Índice
INTRODUÇÃO..........................................................................................................................2
1 - FUNDAMENTAÇÃO DO PROBLEMA DE INVESTIGAÇÃO.................................3
1.1 Formulação do Problema...............................................................................................3
1.2 Objectivos da investigação.........................................................................................3
1.2.1 Objectivo Geral:.....................................................................................................3
1.2.2 Objectivos específicos.............................................................................................3
1.3 Perguntas de investigação..........................................................................................4
1.4 Hipótese de investigação............................................................................................4
1.5 Importância da investigação......................................................................................4
1.6 Justificativa.................................................................................................................4
2 - FUNDAMENTOS TEÓRICOS.......................................................................................5
2.1 Nota Histórica................................................................................................................5
Percurso sociopolítico................................................................................................................6
2.2. Contexto inicial: Regime de partido único (1975–1991)...............................................6
Período: 1975–1991............................................................................................................6
Características principais do sistema monopartidário:...................................................6
Contexto político-militar:..................................................................................................6
Início da transição (final da década de 1980).......................................................................7
1988–1990............................................................................................................................7
Mudança ideológica:..........................................................................................................7
Abertura constitucional e legal (1991–1992)........................................................................7
1991 – Acordos de Bicesse..................................................................................................7
Lei Constitucional de 1991 (Lei n.º 23/91, de 15 de Setembro).......................................7
Primeiras eleições multipartidárias (1992)...........................................................................7
Setembro de 1992...............................................................................................................7
Consequência:.....................................................................................................................8
Consolidação formal do multipartidarismo (2002–presente)..............................................8
Ano- 2002............................................................................................................................8
Constituição da República de Angola (2010)....................................................................8
2.4 Marco Conceptual.....................................................................................................9
3 - METODOLGIA DE INVESTIGAÇÃO............................................................................10
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS....................................................................................12
INTRODUÇÃO
A história das ideias políticas abrange o estudo das principais correntes de pensamento
sobre como a sociedade deve ser organizada e governada, desde a Grécia Antiga até a
era moderna. Começando com pensadores como Platão e Aristóteles, que discutiam
modelos de sociedade ideal e formas de governo, a disciplina evoluiu para incluir os
contratualistas (Hobbes, Locke, Rousseau) e suas ideias sobre o estado de natureza e o
contrato social. Ao longo do tempo, o foco se expandiu para abranger o surgimento do
Estado, a democracia, o liberalismo e outras ideologias, analisando sua relação com o
direito e a formação dos Estados democráticos de direito.
A história das ideias políticas em Angola é marcada pela luta contra o colonialismo
português e a subsequente guerra civil entre os movimentos de libertação. As principais
correntes foram o nacionalismo de esquerda, representado principalmente pelo MPLA,
com um viés marxista-leninista que evoluiu para a social-democracia após 1991, e a
UNITA, com ideologias mais conservadoras e nacionalistas de direita, embora a FNLA
tivesse uma orientação mais tribalista. O conflito durou até 2002, quando a morte de
Jonas Savimbi levou a um acordo de paz e a UNITA se converteu em partido civil. A
Constituição de 2010 formalizou o atual sistema presidencialista e reforçou os direitos
fundamentais.
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1 - FUNDAMENTAÇÃO DO PROBLEMA DE INVESTIGAÇÃO
1.1 Formulação do Problema
Toda ciência teve um início, e para melhor compreensão dela, é sempre
bom conhecer a sua origem, ou seja, a sua história, isto, facilita o seu entendimento e a
cadeira de História das Ideias Políticas não foge as regras.
Uma vez que o nosso curso tem uma relação com a políticas, é muito bom
conhecemos de onde surgiriam as primeiras ideias políticas. E o nosso País também não
é uma excepção, devemos conhecer muito bem as nossas histórias.
Razão pela qual nos propusemos a estudar esse tema, levantamos a seguinte questão de
estudo:
Qual é a importância de conhecer a história das ideias políticas de Angola?
