Probabilidades e Variáveis Aleatórias
Probabilidades e Variáveis Aleatórias
DISTRIBUIÇÃO DE
PROBABILIDADES E VARIÁVEIS
Autor: Me. Marcelo Tavares de Lima
Revisor: Rebecca Manesco Paixão
INICIAR
introdução
Introdução
Espaço amostral
Todo fenômeno ou experimento tem associado a si um conjunto de resultados
possíveis, os quais podem compor um conjunto de resultados. A este dá-se o nome de
“espaço amostral”, cuja de nição, segundo Fonseca e Martins (1996) é apresentada a
seguir.
S=ω1,ω2,...,ωn,... (3.1)
Evento
É um subconjunto do espaço amostral S é representado por letras maiúsculas, como,
por exemplo, a letra A. Pode-se a rmar ainda que, o próprio espaço amostral S é um
evento, assim como, o conjunto vazio ou impossível ∅.
S=(C,C),(C,K),(K,C),(K,K)
S={t∈R:t≥0}
Probabilidade
Segundo Fonseca e Martins (1996), a probabilidade de um evento A ocorrer é uma
função de nida no espaço amostral S, o qual associa um número real que deve
satisfazer as seguintes propriedades.
Bussab e Morettin (2017, p. 111) a rmam que “em particular, as frequências (relativas)
são estimativas de probabilidades de ocorrências de certos eventos de interesse”. Dada
esta a rmação, vamos considerar que, se um evento E qualquer ocorrer m vezes ao se
repetir um experimento n vezes. Então, podemos obter uma medida de probabilidade
para o evento E intuitivamente, percebendo que:
ˊ ˆ
total de casos favoraveis a ocorrencia de E n(E)
P(E)= = (3.2)
˜ n
Total de repetioes do experimento
ou ainda,
ˊ ˊ
numero de casos favoraveis a E
P(E)= (3.3)
ˊ ˊ
numero de casos poss iveis
ACESSAR
Vamos supor que desejamos calcular a probabilidade de que duas das peças escolhidas
sejam defeituosas na amostra. Para isso, vamos considerar o evento A consistindo da
escolha de duas peças defeituosas para compor a amostra de quatro peças. Podemos
obter o total de possibilidades de escolhas de duas peças defeituosas e duas não
5! 15!
5 15
defeituosas pela seguinte enumeração ( ). ( )= . =10.105=1050, ou seja, do
2 2 2!(5−2)! 2!(15−2)!
total de cinco peças defeituosas, sorteamos duas e, do total de 15 peças não
defeituosas, sorteamos mais duas para compor a amostra. O cálculo partiu do conceito
de princípio multiplicativo da enumeração de possibilidades. Portanto, podemos
1050
calcular a probabilidade P(A)= =0,2167.
4845
O resultado nos permite que a probabilidade de compor uma amostra de quatro peças,
sendo duas delas defeituosas é igual a 0,2167 ou, em termos percentuais, cerca de
21,67%.
Segundo Bussab e Morettin (2017, p. 119) “para dois eventos quaisquer A e B, sendo
que P(B)>0, de nimos a probabilidade condicional de A dado B “, como:
P(A∩B)
P(A | B)= (3.4)”
P(B)
Estatistica (E) 10 20 30
Computação (C) 20 10 30
20 2
P(F | E)= =
30 3
É possível destacar que da equação (3.4) podemos obter uma regra chamada “regra do
produto de probabilidades”, dada por
P(A∩B)=P(B).P(A|B) (3.5)
A fórmula (3.6) pode ser considerada como uma de nição de independência entre dois
eventos quaisquer e, particularizando para o caso apresentado, podemos dizer que, os
eventos A e B são independentes se, e somente se, (3.6) for válida, caso contrário, os
eventos serão dependentes.
