Curso Moço de Convés - Programa de Instrução
Curso Moço de Convés - Programa de Instrução
DIRETORIA DE PORTOS E
COSTAS
1. IDENTIFICAÇÃO
IDENTIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE MOÇO DE CONVÉS
FOTO
Nome Completo:
Endereço residencial:
Complemento: Telefones:
Complemento: Telefones:
Endereço: Complemento:
CONTEÚDO
IDENTIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE MOÇO DE CONVÉS..............................................................2
INTRODUÇÃO.................................................................................................................................................4
CONVENÇÃO STCW-78,COMO EMENDADA - REGRA II/4.................................................................4
NORMAS E DIRETRIZES DA DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS....................................................4
IDENTIFICAÇÃO DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO.................................................................6
IDENTIFICAÇÃO DO SUPERVISOR DO PROGRAMA..........................................................................6
IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUTOR DESIGNADO...................................................................................6
CONTROLE DE EMBARQUE.....................................................................................................................6
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE PORTOS E
COSTAS
INTRODUÇÃO
Este Programa de Instrução no Mar foi concebido para atender às exigências estabelecidas na
Convenção Internacional sobre Padrões de Instrução, Certificação e Serviço de Quarto para
Marítimos (STCW-78, como emendada), Regra II/4, e respectivo Código, Seção A-II/4, Tabela
AII/4, quanto aos padrões mínimos para a obtenção das competências necessárias à certificação de
subalterno com atribuições relativas ao nível de apoio durante o serviço de quarto de navegação.
OE DE ORIGEM
CONTROLE DE EMBARQUE
Nome da Embarcação:
Tipo de embarcação:
Empresa de navegação:
Data de embarque: Data de desembarque:
Duração do Programa de Instrução:
Obs.: Caso o Praticante tenha necessidade de concluir o PIM em outra embarcação, deverá solicitar
folhas adicionais ao OE de origem.
SEÇÃO 1 - GUIA PARA PREENCHIMENTO DO LRI
O objetivo deste LRI é prover auxílio, a fim de garantir que o Praticante siga um programa
estruturado de instrução e faça a melhor utilização de seu tempo no mar. Desta forma, obterá a
experiência e a instrução prática necessária para se tornar tripulante competente para o serviço de
quarto de navegação, no nível de apoio, de acordo com a Convenção STCW-78, como emendada.
Por esse motivo é importante que esta diretriz seja seguida cuidadosamente.
A Seção 3, com respeito aos detalhes da Familiarização Obrigatória da Embarcação deve ser
completada, imediatamente, após o Praticante haver se integrado à tripulação de cada embarcação.
O Comandante da embarcação deve apor sua assinatura, a fim de demonstrar que a familiarização
obrigatória, conforme exigido pela Convenção STCW-78, como emendada, foi efetivamente
realizada.
• O Praticante deve completar a Seção 4 com respeito aos detalhes técnicos da embarcação.
• O Supervisor do Programa e o Instrutor designados a bordo de cada embarcação devem
proporcionar a oportunidade para que este exercício seja realizado.
• A Seção 5, que contém uma lista de tarefas de instrução que devem ser executadas a bordo
progressivamente.
• O LRI deve ser submetido ao Supervisor do Programa para inspeção, semanalmente e ao
término de cada viagem. Os comentários do Supervisor do Programa devem ser registrados,
datados e carimbados. Os comentários devem se referir somente a conhecimento, entendimento
e proficiência para obtenção das competências e progresso do Praticante. O livro deve ser
submetido ao Instrutor designado, na ocasião do embarque em cada embarcação, devendo
registrar os comentários semanalmente.
• Deve ser mantido um registro preciso da instrução do Praticante, incluindo o tempo
dispensado nas obrigações no serviço de quarto.
Nota Importante
A Convenção STCW-78, como emendada, exige que qualquer pessoa que conduza
treinamento a bordo, deverá fazê-lo apenas quando isso não for afetar de maneira adversa a
operação da embarcação e que possa haver tempo dedicado à instrução e a qualquer avaliação
de competência.
