Míssil Antiaéreo RBS 70: Manual de Uso
Míssil Antiaéreo RBS 70: Manual de Uso
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CAPÍTULO I
1.1.2 APRESENTAÇÃO
[Link] A resistência aos diversos tipos de guerra eletrônica inimiga veio através da
utilização de laser, que não pode ser interferida pelos métodos de bloqueio atualmente
conhecidos. Além de guiamento por facho laser, o sistema RBS 70 também possui baixa
vulnerabilidade, grande mobilidade, curto tempo de entrada em posição e reação,
pesados efeitos causados aos alvos e capacidade de engajar diversos tipos de aeronaves
[Link] A Detecção de um alvo pode ser feita por radar de busca ou visualmente por um
membro da guarnição. Após a designação de determinado alvo, o disparo é feito
independentemente na unidade de tiro determinada pelo órgão de comando e controle,
sob o comando de seu chefe (Ch U Tir).
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[Link] O chefe da Unidade de tiro decide o momento a partir do qual o míssil deve ser
disparado, e, após o disparo, o operador deve acompanhar o alvo através do telescópio,
agindo pelo aparelho de pontaria (movimento grosseiro) e pelo joystick (movimento
preciso ou ajuste fino), simultâneamente, o que faz com que o feixe de orientação por
facho laser também esteja apontado para o mesmo. O míssil segue este facho laser. Uma
característica interessante do Msl AAe Tcmdo RBS 70 é que a unidade de tiro pode ser
dividida em fardos portáteis (Figura 1-1), gerando a capacidade de acompanhar a tropa
apoiada e ocupando posições de tiro de acesso mais dificultado, como por exemplo,
telhados e lajes de casas e edifícios.
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Desdobramento da U Tir
Ponto sensível
Provável setor de ataque
2.000 m Ini
U Tir
1.2 CARACTERÍSTICAS
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1.2.9 GUIAMENTO
[Link] O sistema RBS 70 possui o sistema de guiamento do seu míssil por um feixe de
facho laser gerado pelo aparelho de pontaria, cuja potência máxima é de 50W. O feixe de
orientação forma um corredor de guiamento. Dentro deste, o míssil detecta a sua posição
exata em relação à linha central do corredor. A distância entre o míssil e a linha central
determina continuamente a dimensão de um sinal de erro. Este sinal orienta o míssil para
a referida linha. Durante todo o guiamento do míssil, até que atinja o alvo, a orientação do
mesmo para a linha central do corredor de facho laser é realizada pelo operador. Isto é
possível em virtude do fato de que a linha de visão do telescópio coincide com a linha
central do corredor de guiamento
[Link] O corredor de guiamento é cônico com uma seção transversal circular e as
varreduras do feixe de orientação numa forma retangular. As varreduras de laser se
deslocam alternadamente da esquerda para a direita e de cima para baixo, num total de
80 varreduras, 40 para cada direção. (Figura 1-10).
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[Link] Após o lançamento, o míssil deixa o seu tubo e entra no feixe de orientação.
Existe a necessidade de uma diferença angular entre a linha central do corredor de
guiamento e a direção do tubo de lançamento. Para um acompanhamento mais preciso
após o disparo, o operador deve realizá-lo não só com o movimento grosseiro, mas
também com o joystyck, agindo na plataforma do aparelho de pontaria, relizando assim o
ajuste fino do acompanhamento. A partir daí o espelho controla a linha de visada do
telescópio e o feixe de orientação. Este procedimento impede que a linha de visada e o
feixe de orientação sejam alterados durante o lançamento. O espelho é liberado
eletricamente após o operador girar a manopla esquerda do aparelho de pontaria, e
mecanicamente na hora do disparo.
1.2.10 Transporte: as quatro partes do posto de tiro devem ser transportadas por três
militares. O seu design facilita a portabilidade e uma rápida entrada em posição. Todos os
componentes são rapidamente montados formando assim o posto de tiro. Nas caixas
onde são armazenados os componentes existem indicadores de pressão e umidade. O
cartucho desicante regula a pressão, transmite o ar e absorve umidade. No indicador de
umidade existe um círculo com as marcações de porcentagem em azul, quando fica na
cor rosa indica que a umidade atingiu determinada graduação. Se o setor "50%" mudou a
cor, o cartucho desicante deve ser substituído.
1.2.11 O movimento grosseiro do aparelho de pontaria é realizado quando o operador
atua com a manopla esquerda e o punho direito da mesma. Este procedimento da
pontaria grosseira é realizado para a aquisição do alvo até o disparo do míssil, e em
seguida o acompanhamento deve ser feito também, realizando o ajuste fino, ou seja, com
o operador agindo no joystyck com seu polegar direito.
1.2.12 O posto de tiro pode ser utilizado para exercícios que não incluem o lançamento de
mísseis. Isto só pode ser feito com o feixe de orientação (facho laser) não disparado.
Em tais ocasiões, podem ser utilizados um simulacro do míssil (equipamento de
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1.3.2 Ao lado da manopla esquerda existem botões e pinos para a ajustagem do material
antes do tiro, são eles: (Figura 1-13):
• a própria manopla, que ao ser girada energiza todo o sistema e permite a pontaria pelo
telescópio, caso a mesma deixe de ser acionada por mais de 1,2 segundos o míssil perde
seu guiamento e se auto destrói;
• botão de disparo do míssil, que só é possível de ser realizado quando se ascender o
LED inferior do telescópio;
• Pino seletor de correção da velocidade do vento (ou Seletor da Vel Vento), utilizado
quando a mesma está superior a 5 m/s, visa corrigir as variações da trajetória do míssil
provocadas pelo vento, quando o mesmo incide sobre a U Tir num ângulo entre 30º e
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150º. Possui a marcação >5m/s, que ao ser acionada liga dois microinterruptores do
pedestal;
• Pino de transmissão de teste (ou Chave teste), usado para fins de teste. Não se fixa em
determinada posição, pois possui uma mola de retorno, sempre voltando para a mesma
posição, se acioanado encerra a transmissão do feixe;
• Pino seletor das funções da espoleta, possui três posições: PROX. FUZE (espoleta de
proximidade normal) / OFF (espoleta de impacto) / Alvos pequenos (espoleta de
proximidade para alvos de pequena dimensão), lembrando que a função alvos pequenos
não pode ser utilizada pelo míssil MK2, se houver um disparo do referido míssil na função
alvos pequenos, o mesmo realizará a função de proximidade normal (PROX. FUSE). A
função impacto é indicada para alvos no solo ou de grandes dimensões como aviões de
transporte;
• Pino seletor de iluminação do telescópio, onde existem as posições NIGHT/DAY/DUSK,
ou seja noite, dia ou penumbra (crepúsculo), onde é ajustada a iluminação do visor do
telescópio, de acordo com o momento da operação, após o FCVN é indicada utilização da
posição “Night (noite)”;
• Botão IFF acionado quando necessário, não o sendo para a sequência de disparo
subsequente. Respostas do interrogatório IFF são indicados no telescópio.
