Hoshiko e o Mistério da Névoa Assassina
Hoshiko e o Mistério da Névoa Assassina
[16:09] «!» Era um dia nublado e chuvoso. oshiko caminhava saltitante em sua trilha na floresta como de
costume, mas, coisas estranhas aconteciam naquele dia. Primeiro, vários pássaros passavam voando por
cima da cabeça da garota enquanto gritavam: --Corre rapaziada!. Depois, outros animais menores da
floresta passavam voando pela trinha, correndo desesperados para o lado contrario de Hosiko estava
indo. Logo depois, três ursos passavam disparados, ignorando a garota e correndo para longe. A garota
então olhava para o céu e via que um grande paredão de nevoa avançava rapidamente, vindo das
montanhas na direção que ela estava caminhando. A garota tambem via 7 dragões anciões que voavam
nos céus correndo do nevoeiro. Um deles, o vermelho gritava: ---Corram todos, é o demônio!!!
[16:12] <Hoshiko> Hoshiko olhava para aquele paredão de névoa imenso se movendo em sua direção, e
mais especificamente para os dragões anciões que corriam dele também, e a mesma começava a suar
enquanto olhava para aquilo "M-mas que porra é essa? Até dragões anciões??" Ela pensava, enquanto
dava um passo para trás. "Isso não é natural não, to saindo daqui" Hoshiko então virava na outra direção,
e começava a correr a toda velocidade, em uma tentativa de escapar da névoa.
[16:13] <Hoshiko> Hoshiko olhava para aquele paredão de névoa imenso se movendo em sua direção, e
mais especificamente para os dragões anciões que corriam dele também, e a mesma começava a suar
enquanto olhava para aquilo "M-mas que porra é essa? Até dragões anciões??" Ela pensava, enquanto
dava um passo para trás. "Isso não é natural não, to saindo daqui" Hoshiko então virava na outra direção,
e começava a correr a toda velocidade, em uma tentativa de escapar da névoa.
[16:20] «!» A garota começava a correr o mais rápido que conseguia do nevoeiro, que pareca avançar
muito mais rápido do que a velocidade que a garota conseguia correr, primeiro o nevoeiro engolia a
garota e depois os dragões que voavam sob a cabeça da garota. Mesmo após ser engolida pelo Nevoeiro
Hoshiko continuava a correr enquanto escutava os gritos de dor dos dragões acima da sua cabeça, a
visão da garota era completamente ofuscada pela nevoa, que não a deixava ver mais de 6 metros a
frente. Mas isso era suficiente para ela notar os 7 dragões despencando dos céus bem a frente na
estrada, com milhares de morcegos cobrindo seus corpos e devorando eles em conjunto, enquanto
todos os dragões se debatiam de dor. A garota nunca havia visto tantos morcegos famintos reunidos em
um lugar só.
[16:23] <Hoshiko> "Péssimo..." Hoshiko então parava de correr, e usando moldar terra, cavaria um
buraco de 1,5 metros no chão reto a sua frente. Assim que terminasse de cavar ele, entraria no mesmo,
e usando moldar terra novamente, cobriria o topo do buraco, deixando apenas algumas pequenas
aberturas para conseguir respirar...
[16:26] «!» A garota se enterrava no meio da trilha, desesperada ao ver aquela cena e ficava lá escondida
pelas proximas horas...
[16:28] «!» Enquanto isso Ímpeto, caminhava pela estrada despreocupadamente, mesmo com a forte
nevoa que cobria o lugar no dia de hoje. O Bárbaro seguia destemido éça nevoa, quando tinha seu
caminho interrompido por uma pilha gigante de ossos de dragão, sangue e restos mortais de algo que
parece ter sido um grande banquete.
[16:32] <Ímpeto> *Eu ponho uma das mãos na costela de um dos dragões, enquanto falo pra mim
mesmo:* - Cara... seja lá o que foi que fez isso com vocês... é melhor eu passar bem longe. *Dou a volta
nos esqueletos deles, tentando imaginar se eu já deparei com alguma coisa capaz de enfrentar algo
daquele tamanho.* "Essa estrada não devia ter nada demais, a não ser que eu tenha me perdido de
novo e fui parar num lugar completamente diferente..." *Suspirava, andando mais atento névoa a
dentro, não mais no meio da estrada, mas em sua beirada pra poder me esconder se escutar qualquer
coisa perigosa.*
[16:36] Kikky Nevespada (KenkoMarinho) acabou de sair (A conexão caiu e não foi recuperada a tempo)
[16:37] «!» ímpeto não fazia ideia do que havia se alimentado daqueles dragões, mas Ímpeto que
felizmente sabia contar ate 10, contava 7 crânios de dragões e notava que os ossos ainda estavam sujos
de sangue.
[16:41] <Ímpeto> *Eu paro de andar em direção a névoa fazendo minha contagem. Pensando duas vezes
se realmente era uma boa ideia seguir aquele caminho.* - Isso ainda está fresco, e eu não me deparei
com nada no caminho até aqui, o que significa que o que quer que tenha abatido eles ou saiu voando,
ou voltou pra dentro da névoa. *Ficando um tanto ansioso no sentido de estar excessivamente em
alerta, eu começo a me lembrar do meu antigo grupo militar, que foi posto numa situação onde não
tínhamos respostas para o que estava acontecendo, e tudo era muito perigoso. Cautelosamente ando
para o lado da estrada, buscando não fazer nenhum barulho e buscando ficar entre algumas árvores pra
não ser visto pela coisa que pode estar a espreita aí dentro.* "Você não pode ser pego. É morte certa.
Aquelas coisas tem umas 10 vezes o seu tamanho, e sete delas foram devoradas!"
[16:44] «!» Ímpeto caminhava para o lado cuidadosamente quando pisava em um buraco disfarçado e
caia dentro dele. O Barbaro caia em cima de uma Meia-Elfa que cochilava lá dentro. A garota acordava
assustada e via um ser de pele vermelha e chifres montado em cima dela.
[16:47] «!» Enquanto isso, Kikky Nevespada estava bêbado depois de passar o fim de semana inteiro na
Taverna Geek gastando todo o dinheiro que tinha com cachaça e vinho. O Draconato havia perdido a
noção e havia roubado um galo de um dos fazendeiros da cidade. O Ladino estava correndo o mais
rapido que conseguia, fugindo do fazendeiro que corria atrás dele com uma enxada na mão.
[16:47] ** NPC: <Fazendeiro> *Ele corria atrás do ladrãozinho com a enxada na mão enquanto gritava:
---Volte aqui seu maldito! Devolva meu galináceo!!!
[16:49] <Kikky Nevespada> *Eu olhava para dentro de minha bolsa, e via a calcinha da mulher dele que
eu havia roubado, uma calcinha com uma galinha estampada nela, dava uma pequena risada, e
pensava:* ''Será que dá pra fazer um vinho sabor ''Buceta de Caipira'' usando isso? *Continuava a correr,
procurando por algo escalável, afinal, o telhado é a trilha de todo ladrão.
[16:52] «!» O garoto estava realmente bebado, ele jurava ter roubado uma calcinha enquanto corria com
um galo de baixo do braço. Neveespada parava alguns segundos para ver onde estava e percebia que
estava no centro de uma plantação de milho recém plantada, com campos que seguiam ate o horizonte.
Com exceção da parte a oeste, onde havia uma floresta coberta por nevoa.
[16:53] «!» Caminhando há algumas dezenas de metros dali, estava Natala. A Paladina escutava os gritos
raivosos do fazendeiro e via outro Draconato corrrendo com um Galo de baixo do braço.
[16:53] «!» >>
[16:56] <Natala> *Observava a cena e então juntava as mãos fazendo uma pequena prece.* "O minha
deusa que a recompensa venha para os justos e a punição divina caia sobre os homem mals." *Depois ia
andando para mais perto do homem indo apaziguar as coisas.* "Não é todo dia que eu vejo um
draconato... Mas um ladrão..." *Ia se aproximando.*
[16:56] «!» Kikky Nevespada olhava para trás e via que agora alem do fazendeiro, outro draconato corria
atrás dele.
[16:58] <Natala> --- Ei, devolve o galo do moço, quem pega galo é galinha! --- *Dizia tentando trazer
algum juízo para o ladrão de galo.*
[17:01] <Kikky Nevespada> *Estava tão bêbado que nem entendia o que diziam, apenas tentava fugir
com a galinha, em meio ao milharal* --O que? A Pain perdeu denovo? Quem é Pain?
[17:02] «!» Kikky Nevespada corria pelo milharal e entrava na floresta correndo o mais rapido que
conseguia pela nevoa.
[17:03] ** NPC: <Fazendeiro> *Ele olhava para a Paladina e dizia: ---Moça eu te pago 5 Moedas de Ouro,
por favor! Recupere meu galináceo! *Logo depois ele apontava para a floresta.
[17:05] <Natala> *Concordava com a cabeça.* -- Eu irei recuperar seu galináceo senhor tem minha
palavra! Mesmo que seja uma casa de muitos dias e noites! -- *Dizia se preparando para correr mas
lembrava de algo.* -- Mas eu num tenho nem comida pra tantos dias e noites... Metade do pagamento
adiantado? -- *Perguntava bem rápido se preparando para disparar para a nevoa após ser paga .*
[17:07] ** NPC: <Fazendeiro> --Eu não tenho nenhum dinheiro aqui comigo! *Ele respondia. --Olha pra
mim, eu estava plantando beringela quando esse maluco pegou meu galináceo. *Ele apontava para Kikky
Nevespada entrando na floresta. --Olha ali, ele ta fugindo.
[17:10] <Natala> -- Tá bom eu vou! Mas quando voltar vou querer comer umas beringelas! -- *Dizia e
disparava atrás do homem ladrão de galo.* "Eu preferia comer carne... De galinha..." *Pensava enquanto
seguia a trilha do fujam.* --- Volte aqui servo do demônio! --- *Seguia correndo atrás dele enquanto
gritava coisas como.* --- PARE DEMÔNIO, ALGUÉM APRE O DEMÔNIO, O DEMÔNIO ESTA CORRENDO,
OLHA O DEMÔNIO! ---
[17:12] «!» Os dois draconatos começavam a correr pela floresta, o primeiro a sair dela era Kikky, que
saia da flroesta e começava a correr atravessando a estrada para chegar ao outro lado. Mas o Ladino caia
dentro de um buraco cavado no meio da estrada junto com seu galináceo em cima do Tiefling e da Meia-
Elfa. A próxima a cair no buraco era a Paladina, que saia da floresta seguindo Kikky Nevespada e acabava
caindo no mesmo buraco.
[17:13] «!» Todos vocês haviam caido dentro do mesmo buraco e se encontravam espremidos lá dentro.
com um galináceo caminhando sob vocês.
[17:14] <Natala> *Pego o galio com uma mão, e com a outra seguro o rabo do Kikky Nevespada
falando.* --- PEGUEI O DEMÔNIO! ---
[17:15] <Hoshiko> -- S-s-sai de c-cima de m-mim... Hoshiko falava, enquanto era expremida pelo peso de
3 pessoas em cima dela Ela então começava a escava a terra ao seu lado, e quando estivesse escavada,
rolaria e sairia de baixo de todo mundo, saindo logo de dentro do buraco.
[17:16] <Kikky Nevespada> --Nham nham a PaiN perdeu denovo? nham nham *Dizia, super bêbado
desmaiado*
[17:17] <Ímpeto> *Eu ia dar um sermão pra cima da nanica que estava dentro do buraco-armadilha, mas
sinto alguém agarrar o meu rabo e enrolo ele em volta do braço que agarrou, me virando com os olhos
praticamente em chamas por conta da Taumaturgia* --- EI!!! *Me esquecia até do motivo pelo qual
estava sendo furtivo.* --- SOLTA O MEU RABO!!!
[17:19] <Natala> *Olhava para o verdadeiro demônio e falava com o rosto vermelho kwai desu.* - D-D-
Desculpa eu achei que era o rabo do demônio ladrão de galinhas... - *Soltava o rabo de Ímpeto e tentava
pegar no rabo do Kikky Nevespada .* -- Cade aquele ladrão de galinha sujo. --
[17:20] <Kikky Nevespada> --cARA COMO ASSIM INVADIR A ALTA FLORESTA? voCE TA FICANDO DOIDA?
*Despertava rapidamente, e começava a falar coisas nada com nada, claramente enbebecido ao
extremo*
[17:21] <Ímpeto> *Balanço o meu rabo pra trás como um chicote e escalo pra fora do buraco.* -- Só tem
maluco nessa estrada. Só tem maluco! Vocês não viram os ossos de dragão ali atrás não?! Querem
morrer, é?! *Olhava pro outro draconato passando mal, percebendo que eles tinham a mesma cor de
escamas.* -- E se ele é um demônio, você é também! São iguais, porra!
[17:23] <Hoshiko> Hoshiko, após escavar e sair do buraco, dava tapas na sua roupa, tirando toda a terra
que havia ficado nela, enquanto falava para Ímpeto: -- E o que você tava fazendo andando por uma
estrada, enquanto dragões literalmente caiam do céu, sendo comido por morcegos de outro mundo??
Tsk. Logo em seguida, a garota se afastava um pouco, enquanto olhava em volta, tentando se localizar
(Característica Forasteiro: Andarilho)
[17:24] <Natala> --- BLASFEMEA! EU SOU UMA SERVA DA DEUSA VIVA! --- *Dizia toda religiosa e
pomposa estufando os peitos e tentando sair do buraco.* -- E que dragão oque, eu saberia se tivesse
algum bixo desses andando por aqui. -- "Porque ai estaria a mais de milhares de distancia sou boba não
a mãe é inteligente."
[17:28] «!» Córregos de águas escuras semelhantes a espelhos negros percorrem ao redor da estrada
lamacenta. Gigantes árvores se erguem em ambos os lados da estrada, seus galhos rasgam a névoa
enquanto balançam em uma dança sem fim.
[17:29] «!» Hoshiko não se lembrava de estar em um local assim nem de já ter passado por ali. Aquele
lugar era completamente estranho para garota, era como se ela tivesse ido parar em um local
completamente diferente.
[17:33] <Hoshiko> Coçava a sua cabeça, enquanto pensava por alguns momentos... "Hm... Eu
definitivamente fui teleportada. Eu não me perderia assim nunca." Ela pensava, enquanto então voltava
a olhar para os outros que haviam aparecido de repente... -- Da onde que vocês vieram? Ela perguntava
em um tom ríspido, apenas querendo saber se eles vieram de algum lugar que representa perigo, ou
não.
[17:33] «!» Todos vocês depois de algum esforço saiam do buraco e se encontravam em uma estranha
estrada, em um local que nunca haviam estado antes. Uivos e gritos bizarros podiam ser escutados
vindos das florestas e uma estranha sensação de estarem sendo observados tomava conta dos seus
corações.
[17:34] <Kikky Nevespada> --Pra onde caralhos você me trouxe enquanto eu estava desacordado,
dragoa? E onde está minha galinha?
