Relatório de Estágio em Ensino Básico
Relatório de Estágio em Ensino Básico
Universidade Save
Maxixe
2024
Júlia Nguluve
Universidade Save
Maxixe
2024
Índice
Dedicatória iv
Resumo vi
1. INTRODUÇÃO 9
2.1 Pré-Observação 14
2.2 Observação 14
a) Localização da Escola 15
2.4 Resultados 26
2.5 Pós-Observação 28
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS 29
4. Referências Bibliográficas 30
Dedicatória
Dedico este relatório de estágio pedagógico a todos os educadores que, com dedicação e amor
pela profissão, inspiram e transformam vidas. Agradeço profundamente aos professores,
coordenadores e demais profissionais que me acolheram, orientaram e contribuíram para o meu
aprendizado durante este período.
Aos meus familiares, que sempre me incentivaram a seguir meu sonho de ser educadora, e a
todos os alunos, que, com sua curiosidade e energia, me ensinaram tanto quanto eu os ensinei.
Este trabalho é fruto do esforço coletivo e do compromisso com a educação, que é a chave para a
construção de um futuro melhor para todos.
Agradecimentos
Gostaria de manifestar minha profunda gratidão, primeiramente, a Deus, pela dádiva da vida e
pela força indispensável para concluir este curso e elaborar o presente relatório.
Meu reconhecimento vai ao tutor da disciplina, mestre Simeão Sumbane, cuja dedicação e os
materiais oferecidos foram essenciais para a realização do estágio e a organização deste relatório
final. Agradeço também ao supervisor, PhD Gregório Zacarias Vilanculo, pelo acompanhamento
atento e pelo suporte contínuo durante todo o processo.
À minha família, registro meu mais profundo agradecimento por seu apoio incondicional ao
longo de toda a jornada. Em especial, expresso minha gratidão à minha esposa, que tem sido um
pilar fundamental em minha vida, e aos meus filhos, cujo amor me motiva a seguir em frente.
Meus sinceros agradecimentos também aos meus pais, Maulido Daniel Cossa e Laurinda
Zefanias Mandelaze, por seu amor e pelo exemplo de força e inspiração.
Reconheço ainda a importância dos meus irmãos, Cassiano Maulido Cossa, Munira António
Vilankulo, Delson Maulido Cossa e Tarcísio Maulido Cossa, por seu constante apoio e incentivo
em cada etapa deste percurso.
Durante a etapa de Pré-observação, foram realizados debates na plataforma AVA sobre diversos
temas relacionados à disciplina. Na fase de Observação, procedeu-se à recolha de dados na
Escola Básica 16 de Junho, com foco na área pedagógica, de forma a compreender como o
director adjunto da escola gere as actividades pedagógicas. Esta etapa incluiu a assistência de
aulas com o intuito de avaliar o cumprimento das metas estabelecidas por lei no que concerne
aos objectivos do trabalho docente, além da lecionação de aulas para a 4ª classe. Por fim, na Pós-
observação, houve uma reflexão sobre as actividades desenvolvidas durante o trabalho de campo.
O trabalho identificou tanto aspectos positivos como áreas que necessitam de melhorias,
destacando, por exemplo, a relevância de existirem planos trimestrais e mensais definidos pela
direção da escola.
Este relatório apresenta o estágio pedagógico realizado na Escola Básica 16 de Junho, localizada
em Vilankulo, durante os meses de setembro e outubro. Seu objectivo é documentar e analisar as
práticas educativas vivenciadas, contemplando tanto as actividades realizadas quanto os desafios
encontrados ao longo da experiência. O estágio pedagógico desempenha um papel crucial no
desenvolvimento profissional dos futuros docentes, ao possibilitar a aplicação prática dos
conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do percurso formativo. Durante esta etapa, foi
possível observar, planejar e conduzir aulas no Ensino Básico, além de fomentar uma interação
directa com alunos, colegas professores e a equipe de gestão escolar.
Além de atender à exigência acadêmica de registrar as actividades realizadas, este relatório busca
contribuir para o desenvolvimento dos estagiários, incentivando reflexões acerca da prática
docente e apontando caminhos para sua constante melhoria. A realização deste estudo justifica-
se pela necessidade de compreender como as aulas são conduzidas no ambiente escolar,
abarcando tanto os momentos teóricos quanto as actividades práticas. O estágio também visa
consolidar os conhecimentos adquiridos ao longo da formação acadêmica, por meio da
observação e da prática, proporcionando uma aprendizagem contextualizada e profissional. Essa
experiência promove a integração da estudante à vida profissional, ao mesmo tempo em que
aperfeiçoa suas competências socioeducativas em um ambiente de trabalho real.
