Excertos Orquestrais no Ensino do Contrabaixo
Excertos Orquestrais no Ensino do Contrabaixo
ENSINO DE MÚSICA
INSTRUMENTO - CONTRABAIXO
10/2025
M MESTRADO
ENSINO DE MÚSICA
ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO
Professor Orientador
Nuno Pinto
Professor Supervisor
António Augusto Aguiar
Professor Cooperante
Rui Pedro Rodrigues
10/2025
Aos meus pais, pelo apoio, dedicação e incentivo incondicional.
Agradecimentos Aos professores Florian Pertzborn e António Augusto Aguiar, com
um especial agradecimento ao professor Tiago Pinto-Ribeiro, pelo
acompanhamento durante o meu percurso académico.
Ao professor Rui Pedro Rodrigues, pela cooperação e
disponibilidade durante a realização do estágio.
Ao professor Nuno Pinto, pela orientação, paciência, disponibilidade
e confiança neste projeto.
Aos meus colegas de classe de contrabaixo, tanto da ESMAE como
do DeCA – Universidade de Aveiro, deixo o meu sincero
reconhecimento pela amizade, companheirismo e partilha de
conhecimentos (muita “xuchinha” a todos).
À equipa do projeto “Rei dos Ratos”, pela experiência
enriquecedora, com particular agradecimento ao professor Carlos
Meireles.
Aos amigos que fiz ao longo deste percurso académico pelo apoio,
companheirismo e momentos de descontração.
À AEESMAE, da qual tive o privilégio de ser presidente.
Por último, agradeço à instituição ESMAE pela formação e pelas
oportunidades que me proporcionou ao longo destes anos, assim
como a todos os restantes docente e não docentes.
iii
O presente relatório, organizado em três capítulos, apresenta a
Resumo Prática de Ensino Supervisionada desenvolvida na Escola
Profissional de Música de Espinho, durante o ano letivo 2024/2025. O
primeiro capítulo dedica-se à caracterização e contextualização da
instituição onde decorreu a prática. O segundo, descreve o trabalho
realizado ao longo desse período e, por fim, o terceiro capítulo expõe
o projeto de investigação centrado no uso de excertos orquestrais
como estudos técnicos, com o intuito de analisar o seu grau de
desenvolvimento na técnica de arco do contrabaixo.
iv
This report, organized in three chapters, presents the supervised
Abstract teaching practice developed at the Escola de Música Professional de
Espinho during the 2024/2025 academic year. The first chapter,
characterizes and contextualizes the institution where the academic
internship place. The second, describes the work carried out during
this period and finally, the third chapter presents the research project
undertaken, focusing on the use of orchestral excerpts as technical
studies, with the aim of analysing the student's development in the
doublebass bow technique.
v
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Tiago Filipe Soares Gomes
Índice
Agradecimentos ............................................................................................................... iii
Resumo ............................................................................................................................ iv
Abtract .............................................................................................................................. v
Introdução ......................................................................................................................... 7
[Link]ção .................................................................................................................... 18
1
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1. Introdução ................................................................................................................ 36
Conclusão ....................................................................................................................... 87
Bibliografia ..................................................................................................................... 89
2
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Sessões de Autoetnografia…………………………………………………………193
Sessões de Estudo entre Pares……………………………………………………..198
Anexo III – Resultados dos Questionários……………………………………………212
3
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Índice de Figuras
Figura 1 - Regulamento do PES sobre as aulas do Ensino Básico e Ensino Secundário..…………………21
Figura 2 - Regulamento do PES sobre as aulas de Classe de Conjunto………………..…………………….23
Figura 3 – Excerto de Beethoven – Sinfonia nº 5, 3º andamento, Scherzo a ser considerado como
Exercício para Stacatto, Legato e Portato (Orchestre Probespiel, Contrabaixo)…………………………57
Figura 4 –Beethoven – Sinfonia nº5, 3º andamento, Scherzo (Orchestre Probespiel, Contrabaixo)…….58
Figura 5 – Variação do Excerto para Legato…………………………………………………………………….59
Figura 6 – Variação do Excerto para o Portato em arcadas separadas……………………………………60
Figura 7 – Variação do Excerto para o Portato com Legato)………………………………………….………60
Figura 8 – Exercício para Martelé/Spicatto/Stacatto e Detaché em cordas soltas………………………… 60
Figura 8 – Excerto de Beethoven – Sinfonia nº 5, 3º andamento, Scherzo a ser considerado como
Exercício para Martelé (Orchestre Probespiel, Contrabaixo)…………………………………………………61
Figura 9 – Exercícios para Martelé/Spicatto/Stacatto e Detaché em cordas soltas……………………….. 62
Figura 10 – Exercício para a técnica de Portato, com o objetivo de aprimorar a coordenação da mão
direita com a mão esquerda………………………………………………………………………………………..62
Figura 11 – Excerto de Mozart – Sinfonia nº 40, 1º andamento a ser considerado como Exercício para
Spicatto, Detaché e Portato do excerto do (Orchestre Probespiel, Contrabaixo……………………………63
Figura 12 – Exercício para Spicatto, Detaché e Portato em Cordas Soltas (com possibilidade de se
realizar em diferentes tempos)……………………………………………………………………………………...64
Figura 13 – Exercício para a técnica de Portato, com o objetivo de aprimorar a coordenação da mão
direita com a mão esquerda…………………………………………………………………………………………64
Figura 14 – Excerto de [Link] – Ein Heldenleb Exercício a ser considerado como excercício para
Portato e Stacatto (Orchestre Probespiel, Contrabaixo)………………………………………………………..65
Figura 15 – Variação do Excerto para o Legato………………………………………………………………..65
Figura 16 – Variação do Excerto para o Portato………………………………………………………………..66
Figura 17 - Variação do Excerto para o Stacatto……………………………………………………………….66
Figura 18 – Passagem do Concerto para Contrabaixo de Vanhal…………………………………………….67
Figura 19 – Primeira Parte da Exposição do Concerto para Contrabaixo de Vanhal……………………..69
Figura 20 – Exposição do Concerto para Contrabaixo de Dragonetti……………………………………….70
Figura 21 – Primeiros Compassos da Elegy nº1 de Bottesini………………………………………………… 71
Figura 22 – Primeiros Compassos da peça Allegro di Concerto “Alla Mendelssohn”, de Bottesini…….73
Figura 23 – Exposição Concerto para Contrabaixo de Dittersdorf…………………………………………...74
Figura 24 – Recitativos Concerto para Contrabaixo Koussevitzky……………………………………………76
Figura 25 – Primeiros Compassos d desenvolvimento da peça Elegy nº3, de Bottesini……………………77
4
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Índice de Tabelas
Tabela 1 - Critérios de Avaliação da Disciplina de Contrabaixo……………………………………………15
Tabela 2 – Carga Horária Semanal………………………………………………………………………………16
Tabela 3 - Cronograma das Aulas Observadas e Supervisionada……………………………………………21
Tabela 4 - Aula Observada nº1- Aluno A…………………………………………………………………………25
Tabela 5 - Aula Observada nº1- Aluno B………………………………………………………………………….27
Tabela 6 - Planificação da Aula nº 7 - Aluno A…………………………………………………………………..29
Tabela 7 - Planificação da aula nº 7 - Aluno B…………………………………………………………………..30
Tabela 8 - Aula Observada nº1- Aula de Classe de Conjunto………………………………………………….32
Tabela 9 - Planificação da aula nº 10 - Aula de Classe de Conjunto………………………………………..33
Índice de Gráficos
Gráfico 1 – Percentagem de docentes que considera o estudo de excertos orquestrais podem ser usados
como estudos de técnica………………………………………………………………………………………..……46
Gráfico 2 – Percentagem de docentes que considera o grau de relevância do estudo de excertos
orquestrais para os alunos…………………………………………………………………………………………..46
Gráfico 3 - Percentagem de docentes que trabalha excertos de orquestra com os seus alunos…………...46
Gráfico 4 - Percentagem de quando são introduzidos os excertos no percurso académico de um aluno…47
Gráfico 5 - Percentagem de docentes que têm por hábito apresentar excerto orquestrais nas audições de
classe…………………………………………………………………………………………………………………..48
Gráfico 6 - Percentagem de docentes que realizam momentos de avaliação que contemplem a prática de
excertos orquestrais……………………………………………………………………………………………….. 48
Gráfico 7 - Percentagem de inquiridos que usam excertos orquestrais como ferramenta de estudo técnico
do arco……………………………………………………………………………………………………….81
Gráfico 8 - Percentagem de inquiridos que usam excertos orquestrais nas suas aulas…………………… 81
Gráfico 9 - Percentagem de inquiridos que utilizam excertos orquestrais nas aulas de instrumento ou em
outros contextos……………………………………………………………………………………………………….82
Gráfico 10 - Percentagem de inquiridos que mostram os objetivos principais ao usar excertos
orquestrais……………………………………………………………………………………………………………..83
Gráfico 11- Percentagem de inquiridos que consideram que os excertos permitem explorar variações
técnicas que não são facilmente trabalhadas em exercícios isolados……………………………………….. 84
Gráfico 12- Percentagem de inquiridos que consideram que melhoraram na execução de reportório
solista após trabalhar excertos orquestrais……………………………………………………………………. 84
Gráfico 13- Percentagem dos inquiridos sobre os aspetos que sentiu maior impacto……………………85
Gráfico 14- Percentagem dos inquiridos que considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter
maior presença no ensino do contrabaixo……………………………………………………………………… 85
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Lista de Abreviações
AME - Academia de Música de Espinho
AMYO – Alto Minho Youth Orchestra
ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo
EPME – Escola Profissional de Música de Espinho
FIME - Festival Internacional de Música de Espinho.
OCE - Orquestra Clássica de Espinho
PES - Prática de Ensino Supervisionada
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Introdução
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1
Já tinha tido contacto com o professor em aulas particulares e também por ter sido seu mentorando na 1ª edição da AMYO, em
2022
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Deixo a nota que enquanto o aluno não atingir a classificação mínima positiva,
em qualquer uma das provas (intercalar ou final), será anotada na pauta a discrição “NC
- Não concluiu”. A avaliação sumativa em cada módulo, é da responsabilidade do
professor de cada disciplina. Assim, a avaliação é realizada de acordo com os critérios
específicos de avaliação da respetiva disciplina, os quais são necessariamente
enquadrados nos critérios gerais de avaliação da escola. Por fim, o aluno dá por
concluído o seu ciclo de estudos, quando concluir todos os módulos de todas as
disciplinas.