[17:34] <Kikky Nevespada> *Dizia, apontando, agora sóbrio, o dedo para Natala*
[17:36] <Ímpeto> *Abaixando a cabeça e olhando os arredores em silêncio, eu ponho saco uma das
minhas alabardas e fico segurando quando respondo a pergunta de Hoshiko alguns segundos depois:* --
Pela estrada, parei quando vi os ossos. "Isso daqui não é natural."
[17:36] <Kikky Nevespada> --Não é natural, com certeza.... *Me virava a Hoshiko* --Eu venho de
waterdeep, meu pai é um dragão branco de olhos azuis, mas se eu o conhecesse, não estaria tendo de
roubar galinhas pra sobreviver.
[17:37] <Kikky Nevespada> --Trabalhos da guilda definitivamente não dão os melhores pagamentos.
[17:37] <Natala> -- Não sei onde esta a sua mãe, mas esse lindo galinho esta comigo e não devolvo. --
*Dizia e mostrava a língua com uma piscadinha sexy enquanto segurava o galo com uma mão e fazia um
carinho no coitado.* -- Vai ficar tudo bem roberto. -- *Batizava o galo de roberto.* -- E respondendo a
pergunta da menina sem rabo... Eu sou uma enviada de deus vinda diretamente dos seus para guiar a
todos para a salvação eterna. -- *Dizia sorrindo.*
[17:38] <Hoshiko> Hoshiko apontava o dedo para Natala, e falava: -- Eu já não confio nela, é a única que
não falou direito de onde veio.
[17:38] <Natala> - D-D-Dragão branco... Olhos azuis... - *Dava um tremida e apontava a picareta para
ele.* --- VOCÊ FOI ENVIADO POR ELE? ---
[17:39] <Kikky Nevespada> --Não, Não, eu estava nos arredores a mando de Rawflyze Lowfeet... *Pegava
em minha mochila a carta de apresentação da guilda Taverna Geek
[17:39] <Kikky Nevespada> --Recentemente eu consegui um trabalho dos grandes, e estava a procura de
um cozinheiro experiente, até que no meio do caminho eu passei perto de um bar.... tinha uma moça
bonita.... e o resto eu não me lembro.
[17:40] <Natala> -- Menina tola confiem em deus e não em meros morais e assim ira viver para sempre!
-- *Dizia estufando o peito sorrindo e depois vendo a carta de apresentação do homem.* -- Que bar... --
[17:41] <Kikky Nevespada> --Deuses não são nada além de mortais ultra-poderosos. *Dizia, em tom
desafiador* --Apenas Megalomaníacos mega-poderosos.... Sobre o nome do bar, sinceramente, não
prestei atenção.
[17:41] <Ímpeto> *Eu escuto todo mundo em silêncio, respiro fundo e começo a andar devagar pra
frente.* -- Vocês estão escutando esses uivos, né? Ficar de papo no meio da estrada só vai chamar
atenção do que quer que esteja nos vigiando.
[17:42] <Hoshiko> -- O tiefling está certo. Hoshiko falava, cruzando os braços, e então, continuava: -- E
além disso, esse lugar não é natural... É como se tivéssemos teleportado.
[17:43] <Kikky Nevespada> --Uivos.... Bem, temos uma Meia-Elfa entre nós.... Talvez ela possa usar de
seus ''dotes diplomáticos'' típicos dos Meio-Elfos para acalmar qualquer besta que nos ataque.... Diga-
me o teu nome, mestiça. Chamo-me Kikky, da linhagem dracônica Nevespada.
[17:43] <Hoshiko> -- Não acho uma boa ideia você me colocar no mesmo molde que outros Meio-elfos,
já que o que eu menos fiz na minha vida foi viver em uma cidade, praticando diplomacia... Eu sou
Hoshiko.
[17:45] <Kikky Nevespada> --Entendo, eu também não gosto muito desse negócio de ''viver em
sociedade''. *Acompanhava o grupo* --Sabe.... Lá na minha guilda tem um cara que iria pirar com esse
lugar, é um grung que gosta de estudar portais, teleporte, esse tipo de coisa.
[17:45] <Natala> *Olhava para o descrente.* -- Homem de pouca fé... Meu nome é [Link] para você.
-- *Dizia com um tom bravo.* --Ignora ele elfinha, esse ai só sabe beber em taverna homens inuteis e
ladrões, que a ira de deus caia sobre eles. --
[17:45] <Natala> *Olhava para o descrente.* -- Homem de pouca fé... Meu nome é [Link] para você.
-- *Dizia com um tom bravo.* -- Ignora ele elfinha, esse ai só sabe beber em taverna homens inuteis e
ladrões, que a ira de deus caia sobre eles. --
[17:47] <Ímpeto> *Eu paro, na frente, cruzo os braços olhando pra eles, e escuto se apresentarem. Como
já estava um pouco afastado, não falo meu nome em voz alta, e só lho pra cada um tentando me lembrar
dos nomes.* "Se querem vir juntos, andem logo!"
[17:48] «!» Ímpeto saia caminhando pela estrada, após alguns segundos após o homem se afastar todos
sentiam o chão tremer.
[17:50] <Kikky Nevespada> *Rolava no chão em pânico, com um medo do caralho de aparecer um
tarrasque no meio desse terremoto*
[17:50] <Natala> *Voltava para o buraco e chamava a Elfinha com a mão e um sorriso amigável.* - Vem
cá é mais seguro. -
[17:52] <Ímpeto> *Descruzo os braços e ponho a mão na cara.* -- O chão começa a tremer e você se
enfia num buraco?! Foi eu que fiz isso pra vocês andarem logo! *Saio andando na frente, balançando o
rabo como se estivesse agitado.* - Tsc. Sozinho devo ter mais chances de sobreviver.
[17:54] <Kikky Nevespada> ''O cara fez o chão tremer em uma situação dessas, tá querendo ver eu me
cagar uma bostona branca de olhos azuis né?'' *Pensava, e continuava a andar, mantendo um olho na
paladina e outro no Tiefling*
[17:55] <Natala> -- Mas o abrigo contra terremotos do império é no sub solo... Então o buraco é seguro...
Não é? Ou sera que é? Hm... Que seja a verdadeira proteção esta na deusa! -- *Saia do buraco de peito
aberto e olhava para o Ímpeto falando.* -- Mas porque devemos seguir você? você sabe para onde ta
indo? -- *Perguntava em duvida.*
[17:56] <Kikky Nevespada> ''Pode ficar tranquilinha, que se alguma árvore cair na sua cabeça por causa
dos tremores esse seu par de chifres te protege''
[17:57] <Ímpeto> -- O abrigo é o sub-solo? Tô começando a achar que queriam te enviar pro matadouro.
*Dava uma breve risada e dizia respondendo a outra pergunta:* -- Não tenho a menor ideia, mas um
sábio me disse uma vez que parado você não chega a lugar nenhum.
[17:58] <Kikky Nevespada> --E andando sem rumo você se cansa mais rápido... Podemos estar preso em
algum tipo de ilusão ou encantamento, em vez de termos sido teleportados.... *Dizia, em dúvida,
começando a investigar os arredores*
[17:59] <Natala> -- O ladrão bebado tem um ponto. -- *Dizia se levantando e seguindo o Ímpeto.* -- Mas
eu prefiro concorda com você do que com ele vamos indo bonitão. -- *Dizia e pegava no braço dele
pressionando os peitos.*
[18:00] <Ímpeto> -- Se tem uma coisa que eu não entendo é magia, então lhe desejo boa sorte, Kikky.
*Dizia o nome dele e olhava de cima pra baixo para a Natala agarrando o meu braço.* -- Poderia ficar
atenta aos arredores? Eu preciso dos dois braços pra lutar.
[18:01] «!» O Ladino notava que a estrada era estranhamente igual, não importava o lado que eles
fossem, e enquanto um dos córregos corria para um lado o corrego do outro lado corria para o outro.
Mas aquilo de fato não demonstrava ser nenhuma ilusão.
[18:01] <Natala> -- Mas um só não é o suficiente? Afinal você parece tão grande e forte. -- *Dizia
apertando os músculos do braço do Ímpeto dando aquela chave de peitos naquele braço.* -- Eu estou
bem atenta pode relaxar. --
[18:02] <Kikky Nevespada> --Estamos presos em algum tipo de Looping.... os padrões da estrada se
repetem de tempos em tempos, quanto mais andamos, mais não chegamos a lugar algum. *Dizia,
fazendo referencia a fala anterior de ímpeto*
[18:04] <Ímpeto> *Olho para a Natala querendo dar um sermão, mas me viro para Kikky Nevespada e
digo:* -- ... e aí, alguma ideia, então? Porque eu não esstou gostando nem um pouco disso. "Está me
lembrando demais daquele dia. Se ao menos eu soubesse como eu saí de lá..." *Volto a olhar para
Natala com uma expressão de irritação, depois olhava pro meu braço, e depois desistia de convencê-la,
olhando pra frente.*
[18:05] <Hoshiko> Hoshiko começava a andar, mas se mantendo um pouco afastada do grupo.
[18:05] <Kikky Nevespada> --Bem.... Um lado do córrego corre pra uma direção.... enquanto o outro
corre na direção contrária, a solução mais obvia seria sair da estrada, mas não sei qual dos córregos
deveríamos atravessar.
[18:05] <Natala> "Hohoho ficou bravinho." *Ficava lá assim mesmo e falava.* -- VocÊ sabe que é um
looping só de olhar? tem certeza que não é a bebida? --
[18:07] <Natala> -- Disse o ladrão de galinhas, a conversa ta na cadeia então? -- *Rebatia com um
sorriso.*
[18:07] <Hoshiko> -- Looping? Hoshiko perguntava... -- Bem... deve ter algo a ver com essa névoa... Me
parece ser algum tipo de magia.
[18:07] <Kikky Nevespada> --Hoshiko, aparentemente, os padrões das árvores e da estrada se repetem
de tempos em tempos....
[18:08] <Kikky Nevespada> --Ninguém percebeu isso, além do cara que bebeu 40litros de pinganã nas
ultimas 8 horas.
[18:08] <Ímpeto> -- Então vamos ir por outra direção. Só não se esqueça que os barulhos vem dos
arredores. *Falava sério e mudava o caminho em direção para algum dos lados. A conversa paralela dos
dois me dava nos nervos porque eu tentava me concentrar pra prestar atenção nos barulhos e não ser
pego com a guarda baixa.*
[18:08] <Kikky Nevespada> --Acho que simplesmente andar pra trás não vai resolver....
[18:09] <Kikky Nevespada> --A gente precisaria atravessar um dos córregos... talvez derrubar uma árvore
pra fazer um tipo de ponte e atravessar....
[18:12] «!»
[18:15] <Hoshiko> Não ficava muito perto de nenhum dos três, andando a um passo próprio, um pouco
afastada. -- Vamos... Se a gente andar por um dia inteiro e não chegarmos em lugar algum, dai nós
tentamos alguma outra coisa. Mas até lá, não sabemos se vai continuar assim ou não.
[18:16] <Ímpeto> "Se o que o bêbado está falando for verdade, ele deve saber sair daqui. Mas vai saber
se não é o álcool falando por ele." *Sigo Kikky carregando a Natala que não me soltava. Enquanto
andava, sussurrava pra mim mesmo, num tom que ela podia escutar.* - Isso não vai dar certo. *Não dava
pra saber se eu falava do plano de Kikki ou de Natala *
[18:17] <Natala> - Tenha fé. - *Sussurrava com uma voz doce para o Ímpeto.*
[18:18] <Hoshiko> Hoshiko utilizava o bastão que carregava para se apoiar durante a caminhada, e assim
não se cansar tanto... Igual a como sempre fazia.
[18:19] <Ímpeto> - Tenho fé de que não vai dar certo. *Respondia em um tom de deboche pra ela, ainda
olhando pra frente.* - Qual é o seu deus, mesmo?
[18:21] <Natala> - A deusa que ajuda as mulheres, a deusa da beleza, Afrodite. - *Dizia com um sorriso
encantador.*
[18:21] <Kikky Nevespada> --Nunca ouvi falar dessa tal de afrodite. Você é mesmo de Sword Coast?
[18:23] <Ímpeto> *Quando ela fala que a deusa dela é da beleza, eu concordo com a pergunta de Kikky,
mas não podia me segurar em dizer brincando de forma ácida, olhando pra ela agora:* -- Se a beleza não
está no exterior, está no interior, né? *Torcendo para que ela me solte.* -- E aí, Kikky, algum progresso?
[18:23] <Ímpeto> >>
[18:24] <Kikky Nevespada> --Cara, veja com seus próprios olhos, a gente tá no meio do mato ainda né.
*Começava aprocurar por padrões novamente, riscava uma árvore enquanto andavamos pra ver se ela
apareceria novamente mais na frente, riscada ou não*
[18:25] <Natala> -- Esta em todos os lugares que você possa ver. -- *Dava uma apertada com os seios e
falava.* -- Tocar, sentir ou - escutar. - *Dizia com a mesma voz sedutora e o soltava andando ao seu lado
mas deixando o braço dele apos provocar um pouco .* "Sera que ele é gay?"
[18:27] «!» Vocês seguiam o bebado que haviam acabado de conhecer floresta a dentro. O homem ia os
guiando por algum tempo, mas cerca de 30 segundos após entrarem na floresta, um par de olhos
vermelhos surgia de dentro da nevoa...
[18:27] «!» Um lobo rosnando, do tamanho de um urso, saia do nevoeiro e atrás dele, outros 4 pares de
olhos vermelhos se destacava dentro da nevoa.
[18:33] <Kikky Nevespada> --Ih rapaziada, deu ruim *Me escondia atrás da muié do time e preparava
uma flechada com meu arco, enquanto minhas mãos tremiam de medo ao ver aquela monstruosidade
se aproximar, dispararia caso meu time decidisse entrar em combate com a criatura*
[18:36] «!» O lobo avançava para cima de Ímpeto e de Natala e começava a rosnar enquanto cuspia
saliva no rosto dos dois...
[18:38] <Ímpeto> *Segurando a alabarda eu encarava o lobo de volta, mas sabendo que estávamos
cercados, não ia dar bom enfrentá-los. Estavamos sem os números pra isso. Eu já ia fazer o que a
Hoshiko sugeriu, então saía em desengage andando para trás, olhando para a Natala e dizendo
entredentes, como se estivesse furioso:* - Só me imita.
[18:40] «!» O lobo avançava para cima de ímpeto e começava a rosnar como se fosse o atacar, mas o
Lobo ficava apenas na ameaça e preparava uma ação.
[18:41] <Hoshiko> Hoshiko também começava a fazer o mesmo... Enquanto ela andava para trás, tentava
escutar, cheirar, ou de alguma outra forma, detectar, para saber se tinha algum outro lobo atrás da
gente...
[18:43] «!» A garota estava tremendo muito e não conseguia tirar os olhos do lobo enquanto se afastava,
já que ate a sensação de piscar naquele momento era desesperadora.
