AUTISMO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: percebendo as dificuldades e
possibilidades
MIGOTTO, Dionéia 1
PALOMA, Michely Isber Ruiz 2
RESUMO
A presente monografia intitulada: Autismo na educação infantil: percebendo as
dificuldades e possibilidades tem o objetivo de discutir as dificuldades referentes ao
processo de aprendizagem escolar para aluno autista. Da mesma forma, são
apresentadas sugestões metodológicas que auxiliem no trabalho do professor com o
aluno. A pesquisa é de cunho qualitativo e bibliográfico. O objetivo deste trabalho é
buscar formas de mediação da aprendizagem em uma dimensão de valorização da
singularidade do sujeito, no caso o aluno autista. Os profissionais da área da
educação precisam identificar e atender às necessidades específicas de
aprendizagem de todos os sujeitos, pois o ambiente escolar será mais democrático à
medida que as particularidades, acolher e educar a todos. A partir das leituras foi
possível constatar a premência do trabalho em equipe que envolva tanto família,
professores e demais profissionais que atuam direta ou indiretamente com os alunos
autistas. É também exigência o permanente aperfeiçoamento docente, uma vez que
este profissional estará constantemente revisando sua prática e seus métodos de
ensino. Assim, percebeu-se que o uso de Tecnologias assistivas pode ser
importante ferramenta para o desenvolvimento do educando autista.
Palavras-chave: Autismo. Educação infantil. Inclusão.
1 INTRODUÇÃO
Antigamente, a sociedade era alicerçada sobre teorias e práticas, em que os
indivíduos que possuíam alguma necessidade especial eram excluídos do convívio
social, e também do acesso à escola. Por muitos anos, foram mantidas longe das
escolas, trazendo muito sofrimento para criança e também para à família, pois a falta
do convívio escolar afeta de forma direta na educação e socialização da criança.
1
Matemática, Universidade Franciscana - UFN; Especialista em Ensino de Matemática - UFN;
Especialista em Gestão Escolar: Orientação e Supervisão – Universidade São Luís; Cursando a
Especialização em Educação Especial e Inclusiva pela UNINTER.
2
Pedagoga, Especialista em Educação Especial e Especialista em Psicopedagogia Clínica e
Institucional. Professor Orientador do Centro Universitário Internacional UNINTER.
Conforme Mazzotta (1996), as pessoas que apresentavam alguma
necessidade especial eram vistas como doentes, incapazes, e não como pessoas
sociáveis e com direito de frequentar uma escola. Foi através de muita luta, do aluno
com deficiência e da família, que ocorreram os movimentos de integração, para que
o aluno especial fosse aceito no ambiente escolar.
Porém essa aceitação ocorreu em partes já que o aluno para ser aceito
deveria se adaptar as normas da escola. Também a inclusão não existia de forma
real, pois não existiam condições diferenciadas para que o aluno especial fosse
adaptado a escola.
A inclusão ocorre no momento em que a escola, tanto em relações as suas
condições físicas e de recursos humanos, precisa organizar-se para receber e incluir
o aluno.
Ao considerar a inclusão como um desafio, em que há a necessidade de
formação de professores independentemente de área ou nível de atuação, percebe-
se o quanto ainda é preciso aprender. É necessário conhecer as necessidades
especiais dos alunos para pensar em estratégias de ensino de modo a mediar o
processo de aprendizagem. Diante disso, o ato de planejar as ações se apresenta
como um aliado na busca por melhores alternativas pedagógicas.
A atividade docente evoluiu muito com o passar dos anos, também se pode
afirmar que os métodos de outrora, que pregavam uma educação centralizadora, a
qual o professor era o centro das atenções e o aluno um mero expectador está
sendo substituída pelo ensino no qual o professor é mediador do conhecimento.
Hoje o sistema de ensino está voltado sobretudo à busca da melhoria de condições
para o processo de ensino e aprendizagem.
