Projeto de Infraestruturas Optrónica Exército
Projeto de Infraestruturas Optrónica Exército
Orientadores:
Professor Doutor Filipe André de Sousa Figueira Barata
Professor Luís Miguel Silveiro Elvas
Júri:
Presidente: Professora Doutora Rita Marcos Fontes Murta Pereira
Vogais:
Professor Doutor José Luís Rosa de Almeida
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Resumo
O presente trabalho materializado neste relatório, intitulado Desenvolvimento de um
projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma oficina
de Optrónica do Exército Português traduz-se no resultado da investigação levada a cabo
no decorrer do trabalho empírico, no âmbito do mestrado em Engenharia Eletrotécnica –
Ramo de Energia e teve como objeto de estudo as instalações especiais de uma oficina de
Optrónica.
A segurança do edifício e dos militares que vão ocupar as instalações deve ser sempre
assegurada em caso de incêndio. Por forma a garantir essa premissa, previu-se a instalação
de um sistema de deteção de incêndios, sinalética e a instalação de meios de primeira
intervenção.
ii
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Palavras-Chave:
Optometria, legislação, normalização, instalações elétricas, infraestruturas de
telecomunicações, instalações de segurança, instalações mecânicas, iluminação, rede de
terra.
iii
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Abstract
The present work materialized in this report, entitled Development of a project of
electricity, telecommunications and security infrastructures of an Optronics workshop of
the Portuguese Army, is the corollary of the investigation carried out in the course of the
empirical work, within the scope of the master's degree in Electrotechnical Engineering -
Energy Branch and had as its object of study the optronics repair shop special facilities.
Thus, through an interpretative/argumentative study and to answer to the purposes, the
facilities were characterized with the aim of presenting their design, as well as the
equipment characteristics to be installed.
The electrical installations building design aims to provide it with the necessary
conditions for its adaptation to the purpose for which they are intended and their
efficiency in use. The repair facilities have a particularity in the connection to the ground,
and most offices have a conductive pavement. Except in military hospitals and the
existing Optronics facility, the Portuguese Army does not have other spaces with the
ground regime imposed in this project. The building telecommunications infrastructure is
only the internal network of the Army, that is, there are no connections to external
operators.
The building safety and the military who will occupy the facilities, should always be
ensured in the fire event. To ensure it, the fire detection system, signage and the
installation of first intervention means was planned.
The facilities mechanical installations design considered the use and the number of
personnel utilising the installation. The building was equipped with air renewal systems
and heating and cooling systems for spaces.
iv
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Keywords:
Optometry, legislation, standardization, electrical installations, telecommunication
infrastructures, security installations, mechanical installations, lighting, ground network.
v
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Agradecimentos
Nesta etapa tão importante da minha vida académica, apresento este projeto, de
enriquecimento profissional e pessoal, do qual fez parte uma trajetória de múltiplos
desafios. Apesar da responsabilidade deste trabalho académico ser, predominantemente,
um ato individual, este só se materializou graças às intervenções de diferentes e cruciais
atores que participaram nesta trajetória. Assim, e não obstante a dureza do caminho, este
não foi, de todo, percorrido na solidão. Várias pessoas contribuíram para que fosse
possível trilhá-lo sendo, portanto, um trabalho coletivo.
Sem qualquer vínculo hierárquico, agradeço a todos aqueles que, com o seu saber, a sua
colaboração e o seu apoio crítico, dispuseram do seu tempo para debater comigo
orientações e práticas sobre o projeto.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
vii
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Índice
Resumo .........................................................................................................................................................ii
Palavras-Chave: ...........................................................................................................................................iii
Abstract ....................................................................................................................................................... iv
Keywords: .................................................................................................................................................... v
Agradecimentos ........................................................................................................................................... vi
Índice .........................................................................................................................................................viii
Lista de Figuras ............................................................................................................................................ x
Lista de Tabelas ........................................................................................................................................... xi
Anexos........................................................................................................................................................xii
Lista de Siglas ...........................................................................................................................................xiii
Lista de Variáveis ....................................................................................................................................... xv
1 Introdução............................................................................................................................................. 1
1.1.1 Enquadramento/Motivação ......................................................................................................... 1
1.1.2 Objetivos ..................................................................................................................................... 2
1.1.3 Estrutura ...................................................................................................................................... 2
2 Estado da Arte ...................................................................................................................................... 4
2.1.1 O Projeto ..................................................................................................................................... 4
2.1.2 Estrutura Base de um Projeto ...................................................................................................... 5
2.1.3 Infraestruturas de Eletricidade .................................................................................................... 7
2.1.4 Infraestruturas de telecomunicações ........................................................................................... 8
2.1.5 Sistema de Deteção de Incêndios .............................................................................................. 10
2.1.6 Sistema de AVAC ..................................................................................................................... 12
3 Instalações Elétricas ........................................................................................................................... 14
3.1 Caracterização da Instalação Elétrica ............................................................................................. 15
3.1.1 Alimentação de Energia Elétrica ............................................................................................... 15
3.1.2 Seleção e Instalação de Equipamentos ...................................................................................... 15
3.1.3 Rede Elétrica do Edifício .......................................................................................................... 17
3.1.4 Diagrama de Cargas .................................................................................................................. 18
3.1.5 Caracterização dos Quadros elétricos ....................................................................................... 20
3.1.6 Dimensionamento das canalizações e proteções ....................................................................... 21
3.1.7 Correntes de Curto Circuito ...................................................................................................... 29
3.1.8 Iluminação ................................................................................................................................ 35
3.1.9 Rede IT ..................................................................................................................................... 41
3.1.10 Proteção contra descargas atmosféricas ................................................................................ 43
3.1.11 Rede de Terras ...................................................................................................................... 46
3.1.12 Caracterização da Rede de Terras ......................................................................................... 47
3.1.13 Dimensionamento da Rede de Terras ................................................................................... 48
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Lista de Figuras
Figura 1 - Fases da Elaboração do Projeto Técnico ITED [7] .................................................................... 10
Figura 2 - Mapa Indicativo dos níveis de tensão em uso de Rede Nacional de Distribuição ..................... 14
Figura 3 - Localização da Oficina de Optrónica ......................................................................................... 17
Figura 4 - Figura 43A da secção 433.2 da RTIEBT "Coordenação entre condutores e os ......................... 22
Figura 5 - Troço do QGBT ao QGE e à carga final do circuito 6 ............................................................... 23
Figura 6 - Troço 1 ....................................................................................................................................... 29
Figura 7 - Troço 6 ....................................................................................................................................... 33
Figura 8 - Diferenças entre um IRC Alto e Baixo (Luxside,2013) ............................................................. 36
Figura 9 - Temperaturas de Cor das Lâmpadas .......................................................................................... 37
Figura 10 - Índice de Encandeamento na Área de Trabalho....................................................................... 38
Figura 11 - Fabrico de Acessórios (DIALUX) ........................................................................................... 40
Figura 12 - Cabo UTP 4 pares Categoria 6................................................................................................. 52
Figura 13 - Chicote Categoria 6, cabo UTP com terminais RJ45 ............................................................... 53
Figura 14 - Cabo de Fibra Ótica monomodo LC/PC .................................................................................. 53
Figura 15 - Bastidor Mural 19'' 15U ........................................................................................................... 54
Figura 16 - UPS rack de 19'' ....................................................................................................................... 54
Figura 17 - Central de Alarme de Incêndio Endereçável ............................................................................ 62
Figura 18 - Detetor Ótico/Térmico ............................................................................................................. 63
Figura 19 - Botoneira Manual de Emergência ............................................................................................ 63
Figura 20 - Sirene Endereçável .................................................................................................................. 64
Figura 21 - Extintor Pó Químico ABC ....................................................................................................... 67
Figura 22 - Extintor CO2 com suporte em tripé ......................................................................................... 68
Figura 23 - Sinalização para a identificação das vias de evacuação ........................................................... 69
Figura 24 - Sinalização de meios de alerta e combate ao incêndio ............................................................ 70
Figura 25 - Caudal mínimo de ar novo determinado em função da carga poluente devida à ocupação
[m3/(hora x pessoa) .................................................................................................................................... 82
Figura 26 - "Tabela I.06 - Caudais mínimos de extração de ar a assegurar para locais e instalações
especificas" - Portaria nº 353-A/2013 ........................................................................................................ 90
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Lista de Tabelas
Tabela 1 Classificação de Influências Externas - Interior do Edifício ........................................................ 16
Tabela 2 - Classificação de Influências Externas e Índices de Proteção das Instalações Sanitárias ........... 16
Tabela 3 - Identificação dos circuitos de tomadas ...................................................................................... 18
Tabela 4 - Potência por Área ...................................................................................................................... 19
Tabela 5 - Potências do AVAC .................................................................................................................. 20
Tabela 6 - Canalização e Proteção dos Quadros Elétricos .......................................................................... 25
Tabela 7 - Canalização e Proteção do Quadro de AVAC ........................................................................... 26
Tabela 8 - Dados do Circuito C06 .............................................................................................................. 27
Tabela 9 - Valores Máximos (UGR) .......................................................................................................... 37
Tabela 10 – Iluminância média (U) ............................................................................................................ 38
Tabela 11 - Valores Máximos DPI ............................................................................................................. 39
Tabela 12 -Valores Obtidos pelo Software ................................................................................................. 40
Tabela 13 - Dados do Cabo SC/APC .......................................................................................................... 55
Tabela 14 - Resultados obtidos para ALP .................................................................................................... 56
Tabela 15 – Dados dos cabos de telecomunicações ................................................................................... 56
Tabela 16 – Potência a Instalar por Espaço ................................................................................................ 75
Tabela 17 - Potência das Unidades Interiores............................................................................................. 76
Tabela 18 – Unidades Interiores das Salas Técnicas .................................................................................. 79
Tabela 19 – Dados do Espaço para Calculo do Caudal .............................................................................. 82
Tabela 20 - Caudal para Cada Espaço – Zona 1 ......................................................................................... 85
Tabela 21 - Caudal para Cada Espaço – Zona 1 ......................................................................................... 86
Tabela 22 - Dados para Cálculo das Condutas Circulares .......................................................................... 87
Tabela 23 - Dados para Cálculo das Condutas Circulares .......................................................................... 88
Tabela 24 – Dados para cálculo pelo método pela área .............................................................................. 91
Tabela 25 - Dados para cálculo pelo método da ocupação ......................................................................... 91
Tabela 26 - Caudal total das instalações sanitárias ..................................................................................... 92
Tabela 27 – Grelhas das instalações sanitárias ........................................................................................... 92
Tabela 28 - Diâmetro das condutas das instalações sanitárias .................................................................... 93
Tabela 29 - Diâmetro das condutas principais das instalações sanitárias ................................................... 93
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oficina de Optrónica do Exército
Anexos
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oficina de Optrónica do Exército
Lista de Siglas
ANPC – Autoridade Nacional da Proteção Civil
ATE – Armário de Telecomunicações do Edifício
ATI – Armário de Telecomunicações Individual
AVAC – Sistemas de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado
CC – Cabo Coaxial
CDI – Central de Deteção de Incêndios
DL – Decreto-Lei
CV – Câmara de Visita
DCSI – Direção de Comunicações e Sistemas de Informação do Exército
DIE – Direção de Infraestruturas do Exército
DPI – Densidade de potência instalada
DST – Descarregadores de Sobretensão
FO – Fibra Ótica
Icc – Corrente de Curto-Circuito
IRC – Índice de reprodução cromática
ITED – Infraestruturas de Telecomunicações em Edifícios
ITUR – Infraestruturas de Telecomunicações em Loteamentos, Urbanizações e
Conjuntos de Edifícios
NE – Norma Europeia
PC – Par de Cobre
PT – Posto de Transformação
QAI – Qualidade de ar interior
QGBT – Quadro Geral de Baixa Tensão
QGE – Quadro Geral do Edifício
QP – Quadro Parcial
RTIEBT – Regras Técnicas das Instalações Elétricas em Baixa Tensão
SADI – Sistema Automático de Deteção de Incêndios
SCIE – Segurança Contra Incêndios em Edifícios
UE – Unidade Exterior
UI – Unidade Interior
UGR – Encandeamento
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oficina de Optrónica do Exército
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Lista de Variáveis
AFO Atenuação das fibras dB
ALP Atenuação da ligação permanente dB
IB Corrente de serviço A
L Comprimento m
FP Fator de potência
ZccR Impedância de curto-circuito equivalente da rede distribuidora Ω
P Potência ativa kW
U Queda de tensão V
V Velocidade m/h
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Capítulo I - Introdução
1 Introdução
Como tudo deve ser contextualizado, de maneia a coadjuvar numa leitura mais
fundamentada e menos abstrata, reservamos este primeiro Capítulo – Introdução, tal
como o nome nos sugere, para uma apresentação ao trabalho intitulado Desenvolvimento
de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército Português, desenvolvido no âmbito do Mestrado em
Engenharia Eletrotécnica, no Instituo Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), na
Oficina de Optrónica do Exército. Neste sentido, damos conta daquelas que foram as
nossas motivações para se encetar este estudo, dos objetivos que se pretende alcançar com
o mesmo e da estrutura do trabalho, ou seja, uma antevisão do que os leitores podem
encontrar.
1.1.1 Enquadramento/Motivação
A Direção de Infraestruturas do Exército (DIE) é a responsável pela construção,
remodelação e manutenção das infraestruturas de todos os quarteis e edifícios militares,
sendo os Engenheiros Eletrotécnicos os responsáveis pelas Instalações Especiais dos
mesmos. Sempre que são executadas obras de construção ou de remodelação dentro de
quarteis militares, estes não são alvos de inspeção por entidades exteriores ao Exército.
No entanto os projetistas, sempre que possível, cumprem a legislação em vigor.
Atualmente existe uma oficina de Optrónica no Exército, no entanto esta não reúne todas
as condições necessárias para o bom funcionamento a que esta se destina. Por essa razão,
foi solicitado à Direção de Infraestruturas do Exército a execução de um projeto para
substituição da mesma. Contudo, o pedido feito tinha de juntar num só edifício a secção
de Eletrónica e Optrónica com a secção de Sistemas de Energia.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
1.1.2 Objetivos
A delineação dos objetivos é uma fase crucial no desenvolvimento de qualquer projeto
de, pois sabendo-se o que se pretende facilita a escolha/procura das respostas e ou
estratégias mais ajustadas para a consecução dos fins pretendidos. Nestes pressupostos, o
foco deste trabalho consiste em compreender o dimensionamento de várias especialidades
de um edifício a construir e criar bases de trabalho para futuros projetos. Assim,
delinearam-se os seguintes objetivos: efetuar um estudo e análise das exigências e
critérios da oficina inerentes às diferentes atividades que se desenvolvem no local, estudar
os esquemas de ligação à terra (TN e/ou IT); proceder ao estudo luminotécnico; sugerir
proposta de solução para o sistema de deteção de incêndios e sistemas de aquecimento,
ventilação e ar condicionado (AVAC), em conformidade com os requisitos legais e
obrigatórios exigidos pela instituição.
1.1.3 Estrutura
Estruturalmente, o trabalho apresentado, e materializado nesta dissertação, divide-se em
sete capítulos. Inicia-se, como anteriormente referimos, a introdução que tem como
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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O capítulo II, Estado da Arte, tem como enfoque dar uma visão/perspetiva dos trabalhos
realizados no âmbito do projeto em apreço, recorrendo-se para o efeito, de uma plêiade
de autores de referência, nessa matéria/domínio.