1.2 Objectivos da investigação
Partindo do princípio de que qualquer pesquisa deve ter sempre um objectivo,
que na verdade é o “Guia” de um trabalho de investigação; nesta ordem de ideia,
para a nossa investigação propusemos os seguintes objectivos:
1.2.1 Objectivo Geral:
Conhecer a História das Ideias Políticas em Angola, pós- independência.
1.2.2 Objectivos específicos
Explicar como se desenvolveu história das ideias políticas em Angola, pós-
independência;
Enumerar as principais etapas da história das ideias políticas em Angola, pós-
independência.
1.3 Perguntas de investigação
Por que conhecer a história das ideias política em Angola, pós-
independência?
Qual é a importância de conhecer a história das ideias políticas em
Angola, pós- independência?
Quais são as etapas da história das ideias políticas em Angola, pós-
independência?
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1.4 Hipótese de investigação
Umas das razão para conhecer a história das ideias políticas em Angola, é de
compreender melhor cada etapas/ momentos importante do País, na política.
Como hipóteses propomos as seguintes:
Conhecer a história das ideias políticas em Angola, nos leva a compreender
melhor a política do País.
É importante saber a história das ideias políticas em Angola, porque tomaremos
melhor decisões para o País.
Analisar a historia das ideias políticas em Angola, vai evitar tomamos decisões
erradas no presente e futuro.
1.5 Importância da investigação
Esta investigação reveste-se de grande importância, porque vai nos fazer
conhecer melhor o passado, presente e futuro rumo do País.
1.6 Justificativa
Uma vez que a cadeira que estamos a estudar, é História das ideias políticas, e todos os
países têm sua história na questão da política, então é necessário conhecer a história das
ideias políticas do nosso País.
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2 - FUNDAMENTOS TEÓRICOS
2.1 Nota Histórica
Ideias políticas e movimentos
Luta de Libertação Nacional (1960-1975):
MPLA: Fundado em 1956, defendia um nacionalismo de esquerda, com ideologia
marxista-leninista, e foi crucial na luta pela independência.
UNITA: Fundada em 1966, tinha uma orientação nacionalista e conservadora, com
apoio inicial de países como o Zaire.
FNLA: Tinha uma ideologia mais tribalista e conservadora, com apoio inicial do
Congo-Léopoldville.
Independência e Guerra Civil (1975-2002):
Após a independência, o MPLA (liderado por Agostinho Neto) e a UNITA entraram em
conflito pelo controle do país, transformando a luta contra Portugal numa guerra civil.
O conflito resultou em destruição, deslocamento e milhões de refugiados.
Pós-Guerra Civil (2002 em diante):
O fim da guerra em 2002 marcou o início de uma nova fase de desenvolvimento para
Angola.
Com a Constituição de 2010, o país formalizou um sistema presidencialista e reforçou a
democracia e os direitos fundamentais.
Percurso sociopolítico
O fim da guerra civil em 2002 constituiu assim o acontecimento mais importante no
cenário político. O segundo acto eleitoral é realizado em Setembro de 2008, o MPLA
com o seu candidato, José Eduardo dos Santos, ambos asseguram um domínio quase
total sobre o poder politico do país, governando sem oposição, o que permitiu a
alteração da constituição em 2010, que, elimina as eleições presidenciais e permite que
o líder do partido mais votado seja assim eleito directamente presidente da república.
Deste modo, quando se realiza o acto eleitoral de 2012, o MPLA parte claramente em
vantagem pois, além da sua longa experiência de governação, tinha como candidato
aquele que é considerado o «arquitecto da paz», bem como teve a seu favor um
crescimento económico favorável. Porém, o fulgor de 2008. E os resultados eleitorais
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são disso indicativo, pois no terceiro acto eleitoral em 2012 o MPLA regista uma queda
nas intenções de voto para 71,84%, elegendo menos 16 deputados, ou seja, tendo
descido o número de assentos no parlamento de 191 para 175.