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1. Introdução
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Semana 14 x
13/1/2025
Semana 15 x
20/1/2025 (Audição
de Classe)
Semana 16
27/1/2025 (Prova
de Semestre)
Semana 17 x
3/2/2025
Semana 18 x
10/2/2025
Semana 19 x
17/2/2025
Semana 20 x
24/2/2025
Semana 21 x
10/3/2025 (Aula
Supervisionada)
Semana 22 x
17/3/2025
Semana 23 x
24/3/2025
Semana 24 x
31/3/2025
Semana 25
7/4/2025 (Provas
Intermédias)
Semana 26 x
14/4/2025
Semana 27 x
12/5/2025
Semana 28 x
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26/5/2025
Semana 29 x
2/6/2025
Semana 30 x
23/6/2025
Tabela 3 - Cronograma das Aulas Observadas e Supervisionadas
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O aluno B, tem 16 anos de idade e frequenta o 10º ano, que equivale ao 6º grau
académico, do Curso Profissional de Instrumentista de Cordas e Teclas, na classe do
professor Rui Pedro Rodrigues e iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de
Música de Viseu, no ano letivo de 2019/2020. Envolve-se em atividades que estimulam
a prática e que contribuem para a sua evolução enquanto contrabaixista, como por
exemplo a Orquestra Juvenil de Viseu e a Orquestra Poema, além de ser presença
regular no Estágio da Orquestra Sinfónica GESTOS, em Marco de Canaveses. No
âmbito de concursos, ganhou uma menção honrosa e um prémio no Concurso de
Instrumentistas de Viseu. Demonstra competências sólidas na execução do contrabaixo
tanto a nível técnico de mão esquerda como a nível da técnica de arco, onde a
organização e produção de som se desenvolveram de forma notória ao longo do ano
letivo, além da maturidade e sensibilidade musical. Revela ser um aluno motivado,
empenhado, dedicado e focado no seu percurso artístico, académico e profissional. É
constante no seu ritmo de estudo e demonstra interesse em superar os desafios expostos
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pelo professor. Por fim, destaco ainda a facilidade com que interpreta um repertório
vasto e diversificado.
2
Originalmente de 1992, a edição usada atualmente é de 2008
23
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Resumo:
A aula inicia com exercícios de aquecimento e trabalho de arco, usando a escala de
Mi Maior. Noto que o aluno está a usar um contrabaixo em afinação de orquestra (Mi –
Lá - Ré – Sol).
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mais estrangulado o som soa. Então, o peso ideal tem de ser o normal do corpo, sem
qualquer força adicional. Além disso, deu a nota de que usar o arco de forma lenta e
com um bom som, distribuindo o contacto das cerdas pela corda ao longo do
movimento, era um bom sinal de técnica de mão direita. Para além disso, indicou que
devia continuar a procurar um bom som, durante o estudo, e ter cuidados com a
distribuição. Por fim, terminou esta parte da aula voltando ao detaché na oitava
intermédia, trabalhando o antebraço. Como o aluno estava em dificuldades com o
movimento, deu a ideia de limpar o piano usando um pano. Deste modo, praticou o
exercício fora do instrumento para saber que músculos usar.
De seguida, tocou o estudo de Kreutzer, onde continuou o trabalho de antebraço.
Estando a tocar semicolcheias, o docente procurou tirar do aluno uma consistência no
som, sem existir quebras nas mudanças de arco. Notei que o aluno tinha algumas partes
mal estudadas. O docente, deu a ideia de isolar os compassos ou a figura para confirmar
os erros que existiam e arranjar maneiras de como abordar. Um deles está a ser as
mudanças de posição. O docente trabalha o aluno com um exercício que consiste em
tocar uma semínima, parar o movimento do arco enquanto prepara a mão na nota
seguinte e voltar a fazer um golpe com um arco. Deste modo, consegue com que o
aluno tenha um som limpo do início ao fim da nota, tendo em conta a preparação da
seguinte.
Por fim, toca a Elegy nº1. O aluno toca a primeira parte da peça. O docente
manda parar e volta a frisar o plano de arco que o aluno tem de ter, dando a tenção a
pontos como a distribuição de arco e os shifftings. Termina a aula, a indicar que o som
na mesma nota tem de se manter nas restantes e que tem de ter atenção destes aspetos
no estudo.
Tabela 5 - Aula Observada nº1- Aluno B
Neste subcapítulo, são expostos apenas dois exemplos referentes ao registo das
aulas planificadas e lecionadas por mim. As restantes planificações estão no Anexo I
deste relatório.
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De seguida, trabalha a primeira frase do excerto. Nota um erro dos alunos e questiona
do que se trata. Deste modo, estimula os alunos a pensar no que está mal para quando
estiverem a estudar saberem o que corrigir. Neste caso, o erro era a velocidade a mais
do arco. Trabalha o fraseio e a distribuição do arco nas primeiras notas, que se repetem.
Aborda de novo o conceito de “plano do arco”, da semana passada, e menciona que com
as repetições do motivo, a velocidade do arco aumenta do meio para o talão e o arco
todo. Além disso, questiona o fraseio desta primeira frase: “A penúltima nota (sib)
acaba onde?”. Os alunos respondem, corretamente: “No início da última nota”. Deste
modo, os alunos antecipam os movimentos necessários a tocar as notas.
Por fim, o docente explora o conhecimento do excerto. Questiona em que parte se situa
o excerto (desenvolvimento) e as diferenças para com o início (dinâmica, fraseio e
distribuição do arco).
Tabela 8 - Aula Observada nº1- Aula de Classe de Conjunto
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A realização deste estágio no contexto da PES, representou para mim uma etapa
fundamental e transformadora no percurso deste mestrado. De facto, permitiu-me ter
pela primeira vez contacto com a prática de ensino do contrabaixo, proporcionando uma
experiência de crescimento tanto a nível pedagógico como pessoal.
Como balanço final, considero que a PES foi sem dúvida a componente mais
marcante deste mestrado. Na verdade, permitiu-me aplicar e testar os conhecimentos
teóricos e práticos que obtive durante a minha experiência enquanto aluno de
contrabaixo, e sobretudo experimentá-los com os alunos em formação da EPME.
Sinto que concluo esta etapa, com a consciência de que a PES me proporcionou
um amadurecimento pessoal e profissional, permitindo desenvolver as primeiras
competências pedagógicas enquanto docente de contrabaixo.
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1. Introdução
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2. Revisão da Literatura
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realize uma pré-audição, não presencial, é necessário enviar uma gravação áudio ou
vídeo com requisitos específicos. Após a receção e análise das candidaturas, cada
membro do naipe, ao qual a vaga se destina (por exemplo, contrabaixo), decide
individualmente sobre quem deveria tocar na pré-audição (caso seja presencial) ou
convidado diretamente para a audição principal. Nesta mesma altura, é anunciada a lista
do repertório exigido para as provas. Porém, algumas orquestras, atualmente, publicam
estes requisitos juntamente com o momento em que a vaga é anunciada.
Por norma, o repertório baseia-se em reportório solístico (primeiro andamento de
um concerto) e excertos orquestrais. De facto, posso confirmar esta afirmação com a
seguintes citações de Knopper (2016) e com os regulamentos deste ano letivo a
orquestras jovens e profissionais portuguesas:
“For most instrumentalists that would mean playing part of the first movement of a
standard, classical concerto, plus the cadenza, and maybe a bit of the slow movement.3
Knopper (2016, secção Preliminary Audition)
“The audition is usually planned to comprise three rounds, sometimes only two. The
first round is invariably very similar to the preliminary audition, often with the addition
of a part of the first movement of a romantic or 20th-century concerto. The second
round may include the romantic concerto and a number of orchestral excerpts.”4
Knopper (2016, secção Main Audition)
3
Tradução: “Para a maioria dos instrumentistas, isto significaria tocar parte do primeiro movimento de um concerto clássico
padrão, mais a cadência e talvez um pouco do movimento lento.”
4
Tradução: A audição geralmente é planejada para incluir três rodadas, às vezes apenas duas. A primeira rodada é
invariavelmente muito semelhante à audição preliminar, frequentemente com a adição de uma parte do primeiro movimento de um
concerto romântico ou do século XX. A segunda rodada pode incluir o concerto romântico e vários trechos orquestrais.
5
Orchesterakademie: Instituição para a formação de músicos de orquestra. No original: „Einrichtung
zur Ausbildung von Orchestermusikern “(Duden, s.d.)
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Portanto, com base nesta informação, considero que os excertos orquestrais não
devem ser entendidos apenas como conteúdos de avaliação para provas de acesso, mas
sim como ferramentas fundamentais para a formação de um instrumentista.
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“Os trechos de orquestra poderão constituir uma excelente estratégia para que
questões como a articulação e até mesmo a transposição possam ser exercitados e
aperfeiçoados, ainda que de forma indireta.”
Por fim, o estudo de excertos prepara o aluno para os vários desafios técnicos
como o estudo das variações de articulações, arcadas e estilos, assim como para a
preparação das provas de acesso a orquestras, audições e concursos. No entanto, a sua
influência vai além da preparação destas avaliações, pois contribuem para a formação
holística de um instrumentista, pois torna mais completa a sua formação. Além do
desenvolvimento técnico, considero que o aluno desenvolve uma sensibilidade
estilística musical pois permite ao docente realizar contextualizações dos diferentes
estilos e épocas, expondo o aluno a linguagens contrastantes, enriquecendo a sua
compreensão interpretativa.
41
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Durante esta investigação, notei que o tema tem um número bastante reduzido de
literatura. De facto, a escassez de estudos específicos sobre a relação do estudo de
excertos orquestrais com a prática de ensino do contrabaixo evidencia a necessidade de
uma maior investigação, dado o papel central que os excertos desempenham.
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Por fim, Amaral (2015) investiga quais são os excertos orquestrais para contrabaixo
mais exigentes nas provas de orquestra e procura verificar se a literatura técnica
disponível para contrabaixo (métodos, estudos, etc.) oferece os recursos necessários
para a prática das técnicas requeridas desses excertos. Identificou os seguintes excertos:
• Franz Simandl;
• Isaia Billè;
• Franco Petracchi;
• François Rabbath;
• Frederick Zimmermann;
Estes estudos, embora relevantes, não são suficientes para cobrir a amplitude da
questão, reforçando assim a pertinência de novas abordagens e contributos que
aprofundem a compreensão do impacto pedagógico dos excertos orquestrais no ensino
do contrabaixo.
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• “Idade”;
• “Formação Académica”;
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Por fim, a sexta, teve o objetivo de reunir informações relacionadas com o estudo de
excertos e o seu uso como estudos de técnica, através de uma questão fechadas e uma
aberta e de carácter quantitativas e qualitativas:
• “Concorda que o estudo de excertos orquestrais possam ser usados como estudos
de técnica?”;
• “Porquê?”.
