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Conceitos Fundamentais de Contabilidade

A contabilidade é um conjunto de conceitos e procedimentos que geram informações sobre o patrimônio de uma entidade, visando apoiar a tomada de decisões. Os principais relatórios contábeis incluem o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado do Exercício e a Demonstração do Fluxo de Caixa, que oferecem uma visão abrangente da saúde financeira da empresa. Além disso, critérios ESG são utilizados para avaliar a sustentabilidade e responsabilidade social das empresas, refletindo a importância de práticas éticas e transparentes.
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Conceitos Fundamentais de Contabilidade

A contabilidade é um conjunto de conceitos e procedimentos que geram informações sobre o patrimônio de uma entidade, visando apoiar a tomada de decisões. Os principais relatórios contábeis incluem o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado do Exercício e a Demonstração do Fluxo de Caixa, que oferecem uma visão abrangente da saúde financeira da empresa. Além disso, critérios ESG são utilizados para avaliar a sustentabilidade e responsabilidade social das empresas, refletindo a importância de práticas éticas e transparentes.
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Contabilidade: conjunto de conceitos e premissas necessários ao processo de geração de informações úteis aos usuários sobre a evolução do patrimônio de uma

[Link]ão funcional:
é 1 conjunto sistemático de procedimentos que identifica, registra, mensura, acumula, resume, demonstra e interpreta os fenômenos que afetam o patrimônio de uma entidade,
evidenciando-os na forma de informações aos usuá[Link] ou a unidade: responsável pelo desenvolvimento do processo contábil e, conseqüentemente, pela geração e divulgação da
informação contábil. O bjetivos da Contabilidade: Servir de base de sustentação para todas as discussões teóricas e práticas que envolvam o tema Contabilidade, com vistas ao
aprimoramento do processo informacional; Administrar e executar o processo de geração de informações de ordens operacional, econômica, financeira e patrimonial sobre os fenômenos
que afetam o patrimônio de 1 entidade, subsidiando o processo de tomada de decisões; Fornecer informações sobre o Patrimônio, informações essas de ordem econômica e financeira. Há
necessidade de ressaltar 2 aspectos que a contabilidade leva em conta para representar adequadamente os elementos que compõem o Patrimônio: o Aspecto qualitativo: consiste em
especificar, segundo a natureza de cada um, os Bens, os Direitos e as Obrigações. Aspecto quantitativo: consiste em dar a esses Bens, Direitos e Obrigações, seus respectivos valores,
Levando-nos a conhecer o valor do Patrimônio da empresa. O objetivo do relatório financeiro para fins gerais é fornecer informações financeiras úteis para os usuários primários, na
tomada de decisões referente à oferta de recursos à entidade. Não: fornecem nem podem fornecer todas as informações; Se destinam a fornecer o valor da entidade que reporta; São
direcionados a outros grupos (usuários “secundários). Informação financeira re-levante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam ser tomadas pelos usuários. Devem
possuir valor preditivo ou valor confirmatório, ou ambos. Representação Fidedigna:Para ser representação perfeita, a realidade re-tratada precisa ter 3 atributos:Ser Completa: toda
informação necessária; Neutra: Desprovida de viés na seleção e apresentação das informações; Livre de erro: não há erros ou omissões no fenômeno retratado. Balanço Patrimonial :