2. Este PIM terá a duração mínima de dois meses de embarque, compreendendo 44 horas de
atividades semanais, sendo que dessas, seis horas diárias são dedicadas a execução das tarefas
propostas e atribuições relativas às funções de apoio durante o serviço de quarto de navegação,
as outras duas horas diárias são reservadas a estudo e elaboração do relatório de instrução.
a) na fase 1, pelo desempenho na execução individual das tarefas propostas. Serão atribuídas
notas, a cada uma das tarefas, utilizando-se os parâmetros da tabela a seguir:
EXECUÇÃO DA
NOTA
TAREFA (%)
0 0
1a3 Até 30
4a5 entre 31 e 50
6a7 entre 51 e 70
8 a 10 Entre 71 e 100
7. A critério do Supervisor do PIM, a execução de uma tarefa poderá ser repetida pelo Praticante,
tantas vezes quantas forem necessárias, visando à obtenção do padrão de competência
desejável.
8. As tarefas que não puderem ser desenvolvidas por razões independentes do interesse do
aluno(a) em treinamento, não deverão ser consideradas quando do cálculo da nota final sendo,
porém, junto a cada item justificado como Não-Aplicável (NA), bem como ser devidamente
abonado por rubrica, pelo Supervisor do Programa.
9. Na parte final das folhas-tarefas de cada unidade há um espaço reservado para o lançamento
da nota correspondente às tarefas daquela unidade, bem como para as assinaturas e os
carimbos do Instrutor e do Supervisor do PIM.
10. A média das notas das tarefas será lançada no espaço reservado na “Folha de Avaliação do
PIM”, que seguirá para o OE de origem do Praticante assinada e identificada pelo Supervisor
do PIM.
11. A nota da avaliação do Relatório do PIM será lançada no espaço reservado na “Folha de
Avaliação do PIM” pelo docente designado pelo OE para corrigi-lo.
12. A nota final do estágio será obtida por meio da média aritmética das notas das duas fases
(primeira e segunda), onde a nota mínima para aprovação será seis (6). Essa nota será lançada
no espaço reservado na “Folha de Avaliação do PIM” pelo Coordenador do curso.
13. Será considerado reprovado no PIM e, por conseguinte, terá a matrícula cancelada o
Praticante que:
a) não alcançar a nota mínima no estágio;
b) interromper o estágio sem autorização do OE;
c) trocar de empresa sem prévia autorização do OE;
d) não realizar o PIM no período determinado; ou
e) não entregar o LRI, assim como o Relatório Individual no prazo máximo de trinta dias
corridos, após o término do estágio.
15. Terminado o PIM e após o seu desembarque, o Praticante deve se apresentar à Empresa, que
o fará retornar ao OE de origem, portando: CIR, LRI e Relatório.
16. Este LRI, com exceção das ocasiões necessárias para os registros por parte do Supervisor do
Programa, deverá ser mantido com o Praticante, inclusive por ocasião do seu desembarque,
estando assim sob sua completa responsabilidade.
Conforme exigido na Seção A-VI/1 e A-VI/6 do Código STCW-78, como parte de sua formação
pré-embarque (antes do PIM), você deverá ter completado “Instrução ou Treinamento Básico”
conforme listado a seguir. Introduza detalhes desta instrução ou treinamento conforme indicado.
Esta tabela deve ser completada semanalmente ou a intervalos semelhantes, tão logo a operação da
embarcação permita.
Os comentários devem ser relativos somente à competência e ao progresso prático do Praticante; não
devem, portanto, se referir ao seu caráter.
Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:
Comentário 1:
Comentário 2:
Comentário 3:
Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:
Comentário 4:
Comentário 5:
Comentário 6:
Nome completo do Instrutor (letra de forma): Rubrica: Embarcação / Data:
Comentário 7:
Comentário 8:
Os comentários devem ser relativos somente à competência e ao progresso prático do Praticante; não
devem, portanto, se referir ao seu caráter.
Nome completo do Supervisor Rubrica:
Comentário 1:
Carimbo/Data:
Comentário 2:
Carimbo/Data:
INSPEÇÃO DA EMPRESA DE NAVEGAÇÃO AO LIVRO DE REGISTRO
Os comentários devem ser relativos somente à competência e ao progresso prático do Praticante; não
devem, portanto, se referir ao seu caráter.
