Definições de Manutenção Predial e Normas
Definições de Manutenção Predial e Normas
Com a finalidade de facilitar o entendimento deste Plano de Manutenção, esclarecemos o significado das nomenclaturas
utilizadas:
• ABNT NBR 5674 - Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que estabelece os requisitos do sistema de gestão de
manutenção de edificações.
• ABNT NBR 14037 - Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas que estabelece os requisitos mínimos para
elaboração e apresentação dos conteúdos do Manual de Uso, Operação e Manutenção das edificações, elaborado e
entregue pelo construtor e/ou incorporador ao condomínio por ocasião da entrega do empreendimento.
• ABNT NBR 15575 - Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas que estabelece e avalia os requisitos e critérios de
desempenho que se aplicam as edificações habitacionais, tanto como um todo quanto como de forma isolada para um ou
mais sistemas específicos.
• ABNT NBR 16280 - Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas que estabelece os requisitos para os sistemas de
gestão de controle de processos, projetos, execução e segurança a serem adotados.
• Durabilidade - E a capacidade da edificação – ou de seus sistemas – de desempenhar suas funções ao longo do tempo, e
sob condições de uso e manutenção especificadas no Manual de Uso, Operação e Manutenção. O termo “durabilidade” e
comumente utilizado como qualitativo, para expressar a condição em que a edificação ou seus sistemas mantêm o
desempenho requerido, durante a vida útil. A durabilidade de um produto se extingue quando ele deixa de atender as
funções que lhe foram atribuídas, quer seja pela degradação, que o conduz a um estado insatisfatório de desempenho, quer
seja por obsolescência funcional.
• Garantia contratual - Período de tempo igual ou superior ao prazo de garantia legal e condições complementares oferecidas
voluntariamente pelo fornecedor (incorporador, construtor ou fabricante) na forma de certificado ou termo de garantia ou
contrato no qual constam prazos e condições complementares a garantia legal, para que o consumidor possa reclamar dos
vícios ou defeitos verificados na entrega de seu produto. Este prazo pode ser diferenciado para cada um dos componentes
do produto, a critério do fornecedor. A garantia contratual e facultativa, complementar a garantia legal, não implicando
necessariamente na soma dos prazos. Na norma ABNT NBR 15575 são detalhados prazos de garantia recomendados,
usualmente praticados pelo setor da construção civil, correspondentes ao período de tempo em que e elevada a
probabilidade de que eventuais vícios ou defeitos em um sistema, em estado de novo, venham a se manifestar, decorrentes
de anomalias que repercutam em desempenho inferior aquele previsto.
• Manutenção rotineira - Nos termos da ABNT NBR 5674, caracteriza-se por um fluxo constante de serviços, padronizados e
cíclicos, citando-se, por exemplo, limpeza geral e lavagem de áreas comuns.
• Manutenção corretiva - Nos termos da ABNT NBR 5674, caracteriza-se por serviços que demandam ação ou intervenção
imediata a fim de permitir a continuidade do uso dos sistemas, elementos ou componentes das edificações, ou evitar graves
riscos ou prejuízos pessoais e/ou patrimoniais aos seus usuários ou proprietários.
• Manutenção preventiva - Nos termos da ABNT NBR 5674, caracteriza-se por serviços cuja realização seja programada com
antecedência, priorizando as solicitações dos usuários, estimativas da durabilidade esperada dos sistemas, elementos ou
componentes das edificações em uso, gravidade e urgência, e relatórios de verificações periódicas sobre o seu estado de
degradação.
• Profissional habilitado - Pessoa física e/ou jurídica, prestadora de serviço, legalmente habilitada, com registro valido em
órgãos legais competentes para exercício da profissão, prevenção de respectivos riscos e implicações de sua atividade nos
demais sistemas do edifício.
