B) Layout
C) Página Inicial
D) Revisão
E) Exibir

Questão 2
Qual comando de atalho copia um texto selecionado para a área de
transferência?
A) Ctrl + X
B) Ctrl + C
C) Ctrl + V
D) Ctrl + Z
E) Ctrl + P

Questão 3
Para criar uma tabela de 4 linhas e 3 colunas, você deve usar:
A) Inserir > Tabela
B) Layout > Quebra de Página
C) Página Inicial > Estilos
D) Revisão > Ortografia
E) Exibir > Modo de Leitura

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Informática Contagem

Questão 4
Qual ferramenta permite acompanhar modificações feitas no documento por
outros usuários?
A) Mala Direta
B) Controlar Alterações
C) Comentários
D) Ortografia e Gramática
E) Sumário Automático

Questão 5
Para gerar um sumário automático de um relatório, é necessário:
A) Inserir tabela
B) Aplicar estilos de título
C) Ativar o controle de alterações
D) Inserir hiperlinks
E) Salvar como PDF

Questão 6
Qual comando de atalho cola o conteúdo da área de transferência no
documento?
A) Ctrl + C
B) Ctrl + X
C) Ctrl + V
D) Ctrl + Z
E) Ctrl + S

Questão 7
Qual opção insere número de páginas no rodapé do documento?
A) Inserir > Cabeçalho
B) Inserir > Número de Página
C) Layout > Margens
D) Revisão > Ortografia
E) Página Inicial > Fonte

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Informática Contagem

Questão 8
Para revisar ortografia e gramática de um documento, deve-se acessar:
A) Inserir > Tabela
B) Revisão > Ortografia e Gramática
C) Página Inicial > Fonte
D) Layout > Quebra de Página
E) Exibir > Zoom

Questão 9
Qual recurso permite criar cartas personalizadas usando dados de uma planilha?
A) Estilos
B) Mala Direta
C) Sumário Automático
D) Comentários
E) Controlar Alterações

Questão 10
Para adicionar um comentário em uma parte do documento sem alterar o texto,
usa-se:
A) Inserir > Cabeçalho
B) Revisão > Comentário
C) Página Inicial > Estilos
D) Layout > Margens
E) Revisão > Ortografia

Q1 — C (Página Inicial):
A guia Página Inicial contém opções de formatação de fonte, parágrafo e estilos
de título. Inserir adiciona elementos; Layout define margens; Revisão corrige e
comenta; Exibir muda visualização.

Q2 — B (Ctrl + C):
Copia o conteúdo selecionado. Ctrl + X recorta, Ctrl + V cola, Ctrl + Z desfaz e Ctrl
+ P imprime.

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Informática Contagem

Q3 — A (Inserir > Tabela):


A tabela é inserida pela guia Inserir. Layout altera formato de página, Revisão
revisa, Exibir muda a forma de visualização.

Q4 — B (Controlar Alterações):
Permite acompanhar alterações de outros usuários, útil para revisão
colaborativa.

Q5 — B (Aplicar estilos de título):


O sumário automático é gerado com base em estilos aplicados.

Q6 — C (Ctrl + V):
Cola conteúdo da área de transferência.

Q7 — B (Inserir > Número de Página):


Insere numeração no rodapé ou cabeçalho.

Q8 — B (Revisão > Ortografia e Gramática):


Revisão verifica erros ortográficos e gramaticais.

Q9 — B (Mala Direta):
Mala direta permite personalização de cartas ou emails usando dados externos.

Q10 — B (Revisão > Comentário):


Adiciona comentários sem alterar o texto, útil para revisão e feedback.

06 – NOÇÕES DA PLANILHA DE CÁLCULO MS-EXCEL.


1. O que é o Excel

O Microsoft Excel é um aplicativo de planilha eletrônica para criar, organizar,


analisar e apresentar dados em formato tabular. Trabalha com workbooks
(pastas de trabalho) compostas por worksheets (planilhas). É amplamente
usado para cálculos, relatórios, gráficos, dashboards e automação (macros).

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Informática Contagem

2. Interface e elementos principais

 Barra de título: nome do arquivo.

 Faixa de opções (Ribbon): guias (Arquivo, Início, Inserir, Layout da


Página, Fórmulas, Dados, Revisão, Exibir).

 Barra de fórmulas: mostra o conteúdo (fórmula/valor) da célula


selecionada.

 Célula: unidade básica (intersecção de coluna e linha). Ex.: A1, B2.

 Intervalo (range): conjunto de células contíguas, ex.: A1:A10, B2:D5.

 Guias de planilha: abas na parte inferior representam planilhas dentro


do workbook.

 Barra de status: soma rápida, média, contagem etc.

3. Tipos de conteúdo em células

 Números: usados em cálculos (formato Geral, Número, Moeda, Contábil,


Percentual).

 Texto (rótulos): etiquetas, nomes — não participam diretamente de


cálculos.

 Fórmulas: iniciam com =; podem conter operadores, referências e


funções.

 Datas e horas: armazenadas numericamente (serial) e formatadas com


formatos de data/hora.

 Valores lógicos: VERDADEIRO / FALSO.

Ex.: em A1 digite =100*1.2 → resultado 120.

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Informática Contagem

4. Referências de células

 Relativa: ex.: A1 — muda quando copiada para outra célula.

 Absoluta: ex.: $A$1 — fixa linha e coluna; não muda ao copiar.

 Mista: ex.: $A1 (coluna fixa) ou A$1 (linha fixa).

Exemplo prático: Em B2 calcule =A2*$C$1 onde C1 tem o valor do imposto;


arraste B2 para baixo sem perder a referência a C1.

5. Operadores e precedência

 Aritméticos: + - * / ^ (potência)

 Concatenação: & (ex.: =A1 & " " & B1)

 Comparação: =, <>, >, <, >=, <= (usados em condições)

 Precedência: () → ^ → * / → + - → comparações.

6. Funções básicas e de uso frequente

Funções matemáticas e estatísticas

 SOMA(range) — soma valores.

 MÉDIA(range) — média aritmética.

 MÍNIMO, MÁXIMO, CONT.NÚM (conta números), [Link] (conta


células não vazias).

Funções condicionais

 SE(teste_lógico; valor_se_verdadeiro; valor_se_falso) — condição básica.


Ex.: =SE(A2>100; "Acima"; "Abaixo").

 SOMASE(range; critério; [range_soma]) — soma condicional.

 [Link](range; critério) — conta com critério.

 MÉDIASE — média com critério.

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Informática Contagem

Procura e referência

 PROCV(valor_procurado; tabela; núm_índice_coluna;


[procurar_intervalo]) — busca vertical (limitado: procura à esquerda,
ordem de colunas).

 PROCH — busca horizontal.

 ÍNDICE(matriz; núm_linha; [núm_coluna]) + CORRESP(valor; intervalo;


tipo) — combinação mais flexível que PROCV.

 XLOOKUP (Excel mais recente) — busca bidirecional e mais poderosa


(substitui PROCV).

Texto

 CONCATENAR(texto1; texto2; ...) ou CONCAT e [Link] /


operador &.

 ESQUERDA(texto; n), DIREITA(texto; n), [Link](texto; start; n) —


extrair substrings.

 NÚ[Link](texto) — comprimento.

 TEXTO(valor; formato_texto) — formata número para texto com


formato.

Datas e horas

 HOJE() — data atual; AGORA() — data e hora atuais.

 DIAS360, DIATRABALHO, DIAS — funções para cálculo de intervalo entre


datas.

 DATA(ano; mês; dia), DIA, MÊS, ANO.

Lógicas e erros

 E(cond1; cond2), OU(cond1; cond2) — operadores lógicos compostos.

 SEERRO(expressão; valor_se_erro) — substitui erros por valor amigável.

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Informática Contagem

7. Formatação de células

 Número: tipos (Número, Moeda, Percentual, Data).

 Alinhamento: esquerda, centro, direita; quebra automática de texto;


mesclar células.

 Fonte: negrito, itálico, cor.

 Borda e preenchimento: estética e legibilidade.

 Formatos condicionais: aplicar formatação com base em regras (ex.:


destacar valores acima da média, barras de dados, escalas de cor).

Ex.: Aplicar Formatação Condicional → Destaque de Regras → Maior que → 100.

8. Gráficos

 Tipos: Coluna, Barra, Linha, Pizza, Área, Dispersão (XY), Barras


empilhadas, etc.

 Escolha do gráfico:

o Séries ao longo do tempo → gráfico de linha.

o Comparação entre categorias → coluna/barra.

o Proporção de um todo → pizza (usar poucas categorias).

o Correlação entre duas variáveis → dispersão.

 Configurações: título, legenda, rótulos de dados, eixos, formatação.

9. Tabelas e Tabela Dinâmica (PivotTable)

 Tabela (Formatar como Tabela) transforma intervalo em objeto


estruturado com cabeçalho, filtros automáticos e referências
estruturadas (ex.: Tabela1[Coluna]).

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Informática Contagem

 Tabela Dinâmica: ferramenta de sumarização de grandes volumes —


arraste campos para Linhas, Colunas, Valores e Filtros; permite agrupar,
filtrar e criar cálculos rápidos (soma, contagem, média).

Ex.: criar PivotTable para soma de vendas por região.

10. Filtrar e ordenar; Validação de dados

 Ordenar: crescente/decrescente por uma ou múltiplas colunas.

 Filtro: AutoFiltro para mostrar apenas linhas que atendam critérios.

 Validação de Dados: restringe entradas (listas suspensas, números entre


min/max, formato de data).

o Ex.: Dados → Validação de Dados → Permi r: Lista → Fonte:


=$E$2:$E$10.

11. Proteção e compartilhamento

 Proteger planilha: impedir alteração de células; bloquear células e depois


proteger a planilha (Permitir apenas leitura).

 Proteger pasta de trabalho: impedir mover/renomear planilhas.

 Senha de abertura ou senha de modificação (Arquivo → Informações →


Proteger Pasta de Trabalho).

 Coautoria/Compartilhamento online via OneDrive.

12. Importação/exportação e conexão a dados

 Importar CSV, TXT, acesso a banco de dados, conectar a Power Query


para ETL (limpeza e transformação de dados).

 Exportar para PDF, CSV.

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Informática Contagem

13. Macros (VBA) — noções básicas

 Macro: conjunto de instruções automatizadas; gravadas via Gravador de


Macro ou escritas em VBA.

 Segurança: macros podem executar código – cuidado com fontes


desconhecidas; definir nível de segurança.

 Exemplo simples de macro gravada: formatar cabeçalho, ajustar colunas


e inserir bordas.

14. Impressão e layout

 Área de impressão: definir quais células imprimir.

 Cabeçalho/rodapé: inserir números de página, data, título.

 Quebras de página: visualizar e ajustar.

 Configurações de escala: ajustar planilha para caber em x páginas.

