0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações112 páginas

Introdução à HPE FlexNetwork e Switches

O documento apresenta uma introdução à HPE FlexNetwork, abordando a evolução das redes de estáticas para dinâmicas, enfatizando a necessidade de adaptação em ambientes de nuvem. Ele detalha a configuração e gerenciamento de switches e roteadores Comware, incluindo acesso à CLI, configuração de interfaces e comandos comuns. Além disso, discute a importância da interoperabilidade e soluções abertas em um ambiente de TI moderno.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações112 páginas

Introdução à HPE FlexNetwork e Switches

O documento apresenta uma introdução à HPE FlexNetwork, abordando a evolução das redes de estáticas para dinâmicas, enfatizando a necessidade de adaptação em ambientes de nuvem. Ele detalha a configuração e gerenciamento de switches e roteadores Comware, incluindo acesso à CLI, configuração de interfaces e comandos comuns. Além disso, discute a importância da interoperabilidade e soluções abertas em um ambiente de TI moderno.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

INTRODUÇÃO A

HPENTERPRISE
REDES
DIREÇÃO
Reitor Wilson de Matos Silva
Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho
Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho
Pró-Reitor de EAD Willian Victor Kendrick de Matos Silva
Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi

NEAD - NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA


Diretoria Operacional de Ensino Kátia Coelho
Diretoria de Planejamento de Ensino Fabrício Lazilha
Head de Produção de Conteúdos Rodolfo Pinelli
Head de Planejamento de Ensino Camilla Cocchia

Gerente de Produção de Conteúdos Gabriel Araújo


Supervisão de Produção de Conteúdos Nádila Toledo
Supervisão de Projetos Especiais Daniel Hey
Projeto Gráfico Thayla Guimarães
Design Educacional
Design Gráfico Bruna Stefane Martins Marconato, Isabela
Mezzaroba Belido, Victor Augusto Thomazini
Qualidade Textual Talita Dias Tomé

NEAD - Núcleo de Educação a Distância


Av. Guedner, 1610, Bloco 4 - Jardim Aclimação - Cep 87050-900
Maringá - Paraná | [Link] | 0800 600 6360
007| HPE FLEXNETWORK INTRODUÇÃO
009| INTRODUÇÃO A SWITCHES
027| GERENCIAMENTO
038| VLANS
055| DHCP
063| AGREGAÇÃO DE LINKS
069| STP
085| INTRODUÇÃO A ROTEAMENTO
099| VISÃO GERAL CONFIGURAÇÃO
105| CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO DE IRF
6 Introdução A Hpenterprise Redes
Hpe Flexnetwork Introdução 7

HPE FLEXNETWORK
INTRODUÇÃO

As redes têm sido tradicionalmente estáticas ciclos de vida de implantação longos, um


“set and forget” e exigem que imaginemos plano operacional e aprovado modelo ope-
capacidades futuras, desempenho e necessi- racional que é otimizado para a confiabilidade,
dades de segurança com uma abordagem de conformidade, segurança e preço / desempe-
melhor esforço para o desempenho de apli- nho. Este modelo também tem jogado nas
cativos e SLAs. Construímos a rede física para mãos de vários fabricantes com suas arquite-
fora, definimos uma topologia lógica estática turas proprietárias que bloqueiam os clientes
em cima dela e usamos engenheiros de rede para a complexidade desnecessária e despesas
altamente qualificados para entender como Como o Novo Estilo de Negócios emerge
traduzir políticas de negócios em fundamentos hoje, o ambiente de aplicação nativa da Nuvem
de rede, como comandos CLI, VLANs e ACLs. mede ciclos de vida em horas e dias com um
Isso nos serviu bem há 20 anos, porque os modelo operacional de integração contínua
ambientes de aplicativos tradicionais tiveram otimizado para inovação, agilidade e fluidez.
8 Introdução A Hpenterprise Redes

Nesse ambiente, os paradigmas de rede estáti- mais móvel, a rede também precisa ser capaz de
ca não apenas inibem, mas fundamentalmente mudar de contexto perfeitamente entre privado
quebram o modelo de nuvem. A rede precisa e público em ambientes híbridos, mantendo
ser mais dinâmica e adaptar-se em tempo real a segurança dos aplicativos e atributos de de-
às mudanças nas condições de aplicação, rede sempenho. Neste mundo a interoperabilidade
e ambiente de negócios, além de ser capaz de e a capacidade de trabalhar em um ambiente
se adaptar às novas e desafiadoras demandas heterogêneo são fundamentais, razão pela qual
de multi-arrendamento em ambientes públicos tem havido um maior foco e demanda da TI nos
e privados em nuvem. Em um mundo cada vez últimos anos para soluções “abertas”.
Introdução A Switches 9

INTRODUÇÃO
A SWITCHES
10 Introdução A Hpenterprise Redes

Os switches Comware usam a porta auxiliar Isso pode ser opcionalmente usado para
(aux) para seu acesso padrão de CLI (console). acesso dial-in.
Os roteadores de Comware usam a porta Na maioria dos switches e roteadores
de console (con) para seu acesso de console Comware, telnet e HTTP (web) devem ser expli-
padrão. Mas a maioria dos roteadores Comware citamente ativado. SNMP e SSH são desativados
também oferecem suporte a uma porta auxi- por padrão. Os protocolos de acesso remoto
liar adicional para um acesso CLI secundário. serão discutidos no módulo de Gerenciamento.

Inicialmente, a porta console deve ser usada marcas empregam. Com um cabo rollover,
para configurar switches e roteadores Comware. basicamente o pino 1 de um lado liga-se ao
Não há outra maneira de se conectar a eles. pino 8 do outro lado; pino 2 ao pino 7, pino 3
O cabo console é um cabo rollover incluído ao pino 6, etc.
com o switch ou roteador. É o mesmo tipo de Em outras palavras, o pino de saída do lado
cabo que a maioria dos dispositivos de outras remoto do cabo é invertido (Laminados).
Introdução A Switches 11

Os dispositivos Comware usam configurações PC, você precisará usar o software de emulação
relativamente comuns para conexão serial as- de terminal como HyperTerminal, TeraTerm
síncrona (console). ou Putty. Você precisará configurar sua emu-
Não há nenhuma restrição quanto ao lação de terminal.
programa de emulação de terminal que você Configurações do software para:
queira usar. • 9600 bps
Desde que as configurações acima sejam • 8 bits de dados
definidas para a porta COM do PC local.
• Sem paridade
O terminal de console pode ser um ter-
• 1 bit de parada
minal ASCII padrão com uma interface serial
• Sem controle de fluxo
RS-232 ou, mais comumente, um PC. Em um
12 Introdução A Hpenterprise Redes

A nomenclatura das interfaces nos swiches e número. Nos switches, os números das portas
roteadores Comware usa a seguinte estrutura: começam em 1; Nos roteadores, os números
interface-tipo A [/ B] / C. O tipo de interface das portas 0. Por exemplo, em um roteador,
é o tipo de camada de enlace de dados, como G0 / 0 indica a primeira porta Gigabit Ethernet
GigabitEthernet para Gigabit Ethernet. fixa. Com um, A interface G1 / 0/1 indica a
Os tipos de interface podem ser abrevia- porta 1 no módulo 1.
dos, por exemplo, GigabitEthernet pode ser As switches apenas suportam interfaces
representado como g. A representa o módulo, Ethernet; Roteadores suportam interfaces de
onde 0 são as interfaces fixas; B representa o muitos tipos. No entanto, este curso só se con-
número de sub-slot; e C representa a porta centra na configuração de interfaces Ethernet.
Introdução A Switches 13

O acesso à CLI dos switches ou dos roteado- interface de backup. Os switches suportam
res do Comware pode ser feito fora da banda uma interface auxiliar, que é usada como
ou em banda via Interfaces de usuário. As in- console o acesso em banda (Telnet ou SSH)
terfaces de usuário em switches Comware é realizado usando interfaces de usuário vir-
controlam as configurações para cada tipo tuais (VTY): uma para cada conexão de acesso
de acesso. Por exemplo, a interface do usuário virtual. As interfaces virtuais são designadas
dita como você se autentica e se conecta ao como vty 0 a vty N, onde N varia dependen-
switch. do do produto Comware.
O acesso fora da banda é ligeiramente dife- A CLI (interface de linha de comando) do
rente entre os dois conjuntos de produtos. Os switch Comware é dividida em modos de
roteadores suportam uma console (designado exibição, cada um contendo um conjunto
como con 0) e interface auxiliar do usuário (aux comandos. Além de ter o privilégio de digitar
0). A Console é o que você usa para o acesso um determinado comando, você deve estar
inicial e a interface auxiliar é usada como uma na visão correta.
14 Introdução A Hpenterprise Redes

Se o roteador ou o switch ainda não tiverem que você pode inserir dependem do seu nível
iniciado, ligue a fonte de alimentação do ro- de privilégio, que o switch Comware atribui a
teador e veja o processo de partida (boot). você ao efetuar logon.
Depois que a inicialização estiver concluída, User-view é usado principalmente para
pressione ENTER e você User View do roteador: operações no sistema de arquivos flash: listar,
renomear e excluir arquivos, salvar e excluir con-
<DeviceName> figurações de trabalho e executar comandos
de depuração. A conexão do CLI no User-View,
O valor DeviceName é o nome do dispositi- designado pelo seguinte prompt: <HP>
vo do produto. Os níveis de acesso podem ser O System-view é necessário para a maioria
dados aos usuários, de acordo com o método dos outros comandos de configuração. Para
de acesso (console ou Telnet, por exemplo) e um dispositivo “Comware” o prompt aparece
do usuário autenticado. Os tipos de comandos da seguinte maneira: [Comware]
Introdução A Switches 15