Então, este trabalho busca responder como profissionais da educação devem
nortear seu trabalho para um melhor desenvolvimento com alunos com autismo,
quais ferramentas podem ser utilizadas para um melhor avanço na formação dessas
crianças.
2 DESAFIO DA INCLUSÃO
Durante muitos anos as pessoas com deficiências ou transtornos
psiquiátricos eram abandonadas, mortas ou internadas, onde permaneciam por toda
a vida. Com o passar do tempo, novos estudos avançaram na busca da
compreensão de muitas deficiências e doenças mentais, levando à percepção do
sofrimento destas pessoas e maneiras de ajudá-las.
Educação inclusiva é o processo de inclusão das pessoas com deficiências
e transtornos, que necessitam de apoio educacional especial e frequentam a rede
comum de ensino em todos os níveis, da Educação Infantil até o Ensino Superior,
constando no Art 58: “Entende por educação especial, para os efeitos desta Lei, a
modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de
ensino para educandos portadores de necessidades especiais”. (BRASIL, 1996, p,
10).
De acordo com a lei cabe ao poder público oportunizar a educação especial
de forma que integre o aluno na escola para que desenvolva suas habilidades.
Para Zimmermann e Strieder (2010), a educação inclusiva deseja alcançar e
aceitar o outro na sua individualidade - implicando transformações e abrindo
horizontes na educação inclusiva.
Tais autores resguardam que uma escola inclusiva acolhe as diferenças,
possibilita a concepção do conhecimento levando em conta as especificidades de
cada um. Morin (1989), (apud Zimmermann e Strieder, 2010) afirma que é preciso
“proteger o desvio” apesar das forças institucionais para reproduzir as
“padronizações”. Importa tolerar e favorecer os desvios para criar espaços de
discussão.
Ao analisar o conceito de Inclusão Escolar em suas características e bases
legais destaca que em um contexto de desigualdades sociais e econômicas muito se
discute sobre a importância de garantir e de como garantir a igualdade de direitos e
a consequente inclusão social de grupos historicamente excluídos em nossa
sociedade devido a uma série de peculiaridades, tais como: diferenças de raça,
etnia, aparência física e desempenho acadêmico para Silva (2018, p. 25)
Em sua retrospectiva histórica, Silva (2012) esclarece que dois movimentos
foram importantes para o delinear daquilo que hoje entende-se por inclusão na
escola. O primeiro deles é o movimento de integração. Na integração escolar a
dificuldade estaria centrado no aluno. Desse modo, não haveria necessidade de
mudança tanto no ensino quanto na escola. O segundo movimento é o da Inclusão,
onde é previsto uma reorganização do sistema educacional. Além disso, existe a
necessidade de reformulação dos currículos, das formas de avaliação, da formação
dos professores e da política educacional. Percebe-se que neste último movimento
os desafios são maiores uma vez que é o sistema educacional que deve
proporcionar os meios para que todos os alunos aprendam independente das
dificuldades que cada um apresente.
É importante ressaltar que a partir do entendimento da inclusão escolar como
direito de todos os aprendizes excedem a ideia de uma mera inserção desses
alunos com necessidades educativas especiais. “Trata-se de um processo que exige
o questionamento e a revisão de posturas e práticas que há muito tempo vinham
sendo desenvolvidas no ambiente escolar.” (SILVA – 2012, p. 22)
É importante que as escolas fortaleçam as atividades pedagógicas
necessárias para os alunos.
Apesar da situação vivida o professor precisa incluir o alunos autistas para
que estes sejam aceitos pela sua turma e também pela sociedade onde vivem.
Esses aprendizes além de serem inseridos nas escolas precisam ser valorizados e
aceitos com suas devidas limitações. Por sua vez é importante que as escolas
desenvolvam atividades pedagógicas adequadas as necessidades dos alunos.