[18:44] «!» Um dos lobos avançava para cima de Kikky Nevespada e tentava cravar suas garras no Ladino.
[18:46] «!» O lobo acertava em cheio a bariga do mago, rasgando a barriga do draconato e expondo o
intestino do pobre Ladino.
[18:48] «!» O lobo ia ate o lobo que atacou Nevespada e metia a garra nele enquanto rosnava para ele,
como se estivesse dando uma bronca no mesmo.
[18:49] <Hoshiko> Ação livre: -- Não... Ataquem... Calma... Falava para as pessoas da Party... também
para os lobos, mesmo que não entendam
[18:49] <Kikky Nevespada> Ação Livre:--Eta porra os lobo tao brigando blergh blergh *Dizia vomitando
sangue e morrendo no processo*
[18:53] <Natala> *Fazia uma reverencia ao lobo que estava a sua frente e que não tinha batido nela, mas
sim os defendido dessa forma acreditava que ele não tinha intenção de a machucar.* - Calma
cachorrinho calma... - *Começava a se afastar com o escudo levantado mas obviamente sem segurar
nenhuma arma que pudesse ser ameaça aos lobos enquanto usava desengage e se afastava.* "O ladrão
esta sofrendo... Seria essa a punição divina? Deveria eu ajudar os lobos?"
[18:55] <Kikky Nevespada> *Vômita sangue e tentava se arrastar pra longe dos lobos, mas acabava
perdendo muito sangue, e consequentemente a consciência no processo*
[18:56] «!» O lobo ficava do lado de outro lobo e começava a rosnar para vocês...
[18:56] «!» Ele fazia a mesma coisa, se posicionando perto dos outros lobos e começando a rosnar, como
se estivesse os expulsando dali.
[18:57] <Ímpeto> *Vendo que todos entenderam a merda da situação em que estávamos, eu continuo
recuando até voltar para a estrada.* "Que fique a lição. Um bêbado não sabe a direção."
[18:58] «!» O lobo dava alguns passos para trás e começava a rosnar para todos como os outros lobos.
[19:00] <Hoshiko> Não querendo ameaçar nenhum dos lobos com alguma magia, Hoshiko não curava o
Draconato nem nada, apenas continuando a ir para trás, se afastando dos lobos, com intenção de voltar
para a estrada... Enquanto fazia isso também, CASO o draconato realmente esteja desmaiado, ela
também iria arrastando ele pelo pé.
[19:01] «!» O Lobo começava a rosnar junto coms outros na direção de vocês, dando alguns passos para
frente. Ameaçando avançar em todos vocês.
[19:03] «!» Ele avançava um pouco e fazia a mesma coisa. Os lobos iam avançando lentamente atrás de
vocês enquanto vocês recuavam. Eles faziam isso ate que vocês voltavam para a estrada. Quando os
lobos percebiam que os 4 haviam chegado na estrada eles olhavam para os céus, como se estivessem
escutando algo e iam embora calmamente logo em seguida.
[19:04] <Natala> *Dava um piscadinha apra o lobo 3 bem sexy seduzindo o lobo.* - Obrigado... -
*Abaixava a cabeça agradecendo aos céus.* - Amém, gloria a Afrodite. -
[19:05] <Hoshiko> -- Tsk, eu não escuto mais o bebâdo do caralho. Se aproximava do lagarto com
estômago para fora e desmaiado, e fazia um símbolo que parecia uma constelação de um cálice,
enquanto pronunciava: - Se reconstrua. (Curar ferimentos.) Quando o mesmo acordasse, falava: --
Levanta e coloca suas entranhas de volta no seu corpo, não quero ficar vendo essa merda. E logo em
seguida, se afastava.
[19:06] <Kikky Nevespada> --Obrigado por me curar, mas nem me venha com sermão. Me fala, o que
você é afinal? Um clérigo vestido de verde?
[19:06] <Kikky Nevespada> *Dizia, pegando minhas coisas e me levantando, engolindo o sangue que
ficava em minha boca*
[19:09] <Natala> *Concordava com a cabeça após agradecer a deusa.* -- Falei que seguir o bêbado era
uma má ideia, nem deve ter looping algum. -- *Dizia e se afastava dele ficando ao lado da Hoshiko.*
[19:09] <Ímpeto> *Guardo a alabarda escutando eles conversarem, pego a espada a carregando com a
lâmina repousada na horizontal sobre o meu ombro direito.* -- É. *Só falo isso e sigo pela trilha, como
estávamos indo da primeira vez.* "Agora todo mundo deve parar de bobeira e prestar atenção."
[19:10] <Kikky Nevespada> --O que vocês decidirem pra mim tá bom. *Seguia o ímpeto*
[19:11] <Hoshiko> Começava então a seguir pela trilha, prestando atenção para caso houvesse alguma
mensagem em Druídico durante a estrada... Mas, antes de sair de fato, com a adaga de uma das suas
ferramentas, cravava em uma árvore que estava próximo ao lugar que os lobos guardavam, falando:
[Território de lobo a frente. Eles não irão atacar se você não ser agressivo, e apenas recuar... Tome
cuidado.] E então, voltava a seguir pela trilha.
[19:14] «!» Vocês seguiam pela monotona trilha pelas próximas 5 horas sem ver nada de novo,
alternando o tempo entre caminhadas e paradas para descanso. Após 5 horas vocês finalmente
encontravam algo diferente.
[19:15] «!» À névoa transborda da floresta para engolir a estrada atrás de vocês. Em frente, saindo dos
impenetráveis bosques de ambos os lados da estrada, aparecem os principais contrafortes de pedra que
se aproximam da neblina. Grandes portões de ferro suspensos na pedra. O orvalho se apega com
tenacidade fria às barras enferrujadas. Duas estátuas de guardiões armados decapitados flanqueiam o
portão, suas cabeças agora jazem entre as ervas daninhas aos seus pés. Eles recebem vocês apenas com
silêncio.
[19:16] «!»
[19:19] <Hoshiko> -- Algo diferente... Mas... Hoshiko falava, um pouco desconfortável com o fato de isso
parecer estar ai a muito tempo, sem qualquer tipo de manutenção. -- É estranho... Ela falava, enquanto
olhava em volta, provavelmente apenas vendo florestas. -- Mas eu acho que é o único caminho que nós
temos... Vamos. "Eu espero que isso acabe logo" Olhava então de relance para todos por um momento,
antes de voltar seus olhos para a estrada. "Um ladrão, uma paladina pervertida... E um Tiefling. Lugar
estranho." E então... Voltava a andar. Enquanto andava também, procuraria pela trilha para ver se tinha
alimento que poderia coletar. (Característica Forasteiro: Andarilho)
[19:22] <Ímpeto> -- Terra dos lordes, é? *Eu olho pra cima vendo a altura da construção e das estátuas.*
-- Melhor que a floresta da morte, só não lembro disso estar no mapa que me mostraram na cidade. *A
essa altura já estava de saco cheio de levar a espada nas mãos então já tinha guardado. Vejo a Hoshiko
falar como uma líder, e fico parada encarando pra ver se ela ia mesmo entrar.* "O que tem pequena, tem
de coragem."
[19:22] <Kikky Nevespada> *Tentava comparar a arquitetura das construções as construções de outros
povos, tentando determinar se estava mais próximos das arquiteturas Humanas, Anãs, Elficas, etc.* --
Essa cabeça... *Começava a falar, examinando a cabeça caída da estátua gigante*
[19:22] «!» A garota passava algum tempo procurando por alimentos, mas tudo que ela encontrava eram
marcas de carroças e pegadas de cavalos que provavelmente passaram por ali há alguns dias atrás em
ambas as direções, ela tambem encontrava o corpo de um corvo largado na beira da estrada que
aparentemente foi morto por conta de uma mordida no pescoço.
[19:25] «!» Kikky Nevespada analisava as construções. A arquitetura parecia muito diferente de qualquer
coisa existente na costa da espada, mas tinha algumas semelhanças com construções humanas.
[19:27] <Hoshiko> Hoshiko olhava para Natala por alguns momentos... E então continuava: -- Você... Ta
com medo de um portão? Balançava a cabeça em negação, enquanto então se levantava, indo até onde
os outros estavam, com o corpo do corvo em mãos: -- Então... Tem alguns traços de carroça e cavalo, que
parece que passaram por aqui a alguns dias. E além disso, eu encontrei esse corvo morto... Ele tem dois
buracos no pescoço, parece que foi uma mordida... Eu suspeito que seja os mesmos morcegos que
mataram várias das criaturas antes, alguém tem alguma outra ideia do que possa ser?
[19:28] <Kikky Nevespada> --Olha as orelhas desse guarda. *Apontava pra cabeça do guardião caído* --
Humanos. Isso aqui é um tipo de Ruína humana.... *Me virava para Hoshiko* --Um corvo morto.... E
marcas de carroça... Esse lugar é muito menos desértico do que o últimos que estávamos.... *Me
aproximava do corvo, e olhav ao estado do cadáver, caso tivesse moscas voando ao seu redor, atestava
que estivesse morto há dias, caso o corpo estivesse frio, há horas, e caso o corpo estivesse quente, há
minutos.
[19:29] Kikky Nevespada rolou 1d20 + 3 = 11 {[8] + 3} << eu INVESTIGO o corpo do cadáver >>
[19:30] «!» Kikky Nevespada notava apenas que o corpo ainda estava em um estado considerado "bom"
de conservação.
[19:31] <Ímpeto> *Eu me aproximo mais do portão, olhando pra dentro dele enquanto o povo dava uma
analisada nos arredores. Queria ver o que tinha atrás do mesmo. As conversas sobre que reino era, corvo
e carroças eu escutava por alto.* "Lugar grande da porra, e ninguém vigiando. Estranho."
[19:31] <Kikky Nevespada> --Pois é galera, isso aqui foi abatido há no máximo umas horas, tá tão bom
que podia ser a nossa marmita.... Agora deixe-me focar nessas rodas.... Eu não me lembro de ter visto
quaisquer marcas de carroça na floresta, se elas saem de dentro dessas ruínas, pra onde elas estão indo?
*começava a investigar*
[19:32] «!» Quando Ímpeto se aproximava os portões começavam a se abrir, guinchando enquanto suas
dobradiças se moviam sozinhas magicamente.
[19:32] <Kikky Nevespada> --Pois é galera, isso aqui foi abatido há no máximo umas horas, tá tão bom
que podia ser a nossa marmita.... Agora deixe-me focar nessas rodas.... Eu não me lembro de ter visto
quaisquer marcas de carroça na floresta, se elas saem de dentro dessas ruínas, pra onde elas estão indo?
*começava a investigar*
[19:33] <Natala> *Observava as armaduras das estatuas tentando usar seu conhecimento sobre a guerra
para ver se eram de algum batalhão, ou reino inimigo/aliado.* -- Meu medo é oque pode ter dentro, não
o ''portão'' . --
[19:35] <Hoshiko> -- Eu... Não comeria o corvo. Se foram os morcegos que o mataram, pode ter algo que
a gente não queira contrair no corpo dele. Hoshiko então andaria até a terra mais próxima, falando: -- Eu
vou enterrar ele. E então, quando chegava na terra próxima, colocava o corvo gentilmente deitado,
enquanto usava Moldar Terra , escavando um buraco em baixo do corvo, enquanto usava a terra do
mesmo para o tampar, enterrando o pequeno animal. Logo em seguida, voltaria ao grupo, agora se
aproximando de ímpeto, a medida que os portões se abriam. -- Magia...
[19:35] «!» As armaduras eram representações de armaduras completas de placas comuns e não
possuíam nenhum simbolo que as diferenciasse.
[19:36] «!» Kikky Nevespada notava que as marcas de carroça, seguiam pela estrada que eles haviam
vindo, mas não lembrava de ter visto elas enquanto caminhava na estrada.
[19:37] <Ímpeto> -- É. *Eu dizia respondendo a Hoshiko.* -- Já estava achando estranho não ter nada
além desses ''guardas'' pra vigiar a entrada. *Falava em referência às estátuas.* -- Explica alguma coisa,
mas deixa um monte de perguntas. *Olho pra ela e depois pros outros dois, esperando eles voltarem pra
passar pelo portão.*
[19:37] <Kikky Nevespada> --Carai menor, bug mental... Pois é, acho que agora que eu já gastei meia
hora investigando tudo estou pronto pra seguir pelo caminho mais óbvio. *Dizia, olhando os portões
gigantes que se abriram para ímpeto*
[19:38] <Hoshiko> -- Então vamos logo. Talvez... As carroças tenham ido para a outra direção, mas já
estamos longe demais para retornar. Hoshiko falava, e com seu bordão, começava a andar, novamente se
apoiando com ele para caminhar, e economizar um pouco da sua energia...
[19:38] <Natala> -- Bom as armaduras não remetem a nenhum reino ou patente de exército então... Não
sei de nada vamos entrar? -- *Dizia dando uma coçada na cabeça e uma expressão fofa UwU.*
[19:39] <Hoshiko> Hoshiko olhava para a expressão que Natala fazia, pensando: "Tsk, sua cara me
enoja." Tinha um leve semblante de desgosto, antes de voltar seu olhar para a estrada e continuar.
[19:40] <Kikky Nevespada> --Provavelmente é de algum reino humano esquecido pelo tempo.... Suas
vidas efêmeras passam tão rápido... Que mesmo seus impérios acabam em um piscar de olhos.... *Dizia,
acompanhando o grupo para passar pelos portões*
[19:42] «!» Vocês então atravessavam os portões que se fechavam atrás de vocês assim que o ultimo de
vocês passava. O portão fechava após uma estrondosa batida de metal ao mesmo tempo em que uma
voz masculina viajava pelos ventos e dizia: --Ele é o ancião! Ele é a terra! E vocês são os invasores!!!
[19:43] «!» A frente de vocês, uma estrada seguia em frente, flanqueada por um bosque...
[19:43] «!»
[19:43] «!» >>
[19:45] <Kikky Nevespada> --Uma muralha desse tamanho.... ppra guardar um bosque...? *Dizia,
olhando a construção no topo de uma das colinas* --Acho que a gente tem que ir pra lá né galera? Se pá
a gente acha esse tal ancião aí que falaram e ele manda a gente pra casa.
[19:46] <Natala> *Escutava tudo e pensava.* -- Mas a porta tava aberta moço, num invadimo não. --
*Dizia e começava a andar pela trilha.* -- Vamos então?
[19:46] <Hoshiko> Hoshiko não se abalava muito com a voz que aparecia de repente. -- Duvido... Mas é a
única construção que eu vi até agora, e a floresta parece perigosa demais para atravessarmos. Ela
respondia Kikky, com uma certa irônia em sua voz, por ser uma druída
[19:47] <Ímpeto> *Aquela situação me deixava arisco, como se eu me lembrasse de algo.* -- A porta não
estava aberta, ela se abriu. O que é ainda mais esquisito. *Dizia enquanto via o lugar ao fundo do
bosque, andando pela estradinha em direção a ele.* "Se não tiver nada no caminho, é isso mesmo."
