PASSO A PASSO
PADRÃO DE ROMPIMENTOS
Processos padrões em todo rompimento.
1. Abrir Notificação de Parada
2. Descobrir quais rotas e clientes estão OFF
3. Ajustar Notificação de Parada, se necessário
4. Enviar SMS inicial – QUEDA
5. Acionar equipe mais próxima disponível -
Levantar primeira hipótese de problema - Antes da equipe chegar ao
local
6. Entender as informações da equipe de campo + Criar a solução do
problema
7. Passar a resolução pra equipe de campo e receber o OK de início
8. Se for rompimento com caixa de passagem, bater OTDR pra trás na
rota para confirmar o cabo inteiro
9. Buscar as emendas e posições iniciais de cabos e caixas e armazenar
10. Criar os cabos, emendas e elementos necessários no MK e
Google
11. Se for rompimento de BB ou rota de CTOs, acompanhar cada
fusão se está subindo os clientes
12. Verificar todos os retornos de clientes após confirmação de
término
13. Finalizar Notificação de Parada
14. Enviar SMS final - RECUPERADO
Sumário
1 > CTO OFFLINE
1.1 > Rompimentos
1.1.1 > Rompimento Total
1.1.2 > Rompimento Parcial
1.2 > Defeitos
1.2.1 >
1.2.2 >
1.2.3 >
2. ROTA OFFLINE
2.1 >
2.1.1 >
2.1.2 >
2.2 >
3>
4>
4.1 >
4.1.1 >
4.1.2 >
4.2 >
5>
5.1>
5.2>
6>
CASOS DE ROMPIMENTO
1 – CTO OFFLINE.
Caso seja apenas uma CTO offline, identificar primeiramente se a CTO é uma
PONTA ou está no decorrer do trajeto do cabo.
A causa de uma CTO offline pode significar um rompimento total do cabo, caso
ela seja uma CTO PONTA, um rompimento parcial da fibra que alimenta aquela
caixa, ou algum defeito localizado na CTO.
O exemplo demonstra uma CTO PONTA offline.
1.1 – Rompimentos.
Os casos mais comuns em que apenas uma CTO está offline é o rompimento
total ou o rompimento parcial do cabo que leva a fibra óptica até a CTO.
É preciso pedir para o técnico verificar visualmente onde possa ter sido
rompido o cabo, em que caso ele identifique, se torna um Rompimento Total
1.1.1, caso contrário, pode ser um Rompimento Parcial 1.1.2, uma danificação
interna na fibra óptica, impedindo o sinal chegar até a CTO.
Os rompimentos totais e parciais podem ser identificados também a partir do
uso da ferramenta OTDR. A ferramenta OTDR faz o cálculo estimado do trajeto
do cabo, projetando o seu fim e possíveis atenuações. Supondo que o técnico
não visualize em campo um rompimento total do cabo, porém, ao bater a
OTDR, a fibra tem um fim antes da caixa, sendo muito provável que a fibra
esteja com um rompimento parcial.
1.1.1 – Rompimento Total
Em caso de um rompimento total identificado, assim como
na Figura 1, é necessário verificar a possibilidade de
aproveitar o cabo.
O padrão atual da IBI é de lançamento de cabos de
rompimento sem a instalação de uma nova CXP em casos
de rompimentos com distância igual ou inferior a 250
metros entre uma CTO a outra CTO. Existem exceções,
como muitos lances de postes ou situações em que árvores
atrapalham o lançamento de cabo, em que nessas
exceções seguiremos com a fusão de uma nova CXP.
Figura 1: Cabo com rompimento total.
Rompimento total em cabo de comprimento inferior a 250 metros.
O exemplo abaixo demonstra um cabo de 100 metros que está com um
rompimento circulado em amarelo, próximo a penúltima CTO do trajeto do
cabo.
Figura 2
Em casos que o cabo rompido seja inferior a 250m, como na Figura 2, deve ser
realizado o lançamento do cabo [1] de uma CTO a outra CTO. Após ser feito o
lançamento do cabo, é necessário fazer o encaixe (fusão) das fibras ópticas [2]
[3] em ambas as caixas, sendo as fusões cor com cor, para que a CTO que
estava offline seja ativada da mesma forma que estava antes.
Ordens de serviços necessárias em rompimentos com lançamento de cabo.
[1] - Lançamento de Fibra Corretiva
[2] - Encaixe CTO (Primeira caixa)
[3] - Encaixe CTO (Segunda caixa)
Rompimento total em cabo de comprimento superior a 250 metros.
A figura abaixo demonstra um exemplo com um cabo de 350 metros, que está
com um rompimento na área circulada em amarelo.