1.1.1 Geral:
1.2.1 Geral:
A observação directa, como técnica de coleta de dados, envolve o uso dos sentidos para captar
aspectos da realidade. Em sua definição, Trivinos (1987) destaca que essa técnica não se limita à
visão e à audição, mas envolve a análise de factos e fenômenos que orientam comportamentos
muitas vezes inconscientes, mas essenciais para a pesquisa. Essa abordagem foi essencial para a
coleta de dados sobre os aspectos físicos e documentais da Escola Básica 16 de Junho, em
Vilankulo.
Além disso, foi realizada uma consulta bibliográfica online, ferramenta indispensável para a
pesquisa. Segundo Severino (2007), "a pesquisa bibliográfica permite não apenas resolver
problemas já identificados, mas também explorar novas questões que ainda não foram
suficientemente desenvolvidas na literatura". Assim, a consulta foi crucial para expandir o
entendimento sobre o contexto da pesquisa.
Finalmente, a entrevista foi uma técnica adicional utilizada neste estudo. Conforme explica
Bardin (2009), a entrevista é um procedimento de coleta de dados em que o pesquisador interage
diretamente com o entrevistado, a fim de extrair informações relevantes para o desenvolvimento
da pesquisa. Neste caso, a entrevista foi realizada com os membros da direção da escola,
permitindo a obtenção de dados específicos e aprofundados sobre o contexto investigado.
1.5 Referências Teóricas
Nesta seção do trabalho, nosso objectivo é abordar os principais conceitos fundamentais que
sustentam e enriquecem o estudo, visando proporcionar uma compreensão mais aprofundada dos
fenômenos relacionados à prática de estágio pedagógico.
De acordo com Silva e Costa (2015), o estágio pedagógico é "o momento de conexão entre o
conhecimento teórico e a prática educativa, no qual o estagiário analisa e reflete sobre o acto de
ensinar em um ambiente escolar real" (p. 62). Este processo exige uma postura investigativa e
crítica, pois o objectivo vai além de simplesmente reproduzir práticas já existentes, envolvendo
também a busca por inovações e soluções criativas para problemas educacionais.
Durante o estágio, o estagiário exerce diversos papéis. Ele observa aulas, auxilia em actividades
pedagógicas e, progressivamente, assume a responsabilidade de planejar, ministrar e avaliar as
aulas. Essas acções acontecem sob a orientação de um professor supervisor, que oferece
feedback e contribui para o desenvolvimento profissional do estagiário. Como ressalta Oliveira
(2016, p. 102), "a supervisão no estágio pedagógico é fundamental para a formação docente, pois
proporciona o apoio necessário para que o estagiário desenvolva uma prática pedagógica
fundamentada e reflexiva".
Além da sua função prática, o estágio pedagógico também se configura como uma etapa de
formação ética e social. Ele oferece ao estagiário a chance de compreender a realidade dos
alunos, as dinâmicas escolares e os desafios do sistema educacional. Assim, trata-se de um
período de aprendizagem técnica, mas também de crescimento humano. Nesse sentido, para
Barbosa (2017, p. 133), "o estágio docente é uma experiência que contribui para a construção da
identidade profissional do educador, ao colocá-lo em contato direto com os dilemas e as
oportunidades da prática pedagógica".
Sob nossa óptica, o estágio pedagógico vai além de um requisito acadêmico; ele é uma
experiência transformadora. Durante essa fase, o estagiário se depara com a complexidade do
ensino, que exige flexibilidade, empatia e a capacidade de lidar com situações inesperadas.
Também é um momento de auto-conhecimento, permitindo ao futuro docente reconhecer suas
forças e limitações, além de desenvolver estratégias para superá-las. O estágio proporciona,
ainda, uma oportunidade única para entender a importância da relação entre teoria e prática.
Como educadores, acreditamos que a reflexão sobre as experiências vivenciadas no estágio é
essencial para consolidar uma visão crítica da educação, reforçando o compromisso com o
aprendizado contínuo e a busca por práticas pedagógicas mais eficazes e inclusivas.
De acordo com Tardif (2014, p. 18), "o ensino é uma prática intencional, que visa não só a
aquisição de saberes, mas também a formação de atitudes e o desenvolvimento do aluno". Tardif
destaca a importância do planejamento e da execução de acções pedagógicas que promovam a
aprendizagem activa, onde o professor deve ser capaz de criar ambientes de aprendizagem
desafiadores e significativos.
Por sua vez, Nóvoa (2013, p. 47) acrescenta que "ensinar é um processo relacional, em que o
aluno se envolve activamente, não sendo um simples receptor de conteúdos, mas um sujeito que
interage e transforma o seu conhecimento". Este ponto reforça a ideia de que o ensino não deve
ser entendido apenas como a transmissão de informações, mas como uma interação contínua
entre os participantes, com foco no desenvolvimento crítico e reflexivo do aluno.