Teorema de Bayes
Para apresentar a de nição do Teorema de Bayes, vamos considerar aquela
apresentada, de forma adaptada, por Fonseca e Martins (1996) onde dizem que “sejam
A1,A2,A3,…,An, eventos mutuamente exclusivos e pertencentes ao mesmo espaço
P (Ai | B )= = (3.7)
P(B) P (A1 ).P(B|A1)+P (A2 ).P(B|A2)+…+P (An ).P(B|An)
Para dar início à resolução, vamos anotar as informações que o problema fornece. Em
termos de probabilidade, podemos a rmar que a produção dos parafusos entre as
máquinas se apresenta da seguinte maneira: P(A)=0,25, P(B)=0,35, P(C)=0,40, que podem
ser consideradas as partições do espaço amostral do experimento. Considerando o
percentual de produção de parafusos defeituosos, em termos de probabilidade
condicional, podemos apresentar as informações, considerando o evento
D={parafuso defeituoso}, como segue: P(D | A)=0,05, P(D | B)=0,04 e P(D | C)=0,02.
P(A).P(D|A)
P(A | D)=
P(A).P(D | A)+P(B).P(D | B)+P(C).P(D|C)
(0,25).(0,05)
P(A | D)=
(0,25).(0,05)+(0,35).(0,04)+(0,40).(0,02)
0,0125
P(A | D)= =0,3623
0,0345
P(B).P(D|B)
P(B | D)=
P(A).P(D | A)+P(B).P(D | B)+P(C).P(D|C)
(0,35).(0,04)
P(B | D)=
(0,25).(0,05)+(0,35).(0,04)+(0,40).(0,02)
0,014
P(B | D)= =0,4057
0,0345
P(C).P(D|C)
P(C | D)=
P(A).P(D | A)+P(B).P(D | B)+P(C).P(D|C)
(0,40).(0,02)
P(B | D)=
(0,25).(0,05)+(0,35).(0,04)+(0,40).(0,02)
0,008
P(C | D)= =0,2318
0,0345
praticar
Vamos Praticar
Muitos são os termos e de nições associados com a probabilidade. Sabemos que, muitas
pesquisas, tanto acadêmicas quanto corporativas, ou até mesmo, pessoais, fazem uso de
cálculos probabilísticos para apresentar a possibilidade de ocorrência de algum evento de
interesse. Quando se atualiza uma probabilidade com uso do Teorema de Bayes atribui-se a
este novo cálculo um nome. Qual o nome dado à probabilidade atualizada pelo Teorema de
Bayes?
a) Probabilidade a priori.
b) Probabilidade condicional.
c) Chance de ocorrência.
d) Probabilidade a posteriori.
e) Probabilidade certa.
Variável Aleatória
A variabilidade inerente nos fenômenos estudados e de interesses especí cos pode ser
estudada pelo conceito de variável aleatória, a qual exige que o seu comportamento
seja estudado com tratamento probabilístico (SIQUEIRA; TIBÚRCIO, 2011). As autoras
exempli cam utilizando o peso de “crianças de mesma idade, mesmo sexo, mesma
classe socioeconômica, mesma raça, avaliadas quanto ao peso” (SIQUEIRA; TIBÚRCIO,
2011, p. 189).
O peso das crianças, utilizado para exempli car, pode variar mesmo tendo as crianças,
características muito semelhantes. Até a mesma criança medida em momentos
diferentes pode apresentar peso variável. Siqueira e Tibúrcio (2011, p. 189) a rmam
que “a palavra aleatória indica aqui apenas que o peso está sujeito à variabilidade e
exige para seu estudo o conhecimento de seus valores possíveis e da respectiva
frequência”.
“Valores possíveis e frequência são duas informações que identi cam a distribuição de
probabilidade da variável aleatória” (SIQUEIRA; TIBÚRCIO, 2011, p. 190). De maneira um
pouco mais formal podemos, agora, apresentar conceitos e de nições de variável
aleatória.
De nição 2. Seja um experimento com espaço amostral S. Uma função X, que faz
associação de cada elemento do espaço amostral (s∈S) com um número real X(s) é
denominada de variável aleatória. Com isso, pode-se a rmar que uma variável aleatória
é uma medida numérica cujo valor pode variar a cada repetição do experimento
(MEYER, 2017).