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• Solidez da construção - São itens relacionados a solidez da edificação e que possam comprometer a sua segurança, neles
incluídas pecas e componentes da estrutura do edifício, tais como lajes, pilares, vigas, estruturas de fundação, contenções e
arrimos.
• Vida útil - VU - Nos termos da ABNT NBR 15575, vida útil e o período de tempo em que um edifício e/ou seus sistemas se
prestam as atividades para as quais foram projetados e construídos, com atendimento dos níveis de desempenho previstos
nas normas técnicas, considerando a periodicidade e a correta execução dos processos de manutenção especificados no
respectivo Manual de Uso, Operação e Manutenção (a vida útil não pode ser confundida com prazo de garantia legal ou
contratual).
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1.0 INTRODUÇÃO
Para elaborar esse guia de manutenção preventiva das escolas, foi levado em consideração as normas ABNT NBR 5674 e ABNT
14037, que apresentam diretrizes para elaboração dos manuais e do sistema de gestão de manutenção da edificação e da norma
ABNT NBR 15575 que estabelece níveis de desempenho, sugestões de prazos de garantias, e que destaca a importância do correto
uso e manutenção dos imóveis. Somadas a elas, a recém-publicada norma ABNT NBR 16280 que estabelece os requisitos para os
sistemas de gestão de controle de processos, projetos, execução e segurança a serem adotados na execução de reformas em
edificações vem completar o conceito do correto uso do imóvel.
1.1 OBJETIVO
O objetivo principal, do plano apresentado é estabelecer uma sistemática mais eficiente e eficaz de gestão predial, com foco
na manutenção preventiva. Além da preservação da edificação, esse plano tem como objetivo economizar os gastos públicos, e
principalmente melhorar a confiabilidade dos sistemas e instalações que integram a edificação, trazendo segurança e bem-estar aos
servidores, terceirizados, alunos e visitantes.
1.2 RESPONSABILIDADES
ESTADO: Elaborar o Manual de Manutenção atendendo as normas ABNT NBR 14037, ABNT NBR 5674 e ABNT 15575, da
suporte para que se possa ser realizado essas manutenções, informar os prazos de garantias, apresentar projetos de melhoria para o
sistema de gestão de manutenção, informar como será realizado o atendimento quando o sistema de manutenção não for eficaz e
disponibilizar técnicos capacitados para sanar todas as dúvidas que venham a ter em relação a edificação.
DIRETOR/GESTOR: Preservar a edificação, não usar a edificação fora das condições previstas e projetadas, não realizar
modificações na edificação sem conhecimento e previa anuência da Secretaria de Educação e seu engenheiro responsável. Não
realizar reformas sem seguir as diretrizes da norma ABNT NBR 16280, seguir o Manual de uso operação e manutenção da edificação,
implantar e executar o sistema de gestão de manutenção, garantir que as manutenções somente sejam realizadas pelos indicados no
sistema de gestão de manutenção, registrar as manutenções e inspeções realizadas, atualizar o Manual nos casos em que ocorram
modificações na edificação.
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TABELA 01 - PRAZOS DE GARANTIA CONTRATUAL
SISTEMAS, ELEMENTOS, PRAZOS DE GARANTIA
COMPONENTES E INSTALAÇÕES
1 ANO 2 ANOS 3 ANOS 5 ANOS
Segurança e estabilidade
Fundações, estrutura principal, estruturas periféricas, global; Estanqueidade
contenções e arrimos. de fundações e
contenções;
Paredes de vedação, estruturas auxiliares, estruturas de
cobertura, estrutura das escadarias internas ou externas, Segurança e integridade;
guarda-corpos, muros de divisa e telhados.
Equipamentos industrializados (aquecedores de
passagem ou acumulação, motobombas, filtros, interfone, Instalação
automação de portões, elevadores e outros). Sistemas de dados Equipamentos;
e voz, telefonia, vídeo e televisão.
Sistema de proteção contra descargas atmosféricas, sistema de
Instalação
combate a incêndio, pressurização das escadas, Iluminação de
Equipamentos;
emergência, sistema de segurança patrimonial.
