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Projeto de Infraestruturas Optrónica Exército

Este relatório apresenta o desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança para uma oficina de Optrónica do Exército Português, focando no dimensionamento e características das instalações. O estudo inclui a caracterização das instalações elétricas, telecomunicações, segurança e mecânicas, garantindo a eficiência e segurança do edifício. O projeto também aborda a necessidade de um sistema de deteção de incêndios e a adequação das instalações às especificidades do ambiente militar.

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Projeto de Infraestruturas Optrónica Exército

Este relatório apresenta o desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança para uma oficina de Optrónica do Exército Português, focando no dimensionamento e características das instalações. O estudo inclui a caracterização das instalações elétricas, telecomunicações, segurança e mecânicas, garantindo a eficiência e segurança do edifício. O projeto também aborda a necessidade de um sistema de deteção de incêndios e a adequação das instalações às especificidades do ambiente militar.

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INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

Departamento de Engenharia Eletrotécnica Energia e Automação

Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de


eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército Português

Ana Filipa Pais Lemos


Licenciado em Engenharia Eletrotécnica

Dissertação para obtenção do grau de Mestre


em Engenharia Eletrotécnica – Ramo de Energia

Orientadores:
Professor Doutor Filipe André de Sousa Figueira Barata
Professor Luís Miguel Silveiro Elvas

Júri:
Presidente: Professora Doutora Rita Marcos Fontes Murta Pereira
Vogais:
Professor Doutor José Luís Rosa de Almeida
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Resumo
O presente trabalho materializado neste relatório, intitulado Desenvolvimento de um
projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma oficina
de Optrónica do Exército Português traduz-se no resultado da investigação levada a cabo
no decorrer do trabalho empírico, no âmbito do mestrado em Engenharia Eletrotécnica –
Ramo de Energia e teve como objeto de estudo as instalações especiais de uma oficina de
Optrónica.

Assim, através de um estudo interpretativo/argumentativo e para dar resposta aos


propósitos, procedeu-se à caracterização das referidas instalações com o objetivo de se
apresentar o seu respetivo dimensionamento, assim como as características dos
equipamentos a instalar.

Nas instalações especiais objeto do presente trabalho estão inseridas as instalações


elétricas, infraestruturas de telecomunicações, instalações de segurança e instalações
mecânicas.

O dimensionamento do edifício visa dotar o mesmo com as condições necessárias para a


sua adequação ao fim a que se destinam e à sua eficiência na utilização.

A oficina tem algumas particularidades no esquema de ligações à terra, sendo que a


grande maioria dos gabinetes têm pavimento condutivo. Com a exceção dos hospitais
militares e da oficina de Optrónica, as instalações do Exército Português não carecem do
regime de terras adotado no presente projeto.

As infraestruturas de telecomunicações do edifício são constituídas apenas pela rede


interna do Exército, isto é, não existem ligações a operadoras externas.

A segurança do edifício e dos militares que vão ocupar as instalações deve ser sempre
assegurada em caso de incêndio. Por forma a garantir essa premissa, previu-se a instalação
de um sistema de deteção de incêndios, sinalética e a instalação de meios de primeira
intervenção.

O dimensionamento para as instalações mecânicas da oficina teve em consideração o uso


e o número de efetivos a utilizar a instalação. Este foi dotado de sistemas de renovação
de ar e sistemas de aquecimento e arrefecimento dos espaços.

ii
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Palavras-Chave:
Optometria, legislação, normalização, instalações elétricas, infraestruturas de
telecomunicações, instalações de segurança, instalações mecânicas, iluminação, rede de
terra.

iii
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Abstract
The present work materialized in this report, entitled Development of a project of
electricity, telecommunications and security infrastructures of an Optronics workshop of
the Portuguese Army, is the corollary of the investigation carried out in the course of the
empirical work, within the scope of the master's degree in Electrotechnical Engineering -
Energy Branch and had as its object of study the optronics repair shop special facilities.
Thus, through an interpretative/argumentative study and to answer to the purposes, the
facilities were characterized with the aim of presenting their design, as well as the
equipment characteristics to be installed.

In the special installations are considered, the electrical installations, telecommunications


infrastructures, security facilities and mechanical installations.

The electrical installations building design aims to provide it with the necessary
conditions for its adaptation to the purpose for which they are intended and their
efficiency in use. The repair facilities have a particularity in the connection to the ground,
and most offices have a conductive pavement. Except in military hospitals and the
existing Optronics facility, the Portuguese Army does not have other spaces with the
ground regime imposed in this project. The building telecommunications infrastructure is
only the internal network of the Army, that is, there are no connections to external
operators.

The building safety and the military who will occupy the facilities, should always be
ensured in the fire event. To ensure it, the fire detection system, signage and the
installation of first intervention means was planned.

The facilities mechanical installations design considered the use and the number of
personnel utilising the installation. The building was equipped with air renewal systems
and heating and cooling systems for spaces.

iv
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Keywords:
Optometry, legislation, standardization, electrical installations, telecommunication
infrastructures, security installations, mechanical installations, lighting, ground network.

v
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Agradecimentos
Nesta etapa tão importante da minha vida académica, apresento este projeto, de
enriquecimento profissional e pessoal, do qual fez parte uma trajetória de múltiplos
desafios. Apesar da responsabilidade deste trabalho académico ser, predominantemente,
um ato individual, este só se materializou graças às intervenções de diferentes e cruciais
atores que participaram nesta trajetória. Assim, e não obstante a dureza do caminho, este
não foi, de todo, percorrido na solidão. Várias pessoas contribuíram para que fosse
possível trilhá-lo sendo, portanto, um trabalho coletivo.

Desta feita, e na impossibilidade de falar de todos expresso a minha mais sincera e


profunda gratidão a todos aqueles e aquelas que, ao longo destes meses em que estive
envolvida neste projeto e na respetiva preparação e redação deste documento, tive a
oportunidade de contar, particularmente o apoio dos meus orientadores e de diversas
pessoas da Direção de Infraestruturas do Exército, que direta ou indiretamente,
contribuíram para a consecução desta dissertação.

Sem qualquer vínculo hierárquico, agradeço a todos aqueles que, com o seu saber, a sua
colaboração e o seu apoio crítico, dispuseram do seu tempo para debater comigo
orientações e práticas sobre o projeto.

Quero manifestar o meu profundo agradecimento aos meus orientadores, Engenheiro


Filipe Barata e Engenheiro Luís Elvas. Reconheço que sem o seu apoio e
acompanhamento ao longo destes meses, não seria possível o desenvolvimento das
competências necessárias para atingir os objetivos que se impunham.

Estou igualmente grata a toda a equipa da Secção de Instalações Especiais que me


acompanhou neste período: Major Fernando Correia e Capitão Carolina Mesquita,
Engenheiros Eletrotécnicos; Sargento-Chefe Pedro Lopes e Sargento-Ajudante Armando
Sequeira, Medidores Orçamentistas e Elsa Flores, desenhadora, estiveram sempre
disponíveis para me auxiliar no decorrer de todo este processo.

À Secção de Instalações Especiais em particular e à Repartição Técnica de Engenharia


em geral, onde pude desenvolver o projeto em articulação com outras áreas,
nomeadamente Arquitetura e as especialidades de Engenharia Civil, quero deixar o meu
apreço.

vi
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Queria também reconhecer a disponibilidade e abertura do Diretor de Infraestruturas,


Exmo. Brigadeiro General João Manuel Pires, Coronel Rocha Afonso, Coronel João
Oliveira e Tenente-Coronel Sérgio Costa, sem a sua colaboração não seria possível a
execução de um projeto para a dissertação em parceria com o Exército Português.

Um especial agradecimento à minha família, por toda a paciência e carinho ao longo


destes meses. Sem o seu apoio incondicional não teria sido possível concretizar o sonho
de concluir o mestrado.

vii
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Índice

Resumo .........................................................................................................................................................ii
Palavras-Chave: ...........................................................................................................................................iii
Abstract ....................................................................................................................................................... iv
Keywords: .................................................................................................................................................... v
Agradecimentos ........................................................................................................................................... vi
Índice .........................................................................................................................................................viii
Lista de Figuras ............................................................................................................................................ x
Lista de Tabelas ........................................................................................................................................... xi
Anexos........................................................................................................................................................xii
Lista de Siglas ...........................................................................................................................................xiii
Lista de Variáveis ....................................................................................................................................... xv
1 Introdução............................................................................................................................................. 1
1.1.1 Enquadramento/Motivação ......................................................................................................... 1
1.1.2 Objetivos ..................................................................................................................................... 2
1.1.3 Estrutura ...................................................................................................................................... 2
2 Estado da Arte ...................................................................................................................................... 4
2.1.1 O Projeto ..................................................................................................................................... 4
2.1.2 Estrutura Base de um Projeto ...................................................................................................... 5
2.1.3 Infraestruturas de Eletricidade .................................................................................................... 7
2.1.4 Infraestruturas de telecomunicações ........................................................................................... 8
2.1.5 Sistema de Deteção de Incêndios .............................................................................................. 10
2.1.6 Sistema de AVAC ..................................................................................................................... 12
3 Instalações Elétricas ........................................................................................................................... 14
3.1 Caracterização da Instalação Elétrica ............................................................................................. 15
3.1.1 Alimentação de Energia Elétrica ............................................................................................... 15
3.1.2 Seleção e Instalação de Equipamentos ...................................................................................... 15
3.1.3 Rede Elétrica do Edifício .......................................................................................................... 17
3.1.4 Diagrama de Cargas .................................................................................................................. 18
3.1.5 Caracterização dos Quadros elétricos ....................................................................................... 20
3.1.6 Dimensionamento das canalizações e proteções ....................................................................... 21
3.1.7 Correntes de Curto Circuito ...................................................................................................... 29
3.1.8 Iluminação ................................................................................................................................ 35
3.1.9 Rede IT ..................................................................................................................................... 41
3.1.10 Proteção contra descargas atmosféricas ................................................................................ 43
3.1.11 Rede de Terras ...................................................................................................................... 46
3.1.12 Caracterização da Rede de Terras ......................................................................................... 47
3.1.13 Dimensionamento da Rede de Terras ................................................................................... 48

viii
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

4 Infraestruturas de Telecomunicações ................................................................................................. 49


4.1.1 ITED ......................................................................................................................................... 49
4.1.2 Classificação do Edifício Quanto à Sua Utilização ................................................................... 50
4.1.3 Rede Individual ......................................................................................................................... 50
4.1.4 Caminho de cabos ..................................................................................................................... 51
4.1.5 Cabos ........................................................................................................................................ 51
4.1.6 Aparelhagem Terminal ............................................................................................................. 54
4.1.7 Cálculos Efetuados.................................................................................................................... 55
4.1.8 ITUR ......................................................................................................................................... 57
4.1.9 Canalizações ............................................................................................................................. 58
5 Deteção de Incêndios .......................................................................................................................... 60
5.1.1 Classificação dos locais ............................................................................................................ 60
5.1.2 Sistema de Deteção de Incêndios .............................................................................................. 60
5.1.3 Central de deteção de incêndio ................................................................................................. 61
5.1.4 Detetores de incêndio ................................................................................................................ 62
............................................................................................................................................................... 63
5.1.5 Botões manuais de alarme......................................................................................................... 63
5.1.6 Sirenes....................................................................................................................................... 63
5.1.7 Cabos ........................................................................................................................................ 64
5.1.8 Meios de primeira intervenção .................................................................................................. 64
5.1.9 Características dos extintores .................................................................................................... 66
5.1.10 Sinalética .............................................................................................................................. 68
6 Instalações Mecânicas ........................................................................................................................ 72
6.1.1 Ar Condicionado ....................................................................................................................... 72
6.1.2 Sistema VRV ............................................................................................................................ 73
6.1.3 Cálculo potência elétrica a instalar nos equipamentos AVAC .................................................. 74
6.1.4 Sistema Mono Split ................................................................................................................... 78
6.1.5 Ventilação ................................................................................................................................. 79
6.1.6 Unidade de Tratamento de Ar (UTA) ....................................................................................... 80
6.1.7 Sistema de Ventilação das Instalações Sanitárias ..................................................................... 89
7 Conclusões.......................................................................................................................................... 94
7.1 Proposta Para Trabalhos Futuros .................................................................................................... 96
Referências Bibliográficas.......................................................................................................................... 97
ANEXOS .................................................................................................................................................. 100

ix
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Lista de Figuras
Figura 1 - Fases da Elaboração do Projeto Técnico ITED [7] .................................................................... 10
Figura 2 - Mapa Indicativo dos níveis de tensão em uso de Rede Nacional de Distribuição ..................... 14
Figura 3 - Localização da Oficina de Optrónica ......................................................................................... 17
Figura 4 - Figura 43A da secção 433.2 da RTIEBT "Coordenação entre condutores e os ......................... 22
Figura 5 - Troço do QGBT ao QGE e à carga final do circuito 6 ............................................................... 23
Figura 6 - Troço 1 ....................................................................................................................................... 29
Figura 7 - Troço 6 ....................................................................................................................................... 33
Figura 8 - Diferenças entre um IRC Alto e Baixo (Luxside,2013) ............................................................. 36
Figura 9 - Temperaturas de Cor das Lâmpadas .......................................................................................... 37
Figura 10 - Índice de Encandeamento na Área de Trabalho....................................................................... 38
Figura 11 - Fabrico de Acessórios (DIALUX) ........................................................................................... 40
Figura 12 - Cabo UTP 4 pares Categoria 6................................................................................................. 52
Figura 13 - Chicote Categoria 6, cabo UTP com terminais RJ45 ............................................................... 53
Figura 14 - Cabo de Fibra Ótica monomodo LC/PC .................................................................................. 53
Figura 15 - Bastidor Mural 19'' 15U ........................................................................................................... 54
Figura 16 - UPS rack de 19'' ....................................................................................................................... 54
Figura 17 - Central de Alarme de Incêndio Endereçável ............................................................................ 62
Figura 18 - Detetor Ótico/Térmico ............................................................................................................. 63
Figura 19 - Botoneira Manual de Emergência ............................................................................................ 63
Figura 20 - Sirene Endereçável .................................................................................................................. 64
Figura 21 - Extintor Pó Químico ABC ....................................................................................................... 67
Figura 22 - Extintor CO2 com suporte em tripé ......................................................................................... 68
Figura 23 - Sinalização para a identificação das vias de evacuação ........................................................... 69
Figura 24 - Sinalização de meios de alerta e combate ao incêndio ............................................................ 70
Figura 25 - Caudal mínimo de ar novo determinado em função da carga poluente devida à ocupação
[m3/(hora x pessoa) .................................................................................................................................... 82
Figura 26 - "Tabela I.06 - Caudais mínimos de extração de ar a assegurar para locais e instalações
especificas" - Portaria nº 353-A/2013 ........................................................................................................ 90

x
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Lista de Tabelas
Tabela 1 Classificação de Influências Externas - Interior do Edifício ........................................................ 16
Tabela 2 - Classificação de Influências Externas e Índices de Proteção das Instalações Sanitárias ........... 16
Tabela 3 - Identificação dos circuitos de tomadas ...................................................................................... 18
Tabela 4 - Potência por Área ...................................................................................................................... 19
Tabela 5 - Potências do AVAC .................................................................................................................. 20
Tabela 6 - Canalização e Proteção dos Quadros Elétricos .......................................................................... 25
Tabela 7 - Canalização e Proteção do Quadro de AVAC ........................................................................... 26
Tabela 8 - Dados do Circuito C06 .............................................................................................................. 27
Tabela 9 - Valores Máximos (UGR) .......................................................................................................... 37
Tabela 10 – Iluminância média (U) ............................................................................................................ 38
Tabela 11 - Valores Máximos DPI ............................................................................................................. 39
Tabela 12 -Valores Obtidos pelo Software ................................................................................................. 40
Tabela 13 - Dados do Cabo SC/APC .......................................................................................................... 55
Tabela 14 - Resultados obtidos para ALP .................................................................................................... 56
Tabela 15 – Dados dos cabos de telecomunicações ................................................................................... 56
Tabela 16 – Potência a Instalar por Espaço ................................................................................................ 75
Tabela 17 - Potência das Unidades Interiores............................................................................................. 76
Tabela 18 – Unidades Interiores das Salas Técnicas .................................................................................. 79
Tabela 19 – Dados do Espaço para Calculo do Caudal .............................................................................. 82
Tabela 20 - Caudal para Cada Espaço – Zona 1 ......................................................................................... 85
Tabela 21 - Caudal para Cada Espaço – Zona 1 ......................................................................................... 86
Tabela 22 - Dados para Cálculo das Condutas Circulares .......................................................................... 87
Tabela 23 - Dados para Cálculo das Condutas Circulares .......................................................................... 88
Tabela 24 – Dados para cálculo pelo método pela área .............................................................................. 91
Tabela 25 - Dados para cálculo pelo método da ocupação ......................................................................... 91
Tabela 26 - Caudal total das instalações sanitárias ..................................................................................... 92
Tabela 27 – Grelhas das instalações sanitárias ........................................................................................... 92
Tabela 28 - Diâmetro das condutas das instalações sanitárias .................................................................... 93
Tabela 29 - Diâmetro das condutas principais das instalações sanitárias ................................................... 93

xi
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Anexos

Anexo 1 - Dimensionamento da Canalização das Tomadas ..................................................................... 100


Anexo 2 - Dimensionamento de Canalizações e Proteções dos Quadros Elétricos .................................. 101
Anexo 3 - Dimensionamento de Curto-Circuitos ..................................................................................... 102
Anexo 4 - Valores Obtidos no Dialux ...................................................................................................... 103
Anexo 5 - Estudo Luminotécnico (Sala de Fabrico)................................................................................. 104
Anexo 6 – Estimativa Orçamental ............................................................................................................ 111
Anexo 7 - Peças Desenhadas .................................................................................................................... 125

xii
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Lista de Siglas
ANPC – Autoridade Nacional da Proteção Civil
ATE – Armário de Telecomunicações do Edifício
ATI – Armário de Telecomunicações Individual
AVAC – Sistemas de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado
CC – Cabo Coaxial
CDI – Central de Deteção de Incêndios
DL – Decreto-Lei
CV – Câmara de Visita
DCSI – Direção de Comunicações e Sistemas de Informação do Exército
DIE – Direção de Infraestruturas do Exército
DPI – Densidade de potência instalada
DST – Descarregadores de Sobretensão
FO – Fibra Ótica
Icc – Corrente de Curto-Circuito
IRC – Índice de reprodução cromática
ITED – Infraestruturas de Telecomunicações em Edifícios
ITUR – Infraestruturas de Telecomunicações em Loteamentos, Urbanizações e
Conjuntos de Edifícios
NE – Norma Europeia
PC – Par de Cobre
PT – Posto de Transformação
QAI – Qualidade de ar interior
QGBT – Quadro Geral de Baixa Tensão
QGE – Quadro Geral do Edifício
QP – Quadro Parcial
RTIEBT – Regras Técnicas das Instalações Elétricas em Baixa Tensão
SADI – Sistema Automático de Deteção de Incêndios
SCIE – Segurança Contra Incêndios em Edifícios
UE – Unidade Exterior
UI – Unidade Interior
UGR – Encandeamento

xiii
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

UTA – Unidade de Tratamento de Ar


VRV – Volume de Refrigerante Variável

xiv
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Lista de Variáveis
AFO Atenuação das fibras dB
ALP Atenuação da ligação permanente dB

ACN Atenuação nos conetores dB


AJ Atenuação nas juntas dB
A Área m2

IZ Corrente Admissível na Canalização do Circuito A

I2 Corrente Convencional de Funcionamento do dispositivo de Proteção A

QAN Caudal de ar novo m3/[Link]


ICC Corrente de curto-circuito A

In Corrente estipulada do dispositivo de proteção A

IB Corrente de serviço A

L Comprimento m

FP Fator de potência
ZccR Impedância de curto-circuito equivalente da rede distribuidora Ω

ZccT Impedância de curto-circuito equivalente do transformador Ω

P Potência ativa kW

S Potência aparente kVA

Sccr Potência de curto-circuito da rede distribuidora MVA

U Queda de tensão V

∆u Queda de tensão relativa %

Ρ Resistividade dos condutores Ω.mm²/m

s Secção dos condutores mm2

U0 Tensão entre fase e neutro V

UBTV Tensão composta em vazio na baixa tensão V

UCC Tensão de Curto-Circuito do transformador V

V Velocidade m/h

xv
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Capítulo I - Introdução
1 Introdução
Como tudo deve ser contextualizado, de maneia a coadjuvar numa leitura mais
fundamentada e menos abstrata, reservamos este primeiro Capítulo – Introdução, tal
como o nome nos sugere, para uma apresentação ao trabalho intitulado Desenvolvimento
de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército Português, desenvolvido no âmbito do Mestrado em
Engenharia Eletrotécnica, no Instituo Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), na
Oficina de Optrónica do Exército. Neste sentido, damos conta daquelas que foram as
nossas motivações para se encetar este estudo, dos objetivos que se pretende alcançar com
o mesmo e da estrutura do trabalho, ou seja, uma antevisão do que os leitores podem
encontrar.

1.1.1 Enquadramento/Motivação
A Direção de Infraestruturas do Exército (DIE) é a responsável pela construção,
remodelação e manutenção das infraestruturas de todos os quarteis e edifícios militares,
sendo os Engenheiros Eletrotécnicos os responsáveis pelas Instalações Especiais dos
mesmos. Sempre que são executadas obras de construção ou de remodelação dentro de
quarteis militares, estes não são alvos de inspeção por entidades exteriores ao Exército.
No entanto os projetistas, sempre que possível, cumprem a legislação em vigor.

A oficina de Optrónica é o local onde se realizam as manutenções, reparações e


construções de equipamentos militares específicos, como por exemplo: bússolas,
binóculos, aparelhos de visão noturna, rádios militares, equipamentos de precisão,
radares, entre outros. Estes dispositivos apresentam uma grande importância, uma vez
que visam contribuir para a segurança dos militares e para o sucesso de missões nos
teatros de operações.

Atualmente existe uma oficina de Optrónica no Exército, no entanto esta não reúne todas
as condições necessárias para o bom funcionamento a que esta se destina. Por essa razão,
foi solicitado à Direção de Infraestruturas do Exército a execução de um projeto para
substituição da mesma. Contudo, o pedido feito tinha de juntar num só edifício a secção
de Eletrónica e Optrónica com a secção de Sistemas de Energia.

1
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Estando profissionalmente ligada ao Exército, influenciou a que academicamente


despertasse interesse neste projeto, levando-nos a optar por esta área de trabalho, numa
tentativa de se fazer um projeto capaz de agregar, como já referido, a Secção de Eletrónica
e Optrónica com a secção de Sistemas de Energia, indo, desta feita, ao encontro das
minhas motivações pessoais e profissionais.

Neste seguimento, começamos a dimensionar um projeto capaz de considerar os


requisitos impostos. Por exemplo, que evitasse o que parece, não raras vezes, acontecer
em alguns espaços dos edifícios, isto é, que aquando da existência de um defeito na rede
não provoque o corte elétrico da instalação, mas sim um alarme para o técnico responsável
resolver o mesmo. A oficina deve ser dotada da rede de telecomunicações do Exército.
Esta deve estar equipada com um sistema capaz de detetar um fogo em qualquer espaço,
com meios para uma primeira intervenção e com placas sinaléticas a indicar: saídas de
emergência, extintores, botoneiras de alarme e quadros elétricos. De igual forma, o
edifício deve ser dotado de sistemas de renovação de ar e de sistemas reguladores da
temperatura de cada espaço.

1.1.2 Objetivos
A delineação dos objetivos é uma fase crucial no desenvolvimento de qualquer projeto
de, pois sabendo-se o que se pretende facilita a escolha/procura das respostas e ou
estratégias mais ajustadas para a consecução dos fins pretendidos. Nestes pressupostos, o
foco deste trabalho consiste em compreender o dimensionamento de várias especialidades
de um edifício a construir e criar bases de trabalho para futuros projetos. Assim,
delinearam-se os seguintes objetivos: efetuar um estudo e análise das exigências e
critérios da oficina inerentes às diferentes atividades que se desenvolvem no local, estudar
os esquemas de ligação à terra (TN e/ou IT); proceder ao estudo luminotécnico; sugerir
proposta de solução para o sistema de deteção de incêndios e sistemas de aquecimento,
ventilação e ar condicionado (AVAC), em conformidade com os requisitos legais e
obrigatórios exigidos pela instituição.

1.1.3 Estrutura
Estruturalmente, o trabalho apresentado, e materializado nesta dissertação, divide-se em
sete capítulos. Inicia-se, como anteriormente referimos, a introdução que tem como

2
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

propósito “introduzir” ao trabalho, apresentando-o no que às motivações e objetivos diz


respeito.

O capítulo II, Estado da Arte, tem como enfoque dar uma visão/perspetiva dos trabalhos
realizados no âmbito do projeto em apreço, recorrendo-se para o efeito, de uma plêiade
de autores de referência, nessa matéria/domínio.

No capítulo III, Instalações Elétricas, remete-nos para o dimensionamento das


infraestruturas elétricas, ou seja, procede-se à caracterização da instalação elétrica, das
alimentações, dos quadros elétricos, do dimensionamento de canalizações e proteções, do
estudo luminotécnico, da rede IT, proteção contra descargas atmosféricas, da rede de
terras e apresenta-se exemplo de cálculos.

No capítulo IV, Infraestruturas de Telecomunicações, apresenta-se a solução das


infraestruturas de comunicações preconizada para espaço. Encontra-se descrito a rede
individual e a rede coletiva, o caminho de cabos, assim como os cabos a utilizar e os
respetivos a aparelhagem terminal exemplos de calculo.

O capítulo V, Deteção de Incêndios, apresenta a proposta de solução para o sistema de


deteção de incêndios e os respetivos equipamentos, meios de primeira intervenção e a
sinalética.

O capítulo VI, Instalações Mecânicas, circunscreve-se à apresentação do sistema AVAC


procedendo à pela descrição do sistema de ar condicionado a implementar e respetivas
máquinas, da ventilação das instalações sanitárias, do tratamento de ar dos espaços e
patenteando exemplos de cálculo.

No capítulo VII e último capítulo, Conclusões, tal como o título nos sugere remete-nos
para o balanço inerente a projeto como um todo. Ou seja, apresentam-se as principais
conclusões resultantes da consecução do trabalho desenvolvido e intenta-se refletir os
pontos fortes e menos fortes do projeto de maneira a contribuir para novas e ou
complementares investigações futuras.

3
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Capítulo II – Estado da Arte


2 Estado da Arte
O Estado da Arte é uma das partes mais importantes de todo trabalho científico, uma vez
que faz referência ao que já se sabe, relativamente à temática pesquisada, permitindo
orientar/centrar a investigação e rentabilizar esforços e tempos. Além disso, auxilia na
melhoria e evolução de novos conceitos e paradigmas, permitindo novas e ou
complementares formas de compreensibilidade.

No que à temática em apreço diz respeito, diz-nos a literatura que a conceção de um


projeto de instalações especiais é um processo amplo, exigente e bastante diferenciado,
sendo necessário ter em consideração a legislação, as normas e regulamentos em vigor.
Igualmente se impõe ter conhecimento técnico, em conformidade com as múltiplas
situações e atendendo aos materiais, aos equipamentos e às tecnologias, uma vez que
todos os projetos são diferentes e requerem soluções adaptadas e ajustadas à
realidade/especificidade do mesmo, ampliando, assim a segurança, a fiabilidade e a
otimização dos recursos.

2.1.1 O Projeto
Quando falamos em projeto, pensamos em algo vindouro, algo pensado e idealizado para
curto, médio e longo prazo, seja a nível pessoal, profissional ou académico.
Independentemente do seu carácter, mais ou menos técnico, um projeto visa sempre,
antecipar, uma ação futura, obedecendo, para o efeito, ao desenho de uma atividade, ou
conjunto de atividades, com o objetivo de resolver e ou mitigar uma determinada situação
(por norma deficitária).

Cada projeto é desenvolvido de forma faseada, sendo que cada fase passa por decisões
fundamentadas do projetista. Assim, devem ser realizadas com base em documentos
técnicos, emitidos pelas entidades oficiais, nos quais constem princípios e métodos de
cálculo aplicáveis ao dimensionamento das infraestruturas. Com essa informação, o
projetista deve, eficaz e eficientemente, ser capaz de realizar o dimensionamento tendo
em consideração os requisitos do requerente e sem nunca colocar em causa a segurança
das instalações e dos seus utilizadores.

4
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

2.1.2 Estrutura Base de um Projeto


Face ao exposto, um projeto é constituído por diversas fases. As mais relevantes:

Primeira fase:

Para se iniciar um projeto, importa, antes de mais, explicitar os objetivos do


mesmo. A definição dos mesmos deve ser feita conjuntamente pelo requerente
com o projetista, de maneira que este último possa avaliar as necessidades e
propor soluções tendo em consideração todos os elementos da legislação em vigor
e dos regulamentos aplicáveis.

Nesta primeira fase é importante que sejam definidas as características do projeto,


no que diz respeito:

• à sua localização;

• ao tipo de instalação;

• ao tipo de utilização e por quem será utilizada;

• às necessidades;

É igualmente imperativo, nesta fase, indicar os prazos de entrega, a estimativa de


custo e os limites de desvio que possam ocorrer, de forma a antecipar eventuais
surpresas.

Segunda fase:

Com base nas informações obtidas, o projetista deve apresentar uma solução ao
requerente. Essa solução deve ser acompanhada de peças desenhadas (anexo 6) e
peças escritas que reportem elementos que permitem esclarecer e identificar as
condições necessárias para o desenvolvimento do projeto.

Terceira fase:

Após a solução ser aprovada, o projetista inicia o estudo prévio da instalação.


Nesta fase já é possível apresentar os elementos constituintes do projeto. Sendo
esses elementos as memórias descritivas, as memorias justificativas, os
dimensionamentos, os principais elementos da instalação e a estimativa de custo.

5
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Quarta fase:

Na sequência do estudo prévio, desenvolve-se a solução apresentada, e uma vez


concluída esta fase, estão reunidas todas as condições para o licenciamento do
projeto. Para o efeito, conforme plasmado no Decreto-Lei 96/2017 [1], é de
caracter obrigatório, os seguintes documentos:

• Termos de Responsabilidade, ficha técnica do projeto, ficha eletrotécnica


e dados do projetista (cartão de cidadão, cédula profissional, declaração
da associação profissional, declaração DGEG e seguro de
responsabilidade civil);

• Memórias descritivas e memórias justificativas;

• Peças desenhadas (anexo 6) (é necessário ter uma planta com a localização


do projeto, todos os desenhos constituintes e, sempre que necessário,
desenhos de pormenores);

• Cálculos justificativos;

• Mapas de quantidades (é necessário ter especificado todos os materiais e


equipamentos constituintes do projeto) (DL 96/2017).