15. Atalhos úteis (seleção)

 Ctrl + C / Ctrl + V / Ctrl + X — copiar/colar/recortar

 Ctrl + Z / Ctrl + Y — desfazer/refazer

 Ctrl + S — salvar

 Ctrl + Arrow — pular para borda de bloco de dados

 Ctrl + Shift + Arrow — selecionar bloco até borda

 Ctrl + Espaço — selecionar coluna; Shift + Espaço — selecionar linha

 F2 — editar célula ativa

 Ctrl + ; — inserir data atual; Ctrl + Shift + ; — inserir hora atual

 Alt + = — inserir fórmula SOMA automática

 F4 — repetir última ação ou alternar referências absolutas (ao editar


fórmula)

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16. Exemplos práticos rápidos

1. Cálculo de comissão:

o A2 = Vendas (1000), B1 = Taxa (0,05) fixa.

o Em B2: =A2*$B$1 → arraste para baixo; $B$1 é absoluta.

2. Somar apenas vendas acima de 500:

o =SOMASE(A2:A100; ">500").

3. Buscar preço a partir de código:

o =PROCV(D2; Produtos!$A$2:$C$100; 3; FALSO) — retorna preço


quando o código em D2 é encontrado.

4. Tabela dinâmica: crie a partir de intervalo e arraste Região para Linhas e


Vendas para Valores (Soma).

Questão 1
Qual é a diferença entre uma referência relativa e uma referência absoluta no
Excel?
A) Referência relativa usa $ e absoluta não usa $.
B) Referência relativa muda ao copiar a fórmula; referência absoluta permanece
fixa.
C) Referência relativa só funciona em tabelas; absoluta só em gráficos.
D) Referência relativa indica texto; absoluta indica número.
E) Não existe diferença prática entre elas.

Questão 2
Suponha B1 contém a taxa de 10% (0,10). Na célula C2 você quer calcular =A2 *
taxa e arrastar pela coluna mantendo B1 fixo. Qual fórmula correta em C2?
A) =A2*B1
B) =A2*$B1
C) =A2*B$1
D) =A2*$B$1
E) =A2*$B$2

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Informática Contagem

Questão 3
Qual função soma valores que obedecem a um critério (por exemplo, somar
vendas maiores que 1000)?
A) [Link](intervalo; critério)
B) SOMA(intervalo; critério)
C) [Link](intervalo; critério)
D) SE(intervalo; critério)
E) SOMARPRODUTO(intervalo; critério)

Questão 4
O PROCV tem uma limitação importante. Qual das alternativas descreve
corretamente essa limitação?
A) Não aceita intervalo com mais de 100 linhas.
B) Só consegue procurar valores na primeira coluna da tabela de busca e
retornar valores à direita.
C) Sempre retorna a média dos valores.
D) Só funciona com valores numéricos.
E) Não funciona em planilhas com filtros aplicados.

Questão 5
Você quer restringir uma célula para aceitar apenas valores de uma lista
predefinida (ex.: "Sim", "Não", "Talvez"). Qual recurso usar?
A) Formatação Condicional
B) Validação de Dados → Lista
C) Proteção de Planilha
D) Tabela Dinâmica
E) União de Células

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Informática Contagem

Questão 6
Qual tipo de gráfico é mais adequado para mostrar a evolução de faturamento
mensal ao longo de um ano?
A) Gráfico de pizza
B) Gráfico de linha
C) Gráfico de colunas empilhadas (100%)
D) Gráfico de radar
E) Gráfico de dispersão (XY) sem linhas

Questão 7
Em uma Tabela Dinâmica (PivotTable), para obter a soma de vendas por região
você deve colocar o campo Região em:
A) Valores
B) Linhas (ou Colunas)
C) Filtros somente
D) Formatação condicional
E) Fonte de dados

Questão 8
O que faz a função SEERRO(expr; valor_se_erro)?
A) Retorna VERDADEIRO se expr for erro.
B) Executa expr somente se houver erro.
C) Retorna expr se não houver erro; caso contrário retorna valor_se_erro.
D) Lança um erro intencional na célula.
E) Substitui todas as células vazias por valor_se_erro.

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Questão 9
Para fixar linhas e/ou colunas na visualização (para que permaneçam visíveis ao
rolar a planilha), você utiliza:
A) Congelar Painéis (Freeze Panes)
B) Dividir Células (Split Cells)
C) Proteção de Planilha
D) Inserir Cabeçalho
E) Formatação Condicional

Questão 10
Sobre proteção de planilha e bloqueio de células: qual afirmação é verdadeira?
A) Ao proteger uma planilha, todas as células são automaticamente
desbloqueadas.
B) Somente células bloqueadas não podem ser editadas quando a planilha
estiver protegida — é necessário bloquear as células antes e depois ativar a
proteção da planilha.
C) A proteção de planilha impede sempre que o arquivo seja aberto por outro
usuário.
D) Bloquear células altera permanentemente seus valores.
E) Proteção de planilha substitui a validação de dados.

Comentário 1 (Q1 — alternativa B)

 Referência relativa (ex.: A1) ajusta suas referências ao ser copiada (por
exemplo, copiar fórmula de C2 para C3 altera A2 para A3
automaticamente). Referência absoluta (ex.: $A$1) permanece fixa
independentemente de onde a fórmula for copiada. Isso é fundamental
para usar parâmetros fixos (taxa, limite) em cálculos replicados. As
demais alternativas estão incorretas.

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Informática Contagem

Comentário 2 (Q2 — alternativa D)

 Para manter fixa a célula B1 ao arrastar a fórmula, use a referência


absoluta $B$1. Assim =A2*$B$1 sempre usará a taxa de B1 ao copiar
para outras linhas. As opções B e C estão parcialmente fixas (coluna ou
linha apenas) e não garantem imutabilidade completa.

Comentário 3 (Q3 — alternativa A)

 [Link](intervalo; critério; [intervalo_soma]) soma apenas os valores


que satisfazem o critério (por exemplo, =[Link](B2:B100; ">1000")).
[Link] conta ocorrências; SOMA não aceita critério diretamente.

Comentário 4 (Q4 — alternativa B)

 PROCV (VLOOKUP) procura o valor_procurado na primeira coluna da


tabela_array e retorna um valor de uma coluna à direita (por índice). Ele
não consegue buscar à esquerda. Para buscas mais flexíveis usa-se
ÍNDICE+CORRESP ou XLOOKUP. As outras alternativas são falsas.

Comentário 5 (Q5 — alternativa B)

 Validação de Dados → Lista permite criar uma lista suspensa com


valores permitidos (por ex., "Sim;Não;Talvez") para restringir entradas.
Formatação condicional apenas altera aparência; proteção impede
edição, não restringe o que pode ser digitado.

Comentário 6 (Q6 — alternativa B)

 Gráfico de linha é indicado para séries temporais (evolução ao longo do


tempo), pois mostra tendência e continuidade entre pontos (meses).
Pizza é para proporções estáticas; dispersão é para correlação entre duas
variáveis.

Comentário 7 (Q7 — alternativa B)

 Em PivotTable, o campo categórico (Região) é arrastado para Linhas (ou


Colunas) para agrupar, enquanto o campo numérico (Vendas) vai para
Valores com função soma (Soma de Vendas). Assim obtemos Soma de
Vendas por Região. Colocar Região em Valores geraria contagem/ soma
indevida.

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Comentário 8 (Q8 — alternativa C)

 SEERRO avalia expr; se expr NÃO for erro, retorna seu valor; se for erro
(por ex., #N/D, #DIV/0!), retorna valor_se_erro (um texto, número ou ""
para vazio). Muito usado para mascarar erros em PROCV:
=SEERRO(PROCV(...); "Não encontrado").

Comentário 9 (Q9 — alternativa A)

 Congelar Painéis (Freeze Panes) mantém linhas/colunas fixas (como


cabeçalhos) enquanto você rola a planilha. Usado em Visualizar →
Congelar Painéis. Dividir cria painéis redimensionáveis; não é o mesmo
que congelar.

Comentário 10 (Q10 — alternativa B)

 Por padrão, todas as células têm o atributo "Bloqueada" ativo, mas esse
bloqueio só tem efeito após ativar Proteger Planilha. Para permitir
edição seletiva, costuma-se primeiro desbloquear as células que devem
ser editáveis (Formatar Células → Proteção → desmarcar "Bloqueada"), e
então ativar Proteção da Planilha — somente as células marcadas como
bloqueadas ficarão protegidas. As demais alternativas são incorretas.

07 – CONCEITOS BÁSICOS, FERRAMENTAS DE NAVEGAÇÃO (MICROSOFT INTERNET EXPLORER,


MOZILLA FIREFOX E GOOGLE CHROME).
1. O que é um navegador (browser)

Um navegador é um software que permite ao usuário acessar, renderizar e


interagir com conteúdos da web (páginas HTML, imagens, vídeos, aplicações
web). Ele faz requisições HTTP/HTTPS a servidores, interpreta
HTML/CSS/JavaScript e exibe o resultado na tela.

Funções básicas:

 Resolver nomes (DNS) e abrir conexões (TCP/TLS).

 Requisitar recursos (HTML, CSS, JS, imagens).

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 Montar a árvore DOM e aplicar estilos (CSSOM) e execução de scripts


(JS).

 Manter histórico, favoritos (bookmarks/favoritos), cache e cookies.

 Fornecer ferramentas de segurança, privacidade e extensibilidade


(extensões/add-ons).

2. Breve observação histórica e de compatibilidade

 Internet Explorer (IE): histórico navegador da Microsoft; foi dominante


por muitos anos. Hoje é considerado legado em muitos ambientes:
versões antigas podem não receber atualizações; a Microsoft convergiu
funcionalidades para o Microsoft Edge, que usa um motor mais moderno.
(Para uso em ambientes corporativos existe modo de
compatibilidade/emulação em navegadores modernos.)

 Mozilla Firefox: navegador mantido por Mozilla Foundation; prioriza


privacidade e customização (extensões). Usa motor Gecko/Quantum.

 Google Chrome: navegador da Google, baseado no projeto Chromium


(motor Blink/V8). Conhecido por desempenho, integração com serviços
Google e ecossistema de extensões. Outros navegadores (Edge, Opera,
Brave) usam o mesmo projeto Chromium.

Obs.: apesar de diferenças, conceitos fundamentais e ferramentas de navegação


são similares entre os três.

3. Interface típica do navegador — elementos principais

 Barra de endereço (omnibox): onde se digita URL ou termos de busca.


Em Chrome/Firefox a mesma caixa serve para pesquisas e URLs.

 Barra de abas (tabs): permite abrir múltiplas páginas simultaneamente


em guias.

 Botões de navegação: Voltar, Avançar, Recarregar (Refresh) e Página


inicial (Home).

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 Menu principal: acesso a configurações, histórico, downloads, extensões,


imprimir, etc.

 Barra de favoritos/Marcadores: acesso rápido a sites salvos.

 Barra de status / ícones de segurança: ícone de cadeado para conexões


HTTPS, ícone de extensão etc.

 Área de conteúdo: onde a página é exibida.

 Developer Tools (DevTools / Ferramentas do desenvolvedor): inspeção


do DOM, console JavaScript, rede (network), performance,
armazenamento, segurança.