[19:48] <Kikky Nevespada> --A gente tem um objetivo.... E a gente vai ATÉ ELE. entenderam? *Dizia
apontando pro castelo* --Nada de inventar de sair da estrada ou algo assim igual vocês fizeram lá atrás.
*dizia em tom de escárnio, ressaltando os próprios erros em forma de piada*
[19:49] <Hoshiko> Hoshiko continuava andando, se mantendo um pouco afastada do grupo como antes,
mas para o lado. Enquanto andava, se apoiando em seu bordão, ela olhava para o Tiefling, e falava: --
Alias, Tiefling... Qual é o seu nome? Você não o disse até agora. Ela ignorava o que Kikky havia falado.
[19:51] <Ímpeto> -- Kikky, você precisa tirar o álcool do seu sistema de algum jeito. Achei que aquela
garrada tinha ajudado. *Dizia como se fizesse uma piada. Depois, respondo à Hoshiko:* -- Pode me
chamar de Ímpeto. Meu nome verdadeiro vocês não conseguem pronunciar.
[19:52] <Kikky Nevespada> --Eu te asseguro que estou sóbrio, quando aquele lobo arrancou metade do
meu estômago, o alcool foi junto.
[19:53] <Ímpeto> -- Não é como se vocês pudessem usar o meu nome pra me matar, então... *Respiro
fundo, e falo o meu nome como ele é pronunciado em Infernal* -- Absimiliard.
[19:53] <Natala> -- Hmmm ímpeto sua bonito, meu nome é Natala, pode me chamar de Natizinha. --
*Dizia sorrindo para o Ímpeto e depois para a Hoshiko e então via o Kikky Nevespada.* -- Nada muda pra
você. --
[19:54] <Kikky Nevespada> --Eu conheço essa música da xuxa aí, ímpeto. *Dizia, me referindo a forma
que soava o nome dele*
[19:55] <Hoshiko> -- Hm, soka. Hoshiko falava, e então voltava sua atenção, deixando o Tiefling em paz,
enquanto continuava a caminhar...
[19:56] <Ímpeto> -- Me disseram que falar assim é coisa de mulher, Natala. *Se referia ao ''Natizinha''*
[19:58] <Natala> -- Não é só um apelido para os mais i n t i m o s. -- *Dizia bem devagar dando uma
piscadinha sexy para o Ímpeto.*
[19:59] «!» Vocês seguiam pela estrada por cerca de 30 minutos. Árvores elevadas, cujos topos estão
perdidos em uma forte névoa cinzenta, bloqueiam tudo, exceto uma decadente luz cinzenta. Os troncos
das árvores são anormalmente próximos uns dos outros, e os bosques têm o silêncio de uma sepultura
esquecida, mas exalam a sensação de um grito mudo.
[19:59] «!» A viagem era tranquila ate agora, mas Hoshiko sentia o perfume de morte no ar, vindo de um
dos cantos da estrada.
[20:01] <Kikky Nevespada> *Seguro meu arco mais forte do que o 4lan segurou a bunda da namorada do
rakin*
[20:02] <Natala> *Parava junto com ela.* -- Que foi querida, quer ir no banheiro? --
[20:02] <Ímpeto> *Lá atrás havia respondido a Natala:* -- Hum. "Acabamos de nos conhecer, draconata."
*Paro atrás quando vejo quem estava na frente parou, olhando pra direção onde ela olhava.*
[20:06] «!» Ímpeto olhava para o lado para onde Hoshiko estava virada e via, largado atrás de um
arbusto meio enterrado no mato a cerca de quatro metros e meio da estrada. O jovem parece ser um
plebeu. Suas roupas enlameadas estão rasgadas e despedaçadas com marcas de garra. Corvos estiveram
no corpo, que se encontra cercado pelas marcas de patas. O homem obviamente está morto há vários
dias. Ele segura um envelope esfarrapado em uma de suas mãos.
[20:07] <Ímpeto> *Eu vou até lá andando vagarosamente pra pegar o envelope.* "Ele estava tentando
enviar uma mensagem pra alguém lá fora, ou alguém aqui dentro?"
[20:07] <Kikky Nevespada> --Morto por bestas, provavelmente um mensageiro, a única pergunta que
resta é o que ele fazia em um lugar tão remoto. *Dizia, agaixado sobre o corpo, investigando demais
pistas enquanto meu grupo analisava o envelope*
[20:07] <Hoshiko> Vendo que Ímpeto havia notado algo que ela mesma não havia, olhava com um certo
olhar impressionado para o Tiefling, enquanto acompanhava ele.
[20:07] <Hoshiko> >>
[20:09] «!» Vocês se aproximavam do corpo e Ímpeto recolhia o envelope, mostrando para todos.
[20:09] «!» Assim que fazia isso, um uivar de lobo podia ser escutado vindo das arvores.
[20:10] <Ímpeto> -- De volta pra estrada. Já sabemos o resultado disso aqui. *Recuava para a estrada
onde leria o envelope.*
[20:10] <Natala> *Via ele indo lá pegar a carte e depois falava para a Hoshiko.* - Se quiser ir no banheiro
e tiver tímida só falar, eu distraio eles um pouco pra você as meninas tem que se ajudar. -- *Dizia para ela
e depois sorria para o Ímpeto.*
[20:11] <Kikky Nevespada> --Tem razão, de volta pra estrada. *Gatilho mental das minhas tripas sendo
retiradas de mim na base da garrada*
[20:11] <Hoshiko> - Sim sim, vamos logo, depois lemos isso. Hoshiko então fazia o mesmo que havia feito
com o corvo, usando moldar terra para enterrar o corpo do homem, e fazer com que o cheiro se
dissipasse, assim impedindo com que os lobos continuassem a encontrar a nossa localização pelo cheiro
de morte. Logo em seguida, Hoshiko se virava, e começava a sair dali, acompanhando Ímpeto em um
passo rápido para sair logo dali.
[20:12] «!»
[20:15] <Ímpeto> *Eu leio a carta em voz alta e entrego ela pra Natala, me sentindo leeeveemente
ofendido por algum motivo.* -- Baróvia é o nome desse lugar? Pobre homem. Ter alguém da família
levado por um monstro desses. *Espero para ver a reação do grupo ao conteúdo da carta.*
[20:17] <Natala> -- Vamos matar o monstro! Vamos vingar ela, esse homem deu a vida para levar essa
carta, vamos cumprir o ultimo desejo de vida dele, e ajudar o reino, podemos ter nossas diferenças, mas
pessoas do bem estão morrendo, por isso devemos nos unir sobre uma so bandeira e marchar contra
esse maldito vampiro seja lá que for! -- *Dizia inspirada.* "Como sera que ele a mordeu, dizem que a
mordida de vampiro da uma sensação exitante..."
[20:22] <Hoshiko> -- Um vampiro... Hoshiko se questionava, ficando quieta por alguns momentos...
Antes de continuar: -- Eu ouvi um pouco sobre vampiros quando era mais nova... Eles se alimentam de
sangue, são capazes de se transformar em morcegos, não conseguem caminhar no sol e possuem força e
agilidade sobrenaturais... Ela falava, continuando a ponderar. -- Talvez aqueles morcegos fossem na
realidade, vampiros... é mais plausível do que se falar que eram apenas morcegos. A mesma coisa que
matou aquele corvo.
[20:23] <Ímpeto> *Concordava com Kikky, e respondia Natala.* -- Algo me diz que não vai ser tão
simples assim. Se só as florestas são perigosas desse jeito, imagine o lar da criatura em si... só sei de uma
coisa: me ferve o sangue saber que um ser desses está a tanto tempo causando terror por estas terras.
*Presto atenção na fala de Hoshiko, e digo:* -- Então existem muitas coisas que ele pode fazer, quando é
noite. Seria melhor pegarmos informações com os moradores, se é que não estão todos daquele jeito.
*Apontava pro lugar onde ela havia enterrado o corpo.*
[20:25] <Hoshiko> -- Eu acho provável que estejam... Se aqueles morcegos que eu vi matando dragões
anciões eram esse tal de vampiro, não acho que aldeões, que são comida para vampiros, sobreviveriam
por muito tempo... E esse lugar não tem sol, o que só reforça ainda mais esse pensamento. Olhava então
para o castelo que havia, lá ao longe... Tentaria notar para ver se havia alguma luz vinda dele.
[20:26] <Natala> *Olhava para o Ímpeto e falava.* -- Isso, coragem, vamos indo então salvar a todos e
derrotar os homens do mal! -- "Que homem... Se eu pego um desses deixo só o bagaço." *Seguia
falando.* -- Não podemos simplesmente dar as costas a um povo que precisa de ajuda, fechar os olhos é
o mesmo que os ajudar, vamos seguir até o reino e ver oque podemos fazer, mesmo que não podermos
mata-lo com nossas mãos usaremos nossa força em conjunto para isso. --
[20:29] <Ímpeto> -- Se eu encontrar algum deles vivo, vou parar para fazer perguntas. *Já avisava ao
grupo, escutando a fala tanto de Hoshiko quanto de Natala.* -- Foi trabalhando com uma quantidade
porca de informações que meu último batalhão morreu. *Dizia sério enquanto seguia andando pela
estrada.*
[20:29] <Hoshiko> -- Você acha que a gente conseguiria matar um Dragão ancião, Paladina? Perguntava
para a Draconata.
[20:31] <Natala> *Estufava o peito e falava.* -- Não queria revelar isso mas... -- *Mostrava a medalha de
honra ao mérito por matar um dragão branco.* -- Nada é impossível, tenham mais fé em si, em seus
companheiros e em sua deusa e tudo dará certo. -- *Dizia com um ar inspirador.*
[20:33] <Hoshiko> -- Me parece algo que você roubou de alguém ou de algum lugar... Uma pessoa desse
tipo não recuaria ao avistar lobos. Hoshiko falava, quando via o dente de dragão branco. -- Isso você
mostra... ANTES, de mostrar o quão forte você realmente é. Hoshiko então se virava, e voltava a andar,
acompanhando Ímpeto.
[20:35] <Natala> -- Não roubei olha aqui. -- *Virava a parte de trás da medalha e tinha as inscrições da
dona e do reino que a deu.* -- É apenas para motiva-los, não para ficarem com ciumes da habilidade de
alguém, todos são igualmente fortes não precisa ficar tristinha jovem. --
[20:36] <Hoshiko> Olhava com mais confusão ainda para Natala: -- Ou seja... Foi dado a você. Você só
provou o meu ponto. Falava, enquanto continuava a andar. Enquanto andava, ouvia o que Ímpeto havia
falado, e retrucava: -- Tem algo a mais para adicionar sobre "Vampiros"?
[20:39] <Ímpeto> -- Não sobre vampiros. *Preferia ficar fora da conversa sobre matar dragões por achar
meio duvidoso.* -- Só sobre a forma como deveríamos aproximar a situação. Se eu terminar sendo
controlado por esse merda, porque não seguimos com cautela, vou ficar tão puto que é capaz que eu
volte a vida só pra me matar. *Seguia andando.*
[20:40] <Hoshiko> -- Ah sim... Eu quero apenas compreender o que está acontecendo... Esse vampiro
não me parece algo que a gente possa sequer tentar ir contra no momento, se ele for tão forte quando
ele pareceu que era... Continuaria andando, mantendo ainda um pouco de distância.
[20:41] <Natala> *Seguia o Ímpeto e falava.* -- Calma nada acontece duas vezes da mesma maneira,
você esta mais forte e amis inteligente, seja lá oque aconteceu antes, agora sera diferente, eu confio em
você e nesses músculos... -- "Q U E H O M E M." *Dizia olhando os músculos do mesmo.*
[20:41] «!» Vocês caminhavam por mais 18 minutos, seguindo pela estrada. Formas altas despontam
para fora das densas brumas que envolvem tudo. O chão lamacento sob os pés dá lugar a uma úmida
estrada pavimentada com pedraslisas. As formas altas logo são reconhecidas como habitações da aldeia.
As janelas de cada casa surgem em meio aos poços de escuridão. Nenhum som corta silêncio, exceto
soluços tristes que ecoam nas ruas à distância.
[20:41] «!»
[20:43] <Hoshiko> Hoshiko se atentava ao lugar que havia parado, mas mais especificamente aos
soluçares tristes que ecoavam pelo lugar... - São soluços... Falava, enquanto diminuía um pouco o seu
ritimo de caminhada, prestando um pouco mais atenção por perigos em volta de si.
[20:44] <Ímpeto> *Respondia Natala:* -- Não está errada, mas ainda preciso usar a cabeça e os músculos
pra não repetir os mesmos erros. *Tendo a certeza de não ter a arma sendo carregada em mão, mas com
a mão no cabo de uma das azagaias, eu olho para as duas quando escuto o soluço, olhando pra direção
de onde vinha o barulho logo depois. Respeito a atenção que Hoshiko dava aos arredores e esperava pra
ver se ela encontrava alguma coisa antes de ir em direção ao barulho*
[20:45] <Natala> - Um criança indefesa? Uma mulher? Onde vamos ajudar. - *Olhava em volta apenas
caso ninguém fale onde esta a criança se preparando para dar um fodendo deslocamento até ela.*
[20:46] Natala rolou 1d20 = 6 {[6]} << MOD É PRA FRACASSADO >>
[20:48] «!» Ímpeto olhava para uma Rua abaixo do pequeno morrinho onde eles estavam e via um par
de crianças abraçados, os soluços vinham de um garoto abraçado com uma boneca que chorava no meio
da rua, enquanto uma garota tentava o acalmar.
[20:48] «!»
[20:49] <Ímpeto> *Apontava para as duas verem as crianças também, e me aproximava de ambos.* -- Ei,
vocês dois. Onde está o pai de vocês? Posso falar com ele? *Evidentemente não tinha muito jeito pra
isso.*
[20:51] <Hoshiko> Como Hoshiko também não tinha jeito nenhum em socialização, apenas achou que
Ímpeto havia sido descuidado demais... - Ei, não fala muito alto. Falava para ele, enquanto se aproximava
um pouco também, e continuava em um sussurro: - Vestes estranhas.
[20:51] «!» Depois de calar o garoto, a menina se vira para vocês e diz: --Há um monstro em nossa casa!
Ela aponta para uma casa de tijolos altos que já viu dias melhores. Suas janelas são escuras. Tem um
pórtico fechado no piso térreo, e o portão enferrujado está ligeiramente entreaberto. As casas de cada
lado estão abandonadas, suas janelas e portas fechadas com tábuas.
[20:51] <Natala> *Dava um sorriso muito amigável e se aproximava.* - Olá meus pequenos. - *Se
abaixava ficando da altura deles ou nem se abaixava ''1.50 de altura'' e seguia falando.* - Oque
aconteceu porque chora? Vocês são irmãos onde moram vamos ajudar vocês. -
[20:53] <Ímpeto> *Olho pra casa deles, tirando a mão da alabarda e pondo a mão na espada. Escuto a
fala de Hoshiko e olho pra ela, depois pra casa.* "Não to com a cabeça no lugar. Esse lugar me tira do
sério." *Pergunto para as crianças já que elas já responderam a Natala:* -- Como é esse monstro? É um
só?