Refere-se a uma apresentação de equilíbrio entre os recursos econômicos à disposição da entidade (ativos) e as reivindicações sobre tais recursos, que podem ser de 3º (passivos) e dos
proprietários (patrimônio líquido). Definição de ativo: Ativo é um termo utilizado na contabilidade para se referir aos bens e direitos de uma empresa, ou seja, todos os recursos que ela
possui e que podem ser utilizados para gerar benefícios econômicos futuros. É importante que o ativo seja registrado corretamente no balanço patrimonial da empresa, para que se tenha 1
visão clara de sua situação financeira. Os ativos podem ser classificados de diversas formas, de acordo com suas características e finalidades. Alguns dos principais tipos de classificações
de ativos na contabilidade são:Ativo Circulante: são os bens e direitos que podem ser convertidos em dinheiro em 1 curto prazo, geralmente até 1 ano. Ex.: caixa, bancos, estoques, contas
a [Link] Não Circulante: são os bens e direitos de longo prazo, que não podem ser facilmente convertidos em dinheiro em 1curto prazo. Ex.: imobilizado (máquinas,
equipamentos, móveis), investimentos de longo prazo, intangíveis (marcas, patentes).Ativo Realizável a Longo Prazo: são os bens e direitos que serão realizados em 1 prazo superior a 1
ano. Ex.:empréstimos a receber, investimentos de longo [Link] Intangível: são os bens e direitos não físicos, como marcas, patentes, softwares...O passivo: na contabilidade se refere
às obrigações de 1 empresa, ou seja, as dívidas e compromissos que ela tem com 3º; é 1 das partes do balanço patrimonial, juntamente com o ativo e o patrimônio líquido, e é importante
para se ter 1 visão completa da situação financeira de 1 empresa, pois indica suas obrigações e compromissos com 3º. É importante que as obrigações sejam registradas corretamente e
que a empresa tenha condições de cumprir com seus compromissos no prazo estabelecido.O passivo pode ser classificado em 2 categorias principais:Passivo Circulante: são as obrigações
de CP, que devem ser pagas em até 1 ano. Ex.: contas a pagar, empréstimos de curto prazo, salários a pagar, impostos a recolher...Passivo Não Circulante: são as obrigações de longo
prazo, que serão pagas em 1 prazo superior a 1 ano. Ex.: empréstimos de longo prazo, debêntures, provisões para contingências... Ex. de passivos na contabilidade incluem:
Fornecedores: valores devidos a fornece-dores por mercadorias ou serviços adquiridos a prazo. Empréstimos e Financiamentos: valores devidos a instituições financeiras ou outras
entidades por empréstimos ou financia-mentos obtidos. Salários e Encargos Sociais a Pagar: valores devidos aos funcionários da empresa, incluindo salários, férias, 13º salário e encargos
[Link] a Pagar: valores devidos ao governo, como imposto de renda, contribuições previdenciárias e outros tributos. Contas a Pagar: outras obrigações de curto prazo, como
contas de água, luz, aluguel... Debêntures e Títulos de Dívida: valores devidos a detentores de debêntures e outros títulos de dívida emitidos pela [Link]ônio Líquido é a
participação residual nos ativos da entidade após a dedução de todos os seus [Link] assim, podemos afirmar que se trata de uma definição residual. Estrutura do balanço
patrimonial: PL: capital social;reservas de capital; ajuste de avaliação patrimonial; reservas de lucros; ações em tesouraria; prejuízos acumulados Receitas: A receita corresponde, em
geral, a vendas de mercadorias ou prestações de serviç[Link] é refletida no balanço por meio da entrada de dinheiro no Caixa (Receita à Vista) ou entrada em forma de direitos a receber
(Receita a Prazo) -Duplicatas a Receber. A receita sempre aumenta o Ativo, embora nem todo aumento de Ativo signifique receita (empréstimos bancários, financiamentos etc.