A partir dessas perspectivas, podemos compreender que o ensino e a aprendizagem devem ser
vistos como uma construção conjunta entre educador e educando. O planejamento das ações
pedagógicas deve considerar as necessidades dos alunos e os contextos sociais e culturais em que
estão inseridos. Além disso, é importante reconhecer os desafios enfrentados na prática
educacional, como a resistência dos alunos ou a escassez de recursos. Para superar essas
dificuldades, o professor deve ser criativo e utilizar métodos que estimulem o interesse e a
participação dos estudantes, como atividades colaborativas, discussões em grupo e o uso de
tecnologias educacionais.
Na prática, acredita-se que a aprendizagem ocorre de forma mais eficaz quando o professor
assume o papel de facilitador, incentivando o pensamento crítico e a solução de problemas. Além
disso, a participação ativa dos alunos em atividades práticas e reflexivas contribui para a
internalização dos conteúdos e para o desenvolvimento de competências essenciais. Dessa forma,
o processo de ensino e aprendizagem é complexo e multifacetado, exigindo uma abordagem
planejada, flexível e adaptada às realidades e necessidades dos estudantes.
De acordo com Tardif (2014, p. 50), "a planificação de aula é uma atividade meticulosa que
orienta o trabalho pedagógico, permitindo ao educador antecipar, organizar e ajustar os
componentes necessários para alcançar os objetivos do ensino". Essa abordagem destaca que a
planificação não se limita a um planejamento rígido, mas é um processo flexível e contínuo que
guia a prática docente de maneira dinâmica.
Além disso, conforme destaca Nóvoa (2011, p. 120), "uma boa planificação deve levar em conta
as características dos alunos, as condições da escola e os recursos disponíveis, de modo a adaptar
os conteúdos às especificidades e demandas da turma". Esse ponto reforça a necessidade de uma
abordagem personalizada e contextualizada, que valorize as particularidades dos alunos e evite
soluções padronizadas.
Por outro lado, Perrenoud (2000, p. 90) defende que "a planificação de uma aula deve incluir
momentos de avaliação que possibilitem ao professor reorientar sua prática pedagógica, com
base nas dificuldades e conquistas dos alunos". Essa visão sublinha a importância de incorporar a
avaliação de forma contínua e integrada no planejamento, permitindo ajustes e melhorias no
ensino.
Portanto, entende-se que a planificação de aulas vai além de uma exigência administrativa; é
uma ferramenta essencial para otimizar o trabalho docente e contribuir para o aprendizado dos
estudantes. Um professor que investe na preparação das aulas demonstra seu compromisso com a
qualidade do ensino, facilitando o desenvolvimento das competências dos alunos. Contudo, é
fundamental que a planificação seja adaptável, permitindo modificações diante de imprevistos ou
necessidades emergentes.
Assim, uma planificação bem estruturada funciona como um guia eficaz para o professor,
auxiliando na organização do tempo, dos conteúdos e das atividades de forma produtiva,
enquanto reforça o protagonismo dos alunos no processo de aprendizagem.
Além disso, a assistência de aulas propicia um ambiente de troca entre os docentes. Segundo
Nóvoa (1992, p. 24), "o acompanhamento mútuo entre professores, através da observação, é uma
ferramenta valiosa para o crescimento colectivo e individual." Esse processo não só aprimora as
práticas de ensino, como também fortalece o espírito de colaboração entre os profissionais da
educação.
Outro aspecto relevante da assistência de aulas é o seu efeito directo no desempenho dos alunos.
Libâneo (2013, p. 186) afirma que "professores que se permitem ser observados e que observam
aulas desenvolvem maior consciência sobre o impacto de suas ações no desenvolvimento dos
estudantes." Este ponto enfatiza a relação entre a prática reflexiva dos educadores resultados
obtidos pelos alunos.
Com base na experiência adquirida durante o estágio pedagógico, ficou claro que a assistência de
aulas não deve ser vista apenas como um mecanismo avaliativo, mas como uma oportunidade de
aprendizado mútuo. Ao participar desse processo, seja observando ou sendo observado,
adquirimos novas visões sobre a gestão do tempo em sala de aula e a utilização criativa de
recursos didácticos. Em resumo, essa prática é fundamental para o crescimento contínuo dos
professores e para o aprimoramento da qualidade educacional.
Essa etapa foi caracterizada por debates sobre temas diversos relacionados à disciplina,
realizados antes das actividades de campo. Durante essa fase, ocorreram várias aulas online entre
o professor e os estudantes, nas quais o docente apresentou os conteúdos curriculares da
disciplina. Além disso, foram disponibilizados materiais de estudo para download e análise
detalhada pelos alunos. O processo incluiu também sessões de chat dedicadas à discussão de
assuntos pertinentes ao Estágio Pedagógico em Ensino Básico (EPEB), permitindo a definição de
estratégias para o desenvolvimento do estágio. Todo o material de apoio necessário para a
elaboração do relatório final foi fornecido aos estudantes.
2.2. Observação
Essa etapa do estágio foi especialmente produtiva, gerando reflexões importantes sobre o
trabalho de campo realizado na Escola Básica 16 de Junho.