Integridade
Porta corta-fogo Dobradiças e molas;
de portas e batentes;
Instalações elétricas - tomadas/interruptores
Equipamentos; Instalação;
/disjuntores/fios/cabos/eletrodutos /caixas e quadros
Instalações hidráulicas e gás - colunas de água fria, colunas de Integridade
água quente, tubos de queda de esgoto, colunas de gás. e Estanqueidade;
Instalações hidráulicas e gás coletores/ramais/
loucas/caixas de descarga/bancadas/metais sanitários/ sifões/ Equipamentos; Instalação;
ligações flexíveis/ válvulas/ registros/ ralos/ tanques.
Impermeabilização. Estanqueidade;
Empenamento,
Esquadrias de madeira.
Descolamento, Fixação
Revestimentos Estanqueidade
Revestimentos de paredes, pisos e tetos em azulejo/ cerâmica/
soltos, gretados, de fachadas
pastilhas.
desgaste excessivo e pisos molháveis;
Revestimentos Estanqueidade
Revestimentos soltos, gretados, desgaste excessivo soltos, gretados, de fachadas
desgaste excessivo; e pisos molháveis;
Empenamento,
Pisos de madeira – tacos, assoalhos .
trincas na
madeira e
destacamento;
Destacamentos, Estanqueidade
Piso cimentado, piso acabado em concreto, contrapiso. fissuras, desgaste de pisos
excessivo; molháveis;
Revestimentos especiais (fórmica, plásticos, têxteis, pisos
Aderência;
elevados, materiais compostos de alumínio).
Fissuras por
acomodação
dos elementos
Forros de gesso.
estruturais
e de vedação;
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Empenamento,
trincas na
Forros de madeira.
madeira e
destacamento;
Empolamento,
descascamento,
esfarelamento,
Pintura/verniz (interna/externa).
alteração de cor ou
deterioração
de acabamento;
Selantes, componentes de juntas e rejuntamentos. Aderência;
Vidros. Fixação;
• Alguns sistemas da edificação possuem normas específicas que descrevem as manutenções necessárias, as mesmas
completam e não invalidam as informações descritas neste manual e vice-versa;
• A construtora deverá prestar o Serviço de Atendimento ao Cliente para orientações e esclarecimentos de dúvidas referentes
a manutenção e a garantia;
• O Gestor ao constatar uma anormalidade (anomalia) deve entrar em contato com a Assistência Técnica da Secretaria de
Educação para que efetue a verificação e, quando aplicável, tomar as providências necessárias;
• Caso não seja implantado e executado de forma eficiente o Programa de Manutenção de acordo com a ABNT NBR 5674 –
Manutenção de edificações – Requisitos para o sistema de gestão de manutenção, ou apresentada a efetiva realização das
ações descritas no plano;
• Caso seja realizada substituição de qualquer parte do sistema com uso de pecas, componentes que não possuam
característica de desempenho equivalente ao original entregue pela construtora;
• Caso sejam identificadas irregularidades em eventual vistoria técnica e as providências sugeridas não forem tomadas por
parte do responsável pela edificação;
• Caso seja realizada substituição de qualquer parte do sistema com uso de pecas, componentes que não possuam
característica de desempenho equivalente ao original entregue pela construtora;
• Se, durante o prazo de vigência da garantia não for observado o que dispõem o Manual de Manutenção e a ABNT NBR
5674, no que diz respeito a manutenção correta para edificações em uso ou não;
• Se, nos termos do artigo 393 do Código Civil, ocorrer qualquer caso fortuito, ou de força maior, que impossibilite a
manutenção da garantia concedida;
• Falta de comprovação da realização de manutenção eventualmente estabelecida, conforme previsto na norma ABNT NBR
5674.
Obs.: Situações não cobertas pela garantia: peças que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso.