Em casos que o comprimento do cabo rompido seja
superior a 250m, como na imagem, devemos fazer
uma nova fusão de uma caixa de passagem.
Identificado o local do rompimento total, é
requerido ao técnico no local identificar qual poste
ele acredita ser mais viável a instalação, utilizando
a lógica que o cabo precisa ser recuado um poste
para uma das direções. Recuado o cabo e feito a
fusão da nova caixa [1], deve ser feito o
lançamento do cabo da CXP até a outra CTO [2], e
o encaixe das fibras do cabo na CTO após o
lançamento [3].
Ordens de serviços necessárias em rompimentos com lançamento e fusão de
CXP.
[1] - Lançamento de Fibra Corretiva
[2] - Fusão de CXP
[3] - Encaixe CTO
1.1.2 – Rompimento Parcial
O rompimento parcial é quando apenas uma parte das fibras ópticas dentro do
cabo se danifica, seja por uma torção do cabo ou por fatores do ambiente,
podendo ser vista ou não de forma externa. O método mais eficiente de
identificar o rompimento parcial é batendo a ferramenta OTDR da emenda
(CEO) na fibra óptica requerida, sendo assim apontando o aproximado fim da
fibra, em que caso seja antes do fim previsto do trajeto, ela está com um
rompimento.
Figura 3: Exemplo de rompimento parcial que pode ser visto
externamente.
Exemplo abaixo demonstra um caso de rompimento parcial, em que somente
algumas fibras foram danificadas naquele local
Quando o rompimento parcial ocorre em uma fibra que alimenta uma CTO,
existe duas possibilidades de resolução, sendo ela a manobra de fibra ou
simplesmente o lançamento de um cabo novo.
Em caso de lançamento de um cabo novo, deve ser utilizado as mesmas
tratativas apresentadas no Rompimento Total 1.1.1, obedecendo também as
regras de distância percorrida pelo cabo.
1.2 – CTO Danificada
Existe a possibilidade que o motivo da CTO offline não seja nem um
rompimento total ou parcial, e sim um defeito na CTO, causado ou não por
condições externas.
A identificação do defeito deve ser feita pelo técnico em campo, em casos que
não foi encontrado nenhum tipo de rompimento.
1.2.1 – Defeitos internos
São problemas caracterizados por ocorrerem
dentro da CTO, impedindo que a conexão seja
ativa.
É possível que seja desde condições climáticas
que danificam internamente o aparelho, como
chuvas ou calor intenso, ou até mesmo
infestações de insetos, corroendo assim as fibras
ou danificando a caixa.
A tratativa pode ser a limpeza do aparelho, a troca
Figura 5: Caixa com infestações de formiga
de peças internas ou até mesmo a troca do aparelho por completo.
1.2.2 – Defeitos
externos
Em decorrência de condições
climáticas, acidentes em
manutenções ou acidentes no
poste, pode ocorrer alguma
situação que danifique a CTO
ou de forma externa, deteriorando
assim peças internas e
deixando a caixa offline.
A tratativa usualmente é readequação do aparelho,
envolvendo ou não a troca de peças internas. Em
acidentes de maior gravidade pode ser
necessário a troca da CTO por completo.
Figura 6: Caixa pendurada em cabos
1.2.3 – Cabo Torcido
Pode acontecer de um cabo estar torcido ao decorrer do
trajeto do cabo. O técnico deve tentar destorcer esse cabo e
voltar a conexão para as CTOS, porém, em caso contrário, a
situação se tornará um Rompimento Total, seguindo o padrão
da tratativa.
2 – Rota de CTOs offlines
A causa de duas ou mais CTOS offline pode significar problema no cabo que
realiza a rota até as CTO, podendo ser um rompimento total, quando o cabo se
rompe por completo ou o rompimento parcial das fibras que leva as fibras até
as CTOs.
Deve ser tratado com maior prioridade do que apenas uma CTO offline, pois
afetará em média uma quantidade maior de clientes.
Apesar de casos raríssimos, existe a possibilidade de individualmente as caixas
terem problemas internos, não sendo um problema do cabo de rota.
2.1.1 Rompimento Total Rota
Deve ser identificado tanto visualmente ou com a ajuda da
OTDR.
Em situações de rompimento total de um cabo de rota, pode
ser realizado o lançamento de um novo cabo ou a manobra de
fibra. O lançamento de cabos segue o mesmo padrão do Rompimento Total
1.1.1, com a adição de mais fibras a serem fusionadas.