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Gráfico 5 - Percentagem de docentes que têm por hábito apresentar excerto orquestrais
nas audições de classe
Outro dado significativo prende-se com a avaliação: apenas 60% dos professores
analisam formalmente a prática dos excertos, o que reforça a ideia de uma exploração
parcial deste recurso pedagógico.
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técnico como no estudo cultural e preparação performativa dos alunos. Contudo, a sua
utilização ainda se revela limitada: predomina a introdução tardia, a ausência de
audições e uma avaliação pouco sistemática. Deste modo, apesar do pouco número dr
respostas, concluo que existe um desfasamento entre a perceção da importância dos
excertos e a sua prática efetiva no ensino do contrabaixo e aponto para a necessidade de
uma integração mais consistente e estruturada deste recurso.
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“Arcadas e golpes de arco. 2. ed.” de Salles (2004), foca nas técnicas de arco
aplicadas a instrumentos de corda, detalhando os tipos de golpes, articulações e
combinações rítmicas. Dourado (2009), em “O Arco Dos Instrumentos de Cordas.”,
apresenta um estudo abrangente sobre o arco, incluindo a sua construção, manutenção,
os tipos de materiais usados na sua construção e as técnicas de execução. “Dr. Morton’s
double bass technique: concepts and ideas”, de Morton (1991), reúne conceitos e
exercícios inovadores para o contrabaixo, abrangendo postura e técnica de mão direita
(pizzicato e arco).
• Martelé - As notas são separadas por uma leve pausa nas mudanças de direção
do arco, em que os ataques do arco são acentuados.
Além disso, apesar de reconhecer irei deixar de fora do estudo as seguintes técnicas:
• Sul tasto - Arco perto da escala, com um som mais suave. “Flautado”;
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• Con Legno - Usa-se com a parte de madeira do arco em contacto com as cordas.
Produz um som percussivo e seco;
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Ao longo do ano letivo, tive acesso aos regulamentos6 das provas para orquestras
jovens que informavam os excertos solicitados nas suas provas de acesso. Feita
contagem, segue o resultado:
• Beethoven – Sinfonia nº 9: 8;
• Beethoven – Sinfonia nº 5: 3;
• Verdi – Otello: 1;
• Mahler – Sinfonia nº 1: 1;
6
Regulamentos analisados: AMYO (2025); Estágio Gulbenkian para Orquestra (2025); MIMA Mondego (2025); Orquestra
académica Filarmonia Portuguesa (2025); Jovem Orquestra Portuguesa (2025); EUYO (2025); Neue Philharmonie Munchen (2025);
Gustav Mahler Jugenorchester (2022); Orchestre des Jeunes de la Méditerranée (2025); Provas para Reforço Tutti de Contrabaixo da
Orquestra Gulbenkian (2025); Prova para Reforço Tutti de Contrabaixo da Orquestra Sinfónica Casa da Música Porto (2025);
Provas para Coordenador de Naipe e Coordenador de Naipe Assistente dos Contrabaixos do Teatro Nacional São Carlos (2025)
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• Bruckner – Sinfonia nº 4: 1;
• Beethoven – Sinfonia nº 5: 1.
Total de excertos solicitados em audições de orquestra nos últimos cinco anos: 227
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Com base na minha experiência pessoal durante o estágio, optei por integrar o
estudo de excertos com as aulas de classe de conjunto dos alunos do ensino profissional
(secundário). Como mencionei anteriormente, o professor cooperante já realizava este
trabalho nessas aulas, o que facilitou significativamente esta componente do estudo,
uma vez que, nas aulas em que não lecionava, a observação permitia-me complementar
a análise.
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Além disso, durante a planificação das aulas de naipe que lecionei, tive em
consideração as necessidades específicas do aluno B, que apresentava dificuldades de
consistência rítmica e variação de articulação na Sinfonia nº 40 de Mozart (Semestre I).
A utilização desta metodologia, permitiu não apenas aumentar a motivação do aluno
para o estudo, mas também aprimorar a técnica da mão direita. Este progresso foi
particularmente evidente quando executava a técnica de detaché no Concerto de
Dragonetti, nas aulas individuais, um repertório clássico de grande exigência devido às
características da articulação.
Por outro lado, a aplicação prática desta abordagem proporcionou uma ligação
eficaz entre o ensino individual e a participação do aluno nos contextos coletivos. Em
conversas durante e fora do contexto de aulas, o aluno B mencionou que o trabalho com
excertos introduziu noções fundamentais de articulação — nomeadamente as técnicas
de detaché, legato e spiccato — que o ajudaram a alcançar melhores performances na
OCE.
7
Orquestra Gulbenkian (19 de maio) e Orquestra Sinfónica Casa da Música (20 de junho)
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Além disso, ainda criei um exercício capaz de abordar este conceito e o anterior:
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ponta) em que é necessário realizar a técnica. Nestes casos, tocar ambos os excertos sem
a mão esquerda pareciam promissores.
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Tendo como base o exercício das cordas do Trio cheguei ao seguinte exercício:
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Este excerto revela alguns desafios técnicos pela sua dificuldade de execução da
mão esquerda e da mão direita. Na verdade, destaquei as técnicas de Legato, Portato e
Staccato como o foco.
Como é um andamento que é necessário o arco ter um movimento contínuo nas
mudanças de cordas, quando não são bem trabalhados desde a base, a tendência é
saírem descoordenados.
Assim, tive como base o exercício de cordas soltas do Scherzo da Sinfonia nº5
de Beethoven. Deste modo, notei o mesmo resultado que o Schero, o excerto torna-se
mais fluido, quando é estudado assim num estudo de andamento lento até à velocidade
final:
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Além disso, isolei o compasso 3 da secção 10, isolei de forma a estudar a estudar
a técnica de Stacatto:
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Concerto que estava a estudar para as provas
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• Elementos ESMAE: 4;
• Elementos DeCA: 4.
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Os apontamentos destas sessões encontram-se no Anexo III
10
Noto que só foi trabalhado as exposições ou primeiros compassos das obras solísticas. Salvo alguma exceção.
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Ao longo destas sessões, foi possível observar uma melhoria significativa na clareza
e consistência da articulação das semicolcheias. O ESMAE 1 passou a apresentar
ataques mais nítidos, mantendo a regularidade rítmica mesmo nas passagens rápidas
seguintes, e a transição entre notas curtas tornou-se mais fluida e controlada. Além
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Contudo, notei que esta combinação revelou ser altamente complementar pois
ambos reforçavam o rigor técnico, a consistência e a objetividade do som, da quantidade
de arco e nas técnicas de legato e portato.
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Tal como nos casos dos elementos da ESMAE, o estudo do concerto de Vanhal
com o excerto de Mozart revelou-se complementarmente produtivo. Em apenas três
sessões, a articulação das semicolcheias tornou-se clara após o trabalho específico sobre
as variações em détaché. A partir deste ponto, identifiquei um padrão relevante: para
resolver dificuldades em passagens de notas curtas, a aplicação do estudo em détaché
em velocidades mais lentas mostrou-se uma estratégia eficaz e consistente.
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Para enfrentar as suas fragilidades, decidi desafiar o meu colega ao escolher Ein
Heldenleben, de Richard Strauss. Na verdade, este excerto impõe grande exigência na
qualidade de projeção de som pelo que obriguei o DeCA a insistir, nas sessões
intermédias, na qualidade do som que extraia das primeiras notas do excerto. Apesar de
não ter sido focado num ou várias articulações no arco, este excerto serviu para
trabalhar outras técnicas do arco: a projeção e qualidade do som.
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direita exigida pelo excerto de Beethoven que fez com que o DeCA 4 cria-se uma a base
técnica sólida.
Durante estas sessões, o progresso foi claro: o DeCA passou a controlar melhor
o arco acima de tudo a organizar melhor. O legato que adquiriu, como consequência
oferecer uma maior continuidade nas linhas melódicas exigidas no desenvolvimento da
Elegy nº 3, o que resultou numa melhoria significativa na interpretação pois tornou-a
mais consistente.
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• “Idade”;
• “Instituição de Ensino”;
• “Formação Académica”;
• “Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são
tão facilmente trabalhadas em exercícios isolados?”;
• “Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou
num excerto para o repertório solista?”.
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• “Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais
no ensino técnico do arco?”;
Por fim a sexta, teve o objetivo de reunir as considerações finais, através de uma
questão fechada e uma aberta e de carácter quantitativa:
Este questionário revela que a utilização dos excertos orquestrais no estudo técnico
do arco é uma prática consolidada, embora nem sempre sistemática. Cerca de 75% dos
inquiridos utilizam os excertos como ferramenta de estudo, sendo que 50% o fazem
ocasionalmente e 50% regularmente.
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Gráfico 8 - Percentagem de inquiridos que usam excertos orquestrais nas suas aulas
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Expressão correta é estudo - Errata
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Na maioria das vezes, estes excertos são utilizados na preparação para provas de
acesso a orquestras, mas também aparecem em outros contextos.
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Gráfico 13- Percentagem dos inquiridos sobre os aspetos que sentiu maior impacto
Gráfico 14- Percentagem dos inquiridos que considera que o estudo de excertos
orquestrais deveria ter maior presença no ensino do contrabaixo
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[Link]ções Finais
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Conclusão
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Bibliografia
Dourado, H. A. (2009). O arco dos instrumentos de cordas. São Paulo: Irmãos Vitale;
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Maßmann, F., & Reinke, G. (Eds.). (2011). Test pieces for orchestral auditions: Double
bass. Schott Music.
Morton, M. A. (1991). Dr. Morton’s double bass technique: Concepts and ideas
(Ilustrada ed.). Columbus, USA: Basso Profondo Publications.
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López López, I., & Lago Castro, P. (2015). La academia de orquesta como modelo
formativo: una propuesta de aplicación en España. Foro de Educación, 13(18), pp.
111-122. [Link]
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Resumo:
A aula inicia com exercícios de aquecimento e trabalho de arco, usando a escala de
Mi Maior. Noto que o aluno está a usar um contrabaixo em afinação de orquestra (Mi –
Lá - Ré – Sol).
A primeira interação com a escala é em detaché, com o objetivo de ser trabalhada a
afinação, o controlo da velocidade do arco e a homogeneidade do som. Durante este
exercício, o docente nota que a dedilhação do aluno não está correta e pediu-me para
auxiliar na componente de divisão do arco, enquanto marcava numa folha a dedilhação
correta. A partir deste momento, auxílio o resto da aula. De seguida, o docente pede
variações de arcadas. O aluno realiza a escala, ligando as notas 2 a 2 e depois 4 a 4,
procurando sempre a homogeneidade do som e distribuir o seu peso do braço pelo arco
e as notas. De seguida, para trabalhar o antebraço e as notas rápidas, o docente pede
para realizar a escala em semicolcheias.