Se houver mais informações que cabem em uma


tela, você verá o prompt “--More--” Na parte infe-
rior da tela. O uso da barra <SPACE> exibirá uma
tela de cada vez; A tecla <ENTER> exibirá uma
Comware switches e roteadores oferecem re- linha de cada vez. Digite a letra “q” ou <CNTRL>
cursos de ajuda para ajudá-lo a navegar na CLI C para Sair do visor. Você também pode usar a
e entrar com comandos. Esse recurso é comu- ajuda sensível ao contexto para listar comandos
mente referido como ajuda contextual. / parâmetros que começam com uma determi-
O uso do comando de ajuda (?) É usado nada letra ou sequência de caracteres, como:
para empregar esse recurso, como mostrado
no exemplo de comando abaixo: <Comware> s?
save
<Comware> save-power
User view commands: scheduler
archive Archive configuration scp
backup Backup next startup-con- screen-length
figuration file to TFTP security-logfile
boot-loader Software image file send
management sftp
<-output omitted-> sha256sum
free Release a line ssh2
ftp Open an ftp connection startup
---- More ---- super
system-view
16 Introdução A Hpenterprise Redes

No exemplo acima, a ajuda contextual lista Você também pode usar a ajuda sensível ao
todos os comandos que começam com A letra contexto para listar parâmetros para coman-
“s”. Você pode restringir a lista, fornecendo ca- dos, como este :
racteres adicionais.
<Comware> copy ?
<Comware> sy? STRING [drive][path][file name]
system-view flash: Device name
ftp: File on the FTP server
slot1#flash: Device name
tftp: File on the TFTP server
Introdução A Switches 17

Ao digitar comandos, você não precisa digitar pressione a tecla <TAB> e a CLI completará au-
o comando completo. Você pode digitar su- tomaticamente o comando para você, como
ficientes para que a CLI entenda o comando mostrado abaixo:
ou você pode digitar parte do comando, Você precisa digitar quantos caracteres
forem necessários para identificar o comando
Pressione <TAB>.
18 Introdução A Hpenterprise Redes

O nome do dispositivo Comware é usado para Observe que o nome do dispositivo no prompt
identificar um dispositivo em uma rede. No CLI mudou para myswitch
sistema, o nome do dispositivo é o mesmo O relógio do sistema, exibido pelo carimbo
que o prompt da CLI. Por exemplo, se o nome de hora do sistema, é determinado tempo rela-
do dispositivo for “Sysname”, o prompt da User tivo, fuso horário e horário de verão. Siga estas
View é: etapas para configurar o relógio do sistema:

<Sysname> [Comware] clock datetime <HH:


MM: SS> {<AAAA / MM / DD> |
Para alterar o nome do dispositivo, use o <MM / DD / AAAA>}
comando sysname: [Comware] fuso horário do
relógio <zone-name> {add |
[HP] sysname <sysname> Minus} <HH: MM: SS>

O nome do dispositivo é HP por padrão. Veja Para definir a hora ea data, use o comando
um exemplo de como mudar o nome de um clock datetime. Para definir o fuso horário, use
switch para Myswitch: o comando clock timezone. O fuso horário
padrão é Hora Universal Coordenadas (UTC).
[HP] sysname Comware Nota: Para negar um comando, insira o
[Comware] parâmetro undo no início.
Introdução A Switches 19

Para configurar as propriedades de uma in- Aqui estão alguns comandos comuns para
terface, é necessário digitar a Sub-Vista da configurar as propriedades da interface:
visualização do sistema.

[Comware] interface <interface-type> <interface-ID>


[Comware-<int-view>] description <description-text>
[Comware-<int-view>] [undo] shutdown
[Comware-<int-view>] mdi {normal | across | auto}
[Comware-<int-view>] duplex {auto | full | half}
[Comware-<int-view>] speed {10 | 100 | 1000 | 10000 | auto}
[Comware-<int-view>] [undo] jumboframe enable
[Comware-<int-view>] port link-mode {bridge | route}
[Comware-<int-view>] display this
20 Introdução A Hpenterprise Redes

Utilize o comando interface para entrar na transferência de arquivos. Os quadros Jumbo


Interface View. As interfaces do switch são ha- são suportados em switches Gigabit Ethernet
bilitadas por padrão e as interfaces do roteador e mais rápidos. Se você definir uma interface
são desabilitadas por padrão: use o comando Ethernet para aceitar quadros jumbo, Permite
shutdown para desativar uma interface e o transmitir quadros até 9,216 bytes . Se você
comando undo shutdown para ativar uma in- desativar uma interface Ethernet para Aceitar
terface. O comando mdi define o tipo de cabo quadros jumbo, permite quadros até transmitir
anexado à interface: por padrão é definido 1.536 bytes. este A configuração é controla-
como auto. A velocidade e duplexação de uma da pelo comando jumboframe. O padrão para
porta também padrão para auto. Os quadros Ethernet Frames é um tamanho de carga útil
Ethernet mais longos do que o tamanho de de 1.500 bytes, com um cabeçalho de 18 bytes.
quadro Ethernet padrão (1.536 bytes) são Ao executar 802.1Q tagging, é adicionado 4
chamados Jumbo frames, que são típicos de bytes ao quadro Ethernet.
Introdução A Switches 21

Para ver um status resumido de todas as interfaces em um switch ou roteador, use o comando
display interface brief:

[Comware] display interface brief


The brief information of interface(s) under route mode:
Interface Link Protocol-link Protocol type Main IP
NULL0 UP UP(spoofing) NULL --
Vlan1 UP UP ETHERNET [Link]
The brief information of interface(s) under bridge mode:
Interface Link Speed Duplex Link-type PVID
GE1/0/1 UP 1G(a) full(a) trunk 1
GE1/0/2 DOWN auto auto access 1
<-output omitted->
22 Introdução A Hpenterprise Redes

Um arquivo de configuração contém um existem basicamente dois arquivos de confi-


conjunto de comandos. Você pode salvar a guração usados Produtos Comware: arquivo
configuração atual para o arquivo de confi- de configuração de inicialização (running)
guração para que a configuração possa ter eo arquivo de configuração em execução
efeito após a reinicialização do dispositivo. (startup). A configuração de inicialização é
Além disso, você pode exibir as informações usada quando o dispositivo é inicializado. Se
de configuração convenientemente, ou fazer este arquivo não Existir, o sistema inicializa
o download do arquivo de configuração para usando a configuração nula. Configuração
/ de outro dispositivo para configurar dispo- nula é a configuração padrão de fábrica do
sitivos em lotes. Como os switches ProVision, equipamento.
Introdução A Switches 23

Em uma rede heterogênea, é importante que para detectar e identificar rapidamente as alte-
diferentes tipos de dispositivos de rede de di- rações de topologia de rede Layer-2. Todos os
ferentes fornecedores possam descobrir um switches e roteadores HP Comware atuais su-
outro e trocar informações em benefício da in- portam o LLDP, que fornece uma Informações
teroperabilidade e da gestão. Portanto, uma sobre dispositivos conectados, como switches
configuração padrão Foi criada. O IETF esboçou e pontos de acesso sem fio. Descritos em IEEE
o LLDP em IEEE 802.1AB. O protocolo opera 802.1AB, os pacotes LLDP contêm dados sobre
na camada de enlace de dados para trocar in- o switch de transmissão e a porta. É um pro-
formações do dispositivo entre Dispositivos tocolo de camada de enlace de dados e não
conectados. Com o LLDP, um dispositivo envia requer IP Endereçamento para ser configurado
informações de dispositivos locais (incluindo em um dispositivo. Os pacotes LLDP sobrevi-
Principais funções, endereço IP de gerencia- vem apenas a um salto. Quando um Switch
mento, ID de dispositivo e ID de porta) em um recebe um pacote LLDP, o switch coloca as in-
pacote chamado LLDPDUs para os dispositivos formações do pacote em uma entrada em uma
diretamente conectados. Ao mesmo tempo, tabela LLDP vizinhos no MIB (Management
armazena as informações do dispositivo re- Information Base). As informações em pacotes
cebidas em LLDPDUs enviadas dos vizinhos LLDP incluem detalhes sobre roteamento e
LLDP em um Base de informações de gestão Capacidades, modelo de comutação, ende-
(MIB). Permite um sistema de gestão de rede reço IP e endereço MAC.
24 Introdução A Hpenterprise Redes

Por padrão, o LLDP é desativado globalmen- você pode querer desabilitar o LLDP nas in-
te em dispositivos Comware. terfaces onde dispositivos não o suportam ou
não são confiáveis:
[Comware] lldp global enable
[Comware] interface <interfa-
Uma vez ativado globalmente, ele funciona- ce-type> <interface-ID>
rá em todas as portas. Você pode desativar [Comware-<int-view>] undo lldp
o LLDP em qualquer interface. Por exemplo, enable
Introdução A Switches 25

Existem vários comandos de display lldp que Se você quiser ver um pouco mais de
você pode usar para visualizar o vizinho LLDP informações sobre vizinhos em uma inter-
em formação. Aqui está o comando para ver face específica, Especifique a interface no
uma breve lista de todos os vizinhos: comando.