2.1.2 Rompimento Parcial Rota
A forma mais eficaz de se verificar um rompimento parcial é batendo a OTDR
em todas as fibras e identificando fibras rompidas e fibras inteiras. Identificado
o rompimento da parcial rota, deve seguir o mesmo padrão do Rompimento
Parcial 1.1.2, com a adição de mais fibras a serem fusionadas.
Exemplo de Manobra de Fibra em Cabo ROTA
O exemplo demonstra um caso em que as CTOs circuladas em vermelho estão
offline. Foi identificado pelo técnico que somente a FIBRA 7 e FIBRA 8 do cabo
foram danificadas, as mesmas que alimentam as caixas adiante o trajeto. A
solução escolhida será o técnico ir até a caixa que utiliza a FIBRA 6, e trocar a
fusão da FIBRA 7 e FIBRA 8, danificadas logo a frente, para a FIBRA 1 e FIBRA 2
que estão em boas condições, chegando sinal nas caixas que estavam offline.
2.2 – Defeitos
Apesar de duas ou mais CTOs offlines terem uma alta probabilidade de ser um
problema no cabo de rota, é possível que tenha ocorrido alguma condição que
tenha causado um defeito na CTO.
Isso pode ser eliminado verificando o horário em que as CTOS ficaram offline,
que sendo iguais, descarta a possibilidade de ter sido um defeito individual em
cada caixa. Caso o horário da queda tenha sido em horários diferentes e
nenhum rompimento identificado, deve ser verificado pelo técnico cada caixa a
fim de investigar possível deterioração do equipamento.
3 – Cabo ROTA + Cabo BACKBONE OFFLINE
Quando dois cabos se rompem ao mesmo tempo, é extremamente provável
que ocorreu um acidente na área, nos postes ou nos cabos.
A resolução do cabo backbone deve ser prioritária, seguindo os mesmos
padrões apresentados no 4 – Setor OFF.
Em seguida, deve ser feito a resolução do cabo Rota, seguindo os mesmos
padrões de 2 – Rota de CTOs offlines
4 - Setor OFF
Deve ser analisado se apenas um ou mais setores ficaram offline pelo mesmo
cabo backbone. Em ocorrências de setor(es) offline(s), possíveis motivos
envolvem um rompimento de cabo backbone ou alguma danificação na
emenda.
A forma de identificação do incidente seria utilizando a ferramenta OTDR na
própria EMENDA, verificando se chega, ou não sinal.
4.1 – Rompimentos
A tratativa deve ter a maior agilidade possível para a ocorrência, sendo a
solução diferente de caso a caso devido a fatores externos como distância do
cabo, dificuldade no lançamento e/ou trânsito, portanto, de acordo com o que o
técnico em campo informar, deve ser analisado e decidido a tratativa.
4.1.1 – Cabo Backbone Rompido Totalmente
Quando um cabo backbone se rompe totalmente de uma emenda a outra,
todas as CEO ficam offline no decorrer do cabo, significando que deve ser
resolvido com prioridade máxima.
O rompimento deve ser identificado visualmente ou com a ajuda da OTDR,
utilizando a ferramenta em todas as fibras e confirmando falta no sinal.
A tratativa mais comum em rompimento de cabo
backbone rompido é a fusão de uma ou mais
emenda(s) de
passagem, Figura 1: Identificação do cabo backbone entre duas porém em
exceções como CEO, área do rompimento circulado em amarelo distâncias curtas e
nenhuma dificuldade no lançamento, pode ser optado por lançamento do cabo.
Exemplo de tratativa para rompimento de cabo backbone
Identificado em vermelho as CEO offline, e a última CEO
online no trajeto do cabo sendo a CEO0101, é pressuposto
que o rompimento está no trajeto entre a emenda
CEO0101 e CEO0120, destacado em amarelo.
Com a ajuda do técnico batendo a OTDR, foi identificado que o rompimento
está em aproximadamente 250m
Com o técnico no local confirmando o rompimento total, é continuado a análise
da tratativa. Nesse caso o lançamento de cabo (circulado em amarelo) da
CFE0101 a CFE0102 é de aprox. 1km, o que descartaria essa opção como a
tratativa mais ágil. É analisado também que a distância do rompimento para a
emenda CEO0101 tem 250m, também não sendo uma alternativa tão ágil.
Com todas as informações citadas anteriormente, foi feito a escolha de utilizar
2 emendas de passagem, permitindo que o lançamento de cabo seja apenas
entre elas.
A escolha da solução nesse caso pelo fato de que a opção de apenas o de
lançamento de 1km de cabo não seria ágil. A opção de utilizar apenas uma
emenda de passagem significaria um lançamento de aprox. 250m, uma opção
melhor que a anterior, porém, caso feito duas emendas significaria um
lançamento de aprox. 40m, tornando a tratativa ágil.