O que a de nição 2 a rma é que, mesmo que o espaço amostral não seja composto
por número, sempre haverá uma forma de representar esse resultado de forma
numérica, através de uma variável aleatória. O mesmo vale para pontos amostrais
numéricos. Por exemplo, considerando a produção de um produto, a inspeção de sua
nalização poderia atribuir resultados de “não defeituoso” ou “defeituoso”. No entanto,
é possível atribuir a esses resultados não numéricos o valor 0 para representar um item
defeituoso e o valor 1 para um não defeituoso, por exemplo. “Em algumas situações, o
resultado s do espaço amostral já constitui a características numérica que desejamos
registrar” (MEYER, 2017, p. 67).
Exemplo 8. Suponha que duas moedas honestas são lançadas. Conforme já visto,
sabemos que o espaço amostral associado é composto de
S={(cara,cara),(cara, coroa),(coroa,cara),(coroa,coroa)}. É possível de nir uma variável aleatória
como sendo “o número de caras observadas”. Para isso, vamos representar a variável
ˊ
aleatória como X=numero de caras observadas. A partir desta de nição de X poderemos
atribuir valores numéricos a cada ponto amostral do experimento como, X({cara,cara})=2,
X({cara,coroa})=1, X({coroa,cara})=1 e X({coroa,coroa})=0. Como é possível observar, diferentes
“valores” do espaço amostral podem levar ao mesmo valor da variável aleatória
(MEYER, 2017).
Uma variável para ser caracterizada como discreta tem que assumir valores em um
conjunto enumerável, nito ou in nito, que possam estar associados a um processo de
contagem. Por exemplo, considere que a variável aleatória X seja o número de compras
no cartão de crédito em um mês qualquer. No caso, os valores possíveis para a variável
serão x=0,1,2, etc.
É possível associar a cada valor da variável aleatória uma medida de probabilidade de
ocorrência (BUSSAB; MORETTIN, 2017). Podemos a rmar que os valores gerados pela
variável aleatória são uma função do espaço amostral, ou seja, é uma função X de nida
no espaço amostral S., tendo seus valores em um conjunto que pode ser enumerável.
Este conceito trata-se de variável aleatória discreta.
praticar
Vamos Praticar
Um casal recém-casados pretende ao longo da vida ter dois lhos. Para tentar descobrir os
possíveis cenários com esse desejo e a possibilidade de ocorrência criaram uma variável
aleatória para representar o número de lhos do sexo masculino. Portanto, criaram a variável
ˊ
aleatória X= {numero de filhos do sexo masculino }. Considerando o cenário, pergunta-se, qual o
conjunto de possíveis valores da variável X?
a) X={0}.
b) X={0, 1}.
c) X={0, 1, 2}.
d) X={1}.
e) X={3}.
Distribuição de Variável
Aleatória Discreta
n
F(x)=P(X≤x)=∑i=1 p (xi ) (3.8)
De nição 5. Considere que os possíveis valores de uma variável aleatória X possam ser
representados por x1,x2,…,xn. Seja f(x) a função de probabilidade de X. Então, f (xi )=P (X=xi )
(MONTGOMERY, 2014). O valor esperado, também conhecido como média, de uma
variável aleatória discreta X, denotado por E(X) é dado por
n
E(X)=∑i=1 xiP (X=xi ) (3.9)
n
Var(X)=∑i=1 x2P (X=xi )−[E(X)]2 (3.10)
i
Observe que a terceira coluna da Tabela 3.5 permite a obtenção do valor esperado da
variável aleatória X que representa o número de caras obtidas no lançamento das duas
moedas, que é E(X)=1,00. No entanto, é possível replicar o cálculo com o uso de
somatório, como segue.
