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Curso Moço de Convés - Programa de Instrução

O documento apresenta o Programa de Instrução no Mar (PIM) para o Curso de Formação de Aquaviários - Moço de Convés, estabelecendo requisitos e diretrizes para a certificação de subalternos em serviço de quarto de navegação conforme a Convenção STCW-78. O PIM inclui orientações sobre o registro de instrução, avaliação de tarefas e familiarização com a embarcação, visando garantir que os praticantes adquiram as competências necessárias. A conclusão do programa requer a entrega de registros documentais que comprovem a proficiência do praticante.
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Curso Moço de Convés - Programa de Instrução

O documento apresenta o Programa de Instrução no Mar (PIM) para o Curso de Formação de Aquaviários - Moço de Convés, estabelecendo requisitos e diretrizes para a certificação de subalternos em serviço de quarto de navegação conforme a Convenção STCW-78. O PIM inclui orientações sobre o registro de instrução, avaliação de tarefas e familiarização com a embarcação, visando garantir que os praticantes adquiram as competências necessárias. A conclusão do programa requer a entrega de registros documentais que comprovem a proficiência do praticante.
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MARINHA DO BRASIL

DIRETORIA DE PORTOS E

COSTAS

CURSO DE FORMAÇÃO DE AQUAVIÁRIOS - MOÇO DE

CONVÉS (CFAQ-MOC – TURMA 02-2025)

PROGRAMA DE INSTRUÇÃO NO MAR – PIM

LIVRO REGISTRO DE INSTRUÇÃO - LRI

1. IDENTIFICAÇÃO
IDENTIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE MOÇO DE CONVÉS
FOTO

Nome Completo:

Data de nascimento: CIR Nº: CP/DL/AG:

Identidade: Orgão: CPF:

Endereço residencial:

Complemento: Telefones:

Alteração de endereço (se aplicável):

Complemento: Telefones:

Empresa patrocinadora: Telefones:

Endereço: Complemento:

CONTEÚDO
IDENTIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE MOÇO DE CONVÉS..............................................................2

INTRODUÇÃO.................................................................................................................................................4
CONVENÇÃO STCW-78,COMO EMENDADA - REGRA II/4.................................................................4
NORMAS E DIRETRIZES DA DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS....................................................4
IDENTIFICAÇÃO DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO.................................................................6
IDENTIFICAÇÃO DO SUPERVISOR DO PROGRAMA..........................................................................6
IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUTOR DESIGNADO...................................................................................6
CONTROLE DE EMBARQUE.....................................................................................................................6

SEÇÃO 1 - GUIA PARA PREENCHIMENTO DO LRI..............................................................................7

INSTRUÇÕES PARA AVALIAÇÃO DAS TAREFAS.................................................................................8

SEÇÃO 2 - REGISTRO DO PROGRESSO EM INSTRUÇÃO BÁSICA.................................................10

REGISTRO DE PERÍODO EMBARCADO...............................................................................................10


AVALIAÇÃO DOS INSTRUTORES DESIGNADOS SOBRE O PROGRESSO DO PIM.......................10
INSPEÇÃO DO SUPERVISOR (IMEDIATO) AO LIVRO DE REGISTRO.............................................13
INSPEÇÃO DA EMPRESA DE NAVEGAÇÃO AO LIVRO DE REGISTRO.........................................14
PROGRAMAS DE INSTRUÇÃO ELETRÔNICOS, PUBLICAÇÕES E VÍDEOS UTILIZADOS...............14

SEÇÃO 3 - FAMILIARIZAÇÃO OBRIGATÓRIA DA EMBARCAÇÃO................................................15

CONVENÇÃO STCW-78, COMO EMENDADA – REGRA I/14:.................................................................15


FAMILIARIZAÇÃO DA EMBARCAÇÃO.....................................................................................................15

SEÇÃO 4 - FAMILIARIZAÇÃO DE SEGURANÇA.............................................16

CÓDIGO STCW-78 – PARTE A – CAPÍTULOVI – SEÇÃO A – VI/1 – TABELA A – VI/1….............16


TAREFAS SOBRE SEGURANÇA.............................................................................................................18
SOBREVIVÊNCIA NA ÁGUA...................................................................................................................19
COMBATE A INCÊNDIO...........................................................................................................................20
PRIMEIROS SOCORROS...........................................................................................................................21
PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA...................................................................................................21
PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO DO MEIO AMBIENTE..........................................................................23
SEGURANÇA NO TRABALHO................................................................................................................23
COMUNICAÇÃO INTERNA.....................................................................................................................24
RELAÇÕES HUMANAS............................................................................................................................24
CONTROLE DO CANSAÇO......................................................................................................................24

SEÇÃO 5 - TAREFAS PARA O MOÇO DE CONVÉS.............................................24

CÓDIGO STCW – 78 – PARTE A – CAPÍTULO II – SEÇÃO A – II/4 – TABELA A – II/4.......................24


FUNÇÃO: NAVEGAÇÃO NO NÍVEL DE APOIO PARA O PESSOAL INTEGRANTE DO SERVIÇO DE
QUARTO DE NAVEGAÇÃO..........................................................................................................................25

SEÇÃO 6 - QUESTÕES PROPOSTAS PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO..............................30


ANEXO A - FOLHA DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE INSTRUÇÃO ……………………………A-1
ANEXO B - COMENTÁRIOS DO SUPERVISOR DO PROGRAMA …………………………………B-1
ANEXO C - COMENTÁRIOS DO PRATICANTE ……………………………………………………..C-1
ANEXO D - SUGESTÕES DO COMANDANTE ………………………………………………………D-1

MARINHA DO BRASIL

DIRETORIA DE PORTOS E
COSTAS

CURSO DE FORMAÇÃO DE AQUAVIÁRIOS – MOÇO DE CONVÉS


(CFAQ-MOC)

INTRODUÇÃO

Este Programa de Instrução no Mar foi concebido para atender às exigências estabelecidas na
Convenção Internacional sobre Padrões de Instrução, Certificação e Serviço de Quarto para
Marítimos (STCW-78, como emendada), Regra II/4, e respectivo Código, Seção A-II/4, Tabela
AII/4, quanto aos padrões mínimos para a obtenção das competências necessárias à certificação de
subalterno com atribuições relativas ao nível de apoio durante o serviço de quarto de navegação.

A seguir é publicado, na íntegra, o estabelecido na Convenção STCW-78, como emendada.

CONVENÇÃO STCW-78, COMO EMENDADA - REGRA II/4


Requisitos mínimos obrigatórios para a certificação de subalternos que façam parte de um quarto de serviço de
navegação
1 Todo subalterno que faça parte de um quarto de serviço de navegação em um navio que opere na navegação em
mar aberto com arqueação bruta igual ou superior a 500, exceto subalternos em instrução e subalternos cujas
atribuições durante o serviço de quarto não exijam qualificação, deverão estar devidamente habilitados para
desempenhar tais atribuições.

2 Todo candidato a certificação deverá:


.1 ter no mínimo 16 anos de idade;
.2 ter completado:
2.1 um aprovado serviço em navegação em mar aberto, incluindo um período não inferior a seis meses de
instrução e de experiência, ou
.2.2 uma instrução especial, seja anterior ao serviço no mar ou a bordo de um navio, incluindo um período
de aprovado serviço em navegação em mar aberto que não deverá ser inferior a dois meses; e
.3 satisfazer o padrão de competência especificado na Seção A-II/4 do Código STCW.
O serviço em navegação em mar aberto, a instrução e a experiência exigidos pelos subparágrafos 2.2.1 e 2.2.2
deverão estar relacionados às funções de serviço de quarto de navegação e envolver o desempenho das atribuições
realizadas sob a supervisão direta do comandante, do oficial encarregado do serviço de quarto de navegação ou de um
subalterno qualificado.