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4.0 DESCRIÇÃO, CUIDADOS DE USO, MANUTENÇÃO
Para que possa utilizar edificação de forma correta, garantindo o desempenho e estendendo ao máximo a sua vida útil,
descrevemos de forma genérica os principais sistemas que o compõem, por meio das informações e orientações a seguir:
• Descrição construtiva do sistema;
• Orientação quanto aos cuidados de uso;
• Procedimentos de manutenção;
• Prazos de garantia;
• Fatores que acarretam a perda da garantia.
Conjunto de tubos, reservatórios, pecas de utilização, equipamentos e outros componentes destinados a conduzir águas não
potáveis dos pontos de captação da edificação ao ponto destinado pela concessionaria de serviço publico ou ponto de tratamento da
mesma.
ESGOTO
Origem: As instalações de esgoto se originam nos pontos que coletam os despejos líquidos dos lavatórios, vasos sanitários,
ralos secos, ralos sifonados, pias de cozinha ou qualquer ponto previsto em norma e seguem para os ramais de coleta;
ÁGUAS SERVIDAS
Origem: Água coletada em grelhas, extravasores ou ralos de áreas molhadas;
ÁGUA DE REUSO
Origem: Pontos de captação, específicos e previstos em projeto e seguem para os ramais de coleta e tratamento;
TUBULAÇÃO
• Não lançar objetos nas bacias sanitárias e ralos, pois poderão entupir o sistema;
• Nunca despejar gordura ou resíduo sólido nos ralos de pias ou lavatórios;
• Não deixar de usar a grelha de proteção que acompanha a cuba das pias de cozinha;
• Não utilizar para eventual desobstrução do esgoto hastes, água quente, ácidos ou similares;
• Banheiros, cozinhas e áreas de serviço sem utilização por longos períodos podem desencadear mau cheiro, em função da
ausência de água nas bacias sanitárias sifonadas e sifões. Para eliminar esse problema, basta adicionar uma pequena
quantidade de água.
EQUIPAMENTOS
• Não retirar elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque etc.), podendo sua falta ocasionar quebra ou queda da
peca ou bancada;
• Não usar esponja do lado abrasivo, palha de aço e produtos que causam atritos na limpeza de metais sanitários, ralos das
pias e lavatórios, loucas e cubas de aço inox em pias, dando preferência ao uso de água e sabão neutro e pano macio;
• Não sobrecarregar as louças sobre a bancada;
• Não subir ou se apoiar nas louças e bancadas, pois podem se soltar ou quebrar, causando ferimentos graves;
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• Não puxar as bombas submersas pelo cabo de forca, para evitar desconectá-lo do motor;
• Não apertar em demasia registros, torneiras, misturadores etc.;
• Durante a instalação de filtros, torneiras e chuveiros, atentar-se ao excesso de aperto nas conexões, a fim de evitar danos
aos componentes;
• A falta de uso prolongado dos mecanismos de descarga pode acarretar em ressecamento de alguns componentes e
acumulo de sujeira, causando vazamentos ou mau funcionamento. Caso esses problemas sejam detectados, não mexer nas
pecas e acionar a assistência técnica do fabricante.
E o sistema destinado a distribuir a energia elétrica de forma segura e controlada em uma edificação, conforme projeto específico
elaborado dentro de padrões descritos em normas técnicas brasileiras (ABNT) e analisado por concessionaria local.