O nome da Escola Básica 16 de Junho faz referência ao Dia da Criança Africana, que relembra o
massacre de crianças negras em sua luta por direitos. A instituição foi fundada em 2012,
inicialmente como uma extensão da Escola Primária de Gamela, com 200 alunos nas 1ª e 2ª
classes, distribuídos em quatro turmas e sob a direção de Marques Sozinho Vilanculo.
No ano seguinte, a escola passou a oferecer aulas da 2ª à 5ª classes, contando com 502 estudantes
e 10 professores. Em 2013, a escola conquistou sua independência administrativa, sendo dirigida
por Natália da Glória Mafai Magul, e passou a contar com duas novas salas de aula e uma
secretaria.
Em 2014, a escola foi oficialmente classificada como Escola Primária Completa (EPC),
oferecendo até a 6ª classe, com 677 alunos e 13 professores. A partir de então, a escola expandiu
suas turmas e passou a graduar alunos até a 7ª classe, acompanhando a implementação do novo
currículo básico. Actualmente, é considerada uma referência na região e, em 2025, será possível
concluir até a 9ª classe.
A Escola Básica 16 de Junho é uma instituição pública voltada à educação, com uma infra-
estrutura que engloba um bloco administrativo, três blocos de sanitários e sete blocos de ensino,
totalizando 21 salas de aula, todas equipadas com quadros. A escola dispõe ainda de 25 cadeiras
para os professores, 300 carteiras duplas, cinco armários e seis portas, que estão instaladas em
seis das oito salas construídas com materiais convencionais. Além disso, conta com 13 salas de
aula construídas com uma combinação de madeira e zinco, e um sistema de fornecimento de
água originado de um furo.
Director da Escola
Conselho da Escola
Chefe de Secretaria
Director Adjunto da Escola
Auxiliares
Professores
Alunos
Neste segmento do estudo, vamos explorar as principais características das três áreas de gestão
escolar, iniciando com o contexto pedagógico, que visa nortear o desenvolvimento das ações
educativas.
A observação de aulas é uma prática pedagógica que permite examinar as abordagens utilizadas
pelos professores e os comportamentos dos alunos durante o processo de ensino-aprendizagem.
De acordo com Luckesi (2011, p. 89), "a observação de aulas é uma técnica que propicia uma
análise reflexiva sobre as estratégias de ensino, permitindo identificar pontos que podem ser
ajustados ou mantidos para melhorar a qualidade do ensino". Essa prática é fundamental para
entender a eficácia da transmissão dos conteúdos, avaliar o uso de recursos didácticos e verificar
o alcance dos objetivos educacionais.
A aula de Língua Portuguesa teve como foco a prática de ditado, com o objectivo de aprimorar a
ortografia e a identificação de palavras no contexto do quotidiano. O professor adoptou uma
postura envolvente, posicionando-se à frente da turma e garantindo que todos os alunos tivessem
uma visão clara de sua escrita e do quadro.
Para o desenvolvimento da aula, o professor preparou uma lista de palavras com desafios
ortográficos comuns, como acentuação e uso de letras específicas. Ele iniciou a actividade
explicando as palavras que seriam ditadas, destacando aspectos importantes de sua grafia e
fornecendo dicas para ajudar na escrita correcta. Durante a actividade, os alunos foram
convidados a escrever as palavras que ouviam atentamente, sendo lembrados da importância da
escuta activa e da atenção aos detalhes ortográficos.
A aula também contou com momentos de revisão, nos quais os alunos foram convidados a
reescrever as palavras com a ortografia corrigida, reforçando o aprendizado de forma prática. A
interação e a troca de ideias foram constantes, e o professor garantiu que todos os alunos
participassem activamente, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo.
A interação dos alunos foi visível, com participação activa durante as discussões e demonstração
de compreensão sobre as funções dos diferentes órgãos envolvidos na formação e eliminação da
urina. O objectivo da aula foi alcançado, pois os alunos conseguiram identificar e descrever as
funções do aparelho urinário de forma clara e precisa.
Em uma análise geral, o professor demonstrou boa capacidade de gestão do tempo, mantendo um
ritmo adequado de explicação e interação. O uso de materiais didácticos foi apropriado,
proporcionando uma melhor compreensão dos conceitos estudados.
Ou melhor, o uso desses materiais contribuiu significativamente para a aprendizagem dos alunos,
permitindo que eles consolidassem os conhecimentos tanto teóricos quanto práticos sobre o
funcionamento do aparelho urinário. No entanto, uma sugestão de melhoria seria a inclusão de
actividades práticas ou experimentos simples, como a observação de modelos biológicos ou
simuladores, para reforçar ainda mais o aprendizado dos alunos sobre o tema.
A prática de assistir às aulas foi crucial para entender como a utilização de recursos e
metodologias activas impacta directamente o sucesso do processo de ensino e aprendizagem.
