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Estatuto da Polícia Militar do RJ

O Estatuto da PMERJ define a carreira de policial militar como privativa de brasileiros natos e estabelece requisitos para ingresso, incluindo a conclusão do Curso de Formação de Oficiais. Os policiais militares têm direitos e deveres definidos por legislação específica e podem ser convocados para o serviço ativo. O ingresso na Polícia Militar é aberto a todos os brasileiros natos, respeitando condições de nacionalidade, idade, aptidão e idoneidade moral.
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Estatuto da Polícia Militar do RJ

O Estatuto da PMERJ define a carreira de policial militar como privativa de brasileiros natos e estabelece requisitos para ingresso, incluindo a conclusão do Curso de Formação de Oficiais. Os policiais militares têm direitos e deveres definidos por legislação específica e podem ser convocados para o serviço ativo. O ingresso na Polícia Militar é aberto a todos os brasileiros natos, respeitando condições de nacionalidade, idade, aptidão e idoneidade moral.
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ESTATUTO DA PMERJ

ESTATUTO DA PMERJ
Art. 5º. A carreira de policial militar é caracterizada por atividade continuada e inteiramente devotada às finali-
dades precípuas da Polícia Militar, denominada atividade policial e militar.

ͫ A carreira de policial militar é privativa do pessoal da ativa; inicia-se com o ingresso na


Polícia Militar e obedece à sequência de graus hierárquicos.
Art. 12, § 2º. A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados,
salvo nos casos previstos nesta Constituição.
§ 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:
I - de Presidente e Vice-Presidente da República;
II - de Presidente da Câmara dos Deputados;
III - de Presidente do Senado Federal;
IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;
V - da carreira diplomática;
VI - de oficial das Forças Armadas.
VII - de Ministro de Estado da Defesa.
ͫ É privativa de brasileiro nato a carreira de Oficial da Polícia Militar.
ͫ Constitui requisito indispensável para ingresso no Quadro de Oficiais Policiais Militares a
conclusão do Curso da Escola de Formação de Oficiais da Corporação.
Art. 6º - São equivalentes as expressões na ativa, em serviço ativo, em serviço na ativa, em serviço, em atividade
ou em atividade policial militar conferidas aos policiais militares no desempenho de cargo, comissão, encargo,
incumbência ou missão, serviço ou atividade policial militar ou considerada de natureza policial militar nas orga-
nizações policiais militares, bem como em outros órgãos do Estado, quando previstos em lei ou regulamento.
» Ficam incluídos nos dispositivos do art. 6º in fine da Lei nº 443, de 1º de julho de
1981, e do art. 6º in fine da lei nº 880, de 25 de julho de 1985, respectivamente,
os servidores militares, no limite de 4 (quatro), lotados na Companhia Estadual de
Águas e Esgotos (CEDAE).
Art. 7º - A condição jurídica dos policiais militares é definida pelos dispositivos constitucionais que lhes forem
aplicáveis, por este Estatuto e pela legislação que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres
e obrigações.
Art. 8º - Os policiais militares da reserva remunerada poderão ser convocados para o serviço ativo, em caráter
transitório e mediante aceitação voluntária, por ato do Governador do Estado, desde que haja conveniência para
o serviço.
Art. 9º - O disposto neste Estatuto aplica-se no que couber, aos policiais militares reformados, da reserva remu-
nerada e aos capelães policiais militares.

ͫ Os Capelães policiais militares são regidos por legislação própria.


ESTATUTO DA PMERJ 3

DO INGRESSO NA POLÍCIA MILITAR


Art. 10 - O ingresso na Polícia Militar é facultado a todos os brasileiros natos, sem distinção de raça ou de crença
religiosa, mediante inclusão, matrícula ou nomeação, observadas as condições prescritas neste Estatuto, em lei
e nos regulamentos da Corporação.
Art. 11 - Para a matrícula nos estabelecimentos de ensino policial militar destinados à formação de oficiais, de
graduados e de soldados, além das condições relativas à nacionalidade, idade, aptidão intelectual, capacidade
física e mental e idoneidade moral, é necessário que o candidato não exerça, nem tenha exercido, atividades
prejudiciais ou perigosas à Segurança Nacional.

ͫ O disposto no caput deste artigo e no art. 10 desta Lei aplica-se aos candidatos ao ingresso
nos Quadros de Oficiais em que é também exigido o diploma de estabelecimentos de
ensino superior reconhecido pelo Governo Federal e aos Capelães Policiais Militares.
ͫ Para ingresso no Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar – CFO – QOPM, além
dos requisitos do caput deste artigo e do art. 10 desta Lei, é exigido o título de bacharel
em Direito, obtido em estabelecimento reconhecido pelo sistema de ensino federal,
estadual ou do Distrito Federal.

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