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conseguiu, o docente aborda o shiffting em que o ré# está próximo do dó#, dando a
ilusão de um dedo extra que depois seria calcado pelo verdadeiro. De seguida, realiza a
escala em 2 notas ligadas, trabalhando mais precisamente na transição do dó# para o
ré#, de novo. Dá o exercício de golpear a nota, pausar o movimento de arco enquanto
prepara a nota seguinte, resultando na solução do problema do aluno quando o
movimento aumenta de velocidade.
De seguida, é abordada a peça. O aluno, revela dificuldades no shiffting da mão
esquerda quando há duas arcadas para cima seguidas. Realiza o mesmo exercício do
final da escala, 3 vezes seguidas e continua. Noto que o aluno tem um “vício”: não olha
para a partitura e tenta tocar o que tem decorado, o que por vezes não está correto. O
docente de forma a corrigir o problema, faz exercícios em que o aluno não pode tirar os
olhos da partitura. Por fim, trabalha a distribuição do arco em 3 colcheias ligadas e 3
colcheias no movimento (cima, baixo, cima) da ponta do arco para o meio.
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Resumo:
A aula, inicia com exercícios de aquecimento e trabalho de coordenação entre mão
esquerda e direita, usando a escala de Mi Maior. Noto que o aluno está a usar um
contrabaixo em afinação de orquestra (Mi – Lá - Ré – Sol).
O docente pediu inicialmente para fazer a escala em detaché, de modo a reforçar
a continuidade do som e a articulação das notas. Durante este exercício, observei que o
aluno apresentava alguma tensão no cotovelo direito, o que foi prontamente corrigido
através de um exercício pouco ortodoxo: limpar o piano. Com este exercício, o docente
pretendia que o aluno acostumasse a mexer o cotovelo com um movimento mais
horizontal do que vertical.
De seguida, pediu variações de arcadas com ligaduras de 2 e 4 notas, de forma a
trabalhar a continuidade das notas ao longo das arcadas. De facto, notei uma melhoria
significativa na consistência do som após a segunda repetição do exercício em 2
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ligaduras. Contudo, quando o aluno tocou a escala com 4 notas ligadas apresentou
dificuldades na coordenação da mão esquerda e da mão direita.
Na segunda parte da aula, o docente pediu ao aluno para tocar os Estudos Nº1 e
2 de Sturm. No 1º estudo, o aluno evidenciou algumas falhas rítmicas, especialmente
nas passagens mais rápidas, então o docente trabalha essas passagens com o metrónomo
num tempo mais lento. Como ainda se notavam alguns erros rítmicos, pediu ao aluno
para solfejar o estudo com o metrónomo de forma a fazer perceber o aluno das
irregularidades que estava a fazer.
Por falta de tempo, o docente pediu ao aluno para tocar o Estudo nº2 do início ao
fim e deu por terminada a aula.
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Resumo:
A aula começou com escala de Mi Maior, em 2 oitavas, focando no ponto de
contacto do arco perto do cavalete. Deste modo, pedi ao aluno para fazer a variação de
nota a nota em detaché, mantendo o foco em projetar o som do instrumento, pedindo a
seguir as variações em 2 e 4 notas ligadas. Notei uma evolução do aluno nas mudanças
de corda com o arco, mas ainda há fragilidades nas descidas das escalas, especialmente
nas mudanças de posição quando as notas são ligadas em 2. Durante as escalas, toquei
as notas no piano de forma a melhorar a afinação do aluno.
De seguida, foi trabalhada a peça Gavote de Simandl. Como foi a 1º aula desta
peça a aula baseou-se a definir as arcadas e as dedilhações.
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Resumo:
A aula começou com escala de Mi Maior, em 2 oitavas, focando no ponto de
contacto do arco perto do cavalete, na organização do arco quer nas subidas quer nas
descidas e na afinação. Deste modo, pedi ao aluno para fazer a variação de nota a nota
em detaché, mantendo o foco em projetar o som do instrumento, pedindo a seguir as
variações em 2 e 4 notas ligadas. De facto, notei que o aluno melhorar nas mudanças de
posição da mão esquerda, mas ainda há fragilidades nas descidas das escalas,
especialmente nas mudanças de posição quando as notas são ligadas em 4, que durante
o ano letivo revelou ser a principal fragilidade. Durante as escalas, toquei as notas no
piano de forma a melhorar a afinação do aluno.
De seguida, foi trabalhada a peça Gavote de Simandl na qual notei que o aluno
melhorou a sua organização de arco. Contudo, revelou perder o contacto do arco com a
cordas especialmente na corda Sol. Isto deveu-se ao facto de não sentir o peso do braço
no arco. Além disso, trabalhamos as passagens das notas curtas pois apresentavam
irregularidades rítmicas.
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Resumo:
A aula começou com escala de Mi Maior, focando na afinação e o ponto de
contacto do arco perto do cavalete. O docente pediu focar nas variações de 2 e 4 notas,
mantendo o foco em projetar o som do instrumento e ligar as notas pela arcada.
De seguida, foi trabalhado o primeiro exercício dos Estudos Diários do Duncan
McTier, na variação nº 2, em que as mudanças de posição se baseiam no 4º dedo e na
posição de polegar pelo 3º. Ao longo da aula, o aluno mostrou algumas dificuldades no
final da passagem para a posição de polegar e na descida com o 3º dedo na 2º parte da
escala. Neste momento, pediu ao aluno para trabalhar a preparação da mão esquerda na
passagem de posição com o auxílio do piano para dar referencia na afinação. Após este
trabalho, foi trabalhada a organização do arco.
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Resumo:
A aula começou com escala de Mi Maior, focando no detaché. Desde o início do
ano letivo que o aluno tem vindo a melhorar esta técnica pelo que em pouco tempo
avancei para o Estudo do Ducan McTier.
O primeiro exercício dos Estudos Diários do Duncan McTier, na variação nº 2,
apesar do aluno ainda mostrar algumas dificuldades no final da passagem para a posição
de polegar mostrou consistência do som. O resto da aula foi uma conversa do docente
sobre o que fazer na prova do semestre.
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Resumo:
A aula começou com escala de Mi Maior, em 2 oitavas, focando no ponto de
contacto do arco perto do cavalete. Deste modo, pedi ao aluno para fazer a variação de
nota a nota em detaché, mantendo o foco em projetar o som do instrumento, tendo o
arco perto do cavalete. De facto, notei que o aluno melhorou a consistência do ponto do
contacto ao longo deste semestre
De seguida, foi trabalhada a Gavote, de Simandl, na qual notei que o aluno
melhorou a sua afinação pois quando estudou para a aula, ouviu a parte do piano.
Contudo, revelou perder o contacto do arco por falta de sentir o peso do braço no arco.
Até ao final da aula, trabalhamos as passagens das notas curtas pois apresentavam
irregularidades rítmicas com recurso ao metrónomo e solfejo.
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mais estrangulado o som soa. Então, o peso ideal tem de ser o normal do corpo, sem
qualquer força adicional. Além disso, deu a nota de que usar o arco de forma lenta e
com um bom som, distribuindo o contacto das cerdas pela corda ao longo do
movimento, era um bom sinal de técnica de mão direita. Para além disso, indicou que
devia continuar a procurar um bom som, durante o estudo, e ter cuidados com a
distribuição. Por fim, terminou esta parte da aula voltando ao detachê na oitava
intermédia, trabalhando o antebraço. Como o aluno estava em dificuldades com o
movimento, deu a ideia de limpar o piano usando um pano. Deste modo, praticou o
exercício fora do instrumento para saber que músculos usar.
De seguida, tocou o estudo de Kreutzer, onde continuou o trabalho de antebraço.
Estando a tocar semicolcheias, o docente procurou tirar do aluno uma consistência no
som, sem existir quebras nas mudanças de arco. Notei que o aluno tinha algumas partes
mal estudadas. O docente, deu a ideia de isolar os compassos ou a figura para confirmar
os erros que existiam e arranjar maneiras de como abordar. Um deles está a ser as
mudanças de posição. O docente trabalha o aluno com um exercício que consiste em
tocar uma semínima, parar o movimento do arco enquanto prepara a mão na nota
seguinte e voltar a fazer um golpe com um arco. Deste modo, consegue com que o
aluno tenha um som limpo do início ao fim da nota, tendo em conta a preparação da
seguinte.
Por fim, toca a Elegy nº1. O aluno toca a primeira parte da peça. O docente
manda parar e volta a frisar o plano de arco que o aluno tem de ter, dando a tenção a
pontos como a distribuição de arco e os shifftings. Termina a aula, a indicar que o som
na mesma nota tem de se manter nas restantes e que tem de ter atenção destes aspetos
no estudo.
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Após o final do exercício, o aluno mostrou que tinha a parte seguinte sólida. Contudo, a
parte final não apresentava estudo pois o aluno estava à procura de arcadas e
dedilhações.
Até ao final da aula, o docente decidiu em conjunto com o aluno as arcadas e as
dedilhações.
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Maior e Lá menor em três oitavas de forma o aluno replicar na peça. Após estes
exercícios, o aluno tocou a parte B com mais fluidez de arco e mudança de posição. Por
fim, chamei à atenção para as mudanças de posição serem pela corda.
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Trabalhei um bocado com ele a afinação tocando as notas da escala para lhe dar
referências.
Após este trabalho, revi o detaché com o estudo de Kreutzer. Na verdade, o
aluno mostra que tem praticado a primeira variação. De seguida, fomos para a peça e
após uma passagem do início ao fim trabalhei aspetos musicais. Peguei na partitura de
piano e mostrei um vídeo só da parte do piano para ver o aluno perceber em que partes
seriam mais tensas e mais líricas.
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Resumo:
A aula, inicia com exercícios de aquecimento e trabalho de arco, usando a escala de
Dó Maior. Noto que os alunos estão a usar contrabaixos em afinação de orquestra (Mi –
Lá - Ré – Sol), enquanto o docente está a usar em afinação de solista (Fá# - Si – Mi –
Lá).
Deste modo, a escala de Dó Maior serve para os alunos tentarem fundir o seu som,
pois era a primeira vez que estavam a tocar juntos. O docente seguiu as variações das
aulas individuais – um arco em cada nota; 2 notas ligadas; 4 notas ligadas; 7 notas ligas;
e cada nota em semicolcheias, de forma a praticar o detaché do talão ao meio do arco.
Assim, o docente está preocupado com a correção da técnica de mão direita e os
shifftings da mão esquerda, tendo o foco no som homogéneo de grupo. Noto que o
docente toca com os alunos para se habituarem a ouvir os parceiros de naipe. Voltando
às semicolcheias e ao detaché, pede para dar atenção ao movimento do antebraço e a
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gastar mais arco e estarem mais relaxados, de maneira ao peso natural do corpo ficar
sobre o arco.