<Comware-1> display lldp <Comware-1> display lldp


neighbor-information list neighbor-information interfa-
Chassis ID : * -- -- Nontpmr ce g1/0/19
nearest bridge neighbor LLDP neighbor-information of
# -- -- Customer nearest bridge port 19[GigabitEthernet1/0/19]:
neighbor LLDP neighbor index : 2
Default -- -- Nearest bridge LLDP mac type : Nearest Bridge
neighbor ChassisID/subtype : 4431-9271-
System Name Local Interface d049/MAC address
Chassis ID Port ID P o r t I D / s u b t y p e :
Comware-3 GE1/0/2 4431-9271- GigabitEthernet1/0/19/
97de GigabitEthernet1/0/2 Interface name
Comware-2 GE1/0/19 4431-9271- Capabilities : Bridge, Router
d049 GigabitEthernet1/0/19
26 Introdução A Hpenterprise Redes
Gerenciamento 27

GERENCIAMENTO

Existem duas categorias principais de acesso produtos shareware similares, e podem ser bai-
a um switch Comware: xados gratuitamente. Quando os switches e
• Out-of-band roteadores Comware estão usando as configu-
• In-band rações padrão de fábrica, a conexão não requer
Na configuração padrão de fábrica, os swit- uma senha. No entanto, quando o acesso físico
ches HP não possuem endereço IP (Internet é protegido e você tiver aplicado uma senha
Protocol) e máscara de sub-rede. Neste estado, forte, a gestão fora da banda é considerada uma
eles podem ser gerenciados somente através de forma muito segura de gerenciar um produto de
uma out-of-band console. Com este método, rede. Com o gerenciamento in-band, a comu-
você usa um cabo serial para conectar sua nicação entre o dispositivo de rede eo Estação
estação de gerenciamento a porta do console de gerenciamento segue o mesmo caminho
do switch. Você também precisará de um soft- que outro tráfego de rede. O dispositivo de rede
ware de emulação de terminal, como Putty, requer um endereço IP e uma máscara de sub-
TeraTerm ou HyperTerminal. Essa conexão é de- -rede compatíveis com a sua rede. Software de
dicada à sessão de gerenciamento. Estes são emulação também é necessário se você quiser
28 Introdução A Hpenterprise Redes

acessar o CLI do dispositivo Sessão de geren- controlar o acesso privilégios para o console
ciamento. O Putty é um bom exemplo, já que através de gerenciamento remoto. A atri-
suporta Telnet ou Secure Shell (SSH). Com Telnet, buição de um endereço IP também permite
os dados são transmitidos em texto claro, en- gerenciar dispositivos de rede através de uma
quanto SSH os dados que você troca com o interface do navegador da Web e usando um
switch são criptografados. Depois que um en- SNMP (Simple Network Management Protocol)
dereço IP foi configurado no produto, a maioria estação que está executando um programa de
dos administradores acessam a CLI através de gerenciamento de rede, como IMC permite
uma sessão Telnet ou SSH remota. o gerenciamento de todos os dispositivos de
HP fortemente recomenda que você rede HP, bem como fornecedores de produ-
atribua uma senha ou senhas apropriadas para tos de rede.

Há três componentes para AAA: autentica- um usuário que efetuou login em um dis-
ção, autorização e auditoria. AAA fornece um positivo pode ser concedido ler e alterar
quadro uniforme para implementar o geren- confgurações no dispositivo.
ciamento de acesso à rede, isto fornece as • Auditoria - Registra todas as informações
seguintes funções de segurança: de uso do serviço de rede do usuário,
• Autenticação - Identifica os usuários e tipo de serviço, hora de início e tráfego. A
determina se um usuário é válido. função da auditoria não apenas fornece
• Autorização - concede direitos diferen- informações necessárias para o carrega-
tes a diferentes usuários e controla seu mento, mas também permite a vigilância
acesso Recursos e serviços. Por exemplo, de segurança de rede.
Gerenciamento 29

Na autenticação local, se um administrador Se um administrador de rede tentar acessar


de rede tentar acessar um switch as Senhas um switch e a autenticação remota estiver
são configuradas no switch, ocorre o seguinte: configurada, ocorre o seguinte:
1. O prompt solicita ao administrador que 1. O prompt solicita ao administrador que
digite uma senha ou usuário/senha. digite um nome de usuário/senha
2. O administrador insere a senha 2. O administrador insere o nome de usuário
3. O switch concede acesso se o adminis- e a senha.
trador inserir as credenciais corretas; ou 3. A opção encaminha as credenciais de
bloqueia o acesso se as credenciais esti- login para o servidor RADIUS ou TACACS +.
verem incorretas. 4. O servidor valida as credenciais de login
em seu banco de dados e notifica o
switch se elas correspondem. Também
notifica o switch que nível de privilégio
o deve ser dado ao usuário:
5. O switch concede o nível de acesso
apropriado.
30 Introdução A Hpenterprise Redes

O Comware 7 introduz uma forma granular de A função de usuário network-operator tem


atribuir acesso a comandos e recursos em um acesso à maioria dos comandos exibição com
dispositivo Comware. O sistema fornece 19 exceção, dos comandos relacionados à segu-
funções de usuário predefinidas, que incluem rança reservados para o usuário de auditoria
networkadmin, network-operator, security-au- de segurança. Os usuários locais operando sob
dit e 16 níveis numéricos (0-15). a função de network-operator têm permissão
A função de usuário network-admin tem para alterar suas próprias senhas.
acesso a todos os recursos e comandos do Das funções de usuário identificadas nu-
sistema, A exceção de três comandos que mericamente, o sistema define as seguintes
são reservados para o acesso exclusivo pela associações em configurações padrão:
auditoria de segurança papel do usuário.
Esses comandos são display security-logfile • O Nível 1 fornece acesso à maioria dos co-
summary, infocenter security-logfile directory, mandos de exibição, bem como a todos
e security-logfile save. os comandos atribuídos ao Nível 0. Essa
Observe que esses comandos relaciona- função de usuário não pode executar o
dos à segurança não podem ser atribuídos a comando display history.
nenhum usuário a não ser o security-audit.
Gerenciamento 31

• O nível 9 é quase equivalente ao papel do ao contrário do networkadmin, os co-


usuário de network-admin, exceto que mandos disponíveis para esta função de
este usuário não pode acessar comandos usuário são configuráveis.
do usuário local ou a maioria dos coman- • Níveis 2 a 8 e 10 a 14 não possuem permis-
dos RBAC. Esse nível Não tem acesso ao sões associadas no padrão configurações;
gerenciamento de arquivos e ao geren- No entanto, eles são totalmente confi-
ciamento de dispositivos. guráveis usando regras de permissão e
• O nível 15 é o mesmo que o papel de negação.
usuário de network-admin. No entanto,

• Scheme (com autenticação local ou


Você pode limitar o acesso a qualquer linha
remota): Requer o uso de nomes de
de usuário associando uma das três restrições
Senhas. Para a autenticação local, um
de acesso:
usuário local deve ser criado. Para
• None: O prompt aparece imediatamen-
Autenticação RADIUS, você também
te após a conexão (este é o padrão).
deve configurar um servidor RADIUS.
• Password: Solicita uma senha comum
para todos os usuários que se Interface Por padrão, a porta con ou auxiliar em um dis-
de usuário associada. positivo Comware não é protegida por senha.
Outras opções, mostradas acima, devem ser
configuradas por um administrador.
32 Introdução A Hpenterprise Redes

Telnet e SSH fornecem meios para acessar re- Dependendo da versão do Software, as con-
motamente a CLI de um dispositivo de rede. figurações padrão de um dispositivo podem
O Telnet fornece acesso de texto simples desativar o Telnet (versões mais antigas do
e o SSH fornece acesso seguro por criptogra- Comware) ou mesmo se o Telnet estiver ativado
fia e Autenticação forte. Por padrão, o acesso nas configurações padrão, ele não funcionará
SSH está desabilitado. até que você configure a autenticação Telnet.
Gerenciamento 33

Um dispositivo gerenciado é um nó de rede que


implementa uma interface SNMP que permite
Unidirecional (somente leitura) ou bidirecio-
nal (leitura e gravação) para em formação. Os
dispositivos gerenciados trocam informações
O Simple Network Management Protocol específicas do nó com os NMSs. Às vezes cha-
(SNMP) é um protocolo padrão da Internet madas de elementos de rede, os dispositivos
para gerenciar dispositivos em redes IP. Os dis- gerenciados podem ser qualquer tipo de dispo-
positivos que normalmente suportam SNMP sitivo, incluindo, mas não limitado a, roteadores,
incluem roteadores, Switches, servidores, es- switches, firewalls, telefones VoIP, câmeras de
tações de trabalho, impressoras e muito mais. vídeo IP, Computador hosts (PCs, laptops e ser-
“É usado principalmente na rede Sistemas de vidores) e impressoras, para citar alguns.
gerenciamento para monitorar dispositivos Um agente é um módulo de software de
conectados à rede. gerenciamento de rede que reside em um dis-
O SNMP é um componente do Internet positivo gerenciado.
Protocol Suite, conforme definido pela Internet Um agente tem conhecimento local de in-
Engineering Task Force (IETF). formações gerenciais e traduz Informações para
Uma rede gerenciada pelo SNMP consis- ou de um formulário específico SNMP, deno-
te em três componentes principais: minado base de informações de gestão (MIB).
• Dispositivo gerenciado Uma estação de gerenciamento de rede
• Agente - software que é executado em (NMS) executa aplicativos que monitoram e
dispositivos gerenciados, responsável controlam os dispositivos gerenciados. Os
pela Base de informações de gestão (MIB) NMSs fornecem a maior parte dos recursos de
• Estação de gerenciamento de rede processamento e memória necessário para a
(NMS) - software que é executado no gestão da rede. Um ou mais NMSs podem existir
gerenciador. em qualquer rede.
34 Introdução A Hpenterprise Redes

SNMP versão 1 (SNMPv1) é a implementação dispositivos. Contudo, o novo sistema de se-


inicial do protocolo SNMP. SNMPv1 opera sobre gurança baseado no partido no SNMPv2, visto
protocolos como o Protocolo de Datagrama por muitos como muito complexo, não foi am-
de Usuário (UDP), Protocolo de Internet (IP). plamente aceitos pelos fornecedores de redes.
A versão 1 foi criticada por sua pouca se- Conforme especificado no momento,
gurança. Autenticação de clientes é realizada SNMPv2c é incompatível com SNMPv1 em
apenas por uma “cadeia de comunidade”, na duas áreas-chave: formatos de mensagens
verdade um tipo de senha, que é transmitida e operações do protocolo. As mensagens
em texto aberto. SNMPv2c usam cabeçalho e protocolo dife-
O SNMPv2 revisa a versão 1 e inclui rentes Unidade de dados (PDU) formatos de
melhorias nas áreas de desempenho, segu- mensagens SNMPv1. SNMPv2c também usa
rança, confidencialidade e comunicação entre dois protocolos de operações que não são es-
pecificadas no SNMPv1.
Gerenciamento 35

