Semiologia e Patologia na Prática Farmacêutica
Semiologia e Patologia na Prática Farmacêutica
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Semiologia e Patologia Aplicada
Introdução 3
Competências do Farmacêutico 3
Anamnese 5
Pré-anamnese 5
Prontuário 5
Tipos de pergunta 6
Facilitadores 7
Estrutura 7
Tipos de Paciente 9
Semiologia da dor 10
Fisiopatologia da dor 10
Classificação da dor 12
Limiar da dor 12
Intensidade da dor 13
Cefaleia 14
Fisiopatologia 14
Causas 16
Classificação 16
Tipos e sintomatologia da cefaleia 16
Tratamento não farmacológico 17
Semiologia da febre 17
Classificação da febre 17
Fisiopatologia da febre 18
Anamnese do estado febril 19
Tratamento medicamentoso 20
Conclusão 28
Referências bibliográficas 29
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A automedicação é uma prática comum entre a A relação entre o farmacêutico e o paciente deve
população e, desde que seja responsável, auxilia ser se total confiança.
Atendimento
diferenciado
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Quando não for o paciente que fornece os dados • Perguntas abertas: o paciente fala
da entrevista, é importante anotar no prontuário abertamente sobre o problema sem a interrupção do
quem está sendo a fonte da história. profissional. Tem como objetivo captar a essência e a
cronologia dos fatos, sempre anotando no prontuário.
Termos técnicos, por exemplo, epistaxe, não são de
amplo conhecimento na população, portanto devem • Perguntas focadas (semiabertas): um
ser evitados durante a entrevista com o paciente. direcionamento mais específico. O paciente fala
Deve-se usar palavras do cotidiano dele, como, no especificamente sobre sua queixa principal.
exemplo citado anteriormente, sangramento nasal.
• Perguntas fechadas: o paciente responde
É importante manter a neutralidade durante com sim ou não às perguntas do profissional. Tem
a entrevista. Seja imparcial diante a narrativa do como objetivo ajudar a definir o raciocínio clínico
paciente. dentro da anamnese.
Abertas
Focadas
Fechadas
Dirigidas
- Compostas
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A estrutura do prontuário deve possuir uma O prontuário deve ser organizado, claro, conciso,
sequência lógica. Devem constar: objetivo e cronológico, com início, meio e fim.
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Existem tipos psicológicos de pacientes, e devemos Como age: é bem informado, sabe o que diz, não
saber tratá-los de maneira individualizada. Segue é facilmente influenciado.
algumas características e formas de tratamento.
Como tratá-lo: colocar o seu pensamento como se
Tímido ele o tivesse formulado, ser seu aluno e tirar proveito
dessa situação, demonstrar conhecimento sem irritá-
Como age: tem medo de tomar decisões, busca lo, deixá-lo à vontade, não esconder informações,
conselhos e não se impressiona (reage) facilmente. ainda que elas não sejam boas, fazê-lo sentir que é o
primeiro a tomar conhecimento de uma informação,
Como tratá-lo: colocar-se no lugar dele (empatia), apresentar fatos e não opiniões.
obter sua confiança, fazê-lo falar por meio de
perguntas abertas, estabelecer um diálogo, conversar Raivosos
com familiares, ser breve e sensato.
Como age: discute por qualquer coisa, não
Bem-humorado hesita em expor opiniões, é inteligente, às vezes até
brilhante.
Como age: é muito simples, é simpático e
bonachão, é mestre em desviar o profissional do Como tratá-lo: evitar discussões e atrito, não usar
assunto. o mesmo tom de voz que ele utiliza, direcioná-lo para
o bom senso, usar suas próprias ideias para convencê-
Como tratá-lo: conduzir o diálogo e mantê-lo, lo, não ser bajulador, saber ouvi-lo, atender às suas
ser simples, simpático e bem-humorado,procurar queixas e reclamações, manter-se calmo e cortês.
retornar ao assunto a ser tratado.
Desconfiado
Prolixo
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Crônica: dor persistente (podendo se estender Embora o limiar da dor seja semelhante entre as
de vários meses a vários anos) não associada a pessoas, a tolerância a ela varia muito. Alguns fatores
uma lesão no organismo. Pode ser consequência de têm influência definida sobre o limiar de dor de cada
uma lesão já previamente tratada. Exemplos: artrite indivíduo:
reumatóide, câncer, esforços repetitivos, nas costas
e outras.