No capítulo VII e último capítulo, Conclusões, tal como o título nos sugere remete-nos
para o balanço inerente a projeto como um todo. Ou seja, apresentam-se as principais
conclusões resultantes da consecução do trabalho desenvolvido e intenta-se refletir os
pontos fortes e menos fortes do projeto de maneira a contribuir para novas e ou
complementares investigações futuras.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
2.1.1 O Projeto
Quando falamos em projeto, pensamos em algo vindouro, algo pensado e idealizado para
curto, médio e longo prazo, seja a nível pessoal, profissional ou académico.
Independentemente do seu carácter, mais ou menos técnico, um projeto visa sempre,
antecipar, uma ação futura, obedecendo, para o efeito, ao desenho de uma atividade, ou
conjunto de atividades, com o objetivo de resolver e ou mitigar uma determinada situação
(por norma deficitária).
Cada projeto é desenvolvido de forma faseada, sendo que cada fase passa por decisões
fundamentadas do projetista. Assim, devem ser realizadas com base em documentos
técnicos, emitidos pelas entidades oficiais, nos quais constem princípios e métodos de
cálculo aplicáveis ao dimensionamento das infraestruturas. Com essa informação, o
projetista deve, eficaz e eficientemente, ser capaz de realizar o dimensionamento tendo
em consideração os requisitos do requerente e sem nunca colocar em causa a segurança
das instalações e dos seus utilizadores.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Primeira fase:
• à sua localização;
• ao tipo de instalação;
• às necessidades;
Segunda fase:
Com base nas informações obtidas, o projetista deve apresentar uma solução ao
requerente. Essa solução deve ser acompanhada de peças desenhadas (anexo 6) e
peças escritas que reportem elementos que permitem esclarecer e identificar as
condições necessárias para o desenvolvimento do projeto.
Terceira fase:
5
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Quarta fase:
• Cálculos justificativos;
Quinta fase:
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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• Guia técnico das Classes de Reação ao Fogo dos Cabos Elétricos para Instalações
Elétricas de Baixa Tensão, DGEG/DSEE [4];
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• Tipo B — instalações que sejam alimentadas pela RESP em média, alta ou muito
alta tensão;
Por forma a dotar o novo edifício da Oficina de Optrónica do Exército Português com
uma infraestrutura elétrica otimizada e capaz de satisfazer todos os requisitos pedidos,
será apresentado uma proposta constituinte por:
8
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
2. O projetista estuda várias soluções para o respetivo projeto. Com base nesse
estudo, propõe ao requerente várias soluções, considerando múltiplas
condicionantes;
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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A realização das fases, sistematizadas na figura 1, visam garantir que as ITED acreditem
os serviços previstos no projeto e que assegure uma ligação segura às redes de
comunicação.
Segundo o Dec. Lei nº123/2009 [6], “O regime previsto no presente decreto-lei não se
aplica às redes privativas dos órgãos políticos de soberania, do Ministério da Defesa
Nacional, ou sob sua responsabilidade, às redes das forças e serviços de segurança, de
emergência e de proteção civil, sem prejuízo da possibilidade de estas entidades,
querendo, poderem disponibilizar acesso às infra -estruturas aptas ao alojamento de redes
de comunicações eletrónicas que detenham, nos termos previstos no presente decreto -
-lei”.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Como referido anteriormente, no Exército estes termos não são necessários, no entanto
os projetos são feitos pelos Engenheiros Eletrotécnicos responsáveis pelas infraestruturas
elétricas de todos os quarteis. No decorrer da obra, o projetista acompanha a fiscalização
de forma a garantir que os equipamentos são os referidos no projeto e se são instalados
como previsto.
• Sinalética;
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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• Normas Portuguesas;
• Normas Europeias.
Um aspeto que deve ter sido em consideração nas instalações dos quarteis é que todas as
centrais devem estar interligadas com a central instalada na casa da guarda, uma vez que
esse local está sempre frequentado por militares.
Nesse sentido, por forma a garantir a saúde e bem-estar de todos os colaborados, têm sido
implementados sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado em todos os
edifícios intervencionados.
O presente projeto destina-se a um edifício novo. Este edifício está projetado para
albergar vários militares a desempenharem, maioritariamente, funções em laboratórios,
justificando-se a instalação de equipamentos de climatização e renovação de ar como se
propões no projeto em apreço.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Tal como nas empresas civis, o Exército tem dois tipos de modalidades de investimento:
Capex e Opex. O tipo Capex trata-se de quando a empresa adquire instalações, máquinas,
equipamentos, entre outros. O pagamento desses equipamentos é feito no ato da compra
e todos os equipamentos passam a ser património do Exército estando à responsabilidade
da Unidade onde foram instalados. Por outro lado, o tipo Opex é referente aos custos
operacionais, por exemplo, alugueres de equipamentos, custos de manutenção entre
outros gastos consumíveis. No que concerne ao pagamento destes custos, dependendo da
situação contratualizada, podem ocorrer mensalmente ou anualmente. E o pagamento é
feito, dependendo da situação, mensalmente ou anualmente.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Todos os quarteis são alimentados por um posto de transformação acomodado dentro das
instalações militares, projetados pelos engenheiros eletrotécnicos militares.
Posteriormente é lançado um concurso público para a execução do projeto. Nas
instalações militares, dada a especificidade do seu regime, nenhuma das instalações
elétricas é alvo de vistoria com exceção dos postos de transformação. Terminada a obra,
esta só se considera finalizada e pronta para utilização após certificação pela entidade
competente. Aquando da referida inspeção, esta é sempre acompanhada pelo técnico
militar responsável pelo PT. O quartel em causa já possui um posto de transformação
certificado, pelo que no não foi considerado no presente projeto. O posto de
transformação existente tem uma potência de 630 kVA e é alimentado por uma rede de
30 kV (como indicado na imagem abaixo representada).
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Por forma a garantir a continuidade de serviço nos gabinetes, foi previsto o regime de
neutro IT. Sendo as restantes áreas dotadas do regime de neutro TN.
• QP1;
• QP2;
• QAVAC;
• QIT_1;
• QIT_2.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Como se pode constatar nas tabelas em epígrafe, o valor de IP é referente ao valor máximo
do equipamento do local. Este valor indica a resistência e a adequação dos produtos para
uso em ambiente interno da oficina.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Para calcular a potência para o quadro principal do edifício foi necessário saber quais as
necessidades dos equipamentos a instalar. Por forma a conseguir determinar exatamente
os equipamentos, realizou-se uma visita às atuais instalações e verificou-se que não
existem necessidades que careçam de alimentações especiais ou equipamentos que
tenham um elevado consumo de energia.
Após a conclusão do estudo luminotécnico pelo software Dialux, foi possível saber qual
a potência que cada espaço deve consumir. De igual forma perspetivaram-se os valores
relativos à iluminação no que aos espaços alimentados pelo QIT1, diz respeito, conforme
se sistematiza na tabela 4.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Para saber a potência total somaram-se os valores obtidos, resultando o valor de 13,70
kW.
𝑃 13,70
𝑆= = = 17,13 (𝑘𝑉𝐴) (1)
𝑓𝑝 0,8
Onde:
S – Potência Aparente (kVA);
P – Potência Ativa (kW);
fp – fator de potência (o valor utilizado foi de 0,8);
No entanto, o quadro geral do edifício deve alimentar os restantes quadros, dessa forma
foi necessário calcular a potência a instalar em cada quadro parcial.
O método de cálculo utilizado para o quadro parcial 1, quadro parcial 2, quadro IT1 e
quadro IT2 foi igual ao anteriormente apresentado, plasmando-se os resultados obtidos
no anexo 1. De referir que nos quadros IT apenas devem ser ligados os circuitos de
tomadas, devendo, por conseguinte, ligar-se a iluminação aos respetivos quadros parciais.
Isto porque para o presente edifício apenas é necessário ter as tomadas em regime IT, ao
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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ligar mais cargas a este quadro a potência deste seria mais elevada, por consequente o
valor do transformador a instalar seria superior o que iria trazer mais custos à instalação.
Quadro AVAC
No entanto, os cálculos para o quadro de AVAC foram diferentes dos restantes, isto
porque neste quadro apenas devem ficar ligados as alimentações para todos os
equipamentos de climatização.
Por forma a saber qual a necessidade de cada equipamento, foi necessário consultar as
memórias descritivas de cada equipamento dimensionado. Na tabela abaixo indicada
estão descritas as potências totais obtidas, nos valores apresentados tendo-se em
consideração a quantidade de máquinas (no capítulo 6 encontram-se descritas quais as
máquinas e a quantidade).
Tabela 5 - Potências do AVAC
Equipamentos S (kVA)
Unidades Interiores 1,53
Unidades Exteriores 57,38
UTA 21,50
Ventiladores Instalações
1,25
Sanitárias
Para garantir o bom funcionamento do sistema, a potência total a instalar deve ser de
81,66kVA, todavia, a potência prevista foi de 85kVA.
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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constante nos esquemas elétricos do quadro e respetivos acessórios e garantir uma reserva
mínima de espaço de 30%.
O quadro elétrico tem de cumprir com as disposições das secções [Link] e 5 das
RTIEBT. A aparelhagem de comando, corte e proteção a instalar deve estar em
conformidade com as normas internacionais.
O equipamento necessita de ser instalado dentro do quadro elétrico de forma que o seu
funcionamento não seja afetado por interação de fontes de calor, arcos elétricos, vibração
ou campos eletromagnéticos.
Nos interruptores de calibre acima dos 63A devem ser colocados aos seus terminais tapa
bornes. No caso dos interruptores de corte geral de painel, os tapa bornes,
independentemente do seu calibre, são de caráter obrigatório.
𝐼𝐵 ≤ 𝐼𝑁 ≤ 𝐼𝑍 𝑒 𝐼2 ≤ 1,45𝐼𝑍
Onde:
IB – corrente de serviço do circuito em amperes;
IZ – corrente admissível na canalização;
IN – corrente estipulada do dispositivo de proteção;
I2 – corrente convencional de funcionamento do dispositivo de proteção.
21
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Dispositivos de Proteção
A proteção de pessoas contra contatos diretos e indiretos será assegurada pela utilização
de equipamentos elétricos construídos, segundo as prescrições, de forma a isolar ou
afastar as partes ativas, colocando anteparos e limitando a corrente que possa percorrer o
corpo humano ou animal a valores inferiores à corrente de choque. Os invólucros dos
quadros elétricos devem ser de classe II de isolamento.
22
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
𝑆 120
𝐼𝐵 = = = 173 (𝐴) (2)
𝑈 × √3 400 × √3
23
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
A escolha do cabo está diretamente relacionada com a corrente de serviço, mas também
pela distância do cabo. O posto de transformação encontra-se a uma distância de 500m
da oficina de Optrónica. Para esta corrente, optou-se por instalar 2 cabos LSVAV 4x240.
Por forma a facilitar a instalação, e como se trata de uma elevada potência, optou-se pela
instalação de dois cabos, ou seja, uma fase que passa através de 2 cabos (secção total por
fase 480mm2). O valor da corrente admissível para o cabo escolhido é de 363, mas como
se mobilizam 2 cabos, a corrente admissível é de 726A. Após a seleção do cabo e de se
obter o valor de IZ, seleciona-se proteção. Para o caso em apreço, optou-se pela proteção
a disjuntor com corrente estipulada de 400A. O disjuntor a instalar deve ser regulável,
isto porque, o calibre da proteção foi dimensionado tendo em conta o valor de corrente
que o cabo a instalar suporta e caso no futuro seja necessário aumentar a potência da
oficina.
Para garantir que a proteção é suficiente fizeram-se as seguintes verificações (4), (5) e
(6):
Como foi possível verificar, o cabo escolhido cumpre as duas condições para as
sobrecargas.
𝐿
𝑢 = 𝑏 (ρ1 × × cos 𝜑 + 𝛾 × 𝐿 × sin 𝜑) × 𝐼𝐵
𝑠
(7)
500 0,08 × 500 × 0
= (0,036 × × 1+ ) × 173 = 6,50 (𝑉)
480 2
Onde:
u – Queda de tensão, expressa em Volts;
Uo – Tensão entre fase e neutro, expressa em Volts;
24
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Para calcular a queda de tensão relativa (8) (para os circuitos de tomadas não pode ser
superior a 8%):
𝑢 6,5
∆𝑢 = 100 × = 100 × = 2,80 (%) (8)
𝑈0 230
Onde:
∆u – Queda de tensão relativa, expressa em percentagem;
u – Queda de tensão, expressa em Volts;
Uo – A tensão entre fase e neutro, expressa em Volts;
Como o valor obtido é inferior a 8%, o cabo selecionado cumpre os requisitos para as
quedas de tensão.
Por se tratar de um cabo com bainha interior de policloreto de vinilo, armadura de fitas
de aço (fitas de alumínio para os monocondutores) e bainha de policloreto de vinilo tipo
ST1, este cabo não necessita de tubagem para o proteger de ações mecânicas.
QE – QP1 QE – QP2
Potência (kVA) 100 Potência (kVA) 15
IB (A) 144 IB (A) 22
Canalização Tipo de cabo XZ1 4x95 Tipo de cabo XZ1 4x35
Comprimento
70 Comprimento (m) 105
(m)
25
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
QE – QIT_1 QIT_2
Potência (kVA) 30 Potência (kVA) 100
IB (A) 43 IB (A) 144
Canalização
Tipo de cabo XZ1 4x16 Tipo de cabo XZ1 4x35
Comprimento
10 Comprimento (m) 80
(m)
IZ(A) 76 IZ(A) 119
Tipo Disjuntor Tipo Disjuntor
Proteção Calibre IN(A) 63 Calibre IN(A) 63
I2 (A) 91,35 I2 (A) 91,35
QP1 – QAVAC
Potência (kVA) 85
IB (A) 123
Canalização
Tipo de cabo XZ1 4x50
Comprimento
10
(m)
IZ(A) 144
Tipo Disjuntor
Proteção Calibre IN(A) 125
I2 (A) 181,25
26
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
O cálculo para os circuitos dos quadros parciais para o ponto onde a carga deve ser
alimentada, teve-se em consideração os cabos e as proteções para cada circuito. Neste
ponto apenas está explicito um exemplo para o cálculo do cabo e da proteção de um
circuito de tomadas (Circuito C06, do QGE). Com os circuitos representados retiram-se
as distâncias dos mesmos. O cabo projetado para o edifício é cabo de cobre (cabo XZ1, o
valor de ρ1 do cobre 0,01851). Por se tratar de circuitos de tomadas e a proteção não pode
ser superior a 16A, o valor da corrente de serviço utilizada nos cálculos foi de 16A.
Tabela 8 - Dados do Circuito C06
42
𝑢𝐶06 = 2 × (0,01851 × × 1 +0,08 × 42 × 0) × 16 = 9,95 (𝑉) (9)
2,5
Para calcular a queda de tensão relativa (10) (para os circuitos de tomadas não pode ser
superior a 8%):
𝑢 9,95
∆𝑢 = 100 × = 100 × = 4,33 (%) (10)
𝑈0 230
Ao valor obtido deve somar-se o valor obtido da queda de tensão do QGBT ao QE:
27
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Com o resultado obtido, verificou-se que com a secção de 2,5mm2 a queda de tensão
relativa não é superior aos 8%.