A lecionação das aulas é uma prática educativa que envolve a utilização de métodos e estratégias
didácticas em sala de aula, com o propósito de facilitar a aprendizagem dos estudantes e
assegurar que os objectivos planejados sejam atingidos. Conforme afirmado por Silva (2019, p.
45), "o ensino é o momento crucial do processo educacional, no qual o docente aplica recursos
pedagógicos, técnicas de ensino e suas habilidades pessoais para estimular a interação e a
construção do saber pelos alunos". Essa prática demanda não apenas conhecimento aprofundado
da matéria, mas também a capacidade de ajustar as abordagens conforme as necessidades e o
contexto da turma.
Durante a aula, foi introduzido o conceito de fração e explicada a regra fundamental para a
adição de frações com denominadores iguais: somar apenas os numeradores enquanto o
denominador permanece o mesmo. A explicação teórica incluiu exemplos simples, como ,
enfatizando que o denominador representa a unidade total, que não muda na operação.
Na parte prática, utilizamos materiais manipulativos, como pedaços de papel cortados em partes
iguais (representando as frações), para que os alunos visualizassem e construíssem as somas.
Além disso, foram apresentadas situações do quotidiano, como dividir uma barra de chocolate ou
uma pizza, para ilustrar a aplicação da adição de frações com denominadores iguais.
A maioria dos alunos participou activamente, mostrando interesse em entender como o aparelho
urinário trabalha para filtrar o sangue, eliminar resíduos e manter o equilíbrio de líquidos no
corpo. No entanto, alguns demonstraram dificuldades em relacionar os termos às funções, o que
exigiu explicações individuais e exemplos práticos.
Ficamos satisfeitos com a aula, pois os objectivos foram em grande parte alcançados. O cartaz
foi bem recebido, mas percebemos que a inclusão de um modelo tridimensional ou uma
animação do sistema urinário poderia enriquecer a experiência e reforçar o aprendizado. A
gestão do tempo foi boa, mas seria importante planejar mais momentos para revisar os conceitos
com os alunos que apresentaram dificuldades.
Terceira Aula: Ciências Sociais – "Arvóre Genealógica "
Na sala de aula, foi apresentada uma árvore genealógica simplificada contendo nomes e relações
familiares. A aula começou com uma explicação teórica sobre os conceitos de parentesco,
seguida de uma actividade prática. Os alunos foram incentivados a construir suas próprias
árvores genealógicas, utilizando fichas com nomes fictícios e linhas representando as conexões
familiares.
Conclui-se que a aula foi bem conduzida e alcançou os objectivos específicos previamente
planejados. Todas as funções didácticas foram seguidas (Introdução e Motivação; Mediação e
Assimilação; Domínio e Consolidação; e Controle e Avaliação), de acordo com o plano
esquemático elaborado no caderno.
Na Escola Básica 16 de Junho, a gestão documental reflete uma organização eficiente tanto no
âmbito administrativo quanto pedagógico. A escola mantém um inventário detalhado e um
controle rigoroso dos materiais perecíveis, com registros precisos nos mapas de estoque, que são
periodicamente comparados com o inventário físico disponível no armazém. Além disso, há um
plano estruturado para o estudo e análise dos documentos normativos, garantindo que a escola
possua um arquivo bem organizado, contendo regulamentos, instruções, despachos, circulares, e
estatutos. Esse arquivo é acompanhado por um processo de monitoramento contínuo do estudo
desses documentos. Os principais elementos observados incluem:
a) Planos da Escola
A escola elabora uma série de planos que incluem os anuais, trimestrais, mensais, quinzenais e
diários. Esses documentos são essenciais para o direcionamento das actividades pedagógicas e
administrativas. Durante a observação, notou-se que os planos estão bem organizados em pastas
específicas, com codificação que facilita o acesso rápido às informações.
b) Livro de Turma
O livro de turma é uma ferramenta crucial para o acompanhamento das actividades escolares.
Nele, os professores fazem o registro diário das lições dadas, das presenças dos alunos e de
quaisquer observações pedagógicas. A organização desses livros é eficiente, com cada sala de
aula mantendo um exemplar actualizado.
A escola mantém um controle rigoroso da correspondência oficial por meio dos livros de entrada
e saída. Estes registros são feitos de forma cronológica, garantindo a rastreabilidade das
comunicações. Todos os livros estão devidamente armazenados em arquivos organizados,
assegurando fácil acesso às informações.
A organização das pastas de arquivos segue um sistema de codificação claro, que distingue os
documentos administrativos, acadêmicos e financeiros. Essa estrutura facilita a localização
rápida das informações e contribui para a agilidade e eficiência no trabalho administrativo da
instituição.
Há um sistema estruturado de arquivos individuais tanto para funcionários quanto para alunos.
Esses registros incluem dados essenciais, como contratos de trabalho, relatórios de desempenho,
históricos escolares e outros documentos relevantes. Os processos estão devidamente
organizados e guardam informações pessoais de docentes e discentes.