aumentam o Caixa-Ativo da empresa, mas não são receitas). A DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) é 1 dos principais relatórios contábeis utilizados pelas empresas para
demonstrar seu desempenho financeiro em 1 determinado período de tempo, geralmente 1 ano. A DRE apresenta a relação entre as receitas obtidas e os custos e despesas necessários para
gerar essas receitas, resultando no lucro ou prejuízo líquido da empresa. A estrutura básica de uma DRE geralmente inclui os seguintes elementos: Receita Operacional Bruta: valor total
das vendas de produtos ou serviços antes de deduzir impostos, devoluções e abatimentos. Deduções da Receita: descontos, devoluções e abatimentos sobre as vendas. Receita
Operacional Líquida: valor resultante da receita bruta deduzida das deduçõ[Link] diretos relacionados à produção ou prestação de serviços. Despesas Operacionais: despesas
relacionadas às atividades operacionais da empresa, como despesas com vendas, administrativas... Resultado Operacional: diferença entre a Receita Operacional Líquida e os Custos e
Despesas Operacionais. Resultado Financeiro: inclui receitas e despesas financeiras, como juros sobre empréstimos e aplicações financeiras. Resultado Antes do Imposto de Renda e
Contribuição Social: resultado operacional somado ao resultado financeiro. Imposto de Renda e Contribuição Social: valor dos impostos a serem pagos sobre o lucro da empresa. Lucro
ou Prejuízo Líquido do Exercício: resultado final da empresa, que indica se houve lucro (quando a receita foi maior que os custos e despesas) ou prejuízo (quando os custos e despesas
foram maiores que a receita). A DRE é uma ferramenta fundamental para a análise do desempenho financeiro de uma empresa e fornece informações importantes para a tomada de
decisões gerenciais. Ela é elaborada anualmente e faz parte do conjunto de demonstrações contábeis que devem ser divulgadas pelas empresas para seus stakeholders. O patrimônio
líquido é 1 das principais categorias do balanço patrimonial de uma empresa e representa a diferença entre o ativo e o passivo. Em outras palavras, o patrimônio líquido é a parcela dos
recursos que pertence aos acionistas ou proprietários da empresa, após a quitação de todas as obrigações e dívidas. O patrimônio líquido é composto por diversos elementos, incluindo:
Capital Social: valor investido pelos acionistas ou proprietários para a constituição ou aumento do capital da empresa. Reservas de Capital: montante resultante de operações que não
impactam o lucro da empresa, como ágio na emissão de ações. Reservas de Lucros: lucros retidos pela empresa ao longo do tempo, que não foram distribuídos aos acionistas. Ações em
Tesouraria: ações da própria empresa que foram recompradas e estão em posse da própria empresa. Lucros ou Prejuízos Acumulados: resultado acumulado dos lucros ou prejuízos
líquidos da empresa ao longo dos exercícios anteriores. O patrimônio líquido é 1 medida importante da solidez financeira de uma empresa, pois representa o valor residual que seria
distribuído aos acionistas em caso de liquidação da empresa. Além disso, o PL é usado como base para calcular indicadores financeiros, como o retorno sobre o patrimônio líquido
(ROE), que mede a eficiência da empresa em gerar lucro a partir do capital dos acionistas. Em resumo, o patrimônio líquido representa a parte do capital de 1 empresa que pertence aos
acionistas após a quitação de todas as obrigações e dívidas, e é 1 indicador fundamental da saúde financeira e do valor patrimonial da empresa. ESG é 1 sigla que se refere a 3 critérios
ambientais, sociais e de governança que são utilizados para avaliar o desempenho e a sustentabilidade de 1 empresa. Os critérios ESG são cada vez mais importantes para investidores,
consumidores, reguladores e outras partes interessadas que buscam empresas responsáveis e éticas. A sigla ESG representa: Ambiental (Environmental): Refere-se às práticas
relacionadas ao impacto ambiental da empresa, como gestão de resíduos, emissões de carbono, eficiência energética, conservação de recursos naturais... Empresas com boas práticas
ambientais tendem a ser mais sustentáveis a longo prazo e podem reduzir riscos associados a questões ambientais. Social (Social): Práticas sociais da empresa, incluindo questões
relacionadas aos funcionários, comunidades, clientes e fornecedores. Aspectos como diversidade e inclusão, saúde e segurança no trabalho, relações com a comunidade, direitos
humanos, entre outros, são considerados dentro do critério social. Empresas socialmente responsáveis tendem a ter melhores relações com seus stakeholders e a atrair talentos
qualificados. Governança (Governance): Refere-se às práticas de governança corporativa da empresa, incluindo a estrutura de liderança, transparência, ética, conformidade com leis e