Ressalva-se a importância de se reverem todos os pontos por forma a não


comprometer o bom funcionamento da instalação e a integridade do projetista.

Quinta fase:

Concluído o projeto de licenciamento, avança-se para a execução do mesmo. O


projeto de execução trata-se, então da fase final do mesmo que deve ser simples,
detalhado e de fácil compreensão, cumprindo sempre a legislação em vigor e os
regulamentos aplicáveis. Neste processo inclui-se:

• Termo de responsabilidade de execução de obra;

• Caderno de Encargos (onde é discriminado de forma detalhada a solução


projetada);

6
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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• Peças desenhadas (anexo 6) (Relativamente às peças desenhadas


apresentadas no projeto de licenciamento, estas devem ser mais
pormenorizadas com todos os elementos constituintes e respetivas
interligações);

• Medições, mapa de trabalhos e orçamento (Devem ser descritos todos os


materiais, as suas quantidades e os respetivos valores).

2.1.3 Infraestruturas de Eletricidade


Para que uma instalação elétrica possa cumprir a sua missão com toda a segurança
exigida, o projetista deve fazer um estudo exaustivo sobre o projeto que pretende
desenvolver. Esse estudo deve englobar as dimensões e as características do edifício, as
atividades que possam decorrer, as especificações e localização dos aparelhos a instalar e
o ambiente dos mesmos. Através destas informações é possível delinear a estrutura mais
adequada para a instalação elétrica e para os elementos que a constituem. Para garantir a
minimização dos riscos intrínsecos à sua utilização e a máxima operacionalidade das suas
funcionalidades, as instalações elétricas devem ser projetadas com base nos seguintes
pressupostos:

• “Regras Técnicas das Instalações Elétricas de Baixa Tensão – RTIEBT”,


aprovadas pela Portaria 949-A/2006, de 11 de setembro [2];

• Decreto-Lei n.° 14/2015, de 16 de fevereiro, com as alterações introduzidas pelo


DL n.° 96/2017, de 10 de agosto e por outros diplomas legais complementares
[3];

• Guia técnico das instalações Elétricas estabelecidas em locais residenciais ou de


uso profissional (aplicável não na totalidade), DGEG/DSEE;

• Guia técnico das Classes de Reação ao Fogo dos Cabos Elétricos para Instalações
Elétricas de Baixa Tensão, DGEG/DSEE [4];

• Portaria n.º 135/2020, procede à alteração ao Regulamento Técnico de Segurança


contra Incêndios (SCIE) [5];

• Normas Portuguesas aplicáveis, às recomendações técnicas da IEC e demais


regulamentações aplicáveis;

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Como é referido no decreto-lei 96/2017 [1], dependendo do tipo de alimentação elétrica,


esta pode ser dividida em três categorias diferentes:

• Tipo A — instalações com produção própria, de caráter temporário ou itinerante,


de segurança ou socorro, quando não integrem centros de electroprodutores
sujeitos a controlo prévio ao abrigo de regimes jurídicos próprios;

• Tipo B — instalações que sejam alimentadas pela RESP em média, alta ou muito
alta tensão;

• Tipo C — instalações alimentadas pelas RESP em baixa tensão.

A oficina para a qual se apresentou projeto, está inserida no tipo B.

Por forma a dotar o novo edifício da Oficina de Optrónica do Exército Português com
uma infraestrutura elétrica otimizada e capaz de satisfazer todos os requisitos pedidos,
será apresentado uma proposta constituinte por:

• Infraestruturas de baixa tensão (Circuitos de iluminação, circuitos de tomadas de


uso geral, iluminação de emergência).

2.1.4 Infraestruturas de telecomunicações


Atualmente, atendendo à organização societal, importa considerar, que as redes de
comunicação são um fator impulsionador ou condicionador para o desenvolvimento tanto
a nível social como comercial. Sendo que a utilização de equipamentos eletrónicos se
tornou indispensável para a troca de informações entre os mais diversos setores,
provocando um elevado crescimento tecnológico. Mas para que seja possível a troca de
informação a este nível, é imprescindível projetar infraestruturas de comunicações
adequadas aos seus utilizadores, pois só assim se lhes permite uma correta informação
num espaço curto de tempo.

Tal como num projeto de instalações elétricas, um projeto de infraestruturas de


comunicações deve ser adaptado e ajustado à realidade de cada utilizador. Para o efeito,
o projetista terá de determinar qual a solução técnica mais apropriada à instalação e aos
seus utilizadores.

Neste registo, a construção de infraestruturas de comunicação deve seguir os normativos


legais em vigor, que estabelece o regime enquadrador do projetista para a construção de
comunicações. O Dec. Lei nº123/2009 [6] define o regime aplicável às redes de

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comunicações em edifícios. A estrutura e cablagem das instalações é definido pela norma


Europeia (NE) 50173 e a especificação da instalação, documentação, procedimentos de
garantia de qualidade, operação e manutenção é assegurada pela NE 50174.

O regulamento em vigor é o manual de prescrições e especificações das Infraestruturas


de Telecomunicações em Edifícios (ITED) 4ª edição [7]. Neste manual estão descritos
quais os requisitos técnicos mínimos das ITED. É no presente manual onde se encontram
explícitos a distinção entre edificações novas, edifícios já construídos, distinguindo-os
em várias categorias e projetos de adaptação a uma tecnologia, isto é, qualquer edifício
novo, remodelado ou reconstruído necessita de ter um projeto de telecomunicações.

Ora, seguir as normas aplicáveis no regime enquadrador transmite qualidade e segurança


e nesta linha, também os técnicos obedecem ao imperativo de cumprir requisitos. Sendo
que para realizarem projetos de ITED, têm de cumprir um dos seguintes:

• Estar inscritos na Ordem dos Engenheiros (OE), ou Ordem dos Engenheiros


Técnicos (OET);

• Técnicos projetistas inscritos na ANACOM.

A inscrição na ANACOM tem de ser renovada de 5 em 5 anos.

Para realizar projetos de ITED, as obrigações de um projetista creditado pela ANACOM


constituem-se, segundo o ponto 4 [Link] do Manual ITED [7], em 6 fases:

1. Analisar e avaliar o pedido do dono de obra e posteriormente comunicar ao mesmo


as influências pretendidas no resultado final. Nesta fase do projeto, o dono de obra
poderá redefinir os requisitos iniciais do projeto;

2. O projetista estuda várias soluções para o respetivo projeto. Com base nesse
estudo, propõe ao requerente várias soluções, considerando múltiplas
condicionantes;

3. Com as diferentes alternativas, o projetista compara-as, de forma a encontrar a


melhor solução tendo em consideração a relação custo/benefício;

4. Com a escolha da solução mais adequada, o projetista apresenta-a ao dono de obra


com a finalidade de este concordar com a mesma;

5. É nesta fase que se inicia a elaboração do projeto de Infraestruturas de


Comunicações. Sendo este constituído pelo dimensionamento de todos os

9
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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elementos. O projetista emite o termo de responsabilidade (elaborado no portal da


ANACOM) e faculta o mesmo ao dono de obra;

6. O projetista garante, como referido no Dec. Lei nº123, o acompanhamento da obra


(por si ou por um mandatário).

Figura 1 - Fases da Elaboração do Projeto Técnico ITED [7]

A realização das fases, sistematizadas na figura 1, visam garantir que as ITED acreditem
os serviços previstos no projeto e que assegure uma ligação segura às redes de
comunicação.

É responsabilidade dos instaladores garantirem a conformidade das infraestruturas de


telecomunicações com o projeto e com as normas aplicáveis (ou seja, o Manual ITED –
no presente ano, Manual ITED 4 [7]).

A manutenção das infraestruturas de telecomunicações deve ser controlada por técnicos


credenciados, potenciando um funcionamento mais eficiente dos sistema, por um lado e,
permitindo ao cliente final usufruir de todos os serviços previstos, por outro lado.

Segundo o Dec. Lei nº123/2009 [6], “O regime previsto no presente decreto-lei não se
aplica às redes privativas dos órgãos políticos de soberania, do Ministério da Defesa
Nacional, ou sob sua responsabilidade, às redes das forças e serviços de segurança, de
emergência e de proteção civil, sem prejuízo da possibilidade de estas entidades,
querendo, poderem disponibilizar acesso às infra -estruturas aptas ao alojamento de redes
de comunicações eletrónicas que detenham, nos termos previstos no presente decreto -
-lei”.

2.1.5 Sistema de Deteção de Incêndios


Um sistema de deteção de incêndio é um sistema obrigatório dos edifícios que recebem
público. Apesar dos quarteis militares não serem alvos de inspeções e não estarem ao
abrigo das normas aplicadas civilmente, a preocupação com a segurança de pessoas, bens
e ambiente tem levado à instalação de sistemas de deteção de incêndios nos mais variados
edifícios. Como o presente projeto visa um edifício novo, este sistema é indispensável. A

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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sua principal função é detetar prematuramente um ponto de incêndio, limitando a sua


expansão e minimizando eventuais danos.

Quando se trata de um projeto de Segurança Contra Incêndios em Edifícios (SCIE), onde


após a execução é necessária uma inspeção por parte da Autoridade Nacional da Proteção
Civil (ANPC), devem ser emitidos 3 termos de responsabilidade:

• O projetista deve emitir um termo referente ao cumprimento das disposições


SCIE;

• O coordenador de projeto deve emitir o termo de responsabilidade recai sobre a


compatibilidade dos projetos das especialidades com o referente projeto;

• O diretor de obra/ diretor de fiscalização devem emitir o termo de


responsabilidade que diz respeito à responsabilidade da execução e verificação
em obra com o projeto.

Como referido anteriormente, no Exército estes termos não são necessários, no entanto
os projetos são feitos pelos Engenheiros Eletrotécnicos responsáveis pelas infraestruturas
elétricas de todos os quarteis. No decorrer da obra, o projetista acompanha a fiscalização
de forma a garantir que os equipamentos são os referidos no projeto e se são instalados
como previsto.

Tal como nas restantes especialidades, o projeto de Deteção de incêndios é acompanhado


por peças desenhadas (anexo 6), memórias descritivas e justificativas, condições técnicas
e mapa de quantidades.

Para o presente projeto foram previstas as seguintes instalações:

• Sistema de deteção de incêndios;

• Meios de primeira intervenção;

• Sinalética;

Na execução de um projeto para deteção de incêndio importa considerar os seguintes


regulamentos:

• Regras Técnicas das Instalações de Elétricas de Baixa Tensão (RTIEBT) [2];

• Decreto-Lei nº 220/2008 na redação atual [8];

• Portaria 1532/2008 na redação atual [9];

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oficina de Optrónica do Exército

• Normas Técnicas da ANEPC [10];

• Normas Portuguesas;

• Normas Europeias.

A sinalização prevista nos quarteis deve obedecer à legislação nacional em vigor,


designadamente à Portaria nº311-B/2005.4, 24 de março [11].

Um aspeto que deve ter sido em consideração nas instalações dos quarteis é que todas as
centrais devem estar interligadas com a central instalada na casa da guarda, uma vez que
esse local está sempre frequentado por militares.

2.1.6 Sistema de AVAC


Atualmente, o Exército tem demostrado uma grande preocupação com a qualidade do ar
interior (QAI) dos edifícios que constituem o seu património. Principalmente quando se
trata de edifícios de trabalho, onde existem vários militares no mesmo espaço durante
longos períodos.

Nesse sentido, por forma a garantir a saúde e bem-estar de todos os colaborados, têm sido
implementados sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado em todos os
edifícios intervencionados.

O presente projeto destina-se a um edifício novo. Este edifício está projetado para
albergar vários militares a desempenharem, maioritariamente, funções em laboratórios,
justificando-se a instalação de equipamentos de climatização e renovação de ar como se
propões no projeto em apreço.

Na execução de um projeto de AVAC deve ter-se em consideração os seguintes


regulamentos:

• Decreto-Lei nº102/2021 [12];

• Decreto-Lei nº 101-D/2020 [13];

• Portaria nº28/2022 [14];

• Portaria nº 138-G/2021 [15];

• Portaria nº 138-H/2021 [16];

• Portaria nº 138-I/2021 [17];

12
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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• Portaria nº310/2021 [18];

• Portaria nº289/2020 (revogada) [19];

• Despacho nº 9017/2021 [20];

• Despacho nº9067/2021 [21];

• Despacho nº6476-C/2021, com declaração de retificação nº611/2021 [22];

• Despacho nº6476-D/2021 [23];

• Despacho nº6476-E/2021 [24];

• Despacho nº9216/2021 [25];

• Despacho nº1618/2022 [26].

Tal como nas empresas civis, o Exército tem dois tipos de modalidades de investimento:
Capex e Opex. O tipo Capex trata-se de quando a empresa adquire instalações, máquinas,
equipamentos, entre outros. O pagamento desses equipamentos é feito no ato da compra
e todos os equipamentos passam a ser património do Exército estando à responsabilidade
da Unidade onde foram instalados. Por outro lado, o tipo Opex é referente aos custos
operacionais, por exemplo, alugueres de equipamentos, custos de manutenção entre
outros gastos consumíveis. No que concerne ao pagamento destes custos, dependendo da
situação contratualizada, podem ocorrer mensalmente ou anualmente. E o pagamento é
feito, dependendo da situação, mensalmente ou anualmente.

No Exército, e especialmente no que às obras de instalações mecânicas diz respeito, o


Exército opta pela modalidade Capex. Isto é, quando se trata de sistema de AVAC o
Exército lança o procedimento da obra em que é parte integrante a aquisição das
máquinas, onde as manutenções das mesmas são feitas à posterior por militares, ou, caso
seja necessária uma maior intervenção, é lançado um novo procedimento para contratar
uma empresa especializada.

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Capítulo III – Instalações Elétricas


3 Instalações Elétricas
A elaboração do presente projeto teve por base os regulamentos e as normas em vigor,
em harmonia com as necessidades elétricas do edifício intervencionado e os requisitos
impostos pelo Exército Português.

Todos os quarteis são alimentados por um posto de transformação acomodado dentro das
instalações militares, projetados pelos engenheiros eletrotécnicos militares.
Posteriormente é lançado um concurso público para a execução do projeto. Nas
instalações militares, dada a especificidade do seu regime, nenhuma das instalações
elétricas é alvo de vistoria com exceção dos postos de transformação. Terminada a obra,
esta só se considera finalizada e pronta para utilização após certificação pela entidade
competente. Aquando da referida inspeção, esta é sempre acompanhada pelo técnico
militar responsável pelo PT. O quartel em causa já possui um posto de transformação
certificado, pelo que no não foi considerado no presente projeto. O posto de
transformação existente tem uma potência de 630 kVA e é alimentado por uma rede de
30 kV (como indicado na imagem abaixo representada).

Figura 2 - Mapa Indicativo dos níveis de tensão em uso de Rede


Nacional de Distribuição

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Um dos requisitos a ter em consideração na execução do projeto foi a obrigatoriedade de


instalação de pavimento condutivo em vários gabinetes. Isto porque os equipamentos que
são reparados/ construídos na oficina são bastantes sensíveis e com um preço elevado, e
com o pavimento condutivo permite a saída de descargas electroestáticas através de um
ponto à terra para descarregar as cargas e proteger os equipamentos.

Por forma a garantir a continuidade de serviço nos gabinetes, foi previsto o regime de
neutro IT. Sendo as restantes áreas dotadas do regime de neutro TN.

3.1 Caracterização da Instalação Elétrica


3.1.1 Alimentação de Energia Elétrica
Tal como referido anteriormente, este projeto foca-se oficina de Optrónica a construir. A
alimentação da instalação elétrica é feita à tensão nominal 400/230V à frequência 50Hz.

Por se tratar de um edifício de grandes dimensões optou-se pela instalação de quadros


parciais. A distribuição dos quadros foi:

• QP1;

• QP2;

• QAVAC;

• QIT_1;

• QIT_2.

3.1.2 Seleção e Instalação de Equipamentos


[Link] Classificação quanto à influência externa (IP e IK)
De acordo com as RTIEBT, secção 512, analisou-se a oficina relativamente às influências
externas. Nas tabelas abaixo indicadas encontram-se identificadas as classificações para
cada local do Edifício.

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Tabela 1 Classificação de Influências Externas - Interior do Edifício

Classificação de Influências Externas – Interior do Edifício

A - Ambientes B- Utilização C - Construção


AA4 BA4 CA1
AB5 BB1 CB1
AC1 BC2
AD1 BD1
AE4 BE1
AF1
AG2
AH2
AK1
AL1
AM1
AN1
AP1 IP51/IK07
AQ1
AR1
AS1

Tabela 2 - Classificação de Influências Externas e Índices de Proteção das Instalações Sanitárias

Classificação de Influências Externas e Índices de Proteção Instalações


Sanitárias
AA4 AB4 AD2 BB2 BC3 IP21/IK04

Como se pode constatar nas tabelas em epígrafe, o valor de IP é referente ao valor máximo
do equipamento do local. Este valor indica a resistência e a adequação dos produtos para
uso em ambiente interno da oficina.

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

3.1.3 Rede Elétrica do Edifício


A alimentação para o edifício é feita diretamente do quadro geral de baixa tensão
(QGBT), pelo que foi calculada a proteção a instalar, tendo em consideração a potência a
instalar e o comprimento do cabo.

Figura 3 - Localização da Oficina de Optrónica

A canalização do posto de transformação até ao edifício deve ser enterrada a uma


profundidade mínima de 0,80m. No decorrer da instalação do mesmo devem existir caixas
de visita por forma a facilitar o trabalho dos instaladores. Nos documentos existentes do
quartel, foi possível verificar a rede de distribuição do mesmo (desenho da rede nas peças
desenhadas (anexo 6, na peça desenha_1E), referente às instalações elétricas) foi possível
verificar a existência de caixas de visita instaladas ao longo do quartel, nas quais foi
possível confirmar a existência de tubos de reserva entre caixas. Por se tratar de um
projeto a executar foi necessário ter em atenção os custos e, encontrar soluções mais
económicas, tendo-se optado por utilizar, as caixas de visita existentes. Contudo, sempre
que é necessário a instalação de novas, prevê-se na instalação de tubos de reserva para
possíveis aumentos da rede elétrica.
Dentro do edifício, os cabos que fazem a distribuição de energia passam pelo caminho de
cabos em calha metálica. Dentro de cada compartimento do edifício deve ser instalada
calha técnica a 0,30m do chão. Da calha técnica até à calha metálica, os cabos sobem em
prumada embutidos nas paredes e protegidos por tubo VD.

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

3.1.4 Diagrama de Cargas


Através do quadro orgânico da oficina e dos equipamentos a instalar, calculou-se a
potência necessária para o bom funcionamento da instalação. Efetuados os cálculos, foi
possível verificar que o valor máximo da potência aparente foi de 120kVA. Este valor de
potência é superior ao necessário no edifício, e tem como objetivo prevenir necessidades
energéticas futuras sem modificação das instalações dimensionadas.

[Link] Exemplo de Cálculo


Quadro Geral Elétrico

Para calcular a potência para o quadro principal do edifício foi necessário saber quais as
necessidades dos equipamentos a instalar. Por forma a conseguir determinar exatamente
os equipamentos, realizou-se uma visita às atuais instalações e verificou-se que não
existem necessidades que careçam de alimentações especiais ou equipamentos que
tenham um elevado consumo de energia.

De maneira a determinar qual a potência aproximada, distribuíram-se os circuitos de


tomadas elétricas pelos gabinetes, atribuindo-se uma potência de 1000W a cada.
Tabela 3 - Identificação dos circuitos de tomadas

Localização dos circuitos Nº Circuito Potência Atribuída (kW)


C01 1
Área Técnica C02 1
C03 (B1) 1
WC C1 - WC 1
Sala de Reuniões C04 1
C05 1
Hall
CDI 1
C06 1
Área Administrativa
C07 1
Corredor C08 1
A potência total para os circuitos de tomadas foi de 10kW.

Após a conclusão do estudo luminotécnico pelo software Dialux, foi possível saber qual
a potência que cada espaço deve consumir. De igual forma perspetivaram-se os valores
relativos à iluminação no que aos espaços alimentados pelo QIT1, diz respeito, conforme
se sistematiza na tabela 4.

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Tabela 4 - Potência por Área

Localização dos Espaços Potência (kW)


Área Técnica 0,03
WC 0,12
Sala de Reuniões 0,30
Hall 0,10
Área Administrativa 0,24
Corredor 0,16
Sala Escura 0,40
Mísseis 0,44
Radares 0,28
Radares (AFATDS) 0,33
Optrónica + Pantógrafo 0,49
Pantógrafo 0,18
Pintura 0,04
Sala de Mecânica 0,27
Bussolas/ Binóculos 0,33

A potência total da iluminação foi 3,70kW

Para saber a potência total somaram-se os valores obtidos, resultando o valor de 13,70
kW.

Com o valor da potência ativa, calculou-se o valor da potência aparente (1):

𝑃 13,70
𝑆= = = 17,13 (𝑘𝑉𝐴) (1)
𝑓𝑝 0,8
Onde:
S – Potência Aparente (kVA);
P – Potência Ativa (kW);
fp – fator de potência (o valor utilizado foi de 0,8);
No entanto, o quadro geral do edifício deve alimentar os restantes quadros, dessa forma
foi necessário calcular a potência a instalar em cada quadro parcial.

O método de cálculo utilizado para o quadro parcial 1, quadro parcial 2, quadro IT1 e
quadro IT2 foi igual ao anteriormente apresentado, plasmando-se os resultados obtidos
no anexo 1. De referir que nos quadros IT apenas devem ser ligados os circuitos de
tomadas, devendo, por conseguinte, ligar-se a iluminação aos respetivos quadros parciais.
Isto porque para o presente edifício apenas é necessário ter as tomadas em regime IT, ao

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

ligar mais cargas a este quadro a potência deste seria mais elevada, por consequente o
valor do transformador a instalar seria superior o que iria trazer mais custos à instalação.

Efetuado o cálculo de todos os quadros, somou-se esses valores e obteve-se a potência


total do edifício.

Quadro AVAC

No entanto, os cálculos para o quadro de AVAC foram diferentes dos restantes, isto
porque neste quadro apenas devem ficar ligados as alimentações para todos os
equipamentos de climatização.

Por forma a saber qual a necessidade de cada equipamento, foi necessário consultar as
memórias descritivas de cada equipamento dimensionado. Na tabela abaixo indicada
estão descritas as potências totais obtidas, nos valores apresentados tendo-se em
consideração a quantidade de máquinas (no capítulo 6 encontram-se descritas quais as
máquinas e a quantidade).
Tabela 5 - Potências do AVAC

Equipamentos S (kVA)
Unidades Interiores 1,53
Unidades Exteriores 57,38
UTA 21,50
Ventiladores Instalações
1,25
Sanitárias

Para garantir o bom funcionamento do sistema, a potência total a instalar deve ser de
81,66kVA, todavia, a potência prevista foi de 85kVA.

3.1.5 Caracterização dos Quadros elétricos


Os quadros a instalar no edifício devem respeitar os índices IP e IK definidos para cada
local, assim como os respetivos quadros elétricos. Os quadros elétricos devem ser de
classe II.

O armário modular para a distribuição de energia com capacidade para os módulos


constantes dos diagramas elétricos e equipados com calhas DIN, porta etiquetas com
proteção, barramento com IN constante nas peças desenhadas (anexo 6) com classe II de
classe de isolamento. Deve ter as dimensões suficientes para alojar a aparelhagem

20
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

constante nos esquemas elétricos do quadro e respetivos acessórios e garantir uma reserva
mínima de espaço de 30%.

Os equipamentos de corte e proteção serão do tipo disjuntor, equipados com proteção


contra curto-circuitos (relés eletromagnéticos) e contra sobrecargas (relés térmicos).

As ligações dentro do interior do quadro carecem de evitar cruzamentos e apresentando


forma esquemática bem compreensível. Todas as ligações devem ser executadas por
aperto mecânico, utilizando parafusos.

O quadro elétrico tem de cumprir com as disposições das secções [Link] e 5 das
RTIEBT. A aparelhagem de comando, corte e proteção a instalar deve estar em
conformidade com as normas internacionais.

O equipamento necessita de ser instalado dentro do quadro elétrico de forma que o seu
funcionamento não seja afetado por interação de fontes de calor, arcos elétricos, vibração
ou campos eletromagnéticos.

Nos interruptores de calibre acima dos 63A devem ser colocados aos seus terminais tapa
bornes. No caso dos interruptores de corte geral de painel, os tapa bornes,
independentemente do seu calibre, são de caráter obrigatório.

Marca de referência: Modelos Universo da HAGER ou equivalente.

3.1.6 Dimensionamento das canalizações e proteções


[Link] Sobrecargas
No dimensionamento das proteções das canalizações, tendo em contas as sobrecargas e
efetuadas, de acordo com as regras previstas na secção 433.2 para a coordenação entre os
condutores e os dispositivos de proteção, são garantidas as seguintes condições:

𝐼𝐵 ≤ 𝐼𝑁 ≤ 𝐼𝑍 𝑒 𝐼2 ≤ 1,45𝐼𝑍
Onde:
IB – corrente de serviço do circuito em amperes;
IZ – corrente admissível na canalização;
IN – corrente estipulada do dispositivo de proteção;
I2 – corrente convencional de funcionamento do dispositivo de proteção.

21
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Figura 4 - Figura 43A da secção 433.2 da RTIEBT "Coordenação entre condutores e os

Dispositivos de Proteção

[Link] Queda de Tensão


Considerando que a instalação será alimentada a partir da rede de distribuição privada da
Unidade, de acordo com a secção 525 das RTIEBT, admitiu-se como máximo de 6% para
circuitos de iluminação e 8% para outros usos, sendo estes valores considerados desde o
Quadro Geral de Baixa tensão.
[Link] Proteção contra contato diretos e indiretos
Nesta secção são descritos os diferentes tipo de proteções considerados, para garantir a
segurança de pessoas, dos animais e dos bens contra perigos e danos que possam resultar
da utilização das instalações elétricas, antecipando-se razoável utilização.

A proteção de pessoas contra contatos diretos e indiretos será assegurada pela utilização
de equipamentos elétricos construídos, segundo as prescrições, de forma a isolar ou
afastar as partes ativas, colocando anteparos e limitando a corrente que possa percorrer o
corpo humano ou animal a valores inferiores à corrente de choque. Os invólucros dos
quadros elétricos devem ser de classe II de isolamento.

Na proteção contra os contactos indiretos podem, no esquema TN, ser utilizados os


dispositivos de proteção seguintes:

• Dispositivos de proteção contra sobreintensidades – Disjuntores e fusíveis;

• Dispositivos diferenciais – utilizados apenas como medida de recurso, quando à


não se conhece o comprimento máximo das canalizações a ligar.

22
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[Link] Exemplo de cálculo


Neste ponto apenas estão descritos os cálculos para a figura abaixo representada. Para
uma leitura mais holística, sugere-se a consulta dos cálculos integrados, apresentados em
anexo (anexo 2).

Figura 5 - Troço do QGBT ao QGE e à carga final do circuito 6

Quadro Geral do Edifício

Considerando que a instalação será alimentada a partir da rede de distribuição privada da


Unidade, de acordo com a secção 525 das RTIEBT, uma vez que é alimentado por um
posto de transformação privado, admitiu-se como máximo de 6% para circuitos de
iluminação e 8% para outros usos, sendo estes valores considerados a partir do Quadro
Geral de Baixa Tensão.

Para o dimensionamento da canalização e da proteção do Quadro de entrada da oficina


foi indispensável ter em consideração os equipamentos a instalar, a potência necessária
em cada circuito e as distâncias.

Dimensionamento de cabos e das proteções para alimentação do QGBT ao QGE e


Quadros Parciais

No dimensionamento do cabo que alimenta o edifício, foi imprescindível ter em


consideração a potência indispensável para o edifício (120kVA). O cabo a utilizar deve
ser em alumínio, indicado para instalações enterradas e com proteção do cabo para
esforços de esmagamento, impacto e contra-ataques de roedores.

Através da potência, calculou-se a corrente de serviço (IB) (2):

𝑆 120
𝐼𝐵 = = = 173 (𝐴) (2)
𝑈 × √3 400 × √3

23
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A escolha do cabo está diretamente relacionada com a corrente de serviço, mas também
pela distância do cabo. O posto de transformação encontra-se a uma distância de 500m
da oficina de Optrónica. Para esta corrente, optou-se por instalar 2 cabos LSVAV 4x240.
Por forma a facilitar a instalação, e como se trata de uma elevada potência, optou-se pela
instalação de dois cabos, ou seja, uma fase que passa através de 2 cabos (secção total por
fase 480mm2). O valor da corrente admissível para o cabo escolhido é de 363, mas como
se mobilizam 2 cabos, a corrente admissível é de 726A. Após a seleção do cabo e de se
obter o valor de IZ, seleciona-se proteção. Para o caso em apreço, optou-se pela proteção
a disjuntor com corrente estipulada de 400A. O disjuntor a instalar deve ser regulável,
isto porque, o calibre da proteção foi dimensionado tendo em conta o valor de corrente
que o cabo a instalar suporta e caso no futuro seja necessário aumentar a potência da
oficina.

Seguidamente foi necessário calcular a corrente convencional de funcionamento, como


se exemplifica:

𝐼2 = 1,45 × 𝐼𝑁 = 1,45 × 400 = 580 (𝐴) (3)

Para garantir que a proteção é suficiente fizeram-se as seguintes verificações (4), (5) e
(6):

𝐼2 ≤ 1,45𝐼𝑍 ⟹ 580 ≤ 1,45 × 400 ⟹ 580 ≤ 580 (4)

𝐼𝐵 ≤ 𝐼𝑁 ⟹ 173 ≤ 400 (5)

𝐼𝑁 ≤ 𝐼𝑍 ⟹ 400 ≤ 726 (6)

Como foi possível verificar, o cabo escolhido cumpre as duas condições para as
sobrecargas.

