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Benignidade Cristã: Ações de Amor e Fé

O documento enfatiza a importância de ser benigno e compassivo uns com os outros, conforme ensinado em Efésios 4.32 e exemplificado por Jesus. A verdadeira religiosidade é expressa através de boas obras e amor ao próximo, refletindo a fé cristã. A prática da benignidade é essencial para demonstrar a fé e o caráter de Deus ao mundo.

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Benignidade Cristã: Ações de Amor e Fé

O documento enfatiza a importância de ser benigno e compassivo uns com os outros, conforme ensinado em Efésios 4.32 e exemplificado por Jesus. A verdadeira religiosidade é expressa através de boas obras e amor ao próximo, refletindo a fé cristã. A prática da benignidade é essencial para demonstrar a fé e o caráter de Deus ao mundo.

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Tema: Sede benignos uns para com os outros.

texto básico

Efésios 4.30-5.2

texto devocional

Lucas 6.33-35

versículo-chave

Efésios 4.31-32

"Longe de vós toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfemias,


e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros
benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também
Deus, em Cristo, vos perdoou

alvo da lição

Mostrar que é exatamente no ato de ser benigno uns para com os


outros que aparecem as provas concretas da fé e do modo como o
cristão vê a Deus.

ta do alurto) Edita Leitura Ajuda Biblioteca

ara os crentes, algumas doutrinas bíblicas continuam


incompreensíveis até hoje. A P forte defesa da centralidade da
justificação pela fé parece que tem levado muitos crentes à frouxidao.
Precisamos avaliar constantemente nossos pensamentos e práticas
para verificar se não estão sendo mal interpretados. É o caso da
salvação somente pela graça. Paulo declara: "Porque pela graça sois
salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de
obras, para que ninguém se glorie" (Ef 2.8-9). Nada mais claro.
Entretanto, frequentemente esquecemos do versículo 10. "Pois somos
feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus
de antemão preparou para que andássemos nelas"

Jesus deu o exemplo de que não só se pode como também é


absolutamente imprescindível mostrar na ação o que se crê. As obras
são uma evidência da fé. Foi isso que o apóstolo Tiago ensinou: "Meus
irmāos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver
obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Se um irmão ou uma
irmā estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento
cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos
e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é
o proveito disso? Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só
está morta (Tg 2.14-17). Vida de fé e vida de boas obras formam uma
unidade. Cotidiano e evangelho, fé e vida andam de mãos dadas.
Uma espiritualidade sem serviço ao próximo nos aspectos diários da
vida religiosidade 2 não cristianismo. Devemos concordar que as boas
e obras não produzem homem bom, mas o homem bom sempre
produz boas obras.

I.

○ mandamento

Paulo escreve: "Antes, sede unS para com Os outros benignos,


compassIvos, perdoando-vos uns aos também Deus, Cristo, vos
perdoou" (Ef 4.32). Leia ainda Romanos 12.10; outros, como em 1
Coríntios 13.4; 2Pedro 1.5-7. 0 mandamento usa a palavra
"benignos", que também poderia ser "bondosos" ou "benevolentes". A
esse respeito, de Gênesis a Apocalipse, a Biblia ensina que é nesse
mandamento que se resume a verdadeira religiosidade. E Hebreus
13.15-16 nos ensina que, em consequência da oferta final de Jesus
pelos nossos pecados, temos apenas. Duas obrigações.

Oferecer sacrificios de gratidao e louvor a Deus. Veja ainda 1 Pedro


2.9

1.

Praticar o bem para o nosso próximo. Confira com Tiago 1.27.

Discuta: O que nós temos colocado como substituto para o amor em


nossa religiosidade? Será que nossa religião Se tornou um ato sem
amor? Como foi que issO aconteceu?

Il. exemplo supremo de Cristo

Ao considerarmos ◦ mandamento sobre benignidade, encontramos


um tremendo incentivo no exemplo de Cristo.

1.

Seu amor (Jo13.1; 15.9,13; 2Co 5.14; G1 2.20) Sua compaixão (Lc
7.13; 19.41-42; Mt 11.28-30; 12.20; 14.14; Mc8.2) Sua simpatia (Jo
11.35-36) Seu perdão (Lc23.34) Seuamor sacrificial (Jo 10.11; 15.13;
Rm 5.6; Gl 1.4; Ef5.2; 1Jo 3.16)

2.

3.

5.
Reflita: Que significa para você dizer que Jesus é bom? Poderia você
alistar os atos de bondade de Jesus para com sua vida? Quando você
se sentiu muito amado por Deus?

III. Modos de se expressar a benignidade

Ser benignos uns para com OS outros é o mesmo que expressar 0


amor e a boa vontade para com os irmãos, por atos de generosidade,
prestimosidade consideração, em qualquer circunstância, sem
pensarmos em recompensas. Em I Coríntios 13.4, aprendemos que "o
amor é benigno". O como expressar a benignidade varia de situação
em situação. Uma lista muito completa de tais situações é
desnecessária. A seguir, alistamos algumas sugestões gerais

Diga ao irmão necessitado que você está solidário com ele e tem
desejo de ajudar. Comunique a sua compaixão e empatia

1.

2.

Ore com ele e por ele.

3.

Ofereça auxlio prático, de acordo com a situação: agasalho, abrigo,


dinheiro, alimentos, etc.

Visite os irmãos doentes ou isolados por outros motivos

Ajude o irmão acanhado ou pouco atraente a se integrar no grupo.

Anime e apoie aquele que está desanimado ou apertado por


circunstâncias dificeis Mostre-lhe trechos da Palavra que sirvam para
animá-lo e ajudá-lo a ganhar novas forças.

aplicação

Qual, em sua opinião, é a melhor maneira de desenvolver essa


habilidade de amar uns aos outros? Que você tem feito ultimamente
que é exemplo de falta de amor? Você vê alguma necessidade de se
oferecer para resolver e expressar assim benignidade a alguém?

Conclusão

O sermos benignos uns para com os outros é de grande valor à causa


de Cristo, pois quanto mais nós, cristãos, formos benignos uns para
com O8 outros, mais provas positivas estaremos apresentando ao
mundo de que Deus de que aqueles que vierem bom Ele terão vida
abundante.

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