regulamentos, gestão de riscos, remuneração dos executivos... Uma boa governança corporativa é essencial para garantir a integridade e a responsabilidade da empresa perante seus
acionistas e demais partes interessadas.A avaliação dos critérios ESG pode ser feita por meio de relatórios de sustentabilidade, índices ESG, rankings de empresas responsáveis, entre
outras ferramentas. Cada vez mais, investidores estão considerando os critérios ESG em suas decisões de investimento, pois acreditam que empresas com boas práticas ESG têm
melhores perspectivas de longo prazo e são mais resilientes a riscos. Resumo: os critérios ESG (ambientais, sociais e de governança) são utilizados para avaliar o desempenho e a
sustentabilidade de uma empresa, levando em consideração aspectos relacionados ao meio ambiente, à responsabilidade social e à governança corporativa. Esses critérios são importantes
para investidores, consumidores e outras partes interessadas que buscam empresas responsáveis e éticas. A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) é 1 dos relatórios financeiros mais
importantes de uma empresa, pois fornece informações sobre as entradas e saídas de dinheiro ao longo de um determinado período. A DFC é útil para analisar a capacidade da empresa
de gerar caixa, pagar suas obrigações, financiar investimentos e avaliar sua liquidez. A Demonstração do Fluxo de Caixa é dividida em 3 categorias principais de atividades: Atividades
Operacionais: Refere-se às transações relacionadas às atividades principais da empresa, ou seja, as transações que envolvem a produção e venda de bens ou serviços. Inclui recebimentos
de clientes, pagamentos a fornecedores, despesas operacionais, entre outros. A seção de atividades operacionais mostra se a empresa está gerando caixa a partir de suas operações
principais. Atividades de Investimento: Engloba as transações relacionadas a ativos de longo prazo, como investimentos em propriedades, equipamentos, aquisições de empresas, entre
outros. Inclui também a venda de ativos de longo prazo. A seção de atividades de investimento mostra como a empresa está investindo seus recursos e se está expandindo ou reduzindo
seus ativos. Atividades de Financiamento: Compreende as transações relacionadas ao financiamento da empresa, como empréstimos, emissão de ações, pagamento de dividendos,
recompra de ações, entre outros. A seção de atividades de financiamento mostra como a empresa está obtendo recursos para financiar suas operações e investimentos. Além dessas três
categorias principais, a DFC também apresenta o saldo inicial e final de caixa e equivalentes de caixa, mostrando a variação líquida de caixa ao longo do período. A Demonstração do
Fluxo de Caixa é uma ferramenta importante para analisar a saúde financeira de uma empresa, sua capacidade de gerar caixa e sua gestão de recursos financeiros. Ela complementa outros
relatórios financeiros, como o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício, fornecendo uma visão abrangente da situação financeira da empresa. As Notas
Explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras de uma empresa e têm o objetivo de fornecer informações adicionais e esclarecimentos sobre os dados apresentados nos
principais relatórios financeiros, como o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado do Exercício e a Demonstração do Fluxo de Caixa. As notas explicativas são essenciais para
complementar e contextualizar as informações contidas nos relatórios financeiros, tornando-os mais compreensíveis e transparentes para os usuários das demonstrações financeiras.
Principais propósitos e informações que podem ser encontrados nas notas explicativas: Políticas Contábeis: As notas explicativas geralmente incluem informações detalhadas sobre as
políticas contábeis adotadas pela empresa, como critérios de reconhecimento de receitas, critérios de mensuração de ativos e passivos, critérios de depreciação, entre outros. Essas
políticas contábeis são importantes para entender como os números financeiros foram preparados e apresentados. Informações sobre Ativos e Passivos: As notas explicativas podem
fornecer detalhes sobre os ativos e passivos da empresa, como composição de estoques, depreciação de ativos, provisões para contingências, entre outros. Essas informações ajudam a
compreender a natureza e o valor dos ativos e passivos da empresa. Eventos Subsequentes: As notas explicativas podem incluir informações sobre eventos ocorridos após a data de
encerramento do exercício, mas antes da emissão das demonstrações financeiras. Esses eventos podem ter impacto significativo nas demonstrações financeiras e precisam ser divulgados.