Para calcular a queda de tensão utilizou-se a seguinte equação (7):

𝐿
𝑢 = 𝑏 (ρ1 × × cos 𝜑 + 𝛾 × 𝐿 × sin 𝜑) × 𝐼𝐵
𝑠
(7)
500 0,08 × 500 × 0
= (0,036 × × 1+ ) × 173 = 6,50 (𝑉)
480 2
Onde:
u – Queda de tensão, expressa em Volts;
Uo – Tensão entre fase e neutro, expressa em Volts;

24
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b – Coeficiente igual a 1 para os circuitos trifásicos e a 2 para os


monofásicos (os circuitos trifásicos com o neutro completamente
desequilibrado, isto é, com uma só fase carregada, são considerados
como sendo monofásicos);
ρ1 – Resistividade dos condutores à temperatura em serviço normal, isto
é, 1,25 vezes a resistividade a 20°C (0,0225 Ω.mm²/m para o cobre e
0,036 Ω.mm²/m para o alumínio);
L – Comprimento simples da canalização, expresso em metros;
s – Secção dos condutores, expressa em milímetros quadrados;
cos – Fator de potência (na falta de elementos mais precisos, pode ser
usado o valor cos=0,8 e, consequentemente, sen= 0,6);
λ – Reactância linear dos condutores (na falta de outras indicações pode
ser usado o valor 0,08 mΩ/m);
IB – Corrente de serviço, expressa em Amperes

Para calcular a queda de tensão relativa (8) (para os circuitos de tomadas não pode ser
superior a 8%):

𝑢 6,5
∆𝑢 = 100 × = 100 × = 2,80 (%) (8)
𝑈0 230
Onde:
∆u – Queda de tensão relativa, expressa em percentagem;
u – Queda de tensão, expressa em Volts;
Uo – A tensão entre fase e neutro, expressa em Volts;
Como o valor obtido é inferior a 8%, o cabo selecionado cumpre os requisitos para as
quedas de tensão.

Por se tratar de um cabo com bainha interior de policloreto de vinilo, armadura de fitas
de aço (fitas de alumínio para os monocondutores) e bainha de policloreto de vinilo tipo
ST1, este cabo não necessita de tubagem para o proteger de ações mecânicas.

O método utilizado para o dimensionamento dos cabos que alimentam os quadros


parciais, foi igual ao exemplificado. Os valores obtidos encontram-se na tabela abaixo
indicada. No anexo 2 encontra-se os resultados para os todos os quadros da instalação
Tabela 6 - Canalização e Proteção dos Quadros Elétricos

QE – QP1 QE – QP2
Potência (kVA) 100 Potência (kVA) 15
IB (A) 144 IB (A) 22
Canalização Tipo de cabo XZ1 4x95 Tipo de cabo XZ1 4x35
Comprimento
70 Comprimento (m) 105
(m)

25
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IZ(A) 223 IZ(A) 119


Tipo Disjuntor Tipo Disjuntor
Proteção Calibre IN(A) 160 Calibre IN(A) 100
I2 (A) 232 I2 (A) 145

QE – QIT_1 QIT_2
Potência (kVA) 30 Potência (kVA) 100
IB (A) 43 IB (A) 144

Canalização
Tipo de cabo XZ1 4x16 Tipo de cabo XZ1 4x35
Comprimento
10 Comprimento (m) 80
(m)
IZ(A) 76 IZ(A) 119
Tipo Disjuntor Tipo Disjuntor
Proteção Calibre IN(A) 63 Calibre IN(A) 63
I2 (A) 91,35 I2 (A) 91,35

Tabela 7 - Canalização e Proteção do Quadro de AVAC

QP1 – QAVAC
Potência (kVA) 85
IB (A) 123

Canalização
Tipo de cabo XZ1 4x50
Comprimento
10
(m)
IZ(A) 144
Tipo Disjuntor
Proteção Calibre IN(A) 125
I2 (A) 181,25

Como se constata na tabela apresentada, o quadro de AVAC é alimentado a partir do


quadro parcial 1 (QP1). Optou-se por esta solução, porque este quadro tem uma elevada
potência e ao alimentar a partir do quadro principal do edifício, devido à distância, o cabo
teria de ter uma secção muito superior, inflacionando, consequentemente, o custo da final
da obra.

26
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Dimensionamento de cabos e das proteções Quadros Parciais para a carga final

O cálculo para os circuitos dos quadros parciais para o ponto onde a carga deve ser
alimentada, teve-se em consideração os cabos e as proteções para cada circuito. Neste
ponto apenas está explicito um exemplo para o cálculo do cabo e da proteção de um
circuito de tomadas (Circuito C06, do QGE). Com os circuitos representados retiram-se
as distâncias dos mesmos. O cabo projetado para o edifício é cabo de cobre (cabo XZ1, o
valor de ρ1 do cobre 0,01851). Por se tratar de circuitos de tomadas e a proteção não pode
ser superior a 16A, o valor da corrente de serviço utilizada nos cálculos foi de 16A.
Tabela 8 - Dados do Circuito C06

Localização Nº Comprimento do Secção do Corrente


dos circuitos Circuito cabo (m) cabo (mm2) IB (A)
Área
C06 42 2.5 16
Administrativa

Para calcular a queda de tensão utilizou-se a equação (7) considerando os valores da


tabela 8, obtendo-se (9) (apenas será exemplificado o cálculo para o circuito C06 da área
técnica):

42
𝑢𝐶06 = 2 × (0,01851 × × 1 +0,08 × 42 × 0) × 16 = 9,95 (𝑉) (9)
2,5

O valor utilizado para o  foi 1, dadas as caraterísticas dos equipamentos afetos ao


circuito.

Para calcular a queda de tensão relativa (10) (para os circuitos de tomadas não pode ser
superior a 8%):

𝑢 9,95
∆𝑢 = 100 × = 100 × = 4,33 (%) (10)
𝑈0 230

Ao valor obtido deve somar-se o valor obtido da queda de tensão do QGBT ao QE:

∆𝑢 = 5,26 + 2,8 = 7,13(%) < 8%(%) (11)

27
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Com o resultado obtido, verificou-se que com a secção de 2,5mm2 a queda de tensão
relativa não é superior aos 8%.

Para calcular a proteção para o circuito C06, calculou-se a corrente de serviço (12):

𝑆
𝐼𝐵 = = 14 (𝐴) (12)
400 × √3

Para esta corrente, selecionou-se um disjuntor de 16A. Com os dados da proteção,


calculou-se a corrente convencional de funcionamento (13):

𝐼2 = 1,45 × 𝐼𝑁 = 1,45 × 1623,2 (𝐴) (13)

Para garantir que a proteção é suficiente fizeram-se as seguintes verificações (14), (15) e
(16):

𝐼2 ≤ 1,45𝐼𝑍 ⟹ 23,2 ≤ 1,45 × 26 ⟹ 23,2 ≤ 37,7 (14)

𝐼𝐵 ≤ 𝐼𝑁 ⟹ 16 ≤ 16 (15)

𝐼𝑁 ≤ 𝐼𝑍 ⟹ 16 ≤ 26 (16)

Para o circuito C06 deve utilizar-se o cabo XZ13G2,5 e a proteção deve ser um disjuntor
de 16A. A montante do disjuntor deve ser instalado um diferencial com um valor de,
aproximadamente, 3 vezes superior ao valor do disjuntor. O Interruptor diferencial a
instalar deve ser de 40A.

28
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oficina de Optrónica do Exército

3.1.7 Correntes de Curto Circuito


No cálculo das correntes de curto-circuito foi necessário recorrer aos elementos
bibliográficos da unidade curricular de “Conceção de Instalações Elétricas” [27].

Troço 1 – QGBT – Quadro Geral do Edifício (QGE)

Figura 6 - Troço 1

Por forma a saber qual a corrente de curto-circuito a montante, foi necessário calcular a
impedância de curto-circuito equivalente da rede distribuidora. Para isso utilizou-se a
seguinte equação:

𝑈𝐵𝑇𝑉 2 4002
𝑍𝑐𝑐𝑅 = 𝑐 × 10−6 = 1.1 × 10−6 = 0,0004 (Ω) (17)
𝑆𝐶𝐶𝑟 400

Onde:
ZccR – Impedância de curto-circuito equivalente da rede distribuidora, em
Ω;
UBTV – Tensão composta em vazio na baixa tensão, em V;
SCCr – Potência de curto-circuito da rede de distribuição, em MVA;
c - fator de tensão, que afeta o valor desta para obter a fonte de tensão
equivalente no ponto do curto-circuito. De acordo com a Norma CEI
60909-0, tabela 1, e CEI 60038, Quadro III, para tensões acima de 1 kV
até 35 kV o valor máximo é 1,1 e o valor mínimo é 1,0.

Por forma a obter o valor de Xr (18) e Rr (19), calcularam-se as seguintes expressões:

𝑋𝑟 = 0,995 × 𝑍𝑟 = 0,995 × 0,0004 = 0,0004 (18)

𝑅𝑟 = 0,1 × 𝑍𝑟 = 0,1 × 0,0004 = 0,00004 (19)

29
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

De maneira a obter a impedância total, empregou-se a seguinte expressão (20):

𝑍𝐶𝐶𝑅 = √𝑅𝑟 2 + 𝑋𝑟 2 = √0,000042 + 0,0042 = 0,0004 (Ω) (20)

Para cálculo da impedância de curto-circuito do transformador utilizou-se a seguinte


expressão (21):

𝑈𝐵𝑇𝑉 2 × 𝑢𝑐𝑐 −6
4002 × 5
𝑍𝑐𝑐𝑇 = × 10 = × 10−6 = 0,0012 (Ω) (21)
𝑆𝑇𝑟 630

Onde:
ZccT – Impedância de curto-circuito equivalente do transformador, em Ω;
Ur – Tensão composta em carga na baixa tensão, em V;
ukr – Tensão de curto-circuito do transformador, em %;
SCCTr – Potência de curto-circuito da rede de distribuição, em MVA;
Por forma a calcular o RT (22) e o XT (23) do transformador, utilizaram-se as seguintes
equações:

𝑃𝑘𝑟
𝑅𝑇 = (Ω) (22)
3 × 𝐼𝑟 2

𝑋𝑇 = √𝑍𝑇 2 − 𝑅𝑇 2 (Ω) (23)

Onde:
Pkr – Potência total de perdas dos enrolamentos do transformador (perdas
por “efeito de joule” à corrente estipulada ou em carga. Este valor é
obtido através dos dados técnicos do transformador (Pkr==5400W);
Ir – Corrente estipulada do transformador, em A;
De maneira a saber qual o valor da corrente estipulada, recorreu-se à seguinte expressão
(24):

𝑆𝑛 630
𝐼𝑟 = = = 866 (𝐴) (24)
√3 × 𝑈𝑛𝐵𝑇 √3 × 0,42

Substituindo os valores na equação:

5400
𝑅𝑇 = = 0,002(Ω)
3 × 8662

30
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Com os valores obtidos, calculou-se o valor de XT (23):

𝑋𝑇 = √0,0010 2 − 0,0022 = 0,002 (Ω)

De maneira a obter-se a impedância total, utilizou-se a seguinte expressão (25):

𝑍𝐶𝐶 = √𝑅𝑇 2 + 𝑋𝑇 2 = √0,0022 + 0,0022 = 0,003 (Ω) (25)

A corrente de curto-circuito no lado da baixa tensão foi calculada através da seguinte


equação (26), sendo o valor obtido o poder de corte no Quadro Geral de Baixa Tensão:

𝑈𝐵𝑇
𝐼𝑐𝑐 𝐵𝑇 = × 10−3 = 21,87 (𝑘𝐴) (26)
(𝑍𝐶𝐶𝑅 + 𝑍𝐶𝐶𝑇𝑃 ) × √3

Corrente de curto-circuito mínima (ICCmin)

Para os cálculos da corrente de curto-circuito mínimo, foi necessário calcular a


impedância de curto-circuito mínimo (Zccmax) deste troço, através seguinte expressão
(27):

𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 = √𝑅𝑚𝑎𝑥 2 + 𝑋𝐿 2 (Ω) (27)

Assim, para calcular o valor de Rmax (28) foi indispensável considerar os dados referentes
ao cabo (cabo de alumínio (ρ1=1,28× 𝜌20 ), com uma secção por fase de 2x240mm2 e para
uma distância (l) de 500m).

𝑙 500
𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜1 = 𝜌 ( ) = (1,28 × 0,0294) × ( ) = 0,038 (Ω) (28)
𝑠 2 × 240

Por se tratar do primeiro troço até ao edifício, não foi considerado o R acumulado, isto
porque no presente projeto a instalação é feita a partir do QGBT até ao edifício.

Para se obter o valor da reactância (X) (29), utilizou-se o valor 0,08Ω/km (valor dado
pela IEC 60364-52, anexo G):

31
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

0,08 0,08
𝑋𝑇 = 𝑋𝐿 + × 𝑙 (Ω) = 0,11 + × 500 (Ω) = 0,15 (Ω) (29)
1000 1000

Para calcular o valor da impedância, utilizou-se a seguinte expressão (27):

𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 = √0,0382 + 0,152 = 0,15 (Ω)

Calculou-se o valor da corrente de curto-circuito mínima (Iccmin) através da seguinte


equação (30):

𝑈0 230
𝐼𝑐𝑐 𝑚𝑖𝑚 = 0,95 × = 0,95 × = 1,45 (𝑘𝐴) (30)
𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 0,15

Corrente de curto-circuito máxima (ICCmax)

Para os cálculos da corrente de curto-circuito máximo, calculou-se a impedância de curto-


circuito máxima (Zccmin) deste troço, recorrendo-se, para o efeito, da seguinte formula
(31):

𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑖𝑛 = √𝑅𝑚𝑎𝑥 2 + 𝑋𝐿 2 (31)

Para calcular o valor da resistência máxima (Rmax) (32) foi necessário ter em consideração
os dados referentes ao cabo (cabo de alumínio (𝜌20 =0,029), com uma secção por fase de
2×240mm2 e para uma distância (l) de 500m).

𝑙 500
𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜1 = 𝜌20 × = 0,037 × = 0,038 (Ω) (32)
𝑠 2 × 240

Por se tratar do primeiro troço até ao edifício, não foi considerado a resistência (R)
acumulado.

O valor de XL foi o valor anteriormente calculado (XL=0,011). Para se obter o valor da


impedância máxima, substituíram-se os valores na expressão (31):

𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑖𝑛 = √0,0382 + 0,0112 = 0,039(Ω)

32
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Calculou-se o valor de Iccmax pela seguinte fórmula (33):

𝑈 400
𝐼𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 = = = 6,99 (𝑘𝐴) (33)
𝑍𝑐𝑐 𝐼𝑚𝑖𝑛 × √3 0,033 × √3

O poder de corte para Quadro Geral do Edifício deve ser de igual ou superior a 8kA.

A corrente de curto-circuito máxima é igual para todos os quadros parciais, com a exceção
do quadro de AVAC, visto que este é alimentado pelo quadro parcial 1, o que significa
que tem R acumulado.

Troço 6 –Quadro Parcial 1 (QP1) – Quadro de AVAC (QPAVAC)

Figura 7 - Troço 6

Corrente de curto-circuito mínima (ICCmin)

Para os cálculos da corrente de curto-circuito mínimo, foi necessário calcular o Zccmax


(34) (do respetivo troço):

𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 = √𝑅𝑚𝑎𝑥 2 + 𝑋𝐿 2 (Ω) (34)

Os dados a ter em consideração para o cálculo do Rmin (35) foram: cabo de cobre
(ρ1=1,28× 𝜌20 ), a secção (s) de 50mm2 e a uma distância (l) de 10m, valores aplicados à
equação mínima.

𝑙 10
𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜6 = 𝜌𝑚𝑖𝑛 × ( ) = (1,28 × 0,0231) × ( ) = 0,005 (Ω) (35)
𝑠 50

No presente troço, foi necessário considerar o valor obtido do quadro que alimenta o
quadro parcial (QP1) (36):

𝑅′𝑡𝑟𝑜ç𝑜6 = 𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜1 + 𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜6 = 0,08 + 0,009 = 0,089 (Ω) (36)

33
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Para se obter o valor da reactância (X) (37), utilizou-se o valor 0,08Ω/km (valor dado
pela IEC 60364-52, anexo G):

0,08 0,08
𝑋𝑇 = 𝑋𝐿 + × 𝑙 = 0,095 + × 10 = 0,096 (Ω) (37)
1000 1000

𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑖𝑛 = √0,0892 + 0,0952 = 0,13(Ω)

Calculou-se o valor de Iccmin pela seguinte fórmula (38):

𝑈0 230
𝐼𝑐𝑐 𝑚𝑖𝑚 = 0,95 × = 0,95 × = 1,679(𝑘𝐴) (38)
𝑍𝑐𝑐 𝐼𝑚𝑖𝑚 0,13

Corrente de curto-circuito máxima (ICCmax)

Para os cálculos da corrente de curto-circuito mínimo, foi necessário calcular o Zccmax


deste troço, onde foi necessário utilizar a seguinte expressão (39):

𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 = √𝑅𝑚𝑎𝑥 2 + 𝑋𝐿 2 (39)

Os dados a ter em consideração para o cálculo do Rmin de acordo com a equação (40)
foram: cabo de cobre (ρmax=0,0185), a secção (s) de 50mm2 e a uma distância (l) de
10m.

𝑙 10
𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜6 = 𝜌𝑚𝑎𝑥 × = 0,0185 × = 0,0037(Ω) (40)
𝑠 50

No presente troço, foi imperativo ter em consideração o os valores obtidos anteriormente


e acrescentar ao calculados (41):

𝑅′𝑡𝑟𝑜ç𝑜6 = 𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜2 + 𝑅𝑡𝑟𝑜ç𝑜6 = 0,023 + 0,005 = 0,028 (Ω) (41)

O valor de XL foi o valor anteriormente calculado (XL=0,011). Para se obter o valor da


impedância máxima, utilizou-se a seguinte expressão (42):

𝑍𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 = √0,0282 + 0,0112 = 0,030(Ω) (42)

34
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Calculou-se o valor de Iccmax através da seguinte fórmula (43):

𝑈 400
𝐼𝑐𝑐 𝑚𝑎𝑥 = = = 7,732(𝑘𝐴) (43)
𝑍𝑐𝑐 𝐼𝑚𝑎𝑥 × √3 0,03 × √3

O poder de corte no QP2 deve ser de, no mínimo, 10kA.

Para os restantes troços foram efetuados os mesmos cálculos, onde se obtiveram os


valores indicados no anexo 3.

3.1.8 Iluminação
Nos últimos anos o tema da eficiência energética tem sido uma das preocupações do
Exército. Por este motivo, os responsáveis pelas infraestruturas elétricas do Exército têm
reconstruído vários equipamentos, especialmente a substituição para luminárias LED em
todos os quarteis. Esta mudança proporciona um maior conforto aos
militares/funcionários civis e ainda é possível garantir uma maior poupança nas faturas
energéticas.

Apesar de as instalações militares não serem alvo de inspeção, sempre que é realizada
uma remodelação ou construção de um novo edifício, a secção de projetos elétricos
recorre ao software de simulação luminotecnia Dialux. Através deste software é possível
obter de forma realista os valores dos parâmetros pretendidos, garantindo o cumprimento
das normas em vigor.

Para o presente projeto teve-se em consideração os seguintes parâmetros:

• Índice de reprodução cromática (IRC);

• Índice de reprodução das cores;

• Temperatura das cores;

• Encandeamento (UGR);

• Iluminância média e uniformidade de iluminância (U);

• Valores de densidade de potência instalada máxima por tipo de espaço (DPI);

Os espaços da oficina foram divididos por perfil de utilização: escritórios, zonas de


armazenamento, casa das máquinas, corredores e estacionamento.

35
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

[Link] Iluminação da Oficina de Optrónica


O espaço a construir será usado como áreas de trabalho, por essa razão foi necessário
garantir que todo o espaço proporcione as melhores condições de trabalho. Sendo que ao
garantir todos os parâmetros mencionados anteriormente é assegurada a segurança, saúde
e conforto aos militares.

Índice de Reprodução de Cores - IRC

A importância do índice de reprodução de cor está relacionada com o nível que uma luz
consegue transmitir as cores que estão expostas a ela.

Os valores do IRC devem estar compreendidos entre 0 e 100, em que quanto mais
próximo de 100 maior o valor de cor real é transmitido. Através da norma EN 12464-1 é
possível obter quais os valores de IRC em cada espaço, em que para o presente projeto, o
valor mínimo deve ser de 80.

Figura 8 - Diferenças entre um IRC Alto e Baixo (Luxside,2013)

Temperatura da cor

Na execução de um projeto luminotécnico a escolha da temperatura da cor é bastante


importante, uma vez que esta influência diretamente a forma como o utilizador se sente
no espaço.

Segundo a norma EN 12464-1, verifica-se que existem três variedades de temperatura de


cor:

• Luz Quente – Está compreendida entre os 2700K e os 3000K

• Luz Neutra – Está compreendida entre os 3300K e os 5300K.

• Luz Fria – Os valores para esta temperatura de cor estão acima de 5300K.

36
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Para o presente projeto, a temperatura de cor mais adequada é de 4000k.

Figura 9 - Temperaturas de Cor das Lâmpadas

Encandeamento - UGR

Por forma a garantir conforto visual aos militares que vão ter como espaço de trabalho a
oficina, garantiu-se que com as luminárias escolhidas há possibilidade efetivas de se
proporcionar o conforto desejável a todas.

Quando nas simulações o valor obtido é superior ao valor normalizado, algumas das
estratégias que podem ser utilizadas para reduzir o valor são:

• Iluminação indireta;

• Posicionamento das luminárias;

• Alterar a posição da área de trabalho.

Segundo a norma EN 12464-1, os valores máximos para os espaços são os indicados na


tabela 9.
Tabela 9 - Valores Máximos (UGR)

Perfil de Utilização UGR

Escritório 19
Zona de armazenamento / Arrumos 25
Área técnica 25
Corredor 28
Instalações Sanitárias 25
Estacionamento 28

37
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Figura 10 - Índice de Encandeamento na Área de Trabalho

Iluminância média (Em) e uniformidade de iluminância (U)

Através deste parâmetro, é possível verificar o fluxo luminoso que atinge uma
determinada superfície. A medida da iluminância é o Lux.

A iluminância é dos pontos mais importantes e está diretamente relacionada com o tipo
de espaço e qual a missão a realizar. O valor estipulado para cada local está definido na
norma EN-12464-1 em que o valor máximo de cada local pode ter um valor de 30% do
indicado na norma. Na tabela 10, encontram-se os valores estipulados e os valores
máximos para as diferentes áreas do edifício.
Tabela 10 – Iluminância média (U)

Perfil de Utilização Em Em máximo (30%)


Escritório 500 650
Zona de
armazenamento / 100 130
Arrumos
Área técnica 200 260
Corredor 100 160
Instalações Sanitárias 200 260
Estacionamento 300 390

Num espaço a existência de uniformidade é uma das formas de garantir conforto, fazendo
com que o militar não se tenha de readaptar à iluminação dentro do mesmo espaço. No
entanto existem alguns aspetos que influenciam diretamente a média do local a

38
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

dimensionar, como por exemplo a forma do local e a disposição e tipo de mobiliário.


Quanto mais próximo o valor estiver de 1, melhor é a uniformidade (U) do espaço.

Valores de densidade de potência instalada máxima por tipo de espaço (DPI);

A densidade de potência instalada é importante para a certificação energética, sendo que


esta indica a potência por m2 par cada 100lx e permite comparar para qualquer espaço,
qualquer que seja a sua utilização.

A iluminação dispõe de um DPI em cada espaço, sendo que estes valores têm de ser
inferiores aos valores indicados na tabela 25 da portaria nº138-I/2021 [17]. Para os
espaços da oficina, os valores do DPI são os indicados na seguinte tabela:
Tabela 11 - Valores Máximos DPI

Perfil de Utilização DPI


Escritório 1,5
Zona de armazenamento /
2,1
Arrumos
Área técnica 2,1
Corredor 2,3
Instalações Sanitárias 2,3
Estacionamento 2,1

[Link] Software de Simulação Luminotecnia Dialux


Na realização do estudo luminotécnico da oficina foi necessário ter em atenção a
localização das janelas (altura do pavimento e dimensões das mesmas), altura do teto,
zonas onde existe teto falso e a localização das bancadas de trabalho.

Relativamente aos tetos, existem zonas com teto falso em que o pé direito é de 3,5m e nas
zonas onde não existe teto falso o pé direito é de 6,5 metros. Para a simulação, este é um
dos parâmetros mais importantes, influenciando diretamente na escolha das luminárias.

Na simulação foi tido em consideração o mobiliário e os valores obtidos para cada espaço
de trabalho.

Um dos espaços constituintes do projeto, a sala escura, tem como única finalidade a
testagem de equipamento, e para a realização dos ensaios não pode existir nenhum tipo
de iluminação. Por esse motivo apenas se previu a instalação de iluminação suficiente

39
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

para a limpeza do espaço. Por esta razão considerou-se apenas 200lx para a iluminância
média.

• Fabrico de Acessórios - Escritório

Para obter os valores indicados nas normas e tendo em consideração as características dos
locais, tornou-se imperioso uma escolha adequada das luminárias. Nos espaços com teto
falso previu-se a instalação de luminárias embutidas e nos restantes locais previu-se
luminárias suspensas. Em alguns gabinetes da oficina para garantir o cumprimento de
todos os parâmetros, foi necessário prever a instalação de luminárias dedicadas às
bancadas de trabalho.

As luminárias previstas para as instalações sanitárias são dotadas de sensor de presença e


de movimento.

Foi prevista a instalação de iluminação de emergência a indicar as saídas do edifício.


Cada bloco deve ter autonomia de 3 horas.

As luminárias escolhidas para o edifício encontram-se nas peças desenhas (anexo 6).

Na tabela 12 encontra-se um exemplo dos resultados obtidos, sendo que os valores das
restantes salas se encontram no anexo 4.
Tabela 12 -Valores Obtidos pelo Software

Perfil de Utilização Em DPI UGR U


Geral 545 0,73
Área de trabalho 1 505 0,81
Área de trabalho 2 578 0,82
1,01 14,30
Área de trabalho 3
241 0,82
(zona de passagem)
Área de trabalho 4 518 0,88

Figura 11 - Fabrico de Acessórios (DIALUX)

40
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

A área de trabalho 3 trata-se da área de passagem. Sendo estes espaços o secundários, o


valor máximo de iluminância média é de 300. As restantes zonas são as áreas de trabalho,
e é obrigatório manter os 500.

3.1.9 Rede IT
[Link] Caracterização do Regime IT
Como referido anteriormente, existem zonas da oficina em que são dotados do esquema
IT. O esquema IT foi previsto para todos os gabinetes, com a exceção dos gabinetes do
chefe, área administrativa e na sala de reuniões.

Este esquema tem como principal vantagem a garantia de continuidade de serviço na


presença de um primeiro defeito de isolamento, isto é, em caso de defeito a corrente de
defeito tem um valor muito reduzido, o que não obriga à abertura automática do circuito
ao primeiro defeito. No regime IT o neutro não é ligado à terra e as ligações entre as
massas são, usualmente, feitas através de um condutor de proteção.

Na presente instalação, foi previsto um regime IT industrial, pelo que foi necessário
projetar diferenciais nos quadros elétricos.
[Link] Balanço de Cargas do Regime IT e Seleção do transformador
Para a oficina de Optrónica projetou-se a instalação de dois circuitos em esquema IT, em
que cada circuito permite a alimentação de um circuito de 30kVA (400V) através de um
transformador de isolamento.

Foram escolhidos os transformadores da Schneider Eletctric, em que cada um tem uma


potência de 31,5kVA.
[Link] Dimensionamento das canalizações e Proteções
Por forma a monitorizar o isolamento da instalação, previu-se a instalação, em quadro
elétrico do regime IT, um controlador permanente de isolamento (CPI). Aquando da
instalação do CPI é necessário regular o seu valor com base no valor da resistência
interna, garantindo, dessa forma, a ativação de um alarme sempre que o valor medido for
inferior ao valor regulado.

QIT_1

Para o quadro elétrico QIT_1, considerou-se uma distância de 10 metros e uma potência
de 30kVA com o cos𝜑=0,8. Os cálculos para a capacidade e corrente de fuga por fase dos
condutores das canalizações, foram feitos recorrendo às fórmulas abaixo indicadas, tendo

41
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

em consideração os valores habituais para condutores das canalizações trifásicas (44)


(45):

𝜇𝐹
𝐶1 = 𝐶2 = 𝐶3 = 0,9 ( ) (44)
𝑘𝑚
𝑀Ω
𝑅1 = 𝑅2 = 𝑅3 = 10 ( )
𝑘𝑚

𝐶𝑇 = 𝐶 × 𝐿 = 0,9 × 10−6 × 10 × 10−3 = 0,9 × 10−8 = 0,009𝜇𝐹

𝑀𝑇 = 𝑅 × 𝐿 = 10 × 106 × 10 × 10−3 = 10 × 104 Ω = 0,10𝑀Ω

Corrente de fuga (45):

𝐼𝑓 = 6 × 𝜋 × 𝑈0 × 𝑓 × 𝐶 = 6 × 𝜋 × 230 × 50 × 0,9 × 10−8 = 1,95(𝑚𝐴) (45)

Tensão de Contacto (46):

𝑈𝑐 = 𝑅𝐴 × 𝐼𝑓 = 0,74 × 1,95 = 1,44 (𝑚𝑉) (46)

A reactância capacitiva (47):

1 1
𝑋𝑇 = = = 353678Ω = 353,67𝑘Ω (47)
2 × 𝜋 × 𝑓 × 𝐶𝑇 2 × 𝜋 × 50 × 0,9 × 10−8

QIT_2

Para o QIT_2 o parâmetro que difere do QIT_1 é o valor da distância, sendo que para esta
situação a distância é de, aproximadamente, 80 metros. Por forma a verificar se com este
valor de distância cumpre os requisitos, repetiram-se os cálculos anteriormente descritos.
Os valores obtidos foram:

𝐶𝑇 = 7,2 × 10−8 = 0,072𝜇𝐹

𝑀𝑇 = 80 × 104 Ω = 0,80𝑀Ω

𝐼𝑓 = 0,0156𝐴 = 15,6𝑚𝐴

𝑈𝑐 = 𝑅𝐴 × 𝐼𝑓 = 0,74 × 1,95 = 11,54𝑚𝑉 (48)

42
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

𝑋𝑇 = 44,219𝑘Ω

De acordo com o ponto 612.3 das RTIEBT, o valor da resistência de isolamento do CPI
deve assegurar um valor inferior a 0,5MΩ e através dos cálculos efetuados verifica-se que
o valor é inferior para os dois quadros.

Como se verifica no ponto 531.3 das RTIEBT, na prática a regulação do CPI é feita para
um valor de 80% da resistência de isolamento do conjunto da instalação medida no
próprio local.

3.1.10 Proteção contra descargas atmosféricas


Na conceção da instalação elétrica foi tido em consideração o fenómeno das descargas
atmosféricas e dos seus danos quando ocorrem, por exemplo a perda de bens materiais e
humanas. Ao projetar os sistemas para evitar danos causados, foi necessário considerar
os seguintes fatores:

• Localização geográfica da oficina;

• Tipo de construção;

• Altura máxima do edifício;

• Materiais utilizados na construção;

• Traçado das canalizações nas zonas de proteção;

• Proteção contra descargas atmosféricas diretas e indiretas.