[20:53] <Hoshiko> -- Um monstro, é? Com o que ele se parece? Hoshiko perguntava, de maneira normal,
como se tivesse falando com outro adulto, e não com uma criança.
[20:54] <Natala> - Ele fez algo com vocês? - *Perguntava com um tom preocupada.*
[20:54] ** NPC: <Garotinho> --Papai e mamãe guardavam ele no porão. *Ele dizia soluçando. --Nós
estavamos brincando no quarto, escutamos ele gemer e gritar e saimos correndo. Por favor salvem
nosso irmãozinho.
[20:55] ** NPC: <Garotinha> --Mamae e Papai foram para o porão a varias horas e não voltaram. *Ela
dizia apontando para casa. --Por favor achem nossos pais e salvem nosso irmãozinho.
[20:56] <Hoshiko> Olhava para a casa por alguns momentos, e então olhava para o grupo -- Essa casa
parece abandonada a um bom tempo... Duvido que realmente tenha alguma coisa lá dentro a esse
ponto. Se aproximava um pouco, e então sussurrava: - E alias... Guardavam "Ele" no porão... Um dos
dois, ou os pais, ou o que eles guardavam, são estranhos.
[20:57] <Natala> - Certo meus pequenos, tudo vai ficar bem. - *Dava um abraço carinhosos neles e
depois se levantava andando e olhando para a casa.* - Agora é com a gente. - *Dizia com uma expressão
mais feroz e com bastante raiva.* "Um monstro destruidor de lares... Matador de papais e mamães...
Que amedronta as crianças, vou dar um cabo nisso." *Pensava e esperava para ver se os outros viriam ou
não, afinal ela não é suicida.*
[20:59] <Ímpeto> - Tsc. *Estalava a língua no céu da boca e mexia o rabo duas vezes, inquieto. Tirava a
espada das costas e a carregava próxima aos garotos, depois da Hoshiko falar o que queria falar. Perto
das crianças, eu falo:* -- Porque vocês não chamaram ninguém da vila? Não tem um lenhador, um
ferreiro, alguém forte pra ajudar vocês por aqui não? *Perguntava como se fosse a última coisa que eu
precisasse saber pra ir em direção à casa.*
[21:00] ** NPC: <Garotinha> --Ninguem aqui liga pra gente. *Ela dizia.
[21:00] <Hoshiko> Hoshiko olhava para a casa por alguns momentos, não parecendo com vontade
alguma de entrar lá para procurar seja lá o que for que essas crianças estão com medo. -- Então.. Tem
pessoas por aqui, elas só não escutam vocês?
[21:00] <Hoshiko> >>
[21:01] ** NPC: <Garotinho> *Ele abraçava Natala e dizia: --Por favor senhora, salva meu papai e minha
mamãe.
[21:02] ** NPC: <Garotinha> --Eles escutam, mas o tio da loja jogou uma pedra na gente e mandou nós
sairmos do estabilicemento dele. *Ela respondia.
[21:03] <Hoshiko> Hoshiko olhava em volta, tentando ver se realmente havia alguma outra alma viva
pelo local.
[21:04] <Natala> *Ela ficava ainda mais brava escutando tudo e com dó dos meninos ela tinha muito
empatia.* - Eu vou ajudar vocês tá, podem confiar. - *Dizia e olhava para a casa.* - Sua casa tem alguma
porta dos fundos? - *Perguntava tentando entender melhor o local para assim poder agir mais
corretamente.*
[21:04] «!» Hoshiko via que todas as casas ao redor pareciam estar abandonadas, ou barricadas o
suficiente para manter qualquer coisa do lado de fora. A vizinhança parecia ser bem vazia e a nevoa
impedia a Meia-Elfa de ver mais adiante.
[21:05] <Ímpeto> *Via a ação de Natala com os garotos e concordava com sua decisão.* -- Não faz
sentido algum irmos atrás do cabeça por trás disso tudo se não somos capazes de salvar um garoto do
bixo papão. *Eu andava em direção a casa com a espada sacada, e em alerta.* "Que merda os pais
desses moleques tinha no porão?!"
[21:06] <Natala> *Seguiria o Ímpeto após a resposta das crianças.* "Q U E H O M E M!" *Ela estava em
chamas por muito sentidos.*
[21:06] <Hoshiko> Hoshiko tinha um semblante de suspeita. -- Mas... O lugar está todo embarricado e
abandonado. Onde que estaria esse "Tio da loja"?
[21:07] ** NPC: <Garotinha> *Ela apontava para oeste e dizia. --Indo direto e virando a direita tia, ele
fica perto da taverna na praça.
[21:07] «!» >>
[21:08] «!» *Ela virava para a Paladina e balançava a cabeça em sinal de negação. --Não tem não tia.
[21:08] <Hoshiko> Olhava então para os dois, e falava: -- Não... Acham melhor a gente ver se realmente
tem alguém lá onde a garota falou?
[21:10] <Natala> *Puxava a elfa e falava no ouvido dela.* - É vamos deixar os pais possivelmente mortos
dessas crianças amis tempo com sabe se lá oque. - *Dizia meio irritada com a elfa e então seguia para a
casa com o Ímpeto falando.* - Tudo bem meus pequenos... - *Fazia um carinho em suas cabeças e saia
de perto deles tentando pensar se viu qualquer coisa em suas expressões que indicasse mentira.*
[21:13] <Ímpeto> -- Hoshiko. Se você quiser, pode ir. Não recomendo se separar, mas eu te espero um
único minuto aqui fora da casa. Se os moleques estiverem mentindo, e isso for uma armadilha, eu
espero que saibam que eu não lido muito bem com esse tipo de coisa.
[21:14] Natala rolou 1d20 = 20 {[20]} << MOD PRA QUE SE EU TENHO DEUS! >>
[21:15] «!» Natala via o pavor e a preocupação no fundo dos olhos das crianças.
[21:16] <Natala> - Ela não estão mentindo, estão com muito medo... Aqui. - *Entregava o galo Rogera
para elas.* - Ele vai proteger vocês até voltarmos fiquem aqui, vai tudo dar certo, tenha fé em deus, e
rezem até voltarmos tudo bem? - *Dava um sorriso muito lindo e agora seguia para a casa com ou sem
ajuda.* - Sigam me os bons. - "Deus ajuda quem cedo madruga."
[21:19] <Hoshiko> -- Tsk, mas que desgraça, ein, Paladina? Se a gente acabar caindo em alguma
armadilha por causa disso, eu vou te cobrar depois. Hoshiko falava com clara raiva em sua voz, enquanto,
sem desviar seu olhar para as crianças novamente, começava a seguir ela, com o seu bordão em mãos...
[21:21] <Ímpeto> *Entro na casa logo ao lado da Natala, se não estiver com a entrada barrada.* -- Vocês
enxergam no escuro? Se não, melhor acender uma tocha agora.
[21:22] <Hoshiko> -- Sim, eu estou de boa... Olhava de canto de olho para a paladina: "Tsk, mas que
desgraça... Qualquer lugar aqui parece perigoso demais pra ir sozinha" Pensava, se mantendo um pouco
afastada, já que não era ela que escolheu entrar nessa casa em primeiro lugar...
[21:23] <Natala> - Eu não vejo... Alguém tem tocha... Um esqueiro... - *Dizia e tentava ver se a casa tava
com luz acesa né, vai que dá sorte.*
[21:26] «!» Vocês caminhavam na direção da entrada da casa, um portão de ferro em um arco de pedra
levava vocês ate a entrada da casa, que era iluminada por duas lamparinas a óleo presas ao teto por
correntes.
[21:30] <Ímpeto> *Eu vejo se tem como abrir a porta normalmente, com sua própria maçaneta ou
empurrante se não parecer trancada.* "É de ferro, então se tiver que derrubar é melhor entrarmos por
outro lugar. Não quero foder o meu ombro."
[21:32] «!» Ímpeto girava a maçaneta e abria a porta que estava destrancada. Abrindo para uma grande
sala de espera. Pendurado na parede sul da sala de espera, há um escudo adornado com brasões (um
moinho de vento dourado estilizado em um campo vermelho), flanqueado por retratos emoldurados de
aristocratas de rostos impassiveis. No fundo da sala de espera era possivel ver uma porta dupla fechada
com estrutura de mogno.
[21:35] «!» *Ele entrava junto com Ímpeto, ficando atrás do Bárbaro.
[21:36] <Hoshiko> - Beleza. Falava, enquanto seguia, ao lado do Ímpeto, e usava também Bordão Místico
, juntamente a uma ação de ataque, caso algo pulasse na sua cara no momento que abrirem a porta.
[21:39] <Natala> *Guarda a picareta e acende uma vela só para se assegurar que não ia dar anda de
errado com sua visão, usava o fogo da lamparina para acender a vela que ela iria carregar e assim
entrava na sala ao lado do Ímpeto.*
[21:42] <Ímpeto> *Tento abrir a porta à frente do jeito certo, na esperança de que ela não esteja
barricada ou trancada.* "Talvez fosse uma boa eu levarmos o escudo, na saída eu pego ele. Pode salvar
minha pele mais pra frente."
[21:44] «!» Impeto abria a porta, revelando um grande salão da largura da casa, com uma lareira de
mármore negro em uma extremidade e uma extensa escada de mármore vermelho na outra. Armada na
parede acima da lareira estã uma espada longa com um camafeu de moinho de vento trabalhado no
punho. As paredes de painéis de madeira são ornamentos esculpidos com imagens de videiras, flores,
ninfas e sátiros.
[21:47] <Ímpeto> *Olho para a espada por uns instantes, mas sigo andando sem sair da visão de todos.
Deixo meu olhar na escada, pra saber se ia pra cima ou para baixo, já que tínhamos que encontrar o
porão.*
[21:47] <Ímpeto> >>
[21:49] «!» Impeto notava serpentes e crânios discretamente tecidos nos desenhos das paredes. O
painel decorativo segue a escada conforme ela gira para cima para o segundo andar.
[21:50] <Hoshiko> Hoshiko acompanhava todos, mantendo-se tão atenta quanto Ímpeto, procurando
por alguma ameaça que poderia estar pelo lugar...
[21:52] <Natala> *Seguia o bonde com sua velinha.* "HIhihi eu tenho uma velinha olha que fofinha."
*Seguia em alerta.*
[21:54] <Ímpeto> - A escada vai para cima. *Avisava e ia ali onde encontrava mais de uma porta para
abri-la.* "As crianças saíram encostando todas as portas..."
[21:58] «!» Ímpeto abria uma das portas, revelando uma grande sala de jantar. A peça central desta sala
de jantar com painéis de madeira é uma mesa de mogno esculpida, cercada por oito cadeiras altas com
apoios de braços esculpidos e assentos almofadados. Um candelabro de cristal pendurado acima da
mesa, que é coberto com prataria resplandecente e produtos de cristal polido para um brilho
deslumbrante. Montada acima da lareira de mármore está uma pintura de mogno-moldado de um vale
alpino. Os painéis nas paredes são esculpidos com imagens elegantes de cervos entre as árvores.
[21:59] <Ímpeto> *Eu aponto para a outra porta e dou um passo a dentro da sala só pra ver ela por
completo.*
[22:01] <Hoshiko> Hoshiko via para Ímpeto apontando para a outra porta, e sem nenhuma reação de
surpresa, e assumia que estava tudo bem até agora... Ela então, se aproximava da porta que estava a sua
frente, e abria ela, com a ação de ataque com o bordão preparada.
[22:03] «!» Hoshiko abria a porta, revelando a mesma sala de Jantar encontrada por Ímpeto que
aparentemente tinha duas entradas.
[22:05] <Hoshiko> - Oh... Entrava também, apenas para confirmar. Quando via Ímpeto lá dentro, dava de
ombros, e voltava a olhar para a paladina... Logo em seguida, olhava para Ímpeto, e falava: - Ai, Tiefling,
se você achar alguma corda por ai me avisa... Aquela Paladina andando só com um escudo e uma vela
em mãos ta me dando nos nervos. Ela falava, enquanto via se tinha um prato que poderia usar de apoio
para a vela da Draconata
[22:08] <Natala> *Dava um sorriso.* - Não é só com as mãos que os draconicos lutão criança. - *Dizia
dando um largo sorriso e depois conferia para ver se o ladrão não tava fazendo a limpa na casa antes de
seguir o grupo.*
[22:09] <Ímpeto> *Mostro um sorriso de canto de boca com a fala de Hoshiko, olhando pra Natala
andando por aí com uma vela.* - Pode deixar. *Então, desço e abro a porta lateral.*
[22:10] «!» Ímpeto abria a porta de uma cozinha, com louça, talheres e utensílios de cozinha
cuidadosamente colocados nas prateleiras. Uma mesa de trabalho tem uma tábua de corte e um rolo
sobre ela. Um forno de pedra abobadado fica perto da parede leste, sua chaminé de ferro dobrado se
conectando a um buraco no teto. Atrás do fogão e a esquerda há uma fina porta
[22:12] <Ímpeto> *Entro pra dar uma olhada nessa fina porta, pra ver se faria questão de comunicar com
a draconata ou não.*
[22:13] <Ímpeto> *Abro a porta.*
[22:13] «!» Ímpeto ia ate a porta e abria, revelando uma despensa bem abastecida com alimentos
frescos.
[22:14] <Ímpeto> *Olho só com a cabeça pra dentro, só pra ver se tinha mais alguma porta, e informava
a draconata com um sinal de mão caso fosse positivo ou negativo.*
[22:15] <Ímpeto> *Faço um sinal de joinha de cabeça para baixo, indicando para a Natala que não era
por ali.*
[22:17] <Hoshiko> Voltaria então para a sala onde estava, olhando para o lugar onde todos estavam
investigando... Já que ali parecia já estar bem guardado, agora seguia para a porta ali em baixo,
novamente, com a ação de ataque já preparada, e abria a mesma.
[22:18] «!» Esta sala de painéis de carvalho parece um recanto de caçador. Montada acimada lareira está
uma cabeça de veado, e posicionados em torno dos arredores da sala estão três lobos empalhados
[22:19] «!» Duas poltronas acolchoadas, cobertas de peles de animais, ficam voltadas para a lareira, com
uma mesa de carvalho entre elas apoiando um barril de vinho, duas taças de madeira esculpidas, um
porta-tubos e um candelabro. Um lustre pende acima de uma mesa coberta por uma toalha cercada por
quatro cadeiras.
[22:24] «!» A garota vasculhava a sala e tentava abrir os armarios, o armario ao norte estava destrancado
e continha uma pequena caixa de de madeira contendo um baralho de caratas, alem de uma grande
variedades de copos de vinhos. Já o armário ao leste estava trancado por um cadeado.