NORMAS E DIRETRIZES DA DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS

Em conformidade com a legislação nacional em especial as Normas da Autoridade Marítima


Brasileira para Aquaviários, a categoria para certificação na Regra II/4 é Moço de Convés, o Curso
que lhe dá acesso é o de Formação de Aquaviários – Moço de Convés (CFAQ-I C). A certificação
somente será emitida ao término do Programa de Instrução no Mar (PIM). Durante o PIM o
candidato é denominado Praticante de Moço de Convés (PMC).
O PIM compõe-se da execução das tarefas que seguem os padrões de competência
estabelecidos no Código STCW-78, Seção A-II/4, Tabela A-II/4. A execução das tarefas pelo
Praticante deve ser sempre orientada, avaliada e supervisionada por profissionais da seção de
convés conforme a seguir:
a) O Supervisor do PIM deverá ser o Imediato, o qual designará um profissional de bordo, da
Seção de Convés, para ser o Instrutor do Praticante, bastando para isso preencher, assinar e carimbar
o modelo que se encontra em uma das páginas a seguir. Deverá, também, acompanhar o Praticante,
supervisionar periodicamente a execução das tarefas relacionadas neste Livro de Registro de
Instrução (LRI), rubricá-las e fazer as avaliações pertinentes.
A conclusão do PIM deve prover evidências documentais no LRI suficientes para
comprovar que o Praticante concluiu um programa de instrução a bordo devidamente estruturado
e que tenha
demonstrado conhecimento, entendimento e proficiência relacionados às competências requeridas
pela Convenção STCW-78, como emendada.
Após o término deste Programa o Praticante deverá, tão logo desembarque, entregar estes
registros, junto do relatório no OE de origem, para as avaliações e assentamentos necessários.

CLAUDIO PORTUGAL DE VIVEIROS


Vice-Almirante
Diretor
ASSINADO DIGITALMENTE

OE DE ORIGEM

Departamento Responsável Telefone

Coordenador do Curso no OE:


(nome e carimbro)

IDENTIFICAÇÃO DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO


p Nome Com leto:
Número da CIR:
Categoria:
Assinatura: Rubrica:
Carimbo:
IDENTIFICAÇÃO DO SUPERVISOR DO PROGRAMA
p Nome Com leto:
Número da CIR:
Categoria:
Assinatura: Rubrica:
Carimbo:

IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUTOR DESIGNADO


p Nome Com leto:
Número da CIR:
Categoria:
Assinatura: Rubrica:
Carimbo:

CONTROLE DE EMBARQUE
Nome da Embarcação:
Tipo de embarcação:
Empresa de navegação:
Data de embarque: Data de desembarque:
Duração do Programa de Instrução:

Obs.: Caso o Praticante tenha necessidade de concluir o PIM em outra embarcação, deverá solicitar
folhas adicionais ao OE de origem.
SEÇÃO 1 - GUIA PARA PREENCHIMENTO DO LRI

Para a atenção do comandante, supervisor do programa e instrutor.

Objetivo do Livro de Registro de Instrução (LRI)

O objetivo deste LRI é prover auxílio, a fim de garantir que o Praticante siga um programa
estruturado de instrução e faça a melhor utilização de seu tempo no mar. Desta forma, obterá a
experiência e a instrução prática necessária para se tornar tripulante competente para o serviço de
quarto de navegação, no nível de apoio, de acordo com a Convenção STCW-78, como emendada.
Por esse motivo é importante que esta diretriz seja seguida cuidadosamente.

Na ocasião do recebimento deste livro:


O Praticante deve completar as informações requeridas nas páginas que se seguem, incluindo
detalhes da Instrução Básica e de qualquer Treinamento Especial recebido, de acordo com a
Convenção STCW-78, como emendada. O Praticante será, então, pessoalmente responsável pela
manutenção segura do LRI durante todo o período de instrução.

A Seção 3, com respeito aos detalhes da Familiarização Obrigatória da Embarcação deve ser
completada, imediatamente, após o Praticante haver se integrado à tripulação de cada embarcação.
O Comandante da embarcação deve apor sua assinatura, a fim de demonstrar que a familiarização
obrigatória, conforme exigido pela Convenção STCW-78, como emendada, foi efetivamente
realizada.

Logo após o Praticante ter se integrado à tripulação da embarcação, as seguintes ações


deverão ser executadas:

• O Praticante deve completar a Seção 4 com respeito aos detalhes técnicos da embarcação.
• O Supervisor do Programa e o Instrutor designados a bordo de cada embarcação devem
proporcionar a oportunidade para que este exercício seja realizado.

Durante todo o período de instrução do Praticante no mar:

• A Seção 5, que contém uma lista de tarefas de instrução que devem ser executadas a bordo
progressivamente.
• O LRI deve ser submetido ao Supervisor do Programa para inspeção, semanalmente e ao
término de cada viagem. Os comentários do Supervisor do Programa devem ser registrados,
datados e carimbados. Os comentários devem se referir somente a conhecimento, entendimento
e proficiência para obtenção das competências e progresso do Praticante. O livro deve ser
submetido ao Instrutor designado, na ocasião do embarque em cada embarcação, devendo
registrar os comentários semanalmente.
• Deve ser mantido um registro preciso da instrução do Praticante, incluindo o tempo
dispensado nas obrigações no serviço de quarto.

Nota Importante

A Convenção STCW-78, como emendada, exige que qualquer pessoa que conduza
treinamento a bordo, deverá fazê-lo apenas quando isso não for afetar de maneira adversa a
operação da embarcação e que possa haver tempo dedicado à instrução e a qualquer avaliação
de competência.

INSTRUÇÕES PARA AVALIAÇÃO DAS TAREFAS

1. O objetivo do PIM é proporcionar ao Praticante a oportunidade de desfrutar do convívio social


e profissional com a tripulação, ampliando os seus conhecimentos sobre embarcações
mercantes, suas instalações e equipamentos.

2. Este PIM terá a duração mínima de dois meses de embarque, compreendendo 44 horas de
atividades semanais, sendo que dessas, seis horas diárias são dedicadas a execução das tarefas
propostas e atribuições relativas às funções de apoio durante o serviço de quarto de navegação,
as outras duas horas diárias são reservadas a estudo e elaboração do relatório de instrução.

3. No LRI estão relacionadas e agrupadas em Unidades de Ensino (UE) em conformidade com


as funções definidas no Código, parte A da Convenção STCW-78, como emendada, as tarefas
mínimas que devem ser executadas sob a orientação de um Instrutor.

4. As tarefas foram estabelecidas de forma a servir como orientação da aprendizagem do


Praticante. Com a finalidade de obter maior segurança e melhor aproveitamento no PIM, o
Supervisor do Programa deverá ter conhecimento prévio das tarefas a serem executadas para
orientar o Profissional Instrutor que acompanhará o Praticante.

5. As tarefas serão executadas em itens consecutivos e independentes, as quais, individualmente,


serão atribuídas notas de zero (0) a dez (10) pelo Profissional Instrutor, sendo que a nota
mínima para aprovação será seis (6).