Este resultado pode ser indicativo de um descontentamento por parte dos seus eleitores,
com destaque para aqueles que residem na cidade de Luanda.
2.2. Contexto inicial: Regime de partido único (1975–1991)
Período: 1975–1991
Após a independência de Angola em 11 de Novembro de 1975, o país foi proclamado
como:
República Popular de Angola (RPA), sob a liderança do MPLA (Movimento Popular
de Libertação de Angola).
Características principais do sistema monopartidário:
O MPLA tornou-se o único partido legal e dirigente do Estado.
O modelo ideológico era o marxismo-leninismo, inspirado na antiga União
Soviética e em Cuba.
A Constituição de 1975 (Lei Constitucional nº 1/76) consolidou a ideia de um
Estado socialista e revolucionário, onde o partido orientava todas as esferas do
poder.
O lema político da época: "O MPLA é o povo, o povo é o MPLA."
Contexto político-militar:
A guerra civil entre o MPLA (governo), a UNITA (de Jonas Savimbi) e a
FNLA (de Holden Roberto) reforçou o controle central do partido-Estado.
Nesse contexto, a ideia de pluralismo político era considerada ameaça à
unidade nacional.
Início da transição (final da década de 1980)
1988–1990
O fim da Guerra Fria e a crise económica interna pressionaram o governo angolano a
adotar reformas políticas.
O colapso do bloco socialista (URSS e aliados) retirou apoio ideológico e
financeiro ao MPLA.
Internamente, havia exigências de maior abertura política e económica.
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Mudança ideológica:
Em Dezembro de 1990, o III Congresso do MPLA marcou o abandono
oficial do marxismo-leninismo e a adoção de uma linha social-democrata,
transformando o partido em MPLA-Partido do Trabalho.
Foi o início formal do processo de transição para o multipartidarismo.
Abertura constitucional e legal (1991–1992)
1991 – Acordos de Bicesse
Assinados em 31 de maio de 1991, em Portugal, entre o MPLA-Governo e a
UNITA, sob mediação internacional.
Objetivo: criar condições para a paz e transição democrática.
Os Acordos de Bicesse previam:
O fim do sistema de partido único;
A realização de eleições gerais livres e multipartidárias;
A reorganização das Forças Armadas (FAA);
A aprovação de nova Constituição que consagrasse o pluralismo político.
Lei Constitucional de 1991 (Lei n.º 23/91, de 15 de Setembro)
Revogou a Constituição de 1975 e introduziu o multipartidarismo.
Reconheceu liberdade de associação política e formação de partidos.
Manteve o presidencialismo forte, mas abriu espaço para eleições gerais.
Primeiras eleições multipartidárias (1992)
Setembro de 1992
Realizaram-se as primeiras eleições gerais multipartidárias em Angola:
o Presidenciais e Legislativas.
Participaram mais de 10 partidos políticos.
Resultados:
o MPLA venceu as legislativas com cerca de 53% dos votos.
o José Eduardo dos Santos (MPLA) ficou em primeiro nas presidenciais,
mas sem maioria absoluta.
o Estava prevista uma segunda volta presidencial com Jonas Savimbi
(UNITA), que nunca chegou a realizar-se.
Consequência:
A UNITA não aceitou os resultados, alegando fraude, e retomou a guerra
civil (1992–2002).
Apesar disso, o sistema multipartidário ficou juridicamente estabelecido.
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Consolidação formal do multipartidarismo (2002–presente)
Ano- 2002
Com o fim da guerra civil (morte de Jonas Savimbi e cessar-fogo definitivo),
iniciou-se uma fase de estabilidade política e institucional.
A nova Constituição de 2010 consolidou o regime multipartidário, embora o
MPLA continue a deter hegemonia.
Constituição da República de Angola (2010)
Reforça princípios democráticos e multipartidários (art. 2.º e 17.º), garante:
o Liberdade de associação política;
o Reconhecimento de partidos;
o Eleições regulares e sufrágio universal.