Para as proteções contra descargas atmosféricas diretas consultou-se o “Guia Prático NP


EN 62305” [28]. Para avaliar qual o nível da oficina, partimos dos seguintes parâmetros:

• Superfície da captura equivalente, ou seja, as dimensões do edifício;

• Frequência esperada de descargas atmosféricas, tendo em conta a densidade anual


de descargas no local, superfície de captura de descargas e o coeficiente do meio
onde se localiza a instalação;

• Frequência aceitável de descargas atmosféricas diretas;

• Valor de eficácia necessária no local.

43
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Após analisar todos estes parâmetros, obteve-se o nível de proteção I.

A classificação do edifício relativamente às descargas atmosféricas vai ao encontro do


preconizado no quadro 51A(AQ) das RTIEBT, AQ1.

Quanto à classificação relativamente à altura e implantação da oficina de Optrónica,


atribui-se a classificação AI2, pois trata-se de uma estrutura em situação de risco normal.
São estruturas em que a altura e a implantação não se alteram significativamente, assim,
acautela-se a probabilidade de ocorrência de uma descarga atmosférica, relativamente à
probabilidade de incidência de uma descarga no solo por elas ocupado.

[Link] Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas


Para o presente projeto, dimensionou-se um sistema de pára-raios para o nível I, tendo-se
em atenção a melhor solução do ponto de vista técnico e económico na execução do
projeto.

Na execução do projeto deverá ser necessário a utilização de cabo nu de aço galvanizado


de secção 100mm2, em conformidade com o Quadro III do Anexo IV da parte 5 das
RTIEBT.
Condutores de Cobertura
No edifício, a cobertura é praticamente plana e não terá instalados equipamentos (como
por exemplo, as unidades exteriores de AVAC). Por essa razão, apenas foi prevista a
instalação de uma malha de proteção. A constituição da malha é feita através de
condutores longitudinais e transversais, de forma a constituir malhas mais regulares. A
dimensão da malha, segundo o quadro 5 do Guia Prático de Proteção Contra Descargas
Atmosféricas [28], não pode ser superior a 5x5. Os cabos previstos são nus de secção de
100mm2 e em aço galvanizado.
Descidas
Para garantir o escoamento das descargas captadas para a rede terra do edifício, os
condutores para a descida devem ser nus de secção de 100mm2 e em aço galvanizado.
Deverá ser instalada uma descida a cada 10 metros de perímetro da estrutura (Nível I).

Em cada descida previu-se a instalação de uma caixa com terminal terra para a união com
a malha de terra.

44
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Elétrodo de Terra
A instalação do elétrodo de terra deve ser feita em anel, estando todos os elétrodos
ligados. A menor dimensão do elétrodo da oficina não pode ser superior a 5x5.

O elétrodo deve estar enterrado a uma profundidade não superior a 0,8 metros e os
condutores devem ser de aço galvanizado e com uma secção de 100mm2.

[Link] Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas Indiretas


De maneira a reduzir os efeitos das descargas atmosféricas, foi prevista a instalação de
descarregadores de sobretensão (DST), no quadro geral do edifício principal do edifício.
Esta proteção é, igualmente eficaz na proteção contra sobretensões de manobra
transmitidas pela rede de distribuição de energia, que têm uma periodicidade superior às
da origem atmosférica.

No dimensionamento dos descarregadores de sobretensões, considerou-se o conceito de


zonas de proteção:

• ZP 0A – Zona exterior sujeita a descargas atmosféricas diretas, onde não existe


qualquer atenuação do campo eletromagnético;

• ZP 0B – Zona exterior não sujeita a descargas atmosféricas diretas, onde não


existe qualquer atenuação do campo eletromagnético;

• ZP1 – Zona interior não sujeita a descargas atmosféricas diretas, onde as correntes
nos elementos condutores contidos no seu interior são mais fracas que na zona ZP
0B. Nesta zona de proteção o campo eletromagnético pode ser atenuado,
dependendo das medidas de blindagem utilizadas;

• ZP 2 – Zona interior que, por questões funcionais das instalações, nomeadamente


limitações dos equipamentos mais sensíveis, é necessário reduzir as correntes ou
os campos eletromagnéticos na zona ZP1.

Considerando o anteriormente exposto, considerou-se para o interior da oficina de


Optrónica ZP1

45
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

[Link] Dimensionamento dos DST’s


Na zona de proteção ZP1, para redes trifásicas (230/400V), o nível de referência das
sobretensões transitórias, na origem da instalação é, conforme o quadro 3.3.7 da Sebenta
de CIE [26], de 6kV. Para calcular a tensão que o DST tem de escoar aplica-se a seguinte
equação (49):

𝑈𝑇𝑟𝑎𝑛𝑠𝑖𝑡ó𝑟𝑖𝑜 6
𝑈𝑝 = × 0,8 = × 0,8 ≤ 2,4𝑘𝑉 (49)
2 2

Para esta zona de proteção, selecionou-se DST da marca DEHN de tipo 1, sendo que estes
equipamentos suportam uma tensão de escoamento não superior a 2,5kV.

Segundo o ponto 534.2.10 das RTIEBT, o comprimento dos condutores de ligação dos
DST não pode exceder os 0,5 metros.

Como os DST estão instalados num edifício dotado de pára-raios, os condutores que
ligam os DST’s ao terminal de terra devem ser condutores de 10mm 2 (como referido no
ponto 534.2.11 das RTIEBT).

3.1.11 Rede de Terras


Num projeto de instalações elétricas um dos pontos mais importantes é garantir a proteção
de pessoas. Esta proteção de pessoas contra contactos indiretos está diretamente
relacionada com a ligação à terra da instalação em questão.

O presente projeto é constituído pelo esquema de ligação à terra TN e IT.

O esquema TN aplica-se, maioritariamente, em instalações industriais. O esquema TN é


constituído por 3 tipos:

• TN-C: As funções do condutor neutro e do condutor de proteção estão combinadas


num único condutor (condutor PEN) na totalidade do esquema. Neste esquema é
proibido cortar o neutro e a proteção contra sobreintensidades é feita através de
disjuntores ou fusíveis;

• TN-S: As funções do condutor neutro e do condutor de proteção são distintas na


totalidade do esquema. Contrariamente ao esquema TN-C, neste esquema é

46
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

obrigatório efetuar o corte ao neutro. A proteção contra sobreintensidades é


garantida através de disjuntores, fusíveis ou por dispositivos de proteção
diferencial:

• TN-C-S: Numa parte da instalação o condutor neutro e do condutor de proteção


estão combinadas num único condutor (TN-C) e são distintos na restante
instalação (TN-S). Quando é utilizado o TN-C-S a ligação entre o condutor de
proteção e o neutro tem de ser feita antes do dispositivo diferencial, uma vez que
no sistema TN-C não é permitido o uso de diferenciais sendo que as funções de
neutro e de proteção estão combinadas num único condutor numa parte do
esquema e não pode haver o risco de interrupção do condutor PEN (que também
é condutor de proteção). Sendo que o diferencial é um dispositivo que corta os
dois condutores (Fase e Neutro), neste regime iria também cortar o condutor de
proteção (e este não pode ser cortado).

Para a oficina utilizou-se o esquema TN-C e TN-S, sendo que o esquema TN-S é sempre
a jusante do sistema TN-C.

Por sua vez, o esquema IT é utilizado em situações especificas, de maneira a evitar o corte
da instalação ao primeiro defeito de isolamento. Este regime garante uma maior
continuidade de serviço. Por se tratar de uma oficina, considerou-se o regime IT
industrial, e neste registo é permitida a utilização de diferenciais.

3.1.12 Caracterização da Rede de Terras


O sistema de terras do edifício é em anel, estando todos os elétrodos interligados.

Por se tratar de um edifício novo, o elétrodo em anel é constituído por condutores


instalados na base das fundações do mesmo. Segundo o quadro III, do anexo IV, parte 5
das RTIEBT, os condutores devem ser em aço galvanizado, a sua proteção terá de ser
garantida por meio de galvanização por imersão a quente com uma espessura mínima de
revestimento de 120µm, para que não se forme um par eletrolítico com os restantes ferros
das armaduras de betão enterradas, e deve ter uma secção mínima de 100mm2.

Os ligadores devem ser do mesmo tipo de material, evitando a degradação e corrosão.

47
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Para o presente projeto, o material de construção respeita o indicado no quadro I, parte 5


das RTIEBT para betão com 1 de cimento e 3 de inertes, obtendo-se, dessa forma, uma
resistividade de 150Ω.

Deve ser interligado ao elétrodo de terra o sistema contra descargas atmosféricas (através
das descidas). Todo o material de suporte deve ser do mesmo anteriormente referido por
forma a evitar corrosão eletrolítica.

Nos gabinetes em que o pavimento é condutivo, previu-se a instalação de tomadas de


espera para terra. Estas tomadas são pontos fixos de terra na estrutura de modo a
proporcionar ligações à terra, sendo que no presente projeto essa ligação é para o
pavimento. Isto porque a ligação do pavimento condutivo à rede terras existente será feita
após a construção do edifício.

3.1.13 Dimensionamento da Rede de Terras

Para calcular a resistência de um elétrodo de terra constituído por um condutor enterrado


horizontalmente no solo, utilizou-se a seguinte expressão (50):

𝜌 𝜌 150 150
𝑅𝑡 = 1,6 × + 0,6 × = 1,6 × + 0,6 × = 0,9 (𝛺) (50)
𝑃𝑒𝑞 𝐿 313 580
Onde,

𝜌 – Resistividade do terreno;

Peq – Perímetro equivalente da malha, em metros;

L – Soma total de todos os condutores enterrados, em metros.

Com os cálculos acima referidos, confirma-se que com um condutor de secção 100mm2
se verifica uma rede de terras inferior a 1Ω.

Por razões climatéricas, o valor da resistividade do terreno vai alterando ao longo do ano
pelo que o valor obtido é apenas indicativo. No entanto, após a execução da obra o valor
das terras deve ser medido.

48
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Capítulo IV – Infraestruturas de
Telecomunicações
4 Infraestruturas de Telecomunicações
O conteúdo deste capítulo é correspondente às infraestruturas de comunicação da oficina.

As infraestruturas de telecomunicações dos quartéis são projetadas conforme o Manual


ITED 4 [29], adaptado às necessidades de um quartel militar. Sendo essas necessidades,
em muitos aspetos, diferentes das instalações ITED dos edifícios civis.

O Exército Português tem a sua própria rede de telecomunicações e esta é gerida pela
Direção de Comunicações e Sistemas de Informação do Exército (DCSI), sendo
responsável pela instalação dos ativos de rede e pela ligação do Armário de
Telecomunicações do Edifício (ATE) do quartel até ao bastidor de cada edifício. No
entanto, a rede de comunicações dos edifícios e a rede de condutas é projetada pela Secção
de Instalações Especiais, onde todos os Engenheiros Eletrotécnicos estão creditados e
qualificados pela ANACOM a desenvolver projetos de ITED.

A rede ITUR do projeto em apreço alberga, unicamente o dimensionamento de tubagens


e caixas de visita, sendo as ligações da responsabilidade da DCSI.

No decorrer deste capítulo, intenta-se explicitar com maior a projeção da rede de


infraestruturas e os requisitos mínimos para cada equipamento constituinte do projeto.
Em anexo damos conta das peças desenhadas (anexo 6), memórias descritivas.

4.1.1 ITED
Como referido anteriormente e segundo o DL123/2009, o regime atual não é aplicado a
infraestruturas como quartéis militares. No edifício deste estudo, a rede não é dotada de
fibra ótica (FO), nem de cabos coaxiais (CC), tendo apenas instalado a tecnologia de Par
de Cobre (PC).

A rede de CC é aplicada apenas em situações onde as instalações do Exército recorrem a


operadores externos, como por exemplo nas messes militares ou em casas de Estado.
Ressalva-se que a rede FO é utilizada em alojamentos para militares e em instalações que
exigem acesso a rede segura. Para a instalação deste tipo de rede, as comunicações não
podem partir do bastidor de rede normal. A zona com acesso tem de estar protegida de

49
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

possíveis fugas de informação e a entrada é restrita. A FO é ainda utilizada para interligar


bastidores dentro do mesmo edifício.

Neste projeto e de forma a garantir que todo o edifico seja contemplado com
telecomunicações, previu-se a instalação de dois bastidores. A ligação entre os bastidores
deve feita, através de um cabo de FO. Todos os bastidores estão munidos com uma UPS
para que na eventualidade de ocorrer falha energética as comunicações sejam
asseguradas, durante algum tempo.

Dentro da oficina, a passagem dos cabos é feita em esteira. A esteira a instalar deve ser
contemplada com uma divisão, por forma a garantir que as duas redes vão separadas.

O edifício em questão tem alguns requisitos obrigatórios, nomeadamente:

• Os compartimentos de secção de manutenção de sistemas de comunicações têm


de ser dotados com tomadas PC em todas as bancadas;

• As secções de manutenção de eletrónica e Optrónica têm de conter uma tomada


PC para a ligação de um computador à rede e uma outra tomada RJ45 para a
ligação de telefones internos;

• A sala escura (secção de manutenção de eletrónica e Optrónica) não pode deter


nenhuma tomada de telecomunicações.

4.1.2 Classificação do Edifício Quanto à Sua Utilização


A oficina encontra-se inserida no ponto [Link].13 do Manual ITED 4 [6], “como edifício
Especial Outros”.

4.1.3 Rede Individual


A instalação da oficina será composta por uma rede individual. Neste projeto, a rede inicia
nos bastidores e termina nas tomadas de telecomunicações.

A oficina deve ser dotada de dois bastidores de 19’’, 15U com uma profundidade mínima
de 600mm. A existência de dois bastidores prende-se com o facto de a distância entre o
bastidor 1 e a última tomada ultrapassar os 90m. O bastidor 2 deve ser instalado na zona
técnica 2 situada a meio edifício (como indicado nas peças desenhadas anexo 6). A
interligação entre os bastidores deve ser feita em Fibra ótica, cabo monomodo de 2 fibras
(1x2FO – OS1 LC-PC).

50
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

4.1.4 Caminho de cabos


No desvão do teto falso do corredor, deve ser instalado um caminho de cabos que albergue
apenas as infraestruturas de telecomunicações. O caminho de cabos deve ter uma divisão,
por forma a garantir que as tecnologias (FO e PC) vão separadas. Apesar de não passar a
mesma quantidade de cabos por toda a esteira, deve ser instalada em todo o corredor uma
esteira com as dimensões indicadas. Este sobredimensionamento deve-se à possibilidade
de num futuro a rede de telecomunicações ser aumentada, não implicando essa empreitada
a substituição do caminho de cabos existente.

Em todos os compartimentos, à exceção dos corredores, casas de banho, área de trabalho


URO, lavagem/arrumos e na secção de manutenção de climatização de sistemas de
energias (calor e frio) calha técnica. A colocação da calha deve-se ao facto de possibilitar
a alteração do local das tomadas e a possíveis aumentos de rede. A calha técnica deve ter
uma divisão por forma a separar as telecomunicações com as instalações elétricas. Esta
deve ser instalada a aproximadamente 0,30m do pavimento e deve ter as seguintes
dimensões 105x50. O equipamento inclui a calha, a divisão e a tampa.

Os cabos que saem da esteira metálica até à calha técnica ou aos terminais, terão de estar
protegidos por tubo rígido de PVC, designado em conformidade com a NP-1070 e
obedecendo às características indicadas na NP1071.2 ao código 5 1010 100 da NP-949,
para a instalação em paredes. O tubo VD deve ser de resistência média, capaz de suportar
temperaturas de utilização entre -5ºC/+60ºC e isento de halogéneos. Nas situações em
que os cabos não passam na esteira ou na calha técnica, vão embebidos nas paredes.

4.1.5 Cabos
Cabo UTP

Os cabos a instalar devem ser da categoria 6, capazes de garantir a classe E de ligação e


a cada tomada deve chegar um cabo com 4 pares de cobre (figura 7), terminados em
tomadas. Devem ainda ser isentos de halógenos, cumprindo as seguintes normas:

• ISO / IEC 11801 2ª Edição;

• EN 50173-1;

• EIA / TIA 568

As características a apresentar são:

51
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• Chama: não propagação de incêndio;

• Condutor: Cobre recozido sólido 24 AWG;

• Isolamento: poliofelina;

• Separador central: “Cross-web”;

• Bainha: em material do tipo LSFH (Low Smoke Free Halogen);

• Diâmetro externo de 6,3mm.

Figura 12 - Cabo UTP 4 pares Categoria 6

Chicotes RJ45 (Patch Cords)

Nas diversas interligações, serão utilizados chicotes de ligação, do tipo flexível, em cabo
UTP, terminados a RJ45, obrigatoriamente homologados. No caso dos bastidores,
utilizar-se-ão terminais RJ45, com protetores de cor (ou cabos de cor), distribuindo-se
como se segue:

• Nas interligações de dados – Cabo azul;

• Nas interligações de voz – Cabo verde.

Os chicotes de ligação devem possuir os seguintes comprimentos:

• Nos bastidores – 1 metro;

• Nos equipamentos de campo:

o Secretárias – um metro;

o Secretarias dos gabinetes – três metros;

o Balcões – um metro e meio.

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Por razões de proteção mecânica, os chicotes para o campo devem ser em cabo flexível
FTP, terminando com ficha RJ45 como plasmado na figura 11.

Figura 13 - Chicote Categoria 6, cabo UTP com terminais


RJ45

Cabo de Fibra Ótica

O cabo que interliga os bastidores deve ser de fibra ótica e constituir-se por duas fibras.
O cabo para a interligação deve ser monomodo, como o apresentado na figura 14.

Figura 14 - Cabo de Fibra Ótica monomodo LC/PC

Equipamentos Terminais e Acessórios


Para a ligação do cabo UTP instalar-se-ão tomadas equipadas com conetores RJ45
categoria 6 para a ligação do cabo UTP. As tomadas de telecomunicações devem ser da
série compatível com a aparelhagem elétrica a instalar.

53
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4.1.6 Aparelhagem Terminal


Bastidores

Os bastidores a utilizar devem ser equipados com porta frontal e traseira de metal micro
perfurado e porta frontal equipada com fechadura de punho com gestão de fluxo de ar. A
entrada de cabos é feita pela parte superior e inferior, com formato de 19’’. Os painéis
laterias e posteriores são removíveis. Devem ser de 15U, com profundidade mínima de
600mm.

Aos bastidores exige-se-lhes estar completamente equipados com repartidores de pares


de cobre (fichas RJ45) e de Fibra Ótica (LC/APC), organizadores de cabos e tomadas de
energia, apresentando a aparência da figura 15.

Figura 15 - Bastidor Mural 19'' 15U

UPS

Os Bastidores serão equipados com uma UPS de rack de 19”. A UPS deve ter uma
potência mínima de 2200W.

Ao Bastidor de entrada é exigida uma potência mínima de 2200 W, na UPS. Para o


Bastidor de distribuição a UPS deverá, por seu lado dispor de uma capacidade mínima de
1100W. A figura 16 representa o modelo em apreço.

Figura 16 - UPS rack de 19''

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Conetores e Tomadas RJ45

Em todas as partes da instalação, deve utilizar-se tomadas não blindadas de oito contatos
(RJ45), de categoria 6 ou superior. Os conetores e tomadas precisam ser do tipo auto-
desnudante, tool-less e para cabos AWG 22-24.

Os conetores (fichas) carecem de dispor de patilha de segurança que lhes permita uma
ligação estável à tomada. Os espelhos comportarão um módulo estreito, para tomada RJ45
cat.6 UTP não blindada e, incluir-se-ão os espelhos e caixas de aparelhagem.

4.1.7 Cálculos Efetuados


A interligação de bastidores deve ser feita através de um cabo pré-conetorizado. Para
dimensionar o cabo foi indispensável proceder ao cálculo das suas atenuações. Após a
escolha do cabo a utilizar, para um comprimento de 60 metros – cabo Drop 2FO (G.657A
– LSZH), pré-conetorizado SC/APC (2 lados) da Teka ou equivalente – do qual se retiram
os seguintes valores:
Tabela 13 - Dados do Cabo SC/APC

ACN AJ AFO (dB)/m OS1


OS2
(dB) (dB) 1310nm 1550 nm (dB)

0,6 0 0,0004 0,0003 0,001 0,0004

Onde:

ALP - Atenuação da ligação permanente

ACN - Atenuação nos conetores (valor de referência máximo 0,75 dB);

AJ - Atenuação nas juntas (valor de referência máximo 0,3 dB);

AFO - Atenuação das fibras (valor de referência máximo: Por metro de fibra OS1:
0,001dB; Por metro de fibra OS2: 0,0004 dB)

Para se obter a atenuação da ligação permanente, recorreu-se à equação (51), como a


atenuação é dada em dB/km, e atendendo que anteriormente se converteu-se para dB/m,
impõe-se multiplicar o valor obtido pela distância do cabo, como se apresenta na tabela
14.

55
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𝐴𝐿𝑃 = (𝐴𝐶𝑁 + 𝐴𝐽 + 𝐴𝐹𝑂 ) × 𝐷𝑖𝑠𝑡â𝑛𝑐𝑖𝑎) (51)

Tabela 14 - Resultados obtidos para ALP

ALP (dB)
Tomada Comprimento
1310nm 1550 nm

TT1 60 0,63 0,62

TT2 60 0,63 0,62

Por forma a garantir o cumprimento do ponto [Link], do Manual ITED4 [6], calculou-se
a distância total dos cabos de par de cobre. No caso de ser apenas projetado um bastidor,
a tomada mais distante teria uma distância bastante superior a 90m. Por se tratar de uma
rede com possibilidade de aumento e por estar previsto a instalação de uma grande
quantidade de tomadas PC, optou-se por se prever um segundo bastidor e não um Ponto
de Distribuição Suplementar (PDS). Com esta solução, todos os cabos cumprem a
distância mínima (estes valores encontram-se nas peças desenhadas anexo 6).
Como referido, os cabos de telecomunicações passam por um caminho de cabos, exceto
dentro dos gabinetes, onde vão embutidos nas paredes. Para o dimensionamento da esteira
foi necessário apurar retirar os seguintes dados dos cabos selecionados, conforme
plasmado na tabela 15:
Tabela 15 – Dados dos cabos de telecomunicações

Peso por Secção


Secção Diâmetro
Cabo Quantidade metro unitária
Nominal exterior (mm)
(kg/Km) (mm2)
RJ45 cat6 UTP 19 0,54 6,3 0,04 58
Fibra ótica
1 4,8 4,8 0,02 46
(2Fibras)

Para dimensionar o caminho de cabos de forma a suportar um aumento de cabos, recorreu-


se coeficiente de ampliação de 0,3%. Com os dados obtidos calculou-se a Secção total
(mm2) (55), tal como se apresenta de seguida:

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Par de Cobre:

𝑆𝑒𝑐çã𝑜 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = 𝑄𝑢𝑎𝑛𝑡𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 × 𝑆𝑒𝑐çã𝑜 𝑈𝑛𝑖𝑡á𝑟𝑖𝑎


(52)
× 𝐶𝑜𝑒𝑓𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑒 𝑎𝑚𝑝𝑙𝑖𝑎çã𝑜) = 19 × 58 × 0,3 = 1440

Par de Cobre (563):

𝑆𝑒𝑐çã𝑜 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = 𝑄𝑢𝑎𝑛𝑡𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 × 𝑆𝑒𝑐çã𝑜 𝑈𝑛𝑖𝑡á𝑟𝑖𝑎


(53)
× 𝐶𝑜𝑒𝑓𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑒 𝑎𝑚𝑝𝑙𝑖𝑎çã𝑜) = 1 × 46 × 0,3 = 59,9

Por forma a garantir a proteção dos cabos, quando embutidos nas paredes, protegeram-se
de ações mecânicas por tubo VD. Cada cabo deve ir num tubo com diâmetro de 25Ø.
Como referido no ponto [Link] do Manual ITED 4 [6], os tubos com diâmetro externo
inferior a 20Ø são proibidos nas ITED.

4.1.8 ITUR
Como já tivemos oportunidade de aludir, a ligação a montante do bastidor principal à rede
do quartel é executada pela DCSI, sendo que a ligação no presente projeto inicia somente
com a instalação de tubos, desde a Câmara de Visita (CV) existente a uma CV a instalar,
e posteriormente ao bastidor principal.

Através do cadastro da rede de infraestruturas do quartel, foi possível verificar o local


onde está instalada a rede de condutas existente e para garantir a entrada da rede no edifico
far-se-á um aumento da rede de condutas existente no quartel. A uma distância de 100
metros do edifício existe uma CV, sendo prevista fazer-se a canalização até ao edifício a
partir deste ponto.

Esse aumento é constituído pela instalação de uma CV junto à oficina, uma vala entre as
CV, uma vala desde a CV a instalar até à entrada do edifício. Os tubos devem ser
embutidos nas paredes do edifício, onde posteriormente passam pelo desvão do teto falso
até ao bastidor principal.

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4.1.9 Canalizações
[Link] Rede de Condutas
A instalação até à entrada do edifício será feita através de uma vala entre a CV existente
e a CV a instalar.

Na abertura e fecho de vala, devem ser retirados, do fundo da vala e do terreno de


compactação, todos os seixos e quaisquer outros detritos que possam danificar os tubos.
O fundo da vala quer-se aplanado, de modo a não apresentar ondulações superiores a 5
cm a cada 20 m. Igualmente, o fundo da trincheira terá de ser regularizado com uma
camada de saibro com 5 cm de espessura, prevendo-se um aterro por camadas com cerca
de 25cm de altura, regadas e batidas.

O fundo da trincheira deve ser coberto com uma camada de areia, ou pó de pedra batido,
com um mínimo de 5cm. No caso de solos rochosos, essa espessura deve ser aumentada
para 10cm.

Entre cada camada de tubos deve ficar uma camada de areia ou pó de pedra regada, com
um mínimo de 3cm de espessura.

No final da formação colocar-se-á uma camada de areia ou pó de pedra, regada e batida,


com 15cm de espessura.

A vala desde a CV e o bastidor deve ficar à profundidade de 0,8m nos passeios e à


profundidade de 1,1m em locais de passagem de viaturas.

[Link] Assentamento da Tubagem


A conduta será constituída por tubo PEAD, com resistência mínima de 0,4 Mpa (40 800
kg/m2). A união entre tubos PEAD deverá ser feita por abocardamento macho/fêmea, com
aplicação de cola para PEAD.

A colocação do tubo deverá ser feita de forma que a sobrelargura de abocardamento fique
orientada no sentido da Origem. Os tubos deverão ser posicionados com auxílio de
espaçadeiras/pentes de guiagem.

Quando as condutas forem instaladas na faixa de rodagem a infraestrutura deve ser


instalada com uma carga (extradorso superior da tubagem) igual ou superior a 1,00 m.
Nos restantes casos, normalmente a parte superior do bloco de condutas deverá ficar a
uma profundidade mínima de 80cm.

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A cerca de 25cm acima do extradorso da última camada de tubos, será aplicada uma rede
de sinalização, específica de cor verde, assinalando, assim, a passagem de infraestruturas
de telecomunicações (no caso de reabertura da vala).

As câmaras de visita são instaladas no passeio, devendo ser ligadas aos edifícios com o
número e diâmetro de tubos indicados.

[Link] Câmara de Visita


A câmara de visita paralelepipédica, terá de ser construída no próprio local ou pré-
fabricada, com as características no mínimo iguais às definidas no Manual ITUR [29].
Nas câmaras construídas em material betuminoso deve utilizar-se betão de classe C20/25
e aço A400, sendo a espessura das paredes igual ou superior a 20cm. Para câmaras pré-
fabricadas, deve ser utilizado um betão de classe C20/C25, com uma parede de espessura,
compreendida no mínimo, entre 10 a 15cm.

A câmara deve ser dotada de âncoras, poleias/suportes plastificados e degraus em ferro.


As faces superiores do corpo terão permitir a instalação de aros e tampas retangulares,
sendo obrigatória a construção de uma laje inferior, equipada com cavidade que permita
a retirada de água do interior da câmara.

As ligações de tubagem devem ser executadas encostadas a uma das faces e não ao centro.

[Link] Tubagem
Entre as CV passam 3 tubos com diâmetro 110, e da CV a instalar até à entrada do edifício
passam 4 tubos com diâmetro de 50. A canalização será sobredimensionada, antecipando
a eventuais empreitadas futuras, nomeadamente a instalação de comunicações previstas
neste processo.

O tubo sugerido para esta instalação, é tubo PEAD corrugado, de dupla parede para
aplicação em condutas subterrâneas. O interior liso e o exterior corrugado proporciona
uma melhoria na resistência à compressão e ao impacto, fazendo com que a flexibilidade
seja constante, permitindo uma fácil instalação de cablagem. O tubo obedece à norma
europeia EN 61386-24 e deve ser fornecido com guia de enfiamento de condutas.

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Capítulo V – Sistemas de Segurança


5 Deteção de Incêndios
Neste capítulo procede-se à descrito a solução para o sistema de deteção de incêndio para
a Oficina de Optrónica. Para além da deteção de incêndios, estão também especificados
os meios de primeira intervenção e a respetiva sinalética.

No presente projeto é possível verificar que as portas de saída de emergência não


cumprem as distâncias obrigatórias (de 15 em 15m), mas como referido anteriormente as
regras não são aplicadas a instituições como quartéis militares.

5.1.1 Classificação dos locais


A oficina encontra-se inserida, segundo a Nota Técnica 5 “Locais de Risco” no local de
risco B, sendo que o seu efetivo pode ser superior a 100 pessoas e as atividades produzidas
no interior do edifício não envolvem riscos agravados de incêndios.

5.1.2 Sistema de Deteção de Incêndios


Nos últimos anos, o Exército tem vindo a implementar sistemas de deteção de incêndio
em todos os quarteis, de maneira a manter a segurança dos militares e das infraestruturas.
Alguns requisitos terão de ser respeitados nas centrais a instalar, concretamente, permitir
a interligação das centrais de todos os edifícios à casa da guarda. A necessidade desta
interligação visa antecipar uma célere intervenção, por em caso de incêndio, em qualquer
parte do quartel, o militar de serviço, identificará de imediato o foco de incêndio. O local
foi escolhido porque em todos os quarteis existe sempre militares de serviço durante 24h
do dia.

O sistema a instalar na oficina deve ser composto por:

• Uma central a colocar na entrada do edifício, sendo o local de fácil acesso e sem
restrições e reservas de acesso;

• Botões de alarme manual;

• Detetores automáticos;

• Sirenes.