A escola também se dedica à preservação do seu ambiente físico. O pátio é mantido em boas
condições, com actividades periódicas de limpeza realizadas pelos alunos em turnos, sob a
supervisão dos professores. Essa acção contribui não apenas para um ambiente mais saudável,
mas também ensina aos estudantes a importância de cuidar do espaço colectivo.
No entanto, foi identificado um problema relacionado com a vedação da escola, que compromete
a segurança e estética do local. A cerca foi construída com plantas espinhosas, o que representa
um risco para a integridade física dos alunos devido aos espinhos dessas plantas.
De modo geral, a Escola Básica 16 de Junho adopta boas práticas organizacionais, tanto no
gerenciamento de documentos quanto na conservação do espaço físico. A organização dos
planos de ensino, livros de turma e arquivos administrativos garante que as actividades estejam
alinhadas aos objectivos institucionais. O cuidado com a limpeza do pátio reflete o compromisso
da escola em proporcionar um ambiente acolhedor e saudável.
Ainda assim, existem áreas que podem ser aprimoradas para aumentar a eficiência. A
implementação de um sistema de digitalização de documentos para todos os funcionários poderia
facilitar o acesso às informações e melhorar a segurança do armazenamento. Além disso,
promover treinamentos periódicos para a equipe administrativa pode elevar a qualidade da gestão
documental e da organização no geral.
A gestão escolar, como mencionado, é uma atividade crucial para o desenvolvimento e para o
fortalecimento das relações entre a liderança, os professores e os estudantes, com o propósito de
otimizar as práticas pedagógicas no ambiente escolar. Nesse sentido, a administração se exerce
em diversas áreas específicas, como:
No que diz respeito à formação e aperfeiçoamento dos professores, actualmente, sete docentes
estão realizando cursos a distância: três na UniSave de Maxixe e quatro na UnISCED-Maxixe.
Está prevista a entrada de dois professores de nível básico para cursar o IEDA em 2025. A
contratação de novos professores ocorre conforme as necessidades da escola, e, no momento, não
há défice de profissionais.
Ainda sobre a gestão de recursos humanos, é importante ressaltar a presença de funcionários não
docentes, responsáveis pela administração escolar e pelo atendimento ao público na secretaria da
escola. Este sector conta com seis colaboradores, sendo dois do sexo masculino e quatro do sexo
feminino, incluindo a chefe da secretaria.
[Link] Gestão Financeira
A gestão financeira pode ser entendida como o ramo da administração que lida com a alocação e
controle dos recursos financeiros de uma organização, buscando equilibrar rentabilidade e
liquidez, conforme destacado por Assaf Neto (2018, p. 42).
Segundo Souza (2020, p. 35), "o papel do gestor financeiro inclui planejamento orçamentário,
análise de investimentos, controle de fluxo de caixa captação de recursos para garantir a
sustentabilidade econômica da instituição".
Na Escola Básica 16 de Junho, essas práticas são aplicadas aos fundos de Apoio ao
Desenvolvimento da Educação (ADE) e ao Fundo de Funcionamento. Em 2024, a instituição
encontra-se executando ambos os fundos, sendo o ADE e o Fundo de Funcionamento (caráter
permanente) os principais pilares de sua gestão financeira.
Um dos pilares dessa organização é a elaboração dos planos de estudo, que orientam a prática
pedagógica. Na Escola Básica 16 de Junho, esses planos são estruturados em conformidade com
as diretrizes curriculares nacionais e detalhados em planos analíticos, quinzenais e diários. A
validação do Director Adjunto Pedagógico assegura a legitimidade e coerência desses
documentos. Entretanto, é fundamental que sejam adaptados às realidades locais e aplicados de
maneira consistente no cotidiano escolar.
Os mapas de aproveitamento pedagógico e os relatórios estatísticos sobre estudantes e
professores constituem outro recurso importante. Eles permitem o acompanhamento de
indicadores como taxas de aprovação, reprovação e abandono escolar. Embora esses dados sejam
elaborados regularmente, nem sempre são utilizados de forma estratégica, o que pode
comprometer a implementação de acções eficazes para melhorar os resultados educacionais.
A frequência e pontualidade dos alunos são outros factores determinantes para o sucesso
acadêmico. Na Escola Básica 16 de Junho, iniciativas como campanhas de conscientização e
diálogo com as famílias têm sido realizadas para incentivar a presença regular dos alunos.
Apesar de desafios sociais e econômicos, a escola tem conseguido gerir essas questões com o
apoio da comunidade escolar.