Informações sobre Partes Relacionadas: As notas explicativas podem conter informações sobre transações com partes relacionadas, como controladoras, coligadas, subsidiárias, diretores
e acionistas principais. Essas informações são importantes para identificar possíveis conflitos de interesse e garantir a transparência nas transações. Informações sobre Riscos e Incertezas:
As notas explicativas podem abordar os principais riscos e incertezas enfrentados pela empresa, como riscos de mercado, riscos operacionais, riscos financeiros, entre outros. Essas
informações ajudam os usuários das demonstrações financeiras a avaliar os potenciais impactos desses riscos sobre a empresa. Em resumo, as notas explicativas são um componente
fundamental das demonstrações financeiras de uma empresa, fornecendo informações adicionais e esclarecimentos sobre os dados apresentados nos principais relatórios financeiros. Elas
contribuem para a transparência, compreensão e confiabilidade das informações financeiras divulgadas pela empresa O Relato Integrado é uma abordagem de relatórios corporativos que
visa fornecer uma visão holística e integrada do desempenho de uma empresa, considerando não apenas aspectos financeiros, mas também ambientais, sociais e de governança. O Relato
Integrado busca comunicar de forma mais abrangente e transparente como a empresa cria valor a longo prazo, levando em consideração não apenas o lucro financeiro, mas também os
impactos e contribuições da empresa para a sociedade e o meio ambiente. Características e princípios do Relato Integrado são: Integração: O Relato Integrado busca integrar informações
financeiras e não financeiras em um único relatório, proporcionando uma visão completa e equilibrada do desempenho da empresa. Foco no Valor: O Relato Integrado destaca a criação
de valor a longo prazo, considerando não apenas o valor financeiro gerado pela empresa, mas também o valor social, ambiental e de governança. Contextualização: O Relato Integrado
considera o contexto em que a empresa opera, incluindo fatores econômicos, sociais, ambientais e regulatórios que podem impactar seu desempenho e sua capacidade de criar valor.
Envolvimento de Stakeholders: O Relato Integrado promove o engajamento e a comunicação transparente com os stakeholders da empresa, incluindo acionistas, funcionários, clientes,
fornecedores, comunidades locais e outros grupos de interesse. Materialidade: O Relato Integrado destaca as informações mais relevantes e significativas para a empresa e seus
stakeholders, priorizando os aspectos que têm maior impacto no desempenho e na sustentabilidade do negócio. Coerência e Conectividade: O Relato Integrado busca estabelecer
conexões claras e coerentes entre os diferentes aspectos do desempenho da empresa, mostrando como eles se relacionam e influenciam mutuamente. O Relato Integrado é uma
abordagem inovadora que tem ganhado destaque nas práticas de comunicação corporativa, pois reconhece a importância de considerar não apenas os resultados financeiros de curto
prazo, mas também os impactos sociais, ambientais e de governança de longo prazo. Ao adotar o Relato Integrado, as empresas podem fortalecer sua reputação, aumentar a confiança dos
stakeholders e demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade corporativa. DVA é a sigla para Demonstração do Valor Adicionado, um relatório contábil que
tem como objetivo evidenciar a riqueza gerada pela empresa e como ela é distribuída entre os diversos agentes que contribuíram para a sua geração. A DVA é uma demonstração
financeira complementar às tradicionais demonstrações contábeis, como o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Valor Adicionado é
estruturada em três seções principais: Valor da Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços: são apresentadas as receitas geradas pela empresa a partir de suas atividades operacionais, antes de
deduzir os custos e despesas relacionados. Valor Adicionado Bruto: são apresentados os valores adicionados pela empresa a partir da receita bruta, considerando os custos e despesas
incorridos na produção de bens e serviços, como salários, benefícios, depreciação, amortização... Distribuição do Valor Adicionado: são detalhadas as formas de distribuição do valor
adicionado gerado pela empresa entre os diversos agentes envolvidos, como funcionários (salários e benefícios), governo (impostos e taxas), financiadores (juros e dividendos) e
acionistas (lucros retidos e dividendos). A DVA é uma ferramenta importante para avaliar a contribuição da empresa para a economia e a sociedade, evidenciando não apenas a geração
de riqueza, mas também como essa riqueza é distribuída entre os diferentes stakeholders. Além disso, ela pode fornecer insights sobre a eficiência operacional da empresa, sua capacidade
de criar valor e sua responsabilidade social e ambiental. A elaboração e divulgação da Demonstração do Valor Adicionado não são obrigatórias para todas as empresas, mas é uma prática
recomendada para aquelas que buscam aumentar a transparência e a prestação de contas em relação ao seu desempenho financeiro e sua contribuição para a sociedade. As informações
não financeiras têm ganhado cada vez mais importância no mercado, pois refletem aspectos fundamentais da sustentabilidade e da responsabilidade corporativa das empresas. Essas
informações vão além dos tradicionais indicadores financeiros e abordam questões relacionadas ao impacto ambiental, social e de governança das organizações. Alguns dos principais
impactos das informações não financeiras no mercado incluem: Reputação e Imagem da Marca: Empresas que adotam práticas sustentáveis e responsáveis tendem a ter uma imagem
positiva perante os consumidores, investidores e demais stakeholders. Isso pode resultar em maior fidelidade dos clientes, atração de talentos e aumento da confiança do mercado. Acesso
a Capital: Investidores e instituições financeiras estão cada vez mais considerando critérios ESG na tomada de decisão de investimento. Empresas com boas práticas ESG podem ter
acesso facilitado a capital, taxas de juros mais favoráveis e maior valorização de mercado. Gestão de Riscos: As informações não financeiras podem ajudar as empresas a identificar e
gerenciar riscos relacionados a questões ambientais, sociais e de governança, como mudanças climáticas, escassez de recursos naturais, questões trabalhistas e ética nos negócios.