[22:27] <Hoshiko> "Hm... Quanta coisa sem uso." Ela pensava, enquanto então olhava para o cadeado
que estava ali no armário. Ela então se aproximava um pouco dos outros, e falava, sussurrando para que
coisas longe não ouviriam, mas alto o suficiente para que eles ouvissem, mesmo que baixo: - Ae gente,
eu encontrei um armário trancado aqui.
[22:28] <Natala> *Via se tinha mais alguma porta que ninguém entrou naquele andar enquanto falava
para o ladrão.* - Ajuda ela a abrir lá. - *Dizia e seguia vendo oque podia fazer.*
[22:30] «!» Natala encontrava um pequeno vestiário com vários mantos pretos pendurados em ganchos
na parede.
[22:31] <Natala> *Dava uma vasculhada para ver se achava o portal para narnia .*
[22:33] «!» Natala vasculhava o vestiário mas não encontrava nada alem de mantos pretos.
[22:34] <Natala> *Saia do armário e falava para seus amigos bem baixo.* - Aqui tem mantos pretos...
Parece macumba. -
[22:35] <Ímpeto> - Eu não acho possível o porão ficar la em cima. Se vocês não acharam lá dentro, será
que está do lado de fora? *Dizia, só pensando na possibilidade.* - Vou dar uma olhada, se eu chamar
vocês é porque encontrei.
[22:36] <Hoshiko> [[Ação Livre: §K3]- Espera... Ainda tem algumas coisas para vermos aqui. A draconata
falou que achou alguns mantos pretos, e eu achei também um armário trancado.
[22:36] <Hoshiko> Ação Livre: - Espera... Ainda tem algumas coisas para vermos aqui. A draconata falou
que achou alguns mantos pretos, e eu achei também um armário trancado.
[22:37] <Ímpeto> - Eu não vou ajudar muito vocês com isso. Fiquem tranquilas que se eu achar alguma
coisa, aviso antes.
[22:39] <Hoshiko> - Okay... Ae, Draconato, você deve saber como abrir aquela tranca, se vira lá. Deixa eu
dar uma olhada nesses mantos ai, Draconata... Hoshiko falava, enquanto se aproximava mais da porta,
esperando a draconata dar licença para que a mesma pudesse ver os mantos...
[22:42] «!» A garota vasculhava o armario e tudo que ela encontrava era um chapeu cartola preto
maneiro.
[22:45] <Hoshiko> "Hmm..." Olhava para o chapéu cartola preto maneiro. "Maneiro." Ela falava,
enquanto pegava o chapéu para si E então, se virava, vendo o Ímpeto... - Eu vou ir com você, Tiefling. E
começava a acompanhar o mesmo.
[22:47] <Natala> *Seguia olhando para a casa.* - Acho que não tem nada aqui... - *Seguia falando.* - Eu
vou lá perguntar para as crianças onde fica o porão... - *Dizia e depois falava para o ladrão.* - Tenta abrir
se não conseguir sairemos todos juntos. -
[22:48] <Natala> *Iria sair assim que o draconato conseguisse ou não abrir e iria atrás das crianças.*
[22:48] <Ímpeto> *Sigo para fora, assentindo com a cabeça para a fala de Hoshiko.*
[22:49] «!» Ímpeto começava a caminhar para fora da casa quando notava que um grande paredão de
nevoa densa estava entrando pela porta. Quando o Tiefling se aproximava, braços e mãos começavam a
surgir na nevoa indo lentamente na direção do Barbaro.
[22:51] <Ímpeto> *Eu dou um passo para trás e digo em uma voz um pouco mais alta:* -- Ninguém sai.
Algo de errado está acontecendo lá fora. *Se der eu guardo minha espada e pego o escudo da parede.*
[22:52] «!» Você guardava sua espada e recolhia seu escudo, quando você saia de perto da nevoa as
mãos que antes avançavam em sua direção retornavam para dentro das brumas.
[22:52] «!» Ele ia ate o armario e tentava abrir com suas ferramentas de ladrão.
[22:53] «!» Mas ele era muito ruim para isso. --Isso deve ser magico, não abre de forma alguma!
[22:54] <Hoshiko> -- Tsk, para de frescura, mágico é o caralho. Hoshiko falava, e então, imediatamente
iria para ver o que estava acontecendo no corredor. Quando chegasse lá, falaria: -- O que ac- Quando via
a névoa entrando, Hoshiko se aproximava da porta, e rapidamente fechava ela.
[22:55] «!» A garota fechava a porta. Após alguns segundos ela percebia que a porta havia começado a
tremer com o som de batidas e arranhados...
[22:55] «!» >> Turno de Natala
[22:58] <Natala> *Olhava abismada e ia segurar a porta com toda sua força.* -- Não podemos deixar seja
lá oque esta lá fora entrar, que minha deusa proteja aquela crianças... -- *Dizia falando alto mesmo de
emoção e fazendo esforço para conter a porta.* "Deusa por favor livre as crianças e o galo do senhor zé
de todo mal... Amém."
[23:01] <Ímpeto> -- Acho melhor a gente ir pra cima. "Se eu descobrir que aqueles moleques tem dedo
nisso..." -- Essa porta ai é de metal, Natala. *Ia para dentro, buscando subir as escadas.* -- Alguém avisa
pro draconato.
[23:02] «!» *Vendo que não era capaz de abrir uma fechadura magica ele dizia: --Eu desisto! Isso esta
alem das minhas capacidades! *Ele saia da sala e seguia Impeto. --Se fosse a mão de 4lan certamente ele
conseguiria.
[23:04] <Hoshiko> "Mas que caralho... Já estamos fazendo barulho de qualquer maneira." Hoshiko
então, antes de subir para o andar de cima, voltava para a sala que estava com o armário trancado. Não
acreditando nas palavras do Draconato, ela erguia seu Bastão mágico no momento, devido a sua magia,
e dava um golpe no cadeado, tentando o quebrar com o dano.
[23:07] «!» A garota batia com seu cajado e quebrava a madeira do armário que o cadeado fechava,
quebrando um objeto da casa alheia. O armário guardava uma besta pesada, uma besta leve, uma besta
da mão, e 20 virotes para cada arma.
[23:07] «!» >>
[23:12] <Hoshiko> "Hmm... Parece que são as armas usadas para caça." Ela pensava, antes de então
resolver pegar a besta de mão e a besta pesada, guardando elas em sua mochila. "Se eu vender elas, já
corta o meu trabalho de ter que ficar fazendo coisas pra pessoas que eu não me importo..." Era o
raciocínio dela. A Garota então, saia da sala, começando a seguir o resto do grupo. -- Alias, Draconato,
tem uma besta leve lá dentro do armário, se for do seu interesse... E alguns virotes.
[23:15] <Natala> --- Porque que vou querer pegar isso!? --- *Dizia em resposta bem brava.* "Por outro
lado eu preciso proteger a todos... Mas um besta não via me ajudar com isso." -- Desculpe por isso...
Considere uma doação para uma serva de deus, que sera devolvido assim que passarmos por isso... --
*Pegava o escudo da parede e então subia com os demais.*
[23:16] «!» A garota ia pegar o escudo, mas percebia que ele já havia sido pego Barbaro.
[23:17] <Hoshiko> Ação livre: -- Eu não falei com você. Respondia Natala.
[23:17] <Ímpeto> *Dou uma olhada na sala, percebendo que tinha algumas portas por ali. Com o escudo
na mão esquerda, eu ando até a porta logo à minha frente e tento abrir.*
[23:18] <Natala> Ação livre: -- Que seja, para de ser mão leve garota. -- *Fala para a Hoshiko.*
[23:19] «!» Cortinas finas cobrem as janelas deste salão elegantemente decorado, que tem um lustre de
bronze pendurado no teto. Cadeiras estofadas se alinham às paredes, e tapeçarias em vitrais retratam
belos homens, mulheres e crianças cantando e tocando instrumentos.
[23:19] «!» Um cravo com um banco repousa no canto noroeste. Perto da lareira está uma grande harpa
permanente. Estatuetas de alabastro de dançarinos bem vestidos adornam a lareira.
[23:20] <Ímpeto> *Olho para o pessoal e digo:* -- Nada que chame atenção por aqui. Vejam nas de cima.
*E pego a alabarda na outra mão.*
[23:22] <Hoshiko> -- Okay. Falava para o Ímpeto, enquanto agora se dirigia até a porta que estava ali em
cima... Com uma ação de ataque preparada para caso algum inimigo aparecesse, ela então abria a porta.
[23:25] «!» Hoshiko abria a porta de uma biblioteca pessoal. Cortinas de veludo vermelho cobrem as
janelas desta sala. Uma escrivaninha de mogno requintado e uma cadeira de encosto alto estão entre a
entradae a lareira, acima da qual está pendurada uma imagem emoldurada de um moinho de vento
empoleirado sobre um penhasco rochoso. Situadas em cantos da sala estão duas cadeiras estofadas.
Estantes do chão ao teto estão alinhadas na parede sul. Uma escada de madeira de rolamento permite
atingir mais facilmente as prateleiras altas.
[23:27] <Hoshiko> Hoshiko entrava na biblioteca, para ver ela completamente... Vendo que não havia
mais nenhuma porta por ali, ela falava: -- Aqui também não... Só tem livro pra caralho. Logo em seguida,
ela saia da sala. -- Checa essa porta ai do seu lado, Draconata.
[23:29] <Natala> *Ia até a porta com seu escudo e velinha.* "Que deus perdoe o pecado daquelas
crianças e elas possam entrar no próximo reino..." *Pensava enquanto abria preparada para fechar a
porta se tivesse alguém la dentro.*
[23:31] «!» Natala abria a porta de um quarto simples, não muito decorado. Onde só haviam duas camas
com colchões de palha e uma porta a esquerda.
[23:32] <Natala> *Seguia para a porta a esquerda com a ação preparada de abrir ver o tinhoso, fechar e
rezar a missa.*
[23:34] «!» Natala abria um armario onde haviam varios uniformes limpos de maid pendurados em
ganchos.
[23:36] <Natala> "Minha deusa do olimpo... Eles são muito burgues... Certeza que não ia na igreja
domingo e nem doava anda, por isso ta ai, morreram para um demônio, que a deusa os tenha."
*Pensava e ia ver de baixo da cama né, pois demonio curte puxar pé.*
[23:36] «!» >> Turno de Ímpeto
[23:37] <Ímpeto> -- Se não encontraram mais nada, melhor a gente subir. *Passando pela sala com as
armaduras de pé, eu olho pra clareira. "Essa deve ser a décima clareira que vimos nessa casa." *Seguia
em direção ao próximo andar.*
[23:38] «!» *Ele seguia o barbaro. --Vamos para o proximo andar obiviamente.
[23:39] <Hoshiko> Hoshiko apenas andava para a sala ali em baixo, para ver como ela era... E fazia o
mesmo com a sala que a Paladina havia entrado. Após Isso, seguiria o grupo, indo para o andar de cima,
agora sem falar nada.
[23:42] <Natala> *Subia as escadas na frente do grupo colocando só a ponta da cabeça no andar de
cima, se visse algo estranho descia com a ação preparada.*
[23:43] «!» Você não pode subir na frente pq tem gente na sua frente.
[23:46] «!» Vocês chegavam a uma varanda empoeirada com uma armadura de placas negras em pé
contra a parede envolta em teias de aranha.
[23:46] «!» >> Turno de Ímpeto
[23:47] <Ímpeto> -- Cheio de armaduras, esse povo. *Eu passo pela armadura, indo pro lugar mais
apertado já que estou na frente. Buscava abrir a porta.*
[23:48] «!» Ímpeto subia as escadas e antes que ele pudesse perceber a armadura saltava da parede e
pulava na direção dele, balançando a espada em sua direção.
[23:51] «!» O Golpe era certeiro no canto da cabeça do Tiefling que era pego de surpresa pelo ataque da
armadura. O golpe era certeiro e causava um derrame ocular no Tiefling
[23:53] «!» A Armadura via que tinha acertado o Tiefling e balançava a espada de novo em sua direção.
[23:54] «!» O Tiefling se desesperava quando percebia que sua visão havia sumido.
[23:56] «!» O barbaro por conta do instinto esquivava do primeiro ataque, mas o segundo era certeiro e
acertava novamente a cabeça do Tiefling que despencava no chão com o ataque.
[23:57] «!» Ele corria para cima da armadura, sacando sua espada curta e tentando golpear a armadura.
[00:00] <Hoshiko> Quando via que o Tiefling de repente caia, Hoshiko se aproximava do homem e,
fazendo símbolos que remitiam a uma constelação de um cálice, ela falava: - Se reconstrua. (Curar
ferimentos) -- A gente está em um lugar apertado demais, Draconato! Ela falava, enquanto dava espaço
para o Tiefling sair dali, já que não tinha como entrar para a área onde a armadura estava...
[00:01] «!» A magia da Druida fazia uma energia verde percorrer o corpo do barbaro que curava suas
feridas mas não sua cegueira.
[00:03] <Natala> *Descia a escada e esperava lá em baixo.* -- Recuar gente! -- *Assim que descia armava
a guarda para ver se as de baixo também não eram vivas.*
[00:03] «!» >> Turno de Ímpeto
[00:06] <Ímpeto> *Me levanto, sentindo uma dor de cabeça do caralho e percebendo que não enxergava
nada:* -- Onde... está... essa PORRA?! *Eu espero alguém me dar orientação pra não acertar o alvo
errado, já entrando em fúria (esperando elas falarem)*
[00:07] <Hoshiko> Ação livre: -- Na sua diagonal! Mas seria melhor recuarmos!
[00:08] <Ímpeto> --- EU NÃO ENXERGO A PORRA DA ESCADA, ESSE FILHO DE UMA PUTA ME CEGOU, ELE
VAI MORRER. *Eu ando para onde originalmente andaria, e ataco na posição onde tinham me dito que
ele estava.*
[00:10] «!» O Barbaro sentia que havia acertado um golpe em cheio na armadura, que dava uma
balançada ao ser atingida.
[00:11] «!» A armadura erguia a espada no alto e descia ela na direção do Barbaro, revidando o ataque.
[00:13] «!» A armadura então erguia a espada novamente e tentava golpear o barbaro.
[00:13] «!» O Ladino novamente tentava golpear a armadura com suas espadas.
[00:14] «!» O Ladino acertava dois golpes certeiros na armadura derrubando algumas placas no chão.
[00:15] <Hoshiko> -- Esquece, volta aqui em cima, Draconata, o Tiefling não tem como descer! Hoshiko
falava, enquanto se aproximava da armadura animada, e dava um golpe na desgraçada com o seu
Bordão mágico.
[00:16] «!» A armadura estendia uma das mãos e agarrava o bordão da Druída no ar.
[00:17] <Hoshiko> -- Tsk. Apenas remexia o bordão, o tirando das mãos da armadura.