6. Durante o PIM, as competências e habilidades profissionais do Praticante serão avaliadas em


duas fases:

a) na fase 1, pelo desempenho na execução individual das tarefas propostas. Serão atribuídas
notas, a cada uma das tarefas, utilizando-se os parâmetros da tabela a seguir:

EXECUÇÃO DA
NOTA
TAREFA (%)
0 0

1a3 Até 30

4a5 entre 31 e 50

6a7 entre 51 e 70

8 a 10 Entre 71 e 100

b) na fase 2, pelo conhecimento técnico, por meio da apresentação do Relatório Individual do


PIM, confeccionado durante o período de embarque, tomando como orientação as questões
propostas no PIM, podendo a ele serem anexados quaisquer desenhos, diagramas, tabelas,
planos ou esquemas necessários.

7. A critério do Supervisor do PIM, a execução de uma tarefa poderá ser repetida pelo Praticante,
tantas vezes quantas forem necessárias, visando à obtenção do padrão de competência
desejável.

8. As tarefas que não puderem ser desenvolvidas por razões independentes do interesse do
aluno(a) em treinamento, não deverão ser consideradas quando do cálculo da nota final sendo,
porém, junto a cada item justificado como Não-Aplicável (NA), bem como ser devidamente
abonado por rubrica, pelo Supervisor do Programa.

9. Na parte final das folhas-tarefas de cada unidade há um espaço reservado para o lançamento
da nota correspondente às tarefas daquela unidade, bem como para as assinaturas e os
carimbos do Instrutor e do Supervisor do PIM.
10. A média das notas das tarefas será lançada no espaço reservado na “Folha de Avaliação do
PIM”, que seguirá para o OE de origem do Praticante assinada e identificada pelo Supervisor
do PIM.

11. A nota da avaliação do Relatório do PIM será lançada no espaço reservado na “Folha de
Avaliação do PIM” pelo docente designado pelo OE para corrigi-lo.

12. A nota final do estágio será obtida por meio da média aritmética das notas das duas fases
(primeira e segunda), onde a nota mínima para aprovação será seis (6). Essa nota será lançada
no espaço reservado na “Folha de Avaliação do PIM” pelo Coordenador do curso.

13. Será considerado reprovado no PIM e, por conseguinte, terá a matrícula cancelada o
Praticante que:
a) não alcançar a nota mínima no estágio;
b) interromper o estágio sem autorização do OE;
c) trocar de empresa sem prévia autorização do OE;
d) não realizar o PIM no período determinado; ou
e) não entregar o LRI, assim como o Relatório Individual no prazo máximo de trinta dias
corridos, após o término do estágio.

14. No caso de reprovação, o Praticante poderá, mediante requerimento, ser submetido ao


Conselho de Ensino do OE, que poderá ou não autorizar uma segunda e última oportunidade
de realização do PIM, em prazo complementar de até seis meses.

15. Terminado o PIM e após o seu desembarque, o Praticante deve se apresentar à Empresa, que
o fará retornar ao OE de origem, portando: CIR, LRI e Relatório.

16. Este LRI, com exceção das ocasiões necessárias para os registros por parte do Supervisor do
Programa, deverá ser mantido com o Praticante, inclusive por ocasião do seu desembarque,
estando assim sob sua completa responsabilidade.

17. Ao retornar ao OE de origem, o aluno deverá se apresentar ao Coordenador do curso


para entregar o LRI devidamente preenchido e assinado, assim como o relatório.

SEÇÃO 2 - REGISTRO DO PROGRESSO EM INSTRUÇÃO BÁSICA

Conforme exigido na Seção A-VI/1 e A-VI/6 do Código STCW-78, como parte de sua formação
pré-embarque (antes do PIM), você deverá ter completado “Instrução ou Treinamento Básico”
conforme listado a seguir. Introduza detalhes desta instrução ou treinamento conforme indicado.

Instrução Básica Data Local Documento

Técnicas de Sobrevivência Pessoal

Prevenção e Combate a Incêndio

Conhecimentos Elementares de Primeiros Socorros

Relações Interpessoais e Responsabilidades Sociais

Conscientização Sobre Proteção de Navio

REGISTRO DE PERÍODO EMBARCADO


Número Total
DATAS Tempo de ISQN*
Embarcação IMO ou de da
Inscrição Viagem
Início Término Meses Dias Meses Dias

Tempo total de Embarque


* Tempo utilizado em Instrução em Serviço de Quarto de Navegação

AVALIAÇÃO DOS INSTRUTORES DESIGNADOS SOBRE O PROGRESSO DO PIM

Esta tabela deve ser completada semanalmente ou a intervalos semelhantes, tão logo a operação da
embarcação permita.

Os comentários devem ser relativos somente à competência e ao progresso prático do Praticante; não
devem, portanto, se referir ao seu caráter.
Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:

Comentário 1:

Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:

Comentário 2:

Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:

Comentário 3:
Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:

Comentário 4:

Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:

Comentário 5:

Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:

Comentário 6:
Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:

Comentário 7:

Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:

Comentário 8:

INSPEÇÃO DO SUPERVISOR (IMEDIATO) AO LIVRO DE REGISTRO

Os comentários devem ser relativos somente à competência e ao progresso prático do Praticante; não
devem, portanto, se referir ao seu caráter.
Nome completo do Supervisor Rubrica:

Comentário 1:
Carimbo/Data:

Nome completo do Supervisor Rubrica:

Comentário 2:

Carimbo/Data:
INSPEÇÃO DA EMPRESA DE NAVEGAÇÃO AO LIVRO DE REGISTRO

Os comentários devem ser relativos somente à competência e ao progresso prático do Praticante; não
devem, portanto, se referir ao seu caráter.

Nome completo: Cargo: Rubrica:

Comentário 1:

Carimbo/Data:

PROGRAMAS DE INSTRUÇÃO ELETRÔNICOS, PUBLICAÇÕES E VÍDEOS


UTILIZADOS.

Data Assunto / Título Rubrica do Instrutor


SEÇÃO 3 - FAMILIARIZAÇÃO OBRIGATÓRIA DA EMBARCAÇÃO

Será concedido a você Praticante um período de tempo durante o qual você terá oportunidade de se
familiarizar com a embarcação, com os procedimentos de segurança, prevenção da poluição do
meio ambiente, procedimentos em caso de emergência, com os equipamentos que utilizará e
arranjos específicos sobre serviço de quarto, exigidos para realizar suas obrigações. A localização
dos equipamentos de segurança e de emergência varia de embarcação para embarcação.