Comentário 1:
Carimbo/Data:
Será concedido a você Praticante um período de tempo durante o qual você terá oportunidade de se
familiarizar com a embarcação, com os procedimentos de segurança, prevenção da poluição do
meio ambiente, procedimentos em caso de emergência, com os equipamentos que utilizará e
arranjos específicos sobre serviço de quarto, exigidos para realizar suas obrigações. A localização
dos equipamentos de segurança e de emergência varia de embarcação para embarcação.
1 Toda Administração deverá, de acordo com o disposto na Seção A-I/14, fazer com que as companhias sejam
responsáveis pela designação de marítimos para servir em seus navios de acordo com o disposto na presente
Convenção, e exigir que toda companhia assegure-se de que:
.1 todo marítimo designado para qualquer de seus navios possua um certificado apropriado de acordo com o
disposto na Convenção, e como estabelecido pela Administração;
.2 seus navios sejam tripulados de acordo com as exigências da Administração relativas à fixação da
tripulação de segurança;
.3 os marítimos designados para qualquer dos seus navios tenham recebido uma instrução/ treinamento de
recapitulação e de atualização, como exigido pela Convenção;
.4 a documentação e os dados pertinentes a todos os marítimos empregados em seus navios sejam mantidos,
estejam prontamente acessíveis e contenham, sem ficar restrito a isso, a documentação e os dados sobre
sua experiência, instrução, aptidão médica e competência nas atribuições designadas;
.5 os marítimos, ao serem designados para qualquer de seus navios, estejam familiarizados com suas
atribuições específicas e com todo o arranjo, instalações, equipamentos, procedimentos e características
do navio que sejam pertinentes às suas rotinas ou a atribuições de emergência;
.6 a tripulação do navio possa coordenar efetivamente suas atividades em uma situação de emergência, e no
desempenho de funções vitais para a segurança do navio, proteção, e para a prevenção ou atenuação dos
efeitos da poluição: e
.7 a qualquer momento a bordo de seus navios haja uma comunicação verbal eficaz, de acordo com o
Capítulo V, Regra 14, parágrafos 3 e 4 da Convenção SOLAS
A fim de garantir que você esteja familiarizado com as instalações, os procedimentos referentes aos
arranjos e as características da embarcação e dos equipamentos, que são relevantes para a sua rotina
de trabalho ou obrigações, você deve executar, logo que embarcar, as seguintes tarefas:
FAMILIARIZAÇÃO DA EMBARCAÇÃO
Nome da Embarcação:
Atribuições Específicas:
Ler e demonstrar conhecimentos sobre as atribuições específicas do Moço de Convés.
Proteção Ambiental:
Familiarizar-se com:
O procedimento para manusear lixo, detritos e outras sobras.
O uso do compactador de lixo ou outro equipamento conforme apropriado
Seção A-VI/1
Requisitos mínimos obrigatórios para a familiarização em segurança, a instrução básica e a formação de todos os
marítimos.
Instrução de familiarização de segurança
1 Antes de serem designadas para desempenhar atribuições a bordo, todas as pessoas empregadas ou que estejam
trabalhando num navio que opere na navegação em mar aberto, que não de passageiros, deverão receber uma aprovada
instrução sobre familiarização em técnicas de sobrevivência pessoal, ou receber informações e instruções suficientes,
levando em consideração as orientações fornecidas na Parte B, para que sejam capazes de:
.1 se comunicar com outras pessoas a bordo sobre questões elementares e compreender os símbolos de
informações relativas à segurança, indicações e sinais de alarme;
.2 saber o que fazer se:
2.1 uma pessoa cair ao mar,
2.2 for detectado fogo ou fumaça, ou
2.3 se soar o alarme de incêndio ou de abandonar o navio;
.3 identificar os locais de reunião e de embarque e as rotas de escape de emergência;
.4 localizar e vestir coletes salva-vidas;
.5 dar o alarme e ter um conhecimento básico da utilização de extintores de incêndio portáteis;
.6 realizar uma ação imediata ao encontrar um acidente ou outra emergência médica, antes de procurar outra
assistência médica a bordo; e
.7 abrir e fechar as portas de incêndio, portas estanques ao tempo e portas estanques à água instaladas naquele
navio específico, exceto as aberturas no casco.