1.3.3 O operador manipula o espelho com o polegar direito no joystick fazendo com que a
cruzeta do telescópio coincida com o alvo. A plataforma do espelho tem seu movimento
limitado, o que exige que também seja feito o acompanhamento com o movimento
grosseiro, “recuperando” assim o campo da linha de visada e do feixe de orientação. No
momento em que o feixe de orientação está se aproximando do limite angular da
plataforma do espelho, o operador recebe indicações no telescópio, através de luzes que
ascendem nos LED do mesmo, orientando assim, para qual direção deve ser voltado o
movimento grosseiro para que recupere o campo da linha de visada e do feixe de
orientação.
1.3.4 A visada do aparelho de pontaria é fornecida através de dispositivos de fixação para
IR. A janela de visada, por onde é emitido o faho laser, é feita de alta qualidade, revesida
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por um vidro anti-reflexo . Ela é protegida por uma tampa móvel que pode permanecer
aberta ou fechada, através da pressão de sua mola. Essa tampa deve ser mantida
sempre fechada, exceto no momento de operação do material. Uma janela suja ou
riscada podem interferir no feixe de orientação. A janela é mantida fechada por uma trava,
facilmente manipulada pelo operador. Somente quando a tampa está aberta o operador
consegue realizar a visada pelo telescópio, com um campo de visão de aproximadamente
9º.
1.3.5 Composição: O invólucro é dividido em duas partes, as quais são aparafusadas em
conjunto e seladas. A equalização da pressão necessária é fornecida através do cartucho
desicante, sendo que o mesmo transmite o ar e absorve a umidade. No indicador de
umidade existe um círculo com as marcações de porcentagem em azul, quando fica na
cor rosa indica que a umidade atingiu determinada graduação. Se o setor "50" mudou a
cor, o cartucho desicante deve ser substituído.
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Plataforma do espelho
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[Link] No telescópio existe um retículo para pontaria com uma seta ao centro. O
operador tem a capacidade de observar a cruzeta nítida com o terreno ao fundo (Figura 1-
20). A imagem de terreno vem para o telescópio através do espelho controlada pelo
giroscópio e através do espelho dicróico, que transmite a luz visível.
[Link] No retículo do telescópio há quatro diodos emissores de luz (LED) que fornecem
indicações durante a sequência de disparo. Estes sinais de LED indicam ao operador
quando o disparo é permitdo, quando deve se “recuperar” o campo de visão do espelho
através do movimento geral do aparelho de pontaria e também a resposta do
questionamento IFF. A luz "Tiro permitido" ascende quando o sistema eletrônico do
aparelho de pontaria é ligado, após ser acionada a manopla esquerda (Figura 1-21).
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1.4 PEDESTAL
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1.4.2 Na posição de transporte, o pedestal deve ser preparado (Figura 1-23). As três
pernas e o assento são dobrados ao longo do tubo central e mantidos juntos por uma alça
ajustável. A parte superior, onde está o berço é protegido por uma cobertura. Nesta
posição se encaixa a armação tipo mochila com dois ganchos e um trinco de mola, e o
pedestal está pronto para ser transportado. Antes das pernas e assento serem dobrados,
o tubo central deve ser girado em sua parte móvel para uma posição definida em relação
à perna de fixação. O índice deve ser colocado de maneria que coincida a marcação com
a seta amarela (Figura 1-28), somente nessa posição o pedestal pode ser dobrado. As
pernas são liberdas para serem dobradas para cima através de um retém (Figura 1-24),
existente em cada uma delas. Na montagem, ao serem liberadas as pernas, deve ser
realizado um movimento de rotação em torno do tubo central agindo no berço, para que
as mesmas sejam travadas (Figura 1-25).
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Figura 1-25 Operador girando o pedestal agindo no berço para que haja o travamento das pernas
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1.4.3 Para o nivelamento do pedestal, uma das pernas tem uma parte articulada e
ajustável que compensa uma inclinação de até 4° (Figura 1-26), devendo esta estar
sempre na parte mais baixa da posição da U Tir. O tubo central fica liberado para o
movimento horizontal quando é colocado algum peso sobre o assento, quando não existe
carga sobre o mesmo, o movimento é bloqueado por um grampo de mola, que engata
uma engrenagem de anel de montagem fixa na perna.
1.4.4 Existe um anel de rotação para o ajuste de compensação do vento. O ajuste é feito
por meio de um pino giratório, bloqueando o anel pelo pino em um índice do tubo central.
A seguir o míssil é girado até a direção do vento, após a definição, a brocha é recolocada.
A ação do vento em determinada direção sobre o míssil é assim compensada. Esta
função só pode ser utilizada se o pino selector da velociade do vento estiver na posição
>5m/s.
1.4.5 O assento é rosqueado para ser fixado no braço articulado do tubo central,
permitindo o seu ajuste em altura, afim de se obter uma posição confortável para o tiro. O
tubo central tem três conectores para a ligações (Figura 1-27):
• [Link] para a conexão de equipamentos de comunicação
• IFF IFF para a conexão de equipamentos
• TDR para a ligação do receptor de dados do alvo
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1.4.6 Na posição superior do tubo central, logo abaixo do berço, está localizado o espaço
para as quatro baterias do pedestal. Baterias estas que funcionam até em muito baixas
temperaturas (-30º). Elas são encaixadas no pedestal e ligam-se através de conectores e
parafusos de fixação.
1.4.7 O berço é ligado ao suporte, se move em elevação e contém os pontos de fixação
para o tubo de lançamento e aparelho de pontaria. A base do berço está ligada a uma
mola pneumática existente no interior do tubo central. Algum desequilíbrio que poderia ser
causado durante o acompanhamento (movimento grosseiro) de um alvo é compensado
pela mola, e também proporciona uma estabilização no momento do disparo. Caso haja
alguma alteração na força da mola, a mesma pode ser ajustada em uma marcação
localizada no berço. Tal ajuste deve ser feito na elevação máxima do mesmo. Durante o
transporte, entrada em posição e saída, ou quando o tubo não estiver fixado, o berço
deve estar travado em elevação, para isso o operador deve agir na alavanca de
travamento do berço do lado esquerdo do pedestal.