CONVENÇÃO STCW-78, COMO EMENDADA - REGRA I/14:


Responsabilidades das companhias

1 Toda Administração deverá, de acordo com o disposto na Seção A-I/14, fazer com que as companhias sejam
responsáveis pela designação de marítimos para servir em seus navios de acordo com o disposto na presente
Convenção, e exigir que toda companhia assegure-se de que:

.1 todo marítimo designado para qualquer de seus navios possua um certificado apropriado de acordo com o
disposto na Convenção, e como estabelecido pela Administração;

.2 seus navios sejam tripulados de acordo com as exigências da Administração relativas à fixação da
tripulação de segurança;

.3 os marítimos designados para qualquer dos seus navios tenham recebido uma instrução/ treinamento de
recapitulação e de atualização, como exigido pela Convenção;

.4 a documentação e os dados pertinentes a todos os marítimos empregados em seus navios sejam mantidos,
estejam prontamente acessíveis e contenham, sem ficar restrito a isso, a documentação e os dados sobre
sua experiência, instrução, aptidão médica e competência nas atribuições designadas;

.5 os marítimos, ao serem designados para qualquer de seus navios, estejam familiarizados com suas
atribuições específicas e com todo o arranjo, instalações, equipamentos, procedimentos e características
do navio que sejam pertinentes às suas rotinas ou a atribuições de emergência;
.6 a tripulação do navio possa coordenar efetivamente suas atividades em uma situação de emergência, e no
desempenho de funções vitais para a segurança do navio, proteção, e para a prevenção ou atenuação dos
efeitos da poluição: e

.7 a qualquer momento a bordo de seus navios haja uma comunicação verbal eficaz, de acordo com o
Capítulo V, Regra 14, parágrafos 3 e 4 da Convenção SOLAS

A fim de garantir que você esteja familiarizado com as instalações, os procedimentos referentes aos
arranjos e as características da embarcação e dos equipamentos, que são relevantes para a sua rotina
de trabalho ou obrigações, você deve executar, logo que embarcar, as seguintes tarefas:

FAMILIARIZAÇÃO DA EMBARCAÇÃO

Nome da Embarcação:

Nome do Instrutor: Rubrica do


Data
Tarefas: Instrutor

Conhecimento da Embarcação e dos seus arranjos:


Visitar o passadiço, posto de observação, castelo de proa, tombadilho, convés principal,
enfermaria, cozinha e paiol de mantimentos.

Visitar a praça de máquinas, compartimento da máquina do leme e outras áreas de trabalho.

Atribuições Específicas:
Ler e demonstrar conhecimentos sobre as atribuições específicas do Moço de Convés.

Segurança e Procedimentos de Emergência:


Ler e demonstrar conhecimento das Regras de Segurança, Prevenção e Combate a
Incêndio.

Demonstrar reconhecimento dos seguintes sinais de alarme: incêndio, emergência e


abandono da embarcação:

Localizar os equipamentos médicos e de primeiros socorros.

Localizar os equipamentos de combate a incêndio: pontos de ativação de alarmes, sirenes


de alarmes, extintores, hidrantes, machados e mangueiras para combate a incêndio.

Localizar o aparelho lança-retinidas.

Localizar os foguetes paraquedas, fachos luminosos e outros pirotécnicos.

Localizar aparelhos de respiração, roupas de bombeiro, etc..

Localizar EPIRB, SART e rádios VHF portáteis.

Localizar Dispositivos Respiratórios para Escape em Emergência (EEBDs)

Localizar o Compartimento dos Cilindros de CO2 e as válvulas de controle para o sistema


de abafamento na sala de bombas, tanques de carga e porões.

Localizar a bomba de emergência.

Localizar as balsas e embarcações salva-vidas.

Proteção Ambiental:
Familiarizar-se com:
O procedimento para manusear lixo, detritos e outras sobras.
O uso do compactador de lixo ou outro equipamento conforme apropriado

SEÇÃO 4 - FAMILIARIZAÇÃO DE SEGURANÇA


ANEXO DA CONVENÇÃO STCW-78, COMO EMENDADA:

CÓDIGO STCW-78 - PARTE A - CAPÍTULO VI - SEÇÃO A-VI/1 – TABELA A-VI/1


Padrões relativos às funções de emergência, segurança do trabalho, proteção do navio, assistência médica e
sobrevivência.

Seção A-VI/1
Requisitos mínimos obrigatórios para a familiarização em segurança, a instrução básica e a formação de todos os
marítimos.
Instrução de familiarização de segurança

1 Antes de serem designadas para desempenhar atribuições a bordo, todas as pessoas empregadas ou que estejam
trabalhando num navio que opere na navegação em mar aberto, que não de passageiros, deverão receber uma aprovada
instrução sobre familiarização em técnicas de sobrevivência pessoal, ou receber informações e instruções suficientes,
levando em consideração as orientações fornecidas na Parte B, para que sejam capazes de:
.1 se comunicar com outras pessoas a bordo sobre questões elementares e compreender os símbolos de
informações relativas à segurança, indicações e sinais de alarme;
.2 saber o que fazer se:
2.1 uma pessoa cair ao mar,
2.2 for detectado fogo ou fumaça, ou
2.3 se soar o alarme de incêndio ou de abandonar o navio;
.3 identificar os locais de reunião e de embarque e as rotas de escape de emergência;
.4 localizar e vestir coletes salva-vidas;
.5 dar o alarme e ter um conhecimento básico da utilização de extintores de incêndio portáteis;
.6 realizar uma ação imediata ao encontrar um acidente ou outra emergência médica, antes de procurar outra
assistência médica a bordo; e
.7 abrir e fechar as portas de incêndio, portas estanques ao tempo e portas estanques à água instaladas naquele
navio específico, exceto as aberturas no casco.
Instrução básica
2 Os marítimos empregados ou que estiverem trabalhando em qualquer capacidade a bordo de navios, na atividade
daquele navio, como parte da tripulação do navio, com atribuições relativas à segurança ou à prevenção da poluição na
operação do navio deverão, antes de serem designados para desempenhar quaisquer atribuições a bordo:
.1 receber uma instrução básica aprovada adequada, ou instruções sobre:
1.1 técnicas de sobrevivência pessoal, como especificado na tabela A-VI/1-1,
1.2 prevenção de incêndios e combate a incêndio, como especificado na tabela A-VI/1-2,
1.3 primeiros socorros elementares, como especificado na tabela A-VI/1-3, e
1.4 segurança pessoal e responsabilidades sociais, como especificado na tabela A-VI/1-4;
.2 ser-lhes exigido que forneçam provas de ter atingido o padrão de competência exigido para assumir as tarefas,
atribuições e responsabilidades listados na coluna 1 das tabelas A-VI/1-1, A-VI/1-2, A-VI/1-3 e A-VI/1-4,
mediante:
2.1 demonstração de competência, de acordo com os métodos e os critérios para avaliar competências
tabeladas nas colunas 3 e 4 dessas tabelas, e
2.2 exame ou avaliação contínua, como parte de um aprovado programa de instrução nos assuntos listados na
coluna 2 dessas tabelas.
3 A cada cinco anos, deverá ser exigido dos marítimos qualificados em instrução básica de acordo com o parágrafo 2
que forneçam provas de terem mantido os padrões de competência exigidos para assumir as tarefas, atribuições e
responsabilidades listados na coluna 1 das tabelas A-VI/1-1, A-VI/1-2.
4 As Partes podem aceitar uma instrução e experiência a bordo para manter o padrão de competência exigido nas
seguintes áreas:
.1 técnicas de sobrevivência pessoal, como especificado na tabela A-VI/1-1:
1.1 vestir um colete salva-vidas;
1.2 embarcar numa embarcação de sobrevivência, saindo do navio, usando um colete salva-vidas;
1.3 realizar as ações iniciais ao embarcar numa embarcação salva-vidas, para aumentar a chance de sobrevivência;
1.4 lançar ao mar um drogue ou uma âncora flutuante;
1.5 operar os equipamentos de uma embarcação de sobrevivência; e
1.6 operar os dispositivos de localização, inclusive equipamentos de rádio;
.2 prevenção de incêndios e combate a incêndio, como especificado na tabela A-VI/1-2;
2.1 usar um aparelho de respiração autônomo; e
2.2 realizar um salvamento num compartimento ou espaço cheio de fumaça, utilizando um
dispositivo aprovado de geração de fumaça a bordo, usando um aparelho de respiração.
Dispensas

5 A Administração pode, com relação a outros navios que não os de passageiros, com uma arqueação bruta
superior a 500, empregados em viagens internacionais e navios-tanque, se considerar que o tamanho e o
comprimento do navio, ou a natureza da sua viagem, são tais que tornam a aplicação de todas as exigências desta
seção não razoável ou impraticável, dispensar de algumas exigências os marítimos embarcados naquele navio, ou
naquela classe de navios, tendo em mente a segurança das pessoas a bordo, do navio e das propriedades e a
proteção do meio ambiente marinho.