Inovação e Competitividade: A consideração de aspectos não financeiros pode estimular a inovação e a busca por soluções sustentáveis, o que pode conferir às empresas 1 vantagem
competitiva no mercado. Regulação e Compliance: Reguladores e órgãos governamentais estão cada vez mais exigindo a divulgação de informações não financeiras pelas empresas. O
cumprimento dessas regulamentações pode garantir a conformidade legal e evitar penalidades. Engajamento de Stakeholders: A transparência e a prestação de contas em relação a
questões ESG podem fortalecer o relacionamento com os stakeholders, promovendo a confiança e o diálogo aberto com clientes, fornecedores, comunidades locais e outros públicos de
interesse. Em resumo, as informações não financeiras desempenham um papel fundamental na avaliação do desempenho e da sustentabilidade das empresas, influenciando sua reputação,
valor de mercado, acesso a capital e capacidade de gerenciar riscos e oportunidades. Portanto, é cada vez mais importante para as empresas considerar e divulgar de forma transparente e
consistente suas práticas ESG para se manterem competitivas e resilientes no mercado. Os dados coletados pela Contabilidade são apresentados periodicamente aos interessados de
maneira resumida e ordenada, formando, assim, os relatórios contábeis. Dos inúmeros relatórios que há na Contabilidade, destacam-se aqueles que são obrigatórios de acordo com a
legislação brasileira. Esses relatórios são conhecidos como Demonstrações Financeiras ou Demonstrações Contábeis; Períodos de apresentação das Demonstrações Financeiras: A Lei das
Sociedades por Ações, Lei nº 6.404/76; Ao fim de cada período de 12 meses (Esse período é denominado exercício social ou período contábil. Não há necessidade de que o exercício
social coincida com o ano civil (01/01 a 31/12), todavia, para fins fiscais, o Imposto de Renda sugere o encerramento em 31/12); Demonstrações Financeiras; As S.A. de capital aberto
(aquelas que negociam suas ações na Bolsa de Valores) e as instituições financeiras (bancos, financeiras etc.) devem publicar as Demonstrações Financeiras semestralmente para melhor
informar o público interessado; Para atender às necessidades internas (fins gerenciais) e facilitar a administração da empresa, a Contabilidade deverá apresentar relatórios contábeis em
períodos mais curtos (semanal, quinzenal, mensal...). Todavia, ressaltamos que em termos legais o período contábil (exercício social) será de 12 meses Requisitos para publicação das
Demonstrações Financeiras: Denominação da empresa; Título de cada demonstração financeira; Data do exercício social; As Demonstrações Financeiras de cada exercício devem ser
publicadas com a indicação dos valores correspondentes ao exercício social anterior, para efeito de comparabilidade. As demonstrações serão, portanto, apresentadas em duas colunas:
ano atual e ano anterior; Demonstrações Consolidadas (grupo econômico). As Demonstrações Contábeis:Devem representar apropriadamente a posição financeira e patrimonial, o
desempenho e os fluxos de caixa da entidade;Devem ser elaboradas no pressuposto da continuidade, a menos que a administração tenha intenção de liquidar a entidade ou cessar seus
negócios;Deve elaborar as suas demonstrações contábeis, exceto para a demonstração dos fluxos de caixa, utilizando-se do regime de competência. Regime de competência:Regime
universalmente adotado, aceito e recomendado pela Teoria da Contabilidade e também pelo Imposto de Renda. A receita será contabilizada no período em que for gerada,
independentemente do seu recebimento. A despesa será contabilizada como tal no período em que for consumida, incorrida, utilizada, independentemente do pagamento. Regime de
caixa:A receita será contabilizada no momento do seu recebimento, ou seja, quando entrar dinheiro no caixa.A despesa será contabilizada no momento do pagamento, ou seja, quando sair