Ex.: em Chrome, Ctrl+L foca a omnibox; Ctrl+T abre nova aba; F12 abre
DevTools.

4. Navegação e gerenciamento de abas

 Abrir nova aba: Ctrl+T (Windows).

 Reabrir aba fechada: Ctrl+Shift+T.

 Mover/arrastar abas: reorganizar; arrastar para fora cria nova janela.

 Agrupar abas (tab groups): recurso para organizar (disponível em


Chrome/Edge e extensões no Firefox).

 Fixar aba (pin tab): reduz a aba ao mínimo e persiste entre sessões (útil
para sites que permanecem abertos).

 Navegação por gestos/atalhos: Ctrl+Tab alterna entre abas; Ctrl+1..9 vão


direto para a 1ª..9ª aba.

Boas práticas: evitar excesso de abas (impacto em memória), usar grupos ou


marcadores para organizar leituras.

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5. Favoritos / Marcadores / Bookmarks

 Adicionar favorito: ícone estrela ou Ctrl+D.

 Gerenciar marcadores: organizar em pastas, editar URL/nomes,


importar/exportar (arquivo HTML).

 Barra de favoritos: acesso rápido; exibir/ocultar.

 Sincronização: Chrome (conta Google), Firefox (conta Mozilla), Edge


(conta Microsoft) sincronizam favoritos entre dispositivos.

Exemplo: importar favoritos de outro navegador via menu → favoritos →


importar/exportar.

6. Histórico e downloads

 Histórico: registro das páginas visitadas; pesquisas por data/termo;


exclusivo do perfil do navegador.

 Limpar histórico: opção para remover histórico, cookies, cache, dados de


formulários.

 Downloads: lista de arquivos baixados; opções para abrir pasta ou limpar


lista.

Privacidade: uso do modo anônimo/privado impede ou reduz gravação de


histórico local (mas não oculta do provedor de internet ou do site).

7. Modo privado / Navegação anônima

 Chrome: Navegação anônima (Ctrl+Shift+N).

 Firefox: Janela privativa (Ctrl+Shift+P) — também pode bloquear


rastreadores.

 IE: Modo InPrivate.


O modo privado evita salvar histórico local, cookies persistentes e dados
de formulários; contudo, não torna o usuário anônimo para o site,
empregador ou provedor de internet.

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Informática Contagem

8. Cookies, cache e armazenamento local

 Cookies: pequenos arquivos que sites usam para armazenar sessão,


preferências e rastreamento. Podem ser de primeira parte (site visitado)
ou terceira parte (ad networks).

 Cache: arquivos (imagens, scripts, páginas) armazenados para acelerar


carregamento.

 Armazenamento local / sessionStorage: APIs que permitem que sites


guardem dados no navegador.

 Gerenciar/limpar: configurações do navegador permitem excluir cookies


e cache por site ou globalmente.

Segurança: limpar cookies pode desconectar sessões (sites que exigem login).

9. Extensões / Add-ons / Complementos

 Extensões estendem funcionalidades (bloqueadores de anúncios,


gerenciadores de senhas, desenvolvedor, VPN, tradutor).

 Instalação: Chrome Web Store (Chrome/Edge/Chromium), Firefox Add-


ons. IE tem sistema de add-ons mais antigo.

 Permissões: extensões pedem permissões (ler dados em sites, acessar


abas). Conceder permissões amplas aumenta risco.

 Gerenciar: ativar/desativar/remover e atualizar.

Segurança: instalar somente extensões confiáveis; revisar permissões e


avaliações.

10. Ferramentas de segurança e privacidade

 HTTPS e cadeado: indica conexão criptografada (TLS); não garante


confiabilidade da página, mas protege transporte.

 Bloqueadores de pop-ups: impedem janelas intrusivas.

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Informática Contagem

 Proteção contra phishing / malware: navegadores consultam listas de


sites maliciosos.

 Sandboxing: processos isolados para mitigar ataques (Chrome usa


multiprocess).

 Configurações de rastreamento: enviar pedido Do Not Track (nem


sempre respeitado) e bloqueio de rastreadores (Firefox forte nisso).

 Gerenciamento de senhas: navegadores oferecem salvar senhas; uso de


gerenciador de senhas dedicado é recomendado.

11. Ferramentas de desenvolvedor (DevTools) — principais painéis

 Elements / Inspector: inspeciona e edita o DOM e CSS.

 Console: executar JS, visualizar erros.

 Network: monitorar requisições HTTP, status, tempo e tamanho — útil


para diagnosticar performance e recursos bloqueados.

 Performance: medir tempo de carregamento e execução.

 Application / Storage: ver cookies, localStorage, IndexedDB.

 Security: ver certificação TLS e problemas de segurança.

Usos: depurar layout, verificar erros de script, analisar tempos de carregamento


e identificar recursos lentos.

12. Atualizações e compatibilidade

 Manter o navegador atualizado é crítico para segurança e


compatibilidade com padrões web. Chrome/Firefox atualizam
automaticamente; IE/Edge dependem de políticas do sistema.

 User Agent e modo de compatibilidade podem ser usados para testar


sites antigos.

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Informática Contagem

 Sites modernos aproveitam recursos recentes (ECMAScript, APIs Web) —


navegadores antigos podem não suportar.

13. Sincronização e perfis

 Perfis de usuário: permitem manter favoritos, histórico e extensões


separados (útil em ambientes compartilhados).

 Sincronização na nuvem: restaura configurações e bookmarks em


múltiplos dispositivos (necessita conta: Google/Mozilla/Microsoft).

14. Acessibilidade e personalização

 Zoom de página (Ctrl + + / Ctrl + -), modo de leitura, atalho de teclado,


leitor de tela (compatível com NVDA/JAWS).

 Temas, tamanho de fonte e preferências de acessibilidade.

15. Boas práticas de navegação segura

 Verificar cadeado (HTTPS) em transações; desconfiar de certificados


inválidos.

 Evitar downloads de fontes não confiáveis.

 Usar bloqueador de scripts/extensões quando necessário.

 Não salvar senhas em computadores públicos; usar autenticação


multifator (2FA).

 Mantê-los atualizados e rever extensões periodicamente.

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Informática Contagem

Questão 1
Qual é a função principal da barra de endereço (omnibox) em navegadores
modernos como Chrome e Firefox?
A) Exibir somente o protocolo (http/https) da página.
B) Permitir digitar URLs e termos de pesquisa, além de mostrar sugestões e
histórico.
C) Apenas mostrar o título da aba atual.
D) Controlar extensões instaladas.
E) Exibir o código-fonte da página.

Questão 2
O que acontece ao usar o modo privado/anônimo do navegador?
A) Você fica completamente anônimo na internet — provedores e sites não
conseguem ver sua navegação.
B) O navegador não salva histórico local, cookies persistentes e dados de
formulários da sessão; porém provedores e sites ainda podem rastrear.
C) O navegador bloqueia todos os scripts JavaScript por padrão.
D) O sistema operacional apaga todos os arquivos do computador ao fechar a
janela.
E) O navegador ativa o modo desenvolvedor automaticamente.

Questão 3
Em relação aos cookies, assinale a afirmativa correta:
A) Cookies são programas executáveis que instalam extensões no navegador.
B) Cookies são arquivos que sites usam para armazenar informações como
sessão e preferências; podem ser removidos nas configurações do navegador.
C) Cookies criptografam a conexão entre navegador e servidor
automaticamente.
D) Cookies fazem o navegador ficar mais lento permanentemente.
E) Cookies são sempre perigosos e devem ser bloqueados sem exceção.

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Informática Contagem

Questão 4
Qual é o principal risco ao instalar extensões (add-ons) de fontes não
confiáveis?
A) O navegador ficará automaticamente desatualizado.
B) Extensões maliciosas podem acessar e modificar dados das páginas que você
visita, roubar credenciais e inserir anúncios.
C) Extensões aumentam permanentemente o tamanho do disco rígido do
servidor web.
D) Extensões deletam o histórico do navegador.
E) Não há risco — todas as extensões são seguras.

Questão 5
Qual painel das Ferramentas de Desenvolvedor (DevTools) você usaria para
analisar as requisições HTTP que uma página faz (arquivos carregados, status e
tempo)?
A) Console
B) Elements / Inspector
C) Network
D) Performance
E) Application

Questão 6
No Chrome (e navegadores Chromium), qual atalho abre uma nova aba e qual
reabre a última aba fechada?
A) Nova aba: Ctrl+N; Reabrir última: Ctrl+R
B) Nova aba: Ctrl+T; Reabrir última: Ctrl+Shift+T
C) Nova aba: Ctrl+Shift+N; Reabrir última: Ctrl+W
D) Nova aba: Alt+F4; Reabrir última: Ctrl+Z
E) Nova aba: Ctrl+P; Reabrir última: Ctrl+S

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Informática Contagem

Questão 7
A presença do ícone de cadeado na barra de endereço indica:
A) Que o site é confiável e não pode conter malware.
B) Que a conexão entre seu navegador e o servidor está criptografada
(HTTPS/TLS).
C) Que o site está bloqueado para edição.
D) Que o site foi verificado manualmente por você.
E) Que a página usa cookies.

Questão 8
Sobre o cache do navegador, qual afirmativa é verdadeira?
A) Cache armazena recursos (imagens, scripts) localmente para acelerar
carregamento; limpar o cache pode resolver problemas de carregamento
quando há versões conflitantes.
B) Cache automaticamente impede o envio de formulários.
C) Cache é um antivírus incorporado no navegador.
D) Cache mantém sua senha em texto claro para todos os sites.
E) Cache é a mesma coisa que o histórico de navegação.

Questão 9
O recurso de sincronização de um navegador (Chrome/Firefox) permite,
mediante login, que:
A) Todas as abas do navegador sejam automaticamente traduzidas para outro
idioma.
B) Favoritos, senhas (se ativado), histórico e extensões sejam sincronizados
entre dispositivos associados à mesma conta.
C) O navegador rode aplicativos de desktop diretamente no celular.
D) O navegador exclua automaticamente arquivos locais do computador.
E) O navegador troque o mecanismo de renderização (engine) por outro.

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Informática Contagem

Questão 10
Em navegadores modernos, qual prática não é recomendada para segurança e
privacidade?
A) Manter o navegador atualizado.
B) Instalar extensões somente de fontes confiáveis e revisar permissões.
C) Usar senhas fortes e autenticação multifator.
D) Salvar permanentemente senhas em computadores públicos sem proteção
adicional.
E) Limpar cookies e cache regularmente em máquinas compartilhadas.

Comentário 1 (Q1 — alternativa B)

 A omnibox/barra de endereço nos navegadores modernos aceita tanto


URLs quanto termos de busca; apresenta sugestões baseadas no
histórico e nos mecanismos de busca; também pode executar comandos
rápidos (ex.: pesquisas, atalhos). As demais alternativas descrevem
funções incorretas ou limitadas.