Ao adotar o User-based Security Model em conjunto controlam o acesso dos utiliza-


(USM) e o VACM (View-based Access Control) dores às informações de gestão.
Tecnologias, o SNMPv3 aumenta a segurança. Somente um usuário com direitos de
USM oferece funções de autenticação e priva- acesso pode gerenciar os objetos. Você pode
cidade. Enquanto o VACM controla o acesso definir grupos diferentes na mesma entida-
dos usuários a MIBs específicos. de SNMP; Esses grupos são vinculados com
USM introduz os conceitos de nome de visualização das MIB. Além disso, você pode
usuário e grupo. Você pode definir a autentica- definir vários usuários em um grupo. Quando
ção e funções de privacidade. A autenticação um usuário acessa as informações de gerencia-
é usada para validar a extremidade pacotes de mento, ele pode acessar somente os objetos
autenticação, impedindo o acesso de usuários definidos pela visão da MIB correspondente.
ilegais; Privacidade é usada para criptografar Os dispositivos de rede HP suportam
pacotes entre o NMS e o Agente, impedindo SNMPv1, SNMPv2c e SNMPv3. Para fazer
que os pacotes sejam interceptados. SNMPv1 e SNMPv2c compatível com SNMPv3,
USM garante uma comunicação mais você pode configurar grupo, usuário e exibi-
segura entre o SNMP NMS e o Agente SNMP ção para estes dois Versões. Neste caso, você só
usando autenticação com privacidade. precisa configurar as configurações de nome
Autenticação sem privacidade, ou não auten- da comunidade no NMS como o nome de
ticação e sem privacidade são menos seguros. usuário configurado no dispositivo. Você pode
O VACM define os cinco elementos: grupos, ativar várias versões SNMP no dispositivo ao
nível de segurança, contextos, visualizações mesmo tempo, mas é necessário fazê-las coe-
MIB e acesso política. Estes cinco elementos rentes com as do NMS.
36 Introdução A Hpenterprise Redes

Esta seção destaca vários métodos que podem


ser usados para garantir a SNMP em dispositi- SNMP COMMUNITY
vos HP Comware. É essencial que o SNMP esteja STRINGS
devidamente protegido para a confidenciali-
dade, integridade e disponibilidade dos dados Strings da comunidade são senhas que são
da rede e da rede dispositivos através dos quais aplicadas a um dispositivo Comware para
estes dados transitam. O SNMP fornece uma restringir o acesso (Tanto de leitura como
riqueza de informações sobre a saúde dos dis- de leitura e escrita) para os dados SNMP no
positivos de rede. Essas informações devem dispositivo. Estas comunidades, como com
ser protegidas contra usuários que desejam todas as senhas, devem ser cuidadosamente
alavancar esses dados para realizar ataques escolhidas para garantir não serem triviais. As
contra a rede. comunidades devem ser alteradas a interva-
los regulares e com políticas de segurança de
rede. Por exemplo, as strings devem ser altera-
das quando uma dministrador de rede muda
papéis ou deixa a empresa
Gerenciamento 37

SNMP TRAPS
O agente SNMP envia mensagens chamadas Autenticação, coldstart, linkdown, linkup
TRAP para o NMS para informa-lo de eventos e warmstart. Os outras são TRAPs autodefini-
importantes (como a reinicialização de um dis- das, que são geradas por diferentes módulos.
positivo gerenciado). Estão disponíveis dois Como TRAPs podem ocupar grande memória
tipos de TRAPs: do dispositivo e afetar o desempenho do dis-
TRAPs genéricas e TRAPs específicas do positivo, recomenda-se não habilitar o envio
fornecedor. TRAPs genéricas suportadas no de Trap para todos os módulos, mas para os
dispositivo incluem: módulos específicos conforme necessário.

O SNMPv3 usa um modelo de segurança de de acesso também devem ser configurados. O


autenticação e privacidade. No NMS, o usuário usuário pode configurar o dispositivo através
precisa especificar o nome de usuário e nível de um NMS, como IMC por exemplo.
de segurança, e com base nesse nível, modo As etapas para configurar o SNMPv3 no
de autenticação, senha de autenticação, modo Comware são:
de privacidade e senha de privacidade. Dentro 1. Configurar um Grupo SNMPv3
disso, o tempo limite e o número de tentativas 2. Configurar um usuário SNMPv3
38 Introdução A Hpenterprise Redes

VLANS
Vlans 39

Estrutura do quadro 802.1Q: Token Ring & FDDI no campo de dados de


802.1Q, inserido imediatamente após o uma trama
endereço MAC de origem Ethernet Identificador de VLAN (VID) 4096
Campo Identificador de protocolo de tag valores possíveis 0 entrada “Null VLAN ID” -
(TPI): tem um valor de 8100 para quadros usado para especificar classe de serviço sem
codificados especificar VLAN ID - o quadro é tratado como
Ethernet Campo de etiqueta: Entrada prio- um quadro untagged, com a possibilidade de
ridade do usuário: 3 bits (prioridades 0 - 7), prioridade 802.1p configuração
sendo 7 o mais alto Indicador de Formato
Canonical (CFI): Usado para o encapsulamento VID 4095 reservado pela norma
40 Introdução A Hpenterprise Redes
Vlans 41

TIPO DE LINK DE
PORTA
• Porta híbrida: a porta pode pertencer a
Com base no modo de manipulação de tags,
múltiplas VLANs, pode receber ou enviar
o tipo de link de uma porta pode ser um dos
pacotes para múltiplas VLANs, usadas para
três seguintes:
conectar dispositivos de usuário ou de rede;
• Porta de acesso: a porta pertence apenas
a uma VLAN, normalmente usada para As diferenças entre Hybrid e Trunk port:
conectar o dispositivo do usuário; Uma porta híbrida permite que pacotes de
• Trunk port: a porta pode pertencer a múl- várias VLANs sejam enviados sem o rótulo Tag.
tiplas VLANs, pode receber / enviar pacotes Uma porta trunk só permite que os pacotes
para múltiplas VLANs, Normalmente usado da VLAN padrão sejam enviados sem o rótulo
para conectar dispositivos de rede; Tag.
42 Introdução A Hpenterprise Redes

VLAN padrão: PVID Após a exclusão da VLAN padrão usando


Você pode configurar a VLAN padrão para o comando undo vlan, a VLAN padrão para
uma porta. Por padrão, a VLAN 1 é a VLAN a porta de acesso
padrão para todas as portas. será revertida para VLAN 1, enquanto que
Isso pode ser alterado conforme necessário. para a porta Trunk ou Hybrid permanece, sig-
Uma porta de acesso pertence apenas nificando que a porta pode usar uma VLAN
a uma VLAN. Portanto, sua VLAN padrão é a inexistente como a VLAN padrão.
VLAN em que ela pertence.
Você pode configurar a VLAN padrão para
a porta Trunk ou a porta híbrida, pois ambas
podem pertencer a várias VLANs.
Vlans 43

FRAMES DE ENTRADA FRAMES DE SAÍDA


Somente pacotes não marcados e pacotes Remova a etiqueta (tag) PVID VLAN e envie
marcados com o PVID VLAN ID são recebidos. os pacotes.

Sem etiqueta - Untagged


Marque cada pacote com a tag PVID VLAN.

Com etiqueta - Tagged


Receber os pacotes com a tag PVID VLAN.
Solte o pacote se a ID da VLAN não for a
ID da VLAN PVID.
44 Introdução A Hpenterprise Redes

FRAMES DE ENTRADA
Pacote não marcado Pacote marcado

• Verifique se o ID de VLAN PVID está au- • Receber um pacote se seu ID de VLAN


torizado a passar pela porta: estiver autorizado a passar pela porta.
. Se sim, marque cada pacote com a tag • Solte um pacote se sua ID de VLAN não
PVID VLAN for permitida para passar pela porta.
. Se não, solte os pacotes.
Vlans 45

Para criar uma VLAN e atribuir portas a ela, As portas atribuídas a uma VLAN desta
digite os comandos mostrados no slide. forma tornam-se Portas de Acesso.