1.4.8 O aparelho de pontaria é encaixado em um dispositivo de fixação, localizado na
parte da frente e inferior do berço. Ele é ligado eletricamente ao pedestal através de um
cabo flexível. Este cabo é conectado no próprio pedestal por ocasião da saíde de posição
e transporte da U Tir.
1.4.9 O tubo de lançamento é encaixado através de seus dois pinos nos ganchos
localizados na parte traseira do berço, a seguir deve ser rebatido à frente. Esses ganchos
estão mecanicamente ligados a uma alavanca de travamento no lado direito do pedestal
por meio de um sistema de ligação por mola. Ao ser rebatido à frente, o míssil fica
apoiado no berço, na posição horizontal, neste momento o operador puxa, com a mão
direita, a alavanca de travamento do míssil. Antes de rebater o míssil é importantíssimo
que as tampas de ambos os conectores, do tubo e do pedestal, estejam abertas, só assim
o míssil estará conectado ao pedestal.
1.5.1 O míssil no seu tudo de lançamento (Figura 1-29) é uma unidade portátil que é
ligado ao pedestal na parte superior do berço. O tubo serve tanto para o lançamento
como para o transporte do míssil.
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1.5.2 O míssil é colocado em seu tubo e é travado no mesmo até o momento de seu
lançamento, quando é liberado. Tal liberação se dá por um iniciador que tem 1g de
pólvora. O motor de lançamento, que está ligado ao míssil na sua parte traseira, ejeta o
mesmo do tubo, tornando-o inútil, uma vez que o mesmo, quando vazio, não é
reaproveitado, com excessão do uso no treinamento da guarnição. No recarregamento, o
tubo vazio é tirado do berço para a colocação de um novo míssil.
1.5.3 O tubo de lançamento (Figura 1-30) é constituído de laminados plásticas reforçadas.
É protegido por capas acolchoadas (anterior e posterior) e um estofamento na sua parte
central. Para o transporte do míssil se utiliza uma alça também na parte central do tubo,
porém do lado oposto ao alcochoado. Esta alça identifica qual o tipo de míssil que o tubo
de lançamento contém, o Msl MK1 não possui pinos nas extremidades da alça, o Msl MK2
possui dois pinos de 7mm nas extremidades da alça e o Msl BOLIDE dois pinos de 14mm
(Figura 1-31). Cada capa é presa por dois grampos. As capas são removidas quando o
míssil está sendo carregado. A presença da capa posterior aciona o dispositivo final de
segurança do míssil com uma ligação elétrica que impede a ativação do mesmo, ao se
retirar a capa posterior, o dispositivo deixa de ser acionadao e o míssil pode ser disparado
(Figura 1-32), por isso a mesma só deve ser retirada quando o operador estiver
realizando o monitoramento do seu setor de tiro ou quando já estiver acompanhando um
alvo.
1.5.4 Existem indicações em pequenos círculos nos tubos em três cores diferentes,
amarela, azul e vermelha. Cada cor sinaliza uma frequência específica do míssil que está
dentro do tubo. Tal artifício serve para que um míssil não siga o guiamento de facho laser
de outra U Tir. Cada seção deve ter suas U Tir operando em frequências diferentes, ou
seja, cada uma com o tubo de lançamento de uma das cores. Além das indicações das
frequências do míssil existem também, no tubo de lançamento, tarjetas que indicam se o
míssil é real ou de combate (amarela), se é do simulador (verde limão) ou se é um
simulacro com o peso do real (verde escuro). Cada um desses mísseis possui um
conector específico, ou seja, se for colocado um míssil real no pedestal do simulador os
conectores não fecharam circuito.
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1.6.1 O míssil tem fixado à sua retaguarda um motor de lançamento, ambos são
conectados mecânica e eletricamente (Figura 1-34). O motor de lançamento, como
próprio no nome já diz, é o responsável por deslocar o míssil para fora do tubo, após ser
acionado pelo disparo do operador, para tal possui uma carga de 450g de TNT. Após o
seu acionamento, o motor de lançamento impõe uma acelaração sobre o míssil para a
sua saída, que ocorre com uma velocidade inicial de aproximadamente 50m/s. A queima
de seus componentes químicos é feita no interior do tubo, provocando um deslocamento
do míssil até aproximadamente 7 metros à frente da U Tir, garantindo asim que nenhum
escape ou sopro seja executado contra o operador. A força que o motor de lançamento
exerce para o destrancamento do míssil no tubo é de 25g. O míssil se auto destrói
quando perde o guiamento do facho laser por mais de 1,2 segundos ou se o mesmo não
acertar o alvo ou não for acionada a espoleta, 45 segundos após o disparo.
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Motor de lançamento
Míssil
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OPERADOR
1-Gira a manopla esquerda e ativa as
funções do aparelho de pontaria
2-Realiza a aquisição e
acompanhamento do alvo pelo
telescópio
3a-Realiza o disparo apertando o
botão na manopla esquerda
4b-Acompanha o alvo com o joystick
11-Larga a manopla esquerda e
coloca o aparelho de pontaria em
Figura 1-36 Sequência de engajamento da U Tir
segurança
1.7 EQUIPAMENTO DE VISÃO NOTURNA COND
1.7.1 Utilizado para operar o sistema RBS 70 à noite, sem que o mesmo perca a sua
eficiência. Não existe a necessidade de realizar o qualquer tipo de alinhamento do
equipamento com o aparelho de pontaria.
1.7.2 O COND utiliza um scanner infravermelho que detecta a radiação de calor e a
converte para uma imagem visível que é refletida na janela de visada do RBS 70, para
que o operador possa enxergá-la em seu telescópio. O operador pode selecionar para
que a fonte de calor apareça na cor preta ou vermelha. A radiação IR detectada é
convertida em sinais elétricos, que são processados num módulo eletrônico. Os sinais
elétricos são convertidos para luz visível e uma imagem criada por meio de LED.
1.7.3 Ele trabalha na faixa de comprimento de onda 8-12 mm que é utilizada para fornecer
a faixa de detecção máxima. Um objeto em sua temperatura normal tem uma elevada
radiação de calor e a atmosfera também tem um grande nível de transmissão, o que
permite o perfeito funcionamento do equipamento.