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Estados emocionais - Pacientes que apresentam PIMENTA, 1999, p. 3). Isso se deve, provavelmente,
alteração no estado emocional, muito preocupados, a serem mais emotivas.
por exemplo, têm baixos limiares, portanto toleram
menos dor (PR, 2011). Sexo – Mulheres têm o limiar doloroso menor que
os homens, portanto sentem mais dor. Os hormônios
Fadiga - Os pacientes que não apresentam sexuais são os responsáveis por essa diferença na
cansaço e têm boas noites de sono têm um limiar de percepção da dor (PALMEIRA, 2013).
dor muito mais alto que outros fadigados e sonolentos
(PR, 2011). Medo – Quanto maior o temor, menor o limiar da
dor. Pacientes que sentem muito medo e são ansiosos
Idade - Os adultos jovens, quando comparados tendem a aumentar exageradamente sua expectativa
a crianças e jovens, tendem a tolerar mais a dor, negativa, com isso, tornam a dor fora de proporção
apresentando portanto limiar mais alto. Porém, de em relação ao estímulo que a causou (PR, 2011).
acordo com Duarte (1999), esse fator, isoladamente,
não explica as variações dos limiares de dor em
crianças, pois outros, como sexo, determinantes Intensidade da dor
genéticos, vivência anterior sobre dor, variações
psicológicas, ambiente e fatores étnicos podem Para se avaliar as sensações dolorosas de um
influenciar. Ainda segundo esse autor, nos idosos paciente, é necessário realizar uma anamnese e, com
ocorrem alterações degenerativas no sistema nervoso base na sua descrição, analisar a intensidade da dor.
periférico. Com isso, apresentam menor sensibilidade Existem na literatura instrumentos padronizados, os
à dor. quais classificam a dor em leve, moderada e intensa.
O uso deles deve estar de acordo com a idade e o
Raça - Mulheres descendentes de italianos nível de compreensão e de consciência do paciente
apresentam limiar mais baixo comparadas com (RIOS, 2013).
americanas (STERNBACH; TURSKY, 1965 apud
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Escala numérica - O paciente deve apontar a Durante as crises de enxaqueca, ocorre o estímulo
intensidade da sua dor. O nível zero corresponde à das fibras nervosas que estão presente na parede
ausência de dor, e o nível 10 significa dor insuportável. dos vasos cranianos. Essas fibras apresentam
varicosidades, no interior das quais existem vesículas,
Escala de descritores verbais - O paciente contendo substâncias neurotransmissoras vasoativas
classifica sua dor como: sem dor, dor leve, dor (substância P, peptídeo vasoativo intestinal,
moderada, dor intensa, dor insuportável. acetilcolina e neuropeptídeo relacionado ao gene da
calcitonina), que são liberadas quando da passagem
Escala de faces Wong Baker – O paciente do estímulo nervoso (VINCENT, 1998).
classifica a intensidade da sua dor de acordo com a
expressão em cada face desenhada. A expressão de Inflamação neurogênica
felicidade (0) corresponde à classificação “sem dor”,
e a expressão de máxima tristeza (10) corresponde à Os neurotransmissores, depois do extravasamento
classificação “dor insuportável”. plasmático, interagem com substâncias
vasorreguladoras presentes no sangue e/ou no vaso
Existem, também, escala comportamental, escalas e contribuem para a regulação do tono vascular,
debilitantes funcionais e comportamentais, lineares e provocando uma vasodilatação. Esse processo é
pictóricas (CARVALHO; KOVACS, 2006). chamado inflamação neurogênica (VINCENT, 1998).
A razão da dor seria a própria vasodilatação (ORTIZ,
Cefaleia 2002).
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»» Moderada a grave.
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O encaminhamento ao médico deve ser imediato A febre contínua tem variações até 1 °C, sempre
se for apresentada dor associada a trauma, dor acima do normal. Ex: febretifoide, pneumonia.
severa nunca sentida antes, dor após esforço,
alteração psíquica, suspeita de reação adversa a A febre irregular ou séptica possui picos muito
medicamentos, crianças, idosos, gestantes, lactantes, altos intercalados por temperaturas baixas ou
dor progressiva por dias ou semanas, rigidez na nuca apirexia. Sem caráter cíclico, totalmente imprevisível.
e migrânea recorrente. Ex: septicemia.
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DiaD Noite ia
38º C 100º F
Temperatura
37º C 98.5º F
36º C 97º F
6AM 12PM 10PM 4AM 6AM 12PM 10PM
Hora
Figura 8 – Ciclo da temperatura corporal.
A febre varia conforme hora do dia, local de A febre por longos períodos pode acarretar
medição e processos fisiológicos. Dentre os processos prejuízos consideráveis ao paciente, como: aumento
fisiológicos, podemos citar: período pós-prandial, importante no consumo de oxigênio, aumento dos
pré-ovulação, ovulação, gravidez e exercício físico. trabalhos cardíacos, confusão mental em pacientes
idosos, indução de crises convulsivas em crianças e
redução da acuidade mental, podendo levar até ao
Fisiopatologia da febre delírio.