Para calcular a proteção para o circuito C06, calculou-se a corrente de serviço (12):
𝑆
𝐼𝐵 = = 14 (𝐴) (12)
400 × √3
Para garantir que a proteção é suficiente fizeram-se as seguintes verificações (14), (15) e
(16):
𝐼𝐵 ≤ 𝐼𝑁 ⟹ 16 ≤ 16 (15)
𝐼𝑁 ≤ 𝐼𝑍 ⟹ 16 ≤ 26 (16)
Para o circuito C06 deve utilizar-se o cabo XZ13G2,5 e a proteção deve ser um disjuntor
de 16A. A montante do disjuntor deve ser instalado um diferencial com um valor de,
aproximadamente, 3 vezes superior ao valor do disjuntor. O Interruptor diferencial a
instalar deve ser de 40A.
28
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Figura 6 - Troço 1
Por forma a saber qual a corrente de curto-circuito a montante, foi necessário calcular a
impedância de curto-circuito equivalente da rede distribuidora. Para isso utilizou-se a
seguinte equação:
𝑈𝐵𝑇𝑉 2 4002
𝑍𝑐𝑐𝑅 = 𝑐 × 10−6 = 1.1 × 10−6 = 0,0004 (Ω) (17)
𝑆𝐶𝐶𝑟 400
Onde:
ZccR – Impedância de curto-circuito equivalente da rede distribuidora, em
Ω;
UBTV – Tensão composta em vazio na baixa tensão, em V;
SCCr – Potência de curto-circuito da rede de distribuição, em MVA;
c - fator de tensão, que afeta o valor desta para obter a fonte de tensão
equivalente no ponto do curto-circuito. De acordo com a Norma CEI
60909-0, tabela 1, e CEI 60038, Quadro III, para tensões acima de 1 kV
até 35 kV o valor máximo é 1,1 e o valor mínimo é 1,0.
29
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
𝑈𝐵𝑇𝑉 2 × 𝑢𝑐𝑐 −6
4002 × 5
𝑍𝑐𝑐𝑇 = × 10 = × 10−6 = 0,0012 (Ω) (21)
𝑆𝑇𝑟 630
Onde:
ZccT – Impedância de curto-circuito equivalente do transformador, em Ω;
Ur – Tensão composta em carga na baixa tensão, em V;
ukr – Tensão de curto-circuito do transformador, em %;
SCCTr – Potência de curto-circuito da rede de distribuição, em MVA;
Por forma a calcular o RT (22) e o XT (23) do transformador, utilizaram-se as seguintes
equações:
𝑃𝑘𝑟
𝑅𝑇 = (Ω) (22)
3 × 𝐼𝑟 2
Onde:
Pkr – Potência total de perdas dos enrolamentos do transformador (perdas
por “efeito de joule” à corrente estipulada ou em carga. Este valor é
obtido através dos dados técnicos do transformador (Pkr==5400W);
Ir – Corrente estipulada do transformador, em A;
De maneira a saber qual o valor da corrente estipulada, recorreu-se à seguinte expressão
(24):
𝑆𝑛 630
𝐼𝑟 = = = 866 (𝐴) (24)
√3 × 𝑈𝑛𝐵𝑇 √3 × 0,42
5400
𝑅𝑇 = = 0,002(Ω)
3 × 8662
30
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
𝑈𝐵𝑇
𝐼𝑐𝑐 𝐵𝑇 = × 10−3 = 21,87 (𝑘𝐴) (26)
(𝑍𝐶𝐶𝑅 + 𝑍𝐶𝐶𝑇𝑃 ) × √3
Assim, para calcular o valor de Rmax (28) foi indispensável considerar os dados referentes
ao cabo (cabo de alumínio (ρ1=1,28× 𝜌20 ), com uma secção por fase de 2x240mm2 e para
uma distância (l) de 500m).
𝑙 500
𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜1 = 𝜌 ( ) = (1,28 × 0,0294) × ( ) = 0,038 (Ω) (28)
𝑠 2 × 240
Por se tratar do primeiro troço até ao edifício, não foi considerado o R acumulado, isto
porque no presente projeto a instalação é feita a partir do QGBT até ao edifício.
Para se obter o valor da reactância (X) (29), utilizou-se o valor 0,08Ω/km (valor dado
pela IEC 60364-52, anexo G):
31
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
0,08 0,08
𝑋𝑇 = 𝑋𝐿 + × 𝑙 (Ω) = 0,11 + × 500 (Ω) = 0,15 (Ω) (29)
1000 1000
𝑈0 230
𝐼𝑐𝑐 𝑚𝑖𝑚 = 0,95 × = 0,95 × = 1,45 (𝑘𝐴) (30)
𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 0,15
Para calcular o valor da resistência máxima (Rmax) (32) foi necessário ter em consideração
os dados referentes ao cabo (cabo de alumínio (𝜌20 =0,029), com uma secção por fase de
2×240mm2 e para uma distância (l) de 500m).
𝑙 500
𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜1 = 𝜌20 × = 0,037 × = 0,038 (Ω) (32)
𝑠 2 × 240
Por se tratar do primeiro troço até ao edifício, não foi considerado a resistência (R)
acumulado.
32
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
𝑈 400
𝐼𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 = = = 6,99 (𝑘𝐴) (33)
𝑍𝑐𝑐 𝐼𝑚𝑖𝑛 × √3 0,033 × √3
O poder de corte para Quadro Geral do Edifício deve ser de igual ou superior a 8kA.
A corrente de curto-circuito máxima é igual para todos os quadros parciais, com a exceção
do quadro de AVAC, visto que este é alimentado pelo quadro parcial 1, o que significa
que tem R acumulado.
Figura 7 - Troço 6
Os dados a ter em consideração para o cálculo do Rmin (35) foram: cabo de cobre
(ρ1=1,28× 𝜌20 ), a secção (s) de 50mm2 e a uma distância (l) de 10m, valores aplicados à
equação mínima.
𝑙 10
𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜6 = 𝜌𝑚𝑖𝑛 × ( ) = (1,28 × 0,0231) × ( ) = 0,005 (Ω) (35)
𝑠 50
No presente troço, foi necessário considerar o valor obtido do quadro que alimenta o
quadro parcial (QP1) (36):
33
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Para se obter o valor da reactância (X) (37), utilizou-se o valor 0,08Ω/km (valor dado
pela IEC 60364-52, anexo G):
0,08 0,08
𝑋𝑇 = 𝑋𝐿 + × 𝑙 = 0,095 + × 10 = 0,096 (Ω) (37)
1000 1000
𝑈0 230
𝐼𝑐𝑐 𝑚𝑖𝑚 = 0,95 × = 0,95 × = 1,679(𝑘𝐴) (38)
𝑍𝑐𝑐 𝐼𝑚𝑖𝑚 0,13
Os dados a ter em consideração para o cálculo do Rmin de acordo com a equação (40)
foram: cabo de cobre (ρmax=0,0185), a secção (s) de 50mm2 e a uma distância (l) de
10m.
𝑙 10
𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜6 = 𝜌𝑚𝑎𝑥 × = 0,0185 × = 0,0037(Ω) (40)
𝑠 50
34
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
𝑈 400
𝐼𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 = = = 7,732(𝑘𝐴) (43)
𝑍𝑐𝑐 𝐼𝑚𝑎𝑥 × √3 0,03 × √3
3.1.8 Iluminação
Nos últimos anos o tema da eficiência energética tem sido uma das preocupações do
Exército. Por este motivo, os responsáveis pelas infraestruturas elétricas do Exército têm
reconstruído vários equipamentos, especialmente a substituição para luminárias LED em
todos os quarteis. Esta mudança proporciona um maior conforto aos
militares/funcionários civis e ainda é possível garantir uma maior poupança nas faturas
energéticas.
Apesar de as instalações militares não serem alvo de inspeção, sempre que é realizada
uma remodelação ou construção de um novo edifício, a secção de projetos elétricos
recorre ao software de simulação luminotecnia Dialux. Através deste software é possível
obter de forma realista os valores dos parâmetros pretendidos, garantindo o cumprimento
das normas em vigor.
• Encandeamento (UGR);
35
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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A importância do índice de reprodução de cor está relacionada com o nível que uma luz
consegue transmitir as cores que estão expostas a ela.
Os valores do IRC devem estar compreendidos entre 0 e 100, em que quanto mais
próximo de 100 maior o valor de cor real é transmitido. Através da norma EN 12464-1 é
possível obter quais os valores de IRC em cada espaço, em que para o presente projeto, o
valor mínimo deve ser de 80.
Temperatura da cor
• Luz Fria – Os valores para esta temperatura de cor estão acima de 5300K.
36
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Encandeamento - UGR
Por forma a garantir conforto visual aos militares que vão ter como espaço de trabalho a
oficina, garantiu-se que com as luminárias escolhidas há possibilidade efetivas de se
proporcionar o conforto desejável a todas.
Quando nas simulações o valor obtido é superior ao valor normalizado, algumas das
estratégias que podem ser utilizadas para reduzir o valor são:
• Iluminação indireta;
Escritório 19
Zona de armazenamento / Arrumos 25
Área técnica 25
Corredor 28
Instalações Sanitárias 25
Estacionamento 28
37
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Através deste parâmetro, é possível verificar o fluxo luminoso que atinge uma
determinada superfície. A medida da iluminância é o Lux.
A iluminância é dos pontos mais importantes e está diretamente relacionada com o tipo
de espaço e qual a missão a realizar. O valor estipulado para cada local está definido na
norma EN-12464-1 em que o valor máximo de cada local pode ter um valor de 30% do
indicado na norma. Na tabela 10, encontram-se os valores estipulados e os valores
máximos para as diferentes áreas do edifício.
Tabela 10 – Iluminância média (U)
Num espaço a existência de uniformidade é uma das formas de garantir conforto, fazendo
com que o militar não se tenha de readaptar à iluminação dentro do mesmo espaço. No
entanto existem alguns aspetos que influenciam diretamente a média do local a
38
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
A iluminação dispõe de um DPI em cada espaço, sendo que estes valores têm de ser
inferiores aos valores indicados na tabela 25 da portaria nº138-I/2021 [17]. Para os
espaços da oficina, os valores do DPI são os indicados na seguinte tabela:
Tabela 11 - Valores Máximos DPI
Relativamente aos tetos, existem zonas com teto falso em que o pé direito é de 3,5m e nas
zonas onde não existe teto falso o pé direito é de 6,5 metros. Para a simulação, este é um
dos parâmetros mais importantes, influenciando diretamente na escolha das luminárias.
Na simulação foi tido em consideração o mobiliário e os valores obtidos para cada espaço
de trabalho.
Um dos espaços constituintes do projeto, a sala escura, tem como única finalidade a
testagem de equipamento, e para a realização dos ensaios não pode existir nenhum tipo
de iluminação. Por esse motivo apenas se previu a instalação de iluminação suficiente
39
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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para a limpeza do espaço. Por esta razão considerou-se apenas 200lx para a iluminância
média.
Para obter os valores indicados nas normas e tendo em consideração as características dos
locais, tornou-se imperioso uma escolha adequada das luminárias. Nos espaços com teto
falso previu-se a instalação de luminárias embutidas e nos restantes locais previu-se
luminárias suspensas. Em alguns gabinetes da oficina para garantir o cumprimento de
todos os parâmetros, foi necessário prever a instalação de luminárias dedicadas às
bancadas de trabalho.
As luminárias escolhidas para o edifício encontram-se nas peças desenhas (anexo 6).
Na tabela 12 encontra-se um exemplo dos resultados obtidos, sendo que os valores das
restantes salas se encontram no anexo 4.
Tabela 12 -Valores Obtidos pelo Software
40
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
3.1.9 Rede IT
[Link] Caracterização do Regime IT
Como referido anteriormente, existem zonas da oficina em que são dotados do esquema
IT. O esquema IT foi previsto para todos os gabinetes, com a exceção dos gabinetes do
chefe, área administrativa e na sala de reuniões.
Na presente instalação, foi previsto um regime IT industrial, pelo que foi necessário
projetar diferenciais nos quadros elétricos.
[Link] Balanço de Cargas do Regime IT e Seleção do transformador
Para a oficina de Optrónica projetou-se a instalação de dois circuitos em esquema IT, em
que cada circuito permite a alimentação de um circuito de 30kVA (400V) através de um
transformador de isolamento.
QIT_1
Para o quadro elétrico QIT_1, considerou-se uma distância de 10 metros e uma potência
de 30kVA com o cos𝜑=0,8. Os cálculos para a capacidade e corrente de fuga por fase dos
condutores das canalizações, foram feitos recorrendo às fórmulas abaixo indicadas, tendo
41
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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𝜇𝐹
𝐶1 = 𝐶2 = 𝐶3 = 0,9 ( ) (44)
𝑘𝑚
𝑀Ω
𝑅1 = 𝑅2 = 𝑅3 = 10 ( )
𝑘𝑚
1 1
𝑋𝑇 = = = 353678Ω = 353,67𝑘Ω (47)
2 × 𝜋 × 𝑓 × 𝐶𝑇 2 × 𝜋 × 50 × 0,9 × 10−8
QIT_2
Para o QIT_2 o parâmetro que difere do QIT_1 é o valor da distância, sendo que para esta
situação a distância é de, aproximadamente, 80 metros. Por forma a verificar se com este
valor de distância cumpre os requisitos, repetiram-se os cálculos anteriormente descritos.
Os valores obtidos foram:
𝑀𝑇 = 80 × 104 Ω = 0,80𝑀Ω
𝐼𝑓 = 0,0156𝐴 = 15,6𝑚𝐴
42
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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𝑋𝑇 = 44,219𝑘Ω
De acordo com o ponto 612.3 das RTIEBT, o valor da resistência de isolamento do CPI
deve assegurar um valor inferior a 0,5MΩ e através dos cálculos efetuados verifica-se que
o valor é inferior para os dois quadros.
Como se verifica no ponto 531.3 das RTIEBT, na prática a regulação do CPI é feita para
um valor de 80% da resistência de isolamento do conjunto da instalação medida no
próprio local.
• Tipo de construção;
43
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Em cada descida previu-se a instalação de uma caixa com terminal terra para a união com
a malha de terra.
44
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Elétrodo de Terra
A instalação do elétrodo de terra deve ser feita em anel, estando todos os elétrodos
ligados. A menor dimensão do elétrodo da oficina não pode ser superior a 5x5.
O elétrodo deve estar enterrado a uma profundidade não superior a 0,8 metros e os
condutores devem ser de aço galvanizado e com uma secção de 100mm2.
• ZP1 – Zona interior não sujeita a descargas atmosféricas diretas, onde as correntes
nos elementos condutores contidos no seu interior são mais fracas que na zona ZP
0B. Nesta zona de proteção o campo eletromagnético pode ser atenuado,
dependendo das medidas de blindagem utilizadas;
45
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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𝑈𝑇𝑟𝑎𝑛𝑠𝑖𝑡ó𝑟𝑖𝑜 6
𝑈𝑝 = × 0,8 = × 0,8 ≤ 2,4𝑘𝑉 (49)
2 2
Para esta zona de proteção, selecionou-se DST da marca DEHN de tipo 1, sendo que estes
equipamentos suportam uma tensão de escoamento não superior a 2,5kV.