A execução dos comandos acima dentro das porta para trunk, permitindo as vlans especi-
propriedades da interface, irá alterar o tipo de ficadas serem transmitidas.
46 Introdução A Hpenterprise Redes

A execução dos comandos acima dentro das porta para híbrida, permitindo as vlans espe-
propriedades da interface, irá alterar o tipo de cificadas serem transmitidas.
Vlans 47
48 Introdução A Hpenterprise Redes

Acesso: Uma porta de acesso pode pertencer port link-type hybrid


a apenas uma VLAN e geralmente é conecta- port hybrid per vlan [ids]
da aos PCs de um usuário. tagged
Trunk: Uma porta trunk pode pertencer a port hybrid per vlan [ids]
mais de uma VLAN. Ele pode receber e enviar untagged
pacotes para várias VLANs e é geralmente co-
nectado a outro switch. Nenhuma diferença real entre porta trunk e
Híbrido: Uma porta híbrida pode perten- porta híbrida configurada quando usamos
cer a mais de uma VLAN. Ela pode receber e VLANS marcadas. Você não pode ir diretamen-
enviar pacotes de e para várias VLANs e ge- te de trunk para híbrido ou vice-versa. Você
ralmente está conectado a um switch ou a deve configurá-la como uma porta de acesso
um PC do usuário. Pode ter várias VLANs un- primeiro.
tagged (não marcadas).
Vlans 49

Na topologia de exemplo, os switches SW-A


e SW-B possuem VLAN 100 & VLAN 200, os
switches estão conectados através da inter- • O Host A deve ser capaz de falar com B,
face única G1 / 0/1. C & D e vice-versa
50 Introdução A Hpenterprise Redes
Vlans 51
52 Introdução A Hpenterprise Redes

Os switches HPE Comware layer 3 suportam O endereço IPv4 pode ser configurado
IPv4 e IPv6 manualmente ou via servidor DHCP: todas as
As rotas dos switches entre VLANs, o que interfaces vlan podem ser configuradas como
significa que os endereços IP são atribuídos a Clientes DHCP.
interfaces VLAN. Mesmo que não haja necessi- Como regra geral, usar DHCP para atri-
dade de roteamento é necessário o endereço buir endereços a interfaces VLAN não é
IP para Telnet, SNMP, TFTP e FTP deve ser atri- recomendado:
buído à VLAN padrão: VLAN 1. Os endereços fixos tornam o gerenciamen-
Se outras VLANs são criadas eles preci- to de rede mais fácil. E no caso de uma falha
sam ter uma interface IPv4 para rotear pacotes no servidor DHCP, a rede deve ser capaz de
entre eles. continuar a sua operação.
Vlans 53

Em geral, recomenda-se que as portas inter- Esta configuração dinâmica de VLAN será
switch sejam configuradas como portas Trunk. configurada usando VLANS do tipo Protocolo,
A razão para essa recomendação é que Endereço MAC, Sub-rede IP ou Voz.
não há necessidade de mais de uma VLAN Assim, em geral, as portas híbridas são uma
untagged entre os switches. Normalmente, a alternativa para portas de acesso e não para
VLAN 1 deve permanecer untagged e reser- portas trunk.
vada como a VLAN de gerenciamento. No entanto, há uma situação em que
Portas híbridas devem ser usadas quando você usaria portas híbridas entre switches:
diferentes tipos de dispositivos cliente podem quando você não deseja manter uma VLAN não
ser conectados à porta e uma a atribuição di- marcada e deseja que todas as VLANs sejam
nâmica de VLAN deve ser configurada. marcadas. Esta é uma situação única e é con-
tra-intuitivo, pois portas híbridas são projetadas
para suportar muitas VLANs não marcadas.
54 Introdução A Hpenterprise Redes

Como dito anteriormente, portas híbridas, em Para isso, a porta híbrida é configurada
geral, são usadas em vez de portas de acesso com um ou mais tipos especiais de VLAN:
para fornecer VLANs dinamicamente. • VLANs baseados em protocolo
Quando uma porta híbrida é configurada • VLANs Baseadas em Sub-rede IP
com mais de uma VLAN não marcada, a porta • VLANs baseadas em endereço MAC
precisa ser capaz de atribuir uma VLAN a cada • VLAN de Voz.
pacote de entrada dinamicamente.

Tipos especiais de VLAN usam partes diferen- • VLANs Baseadas em Sub-rede IP: Utilizam
tes do Frame Ethernet para decidir qual ID o IP de origem
de VLAN não marcado frame de entrada será • VLANs baseadas em endereço MAC: Use
atribuído: o endereço MAC de origem
• VLANs baseados em protocolo: Usam o • Voz-VLAN: Utilize os primeiros 3 bytes do
campo Tipo no cabeçalho Ethernet endereço MAC de origem.
Dhcp 55

DHCP

O DHCP (Dynamic Host Configuration O DHCP oferece as seguintes vantagens:


Protocol) permite que os dispositivos adqui- • Reduz a quantidade de configuração nos
ram Informações dinâmicas. Originalmente dispositivos.
definido no RFC 2131 e atualizado em 2939, • Reduz a probabilidade de erros de con-
DHCP é realmente baseado no Bootstrap figuração em dispositivos que adquirem
endereço em formação.
Protocol (BOOTP). É construído em um cliente
• Oferece mais controle administrativo ao
/ servidor.
centralizar as informações de endereça-
Modelo e define dois componentes:
mento IP.
Servidor: Fornecer informações de configu-
ração do host Conforme mencionado, o DHCP contém
Cliente: solicitação e aquisição de informa- dois tipos de dispositivos: servidores e clien-
ções de configuração do host tes. Switches Comware suportam ambas as
funções.
56 Introdução A Hpenterprise Redes

• Opção 6: opção de servidor DNS (Domain


DHCP usa o mesmo formato de mensagem
Name System). Especifica o IP do servi-
como BOOTP, mas DHCP usa o campo Opção
dor DNS a ser atribuído ao cliente.
para informações para alocação dinâmica de
• Opção 33: Opção de rota estática. Especifica
endereços e para fornecer configuração infor-
uma lista de rotas estáticas classful (a
mações aos clientes. DHCP usa o campo de
Endereços de destino nestas rotas estáticas
opção em mensagens DHCP para transportar
são classful) que um cliente deve adicionar
controle informações e parâmetros de confi-
ao Sua tabela de roteamento. Se a Opção
guração de rede, implementando o endereço
121 existir, a Opção 33 será ignorada.
dinâmico e fornecendo mais informações de
• Opção 51: opção de concessão de en-
configuração de rede para os clientes.
dereço IP.
As opções DHCP comuns incluem o
• Opção 53: Opção de tipo de mensagem
seguinte:
DHCP. Identifica o tipo da mensagem
• Opção 3: opção do roteador. Especifica
DHCP (DHCPDISCOVER,DHCPOFFER,
o endereço de gateway a ser atribuído
DHCPREQUEST, DHCPDECLINE, DHCPACK,
ao cliente.
DHCPNAK, E DHCPRELEASE).
Dhcp 57

• Opção 60: Opção de identificador de • Opção 67: opção nome do arquivo de ini-
classe de fornecedor. Ele é usado por um cialização. Especifica o nome do arquivo
cliente DHCP para identificar seus forne- de inicialização a ser atribuído ao cliente.
cedores e por um servidor DHCP para • Opção 121: Opção de rota sem Classes.
distinguir clientes DHCP por classe de Especifica uma lista de rotas estáticas sem
fornecedor e atribuir Endereços IP especí- classes (a Endereços de destino nestas
ficos para os clientes DHCP, por exemplo, rotas estáticas são classless) que o cliente
pontos de acesso sem fio. solicitante deve adicionar à sua tabela de
• Opção 66: opção do nome do servidor roteamento.
TFTP. Especifica um servidor TFTP a ser • Opção 150: opção de endereço IP do ser-
atribuído ao cliente. vidor TFTP. Especifica o endereço IP do
servidor TFTP para ser atribuído ao cliente
58 Introdução A Hpenterprise Redes

do servidor TFTP. Note que esta não é


Ao adquirir informações de endereçamento,
uma lista abrangente.
um cliente DHCP passa por quatro etapas:
3. Ao escolher uma das ofertas, o cliente res-
1. Um cliente gera uma transmissão
ponde ao servidor correspondente com
DHCPDISCOVER local para descobrir
uma mensagem DHCPREQUEST, infor-
quais Servidores DHCP estão no seg-
mando o servidor que ele deseja usar as
mento LAN.
informações de endereçamento envia-
2. Todos os servidores DHCP no segmen-
das pelo servidor.
to podem responder ao cliente com
4. O servidor DHCP responde com um
um DHCPOFFER Unicast, que oferece
DHCPACK, que é uma confirmação para
informações de endereçamento IP ao
o cliente que indica que recebeu a men-
cliente. Se um cliente recebe mensagens
sagem DHCPREQUEST e as informações
de vários servidores, ele escolhe um (ge-
de endereçamento. O servidor também
ralmente o primeiro). As mensagens do
pode responder com um DHCPNACK,
servidor DHCPOFFER incluem as seguin-
que informa ao cliente que a oferta não
tes informações: Endereço IP do Cliente,
é mais válida e o cliente deve solicitar as
máscara de sub-rede do segmento, en-
informações de endereçamento nova-
dereço IP do gateway padrão, domínio
mente. Isso pode acontecer se o cliente
DNS Nome, endereço ou endereços do
estiver atrasado em responder com uma
servidor DNS, endereço ou endereços do
mensagem DHCPREQUEST depois que o
servidor WINS e Endereço ou endereços
servidor gerou a mensagem DHCPOFFER.
Dhcp 59

O exemplo na figura acima mostra uma endereço para um cliente solicitante, o servi-
configuração de servidor DHCP simples. O con- dor enviará um ping ao endereço em questão
junto de endereços é [Link]/24 (rede), onde 2 vezes, com um Timeout de 750 milissegun-
[Link]-[Link] não pode ser usado a partir dos para cada teste (dhcp server ping).
do Pool (dhcp server forbidden-ip). O servidor Finalmente, a função do servidor DHCP é
DNS é [Link] (dns-list) e Gateway padrão é ativada usando o comando dhcp enable.
[Link] (gateway-list). Antes de atribuir um

Há muitos comandos de exibição que você • display dhcp server ip-in-u-


pode usar para verificar a operação do Servidor se:exibe o mapeamentod de endereço
DHCP no seu switch Comware. Os mais comuns IP-para-MAC de endereços atribuídos a
clientes
são:
• display dhcp server free-ip: • display dhcp server statis-
tics: exibe estatísticas gerais relativo a
esta é uma lista de endereços atualmen-
te não atribuídos aos clientes e disponíveis pedidos e atribuições de endereços.
60 Introdução A Hpenterprise Redes