1.7.4 Quanto maior for a velocidade da aeronave e sua emissão de calor, maior a sua
detecção. São as variações de temperatura do cenário do alvo que fornecem a imagem
por calor. O equipamento completo é composto por:
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Conecetor de testes
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Suportes de trancamento
Figura 1-43 Suportes para encaixe no aparelho de pontaria
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1.7.16 O COND é composto por um módulo IR, parte central e unidade de prisma. O
módulo IR é protegido por uma janela de Germânia e está ligado à parte central que
contém o scanner com os componentes eletrônicos e um telescópio para visualização da
imagem. A unidade de prisma está localizada do lado esquerdo (visão do operador) da
parte central (Figura 1-44).
Telescópio Eletrônicos
Scanner Prisma dicróico
Ótica IR
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Retículo 2,3°
[Link] O scanner converte a imagem IR de entrada para uma imagem visível. Para que
o detector tenha um melhor desempenho, os componentes devem ser refrigerados até
uma temperatura de aprox. -190°C (1,5 minutos), o que ocorre através do dispositivo
IDCA.
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Interruptor de controle de
imagem
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1.8.1 O BORC (Figura 1-50) é um dispositivo para ser utilizado no sistema RBS 70
durante o período noturno. Sua instalação e operação requer simples e rápidas ações da
guarnição da U Tir, pois assim como o COND, não existe a necessidade de realizar um
alinhamento com o aparelho de pontaria, apenas encaixá-lo no mesmo.
1.8.2 No tocante ao seu princípio de funcionamento, o BORC utiliza um detector de IR
que capta a radiação de calor, convertendo-a em imagem visível, a ser refletida para a
janela de saída da linha de visada, permitindo assim que o operador a veja no seu
telescópio. Assim como o COND, o operador também pode optar pela cor da
apresentação da fonte de calor em seu telescópio, podendo ser preta ou vermelha
(imagem negativa ou positiva). O equipamento trabalha na faixa de comprimento de onda
7-9,3 mm, o que fornece a faixa de detecção máxima.
1.8.3 É com posto de:
• Equipamento BORC
• Caixa de carregamento
• Caixa de Transporte
1.8.4 Seus acessórios são:
• Adaptador de veículos
• Cabo de alimentação
• Baterias
1.8.5 O BORC converte uma imagem de infravermelho à uma visível. A radiação IR
captada é convertida em sinais eléctricos que são processados num módulo eletrônico.
Os sinais elétricos são convertidos para luz visível e uma imagem é criada por um visor
LCD, que corresponde à imagem de IV, construída na proporção de 1: 1. O equipamento
possui tampas de proteção para as superfícies óticas da lente frontal de IR e o espelho
dicróico. Estas tampas também servem como proteção contra chuva. As baterias são
guardadas em sua caixa, fechada por botões de pressão. A bateria a ser utilizada deve
ser do tipo Li BA5590/U (não recarregáveis). O equipamento também pode ser operado
utilizando um adaptador de veículo robusto. Possui um conversor de corrente (CC / CA)
que somente serve para testes e manutenção, não devendo ser utilizado no disparo real.
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[Link] Luzes de advertência: Há dois LED de indicação no punho principal, de frente para
o operador. O direito é amarelo e indica a alimentação externa, fica aceso quando o
BORC é alimentado por uma fonte de alimentação externa. O LED à esquerda, é
indicador da bateria, é vermelho e está aceso quando a mesma precisa ser substituída
(Figura 1-52).
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Well Infrared Foto Detector. O dispositivo deve ser arrefecido até à 63K (-210°C) para se
obter um bom desempenho (aproximadamente 4 minutos).
[Link] Módulo Visual (Figura 1-59): É composto pela ótica visual e pela unidade de
exibição. A função do módulo visual é criar uma imagem visível a partir da imagem-IR com
o campo de visão correto e ampliado. A imagem é apresentada em um monitor de tela
plana e pequena, e é focada no horizonte com a ótica visual. A ampliação da imagem no
equipamento BORC é em x1, após ajustar os componentes óticos. Sobrepondo-se a
imagem visível existe uma moldura quadrada onde o operador realiza o apontaria pelo
movimento grosseiro, utilizando o aparelho de pontaria. A mesma possui um formato
retangular gerando um campo de visão de aprox. 6° horizontal e 4° vertical (metade do
campo de visão total do equipamento de visão noturna).
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[Link] Eletrônica
a) Placa de alimentação: Converte a tensão da alimentação externa,
utilizando a bateria interna nr 1 ou 2 do BORC, utilizadas alternadamente. A chave
seletora de bateria determina a utilização de uma das baterias internas. O indicador de
energia fica em EXT ON quando a mesma é fornecida por uma fonte externa e INT LOW
quando a carga da bateria interna selecionada está acabando.
b) Placa de controle: Funciona como um centro de comunicação. Ele está
ligado à unidade de controle, ao módulo QWIP e aos sensores de temperatura. Ele
também contém o servo de focagem que está ligado ao módulo-IR e compensa as
variações de temperatura e mantém o foco do mesmo.
c) Função de controles
1) Posição DRC: Dynamic Range Compression (DRC) serve para
melhoria de imagem. Otimiza continua e automaticamente o contraste, para obter melhor
probabilidade de detecção, embora o fundo da imagem possa variar. A posição DRC é o
modo normal para o engajamento alvo.
2) Posição MAN: No modo manual o ganho e nível deve ser ajustado
manualmente para se obter a melhor imagem. Quando o fundo da imagem muda, pode
ser necessário reajustá-la. É possível, em condições extremas, utilizá-lo no
acompanhamento do alvo. Ao usar o BORC para uma busca em determinado setor de
vigilância, o modo MAN pode dar uma imagem com mais detalhes. Também é utilizado na
manutenção.
3) Botão AUTO/CALIB AUTO: Quando pressionado por menos de 2
segundos e o interruptor/MAN DRC (interruptor GAIN) estiver definido para o modo
manual, o sistema eletrônico gera automaticamente uma "imagem inicial" aceitável. Ao
pressionar o botão por mais de 2s, é realizada uma calibração de deslocamento interno
dos elementos detectores QWIP .
4) Intensidade do Display: Quando o botão é pressionado e,
simultaneamente, o interruptor é inclinado para "+", a intensidade de exibição da imagem
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passa a ser alta. Esta definição é utilizada quando se opera de dia. A de baixa intensidade
é selecionada da mesma maneira, mas o interruptor deve estar inclinado para "-".
5) Mensagens de exibição: ao ligar o BORC, o botão AUTO/CAL é
utilizado para reconhecer e apagar o Power On Self Test (POST), a mensagem de erro ou
outras mensagens exibidas no display. Essas mensagens devem ser removidas antes das
funções AUTO de calibragem serem utilizadas.