O Supervisor do Programa ou o Instrutor deve avaliar as tarefas executadas pelo Praticante com o
objetivo de ratificar que as competências exigidas foram alcançadas. Para tal deve emitir uma nota,
datar e rubricar no lugar indicado.

TAREFAS SOBRE SEGURANÇA

Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Sobreviver na água em caso de abandono do As ações realizadas ao identificar os
navio. sinais de reunir são adequadas à
emergência indicada e estão de acordo
com os procedimentos estabelecidos.
O momento de realizar cada ação e a
sequência dessas ações é adequado à
circunstância e às condições
existentes, e minimiza os possíveis
perigos e ameaças à sobrevivência.
O método de embarcar na embarcação
de sobrevivência é adequado e evita
perigos a outros sobreviventes.
As ações iniciais após deixar o navio e
os procedimentos e ações na água
minimizam as ameaças à
sobrevivência.
.1 Minimizar o risco de incêndio e manter As ações iniciais ao tomar
2. um estado de prontidão para reagir a conhecimento de uma emergência
situações de emergência envolvendo fogo.
estão de acordo com as práticas e
procedimentos aceitos.
As ações realizadas ao identificar os
sinais de reunir são adequadas à
emergência indicada e estão de acordo
.2 Combater e extinguir incêndios com os procedimentos estabelecidos.
As roupas e os equipamentos são
adequados à natureza das operações de
combate a incêndio.
O momento da realização e a
sequência de cada ação são adequados
às circunstâncias e às condições
existentes.
A extinção do incêndio é conseguida
utilizando procedimentos, técnicas e
agentes de combate a incêndio
adequados.
Os procedimentos e técnicas de uso de
aparelhos de respiração estão de
acordo com as práticas e os
procedimentos aceitos.
3. Realizar uma ação imediata ao encontrar um A maneira e o momento certo de dar o
acidente ou outra emergência médica. alarme são apropriados para as
circunstâncias do acidente ou da
emergência médica.
A identificação da causa provável, da
natureza e da extensão dos ferimentos
é rápida e completa e a prioridade e a
sequência das ações são proporcionais
a qualquer possível ameaça à vida.
O risco de causar outros danos a si
mesmo e à vítima é sempre
minimizado.
4. Agir de acordo com os procedimentos de A ação inicial ao tomar conhecimento
emergência. de uma emergência está de acordo
com os procedimentos estabelecidos
em resposta a emergências.
As informações prestadas ao dar o
alarme são rápidas, precisas,
completas e claras.
5. Tomar precauções para prevenir a poluição Os procedimentos relativos à
do meio ambiente. organização, destinados a salvaguardar
o meio ambiente marinho, são sempre
observados.
6. Observar práticas de trabalho com As práticas de trabalho com segurança
segurança. são observadas e os equipamentos de
segurança e de proteção adequados são
sempre usados corretamente.
7. Contribuir para que haja comunicações As comunicações são sempre claras e
efetivas a bordo do navio. efetivas.
8. Contribuir para que haja relações humanas São sempre observados os padrões
efetivas a bordo do navio. esperados de trabalho e de
comportamento.

9. Compreender e realizar as ações necessárias As práticas de controle do cansaço são


para controlar o cansaço. observadas e sempre são realizadas
ações apropriadas.
Ref. SOBREVIVÊNCIA NA ÁGUA Aconselhamento no que precisa Executada
Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
1.1 Agir adequadamente ao soar o alarme de
homem na água.
1.2 Localizar e vestir coletes salva-vidas e
roupas de sobrevivência.
1.3 Explique a operação do aparelho lança-
retinidas.
1.4 Auxilie na inspeção e manutenção dos
equipamentos salva-vidas, lançamento de
turcos e aparelhos.
1.5 Auxilie na manutenção de rotina do motor
de uma baleeira.
1.6 Identifique os equipamentos existentes em
uma embarcação de sobrevivência (baleeira).

Ref. COMBATE A INCÊNDIO Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
2.1 Saber o que fazer se for detectado incêndio
ou fumaça.
2.2 Agir adequadamente ao soar o alarme de
incêndio.
2.3 Demonstrar o vestir e o uso das roupas de
proteção no combate a incêndio.
2.4 Onde houver instalado um sistema fixo de
CO2 para extinção de incêndio, demonstre
conhecimento sobre os procedimentos para
o uso e identificação dos alarmes.
2.5 Demonstre conhecimento sobre a operação
do sistema fixo de extinção de incêndios.
2.6 Aplique as precauções de segurança
requeridas antes da liberação de um gás
extintor de incêndio para o interior da praça
de máquinas.
2.7 Auxiliar no teste do sistema de detecção de
incêndio na praça de máquinas e demonstre
compreensão do propósito para o qual os
diferentes tipos de detectores estão
instalados.
2.8 Demonstre o vestir e o uso do conjunto do
dispositivo respiratório.
2.9 Auxilie nos teste de rotina e manutenção das
bombas de incêndio.

2.10 Auxilie nos teste de rotina e manutenção da


Damper e flaps de incêndio.
2.11. Demonstre compreensão do uso e auxilie na
manutenção de extintor portátil de espuma.
2.12 Demonstre compreensão do uso e auxilie na
manutenção de extintor portátil de CO2.
2.13 Demonstre compreensão do uso e auxilie na
manutenção de extintor portátil de pó
químico.
2.14 Realize os deveres de um ronda de
prevenção de incêndio.
2.15 Participe em um exercício de resposta para
incêndio no mar e no porto.
2.16 Esteja ciente das precauções de segurança
requeridas antes do inicio de qualquer teste.
2.17 Auxilie nos testes dos seguintes sistemas,
onde estiverem instalados:
* Sprinklers fixos automáticos;
* Sistemas fixos de vapor;
* Sistemas fixos de espuma;
* Sistemas fixos de CO2;
* Portas corta-fogo automáticas e manuais;

Ref. PRIMEIROS SOCORROS Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
3.1 Participe de um treinamento de ação
imediata de emergências de primeiros
socorros a bordo ao encontrar um
acidentado, antes de buscar atendimento
médico posterior.
3.2 Demonstre compreensão básica dos
princípios de primeiros socorros para a
interrupção de hemorragias.
3.3 Demonstre compreensão básica dos
princípios de primeiros socorros para
tratamento de sufocamento/afogamento.
3.4 Demonstre compreensão básica dos
princípios de primeiros socorros para
colocação do acidentado na posição de
recuperação.
3.5 Demonstre como manusear uma vitima em
estado de choque.
3.6 Demonstre os procedimentos para lidar com
estado de choque provocado por calor.
3.7 Descreva o procedimento para lidar com uma
vítima de choque elétrico.
3.8 Demonstre os procedimentos para lidar com

queimaduras.