O DHCP é comumente usado para atribuir en- relay (retransmissão), às vezes referido como
dereços aos dispositivos do usuário. Os clientes IP helper. Uma solicitação de transmissão local
DHCP (usuários) usam uma transmissão local DHCP é alterada para um pedido DHCP unicast
para obter informações de endereçamento; e encaminhado diretamente para um seg-
Contudo, o problema com esta situação é que mento que contém um servidor DHCP. Mais
o servidor DHCP não é comumente encon- especificamente, o switch leva a transmissão
trado na mesma rede sub-rede (Domínio de do cliente, via comunicação unicast, usando o
difusão), como mostrado na figura acima. Os endereço IP da VLAN do cliente como ende-
switches HP suportam um recurso de DHCP reço de origem, ao servidor DCHP de destino.
Dhcp 61

Assim como com uma configuração de ser- Ao executar o comando dhcp relay
vidor DHCP em um switch Comware, você server-group repetidamente, você pode
precisa habilitar o DHCP com o comando especificar até oito endereços de servidores
dhcp enable. Uma vez habilitado, você define DHCP para cada grupo de servidores DHCP.
o DHCP Servidor com o comando dhcp O dhcp select relay então habilita a
relay server-group, atribuindo um operação nas interfaces da camada 3 / VLAN
ID ao servidor. do switch.
Esse valor ID combina servidores juntos no
mesmo grupo para redundância e então é re-
ferenciado na interface onde os clientes estão
localizados com o comando dhcp relay
server-group.
62 Introdução A Hpenterprise Redes
Agregação De Links 63

AGREGAÇÃO
DE LINKS

• A agregação de ligação ocorre em ligações


A especificação de agregação de links
ponto a ponto entre dois dispositivos. Um
802.3ad permite agrupar várias interfaces LAG equilibra o tráfego entre os membros
GigabitEthernet e formar uma única inter- e efetivamente aumenta a largura de banda
face lógica, também conhecida como LAG. de uplink. Outra vantagem da agregação de
IEEE 802.3ad usa o Protocolo de Controle de links é maior disponibilidade porque o LAG
Agregação de Link (LACP) como seu protocolo é composto de múltiplos links membros. E
de descoberta. Todos os links que participam se um link de membro falhar, o LAG conti-
de um LAG são considerados membros. nua a transportar o tráfego sobre as ligações
restantes.“
64 Introdução A Hpenterprise Redes

“ Link Aggregation permite que um ou mais


links sejam agregados juntos para formar
uma Agregação de Link, de modo que um
cliente MAC pode tratar o Grupo de agre-
“ “Mantém as informações de configura-
ção (refletindo as propriedades inerentes
dos links individuais também como os
estabelecidos pela administração) para
gação de links como se fosse um único controlar a agregação troca informações
link. [...] especifica o estabelecimento de de configuração com outros sistemas para
links lógicos DTE para DTE, consistindo alocar o link para um Link Aggregation
em N instâncias paralelas full Duplex, links Grupo (LAG). Anexa a porta ao Aggregator
ponto-a-ponto operando na mesma taxa usado pelo Link Aggregation Group e de-
de dados.” LACP: Link Aggregation Control sanexa a porta de ao Aggregator quando
Protocol. não for mais utilizado pelo [Link] in-
formações da entidade de Controle de
Agregação de Link do Partner System para
ativar ou desativar o coletor e distribuidor
do agregador. “ IEEE Std 802.3-2005.
Agregação De Links 65

• Agregação de Link adiciona uma nova sub- Esta subcamada


camada ao modelo OSI entre o MAC do • Distribui o tráfego de saída entre as di-
Cliente e a camada MAC das portas que ferentes portas (se estiver no modo de
compõem o link agregado. compartilhamento de carga).
• Coleta o tráfego de entrada das diferen-
tes portas para entrega-lo para o MAC do
Cliente.
66 Introdução A Hpenterprise Redes
Agregação De Links 67
68 Introdução A Hpenterprise Redes
Stp 69

STP

Spanning-Tree Protocol (STP) é um protoco- Um dispositivo HP tem uma VLAN baseada


lo de camada 2 projetado para executar em em porta (VLAN 1) por padrão que contém
switches. A especificação para STP é definido todas as portas do dispositivo. Assim, por
no IEEE 802.1D. O objetivo principal do STP é padrão cada dispositivo HP tem uma árvore
eliminar caminhos redundantes em uma rede. de expansão. No entanto, se você configurar
STP detecta loops de rede, desabilita loops de VLANs baseadas em porta adicionais em um
rede e fornece links de backup entre switches. dispositivo HP, então cada uma dessas VLANs
Ele permite que um dispositivo interaja com em que STP é habilitado e VLAN 1 todos execu-
outros dispositivos compatíveis com STP em tar árvores de expansão separadas. IEEE 802.1s
uma rede para garantir que exista apenas um
caminho entre duas estações rede.
70 Introdução A Hpenterprise Redes

Como você pode ver no diagrama acima, o mesmo endereço MAC será aprendido pelas dife-
rentes interfaces que iria acabar por causar loops, a configuração acima há vários loops que vai
acabar causando uma tempestade de broadcast.

A solução é usar o STP, após a convergência STP apenas um melhor caminho estará ativo para co-
municação, Portanto, não haverá qualquer loops
Stp 71

contrário move-se ao estado de bloqueio.


No Algoritmo Spanning Tree, uma porta tran-
Learning – No estado de aprendizagem,
sita pelos seguintes estados para determinar
as portas root e designated continuam
se ele irá liberar o tráfego de dados ou blo-
a bloquear o tráfego de dados à medida
quear tráfego de dados:
que os switches aprendem os Endereços
Listening – Bloqueia o tráfego, escuta as
MAC e constroem suas tabelas MAC.
BPDUs e constrói a topologia STP para
Forwarding – A 2ª expiração do tem-
garantir que não haja loops na rede. A
porizador de encaminhamento move as
criação da topologia STP, dentro de uma
portas root e designated para o estado
VLAN específica, envolve a eleição da
de encaminhamento, iniciando o enca-
Root Bridge e Designated Bridge para
minhamento tráfego.
cada segmento de LAN dentro da VLAN.
Blocking – Tráfego de dados é bloquea-
Quando o temporizador de encaminha-
do, permitindo apenas a passagem de
mento expirar, se a porta for classificada
BPDUs.
como root, ou designated, ela será movida
para o estado de aprendizagem. Caso
72 Introdução A Hpenterprise Redes

CONVERGÊNCIA
RÁPIDA NA BORDA
A finalidade da configuração da porta Edged porta. Isto é, quando a porta muda do estado
é solucionar a latência do failover 802.1D em de bloqueio para o estado de encaminha-
locais críticos da rede. Os temporizadores mento, não tem de esperar as informações
802.1D podem ser alterados para reduzir a do demais switches.
convergência de 30 segundos, no entanto, Portas Edged - Se a conexão com o nó final
isto pode causar instabilidade. (exemplo PC) falhar, spanning tree se recupe-
As portas Edged são portas que não se co- ra em 4 segundos. Isso pode ocorrer porque
nectam diretamente a outros switches nem os nós finais não causam loops através de sua
se conectam indiretamente a outros switches única conexão.
através de segmentos de rede. Após a configu- Por padrão, todas as portas GigabitEthernet
ração de uma porta como uma porta Edged, de um switch não são configuradas como
o mecanismo de transição rápida é aplicado a portas Edged.
Stp 73

802.1D STP 2 x FORWARD_DELAY + BRIDGE_


O protocolo 802.1D STP (descontinuado) MAX_AGE.
requer uma porta root recém-selecionada para Se os valores padrões forem usados na confi-
passar por ouvir e aprender a ntes que a con- guração de parâmetros, a convergência pode
vergência de tráfego possa ser alcançada. O levar até 50 segundos. (Neste documento STP
tempo de convergência do tráfego 802.1D é será referido como 802.1D.)
calculado usando a seguinte fórmula:
74 Introdução A Hpenterprise Redes

Descrições de porta para RSTP Portas em estado de Bloqueio


Portas em estado de encaminhamento • Alternate Port: uma porta que não é root
• Porta Root: porta com o melhor caminho ou designated, porque está recebendo
para o switch root. uma BPDU superior de outro switch.
• Porto designated: num determinado link, • Backup Port: uma porta que não é root
é a porta que possui a BPDU superior. ou designated, porque está recebendo
• Porta Edge: um tipo especial de porta uma BPDU superior do próprio switch
designated. É uma porta que foi identi- • Disabled Port: uma porta não contro-
ficada através da configuração manual lada pelo RSTP, quer porque está sem
como sendo uma porta de borde e, por- conexão, administrativamente desabili-
tanto, é ativada imediatamente como tada, ou administrativamente removida
uma porta designated. do RSTP.
Stp 75

Exemplo de funções e estados de portas SW2-SW3. A porta G1 / 0/2 do SW2 torna-se a


No slide acima, o switch SW1 tem o BID DP e G1 / 0/2 de SW3 uma RP.
mais baixo para que ele seja eleito como switch Uma vez que o Custo do Caminho do seg-
root. Consequentemente, as portas G1 / 0/1 E mento SW4-SW3 para o switch root é mais
G1 / 0/4 do SW1 tornam-se portas desegna- baixo através do SW4, G1 / 0/3 do SW4 torna-se
ted (DP), e a porta G1 / 0/1 de SW4 e G1 / 0/1 o DP para o segmento SW4-SW3. A interface
de SW2 tornam-se portas root (RP). Todas as G1 / 0/3 do SW3 torna-se a porta alternate (Alt)
portas mencionadas aqui estão no modo de com seu estado em descarte (D). O tráfego de
encaminhamento (F). dados é bloqueado neste ponto, rompendo
Uma vez que o SW2 tem uma identifica- assim o loop.
ção de bridge (BID) que é inferior ao SW3, SW2 A prioridade padrão é 32768.
torna-se o designated switch para os switches
76 Introdução A Hpenterprise Redes

Exemplo de failover do RSTP O resultado desta negociação é:


