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Deveres do Servidor Público do IBGE

O Código de Ética do IBGE estabelece deveres e vedações para os servidores públicos, enfatizando a importância do bem comum, eficiência, respeito à hierarquia e tratamento igualitário aos usuários. Os servidores devem agir com ética, evitando discriminação e mantendo a qualidade dos serviços prestados, além de se manterem atualizados e respeitarem normas internas. A violação dessas diretrizes pode resultar em consequências éticas e administrativas.

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Deveres do Servidor Público do IBGE

O Código de Ética do IBGE estabelece deveres e vedações para os servidores públicos, enfatizando a importância do bem comum, eficiência, respeito à hierarquia e tratamento igualitário aos usuários. Os servidores devem agir com ética, evitando discriminação e mantendo a qualidade dos serviços prestados, além de se manterem atualizados e respeitarem normas internas. A violação dessas diretrizes pode resultar em consequências éticas e administrativas.

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LEGISLAÇÃO

Código de Ética do IBGE - Deveres

CÓDIGO DE ÉTICA DO IBGE - DEVERES

Aborda-se, nesta aula, os deveres e as vedações aplicáveis ao servidor público do IBGE,


considerando a relevância do tema em avaliações de múltipla escolha, nas quais são comuns
questões que exigem a identificação de deveres ou vedações específicas. A análise conjunta
desses aspectos proporciona uma compreensão abrangente e integrada do conteúdo.
O conteúdo situa-se na segunda sessão, intitulada “Dos Principais Deveres do Servidor
Público do IBGE”, por não se tratar de uma lista exaustiva, mas de deveres fundamentais.
Ao longo da carreira, novas obrigações podem ser acrescentadas, em razão das constantes
transformações sociais e tecnológicas. Mudanças como o advento da inteligência artificial
exemplificam situações que impõem a adaptação de condutas e responsabilidades, exigindo
uso adequado e ético de novas ferramentas.
Prossegue-se, assim, com o estudo dos principais deveres do servidor público do IBGE.

SEÇÃO II
DOS PRINCIPAIS DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO DO IBGE

• Desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que


seja titular.

Obs.: Conforme previsto no decreto, tal disposição abrange uma concepção ampliada de
servidor público, incluindo trabalhadores com vínculo diferenciado, como terceirizados
ou estagiários. Desempenhar em tempo implica agir com celeridade, evitando a
procrastinação e a imposição de obstáculos ao exercício dos direitos do cidadão.
A utilização de termos técnicos, como óbice ou defeso, visa familiarizar o candidato com
o vocabulário empregado em avaliações de maior nível de complexidade, especialmente
aquelas organizadas por bancas reconhecidas pela linguagem mais sofisticada, a exemplo
da FGV e do CEBRASPE, o que contribui para a preparação em concursos diversos.

• Escolher sempre, entre duas alternativas, a mais vantajosa para o bem comum;

Obs.: Nas regras deontológicas, prevalece o bem comum. Sempre que houver duas
alternativas e não se souber exatamente qual seguir, deve-se optar pela mais
vantajosa para o interesse coletivo.
Como exemplo, em determinado período de trabalho na Secretaria de Saúde estadual,
na farmácia de alto custo, havia o gerenciamento da entrega de medicamentos cujo valor
variava de dezenas a milhões de reais, essenciais e de uso urgente pelos pacientes. Nessa

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Código de Ética do IBGE - Deveres

função administrativa, era necessário seguir rigorosamente a ordem da lista de distribuição,


ainda que houvesse solicitações diretas e urgentes de pacientes.
Em situações em que o nome do solicitante não estivesse no início da lista, a entrega
somente poderia ser feita ao primeiro da fila, respeitando o critério previamente estabelecido,
mesmo diante de circunstâncias emocionalmente difíceis. O mesmo se aplica quando a
pessoa atendida é conhecida, amiga ou parente, pois conceder prioridade violaria princípios
éticos e administrativos.
Assim, a conduta deve ser orientada também pelo princípio da impessoalidade.

• Tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de


comunicação e contato com o público.
Nem sempre a mensagem transmitida é compreendida da mesma forma por todas
as pessoas. Em um setor do IBGE, por exemplo, ao fornecer informações para acesso a
dados de uma pesquisa, pode-se utilizar uma linguagem estritamente técnica, de fácil
compreensão para profissionais da área de estatística, mas de difícil entendimento para
pessoas de outras áreas.
Quando o interlocutor não possui formação técnica específica e necessita apenas realizar
uma pesquisa com outro delineamento, a explicação excessivamente técnica pode não
ser compreendida. Cabe, portanto, ao servidor aprimorar seu processo de comunicação,
traduzindo as informações de forma clara, acessível e adequada, considerando as limitações
e potencialidades do destinatário. Esse é o princípio abordado no presente tópico.
É fundamental ter consciência de que o trabalho no serviço público é regido por princípios
éticos, os quais se materializam na adequada prestação dos serviços. A ética é transparente
e manifesta-se na conduta, por meio de comportamentos observáveis, capazes de evidenciar
a integridade do agente público. Essa postura deve traduzir a atuação de servidoras e
servidores.
Até o momento, foi destacada a importância do bem comum, que não admite posturas
procrastinatórias, devendo ser priorizado na resolução das demandas.

DEVERES
• Ser eficiente: rápido e diligente dando prioridade para resolver situações em aberto.
• Desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que
seja titular.
• Escolher sempre, entre duas alternativas, a mais vantajosa para o bem comum.

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Código de Ética do IBGE - Deveres

Obs.: Questões relacionadas ao atendimento ao público são frequentemente abordadas


em avaliações, muitas vezes associadas às regras deontológicas já estudadas. O mau
atendimento ao usuário configura dano moral, assim como deixá-lo aguardando
por longos períodos ou permitir a formação de filas extensas, o que constitui grave
desrespeito à dignidade humana.
Atendimento ao público: ser cortês, respeitar as limitações individuais e não
manifestar preconceitos de qualquer natureza.
Os deveres do servidor incluem a cortesia no trato com o público, o respeito às
limitações individuais e a vedação de qualquer manifestação de preconceito. O Código
estabelece a proibição de discriminação de gênero, raça ou religião, sendo possível
estender essa vedação a outras formas de preconceito, como capacitismo, etarismo,
racismo, homofobia, entre outros. O respeito a todas as pessoas que buscam
atendimento deve ser efetivo e explícito.
O atendimento diferenciado motivado por crenças pessoais ou vieses inconscientes
compromete a ética profissional. Em determinado episódio, uma servidora tratou de forma
desrespeitosa uma pessoa vestida com trajes ligados a uma religião de matriz africana,
adotando postura e expressões faciais que transmitiam desprezo. Em outra situação, a
mesma servidora atendeu de forma inadequada um médico negro, que se apresentou de
maneira simples por estar de férias, o que o levou a solicitar atendimento por outra pessoa.

• Ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se materializam
na adequada prestação dos serviços públicos.
A conduta correta no serviço público exige tratamento respeitoso e igualitário a todos
os usuários, independentemente de aparência, ocupação ou origem. O bom atendimento
não deve depender da identidade ou da profissão do solicitante. Ainda que o usuário
adote postura hostil, a resposta deve permanecer dentro dos limites legais, podendo ser
esclarecido que desacatar servidor público é crime.

QUANTO À HIERARQUIA
• Respeitar a hierarquia, mas sem temor de representar contra atos errados.
• Resistir às pressões para fazer coisas ilícitas ou receber vantagens indevidas.
• Comunicar imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário
ao interesse público, exigindo as providências cabíveis.

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Código de Ética do IBGE - Deveres

Obs.: É dever do servidor do IBGE respeitar a hierarquia, sem deixar de representar contra
atos irregulares. Também é obrigação resistir a pressões para a prática de ilícitos
ou para o recebimento de vantagens indevidas, independentemente de sua origem
– seja do superior hierárquico, de colega de trabalho ou do cidadão atendido.
A inclusão, no Código, da expressão “resistir às pressões” reconhece a realidade de
que o servidor poderá enfrentar tentativas de indução a condutas contrárias à lei ou aos
princípios éticos. A orientação é clara: não ceder a tais pressões e manter a integridade no
exercício da função pública.
Também é dever do servidor público comunicar imediatamente aos superiores todo
e qualquer ato ou fato contrário ao interesse público, exigindo as providências cabíveis.
A hierarquia deve ser respeitada, mas sem temor de representar contra condutas irregulares,
sendo necessário resistir a pressões para a prática de atos ilícitos.
Em caso de presenciar situações como tratamento desrespeitoso, preconceituoso ou
discriminatório a usuários, a conduta correta é comunicar ao gestor responsável. Se o
autor da irregularidade for o chefe imediato, a representação deve ser feita ao superior
hierárquico deste, à comissão de ética ou a outra instância competente prevista na estrutura
organizacional.