IL-1
IL-6
Indutores de MACRÓFAGOS Pirógenos TNF
pirógenos endógenos
Endógenos (PE)
(pirógenos exógenos) LINFÓCITOS
IFN
PIM (Alfa 1)
Fibras preópticas do
hipotálamo anterior
(PO/HÁ)
Síntese de
prostaglandinas E-2
Troca do ponto
prefixado
Vasoconstrição C
R
Piloereção I
Temperatura
corporal S
Secreção de adrenalina E
FEBRE
Calafrios Suor
Temperatura
Vasodilatação corporal
Figura 9 – Mecanismo fisiopatológico da febre.
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Anamnese do estado febril taquipneia. Calafrios, cefaléia, calor, boca seca, mal
estar, poliagias são alguns dos sintomas (CRF, 2010).
Ao verificar a temperatura de uma paciente
e constatar um aumento da normalidade, deve- Para se levantar as hipóteses diagnósticas em
se realizar uma anamnese, verificando os sinais e um paciente com febre, é necessário realizar uma
sintomas específicos da febre. anamnese muito bem estruturada, isso porque a febre
pode ser indícios de várias patologias, como infarto,
Dentre os sinais, podemos citar: calor, sudorese, traumatismos, doenças neoplásicas, hematopatias,
oligúria (excesso de urina), colúria (urina escura), doenças de origem infecciosa, transtorno metabólicos,
saburra (língua esbranquiçada), hipotensão e entre outras.
Não Sim
Não Sim
Não Não
Sim
temperatura
A febre corporalpor
está presente domais
paciente excede
de três dias?39,4ºC?
Não Não
Sim
A temperatura
Um antipiréticocorporal do paciente
apropriado à idade eexcede 39,4ºC?
corretamente Encaminhar
dosado pode ser usado para deixar o paciente ao médico
mais confortável.
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b) Qualidade.
SEMIOLOGIA DO SISTEMA
c) Intensidade. RESPIRATÓRIO
d) Relações com as funções orgânicas. O sistema respiratório humano é composto porvias
aéreas superiores (fossas nasais, nasofaringe,
orofaringe e laringe) e vias aéreas inferiores (traqueia,
árvore brônquica, ductos e sacos alveolares) e tem
3. Evolução como objetivo principal conduzir o ar para dentro e
para fora da cavidade pulmonar.
a) Evolução cronológica.
As principais patologias que acometem o aparelho
b) Modificações ocorridas. respiratório e com que o farmacêutico tem autonomia
e competência para atuar são: resfriado, rinofaringite,
c) Tratamentos efetuados.
sinusite, amigdalites, tosse e congestão nasal.
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Rinofaringite Sinusites
São inflamações infecciosas ou alérgicas na Sinusites são alterações que acometem os seios
mucosa nasal ou faríngea, geralmente causada por da face: maxilares, etmoidais, frontal e esfenoidal.
um alérgeno. Setenta e cinco por cento dos casos de
rinofaringites são causadas por vírus (rinovírus).
Seio Frontal
Seios Etmoidais
Seio Maxilar
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Os sinais e sintomas que se destacam num quadro 38,5°C), indisposição, queda do estado geral,
de sinusite são: dor de cabeça, sensação de peso alteração de voz e perda de voz.
na cabeça (nitidamente pior ao acordar), obstrução
nasal, rinorreia, febre, desconforto faríngeo, tosse, Por se tratar de infecção, ou seja, presença
alterações olfativas e fadiga. de microrganismos para o correto tratamento é
necessário o uso de antibióticos.
O tratamento deve ser feito por antibióticos,
descongestionantes de uso local ou sistêmico,
Tosse
anti-inflamatórios não esteroidal ou esteroidal.O
diagnóstico e o tratamento devem ser feitos pelo É o reflexo de proteção que livra as vias aéreas de
médico. secreções ou corpos estranhos, sendo que qualquer
estímulo dos receptores localizados na faringe,
Amigdalites laringe, traqueia, ou brônquios pode induzir a tosse.
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- Tosse noturna - Sintoma importante de asma na »» Está tomando algum medicamento prescrito?
criança, em idosos é devida à insuficiência cardíaca Há quanto tempo?
(ALVES, 2013).