2.3- Transição para a democracia e o domínio do MPLA (2002–Presente)
O fim da guerra civil marcou o início de uma nova fase política em Angola:
Paz e reconstrução: A estabilidade permitiu a realização de eleições e a
reconstrução do país. O MPLA, que governava desde a independência,
continuou a dominar o cenário político.
José Eduardo dos Santos: Assumiu a presidência em 1979 após a morte de
Agostinho Neto e liderou o país por 38 anos, supervisionando a transição de um
sistema de partido único para uma democracia multipartidária.
Novas constituições e eleições: A Constituição de 2010 instituiu um sistema
presidencialista, onde o líder do partido com mais votos se torna o Presidente da
República. A UNITA, após o fim da guerra, transformou-se no principal partido
da oposição.
Período pós-Dos Santos: Em 2017, João Lourenço tornou-se presidente,
sucedendo a Dos Santos, prometendo combater a corrupção. Em 2022, foi
reeleito em eleições disputadas, com o MPLA a vencer pela margem mais
estreita desde o início do multipartidarismo.
8
2.4 Marco Conceptual
Política: é o processo de tomada de decisões que envolve a distribuição de poder e
recursos em uma sociedade. É a arte de governar e administrar os interesses de um
grupoou comunidade.
História: é o estudo do passado, incluindo os eventos, pessoas e culturas que moldaram
o mundo em que vivemos hoje. É a narrativa dos acontecimentos humanos ao longo do
tempo.
Ideia: é um conceito, pensamento ou noção que surge na mente humana. É uma
representação mental de algo que pode ser abstrato ou concreto.
Partido: é um grupo de pessoas que compartilham ideias e objectivos políticos
semelhantes e se organizam para influenciar a política de um país ou região.
Monopartidarismo: é um sistema político em que um único partido é permitido a
existir e detémo poder absoluto em um país. É caracterizado pela ausência de oposição
política.
Multipartidarismo: é um sistema político em que vários partidos políticos são
permitido a existir e competir por poder em um país. É caracterizado pela diversidade
de opções políticas.
Socialismo: é uma ideologia política que defende a propriedade colectiva dos meios de
produção e a distribuição igualitária de recursos. Busca reduzir as desigualdades sociais
e económicas.
Comunismo: é uma ideologia política que defende a abolição da propriedade privada e
a criação de uma sociedade sem classes sociais. Busca a igualdade total e a eliminação
do Estado
Capitalismo: é um sistema económico que se baseia na produção e na busca de lucro. É
caracterizado pela competição e pela liberdade de mercado.
Democracia: é um sistema político em que o poder é exercido pelo povo, seja
directamente ou por meio de representantes eleitos. É caracterizado pela participação
cidadã e pela proteção dos direitos individuais.
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3 - METODOLGIA DE INVESTIGAÇÃO
A metodologia é vista como um conjunto de métodos, procedimentos, técnicas que se
pode utilizar para atingir certo objectivo. A metodologia tem como finalidade
fundamentar teoricamente a investigação. Prevê a indicação de todos os passos que
serão seguidos ao longo do trabalho, bem como o método de abordagem e as respectivas
técnicas. Nesta fase, determina-se a forma de abordar o problema, muito ligado ás
estratégias que serão utilizadas. Na mesma base, ao especificar a metodologia de
pesquisa, devemos responder a uma série de perguntas: como? Com quem? Quanto?
Existem vários tipos de pesquisas e elas estão agrupadas em classes. Quanto
a forma de abordagem, a pesquisa pode ser: Qualitativa, Quantitativa e Misto.
Para a nossa pesquisa pretendemos utilizamos a pesquisa do tipo Qualitativa
.
A Pesquisa Qualitativa, dá ênfase ás características sociais, antropológicas,
arqueológicas, culturais, psicológicas, criminalísticas, históricas. Esta pesquisa abrange
processos humanos completos. Tenta descrever e compreender as situações e os
processos de maneira integral e profunda, considerando inclusive o contexto que
envolve a problemática estudada.