[00:19] <Natala> *Dava uma checada nas armaduras do seu andar, e caso nada acontecesse iria rezar.*
[00:20] «!» Natala percorria a sala checando todas as armaduras. Todas elas pareciam ser armaduras
comuns sem nada de especial.
[00:22] <Ímpeto> *Continuava porrando a alabarda na direção indicada. Se ela não tivesse mais lá, não é
a culpa do cego ter errado o golpe * --- ARMADURA DESGRAÇADA!!!
[00:24] «!»
[00:25] «!» Impeto golpeava o ar e quase deixava sua arma cair, mas com destreza o Barbaro agarrava
sua arma novamente no ar...
[00:25] «!» Vendo o Barbaro se atrapalhar com sua arma a armadura continuava a martelar o sujeito.
[00:26] «!»
[00:27] «!» A armadura desferia um golpe giratorio ao seu redor, acertando o peito do Bárbaro, a Druída
e o Ladino com um belo golpe.
[00:28] «!» A armadura vendo que o Bárbaro ainda estava de pé, levantava a espada no ar e se
preparava para o golpe de misericórdia
[00:29] «!» A armadura cravava a espada no ombro do barbaro, que se ajoelhava por conta do poderoso
golpe mas permanecia de pé.
[00:29] «!» O Ladino então balançava suas espadas e continuava a golpear a armadura.
[00:29] «!» Mas a armadura girava na direção do draconato e com seu escudo ela se defendia dos
ataques.
[00:31] <Hoshiko> --- O SUA PALADINA DO CARALHO, O QUE VOCÊ TA FAZENDO AI EM BAIXO? EU JÁ
LIBEREI O CAMINHO! Hoshiko gritava, enquanto dava outro golpe na armadura, emputecida já com a
paladina que desapareceu.
[00:31] «!» A Druída erguia seu bastão para o alto e se preparava para dar um golpe na armadura,
quando...
[00:32] «!» O Bastão dela se enroscava em um gancho no teto que bloqueava o golpe.
[00:32] <Natala> Seja a Luz. Seja uma glorioso guia para todos que
[00:34] <Natala> *Ela terminava de fazer a oração da mensagem acima e começava a subir as escadas.*
-- Opa... Eu tava vendo se as de baixo não iam nos atacar ou nos fechar... -- *Tentava ver antes de agir.*
[00:38] <Hoshiko> Ação livre: -- Se afasta um pouco, pra trás, você não ta bem!
[00:39] <Ímpeto> *Depois dele encravar a espada no meu ombro e me abaixar, eu faço uma força do cão
pra já me levantar, já trazendo um golpe com a alabarda de baixo pra cima no que eu imagino ~pela
quantidade de vezes que lutei~ ser a costela dele.* --- SÓ QUANDO ELE MORRER! *Dizia literalmente
com sangue nos olhos *
[00:40] «!» Ímpeto golpeava a parede. Sem conseguir enxergar onde estava atacando, mas o barbaro
jurava que tinha acertado seu alvo!
[00:40] «!» A Armadura então se preparava para finalmente desferir o golpe de misericórdia no bárbaro.
[00:41] «!» Mas mesmo sendo atingido pelos ataques o barbaro continuava de pé...
[00:41] «!» A armadura então, furiosa, erguia a espada novamente e continuava a atacar o barbaro.
[00:41] «!» Que era atingido no outro ombro, mas mesmo assim ignorava a dor e permanecia de pé.
[00:42] «!» O ladino então pegava suas espadas e desferia uma serie de golpes contra a armadura.
[00:42] «!» O Segundo golpe do ladino acertava em cheio e derrubava mais algumas placas da armadura.
[00:43] <Hoshiko> -- Até que enfim! Ela dizia, enquanto tirava o bordão do gancho que havia enroscado
ele, e já aproveitava para tentar dar outro golpe na armadura:
[00:45] «!»
[00:46] Natala rolou 1d20 + 3 + 2 = 23 {[18] + 3 + 2} << se critar que dar uma chave de cauda >>
[00:47] «!» A Paladina agarrava a Armadura, todos que estavam em duvida percebiam que ela era
realmente tarada.
[00:49] <Natala> *Arrastava ela tirando de perto do Ímpeto.* -- Vem com a mamãe. -- *Dizia enquanto a
afastava 4,5m dos demais a fazendo tomar golpe de oportunidade já que não é desengage .*
[00:50] <Hoshiko> Ação livre: -- A armadura foi arrastada, Tiefling, ela não ta mais na sua frente!
[00:51] <Ímpeto> --- ONDE QUE TÁ ESSE FUDIDO, ENTÃO?! *Dizia bufando, mexendo a cabeça pros
lados.* --- ME DIZ A DIREÇÃO! É PRA LÁ? *Apontava pra onde tinha escutado a voz da Natala, visto que
ela disse ''vem com a mamãe'' e a outra falou que a armadura foi arrastada.*
[00:52] <Natala> Ação livre: -- Ta comigo não, ela ta atrás de você o ladino levou ela com algo estranho
acredita em mim. --
[00:52] <Ímpeto> --- PORRA! LADINO FILHO DA PUTA! *Eu dou um soco na parede.*
[00:53] «!» A armadura ao ver que estava sendo arrastada erguia a espada na direção da paladina e
começava a golpear a Draconata.
[00:54] «!» Um dos golpes acertava Natala em cheio na cabeça, fazendo o elmo da paladina girar para o
lado.
[00:56] <Natala> Ação livre: -- Eu vou cospir nele, Ladrão se quiser pode ajudar também com isso. --
[00:59] <Hoshiko> Hoshiko, vendo o que a paladina falava, saia da frente do outro draconato, para caso o
mesmo fosse lá ajudar a paladina com outra baforada... (Ação de esquiva)
[01:00] <Hoshiko> -- Sou eu aqui, tiefling, antes que você tente me acertar!
[01:01] <Natala> *Aproveitava que estava em cima dele e não em baixo ou do lado na escada e usava a
baforada da dragoa apontando pro bandido.* -- Pela força dos deus PEREÇA! -- *Começava a soltar o
bafo.* -- SUCUMBA MONSTRO MALDITO! --
[01:05] «!» A Armadura se abaixava no ultimo momento, esquivando da rajada de frio da Paladina que
acertava a parede em grande parte. Mesmo assim algumas lascas de gelo se formavam na armadura,
rachando algumas placas.
[01:07] <Ímpeto> --- TÁ BOM, TÁ BOM, MAS EU NÃO CONSIGO AJUDAR, PORQUE EU NÃO TO VENDO
PORRA NENHUMA! *Dizia, com a fúria se acabando e tateando a parede pra me sentar em algum
canto.* "Filha da puta. Que filha de uma puta!!!" *Deixo a arma no chão ao meu lado e passo a mão nos
olhos pra ver se estavam sangrando.*
[01:07] <Ímpeto> >>
[01:07] «!» O Barbaro não notava nenhum sangue saindo de seus olhos.
[01:07] «!» A armadura ao esquivar em parte da rajada de gelo, erguia a espada e continuava a tentar
golpear a Paladina.
[01:08] «!» Ela então acertava um golpe em cheio na Draconata, que começava a desequilibrar sentindo
sua visão escurecer, mas permanecia de pé pela graça da deusa.
[01:09] «!» De lá de cima ele apontava o arco para a armadura e disparava uma flecha. --Porra nenhuma.
[01:11] <Hoshiko> -- Caralho, a gente não acerta nada nessa porra! A garota falava, enquanto ia na
direção da Armadura e tentava lhe acertar outro golpe com o bordão...
[01:12] «!» Hoshiko partia para cima da armadura com seu bastão. Mas a garota lembrava que havia
esquecido o bastão lá em cima e voltava para buscar. O que fazia ela perder bastante tempo.
[01:17] «!» A armadura via a paladina correr e olhava para o lado, vendo apenas a pobre e indefesa
Hoshiko a armadura pensava: "È Hoje!"
[01:18] «!» A armadura então erguia sua espada e dava duas marteladas na druida.
[01:19] «!»
[01:20] «!» A Armadura acertava um golpe em cheio na boca de Hoshiro, fazendo a pobre Druída cospir
os dois dentes inferiores do meio para fora.
[01:22] «!» A armadura então subia as escadas indo atrás do Barbaro e golpeando ele sem que o pobre
Tiefiling notasse.
[01:22] «!» A armadura acertava a cabeça do Barbaro em cheio que caia no chão sem nem perceber que
havia sido atingido.
[01:24] «!» O Ladino desferia dois golpes certeiros na armadura, fazendo-a colapsar e desmontar...
[01:24] «!» F
[01:25] «!» (Ação Livre): --Alguem cura o Barbaro aqui que o maluco ta doente.
[01:26] <Natala> *Seguia para a Hoshiko e dava uma curinha de leves para ela sobreviver.* -- Ta vendo,
ela bateu em quem roubo a casa, é a punição divina, vai ter que orar e dar dizimo para ser perdoada. --
*Dizia fazendo um sinalzinho de crus e louvando aos seus.* -- Já to indo vamos na ordem de distancia,
arrasta ele mais para cá que ajuda a ir mais rápido. --
[01:28] «!» A Paladina colocava a mão sob Hoshiko, colocando sob ela suas preces enquanto uma
energia radiante percorria seu corpo e devolvia para a Druída o sopro da vida.
[01:29] <Natala> Ação livre: -- Prontinha tão bonitinha como sempre, próximo! --
[01:29] «!» >> Turno de Ímpeto
[01:30] «!» ---Ou pessoal, alguem vem curar o maluco aqui que ele ta convulsionando. O cara ta
colocando os olhos pra fora pela boca. *Ele dizia preocupado.
[01:31] <Natala> Ação livre: --- O SEU VAGABUNDO ARRASTA ELE PRA CÁ! ---
[01:32] <Hoshiko> Hoshiko quando acordava, tossia sangue, e rastejava para o lado, dando passagem
para a paladina, enquanto colocava a mão na sua boca... "M-merda, a-armadura filho da puta..." Ela
pensava, enquanto sentia a dor do impacto no seu maxilar inferior.
[01:33] <Natala> *Subia as escadas e ia curar o Ímpeto caso o vagabundo do ladino não tenha arrastado
o menino teria que usar disparada para curar ele no próximo turno.*
[01:35] <Hoshiko> Hoshiko então se levantava, enquanto pegava algum pano que tinha na sua mochila, e
colocava na sua boca, para não sangrar tanto, e o mantinha ali, gemendo um pouco de dor... Logo em
seguida, começava a subir as escadas.
[01:37] <Natala> *Curava o Ímpeto enquanto falava.* -- Um homem bunito desse... Todo acabado e
cego... Tudo bem mamãe cuida. --
[01:39] «!» A paladina colocava a mão sob o Barbaro e após realizar uma prece curativa devolvia o sopro
da vida ao corpo do Tiefling. Que abria os olhos, mas não conseguia enxergar.
[01:40] <Ímpeto> *Acordando no susto, mas ainda cego, eu agarro a mão do que quer que esteja me
tocando e contenho minha reação de surpresa, falando bem irritado e bem devagar:* -- Cadê... a...
armadura...?
[01:41] <Ímpeto> (quero fazer uma coisa mas preciso da resposta de alguém)
[01:43] ** NPC: <Kikky Nevespada> --Que blasfemia. Ela agarrou a armadura, tirando ela do alcance da
maioria e a levou para a escada. Depois saiu correndo e deixou a Armadura nocautear a Druída e Você.
Eu nunca vi alguem lutar tão mal. *Ele dizia.
[01:43] <Natala> Ação livre: -- Porque eu tive que te curar, agradece ai sua banguela. --
[01:45] <Ímpeto> -- E... --- PORQUE CARALHOS!!! *Eu gritava extremamente irritado, mas abaixava a
minha voz de novo.* -- Por que caralhos... o draconato tirou ela de per-- *Escutava todo mundo falar, e
soltava a mão da Natala.* -- Olha só. Aquela porra arrancou o caralho da minha visão. Eu não to
enxergando até agora, mas ele não cortou os meus olhos. *Respiro fundo, e tento falar na maior calma
possível, apesar de estar estampado na minha cara o quão puto eu estava:* -- Você pode ver o que dá
pra fazer? *Dizia para Natala.*
[01:45] <Ímpeto> >>
[01:46] <Hoshiko> Ainda com o pano na boca, para o sangramento parar, Hoshiko procurava o dente que
havia perdido no impacto da armadura...
[01:47] «!» A garota descia as escadas procurando pelo dente dela, mas não encontrava em lugar
nenhum.
[01:47] <Natala> -- Posso tentar mas vamos ter que passar longas noites juntos até estar
completamente recuperado. -- *Dizia com uma voz doce.* "Eu acho que consigo... Talvez." *Dava uma
analisada para ver como curar aquilo.*
[01:49] «!» Natala não fazia muita ideia de como fazer aquilo, mas ela poderia tentar com alguem tempo
de trabalho.
[01:52] <Ímpeto> -- Noites? Se a gente sobreviver essa noite nesse inferno de lugar já é uma sorte do
caralho. Mas se você me devolver a visão e sairmos vivos disso tudo, pode deixar que eu mato sua
vontade. *Jogo o rabo pra cima dela e enrolo na primeira superfície que atingir, soltando logo depois.*
[01:53] ** NPC: <Kikky Nevespada> --Rapaz. Que isso. Esse povo tem uns gostos estranhos. *Ele dizia.
[01:55] <Hoshiko> Hoshiko suspirava... E falava, com um pouco de vergonha: -- Ae ladino... Me... Ajuda a
achar o meu dente? .-.
[01:56] <Natala> Ação livre: -- Nossa... Se você quiser assim tudo bem... Mas eu tava falando de noites
de tratamento seu... Baka... --
[01:57] ** NPC: <Kikky Nevespada> *Ele apontava para a perna direita da garota. --O que é esses
negocios brancos na sua bota?
[01:59] <Natala> *Fazia um carinho na calda do Ímpeto.* -- Relaxa ai... Vamos levantar... -- *Dizia o
levantando e segurando a mão do ceguinho.* -- Vou te guiar por um tempo... Pessoal, no andar de baixo
tinha um quarto, acho melhor passarmos a noite aqui... Não dá pra sair com aquilo lá fora, e continuar
explorando parece perigoso, além das crianças terem dito que só havia 1 monstro... -- *Pensava um
pouco.* -- Na verdade eles falaram para salvar o irmão delas... -- *Olhava para a escada vendo se subia
ainda mais ou se era o ultimo andar pensando se gritava para ver se a criança saia da onde se escondia.*
[02:00] ** NPC: <Kikky Nevespada> Natala olhava para trás e via que eles aparentemente estavam no
ultimo andar.
[02:00] «!» Natala olhava para trás e via que eles aparentemente estavam no ultimo andar.