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oficina de Optrónica do Exército

A operação de um detetor deve desencadear o processo de alarme local e à distância. A


central, após a receção dos sinais provenientes dos detetores, acionará os alarmes
acústicos e visuais da própria central.

Os alarmes de avaria devem ser sinalizados acústica e visualmente. A falha ou defeito de


uma das fontes de alimentação não pode comprometer o funcionamento de um sistema,
enquanto a outra fonte estiver disponível.

5.1.3 Central de deteção de incêndio


A central a instalar no edifício deve ser do tipo analógica endereçável, capaz de assegurar
o máximo de fiabilidade e segurança. Igualmente deverá permitir a interligação de, no
mínimo, 1 a 4 laços, possibilitando até 250 dispositivos por laço, suportando a conexão
de repetidores através de fibra ótica.

Neste registo, a interligação far-se-á da central a instalar com a central existente na casa
da guarda, sendo essa interligação efetuada com fibra ótica.

A central deve ainda ter as seguintes funções:

• Alimentação dos circuitos de alarme;

• Receção e tratamento dos sinais provenientes dos equipamentos de deteção;

• Atuação dos circuitos de alarme;

• Atuação dos circuitos auxiliares;

• Vigilância das fontes de alimentação;

• Vigilância dos circuitos de deteção de alarme;

• Interligação a outras centrais através de um modulo de fibra ótica.

Todos os loops ligados à central farão disparar os sistemas de alarme associados.

Por conseguinte, o sistema de deteção a instalar será apetrechado com baterias que
garantam o funcionamento do sistema num período de, no mínimo, 72h e apresentará a
aparência daquela que se mostra na imagem 17.

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Figura 17 - Central de Alarme de Incêndio Endereçável

5.1.4 Detetores de incêndio


Os detetores devem ser endereçáveis, analógicos e compatíveis com a central
especificada. Devido à utilização de cada espaço, recorrer-se-á tipologias diferenciadas
de detetores de incêndio:

• Detetores térmicos na zona “Área de Trabalho URO”, uma vez que as viaturas ao
serem ligadas dentro deste espaço libertam fumo e gases que podem provocar
falsos alarmes com outro tipo de detetores;

• Detetores óticos de fumos no restante edifício.

• Detetor termovelocimétrico na área de pintura. Pois, como esta zona é exposta a


vapores, optou-se por um detetor, cujo seu funcionamento consiste na diferença
de temperatura, o alarme dispara quando há um aumento rápido e drástico da
temperatura durante 60 segundos.

Foram projetados detetores de incêndio em todo o edifício com a exceção das casas de
banho. Foi prevista a instalação de um loop no desvão da cobertura, sendo que esta tem
uma altura superior a 80cm. A altura do teto falso é inferior a 0,80mm pelo que é
desnecessária a instalação de detetores no desvão do teto falso. Cada detetor tem uma
área de deteção de 60 metros. A figura 18 mostra-nos a aparência do detetor em apreço.

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Figura 18 - Detetor Ótico/Térmico

5.1.5 Botões manuais de alarme


Os botões de alarme destinam-se a desencadear manualmente um processo de alarmes e
devem ser instalados nos acessos de fuga para o exterior das zonas protegidas e junto aos
equipamentos de maior risco, em locais totalmente desobstruídos e bem visíveis. A sua
altura deve distar 1,20m do pavimento. Estes detetores deverão ser exclusivos do sistema
de deteção e alarme de incêndios e de construção robusta, cor vermelha e com inscrição
em português, como se apresenta na figura 17.

Figura 19 - Botoneira Manual de Emergência

5.1.6 Sirenes
A instalação de sirenes endereçáveis e exclusivas do sistema de incêndios, de som distinto
das restantes existentes no edifício, foi igualmente prevista. Devido à dimensão do
edifício, foram instaladas sirenes no interior do mesmo, para que, em caso de incêndio,
todos os militares dentro do edifício consigam ouvir o alarme. A aparência destas sirenes
é retratada na figura 20.

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Figura 20 - Sirene Endereçável

5.1.7 Cabos
[Link] Cabo Sistema de deteção de incêndios
A interligação dos equipamentos constituintes do sistema deve ser feita através do cabo
de deteção de incêndio com quatro condutores em hélice de 1,5mm2, dielétrico e cobertura
em PVC vermelho. Deve ainda ser auto extinguível, como indicado na IEC 332.2 e a
blindagem do cabo em cinta de alumínio e poliéster equipada com fio de drenagem de
0,2mm2. O cabo que interliga os equipamentos passa pelo desvão da cobertura, protegido
por tubo rígido ISOGRIS (cumprindo as características indicadas na NP-1071/2 e NP-
1071/3).

[Link] Cabo XZ1


Para a ligação da central de deteção de incêndios à rede, os condutores e cabos a utilizar
devem ser do tipo ignífugo auto extinguível, com condutores de cobre sólido e isolamento
de material termoplástico livre de halogéneos (LSZH Low Smoke Zero Halogen) [28].
Terão as designações constantes do documento de harmonização HD 361-S3 e HD 308-
S2.

O cabo projetado para ligar a central de deteção de incêndio à rede elétrica.

5.1.8 Meios de primeira intervenção


Previu-se a instalação de meios de primeira intervenção, nomeadamente extintores de
incêndio, do tipo ABC e CO2, a acomodar nos locais representados nas peças desenhadas
(anexo 6). Foi tido em consideração o agente extintor utilizado e a sua eficácia para o
emprego mais provável dado o local de instalação.

64
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No início, todos os incêndios são de reduzida dimensão, pelo que em princípio seriam
facilmente dominados, se sobre o foco de incêndio fosse aplicado rapidamente o agente
extintor adequado e em quantidade suficiente. Obedecendo, aos seguintes critérios de
dimensionamento:

a) 18L de agente extintor padrão por 500m²;

b) Um extintor por cada 200m² de pavimento, com o mínimo de dois.

c) Distância máxima entre extintores – 15m;

Os meios de primeira intervenção, constituídos por extintores portáteis ou móveis,


destinam-se ao combate de eventuais focos de incêndio, com vista à sua extinção e
evitando, assim, a sua propagação.

Reveste-se de particular importância a escolha do produto extintor a dispor nos extintores


portáteis ou móveis, pois será dessa escolha dependerá uma maior ou menor eficiência ao
combate dos focos de incêndio. Aliás, uma opção incorreta do produto poderá agudizar
as chamas, propagando-as com maior velocidade e rapidez.

Desta feita, opta-se pela colocação de extintores, constituídos por pó químico seco do tipo
ABC, por se revelar um constituinte com um excelente comportamento no combate a
chamas que resultem da combustão de materiais sólidos, geralmente de natureza orgânica,
e de líquidos ou de sólidos liquidificáveis. No que concerne ao combate a chamas que
envolvam riscos elétricos, serão considerados extintores de CO2.

Optando-se pela utilização de agente extintor de pó químico seco é necessário ter em


atenção a equivalência existente entre o pó químico seco e o produto extintor padrão, essa
equivalência traduz-se em 1kg de pó químico equivalente a 2L de produto extintor padrão.
A equivalência para o de 1 kg de CO2 é de 1,34L de agente extintor.

Considerando a especificidade da instalação, serão colocados extintores de pó químico


ABC de 6 kg e extintores de 5kg de CO2 nos seguintes locais:

• Agente extintor CO2 junto aos quadros elétricos;

• Agente extintor Pó Químico ABC no restante edifício.

O CO2 é um agente extintor normalmente usado para fogos em presença de corrente


elétrica e fogos do tipo B (líquidos inflamáveis). Não deverá ser usado na presença de
pessoas, pois pode levar à sua morte por asfixia.

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O CO2 extingue o fogo de três maneiras: Por abafamento, por absorção de calor e por
dispersão de oxigénio.

Os extintores devem ser instalados de forma que se facilite a sua manipulação, isto é, uma
altura não superior a 1,2m do pavimento.

Após a colocação dos extintores, o que poderá ser efetuado através de suporte fixo à
parede, em caixa adequada ou através de base tripé, importa não descuidar a manutenção
dos mesmos, seguindo-se os seguintes procedimentos:

a) Todo o extintor utilizado, mesmo que parcialmente, ou descarregado


acidentalmente, deve ser reposto em estado de funcionamento ou substituído;

b) Todos os três meses, pessoal habilitado verificará se os extintores se encontram


colocados nos locais previstos, perfeitamente acessíveis e em bom estado de
conservação;

c) Todos os seis meses, pessoal habilitado procederá às operações de manutenção


recomendadas nas instruções do fabricante;

d) Será realizada uma verificação integral, de periodicidade anual, a todos os


extintores, a ser feita por entidade habilitada, resultando dessa verificação um
relatório referenciando explicitamente o n.º de extintores revistos, as anomalias
detetadas e a declaração de que todas as unidades existentes se encontram em bom
estado de funcionamento.

5.1.9 Características dos extintores


[Link] Extintores de Pó Químico
Os extintores de pó químico devem ter recipientes fabricados em chapa de aço, de acordo
com DIN 1623, soldados por sistema automático, tratados quimicamente por fosfatização,
interior e exteriormente pintados com esmalte sintético eletrostático, com secagem em
estufa a 150º C.

Devem ter instruções de operação em português, inscritas no corpo do extintor, e sujeitar-


se a ensaios de operação segundo a NP-1589.

Os extintores portáteis de pó químico seco, como o retratado na figura 21, devem


apresentar as seguintes características:

a) Pó químico seco polivalente, do tipo ABC;

66
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b) Capacidade de 6 kg de agente extintor;

c) Anel obturador em borracha de alta qualidade;

d) Cavilha de segurança;

e) Pressurizados interiormente;

f) Mangueira de descarga, em borracha de alta qualidade resistente ao


envelhecimento, - reforçada interiormente, com diâmetro interior não inferior a
10 mm;

g) Válvula de descarga em bronze;

h) Válvula de segurança em bronze;

i) Manómetro para verificação de pressão interior;

j) Suporte para fixação mural ou suporte de coluna em tripé.

Figura 21 - Extintor Pó Químico ABC

[Link] Extintores de Anidrido Carbónico (CO2)


Os extintores de Anidrido de Carbónico (CO2) a fornecer e instalar deverão ter recipientes
fabricados em liga de alumínio ou em chapa de aço carbono, com resistência a altas
pressões, acabamento por fosfatização interior e exterior, pintados com esmalte sintético
e secagem em estufa a 150º C.

Os extintores de CO2, como o ostentado na figura 22, deverão apresentar as seguintes


características:

a) Anidrido Carbónico (CO2);

67
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b) Capacidade de agente extintor de acordo com as peças desenhadas;

c) Válvula de descarga em bronze ou em liga de alumínio;

d) Válvula de segurança;

e) Mangueira de descarga de alta pressão em borracha de alta qualidade, resistente


ao envelhecimento, reforçada interiormente, com diâmetro interior não inferior a
10 mm;

f) Cavilha de segurança;

g) Anel obturador em borracha de alta qualidade;

h) Difusor metálico ou de plástico de alta resistência mecânica à abrasão e à


corrosão;

i) Suporte para fixação mural ou suporte de coluna em tripé.

Figura 22 - Extintor CO2 com suporte em tripé

5.1.10 Sinalética
O edifício deve dotado de quadros sinaléticos indicativos dos meios de intervenção e
saídas que permitirão aos utentes terem uma atitude adequada em caso de sinistro.

Esta sinalização deve obedecer à legislação nacional em vigor, designadamente à Portaria


nº 311-B/2005, de 24 de março [9].

Neste seguimento, devem ser montados os seguintes quadros sinaléticos foto


luminescentes:

a) Na porta dos locais técnicos, nos quadros elétricos serão afixados letreiros indicativos
de “Perigo de Eletrocussão”;

68
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

b) Os equipamentos de SCIE, nomeadamente, “Botão de alarme”, “Corte de Energia”,


“Central de Deteção de Incêndios”;

c) Os meios de 1A intervenção, extintores devem ser sinalizados com o sinal de extintor


e com o sinal de agente químico, carretéis;

d) Tipos de sinais
a. Evacuação

O objetivo dos sinais de evacuação é sinalizar todos os percursos facilitadores de


saída, sejam as saídas previstas ou de emergência. Adicionalmente, todas as
portas, deverão estar devidamente sinalizadas, no que ao modo de abertura, diz
respeito. O formato destes sinais retangular ou quadrado, cor de fundo é verde e
pictograma apresenta-se na cor do material base foto luminescente, aplicando-se,
conforme a figura 21:

• Sinalização da direção das vias de evacuação;

• Sinalização das portas de saída e saída de emergência.

Figura 23 - Sinalização para a identificação das vias de evacuação

b. Alarme e luta contra incêndio

O alarme e luta contra incendio, trata-se de um dispositivo que tem como objetivo
a localização dos equipamentos de alarme e luta contra incêndio, podendo ainda,
fornecer informação adicional sobre a utilização dos equipamentos. Estes sinais
terão, tal como plasmado na figura 24, a forma quadrada ou retangular, fundo
vermelho e pictograma na cor do material base foto luminescente e aplicam-se a:

• Identificação dos meios de alarme disponíveis (ex.: botões de alarme de


incêndio);

69
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

• Identificação dos meios de intervenção disponíveis (ex.: extintores e bocas


de incêndio);

• Identificação do tipo de agente extintor (Ex.: Pó, CO2, etc.).´

Figura 24 - Sinalização de meios de alerta e combate ao


incêndio

c. Caraterísticas Técnicas Gerais:

PVC Rígido Foto luminescente de alta intensidade com 2 mm de espessura;

Superfície vitrificada, inibindo a deposição de poeiras, resistente ao risco e de fácil


limpeza;

Comportamento ao fogo: Classe M1, não inflamável e auto-extinguível.

Propriedades Fotoluminescentes:

• 10 Minutos após terminada a estimulação – 142,5 m cd/m2;

• 60 Minutos após terminada a estimulação – 21,5 mcd/m2;

d. Autonomia

2250 Minutos após terminada a estimulação – 0,32 mcd/m2 (valor 100 vezes
superior ao limiar da perceção da vista humana);

Os sinais utilizados devem ser de material rígido, fotoluminescente, respeitando o


prescrito como mínimo de uma intensidade luminosa de 210 mcd/m2 aos 10 minutos e de
29 mcd/m2 aos 60 minutos.

70
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Os sinais devem estar instalados à cota alta 2.10m de altura, ou à cota média, 1.4m,
dependendo do tipo de sinalização:

a) Exceto locais onde a mesma altura não seja possível cumprir, nunca podendo
exceder os 3m.

b) Cota média: “Botão de alarme”, “Corte de Energia”, “Central de Deteção de


Incêndios”; “Perigo de Eletrocussão”, “tipo de agente extintor”;

c) Cota alta: “sentido da evacuação”, “Extintor”.

71
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Capítulo VI – Instalações Mecânicas


6 Instalações Mecânicas
Na construção ou remodelação de edifícios, uma das principais preocupações do Exército
é garantir o bem-estar e o conforto dos militares bem como dos funcionários civis,
garantindo que são asseguradas as condições necessárias para o bom desenvolvimento
dos respetivos serviços. Neste sentido, o Exército tem dado grande importância à
instalação de sistemas de Aquecimento, Ventilação e Ar condicionado (AVAC).

Dado que o presente projeto se trata é uma obra efetuada de raiz, projetaram-se sistemas
de ar condicionado para as salas de trabalho e sistemas de ventilação mecânica para todos
os espaços da oficina. De referir que os espaços da oficina, destinados às viaturas militares
não serão abrangidos de ventilação mecânicas. Isto porque se refere a uma zona aberta e
as viaturas apenas permanecem no interior do edifício para trabalhos de instalação ou
remoção de aparelhos eletrónicos, sendo estas posteriormente parqueadas em instalações
especificas para o efeito.

Todas as unidades exteriores devem ser instaladas sobre um maciço (representado nas
peças desenhadas e projetado pelo Engenheiro Civil responsável pelo projeto) a uma
distância de, aproximadamente, 10 metros da oficina. Essa solução foi a escolhida, uma
vez que os equipamentos escolhidos (unidades exteriores e a unidade de tratamento de ar)
têm dimensões elevadas e na hipótese de ficarem junto ao edifício impossibilitaria a
ventilação natural.

As alimentações do sistema AVAC foram projetadas através de um quadro elétrico


AVAC instalado na área técnica.

6.1.1 Ar Condicionado
Para o presente projeto foram projetados dois tipos de sistemas:

• Sistema VRV para os gabinetes e para os laboratórios;

• Sistema mono split para as áreas técnicas.

Na escolha das UI dos dois sistemas, a potência considerada foi, atendendo às condições
climatéricas do país, a de arrefecimento. De referir que a rede de condensados do projeto
foi desenvolvida pela Engenharia Civil do Exército.

72
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

6.1.2 Sistema VRV


A correção de temperatura do edifício foi projetada através de dois sistemas VRV que
interligam às várias unidades interiores. A interligação das unidades interiores e
exteriores far-se-á por intermédio de uma rede de tubagem de cobre.

Como se trata de um edifício de grandes dimensões, selecionou-se um sistema VRV a 3


tubos. A escolha deste sistema justifica-se pelo elevado número de salas a climatizar, não
sendo, por isso viável, através de outro sistema, a menos que se aumentasse a instalação
Unidades Exteriores (UE), acarretando um maior custo para o Exército.

Atendendo à dimensão do edifício, dividimo-lo em duas zonas (zona 1 e zona 2). Esta
divisão foi feita para evitar que a UE tivesse uma grande potência, o que implicaria
igualmente grandes dimensões.

A zona 2 trata-se da zona com necessidade de mais Unidades Interiores (UI) do que a
zona 1. Ou seja, foi necessário escolher uma UE com uma potência elevada. Com base
nas máquinas, a solução encontrada para poder cumprir os requisitos necessários, a um
custo inferior, foi a instalação de duas UE em série. A ligação das mesmas deve ser feita
por dois tubos de cobre (6,4x12,7mm), sendo a alimentação elétrica de cada máquina é
independente.

Optou-se por um sistema a 3 tubos, pois este permite a cada utilizador escolher a
temperatura de cada espaço, sem condicionar ou ser condicionado pelas temperaturas das
restantes máquinas interiores.

Todo o sistema VRV carece de um comando individual por sala e de um sistema de


comando centralizado.

Em cada sala deve existir o sistema de controlo por cabo, que permite ao utilizador
selecionar o modo de funcionamento, ajustar a temperatura e verificar avarias das
respetivas máquinas. Optou-se por este método de controlo, uma vez que os equipamentos
para os sistemas VRV permitem esta opção. Para dotar o gabinete com controlo por
infravermelho era necessário garantir a instalação de equipamentos na EU, bem como a
aquisição de controlos. Por se tratar de um projeto de grandes dimensões a implementar
não foi prevista a instalação dos mesmos, acautelando o elevado custo, por este não
traduzir num melhor funcionamento da climatização da instalação.

73
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

O controlo centralizado foi previsto para poder controlar todas as UI do sistema VRV em
simultâneo. Através deste sistema, o militar responsável pelo edifício (técnico qualificado
e certificado para garantir a manutenção preventiva das instalações elétricas) tem a
possibilidade de desligar todas as UI, de verificar a existência de avarias, de limitar as
temperaturas e de garantir que nos fins de semana ou períodos especiais os equipamentos
estão todos desligados, melhorando a eficiência energética e diminuindo custos. Este
equipamento é também dotado de comando de paragem de emergência para incêndios.

6.1.3 Cálculo potência elétrica a instalar nos equipamentos AVAC


Por forma a saber qual a potência das máquinas do sistema AVAC foi necessário calcular
qual a potência necessária para cada espaço, para isso utilizou-se a seguinte equação (57):

𝑃𝑜𝑡ê𝑛𝑐𝑖𝑎 (𝑊)
á𝑟𝑒𝑎(𝑚2 ) ∗
𝑃(𝑘𝑊) = 𝑚2 (57)
1000

O regulamento das Infraestruturas do Exército e normas internas adequadas apenas aos


estabelecimentos militares referentes a instalações AVAC, a capacidade média de
arrefecimento de uma divisão com utilização mista é de 100 a 150W por cada metro
quadrado, para instalações com um pé direito até 4,0 metros, é ainda necessário ter em
consideração mais fatores indicados nas normas internas do Exército, como por exemplo:
o isolamento de cada espaço, os materiais de construção civil utilizados, as atividades e a
quantidade de pessoas dentro do espaço.. Neste estudo foi adotado um valor intermédio
de 130W/m2, sendo este um valor intermédio do padronizado nas normas internas do
Exército. No entanto, este valor foi utilizado por se tratar de um edifício militar em que o
valor está descrito nas normas internas, mas no dimensionamento para uma instalação
civil é necessário ter em consideração mais fatores indicados nas normas, como por
exemplo: o isolamento de cada espaço, os materiais de construção civil utilizados, as
atividades e a quantidade de pessoas dentro do espaço.

Para o gabinete Secção de Manutenção Eletrónica e Optrónica – SubSecção de


Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (Radares), apuraram-se os seguintes dados:

• Área: 40,23m2;

• Potência por metro quadrado: 130W/m2;

74
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Após a recolha dos dados, realizou-se o cálculo da potência a instalar (54):

40,23 ∗ 130
𝑃(𝑘𝑊) = = 5,23 ≅ 6 𝑘𝑊 (54)
1000

Ou seja, para esta sala a potência a instalar é de, aproximadamente 6kW. A tabela abaixo
indica os resultados obtidos para o restante edifício.
Tabela 16 – Potência a Instalar por Espaço

Zona Secção Área (m2) (W/m2) ≈ Potência (kW)

Fabrico de Acessórios 87,53 130 10


Área TPF/Redes 89,01 130 12
Gaiola de Faraday 30,07 130 4
Micro Soldadura 31,35 130 4
Zona 1
Família 525 64,51 130 9
Eletrónica (Precisão) 114,66 130 15
Gabinete Chefe 19,24 130 2,5
Gabinete Chefe 14,36 130 2,5
Gabinete Chefe 22,81 130 3
Bússolas / Binóculos 35,63 130 5
Optrónica + Pantógrafo 74,62 130 10
Equipamento TSF (Área 150 130 24
TSF)
AFATDS (Radares)
Zona 2 44,35 130 6
Radares 40,23 130 6
Sala Escura 119,2 130 15
Mísseis 60,32 130 8
Pantógrafo 24,98 130 4

75
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Pintura Instrumentos
5,46 130 2
Sala de Mecânica
37,89 130 5
Área Administrativa 31,21 130 5
Sala de Reuniões e Manuais 43,82 130 6

Com estes cálculos obteve-se o valor aproximado da potência a instalar. Neste cálculo
considerámos de uma construção nova, com um bom isolamento térmico e as potências
das máquinas existentes no mercado, ajustando-as, naturalmente à realidade do edifício.
O controlo centralizado a instalar teve também como objetivo controlar as temperaturas
de cada espaço.

Neste projeto teve-se como referência máquinas da Daikin, sendo que a marca é apenas
alusiva das características pretendidas, podendo o instalador eleger outra marca que
respeite as características explicitas nas memórias descritivas e o projetista aprove a
alteração.

Antes de se selecionar a unidade exterior, deve-se, antes, escolher as unidades interiores


e proceder à respetiva instalação. Isto porque, como anteriormente referido, as potências
das máquinas devem ser ajustadas às unidades existentes no mercado, assumindo-se
sempre uma variação das potências. Após a seleção das máquinas deve somar-se o valor
das mesmas, como se sistematiza na tabela 17.
Tabela 17 - Potência das Unidades Interiores

Unidade
Potência
Zona Secção Interior a Total
(kW)
Instalar

Fabrico de Acessórios 2x FXZQ50A 2x4,9 9,8

Área TPF/Redes 2x FXZQ50A 2x4,9 9,8

Zona 1 Gaiola de Faraday FXAQ40A 3,9 3,9

Micro Soldadura FXAQ40A 3,9 3,9

Família 525 2x FXZQ40A 2x3,9 7,8

76
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Eletrónica (Precisão) 2x FXZQ50A 2x4,9 7,8

Gabinete Chefe FXAQ25A 2,5 2,5

Gabinete Chefe FXAQ20A 2 2


FXAQ25A
Gabinete Chefe 2,5 2,5

Bússolas / Binóculos FXAQ50A 4,9 4,9

Optrónica + Pantógrafo 2x FXZQ50A 2x4,9 9,8


Equipamento TSF (Área 2x
2x9,8 19,6
TSF) FXFQ100B
AFATDS (Radares) FXAQ63A 6,2 6,2

Radares FXAQ63A 6,2 6,2

Zona 2 Sala Escura 2x FXZQ50A 2x4,9 9,8

Mísseis FXAQ63A 6,2 6,2


Pantógrafo
FXAQ40A 3,9 3,9

Pintura Instrumentos FXAQ20A 2 2

Sala de Mecânica FXAQ50A 4,9 4,9

Área Administrativa FXAQ50A 4,9 4,9


FXAQ63A
Sala de Reuniões e Manuais 3,2 3,2

Para a zona 1 a soma das potências é de 47,5 kW, pelo que a máquina projetada deve ter
no mínimo o valor calculado. Na seleção da máquina importa considerar que a unidade
exterior seja compatível com as unidades escolhidas. A unidade exterior a instalar deve
ser, modelo RXYQ 18U da Daikin ou equivalente.

Na zona 2 a potência é de 87,1 kW. Por se tratar de um valor elevado, a solução mais
ajustada a este projeto consistiu em instalar duas máquinas em paralelo. Conseguindo,
dessa forma, obter a potência pretendida. Ressalvamos, ainda que para o valor exato da
potência obtida não existem no mercado unidades exteriores que satisfaçam os requisitos
(importante referir novamente que o estudo foi feito com uma marca especifica de
equipamento de ar condicionado, contudo se o instalador optar por outra marca que

77
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

cumpra os requisitos explícitos nas memórias descritivas e esta alteração for aprovada
pela fiscalização e pelo projetista a alteração é autorizada), justificando-se a instalação de
duas unidades exteriores em série. As unidades exteriores a instalar devem ser o modelo
RXYQ 16U da Daikin ou equivalente.

A rede de condensados do presente projeto foi executada pelo projetista de engenharia


civil.

6.1.4 Sistema Mono Split


Por forma a assegurar que a temperatura das diferentes salas técnicas não ultrapassa o set
point estipulado, foram projetados dois sistemas de mono split para cada sala técnica.

Para efeito, prevê-se a instalação, em cada sala, duas UI e respetivos controlos por
infravermelhos e um termostato. As UI foram projetadas com a finalidade de
funcionarem alternadamente: enquanto uma UI climatiza, a outra encontra-se desligada,
após um pré-determinado tempo elas alternam automaticamente. Para que este sistema
funcione como pretendido é necessário instalar, no quadro que alimenta os circuitos do
mono split, um relé de alternância e as respetivas proteções.

Este sistema foi projetado com a finalidade de que numa eventual avaria, numa das
máquinas, a equipa de manutenção disponha de uma janela temporal para proceder à
reparação sem que a temperatura da sala sofra grandes variações. Isto é, as UI funcionam
consoante o horário estipulado e a temperatura lida pelo termostato. Quando uma máquina
avaria, no período em que devia estar a funcionar a temperatura da sala aumenta. Esse
aumento de temperatura faz com que a outra UI assuma a atividade. Assim, a temperatura
da sala nunca ultrapassa os valores pretendidos e com isso a manutenção dispõe do tempo
necessário para que ambas as máquinas as voltem a operar como pretendido.

Nos mono split o comando é feito por controlo de infravermelhos, e neste projeto em
concreto, são programadas através da alimentação.

Este sistema não está integrado no controlo centralizado acima referido, sendo que as
máquinas estão em funcionamento mesmo quando não estão militares dentro do edifício.

[Link] Exemplo de Cálculo Equipamento Split

78
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

O método utilizado para o cálculo das unidades interiores do sistema mono split foi
idêntico ao usado nos VRV. Para a sala técnica situada no meio do edifício, os cálculos
realizados foram (55), como se seguem:

• Área: 9,32 m2;

• Potência por m2:130 W/m2.

𝑃𝑜𝑡ê𝑛𝑐𝑖𝑎 (𝑊)
á𝑟𝑒𝑎(𝑚2 ) ∗ 9,32 ∗ 130
𝑃(𝑘𝑊) = 𝑚2 = = 1.213 ≅ 2 𝑘𝑊
(55)
1000 1000

Em cada área técnica devem ser instalados dois sistemas independentes. Como se trata de
um sistema de redundância, cada UI disporá da potência calculada, contrariamente ao que
acontece com os VRV’s. Isto é, no sistema de VRV calculou-se a potência para cada sala
e as máquinas instaladas devem, no total, ter esse mesmo valor. Contudo nas áreas
técnicas as UI têm de ter, cada uma, o valor calculado, como se plasma na tabela 18.

Tabela 18 – Unidades Interiores das Salas Técnicas

≈ Unidades Interiores
Área
Secção (W/m2) Potência Unidade Interior Potência
(m2)
(kW) a Instalar (kW)
Área Técnica 1 7,56 130 2 FTXM32A 2
Área Técnica 2 7,56 130 2 FTXM32A 2

Estes resultados justificam, em cada sala térmica, a instalação duas unidades interiores
FTXM32A modelo da Daikin ou equivalente. A unidade exterior compatível com estas
máquinas trata-se de uma RXM50N9 modelo da Daikin ou similar.

6.1.5 Ventilação
Um dos principais objetivos deste projeto é garantir o bem-estar, a segurança e a saúde
de todos os militares que vão exercer funções neste edifício. Neste seguimento, para se

79
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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garantir a Qualidade do Ar Interior (QAI), o projetista promove uma boa gestão ambiental
de cada local de trabalho.

Por se tratar de uma oficina com permanente ocupação, foi imperativo projetar um
sistema capaz de renovar o ar, fornecendo-o e em simultâneo capaz de descontaminar os
espaços.

No presente projeto foram definidos diferentes sistemas:

• Nos gabinetes, laboratórios, sala de reuniões o tratamento de ar novo é feito


através de uma UTA;

• O ar insuflado no laboratório de Pintura de Instrumentos é feito a partir da UTA,


no entanto a extração é feita através de um sistema independente. Esta solução
justificou-se pelo ao facto de no local se trabalhar com tinta e consequentemente
com os vapores da mesma, parecendo, assim a solução mais adequada ao espaço
por se tratar de uma zona exposta a químicos (tinta).

• O sistema de extração de ar das zonas sanitárias é independente;

• A zona de entrada de viaturas, por se tratar de uma área aberta, não foi dotada de
sistema de extração;

6.1.6 Unidade de Tratamento de Ar (UTA)


Por se tratar de um edifício com grandes dimensões, e modo a cumprir os requisitos
imposto pelo Exército, projetou-se um sistema com uma elevada capacidade de extrair e
insuflar ar em todos os espaços. A solução que emergiu como a mais eficaz traduziu-se
na instalação de uma UTA.