Os switches RSTP não dependem da expiração • SW4's G1 / 0/3 da Porta Designated para
do temporizador para determinar as funções a Porta Root
das portas. Eles negociam explicitamente qual • SW3's G1 / 0/3 de Alternate para
porta tornar-se a porta designated para cada Designated
link. No caso do G1 / 0/1 do SW4 falhar, SW4
e SW3 renegociam para as portas em seu link
comum.
Stp 77

Desvantagens de STP e RSTP • No RSTP, o estado de uma porta root


• O STP não suporta a transição rápida de pode transitar rapidamente nas seguin-
estado das portas. Uma porta root re- tes condições: quando a porta root antiga
cém-eleita ou porta designated deve no dispositivo parar de encaminhar os
aguardar o forward antes de transitar para dados, a porta designated inicia o en-
o estado de encaminhamento, mesmo caminhamento de dados rapidamente.
que seja uma porta em um link ponto a • No RSTP, o estado de uma porta desig-
ponto ou seja uma borda (edge) (Uma nated pode transitar rapidamente nas
porta de borda refere-se a uma porta que seguintes condições: a porta designa-
se conecta diretamente a um terminal de ted é uma porta conectada com um link
usuário em vez de a outro dispositivo ou ponto-a-ponto. Se a porta designated
Segmento LAN). é uma porta de borda (edge), ela pode
• RSTP suporta convergência rápida, mas entrar em estado de encaminhamen-
como STP tem as seguintes desvanta- to rapidamente; Se a porta designated
gens: todas os switches em uma LAN estiver conectada com um link ponto-
estão na mesma topologia STP; Ligações -a-ponto, ela pode entrar em estado de
redundantes não suportadas; encaminhamento imediatamente após
• bloqueado por VLAN; todos os pacotes o dispositivo ser submetido ao handsha-
de todas as VLANs são encaminhados ao ke com o dispositivo vizinho .
longo da mesma topopologia STP.
78 Introdução A Hpenterprise Redes
Stp 79

Região MST
• Uma região MST compreende múltiplos • Uma rede pode conter várias regiões MST.
switches MSTP fisicamente interligados Você pode agrupar vários switches em
e os segmentos de rede corresponden- uma região MST, usando a configuração
tes ligados a estes switches. MSTP correspondente.
• Esses switches têm a mesma região e • MSTI: Uma MSTI refere-se a uma instân-
devem ter o mesmo nome de região, cia da região MST. A cada instância destas,
a mesma configuração de mapeamen- podem ser mapedas uma ou várias VLANS
to VLAN-para-MSTI e o mesmo nível de • CIST: É o conjunto de várias regiões MST
revisão MSTP em todos os switches da
região.
80 Introdução A Hpenterprise Redes

IST Tabela de mapeamento VLAN-


• O internal spanning tree (IST) é uma para-MSTI
região MST. • Uma tabela de mapeamento VLAN-para-
MSTI é mantida para cada região MST.
• A tabela é uma coleção de mapeamen-
CST tos entre VLANs e MSTIs.
• CST é um único spanning tree na rede • Uma tabela de mapeamento VLAN-para-
que conecta todas as regiões MST na MSTI é mantida para cada região MST. A
rede. tabela é uma coleção de mapeamentos
entre VLANs e MSTIs.
Stp 81

Região Root (Raíz) Common Root Bridge


• Uma raiz de região é a raiz do IST ou um • The common root bridge é o switch prin-
MSTI em uma região MST. cipal da CIST
• Diferentes spanning tree em uma região
MST podem ter topologias diferentes e,
portanto, ter diferentes raízes da região.
82 Introdução A Hpenterprise Redes

Porta Root - Uma porta root é usada para Porta Master - Uma porta master liga uma
encaminhar pacotes para o switch root. região MST à common root. O caminho da
Porta designated - Uma porta designa- porta master para o common root é o caminho
ted é usada para encaminhar pacotes para um mais curto entre a região MST e a common
segmento ou switch de rede vizinho. root. No CST, a porta masterl é a porta root
da região, que é considerada como um nó.
A porta master é uma porta especial. É uma
porta root o IST / CIST enquanto uma porta
master nos outros MSTIs.
Stp 83

Boundary Port Backup Port


Localizada no limite de uma região de MST e É a porta secundária de uma designated port
é usada para conectar uma região de MST a e é usada para transição rápida.
uma outra região de MST. Quando a designated port está sendo blo-
queada, a porta de backup se torna a nova
designated port e começa a encaminhar os
Alternate Port dados sem problemas.
É uma porta secundária de uma root port e é
usada para transição rápida.
Quando a root port ou master port fica
bloqueada, a porta alternativa se torna a nova
root port ou master port.
84 Introdução A Hpenterprise Redes

• Learning state - As portas nesse estado


No MSTP, uma porta pode estar em um dos
podem receber / enviar pacotes BPDU,
três estados a seguir:
mas não encaminham pacotes de usuário.
• Forwarding state - As portas nesse
• Discarding state - Portas neste estado
estado podem encaminhar pacotes de
só podem receber pacotes BPDU.
usuário e receber / enviar pacotes BPDU.
As funções de portas e estados de portas não
são mutuamente dependentes.

Na figura acima temos dois switches • SW-A será o switch root para a instân-
SWA e SwB conectados entre si na porta cia 1 da região MST “ test” que mapeia a
GigabitEthernet 1/0/12 e GigabitEthernet VLAN 100
1/0/1, respectivamente. • SW-B será o switch root para a instân-
As VLAN 100 e 200 são configuradas nos cia 2 da região MST “ test” que mapeia a
dois switches: VLAN 200
Introdução A 85

INTRODUÇÃO A
ROTEAMENTO
86 Introdução A Hpenterprise Redes

Existem algumas entradas de roteamento, Ele possui endereços de host, os endereços


que um roteador coloca automaticamente das redes, que estão diretamente conectados
na tabela de roteamento: a ele mas todos os outros endereços precisam
ser aprendidos

Por motivos de redundância, a mesma entrada de roteamento deve ser feita manualmente para
a interface S1. Esta interface está em rede diferente da interface S0.
Introdução A 87

Rota estática de banda para aplicações de rede importantes.


Uma rota estática é uma entrada na tabela de ro- A desvantagem do uso de rotas estáticas é
teamento que foi configurada manualmente pelo que elas não podem se adaptar às mudanças
administrador de rede. Se a topologia de uma de topologia da rede. Se um lin falha ou uma
rede for simples, você só precisa configurar rotas mudança topológica ocorrer na rede, as rotas
estáticas para funcionar normalmente. A confi- serão inacessíveis e a rede rompe. Neste caso, o
guração e o uso apropriados de rotas estáticas administrador de rede tem de modificar as rotas
podem melhorar a desempenho e garantir largura estáticas manualmente.
88 Introdução A Hpenterprise Redes

Rota Padrão Se não houver rota padrão e o endereço


Um roteador seleciona a rota padrão apenas de destino do pacote falhar em corresponder
quando não é possível encontrar qual- a qualquer entrada na tabela de roteamento
quer entrada correspondente na tabela de o pacote será descartado, e um pacote ICMP
roteamento. será enviado para a fonte para relatar que o
Se o endereço de destino de um pacote destino ou a rede é inacessível.
não corresponder a qualquer entrada na tabela Você pode criar a rota padrão com a rede
de roteamento, o roteador usa a rota padrão de destino e a máscara sendo [Link], e alguns
para encaminhar o pacote. protocolos de roteamento dinâmicos, como
OSPF, RIP e IS-IS, também podem gerar a rota
padrão.
Introdução A 89
90 Introdução A Hpenterprise Redes

Neste exemplo, para ir o segmento de rede próximo hop [Link]


[Link]/24 o roteador deve enviar o tráfego Para qualquer outro destino desconhecido
para o próximo hop [Link] use a rota padrão 0/0 & o tráfego será encami-
Para o tráfego ir para a rede [Link]/24 nhado para o próximo salto [Link]
o roteador deve enviar o pacote para o

Este slide mostra quais informações os roteadores anunciam sobre si mesmos.


Introdução A 91

• LSA: Link State Advertisement - um


pacote de controle OSPF usado pelos
As informações sobre os links e seus estados roteadores para informar uns aos outros
são usadas por cada roteador para aprender sobre links e seus estados
a topologia de rede dinamicamente. • LSP: Link Estado PDU - (PDU permanen-
LSA atualiza a cada 15-20 minutos te para unidade de dados de protocolo)
Abreviaturas: significando o mesmo.
92 Introdução A Hpenterprise Redes

A partir das informações de estado do link, RIP, não há troca de tabelas de roteamento
cada roteador calcula o banco de dados de inteiras no OSPF.
topologia individualmente. Ao contrário do

Depois de criar o banco de dados de topologia, a tabela de roteamento é derivada dele.