QUANTO AO TRABALHO
• Ser assíduo(a) e frequente.
• Manter limpo o ambiente de trabalho.
• Facilitar fiscalização dos seu atos.
• Prestar contas quando solicitado(a).

Obs.: Quanto ao trabalho, é dever do servidor ser assíduo e frequente. De acordo com as
regras deontológicas, faltas injustificadas comprometem e desmoralizam o serviço
público. A assiduidade consiste em comparecer ao trabalho diariamente, inclusive
no regime de teletrabalho.
Também é dever manter o local de trabalho limpo e organizado, facilitar a fiscalização
de seus atos e prestar contas quando solicitado. O servidor deve permitir o acesso de
seu órgão à declaração de imposto de renda, a fim de verificar a compatibilidade entre o
patrimônio declarado e a remuneração recebida.
A verificação patrimonial é instrumento legítimo de controle, podendo indicar
irregularidades quando há discrepância entre os bens adquiridos e a renda do servidor.
O órgão tem o direito de exigir essa prestação de contas, e o servidor não pode recusá-la,
pois constitui parte de suas obrigações funcionais.

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Código de Ética do IBGE - Deveres

DEVERES
• Zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida
e da segurança coletiva.
• Trajar vestimenta adequada.
• Capacitar-se continuamente (manter-se atualizado).
• Participar de movimentos e estudos para melhoria da qualidade do serviço.

Obs.: Determinados deveres previstos no decreto possuem caráter simples e, embora


apareçam com menor frequência em avaliações, devem ser observados.
O primeiro consiste em zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas
de defesa da vida e da segurança coletiva. A greve é um instrumento legítimo de reivindicação,
utilizado para pleitear melhores condições de trabalho, benefícios ou reajustes salariais.
Contudo, é antiético realizá-la sem assegurar a manutenção mínima das atividades essenciais,
uma vez que o serviço público destina-se à sociedade como um todo.
Outro dever é utilizar vestimenta adequada, em consonância com a cultura organizacional.
Em alguns órgãos, isso significa o uso de uniforme; em outros, exige-se traje social ou
neutro. O vestuário deve transmitir profissionalismo e respeitar a imagem institucional,
independentemente de custo ou marca, sendo vedado o uso de roupas rasgadas,
excessivamente informais, curtas, decotadas ou chamativas. A adequação da vestimenta
deve observar o princípio da impessoalidade, priorizando a imagem do serviço prestado e
não preferências pessoais.
Também é dever do servidor manter capacitação continuada, atualizando-se
constantemente. A educação permanente, prevista na gestão por competências, é não
apenas uma prática de gestão de pessoas, mas igualmente um dever ético. Por fim, cabe
ao servidor participar de movimentos e estudos voltados à melhoria da qualidade do
serviço público.

IMPORTANTE
• Exercer com estrita moderação as prerrogativas funcionais que lhe sejam atribuídas,
abstendo-se de fazê-lo contrariamente aos legítimos interesses dos usuários do
serviço público e dos jurisdicionados administrativos.
• Abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com
finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades
legais e não cometendo qualquer violação expressa à lei.

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Código de Ética do IBGE - Deveres

Obs.: É vedado ao servidor utilizar o cargo para finalidade alheia à função pública, bem
como para obtenção de benefício próprio ou de terceiros. O exercício da função
deve atender exclusivamente ao interesse coletivo e ao bem comum, sendo proibido
direcioná-lo para atender interesses particulares.
Por exemplo, no desempenho de atividades de recenseamento, não é permitido oferecer
produtos ou serviços pessoais, como artesanato, chocolates ou outros itens, durante o
atendimento ao cidadão, pois tal conduta configura uso indevido do cargo.
Da mesma forma, a comercialização de lanches ou quaisquer produtos no ambiente de
trabalho, ainda que não constitua infração legal, caracteriza conduta antiética por utilizar
a posição funcional para fins estranhos às atribuições do cargo.

DEVERES RELACIONADOS AO IBGE


Apresentar, nas análises estatísticas e geográficas, informações que estejam de acordo
com as normas científicas sobre fontes, métodos e procedimentos, bem como comentar
as interpretações errôneas e o uso indevido de informações estatísticas e geocientíficas.

Obs.: Quando houver conhecimento da circulação de informações falsas relacionadas


a dados de pesquisas realizadas pelo IBGE, é dever do servidor contestá-las,
esclarecendo que se trata de notícias falsas. Deve-se ressaltar que os métodos
adotados pelo instituto são científicos, validados e fundamentados em critérios
técnicos, não sendo baseados em opiniões ou no senso comum.