De seguida, pega no excerto da Sinfonia nº 40 de Mozart, presente no livro
“Orchester Probespiel” para contrabaixo. Dá-me a indicação de vai ver com os alunos
em detaché e num tempo mais lento pois revela ser a primeira vez que eles tocam o
excerto (normalmente o excerto tocasse em spicatto). Além disso, afirma que em aulas
mais à frente irá ver a um tempo mais rápido de forma a praticarem o spicatto. O
docente, nota que os seus alunos, por vezes, perdem o contacto do arco com a corda nas
colcheias e nas mudanças de corda, dando a indicação que falta o peso do braço no arco.
De seguida, nota que algumas notas não respondem, pois, a corda não vibra
corretamente.
Afirma, que a causa deste problema se centra em usar o arco com muita
velocidade e pouco peso, notando que os alunos estão com o braço demasiado reto, não
dando espaço para o cotovelo relaxar e descansar o peso no arco. Outro aspeto que nota
do peso do corpo no arco é a curvatura do arco pois não se encontrava estável. Além
disso, os alunos começavam o excerto com o arco a vir do ar e não apoiado já na corda,
o que faz com que não haja estabilidade no início da primeira nota (dó).
De seguida, trabalha a primeira frase do excerto. Nota um erro dos alunos e
questiona do que se trata. Deste modo, estimula os alunos a pensar no que está mal para
quando estiverem a estudar saberem o que corrigir. Neste caso, o erro era a velocidade a
mais do arco. Trabalha o fraseio e a distribuição do arco nas primeiras notas, que se
repetem.
Aborda de novo o conceito de “plano do arco”, da semana passada, e menciona
que com as repetições do motivo, a velocidade do arco aumenta do meio para o talão e o
arco todo. Além disso, questiona o fraseio desta primeira frase: “A penúltima nota (sib)
acaba onde?”. Os alunos respondem, corretamente: “No início da última nota”. Deste
modo, os alunos antecipam os movimentos necessários a tocar as notas.
Por fim, o docente explora o conhecimento do excerto. Questiona em que parte
se situa o excerto (desenvolvimento) e as diferenças para com o início (dinâmica,
fraseio e distribuição do arco).
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Resumo
A aula, inicia com exercícios de aquecimento e trabalho de arco, usando a escala de
Dó Maior. Noto que os alunos estão a usar contrabaixos em afinação de orquestra (Mi –
Lá - Ré – Sol), enquanto o docente está a usar em afinação de solista (Fá# - Si – Mi –
Lá).
Durante escala de Dó Maior, o docente insistiu nas variações das aulas individuais –
um arco em cada nota; 2 notas ligadas; 4 notas ligadas; 7 notas ligas; e cada nota em
semicolcheias, de forma a praticar o detaché do talão ao meio do arco.
O docente pediu para eu me juntar aos alunos de forma a habituarem-se a ouvir
em naipe. Na verdade, pediu para que copiassem o som que realizei durante a escala. De
seguida, voltou ao trabalho de detaché do talão ao meio do arco com a última oitava da
escala. Além disso, foi ao piano tocar as notas para ajudar na afinação dos alunos pois
estes apresentavam dificuldades a afinar na descida.
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Resumo:
A aula, inicia com exercícios de aquecimento e trabalho de arco, usando a escala de
Dó Maior. Noto que os alunos estão a usar contrabaixos em afinação de solista, assim
como o docente (Fá# - Si – Mi – Lá).
Deste modo, a escala de Dó Maior teve como foco a projeção do som e a
exploração do ponto de contacto do arco perto do cavalete. Os alunos mostraram
dificuldades em tirar um bom som devido a estarem a pressionar a corda. Deste modo, o
docente pede para aumentarem a velocidade pelo que ambos conseguem solucionar o
problema em pouco tempo.
Além disso, são realizadas as variações habituais:2 notas ligadas; 4 notas
ligadas; 7 notas ligas; e cada nota em semicolcheias, de forma a praticar o detachê do
talão ao meio do arco.
De seguida, é trabalhado a coordenação das mãos no excerto da Sinfonia nº 40
de Mozart. Mais uma vez, o docente pede o exercício realizado na última aula em que
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Objetivos gerais
• Rever o excerto a tempo real.
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Objetivos gerais
• Promover a coesão e homogeneidade sonora do naipe;
• Desenvolver o legato;
• Melhorar a articulação e a afinação.
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Objetivos gerais
• Melhorar a afinação.
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Objetivos gerais
• Rever o excerto a tempo real.
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Sessões de Autoetnografia
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velocidade rápida nas mudanças de cordas, quando não são bem trabalhados desde a
base a tendência é saírem descoordenados.
Assim, experimentei ter como base as cordas soltas, como nos excertos da
sessão anterior. De facto, notei que o Scherzo se torna mais fluido, quando é estudado
em cordas soltas num estudo de andamento lento até à velocidade final. O mesmo com
o Ein Heldenleben pois notei que s mudanças de cordas ficavam mais fáceis.
Para estudar o Portato com a coordenação da mão esquerda, identifiquei quais os
arpejos que são tocado em ambos os excertos de forma a preparar os saltos com as
mudanças de corda. No caso do Scherzo, ainda criei um exercício capaz de juntar estes
dois conceitos.
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Sessão 2
Local: ESMAE
Dia: 19/9/2025
Hora: 14h30 – 15h30
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Sessão 3
Local: ESMAE
Dia: 26/9/2025
Hora: 14h30 – 15h30
Nesta sessão, verifiquei um progresso substancial, desde a última sessão, na
clareza e até na pulsação das semicolcheias. Decidi passar mais uma vez a variação do
excerto no detaché num andamento próximo ao andamento que o ESMAE 1 pretendia
fazer o Concerto (100 bpm).
A exposição passou a fluir com maior nitidez e leveza, embora ainda se notasse
alguma rigidez nas arcadas para cima quando estávamos em passagens com notas
curtas. No final da sessão, pedi para ser tocado o resto do concerto para ver se notava
alguma melhoria, apesar dessas parte não serem estudas nestas sessões. Na verdade,
notei algumas melhorias, mas a falta de estudo quer do desenvolvimento quer da
reexposição não permitiu que fosse algo notório.
Sessão 4
Local: ESMAE
Dia: 30/9/2025
Hora: 14h30 – 15h30
Nesta última sessão, o ESMAE 1 tocou unicamente a exposição do Concerto.
Após analisar os resultados considerei que houve melhorias na articulação e nos ataques
e desde a primeira sessão. Além disso, melhorou a regularidade rítmica mesmo nas
passagens rápidas seguintes, e a transição entre notas curtas tornou-se mais fluida e
controlada
O resto da sessão foi a responder o questionário e obter um feedback oral da
experiência.
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Sessão 2
Local: ESMAE
Dia: 19/9/2025
Hora: 15h30 – 16h30
Esta sessão teve com maior foco no estudo do excerto, mais precisamente na
manutenção de uma pulsação firme nas passagens rápidas e repetitivas. Ao longo da
sessão, o ESMAE 2 passou a demonstrar um maior domínio do ritmo e da coordenação
da mão direita com a esquerda. Contudo, quando passamos ao Concerto, ainda não
apresentou melhorias.
Sessão 3
Local: ESMAE
Dia: 26/9/2025
Hora: 15h30 – 16h30
Nesta sessão, o progresso foi notório pois apresentou uma coordenação de mãos
mais sólida e uma qualidade de som mais homogénea e controlada. As passagens
rápidas da exposição tornaram-se mais limpas assim como o excerto orquestral.
Contudo, ainda presentava algumas falhas em manter uma pulsação fixa.
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Sessão 4
Local: ESMAE
Dia: 30/9/2025
Hora: 15h30 – 16h30
Nesta última sessão, o ESMAE 2 tocou unicamente a exposição do Concerto. O
resto da sessão foi a responder o questionário e obter um feedback oral da experiência.
Por fim, sugerir continuar o estudo para melhorar nas dificuldades.
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Excertos Orquestrais como Exploração Técnica no Contrabaixo: Coletânea de Excertos Orquestrais para a Exploração das Técnicas de Arco
Tiago Filipe Soares Gomes
Nesta primeira sessão com o ESMAE 3, tinha como objetivos definir que parte
da Elegy iria servir de objeto de estudo, identificar quais as principais dificuldades dele
e escolher o excerto que iria ser usado como estudo.
Deste modo, após ouvir toda a peça, decidi que iria ser trabalhado os primeiros
19 compassos da peça. Notei que ao logo nas primeiras notas, revelou dificuldades em
manter o legato e o portato devido à pressão que fazia com o arco na corda.
Propus então o estudo do excerto da Sinfonia nº 9 de Beethoven. Inicialmente,
houve alguma hesitação especialmente na organização do arco e notava-se quebras nas
frases. Ao longo do resto da sessão, foram trabalhadas as arcadas e a organização do
arco.
Sessão 2
Local: ESMAE
Dia: 19/9/2025
Hora: 16h30 – 17h30
Foi trabalhado a continuidade do som no contrabaixo. Além disso, fizemos o
estudo do excerto num andamento lento (semínima = 40 bpm). Contudo, ainda não
apresentava melhorias até ao resto da sessão devido à falta de distribuição do peso do
braço pelas arcadas e escolha do ponto de contacto corretos.
Sessão 3
Local: ESMAE
Dia: 26/9/2025
Hora: 16h30 – 17h30
Foi trabalhado a continuidade do som no contrabaixo. Além disso, fizemos o
estudo do excerto num andamento lento (semínima = 50 bpm). Contudo, o ESMAE 3
não revelou muito estudo pelo que não houve grande progresso.
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Sessão 4
Local: ESMAE
Dia: 30/9/2025
Hora: 16h30 – 17h30
Nesta última sessão, o ESMAE 3 tocou o excerto e os primeiros compassos da obra.
Notei que praticou o excerto da última sessão até esta o que se notou uma grande
evolução pois desenvolvendo uma maior sensibilidade no contacto do arco com a corda
e na regulação da quantidade de arco gasto. Na peça, reconheci que apresentou as
mesmas melhorias. O resto da sessão foi a responder o questionário e obter um feedback
oral da experiência.
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Na primeira sessão com o ESMAE 4, grande parte do tempo foi para ouvir a
peça toda. Na verdade, o “Alla Mendelssohn” é uma obra que tem perto de 15 minutos
como duração. Após ter feito alguns comentários gerais, foquei na identificação dos
problemas do ESMAE 4. Deste modo, identifiquei a projeção do som e a fluidez das
mudanças de corda como principais problemas.