Ref. PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
4.1 Agir adequadamente ao soar o alarme de
abandono.
4.2 Compreenda e execute ordens em inglês
referentes às situações de emergência.
4.3 Fechar e abrir as portas estanques e de
proteção contra o tempo.
4.4 Demonstre os procedimentos e precauções
requeridas para a entrada em espaços
confinados.
4.5 Identificar os pontos de reunião e de
embarque e as rotas de fuga.
4.6 Auxilie na operação de equipamentos de
emergência.
4.7 Realize as ações corretas durante os
treinamentos dos procedimentos de
operação de emergência:
* de incêndio;
* no caso de haver blackout;
* abandono da embarcação; e
* resgate em espaço confinado.
4.8 Auxilie na utilização do controle local do
MCP e da manobra de emergência.
4.9 Auxilie no procedimento de retorno do
motor principal à operação normal.
4.10 Demonstre conhecimento da operação de
emergência do sistema de governo.
4.11 Participe do exercício de resposta para
contenção de vazamento de óleo a bordo.
4.12 Participe de exercício para a limpeza de
vazamento de carga perigosa a bordo.
4.13 Participe em um exercício de resposta para
o ingresso de água. Ex. em caso de colisão,
encalhe ou varação.
4.14 Localize e demonstre o uso das rotas de fuga
dos espaços das máquinas.
4.15 Identifique a localização dos dispositivos
respiratórios de escape de emergência.
(EEBDs).
4.16 Demonstre como vestir e o uso do aparelho
de respiração de escape de emergência.
4.17 Auxilie no treinamento de:

* operação de válvulas de bloqueio de


emergência;
* parada de bombas; e
* paradas de emergência do motor principal

PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO DO Executada


Ref. Aconselhamento no que precisa
MEIO AMBIENTE
Nº melhorar: Rubrica Data Nota
Tarefas para serem executadas:
5.1 Auxilie na preparação e uso do separador de
água e óleo.
5.2 Auxilie no bombeio de esgoto da praça de
máquinas em conformidade com a MARPOL.
5.3 Opere o compactador/triturador/compactador
de resíduos.
5.4 Auxilie no descarte de lixo para terra/no mar
em conformidade com a MARPOL.
5.5 Auxilie no descarte de borra para instalações
dos tanques de armazenamento de descartes
no convés e/ou recebimento de terra em
conformidade com a MARPOL.
5.6 Esteja ciente das exigências para
manutenção de registros para todas as
operações, no Livro de Registro de Óleo.

Ref. SEGURANÇA NO TRABALHO Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
6.1 Demonstre compreensão sobre o emprego de
símbolos e sinais obrigatórios de proibição e
de segurança de informação.
6.2 Utilize de forma adequada os equipamentos
de proteção individual (EPI).
6.3 Demonstre compreensão sobre segurança
com trabalho a quente e permissão de
trabalho a quente.
6.4 Faça isolamento de segurança das áreas de
trabalho com fita de bloqueio de segurança
ou grade.

6.5 Execute as precauções exigidas para trabalho


em andaimes.
6.6 Auxilie na fixação de linhas de segurança e
guard rails.
6.7 Demonstre compreensão sobre as precauções
de segurança para entrada em espaços

confinados (tanques, dutos da quilha,


linhasde redes e cabos, refrigeradores,
porões de carga, troncos de acesso e outros
espaços perigosos).

Ref. COMUNICAÇÃO INTERNA Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
7.1 Demonstre a correta utilização do sistema
interno de comunicação.

7.2 Demonstre os procedimentos de comunicação


ao entrar, trabalhar e deixar uma praça de
máquinas.
Ref. RELAÇÕES HUMANAS Aconselhamento no que precisa Executada
Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
8.1 Demonstre atitudes de relacionamento social
ao se comunicar com outras pessoas a bordo.

Ref. CONTROLE DO CANSAÇO Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
9.1 Demonstrar atitudes para evitar o cansaço e
prevenção da fadiga.

9.2 Faça o controle das horas trabalhadas.

Na tabela a seguir, insira os pontos de reunião de incêndio e embarque em caso de abandono, bem
como outros detalhes, nos espaços apropriados. Peça ao Comandante para assinar no espaço
destinado para tal.

Nome da Embarcação

Ponto de Reunião de Embarque (abandono)

Ponto de Reunião de Incêndio

Nome do Comandante (Letra de forma)

Assinatura do Comandante

Data

SEÇÃO 5 - TAREFAS PARA O MOÇO DE CONVÉS


(Auxiliar do Oficial de Serviço de Quarto de Navegação).
A conclusão do PIM deve assegurar que uma abordagem estruturada seja empreendida de modo que
o Praticante de Moço de Convés possa se qualificar como membro integrante de apoio num serviço
de quarto de navegação. As tarefas exigidas foram elaboradas em conformidade com o estabelecido
no Código STCW-78, Capítulo II, Seção A-II/4, Tabela A-II/4.

CÓDIGO STCW-78 - PARTE A - CAPÍTULO II - SEÇÃO A-II/4 – TABELA A-II/4

Requisitos mínimos obrigatórios para a certificação de subalternos que fazem parte de um quarto de serviço de
navegação Padrão de competência
1 Deverá ser exigido de todo subalterno que faça parte de um quarto de serviço de navegação em um navio que
opere na navegação em mar aberto, com arqueação bruta igual ou superior a 500, que demonstre competência para
desempenhar as funções de navegação no nível de apoio, como especificado na coluna 1 da tabela A-II/4.
2 O conhecimento, o entendimento e a proficiência mínimos exigidos para subalternos que fazem parte de um
quarto de serviço de navegação em um navio que opere na navegação em mar aberto com arqueação bruta igual ou
superior a 500, estão listados na coluna 2 da tabela A-II/4.
3 Deverá ser exigido de todo candidato a certificação que forneça provas de ter atingido o padrão de
competência exigido, de acordo com os métodos para demonstrar competência e com os critérios de avaliação de
competências especificadas nas colunas 3 e 4 da tabela A-II/4. A referência feita ao “teste prático” na coluna 3 pode
abranger uma aprovada instrução realizada em terra, na qual os alunos são submetidos a testes práticos.
Quando não houver tabelas de competência para o nível de apoio com relação a certas funções, continua sendo
responsabilidade da Administração estabelecer as exigências adequadas para a instrução, avaliação e certificação a
serem aplicadas ao pessoal designado para desempenhar aquelas funções no nível de apoio.
Quando não houver tabelas de competência para o nível de apoio com relação a certas funções, continua sendo
responsabilidade da Administração estabelecer as exigências adequadas para a instrução, avaliação e certificação a
serem aplicadas ao pessoal designado para desempenhar aquelas funções no nível de apoio.

FUNÇÃO: NAVEGAÇÃO NO NÍVEL DE APOIO PARA O PESSOAL INTEGRANTE DO


SERVIÇO DE QUARTO DE NAVEGAÇÃO

Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Governar o navio e atender às ordens de leme Um curso estável é governado dentro
corretamente, também em língua inglesa: dos limites aceitáveis, considerando à
− utilização das agulhas magnética e área de navegação e condição de mar
giroscópica; prevalente. Alterações de curso são
− ordens de leme; e suaves e controladas. As comunicações
− passagem do piloto automático para são claras e concisas a todo o momento
governo manual e vice-versa. e as ordens são reconhecidas à maneira
dos marinheiros.

Ref. GOVERNO DA EMBARCAÇÃO Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
1.1 Demonstrar conhecimento dos vários tipos de
rosas dos ventos e das agulhas.

1.2 Executar as ordens de leme corretamente.

1.3 Demonstrar procedimento para a passagem


do leme.
1.4 Acompanhar as operações do sistema
principal de governo e do piloto automático.