Segundo o ponto 534.2.10 das RTIEBT, o comprimento dos condutores de ligação dos
DST não pode exceder os 0,5 metros.
Como os DST estão instalados num edifício dotado de pára-raios, os condutores que
ligam os DST’s ao terminal de terra devem ser condutores de 10mm 2 (como referido no
ponto 534.2.11 das RTIEBT).
46
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Para a oficina utilizou-se o esquema TN-C e TN-S, sendo que o esquema TN-S é sempre
a jusante do sistema TN-C.
Por sua vez, o esquema IT é utilizado em situações especificas, de maneira a evitar o corte
da instalação ao primeiro defeito de isolamento. Este regime garante uma maior
continuidade de serviço. Por se tratar de uma oficina, considerou-se o regime IT
industrial, e neste registo é permitida a utilização de diferenciais.
47
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Deve ser interligado ao elétrodo de terra o sistema contra descargas atmosféricas (através
das descidas). Todo o material de suporte deve ser do mesmo anteriormente referido por
forma a evitar corrosão eletrolítica.
𝜌 𝜌 150 150
𝑅𝑡 = 1,6 × + 0,6 × = 1,6 × + 0,6 × = 0,9 (𝛺) (50)
𝑃𝑒𝑞 𝐿 313 580
Onde,
𝜌 – Resistividade do terreno;
Com os cálculos acima referidos, confirma-se que com um condutor de secção 100mm2
se verifica uma rede de terras inferior a 1Ω.
Por razões climatéricas, o valor da resistividade do terreno vai alterando ao longo do ano
pelo que o valor obtido é apenas indicativo. No entanto, após a execução da obra o valor
das terras deve ser medido.
48
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Capítulo IV – Infraestruturas de
Telecomunicações
4 Infraestruturas de Telecomunicações
O conteúdo deste capítulo é correspondente às infraestruturas de comunicação da oficina.
O Exército Português tem a sua própria rede de telecomunicações e esta é gerida pela
Direção de Comunicações e Sistemas de Informação do Exército (DCSI), sendo
responsável pela instalação dos ativos de rede e pela ligação do Armário de
Telecomunicações do Edifício (ATE) do quartel até ao bastidor de cada edifício. No
entanto, a rede de comunicações dos edifícios e a rede de condutas é projetada pela Secção
de Instalações Especiais, onde todos os Engenheiros Eletrotécnicos estão creditados e
qualificados pela ANACOM a desenvolver projetos de ITED.
4.1.1 ITED
Como referido anteriormente e segundo o DL123/2009, o regime atual não é aplicado a
infraestruturas como quartéis militares. No edifício deste estudo, a rede não é dotada de
fibra ótica (FO), nem de cabos coaxiais (CC), tendo apenas instalado a tecnologia de Par
de Cobre (PC).
49
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Neste projeto e de forma a garantir que todo o edifico seja contemplado com
telecomunicações, previu-se a instalação de dois bastidores. A ligação entre os bastidores
deve feita, através de um cabo de FO. Todos os bastidores estão munidos com uma UPS
para que na eventualidade de ocorrer falha energética as comunicações sejam
asseguradas, durante algum tempo.
Dentro da oficina, a passagem dos cabos é feita em esteira. A esteira a instalar deve ser
contemplada com uma divisão, por forma a garantir que as duas redes vão separadas.
A oficina deve ser dotada de dois bastidores de 19’’, 15U com uma profundidade mínima
de 600mm. A existência de dois bastidores prende-se com o facto de a distância entre o
bastidor 1 e a última tomada ultrapassar os 90m. O bastidor 2 deve ser instalado na zona
técnica 2 situada a meio edifício (como indicado nas peças desenhadas anexo 6). A
interligação entre os bastidores deve ser feita em Fibra ótica, cabo monomodo de 2 fibras
(1x2FO – OS1 LC-PC).
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Os cabos que saem da esteira metálica até à calha técnica ou aos terminais, terão de estar
protegidos por tubo rígido de PVC, designado em conformidade com a NP-1070 e
obedecendo às características indicadas na NP1071.2 ao código 5 1010 100 da NP-949,
para a instalação em paredes. O tubo VD deve ser de resistência média, capaz de suportar
temperaturas de utilização entre -5ºC/+60ºC e isento de halogéneos. Nas situações em
que os cabos não passam na esteira ou na calha técnica, vão embebidos nas paredes.
4.1.5 Cabos
Cabo UTP
• EN 50173-1;
51
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• Isolamento: poliofelina;
Nas diversas interligações, serão utilizados chicotes de ligação, do tipo flexível, em cabo
UTP, terminados a RJ45, obrigatoriamente homologados. No caso dos bastidores,
utilizar-se-ão terminais RJ45, com protetores de cor (ou cabos de cor), distribuindo-se
como se segue:
o Secretárias – um metro;
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Por razões de proteção mecânica, os chicotes para o campo devem ser em cabo flexível
FTP, terminando com ficha RJ45 como plasmado na figura 11.
O cabo que interliga os bastidores deve ser de fibra ótica e constituir-se por duas fibras.
O cabo para a interligação deve ser monomodo, como o apresentado na figura 14.
53
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Os bastidores a utilizar devem ser equipados com porta frontal e traseira de metal micro
perfurado e porta frontal equipada com fechadura de punho com gestão de fluxo de ar. A
entrada de cabos é feita pela parte superior e inferior, com formato de 19’’. Os painéis
laterias e posteriores são removíveis. Devem ser de 15U, com profundidade mínima de
600mm.
UPS
Os Bastidores serão equipados com uma UPS de rack de 19”. A UPS deve ter uma
potência mínima de 2200W.
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Em todas as partes da instalação, deve utilizar-se tomadas não blindadas de oito contatos
(RJ45), de categoria 6 ou superior. Os conetores e tomadas precisam ser do tipo auto-
desnudante, tool-less e para cabos AWG 22-24.
Os conetores (fichas) carecem de dispor de patilha de segurança que lhes permita uma
ligação estável à tomada. Os espelhos comportarão um módulo estreito, para tomada RJ45
cat.6 UTP não blindada e, incluir-se-ão os espelhos e caixas de aparelhagem.
Onde:
AFO - Atenuação das fibras (valor de referência máximo: Por metro de fibra OS1:
0,001dB; Por metro de fibra OS2: 0,0004 dB)
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ALP (dB)
Tomada Comprimento
1310nm 1550 nm
Por forma a garantir o cumprimento do ponto [Link], do Manual ITED4 [6], calculou-se
a distância total dos cabos de par de cobre. No caso de ser apenas projetado um bastidor,
a tomada mais distante teria uma distância bastante superior a 90m. Por se tratar de uma
rede com possibilidade de aumento e por estar previsto a instalação de uma grande
quantidade de tomadas PC, optou-se por se prever um segundo bastidor e não um Ponto
de Distribuição Suplementar (PDS). Com esta solução, todos os cabos cumprem a
distância mínima (estes valores encontram-se nas peças desenhadas anexo 6).
Como referido, os cabos de telecomunicações passam por um caminho de cabos, exceto
dentro dos gabinetes, onde vão embutidos nas paredes. Para o dimensionamento da esteira
foi necessário apurar retirar os seguintes dados dos cabos selecionados, conforme
plasmado na tabela 15:
Tabela 15 – Dados dos cabos de telecomunicações
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Par de Cobre:
Por forma a garantir a proteção dos cabos, quando embutidos nas paredes, protegeram-se
de ações mecânicas por tubo VD. Cada cabo deve ir num tubo com diâmetro de 25Ø.
Como referido no ponto [Link] do Manual ITED 4 [6], os tubos com diâmetro externo
inferior a 20Ø são proibidos nas ITED.
4.1.8 ITUR
Como já tivemos oportunidade de aludir, a ligação a montante do bastidor principal à rede
do quartel é executada pela DCSI, sendo que a ligação no presente projeto inicia somente
com a instalação de tubos, desde a Câmara de Visita (CV) existente a uma CV a instalar,
e posteriormente ao bastidor principal.
Esse aumento é constituído pela instalação de uma CV junto à oficina, uma vala entre as
CV, uma vala desde a CV a instalar até à entrada do edifício. Os tubos devem ser
embutidos nas paredes do edifício, onde posteriormente passam pelo desvão do teto falso
até ao bastidor principal.
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4.1.9 Canalizações
[Link] Rede de Condutas
A instalação até à entrada do edifício será feita através de uma vala entre a CV existente
e a CV a instalar.
O fundo da trincheira deve ser coberto com uma camada de areia, ou pó de pedra batido,
com um mínimo de 5cm. No caso de solos rochosos, essa espessura deve ser aumentada
para 10cm.
Entre cada camada de tubos deve ficar uma camada de areia ou pó de pedra regada, com
um mínimo de 3cm de espessura.
A colocação do tubo deverá ser feita de forma que a sobrelargura de abocardamento fique
orientada no sentido da Origem. Os tubos deverão ser posicionados com auxílio de
espaçadeiras/pentes de guiagem.
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A cerca de 25cm acima do extradorso da última camada de tubos, será aplicada uma rede
de sinalização, específica de cor verde, assinalando, assim, a passagem de infraestruturas
de telecomunicações (no caso de reabertura da vala).
As câmaras de visita são instaladas no passeio, devendo ser ligadas aos edifícios com o
número e diâmetro de tubos indicados.
As ligações de tubagem devem ser executadas encostadas a uma das faces e não ao centro.
[Link] Tubagem
Entre as CV passam 3 tubos com diâmetro 110, e da CV a instalar até à entrada do edifício
passam 4 tubos com diâmetro de 50. A canalização será sobredimensionada, antecipando
a eventuais empreitadas futuras, nomeadamente a instalação de comunicações previstas
neste processo.
O tubo sugerido para esta instalação, é tubo PEAD corrugado, de dupla parede para
aplicação em condutas subterrâneas. O interior liso e o exterior corrugado proporciona
uma melhoria na resistência à compressão e ao impacto, fazendo com que a flexibilidade
seja constante, permitindo uma fácil instalação de cablagem. O tubo obedece à norma
europeia EN 61386-24 e deve ser fornecido com guia de enfiamento de condutas.
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• Uma central a colocar na entrada do edifício, sendo o local de fácil acesso e sem
restrições e reservas de acesso;
• Detetores automáticos;
• Sirenes.
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Neste registo, a interligação far-se-á da central a instalar com a central existente na casa
da guarda, sendo essa interligação efetuada com fibra ótica.
Por conseguinte, o sistema de deteção a instalar será apetrechado com baterias que
garantam o funcionamento do sistema num período de, no mínimo, 72h e apresentará a
aparência daquela que se mostra na imagem 17.
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• Detetores térmicos na zona “Área de Trabalho URO”, uma vez que as viaturas ao
serem ligadas dentro deste espaço libertam fumo e gases que podem provocar
falsos alarmes com outro tipo de detetores;
Foram projetados detetores de incêndio em todo o edifício com a exceção das casas de
banho. Foi prevista a instalação de um loop no desvão da cobertura, sendo que esta tem
uma altura superior a 80cm. A altura do teto falso é inferior a 0,80mm pelo que é
desnecessária a instalação de detetores no desvão do teto falso. Cada detetor tem uma
área de deteção de 60 metros. A figura 18 mostra-nos a aparência do detetor em apreço.
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5.1.6 Sirenes
A instalação de sirenes endereçáveis e exclusivas do sistema de incêndios, de som distinto
das restantes existentes no edifício, foi igualmente prevista. Devido à dimensão do
edifício, foram instaladas sirenes no interior do mesmo, para que, em caso de incêndio,
todos os militares dentro do edifício consigam ouvir o alarme. A aparência destas sirenes
é retratada na figura 20.
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5.1.7 Cabos
[Link] Cabo Sistema de deteção de incêndios
A interligação dos equipamentos constituintes do sistema deve ser feita através do cabo
de deteção de incêndio com quatro condutores em hélice de 1,5mm2, dielétrico e cobertura
em PVC vermelho. Deve ainda ser auto extinguível, como indicado na IEC 332.2 e a
blindagem do cabo em cinta de alumínio e poliéster equipada com fio de drenagem de
0,2mm2. O cabo que interliga os equipamentos passa pelo desvão da cobertura, protegido
por tubo rígido ISOGRIS (cumprindo as características indicadas na NP-1071/2 e NP-
1071/3).
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No início, todos os incêndios são de reduzida dimensão, pelo que em princípio seriam
facilmente dominados, se sobre o foco de incêndio fosse aplicado rapidamente o agente
extintor adequado e em quantidade suficiente. Obedecendo, aos seguintes critérios de
dimensionamento:
Desta feita, opta-se pela colocação de extintores, constituídos por pó químico seco do tipo
ABC, por se revelar um constituinte com um excelente comportamento no combate a
chamas que resultem da combustão de materiais sólidos, geralmente de natureza orgânica,
e de líquidos ou de sólidos liquidificáveis. No que concerne ao combate a chamas que
envolvam riscos elétricos, serão considerados extintores de CO2.
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O CO2 extingue o fogo de três maneiras: Por abafamento, por absorção de calor e por
dispersão de oxigénio.
Os extintores devem ser instalados de forma que se facilite a sua manipulação, isto é, uma
altura não superior a 1,2m do pavimento.
Após a colocação dos extintores, o que poderá ser efetuado através de suporte fixo à
parede, em caixa adequada ou através de base tripé, importa não descuidar a manutenção
dos mesmos, seguindo-se os seguintes procedimentos:
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d) Cavilha de segurança;
e) Pressurizados interiormente;
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d) Válvula de segurança;
f) Cavilha de segurança;
5.1.10 Sinalética
O edifício deve dotado de quadros sinaléticos indicativos dos meios de intervenção e
saídas que permitirão aos utentes terem uma atitude adequada em caso de sinistro.
a) Na porta dos locais técnicos, nos quadros elétricos serão afixados letreiros indicativos
de “Perigo de Eletrocussão”;
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d) Tipos de sinais
a. Evacuação
O alarme e luta contra incendio, trata-se de um dispositivo que tem como objetivo
a localização dos equipamentos de alarme e luta contra incêndio, podendo ainda,
fornecer informação adicional sobre a utilização dos equipamentos. Estes sinais
terão, tal como plasmado na figura 24, a forma quadrada ou retangular, fundo
vermelho e pictograma na cor do material base foto luminescente e aplicam-se a:
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Propriedades Fotoluminescentes:
d. Autonomia
2250 Minutos após terminada a estimulação – 0,32 mcd/m2 (valor 100 vezes
superior ao limiar da perceção da vista humana);
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Os sinais devem estar instalados à cota alta 2.10m de altura, ou à cota média, 1.4m,
dependendo do tipo de sinalização:
a) Exceto locais onde a mesma altura não seja possível cumprir, nunca podendo
exceder os 3m.
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Dado que o presente projeto se trata é uma obra efetuada de raiz, projetaram-se sistemas
de ar condicionado para as salas de trabalho e sistemas de ventilação mecânica para todos
os espaços da oficina. De referir que os espaços da oficina, destinados às viaturas militares
não serão abrangidos de ventilação mecânicas. Isto porque se refere a uma zona aberta e
as viaturas apenas permanecem no interior do edifício para trabalhos de instalação ou
remoção de aparelhos eletrónicos, sendo estas posteriormente parqueadas em instalações
especificas para o efeito.