Assim, propus o excerto de Ein Heldenleben para trabalhar as técnicas de legato
e de portato, definindo como objetivo secundário melhorar o contacto do arco com a
corda e o equilíbrio entre a pressão e a velocidade. Após esta definição de objetivo, dei
por terminada a sessão por falta de tempo.
Sessão 2
Local: ESMAE
Dia: 19/9/2025
Hora: 17h30 – 18h30
Com exercícios das cordas soltas do excerto, o ESMAE 4 melhorou a projeção e
a continuidade do som. O som do contrabaixo começou a ganhar corpo, embora ainda
houvesse perda de foco em algumas mudanças rápidas de corda.
Sessão 3
Local: ESMAE
Dia: 26/9/2025
Hora: 17h30 – 18h30
Nesta sessão, notei eu desenvolveu uma maior destreza nas mudanças de corda
na mão direita, muito por culpa do trabalho realizado na variação do legato e da
variação do portato que tanto insisti durante as sessões. Além disso, fizemos alguns
exercícios de cordas soltas e organização do arco.
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Sessão 4
Local: ESMAE
Dia: 30/9/2025
Hora: 17h30 – 18h30
Nesta última sessão, respondeu ao questionário e deu um feedback oral da
experiência. O resto da sessão, foi dedicada a dar opinião sobre partes da obra.
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Sessão 3
Local: DeCA
Dia: 22/9/2025
Hora: 17h30 – 18h30
O DeCA 1 mais uma vez revelou um progresso significativo, o que fez com que
houvesse poucos aspetos a trabalhar. Trabalhamos de novo unicamente com as notas
separadas do Concerto em grupos ligados, num andamento médio até ao andamento
final (80 a 100 bpm).
Sessão 4
Local: DeCA
Dia: 29/9/2025
Hora: 17h30 – 18h30
Nesta última sessão, o DeCA 1 tocou unicamente a exposição do Concerto. O
resto da sessão foi a responder o questionário e obter um feedback oral da experiência.
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Tiago Filipe Soares Gomes
Sessão 2
Local: DeCA
Dia: 15/9/2025
Hora: 18h30 – 19h30
O estudo do excerto de Mozart da última sessão até esta revelou-se produtivo. O
DeCA 2 apresentou uma melhoria significativa pelo que experimentamos ver como
soava o Concerto. Após ouvir a exposição do início ao fim, dei por terminada a sessão.
Sessão 3
Local: DeCA
Dia: 22/9/2025
Hora: 18h30 – 19h30
Nesta sessão, a articulação das semicolcheias tornou-se clara após o trabalho
específico sobre as variações em détaché do excerto. Demos por terminado esta sessão
por falta de tempo por parte do DeCA 2.
Sessão 4
Local: DeCA
Dia: 29/9/2025
Hora: 18h30 – 19h30
Nesta última sessão, o DeCA 2 tocou unicamente a exposição do Concerto.
Após analisar os resultados considerei que houve melhorias na articulação desde a
primeira sessão. O resto da sessão foi a responder o questionário e obter um feedback
oral da experiência.
208
Excertos Orquestrais como Exploração Técnica no Contrabaixo: Coletânea de Excertos Orquestrais para a Exploração das Técnicas de Arco
Tiago Filipe Soares Gomes
Sessão 2
Local: DeCA
Dia: 15/9/2025
Hora: 19h30 – 20h30
Apesar de avanços subtis, persistia instabilidade nas longas frases do excerto. O
resto da sessão, focou-se em trabalhar num som mais cheio e contínuo, com foco na
exploração do “harmónico 0”, através de tocar os primeiros compassos do excerto.
Sessão 3
Local: DeCA
Dia: 22/9/2025
Hora: 19h30 – 20h30
Nesta sessão, persisti no foco da projeção do som e na exploração do
“harmónico 0”, com os primeiros compassos do excerto e das secções intermédias. A
sessão foi toca na base da projeção do som pelo que tivemos momentos em que foi
trabalhado cordas soltas.
Sessão 4
Local: DeCA
Dia: 29/9/2025
Hora: 19h30 – 20h30
Nesta última sessão, o DeCA 3 tocou unicamente a exposição do Concerto.
Após analisar os resultados considerei que houve melhorias na articulação desde a
primeira sessão. O resto da sessão foi a responder o questionário e obter um feedback
oral da experiência.
209
Excertos Orquestrais como Exploração Técnica no Contrabaixo: Coletânea de Excertos Orquestrais para a Exploração das Técnicas de Arco
Tiago Filipe Soares Gomes
Sessão 2
Local: DeCA
Dia: 15/9/2025
Hora: 20h30 – 21h30
Com o estudo do excerto, persisti na disciplina da mão direita. Foi trabalhando
especialmente a economia e o controlo da velocidade do arco no início do recitativo.
Devido à hora da sessão tivemos de terminar mais cedo por falta de tempo.
Sessão 3
Local: DeCA
Dia: 22/9/2025
Hora: 20h30 – 21h30
Nesta sessão, persisti de novo na disciplina da mão direita. Foi trabalhando
especialmente a economia e o controlo da velocidade do arco no início do recitativo.
Durante esta sessão, o progresso foi claro pois passou a controlar melhor o arco e acima
de tudo notei uma melhor organização. Reparei que com a prática da técnica de legato,
ofereceu uma maior continuidade nas linhas melódicas do desenvolvimento da Elegy nº
3.
210
Excertos Orquestrais como Exploração Técnica no Contrabaixo: Coletânea de Excertos Orquestrais para a Exploração das Técnicas de Arco
Tiago Filipe Soares Gomes
Sessão 4
Local: DeCA
Dia: 29/9/2025
Hora: 20h30 – 21h30
Nesta última sessão, o DeCA 4 tocou unicamente a exposição do Concerto.
Após analisar os resultados considerei que houve melhorias na articulação desde a
primeira sessão. O resto da sessão foi a responder o questionário e obter um feedback
oral da experiência.
211
Excertos Orquestrais como Exploração Técnica no Contrabaixo: Coletânea de Excertos Orquestrais para a Exploração das Técnicas de Arco
Tiago Filipe Soares Gomes
212
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado a docentes de contrabaixo e enquadra-se numa abordagem ao estudo
da implementação de excertos orquestrais como estudos técnicos, mais precisamente na exploração
da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE). Deste modo, os resultados
obtidos serão utilizados apenas para fins académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência no ensino do
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
Menos de 25 anos
Entre 25 e 35 anos
Entre 36 e 45 anos
Entre 46 e 55 anos
Mais de 55 anos
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Escola Profissional
Escola Pública
Escola Superior
Menos de 5 anos
5 a 10 anos
10 a 20 anos
Mais de 20 anos
Que graus leciona? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
II - Atividade Profissional
Sim
Não
Se sim, em que contextos?
Aulas
Estudo Pessoal
Audições/Provas Académicas
Outra:
Nesta secção,
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Nesta secção,
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau?
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Nada importante
Pouco importante
Importante
Bastante importante
Muito importante
V - Práticas e avaliação
Sim
Não
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, qual/quais?
Sim
Não
Porque? *
As diversas dificuldades presentes nos excertos de orquestra apresentam uma excelente oportunidade
para introduzir/trabalhar aspetos técnicos seja no arco ou na mão esquerda.
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado a docentes de contrabaixo e enquadra-se numa abordagem ao estudo
da implementação de excertos orquestrais como estudos técnicos, mais precisamente na exploração
da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE). Deste modo, os resultados
obtidos serão utilizados apenas para fins académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência no ensino do
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
Menos de 25 anos
Entre 25 e 35 anos
Entre 36 e 45 anos
Entre 46 e 55 anos
Mais de 55 anos
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Escola Profissional
Escola Pública
Escola Superior
Menos de 5 anos
5 a 10 anos
10 a 20 anos
Mais de 20 anos
Que graus leciona? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
II - Atividade Profissional
Sim
Não
Se sim, em que contextos?
Aulas
Estudo Pessoal
Audições/Provas Académicas
Outra:
Nesta secção,
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Nesta secção,
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau?
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Nada importante
Pouco importante
Importante
Bastante importante
Muito importante
V - Práticas e avaliação
Sim
Não
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, qual/quais?
Sim
Não
Porque? *
Tendo em mente que o comportamento e a forma de tocar a solo é, muitas vezes, diferente da forma de
tocar excertos orquestrais, seja numa prova ou mesmo em concerto, faz sentido que o seu estudo
desenvolva e seja mais focado em componentes técnicos diferentes e/ou mais específicos que por
vezes não são tão trabalhados como deviam no contexto de música solo.
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado a docentes de contrabaixo e enquadra-se numa abordagem ao estudo
da implementação de excertos orquestrais como estudos técnicos, mais precisamente na exploração
da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE). Deste modo, os resultados
obtidos serão utilizados apenas para fins académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência no ensino do
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
Menos de 25 anos
Entre 25 e 35 anos
Entre 36 e 45 anos
Entre 46 e 55 anos
Mais de 55 anos
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Escola Profissional
Escola Pública
Escola Superior
Menos de 5 anos
5 a 10 anos
10 a 20 anos
Mais de 20 anos
Que graus leciona? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
II - Atividade Profissional
Sim
Não
Se sim, em que contextos?
Aulas
Estudo Pessoal
Audições/Provas Académicas
Outra:
Nesta secção,
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Orchester probespiel
Nesta secção,
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau?
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Nada importante
Pouco importante
Importante
Bastante importante
Muito importante
V - Práticas e avaliação
Sim
Não
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, qual/quais?
Sim
Não
Porque? *
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado a docentes de contrabaixo e enquadra-se numa abordagem ao estudo
da implementação de excertos orquestrais como estudos técnicos, mais precisamente na exploração
da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE). Deste modo, os resultados
obtidos serão utilizados apenas para fins académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência no ensino do
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
Menos de 25 anos
Entre 25 e 35 anos
Entre 36 e 45 anos
Entre 46 e 55 anos
Mais de 55 anos
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Escola Profissional
Escola Pública
Escola Superior
Menos de 5 anos
5 a 10 anos
10 a 20 anos
Mais de 20 anos
Que graus leciona? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
II - Atividade Profissional
Sim
Não
Se sim, em que contextos?
Aulas
Estudo Pessoal
Audições/Provas Académicas
Outra:
Nesta secção,
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Nesta secção,
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau?
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Nada importante
Pouco importante
Importante
Bastante importante
Muito importante
V - Práticas e avaliação
Sim
Não
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, qual/quais?
