NOME: Hugo Gabriel de Moraes
Michel Marcos Rodrigues
Alan Silva
Sofia Araújo
TURMA:1-A Edificações
PROFESSORA: Elaine da Silva
RELATORIO SOBRE EXPERIMENTO QUÍMICO
INTRODUÇÃO
A matéria encontra-se em permanente transformação. Sob o fornecimento de energia
(calorífera, luminosa, etc) por agentes externos, as substâncias podem sofrer alterações
diversas, modificando-se, não raramente, de forma discreta, perceptível apenas com o auxilio
de sofisticados instrumentos. Entretanto, é possível em muitos casos, evidenciar tais alterações
e até identificar suas origens.
Certas transformações conduzem a variações drásticas na composição química das espécies
por meio de ruptura e/ou formação de ligações entre os átomos, geralmente acompanhadas
de trocas energéticas com o ambiente. Este processo, quando fornece nova(s) espécie(s)
diferente(s) da(s) incial (is), é denominado transformação química, que é descrito através de
equações químicas e especificamente denominado reação química. Em outras palavras, as
mudanças químicas originam substâncias (produtos), cujas propriedades intensivas são
diferentes das características das substâncias originais (reagentes).
As transformações físicas são principalmente observadas nas mudanças de estado das
substâncias, representadas, por exemplo, pela fusão, ebulição, sublimação, condensação e
solidificação. Diferentes arranjos de uma mesma espécie química, que possuam as mesmas
propriedades químicas, podem ser obtidos por transformações físicas.
As reações químicas são mudanças ou transformações que envolvem rearranjos dos átomos
dos reagentes para formar os produtos, acompanhada da absorção ou liberação de energia.
Para que uma reação química ocorra entre duas substâncias, os íons ou moléculas que
constituem os reagentes devem entrar em contato uns com os outros. Por esta razão, a
velocidade com a qual uma reação ocorre depende de quão facilmente as espécies reagentes
são capazes de se misturar.
Há muitas reações químicas que ocorrem sem alterações evidentes no sistema. Há outras, no
entanto, que apresentam evidências macroscópicas que permitem perceber o que está
acontecendo. As principais evidências de reações são: desprendimento de gases, mudança de
coloração do produto em relação aos reagentes, alteração da temperatura do sistema onde
ocorre a reação e a formação de precipitados. Nos casos em que não existem sinais que
evidenciam a reação, podem ser usados os chamados indicadores, que são substâncias
químicas que mudam de cor no momento em que uma determinada reação chega ao fim.
DESENVOLVIMENTO
No contexto laboratorial, é fundamental adotar rigorosos protocolos de segurança para
garantir a integridade dos experimentos. Inicialmente, procedeu-se à medição precisa de 3,2g
de sulfato de cobre em um béquer devidamente calibrado, seguido pela mensuração precisa
de 2,2g de carbonato de sódio em outro béquer. Posteriormente, adicionou-se 15 ml de água
destilada a cada solução, utilizando-se pipetas volumétricas precisas para garantir a exatidão
das medidas.
Com o intuito de promover a completa dissolução dos solutos nas respectivas soluções,
realizou-se uma agitação cuidadosa e constante utilizando bastões de vidro esterilizados.
Esse processo foi conduzido até que a homogeneidade fosse alcançada, evidenciada pela
ausência de qualquer precipitado ou partículas visíveis.
Após essa etapa, as duas soluções preparadas foram cuidadosamente combinadas em um
recipiente adequado e submetidas a um processo de filtração com o auxílio de papel filtro. A
filtração permitiu separar quaisquer resíduos sólidos insolúveis que pudessem estar presentes
nas soluções combinadas.
O resultado obtido foi a confirmação da completa solubilidade das soluções preparadas, uma
vez que nenhuma substância sólida foi retida no papel filtro durante o processo de filtração.
Esse aspecto evidencia a adequada escolha dos solventes e das concentrações utilizadas, bem
como o sucesso do procedimento experimental em obter soluções verdadeiramente
homogêneas.
CONCLUSÃO
Concluímos que ao misturar sulfato de cobre, mensuração de carbonato de sódio e água
destilada; e após tudo isso mexer com bastões de vidro de maneira cuidadosa, fazendo essas
mistura virar um líquido homogêneo e resultando num precipitado: CuCO³(S) num tom de azul.
Logo depois de filtrar num filtro e perceber o líquido no béquer de tom azul ciano; pegamos a
parte que estava no filtro, e colocamos água. Por fim vimos a parte densa no fundo e a água
em cima, tornando uma mistura heterogênea.