De acordo com Mantoan:
A escola para se tornar inclusiva, deve acolher todos seus alunos,
independentemente de suas condições sociais, emocionais, físicas,
intelectuais, lingüísticas, entre outras. Ela deve ter como princípio básico
desenvolver uma pedagogia capaz de educar e incluir todos aqueles com
necessidades educacionais especiais e também os que apresentam
dificuldades temporárias ou permanentes, pois a inclusão não se aplica
apenas aos alunos que apresentam algum tipo de deficiência. (MANTOAN,
2008, p. 143)
A inclusão deve ser praticada no currículo escolar não somente por alunos
com alguma dificuldade ou com algum transtorno, mas é dever de cada colégio
buscar, criar um currículo adequado para qualquer aluno que apresente dificuldades
particulares, ou seja, todos tem direito à inclusão.
3 O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
Através da Política Nacional de Educação Especial, o Atendimento
Educacional Especializado (AEE) foi criado para atender todas as crianças,
independente de sua deficiência, com o objetivo de garantir a inclusão escolar,
orientando os sistemas escolares a garantia de acesso ao ensino. A sala de
recursos multifuncionais é uma das formas que as escolas utilizam para oferecer o
Atendimento Educacional Especializado, oferecendo ferramentas adaptadas onde o
aluno possa desenvolver suas habilidades.
Abaixo um exemplo da sala de recursos multifuncionais:
Fonte: [Link]
Acesso em 14.10.2018
Além disso, o Atendimento Educacional Especializado identifica e elabora
projetos pedagógicos e de acesso do aluno, que favorecem a participação do
mesmo no desenvolvimento das atividades propostas e também na sua locomoção.
Está previsto na Constituição de 1988 o atendimento educacional
especializado aos portadores de deficiência, para o que antes era definido como
Educação Especial e todas as suas formas de intervenção.
Em seu Artigo 208, a Constituição determina que esse atendimento ocorra,
preferencialmente, na rede regular de ensino.
O atendimento deve ser realizado para melhor atender às especificidades de
cada aluno com deficiência completando a educação escolar para essa estar
acessível em todos os níveis de ensino. A complementação deve ser aceita pelos
alunos, pais e responsáveis pois é direito de todos o alunos com deficiência.
O atendimento deve ser realizado nas unidades escolares, em sua
rede regular de ensino, sejam elas devidamente autorizadas e regidas pela lei
educacional.
A Constituição admite ainda que o atendimento educacional especializado
pode ser oferecido fora da rede regular de ensino, já que é um complemento e não
um substitutivo do ensino ministrado na escola comum para todos os alunos, ele
pode ser oferecido em horários inversos ao das aulas das escolas e manter
objetivos, metas e procedimentos educacionais.
As ações para o atendimento educacional devem ser propostas para atender
conforme cada tipo de deficiência.
Os professores que atuam no atendimento educacional especializado, além
da formação básica em Pedagogia, devem ter uma formação específica para atuar
com a deficiência a que se propõe a atender.
As atividades desenvolvidas no AEE se diferem das atividades realizadas
em sala de aula comum e não substituem a escolarização, ou seja, o
atendimento complementa e ou suplementa a formação dos alunos visando
a autonomia e independência dentro e fora da escola (BRASIL, 2008,
p.145).
Atualmente, existe Lei que garante para todas as crianças diagnosticadas
com Autismo, o direito de estudar em qualquer escola. Com isso, aumentou a
preocupação quanto à qualidade dos profissionais, bem como das instituições, pois
para acontecer esta inclusão é necessário que a escola esteja adaptada e os
profissionais estejam qualificados, para que assim possam oferecer todo apoio
necessário, sejam eles recursos humanos ou materiais, além de proporcionar a
essa criança com Autismo, o convívio mais adequado possível, de acordo com os
parâmetros legais.
4 TECNOLOGIA ASSISTIVA
Atualmente todos os recursos e serviços que contribuem para melhorar o
atendimento a pessoas que apresentam alguma necessidade especial é
considerado uma Tecnologia assistiva (TA).