Comentário 2 (Q2 — alternativa B)

 O modo privado/anônimo evita que o navegador armazene localmente


histórico da sessão, cookies persistentes e dados de formulários; porém
não torna o usuário invisível à rede: o provedor de internet, o
administrador da rede (empresa/escola) e o próprio site continuam a ver
a requisição. Além disso, rastreadores externos podem ainda identificar o
usuário por outros meios. As demais alternativas são falsas.

Comentário 3 (Q3 — alternativa B)

 Cookies são pequenos arquivos usados por sites para guardar sessão,
preferências e, em alguns casos, rastreamento. Eles podem ser
gerenciados e removidos nas configurações do navegador. Cookies não
são programas executáveis nem criptografam a conexão; bloquear
cookies indiscriminadamente pode prejudicar funcionalidade de sites
(logins, carrinho de compras).

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Informática Contagem

Comentário 4 (Q4 — alternativa B)

 Extensões maliciosas, quando instaladas, podem ter permissões


poderosas (ler/modificar conteúdo de páginas, acessar dados de
formulários), possibilitando roubo de credenciais, injeção de anúncios,
redirecionamentos e coleta de dados. Por isso, instale apenas de fontes
confiáveis e verifique avaliações/autor. As outras alternativas são
incorretas ou irrelevantes.

Comentário 5 (Q5 — alternativa C)

 O painel Network (Rede) nas DevTools mostra todas as requisições


HTTP/HTTPS realizadas pela página (documentos, imagens, CSS, JS,
XHR/fetch), status (200/404/500), cabeçalhos, tempos de carregamento
e tamanhos — essencial para depuração de carregamento e
performance. Console exibe logs de JS; Elements inspeciona DOM;
Performance grava performance; Application mostra armazenamento
local e cookies.

Comentário 6 (Q6 — alternativa B)

 No Chrome e navegadores baseados em Chromium: Ctrl+T abre nova


aba; Ctrl+Shift+T reabre a última aba fechada (útil após fechar
acidentalmente). Ctrl+N abre nova janela, Ctrl+Shift+N abre janela
anônima.

Comentário 7 (Q7 — alternativa B)

 O ícone de cadeado indica que a conexão usa HTTPS (TLS) e que os dados
enviados entre navegador e servidor são criptografados no transporte.
Não garante que o site é legítimo ou livre de malware, apenas que a
camada de transporte está protegida. Sempre verificar detalhes do
certificado em caso de dúvidas.

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Informática Contagem

Comentário 8 (Q8 — alternativa A)

 O cache armazena versões locais de recursos para acelerar carregamento


em visitas subsequentes. Quando um site atualiza recursos e o navegador
ainda usa versões antigas do cache, podem ocorrer problemas de layout
ou funcionalidade — limpar o cache resolve muitas vezes. Cache não é
antivírus nem similar ao histórico.

Comentário 9 (Q9 — alternativa B)

 A sincronização ligada a uma conta (Google/Mozilla/Microsoft) permite


replicar favoritos, histórico, senhas (se a opção estiver ativada), abas
abertas e extensões entre dispositivos. Útil para continuidade entre
desktop e celular, mas exige cuidado com segurança (proteger conta com
2FA).

Comentário 10 (Q10 — alternativa D)

 Salvar permanentemente senhas em computadores públicos é uma


prática insegura e não recomendada; pessoas posteriores podem acessar
suas contas. As demais opções (manter atualizado, instalar extensões
confiáveis, usar senhas fortes e limpar dados em máquinas partilhadas)
são práticas recomendadas.

08 – APLICATIVOS, PROCEDIMENTOS, INTERNET E INTRANET.


1. Aplicativos — conceito e tipos

Aplicativo (ou aplicação) é um software que realiza tarefas específicas para o


usuário ou organização. Tipos principais:

1. Aplicativos desktop

o Instalados no computador local (ex.: Microsoft Word, Excel,


AutoCAD).

o Rodam offline (na maioria dos casos) e têm acesso direto ao


hardware do PC.

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Informática Contagem

2. Aplicativos móveis

o Projetados para smartphones/tablets (ex.: WhatsApp, Instagram,


apps bancários).

o Distribuídos por lojas (App Store, Google Play); exigem atenção a


permissões (GPS, microfone).

3. Aplicativos web

o Executados no navegador ou via web (ex.: Google Docs, ERP pela


web).

o Não precisam instalação local (ou têm clientes leves) e são


atualizados no servidor.

4. Aplicativos corporativos/enterprise

o Sistemas de gestão (ERP), CRM, sistemas legados, portais internos.

o Podem ser híbridos (parte web, parte desktop) e integrar bases de


dados centrais.

5. APIs e microserviços

o Componentes que expõem funcionalidades para outros aplicativos


via rede (REST/JSON, SOAP).

o Permitem integração entre sistemas (ex.: app móvel consulta API


do banco).

Exemplo prático: Um banco usa: app móvel (contas), front-end web (internet
banking), e um sistema interno ERP (gestão financeira). O app móvel consome
APIs que falam com o ERP.

2. Procedimentos (políticas operacionais e rotinas)

Procedimentos são sequências documentadas de passos que garantem


operação segura e consistente. Importantes tipos:

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Informática Contagem

1. Instalação e atualização (patch management)

o Procedimento: verificar compatibilidade → testar em ambiente de


homologação → agendar janela de manutenção → aplicar patch
→ validar → documentar.

o Ex.: atualizar servidor Windows: aplicar patches cumulativos,


reiniciar, checar serviços.

2. Backup e recuperação (backup & restore)

o Procedimento: identificar dados críticos → definir periodicidade


(diário, semanal) → escolher po (full, incremental, diferencial) →
armazenar off-site/na nuvem → testar restore periodicamente.

o Ex.: backup diário incremental + full semanal; teste de restauração


trimestral.

3. Onboarding / offboarding de usuários

o Onboarding: criar conta, atribuir grupos/permissões, fornecer


credenciais e treinamentos.

o Offboarding: revogar acessos, desabilitar conta, recolher


equipamentos.

o Ex.: checklist de saída evita risco de contas ativas de ex-


funcionários.

4. Gerenciamento de mudanças (change management)

o Proposta → análise de impacto → aprovação (comitê) →


cronograma → execução → rollback plan.

o Importante para evitar indisponibilidades.

5. Resposta a incidentes (IR — Incident Response)

o Identificar → conter → erradicar → recuperar → lições


aprendidas.

o Ex.: vazamento de dados → isolar sistema afetado, coletar logs,


notificar autoridades se aplicável.

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Informática Contagem

6. Políticas de segurança e uso aceitável (AUP)

o Define o que é comportamento aceitável (ex.: proibição de instalar


software não autorizado).

o AUP deve ser assinada por colaboradores.

Boas práticas: documentar procedimentos, manter versão controlada, treinar


equipe e revisar periodicamente.

3. Internet — conceitos fundamentais

A Internet é uma rede global de computadores que interconecta milhares de


redes menores. Conceitos chave:

 Protocolos: regras de comunicação. Principais:

o HTTP/HTTPS — transporte de páginas web (HTTPS = HTTP sobre


TLS/SSL, criptografado).

o TCP/UDP — camadas de transporte (TCP confiável; UDP rápido).

o DNS — resolve nomes ([Link]) para endereços IP.

o SMTP, IMAP, POP3 — e-mail.

o FTP / SFTP — transferência de arquivos (SFTP sobre SSH é seguro).

 Endereçamento: IP (IPv4, IPv6); NAT em redes locais transforma


endereços privados em públicos.

 Serviços comuns: web, e-mail, FTP, serviços de nuvem, APIs.

 Segurança na Internet: usar HTTPS, certificados válidos, monitoramento,


firewalls e WAFs (web application firewalls).

Exemplo: Ao acessar [Link] seu browser faz DNS → estabelece


conexão TLS (cadeado), solicita conteúdo via HTTPS → servidor responde com
HTML/CSS/JS.

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Informática Contagem

4. Intranet — rede interna corporativa

Intranet é uma rede privada baseada em tecnologias da Internet, usada


internamente por organizações. Características:

 Acesso restrito: geralmente só acessível dentro da rede corporativa ou


via VPN.

 Serviços internos: portais corporativos, sistemas RH, ERP, repositórios de


documentos, chat interno.

 Autenticação centralizada: Active Directory (AD), LDAP, Single Sign-On


(SSO).

 Segurança: separação de rede (VLANs), firewalls internos, políticas de


acesso. Muitas orgs mantêm uma DMZ para serviços públicos (site
institucional) e isolam serviços internos.

Exemplo prático: Funcionário acessa intranet ([Link]) para


solicitar férias; o formulário integra com o sistema RH via API, que atualiza
banco interno.

5. Relação Internet × Intranet × Extranet

 Internet: pública, qualquer um pode acessar (sujeito a políticas do site).

 Intranet: privada, somente colaboradores/autorizados.

 Extranet: extensão da intranet para parceiros/fornecedores via acessos


controlados (VPN, certificados, autenticação multifator).

6. Ferramentas de acesso e serviços relacionados

1. Browsers (para web apps): Chrome, Firefox, Edge — acesso a serviços


internet/intranet via HTTP/HTTPS.

2. Clientes de e-mail: Outlook, Thunderbird — conectam via IMAP/SMTP.

3. VPN: cria túnel seguro para acessar recursos de intranet externamente.

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4. RDP / SSH: acesso remoto a servidores (RDP Windows; SSH em Unix).

5. Sistemas de gestão de identidades (IAM): controlam privilégios, SSO,


MFA.

6. Sistemas de monitoramento: Nagios, Zabbix, Datadog — monitoram


disponibilidade, latência, logs.

7. Backup e storage: NAS, SAN, serviços de nuvem (Azure, AWS S3).

7. Segurança aplicada a aplicativos e redes

 Autenticação forte (MFA), controle de privilégios mínimos (least


privilege).

 Criptografia em trânsito (TLS) e em repouso (AES em discos).

 Teste e revisão de código para apps web (code review, SAST/DAST).

 Segurança de APIs: tokens, OAuth2, rate limiting.

 Proteção contra vulnerabilidades web: XSS, SQL Injection — usar


validação e prepared statements.

 Segmentação de rede: separar sistemas críticos da rede geral.

 Política de atualização: aplicar patches para SO e aplicativos.

8. Exemplos de procedimentos operacionais (passo a passo curto)

A — Instalar um aplicativo web em servidor de homologação

1. Preparar VM/contêiner com OS e dependências.

2. Subir código em ambiente isolado.

3. Configurar banco de dados de teste.

4. Rodar testes automatizados.

5. Abrir porta para teste interno e solicitar homologação.

6. Após aprovação, planejar deploy para produção com rollback.

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Informática Contagem

B — Fazer backup de um banco de dados crítico (exemplo MySQL)

1. Agendar backup full diário (mysqldump ou snapshot).

2. Armazenar cópia em local off-site (S3/fitas).

3. Verificar integridade do backup (restore em ambiente de teste).

4. Manter histórico por política (ex.: 30 dias).

9. Governança, compliance e privacidade

 Governança de TI: políticas, responsáveis, SLA (Service Level Agreement).

 Compliance: normas (LGPD no Brasil, GDPR na UE) exigem proteção de


dados pessoais — controles de acesso, logs, minimização de dados.