6) A chave de polaridade ou interruptor POL é utilizado para
selecionar polaridade da imagem, ou Red/Hot ou Black/Hot, para que a fonte de calor
apareça na cor vermelha ou preta no telescópio. A definição normal é Red/Hot.
7) LED BAT LOW: Do lado esquerdo e na cor vermelha, indica quando
a carga da bateria está baixa, devendo neste momento selecionar a outra. Quando surge
tal indicação ainda há carga para essa substituição.
8) LED EXT ON: Na cor amarela, indica quando o BORC é alimentado
a partir de uma fonte externa.
9) OFF (desligar): O BORC está desligado, sem consumo de energia.
10) Stand by: Para economizar bateria, um modo stand by está
disponível. Somente a máquina de refrigeração e alguns eletrônicos são alimentados. Não
há imagem. O consumo de energia é menor do que para a operação. Este modo é para
ser utilizado, quando nenhuma imagem é necessária, mas é necessário um tempo de
reação curto. Com o detector totalmente resfriado, leva apenas 20 segundos para se
obter uma imagem (posição ON). Ao se aproximar do local da entrada em posição, o
BORC deve ser ligado no modo stand-by.
11) ON: funcionamento normal.
1.8.8 Caixa de transporte: É estofada oferecendo assim proteção ao equipamento,
evitando danos aos seus componentes. O interruptor de alimentação ON/STAND BY/OFF
fica acessível mesmo com o equipamento na caixa (Figura 1-62).
1.8.9 A bateria a ser utilizada deve ser do tipo Li BA5590/U. As baterias de NiCd e íons de
lítio não servem para o BORC.
1.8.10 Modificações no aparelho de pontaria para a instalação dos equipamentos de visão
noturna (COND/BORC): Os dispositivos de montagem e fixação ficam na frente do posto
de tiro (Figura 1-63).
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1.9.1 Em cada posto de tiro existe uma caixa de acessórios. Em seu conteúdo temos os
materiais mostrados na Figura 1-66, que servem tanto para a operação, como para a
manutenção da U Tir. Nela existe uma indicação FF que quer dizer Freon Free, o material
não contém este gás.
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Filtro de laser
Baterias
Testador de bateria
Instruções
de limpeza
Escova de limpeza
Chaves de fenda Kit de limpeza ótica
Tampa do cartucho
desicante
Chave
ajustável
Alicate
Faca
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Sacos para
areia
Estacas
Cordas
Cordas
Cordas
Marreta
Corda elástica
Figura 1-69 Kit de camuflagem montado
1.9.3 Fonte de alimentação externa (Figura 1-70): Material que NÃO pode ser utilizado
para o disparo real do míssil, e possui os seguintes componentes:
• Carretel de cabo com cabo de alimentação
• Caixa de Transporte
• Cabos de distribuição
- Cabo do RBS 70
- Cabo do IR-aparelho de pontaria
• Conversor CC/CC
• Conversor CA/CC
46
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CAPÍTULO II
2.1 GENERALIDADES
As verificações relacionadas à 2.1 – GENERALIDADES
2.2 – INSPEÇÕES DIÁRIAS
manutenção do posto de tiro são divididas
em inspeções diárias e inspeções especiais.
A inspeção diária é realizada sem uma finalidade específica, é genérica esimples. Já a
especial é realizada em datas programadas, com periodicidades específicas. Quaisquer
falhas e defeitos encontrados durante qualquer inspeção devem ser corrigidas e
registradas.
2.2.1 Baterias: Se houver qualquer suspeita de baixa tensão, as baterias devem ser
substituídas. Durante essa substituição, use uma moeda ou similar, não utilize chave de
fenda, para evitar danos aos parafusos de fixação da mesma. Cada bateria vazia deve ser
marcada. Sua carga dura normalmente de 100 a 120 engajamentos. A mesma deve ser
testada depois de ser carregada, tendo que estar com uma voltagem mínima de 9,5V. Tal
teste deve ser realizado sob uma temperatura entre -10º e 40º C. As baterias de Lítio (Li
SO2) devem estar armazenadas em locais de até 60% de umidade relativa do ar.
2.2.2 Indicadores de umidade: Sempre devem ser conferidos os indicadores de umidade
do aparelho de pontaria , do pedestal e do tubo de lançamento, atentando para a cor
visualizada. Se o setor da marcação de 50% do indicador não é azul, o técnico em
manutenção deve ser acionado (Figura 2-1).
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MENSAGEM SIGNIFICADO
OK Condições normais
POSTO NO FAN Ventilador de arrefecimento não está funcionando
corretamente
REDUCE PERF Um ou mais itens do centro de controle não está funcionando
ERROR IR-IMAGE#2 Código FPGA não carregado
ERROR IR-IMAGE#3 Erro de comunicação entre as placas HRVP e AD
ERROR IR-IMAGE#4 O sistema interno não pode ser carregado (registro padrão)
ERROR IR-IMAGE#5 O sistema interno não pode ser carregado (registro range)
52
EB60-MT-23.460
CAPÍTULO III
1- Estação do Instrutor
2- Gerador da Força de
Recuo
3- Tela de Pontaria
Grosseira
4- Simulador do Aparelho
de Pontaria 53
5- Simulador do Pedestal
6- Cabo Y
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3.2.1 O simulador do Msl Tcmdo RBS 70 pode ser utilizado em dois modos:
- Modo autônomo (stand-alone mode)
- Modo operador / instrutor (distributed mode)
3.2.2 No ambiente de trabalho do simulador do RBS 70, dois ícones podem ser
encontrados para iniciar os modos de treinamento:
- Modo autônomo (stand-alone) – Neste modo, o operador poderá melhorar seu
adestramento, desenvolvendo sua capacidade de monitorar, interceptar e destruir uma
ameaça aérea. No modo autônomo são apresentados cenários pré-definidos, nos quais o
operador pode treinar sozinho e receber uma avaliação após cada cenário simulado. As
informações de desempenho são exibidas na tela (monitor) de pontaria grosseira.
- Modo operador / instrutor (distributed mode) – Este é o modo de execução onde o
instrutor, operando sua estação, controla o cenário de treinamento. A estação do instrutor
está sincronizada com o simulador propriamente dito (estação do operador), permitindo
que o instrutor possa verificar todos os procedimentos tomados pelo operador durante a
execução do exércício.
54
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1) Filtro.
2) Nome do cenário ou do pacote de treinamento.