Todas as unidades exteriores devem ser instaladas sobre um maciço (representado nas
peças desenhadas e projetado pelo Engenheiro Civil responsável pelo projeto) a uma
distância de, aproximadamente, 10 metros da oficina. Essa solução foi a escolhida, uma
vez que os equipamentos escolhidos (unidades exteriores e a unidade de tratamento de ar)
têm dimensões elevadas e na hipótese de ficarem junto ao edifício impossibilitaria a
ventilação natural.
6.1.1 Ar Condicionado
Para o presente projeto foram projetados dois tipos de sistemas:
Na escolha das UI dos dois sistemas, a potência considerada foi, atendendo às condições
climatéricas do país, a de arrefecimento. De referir que a rede de condensados do projeto
foi desenvolvida pela Engenharia Civil do Exército.
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Atendendo à dimensão do edifício, dividimo-lo em duas zonas (zona 1 e zona 2). Esta
divisão foi feita para evitar que a UE tivesse uma grande potência, o que implicaria
igualmente grandes dimensões.
A zona 2 trata-se da zona com necessidade de mais Unidades Interiores (UI) do que a
zona 1. Ou seja, foi necessário escolher uma UE com uma potência elevada. Com base
nas máquinas, a solução encontrada para poder cumprir os requisitos necessários, a um
custo inferior, foi a instalação de duas UE em série. A ligação das mesmas deve ser feita
por dois tubos de cobre (6,4x12,7mm), sendo a alimentação elétrica de cada máquina é
independente.
Optou-se por um sistema a 3 tubos, pois este permite a cada utilizador escolher a
temperatura de cada espaço, sem condicionar ou ser condicionado pelas temperaturas das
restantes máquinas interiores.
Em cada sala deve existir o sistema de controlo por cabo, que permite ao utilizador
selecionar o modo de funcionamento, ajustar a temperatura e verificar avarias das
respetivas máquinas. Optou-se por este método de controlo, uma vez que os equipamentos
para os sistemas VRV permitem esta opção. Para dotar o gabinete com controlo por
infravermelho era necessário garantir a instalação de equipamentos na EU, bem como a
aquisição de controlos. Por se tratar de um projeto de grandes dimensões a implementar
não foi prevista a instalação dos mesmos, acautelando o elevado custo, por este não
traduzir num melhor funcionamento da climatização da instalação.
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O controlo centralizado foi previsto para poder controlar todas as UI do sistema VRV em
simultâneo. Através deste sistema, o militar responsável pelo edifício (técnico qualificado
e certificado para garantir a manutenção preventiva das instalações elétricas) tem a
possibilidade de desligar todas as UI, de verificar a existência de avarias, de limitar as
temperaturas e de garantir que nos fins de semana ou períodos especiais os equipamentos
estão todos desligados, melhorando a eficiência energética e diminuindo custos. Este
equipamento é também dotado de comando de paragem de emergência para incêndios.
𝑃𝑜𝑡ê𝑛𝑐𝑖𝑎 (𝑊)
á𝑟𝑒𝑎(𝑚2 ) ∗
𝑃(𝑘𝑊) = 𝑚2 (57)
1000
• Área: 40,23m2;
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40,23 ∗ 130
𝑃(𝑘𝑊) = = 5,23 ≅ 6 𝑘𝑊 (54)
1000
Ou seja, para esta sala a potência a instalar é de, aproximadamente 6kW. A tabela abaixo
indica os resultados obtidos para o restante edifício.
Tabela 16 – Potência a Instalar por Espaço
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Pintura Instrumentos
5,46 130 2
Sala de Mecânica
37,89 130 5
Área Administrativa 31,21 130 5
Sala de Reuniões e Manuais 43,82 130 6
Com estes cálculos obteve-se o valor aproximado da potência a instalar. Neste cálculo
considerámos de uma construção nova, com um bom isolamento térmico e as potências
das máquinas existentes no mercado, ajustando-as, naturalmente à realidade do edifício.
O controlo centralizado a instalar teve também como objetivo controlar as temperaturas
de cada espaço.
Neste projeto teve-se como referência máquinas da Daikin, sendo que a marca é apenas
alusiva das características pretendidas, podendo o instalador eleger outra marca que
respeite as características explicitas nas memórias descritivas e o projetista aprove a
alteração.
Unidade
Potência
Zona Secção Interior a Total
(kW)
Instalar
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Para a zona 1 a soma das potências é de 47,5 kW, pelo que a máquina projetada deve ter
no mínimo o valor calculado. Na seleção da máquina importa considerar que a unidade
exterior seja compatível com as unidades escolhidas. A unidade exterior a instalar deve
ser, modelo RXYQ 18U da Daikin ou equivalente.
Na zona 2 a potência é de 87,1 kW. Por se tratar de um valor elevado, a solução mais
ajustada a este projeto consistiu em instalar duas máquinas em paralelo. Conseguindo,
dessa forma, obter a potência pretendida. Ressalvamos, ainda que para o valor exato da
potência obtida não existem no mercado unidades exteriores que satisfaçam os requisitos
(importante referir novamente que o estudo foi feito com uma marca especifica de
equipamento de ar condicionado, contudo se o instalador optar por outra marca que
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cumpra os requisitos explícitos nas memórias descritivas e esta alteração for aprovada
pela fiscalização e pelo projetista a alteração é autorizada), justificando-se a instalação de
duas unidades exteriores em série. As unidades exteriores a instalar devem ser o modelo
RXYQ 16U da Daikin ou equivalente.
Para efeito, prevê-se a instalação, em cada sala, duas UI e respetivos controlos por
infravermelhos e um termostato. As UI foram projetadas com a finalidade de
funcionarem alternadamente: enquanto uma UI climatiza, a outra encontra-se desligada,
após um pré-determinado tempo elas alternam automaticamente. Para que este sistema
funcione como pretendido é necessário instalar, no quadro que alimenta os circuitos do
mono split, um relé de alternância e as respetivas proteções.
Este sistema foi projetado com a finalidade de que numa eventual avaria, numa das
máquinas, a equipa de manutenção disponha de uma janela temporal para proceder à
reparação sem que a temperatura da sala sofra grandes variações. Isto é, as UI funcionam
consoante o horário estipulado e a temperatura lida pelo termostato. Quando uma máquina
avaria, no período em que devia estar a funcionar a temperatura da sala aumenta. Esse
aumento de temperatura faz com que a outra UI assuma a atividade. Assim, a temperatura
da sala nunca ultrapassa os valores pretendidos e com isso a manutenção dispõe do tempo
necessário para que ambas as máquinas as voltem a operar como pretendido.
Nos mono split o comando é feito por controlo de infravermelhos, e neste projeto em
concreto, são programadas através da alimentação.
Este sistema não está integrado no controlo centralizado acima referido, sendo que as
máquinas estão em funcionamento mesmo quando não estão militares dentro do edifício.
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O método utilizado para o cálculo das unidades interiores do sistema mono split foi
idêntico ao usado nos VRV. Para a sala técnica situada no meio do edifício, os cálculos
realizados foram (55), como se seguem:
𝑃𝑜𝑡ê𝑛𝑐𝑖𝑎 (𝑊)
á𝑟𝑒𝑎(𝑚2 ) ∗ 9,32 ∗ 130
𝑃(𝑘𝑊) = 𝑚2 = = 1.213 ≅ 2 𝑘𝑊
(55)
1000 1000
Em cada área técnica devem ser instalados dois sistemas independentes. Como se trata de
um sistema de redundância, cada UI disporá da potência calculada, contrariamente ao que
acontece com os VRV’s. Isto é, no sistema de VRV calculou-se a potência para cada sala
e as máquinas instaladas devem, no total, ter esse mesmo valor. Contudo nas áreas
técnicas as UI têm de ter, cada uma, o valor calculado, como se plasma na tabela 18.
≈ Unidades Interiores
Área
Secção (W/m2) Potência Unidade Interior Potência
(m2)
(kW) a Instalar (kW)
Área Técnica 1 7,56 130 2 FTXM32A 2
Área Técnica 2 7,56 130 2 FTXM32A 2
Estes resultados justificam, em cada sala térmica, a instalação duas unidades interiores
FTXM32A modelo da Daikin ou equivalente. A unidade exterior compatível com estas
máquinas trata-se de uma RXM50N9 modelo da Daikin ou similar.
6.1.5 Ventilação
Um dos principais objetivos deste projeto é garantir o bem-estar, a segurança e a saúde
de todos os militares que vão exercer funções neste edifício. Neste seguimento, para se
79
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garantir a Qualidade do Ar Interior (QAI), o projetista promove uma boa gestão ambiental
de cada local de trabalho.
Por se tratar de uma oficina com permanente ocupação, foi imperativo projetar um
sistema capaz de renovar o ar, fornecendo-o e em simultâneo capaz de descontaminar os
espaços.
• A zona de entrada de viaturas, por se tratar de uma área aberta, não foi dotada de
sistema de extração;
• Secção de filtragem;
80
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Existem dois tipos de UTAs: Bateria de Expansão Direta e Bateria a Água. A principal
diferença entre estas tipologias:
• Bateria de Expansão Direta: Não pode ser instalada dentro de edifícios dado que
a mesma liberta gases. Este sistema é constituído por uma Unidade Exterior de ar
condicionado;
• Bateria a Água: Pode ser instalada dentro do edifício e o sistema é constituído por
um Chiller.
Neste projeto, as UTAs não podem ser instaladas dentro do edifício, pelo que se optou
pelo sistema de expansão direta. Além do mais, esta opção revela-se mais económica do
que a outra. As unidades exteriores para estes sistemas devem ser do tipo VRV.
Para fazer a extração e insuflação de ar instalar-se-á, no teto falso, dos diferentes espaços,
grelhas. Estas grelhas foram selecionadas com base nos caudais. Por forma a que a
renovação de ar seja feita homogeneamente, distribuiu-se uniformemente a instalação das
grelhas pelo compartimento. O pleno de cada grelha deve ser instalado no desvão do teto
falso.
Neste sentido, recorreu-se ao uso de condutas, por forma a estabelecer a ligação da UTA
com as grelhas, dotadas de registo, e com vista a controlar o fluxo de ar. Decorrente das
dimensões das condutas, a instalação ocorrerá no desvão da cobertura, considerando ser
o único local, cuja dimensão permite o acesso, facilitando quer a instalação, quer futuras
manutenções devido à fácil acessibilidade. Deu-se primazia ao uso de condutas circulares,
com exceção da conduta principal, onde se privilegiou a conduta retangular. A
necessidade de projetar uma conduta retangular justificou-se devido às dimensões, isto é,
porque esta tipologia de conduta, apesar de ter menores dimensões como nos convinha,
permite debitar o mesmo caudal. Em todas as condutas principais deve ser instalado uma
porta de visita espaçada por um intervalo de 4 metros, sendo estas cruciais para a
manutenção corretiva ou preventiva. Nas condutas circulares, é dispensado a instalação
das portas de visita uma vez que a manutenção pode ser feita através dos registos. Para a
interligação das condutas com a UTA, a conduta principal deve ser instalada no decorrer
da fachada até ao solo, continuando ao longo deste até ao equipamento. De forma a evitar
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Cálculo de Ar Novo
Designação Área Pé Direito Volume Número de
Atividade
do Espaço (m2) (m) (m3) ocupantes
m3/h*ocupante m3/h.m2
Fabrico de
Acessórios Laboratório 87,53 3,50 306,36 20 35 0
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𝑉𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒 = Á𝑟𝑒𝑎 (𝑚2 ) × 𝑃é 𝐷𝑖𝑟𝑒𝑖𝑡𝑜 (𝑚) = 87,53 × 3,5 = 306,36 (𝑚3 ) (56)
∑(𝑁𝑀𝑖 × 𝑀𝑖 ) 20 × 1,75
𝑀𝑚𝑒𝑑 = = = 1,75 (57)
∑𝑁𝑀𝑖 20
Onde,
Onde,
QAN,1met: Valor indicado na tabela I.04 para o caudal mínimo de ar novo para o
nível de atividade metabólica igual a 1.
Onde,
ADU: Área de DuBois da superfície corporal [m2], valor retirado da tabela “TI.02”
da Portaria nº353-A/2013 [30];
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𝐺 1071000
𝑄𝐴𝑁 (𝑚3 /ℎ) = = = 691 (60)
𝐶𝑙𝑝 − 𝐶𝑒𝑥𝑡 2250 − 702
Onde,
Cext: Valor médio típico da concentração no ar exterior do CO2, para a zona onde
se insere o edifício
• Atividade: Laboratório;
• Pé-Direito: 3,5m;
84
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𝑚2 𝑥NR
𝐶𝑎𝑢𝑑𝑎𝑙 (𝑚3 /ℎ) = 𝑃é 𝐷𝑖𝑟𝑒𝑖𝑡𝑜 𝑥 Á𝑟𝑒𝑎 = 3,5𝑥87,53𝑥10 = 3063,6 (62)
h
Pé
Caudal
Secção Local Área (m2) NR/h Direito
(m3/h)
(m)
Zona 1
Secção Mant. De
Climatização e Gabinete Chefe 19,24 10 3,5 673,4
Sistemas de Energias
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Secção Mant. De
Sistemas de Gabinete Chefe 14,36 10 3,5 502,6
Comunicação
Pé
Secção Local Área (m2) NR/h Caudal
Direito
Zona 2
Secção Mant.
Gabinete Chefe 22,81 9 3,5 718,5
Eletrónica e Optrónica
Secção Mant.
Radares 40,23 9 3,5 1267,2
Eletrónica e Optrónica
Secção Mant.
Sala Escura 119,2 9 3,5 3754,8
Eletrónica e Optrónica
Secção Mant.
Mísseis 60,32 9 3,5 1900,1
Eletrónica e Optrónica
Secção Mant.
Pantógrafo 24,98 9 3,5 786,9
Eletrónica e Optrónica
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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército
Secção Mant.
Sala de Mecânica 37,89 10 3,5 1326,2
Eletrónica e Optrónica
Área
Área Administrativa 31,21 30 3,5 3277,1
Administrativa
Caudal Caudal
Designação Nº Velocidade
Atividade Total Por Grelha
do Espaço Grelhas (m/s)
(m3/h) (m3/h)
Fabrico de
Acessórios Laboratório 3063,6 3 1022 4
4 × 𝑄𝐴𝑁 4 × 1022
𝐷𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜 (𝑚) = √ =√ = 0,301 (64)
𝜋 × 𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝜋 × 14400
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Com o valor obtido, a conduta a instalar deve ter 0,35m (o projetista deve ser optar por
condutas com valores standard), mas para verificar se esta conduta cumpre com a
velocidade pretendida é necessário efetuar o seguinte cálculo:
𝑄𝐴𝑁 1022
√ 𝐷𝑖𝑎𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜 2 √ 0.350
𝜋×( 2 ) 𝜋 × ( 2 )2 (65)
𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒(𝑚/𝑠) = = = 2,95
3600 3600
Conduta principal
Zona 1 23260 10
Com base nas condutas standard, seleciona-se uma largura para a conduta. Assim, tendo
em conta o caudal, a seleção da largura recaiu no valor de 1 metro. Com este valor, é
possível calcular o valor imprescindível para a altura da conduta (67):
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Tal como nas condutas circulares, deve confirmar-se o valor da velocidade através dos
valores obtidos (68):
A instalação destes compartimentos deve ser independente devido aos odores existentes
nestas instalações. Estas áreas devem estar em pressão negativa, relativamente às
restantes zonas constituintes do edifício, por essa razão estão apenas dotadas de extração
de ar.