Sim
Não
Porque? *
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado a docentes de contrabaixo e enquadra-se numa abordagem ao estudo
da implementação de excertos orquestrais como estudos técnicos, mais precisamente na exploração
da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE). Deste modo, os resultados
obtidos serão utilizados apenas para fins académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência no ensino do
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
Menos de 25 anos
Entre 25 e 35 anos
Entre 36 e 45 anos
Entre 46 e 55 anos
Mais de 55 anos
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Escola Profissional
Escola Pública
Escola Superior
Menos de 5 anos
5 a 10 anos
10 a 20 anos
Mais de 20 anos
Que graus leciona? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
II - Atividade Profissional
Sim
Não
Se sim, em que contextos?
Aulas
Estudo Pessoal
Audições/Provas Académicas
Outra:
Nesta secção,
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau? *
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Nesta secção,
Sim
Não
Se sim, a partir de que grau?
Iniciação
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
5º grau
6º grau
7º grau
8º grau
Ensino Superior
Nada importante
Pouco importante
Importante
Bastante importante
Muito importante
V - Práticas e avaliação
Sim
Não
Sim
Não
Sim
Não
Se sim, qual/quais?
Sim
Não
Porque? *
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado aos pares das classes da Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo (ESMAE) e do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA) e
enquadra-se numa abordagem ao estudo da implementação de excertos orquestrais como estudos
técnicos, mais precisamente na exploração da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da ESMAE. Deste modo, os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins
académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência como aluno de
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Instituição de ensino *
DeCA
ESMAE
Menos de 5
Entre 5 a 10
Entre 10 a 15
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Com que frequência utiliza excertos orquestrais nas suas aulas? *
Sempre
Regularmente
Ocasionalmente
Raramente
Quando utiliza excertos orquestrais nas aulas de instrumento, fá-lo apenas em preparação *
para provas ou também noutros contextos?
Quais são os objetivos principais ao usar excertos orquestrais? (assinale todos os que se *
aplicam)
Outra:
Aplicação Técnica
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Que técnicas específicas do arco costuma trabalhar através de excertos orquestrais? *
(detaché, legato, martelé, staccato,spiccato, portato)
Diferentes tipos de spiccato, staccato, detaché, legato, martelé, mudanças de corda, de ponto de
contacto, quantidade de cerdas, velocidade de arco.
Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são tão facilmente *
trabalhadas em exercícios isolados?
Sim
Não
Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou num excerto
para o repertório solista?
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Em que aspetos técnicos sentiu maior impacto? *
Detaché
Legato
Martelé
Staccato
spiccato
Portato
Consistência rítmica
Outra:
Poderia dar um exemplo concreto de uma passagem do repertório solista que beneficiou do *
estudo de excertos orquestrais?
A última página do concerto de Bottesini número dois. O spiccato dessa passagem ficou bastante claro
depois do estudo dos excertos orquestrais.
Vantagens e Limitações
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais no ensino *
técnico do arco?
Pode ser uma boa introdução a conceitos como a mudanças de corda, na escolha da quantidade de
cerdas e arco e de outras técnicas como o spiccato, staccato e o detaché
Considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter maior presença no ensino do *
contrabaixo?
Sim
Não
Que recomendações daria a outros docentes que pretendam aplicar excertos orquestrais *
como ferramenta pedagógica?
Ter paciência e trabalhar um detalhe de cada vez. Por exemplo, as vezes é importante que afinação
esteja menos bem para se calhar o arco estar bastante bem e depois é que se trabalha a afinação
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado aos pares das classes da Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo (ESMAE) e do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA) e
enquadra-se numa abordagem ao estudo da implementação de excertos orquestrais como estudos
técnicos, mais precisamente na exploração da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da ESMAE. Deste modo, os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins
académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência como aluno de
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Instituição de ensino *
DeCA
ESMAE
Menos de 5
Entre 5 a 10
Entre 10 a 15
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Com que frequência utiliza excertos orquestrais nas suas aulas? *
Sempre
Regularmente
Ocasionalmente
Raramente
Quando utiliza excertos orquestrais nas aulas de instrumento, fá-lo apenas em preparação *
para provas ou também noutros contextos?
Outra:
Quais são os objetivos principais ao usar excertos orquestrais? (assinale todos os que se *
aplicam)
Outra:
Aplicação Técnica
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Que técnicas específicas do arco costuma trabalhar através de excertos orquestrais? *
(detaché, legato, martelé, staccato,spiccato, portato)
Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são tão facilmente *
trabalhadas em exercícios isolados?
Sim
Não
Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou num excerto
para o repertório solista?
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Em que aspetos técnicos sentiu maior impacto? *
Detaché
Legato
Martelé
Staccato
spiccato
Portato
Consistência rítmica
Outra:
Poderia dar um exemplo concreto de uma passagem do repertório solista que beneficiou do *
estudo de excertos orquestrais?
Um bom exemplo é o excerto da Nona de Beethoven (passagem antes do Hino da Alegria). Este excerto
com frases longas e cantabile exige um grande controlo de som e arco. Este tipo de trabalho beneficia
diretamente peças como [Link]. a Elegia n.º 1 de Bottesini, que também requer continuidade no fraseado,
frases cantadas e com um som rico e de qualidade.
Vantagens e Limitações
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais no ensino *
técnico do arco?
As vantagens são que estamos a trabalhar diretamente com repertório orquestral e isso: *prepara-nos
para futuras provas de orquestra;
*É mais interessante do que trabalhar a técnica do arco com estudos mais monótonos de livros de
estudos como o Stohr e Montanari, como habitual.
Que limitações ou dificuldades encontra nesta abordagem? *
São mais exigentes do que os típicos estudos dos livros pois não trabalham apenas efeitos técnicos do
arco, mas também temos de ter muita atenção a aspetos mais melódicos.
De resto, acho que está prática muito útil e que teria efeitos muito positivos no desenvolvimento técnico
e musical dos contrabaixistas
Considerações Finais
Considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter maior presença no ensino do *
contrabaixo?
Sim
Não
Que recomendações daria a outros docentes que pretendam aplicar excertos orquestrais *
como ferramenta pedagógica?
Recomendaria que os docentes escolhessem excertos orquestrais que trabalhem aspetos técnicos e
expressivos comuns ao repertório solista, incentivando o aluno a perceber essas ligações.
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado aos pares das classes da Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo (ESMAE) e do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA) e
enquadra-se numa abordagem ao estudo da implementação de excertos orquestrais como estudos
técnicos, mais precisamente na exploração da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da ESMAE. Deste modo, os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins
académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência como aluno de
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Instituição de ensino *
DeCA
ESMAE
Menos de 5
Entre 5 a 10
Entre 10 a 15
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Com que frequência utiliza excertos orquestrais nas suas aulas? *
Sempre
Regularmente
Ocasionalmente
Raramente
Quando utiliza excertos orquestrais nas aulas de instrumento, fá-lo apenas em preparação *
para provas ou também noutros contextos?
Quais são os objetivos principais ao usar excertos orquestrais? (assinale todos os que se *
aplicam)
Outra:
Aplicação Técnica
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Que técnicas específicas do arco costuma trabalhar através de excertos orquestrais? *
(detaché, legato, martelé, staccato,spiccato, portato)
Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são tão facilmente *
trabalhadas em exercícios isolados?
Sim
Não
Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou num excerto
para o repertório solista?
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Em que aspetos técnicos sentiu maior impacto? *
Detaché
Legato
Martelé
Staccato
spiccato
Portato
Consistência rítmica
Poderia dar um exemplo concreto de uma passagem do repertório solista que beneficiou do *
estudo de excertos orquestrais?
No excerto da 9.ªsinf. de Beethoven, trabalhei algumas questões rítmicas e a devida divisão de arco
ajudou na precisão e velocidade do arco
Vantagens e Limitações
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais no ensino *
técnico do arco?
Torna-se um motivo extra para trabalhar as nossas dificuldades tanto técnicas como musicais. A
técnica de arco torna-se a nossa dicção e é essencial para qualquer momento musical.
Que limitações ou dificuldades encontra nesta abordagem? *
Encontrei a minha maior dificuldade no excerto da 40°sinf. de Mozart, na execução de spiccato nas
mudanças de corda. Estou a trabalhar a preparação e a manutenção do ritmo.
Considerações Finais
Considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter maior presença no ensino do *
contrabaixo?
Sim
Não
Que recomendações daria a outros docentes que pretendam aplicar excertos orquestrais *
como ferramenta pedagógica?
Os excertos por si já são atrativos. Como ferramenta pedagógica, recomendava aos docentes para
incentivarem os alunos a ouvirem os excertos e as obras orquestrais mais importantes para provas, pois
são com os excertos que se decidem provas. Se interessar ao aluno, fica a motivação de “limpar
passagens” e “alinhar arestas”.
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado aos pares das classes da Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo (ESMAE) e do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA) e
enquadra-se numa abordagem ao estudo da implementação de excertos orquestrais como estudos
técnicos, mais precisamente na exploração da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da ESMAE. Deste modo, os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins
académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência como aluno de
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Instituição de ensino *
DeCA
ESMAE
Menos de 5
Entre 5 a 10
Entre 10 a 15
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Com que frequência utiliza excertos orquestrais nas suas aulas? *
Sempre
Regularmente
Ocasionalmente
Raramente
Quando utiliza excertos orquestrais nas aulas de instrumento, fá-lo apenas em preparação *
para provas ou também noutros contextos?
Outra:
Quais são os objetivos principais ao usar excertos orquestrais? (assinale todos os que se *
aplicam)
Outra:
Aplicação Técnica
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Que técnicas específicas do arco costuma trabalhar através de excertos orquestrais? *
(detaché, legato, martelé, staccato,spiccato, portato)
Spiccato, legato
Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são tão facilmente *
trabalhadas em exercícios isolados?
Sim
Não
Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou num excerto
para o repertório solista?
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Em que aspetos técnicos sentiu maior impacto? *
Detaché
Legato
Martelé
Staccato
spiccato
Portato
Consistência rítmica
Outra:
Poderia dar um exemplo concreto de uma passagem do repertório solista que beneficiou do *
estudo de excertos orquestrais?
Vantagens e Limitações
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais no ensino *
técnico do arco?
Dificuldade técnica dos excertos, compreensão da função da parte de "acompanhamento" numa obra
orquestral
Considerações Finais
Considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter maior presença no ensino do *
contrabaixo?
Sim
Não
Que recomendações daria a outros docentes que pretendam aplicar excertos orquestrais *
como ferramenta pedagógica?