1.5 Demonstrar o procedimento correto para


cambar do governo manual para o piloto
automático e vice-versa, sob supervisão.

1.6 Governar pela agulha magnética.

1.7 Governar pela agulha giroscópica.

1.8 Realizar operações no timão ao governar o


navio em períodos que totalizem pelo menos
10 horas, excluindo os períodos de instrução.

1.9 Executar as ordens de leme corretamente.

1.10 Obedecer e responder às ordens de leme na


língua inglesa.

1.11 Assumir o timão na entrada e saída do porto.

1.12 Assumir o timão em canal, rios, estreitos e


em viagem.

1.13 Auxiliar na cambação para os sistemas de


governo de emergência (NFU) pelo
compartimento da máquina do leme.

Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Manter uma boa vigilância visual e auditiva: Os sinais sonoros, as luzes e os objetos
− Responsabilidades de uma vigilância, são prontamente detectados e a sua
inclusive a informação da marcação marcação correta, em graus ou pontos
aproximada de um sinal sonoro, de uma luz de referência, é informada ao oficial de
ou de outro objeto, em graus ou em pontos.
serviço.

Ref. VIGILÂNCIA Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
2.1 Compreender as responsabilidades de um
observador.

2.2 Desempenhar os serviços de observação e


comunicar os sons, as luzes ou outros objetos
em graus ou pontos de referência.

2.3 Reconhecer os auxílios à navegação tais


como:
faróis, faroletes, boias e balizas.

2.4 Reconhecer os sinais de emergência ou de


perigo.
2.5 Reconhecer alarmes de emergência inclusive

do GMDSS.

Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Contribua para o monitoramento e controle As comunicações são claras e concisas,
de um serviço de quarto seguro: e procura obter informações ou
− Termos e definições empregados a esclarecimentos do oficial de serviço
bordo. quando as informações ou instruções
− Uso de comunicações interiores e de
relativas ao quarto de serviço não são
sistemas de alarme adequados.
claramente compreendidas.

Ref. MONITORAÇÃO E CONTROLE Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
3.1 Auxiliar na verificação dos equipamentos de
governo do passadiço, sistemas de
comunicação e outros equipamentos de auxílio
à navegação, antes de deixar o porto.

3.2 Utilizar os sistemas internos de comunicação.

3.3 Identificar os sistemas de alarme de


emergências.

3.4 Reconhecer os vários tipos de alarmes com


acompanhamento de um Oficial.

Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Contribua para a monitoração e controle de A condução, a assunção e a passagem
um serviço de quarto seguro: do quarto de serviço estão de acordo
* Procedimentos para assumir, conduzir e com as práticas e procedimentos
passar o quarto de serviço. aceitos.
* Informações necessárias para conduzir um
quarto de serviço seguro.
* Procedimentos básicos de proteção
ambiental.

PROCEDIMENTOS DO SERVIÇO DE Executada


Ref. Aconselhamento no que precisa
QUARTO DE NAVEGAÇÃO
Nº melhorar: Rubrica Data Nota
Tarefas para serem executadas:
4.1 Auxiliar o Oficial de Quarto na vigilância com
relação ao ferro e amarras enquanto fundeado.
4.2 Demonstrar os procedimentos corretos para a
rendição, recebimento e passagem de um
serviço de quarto.

4.3 Auxiliar nos serviços de vigia para a proteção


da embarcação, no porto e no mar.

4.4 Entender as informações requeridas para


manter um serviço de quarto seguro,
conforme recomendado no Guia de
Procedimentos Seguros do Passadiço da ICS.

PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA

Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Operar equipamentos de emergência e As ações iniciais ao tomar
empregar procedimentos de emergência: conhecimento de uma situação de
* Conhecimento das atribuições de emergência ou anormal estão de acordo
emergência e dos sinais de alarme. com as práticas e procedimentos
* Conhecimento dos sinais pirotécnicos de estabelecidos.
perigo, EPIRB e SART via satélite. As comunicações são o tempo todo
* Ações para evitar falsos alertas de perigo e claras e concisas e o recebimento das
a realizar em caso de um acionamento ordens é acusado de uma maneira
acidental. marinheira.
A integridade dos sistemas de
emergência e de alerta de perigo é
mantida o tempo todo.

Ref. PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA Aconselhamento no que precisa Executada


Nº Tarefas para serem executadas: melhorar: Rubrica Data Nota
5.1 Participar de um exercício de resposta à
emergência no porto, para um incidente de
poluição.

5.2 Demonstrar os procedimentos para alertar os


serviços de emergência do porto.

5.3 Demonstrar conhecimento sobre o Plano de


Emergência a bordo para Poluição por Óleo e
Plano de Emergência a bordo para Poluição
do Meio Ambiente Marinho.

5.4 Bujonar e aplicar cimento nos embornais.

5.5 Participar das operações de abastecimento de


óleo combustível.

5.6 Demonstrar os procedimentos de corte rápido


em caso de emergência.
5.7 Participar em um exercício de resposta de
emergência para controlar derramamento de
óleo a bordo.

5.8 Participar de simulação para a limpeza de


vazamento de carga nociva utilizando o kit
SOPEP.

5.9 Separar e disponibilizar o lixo para descarte


no mar ou para terra em conformidade com as
regras da MARPOL.

5.10 Participar de um exercício de resposta a uma


emergência de avaria causada por mau tempo.

5.11 Participar de um exercício de resposta a uma


emergência de avaria causada por colisão.

5.12 Participar de um exercício de resposta a uma


emergência de avaria causada por encalhe.

5.13 Participar de exercício de resposta para uma


situação de emergência não especificada.

5.14 Auxiliar na sondagem de porões, pique


tanque, tanques de fundo-duplo e outros
compartimentos, registrar as informações.

5.15 Demonstrar conhecimentos sobre os


procedimentos de segurança adotados para a
entrada em espaços confinados.

5.16 Participar de um exercício de busca e resgate


em um espaço confinado.

5.17 Demonstrar o uso do cinto e do cabo de


segurança.

5.18 Participar de um exercício simulado de


primeiros socorros em emergência no mar.

5.19 Localizar e explicar como operam a EPIRB e


o SART.

5.20 Localizar e explicar como operar os sinais


pirotécnicos de perigo.

5.21 Explicar a operação dos foguetes de


sinalização de perigo, fachos luminosos e
outros pirotécnicos.

5.22 Citar a precaução para não ativar alertas


falsos de perigo e qual é a ação a ser realizada
no evento de ativação acidental.

5.23 Demonstrar compreensão sobre o uso correto


do equipamento requerido em uma
embarcação de sobrevivência.
5.24 Explicar como evitar os falsos alertas de
perigo com o equipamento de sinalização de
perigo

5.25 Explicar as ações a serem tomadas no evento


de ativação acidental de um alerta de perigo.
SEÇÃO 6 - QUESTÕES PROPOSTAS PARA ELABORAÇÃO DO
RELATÓRIO

6.1 - Sobrevivência no Meio Aquaviário


6.1.1 -Descrever sucintamente um exercício de postos de abandono de que tenha participado.
6.1.2 - Listar o material de sobrevivência que guarnece uma balsa-inflável ou uma baleeira.
6.1.3 - Listar os artefatos pirotécnicos de salvamento existentes a bordo.

6.2 - Prevenção e Combate a Incêndio


6.2.1 - Listar o material de incêndio e de proteção individual existentes nos Postos de Incêndio
da embarcação.
6.2.2 - Explicar o funcionamento dos sistemas de detecção de gases, fumaça e incêndio.
6.2.3 - Listar os tipos de alarmes e os meios de comunicação interna existentes a bordo.
6.2.4 - Descrever sucintamente um exercício de combate a incêndio de que tenha participado.