À semelhança da projeção do ar condicionado, também se dividiu o edifício, dotando-se


cada zona de uma UTA. Ou seja, de um equipamento de aquecimento, ventilação e ar
condicionado, capaz de proceder ao tratamento do ar circulado. Estruturalmente, as UTAs
são constituídas por:

• Secção de admissão e rejeição;

• Secção de filtragem;

• Secção de recuperação de calor;

• Permutador de Calor com serpentina de expansão direta;

80
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

• Secções de ventilação com motor EC (insuflação e retorno);

• Controlo integrado na unidade de tratamento de ar.

Existem dois tipos de UTAs: Bateria de Expansão Direta e Bateria a Água. A principal
diferença entre estas tipologias:

• Bateria de Expansão Direta: Não pode ser instalada dentro de edifícios dado que
a mesma liberta gases. Este sistema é constituído por uma Unidade Exterior de ar
condicionado;

• Bateria a Água: Pode ser instalada dentro do edifício e o sistema é constituído por
um Chiller.

Neste projeto, as UTAs não podem ser instaladas dentro do edifício, pelo que se optou
pelo sistema de expansão direta. Além do mais, esta opção revela-se mais económica do
que a outra. As unidades exteriores para estes sistemas devem ser do tipo VRV.

Para fazer a extração e insuflação de ar instalar-se-á, no teto falso, dos diferentes espaços,
grelhas. Estas grelhas foram selecionadas com base nos caudais. Por forma a que a
renovação de ar seja feita homogeneamente, distribuiu-se uniformemente a instalação das
grelhas pelo compartimento. O pleno de cada grelha deve ser instalado no desvão do teto
falso.

Neste sentido, recorreu-se ao uso de condutas, por forma a estabelecer a ligação da UTA
com as grelhas, dotadas de registo, e com vista a controlar o fluxo de ar. Decorrente das
dimensões das condutas, a instalação ocorrerá no desvão da cobertura, considerando ser
o único local, cuja dimensão permite o acesso, facilitando quer a instalação, quer futuras
manutenções devido à fácil acessibilidade. Deu-se primazia ao uso de condutas circulares,
com exceção da conduta principal, onde se privilegiou a conduta retangular. A
necessidade de projetar uma conduta retangular justificou-se devido às dimensões, isto é,
porque esta tipologia de conduta, apesar de ter menores dimensões como nos convinha,
permite debitar o mesmo caudal. Em todas as condutas principais deve ser instalado uma
porta de visita espaçada por um intervalo de 4 metros, sendo estas cruciais para a
manutenção corretiva ou preventiva. Nas condutas circulares, é dispensado a instalação
das portas de visita uma vez que a manutenção pode ser feita através dos registos. Para a
interligação das condutas com a UTA, a conduta principal deve ser instalada no decorrer
da fachada até ao solo, continuando ao longo deste até ao equipamento. De forma a evitar

81
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

os danos futuros na conduta, provocados pela exposição aos elementos naturais, a


instalação deve acautelar uma proteção mecânica.

O quadro elétrico AVAC alimenta a UTA e a respetiva unidade exterior, sofrendo os


cabos de alimentação a mesma exposição aos elementos descritos nas condutas, sendo,
assim crucial protegê-los com tubo VD.

[Link] Exemplo de Cálculo UTA


Em conformidade com as normas vigentes, Portaria nº353-A/2013 [29], o cálculo da
renovação de ar tem de ser feito pelo método prescritivo e analítico. Efetuados os
cálculos, deve ser adotado como referência o cenário menos favorável.

Pelo número de ocupantes:


Tabela 19 – Dados do Espaço para Calculo do Caudal

Cálculo de Ar Novo
Designação Área Pé Direito Volume Número de
Atividade
do Espaço (m2) (m) (m3) ocupantes
m3/h*ocupante m3/h.m2

Fabrico de
Acessórios Laboratório 87,53 3,50 306,36 20 35 0

O caudal de ar novo (m3/h*ocupante e m3/h.m2) é definido pela tabela I.04 da portaria nº


353 – A/2013 [30]:

Figura 25 - Caudal mínimo de ar novo determinado em função da carga poluente devida à


ocupação [m3/(hora x pessoa)

82
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

𝑉𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒 = Á𝑟𝑒𝑎 (𝑚2 ) × 𝑃é 𝐷𝑖𝑟𝑒𝑖𝑡𝑜 (𝑚) = 87,53 × 3,5 = 306,36 (𝑚3 ) (56)

Para o método descritivo e analítico, o exemplo de cálculo é referente ao espaço “Fabrico


de Acessórios”. Este espaço é considerado um espaço com tipo de atividade moderado.

Método Prescritivo (57) (58):

∑(𝑁𝑀𝑖 × 𝑀𝑖 ) 20 × 1,75
𝑀𝑚𝑒𝑑 = = = 1,75 (57)
∑𝑁𝑀𝑖 20

Onde,

NMI: Número de pessoas no espaço;

MI: Nível de atividade metabólica;

Mmed: Taxa de metabolismo dos Ocupantes;

𝑄𝐴𝑁 (𝑚3 /(ℎ × 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎) = 𝑀𝑚𝑒𝑑 × 𝑄𝐴𝑁,1𝑚𝑒𝑡 = 1,75 × 35 × 20 = 1225 (58)

Onde,

QAN: Caudal de ar novo Unidade;

Mmed: Taxa de metabolismo dos Ocupantes;

QAN,1met: Valor indicado na tabela I.04 para o caudal mínimo de ar novo para o
nível de atividade metabólica igual a 1.

Método Analítico (59) (60):

𝐺 = (17000 × 𝐴𝐷𝑈 × 𝑀) × 𝑁 = (17000 × 1,8 × 1,75) × 20 = 1071000 (59)

Onde,

ADU: Área de DuBois da superfície corporal [m2], valor retirado da tabela “TI.02”
da Portaria nº353-A/2013 [30];

M: Taxa de metabolismo dos ocupantes, obtida da tabela “Tabela TI.04” da


Portaria nº353-A/2013[30];

N: Número de ocupantes do espaço.

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

𝐺 1071000
𝑄𝐴𝑁 (𝑚3 /ℎ) = = = 691 (60)
𝐶𝑙𝑝 − 𝐶𝑒𝑥𝑡 2250 − 702

Onde,

QAN: Caudal de ar novo;

G: Taxa de geração de CO2;

Ctp: Limiar de proteção para a concentração de CO2 no interior (tabela “Tabela


TI.03” da Portaria nº353-A/2013 [30]);

Cext: Valor médio típico da concentração no ar exterior do CO2, para a zona onde
se insere o edifício

Como o cenário mais desfavorável é o do 1º método, deveria utilizar-se os 1225 m3/h.


Contudo, como através do ventilador a escolher, é possível regular a eficiência da
ventilação. Como escolheu-se os 70% (61), como valor de referência:

𝐶𝑎𝑢𝑑𝑎𝑙 (𝑚3 /ℎ) 𝑥 100


𝐶𝑎𝑢𝑑𝑎𝑙 (𝑚3 /ℎ) = /100
𝐸𝑓𝑖𝑐𝑖𝑒𝑛𝑐𝑖𝑎 𝑑𝑜 𝑉𝑒𝑛𝑡𝑖𝑙𝑎𝑑𝑜𝑟 (%)
(61)
1225 𝑥 100
= /100 = 1750
0,70

O caudal de ar novo a extrair e a insuflar deveria ser de 1750m3/h.

Devido à especificidades e importância do local, foi do entendimento do requerente, que


no balanço dos resultados obtidos na renovação de ar com o cálculo anteriormente
descrito, fosse utilizado um cenário mais crítico. Reforçamos que optando-se como
referência o Despacho n.º 15793-I/2013 [31] e na Norma EN ISO 13790:2008, esta última
cumpre em excesso os critérios da norma em vigor. Demonstra-se, de seguida um
exemplo de cálculo (62) utilizado e os valores utilizados:

• Designação do Espaço: Fabrico de Acessórios;

• Atividade: Laboratório;

• Área: 87,53 m2;

• Pé-Direito: 3,5m;

• Número de Renovação por hora: 10 NR/h

84
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

𝑚2 𝑥NR
𝐶𝑎𝑢𝑑𝑎𝑙 (𝑚3 /ℎ) = 𝑃é 𝐷𝑖𝑟𝑒𝑖𝑡𝑜 𝑥 Á𝑟𝑒𝑎 = 3,5𝑥87,53𝑥10 = 3063,6 (62)
h

Tabela 20 - Caudal para Cada Espaço – Zona 1


Caudal
Secção Local Área (m2) NR/h Direito
(m3/h)
(m)

Zona 1

Secção Mant. Sistemas


Fabrico de
Comunicação 87,53 10 3,5 3063,6
Acessórios
SubSecção

Secção Mant. Sistemas


Comunicação Área TPF/Redes 89,01 10 3,5 3115,4
SubSecção

Secção Mant. Sistemas


Comunicação Gaiola de Faraday 30,07 10 3,5 1052,5
SubSecção

Secção Mant. Sistemas


Comunicação Micro Soldadura 31,35 20 3,5 2194,5
SubSecção

Secção Mant. Sistemas


Comunicação Família 525 64,51 10 3,5 2257,9
SubSecção

Secção Mant. Eletrónica


114,66 10 3,5 4013,1
Eletrónica e Optrónica (Precisão)

Secção Mant. De
Climatização e Gabinete Chefe 19,24 10 3,5 673,4
Sistemas de Energias

85
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Secção Mant. De
Sistemas de Gabinete Chefe 14,36 10 3,5 502,6
Comunicação

Área Técnica Área Técnica 9,32 6 3,5 195,7

Comunicação Equipamento TSF


150 9 3,5 4725,0
SubSecção (área TSF) (Área TSF)

Tabela 21 - Caudal para Cada Espaço – Zona 1


Secção Local Área (m2) NR/h Caudal
Direito

Zona 2

Secção Mant.
Gabinete Chefe 22,81 9 3,5 718,5
Eletrónica e Optrónica

Secção Mant. Bússolas /


35,63 9 3,5 1122,3
Eletrónica e Optrónica Binóculos

Secção Mant. Optrónica +


74,62 9 3,5 2350,5
Eletrónica e Optrónica Pantógrafo

Secção Mant. AFATDS


44,35 9 3,5 1397,0
Eletrónica e Optrónica (Radares)

Secção Mant.
Radares 40,23 9 3,5 1267,2
Eletrónica e Optrónica

Secção Mant.
Sala Escura 119,2 9 3,5 3754,8
Eletrónica e Optrónica

Secção Mant.
Mísseis 60,32 9 3,5 1900,1
Eletrónica e Optrónica

Secção Mant.
Pantógrafo 24,98 9 3,5 786,9
Eletrónica e Optrónica

Secção Mant. Pintura


5,46 10 3,5 191,1
Eletrónica e Optrónica Instrumentos

86
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oficina de Optrónica do Exército

Secção Mant.
Sala de Mecânica 37,89 10 3,5 1326,2
Eletrónica e Optrónica

Área
Área Administrativa 31,21 30 3,5 3277,1
Administrativa

Sala de Reuniões e Sala de Reuniões e


43,82 10 3,5 1533,7
Manuais Manuais

De acordo com os resultados, optou-se pelas grelhas que cumprem, satisfatoriamente os


requisitos. As grelhas selecionadas são da France Air, sendo apenas uma referência para
o instalador. Nas condições técnicas encontram-se as especificações de cada grelha.

Tabela 22 - Dados para Cálculo das Condutas Circulares

Caudal Caudal
Designação Nº Velocidade
Atividade Total Por Grelha
do Espaço Grelhas (m/s)
(m3/h) (m3/h)

Fabrico de
Acessórios Laboratório 3063,6 3 1022 4

Atualmente não existe nenhuma norma em vigor para a escolha da velocidade de ar a


circular nas condutas, no entanto para condutas com baixo caudal opta-se por uma
velocidade mais baixa para diminuir o ruído e não aumentar o diâmetro da conduta. Para
saber qual o valor da conduta é necessário converter a velocidade em m/h, calcular o
diâmetro da conduta e por fim verificar o valor da velocidade (63):
𝑚
𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 ( ) = 4 × 3600 = 14400 (63)

O diâmetro é calculado da seguinte forma (64):

4 × 𝑄𝐴𝑁 4 × 1022
𝐷𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜 (𝑚) = √ =√ = 0,301 (64)
𝜋 × 𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝜋 × 14400

87
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Com o valor obtido, a conduta a instalar deve ter 0,35m (o projetista deve ser optar por
condutas com valores standard), mas para verificar se esta conduta cumpre com a
velocidade pretendida é necessário efetuar o seguinte cálculo:

𝑄𝐴𝑁 1022
√ 𝐷𝑖𝑎𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜 2 √ 0.350
𝜋×( 2 ) 𝜋 × ( 2 )2 (65)
𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒(𝑚/𝑠) = = = 2,95
3600 3600

A conduta a instalar deve ter como dimensões mínimas, diâmetro de 0,350m.

Por sua vez, para as condutas retangulares foi utilizado:

Tabela 23 - Dados para Cálculo das Condutas Circulares

Designação do Caudal Total Velocidade


Espaço (m3/h) (m/s)

Conduta principal
Zona 1 23260 10

Por se tratar de uma conduta onde o caudal de ar é elevado, aumentou-se o valor da


velocidade para 10m/s. Esta escolha foi efetuada tendo em conta o tamanho da conduta e
o espaço disponível no desvão da cobertura. Caso o valor da velocidade fosse inferior a
10m/s implicaria o uso de uma conduta de maiores dimensões, não permitindo a
instalação das restantes condutas no espaço.

𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 (𝑚/ℎ) = 10 × 3600 = 36000 (66)

Com base nas condutas standard, seleciona-se uma largura para a conduta. Assim, tendo
em conta o caudal, a seleção da largura recaiu no valor de 1 metro. Com este valor, é
possível calcular o valor imprescindível para a altura da conduta (67):

88
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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𝑄𝐴𝑁 (𝑚3 /ℎ) 23260


𝐴𝑙𝑡𝑢𝑟𝑎 (𝑚) = ( ) /𝐿𝑎𝑟𝑔𝑢𝑟𝑎 = ( ) /1 = 0,65 (67)
𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 (𝑚) 36000

Tal como nas condutas circulares, deve confirmar-se o valor da velocidade através dos
valores obtidos (68):

𝑄𝐴𝑁 (𝑚3 /ℎ)


𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 (𝑚/𝑠) = ( ) /36000)
(𝐴𝑙𝑡𝑢𝑟𝑎 × 𝐿𝑎𝑟𝑔𝑢𝑟𝑎)
(68)
23260
=( ) /36000 = 9,94
(0,65 × 1)
6.1.7 Sistema de Ventilação das Instalações Sanitárias
Por forma a cumprir a Portaria nº353-A/2013 [28], os espaços das instalações sanitárias
foram dotados de sistemas de ventilação independentes recaindo a escolha num sistema
de extração.

A instalação destes compartimentos deve ser independente devido aos odores existentes
nestas instalações. Estas áreas devem estar em pressão negativa, relativamente às
restantes zonas constituintes do edifício, por essa razão estão apenas dotadas de extração
de ar.

Para a projeção destes sistemas, dividiram-se os compartimentos em dois sistemas. Após


a divisão, calcularam-se os caudais necessários para cada espaço.

Com os valores dos caudais foi possível selecionar as grelhas mais adequadas a cada
espaço. As grelhas a instalar nos compartimentos estão descritas nas memórias
descritivas, com os indicadores das características que devem ter. No decorrer da obra
estas podem ser alteradas com a autorização da fiscalização e do projetista. Tal como
descrito no subcapítulo anterior, os plenos destas grelhas devem ser instalados no desvão
do teto falso.

Seguidamente, procedeu-se ao cálculo das dimensões das condutas a instalar no desvão


da cobertura. Nas condutas que interligam a grelha ao ventilador deve ser instalado um
registo, por forma a regular o fluxo de ar e gerir a manutenção dos equipamentos.

Cada sistema de extração deve ser contemplado com um ventilador com capacidade para
a totalidade do caudal calculado. Os ventiladores devem ser instalados, de forma fixa, no

89
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desvão da cobertura, evitando, assim, evitar danos resultantes das vibrações do seu normal
funcionamento.

O ar deve ser extraído para o exterior do edifício, sendo que a e solução mais adequada
ao presente projeto, foi instalar um chapéu de descarga na cobertura. Para esta solução, o
instalador deve garantir um bom isolamento para o exterior, mitigando a entrada de
elementos naturais. Uma vez que a fachada do edifício é zona de passagem dos
colaboradores da instituição, não foi possível projetar a extração pela fachada.

Os ventiladores são alimentados a partir do quadro elétrico de AVAC. E para se garantir


que a extração é feita regularmente, os ventiladores devem ser comandados por um
relógio instalado no respetivo quadro elétrico.

[Link] Exemplo de Cálculo


Nas instalações sanitárias, suportando-nos na Portaria nº353-A/2013 [28], o cálculo do
caudal far-se-á através de dois métodos, sendo que o valor de extração de ar deve ser o
valor máximo.

Na tabela abaixo, é possível verificar os métodos a utilizar, tendo em consideração que


se trata de instalações sanitárias publicas.

Figura 26 - "Tabela I.06 - Caudais mínimos de extração de ar a assegurar para locais


e instalações especificas" - Portaria nº 353-A/2013

Método pela área:

90
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Tabela 24 – Dados para cálculo pelo método pela área

Designação do Valor de Caudal (m3/h)


2
Área (m )
Espaço referência

I.S. FEM 1 9,98 10 99,8

I.S. MASC 1 13,45 10 134,5

I.S. FEM 2 16,44 10 164,4

I.S. MASC 2 17,56 10 175,6

Método pela ocupação:


Tabela 25 - Dados para cálculo pelo método da ocupação

Designação do Número de Número de


Caudal (m3/h)
Espaço Sanitas Urinóis

I.S. FEM 1 2 0 180

I.S. MASC 1 3 1 360

I.S. FEM 2 3 0 270

I.S. MASC 2 4 1 450

Cálculo para [Link].1 (69):

𝐶𝑎𝑢𝑑𝑎𝑙 (𝑚3 /ℎ) = 90 × (𝑛º 𝑢𝑟𝑖𝑛ó𝑖𝑠 + 𝑛º 𝑠𝑎𝑛𝑖𝑡𝑎𝑠) = 90 × (2) = 180 (69)

Como é possível verificar, através das tabelas 24 e 25, o método de ocupação é o cenário
mais exigente, pelo que o valor de caudal que se utilizou foi o resultante do cálculo
recorrendo a esse método.

91
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Como já referido anteriormente, as instalações sanitárias foram divididas em dois


sistemas, pelo que o ventilador a instalar deve garantir os caudais indicados na tabela 26:
Tabela 26 - Caudal total das instalações sanitárias

Caudal do
Designação do
Caudal (m3/h) ventilador
Espaço
(m3/h)

I.S. FEM 1 180


540
I.S. MASC 1 360

I.S. FEM 2 270


720
I.S. MASC 2 450

Com base nos caudais calculados e nas especificações das fichas técnicas, selecionaram-
se as seguintes grelhas:
Tabela 27 – Grelhas das instalações sanitárias

Designação do
Grelha
Espaço

I.S. FEM 1 GAC2 81

I.S. MASC 1 GAC2 81

I.S. FEM 2 GAC2 81

I.S. MASC 2 GAC2 81

Para estas instalações utilizaram-se condutas circulares. Na tabela 28 encontram-se os


valores obtidos.

92
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Tabela 28 - Diâmetro das condutas das instalações sanitárias

Designação do Diâmetro da
Espaço Conduta (m)

I.S. FEM 1 0,2

I.S. MASC 1 0,2

I.S. FEM 2 0,2

I.S. MASC 2 0,2

Atendendo que o fluxo de ar nas condutas que fazem a ligação do ventilador ao chapéu
de descarga são superiores, as condutas devem ter um valor superior. Após a realização
dos cálculos para as condutas, registamos os resultados apresentados na Tabela 29:
Tabela 29 - Diâmetro das condutas principais das instalações sanitárias

Designação do Diâmetro da
Espaço Conduta (m)

I.S. FEM 1
0,250
I.S. MASC 1

I.S. FEM 2
0,250
I.S. MASC 2

93
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

Capítulo VII – Conclusões


7 Conclusões
Considerando que desenhar um projeto desta envergadura se poderia revelar um processo
de crescimento pessoal, profissional e académico, não só pela complexidade inerente à
sua estruturação, como pela oportunidade de se poder consolidar conhecimentos
adquiridos na formação inicial e adquirir (outros) novos saberes, no domínio da temática
em apreço, partimos para este trabalho com o propósito de consolidar conhecimentos das
instalações especiais de uma oficina de Optrónica, através da conceção de um projeto de
infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma oficina de
Optrónica do Exército Português.

Fizemo-lo com a preocupação de se apresentar o dimensionamento das instalações


especiais de uma oficina e, por conseguinte, as diferentes, mas sequenciais fases de um
projeto, procedendo ao dimensionamento de toda a instalação e apresentando as
características dos equipamentos a instalar nos diferentes momentos do projeto, de forma
fundamentada e apoiada nos cálculos levados a cabo.

Com a realização deste trabalho, materializado nesta dissertação, pudemos apurar que a
conceção de projetos desta natureza, exige conhecimentos científicos e técnicos de forma
a se poder gizá-lo de forma articulada, e ajustada à realidade contextual que, como é
sabido, tem especificidades distintas da realidade civil. Igualmente, este conhecimento
científico e técnico, permitiu-nos responder integrada e fundamentadamente, em
conformidade com todo o enquadramento e normas legais em vigor.

Assim, face ao objetivo de apresentar o dimensionamento das instalações especiais de


uma oficina de Optrónica do Exército Português, pudemos caracterizar as instalações
elétricas, as infraestruturas de telecomunicações e as instalações mecânicas, assim como
a detenção de incêndios de maneira a robustecer as opções por determinados materiais
e/ou procedimentos, em detrimento de outros, indo ao encontro da complexidade inerente
ao projeto, assim como ao orçamento previsto.

Face ao que foi dito, a presente dissertação é o culminar do projeto, levado a cabo ao
longo dos últimos meses para o Exército Português. Com o desenvolvimento deste projeto
foi possível pôr em prática conhecimentos adquiridos no decorrer da componente teórica

94
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oficina de Optrónica do Exército

do mestrado, tendo-se a possibilidade da sua aplicação nas situações emergentes, através


da elaboração de métodos de cálculos, por exemplo

O principal objetivo deste trabalho foi encontrar soluções que permitissem juntar todas
as especialidades estudadas e exigidas, numa oficina, garantindo um funcionamento
simples, eficaz e eficiente das instalações e também que os militares conseguissem tirar
o melhor rendimento do local de trabalho.

Como todos os trabalhos de investigação, também a elaboração deste projeto revelou-se


numa tarefa complexa devido à dimensão do mesmo, às especialidades solicitadas e à
conciliação dos requisitos exigidos pelo Exército com os requisitos técnicos-legais e aos
quais todas as especialidades projetadas estão sujeitas.

A elaboração de algumas especialidades, como por exemplo, a realização do estudo


luminotécnico permitiu um maior aprofundamento do software utilizado. Este software
revelou-se numa ferramenta crucial para o cumprimento de todos os requisitos inerentes
a esta especialidade.

No desenvolvimento do projeto teve-se em consideração as possíveis soluções técnicas,


verificando-se que o apoio técnico e eficaz é assegurado por representantes de
equipamentos e sistemas, com principal enfoque as áreas de segurança e as instalações
mecânicas.

Os conhecimentos académicos permitiram sustentar as soluções do ponto de vista teórico,


contudo, destacamos duas áreas, nas quais foi possível verificar um desfasamento com
um projeto a executar ou um projeto académico, exigindo-se que a componente
económica e financeira de projetos, o nível de coordenação, assim como os
conhecimentos transversais de outras áreas de engenharia, fossem efetivos, mas nem
sempre evidentes, dado o fosso existente entre o que é preconizado e o que, efetivamente
se tem a oportunidade de implementar, impondo-se assim uma maior vigilância e cuidado
na consecução destas áreas.

De igual forma, e atendendo à importância económica na execução de uma obra, houve


uma necessidade de aprofundar conhecimentos, relativamente aos materiais e
equipamentos existentes no mercado, com o intuito de se obter uma melhor relação entre
qualidade/preço. Com isto, foi possível aprofundar o conhecimento no que aos princípios
de funcionamento e desenvolvimento das capacidades de seleção dos mais variados
equipamentos.

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

No que concerne aos objetivos propostos para a dissertação, apresentados neste


documento, consideramos que foram alcançados. Assumindo que se dispõe, hoje, de uma
maior autonomia, conhecimentos teóricos e práticos e segurança no âmbito da elaboração
de projetos e respetiva gestão, garantindo-nos a independência técnica na concretização
dos mesmos, num futuro próximo.

Com efeito, todo o processo, obrigou a um elevado investimento pessoal, familiar,


profissional, académico e económico, traduzindo-se este trabalho como o resultado de
todo este investimento, enfatizando-se, desta feita, que é indubitável que, no decurso da
carreira, poucos períodos se comparam a este em importância, constituindo um período
único e significativo na vida pessoal e profissional de qualquer profissional/engenheiro,
dada a riqueza e complexidade que caracterizaram este processo e para o quão de bom
nos despertou , ao longo dos últimos dois anos.

Assim, em jeito de síntese, apraz-nos referir que os objetivos foram alcançados com muito
trabalho e com alguns momentos difíceis. As conquistas superaram as pedras que, por
vezes, teimavam em aparecer no caminho, acreditando que futuramente a atividade
profissional será mais consciente e ponderada devido a esta etapa que foi alcançada sem,
todavia, ter consciência que se poderá sempre fazer mais e melhor.

7.1 Proposta Para Trabalhos Futuros


Consideramos como pontos positivos deste trabalho a conscientização para a necessidade
de se desenharem os projetos de forma articulada e o mais aprofundada e contextualizada
possível. Não obstante, o presente projeto conclui-se com alguns aspetos, que se poderão
melhorar de forma a contribuir para a eficiência de toda a oficina. Uma solução para
otimizar a instalação seria através da domótica. Com este sistema seria possível melhorar
a instalação de forma a obter um melhor rendimento.

Nos tempos incertos que vivemos, a temática da eficiência energética ganha, ainda maior
relevo, pertinência e atualidade, não perdendo, por isso, no imediato, podendo
inclusivamente ser implementada na oficina um sistema produtor de energia renovável.
Como por exemplo, a implementação de painéis fotovoltaicos para garantia de autonomia
(parcial) da rede.

Cremos que globalmente, este projeto pode, também, inspirar novos e ou complementares
projetos e/ou a sua implementação noutros contextos seja no exército ou na sociedade
civil.

96
Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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Referências Bibliográficas
[1] Decreto-Lei 96/2017, Diário da Republica, 1.ª Série – Nº154 – 10 de agosto 2017 Portugal.

[2] “Regras Técnicas das Instalações de Baixa Tensão – RTEBT”, aprovada pela Portaria
949A/2006, de 11 de setembro.

[3] Decreto- Lei n.º 14/2015, de 16 de fevereiro (revogou o DR n.° 31/83, de 18 de abril
Portugal.

[4] Guia técnico das Classes de Reação ao Fogo dos Cabos Elétricos para Instalações Elétricas
de Baixa Tensão, DGEG/DSEE.

[5] Portaria nº135/2020, Diário da Republica, 1.ªsérie, , procede à alteração ao Regulamento


Técnico de Segurança contra Incêndios (SCIE).

[6] Decreto- Lei n.º 123/2009, Serie I de 21 de maio (com atualização a 25 de setembro de
2009 – DL nº258/2009).

[7] 4ª Edição do Manual ITED – aprovada pela ANACOM a 12 de março de 2020.

[8] Decreto- Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro Portugal, na redação atual.

[9] Portaria nº 1532/2008, de 29 de novembro, em Portugal.

[10] Normas técnicas da ANEPC.

[11] Portaria nº311-B/2005, 24 de março, em Portugal.

[12] Decreto-Lei nº 102/2021, Estabelece os requisitos de acesso e de exercício da atividade dos


técnicos do Sistema de Certificação Energética dos Edificios.

[13] Decreto-Lei nº101-D/2020, Estabelece os requisitos aplicáveis a edifícios para a melhoria


do seu desempenho energético e regula o Sistema de Certificação Energética de Edifícios,
transpondo a Diretiva (UE) 2018/844 e parcialmente a Diretiva (UE) 2019/944

[14] Portaria nº28/2022, Regulamenta o conteúdo e os critérios de avaliação dos exames a


realizar para acesso e exercício da atividade dos técnicos do Sistema de Certificação
Energética dos Edifícios.

[15] Portaria nº 138-G/2021, Estabelece os requisitos para a avaliação da qualidade do ar interior


nos edifícios de comércio e serviços, incluindo os limiares de proteção, condições de
referência e critérios de conformidade, e a respetiva metodologia para a medição dos
poluentes e para a fiscalização do cumprimento das normas aprovadas.

[16] Portaria nº 138-H/2021, Regulamenta as atividades dos técnicos e as competências da


entidade gestora do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios e fixa os valores do
registo dos certificados energéticos.

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
oficina de Optrónica do Exército

[17] Portaria nº 138-I/2021, Regulamenta os requisitos mínimos de desempenho energético


relativos à envolvente dos edifícios e aos sistemas técnicos e a respetiva aplicação em
função do tipo de utilização e específicas características técnicas.

[18] Portaria nº310/2021, Fixa o valor médio de construção por metro quadrado, para efeitos do
artigo 39.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, a vigorar no ano de 2022.

[19] Portaria nº289/2020 (revogada), Fixa o valor médio de construção por metro quadrado,
para efeitos do artigo 39.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, a vigorar no
ano de 2021.

[20] Despacho nº 9017/2021, Alteração ao Despacho n.º 6476-A/2021, que determina o restante
conteúdo obrigatório dos certificados energéticos, nos termos do disposto no n.º 4 do artigo
20.º do Decreto-Lei n.º 101-D/2020, de 7 de dezembro.

[21] Despacho nº9067/2021, Alteração ao Despacho n.º 6476-B/2021 que aprova os critérios de
seleção e as metodologias aplicáveis aos processos de verificação da qualidade da
informação produzida no âmbito do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios
(SCE).