• Não alterar as especificações dos disjuntores (diferencial, principal ou secundários) localizados nos quadros de distribuição
da edificação, pois estes estão dimensionados em conformidade com a capacidade dos circuitos e aderentes as normas
brasileiras e possuem a função de proteger os circuitos de sobrecarga elétrica. Os quadros deverão possuir esquema
identificando os circuitos e suas respectivas correntes suportadas (amperagem);
• Não abrir furos nas proximidades dos quadros de distribuição;
• Utilizar somente equipamentos com resistências blindadas, pois os quadros possuem interruptor DR (Diferencial Residual),
que tem função de medir as correntes que entram e saem do circuito elétrico e, havendo eventual fuga de corrente, como
no caso de choque elétrico, o componente automaticamente se desliga. Sua função principal e proteger as pessoas que
utilizam a energia elétrica;
• Em caso de sobrecarga momentânea, o disjuntor do circuito atingido se desligara automaticamente. Neste caso, religar o
componente, Caso volte a desligar, significa sobrecarga continua ou curto em algum aparelho ou no próprio circuito, o que
torna necessário solicitar análise de profissional habilitado;
• Não ligar aparelhos diretamente nos quadros.
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CIRCUITOS, TOMADAS E ILUMINAÇÃO
• Verificar a carga dos aparelhos a serem instalados, a fim de evitar sobrecarga da capacidade do circuito que alimenta a
tomada e garantir o seu funcionamento nas condições especificadas pelos fabricantes e previstas no projeto da edificação,
sempre antes de instalar qualquer aparelho, o responsável técnico deverá ser informado;
• Não utilizar benjamins (dispositivos que possibilitam a ligação de vários aparelhos em uma tomada) ou extensões com
várias tomadas, pois elas provocam sobrecargas;
• Utilizar proteção individual como, por exemplo, estabilizadores e filtros de linha em equipamentos mais sensíveis, como
computadores, dispositivos eletrônicos sofisticados, central de telefone etc.;
• Não ligar aparelhos de voltagem diferente das especificadas nas tomadas;
• Manutenções devem ser executadas com os circuitos desenergizados (disjuntores desligados) e por profissional habilitado
ou capacitado, dependendo da complexidade;
• Sempre que for executada manutenção nas instalações, como troca de lâmpadas, limpeza e reapertos dos componentes,
desligar os disjuntores correspondentes.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
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4.3 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS- ÁGUA POTÁVEL
Conjunto de tubos, conexões, válvulas, reservatórios, medidores, eletromecânicos, pecas de utilização, equipamentos e outros
componentes destinados a conduzir água fria potável da fonte de abastecimento aos pontos de utilização, mantendo o padrão de
potabilidade, podendo ser direto, quando a água provem diretamente da fonte de abastecimento, ou indireto, quando a água
provem de um reservatório da edificação.
ÁGUA FRIA
Origem do Sistema: O sistema de instalações de água fria se origina no ponto de abastecimento da empresa concessionaria dos
serviços públicos de fornecimento de água potável;
Medição de consumo: Tubulação que passa pelo hidrômetro do cavalete, onde e medido o consumo total do edifício.
Bombas de recalque: Bomba do reservatório inferior que bombeia a água e para os reservatórios superiores, caso exista, ou
pressurizada diretamente para abastecer os pontos de consumo de água fria. O bombeamento e controlado por um sistema
eletromecânico;
Sistema de aviso: Tubulação de extravasão destinada a conduzir parte do excesso de água para um local visível, servindo de aviso de
falha no sistema de reserva do edifício;
Sistema de limpeza dos reservatórios: Utilizado para o esvaziamento dos reservatórios para limpeza ou manutenção.
Sistema de pressurização de água: Sistema destinado a garantir a alimentação de água fria com pressão mínima estabelecida em
projeto nos pontos mais críticos do edifício, quando necessário;
EQUIPAMENTOS
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4.3.2 MANUTENÇÃO PREVENTIVA
4.4 AR CONDICIONADO
Sistema de condicionamento de ar do ambiente para alterar a temperatura e proporcionar conforto térmico. O sistema pode
ser individualizado ou central.
• No caso de equipamentos não fornecidos pela construtora, estes devem ser adquiridos e instalados de acordo com as
características do projeto;
• Não efetuar furações em lajes, vigas, pilares e paredes estruturais para a passagem de infraestrutura;
• Para fixação e instalação dos componentes, considerar as características do local a ser instalado e os posicionamentos
indicados em projeto.