Com os valores dos caudais foi possível selecionar as grelhas mais adequadas a cada
espaço. As grelhas a instalar nos compartimentos estão descritas nas memórias
descritivas, com os indicadores das características que devem ter. No decorrer da obra
estas podem ser alteradas com a autorização da fiscalização e do projetista. Tal como
descrito no subcapítulo anterior, os plenos destas grelhas devem ser instalados no desvão
do teto falso.
Cada sistema de extração deve ser contemplado com um ventilador com capacidade para
a totalidade do caudal calculado. Os ventiladores devem ser instalados, de forma fixa, no
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desvão da cobertura, evitando, assim, evitar danos resultantes das vibrações do seu normal
funcionamento.
O ar deve ser extraído para o exterior do edifício, sendo que a e solução mais adequada
ao presente projeto, foi instalar um chapéu de descarga na cobertura. Para esta solução, o
instalador deve garantir um bom isolamento para o exterior, mitigando a entrada de
elementos naturais. Uma vez que a fachada do edifício é zona de passagem dos
colaboradores da instituição, não foi possível projetar a extração pela fachada.
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Como é possível verificar, através das tabelas 24 e 25, o método de ocupação é o cenário
mais exigente, pelo que o valor de caudal que se utilizou foi o resultante do cálculo
recorrendo a esse método.
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Caudal do
Designação do
Caudal (m3/h) ventilador
Espaço
(m3/h)
Com base nos caudais calculados e nas especificações das fichas técnicas, selecionaram-
se as seguintes grelhas:
Tabela 27 – Grelhas das instalações sanitárias
Designação do
Grelha
Espaço
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Designação do Diâmetro da
Espaço Conduta (m)
Atendendo que o fluxo de ar nas condutas que fazem a ligação do ventilador ao chapéu
de descarga são superiores, as condutas devem ter um valor superior. Após a realização
dos cálculos para as condutas, registamos os resultados apresentados na Tabela 29:
Tabela 29 - Diâmetro das condutas principais das instalações sanitárias
Designação do Diâmetro da
Espaço Conduta (m)
I.S. FEM 1
0,250
I.S. MASC 1
I.S. FEM 2
0,250
I.S. MASC 2
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Com a realização deste trabalho, materializado nesta dissertação, pudemos apurar que a
conceção de projetos desta natureza, exige conhecimentos científicos e técnicos de forma
a se poder gizá-lo de forma articulada, e ajustada à realidade contextual que, como é
sabido, tem especificidades distintas da realidade civil. Igualmente, este conhecimento
científico e técnico, permitiu-nos responder integrada e fundamentadamente, em
conformidade com todo o enquadramento e normas legais em vigor.
Face ao que foi dito, a presente dissertação é o culminar do projeto, levado a cabo ao
longo dos últimos meses para o Exército Português. Com o desenvolvimento deste projeto
foi possível pôr em prática conhecimentos adquiridos no decorrer da componente teórica
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O principal objetivo deste trabalho foi encontrar soluções que permitissem juntar todas
as especialidades estudadas e exigidas, numa oficina, garantindo um funcionamento
simples, eficaz e eficiente das instalações e também que os militares conseguissem tirar
o melhor rendimento do local de trabalho.
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Assim, em jeito de síntese, apraz-nos referir que os objetivos foram alcançados com muito
trabalho e com alguns momentos difíceis. As conquistas superaram as pedras que, por
vezes, teimavam em aparecer no caminho, acreditando que futuramente a atividade
profissional será mais consciente e ponderada devido a esta etapa que foi alcançada sem,
todavia, ter consciência que se poderá sempre fazer mais e melhor.
Nos tempos incertos que vivemos, a temática da eficiência energética ganha, ainda maior
relevo, pertinência e atualidade, não perdendo, por isso, no imediato, podendo
inclusivamente ser implementada na oficina um sistema produtor de energia renovável.
Como por exemplo, a implementação de painéis fotovoltaicos para garantia de autonomia
(parcial) da rede.
Cremos que globalmente, este projeto pode, também, inspirar novos e ou complementares
projetos e/ou a sua implementação noutros contextos seja no exército ou na sociedade
civil.
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Referências Bibliográficas
[1] Decreto-Lei 96/2017, Diário da Republica, 1.ª Série – Nº154 – 10 de agosto 2017 Portugal.
[2] “Regras Técnicas das Instalações de Baixa Tensão – RTEBT”, aprovada pela Portaria
949A/2006, de 11 de setembro.
[3] Decreto- Lei n.º 14/2015, de 16 de fevereiro (revogou o DR n.° 31/83, de 18 de abril
Portugal.
[4] Guia técnico das Classes de Reação ao Fogo dos Cabos Elétricos para Instalações Elétricas
de Baixa Tensão, DGEG/DSEE.
[6] Decreto- Lei n.º 123/2009, Serie I de 21 de maio (com atualização a 25 de setembro de
2009 – DL nº258/2009).
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[18] Portaria nº310/2021, Fixa o valor médio de construção por metro quadrado, para efeitos do
artigo 39.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, a vigorar no ano de 2022.
[19] Portaria nº289/2020 (revogada), Fixa o valor médio de construção por metro quadrado,
para efeitos do artigo 39.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, a vigorar no
ano de 2021.
[20] Despacho nº 9017/2021, Alteração ao Despacho n.º 6476-A/2021, que determina o restante
conteúdo obrigatório dos certificados energéticos, nos termos do disposto no n.º 4 do artigo
20.º do Decreto-Lei n.º 101-D/2020, de 7 de dezembro.
[21] Despacho nº9067/2021, Alteração ao Despacho n.º 6476-B/2021 que aprova os critérios de
seleção e as metodologias aplicáveis aos processos de verificação da qualidade da
informação produzida no âmbito do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios
(SCE).
[25] Despacho nº9216/2021, Alteração do Despacho n.º 6476-H/2021, que aprova o Manual do
Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE) .
[28] “Guia Prático Norma NP EN 62305 Proteção Contra Descargas Atmosféricas”, publicação
elaborada pela Comissão Técnica de Normalização CTE 81, Coodenada pelo IEP.
[30] Portaria nº353/2013, Estabelece os valores mínimos de caudal de ar novo por espaço, bem
como os limiares de proteção e as condições de referência para os poluentes do ar interior
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ANEXO 1 - DIMENSIONAMENTO DA CANALIZAÇÃO DAS TOMADAS
VERIFICAÇÃO DO
DESIGNAÇÃO CANALIZAÇÃO PROTEÇÃO QUEDA DE TENSÃO (DU)
DIMENSIONAMENTO
TROÇO Pot. Unit. IB Secção [mm2] Comp. Iz axIz Tipo Calibre I2 Parcial Total
Tipo de Cabo I2<1,45Iz IB<In In<Iz DU
Origem Destino [kVA] [A] Fase Pen [m] [A] [A] [A] [A] [V] [%] [V] [%]
REDE DISTRIBUIDOR
QGBT QE 120,00 173 2x(LSVAV 4x240) 480 480 500 726 726 Disjuntor 400 580 6,50 2,82 6,50 2,8 ok ok ok ok
QE QP1 100,00 144 XZ1 4x95 95 95 70 223 223 Disjuntor 160 208 2,39 1,04 8,89 3,9 ok ok ok ok
QE QP2 15,00 22 XZ1 4x35 35 35 105 119 119 Disjuntor 100 130 1,46 0,64 7,96 3,5 ok ok ok ok
QE QIT_1 30,00 43 XZ1 5G16 16 16 10 76 76 Disjuntor 63 91,35 0,61 0,26 7,10 3,1 ok ok ok ok
QE QIT_2 30,00 43 XZ1 4x35 35 35 80 119 119 Disjuntor 63 91,35 2,23 0,97 8,72 3,8 ok ok ok ok
QP1 QAVAC 85,00 123 XZ1 4x50 50 50 10 144 144 Disjuntor 125 162,5 0,55 0,24 9,44 4,1 ok ok ok ok
ANEXO 3 - DIMENSIONAMENTO DAS CORRENTES DE CURTO-CIRCUITO
U
TROÇO Secção [mm2] Comp. Rmin R'min XL Zcc min Iccmin Rmax R'max XL Zcc max Iccmax
ρmin ρmax
Origem Destino Fase Pen [m] Ω Ω Ω Ω kA Ω Ω Ω Ω kA
REDE DISTRIBUIDOR 400 AL 0,036763 0,02941 0 0,011 0,010559 20,69378 0 0,011 0,010559 21,872
QGBT QE 480 480 500 400 CU 0,023138 0,01851 0,048 0,048 0,067 0,082 2,659 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QE QP1 95 95 70 400 CU 0,023138 0,01851 0,034 0,082 0,095 0,125 1,743 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QE QP2 35 35 105 400 CU 0,023138 0,01851 0,139 0,187 0,019 0,188 1,163 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QE QIT_1 16 16 10 400 CU 0,023138 0,01851 0,029 0,077 0,075 0,107 2,037 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QE QIT_2 35 35 80 400 CU 0,023138 0,01851 0,106 0,154 0,019 0,155 1,409 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QP1 QAVAC 50 50 10 400 CU 0,023138 0,01851 0,009 0,196 0,067 0,207 1,054 0,004 0,023 0,011 0,025 9,131
ANEXO 4 - Valores obtidos no DIALUX para os espaços da Oficina
Fator de
Fator de
Em DPI UGR U Em DPI UGR U manuten
manutenção
Perfil de Utilização Perfil de Utilização ção
2
lx [W/m ] % lx [W/m2] %
Geral 545 0,73 0,80 Geral 561 0,86 0,80
Bússolas / Binóculos –
Área de Área de 1,07 11,9
505 0,81 0,80 Escritório 636 0,7 0,80
trabalho 1 trabalho 1
Fabrico de Área de
578 0,82 0,80 Geral 511 0,69 0,80
Acessórios - trabalho 2 1,01 14,3
Pantógrafo – Escritório 1,29 17,4
Escritório Área de Área de
241 0,82 0,80 544 0,7 0,80
trabalho 3 trabalho 1
Área de
518 0,88 0,80 Geral 561 0,73 0,80
trabalho 4 AFATDS (Radares) –
1,05 12,5
Escritório Área de
Geral 502 0,79 0,80 600 0,7 0,80
trabalho 1
Área de
549 0,78 0,80 Geral 630 0,73 0,80
trabalho 1
Radares – Escritório 1,07 <10
Área TPF/Rede - Área de Área de
542 1,01 14,5 0,74 0,80 523 0,68 0,80
Escritório trabalho 2 trabalho 1
Área de
547 0,77 0,80 Geral 523 1,01 <10 0,64 0,80
trabalho 3
Mísseis – Escritório
Área de Área de
539 0,72 0,80 631 0,86 0,80
trabalho 4 trabalho 1
Geral 538 0,63 0,80 Geral 511 1,18 17,5 0,7 0,80
Gaiola de Faraday -
Área de 1,4 12,5 Pantógrafo – Escritório Área de
Escritório 632 0,74 0,80 534 0,7 0,80
trabalho 1 trabalho 1
Pintura Instrumentos –
Geral 610 0,63 0,80 Geral 604 1,28 17,6 0,72 0,80
Microsoldadura - Escritório
1,4 11,8
Escritório Área de Área Administrativa –
594 0,66 0,80 Geral 535 1,55 11,4 0,76 0,80
trabalho 1 Escritório
Sala de Reuniões e
Geral 542 0,82 0,80 Geral 542 1,26 13,5 0,8 0,80
Família 525 - Manuais – Escritório
1,07 15,5
Escritório Área de
635 0,7 0,80 Área Técnica 2 Geral 250 1,06 19,2 0,84 0,80
trabalho 1
Geral 561 0,61 0,80 Corredor 1 Geral 120 1,15 27,5 0,32 0,80
Área de
561 0,7 0,80 Corredor 2 Geral 109 1,31 25,7 0,39 0,80
trabalho 1
Eletrónica Área de
592 0,8 0,80 Corredor 3 Geral 102 1,28 28 0,18 0,80
(Precisão) – trabalho 2 1,24 15,3
Escritório Área de
608 0,75 0,80 Geral 513 0,45 0,80
trabalho 3
Área de Área de
579 0,76 0,80 Calor - Estacionamento 574 0,97 28 0,41 0,80
trabalho 4 trabalho 1
Área de
Corredor (IS) Geral 118 1,92 16,5 0,8 0,80 537 0,83 0,80
trabalho 2
Arrumos Geral 103 1,89 13,7 0,77 0,80 Geral 583 0,72 0,80
Gabinete do Chefe
Área de
(Sistemas de Geral 565 1,13 10,4 0,84 0,80 615 0,79 0,80
trabalho 1
Energia Pantógrafo/ Optrónica –
1,05 14,2
Gabinete do Chefe Escritório Área de
616 0,77
(Eletrónica e trabalho 2
Geral 575 1,13 <10 0,82 0,80 0,80
Optrónica) – Área de
617 0,79
Escritório trabalho 3
Área Técnica 1 Geral 232 1,54 <10 0,72 0,80 IS F 1 Geral 221 1,91 18,2 0,38 0,80
Hall 1 – Corredor Geral 109 1,61 25,7 0,62 0,80 IS F 2 Geral 217 1,51 19 0,15 0,80
Hall 2 – Corredor Geral 119 1,5 <10 0,56 0,80 IS M 1 Geral 208 1,92 20,5 0,23 0,80
Geral 508 0,38 0,80 IS M 2 Geral 250 1,45 17,9 0,28 0,80
Área de
581 0,65 0,80 lavagem/ arrumos Geral 204 1,03 23,4 0,42 0,80
trabalho 1
Área de
579 0,66 0,80 Receção expedição Geral 338 0,97 22,8 0,8 0,80
Equipamento TSF trabalho 2
(Área TSF) – Área de 0,96 16,8
621 0,77 0,80 Geral 588 0,7 0,80
Escritório trabalho 3
Secção Optrónica 0,98 14,1
Área de Área de
361 0,79 0,80 602 0,73 0,80
trabalho 4 trabalho 1
Área de
560 0,72 0,80 URO - Estacionamento Geral 365 1,75 28,1 0,77 0,80
trabalho 5
PrOficina Optronica
Superfície básica: 87.53 m² | Grau de reflexão: Tecto: 70.0 %, Paredes: 86.1 %, Solo: 11.0 % | Factor de manutenção: 0.80 (Valor fixo)
| Pé direito livre: 3.500 m | Altura de montagem: 2.488 m 7
PrOficina Optronica
Resultados
Lista de luminárias
8
PrOficina Optronica
Superfície básica: 87.53 m² | Grau de reflexão: Tecto: 70.0 %, Paredes: 86.1 %, Solo: 11.0 % | Factor de manutenção: 0.80 (Valor fixo)
| Pé direito livre: 3.500 m | Altura de montagem: 2.488 m - 3.500 m 9
PrOficina Optronica
Resultados
g1 0.74 - - WP39
1.01 W/m²/100 lx - -
Lista de luminárias
3.0 W 186 lm -
(100 %)
16 LEDVANCE 4058075440 PANEL PERFORMANCE 1200x300 UGR<19 30 30.0 W 3600 lm 120.0 lm/W
111 W 4000 K
10
PrOficina Optronica
11
PrOficina Optronica
ELF 100 %
Luminárias isoladas
X Y Altura de Luminária
montagem
12
PrOficina Optronica
13
PrOficina Optronica
X Y Altura de Luminária
montagem
14
PrOficina Optronica
3.0 W 186 lm -
(100 %)
16 LEDVANCE 4058075440 PANEL PERFORMANCE 1200x300 UGR<19 30 30.0 W 3600 lm 120.0 lm/W
111 W 4000 K
15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"
ESTIMATIVA
1 de 15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"
1 REDE ELÉCTRICA
INFRA-ESTRUTURAS
1.1.1 Fornecimento e aplicação de tubo, em vala, com todas
as sujeições e tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas.