 Auditoria: manter trilhas (logs), evidências de mudanças e backups para


auditoria.

10. Boas práticas resumidas

 Documentar procedimentos e treinar equipes.

 Implementar controle de acesso e MFA.

 Separar ambientes (desenvolvimento, homologação, produção).

 Testar rotinas de backup e plano de recuperação.

 Atualizar sistemas e aplicar patches em janela controlada.

 Analisar logs e monitorar disponibilidade.

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Questão 1
Qual a diferença fundamental entre aplicativo web e aplicativo desktop?
A) Aplicativo web sempre funciona offline; aplicativo desktop precisa de
internet.
B) Aplicativo web roda no navegador e é atualizado no servidor; aplicativo
desktop é instalado localmente no computador do usuário.
C) Aplicativo desktop não precisa de licença; aplicativo web sempre é gratuito.
D) Aplicativo web não pode acessar APIs; aplicativo desktop acessa a internet
por padrão.
E) Não há diferença; são termos sinônimos.

Questão 2
Em um procedimento de backup recomendado, o que significa “backup
incremental”?
A) Cópia completa do sistema realizada sempre que possível.
B) Backup que apenas grava as mudanças ocorridas desde o último backup (full
ou incremental).
C) Processo automaticamente incremental sem necessidade de teste de restore.
D) Backup que só copia arquivos novos, ignorando modificações.
E) Um backup feito apenas uma vez por ano.

Questão 3
O que é intranet?
A) Uma rede pública como a Internet, acessível por qualquer pessoa.
B) Um serviço de hospedagem na nuvem oferecido por provedores.
C) Uma rede privada, baseada em tecnologias Internet, usada internamente por
uma organização para compartilhar recursos.
D) Um protocolo de transferência de arquivos.
E) Um programa antivírus corporativo.

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Informática Contagem

Questão 4
Qual procedimento é essencial no offboarding (saída de colaborador) para
reduzir risco de acesso indevido?
A) Aumentar privilégios do usuário.
B) Deixar as credenciais ativas por 90 dias.
C) Revogar imediatamente acessos e desabilitar contas, recolher equipamentos
e atualizar inventário.
D) Criar um novo e-mail para o usuário.
E) Alterar o papel do usuário para administrador.

Questão 5
Qual ferramenta cria um túnel seguro para acessar recursos de intranet a partir
da Internet?
A) FTP
B) VPN
C) HTTP
D) DNS
E) SMTP

Questão 6
Ao implantar atualizações críticas (patches) em servidores, qual prática é
considerada boa e reduz risco de indisponibilidade?
A) Aplicar patches diretamente em produção sem teste para ganhar tempo.
B) Testar as atualizações em ambiente de homologação, agendar janela de
manutenção e ter plano de rollback.
C) Ignorar logs após aplicar patches.
D) Reiniciar somente quando ocorrer erro.
E) Remover backups antes de aplicar patches.

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Questão 7
Qual é a finalidade de uma DMZ (zona desmilitarizada) numa infraestrutura de
rede?
A) Colocar os servidores internos mais sensíveis sem qualquer firewall.
B) Fornecer uma área pública onde serviços voltados à Internet (web, e-mail)
são isolados da rede interna, reduzindo risco à intranet.
C) Substituir a necessidade de VPN.
D) Aumentar o número de IPs públicos internamente sem NAT.
E) Servir exclusivamente para backup.

Questão 8
Em termos de segurança de aplicações web, o que é SQL Injection?
A) Um serviço legítimo para acelerar queries SQL.
B) Técnica de injeção de código malicioso em formulários para manipular
consultas ao banco de dados, permitindo extração/alteração de dados.
C) Backup automático do banco de dados.
D) Uma forma de criptografia de dados.
E) Um mecanismo de replicação de banco de dados.

Questão 9
Qual das seguintes ações é mais indicada para garantir continuidade em caso de
desastre (disaster recovery)?
A) Ter apenas um backup local no mesmo servidor.
B) Realizar backups regulares, manter cópias off-site (externas) e testar a
restauração periodicamente.
C) Confiar apenas na disponibilidade do provedor de energia local.
D) Não documentar o procedimento de recuperação para agilizar.
E) Guardar backups todos no mesmo pendrive.

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Questão 10
Sobre extranet, assinale a afirmativa correta:
A) Extranet é sinônimo de Internet pública.
B) Extranet é a rede interna que não permite nenhum acesso externo.
C) Extranet é a extensão controlada da intranet que permite acesso a parceiros
e fornecedores mediante autenticação e controle.
D) Extranet é uma ferramenta para criptografar dados em repouso.
E) Extranet é um protocolo de streaming de vídeo.

Comentário 1 (Q1 — alternativa B)

 Aplicativo web roda no navegador e é mantido/atualizado no servidor


central; o usuário acessa via URL. Aplicativo desktop é instalado
localmente e normalmente depende menos da internet. As demais
alternativas contêm imprecisões.

Comentário 2 (Q2 — alternativa B)

 Backup incremental copia apenas as alterações ocorridas desde o último


backup (seja ele full ou incremental), reduzindo tempo e espaço. Para
restauração completa pode ser necessário o último full + todos os
incrementais subsequentes. Full = cópia completa; diferencial =
mudanças desde o último full.

Comentário 3 (Q3 — alternativa C)

 Intranet é rede privada corporativa que usa protocolos e tecnologias da


Internet, mas com acesso restrito (geralmente via rede interna ou VPN).
Não é pública, nem é um serviço de hospedagem por si só.

Comentário 4 (Q4 — alternativa C)

 Offboarding seguro exige revogação imediata de acessos (contas, tokens,


acesso VPN), recolhimento de credenciais/equipamentos e atualização
de inventário; atrasar revogação aumenta risco de acesso indevido.
Aumentar privilégios ou manter contas ativadas é risco.

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Informática Contagem

Comentário 5 (Q5 — alternativa B)

 VPN (Virtual Private Network) cria um túnel criptografado entre o


usuário remoto e a rede corporativa, permitindo acesso seguro a
recursos internos como se estivesse na rede local. FTP, HTTP, DNS e
SMTP não fornecem esse túnel por si só.

Comentário 6 (Q6 — alternativa B)

 Testar em homologação, agendar janela e preparar rollback é prática


responsável. Aplicar direto em produção sem testes pode causar
indisponibilidade e perda de serviço. Logs e backups são essenciais;
ignorá-los é arriscado.

Comentário 7 (Q7 — alternativa B)

 DMZ aloja serviços expostos à Internet (servidores web, e-mail, DNS)


isolados entre a internet e a rede interna, reduzindo o risco de invasão da
intranet caso um serviço seja comprometido. Não elimina necessidade de
outras medidas de segurança.

Comentário 8 (Q8 — alternativa B)

 SQL Injection é ataque onde o invasor insere comandos SQL maliciosos


em entradas de usuário (formulários, parâmetros) para manipular
consultas e acessar dados indevidamente. Mitigação: prepared
statements, validação de entrada e privilégios mínimos.

Comentário 9 (Q9 — alternativa B)

 Continuidade exige backups regulares, cópias off-site (redundância


geográfica) e testes de restauração para confirmar que os backups
funcionam. Apenas um backup local é insuficiente em caso de desastre
físico no local.

Comentário 10 (Q10 — alternativa C)

 Extranet é um acesso controlado da intranet para entidades externas


(parceiros, fornecedores) usando mecanismos de autenticação, VPNs ou
portais com permissões; permite colaboração sem expor toda a intranet.

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09 – NOÇÕES DE GOOGLE WORKSPACE E FERRAMENTAS DE PRODUTIVIDADE/COLABORAÇÃO.


1. O que é Google Workspace

Google Workspace (antigo G Suite) é um conjunto integrado de aplicativos de


produtividade e colaboração baseados na nuvem oferecido pelo Google.
Engloba aplicativos como Gmail, Google Drive, Google Docs, Sheets, Slides,
Meet, Calendar, Forms, Keep, Sites, Chat, além de ferramentas administrativas
(Admin Console, Vault, segurança) e APIs / automação (Apps Script).

Princípios-chave:

 Colaboração em tempo real: múltiplos usuários editam ao mesmo


tempo, veem cursores e alterações instantâneas.

 Nuvem-first: arquivos armazenados no Drive e acessíveis de qualquer


dispositivo com permissão.

 Controle e segurança corporativa: Admin Console para gerenciar


usuários, políticas e dispositivos.

2. Componentes principais (visão geral das ferramentas)

Gmail

 Cliente de e-mail com filtros, marcadores, pesquisa avançada e


integração com Calendar e Meet.

 Ex.: criar filtro que move mensagens de um remetente para um marcador


e aplica um rótulo automaticamente.

Google Drive

 Armazenamento de arquivos e hub de colaboração. Suporta arquivos do


Google (Docs/Sheets/Slides) e uploads de arquivos binários.

 Tipos de local: Meu Drive (pessoal) e Shared drives (unidades


compartilhadas para equipes, com propriedade da organização).

 Controle de compartilhamento: proprietário, editor, comentador,


visualizador; link com acesso restrito, organizacional ou público.

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Google Docs (Processador de texto)

 Edição colaborativa (comentários, sugestões, histórico de versões, chat


no documento).

 Modo Sugestão (equivalente ao Track Changes).

 Ex.: comentar trecho → @menção notifica usuário.

Google Sheets (Planilha)

 Fórmulas, filtros, validação de dados, proteção de intervalo, gráficos,


Tabelas Dinâmicas (Pivot tables), funções colaborativas.

 Ex.: =IMPORTRANGE("url"; "Planilha1!A1:C100") importa dados de outra


planilha.

Google Slides (Apresentações)

 Criação de slides com colaboração; notas do apresentador; apresentação


via Meet.

Google Meet (videoconferência)

 Reuniões por vídeo com compartilhamento de tela, gravação (se


habilitada pela organização), salas simultâneas (breakout rooms em
versões) e legendas ao vivo.

Google Calendar

 Agendamento, convites, anexos, salas e recursos, permissões de


disponibilidade (free/busy) e integração com Meet.

Google Forms

 Criação de formulários, pesquisas e quizzes; respostas centralizadas no


Sheets.

Google Chat e Spaces

 Mensagens instantâneas e espaços (canais) para colaboração contínua,


threads e integrações com Drive e Docs.

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Informática Contagem

Google Keep

 Notas rápidas, listas e lembretes; integração com Docs e Calendar.

Google Sites

 Construção de intranets simples, wikis de projeto e páginas internas sem


codificação.

Admin Console e ferramentas de governança

 Admin Console: gestão de usuários, grupos, políticas de senha,


SSO/SAML, gerenciamento de dispositivos móveis (MDM), auditoria.

 Vault: retenção, busca e exportação de e-mails e arquivos para


compliance / e-discovery.

 Endpoint Management: impor políticas de segurança em dispositivos.

 DLP (Data Loss Prevention): regras para prevenir vazamento de dados


(por exemplo, bloquear envio de documentos que contenham CPF).

 Access Transparency / Access control e logs de auditoria.