4.1.2 – Cabo Backbone Rompido Parcialmente
Caso seja identificado um cabo backbone rompido parcialmente, possíveis
tratativas são o lançamento de cabo com ou sem instalação de emendas de
passagem, ou ser realizado a manobra de fibra. Deve ser conversado com o
técnico que está no local sobre a solução mais ágil encontrada por ele na
situação.
Para tratativas de lançamento de cabo com ou sem instalação de emendas,
deve seguir o mesmo padrão utilizado no 4.1.1 Cabo Backbone Rompido
Totalmente.
Em casos que exista uma dificuldade no local, seja por trânsito, manutenção
nos postes do local ou por quantidade de árvores no local, pode ser feito a
manobra de fibra.
É necessário se pensar que, neste caso, a manobra de fibra seria uma solução
rápida, porém danosa a longo prazo, pois deixará o cabo backbone com menos
fibras utilizáveis, sendo interessante após a tratativa ser analisado a
possibilidade da troca do cabo.
4.2 – CEO com defeito interno
Caso o sinal do cabo backbone chegue à emenda, como na Figura X significa
que o problema não está no cabo que alimenta a CEO, e sim na própria
emenda.
Deve ser verificado pelo técnico o sinal do Splitter, se os conectores estão
limpos, junto com a integridade dentro da caixa de todos os cabos de rota que
saem a partir da CEO.
Caso identificado o problema interno na CEO, deve ser realizado a manutenção
ou a troca da peça. Em casos que a deterioração do equipamento esteja muito
alta, pode ser necessário realizar a troca
Figura 8: CEO com sinal, mas não
funcionando.
5 - INCÊNDIO EM POSTES COM CABO
Em situações de incêndio em postes que apenas contém cabos, e não caixas
ou emendas, devemos analisar o estado do poste, verificando se ocorreu de
fato um rompimento no cabo ou se apenas queimou o plástico externo do cabo.
5.1 – Rompimento Total
Confirmado o rompimento do cabo, a ocorrência será tratada seguindo os
padrões do Rompimentos 1.1.
5.2 – Queima parcial do cabo
Em caso de queima parcial do cabo, deve ser feita de imediato a troca do
mesmo, tendo em vista que o cabo está fragilizado, perdendo sua resistência
característica de sustentação entre postes, podendo se romper a qualquer
momento.
A tratativa seguirá os mesmos padrões do Rompimento 1.1.1, com maior
prioridade aos cabos backbone.
Existem exceções como situações muito adversas em campo ou até mesmo
fatores climáticos que pode ser estudado o agendamento de uma manutenção
de urgência em um horário controlado.
6 – INCÊNDIO EM POSTE COM CTO
Incêndios que envolvem CTO(s) precisam ser analisados com cautela as opções
de tratativa que devem ser executados de imediato após o controle do
incêndio. É preciso verificar a possibilidade daquele poste de continuar com
aquela CTO no local.
Caso não seja possível continuar naquele local, é então trocado a CTO para um
poste atrás ou a frente.
Tutorial de manobra de fibra em rompimentos parciais
Uma solução com menor custo e utilizada em ocasiões características é a
manobra de fibra. A manobra de fibra é quando uma CTO utilizava uma fibra
para ser alimentada, porém por razão, como no exemplo um rompimento
parcial, passa a utilizar outra fibra óptica.
Abaixo está um exemplo de um rompimento parcial no cabo que alimenta a
CTO0103
A primeira etapa da manobra de fibra é voltar na primeira CTO antes do
rompimento, e analisar as fibras que estão indo para CTO0103, que
nesse exemplo, será suposto que somente a fibra 3, que alimenta a CTO0103,
tem sinal.
Figura 4: Diagrama CTO0102 antes da manobra.
Utilizando a ferramenta OTDR, é identificado quais fibras estão rompidas.
Nesse exemplo, será apenas as fibras 4, 5 e 6 que estão funcionais.
Será feito a manobra, fusionando a fibra com a fibra 4, que não está rompida
no trajeto.
Após ser feito a
Figura 5: Diagrama CTO0102 após manobra
fusão da fibra 3 na
fibra 4 [1], o sinal chegará na CTO0103 pela fibra 4, sendo necessário agora
desfazer a fusão antiga que utilizava a fibra 3, e fazendo a fusão (encaixe) da
fibra 4 na CTO0103 [2]
Figura 6: Diagrama CTO0103 após manobra
Ordens de serviços necessárias na manobra de fibra.
