Cuellar e Raul — dicas
Type Geral
1º Revisão
2º Revisão
Porcentagem de acerto
Tipo de conteúdo
1. Quais são as fases da cicatrização?
2. Qual é a definição de fístulas?
3. Quais são as principais complicações de traqueostomia?
4. Qual é a quantidade de líquido peritoneal presente no nosso
corpo?
5. Qual é a cor das mucosas em cada tipo de icterícia?
6. Quais são os tipos de cálculos biliares?
7. Como acontece a formação de uma fístula?
8. Quais são os fatores que podem ser controlados pelo cirurgião
para evitar fístula?
9. Como é feita a reposição eletrolítica basal?
10. Quais são as perdas diárias do nosso corpo?
CUELLAR
FASES DA CICATRIZAÇÃO
INFLAMAÇÃO
1-4 dias
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- limpeza, presença de neutrófilos e macrófagos
PROLIFERATIVA
Fase de granulação e reepitelização
- fibroblastos presentes
- 5-20 dias
MATURAÇÃO E REMODELAMENTO DO COLÁGENO
Dura meses
FASES DA INFLAMAÇÃO
QUAIS SÃO
irritativa
vascular — hiperemia (vasodilatação), rubor, calor,
aumento da permeabilidade (edema), aumento da pressão
tissular (dor, tensão, estímulo de terminações nervosas)
exsudativa
necrótica
reparo
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APENDICITE
SINAIS DA APENDICITE
Dor em mesogástrico com transferência para fossa ilíaca
direita repentina e intensa, acompanhada de vômitos e
diarreia, afagia e febre leve
SINAL DE BLUMBERG
Ponto de Mcburney — traça uma linha imaginária entre a
espinha ilíaca ântero-superior direita e o umbigo, na junção
entre o terço lateral e o terço médio
SINAL DO PSOAS
Paciente em decúbito lateral esquerdo, o examinador realiza a
hiperextensão passiva do MID
- é indicativo de irritação do músculo psoas
SINAL DE DUNPHY
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Dor ao tossir em FID
SINAL DE LAPINSKY
Dor em FID enquanto o paciente eleva o MID
- compressão do ceco contra a parede posterior do abdome
FISIOPATOLOGIA
ETIOLOGIA
Pode ser:
fecalito
obstrução
infecção
COMO ACONTECE
Vai gerar uma infecção no saco do apêndice, assim obstrui a
luz do apêndice → acumula secreções → aumenta pressão
intraluminal → isquemia da mucosa
COMPLICAÇÃO DA APENDICITE
1º - Abscesso em saco de Douglas e ílio paralítico
FATORES DE OBSTRUÇÃO DA APENDICITE
FATORES
Fecalito
sementes
vermes
tumores
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FASES DA APENDICITE
FASE 0
Apêndice normal
FASE I
Apêndice hiperemiado e edemaciado
FASE II
Apêndice com exsudato fibrinoso
FASE III
Apêndice com abscesso e necrose
FASE IV
Estado de apendicite perfurada
ESCALA DE ALVARADO
O QUE AVALIA
dor em fossa ilíaca direita e leucocitose maior que 10.000
cel/mm³, dor migratória, dor à descompressão brusca, febre,
náusea e/ou vômitos, anorexia e desvio a esquerda
aqueles com uma pontuação
maior ou igual a sete(7),
há indicação de tratamento
cirúrgico;
quando 5 ou 6, a
probabilidade de apendicite
aguda é alta, sendo
indicado realizar exames de
imagens simples, como USG
ou TC para confirmação do
diagnóstico;
Cuellar e Raul — dicas 5
no caso de pontuação menor
que quatro (4), a
probabilidade de apendicite
é baixa
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
QUAIS
colecistite
nefrolitíase
VESÍCULAS E VIAS BILIARES
Dor em hipocôndrio direito, associado a icterícia, vômito, sinal
da descompressão dolorosa com inspiração pausada no sinal de
Murphy
INCISÃO PARA RETIRADA DE VESÍCULA
Kocher
TIPOS DE CÁLCULOS BILIARES
Colesterol e pigmentados
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ABDOMEN AGUDO
CAUSAS
peritoniais: inflamatório e perfurativo
obstrutivos: alto e baixo
hemorrágico: alto e baixo
TIPOS
obstrutivo
vascular/isquêmico
inflamatório/infeccioso
perfurativo
ABDOMEN HEMORRÁGICO
Gravidez ectópica
aorta
aneurisma descendente
HEMOTORAX
CLASSIFICAÇÃO
PEQUENO
Até 500 ml
MÉDIO
500 — 1.500 ml
GRANDE
> 1.500 ml
COMO QUE SEI SE É PEQUENO, MÉDIO OU GRANDE?
→ Se borrar só o seio: pequeno
→ Subiu do seio até o 6 arco costal: médio
Cuellar e Raul — dicas 7
→ Subiu do 6º espaço: grande
QUANDO DRENAR UM PNEUMOTÓRAX?