Apps Script e automações

 Google Apps Script (JavaScript baseado em nuvem) para automatizar


tarefas (e.g., envio de relatórios via Gmail, manipular planilhas).

 Zapier / Make / Power Automate podem integrar Workspace com


outros serviços.

3. Compartilhamento, permissões e tipos de acesso (detalhado)

Níveis de permissão comuns

 Owner (proprietário) — controla compartilhamento e pode transferir


propriedade (em Meu Drive); em Shared drives a propriedade é do drive
(membros têm papéis: Gerente, Contribuidor, etc.).

 Editor — pode editar conteúdo.

 Comentador — pode visualizar e comentar, sugerir alterações.

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Informática Contagem

 Visualizador — apenas leitura.

 Acesso via link — pode ser restrito à organização, público ou somente


pessoas com link.

Boas práticas de compartilhamento

 Preferir Shared drives para documentos de equipe para evitar perda de


propriedade quando alguém sai.

 Ao compartilhar, usar links com restrição à organização quando possível.

 Usar expiração de acesso para convidados temporários.

 Evitar “link público” para dados sensíveis.

Exemplo prático — compartilhar um documento

1. Abrir documento → clicar em Compartilhar.

2. Inserir e-mail do colaborador e selecionar função (Editor / Comentador /


Visualizador).

3. (Opcional) Configurar restrições: impedir download/impressão/cópia


para visualizadores/comentadores.

4. Enviar → usuário recebe no ficação por e-mail com link.

4. Colaboração em tempo real — recursos e fluxo de trabalho

 Edição simultânea: vários usuários editam; cursores coloridos e histórico


de edição.

 Comentários e resoluções: comentar um trecho, atribuir tarefa com


@nome e marcar “Resolvido” ao concluir.

 Sugestões (Docs): alterações aparecem como sugestões; aprovador


aceita ou rejeita.

 Histórico de versões: acessar Arquivo → Histórico de versões para ver e


restaurar versões anteriores (registradas com autor e timestamp).

 Notificações: receber e-mails quando alguém comenta ou menciona.

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Informática Contagem

Ex.: fluxo de produção de documento: rascunho → convidar revisores como


comentadores → incorporar sugestões → aceitar alterações → publicar.

5. Integrações e produtividade (exemplos práticos)

Agendar reunião com link Meet no Calendar

1. Abrir Calendar → Criar evento → adicionar convidados.

2. Clicar em “Adicionar videoconferência Google Meet” → link gerado.

3. Anexar documentos (Docs/Slides) para leitura prévia.

4. Enviar convite → convidados recebem e podem adicionar ao calendário.

Coautoria entre Docs e Sheets

 Inserir planilha em Docs: Inserir → Tabela → Planilha vinculada —


mantém link com dados do Sheets; atualizar quando os dados mudam.

Formular e coletar respostas com Forms

 Criar Form → Vincular respostas a uma planilha → usar recursos de


validação para garantir formato de e-mail/CPF → analisar resultados no
Sheets / gerar gráficos.

6. Segurança e administração (práticas e políticas)

Autenticação e acesso

 Autenticação multifator (2FA): obrigatória em ambientes corporativos


para proteger contas.

 SSO / SAML: integração com provedores de identidade corporativa.

 Políticas de senha e bloqueio de conta após tentativas inválidas.

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Informática Contagem

Proteção de dados

 DLP — prevenir envio/compartilhamento de dados sensíveis.

 Retenção e eDiscovery (Vault) — reter e buscar dados para processos


legais.

 Proteção contra ataques: alertas de phishing, verificação de anexos,


quarantena.

Gestão de dispositivos

 Endpoint Management: impor políticas, limpar dados remotamente,


exigência de PIN.

Auditoria e logs

 Auditoria de atividade (log de acesso, compartilhamento, download,


exportação) via Admin Console para investigação.

7. Administración do serviço (Admin Console — visão prática)

 Criar/editar usuários e grupos.

 Configurar políticas de compartilhamento (externo/interno).

 Ativar/desativar serviços por OU (organizational unit).

 Monitorar quantidade de armazenamento usada.

 Gerenciar licenças e ativar recursos (Vault, DLP, Context-Aware Access).

8. Recursos offline e mobile

 Google Drive for Desktop: sincroniza arquivos entre Drive e computador;


disponível modo streaming e espelhamento.

 Offline: habilitar edição offline (Docs/Sheets/Slides) — alterações


sincronizam quando reconectar.

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Informática Contagem

 Apps móveis: versão mobile de Gmail/Drive/Docs/Sheets/Slides/Meet


com funcionalidades centrais.

9. Automação com Apps Script (exemplo)

 Exemplo simples: script que envia e-mail diário com resumo de respostas
do Forms:

function enviarResumoDiario() {

var sheet =
[Link]("ID_DA_PLANILHA").getSheetByName("Respostas");

var valores = [Link]("A1:C10").getValues();

var corpo = "Resumo:\n" + [Link](r => [Link](" | ")).join("\n");

[Link]("gestor@[Link]", "Resumo diário", corpo);

 Scripts podem ser ligados a triggers (time-driven) para executar


automaticamente.

10. Boas práticas organizacionais e de produtividade

 Use Shared drives para recursos de equipe; Meu Drive para rascunhos
pessoais.

 Defina padrões de nomenclatura de arquivos e pastas (e.g., ANO-


MES_Projeto_NomeDocumento_v1).

 Aplique políticas de retenção e DLP para dados sensíveis.

 Treine usuários em compartilhamento seguro e uso de 2FA.

 Aproveite modelos (templates) e Add-ons certificados para padronizar


fluxos.

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Informática Contagem

Questão 1
Qual a principal diferença entre “Meu Drive” e “Shared drives” no Google
Drive?
A) Meu Drive não permite upload de arquivos; Shared drives permite.
B) Arquivos em Meu Drive pertencem a um usuário; em Shared drives, os
arquivos pertencem à equipe/organização (não a um usuário individual).
C) Shared drives não podem ser acessados por membros externos à organização
em hipótese alguma.
D) Meu Drive não permite compartilhamento com link; Shared drives só permite
links.
E) Não há diferença prática entre os dois.

Questão 2
Ao compartilhar um documento do Google Docs, qual permissão permite
apenas comentar, sem editar o conteúdo?
A) Proprietário
B) Editor
C) Comentador
D) Visualizador
E) Administrador

Questão 3
Qual recurso do Google Workspace permite reter emails e documentos para
fins de conformidade/legal e realizar buscas para e-discovery?
A) Google Keep
B) Google Vault
C) Google Forms
D) Google Chat
E) Google Sites

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Informática Contagem

Questão 4
Em Google Sheets, qual função importa um intervalo de outra planilha
(arquivo) do Drive?
A) =IMPORTRANGE("url"; "Intervalo")
B) =IMPORTFILE("url"; "Intervalo")
C) =IMPORTDATA("caminho"; "Intervalo")
D) =VLOOKUP("url"; "Intervalo")
E) =QUERYIMPORT("url"; "Intervalo")

Questão 5
Em termos de segurança, qual prática o Admin Console deve exigir para reduzir
alto risco de comprometimento de contas?
A) Desabilitar autenticação multifator (2FA) porque atrapalha os usuários.
B) Exigir autenticação multifator (2FA) e impedir reuso de senhas fracas.
C) Permitir que todos usuários usem senhas iguais para facilitar gerenciamento.
D) Habilitar compartilhamento externo público por padrão.
E) Remover logs de auditoria regularmente.

Questão 6
Ao colaborar em tempo real num Google Doc, uma pessoa usa Modo de
Sugestão. O que isso significa?
A) As alterações serão aplicadas imediatamente sem registro.
B) As alterações aparecem como sugestões que podem ser aceitas ou rejeitadas
pelo proprietário/editores.
C) O usuário só consegue ver o documento, sem alterar nada.
D) O documento é bloqueado para os demais até o sugeridor salvar.
E) O documento automaticamente cria uma cópia.

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Informática Contagem

Questão 7
Qual é a vantagem principal de usar Calendar + Meet integrados para reuniões?
A) O Calendar substitui completamente a necessidade de agenda física; Meet
não gera link para reunião.
B) Ao criar evento no Calendar, o link do Meet é gerado automaticamente (se
habilitado) e os convidados recebem o link e anexos; facilita agendamento e
contexto da reunião.
C) Calendar só serve para enviar e-mails; Meet é apenas chat de texto.
D) Não existe integração entre Calendar e Meet.
E) Meet apaga automaticamente o evento do Calendar após 24 horas.

Questão 8
Qual permissão é mais apropriada quando você quer que um externo apenas
visualize um relatório, sem possibilidade de fazer download, impressão ou
cópia?
A) Dar permissão de Editor e solicitar que não baixe.
B) Dar permissão de Visualizador e marcar a opção “Impedir que visualizadores
façam download, impressão e cópia do arquivo”.
C) Tornar o arquivo público e enviar o link.
D) Compartilhar como proprietário.
E) Copiar o conteúdo para o corpo do e-mail e enviar.

Questão 9
Qual ferramenta do Google Workspace é indicada para criar um formulário com
coleta automática de respostas e posterior análise em planilha?
A) Google Slides
B) Google Forms
C) Google Keep
D) Google Sites
E) Google Chat

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Informática Contagem

Questão 10
Sobre automação com Google Apps Script, qual afirmação é correta?
A) Apps Script é uma linguagem proprietária baseada em JavaScript que permite
automatizar e estender funcionalidades de Docs/Sheets/Gmail e demais
serviços do Workspace.
B) Apps Script só funciona localmente no computador do usuário, sem conexão
com a nuvem.
C) Apps Script não pode enviar e-mails nem manipular planilhas.
D) Apps Script exige instalação de software de terceiros no servidor.
E) Apps Script é idêntico a macros do Excel (VBA) e não tem integração com
serviços Google.

Comentário 1 (Q1 — alternativa B)

 Explicação: Em Meu Drive os arquivos são “possuídos” por um usuário


(proprietário). Se esse usuário sair da organização e sua conta for
excluída sem transferir a propriedade, os arquivos podem ficar
inacessíveis. Shared drives (unidades compartilhadas) pertencem ao
time/organização; arquivos permanecem disponíveis mesmo que
membros saiam, facilitando governança. As demais alternativas são falsas
(e.g., Shared drives podem ser configuradas para permitir acesso externo
conforme política).

Comentário 2 (Q2 — alternativa C)

 Explicação: Permissão Comentador permite visualizar o documento e


adicionar comentários, mas não editar o conteúdo. Editor pode
modificar diretamente; Visualizador apenas lê; Proprietário tem controle
total de edição e compartilhamento.

Comentário 3 (Q3 — alternativa B)

 Explicação: Google Vault é a solução de retenção, e-discovery e


exportação para conformidade (arquiva e-mails, chats e arquivos
conforme políticas). Não confundir com Keep (notas), Forms
(formularios) ou Sites (páginas).