3) Classificação de acordo com o nível de dificuldade.
4) Descrição do cenário ou do pacote de treinamento.
3.6.1 Uma sequência de engajamento normal pode ser realizada da seguinte forma:
1. O cenário começa;
2. O radar identifica um novo alvo;
3. O terminal de arma (estação do operador) recebe os dados do alvo e gera tons de
designação para o operador.
Em seguida, o operador deverá tomar os seguintes procedimentos:
1. Energizar o sistema, agindo na manopla esquerda;
2. Girar o aparelho de pontaria na direção do alvo;
3. Enquadrar o alvo na pontaria grosseira;
4. Enquadrar o alvo no retículo da pontaria precisa;
5. Verificar a luz indicadora de tiro permitido;
6. Agir na chave seletora de espoleta de proximidade (se for o caso);
7. Agir no botão IFF (se for o caso);
8. Agir na chave seletora de trajetória elevada (se for o caso);
9. Lançar o míssil, pressionando o botão de fogo;
10. Executar o acompanhamento preciso, agindo no joystick, até o momento do impacto;
11. Caso o míssil não consiga interceptar o alvo, inicia-se a autodestruição pela liberação
da manopla de segurança (manopla esquerda).
3.7 AVALIAÇÃO
3.7.1 O resultado da avaliação de cada exercício pode ser exibido na tela de pontaria
grosseira (na estação do operador), pressionando a tecla 7 do teclado do operador. A
avaliação também pode ser exibida no monitor da estação do instrutor. A figura abaixo
mostra as informações da tela de avaliação:
56
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3.8.1 Quando o simulador é utilizado no modo autônomo, o operador deve usar o teclado
para acessar as diversas funções e recursos disponíveis para treinamento. Abaixo estão
listadas as teclas existentes e suas respectivas fiunções (Figura 3-5):
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1 - Play / F1
Inicia um cenário carregado.
2 - Pause / F2
Pausa um cenário carregado.
3 - Stop / F3
Finaliza a execução de um cenário carregado.
4 - Rec / F4
Tecla de gravação.
5 - Visualização da avaliação / 7
Permite a visualização da avaliação na tela da pontaria grosseira.
6 - Seta para cima / 8
Usada para calibração do retículo da pontaria precisa.
7 - Visualização do radar / 9
Permite a visualização do radar na tela da pontaria grosseira.
8 - Abrir / F5
Permite o carregamento de um cenário ou de um pacote de treinamento.
10 - Calibração / 5
Aciona a calibração do retículo da pontaria precisa
12 - Revive / F6
Deve ser pressionado quando um operador comete um erro grave, como por exemplo,
energizar o sistema sem que um novo míssil tenha sido carregado.
13 – Traqueador de Alvos / 1
Mostra ou esconde um retângulo ao redor do alvo, caso este recurso esteja disponível no
cenário carregado.
15 - Log in / 3
Abre uma caixa de diálogo que permite o “log in” do operador.
16 - Num Lock
Muda a funcionalidade de todos os botões, transformando o teclado em um teclado
numérico. A segunda funcionalidade de todos os botões é mostrada no canto superior
direito de cada tecla. A entrada numérica é necessária para identificar o operador por
meio de senha cadastrada.
17 – Entrada Numérica / 0
Esta tecla serve apenas para acionar a função de entrada numérica.
18 - Entrada Numérica / .
Esta tecla serve apenas para acionar a função de entrada numérica.
19 - Enter
Botão padrão "Enter", usado para confirmar as alterações.
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60
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3.11.1 A pontaria grosseira deve ser realizada assim que ocorre a identificação de um
novo alvo. Nesse momento, o operador deve girar o aparelho de pontaria na direção do
alvo até que o mesmo esteja corretamente enquadrado. Ao realizar a pontaria grosseira, o
operador não deve agir no joystick, tendo em vista que o destravamento completo do
sistema de pontaria precisa só ocorre após o disparo.
3.11.2 A visualização da pontaria grosseira também pode ser obtida na estação do
instrutor. Este recurso permite que o instrutor observe a conduta do operador e realize
correções, caso seja necessário (Figura 3-8).
61
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3.12.1 A pontaria precisa deve ser realizada assim que ocorre o enquadramento do alvo
pela pontaria grosseira. A pontaria precisa é realizada por meio do retículo do telescópio.
Após o operador realizar o enquadramento do alvo (pontaria precisa), o mesmo já estará
em condições de realizar o disparo.
3.12.2 Ao ser dado o disparo, o operador deverá agir no joystick, mantendo o míssil na
direção desejada até que o mesmo intercepte o alvo.
3.12.3 A visualização da pontaria precisa também pode ser obtida na estação do instrutor.
Este recurso permite que o instrutor observe a conduta do operador e realize correções,
caso seja necessário (Figura 3-9).
62
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c) Deve ser dada especial atenção às chaves que contém os códigos de segurança dos
“softwares” do simulador. Existe uma chave para o computador da estação do operador e
outra para o computador da estação do instrutor. Os “softwares” do simulador não podem
ser carregados sem as respectivas chaves.
d) Os computadores do simulador são sincronizados por meio do equipamento de
interface, portanto não é possível a troca de computadores de simuladores diferentes,
como por exemplo: utilizar o computador do assistente do simulador “A” com o
computador do operador do simulador “B”.
e) Não deve ser conectada nenhuma mídia, além das chaves de segurança, nos
computadores do simulador. Os computadores do simulador não devem ser conectados à
internet. Estas medidas visam evitar danos aos “softwares” do simulador, como por
exemplo, a entrada de vírus ou outros tipos de “malwares”.
f) Não devem ser instalados “softwares” adicionais no simulador, exceto os necessários
para utilização de impressoras, porém deve ser verificada a procedência dos mesmos.
g) Os computadores do simulador não devem ser utilizados para outros fins que não
sejam o treinamento de operadores.
h) Os indicadores de umidade devem ser constantemente verificados e os agentes
dessecantes deverão ser substituídos quando necessário.
i) O contador de horas de operação é trocado a cada 300 horas de operação, pelo
técnico.
j) Falhas no funcionamento do simulador ocorrem normalmente por falta de contato em
cabos e conectores.
3.15 BIT
O Built in test (BIT, ou auto teste) é realizado para verificar todos os componentes
eletrônicos do simulador (Msl). É realizado no monitor do pedestal clicando com o botão
do IFF no ícone do canto inferior direito da tela. Para que seja testado o disparo, não
aciona a manopla esquerda e se deve tirar a tampa posterior do msl por causa do
dispositivo de segurança.