Introdução A 93

Sem o conceito de roteador designado, o a rede convergeria mais lentamente em caso


número de adjacências seria muito maior e de falha.
94 Introdução A Hpenterprise Redes

Área backbone a várias áreas. A área de backbone é respon-


sável pela Informações de roteamento entre
A área de backbone (também conhecida áreas não-backbone.
como área zero) forma o núcleo de uma rede O backbone deve ser contíguo, mas não
OSPF. Todas as outras áreas estão conectadas precisa ser fisicamente contíguo. Conectividade
a ela, e o encaminhamento inter-área aconte- da backbone pode ser estabelecida e mantida
ce através de um roteador conectado à área através da configuração de links virtuais.
de backbone. Ele é a estrutura lógica e física Nota: Todas as áreas OSPF devem se co-
para o “sistema autônomo” (AS) e está ligada nectar à área backbone!
Introdução A 95
96 Introdução A Hpenterprise Redes

O comando display ospf interface, irá exibir: • Para o segmento Broadcast também
• Quais as interfaces OSPF está habilitado; mostrará quem é DR & BDR para esse
• Qual Interface pertence a qual área ospf. segmento específico.
• Também o custo do link / interface.
Introdução A 97
98 Introdução A Hpenterprise Redes
Visão Geral Configuração 99

VISÃO GERAL
CONFIGURAÇÃO

O Intelligent Resilient Framework (IRF) da HPE é O IRF oferece as seguintes vantagens:


uma tecnologia avançada que permite agregar • Balanceamento de carga, agregação e re-
2 ou mais switches em um único sistema de dundância em todos os níveis e em todas
switches e roteamento. Esses switches lógicos as funções: Link, L2 e L3 Forwarding,
também são chamadas de “switches virtuais”. Gestão e Segurança.
Isto porque esta tecnologia também recebe • Simplificação da LAN: agregando switches
o nome de “RVSF: Resilient Virtual Switching no núcleo e na camada de distribuição,
Fabric” a combinação de MSTP e
• do VRRP, com toda a complexidade que
implica na concepção, implementação e
manutenção, não é mais necessário para
balanceamento de carga e resiliência.
100 Introdução A Hpenterprise Redes

Você pode obter um único switch lógico Na versão 2, o IRF está pronto para swit-
conectando vários switches da mesma família ches empilháveis e baseados em chassi de
habilitando o IRF. qualquer tamanho:
Na versão 1, o IRF permitiu somente o em-
pilhamento de switches “empilháveis”.
Visão Geral Configuração 101

• É nesse plano que a tabela de roteamen-


Os switches e roteadores modernos segregam
to é construída.
suas funções em diferentes grupos chamados
• Funções neste plano são baseados em
planos operacionais:
software para permitir atualizações.
Plano de Controle: este grupo inclui todas
as funções internas de monitoramento e Plano de reencaminhamento: este grupo de
controle relacionadas à potência, estado do funções inclui
hardware em geral. • Encaminhamento L2 e L3, filtragem de
Plano de gestão: este grupo funcional é pacotes e políticas QoS.
onde: • É neste plano que a tabela de roteamen-
• A interface do usuário está localizada e to é realmente utilizada.
onde e todos os protocolos são execu- • Funções neste plano são baseados
tados, por exemplo STP na Camada 2 e em hardware devido aos requisitos de
OSPF na camada 3. velocidade.

Em switches empilháveis, a distribuição desses No caso do chassi, o plano de gerencia-


planos é simples: uma CPU de uso geral ge- mento e controle são centralizados em SRPUs
rencia a controle e um ou dois ASICs são (Switching and Routing Process Unit) e o plano
responsáveis pelo processamento e encami- de encaminhamento é distribuído em duas
nhamento de pacotes reais. ou mais LPUs (Line Processor Unit). Todos os
102 Introdução A Hpenterprise Redes

chassis têm a opção de instalar dois SRPUs No caso de chassis, hoje apenas dois deles
para redundância. podem ser conectados em um IRF. Se cada um
Planos Operacionais em IRFv2 tiver 2 SRPUs, um destes SRPUs vai ficar ativo
Ao ligar várias unidades para formar um e os outros três ficarão em standby.
IRF, os planos de gestão e controle de uma das Em outras palavras, um sistema IRF atua
unidades torna-se activa e as de outras unida- como um chassi com planos de gerenciamen-
des, permanecem em standby. to e controle centralizados e um plano de
encaminhamento distribuído.

Em um sistema IRF, cada unidade é chamada O Master IRF:


de “membro IRF”. • É a unidade na qual os planos de contro-
Um dos membros do IRF desempenha o le e de gerenciamento estão ativos;
papel de master e todos os outros desempe- • Os slaves IRF:
nham um papel de slaves. • São as unidades onde os planos de con-
trole e gerenciamento estão em standby.
• Um sistema IRF pode ser conectado em
um Daisy Chain ou um Ring (Anel).
• O ring fornece tolerância a falhas.
Visão Geral Configuração 103

As conexões locais podem ser construídas


CONECTANDO UM usando cabos de cobre baratos:

SISTEMA IRF • como portas CX4 e XFP, podem ser utili-


zados cabos de ligação local CX4
Os sistemas IRF são construídos usando portas • como portas SFP + podem ser utilizados
padrão de 10 GbE. cabos IRF especiais
Ao permitir a configuração de portas • em ambos os casos, cabos de 50, 100 e
10GbE regulares como portas IRF, a HP oferece 300cm estão disponíveis.
a possibilidade de ter:
• Sistemas IRF locais, em que todos os Para IRF distribuídos geograficamente, a tecno-
membros estão na mesmo local; logia 10GbE necessária dependerá da distância.
• Sistemas IRF geograficamente distribuí-
dos, para redundância de Data Center.
104 Introdução A Hpenterprise Redes
Construção E 105

CONSTRUÇÃO E
MANUTENÇÃO DE IRF

A prioridade IRF é um valor usado quando Nota: O processo de fusão IRF será descrito
duas pilhas IRF se fundem para decidir qual mais adiante neste capítulo.
dos masters ativos permanecerá como master • Cada dispositivo no IRF precisa ter um ID
e e qual se tornará um escravo. de membro diferente.
• Os valores de prioridade IRF variam de 1 • IDs de membro são números entre 1 e 10.
a 32, sendo 1 o padrão e 32 a priorida- • Recomenda-se usar o número 1 para o
de máxima. master e usar números consecutivos para
os outros dispositivos.
106 Introdução A Hpenterprise Redes

portas fixas que possuem 2 ASICs de en-


Cada dispositivo tem duas portas lógicas cha-
caminhamento. Nestes casos, as portas
madas portas IRF.
devem ser todas as portas SFP + fixas na
Para que um switch se torne membro de
frente do switch ou todas em uma placa
um IRF, ele precisa ter portas físicas vincula-
de interface.
das às portas IRF.
• Na porta 3Com S7900E / HP S7500E a ser
Mais do que uma porta física pode ser
agregada em uma única porta IRF pode
ligada a cada IRF-Port. O número máximo
ser distribuída em slots diferentes, isto é
depende da família de switches:
especialmente importante para a tolerân-
• 3Com 4800G / HP S5500-EI 2
cia a falhas, se uma LPU falhar, a ligação
• HP S5800 e S5820 4
IRF ainda pode funcionar porque inclui
• 3Com S7900E / HP S7500E 8
portas em outras LPUs.
• Nas HP S5800 e S5820X todas as portas
• Finalmente, para vincular portas físicas
ligadas à mesma porta IRF (agregada)
a portas IRF, você deve primeiro desligar
devem ser conectadas ao mesmo ASIC.
as portas.
Isso é importante nos 48 modelos de
Construção E 107

O processo de ligar um dispositivo conectado Em algumas famílias de produtos, como o


através de portas IRF a um IRF em execução é HP S5800, quando um dispositivo é inserido
chamado de “inserção de dispositivo”. no IRF, o master verifica se o dispositivo tem a
Durante o processo de inicialização, o dis- mesma versão de software e se não, ele baixa
positivo não é um master nem um slave, e a seu próprio arquivo de aplicativo para ele. Isso
última etapa do processo é olhar para fora acontece mesmo que o novos software do
(Enviando pacotes IRF Hello) para um master dispositivo é mais recente que o do master.
IRF em execução enviando mensagens através Tem o mesmo arquivo de configuração e
de suas portas IRF. se não, ele baixa seu próprio arquivo de con-
Se um dispositivo master IRF for encon- figuração para ele.
trado, o dispositivo inserido se tornará um E, finalmente, se ele atualizou o aplicativo
escravo. ou o arquivo de configuração, ele reinicializa
É por isso que um dispositivo precisa ter o novo membro.
suas portas IRF ligadas a portas físicas e conec-
tadas corretamente antes de estarem prontas
para inserção.
108 Introdução A Hpenterprise Redes

Se dois sistemas IRFestão em execução inde- Em segundo lugar, se houver dois ou mais
pendentes, cada um é seu próprio master, e masters ativos, o membro com uma priorida-
um link IRF é estabelecido entre eles, um pro- de mais alta ganha.
cesso chamado “IRFMerge” iniciasse. Em terceiro lugar, se houver dois candi-
A parte mais importante deste processo datos master com uma mesma prioridade /
é a eleição do novo master. maior, o que foi para o ligado primeiro ganha.
Master Election A precisão deste tempo é de dez minutos. Se
Primeiro, como explicado no slide anterior, uma diferença de tempo de funcionamento
durante o processo de inicialização um dispo- para inferior a 10 minutos, nenhum ganha.
sitivo não competir com o master ativo. Assim, Finalmente, se todos os anteriores não são
o master ativo ganha e o dispositivo inserido elegíveis para o master, o dispositivo com o
torna-se um slave. Esta é uma diferença entre menor endereço MAC ganha.
uma “inserção de dispositivo” E um “IRF Merge”. O Merge IRF provoca uma reinicializa-
ção automática de dispositivos IRF quando o
master original perde a eleição.
Construção E 109

Quando um link IRF quebra e duas partes da MAD ou Multi-active Device Detection é
conexão IRF ficam “soltas” (o IRF foi dividido). parte da tecnologia IRF e permite que os dis-
positivos IRF detectarem uma divisão.
110 Introdução A Hpenterprise Redes

MAD / LACP requer que o 3º dispositivo suporte MAD / BFD requer o uso de links adicionais
a extensão LACP para MAD. Hoje isso só é su- entre os membros IRF, o que resulta no uso
portado por dispositivos HP. de mais portas, em algumas situações, essas
portas adicionais podem não estar disponíveis.

Entre outros problemas, as colisões de ende- Isto é especialmente inconveniente em


reços IP podem ocorrer porque as interfaces IRFs localizados no Core ou camadas de
VLAN de membro permancerão com o ende- agregação.
reço IP original do IRF.
Construção E 111

Você também pode gostar