Começar com excertos mais acessíveis e exercícios técnicos como base para estes
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado aos pares das classes da Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo (ESMAE) e do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA) e
enquadra-se numa abordagem ao estudo da implementação de excertos orquestrais como estudos
técnicos, mais precisamente na exploração da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da ESMAE. Deste modo, os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins
académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência como aluno de
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Instituição de ensino *
DeCA
ESMAE
Menos de 5
Entre 5 a 10
Entre 10 a 15
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Com que frequência utiliza excertos orquestrais nas suas aulas? *
Sempre
Regularmente
Ocasionalmente
Raramente
Quando utiliza excertos orquestrais nas aulas de instrumento, fá-lo apenas em preparação *
para provas ou também noutros contextos?
Outra:
Quais são os objetivos principais ao usar excertos orquestrais? (assinale todos os que se *
aplicam)
Outra:
Aplicação Técnica
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Que técnicas específicas do arco costuma trabalhar através de excertos orquestrais? *
(detaché, legato, martelé, staccato,spiccato, portato)
Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são tão facilmente *
trabalhadas em exercícios isolados?
Sim
Não
Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou num excerto
para o repertório solista?
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Em que aspetos técnicos sentiu maior impacto? *
Detaché
Legato
Martelé
Staccato
spiccato
Portato
Consistência rítmica
Outra:
Poderia dar um exemplo concreto de uma passagem do repertório solista que beneficiou do *
estudo de excertos orquestrais?
Vantagens e Limitações
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais no ensino *
técnico do arco?
Desenvolve técnicas essências para o repertório solista mas também prepara o músico para provas
orquestrais
Considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter maior presença no ensino do *
contrabaixo?
Sim
Não
Que recomendações daria a outros docentes que pretendam aplicar excertos orquestrais *
como ferramenta pedagógica?
Explicar o básico ou o que se pretende retirar do excerto, deixar o aluno estudar por si mesmo e ouvir o
aluno dias depois e ajudar nas dificuldades
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado aos pares das classes da Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo (ESMAE) e do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA) e
enquadra-se numa abordagem ao estudo da implementação de excertos orquestrais como estudos
técnicos, mais precisamente na exploração da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da ESMAE. Deste modo, os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins
académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência como aluno de
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Instituição de ensino *
DeCA
ESMAE
Menos de 5
Entre 5 a 10
Entre 10 a 15
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Com que frequência utiliza excertos orquestrais nas suas aulas? *
Sempre
Regularmente
Ocasionalmente
Raramente
Quando utiliza excertos orquestrais nas aulas de instrumento, fá-lo apenas em preparação *
para provas ou também noutros contextos?
Outra:
Quais são os objetivos principais ao usar excertos orquestrais? (assinale todos os que se *
aplicam)
Outra:
Aplicação Técnica
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Que técnicas específicas do arco costuma trabalhar através de excertos orquestrais? *
(detaché, legato, martelé, staccato,spiccato, portato)
Spiccato
Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são tão facilmente *
trabalhadas em exercícios isolados?
Sim
Não
Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou num excerto
para o repertório solista?
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Em que aspetos técnicos sentiu maior impacto? *
Detaché
Legato
Martelé
Staccato
spiccato
Portato
Consistência rítmica
Outra:
Poderia dar um exemplo concreto de uma passagem do repertório solista que beneficiou do *
estudo de excertos orquestrais?
Vantagens e Limitações
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais no ensino *
técnico do arco?
O facto de serem abordadas variadas técnicas de arco num curto período de tempo sem margem para
erro
Considerações Finais
Considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter maior presença no ensino do *
contrabaixo?
Sim
Não
Que recomendações daria a outros docentes que pretendam aplicar excertos orquestrais *
como ferramenta pedagógica?
Por exemplo, incluir uma parte da aula de contrabaixo para desenvolvimento e prática de um excerto ou
mais excertos
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado aos pares das classes da Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo (ESMAE) e do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA) e
enquadra-se numa abordagem ao estudo da implementação de excertos orquestrais como estudos
técnicos, mais precisamente na exploração da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da ESMAE. Deste modo, os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins
académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência como aluno de
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Instituição de ensino *
DeCA
ESMAE
Menos de 5
Entre 5 a 10
Entre 10 a 15
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Com que frequência utiliza excertos orquestrais nas suas aulas? *
Sempre
Regularmente
Ocasionalmente
Raramente
Quando utiliza excertos orquestrais nas aulas de instrumento, fá-lo apenas em preparação *
para provas ou também noutros contextos?
Outra:
Quais são os objetivos principais ao usar excertos orquestrais? (assinale todos os que se *
aplicam)
Outra:
Aplicação Técnica
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Que técnicas específicas do arco costuma trabalhar através de excertos orquestrais? *
(detaché, legato, martelé, staccato,spiccato, portato)
Staccato e spiccato
Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são tão facilmente *
trabalhadas em exercícios isolados?
Sim
Não
Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou num excerto
para o repertório solista?
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Em que aspetos técnicos sentiu maior impacto? *
Detaché
Legato
Martelé
Staccato
spiccato
Portato
Consistência rítmica
Outra:
Poderia dar um exemplo concreto de uma passagem do repertório solista que beneficiou do *
estudo de excertos orquestrais?
A exposição do Vanhal
Vantagens e Limitações
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais no ensino *
técnico do arco?
Variadas
Considerações Finais
Considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter maior presença no ensino do *
contrabaixo?
Sim
Não
Que recomendações daria a outros docentes que pretendam aplicar excertos orquestrais *
como ferramenta pedagógica?
A recomendação que daria é a introdução do estudo de exertos a partir do quinto grau com vista a um
maior desenvolvimento do aluno e uma preparação para o seu futuro em provas orquestrais
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado aos pares das classes da Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo (ESMAE) e do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA) e
enquadra-se numa abordagem ao estudo da implementação de excertos orquestrais como estudos
técnicos, mais precisamente na exploração da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da ESMAE. Deste modo, os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins
académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência como aluno de
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Instituição de ensino *
DeCA
ESMAE
Menos de 5
Entre 5 a 10
Entre 10 a 15
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Com que frequência utiliza excertos orquestrais nas suas aulas? *
Sempre
Regularmente
Ocasionalmente
Raramente
Quando utiliza excertos orquestrais nas aulas de instrumento, fá-lo apenas em preparação *
para provas ou também noutros contextos?
Outra:
Quais são os objetivos principais ao usar excertos orquestrais? (assinale todos os que se *
aplicam)
Outra:
Aplicação Técnica
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Que técnicas específicas do arco costuma trabalhar através de excertos orquestrais? *
(detaché, legato, martelé, staccato,spiccato, portato)
Spiccato
Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são tão facilmente *
trabalhadas em exercícios isolados?
Sim
Não
Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou num excerto
para o repertório solista?
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Em que aspetos técnicos sentiu maior impacto? *
Detaché
Legato
Martelé
Staccato
spiccato
Portato
Consistência rítmica
Outra:
Poderia dar um exemplo concreto de uma passagem do repertório solista que beneficiou do *
estudo de excertos orquestrais?
Vantagens e Limitações
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais no ensino *
técnico do arco?
Aprimorar a técnica
Técnicas
Considerações Finais
Considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter maior presença no ensino do *
contrabaixo?
Sim
Não
Que recomendações daria a outros docentes que pretendam aplicar excertos orquestrais *
como ferramenta pedagógica?
Utilização de excertos orquestrais , não só na preparação de provas , mas também para melhorar a
técnica do arco na execução de obras como solista.
Formulários
Excertos Orquestrais como Estudos Técnicos:
Coletânea de Excertos Orquestrais para a
Exploração das Técnicas de Arco no
Contrabaixo
Este questionário é destinado aos pares das classes da Escola Superior de Música e Artes do
Espetáculo (ESMAE) e do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA) e
enquadra-se numa abordagem ao estudo da implementação de excertos orquestrais como estudos
técnicos, mais precisamente na exploração da técnica do arco no contrabaixo.
Além disso, tem como objetivo a recolha de dados para o trabalho final (tese) do Mestrado em Ensino
de Música, da ESMAE. Deste modo, os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins
académicos.
O questionário é anónimo, não devendo por tanto colocar a sua identificação, nem assinar o
questionário. Na maioria das questões (obrigatórias) apenas é necessário assinalar uma opção de
resposta. Relativamente às questões não obrigatórias, a resposta é livre.
I - Informação Pessoal
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre si próprio(a) e a sua experiência como aluno de
contrabaixo. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Idade *
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Instituição de ensino *
DeCA
ESMAE
Menos de 5
Entre 5 a 10
Entre 10 a 15
Formação Académica *
Ensino Secundário
Mestrado
Doutoramento
Pós-doutoramento
Outra:
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Com que frequência utiliza excertos orquestrais nas suas aulas? *
Sempre
Regularmente
Ocasionalmente
Raramente
Quando utiliza excertos orquestrais nas aulas de instrumento, fá-lo apenas em preparação *
para provas ou também noutros contextos?
Outra:
Quais são os objetivos principais ao usar excertos orquestrais? (assinale todos os que se *
aplicam)
Outra:
Aplicação Técnica
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Que técnicas específicas do arco costuma trabalhar através de excertos orquestrais? *
(detaché, legato, martelé, staccato,spiccato, portato)
Spiccato
Considera que os excertos permitem explorar variações técnicas que não são tão facilmente *
trabalhadas em exercícios isolados?
Sim
Não
Caso se aplique, quais estratégias utiliza para transferir a técnica que aprimorou num excerto
para o repertório solista?
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Sim
Não
Em que aspetos técnicos sentiu maior impacto? *
Detaché
Legato
Martelé
Staccato
spiccato
Portato
Consistência rítmica
Outra:
Poderia dar um exemplo concreto de uma passagem do repertório solista que beneficiou do *
estudo de excertos orquestrais?
Vantagens e Limitações
Nesta secção, é-lhe pedida alguma informação sobre a sua experiência com o estudo de excertos
orquestrais. Assinale para cada pergunta a opção que se aplica no seu caso.
Na sua opinião, quais são as principais vantagens de usar excertos orquestrais no ensino *
técnico do arco?
É precisoo alguém com experiencia para ajudar na escolha dos melhores excertos bem como no estudo
necessário tendo em conta o contexto da orquestra onde esses excertos de encaixam.
Considerações Finais
Considera que o estudo de excertos orquestrais deveria ter maior presença no ensino do *
contrabaixo?
Sim
Não
Que recomendações daria a outros docentes que pretendam aplicar excertos orquestrais *
como ferramenta pedagógica?
Simplesmente começar a utilizá-los com estudos em vez de umicamente para audições. Embora
acredite que isso se aplique a alunos um pouco mais avançados, secundário por exemplo, devido á
dificuldade de encontrar excertos interessantes e acessíveis aos alunos mais novos.
Formulários
Tiago Filipe Soares Gomes
MESTRADO
ENSINO DE MÚSICA
INSTRUMENTO - CONTRABAIXO
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