[1] - Encaixe CTO
[2] - Encaixe CTO
-18.83844, -41.8632 localizações dos exemplo para continuação do tutorial
CASO 2 – Rota de CTOs offlines
A causa de duas ou mais CTOS offline pode significar problema no cabo que
realiza a rota até as CTO, podendo ser um rompimento total, quando o cabo se
rompe por completo ou o rompimento parcial da fibra que leva a fibra óptica
até a CTO.
Deve ser tratado com maior prioridade do que apenas uma CTO offline, pois
afetará em média uma quantidade maior de clientes.
Apesar de casos raríssimos, existe a possibilidade de individualmente as caixas
terem problemas internos, não sendo um problema do cabo de rota.
2.1.1 Rompimento Total Rota
Deve ser identificado tanto visualmente ou com a ajuda da
OTDR.
Em situações de rompimento total de um cabo de rota, pode
ser realizado o lançamento de um novo cabo ou a manobra de
fibra. O lançamento de cabos segue o mesmo padrão do
Rompimento Total 1.1.1, com a adição de mais fibras a serem
fusionadas.
2.1.2 Rompimento Parcial Rota
A forma mais eficaz de se verificar um rompimento parcial é batendo a OTDR
em todas as fibras e identificando fibras rompidas e fibras inteiras. Identificado
o rompimento da parcial rota, deve seguir o mesmo padrão do Rompimento
Parcial 1.1.2, com a adição de mais fibras a serem fusionadas.
Exemplo de Manobra de Fibra em Cabo ROTA
O exemplo demonstra um caso em que as CTOs circuladas em vermelho estão
offline. Foi identificado pelo técnico que somente a FIBRA 7 e FIBRA 8 do cabo
foram danificadas, as mesmas que alimentam as caixas adiante o trajeto. A
solução escolhida será o técnico ir até a caixa que utiliza a FIBRA 6, e trocar a
fusão da FIBRA 7 e FIBRA 8, danificadas logo a frente, para a FIBRA 1 e FIBRA 2
que estão em boas condições, chegando sinal nas caixas que estavam offline.
2.2 – Defeitos
Apesar de duas CTO ou mais offline ter uma alta probabilidade de ser um
problema no cabo de rota, é possível que tenha ocorrido alguma condição que
tenha causado um defeito na CTO. Isso pode ser eliminado verificando
utilizando o AMS e analisando o horário em que as CTOS ficaram offline, que
sendo iguais, descarta a possibilidade de ter sido um defeito individual em
cada caixa. Caso o horário da queda tenha sido em horários diferentes e
nenhum rompimento identificado, deve ser verificado pelo técnico cada caixa a
fim de investigar possível deterioração do equipamento.
CASO 3 – ROTA + BACKBONE OFF
CASO 4 – SETOR OFF
CASO 5 - POSTE COM CABOS PEGOU FOGO
CASO 6 – POSTE COM CTO
/EMENDA PEGOU FOGO
Tutorial de manobra de fibra em rompimentos parciais
Uma solução com menor custo e utilizada em ocasiões características é a
manobra de fibra. A manobra de fibra é quando uma CTO utilizava uma fibra
para ser alimentada, porém por razão, como no exemplo um rompimento
parcial, passa a utilizar outra fibra óptica.
Abaixo está um exemplo de um rompimento parcial no cabo que alimenta a
CTO0103
A primeira etapa da manobra de fibra é voltar na primeira CTO antes do
rompimento, e analisar as fibras que estão indo para CTO0103, que
nesse exemplo, será suposto que somente a fibra 3, que alimenta a CTO0103,
tem sinal.
Figura 4: Diagrama CTO0102 antes da manobra.
Utilizando a ferramenta OTDR, é identificado quais fibras estão rompidas.
Nesse exemplo, será apenas as fibras 4, 5 e 6 que estão funcionais.
Será feito a manobra, fusionando a fibra com a fibra 4, que não está rompida
no trajeto.
Após ser feito a
Figura 5: Diagrama CTO0102 após manobra
fusão da fibra 3 na
fibra 4 [1], o sinal chegará na CTO0103 pela fibra 4, sendo necessário agora
desfazer a fusão antiga que utilizava a fibra 3, e fazendo a fusão (encaixe) da
fibra 4 na CTO0103 [2]
Figura 6: Diagrama CTO0103 após manobra
Ordens de serviços necessárias na manobra de fibra.
[1] - Encaixe CTO
[2] - Encaixe CTO
-18.83844, -41.8632 localização dos exemplo para continuação do tutorial
-18.83844, -41.8632 localização dos exemplo para continuação do tutorial