64
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CAPÍTULO IV
4.1 GENERALIDADES
Do ponto de vista da segurança, RBS 70 é um 4.1armamento muito eficiente. No
– GENERALIDADES
entanto, a luz laser utilizada no o seu funcionamento merece uma atençãoDO
4.2 – RADIAÇÃO especial.
LASERDada
as suas propriedades, a probabilidade de falha de ignição4.3 – ou acidente
MOLA com o míssil é
PNEUMÁTICA
muito pequena. Se houver um mau funcionamento, as 4.4medias
– MOTORde segurança
DE a serem
tomas são as descritas no próximo item. LANÇAMENTO
4.5 - BATERIAS DE LÍTIO
4.2 RADIAÇÃO DO LASER 4.6 – FALHAS NA IGNIÇÃO
4.2.1 Geral: trata-se de um feixe de laser invisível de classe 3B, não sendo visível
4.7 - PREPARAÇÃO E a olho
nú porque está fora da faixa de 0,4 a 0,7nm (0,9 nm). APROCEDIMENTOS
luz do feixe laser serve
DE como um
guia para o míssil, assim sendo, até antes do lançamento, a visão humana
SEGURANÇA PARA está segura. A
O TIRO
potência do feixe de orientação pode causar ferimentosREAL nos olhos se uma pessoa estiver
no interior da área de risco. A espoleta de proximidade do míssil também utiliza laser para
a detecção do alvo. No treinamento com alvo real (somente acompanhamento, sem
disparo do míssil), não se usa o facho laser, para tal coloca-se um papel na conexão do
míssil com o pedestal. Nessa situação, o operador energiza o sistema girando a manopla
esquerda e não irá aparecer a luz de tiro permitido no telescópio, porém o espelho estará
liberado mecanicamente. Ao efetuar o disparo, o espelho é liberado eletricamente e o
acompanhamento do alvo pode ser feito normalmente. Adicionalmente à utilização do
papel na conexão, também pode ser utilizada a lente de germânia, para evitar a
transmissão do laser.
4.2.2 Área de risco (Figura 4-2): A maior parte da área perigosa na frente do aparelho de
pontaria é cônica, com um raio de 50m e uma largura angular de 80° dividida igualmente
em ambos os lados da janela de visada. Tal área corresponde à largura máxima da
deflexão do feixe de orientação e uma margem de segurança adicional. A área total de
perigo constitui a zona abrangida pelo giro do aparelho de pontaria em torno do eixo do
pedestal. Os limites desta zona podem definir o setor de tiro.
65
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4.2.3 Área de proteção: Ao se definir uma área de proteção, deve ser levado em conta se
há pessoas utilizando binóculo. Se houver, o raio da área de risco aumenta por um fator
diretamente proporcional ao aumento da imagem do binóculo.
Ampliação Distância de segurança
6x 390m
7x 460m
8x 530m
9x 605m
10x 675m
4.2.4 Míssil: Não utilizar binóculo para observar um míssil que venha a cair. Existe o risco
da radiação do laser da espoleta de proximidade causar ferimentos aos olhos.
66
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de materiais inflamáveis. O carregador não deve entrar no setor do escape, ou seja, ± 30°
da linha central do tubo de lançamento.
4.4.3 Área de queda do motor de lançamento (Figura 4-4): O motor de lançamento pode
cair dentro de uma faixa de 300m na direção do lançamento, após o disparo.
67
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4.6.1 A falha de ignição significa que o motor de lançamento do míssil não iniciou seu
funcionamento por ocasião do disparo. Sua causa pode ser um aparelho de pontaria
danificado ou uma pane no míssil. Do ponto de vista da segurança, considere sempre a
pane no míssil, até que um técnico ou um operador tenha verificado que a o problema
está em outro local.
4.6.2 No caso de uma falha de ignição, o operador deve verificar se o míssil está ativado
ou não. Míssil ativado significa que a bateria térmica foi ativada, de modo que o circuito
eletrônico do míssil está operando.
4.6.3 A condição do míssil normalmente pode ser verificada pela indicação no telescópio.
Se o míssil é ativado todos os quatro diodos do telescópio vão aparecer com uma luz
constante, depois de 2-3 segundos, até que a bateria térmica do míssil seja iniciada. Caso
o míssil não esteja ativado surge somente a indicação normal para "fogo permitido", até
que a manopla esquerda seja liberada.
4.6.4 O motor de lançamento, no entanto, pode ser ativado até 1 minuto após o
acionamento do botão de disparo, porém, após dois segundos, esta probabilidade é muito
baixa.
4.6.5 Míssil ativado
[Link] Durante uma situação de paz (exercício de tiro ou adestramento da tropa): Se o
míssil é ativado, as medidas abaixo enumeradas devem ser tomadas. O carregador
deverá permanecer em pé ao lado do míssil, e nunca na sua retaguarda.
Tampar a janela de visada do aparelho de pontaria.
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Trava do míssil
Míssil travado
Míssil destravado
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[Link] Em uma situação de conflito (real), as medidas abaixo enumeradas devem ser
tomadas. O carregador deverá permanecer em pé ao lado do míssil, e nunca na sua
retaguarda.
1- Tampe a janela de visada do aparelho de pontaria.
2- Fixe o aparelho de pontaria em elevação.
3- Aguarde um minuto mantendo o posto de tiro na direção de tiro.
4- Levante do banco do operador para que o movimento do aparelho de pontaria
esteja bloqueado.
5- Substitua as tampas.
6- Desbloqueie o tubo de lançamento do míssil com a alavanca do lado direito.
7- Segure o tubo de lançamento do míssil e o retire do berço. O mantenha com sua
parte traseira para baixo.
8- Recoloque a tampa do conector. MANTENHA a parte traseira para baixo.
9- Mova o míssil para um LOCAL 50m distante de qualquer pessoa. MANTENHA A
PARTE TRASEIRA do tubo de lançamento para baixo durante o transporte.
10-Aguarde 30 minutos antes de tomar o próximo passo (para permitir o arrefecimento
da bateria do míssil).
11- Verifique se o míssil está travado ou não no tubo de lançamento. Em caso de
dúvida, chame o técnico.
12-Após a verificação, prossiga com as operações para travar ou destravar o míssil (o
que for aplicável).
13-No caso de se tornar um engenho falhado, o míssil deve ser destruído pela equipe
preparada tecnicamente para tal.
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4.7.1 Deve ser precedida a entrada em posição com o Posto de Tiro (Pedestal e Aparelho
de Pontaria).