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Informática Contagem

Comentário 4 (Q4 — alternativa A)

 Explicação: IMPORTRANGE importa intervalos de outra planilha (é


necessário permitir acesso na primeira vez). As demais funções listadas
não existem ou têm finalidades distintas (IMPORTDATA importa
CSV/TSV/feeds externos).

Comentário 5 (Q5 — alternativa B)

 Explicação: Exigir autenticação multifator (2FA) reduz drasticamente o


risco de conta comprometida por senha vazada. Além disso, políticas de
senha e bloqueio aumentam proteção. As opções A, C, D e E vão contra
boas práticas de segurança.

Comentário 6 (Q6 — alternativa B)

 Explicação: No Modo de Sugestão do Docs as edições aparecem como


sugestões (marcações) que podem ser aceitas ou rejeitadas pelos
editores/proprietário; é ideal para revisão colaborativa. Não aplica
alterações irreversíveis imediatamente.

Comentário 7 (Q7 — alternativa B)

 Explicação: A integração Calendar + Meet permite criar um evento no


Calendar e incluir automaticamente o link do Meet, anexar documentos
relevantes e enviar convites — simplifica logística e contextualiza a
reunião. As demais alternativas descrevem incorretamente
funcionalidades.

Comentário 8 (Q8 — alternativa B)

 Explicação: Para impedir cópia/download/ impressão, compartilhe como


Visualizador e ative a opção Impedir que visualizadores e comentadores
façam o download, impressão e cópia nas configurações de
compartilhamento do Drive/Docs. Mesmo assim, esse controle reduz,
mas não elimina totalmente (usuário ainda pode fotografar a tela). Dar
Editor é incorreto pois permite alteração; tornar público expõe sem
restrição.

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Informática Contagem

Comentário 9 (Q9 — alternativa B)

 Explicação: Google Forms foi projetado para criar formulários e quizzes;


respostas podem ser vinculadas automaticamente a uma planilha do
Google Sheets para análise imediata. Slides, Keep, Sites e Chat não têm
essa função central.

Comentário 10 (Q10 — alternativa A)

 Explicação: Google Apps Script é uma plataforma de script em nuvem,


baseada em JavaScript, que permite automatizar tarefas (ex.: enviar e-
mails, manipular planilhas, criar menus customizados, acionar triggers).
Ele roda na nuvem do Google e integra-se com serviços do Workspace.
As demais alternativas contêm erros factuais (não é local somente, não é
incapaz de enviar e-mail, não exige instalação de terceiros, e tem
diferenças em relação ao VBA).

10 – NOÇÕES DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: PROCEDIMENTOS


1. Objetivo e escopo dos procedimentos de segurança

Procedimentos de segurança são instruções operacionais que transformam


políticas (o que deve ser feito) em ações repetíveis, auditáveis e mensuráveis
(como fazer). Servem para reduzir risco, proteger confidencialidade, integridade
e disponibilidade (triade CIA) e para garantir conformidade com normas e leis
(ex.: LGPD, GDPR).

2. Princípios básicos (fundamentos)

 Confidencialidade: garantir que só pessoas autorizadas acessem


informação.

 Integridade: assegurar que a informação não seja alterada


indevidamente.

 Disponibilidade: garantir acesso à informação e sistemas quando


necessário.

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Informática Contagem

 Menor privilégio (least privilege): usuários recebem apenas as


permissões estritamente necessárias.

 Defesa em profundidade: múltiplas camadas de controle (rede, host,


aplicação, dados).

 Segurança específica por riscos: priorizar ativos críticos.

3. Inventário e classificação de ativos (procedimento essencial)

Por que: não se protege o que não se conhece.


Passos práticos:

1. Identificar ativos: servidores, endpoints, aplicações, bases de dados,


documentos críticos.

2. Classificar por criticidade e sensibilidade: Público / Interno / Confidencial


/ Restrito.

3. Atribuir proprietário e responsável por cada ativo.

4. Atualizar inventário regularmente (CMDB — Configuration Management


Database).

Exemplo: inventariar servidores de banco de dados, marcar como “Restrito” e


atribuir time DBA como proprietário.

4. Controle de acesso e gestão de identidades (procedimentos)

Objetivo: garantir que apenas identidades legítimas acessem recursos


apropriados.

Procedimento de onboarding (criação de conta):

1. Solicitação formal (RH / gestor) com justificativa e nível de acesso.

2. Criar conta com mínimo de privilégios; usar grupos/roles em vez de


permissões diretas.

3. Provisionar e registrar dispositivo (MDM/Endpoint Management).

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Informática Contagem

4. Fornecer credenciais temporárias e exigir troca no primeiro acesso.

5. Registrar no inventário e fechar checklist (treinamento, AUP assinado).

Procedimento de offboarding (desligamento):

1. Receber notificação de desligamento; imediatamente desabilitar acesso


na data/hora combinada.

2. Revogar tokens, chaves, credenciais, acessos VPN, remover do AD/LDAP.

3. Recolher dispositivos e recuperar dados pessoais.

4. Rever logs para atividades suspeitas nos últimos dias.

5. Atualizar inventário e revisar acessos de equipe (quem assumirá


funções).

Autenticação:

 Implementar MFA/2FA (preferir autenticação por app/token físico),


políticas de senha fortes, SSO onde possível.

 Revisão periódica de acessos (access review): trimestral/semestral por


gestor.

Exemplo: antes do desligamento de um analista, suspende-se a conta às 18:00


do último dia e arquiva-se e-mails corporativos conforme retenção.

5. Gestão de patches e vulnerabilidades (procedimentos)

Objetivo: reduzir janela de exposição a vulnerabilidades conhecidas.

Fluxo de Patch Management:

1. Inventariar software/firmware e dependências (CMDB).

2. Monitorar fontes de vulnerabilidade (CVEs, boletins do fornecedor).

3. Classificar criticidade da vulnerabilidade (CVSS, impacto de negócio).

4. Testar o patch em ambiente de homologação.

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Informática Contagem

5. Planejar janela de manutenção em produção (com comunicação e


rollback plan).

6. Aplicar patch, validar serviços e monitorar logs.

7. Documentar e fechar change request.

Vulnerability Management (VM):

 Varredura periódica (scans automáticos), triagem, tratamento: correção,


mitigação ou aceitação com justificativa.

Exemplo: patch de segurança do banco de dados testado em homologação,


deploy fora do horário de pico, rollback script pronto.

6. Backup e recuperação (procedimentos)

Objetivo: assegurar disponibilidade e integridade dos dados em falhas ou


incidentes.

Tipos de backup:

 Full (completo) — copia tudo; custo de espaço elevado.

 Incremental — copia o que mudou desde o último backup


(full/incremental).

 Diferencial — copia o que mudou desde o último full.

 Snapshots — snapshot de volume (rápido), conforme tecnologia.

Procedimento de backup:

1. Identificar dados críticos e RTO/RPO (Recovery Time Objective / Recovery


Point Objective).

2. Definir política (frequência, retenção, criptografia em repouso).

3. Implementar armazenamento off-site / cloud (redundância geográfica).

4. Agendar execução e monitorar logs de job.

5. Verificar integridade com testes de restore periódicos (restore drill).

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Informática Contagem

6. Documentar procedimento e responsáveis.

Exemplo: sistema financeiro com RPO de 1 hora usa backup incremental a cada
30 minutos + full diário; teste de restauração mensal.

7. Resposta a incidentes (Incident Response — IR)

Objetivo: detectar, conter, erradicar e recuperar de incidentes com mínima


perda.

Fluxo (playbook simplificado):

1. Preparação: políticas, equipe (CSIRT), ferramentas (SIEM, EDR), contatos


de emergência.

2. Detecção e Análise: alertas (SIEM), triagem, classificação (incidente/false


positive), coletar evidências (logs, imagens de disco).

3. Contenção: contenção temporária (isolar host), contenção final (remover


vector).

4. Erradicação: remover malware, aplicar patches, trocar credenciais


comprometidas.

5. Recuperação: restaurar sistemas a operação, monitoramento intensivo.

6. Lições aprendidas: post-mortem, atualizar playbooks, comunicar


resultados.

7. Notificação legal: avaliar obrigação de comunicar autoridades/ clientes


(LGPD, reguladores).

Checklist de evidências: timestamps, logs de rede, imagens de disco, dump de


memória, hashes de binários, lista de processos.

Exemplo: detecção de ransomware via EDR: isolar servidor, capturar imagem,


restaurar de backup verificado, notificar autoridade se dados pessoais afetados.

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Informática Contagem

8. Monitoramento, logs e detecção (procedimentos)

Objetivo: visibilidade e detecção precoce.

Procedimentos:

 Centralizar logs (SIEM): servidores, firewall, IDS/IPS, endpoints,


autenticação (AD), VPN.

 Definir regras de correlação e alertas (login fora de horário, múltiplas


falhas de autenticação, tráfego anômalo).

 Rotina: revisar alertas críticos, triagem diária, relatórios semanais.

 Reter logs conforme política de retenção e compliance.

Exemplo: regra SIEM: alertar se um usuário administrador efetua logon a partir


de novo país e executa dump de DB.

9. Gestão de mudanças (Change Management)

Objetivo: reduzir risco operacional ao alterar sistemas.

Procedimento:

1. Submeter RFC (Request for Change) com descrição, rollback plan,


impacto, janela e aprovadores.

2. Avaliação técnica e de negócio por CAB (Change Advisory Board).

3. Planejar testes e realizar em homologação.

4. Implementar em janela acordada; monitorar.

5. Revisão pós-implementação (Post-Implementation Review).

Exemplo: atualização de esquema de banco somente após aprovação do DBA e


janela noturna, com snapshot antes do upgrade.

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Informática Contagem

10. Criptografia e proteção de dados (procedimentos)

Confidencialidade em trânsito e repouso:

 TLS/HTTPS para transporte; forçar TLS mínimo (ex.: TLS1.2/1.3).

 Criptografia em repouso: discos cifrados (LUKS, BitLocker), banco cifrado


(TDE).

 Gestão de chaves: KMS (Key Management Service), rotação, mínimo


acesso.

Proteção de dados sensíveis:

 Data masking, tokenization, mascaramento em logs.

 DLP (Data Loss Prevention): bloquear ou alertar envio de dados PII por e-
mail/Drive.

Exemplo: logs sanitizados: remover CPF antes de enviar logs para SIEM central.

11. Continuidade de negócio e plano de recuperação (BC/DR)

Procedimento de BC/DR:

1. Analisar impacto (BIA — Business Impact Analysis) e definir estratégias


(hot/cold site).

2. Elaborar plano com responsáveis, ordem de restauração e prioridades.

3. Testar via tabletop exercises e restore drills.

4. Atualizar plano conforme mudanças de infraestrutura.

Exemplo: DR run anual que envolve restaurar servidores críticos em site


alternativo e reconectar sistemas de pagamento.

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12. Segurança física e controle de acesso físico

Procedimentos:

 Controle de acesso por crachá, biometria, visitante com registro e


escolta.

 Proteção de sala de servidores (CFTV, incêndio, redundância de energia).

 Procedimento de entrada/saída para técnicos e fornecedores.