Instrução básica
2 Os marítimos empregados ou que estiverem trabalhando em qualquer capacidade a bordo de navios, na atividade
daquele navio, como parte da tripulação do navio, com atribuições relativas à segurança ou à prevenção da poluição na
operação do navio deverão, antes de serem designados para desempenhar quaisquer atribuições a bordo:
.1 receber uma instrução básica aprovada adequada, ou instruções sobre:
1.1 técnicas de sobrevivência pessoal, como especificado na tabela A-VI/1-1,
1.2 prevenção de incêndios e combate a incêndio, como especificado na tabela A-VI/1-2,
1.3 primeiros socorros elementares, como especificado na tabela A-VI/1-3, e
1.4 segurança pessoal e responsabilidades sociais, como especificado na tabela A-VI/1-4;
.2 ser-lhes exigido que forneçam provas de ter atingido o padrão de competência exigido para assumir as tarefas,
atribuições e responsabilidades listados na coluna 1 das tabelas A-VI/1-1, A-VI/1-2, A-VI/1-3 e A-VI/1-4,
mediante:
2.1 demonstração de competência, de acordo com os métodos e os critérios para avaliar competências
tabeladas nas colunas 3 e 4 dessas tabelas, e
2.2 exame ou avaliação contínua, como parte de um aprovado programa de instrução nos assuntos listados na
coluna 2 dessas tabelas.
3 A cada cinco anos, deverá ser exigido dos marítimos qualificados em instrução básica de acordo com o parágrafo 2
que forneçam provas de terem mantido os padrões de competência exigidos para assumir as tarefas, atribuições e
responsabilidades listados na coluna 1 das tabelas A-VI/1-1, A-VI/1-2.
4 As Partes podem aceitar uma instrução e experiência a bordo para manter o padrão de competência exigido nas
seguintes áreas:
.1 técnicas de sobrevivência pessoal, como especificado na tabela A-VI/1-1:
1.1 vestir um colete salva-vidas;
1.2 embarcar numa embarcação de sobrevivência, saindo do navio, usando um colete salva-vidas;
1.3 realizar as ações iniciais ao embarcar numa embarcação salva-vidas, para aumentar a chance de sobrevivência;
1.4 lançar ao mar um drogue ou uma âncora flutuante;
1.5 operar os equipamentos de uma embarcação de sobrevivência; e
1.6 operar os dispositivos de localização, inclusive equipamentos de rádio;
.2 prevenção de incêndios e combate a incêndio, como especificado na tabela A-VI/1-2;
2.1 usar um aparelho de respiração autônomo; e
2.2 realizar um salvamento num compartimento ou espaço cheio de fumaça, utilizando um
dispositivo aprovado de geração de fumaça a bordo, usando um aparelho de respiração.
Dispensas
5 A Administração pode, com relação a outros navios que não os de passageiros, com uma arqueação bruta
superior a 500, empregados em viagens internacionais e navios-tanque, se considerar que o tamanho e o
comprimento do navio, ou a natureza da sua viagem, são tais que tornam a aplicação de todas as exigências desta
seção não razoável ou impraticável, dispensar de algumas exigências os marítimos embarcados naquele navio, ou
naquela classe de navios, tendo em mente a segurança das pessoas a bordo, do navio e das propriedades e a
proteção do meio ambiente marinho.
O Supervisor do Programa ou o Instrutor deve avaliar as tarefas executadas pelo Praticante com o
objetivo de ratificar que as competências exigidas foram alcançadas. Para tal deve emitir uma nota,
datar e rubricar no lugar indicado.
Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Sobreviver na água em caso de abandono do As ações realizadas ao identificar os
navio. sinais de reunir são adequadas à
emergência indicada e estão de acordo
com os procedimentos estabelecidos.
O momento de realizar cada ação e a
sequência dessas ações é adequado à
circunstância e às condições
existentes, e minimiza os possíveis
perigos e ameaças à sobrevivência.
O método de embarcar na embarcação
de sobrevivência é adequado e evita
perigos a outros sobreviventes.