• Zelar pela qualidade dos processos de produção das informações estatísticas e


geocientíficas oficiais, adotando critérios de boas práticas tanto nas atividades
finalísticas quanto nas atividades de apoio.

Obs.: É dever do servidor zelar pela qualidade dos processos de produção das informações
estatísticas e geocientíficas oficiais, adotando critérios de boas práticas tanto nas
atividades finalísticas quanto nas atividades de apoio.
Cabe também ao servidor divulgar e informar a todos os integrantes de sua classe sobre
a existência do Código de Ética, estimulando seu integral cumprimento, atuando como
disseminador de seus princípios.
A conduta ética do servidor do IBGE deve respeitar a legislação e as normatizações do
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, bem como as normas internas da fundação,
expressas em resoluções, ordens de serviço, portarias, normas de serviço e memorandos. Tais
normativos internos devem ser cumpridos, ainda que possam ser questionados, garantindo
o respeito às regras estabelecidas pela instituição.

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LEGISLAÇÃO
Código de Ética do IBGE - Deveres

• Divulgar e informar a todos os integrantes da sua classe sobre a existência deste


Código de Ética, estimulando o seu integral cumprimento.
• A conduta ética do servidor do IBGE deve respeitar a legislação e as normatizações
do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, assim como as normas internas
desta Fundação, expressas em suas Resoluções, Ordens de Serviço, Portarias, Normas
de Serviço e Memorandos.

Obs.: É dever do servidor zelar pela qualidade dos processos de produção das informações
estatísticas e geocientíficas oficiais, adotando critérios de boas práticas tanto nas
atividades finalísticas quanto nas atividades de apoio.
Cabe também ao servidor divulgar e informar a todos os integrantes de sua classe sobre
a existência do Código de Ética, estimulando seu integral cumprimento, atuando como
disseminador de seus princípios.
A conduta ética do servidor do IBGE deve respeitar a legislação e as normatizações do
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, bem como as normas internas da fundação,
expressas em resoluções, ordens de serviço, portarias, normas de serviço e memorandos. Tais
normativos internos devem ser cumpridos, ainda que possam ser questionados, garantindo
o respeito às regras estabelecidas pela instituição.

SEÇÃO III
DAS VEDAÇÕES AO SERVIDOR PÚBLICO DO IBGE

• É proibido o uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influências,


para obter qualquer favorecimento, para si ou para outra pessoa.
• Prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que
deles dependam.
• Ser conivente com erro ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de
sua profissão (o espírito de solidariedade é colaborar sem acobertar situações ilícitas).
• Procrastinar ou dificultar o exercício regular do direito por qualquer pessoa.

Obs.: Utilizar a função pública para conceder facilidades, favorecer pessoas ou prejudicar
a reputação de terceiros configura conduta antiética. Tal prática pode, inclusive,
caracterizar assédio moral horizontal quando há a intenção deliberada de prejudicar
a imagem ou a dignidade de outro servidor, devendo ser evitada em qualquer
circunstância.

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LEGISLAÇÃO
Código de Ética do IBGE - Deveres

01. Determinado servidor público concursado do IBGE, no exercício de suas funções atreladas
ao seu cargo, disponibiliza informações de caráter sigiloso e confidencial sobre pessoas
físicas ou jurídicas do seu âmbito profissional, bem como antecipa resultados de pesquisas
à sua divulgação oficial, sem estar autorizado para tanto, em mídias e/ou redes sociais,
com intuito de ganhar notoriedade e respeitabilidade diante do público em geral. À luz do
atual Código de Ética Profissional do Servidor Público do IBGE, a conduta acima descrita,
praticada pelo servidor público em pauta, é:
a) vedada
b) permitida
c) incentivada
d) protocolizada
e) Desregulamentada

A divulgação ou antecipação de dado sigiloso ou confidencial constitui conduta vedada,


já prevista nas regras deontológicas e reiterada nas disposições sobre vedações. Trata-se
de conteúdo comumente abordado em questões de múltipla escolha em avaliações para
o cargo.

02. Ao servidor público é vedado, mesmo que por espírito de solidariedade, ser conivente
com erro ou infração ao Código de Ética Profissional do Serviço Público.

GABARITO
01. a

02. C

�Este material foi elaborado pela equipe pedagógica do Gran Concursos, de acordo com a aula
preparada e ministrada pela professora Katia de Lima.
A presente degravação tem como objetivo auxiliar no acompanhamento e na revisão do conteúdo
ministrado na videoaula. Não recomendamos a substituição do estudo em vídeo pela leitura
exclusiva deste material.

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