3
E(X)=∑i=1 xiP (X=xi )=x1.P (X=x1 )+x2.P (X=x2 )+x3.P (X=x3 )
E(X)=0.(0,25)+1.(0,50)+2.(0,25)=1
n
Var(X)=∑i=1 x2P (X=xi )−[E(X)]2
i
Var(X)=0.(0,25)+1.(0,50)+4.(0,25)−[1]2
Var(X)=1,5−1=0,5
DP(X)=√0,5=0,7071
Distribuição de Bernoulli
São modelos probabilísticos apropriados para modelar experimentos aleatórios com
dois possíveis resultados. Por exemplo, o lançamento de uma moeda, que pode
resultar na face “cara” ou não, ocorrendo a face “coroa”, obviamente. Uma peça
escolhida ao acaso de um lote produzido pode ser classi cada como defeituosa ou não
e, experimentos semelhantes. Os resultados de interesse são denominados de forma
genérica como “sucesso” e, os resultados que não interessam são “fracasso”.
p(0)=P(X=0)=q=1−p
,
p(1)=P(X=1)=p
,
Variância: Var(X)=p(1−p);
0, se x<0
Função de distribuição acumulada: F(x)= 1−p, se 0≤x<1
{
1, se x≥1
Exemplo 12. Considere o experimento de lançar um dado honesto. Suponha que você
esteja realizando o experimento e tem interesse em observar a face 5 do dado
(BUSSAB; MORETTIN, 2017). Portanto, a variável aleatória associada ao seu experimento
ˆ
será de nida como X={ocorrencia da face 5 do dado }. Você pode atribuir valor 1 para a
variável quando ocorrer a face 5 e, valor 0 quando não ocorrer.
Podemos obter o valor esperado para a variável aleatória e, também a sua variância,
como segue.
1 1 15 5
E(X)=P(X=1)=p=1/6 e Var(X)=p(1−p)= 1− = . =
6 ( 6 ) 6 6 36
praticar
Vamos Praticar
O valor esperado de uma variável aleatória de um modelo probabilístico descreve
características importantes a respeito do fenômeno estudado. O valor esperado de uma
variável aleatória de um experimento de Bernoulli é dado por um determinado componente
da distribuição de probabilidade. Qual o nome do elemento que corresponde ao valor
esperado de uma variável aleatória com distribuição de Bernoulli?
a) Probabilidade de sucesso.
b) Probabilidade de falha.
c) Número de sucessos.
d) Número de fracassos.
Com a de nição de X é possível identi car que seus possíveis valores serão 0,1,2,…,n. Os
pares ordenados (p,p(x)), em que p(x)=P(X=x) compõem a chamada distribuição binomial
e, o total de repetições de um experimento de Bernoulli é chamado de experimento
binomial (BUSSAB; MORETTIN, 2017).
Onde,
n!
n
( x )=x!(n−x)!
Que é conhecido como coe ciente binomial e símbolo “!” representa o cálculo fatorial,
que é de nido como o produto dos inteiros positivos inferiores ao número fatorial
calculado. Por exemplo, 3! (lê-se três fatorial) é dado pelo produto 3.2.1.=6 (BUSSAB;
MORETTIN, 2017). Portanto, 3!=6.
E(X)=np
Var(X)=npq
Exemplo 13. Cada amostra de ar tem 10% de chance de conter uma certa molécula
rara. Considere que as amostras sejam independentes em relação a essa molécula
rara. Determinar a probabilidade de que, em uma amostra de n=18 amostras
analisadas, exatamente 2 duas contenham a molécula rara (MONTGOMERY, RUNGER E
HUBELE, 2014).
18
P(X=2)= (0,1)2(1−0,1)16
(2 )
18!
P(X=2)= .(0,01).(0,185302)
2!(18−2)!
P(X=2)=(153).(0,01).(0,185302)=0,2835
Portanto, a probabilidade de duas amostras conterem a molécula rara é 0,2835. Em
termos percentuais, podemos representar como 28,35%.
Suponha ainda que desejamos encontrar outra probabilidade associada a este mesmo
experimento das moléculas raras. Desejamos determinar a probabilidade de que, no
mínimo, 4 amostras contenham a molécula rara. Como podemos encontrar essa
probabilidade? Precisamos recorrer a um conceito básico de probabilidade chamado de
complementar. Bem, vamos apresentar a resolução!
18 18
x 18−x
P(X≥4)= ∑ x=4 (0,1) (1−0,1) , x=4,5,6,…,18.