4.7.2 Deve ser realizada a verificação do travamento completo das flechas do Pedestal e
o nivelamento do Posto de Tiro (o mais horizontal possível - “seguindo a linha do
horizonte”).
4.7.3 Em seguida deve ser realizada a verificação dos conectores IFF e TDR, se estão
devidamente fechados.
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CAPÍTULO V
ENTRADA EM POSIÇÃO
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Figura
1 Msl sem cx transp
5.2.3 O pedestal com suas 04 (quatro) baterias, o aparelho de pontaria e 01 (um) míssil,
devem ser a primeira leva de equipamentos a ser desembarcada. Na sequência vêm o
equipamento rádio, o kit de camuflagem, o equipamento de visão noturna (SFC) e os
demais mísseis.
5.2.4 Todo o material, após embarcado, deve estar devidamente enfitado para que não
haja choques durante o deslocamento. A medida visa a segurança da guarnição e a
integridade do material.
5.2.5 O equipamento rádio e o palm top são embarcados na frente da viatura, juntamente
com o Ch U Tir.
5.2.6 Uma viatura 2½ Ton comporta o material e a guarnição da U Tir em melhores
condições em relação a viatura Marruá
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Figura 5-6 Movimento para a abertura das pernas do pedestal e seu travamento
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BOLIDE.
5- Colocar o interruptor de transmissão TEST para a posição desligado.
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. Posição Posição
inicial Final
82
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6- Erguer o tubo de lançamento com a parte anterior voltada pra cima, com a mão
direita na alça de transporte e a esquerda na capa posterior (Figura 5-18).
7- Levantar o tubo de lançamento até a altura do seu encaixe no berço do
pedestal, mantendo-o na vertical com a parte anterior pra cima.
Tubo de
lançamento
Operador
Carregador
apoiando o tubo
com a mão
esquerda
Capa
posterior
Figura 5-18 Carregando o míssil
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Armação
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[Link] O carregador deverá agora recolocar o míssil e retirar a capa posterior (traseira)
do tubo de lançamento (Figura 5-27).
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Controle de imagem
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5.3.7 Na entrada em posição sob altas temperaturas (>35º), deve ser acionado o kit de
camuflagem, montando o mesmo conforme previsto no capítulo I deste manual.
5.3.8 Pode ser que também seja necessária a introdução da correção do vento, caso sua
velocidade seja >5m/s:
1. Verifique a direção do vento.
• Coloque a cavilha no índice e gire para a direção do vento.
• Bloqueie a brocha.
2. Coloque o pino seletor da correção do vento na posição >5m/s.
5.3.9 Quadro resumo da entrada em posição da U Tir Msl AAe Tcmdo RBS 70
FASE SERVENTE
OPERADOR CARREGADOR CH U TIR
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Colo 1- Após encaixado o aparelho de pontaria, fixa o mesmo no berço 1- Após auxiliar o 1- Prender o aparelho de
por meio da trava no lado direito do pedestal operador no acionamento pontaria sobre os suportes
cação do do pedestal, desembarca superiores do pedestal.
aparelho de os outros dois mísseis. 2- Coloque a parte inferior
pontaria do aparelho de pontaria
também no suporte para que
o mesmo seja travado no
pedestal.
Prepara 1- Abrir a tampa de proteção do telescópio e levantar o dispositivo 1- Retira a armação tipo
de pontaria grosseira, onde colocará sua testa. mochila do aparelho de
ção do 2- Retirar o cabo do pedestal e conectá-lo no aparelho de pontaria
aparelho de pontaria. 2- Abra a tampa da janela de
pontaria 3- Desdobrar o punho direito. visada.
4- Definir a posição do pino seletor da espoleta nas funções -
impacto ou proximidade, lembrando que a função alvos pequenos
só serve para o míssil BOLIDE.
5- Colocar o interruptor de transmissão TEST para a posição
desligado.
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Montagem e 1- Bloqueia o aparelho de pontaria em elevação 1- Mantém o tubo com a OBS: Já havia ligado seu
2- Abra a alavanca de travamento do tubo de lançamento e capa posterior (traseira) interruptor na posição
operação do empurre o mesmo para baixo, agindo na parte traseira. 2- Auxilia o operador na STAND BY antes mesmo de
BORC 3- Aciona a mola pneumática: hora de abaixar o desembarcar e retirar da
- Libera a trava da elevação aparelho de pontaria caixa de transporte
- Eleva o aparelho de pontaria ao máximo 3- Após encaixado o 1- Retira o BORC da caixa
- Coloca a mola pneumática na posição para o BORC BORC no aparelho de de transporte
- Empurra e trave o botão de bloqueio da mola pneumática pontaria, recoloca o míssil 2- Se houver tempo, verifica
- Abaixa o aparelho de pontaria com ajuda do carregador e retirar a capa posterior se não há nenhum dano
- Trava o aparelho de pontaria em elevação (traseira) do tubo de mecânico externo no BORC.
4- Após instalado o BORC, ajusta o equilíbrio do sistema, se lançamento 3- Se o tempo permitir,
necessário, para isso o aparelho de pontaria deverá estar na verifica se os indicadores de
máxima elevação. umidade ainda são azuis no
5- Define a seleção da iluminação do retículo campo 50%.
Noite/Crepúsculo/Dia na posição adequada 4- Liga uma das baterias de
lítio. Verifica se a bateria não
tem danos antes da
conexão.
5- Coloca o interruptor da
bateria na posição
selecionada, 1 ou 2.
6- Coloca o interruptor ON/
STAND BY/OFF na posição
ON
7- Abra a tampa da janela de
visada do BORC.
8- Encaixe o BORC no
gancho do suporte inferior
no aparelho de pontaria e o
levante para encaixar no
suporte mais fino
Segure o BORC até que seu
encaixe esteja concluído
Travar os dois braços
9- Abra as duas tampas
(coberturas) de proteção da
lente.
COND 1- As operações são semelhantes à operação do BORC, somente lembrar de colocar o interruptor DYN/STAT/ AUTO na posição
DYN e realizar o ajuste do contraste e do brilho.
Outras 1- Na entrada em posição sob altas temperaturas (>35º), deve ser acionado o kit de camuflagem
2- Pode ser que também seja necessária a introdução da correção do vento, caso sua velocidade seja >5m/s:
situações a- Verifique a direção do vento.
• Coloque a cavilha no índice e gire para a direção do vento.
• Bloqueie a brocha.
b- Coloque o pino seletor da correção do vento na posição >5m/s.
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