Por outro lado, quanto aos procedimentos existem vários tipos de pesquisas,
porém, os mais comuns são: pesquisa experimental, pesquisa bibliográfica, Pesquisa
documental, Pesquisa de campo, Estudo de caso, pesquisa de acção, pesquisa
etnográfica, pesquisa participante, Análise de conteúdo, entre outras modalidades. E
optamos pela pesquisa bibliografica, que é feita com base nas literaturas já existentes,
ou seja, obtermos a informação deste trabalho em consultas de alguns livros.
Conclusão
10
Portanto, a história das ideias políticas em Angola é uma narrativa de profunda
transformação. Desde a resistência anticolonial, passando pelo fervor ideológico da
Guerra Fria com o marxismo-leninismo e o anticomunismo a dominarem o discurso, até
à adopção de ideologias mais pragmáticas como a social-democracia e o liberalismo
económico. O percurso angolano reflete a interação complexa entre aspirações
nacionais por soberania e autodeterminação e as realidades da geopolítica global. A
transição para a democracia e a paz marcou o fim das ideologias rígidas e o início de um
debate mais focado nos desafios práticos do desenvolvimento de Angola.
Nesse cenário, as ideias políticas em Angola tocaram em temas como nacionalismo,
socialismo, partido único, lealdade ao Estado-nação, reconstrução do pós-guerra,
legitimidade política, identidade nacional e pertença.
A política angolana continua a ser dominada pelo MPLA, mas a oposição, liderada pela
UNITA, tem ganhado força e contestado os resultados eleitorais. As tensões sobre a
governação, a transparência e a distribuição da riqueza continuam a ser desafios
significativos no panorama político do país.
Ano Marco Histórico Significado Político
Proclamação da independência e do regime Início do sistema
1975
de partido único (MPLA) monopartidário
1988– Reformas internas e abandono do marxismo-
Abertura ideológica
1990 leninismo
Acordos de Bicesse e Lei Constitucional n.º Instituição formal do
1991
23/91 multipartidarismo
Transição prática para o
1992 Primeiras eleições multipartidárias
pluralismo político
Consolidação do
2002 Fim da guerra civil
multipartidarismo
Reforço do Estado democrático
2010 Nova Constituição
e pluralista
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Para a realização desta pesquisa, consultamos várias obras de autores que já abordaram
sobre essa temática, dentro eles, destacamos os seguintes:
PAULINO LUKAMBA & CARLOS BARRACHO — História das Ideias Políticas
(2012). Embora não específico de Angola, serve como referência teórica para ideias
políticas.
RICARDO SOARES DE OLIVEIRA — Magnificent and Beggar Land: Angola since
the Civil War (2015). Analisa a economia política, hegemonia do partido e pós-guerra
em Angola.
RICARDO SOARES DE OLIVEIRA — “Illiberal Peacebuilding in Angola”. Journal
article (2011). Explora a reconstrução pós-guerra e as dinâmicas autoritárias.
RICARDO SOARES DE OLIVEIRA — “The struggle for the state and the politics of
belonging in contemporary Angola, 1975-2015”. (2016).
LUÍS CORDEIRO-RODRIGUES — Angolan Political Thought: Resistance and
African Philosophy (2024). Embora aborde um período mais amplo (incluindo pré-
independência), é útil para situar originalmente as ideias em Angola.
ALVARENGA, Estalbina Miranda(2010). Metodologia da Investigação Quantitativa
e Qualitativa.1ª ed.-Paraguai: Cesar Amarilhas
PAKISI, Albino (2020). A Monografia, Teoria e Prática da sua Metodologia
Científica.1ªed.- Luanda: Mayamba Editora.
ZASSALA, Carlinhos (2021). Iniciação á Pesquisa Científica. 6ª ed.- Luanda:
Mayamba Editora.
12