Durante o estágio pedagógico realizado na Escola Básica 16 de Junho, foi possível identificar
tanto pontos fortes quanto dificuldades enfrentadas pela instituição. Entre os aspectos positivos,
destaca-se a eficiência na gestão administractiva e pedagógica. A escola se caracteriza por
possuir planos de estudo bem elaborados para diferentes ciclos e turmas, além de utilizar mapas
estatísticos que auxiliam no acompanhamento do desempenho escolar e horários bem definidos,
o que facilita a organização das actividades. O compromisso da equipe pedagógica também
merece destaque, evidenciado pela adesão às diretrizes curriculares e pelo monitoramento regular
do progresso dos alunos por meio de cadernetas de notas.
Entretanto, a escola enfrenta desafios significativos que limitam o alcance pleno de seus
objectivos. A ausência de uma biblioteca restringe o acesso a materiais fundamentais para o
desenvolvimento de competências como a leitura crítica e a criatividade. Além disso, a
superlotação das turmas compromete a atenção individualizada aos alunos e dificulta a criação
de um ambiente de aprendizagem mais eficiente.
Outro obstáculo relevante é a falta de capacitação contínua para alguns professores, somada à
escassez de recursos didácticos. Condições socioeconômicas adversas também impactam
negativamente a assiduidade e a pontualidade dos alunos, agravadas pelo pouco envolvimento
das famílias no processo educacional.
Embora a escola adopte medidas para lidar com esses desafios, como reuniões com as famílias e
palestras educativas, os resultados ainda estão distantes do ideal.
Durante o estágio, foi possível observar uma variedade de cenários que evidenciaram tanto os
desafios quanto as potencialidades do ambiente escolar. Momentos de inovação pedagógica e
interação produtiva entre professores e alunos mostraram o empenho em superar adversidades.
Por outro lado, desafios como a superlotação de espaços de aprendizagem e a dificuldade em
organizar as aulas de forma eficiente expuseram limitações significativas.
A falta de recursos físicos e estruturais, em especial a ausência de espaços adequados para aulas
convencionais, tornou-se um dos principais entraves observados, afectando directamente o
ensino e a aprendizagem. Essa limitação obrigou a adopção de alternativas improvisadas, como
aulas em áreas abertas ou ambientes compartilhados, o que nem sempre garantiu condições
adequadas para o desenvolvimento das actividades pedagógicas.
Um dos problemas mais críticos identificados foi a insuficiência de salas de aula convencionais,
que comprometeu tanto a organização pedagógica quanto a qualidade do ensino. A superlotação
das salas existentes, aliada à utilização de espaços improvisados, gerou desconforto para alunos e
professores, além de dificultar o acompanhamento individualizado dos estudantes.
O problema da insuficiência de salas de aula foi escolhido devido ao seu impacto directo na
experiência educacional dos alunos. Salas de aula superlotadas e espaços improvisados afectam
negativamente a concentração dos estudantes, dificultam a interação professor-aluno e tornam o
ambiente de ensino menos propício ao aprendizado. Durante o estágio, ficou evidente que a
limitação estrutural comprometia a rotina escolar e gerava reclamações recorrentes por parte de
alunos, professores e pais.
Na Escola Básica 16 de Junho, a carência de salas de aula adequadas manifesta-se por meio de:
Para mitigar os impactos da falta de salas convencionais, algumas estratégias podem ser
implementadas:
2.3 Pós-Observação
Após a execução de uma série de tarefas organizadas de forma sistemática e planejada, inicia-se
uma etapa essencial no processo de trabalho: o momento de reflexão e análise aprofundada das
observações realizadas durante o trabalho de campo. Essa fase é fundamental para consolidar as
informações colectadas, interpretar os dados de maneira crítica e estabelecer conexões que
subsidiarão a produção do relatório final. Trata-se de um processo que exige atenção,
colaboração e capacidade de síntese para garantir que os resultados sejam claros, objectivos e
relevantes.
Essa etapa foi marcada por um encontro do grupo, realizado a partir do dia 10/10/2024, logo
após a finalização das actividades práticas no campo. A reunião teve como objectivo principal
promover um debate colectivo sobre os aspectos mais importantes observados e identificar quais
deles deveriam ser destacados no relatório. Durante a discussão, o grupo compartilhou
percepções, analisou os dados obtidos e destacou pontos que necessitavam de maior
detalhamento ou reflexão crítica.
Uma das principais conclusões foi que o trabalho de campo alcançou resultados satisfatórios,
garantindo maior precisão e uniformidade nas informações coletadas. Isso foi possível graças à
abordagem estruturada adotada durante as actividades, que priorizou métodos rigorosos de
observação e registro. Além disso, a troca de ideias entre os integrantes revelou aspectos que,
embora inicialmente parecessem secundários, mostraram-se cruciais para compreender melhor a
realidade estudada.
Dentre os problemas analisados, um dos temas que ganhou destaque foi a ineficácia da vedação
escolar. Essa questão foi considerada central devido à sua relevância no contexto observado,
impactando diretamente na segurança e funcionalidade do espaço. O grupo discutiu não apenas
os efeitos dessa falha, mas também as possíveis causas e implicações para a comunidade escolar.