[22] Despacho nº6476-C/2021, com declaração de retificação nº611/2021, Aprova as condições


referentes à manutenção dos sistemas técnicos instalados em edifícios, a periodicidade e as
condições de realização da inspeção periódica dos sistemas técnicos e o modelo do
relatório. Retificação ao Despacho n.º 6476-C/2021, de 29 de junho, publicado no Diário
da República, 2.ª série, n.º 126, de 1 de julho de 2021.

[23] Despacho nº6476-D/2021, Aprova os requisitos para a elaboração do Plano de Melhoria do


Desempenho Energético dos Edifícios (PDEE) .

[24] Despacho nº6476-E/2021, Aprova os requisitos mínimos de conforto térmico e de


desempenho energético aplicáveis à conceção e renovação dos edifícios.

[25] Despacho nº9216/2021, Alteração do Despacho n.º 6476-H/2021, que aprova o Manual do
Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE) .

[26] Despacho nº1618/2022, Qualidade do ar no interior dos edifícios – Procedimentos de


registo das obrigações previstas nos [Link] 3 a 6 do artigo 16.º do Decreto -Lei n.º 101 -
D/2020, de 7 de dezembro, na sua atual redação, e o regime de avaliação simplificada anual
de requisitos relacionados com a qualidade do ar interior.

[27] Sebenta “Concepção de Instalações Elétricas”, Engenheiro Constantino Soares.

[28] “Guia Prático Norma NP EN 62305 Proteção Contra Descargas Atmosféricas”, publicação
elaborada pela Comissão Técnica de Normalização CTE 81, Coodenada pelo IEP.

[29] 3ª Edição do Manual ITUR – aprovada pela ANACOM a 12 de março de 2020.

[30] Portaria nº353/2013, Estabelece os valores mínimos de caudal de ar novo por espaço, bem
como os limiares de proteção e as condições de referência para os poluentes do ar interior

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Desenvolvimento de um projeto de infraestruturas de eletricidade, telecomunicações e segurança de uma
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dos edifícios de comércio e serviços novos, sujeitos a grande intervenção e existentes e a


respetiva metodologia de avaliação.

[31] Despacho n.º 15793-I/2013, Estabelece as metodologias de cálculo para determinar as


necessidades nominais anuais de energia útil para aquecimento e arrefecimento ambiente,
as necessidades nominais de energia útil para a produção de águas quentes sanitárias (AQS)
e as necessidades nominais anuais globais de energia primária.

99
ANEXO 1 - DIMENSIONAMENTO DA CANALIZAÇÃO DAS TOMADAS

u(%) dos Quadros Elétricos


ρ cobre
u (%) QGBT ao QGE 2,8
u (%) QGE AO QP1 3,9
0,01851 u (%) QGBT ao QP2 3,5
u (%) QGBT ao QIT1 3,1
u (%) QGBT ao QIT2 3,8

Metodo de u(%) <8%


Quadro Localização Circuito L (m) Cabo S (mm2) IZ(A) a xIz IB (A) u (V) u (%) tomadas acumulado
Referência
C01 3 2,5 26 18,72 16 0,71 0,31 3,11
Área Técnica C02 5 2,5 26 18,72 16 1,18 0,52 3,32
C03 (B1) 6 2,5 26 18,72 16 1,42 0,62 3,42
WC C1 - WC 10 2,5 26 18,72 16 2,37 1,03 3,83
Sala de Reuniões C04 17
QE XZ1 Quadro 52 - C2 2,5 26 18,72 16 4,03 1,75 4,55
C05 23 2,5 26 18,72 16 5,45 2,37 5,17
Hall
CDI 23 2,5 26 18,72 16 5,45 2,37 5,17
C06 42 4 35 25,2 16 6,22 2,70 5,50
Área Administrativa
C07 30 2,5 26 18,72 16 7,11 3,09 5,89
Corredor C08 37 2,5 26 18,72 16 8,77 3,81 6,61
C01 (B2) 8 2,5 26 18,72 16 1,90 0,82 4,72
C02 7 2,5 26 18,72 16 1,66 0,72 4,62
Área Técnica
C03 2 2,5 26 18,72 16 0,47 0,21 4,11
C04 2 2,5 26 18,72 16 0,47 0,21 4,11
Gab Chefe (Eletronica e
C05 25
Optrónica) 2,5 26 18,72 16 5,92 2,58 6,48
QP1 Corredor(WC) C06 18 XZ1 Quadro 52 - C2 2,5 26 18,72 16 4,26 1,85 5,75
Gab Chefe (Sistemas de
C07 26
Comunicação) 2,5 26 18,72 16 6,16 2,68 6,58
Gab Chefe (Climatização
C08 33
e Sistemas de Energias 4 35 25,2 16 4,89 2,12 6,02
Corredor/Arrumos C09 50 4 35 25,2 16 7,40 3,22 7,12
WC C1 - WC 29 2,5 26 18,72 16 6,87 2,99 6,89
C01 10 2,5 26 18,72 16 2,37 1,03 4,53
Área de Trabalho URO C02 12 2,5 26 18,72 16 2,84 1,24 4,74
C03 11 2,5 26 18,72 16 2,61 1,13 4,63
QP2 Lavagem/Arrumos C04 9 XZ1 Quadro 52 - C2 2,5 26 18,72 16 2,13 0,93 4,43
Secção Mant. C05 9 2,5 26 18,72 16 2,13 0,93 4,43
Climatização e Sistemas C06 13 2,5 26 18,72 16 3,08 1,34 4,84
de Energia C07 14 2,5 26 18,72 16 3,32 1,44 4,94
C01 50 4 35 25,2 16 7,40 3,22 6,32
Sala Escura C02 29 2,5 26 18,72 16 6,87 2,99 6,09
C03 17 2,5 26 18,72 16 4,03 1,75 4,85
C04 54 4 35 25,2 16 8,00 3,48 6,58
Mísseis
C05 43 4 35 25,2 16 6,37 2,77 5,87
C06 53 4 35 25,2 16 7,85 3,41 6,51
Radares
C07 48 4 35 25,2 16 7,11 3,09 6,19
C08 59 4 35 25,2 16 8,74 3,80 6,90
Radares (AFATDS)
C09 55 4 35 25,2 16 8,14 3,54 6,64
C10 57 4 35 25,2 16 8,44 3,67 6,77
C11 54 4 35 25,2 16 8,00 3,48 6,58
QIT_1 Optrónica + Pantógrafo C12 51 XZ1 Quadro 52 - C2 4 35 25,2 16 7,55 3,28 6,38
C13 62 4 35 25,2 16 9,18 3,99 7,09
C14 38 2,5 26 18,72 16 9,00 3,91 7,01
C15 40 4 35 25,2 16 5,92 2,58 5,68
Pantógrafo
C16 33 2,5 26 18,72 16 7,82 3,40 6,50
Pintura C17 36 2,5 26 18,72 16 8,53 3,71 6,81
C18 35 2,5 26 18,72 16 8,29 3,61 6,71
Sala de Mecânica C19 29 2,5 26 18,72 16 6,87 2,99 6,09
C20 28 2,5 26 18,72 16 6,63 2,88 5,98
C08 46 4 35 25,2 16 6,81 2,96 6,06
Bussolas/ Binóculos
C09 35 2,5 26 18,72 16 8,29 3,61 6,71
C01 53 4 35 25,2 16 7,85 3,41 7,21
C02 58 4 35 25,2 16 8,59 3,73 6,53
C03 66 4 35 25,2 16 9,77 4,25 7,05
Área TSF C04 56 4 35 25,2 16 8,29 3,61 6,41
C05 35 2,5 26 18,72 16 8,29 3,61 6,41
C06 51 4 35 25,2 16 7,55 3,28 6,08
C07 32 2,5 26 18,72 16 7,58 3,30 6,10
C10 46 4 35 25,2 16 6,81 2,96 5,76
C11 42 4 35 25,2 16 6,22 2,70 5,50
C12 38 2,5 26 18,72 16 9,00 3,91 6,71
Precisão
C13 52 4 35 25,2 16 7,70 3,35 6,15
C14 34 2,5 26 18,72 16 8,06 3,50 6,30
C15 32 2,5 26 18,72 16 7,58 3,30 6,10
C16 51 4 35 25,2 16 7,55 3,28 6,08
Família 525
QIT_2 C17 44 XZ1 Quadro 52 - C2 4 35 25,2 16 6,52 2,83 5,63
C18 47 4 35 25,2 16 6,96 3,03 5,83
Microsoldadura
C19 52 4 35 25,2 16 7,70 3,35 6,15
C20 66 4 35 25,2 16 9,77 4,25 7,05
Gaiola de Faraday
C21 56 4 35 25,2 16 8,29 3,61 6,41
C22 66 4 26 18,72 16 9,77 4,25 7,05
C23 65 4 26 18,72 16 9,63 4,18 6,98
Áreas TPF/Redes C24 66 4 26 18,72 16 9,77 4,25 7,05
C25 64 4 26 18,72 16 9,48 4,12 6,92
C26 66 4 26 18,72 16 9,77 4,25 7,05
C27 66 4 26 18,72 16 9,77 4,25 7,05
C28 65 4 26 18,72 16 9,63 4,18 6,98
Fabrico de Acessórios C29 65 4 26 18,72 16 9,63 4,18 6,98
C30 64 4 26 18,72 16 9,48 4,12 6,92
C31 66 4 26 18,72 16 9,77 4,25 7,05
ANEXO 2 - DIMENSIONAMENTO DAS CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES DOS QUADROS ELÉTRICOS

VERIFICAÇÃO DO
DESIGNAÇÃO CANALIZAÇÃO PROTEÇÃO QUEDA DE TENSÃO (DU)
DIMENSIONAMENTO

TROÇO Pot. Unit. IB Secção [mm2] Comp. Iz axIz Tipo Calibre I2 Parcial Total
Tipo de Cabo I2<1,45Iz IB<In In<Iz DU
Origem Destino [kVA] [A] Fase Pen [m] [A] [A] [A] [A] [V] [%] [V] [%]
REDE DISTRIBUIDOR
QGBT QE 120,00 173 2x(LSVAV 4x240) 480 480 500 726 726 Disjuntor 400 580 6,50 2,82 6,50 2,8 ok ok ok ok
QE QP1 100,00 144 XZ1 4x95 95 95 70 223 223 Disjuntor 160 208 2,39 1,04 8,89 3,9 ok ok ok ok
QE QP2 15,00 22 XZ1 4x35 35 35 105 119 119 Disjuntor 100 130 1,46 0,64 7,96 3,5 ok ok ok ok
QE QIT_1 30,00 43 XZ1 5G16 16 16 10 76 76 Disjuntor 63 91,35 0,61 0,26 7,10 3,1 ok ok ok ok
QE QIT_2 30,00 43 XZ1 4x35 35 35 80 119 119 Disjuntor 63 91,35 2,23 0,97 8,72 3,8 ok ok ok ok
QP1 QAVAC 85,00 123 XZ1 4x50 50 50 10 144 144 Disjuntor 125 162,5 0,55 0,24 9,44 4,1 ok ok ok ok
ANEXO 3 - DIMENSIONAMENTO DAS CORRENTES DE CURTO-CIRCUITO

DESIGNAÇÃO Mateiral Icc min Icc max

U
TROÇO Secção [mm2] Comp. Rmin R'min XL Zcc min Iccmin Rmax R'max XL Zcc max Iccmax
ρmin ρmax
Origem Destino Fase Pen [m] Ω Ω Ω Ω kA Ω Ω Ω Ω kA
REDE DISTRIBUIDOR 400 AL 0,036763 0,02941 0 0,011 0,010559 20,69378 0 0,011 0,010559 21,872
QGBT QE 480 480 500 400 CU 0,023138 0,01851 0,048 0,048 0,067 0,082 2,659 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QE QP1 95 95 70 400 CU 0,023138 0,01851 0,034 0,082 0,095 0,125 1,743 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QE QP2 35 35 105 400 CU 0,023138 0,01851 0,139 0,187 0,019 0,188 1,163 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QE QIT_1 16 16 10 400 CU 0,023138 0,01851 0,029 0,077 0,075 0,107 2,037 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QE QIT_2 35 35 80 400 CU 0,023138 0,01851 0,106 0,154 0,019 0,155 1,409 0,019 0,019 0,011 0,022 10,505
QP1 QAVAC 50 50 10 400 CU 0,023138 0,01851 0,009 0,196 0,067 0,207 1,054 0,004 0,023 0,011 0,025 9,131
ANEXO 4 - Valores obtidos no DIALUX para os espaços da Oficina

Fator de
Fator de
Em DPI UGR U Em DPI UGR U manuten
manutenção
Perfil de Utilização Perfil de Utilização ção
2
lx [W/m ] % lx [W/m2] %
Geral 545 0,73 0,80 Geral 561 0,86 0,80
Bússolas / Binóculos –
Área de Área de 1,07 11,9
505 0,81 0,80 Escritório 636 0,7 0,80
trabalho 1 trabalho 1
Fabrico de Área de
578 0,82 0,80 Geral 511 0,69 0,80
Acessórios - trabalho 2 1,01 14,3
Pantógrafo – Escritório 1,29 17,4
Escritório Área de Área de
241 0,82 0,80 544 0,7 0,80
trabalho 3 trabalho 1
Área de
518 0,88 0,80 Geral 561 0,73 0,80
trabalho 4 AFATDS (Radares) –
1,05 12,5
Escritório Área de
Geral 502 0,79 0,80 600 0,7 0,80
trabalho 1
Área de
549 0,78 0,80 Geral 630 0,73 0,80
trabalho 1
Radares – Escritório 1,07 <10
Área TPF/Rede - Área de Área de
542 1,01 14,5 0,74 0,80 523 0,68 0,80
Escritório trabalho 2 trabalho 1
Área de
547 0,77 0,80 Geral 523 1,01 <10 0,64 0,80
trabalho 3
Mísseis – Escritório
Área de Área de
539 0,72 0,80 631 0,86 0,80
trabalho 4 trabalho 1
Geral 538 0,63 0,80 Geral 511 1,18 17,5 0,7 0,80
Gaiola de Faraday -
Área de 1,4 12,5 Pantógrafo – Escritório Área de
Escritório 632 0,74 0,80 534 0,7 0,80
trabalho 1 trabalho 1
Pintura Instrumentos –
Geral 610 0,63 0,80 Geral 604 1,28 17,6 0,72 0,80
Microsoldadura - Escritório
1,4 11,8
Escritório Área de Área Administrativa –
594 0,66 0,80 Geral 535 1,55 11,4 0,76 0,80
trabalho 1 Escritório
Sala de Reuniões e
Geral 542 0,82 0,80 Geral 542 1,26 13,5 0,8 0,80
Família 525 - Manuais – Escritório
1,07 15,5
Escritório Área de
635 0,7 0,80 Área Técnica 2 Geral 250 1,06 19,2 0,84 0,80
trabalho 1
Geral 561 0,61 0,80 Corredor 1 Geral 120 1,15 27,5 0,32 0,80
Área de
561 0,7 0,80 Corredor 2 Geral 109 1,31 25,7 0,39 0,80
trabalho 1
Eletrónica Área de
592 0,8 0,80 Corredor 3 Geral 102 1,28 28 0,18 0,80
(Precisão) – trabalho 2 1,24 15,3
Escritório Área de
608 0,75 0,80 Geral 513 0,45 0,80
trabalho 3
Área de Área de
579 0,76 0,80 Calor - Estacionamento 574 0,97 28 0,41 0,80
trabalho 4 trabalho 1
Área de
Corredor (IS) Geral 118 1,92 16,5 0,8 0,80 537 0,83 0,80
trabalho 2
Arrumos Geral 103 1,89 13,7 0,77 0,80 Geral 583 0,72 0,80
Gabinete do Chefe
Área de
(Sistemas de Geral 565 1,13 10,4 0,84 0,80 615 0,79 0,80
trabalho 1
Energia Pantógrafo/ Optrónica –
1,05 14,2
Gabinete do Chefe Escritório Área de
616 0,77
(Eletrónica e trabalho 2
Geral 575 1,13 <10 0,82 0,80 0,80
Optrónica) – Área de
617 0,79
Escritório trabalho 3
Área Técnica 1 Geral 232 1,54 <10 0,72 0,80 IS F 1 Geral 221 1,91 18,2 0,38 0,80
Hall 1 – Corredor Geral 109 1,61 25,7 0,62 0,80 IS F 2 Geral 217 1,51 19 0,15 0,80
Hall 2 – Corredor Geral 119 1,5 <10 0,56 0,80 IS M 1 Geral 208 1,92 20,5 0,23 0,80
Geral 508 0,38 0,80 IS M 2 Geral 250 1,45 17,9 0,28 0,80
Área de
581 0,65 0,80 lavagem/ arrumos Geral 204 1,03 23,4 0,42 0,80
trabalho 1
Área de
579 0,66 0,80 Receção expedição Geral 338 0,97 22,8 0,8 0,80
Equipamento TSF trabalho 2
(Área TSF) – Área de 0,96 16,8
621 0,77 0,80 Geral 588 0,7 0,80
Escritório trabalho 3
Secção Optrónica 0,98 14,1
Área de Área de
361 0,79 0,80 602 0,73 0,80
trabalho 4 trabalho 1
Área de
560 0,72 0,80 URO - Estacionamento Geral 365 1,75 28,1 0,77 0,80
trabalho 5
PrOficina Optronica

Edifício 1 · Oficina · acessorios (Cena de iluminação de emergência)


Resumo

Superfície básica: 87.53 m² | Grau de reflexão: Tecto: 70.0 %, Paredes: 86.1 %, Solo: 11.0 % | Factor de manutenção: 0.80 (Valor fixo)
| Pé direito livre: 3.500 m | Altura de montagem: 2.488 m 7
PrOficina Optronica

Edifício 1 · Oficina · acessorios (Cena de iluminação de emergência)


Resumo

Resultados

Tamanho Calculado Nominal Check Índice

Sala Potência de ligação 0.03 W/m² - -


específica

Avisos sobre o planeamento:


O cálculo da cena de iluminação de emergência foi realizado sem reflexo e sem considerar o mobiliário colocado.

Lista de luminárias

Un. Fabricante N° do artigo Nome do artigo P Φ Rendimento luminoso

1 ESYLUX EN10077227 ELX EL LED 3h IR SM 3.0 W 186 lm 62.0 lm/W

3.0 W 186 lm (100 %) -

8
PrOficina Optronica

Edifício 1 · Oficina · acessorios (Cenário de Luz 1)


Resumo

Superfície básica: 87.53 m² | Grau de reflexão: Tecto: 70.0 %, Paredes: 86.1 %, Solo: 11.0 % | Factor de manutenção: 0.80 (Valor fixo)
| Pé direito livre: 3.500 m | Altura de montagem: 2.488 m - 3.500 m 9
PrOficina Optronica

Edifício 1 · Oficina · acessorios (Cenário de Luz 1)


Resumo

Resultados

Tamanho Calculado Nominal Check Índice

Plano de uso Ēvertical 545 lx ≥ 500 lx WP39

g1 0.74 - - WP39

Áreas da tarefa visual Ē Área de trabalho 512 lx ≥ 500 lx ET1

g1 Área de trabalho 0.80 ≥ 0.60 ET1

Ē Arredores 526 lx ≥ 300 lx ES1

g1 Arredores 0.73 ≥ 0.40 ES1

Ē Área de fundo 375 lx ≥ 100 lx EB1

g1 Área de fundo 0.000 ≥ 0.10 EB1

Dimensões de consumo Consumo [840 - 1350] kWh/a máx. 3100 kWh/a

Sala Potência de ligação 5.52 W/m² - -


específica

1.01 W/m²/100 lx - -

Perfil de utilização: Configuração DIALux, Padrão (escritório)

Lista de luminárias

Un. Fabricante N° do artigo Nome do artigo P Φ Rendimento luminoso

1 ESYLUX EN10077227 ELX EL LED 3h IR SM 3.0 W 186 lm 62.0 lm/W

3.0 W 186 lm -
(100 %)

16 LEDVANCE 4058075440 PANEL PERFORMANCE 1200x300 UGR<19 30 30.0 W 3600 lm 120.0 lm/W
111 W 4000 K

10
PrOficina Optronica

Edifício 1 · Oficina · acessorios


Esquema de posição de luminárias

11
PrOficina Optronica

Edifício 1 · Oficina · acessorios


Esquema de posição de luminárias

Fabricante ESYLUX P 3.0 W

N° do artigo EN10077227 PIluminação de emergência 3.0 W

Nome do artigo ELX EL LED 3h IR SM ΦLuminária 186 lm

Equipagem 1x LED4K ΦIluminação de emergência 186 lm

ELF 100 %

Luminárias isoladas

X Y Altura de Luminária
montagem

1.078 m 0.000 m 2.488 m 1

12
PrOficina Optronica

Edifício 1 · Oficina · acessorios


Esquema de posição de luminárias

Fabricante LEDVANCE P 30.0 W

N° do artigo 4058075440111 ΦLuminária 3600 lm

Nome do artigo PANEL


PERFORMANCE
1200x300 UGR<19
30 W 4000 K

Equipagem 1x PL PFM 1200X300


UGR<19 30 W 4000 K

16 x LEDVANCE PANEL PERFORMANCE 1200x300 UGR<19 30 W 4000 K

Tipo Distribuição de X Y Altura de Luminária


campo montagem

1. Luminárias (X/Y/Z) 1.460 m / 0.925 m / 1.460 m 0.925 m 3.500 m 2


3.500 m
4.760 m 0.925 m 3.500 m 3
direção X 4 Un., Centro -
centro, Distâncias 7.610 m 0.925 m 3.500 m 4
desuniformes
1.460 m 2.775 m 3.500 m 5
direção Y 4 Un., Centro -
centro, Distâncias 4.760 m 2.775 m 3.500 m 6
desuniformes
7.610 m 2.775 m 3.500 m 7
Distribuição A1
1.460 m 4.625 m 3.500 m 8

4.760 m 4.625 m 3.500 m 9

7.610 m 4.625 m 3.500 m 10

1.460 m 6.475 m 3.500 m 11

4.760 m 6.475 m 3.500 m 12

7.610 m 6.475 m 3.500 m 13

13
PrOficina Optronica

Edifício 1 · Oficina · acessorios


Esquema de posição de luminárias

X Y Altura de Luminária
montagem

10.860 m 0.925 m 3.500 m 14

10.860 m 2.775 m 3.500 m 15

10.860 m 4.625 m 3.500 m 16

10.860 m 6.475 m 3.500 m 17

14
PrOficina Optronica

Edifício 1 · Oficina · acessorios


Lista de luminárias

Φtotal Ptotal Rendimento luminoso ΦIluminação de emergência PIluminação de emergência


57786 lm 483.0 W 119.6 lm/W 186 lm 3.0 W

Un. Fabricante N° do artigo Nome do artigo P Φ Rendimento luminoso

1 ESYLUX EN10077227 ELX EL LED 3h IR SM 3.0 W 186 lm 62.0 lm/W

3.0 W 186 lm -
(100 %)

16 LEDVANCE 4058075440 PANEL PERFORMANCE 1200x300 UGR<19 30 30.0 W 3600 lm 120.0 lm/W
111 W 4000 K

15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"

ESTIMATIVA

Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS


CAP. 1 REDE ELÉCTRICA € 279 771,90
CAP. 2 ITED € 37 636,40
CAP. 3 SEGURANÇA € 15 730,25
CAP. 4 AVAC (Aquece., Ventilação e Ar Condicionado) € 426 218,35
CAP. 5 ENSAIOS, CERTIFICAÇÕES, GARANTIAS € 4 500,00

TOTAL € 763 856,90

1 de 15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"

Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

1 REDE ELÉCTRICA

Nota: Todos os resíduos gerados nos trabalhos de


construção enumerados nos artigos seguintes,
deverão ser processados de acordo com o PPG -
RCD.

1.1 ALIMENTADORES E QUADROS ELÉCTRICOS

INFRA-ESTRUTURAS
1.1.1 Fornecimento e aplicação de tubo, em vala, com todas
as sujeições e tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas.
[Link] PEAD Ø110 390,00 m € 7,50 € 2 925,00

1.1.2 Abertura e tapamento de vala conforme pormenores


em peças desenhadas, tapamento com materiais
resultantes da própria escavação, ou de empréstimo,
em pavimentos existentes em terra jardinada e/ou
calçada á portuguesa, incluindo reposição de
pavimentos, e transporte de material sobrante a
vazadouro, com todas as sujeições e tudo conforme
especificado em C.T.E.
113,00 m € 35,00 € 3 955,00

1.1.3 Abertura e tapamento de vala conforme pormenores


em peças desenhadas, tapamento com materiais
resultantes da própria escavação, ou de empréstimo,
em pavimentos existentes de betuminoso, incluindo
colocação de betão pobre sobre a tubagem, reposição
de pavimentos, e transporte de material sobrante a
vazadouro, com todas as sujeições e tudo conforme
especificado em C.T.E.
12,00 m € 45,00 € 540,00

1.1.4 Fornecimento e aplicação de fita sinalizadora, em vala,


com todas as sujeições e tudo conforme especificado
em C.T.E e peças desenhadas.
125,00 m € 3,80 € 475,00

1.1.5 Execução de caixa de visita do tipo tronco cónica em


betão pré fabricado com fundo roto, incluindo ligação
da drenagem de fundo, degraus em material pulturdido
em aço M316, com tampa metálica D400, incluindo
todos os trabalhos e movimentos de terras
necessários, bem como todos os remates com os
pavimentos contíguos.
3,00 un € 680,00 € 2 040,00

[Link] 2/15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"

Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

1.1.6 Execução de alimentador de Quadro elétrico com


fornecimento e assentamento de cabo de alimentação
do tipo LVAV4x240 a lançar em tubo em vala, com
todas as sujeições e tudo conforme especificado em
C.T.E e peças desenhadas.
1 040,00 m € 50,00 € 52 000,00

1.1.7 Fornecimento e montagem de disjuntor a instalar no


QGBT do tipo 4 P 400A REGULAVEL e todos os
trabalhos de forma a garantir o correto funcionamento
das redes elétricas dependentes destas caixas.
1,00 un € 3 850,00 € 3 850,00

1.1.8 Execução de alimentadores de quadros e


equipamentos com fornecimento e assentamento de
cabo de alimentação do tipo XZ-1 a lançar em esteira
e tubo em vala, com todas as sujeições e tudo
conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] XZ1 4X95 73,00 m € 98,00 € 7 154,00

[Link] XZ1 4X50 5,00 m € 48,00 € 240,00

[Link] XZ1 4x35 195,00 m € 40,00 € 7 800,00

[Link] XZ1 5G6 5,00 m € 9,80 € 49,00

[Link] XZ1 3G2,5 90,00 m € 3,50 € 315,00

[Link] XZ1 2x1,5 35,00 m € 1,90 € 66,50

1.1.9 Execução de malha de terra do edifício e ligações


equipotenciais, incluindo o fornecimento e colocação
dos Piquets, caixas com ligadores amovíveis para
leituras, soldaduras aluminotérmica, cabos de cobre
isolado, cabos de cobre nú, barramentos, com todas as
sujeições, e tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas.
1,00 vg € 6 500,00 € 6 500,00

1.1.10 Execução de malha de PROTEÇÃO CONTRA


DESCARGAS ATMOSFÉRICAS, incluindo o
fornecimento e colocação de condutores de aço
galvanizado para ligação aos elétrodos de terra, cabo
de aço galvanizado de 50mm2 fixo a blocos de
suporte, e todos os trabalhos e ligações tudo com
material da INFOCONTROL ou equivalente, com todas
as sujeições, e tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas.
1,00 vg € 16 850,00 € 16 850,00

[Link] 3/15
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Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

1.1.11 Fornecimento e assentamento de quadros elétricos,


conforme esquemas unifilares em peças desenhadas,
com todas as sujeições e tudo conforme especificado
em C.T.E.
[Link] QGE 1,00 un € 6 850,00 € 6 850,00

[Link] QP1 1,00 un € 3 850,00 € 3 850,00

[Link] QP2 1,00 un € 2 980,00 € 2 980,00

[Link] QIT1, Inclui proteção, Controlador permanente de


isolamento, transformador de isolamento e
respetiva UPS. 1,00 un € 5 850,00 € 5 850,00

[Link] QIT2, Inclui proteção, Controlador permanente de


isolamento, transformador de isolamento e
respetiva UPS. 1,00 un € 6 985,00 € 6 985,00

[Link] QAVAC 1,00 un € 3 985,00 € 3 985,00

1.1.12 Fornecimento e assentamento de botoneira de corte


geral de energia, conforme esquemas unifilares em
peças desenhadas, com todas as sujeições e tudo
conforme especificado em C.T.E.
1,00 un € 125,00 € 125,00

1.1.13 Fornecimento e assentamento de tomada


equipotencial, incluindo chicote de cabo a soldar ao
anel de terras, conforme esquemas em peças
desenhadas, com todas as sujeições e tudo conforme
especificado em C.T.E. 15,00 un € 118,00 € 1 770,00

1.2 CAMINHOS DE CABOS

1.2.1 Fornecimento e montagem de esteira metálica em


varão eletrozincado completa e todos os acessórios de
acabamento e instalação, tudo conforme especificado
em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] 600x100 145,00 m € 88,00 € 12 760,00

1.2.2 Fornecimento e montagem de calha técnica PVC,


incluindo todos os acessórios de fixação e acabamento
e instalação, com todas as sujeições e tudo conforme
especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] 105x50 576,00 m € 14,80 € 8 524,80

[Link] 4/15
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Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

1.3 CIRCUITO DE TOMADAS DE USOS GERAIS E DE


EQUIPAMENTO INFORMÁTICO

1.3.1 Fornecimento e aplicação de cabo XZ1 assente em


esteira metálica ou tubo á vista, fixo por braçadeiras ou
em tubo VD ou Isogris embebido sobre a laje de
esteira, fixo por braçadeira e em roço em paredes para
as comutações, incluindo acessórios, fixações e todas
as ligações, e tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas..