dinheiro do caixa (desembolso). Objetivo do relatório financeiro para fins gerais: O objetivo do relatório financeiro para fins gerais é fornecer informações financeiras úteis para os
usuários primários, na tomada de decisões referente à oferta de recursos à entidade. Essas decisões envolvem decisões sobre: a) comprar, vender ou manter instrumento de patrimônio e
de dívida; b) conceder ou liquidar empréstimos ou outras formas de crédito; ouc) exercer direitos de votar ou de outro modo influenciar os atos da administração que afetam o uso dos
recursos econômicos da entidade. Devedor e credor são termos opostos e frequentemente utilizados no contexto de transações financeiras e contabilidade. Devedor: é aquele que deve
dinheiro ou outros recursos a outra parte. Em outras palavras, é a pessoa, empresa ou entidade que tem uma obrigação de pagar uma dívida ou cumprir um compromisso financeiro com
um credor. Credor: é aquele que tem direito a receber um pagamento devido por outra parte. É a pessoa, empresa ou entidade que emprestou dinheiro, forneceu bens ou serviços a crédito,
ou de alguma forma tem um crédito a receber de um devedor. Resumo: devedor é quem deve, enquanto o credor é quem tem a receber. Esses termos são fundamentais na contabilidade e
nas transações financeiras para identificar as partes envolvidas em um relacionamento de débito e crédito. Receita: é a entrada de dinheiro ou valor que uma empresa obtém com suas
atividades operacionais, como a venda de produtos ou prestação de serviços. A receita é uma fonte de ganho para a empresa. A receita sempre aumenta o Ativo, embora nem todo
aumento de Ativo signifique receita (empréstimos bancários, financiamentos etc. aumentam o Caixa-Ativo da empresa, mas não são receitas). DESPESAS: Na contabilidade, despesa é
um termo que se refere aos gastos incorridos por uma empresa ou entidade durante suas atividades normais para gerar receita. As despesas são os custos necessários para manter as
operações comerciais em andamento e estão diretamente relacionadas à geração de receita. As despesas podem incluir uma variedade de itens, como salários dos funcionários, aluguel de
instalações, contas de serviços públicos, materiais de escritório, despesas de viagem, depreciação de ativos, entre outros. Esses custos são registrados no demonstrativo de resultado da
empresa e são deduzidos da receita bruta para calcular o lucro líquido. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) é o órgão responsável por emitir normas contábeis no Brasil. O
Pronunciamento Técnico CPC 26 trata sobre a apresentação das demonstrações contábeis. Ele estabelece as bases para a elaboração e apresentação das demonstrações contábeis de
propósito geral, com o objetivo de fornecer informações úteis para usuários na tomada de decisões econômicas. O CPC 26 aborda questões como a estrutura e conteúdo das
demonstrações contábeis, as políticas contábeis utilizadas, a comparabilidade entre períodos e entidades, entre outros aspectos relacionados à apresentação das informações financeiras de
uma entidade. O Pronunciamento Técnico CPC 47, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), trata sobre a receita de contrato com cliente. Esse pronunciamento
estabelece os princípios para reconhecer a receita quando uma entidade realiza um contrato com um cliente. O CPC 47 fornece orientações sobre como determinar o momento e o valor
apropriados para reconhecer a receita proveniente de contratos com clientes, considerando diversos fatores, como a transferência de bens ou serviços, a determinação do preço, as
garantias, entre outros aspectos relevantes para a contabilização da receita de contratos com clientes.

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