6.3 - Primeiros Socorros


6.3.1 - Citar os princípios básicos de primeiros socorros para a interrupção de hemorragias.
6.3.2 - Explicar sucintamente como agir numa ação de primeiros socorros no caso de afogamento.
6.3.3 - Listar as ações básicas de primeiros socorros para colocação do acidentado na
posição de recuperação.
6.3.4 - Citar as ações básicas para manusear uma vítima em estado de choque.
6.3.5 - Explicar sucintamente como agir em caso de vítima de choque elétrico.
6.3.6 - Citar os procedimentos básicos para lidar com queimaduras.
6.3.7 - Descrever sucintamente um exercício de atendimento de primeiros socorros de
que tenha participado.
6.4 - Procedimentos de Emergência
6.4.1 - Citar alguns exemplos de ordens em inglês referentes às situações de emergência.
6.4.2 - Explicar como agir para fechar e abrir as portas estanques e de proteção contra o tempo.
6.4.3 - Listar os procedimentos e precauções requeridas para a entrada em espaços confinados.
6.4.4 - Listar os equipamentos de emergência que teve oportunidade de utilizar a bordo.
6.4.5 - Citar as suas tarefas, no caso de emergência, em que seja necessário manobrar com o
motor propulsor.
6.4.6 - Descrever uma operação de emergência do sistema de governo.
6.4.7 - Citar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) utilizados a bordo
pelo profissional que trabalha no convés, justificando sua utilização.
6.4.8 - Listar as incumbências de um Moço de Convés em cada faina de
emergência: vazamento de óleo, incêndio, colisão, encalhe e abandono.
6.4.9 - Descrever sucintamente a operação de esgoto de compartimento alagado.
6.4.10 - Listar os equipamentos e o material existente a bordo para faina de emergência
antipoluição da água do mar por óleo, separando os destinados a prevenir, limitar e a combater
a poluição.
6.4.11 - Listar os equipamentos encontrados a bordo para comunicação interna e externa.
6.5 - Prevenção da Poluição Ambiental
6.5.1 - Citar as regras da MARPOL referentes ao controle da poluição causada por: óleos,
misturas oleosas, substâncias nocivas ou perigosas e lixo.
6.5.2 - Descrever sucintamente a preparação e o uso do separador de água e óleo.
6.5.3 - Explicar sucintamente os procedimentos de descarte de lixo para terra/no mar, em
conformidade com a MARPOL, no controle do lixo a bordo.
6.5.4 - Anexar cópia de uma folha do livro de registro de óleo, devidamente preenchida.
6.6 - Manobra de Embarcações
6.6.1 - Listar as luzes exibidas pela embarcação nas diversas situações (navegando, fundeada,
atracada, rebocando etc.).
6.6.2 - Listar os sinais sonoros existentes na embarcação.
6.6.3 - Listar os equipamentos disponíveis na embarcação para o auxílio à manobra.
6.6.4 - Descrever sucintamente uma manobra de aproximação e manutenção de posição junto
às unidades marítimas.
6.7 - Navegação e Comunicações
6.7.1 - Listar as características de uma carta de navegação escolhida pelo supervisor
do estágio.
6.7.2 - Relacionar os equipamentos de auxílio à navegação existentes na embarcação.
6.7.3 - Descrever sucintamente a utilização dos equipamentos de navegação da embarcação.
6.7.4 - Listar os componentes do GMDSS existentes a bordo.
6.7.5 - Listar os canais de escuta e tráfego do equipamento de VHF.
6.7.6 - Listar as frequências de escuta, socorro e salvamento dos equipamentos de HF.
6.7.7 - Descrever sucintamente a operação das rádio balizas indicadoras de posição (EPIRB).
6.7.8 - Descrever sucintamente a operação do transmissor-respondedor radar (SART).
6.8 - Arquitetura Naval
6.8.1 - Elaborar diagrama da embarcação contendo as suas principais dimensões lineares,
volumétricas e de peso.
6.8.2 - Descrever sucintamente os aparelhos de carga existentes a bordo.
6.8.3 - Citar as características dos ferros da embarcação e de suas amarras.
6.8.4 - Descrever sucintamente o processo de leitura de calados e de sua utilização nos cálculos
de trim, borda livre e deslocamento.
6.8.5 - Elaborar um diagrama da amarração do navio ao cais contendo as espias normalmente
utilizadas.
6.8.6 - Descrever sucintamente o esquema de pintura do casco do navio utilizado em sua
última docagem.
6.9 - Serviço de Quarto

6.9.1 - Descrever sucintamente as ações desenvolvidas durante um serviço de quarto


de navegação de que tenha participado.

ANEXO A
MARINHA DO BRASIL

DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS

FOLHA DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE INSTRUÇÃO NO MAR

Praticante

1. As notas de avaliação serão atribuídas, conforme os parâmetros a seguir:

a) durante o Programa de Instrução no Mar (PIM), o Praticante de Moço de Convés será avaliado
por um Instrutor, sob orientação do Supervisor do Programa, quanto às competências e
habilidades na execução individual das tarefas propostas. Será atribuída a cada uma das
tarefas uma nota, a qual deverá ser registrada na própria folha tarefa, na coluna
correspondente. A Média das notas atribuídas nas avaliações das tarefas será lançada no
espaço reservado a seguir nesta “Folha”, devendo constar as assinaturas, e carimbos do
Comandante da embarcação e do Supervisor, nos lugares indicados; e,

b) o Relatório Individual do Praticante, confeccionado durante o período de embarque, será


avaliado, por um docente designado pelo coordenador do curso, quanto ao seu conhecimento
técnico, demonstrado nas respostas das questões propostas no LRI. Será atribuída ao trabalho
uma nota que deverá ser lançada no espaço reservado a seguir nesta “Folha”, devendo constar
a assinatura e carimbo dos indicados; e

c) a nota final do estágio será obtida por meio da média das notas atribuídas nas duas avaliações,
a qual deverá ser lançada no espaço reservado a seguir nesta “Folha”.

Nota da execução
das tarefas

Comandante Supervisor do Programa de Instrução


(Imediato)

Nota do relatório:

Docente que avaliou o relatório


Nota\A Final
do PIM:

Docente que avaliou o relatório

ANEXO B
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS

COMENTÁRIOS DO SUPERVISOR DO PROGRAMA DE INSTRUÇÂO NO MAR

Observações complementares do Supervisor do PIM, inclusive abono dos itens não


aplicáveis, quando for o caso:

.
Assinatura do Supervisor do PIM: .
Data:
ANEXO C
MARINHA DO BRASIL

DIRETORIA DE PORTOS E

COSTAS
COMENTÁRIOS DO PRATICANTE

Caro Praticante, aproveite este espaço para registrar suas críticas e/ou sugestões sobre o
Programa de Instrução no Mar. A sua realimentação é de suma importância para a melhoria da
qualidade do processo ensino-aprendizagem.

Assinatura do Praticante
ANEXO D
MARINHA DO BRASIL

DIRETORIA DE PORTOS E

COSTAS

SUGESTÕES DO COMANDANTE
Esta folha foi reservada para que o Comandante da embarcação possa apresentar sugestões
que contribuam para melhorar a formação dos futuros aquaviários - Moços de Convés.

Embarcação: Data: / /

Nome do Comandante e carimbo

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