Essa análise foi enriquecida pela diversidade de perspectivas trazidas pelos membros da equipe,
o que contribuiu para uma visão mais abrangente e detalhada do problema.
Por fim, essa etapa de reflexão e organização das ideias não apenas consolidou os resultados do
trabalho de campo, mas também forneceu uma base sólida para a elaboração de um relatório
final consistente e bem fundamentado. A interação entre os participantes, aliada ao compromisso
com a qualidade das informações, assegurou que o documento resultante refletisse de forma fiel
e objectiva a realidade observada, oferecendo subsídios importantes para a tomada de decisões
futuras.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Toda actividade humana é acompanhada por um momento de análise e reflexão, que permite
avaliar os avanços alcançados, os desafios enfrentados e os problemas identificados durante sua
execução. Nesse sentido, a realização deste trabalho contou com uma série de interações e
pesquisas. Foram estabelecidos contactos frequentes entre a direção da escola e os estudantes
estagiários, além da consulta a diversas obras que ofereceram embasamento teórico para
compreender o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem (PEA).
O estágio pedagógico realizado na Escola Básica 16 de Junho trouxe à tona aspectos positivos
dignos de destaque. Foi evidente o compromisso dos professores com a preparação das aulas e a
adopção de estratégias pedagógicas variadas. A interação entre a direção e os docentes mostrou-
se bem organizada, promovendo práticas colaborativas como jornadas pedagógicas e apoio
mútuo. Além disso, a motivação demonstrada pela maioria dos alunos contribuiu
significativamente para o alcance dos objectivos planejados nas aulas.
Por outro lado, foram identificados obstáculos estruturais que prejudicam o ambiente escolar. As
condições precárias das salas, marcadas pela falta de materiais básicos, geram desconforto e
colocam em risco a saúde de alunos e professores. A insuficiência de salas de aula, agravada pela
superlotação, compromete a atenção individualizada aos alunos e prejudica o processo de ensino-
aprendizagem.
Assim, ao analisar as actividades realizadas, conclui-se que os objectivos propostos tanto para o
estágio quanto para o relatório foram alcançados, demonstrando o sucesso das acções
desenvolvidas e a relevância das reflexões apresentadas.
Sugestões de Melhoria:
Assaf Neto, A. (2018). Finanças corporativas e valor (8. ed.). São Paulo: Atlas.
Barbosa, F. (2017). A formação do educador: desafios e dilemas na prática pedagógica.
São Paulo: Editora X.
Bardin, L. (2009). Análise de conteúdo (4. ed.). Lisboa: Edições 70.
Chiavenato, I. (2009). Gestão de Pessoas (3. ed.). Rio de Janeiro: Elsevier.
Libâneo, J. C. (2013). Didáctica (2. ed.). São Paulo: Cortez.
Minayo, M. C. S. (2010). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde (12.
ed.). São Paulo: Hucitec.
Nóvoa, A. (1992). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote.
Nóvoa, A. (2011). Professores e suas competências. Porto: Porto Editora.
Nóvoa, A. (2013). Os professores e a sua formação (4. ed.). Lisboa: Edições 70.
Oliveira, M. (2016). Supervisão pedagógica: fundamentos e práticas no estágio de
formação docente. Rio de Janeiro: Editora Y.
Oliveira, S., & Mendes, L. (2015). Práticas pedagógicas inclusivas: Abordagens e
estratégias. Rio de Janeiro: Vozes.
Perrenoud, P. (2000). Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed.
Pimenta, S. G., & Anastasiou, L. G. C. (2002). Docência no ensino superior. São Paulo:
Cortez.
Pimenta, S. G., & Anastasiou, L. G. C. (2002). Docência no ensino superior: Novos
paradigmas. São Paulo: Cortez.
Robbins, S. P., & Coulter, M. (2012). Administração (10. ed.). São Paulo: Pearson
Prentice Hall.
Severino, A. J. (2007). Metodologia do trabalho científico (23. ed.). São Paulo: Cortez.
Silva, A., & Costa, P. (2015). Estágio pedagógico: teoria e prática na formação de
professores. Porto Alegre: Editora Z.
Silva, R. P., & Ferreira, M. S. (2003). Metodologia da pesquisa: uma abordagem prática
(2. ed.). São Paulo: Atlas.
Souza, R. (2020). Gestão financeira e orçamentária: conceitos e aplicações práticas. Rio
de Janeiro: Elsevier.
Tardif, M. (2014). Saberes docentes e formação profissional (7. ed.). Petrópolis: Vozes.
Tardif, M. (2014). Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes.
Triviños, A. N. S. (1987). Introdução à pesquisa em ciências sociais: A pesquisa
qualitativa em educação. São Paulo: Atlas.
Vasconcelos, M. A. (2018). Ensino e aprendizagem: Reflexões práticas e teóricas. Belo
Horizonte: Autêntica.
Apêndices
Anexos