QUANDO DRENAR UM HEMOTÓRAX
Mais que 2 cm ou 100 ml/h por 4h consecutivas, com sintomas
BAÇO
GRAUS DE LESÃO DO BAÇO
LESÃO GRAU I
Laceração no parênquima: < 1 cm de profundidade
Hematoma: < 10% da superfície subcapsular
LESÃO GRAU II
Laceração no parênquima: < 3 cm
Hematoma: < 50% da superfície subcapsular, < 5 cm de extensão
LESÃO GRAU III
Laceração no parênquima: > 3 cm de profundidade e lesão de
vasos trabeculares
Hematoma: > 50% da superfície subcapsular, > 5 cm de extensão
(sangramento ativo)
LESÃO GRAU IV
Laceração no parênquima: ocorre Desvascularização > 25% do
parênquima, explosão esplênica
LESÃO GRAU V
Baço multifragmentado (lesão do hilo com desvascularização do
baço)
TRAQUEOSTOMIA
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PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DA TRAQUEOSTOMIA
hemorragia
pneumotórax
enfisema cirúrgico
infecçã local
deslocamento da cânula traqueal — devido ao ato cirúrgico
ou posicionamento do circuito do ventilador mecânico
extremidade da cânula bloqueada — caso esteja pressionada
contra a narina ou a parede traqueal
obstrução do tubo por secreção
herniação do balonete — causando obstrução da cânula
irritação traqueal
ulceração e necrose — hiperinsuflação do balonete ou
excessiva movimentação da cÂnula
traqueomalácea
estenose traqueal
fístula traqueoesofágica
infecção da arvóre traqueobrônquica
QUEM FOI FURNIER?
Dermatologista frances
#valvula ileocecal
Ponto de mais alta ausculta e divide abdômen sup e inf
#complicacao CPRE
Apendicite por estímulo da papila de Vater
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RAUL
#quantidade de secreções fisiológicas que produzimos
Liq peritoneal: 200-300 ml
Suco gástrico - 3 litros por dia
Bile - 800 — 1.200 ml por dia
Suco pancreático — 1.500 - 2000 ml por dia
Saliva — 1.200 — 2.000 ml por dia
#quantos metros tem o intestino : 6m
proteína q o intestino mais gosta:
glutamina
#fisiologia do peritonio (100 ml de líquido presente)
- líquido peritoneal permite que as camadas do peritônio
deslizem uma sobre a outra com pequeno atrito, enquanto se
movimentam junto com os órgãos abdominopélvicos
ONDE PODE FORMAR ABCESSOS
subdiafragmático
subfrênico
pelve
goteiras parietocólicas
entre alças
Líquido ocorre pela diferenca da pressão da inspiração e
expiração/ produzido no mesentério.
#classificação de hintcher ( diverticulite)
#Classificação de Icterícia
flavinica
Cuellar e Raul — dicas 10
rubinica
verdinica
melanica
COR DAS MUCOSAS
Pré-hepática
hepática
pós-hepática
FÍSTULAS
DEFINIÇÃO
São comunicações anormais entre duas superfícies epitelizadas
COMO ACONTECE
- acontecem normalmente entre o 5º—10º dia de PO, em função
de problemas na linha de sutura como tensão excessiva, má
vascularização e técnica inadequada
- qualquer circunstância em que haja defeito na parede do
órgão ou crie condição que interfira com a cicatrização
normal pode levar à formação de uma fístula
CAUSAS
85% ocorrem como complicações pós-operatórias
FATORES QUE PODEM SER CONTROLADOS PELO CIRURGIÃO PARA EVITAR
FÍSTULA
preparo pré-operatório adequado
uso correto de ATB
técnica cirúrgica meticulosa
fechamento seguro da parede
manutenção de transporte adequado de O2 no PO
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CLASSIFICAÇÃO FISIOLÓGICA
Volume do efluente em 24h:
alto débito: > 500 ml
moderado: 200 — 500 ml
baixo débito: < 200 ml
São importantes uma vez que o débito fistuloso pode produzir
importante impacto fisiológico e é fator prognóstico
independente de probabilidade de fechamento e de óbito
FATORES DESFAVORÁVEIS AO FECHAMENTO DA FÍSTULA
presença de corpo estranho
radioterapia prévia
doenças inflamatórias intestinais
epitelização do trajeto
neoplasia associada
obstrução distal
COMPLICAÇÕES
distúrbios hidroeletrolíticos
sepse
desnutrição
Soroterapia
40ml/kg/dia líquido
reposição eletrolítica basal
(quanto de sódio, potássio,
Glicose.. )
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Na: 3 meq/kg/dia
K: 2 meq/kg/dia
Calorias: 35 kcal/kg/dia
SF 0,9% hipotônico 0,154 meq Na
#calcular necessidade de npt ( fórmula de Herbert benedict-
altura peso e fator de estresse)
#perdas diárias
Urina: 0,5 a 1 ml/kg/hora
Fezes: 100 ml/dias
Saliva: 800-1500 ml
Suco gástrico: 2000
Bile: 700-1000
Água endógena: 5 a 6x o peso, menos em idosas e idosos
Perdas insensíveis: evacuação, grau na febre, diarreia
#Pancreatite
#Fatores que desnutrição
(linfócitos, albumina, proteína ligadora de retinol)
+48h de jejum (queda vit A, colágeno pra cicatriz, albumina,
globulina, bactérias boas, desregula zinco, vit c = matérias
primas para cicatrização )
#Cisto hepatico( piocitico e amebiano)
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