Obs.: Antes de instalar qualquer tipo de Ar Condicionado, o eng. responsável pela regional deverá ser informado para autorizar a
instalação. Só assim, pode-se evitar sobrecarga no sistema.
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4.4.1 MANUTENÇÃO PREVENTIVA
• Para manutenção, tomar cuidados específicos com a segurança e a saúde das pessoas que irão realizar as atividades,
desligar o fornecimento geral de energia do sistema;
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda as recomendações dos fabricantes,
diretivas da ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalente;
• Realizar a manutenção recomendada pelo fabricante em atendimento a legislação vigente.
4.5 IMPERMEABILIZAÇÃO
E o conjunto de operações e técnicas construtivas cuja finalidade e proteger as construções contra a ação deletéria de fluidos
ou vapores e da umidade em áreas molhadas. As áreas molháveis não são estanques e, portanto, o critério de estanqueidade não é
aplicável.
4.5.1 CUIDADOS
• Não alterar o paisagismo com plantas que possuam raízes agressivas, que podem danificar a impermeabilização ou obstruir
os drenos de escoamentos;
• Nas jardineiras deverá ser mantido o nível de terra em, no mínimo, 10 cm abaixo da borda para evitar infiltrações;
• Não permitir a fixação de antenas, postes de iluminação ou outros equipamentos, por meio de fixação com buchas,
parafusos, pregos ou chumbadores sobre lajes impermeabilizadas. E recomendado o uso de base de concreto sobre a
camada de proteção da impermeabilização, sem a necessidade de remoção ou causa de danos. Para qualquer tipo de
instalação de equipamento sobre superfície impermeabilizada, o serviço devera ser realizado por meio de empresa
especializada em impermeabilização, com o devido registro das obras, conforme descrito na ABNT NBR 5674;
• Manter ralos, grelhas e extravasores nas áreas descobertas sempre limpos;
• Lavar os reservatórios somente com produtos químicos adequados e recomendados, conforme o tipo de impermeabilização
adotado;
• Manter o reservatório vazio somente o tempo necessário para sua limpeza;
• Não utilizar máquinas de alta pressão, produtos que contenham ácidos ou ferramentas como espátula, escova de aço ou
qualquer tipo de material pontiagudo. E recomendável que a lavagem seja feita por empresa especializada com o devido
registro do serviço, conforme a ABNT NBR 5674;
• Tomar os devidos cuidados com o uso de ferramentas, como picaretas e enxadões, nos serviços de plantio e manutenção
dos jardins, a fim de evitar danos a camada de proteção mecânica existente;
• Não introduzir objetos de qualquer espécie nas juntas de dilatação.
• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda as recomendações dos fabricantes,
diretivas da ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalente;
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• No caso de danos à impermeabilização, não executar reparos com materiais e sistemas diferentes ao aplicado
originalmente, pois a incompatibilidade poderá comprometer o desempenho do sistema;
• No caso de danos à impermeabilização, efetuar reparo com empresa especializada.
Componente construtivo, de madeira, cuja função principal e permitir ou impedir a passagem de pessoas, animais, objetos,
iluminação e ventilação entre espaços ou ambientes. As esquadrias também abrangem corrimãos, guarda-corpo, batentes e outros
elementos arquitetônicos.
4.6.1 CUIDADOS
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4.7 COBERTURA
Conjunto de componentes com a função de assegurar estanqueidade as águas pluviais e salubridade, proteger os demais
sistemas da edificação habitacional ou elementos e componentes da deterioração por agentes naturais, e contribuir positivamente
para o conforto termoacústico da edificação habitacional, incluso os componentes: telhas, pecas complementares, calhas, treliças,
rufos, forros etc.
4.7.1 CUIDADOS
• Esse sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico que atenda as recomendações dos fabricantes,
diretivas da ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalente.
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