Exemplo: técnico externo só entra em sala de servidores com autorização


prévia e acompanhamento por funcionário do setor.

13. Terceirização e gestão de fornecedores

Procedimentos essenciais:

 Avaliação pré-contratação (questionário de segurança), SLA, cláusulas de


confidencialidade (NDA).

 Revisões periódicas, auditorias, pen tests.

 Gerenciamento de credenciais de fornecedores (credenciais temporárias,


acesso com Just-in-Time).

Exemplo: fornecedor de backup só tem credenciais para o bucket S3 com


permissão limitda e rotação automática.

14. Treinamento e conscientização (procedimento operacional)

Objetivo: reduzir risco humano (phishing, engenharia social).

Procedimento:

 Programa anual com módulos (phishing, senhas, AUP, manipulação de


dados).

 Campanhas de phishing simuladas, medir click-rate e treinar


repetidamente.

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 Métricas: taxa de abertura, tempo de resposta a incidentes, número de


acessos remediados.

Exemplo: após campanha de phishing, curso obrigatorio para 10% que clicaram
no link.

15. Testes e auditorias (procedimento)

 Testes de intrusão (pentest) com escopo definido e autorização.

 Auditorias internas e externas, conformidade com normas (ISO 27001).

 Benchmarks e correções com prazo.

Exemplo: pentest anual que revelou XSS em portal; correção e reteste em 30


dias.

16. Documentação, métricas e melhoria contínua

Procedimentos:

 Manter playbooks, runbooks, checklists e SLAs atualizados.

 Métricas essenciais: MTTR (Mean Time to Recovery), número de


incidentes, tempo de patch médio, % de backups testados OK.

 Revisão periódica (quarterly) e melhoria com base em lições aprendidas.

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Informática Contagem

Questão 1
No procedimento de onboarding de um novo colaborador, qual ação é
considerada a mais apropriada para reduzir riscos desde o primeiro dia?
A) Criar uma conta com privilégios administrativos para resolver logo
problemas.
B) Conceder ao usuário apenas as permissões mínimas necessárias (least
privilege) e exigir troca de senha no primeiro acesso.
C) Deixar o usuário reutilizar senhas de contas pessoais para facilitar.
D) Não registrar o dispositivo que o usuário irá usar para não complicar
inventário.
E) Agendar todos os acessos somente para o final do período de experiência.

Questão 2
Sobre offboarding (saída de colaborador), qual procedimento é essencial e
urgente no momento efetivo de desligamento?
A) Mudar apenas a senha do colaborador depois de 30 dias.
B) Revogar imediatamente todos os acessos (AD, VPN, tokens), recolher
dispositivos e atualizar inventário.
C) Aguardar administrador verificação manual sem suspender a conta.
D) Substituir o e-mail do colaborador por um encaminhamento automático sem
revogar acesso.
E) Transferir todas as senhas do colaborador para o gestor sem revogação.

Questão 3
Em backup corporativo, qual prática reduz melhor o risco de perda de dados em
caso de desastre físico no datacenter primário?
A) Manter apenas um backup full local no mesmo datacenter.
B) Fazer backups incrementais sem nunca testar restore.
C) Armazenar cópias off-site (ou na nuvem) e realizar testes de restauração
periódicos.
D) Confiar em discos externos mantidos ao lado do servidor.
E) Usar apenas snapshots locais sem replicação para outro site.

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Informática Contagem

Questão 4
No processo de gestão de patches, qual item NÃO faz parte de um
procedimento bem definido?
A) Inventariar ativos e priorizar patches por criticidade.
B) Testar patches em ambiente de homologação antes de aplicar em produção.
C) Aplicar patches sem plano de rollback e sem comunicação.
D) Agendar janelas de manutenção e monitorar pós-aplicação.
E) Documentar mudanças e atualizar CMDB.

Questão 5
Durante a resposta a incidentes (IR) envolvendo ransomware, qual ação
costuma ser mais apropriada como contenção inicial?
A) Pagar o resgate imediatamente para recuperar dados o mais rápido possível.
B) Isolar imediatamente os sistemas afetados da rede (desconectar interfaces),
coletar evidências e acionar backups verificados para restauração.
C) Reiniciar todos os servidores e esperar que o malware desapareça.
D) Apagar os logs históricos para evitar pânico.
E) Desativar políticas de backup para impedir restauração parcial.

Questão 6
Em monitoramento e logs, por que é importante centralizar logs em um SIEM?
A) Porque centralizar aumenta a latência da rede sem benefícios.
B) Para correlacionar eventos de múltiplas fontes, detectar padrões anômalos e
responder de forma eficiente a incidentes.
C) Para substituir a necessidade de backups.
D) Para armazenar logs apenas por 24 horas e depois descartá-los.
E) Para impedir administradores de acessar logs.

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Informática Contagem

Questão 7
Na gestão de fornecedores, qual prática reduz risco quando se concede acesso
a sistemas internos a um terceiro?
A) Fornecer credenciais permanentes aos fornecedores para agilizar processos.
B) Usar credenciais temporárias, acesso Just-In-Time (JIT) e
monitoramento/auditoria das ações do fornecedor.
C) Permitir que o fornecedor use contas de administrador compartilhadas.
D) Não assinar NDA para acelerar contratação.
E) Dar acesso irrestrito durante o horário comercial.

Questão 8
Sobre criptografia de dados, qual prática é considerada adequada?
A) Manter chaves de criptografia gravadas em arquivos de texto no mesmo
servidor.
B) Utilizar TLS (HTTPS) para transporte e criptografia em repouso com
gerenciamento centralizado de chaves (KMS) e rotação periódica.
C) Usar somente obfuscação em vez de criptografia porque é mais rápido.
D) Compartilhar a mesma chave entre todos os sistemas para simplificar.
E) Nunca usar criptografia para log de auditoria porque dificulta investigações.

Questão 9
Qual é a finalidade de realizar testes de restauração (restore drills) periódicos?
A) Verificar apenas se os backups estão sendo criados (sem restaurar).
B) Garantir que os backups podem ser restaurados com sucesso e no tempo
requerido (validar RTO/RPO) e treinar equipe.
C) Aumentar custos sem benefícios práticos.
D) Substituir a necessidade de ter múltiplas cópias de backups.
E) Testar apenas a velocidade da rede sem considerar integridade dos dados.

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Informática Contagem

Questão 10
Quanto ao treinamento de conscientização (security awareness), qual
abordagem costuma ser mais eficaz para reduzir risco de phishing?
A) Enviar apenas um folheto digital uma vez por ano.
B) Realizar campanhas contínuas, com treinamentos interativos, simulações de
phishing acompanhadas de feedback e medidas corretivas.
C) Confiar que o time de TI identificará e corrigirá todos erros dos usuários sem
treinamento.
D) Bloquear o e-mail para todos para evitar phishing.
E) Publicar as senhas no intranet para educar sobre segurança.

Comentário 1 (Q1 — alternativa B)

 Por que B? O princípio least privilege (privilégio mínimo) é uma medida


preventiva fundamental no onboarding: concede-se apenas acesso
estritamente necessário, reduzindo superfície de ataque e erros. Exigir
troca de senha no primeiro acesso garante que credenciais iniciais
temporárias não sejam reutilizadas.

 Por que as outras estão erradas: A) criar admin por conveniência eleva
risco; C) reutilizar senhas pessoais quebra isolamento de contas; D) não
registrar dispositivo prejudica controle (MDM); E) adiar acessos
compromete produtividade e não é mitigação de risco.

Comentário 2 (Q2 — alternativa B)

 Por que B? No desligamento, a revogação imediata de acessos (AD, VPN,


tokens) e recolhimento de dispositivos evita que ex-colaboradores
acessem recursos indevidamente. Atualizar inventário assegura
rastreabilidade.

 Por que as outras estão erradas: A demora (A) permite acesso indevido; C
e D mantêm acesso ativo; E transfere riscos de exposição ao gestor.

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Comentário 3 (Q3 — alternativa C)

 Por que C? A melhor redução de risco em desastre físico é replicação off-


site / geográfica e testes de restauração: se o datacenter primário é
destruído, cópias externas permitem recuperação. Testes confirmam
integridade e procedimentos.

 Por que as outras estão erradas: A é insuficiente; B sem testes é


imprudente; D e E são frágeis (discos locais e snapshots locais podem ser
destruídos juntos).

Comentário 4 (Q4 — alternativa C)

 Por que C é incorreta / não faz parte de um procedimento bom? Aplicar


patches sem plano de rollback e sem comunicação é prática arriscada e
contra as boas práticas. Um procedimento sólido inclui inventário, testes,
janelas e documentação (A, B, D e E são práticas corretas).

 Resumo: C expõe a produção a falhas e indisponibilidade.

Comentário 5 (Q5 — alternativa B)

 Por que B? Para conter ransomware, isolar hosts/sistemas afetados


impede propagação; coletar evidências permite análise forense;
restauração via backups verificados é caminho seguro de recuperação.
Pagar resgate é arriscado e não garante sucesso (A); reiniciar sem análise
pode destruir evidência (C); apagar logs (D) é ilegal/criminógeno;
desativar backup (E) inviabiliza recuperação.

Comentário 6 (Q6 — alternativa B)

 Por que B? Centralizar logs em SIEM permite correlação de eventos


(firewall + AD + endpoints), detecção de padrões anômalos e resposta
coordenada, além de retenção para compliance e auditoria. As outras
opções são falsas/irrelevantes: SIEM não substitui backup e não é usado
para impedir acesso de admins.

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Informática Contagem

Comentário 7 (Q7 — alternativa B)

 Por que B? Fornecer acesso temporário (JIT), credenciais com tempo


limitado e auditoria das ações mitiga risco de exposição prolongada.
Permissões permanentes e contas compartilhadas (A/C) ou falta de NDA
(D) são práticas inseguras. A auditoria permite rastrear ações do
fornecedor.

Comentário 8 (Q8 — alternativa B)

 Por que B? Boas práticas de criptografia: TLS para transporte, cifragem


em repouso e uso de um KMS centralizado para gerenciar chaves com
rotação periódica. Armazenar chaves em texto (A), compartilhar a
mesma chave (D) ou usar obfuscação (C) são práticas fracas; logs podem
ser criptografados mas acessíveis para investigação com controles
adequados (E está errado).

Comentário 9 (Q9 — alternativa B)

 Por que B? Testes de restauração confirmam que backups são usáveis,


dentro do RTO/RPO definidos, e permitem treinar equipe, identificar
lacunas e garantir continuidade. Apenas criar backups sem restaurar (A) é
insuficiente; C, D e E são incorretas ou incompletas.

Comentário 10 (Q10 — alternativa B)

 Por que B? Programas contínuos e multimodais (treinamentos,


simulações, feedback) demonstram melhores resultados do que ações
pontuais — diminuem a taxa de sucesso de phishing e melhoram
resposta dos usuários. Enviar somente um folheto anual (A) é
insuficiente; confiar apenas em TI (C) ignora fator humano; bloquear e-
mail (D) não é operável; publicar senhas (E) é absurdo.

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