O tratamento para essas e outras patologias do
Deve-se tomar muito cuidado com a tuberculose, sistema respiratório, como visto anteriormente,
pois um dos principais sinais é as tosse. deve ser medicamentoso, porém a prevenção é
muito importante. Hábitos como lavar as mãos
Tuberculose é terceira causa de óbitos por doenças com frequência, evitar lugares com aglomeração
infecciosas e a primeira entre pacientes com AIDS, de pessoas, tomar bastante água, dormir horas
segundo Ministério da Saúde. É transmitida pelo ar, suficientes, trocar de escova de dentes com
quando o paciente tosse ou espirra. frequência, entre outras, podem impedir a instalação
de uma patologia e assim evitar outra mais grave,
Os principais sinais e sintomas da tuberculose como a tuberculose.
são: tosse por mais de três semanas com ou sem
catarro, secreção com laivos de sangue ou não,
queda do estado geral do paciente, emagrecimento,
febre vespertina e sudorese, principalmente à noite.
»» Tem expectoração?
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Má dieta + Sedentarismo
Colesterol e Obesidade
triglicerídeos
elevado
Aumento
Hipertensão
resistência
periférica
Aterosclerose
insulina
Potencializa
aterosclerose
Hiperglicemia
Diabetes II Danos às
arterias
A alimentação moderna é formada por alimentos Alterações nas funções das glândulas tireoide,
de alto valor calórico, mas com pobre qualidade suprarrenais e da região do hipotálamo também
nutricional (MARQUES, 2004). podem provocar a obesidade (SBCBM, 2013).
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O tratamento das pessoas com diabetes requer Quando ocorre a perda de peso associada a
atenção em diversos aspectos no dia a dia. Para aumento da
manter a glicemia controlada, é preciso melhorar os
hábitos alimentares, praticar atividade física, tomar frequência cardíaca, polifagia, polidipsia, aumento
as medicações e acompanhar as taxas de glicemia por do volume fecal (CARDOSO et al, 2005), ansiedade,
meio de monitoração frequente. Para as pessoas com tremor, intolerância ao calor, fadiga e dispneia
diabetes, isso se torna um desafio, pois na maioria (NEVES, 2008), fraqueza muscular e tremor nas
das vezes exige mudanças importantes dos hábitos mãos (GUYTON, 2002).
de vida; por esse motivo, o educador farmacêutico
deve estar apto a ouvi-las e orientá-las. Diabetes melittus
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Imunodeficiência CONCLUSÃO
Em pacientes com o vírus da imunodeficiência Quando falamos em semiologia farmacêutica, fica a
humana (HIV), o organismo consome mais energia dúvida de como podemos atuar, já que o farmacêutico
para tentar combater a infecção e, se não houver uma não tem habilitação técnica para diagnosticar.
ingestão extra de alimentos, eles podem apresentar
perda de peso associada a aumento recorrente da O papel do farmacêutico, nesse caso, é identificar
temperatura e mal-estar geral (SILVEIRA, 1999). os sinais e sintomas apresentados pelo paciente e
tomar uma decisão compatível com seu âmbito
Depressão profissional, ou seja, a indicação de medicamentos
isentos de prescrição ou o encaminhamento ao
Perda de peso associada à insônia, alucinações
médico sempre que julgar necessário.
auditivas, delírios (BAHLS, 2002), fadiga, diminuição
de apetite, dores, alterações do sono e irritabilidade Além disso, cresce cada vez mais a necessidade de
(TENG; HUMES; DEMETRIO, 2005) pode ser sinal de conhecer os efeitos das interações medicamentosas
depressão. no organismo, elas podem agir de forma
independente, sem que um interfira na ação do outro,
Tabagismo
mas também podem interagir entre si, com aumento
ou diminuição do efeito terapêutico ou tóxico de um
Segundo Rondina, Gorayeb e Botelho (2007),
dos medicamentos ou de ambos. Com isso, cabe ao
existem três teorias confiáveis que explicam a relação
profissional farmacêutico identificar essas interações,
entre tabagismo e peso corporal. A primeira é o
por meio de uma anamnese, e tomar as decisões
consumo maior de energia devido ao aumento da taxa
cabíveis em cada situação.
metabólica; a segunda é a diferença na qualidade e
quantidade dos alimentos ingeridos pelos fumantes;
e a terceira é a redução da apetite, via nicotina.
Medicamentos
Fragilidade
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ANDRADE FILHO, Antônio Carlos de Camargo; BRASIL. Conselho Regional de Farmácia do Estado
SGORLON, Andrea de Cerqueira Leite. Síndromes de São Paulo (CRF). Manejo do tratamento de
dolorosas neuropáticas. PFISER. Disponível pacientes com febre. 2010. Disponível em: http://
em: [Link] [Link]/downloads/doc_download/311-
x?idConteudo=77&idConteudo2=100. Acesso em manejo-do-tratamento [Link].
[Link].2013. Acesso em [Link].2013.
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