[Link] PEAD Ø110 390,00 m € 7,50 € 2 925,00
[Link] 2/15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"
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[Link] 5/15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"
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2 ITED
2.2 INSTALAÇÃO
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3 SEGURANÇA
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4.1 UTAN
4.2 VRV
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ESTIMATIVA
Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo
[Link] 15/15
PROJETO DE INSTALAÇÕES
ELÉTRICAS
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
NÚMERO DESCRIÇÃO ESCALA
001E Lista de Peças Desenhadas 1:100
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 1 . E
S/ESC.
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
BCG
QP1
QAVAC
XZ1 3x2,5
QIT_2
XZ1 3x2,5
Vex2
Vex1
QIT_1
QGE
LA
TA
QP1
QE
2xLVAV 4x240
IB=173 A
VD25 H07V-R 1G50
TP Do QGBT
TA
TA TA TA TA TA TA TA TA TA TA
SIMBOLOGIA DA REDE DE TERRAS
Profundidade mínima de 0,8m
Aço Galvanizado 100mm2
SIMBOLO DESIGNAÇÃO
Quadro Elétrico
Condutores nu em Aço Galvanizado 100mm2
TA Soldaduras aluminotérmicas
Profundidade mínima de 0,8m
Aço Galvanizado 100mm2 Profundidade mínima de 0,8m Profundidade mínima de 0,8m Profundidade mínima de 0,8m Profundidade mínima de 0,8m
Profundidade mínima de 0,8m
Aço Galvanizado 100mm2 Aço Galvanizado 100mm2 Aço Galvanizado 100mm2 Aço Galvanizado 100mm2
Aço Galvanizado 100mm2
Rede de Terras
VE TA
O anel de terras será realizado por condutores nus de aço
gavanizado de 100mm2, enterrado a uma profundidade de 0,80m.
TA
TA
TA TA TA TA TA TA
TA TA TA
VE
TA
TA TA TA
TA TA
TA TA TA TA TA TA
TA TA
TA
VE TA VE VE
TA
VE
TA TA
TA
TA
VE
VE
TA
TA
TA TA
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
TA TA
TA
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
Profundidade mínima de 0,8m UAGME B E N A V E
Aço Galvanizado 100mm2
PROJECTO Nº
0 0 3 . E
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
TA TA
DIE Rede Terras
Profundidade mínima de 0,8m VE O
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
Aço Galvanizado 100mm2
s
OE 81931
E
SIMBOLOGIA PÁRA-RAIOS
SIMBOLO DESIGNAÇÃO
Rede Pára-Raios
Os cabos de descida serão suportados por clipes de fixação em
plástico para condutor de 8mm, refª 2005A da INFOCONTROL ou
equivalente;
6,43
4,93
4,17
3,50
0,00
Alçado Oeste
Condutores de baixada
Sistemas de Captação
O
s
N
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 4 . E
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
SIMBOLO DESIGNAÇÃO
Tomada Equipotencial
Rede de Terras
A tomada de espera terra deve ser instalada a uma altura de 0,30m
do pavimento;
Tomada Equipotencial
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 5 . E
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
OE 81931
E
PORMENOR DOS CAMINHOS DE CABOS
Barras de Suporte
ao Teto Falso
TETO FALSO
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 6 . E
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
OE 81931
E
S1
S1
S1
QGE
QP2
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 7 . E
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
DIE Iluminação
O COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s
N
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 8 . E
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
OE 81931
E
x2 x2 x2
x2
x2
x2 x2
x2 x2
x2
x2 x2
C09
C08 x2
C06
C07
C11 C05
C10 C06
C13
C07
C05 x2 CDI
C04 C11
C08 C04
x2
C10 x2 x2 x2 C12
C12 QP1
C03
x2 B2
x2
x2 x2 x2 x2
C13
C1-WC
C01
C02
x2
x2 C1 - WC
C14
C02
C03
x2
B1 x2
x2
QGE
C01
C09
x2
C08
QP2
x2 x2
C01
C02
C04
x2
x2 x2
x2 C03 TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
x2 x2
C07 . P M
ALA!
ALA! ARR IB A! 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
C06 0 0 9 . E
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
OE 81931
E
x2 x2 x2 C16 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2
C13 C12 C11 C10 x2
C14 C11 C10 x2 C15 x2
x2 C12
C13
x2
x2 x2
x2
C17 C22 C20
x2 C16 C17 x2
C15 C14
x2 x2 x2 x2 x2
x2 C19
x2
x2
x2
C18 C19
QIT_2
x2
C20 x2
C21
x2
x2
C08 C06 C04
x2
x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2
x2
C25
C24 x2
x2
x2 C03
C23
C04 x2
C03 C02 C01
x2 x2
x2 x2 x2 x2
QIT_1
C26
C22 C02
C01
C27 C31
x2
C28
x2
x2
C29
C30
x2
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 1 0 . E
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
CLASSE II
In: 22A
Un: 400/230V
In: 173A
Icc: 10kA
Icc: 10kA
CLASSE II
CLASSE II
Un: 400/230V
Un: 400/230V
EM CONFORMIDADE
EM CONFORMIDADE
XZ1 3G2,5
Do QGE
XZ1 4x95
2A
160A
Do QGE
XZ1 4x35
2A
E/V/L
2A
Do QGBT
100A
250A
2x (LSVAV 4x240)
E/V/L
E/V/L
DESCARREGADOR DE
1
XZ1 5G16
SOBRETENSÃO
TPT
QUADRO PARCIAL 1
2
125A
CIRCUITO 1 - C01
QUADRO IT 1
16A
4
XZ1 5G16
QIT_1
50A
CIRCUITO 2 - C02
QUADRO IT 2
16A
5
CIRCUITO 3 - C03
16A
XZ1 3G2,5
CIRCUITO 4 - C04
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
CIRCUITO 1 - C01
16A
11
16A
CIRCUITO 2 - C02
16A
12
CIRCUITO 2 - C02
16A
CIRCUITO 3 - C03
16A
13
CIRCUITO 3 - C03
XZ1 3G2,5
16A
CIRCUITO 4 - C04
16A
XZ1 3G2,5
14
CIRCUITO 4 - C04
16A
16A
16A
15
RESERVA EQUIPADA
16A
16A
16A
16
RESERVA EQUIPADA
16A
CIRCUITO 7 - C07
16A
RESERVA EQUIPADA
XZ1 3G2,5
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
CIRCUITO 5 - C05
16A
21
16A
CIRCUITO 6 - C06
XZ1 3G4
16A
22
CIRCUITO 5 - C05
16A
CIRCUITO 7 - C07
16A
CIRCUITO 8 - C08
&
XZ1 3G2,5
16A
kW.h
kVAr.h
TI's
24
CIRCUITO 8 - C08
XZ1 3G2,5
16A
CIRCUITO 9 - C09
16A
25
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
26
RESERVA EQUIPADA
16A
CIRCUITO 1
10A
CIRCUITO 2
10A
RESERVA EQUIPADA
CIRCUITO 10 - C10
10A
16A
31
CIRCUITO 9 - C05
RESERVA EQUIPADA
16A
XZ1 3G1,5
CIRCUITO 11 - C11
10A
16A
32
CIRCUITO 10 - C06
RESERVA EQUIPADA
16A
CIRCUITO 12 - C12
10A
16A
CIRCUITO 11 - C07
RESERVA EQUIPADA
16A
XZ1 3G4
CIRCUITO 13 - C13
10A
16A
34
RESERVA EQUIPADA
XZ1 3G2,5
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
QUADRO PARCIAL 1 - QP1
35
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
36
RESERVA EQUIPADA
16A
CIRCUITO 3
10A
CIRCUITO 4
10A
RESERVA EQUIPADA
CIRCUITO WC1 - C01 WC
10A
16A
41
CIRCUITO 12 - C05
RESERVA EQUIPADA
16A
XZ1 3G1,5
RESERVA EQUIPADA
10A
16A
XZ1 3G2,5
42
RESERVA EQUIPADA
10A
16A
43
CIRCUITO 14 - C07
RESERVA EQUIPADA
16A
10A
44
RESERVA EQUIPADA
XZ1 3G2,5
16A
45
RESERVA EQUIPADA
QUADRO GERAL DO EDÍFICIO - QGE
&
16A
kW.h
kVAr.h
TI's
46
RESERVA EQUIPADA
16A
CIRCUITO 1
10A
10A
C01 WC
16A
CIRCUITO 3
52
RESERVA EQUIPADA
10A
16A
XZ1 3G2,5
RESERVA EQUIPADA
XZ1 3G1,5
53
RESERVA EQUIPADA
10A
16A
RESERVA EQUIPADA
10A
RESERVA EQUIPADA
10A
Quadros Elétricos
&
kW.h
kVAr.h
TI's
CIRCUITO 4
10A
CIRCUITO 5
10A
61
CIRCUITO 1
10A
RESERVA EQUIPADA
10A
62
CIRCUITO 2
Todos os quadros elétricos devem ser de classe II.
10A
RESERVA EQUIPADA
XZ1 3G1,5
10A
63
CIRCUITO 3
10A
RESERVA EQUIPADA
10A
64
RESERVA EQUIPADA
As canilizações desde o quadro geral elétrico até aos quadros
XZ1 3G1,5
10A
RESERVA EQUIPADA
10A
65
RESERVA EQUIPADA
10A
66
RESERVA EQUIPADA
10A
ALA!
DIE
10A
ALA! ARR IB A!
71
CIRCUITO 4
10A
72
CIRCUITO 5
10A
COORDENAÇÃO
73
CIRCUITO 6
10A
RESERVA EQUIPADA
XZ13G1,5
10A
ARQUITETURA
75
RESERVA EQUIPADA
10A
76
RESERVA EQUIPADA
10A
OE 81931
UAGME
DESENHO
81
.
VISTO
.
ESCALAS
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
Nº ARQUIVO
. P M
DESENHO Nº
.
PROJECTO Nº
0 1 1
1 0 2
.
.
.
1 9
. E
B E N A V E
0 0 4
....../....../......
S/ESC
In: 43A
Icc: 10kA
CLASSE II
Un: 400/230V
In: 43A
COM IEC 60439
Icc: 10kA
In: 123A
CLASSE II
Icc: 10kA
CLASSE II
Un: 400/230V
EM CONFORMIDADE
Un: 400/230V
EM CONFORMIDADE
EM CONFORMIDADE
Do QGE
XZ1 4x35
2A
63A
Do QP1
XZ1 4x50
2A
125A
E/V/L
2A
63A
E/V/L
Do QGE
XZ1 5G16
E/V/L
UNIDADE INTERIOR
1.1
31,5 kVA
16A
isolamento
isolamento
Classe II de
UNIDADE INTERIOR
31,5 kVA
isolamento
isolamento
Transformador de
1.2
Classe II de
16A
Transformador de
UNIDADE INTERIOR
2.1
16A
UNIDADE INTERIOR
2.2
16A
UNIDADE INTERIOR
iN=63A
XZ1 3G2,5
3
16A
iN=63A
UNIDADE INTERIOR
4
16A
Tipo C
ZP 1/2
Imáx=40A
Up=1,6 kV
UNIDADE INTERIOR
Tipo C
ZP 1/2
5.1
16A
Imáx=40A
Up=1,6 kV
RESERVA EQUIPADA
16A
CPI
RESERVA EQUIPADA
CPI
16A
UNIDADE INTERIOR
5.2
16A
UNIDADE INTERIOR
6.1
16A
UNIDADE INTERIOR
6.2
16A
CIRCUITO 1 - C01
16A
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 1 - C01
7
16A
16A
CIRCUITO 2 - C02
16A
UNIDADE INTERIOR
XZ1 3G4
CIRCUITO 4 - C04
8
16A
16A
CIRCUITO 3 - C03
16A
XZ1 3G2,5
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 2 - C02
9
16A
16A
CIRCUITO 4 - C04
16A
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 3 - C03
10
16A
16A
CIRCUITO 10 - C10
XZ1 3G4
16A
CIRCUITO 5 - C05 RESERVA EQUIPADA
16A
16A
CIRCUITO 11 - C11
XZ1 3G2,5
16A
CIRCUITO 6 - C06 RESERVA EQUIPADA
16A
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
16A RESERVA EQUIPADA
16A
11.1
16A
UNIDADE INTERIOR
11.2
16A
UNIDADE INTERIOR
12.1
16A
CIRCUITO 5 - C05
16A
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 7 - C07
12.2
16A
16A
CIRCUITO 6 - C06
16A
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 8 - C08
13
16A
16A
CIRCUITO 7 - C07
QUADRO IT2 - QIT_2
16A
XZ1 3G2,5
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 9 - C09
16A
16A
CIRCUITO 8 - C08
16A
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 10 - C10
15.1
16A
16A
CIRCUITO 9 - C09
16A
XZ1 3G2,5
16A
16A
CIRCUITO 12 - C12
XZ1 3G4
16A
16A
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
16A
15.2
16A
UNIDADE INTERIOR
16
16A
UNIDADE INTERIOR
17
16A
CIRCUITO 13 - C13
16A
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 13 - C13
18
16A
16A
CIRCUITO 14 - C14
16A
XZ1 3G2,5
UNIDADE INTERIOR
XZ1 3G4
CIRCUITO 15 - C15
19
16A
16A
CIRCUITO 15 - C15
16A
XZ1 3G2,5
UNIDADE INTERIOR
QUADRO AVAC - QAVAC
CIRCUITO 14 - C14
AA
16A
16A
CIRCUITO 16 - C16
16A
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 16 - C16 [Link]
16A
16A
CIRCUITO 18 - C18
XZ1 3G2,5
16A
16A
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
1
40A
UNIDADE EXTERIOR
2.1
40A
UNIDADE EXTERIOR
2.2
40A
CIRCUITO 19 - C19
16A
UNIDADE EXTERIOR
XZ1 5G10
CIRCUITO 19 - C19
UTA 1
16A
40A
CIRCUITO 20 - C20
16A
UNIDADE EXTERIOR
CIRCUITO 20 - C20
XZ1 3G2,5
UTA 2
16A
40A
CIRCUITO 21 - C21
16A
CIRCUITO 22 - C22
16A
XZ1 3G4
CIRCUITO 22 - C22
16A
RESERVA EQUIPADA
16A
CIRCUITO 24 - C24
16A
RESERVA EQUIPADA 3
16A
16A
UNIDADE EXTERIOR
RESERVA EQUIPADA 4
16A
16A
UNIDADE EXTERIOR
RESERVA EQUIPADA 5
16A
16A
UNIDADE EXTERIOR
XZ1 5G10
6
16A
RESERVA EQUIPADA
ALA!
16A
RESERVA EQUIPADA
V B IQU E
DIE
16A
CIRCUITO 25 - C25
ALA! ARR IB A!