(x )
Perceba que, realizar o cálculo de forma direta como apresentado acima, torna-se
extremamente maçante e cansativo e, a chance de cometermos algum erro na
resolução é grande. Portanto, podemos recorrer a uma propriedade básica de
probabilidade chamada complementar. Veja como a resolução cará muito mais fácil.
3 18
P(X≥4)=1−∑x=0 (0,1)x(1−0,1)n−x, x=0,1,2,3
(x )
18 18 18 18
0 18 1 17 2 16 3 15
P(X≥4)=1− { ( (0,1) (0,9) + (0,1) (0,9) + (0,1) (0,9) + ( 3 )(0,1) (0,9) }
0 ) (1 ) (2 )
P(X≥4)=1−{0,15009+0,30018+0,28351+0,16800}
P(X≥4)=1−0,90178=0,09822
P(3≤X<7)=P(X=3)+P(X=4)+P(X=5)+P(X=6)
Usando a fórmula da distribuição binominal para cada valor da variável aleatória,
teremos
P(3≤X<7)=0,168+0,07+0,02177+0,0052
P(3≤X<7)=0,264
reflita
Re ita
Classi cação do tipo sanguíneo. Sabemos que existe a classi cação
dos grupos sanguíneos em A, B, AB e O. No entanto, também, há a
subdivisão de acordo uma substância denominada fator Rhesus
(conhecido como fator Rh), o qual classi ca como positivo (Rh+) ou
negativo (Rh-). Em situações de transfusão de sangue podem ocorrer
incompatibilidades. Para exempli car, considere que um indivíduo Rh
negativo só deve receber transfusão de sangue de outros indivíduos
Rh negativos. Se receber sangue Rh positivo, ocorrerá que sua
sensibilização e a formação de anticorpos Anti-Rh. Também, pode
ocorrer incompatibilidade Rh entre o sangue materno e o fetal. Cerca
de 85% da população são de fator Rh positivo, enquanto que o
restante, 15% são fator Rh negativo. Em uma situação pode-se de nir
uma variável aleatória que de ne o número de pacientes Rh negativo
em três transplantes. Partindo das informações dadas, é possível
calcular as probabilidades dos possíveis valores da variável aleatória
de nida a partir de experimentos binomiais.
E(X)=np=(18).(0,1)=1,8
Var(X)=np(1−p)=(18).(0,1).(1−0,1)=(18).(0,1).(0,9)=1,62
Como dito antes, existem diversos modelos probabilísticos para variáveis aleatórias
discretas. Foram apresentados neste texto, apenas dois modelos. No entanto, também,
foram apresentadas diversas referências bibliográ cas, onde, muitas delas estão
acessíveis no seu portal de aluno, na biblioteca virtual. Portanto, não deixe de buscar
mais conhecimento e mais informações a respeito das distribuições de probabilidades.
praticar
Vamos Praticar
Umas das propriedades de probabilidade extremamente úteis nos cálculos de modelos
probabilísticos é a propriedade do complementar. No entanto, é preciso lembrar que ela só é
válida para eventos associados ao mesmo espaço amostral. Por exemplo, se um determinado
evento A tem probabilidade de ocorrência igual a 0,347, qual a probabilidade de não
ocorrência desse evento? Ou seja, qual a probabilidade do seu complementar?
a) P ( Ac )=0,643.
c
b) P (A )=0,653.
c) P (Ac )=0,347.
d) P (Ac )=0,663.
e) P (Ac )=0,0.
indicações
Material
Complementar
LIVRO
Editora: Coopmed
ISBN: 978-85-7825-037-9
Quebrando a banca
Ano: 2008
TRAILER
conclusão
Conclusão
Certamente que o assunto não se esgota com este texto. Esperamos que o aluno
busque bibliogra a complementar para observar e ver a in nitude do que se tem
disponível sobre o tema.
referências
Referências
Bibliográ cas
BUSSAB, W.O.; MORETTIN, P.A. Estatística básica. 9. Ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
FONSECA, J.S.; ANDRADE, G. Curso de estatística. 6. Ed. São Paulo: Atlas, 1996.