[02:03] <Ímpeto> *De pé, com o rabo ao redor da cintura dela, eu dizia:* -- Não sei se temos outra
escolha senão nos recuperarmos. Tá todo mundo fodido? *Eu seguia ela devagar, já que não via pra onde
estávamos indo. Dava sempre um passo pra checar e depois pisava pra valer mesmo, me guiando pelo
rabo na paladina.*
[02:05] <Hoshiko> Hoshiko então olhava na sua bota, para ver se eram de fato os seus dentes
[02:08] <Hoshiko> "Porra..." Falava, enquanto pegava os dentes, e então os guardava dentro de algum
potinho dentro da mochila. Hoshiko então, levantava a barra das suas vestimentas, para cobrir a parte
inferior da sua boca, enquanto continuava, trocando o pano de posição para ele continuar a sugar o
sangue e estancar o sangramento... -- Tenho que... Concordar... Acho que só o ladino que deu a sorte de
não levar também. Ela falava, enquanto começava a ir para o andar de baixo.
[02:09] <Natala> *Tentava escutar algum barulho de chorou ou sentir algum cheiro de corpo morto,
qualquer coisa que podia mostrar que a criança estava ali viva ou morta.*
[02:11] Natala rolou 1d20 + 0 + 0 + 0 = 15 {[15] + 0 + 0 + 0} << A DEUSA ETA COMIGO >>
[02:11] «!» Natala escutava um leve som de chore de criança vindo da porta ao sul...
[02:14] <Natala> *Falava para o grupo enquanto ia para o portão.* -- Gente o menino ta vivo ainda, ele
ta chorando vamos resgatar o pobrezinho... -- *Dizia com um sentimento de doer o coração sabendo que
ele agora estava orfão e provavelmente se cagando de medo se aproximava de lá falando em alto e bom
tom para ser ouvida pelo menino.* -- Criança, ta tudo bem, a gente derrotou o cara mal vem co a
mamãe que a gente te leva para seus irmãos de manhã, não tenha medo. -- *Falava com uma voz doce,
mas de mãe não de puta.*
[02:19] <Ímpeto> *Eu continuava seguindo a Natala, escutando aquela falatório.* -- Se ele tá vivo,
porque não ficamos no lugar onde ele está? Não deve ter porra nenhuma lá dentro se está inteiro até
agora. *Estava impaciente, com ansiedade por causa dos seus olhos.* "Eu só quero que alguém me diga
se essa PORRA vai ser permanente."
[02:22] <Hoshiko> Entraria no quarto ao oeste, e iria até a lareira, onde usaria a caixa de fogo para
ascender o mesmo instintivamente, coisa que a mesma fazia toda a vez que iria descansar... Preparar
uma fogueira. Quando percebeu que já havia feito isso, mesmo não estando frio na casa, já havia
ascendido o fogo. "Oh..." Ela pensava. Notanto que ninguém havia descido ainda, a garota apenas
suspirava, e se sentava em uma cadeira... Tiraria então a barra das suas vestes que cobria sua boca, e
então tiraria o pano, para ver o quanto que estava sangrando.
[02:22] <Hoshiko> >>
[02:24] «!» A garota ascendia a lareira e começava a descansar, ela então levantava suas roupas e via as
dezenas de hematomas e sangramentos pelo seu corpo.
[02:25] <Natala> *Levantava o escudo e abria a porta, com ação de fechar e segurar a porta caso visse
mais uma armadura daquelas ou um bixo que não fosse um bebe fofinho.*
[02:28] «!» Poeira e teias de aranha encobrem um quarto elegantemente decorado, uma porta levando a
outro cômodo de onde vinham os choros de bêbe e portas duplas com painéis de vitrais de puxar no
fundo da sala.
[02:30] <Natala> *Andava um pouco analisando o lugar com muito medo de tomar IK falava.* --
Bebêzinho ta tudo bem... To aqui... -- *Parava sua ação lá dentro, pois não tinha coragem de entrar na
sala sem preparar a ação de fuga.*
[02:31] <Ímpeto> -- Cadê ele? Tá vendo já? Dá pra descansar aqui? *Dizia arrumando o escudo na sua
mão, se lembrando que não tinha pego a azagaia lá atrás.* "Menor das minhas preocupações." *Pego
outra e seguro.* -- Quem está aqui com a gente?
[02:33] «!» O Ladino seguia os outros dois e começava a vasculhar o quarto. --Olha, coisa de rico.
[02:34] «!» O Ladino depois de vasculhar todo o quarto olhava para o Espelho e notava que havia algo
estranho atrás dele. Kikky então arrastava o espelho para o lado e revelava uma passagem secreta. Uma
escada de madeira cheia de teias de aranha que subiam para o sotão.
[02:39] <Hoshiko> "Caralho... A queda foi... Péssima." Hoshiko pensava... e então, fecharia a porta,
colocava uma cadeira para bloquear ela, na maçaneta, e fechava todas as cortinas do quarto. Após isso, a
garota tirava suas roupas, deixando elas em cima, e começaria a secar o sangue dos diversos cortes que
recebeu durante a queda
[02:41] <Natala> *Via a passagem e falava.* -- Olha falaram que tinha um monstro no porão... Mas eles
devem ter confundido com sotam... Se quiser entrar ai sozinho enterro seu, vemos isso de manhã com
todos vivos e bem. -- *Persuadia o Ladino e então seguia indo ver o bebê com ação de Fuga preparada.*
[03:19] <Davi> A garota abria a porta do que parecia ser um berçário, no fundo do quarto a paladina
notava que havia um berço com uma mortalha negra, de onde vinham o choro do Bêbê.
[03:20] <Natala> *Usava o Sentido Divino que não usou antes por esquecer que tinha .*
[03:23] «!» Natala segurava seu simbolo sagrado e expandia seus sentidos. Mas a garota não encontrava
nenhum ser no alcance de seus sentidos.
[03:24] <Natala> *Ia até o negocio abraçar o bebe e nanar ele com um sorriso tentando acalmar ele.* --
O meu bebê tudo bem? --
[03:25] «!» Natala ia ate o berço e removia a mortalha revelando que não havia nada ali.
[03:26] «!» Assim que a mortalha era aberta, um espectro de uma jovem esqueletica vestida de
empregada descia atravessando o telhado soltando gritos agudos e partindo para cima da Paladina.
[03:26] «!» Mas a Paladina rapidamente saltava para o lado e esquivava do ataque.
[03:26] <Natala> Ação livre: -- Lati mais alto que daqui eu não te escuto. --
[03:28] <Ímpeto> -- Natala! Eu preciso que você me diga o que está acontecendo. Eu não vou repetir
mais que não estou enxergando porra nenhuma!. *A essa altura eu já estava praticamente me auto
diagnosticando com cegueira permanente, já que o tempo não fazia passar. Escutando o movimento, eu
levando o escudo e a azagaia, em prontidão.*
[03:30] «!» --Que isso mas tu já ta se matando e pior que não posso nem te ajudar. Sai dai; *Ele dizia
vendo que a Paladina havia comprado outra luta.
[03:30] «!» O espectro novamente erguia a mão e tentava atravessar o corpo da paladina para espremer
seu coração.
[03:31] «!» Depois do ataque o Espectro entrava no chão, surgindo no local onde Hoshiko descansava e
gritando para a garota.
[03:34] <Hoshiko> --- MAS QUE PORRA É ESSA?? Hoshiko gritava, e em um momento de intuição,
utilizava instintivamente uma habilidade que a garota estava ainda aprendendo... Forma estelar -
Arqueiro fazendo com que diversos pontos em seu corpo brilhassem, formando uma constelação de
arqueiro, enquanto ela também instintivamente, apontava seu foco druídico contra o espectro, e
conjurava Raio guiador no desgraçado.
[03:39] «!» A garota colocava a mão no peito e sentia a energia divina percorrer seu corpo fechando suas
feridas.
[03:45] <Ímpeto> *Eu me aproximo de Natala, sendo ela a única pessoa que eu sabia onde estava, e
dizia, lentamente porém com bastante irritação na voz:* -- ''Ela desceu''. ''Ela''. Não era um bebê?
Desceu passando por nós três? *Dizia, por já ter escutado duas vozes diferentes da minha nessa sala.
Desenrolo a cauda da draconata, respirando fundo.* -- Deixa que eu me guio. *Escutando o grito de
Hoshiko lá em baixo, eu uso minha única magia para amplificar algumas vezes o tom da minha voz,
gritando:* --- O QUEEE FOOOOOOOOOOOI?! PORQUE VOCÊ TÁ LONGE DA GENTE?!
[03:45] «!» *Ele preparava uma ação para atacar se alguem aparecesse.
[03:46] <Natala> Ação livre: -- Sangue de deus tem poder tem poder tem poder. --
[03:47] <Hoshiko> Hoshiko rapidamente pulava dentro das suas vestes, e então, disparava em direção ao
andar superior, onde todos estavam pelo visto... --- QUAL É O PROBLEMA QUE VOCÊS TEM DE
CONTINUAR SEGUINDO NESSE LUGAR, QUANDO UMA PESSOA FICOU CEGA, E QUASE TODOS
MORRERAM PRA UMA ARMADURA SEUS MALUCOS??
[03:49] <Natala> *Dava uma escudada no fantasma, caso acerte usaria uma habilidade.* (Divine s.) --
Você comeu o bebê... --- SUA HEREGE! ---
[03:51] «!» A Paladina largava sua vela no chão, tentava acertar um ataque no espectro e...
[03:53] «!» Ela balançava a espada na direção do espectro, balançava a espada que passava direto pelo
corpo do fantasma e acertava a vela que apagava com o impacto deixando a Paladina no escuro.
[03:53] «!»
[03:54] <Ímpeto> "Ela realmente não vai falar porra nenhuma, né?" *Eu recuava para trás com as armas
em mãos, somente metade do meu deslocamento. Queria encostar em alguma parede.*
[03:55] «!» Impeto caminhava para trás e batia de costas na lareira do quarto.
[03:56] «!» Ele via a Paladina se atrapalhar e novamente avançava na direção da Draconata.
[03:56] «!» Mas a Paladina levantava seu escudo que de alguma forma divina a protegia do ataque do
espectro.
[04:00] <Hoshiko> Hoshiko finalmente chegava no quarto, e via a paladina, preparava um tiro do seu
arco de energia para quando o espectro pudesse ser acertado de fato. -- Eu não consigo acertar ele com
você estando na frente, Draconata!
[04:04] <Natala> *Enxergava, tinha luz ali, Assim decidia se afastar com Desengage.* -- Ela ta dentro do
quarto, eu vou sair e vocês podem quebrar tudo lá dentro. --
[04:12] <Ímpeto> *No escuro da falta de ligação nervosa-ocular, eu me preparo pra enfiar a azagaia com
um ataque descuidado na primeira coisa que tocar em mim.* -- Se você é inimigo, não chegue perto.
[04:13] «!» Ele se preparava para atacar o primeiro inimigo que se aproximasse.
[04:14] «!» Sons de choro de uma mulher podiam ser escutados vindos de dentro do berçario.
[04:15] <Hoshiko> -- Ninguém faz nada... Esperem um pouco. Hoshiko continuava então, com a ação de
disparar uma flecha de energia caso algo aparecesse do nada... Incluindo o fantasma.
[04:15] <Hoshiko> >>
[04:17] <Natala> *Ia andando ver o que tinha na passagem secreta enquanto o espírito chorava, vaso
visse algo tinha a ação preparada de meter o pé correndo.*
[04:18] «!» A Paladina notava que dentro da passagem havia uma escadaria de madeira coberta de teias
de aranha, que seguia para o sotão.
[04:19] <Ímpeto> -- Fazer nada? Oh, pode deixar. *Dizia ironicamente, continuando sem ver poronga
nenhuma* -- Alguém pode me dizer onde está o inimigo, se não for gastar saliva demais?
[04:19] Natala (Shira_Yuki) acabou de sair (Ghost Kick - O usuário está entrando na mesa em outra
conexão)
[04:20] «!» Nada de novo acontecia e os sons de choro e grunidos continuavam a ser escutados vindos
do quarto.
[04:21] <Hoshiko> -- Tá bom, vamos sair daqui. Ímpeto, eu vou encostar em você agora, não se alerta.
Hoshiko falava, enquanto fazia o arco de energia desaparecer das suas mãos, e encostava no braço do
Ímpeto após alguns momentos, e falava: -- Vem, vamos pra baixo... Eu não sem nem porque vocês
continuaram indo pela casa, com uma pessoa cega, gente insana do caralho. Começaria a guiar o Ímpeto
até o andar de baixo.
[04:29] «!» Vocês todos desciam para o andar de baixo, ate a sala de musica aquecida, onde Hoshiko
havia ascendido a lareira e deixado o resto de suas roupas, vocês então se aconchegavam ali e
descansavam por algum tempo.
[04:40] «!» Todos tentavam realizar um longo descanso para recuperar suas energias, mas algo estranho
acontecia. Depois de duas horas de descanso, uma agonia começava a tomar conta de vocês que os
deixavam inquietos, em nenhum momento vocês conseguiam manter os olhos fechados por mais que 30
segundos e aqueles que se forçavam a isso tinham visões de morte e guerra, sonhos horríveis com
demônios indescritíveis e logo acordavam, levantando desesperados. Mas o ápice era quando o som de
pesadas passadas podiam ser escutadas vindas do andar de cima junto com o som de correntes
arrastando e gritos de terror.
[04:42] <Hoshiko> "Mas que merda... é essa..." Hoshiko pensava, colocando as duas mãos na cabeça, e
se levantava. - Que porra ta acontecendo lá em cima?? Questionava, vendo que pelo visto todos haviam
escutado.
[04:44] <Natala> *Usava o sentido divino.* - Eu não sei... Uma maldição? Assombração? Que deus tenha
mizericordia e nos livre de todo mal. - *Dizia tentando sentir se tinha mesmo algo a cima das nossas
cabeças, quando presenças eram.*
[04:45] «!» A paladina usava seu sentido divino, mas não sentia nada na area ate onde seus sentidos
alcançavam.
[04:47] <Ímpeto> *Acordava assustado com os pesadelos, ligando eles ao que tinha acontecido com os
meus antigos amigos, então despertava suando frio e respirando fundo.* - Caralho... *Escutando elas
falando e o que tinha la em cima, eu só dizia:* - Provavelmente são boas notícias. *Dizia em tom
sarcástico.*
[04:49] <Hoshiko> - Caralho... N-não tem como, a gente vai ter que ver o que é isso... Não é como se a
gente fosse capaz de sair daqui de dentro da casa. Hoshiko falava para todos ali, enquanto se movia pelo
quarto, indo ver o que estava ali na outra sala, ainda dentro do quarto.
[04:51] «!» A garota escutava o som de correntes arrastando no teto bem acima de sua cabeça, indo em
direção a escada lentamente...
[04:54] <Natala> *Seguia se levantando e indo acorda o resto do pessoal.* - Tem mais um monstro vindo
gente... Estejam alerta, Ímpeto e eu ficamos na frente, Hoshiko e o ladrão ficam atrás. - *Dizia seguindo
para a porta e usando as mãos da cura nela.* -- Temos um tempo até ele chegar aqui... --