Com o avanço da tecnologia, as escolas tem utilizado, no processo de
ensino e de aprendizado, os recursos de Tecnologia Assistiva, na qual tem
facilitado o processo de inclusão e proporcionado um leque de
oportunidades pedagógicas, terapêuticas e funcionais, que proporciona ao
aluno, maior interação com os objetos de aprendizagem devido à variedade
de recursos que viabilizam uma série de adaptações e adequações de
ordem física, ambiental e estrutural. (ESPECIAL, 2015).
Os alunos com autismo possuem grande dificuldade em socializar-se com
outras pessoas e também no ambiente escolar logo, as TA tem ajudado muito no
processo de interação dos mesmos.
Alguns exemplos de TA são: computadores com softwares específicos e
hardwares adaptados, brinquedos ou roupas adaptadas, sistemas de controle,
colheres e cadeiras adaptadas, rampas de acesso a cadeirantes, entre outros.
A imagem abaixo ilustra TA de uma rampa de acesso.
Fonte: [Link] Acesso em 22.09.2018
Conforme Leite (2018), as Tecnologias Assistivas Vestíveis são muito
utilizadas para a aprendizagem de alunos com Autismo. Com essas tecnologias, as
pessoas que apresentam Autismo podem aprender as habilidades sociais, não
apenas na sala de aula, mas também no ambiente clínico.
As tecnologias vestíveis são consideradas um grande avanço para a pessoa
portadora de Autismo, pois além da oportunidade de inclusão social, ajudam na
compreensão e conscientização em diferentes ambientes. (LEITE, 2018).
A utilização de Ipads e computadores auxiliam no processo de ensino
aprendizagem das crianças com Autismo, pois através de softwares específicos elas
conseguem obter maior raciocínio lógico, atenção, leitura, escrita, entre outras
habilidades.
Fonte: [Link] Acesso em 08.11.2018
Também, o uso das TA colaboram para a vida das pessoas com Autismo em
vários aspectos, como: compreender melhor o ambiente geral em que se encontra,
obter maior interação social, comunicação, organização de um modo geral, no
processo de ensino aprendizado apresentando melhores habilidades e também
sentindo-se mais motivado pelo fato de conseguir realizar suas atividades com
autonomia.
4.1 APLICATIVOS EXISTENTES PARA O AUTISMO
Atualmente existem no mercado diversos aplicativos que foram desenvolvidos
especificamente para pessoas que possuem autismo. Muitos estão disponíveis
gratuitamente na Internet, outros são aplicativos pagos, normalmente esses são
mais elaborados oferecendo mais funcionalidades. Até em celulares, é possível
instalar aplicativos que ajudam no desenvolvimento da criança com autismo.
A imagem abaixo mostra uma criança com autismo utilizando um aplicativo
especifico para pessoas com autismo.
Fonte: [Link] Acesso em
09.11.2018
5 O AUTISMO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
O autismo tem sido uma grande preocupação principalmente na educação
infantil e cada vez está sendo mais pesquisado e falado.
Alguns hábitos são pontuais e prejudicam e muito na aprendizagem desses
alunos como: não reagir quando chamados pelo nome, manter objetos nos mesmos
lugares, não ter contato visual direto e não usar o dedo para apontar quando quiser
algum objeto.
[...] a escola não pode continuar ignorando o que acontece ao redor nem
anulando e marginalizando as diferenças nos processos pelos quais forma
e instrui os alunos. E muito menos desconhecer que aprender implica ser
capaz de expressar, dos mais variados modos, o que sabemos, implica
representar o mundo a partir de nossas origens de nossos valores e
sentimentos. ( MANTOAN, 2003, P.12 )
O autismo descrito por Kanner (1971), que o nomeou inicialmente como
Distúrbio Autístico do Contato Afetivo, foi concebido com um distúrbio primário
semelhante ao descrito para esquizofrenia. O autismo se enquadra no grupo de
psicoses infantis e ainda são realizadas investigações e estudos. Tanto a
esquizofrenia quanto o autismo se configuração numa desestruturação de
personalidade subsequente a uma fase de desenvolvimento aparentemente estável.