16A
CIRCUITO 26 - C26
16A
Quadros Elétricos
CIRCUITO 27 - C27
16A
COORDENAÇÃO
16A
16A
XZ1 3G2,5
XZ1 3G4
16A
CIRCUITO 31 - C31
16A
RESERVA EQUIPADA
OE 81931
UAGME
16A
RESERVA EQUIPADA
Instalações Elétricas
VENTILADOR 1
16A
Tiro de Alcochete
16A
VENTILADOR 2
16A
DESENHO
XZ1 3G2,5
RESERVA EQUIPADA
16A
.
VISTO
.
ESCALAS
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
Nº ARQUIVO
. P M
DESENHO Nº
.
PROJECTO Nº
0 1 2
1 0 2
.
.
.
1 9
. E
B E N A V E
0 0 4
....../....../......
S/ESC
PROJETO DE INFRAESTRUTURAS
DE TELECOMUNICAÇÕES
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
NÚMERO DESCRIÇÃO ESCALA
001T Lista de Peças Desenhadas 1:100
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 1 . E
S/ESC.
V B IQU E VISTO
Infraestruturas de Telecomunicações ....../....../......
ATI
P P
2.12 B2 1.03 As tomadas devem ficar à altura indicada nas tabelas;
2.31 2.13 1.12
P 2.16
P P P As tomadas a colocar no teto deverão ser colocadas ao centro
1.11 para garantir a eficácia da Antena de WI-FI;
P
2.30 As ligações devem garantir a categoria 6 (Classe E de
P ligação);
2.40 P 1.20 1 0,3m 27m 2.20 1 0,3m 26m 2.40 1 0,3m 62m
0 0 2 . T
Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS
1:100
V B IQU E VISTO
Infraestruturas de Telecomunicações ....../....../......
OE 81931
N
E
ESQUEMA DA REDE DE CABOS DE PARES DE COBRE Bastidor 1
Bastidor Mural 19" - 15U [600x600x770]
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 15 15 Painel Coaxial MultiCC C/ Acess. Mont. 12CC 19”. 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
14 14 Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 13 13
Painel FO 24 Portas 19". 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 ATI UTP4/CAT6
12 12
Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 B2 UTP4/CAT6
11
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
11 Painel UTP 24 Portas c/ Guia Posterior de Cabos 19”. 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 10
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
10 Painel UTP 24 Portas c/ Guia Posterior de Cabos 19”. 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
09 09 Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
08 08
600x600x770
Ø20
07 07
20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
QE 06 06
05 05
Switch Ethernet Portas
04 04
Painel Organizador c/ 6 Argolas 19". 1U
03 03
02
UPS 02 UPS
01 01
Painel 6 Tomadas Schuko c/ Int. 19". 1U
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 ATI UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
B1 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 Bastidor 2
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
Bastidor Mural 19" - 15U [600x600x770]
600x600x770
Ø20
1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23
15 15
13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24
Painel FO 24 Portas 19". 1U
4Ø50
QE 14 14
Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
13
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
13 Painel UTP 24 Portas c/ Guia Posterior de Cabos 19”. 1U
12
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
12 Painel UTP 24 Portas c/ Guia Posterior de Cabos 19”. 1U
11 11
Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
10 10
09 09
08 08
07 07
600x600x770
ESQUEMA DA REDE
P
20
P
19
P
18
P
17
P
16
P
15
P
14
P
13
P
12
P
11
P
10
P
09
P
08
P
07
P
06
P
05
P
04
P
03
P
02
P
01
Ø20 P
21
P
22
P
23
P
24
P
25
P
26
P
27
P
28
P
29
P
30
P
31
P
32
P
33
P
34
P
35
P
36
P
37
P
38
P
39
P
40
CABOS DE FIBRA ÓTICA
QE
ATI
B2
Ø25
600x600x770
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25 ATI
Ø25
Ø25 ATI Ø25
Ø25
B1
Ø25
Ø25 B1 Ø25
Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25
600x600x770
600x600x770
Ø20
P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P
13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
QE
4Ø50
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
CV
Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9
Tiro de Alcochete DESENHO Nº
3Ø110
0 0 3 . T
Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS
S/ESC
CV
Existente V B IQU E VISTO
Infraestruturas de Telecomunicações ....../....../......
DIE Diagramas
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 1 . E
S/ESC.
V B IQU E VISTO
Instalações de Segurança ....../....../......
00.19 00.49
00.50 00.51
00.61 00.62
00.37 00.64
00.38
00.63
00.20
00.35
00.36
00.21
00.34 00.33
00.22 00.23
00.32
00.24 00.25
00.26 00.31
0S.03
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
00.30
PROJECTO Nº
0 0 2 . S
. . . . . .
N
OE 81931
E
Simbologia de Sistema de Deteção de Incêndios:
SIMBOLO DESIGNAÇÃO
Central de deteção de incêndios. Central endereçável de
referência OCTO+ da Global Fire Equipment ou equivalente
01.10 01.09 01.08 01.07 01.06 01.05 01.04 01.03 01.02 01.01
Detetor Ótico. Detetor ótico de referência ZEOS-AD da Global
Fire Equipment ou equivalente
01.19 01.20 A passagem dos cabos para o sistema de deteção de incêndio faz-se no
desvão do teto falso, estando os cabos protegidos de ações mecanicas por
tubo Isogris;
01.23 01.24 01.27 01.28 01.31 01.32 É necessário a colocação de suportes para os retentores.
01.15
01.13
01.14
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 3 . S
V B IQU E VISTO
Instalações de Segurança ....../....../......
O
DIE Loop da Deteção de Incêndios na Cobertura
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s
N
OE 81931
Simbologia de Sinalização:
SIMBOLO DESIGNAÇÃO
Saída de Emergência
Perigo de Eletrocussão
Sistema de Sinalização:
Todas as placas serão em material fotoluminescente ;
Sinalética
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 4 . S
V B IQU E VISTO
Instalações de Segurança ....../....../......
DIE Sinalética
O
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s
OE 81931
E
Simbologia de Meios de 1ª Intervenção:
6Kg
SIMBOLO DESIGNAÇÃO
6Kg
Agente Extintor Pó Químico ABC
6Kg
Agente Extintor CO2
6Kg
6Kg
5Kg
6Kg
6Kg
6Kg
6Kg
6Kg
6Kg
5Kg
6Kg
6Kg
5Kg
6Kg
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
6Kg PROJECTO Nº
0 0 5 . S
V B IQU E VISTO
Instalações de Segurança ....../....../......
6Kg
DIE Meios de 1ª Intervenção
O
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s
OE 81931
E
PROJETO DE INSTALAÇÕES
MECÂNICAS
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
NÚMERO DESCRIÇÃO ESCALA
001M Lista de Peças Desenhadas 1:100
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
0 0 1 . E
S/ESC.
V B IQU E VISTO
Instalações Mecânicas ....../....../......
UE2.2
UE2.1
UE4 UE3 UE1
Maciço UTAN Maciço UTAN
VD50 XV 5G10
VD20 XV 3x2,5
VD32 XV 1x2,5
UI18
UI5.2
UI5.1
VD20 XV 5G2,5
UIAT1
QAVAC
UI3 UIAT2
UIS.R.M
VD20 XV 3G2,5
UI12.1 UI12.2
UI2.2
UI.A.T.4 UI.A.T.3
UI15.1 UI15.2
UE6 UE5
UI2.1
VD20 XV 3x2,5
VD32 XV 5x1,5
UI1.2
UI1.1
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº
- - 2 - M
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :
1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Alimentações Elétricas do AVAC ....../....../......
CD CD
CD
UI18
UI5.2 UI6.1 UI6.2 UI11.1 UI11.2
CD UIA.A
CD
UI5.1
CD
CD CD
UI4 CD UI7 UI8 UI13 UI14 UI16
CD CD
UIAT1 CD
CD UIS.R.M
CD
UI3 UIAT2 CC
UI12.1 UI12.2 CD
UI2.2
UI15.1 UI15.2
UI.A.T.4 UI.A.T.3
CD
UI2.1
CD
UI1.2
UI1.1
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº
- - 3 - M
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :
1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Circuitos de Comando de AVAC ....../....../......
UE 1 - Zona 1
L1,L2,L3,N 35A 3Nph L,N 1ph L,N 0.6A 1ph
REYQ18U
OUT F1,F2
P1,P2
BRC1H52W
BS 1 UI 1.1
REYQ18U
BS12Q14AV1B FXZQ50A
IN F1,F2 IN F1,F2 F1,F2
A
B
C
D
E
F
G
H
I
OUT F1,F2 J L,N 0.6A 1ph A
K 6.4 x UI 1.1
L P1,P2 BS 1 12.7mm Secção 1
BRC1H52W
UI 1.2 BS12Q14AV1B FXZQ50A
FXZQ50A
F1,F2
B
6.4 x UI 1.2
Maciço UE L,N 0.6A 1ph 12.7mm Secção 1
FXZQ50A
P1,P2
BRC1H52W
UI 2.1
FXZQ50A
F1,F2
UE2.2 C
6.4 x UI 2.1
12.7mm Secção 2
UE1
P1,P2
UE4
BRC1H52W
UE3
UI 2.2
FXZQ50A
F1,F2
D
6.4 x UI 2.2
Maciço UTAN Maciço UTAN 12.7mm Secção 2
FXZQ50A
P1,P2
BRC1H52W
UI 3 E
6.4 x UI 3
FXAQ40A
F1,F2 12.7mm Secção 3
FXAQ40A
G
6.4 x UI 5.1
L,N 0.4A 1ph 12.7mm Secção 5
P1,P2 FXZQ40A
BRC1H52W
UI 5.1
FXZQ40A
F1,F2
H
6.4 x UI 5.2
12.7mm Secção 5
FXZQ40A
L,N 0.4A 1ph
P1,P2
BRC1H52W
UI 5.2
FXZQ40A
F1,F2
I
6.4 x UI 6.1
12.7mm Secção 6
FXZQ50A
P1,P2
BRC1H52W
UI 6.1
FXZQ50A J
F1,F2 6.4 x UI 6.2
12.7mm Secção 6
FXZQ50A
UI18 P1,P2 K
6.4 x UI 7
UIA.A UI 6.2
BRC1H52W
12.7mm Secção 7
L
L,N 0.4A 1ph 6.4 x UI 8
12.7mm Secção 8
P1,P2
BRC1H52W FXAQ20A
UI 7
FXAQ25A
F1,F2
UI5.1 UI 8
P1,P2
BRC1H52W
FXAQ20A
F1,F2
UE 2 - Zona 2
REYQ32U para controlador centralizado
A B
REYQ16U REYQ16U
UE 2 - Zona 2
L1,L2,L3,N 31A 3Nph L,N 1ph L,N 0.4A 1ph
REYQ32U
OUT F1,F2
P1,P2
BRC1H52W
A BS 2.1 UI 9
REYQ16U BS10Q14AV1B FXAQ32A
Q1,Q2 IN F1,F2 IN F1,F2 F1,F2
A
12.7x28.6x22.2mm 12.7x28.6x22.2mm B
L1,L2,L3,N 31A 3Nph C
D
E
BHFQ23P907 F
B G
REYQ16U OUT F1,F2 H
Q1,Q2 I
BS F1,F2 J L,N 0.5A 1ph
UIAT3 C
6.4 x UI 11.1
12.7mm Secção 11 L,N 0.6A 1ph
FXZQ50A P1,P2
BRC1H52W
UI 11.2
FXZQ50A
F1,F2
D
6.4 x UI 11.2
UI3 12.7mm Secção 11
FXZQ50A
L,N 0.8A 1ph
P1,P2
BRC1H52W
UI 12.1
FXFQ100B
F1,F2
E
9.5 x UI 12.1
15.9mm Secção 12
FXFQ100B
P1,P2
BRC1H52W
UI 12.2
F
9.5 x UI 12.2 FXFQ100B
F1,F2
15.9mm Secção 12
FXFQ100B
UI2.2
L,N 0.7A 1ph
G P1,P2
9.5 x UI 13
BRC1H52W
15.9mm Secçaõ 13 UI 13
FXAQ63A FXAQ63A
F1,F2
UI.A.T.6 UI.A.T.5
UI15.1 UI15.2 H
9.5 x UI 14 L,N 0.7A 1ph
15.9mm Secção 14
FXAQ63A P1,P2
BRC1H52W
UI 14
FXAQ63A
F1,F2
I
6.4 x UI 15.1
12.7mm Secção 15
FXZQ50A L,N 0.6A 1ph
P1,P2
BRC1H52W
UI 15.1
FXZQ50A
F1,F2
UI2.1 J
UE6 UE5
15.9 x
28.6 x
39.0 m 19.1mm L,N 1ph L,N 0.6A 1ph
P1,P2
BRC1H52W
BS 2.2 UI 15.2
A BS8Q14AV1B FXZQ50A
6.4 x UI 15.2 IN F1,F2 F1,F2
A
BS 2.2 12.7mm Secção 15 B
C
BS8Q14AV1B FXZQ50A D
E
OUT F1,F2 F
G
H
L,N 0.7A 1ph
B P1,P2
9.5 x UI 16 BRC1H52W
UI 16
15.9mm Secção 16
FXAQ63A
FXAQ63A F1,F2
D
6.4 x UI 18
12.7mm Secção 18
L,N 0.3A 1ph
FXAQ20A
UI1.2 UI 18
P1,P2
BRC1H52W
FXAQ20A
F1,F2
E
6.4 x UI 19
12.7mm Secção 19
FXAQ50A
L,N 0.5A 1ph
P1,P2
BRC1H52W
UI 19
FXAQ50A
F F1,F2
6.4 x UI AA
12.7mm Área Adminstrativa
FXZQ50A
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº
- - 4 M -
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :
1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Rede de Tubagens. Diagramas ....../....../......
Vex2
Maciço UTAN Maciço UTAN
VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN
GE6
VN
GI5 GI5 GI5 GI5 GI5 GI6 GI5 GI5 GI5 GI5 GI6 GI6 GI6 VN
GI6
VN
VN
GI6 GE6
VN GE5 GE5 GE5 GE5 GE5 GE6 GE5 GE5 GE5 GE5 GE6 GE6 GE6
VN
GI6 GE6
VN
GI6 GI6 GI6
GE6 VN
VN
GI6 GE6 GE5 GI5
GE5 GE3 GE6 GE6 GE6 GE7
GI6
VN
GI5 GI3
VN GI4 GE4 GI6 GE6 GI6 GE6
VN
GI6
VN GI4 GE4 GE1 GE6 GI5
GI7 VN
GE5
GI1 GE13 GE12
GE7
VN
GI6 GE6 GE7
GE6 GE10 VN
VN
VN
VN VN
GI6 VN VN VN VN
GI6 GE6
VN
GE6
VN
GI6 GE6
VN
GI6 GE6
VN
GI6 GE6
VN
VN
VN
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº
- - 5 M -
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :
1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Ventilação ....../....../......
Maciço UTAN
Vex1
Vex2
Maciço UE
Cobertura
PORMENOR TIPO - Portas de visita
ESC. 1/10
200
300
GE13 GE12
Vex2 GE10 D
Vex1 S
GE11
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº
- - 6 M -
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :
1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Condutas Cobertura ....../....../......
4,93
4,17
3,50
0,00
Alçado Oeste
Alçado Sul
Pormenor da UTAN
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº
- - 7 M -
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :
1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Pormenores UTA ....../....../......