As ações iniciais após deixar o navio e
os procedimentos e ações na água
minimizam as ameaças à
sobrevivência.
.1 Minimizar o risco de incêndio e manter As ações iniciais ao tomar
2. um estado de prontidão para reagir a conhecimento de uma emergência
situações de emergência envolvendo fogo.
estão de acordo com as práticas e
procedimentos aceitos.
As ações realizadas ao identificar os
sinais de reunir são adequadas à
emergência indicada e estão de acordo
.2 Combater e extinguir incêndios com os procedimentos estabelecidos.
As roupas e os equipamentos são
adequados à natureza das operações de
combate a incêndio.
O momento da realização e a
sequência de cada ação são adequados
às circunstâncias e às condições
existentes.
A extinção do incêndio é conseguida
utilizando procedimentos, técnicas e
agentes de combate a incêndio
adequados.
Os procedimentos e técnicas de uso de
aparelhos de respiração estão de
acordo com as práticas e os
procedimentos aceitos.
3. Realizar uma ação imediata ao encontrar um A maneira e o momento certo de dar o
acidente ou outra emergência médica. alarme são apropriados para as
circunstâncias do acidente ou da
emergência médica.
A identificação da causa provável, da
natureza e da extensão dos ferimentos
é rápida e completa e a prioridade e a
sequência das ações são proporcionais
a qualquer possível ameaça à vida.
O risco de causar outros danos a si
mesmo e à vítima é sempre
minimizado.
4. Agir de acordo com os procedimentos de A ação inicial ao tomar conhecimento
emergência. de uma emergência está de acordo
com os procedimentos estabelecidos
em resposta a emergências.
As informações prestadas ao dar o
alarme são rápidas, precisas,
completas e claras.
5. Tomar precauções para prevenir a poluição Os procedimentos relativos à
do meio ambiente. organização, destinados a salvaguardar
o meio ambiente marinho, são sempre
observados.
6. Observar práticas de trabalho com As práticas de trabalho com segurança
segurança. são observadas e os equipamentos de
segurança e de proteção adequados são
sempre usados corretamente.
7. Contribuir para que haja comunicações As comunicações são sempre claras e
efetivas a bordo do navio. efetivas.
8. Contribuir para que haja relações humanas São sempre observados os padrões
efetivas a bordo do navio. esperados de trabalho e de
comportamento.
queimaduras.
Na tabela a seguir, insira os pontos de reunião de incêndio e embarque em caso de abandono, bem
como outros detalhes, nos espaços apropriados. Peça ao Comandante para assinar no espaço
destinado para tal.
Nome da Embarcação
Assinatura do Comandante
Data
Requisitos mínimos obrigatórios para a certificação de subalternos que fazem parte de um quarto de serviço de
navegação Padrão de competência
1 Deverá ser exigido de todo subalterno que faça parte de um quarto de serviço de navegação em um navio que
opere na navegação em mar aberto, com arqueação bruta igual ou superior a 500, que demonstre competência para
desempenhar as funções de navegação no nível de apoio, como especificado na coluna 1 da tabela A-II/4.
2 O conhecimento, o entendimento e a proficiência mínimos exigidos para subalternos que fazem parte de um
quarto de serviço de navegação em um navio que opere na navegação em mar aberto com arqueação bruta igual ou
superior a 500, estão listados na coluna 2 da tabela A-II/4.
3 Deverá ser exigido de todo candidato a certificação que forneça provas de ter atingido o padrão de
competência exigido, de acordo com os métodos para demonstrar competência e com os critérios de avaliação de
competências especificadas nas colunas 3 e 4 da tabela A-II/4. A referência feita ao “teste prático” na coluna 3 pode
abranger uma aprovada instrução realizada em terra, na qual os alunos são submetidos a testes práticos.
Quando não houver tabelas de competência para o nível de apoio com relação a certas funções, continua sendo
responsabilidade da Administração estabelecer as exigências adequadas para a instrução, avaliação e certificação a
serem aplicadas ao pessoal designado para desempenhar aquelas funções no nível de apoio.
Quando não houver tabelas de competência para o nível de apoio com relação a certas funções, continua sendo
responsabilidade da Administração estabelecer as exigências adequadas para a instrução, avaliação e certificação a
serem aplicadas ao pessoal designado para desempenhar aquelas funções no nível de apoio.
Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Governar o navio e atender às ordens de leme Um curso estável é governado dentro
corretamente, também em língua inglesa: dos limites aceitáveis, considerando à
− utilização das agulhas magnética e área de navegação e condição de mar
giroscópica; prevalente. Alterações de curso são
− ordens de leme; e suaves e controladas. As comunicações
− passagem do piloto automático para são claras e concisas a todo o momento
governo manual e vice-versa. e as ordens são reconhecidas à maneira
dos marinheiros.
Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Manter uma boa vigilância visual e auditiva: Os sinais sonoros, as luzes e os objetos
− Responsabilidades de uma vigilância, são prontamente detectados e a sua
inclusive a informação da marcação marcação correta, em graus ou pontos
aproximada de um sinal sonoro, de uma luz de referência, é informada ao oficial de
ou de outro objeto, em graus ou em pontos.
serviço.
do GMDSS.
Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Contribua para o monitoramento e controle As comunicações são claras e concisas,
de um serviço de quarto seguro: e procura obter informações ou
− Termos e definições empregados a esclarecimentos do oficial de serviço
bordo. quando as informações ou instruções
− Uso de comunicações interiores e de
relativas ao quarto de serviço não são
sistemas de alarme adequados.
claramente compreendidas.
Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Contribua para a monitoração e controle de A condução, a assunção e a passagem
um serviço de quarto seguro: do quarto de serviço estão de acordo
* Procedimentos para assumir, conduzir e com as práticas e procedimentos
passar o quarto de serviço. aceitos.
* Informações necessárias para conduzir um
quarto de serviço seguro.
* Procedimentos básicos de proteção
ambiental.
PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA
Ref. Demonstração
Competências Critérios para Avaliação
Nº Rubrica Data
1. Operar equipamentos de emergência e As ações iniciais ao tomar
empregar procedimentos de emergência: conhecimento de uma situação de
* Conhecimento das atribuições de emergência ou anormal estão de acordo
emergência e dos sinais de alarme. com as práticas e procedimentos
* Conhecimento dos sinais pirotécnicos de estabelecidos.
perigo, EPIRB e SART via satélite. As comunicações são o tempo todo
* Ações para evitar falsos alertas de perigo e claras e concisas e o recebimento das
a realizar em caso de um acionamento ordens é acusado de uma maneira
acidental. marinheira.
A integridade dos sistemas de
emergência e de alerta de perigo é
mantida o tempo todo.
ANEXO A
MARINHA DO BRASIL
Praticante
a) durante o Programa de Instrução no Mar (PIM), o Praticante de Moço de Convés será avaliado
por um Instrutor, sob orientação do Supervisor do Programa, quanto às competências e
habilidades na execução individual das tarefas propostas. Será atribuída a cada uma das
tarefas uma nota, a qual deverá ser registrada na própria folha tarefa, na coluna
correspondente. A Média das notas atribuídas nas avaliações das tarefas será lançada no
espaço reservado a seguir nesta “Folha”, devendo constar as assinaturas, e carimbos do
Comandante da embarcação e do Supervisor, nos lugares indicados; e,
c) a nota final do estágio será obtida por meio da média das notas atribuídas nas duas avaliações,
a qual deverá ser lançada no espaço reservado a seguir nesta “Folha”.
Nota da execução
das tarefas
Nota do relatório:
ANEXO B
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS
.
Assinatura do Supervisor do PIM: .
Data:
ANEXO C
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE PORTOS E
COSTAS
COMENTÁRIOS DO PRATICANTE
Caro Praticante, aproveite este espaço para registrar suas críticas e/ou sugestões sobre o
Programa de Instrução no Mar. A sua realimentação é de suma importância para a melhoria da
qualidade do processo ensino-aprendizagem.
Assinatura do Praticante
ANEXO D
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE PORTOS E
COSTAS
SUGESTÕES DO COMANDANTE
Esta folha foi reservada para que o Comandante da embarcação possa apresentar sugestões
que contribuam para melhorar a formação dos futuros aquaviários - Moços de Convés.
Embarcação: Data: / /