Para Brites (2016), mesmo que o educador trate da mesma forma o aluno
autista, é necessário que ele tenha atenção para alguns detalhes no seu
comportamento. Como o autista não é adepto a mudanças, pois ele gosta de rotinas,
o professor tem que apresentar a ele, novas situações, assim, ele não terá
surpresas quando ocorrer ocasiões diferentes no seu dia a dia. Outra situação que o
educador tem que estar atento com o aluno autista é se ele tiver, durante o período
que estiver na escola, alguma crise decorrente de hipersensibilidade ou qualquer
outro motivo. Neste caso, é recomendado que o educador leve-o a um ambiente
mais calmo, onde ele possa se tranqüilizar e oferecer atenção e paciência para que
ele se sinta seguro.
6 METODOLOGIA
Para a realização deste trabalho fez-se uso de pesquisa qualitativa,
Exploratória, de cunho bibliográfico com o intuito de mapear os principais estudos
realizados na área da Educação Especial que abordaram sobre o autismo na
educação infantil.
Cabe salientar que a pesquisa qualitativa busca compreender e explanar as
apreensões e interpretações do autor da pesquisa acerca de uma temática
escolhida. De acordo com Gerhardt e Silveira (2009):
Os pesquisadores que utilizam os métodos qualitativos buscam explicar o
porquê das coisas, exprimindo o que convém ser feito, mas não quantificam
os valores e as trocas simbólicas nem se submetem à prova de fatos, pois
os dados analisados são não-métricos (suscitados e de interação) e se
valem de diferentes abordagens. (...) A pesquisa qualitativa preocupa-se,
portanto, com aspectos da realidade que não podem ser quantificados,
centrando-se na compreensão e explicação da dinâmica das relações
sociais. (GERHARDT & SILVEIRA, 2009, p.32)
Ao utilizar a pesquisa qualitativa buscou-se compreender a importância do
aluno autista no contexto escolar inclusivo. Devido ao reduzido tempo para
execução e escrita do trabalho optou-se pelo levantamento bibliográfico que servirá
de base para pesquisas futuras.
A revisão bibliográfica foi realizada no meio eletrônico e livros,
promovendo a produção de uma base teórica importante por auxiliar nos temas
elencados.
A pesquisa bibliográfica é feita a partir do levantamento de referências teóricas já realizadas e
publicadas por meios escritos e eletrônicos como livros, artigos científicos, páginas de
websites. Existem, porém pesquisas científicas que se baseiam unicamente na pesquisa
bibliográfica procurando referências teóricas publicadas com o objetivo de recolher informações
ou conhecimentos prévios sobre o problema a respeito do qual se procura a resposta.
(FONSECA, 2002, p.32).
Entre os estudos são comuns os paralelos feitos entre realidades distintas, a
exemplo se tem trabalhos que comparam a realidade brasileira com os contextos
europeus e norte-americanos, verificando pontos positivos e negativos em termos de
inclusão escolar. Os conceitos de ensino colaborativo e aperfeiçoamento docente
também são objetos de muitos dos estudos feitos até o momento.
7 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A escrita e a leitura sobre alunos com autismo remetem a um mundo cheio de
estradas e curvas que fazem desses um grupo especial e diferenciado.
Pensar a inclusão na escola é também refletir sobre este desejo, de se tornar
melhor e tornar os outros melhores. Afinal, nossa educação se dá com base no
social.
A educação Inclusiva, da o direito de educação para todos, fazendo com que
as escola se adaptem para receber o aluno autista. O educador, portanto, tem que
estar sempre em busca de aperfeiçoamento para melhor atender esse aluno.
Também, a escola tem que fornecer acessibilidade para que o aluno possa realizar
suas habilidades com maior autonomia. Percebeu-se também que as tecnologias
assistivas tem ajudado muito essas crianças para sua maior independência nas
atividades propostas.
Esta pesquisa contribui como reflexão para que os componentes escolares
revejam suas atividades e cada vez mais passem a elogiar essas crianças, pois o
estímulo é peça-chave para bons resultado.
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