[Link] cabo XZ1 - 3G2,5 7 305,00 m € 3,15 € 23 010,75

1.3.2 Fornecimento e aplicação de tubo Isogriz ou VD,


embebido em roço no chão, incluindo abertura e fecho
de roços, e todos os acessórios de ligação dos tubos e
tudo conforme especificado em C.T.E e peças
desenhadas.
[Link] Tubo VD Ø 25 7 305,00 m € 2,15 € 15 705,75

1.3.3 Fornecimento e montagem de caixas de derivação e


caixas terminais, completamente equipadas, com placa
de bornes e bucins, para montagem embebida e
saliente no desvão do teto falso, e tudo conforme
especificado em C.T.E e peças desenhadas.
70,00 un € 12,00 € 840,00

1.3.4 Fornecimento e montagem de tomadas da série


LOGUS 90 da EFAPEL ou equivalente, incluindo
caixas, completas, espelhos simples, duplos e triplos,
com obturadores para a rede normal, ou com
encravamento para a rede socorrida, e todos os
acessórios de fixação e ligação e tudo conforme
especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] duplas (2x2P+T) 91,00 un € 17,25 € 1 569,75

[Link] simples (2P+T) 107,00 un € 8,00 € 856,00

1.3.5 Fornecimento e montagem de tomadas da série


ESTANQUE 48 da EFAPEL ou equivalente, incluindo
caixas, completas, espelhos simples, duplos e triplos,
com obturadores para a rede normal, ou com
encravamento para a rede socorrida, e todos os
acessórios de fixação e ligação e tudo conforme
especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] simples (2P+T) 14,00 un € 12,20 € 170,80

[Link] duplas (2x2P+T) 11,00 un € 19,50 € 214,50

[Link] 5/15
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Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

1.4 CIRCUITO DE ILUMINAÇÃO NORMAL E DE


EMERGÊNCIA

1.4.1 Fornecimento e montagem de comutadores Serie


LOGUS 90 da EFAPELL ou equivalente, incl
espelhos, acessórios e ligações e tudo conforme
especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] interruptores 19,00 un € 9,00 € 171,00

[Link] Comutadores de Lustre 20,00 un € 10,00 € 200,00

[Link] Comutadores de Escada 8,00 un € 10,00 € 80,00

1.4.2 Fornecimento e montagem de sensor de movimento


com todos os acessórios incluindo ligações e tudo
conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas.
9,00 un € 115,00 € 1 035,00

1.4.3 Fornecimento e montagem das armaduras abaixo


indicadas, completamente equipadas com todos os
acessórios incluindo lâmpadas e ligações e tudo
conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] 1PANEL PERFORMANCE 600 UGR<19 36 W 4000 K


UGR19 da LEDVANCE ou equivalente 47,00 un € 185,00 € 8 695,00

[Link] 2 SUNRAY III 4000K 45° weiß matt da Moto Luce ou


equivalente 33,00 un € 215,00 € 7 095,00

[Link] 3 ATLANTYK 2.0 OPTI LED 1245 STANDARD 46W


6100lm 4000K polycarbonate IP65 light gray da
LUG Light Factory ou equivalente 9,00 un € 234,00 € 2 106,00

[Link] 4 SF BLKH 300 15W/4000K S WT IP65 LEDV da


LEDADANCE ou equivalente 1,00 un € 176,50 € 176,50

[Link] 5 SUNRAY II 4000K 45° weiß matt da MOLto luce ou


equivalente 15,00 un € 215,00 € 3 225,00

[Link] 6 DAMP PROOF 1500 46W 865 IP65 GYda


Ledadvance ou equivalente 18,00 un € 240,70 € 4 332,60

[Link] 7 SUNRAY I 4000K 36° weiß matt da MOLTOLUCE


ou equivalente 15,00 un € 194,00 € 2 910,00

[Link] 8 PANEL PERFORMANCE 1200 40 W 4000 K WT da


LEDADVANCE ou equivalente 10,00 un € 218,00 € 2 180,00

[Link] 6/15
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Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

[Link] 9 DAMP PROOF COMPACT GEN 1 1200 23 W 4000K


IP66 GR da LEDADVANCE ou equivalente
72,00 un € 294,00 € 21 168,00

[Link] 10 DOWNLIGHT SLIM SQUARE 210 18 W 3000 K WT


da ledadvance ou equivalente 3,00 un € 62,20 € 186,60

[Link] 11 6109/111-0111-180-0111-31-1850-A21 da stahl ou


equivalente 6,00 un € 75,10 € 450,60

[Link] F0 ELX EL LED 3h IR SM da ESYLUX ou


equivalente 47,00 un € 185,00 € 8 695,00

[Link] F1 SLX 32 LED da ESYLUX ou equivalente 13,00 un € 245,00 € 3 185,00

1.4.4 Fornecimento e aplicação de cabo assente em tubo,


e em roço em paredes para as comutações, incluindo
acessórios, fixações e todas as ligações, e tudo
conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas..

[Link] cabo XZ1 - 3G1,5mm2 2 450,00 m € 2,00 € 4 900,00

[Link] cabo XZ1 - 3x1,5mm2 280,00 m € 2,00 € 560,00

[Link] cabo XZ1 - 2x1,5mm2 95,00 m € 1,60 € 152,00

[Link] cabo LIYCY 2x1 680,00 m € 1,30 € 884,00

1.4.5 Fornecimento e aplicação de tubo Isogriz ou VD,


embebido em roço em paredes, colocado acima da laje
de esteira fixo por braçadeira, incluindo abertura e
fecho de roços, e furos em atravessamentos, e todos
os acessórios de ligação dos tubos e tudo conforme
especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] Ø 25 2 825,00 m € 2,15 € 6 073,75

1.4.6 Fornecimento e montagem de caixas, tudo conforme


especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] Caixas de derivação, completamente equipadas,


com placa de bornes e bucins. 42,00 un € 12,00 € 504,00

Total Cap. € 279 771,90

[Link] 7/15
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Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

2 ITED

2.1 INFRA - ESTRUTURA

2.1.1 Execução de caixa de visita do tipo NR em betão pré


fabricado com fundo roto, com tampa metálica B125,
incluindo todos os trabalhos e movimentos de terras
necessários, bem como todos os remates com os
pavimentos contíguos. 2,00 un € 750,00 € 1 500,00

2.1.2 Fornecimento e aplicação de tubo PEAD em vala


incluindo acessórios, fixações e todas as ligações tudo
conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas.

Ø 110mm 390,00 m € 12,00 € 4 680,00

2.2 INSTALAÇÃO

2.2.1 Fornecimento e aplicação de Armário Bastidor Mural


19" - 15U [600x600x770] com dupla ventilação e portas
laterais amovíveis incluindo acessórios, fixações e
todas as ligações tudo conforme especificado em
C.T.E.

[Link] B1 1,00 un € 4 654,00 € 4 654,00

[Link] B2 1,00 un € 3 980,00 € 3 980,00

2.2.3 Fornecimento e aplicação de tubo Isogriz ou VD,


embebido em roço e em esteira de caminho de cabos,
incluindo abertura e fecho de roços, e todos os
acessórios de ligação dos tubos e tudo conforme
especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] Tubo VD Ø 25 1 150,00 m € 2,50 € 2 875,00

2.2.4 Fornecimento e montagem de esteira metálica em


varão eletrozincado completa e todos os acessórios de
acabamento e instalação, tudo conforme especificado
em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] 600x100 145,00 m € 88,00 € 12 760,00

2.2.5 Fornecimento e montagem de tomadas, conforme


Refe. em CTE, incluindo suportes de calha, caixas,
espelhos, com todos os acessórios e ligações tudo
conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] SIMPLES Rj45 cat 6, com espelho e quadro tudo


conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas.
65,00 un € 45,00 € 2 925,00

[Link] 8/15
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Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

2.2.6 Fornecimento e aplicação de cabo assente esteira de


caminho de cabos e tubo VD incluindo acessórios,
fixações e todas as ligações tudo conforme
especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] UTP 4 pares cat 6 2 368,00 m € 1,80 € 4 262,40

Total Cap. € 37 636,40

[Link] 9/15
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Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

3 SEGURANÇA

3.1 DETECÇÃO DE INCÊNDIO

3.1.1 Fornecimento e montagem de tubo Isogriz ou VD,


incluindo acessórios, abertura e tapamento de roços
ou furos, incluindo fixação por braçadeiras ou pernos
de aço, tudo conforme especificado em C.T.E e peças
desenhadas.
[Link] Tubo Ø 16 650,00 m € 1,60 € 1 040,00

3.1.2 Fornecimento e aplicação de cabo LiyCy assente em


esteira metálica ou tubo à vista fixo por braçadeira ,
incluindo acessórios fixações e todas as ligações, e
tudo conforme especificado em C.T.E e peças
desenhadas.
[Link] cabo HFLS 4x1,5 884,00 m € 2,36 € 2 086,24

3.1.3 Fornecimento e aplicação de tubo Isogriz ou VD,


embebido em roço e em esteira de caminho de cabos,
incluindo abertura e fecho de roços, e todos os
acessórios de ligação dos tubos e tudo conforme
especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] Tubo VD Ø 25 884,00 m € 2,50 € 2 210,00

3.1.4 Fornecimento e montagem de central de deteção de


incêndio, completamente equipadas com todos os
acessórios, tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas. 1,00 un € 2 250,00 € 2 250,00

3.1.5 Fornecimento e montagem de Interface de comando


de incêndio, completamente equipadas com todos os
acessórios, tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas. un € 300,00

3.1.6 Fornecimento e montagem de detetores óticos de


fumos, com base e placa suplementar de montagem,
completamente equipadas com todos os acessórios,
tudo conforme especificado em C.T.E e peças
desenhadas. 85,00 un € 56,70 € 4 819,50

3.1.7 Fornecimento e montagem de detetores térmicos,


com base e placa suplementar de montagem,
completamente equipadas com todos os acessórios,
tudo conforme especificado em C.T.E e peças
desenhadas. 5,00 un € 56,70 € 283,50

[Link] 10/15
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Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

3.1.8 Fornecimento e montagem de botoneiras de alarme


manuais completamente equipadas, com todos os
acessórios, tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas. 11,00 un € 50,00 € 550,00

3.1.9 Fornecimento e aplicação de Sirene de alarme interior,


tudo conforme especificado em C.T.E e peças
desenhadas. 2,00 un € 141,00 € 282,01

3.1.10 Fornecimento e aplicação de Sirene de alarme exterior


com STROB, tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas. 1,00 un € 120,00 € 120,00

3.2 SINALÉTICA E EXTINTORES


3.2.1 Fornecimento e montagem de extintor de 6Kg de pó
ABC, portátil, incluindo, acessórios, fixações e todas as
ligações, tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas. 22,00 UN € 65,00 € 1 430,00

3.2.2 Fornecimento e montagem de extintor de 5Kg de CO2,


portátil, incluindo , acessórios, fixações e todas as
ligações, tudo conforme especificado em C.T.E e
peças desenhadas. 3,00 UN € 122,00 € 366,00

3.2.3 Fornecimento e montagem de sinalização foto


luminescente, da Sinalux ou equivalente, incluindo
acessórios, fixações e todas as ligações, tudo
conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] Botoneira de alarme - refª 10572 11,00 UN € 8,00 € 88,00

[Link] Extintor de pó e agente químico - refº10461+10524


22,00 UN € 29,00 € 638,00

[Link] Extintor de CO2 e agente químico -


refº10461+10524 3,00 UN € 29,00 € 87,00

[Link] Sinalética Indicação de saída 60,00 UN € 8,00 € 480,00

[Link] Quadro elétrico 5,00 UN € 8,00 € 40,00

Total Cap. € 15 730,25

[Link] 11/15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"

Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

4 AVAC (Aquece., Ventilação e Ar Condicionado)

4.1 UTAN

4.1.1 Fornecimento e aplicação de UTAN ADT10ERD1-21-


953747- 22955m3/h-REV1, incluindo ADT10ERD1-21-
953747- OPTIONS-REV1 da DAIKIN ou equivalente,
incluindo maciço de assentamento, fixações e todas as
ligações. 2,00 un € 70 700,00 € 141 400,00

4.1.2 Fornecimento e aplicação de BOMBA DE CALOR VRV


R410A 16CV 400V da DAIKIN ou equivalente,
incluindo maciço de assentamento, Placa p/ Inversor
de Ciclo, Kit Ligação 2modulos VRV [Link], Derivador
[Link] VRV Capacid. >640, fixações e todas as
ligações. 4,00 un € 21 000,00 € 84 000,00

4.2 VRV

4.2.1 Fornecimento e aplicação de unidade exterior de


sistema VRV da DAIKIN ou equivalente, incluindo
maciço de assentamento, fixações e todas as ligações.

[Link] REYQ18U 1,00 un € 25 102,00 € 25 102,00

[Link] REYQ16U 2,00 un € 23 226,00 € 46 452,00

4.2.2 Fornecimento e aplicação de caixa seletora de


distribuição VRV da DAIKIN ou equivalente, incluindo
maciço de assentamento, fixações e todas as ligações.

[Link] BS8Q14AV1B 1,00 un € 6 765,00 € 6 765,00

[Link] BS10Q14AV1B 1,00 un € 8 205,00 € 8 205,00

[Link] BS12Q14AV1B 1,00 un € 9 577,50 € 9 577,50

4.2.3 Fornecimento e aplicação de unidade interior de


sistema VRV da DAIKIN ou equivalente, incluindo
comando por cabo, painel decorativo, fixações e todas
as ligações.
[Link] FXAQ20A 2,00 un € 1 300,00 € 2 600,00

[Link] FXAQ25A 1,00 un € 1 450,00 € 1 450,00

[Link] FXAQ32A 2,00 un € 1 500,00 € 3 000,00

[Link] FXAQ40A 3,00 un € 1 600,00 € 4 800,00

[Link] FXAQ50A 2,00 un € 1 700,00 € 3 400,00

[Link] FXAQ63A 3,00 un € 1 785,00 € 5 355,00

[Link] 12/15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"

Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

[Link] FXFQ100B 2,00 un € 2 800,00 € 5 600,00

[Link] FXZQ40A 2,00 un € 1 800,00 € 3 600,00

[Link] FXZQ50A 12,00 un € 1 950,00 € 23 400,00

4.2.4 Fornecimento e aplicação de derivador para linha de


cobre KHRQ23M75T da DAIKIN ou equivalente,
incluindo comando por cabo, painel decorativo,
fixações e todas as ligações. 1,00 un € 125,00 € 125,00

4.2.5 Fornecimento e aplicação de comando centralizado


DCM601A51 da DAIKIN ou equivalente, incluindo
comando por cabo, painel decorativo, fixações e todas
as ligações. 1,00 un € 3 500,00 € 3 500,00

4.2.6 Execução de linhas frigogénicas com o fornecimento e


assentamento de tubo de cobre protegido por manga
armaflex, e todas as sujeições e materiais acessórios.

[Link] diâmetro 6,4mm 502,00 m € 6,80 € 3 413,60

[Link] diâmetro 9,5mm 114,00 m € 8,00 € 912,00

[Link] diâmetro 12,7mm 388,00 m € 12,00 € 4 656,00

[Link] diâmetro 15,9mm 80,00 m € 16,00 € 1 280,00

[Link] diâmetro 19,1mm 86,00 m € 18,50 € 1 591,00

[Link] diâmetro 28,6mm 86,00 m € 22,00 € 1 892,00

[Link] diâmetro 34,9mm 6,00 m € 34,00 € 204,00

4.2.7 Fornecimento e aplicação de cabo, assente em tubo


VD ou Isogris, com todas as sujeições, e tudo
conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] LIYCY2x1 685,00 m € 2,45 € 1 678,25

4.2.8 Execução de linhas de condensados com o


fornecimento e assentamento de tubo PVC Ø25,
incluindo todas as ligações e materiais acessórios.
340,00 m € 4,50 € 1 530,00

4.3 Sistema de VENTILAÇÃO

[Link] 13/15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"

Parte E - INSTALAÇÕES ESPECIAIS ESTIMATIVA


Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

4.3.1 Fornecimento e assentamento de condutas em chapa


galvanizada e todos os acessórios, incluindo
mudanças de seção, fixações e suspensões, de
acordo com as características definidas em CTE,
peças desenhadas.
[Link] Ø100 62,00 m € 14,00 € 868,00

[Link] Ø125 45,00 m € 18,00 € 810,00

[Link] Ø350 115,00 m € 26,00 € 2 990,00

4.3.2 Fornecimento e assentamento de condutas


retangulares em chapa galvanizada e todos os
acessórios, incluindo mudanças de seção, fixações e
suspensões, de acordo com as características
definidas em CTE, peças desenhadas.
185,00 m2 € 38,00 € 7 030,00

4.3.3 Fornecimento e assentamento de grelha de insuflação


e retorno da France air ou equivalente, incluindo aro de
interligação ao pleno e todos os acessórios de acordo
com as características definidas em CTE, peças
desenhadas.
[Link] 300X75 2,00 un € 45,00 € 90,00

[Link] 800X200 2,00 un € 99,00 € 198,00

[Link] 800X300 4,00 un € 115,00 € 460,00

[Link] 1000X300 84,00 un € 145,00 € 12 180,00

[Link] 300X300 2,00 un € 78,00 € 156,00

[Link] 600X300 2,00 un € 99,00 € 198,00

4.3.4 Fornecimento e aplicação de alçapão 600x600 em


gesso cartonado, de forma a ser possível aceder aos
ventiladores, incluindo todos os trabalhos de
acabamento, de acordo com as instruções da
fiscalização. 16,00 un € 250,00 € 4 000,00

4.3.5 Execução de alimentadores de quadros e


equipamentos com fornecimento e assentamento de
cabo de alimentação do tipo XZ-1 a lançar em esteira
e tubo em vala, com todas as sujeições e tudo
conforme especificado em C.T.E e peças desenhadas.

[Link] XZ1 5G10 70,00 m € 16,00 € 1 120,00

[Link] XZ1 3G2,5 180,00 m € 3,50 € 630,00

Total Cap. € 426 218,35

[Link] 14/15
PM004/BENAVENTE (UAGME) - "CONSTRUÇÃO DE OFICINA DE OPTRÓNICA"

ESTIMATIVA
Preço Preço do Total do
Item DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS Totais
Un Unitário Artigo Capítulo

5 ENSAIOS, CERTIFICAÇÕES, GARANTIAS

5.1 Execução de ensaios, certificações e prestação de


garantias para um período não inferior a dois anos,
referentes às instalações abaixo referidas, tudo de
acordo com especificações técnicas.

5.1.1 Instalações de elétricas, considerando-se a execução


dos trabalhos de manutenção incluídos, durante o
prazo de garantia. 1,00 Vg € 1 150,00 € 1 150,00

5.1.2 Instalações de Ventilação, considerando-se a execução


dos trabalhos de manutenção incluídos, durante o
prazo de garantia. 1,00 Vg € 1 350,00 € 1 350,00

5.1.3 Instalações de Telecomunicações, considerando-se a


execução dos trabalhos de manutenção incluídos,
durante o prazo de garantia. 1,00 Vg € 1 000,00 € 1 000,00

5.1.4 Instalações de Segurança eletrónica, considerando-se


a execução dos trabalhos de manutenção incluídos,
durante o prazo de garantia.
1,00 Vg € 1 000,00 € 1 000,00

Total Cap. € 4 500,00

[Link] 15/15
PROJETO DE INSTALAÇÕES
ELÉTRICAS
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
NÚMERO DESCRIÇÃO ESCALA
001E Lista de Peças Desenhadas 1:100

002E Alimentações Elétricas 1:100

003E Rede Terras 1:100

004E Proteção Contra Descargas Atmosféricas 1:100

005E Tomadas Equipotenciais 1:100

006E Caminho de Cabos. Calha Técnica 1:100

007E Iluminação 1:100

008E Iluminação de Emergência 1:100

009E Tomadas de Uso Geral 1:100

010E Tomadas (Regime IT) 1:100

011E Quadro Geral Elétrico. Quadros Parciais S/ESC

011E QAVAC. QIT_1. QIT_2 S/ESC

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 1 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS

S/ESC.
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......

DIE Lista de Peças Desenhadas


COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO

ALF Ana Lemos


OE 81931
. . . . . .
XZ1 4x35 XZ1 4x35 XZ1 4x95

BCG

QP1

QAVAC
XZ1 3x2,5

QIT_2

XZ1 3x2,5

Vex2
Vex1

QIT_1
QGE

LA
TA

ENERGIA - DIAGRAMA DE ALIMENTAÇÕES DIAGRAMA QIT_1 DIAGRAMA QIT_2

QP1
QE

QP2 XZ1 4x25 XZ1 4x95 QP1 XZ1 4x50 QAVAC


IB=22 A IB=144 A IB=123 A UPS
UPS
15kVA 100kVA 85kVA
QIT_2
QIT_1 Q2
Q1

XZ1 4x35 XZ1 5G16


QIT_2 QIT_1
IB=43 A IB=43 A
30kVA 30kVA
CARGAS
CARGAS
VD20 XZ1 (zh, frs) 4x1,5
QP2 NOTAS:
QE BCG NOTAS:
Como o QIT_2 fica junto ao quadro que o alimenta (QP1), a proteção da UPS é
Como o QIT_1 fica junto ao QE, a proteção da UPS é feita no Quadro Elétrico;
VD25 H07V-R 1G50 120 kVA feita no Quadro Elétrico;

2xLVAV 4x240
IB=173 A
VD25 H07V-R 1G50
TP Do QGBT

CLASSIFICAÇÃO DAS INFLUÊNCIAS EXTERNAS


- INTERIOR DO EDIFÍCIO (GABINTES DOS CHEFES CLASSIFICAÇÃO DAS INFLUÊNCIAS EXTERNAS CLASSIFICAÇÃO DAS INFLUÊNCIAS EXTERNAS
ÀREA ADMINISTRATIVA E SALA DE REUNIÕES- - INTERIOR DO EDIFÍCIO - - EXTERIOR DO EDIFÍCIO-
A-Ambientes B-Utilizações C-Construção A-Ambientes B-Utilizações C-Construção A-Ambientes B-Utilizações C-Construção
AA4 BA1 CA1 AA4 BA4 CA1 AA4 BA1 CA1
AB5 BB1 CB1 AB5 BB1 CB1 AB4 BB2 CB1
AC1 BC1 AC1 BC2 AC1 BC2
AD1 BD1 AD1 BD1 AD4 BD1
AE1 BE1 AE4 BE1 AE5 BE1
AF1 AF1 AF2
AG1 AG2 AG2
AH1 AH2 AH2
AK1 AK1 AK2
AL1 AL1 AL2
AM1 AM1 AM1
AN1 AN1 AN2
AP1 AP1 AP1
AQ1 IP20/IK02 AQ1 IP51/IK07 AQ3 IP54/IK07
AR1 AR1
AS1 AS1
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

CLASS. INFLUÊNCIAS EXTERNAS E ÍNDICES DE PROTEÇÃO . P M


ALA!
ALA! ARR IB A! 0 0 4
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS UAGME B E N A V E
AA4 AB4 AD2 BB2 BC3 IP21/IK04
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


NOTA IMPORTANTE:;
1 - Todo o equipamento a instalar deve ser de classe II de isolamento, bem com as Tiro de Alcochete DESENHO Nº

canalizações de alimentação entre os quadros alimentadores e os quadros parciais que . E


0 0 2
alimentam cumprindo a Alínea b-) Secção 801.5.9 dos RTIEBT.
2 - Todos os quadros elétricos possuirão porta com fechadura, as chaves deverão ser Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS
1:100
gardadas em local a que apenas pessoal autorizado tenha acesso.
V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......

DIE Alimentações Elétricas


O COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s
N

ALF Ana Lemos


OE 81931
. . . . . .
E
VE VE VE VE VE

TA
TA TA TA TA TA TA TA TA TA TA
SIMBOLOGIA DA REDE DE TERRAS
Profundidade mínima de 0,8m
Aço Galvanizado 100mm2
SIMBOLO DESIGNAÇÃO
Quadro Elétrico
Condutores nu em Aço Galvanizado 100mm2
TA Soldaduras aluminotérmicas
Profundidade mínima de 0,8m
Aço Galvanizado 100mm2 Profundidade mínima de 0,8m Profundidade mínima de 0,8m Profundidade mínima de 0,8m Profundidade mínima de 0,8m
Profundidade mínima de 0,8m
Aço Galvanizado 100mm2 Aço Galvanizado 100mm2 Aço Galvanizado 100mm2 Aço Galvanizado 100mm2
Aço Galvanizado 100mm2
Rede de Terras
VE TA
O anel de terras será realizado por condutores nus de aço
gavanizado de 100mm2, enterrado a uma profundidade de 0,80m.

TA
TA
TA TA TA TA TA TA
TA TA TA

Profundidade mínima de 0,8m


Aço Galvanizado 100mm2

VE
TA

TA TA TA

Profundidade mínima de 0,8m


Aço Galvanizado 100mm2

TA TA
TA TA TA TA TA TA
TA TA
TA
VE TA VE VE
TA
VE

TA TA
TA

Profundidade mínima de 0,8m


Aço Galvanizado 100mm2

TA
VE

VE
TA

TA
TA TA

Tipos de Soldaduras Aluminotérmicas


Profundidade mínima de 0,8m
Aço Galvanizado 100mm2

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

TA TA
TA
ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
Profundidade mínima de 0,8m UAGME B E N A V E
Aço Galvanizado 100mm2
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 3 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......
TA TA
DIE Rede Terras
Profundidade mínima de 0,8m VE O
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
Aço Galvanizado 100mm2
s

ALF Ana Lemos


. . . . . .
N

OE 81931
E
SIMBOLOGIA PÁRA-RAIOS

SIMBOLO DESIGNAÇÃO

Ligação ao eletrodo de terra com condutores nus em


Aço Galvanizado 100mm2
Cabo de aço galvanizado de 50mm2 fixo aos blocos
de suporte refª 1011C da INFOCONTROL ou
equivalente

Bloco de suporte em plástico refª 2009D da


INFOCONTROL ou equivalente

Rede Pára-Raios
Os cabos de descida serão suportados por clipes de fixação em
plástico para condutor de 8mm, refª 2005A da INFOCONTROL ou
equivalente;

Os cabos na descida devem estar protegidos por um tubo com uma


abertura em todo o comprimento. O tubo deve ser em PVC rígido.

Nas ligação das descidas ao anel de terra deve ser colocado um


ligador amovível e deve ser efetuado um reforço do eletrodo de terra
em tipo de pé de galo com varetas de aço cobreado de 2m.

6,43

4,93

4,17

3,50

0,00

Alçado Oeste

Condutores de baixada

Sistemas de Captação

O
s
N

Tubagem para descidas

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 4 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......

DIE Proteção Contra Descargas Atmosféricas


COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO

ALF Ana Lemos


OE 81931
. . . . . .
SIMBOLOGIA DA REDE DE TERRAS

SIMBOLO DESIGNAÇÃO
Tomada Equipotencial

Rede de Terras
A tomada de espera terra deve ser instalada a uma altura de 0,30m
do pavimento;

Estas devem ser soldadas ao anel de terra;

Tomada Equipotencial

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 5 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......

DIE Tomadas Equipotenciais


O
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s

ALF Ana Lemos


. . . . . .
N

OE 81931
E
PORMENOR DOS CAMINHOS DE CABOS

PORMENOR DO CAMINHO DE CABOS NO TETO


ALINHAMENTO HORIZONTAL

Varão Roscado Ø10mm Esteira Metálica


para suporte das Esteiras

Esteira Metálica Barrinhas de suporte


das Esteiras

Barras de Suporte
ao Teto Falso

TETO FALSO

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 6 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......

DIE Caminho de Cabos. Calha Técnica


O COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s

ALF Ana Lemos


. . . . . .
N

OE 81931
E
S1

S1

S1

QGE
QP2

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 7 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......

DIE Iluminação
O COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s
N

ALF Ana Lemos


OE 81931
. . . . . .
E
Iluminação de Emergência (ELX EL LED)

Iluminação de Emergência de Dupla Face (SLX 32 LED)

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 8 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......

DIE Iluminação de Emergência


O COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s

ALF Ana Lemos


. . . . . .
N

OE 81931
E
x2 x2 x2
x2
x2
x2 x2
x2 x2
x2
x2 x2
C09
C08 x2
C06
C07

C11 C05
C10 C06
C13
C07

C05 x2 CDI

C04 C11

C08 C04
x2
C10 x2 x2 x2 C12
C12 QP1
C03
x2 B2
x2
x2 x2 x2 x2
C13
C1-WC

C01
C02
x2

x2 C1 - WC

C14
C02
C03
x2

B1 x2
x2
QGE

C01
C09

x2

C08

QP2
x2 x2
C01

C02

C04

x2

x2 x2

x2 C03 TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
x2 x2
C07 . P M
ALA!
ALA! ARR IB A! 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


x2
C05
Tiro de Alcochete DESENHO Nº

C06 0 0 9 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......

x2 DIE Tomadas de Uso Geral


O
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s

ALF Ana Lemos


. . . . . .
N

OE 81931
E
x2 x2 x2 C16 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2
C13 C12 C11 C10 x2
C14 C11 C10 x2 C15 x2
x2 C12

C13
x2
x2 x2
x2
C17 C22 C20
x2 C16 C17 x2
C15 C14
x2 x2 x2 x2 x2
x2 C19

x2

x2

x2
C18 C19

x2 C05 C06 C07 x2


C09 C07 C05

QIT_2
x2
C20 x2
C21

x2
x2
C08 C06 C04
x2
x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2 x2
x2

C25
C24 x2
x2

x2 C03
C23
C04 x2
C03 C02 C01
x2 x2
x2 x2 x2 x2
QIT_1
C26
C22 C02
C01

C27 C31

x2

C28
x2

x2
C29
C30
x2

Tomada Schuko 16A

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 1 0 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações Elétricas ....../....../......

DIE Tomadas (Regime IT)


O COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s
N

ALF Ana Lemos


OE 81931
. . . . . .
E
In: 144A
Icc: 10kA

CLASSE II

In: 22A
Un: 400/230V
In: 173A

Icc: 10kA
Icc: 10kA

COM IEC 60439

CLASSE II
CLASSE II

Un: 400/230V
Un: 400/230V

COM IEC 60439


EM CONFORMIDADE
COM IEC 60439

EM CONFORMIDADE
EM CONFORMIDADE
XZ1 3G2,5

Do QGE
XZ1 4x95
2A

160A

Do QGE
XZ1 4x35
2A
E/V/L
2A

Do QGBT

100A
250A

2x (LSVAV 4x240)

E/V/L
E/V/L
DESCARREGADOR DE
1

XZ1 5G16
SOBRETENSÃO
TPT

QUADRO PARCIAL 1
2

QP1 XZ1 4x95


120A
3

QUADRO AVAC QUADRO PARCIAL 2 XZ1 4x35


QAVAC XZ1 4x50
QP2
80A

125A
CIRCUITO 1 - C01
QUADRO IT 1

16A
4

XZ1 5G16
QIT_1
50A

CIRCUITO 2 - C02
QUADRO IT 2

16A
5

QIT_2 XZ1 4x35


50A

CIRCUITO 3 - C03

16A
XZ1 3G2,5
CIRCUITO 4 - C04

16A
RESERVA EQUIPADA

16A
CIRCUITO 1 - C01

16A
11

RESERVA EQUIPADA CIRCUITO 1 - C01


16A

16A
CIRCUITO 2 - C02

16A
12

CIRCUITO 2 - C02
16A

CIRCUITO 3 - C03

16A
13

CIRCUITO 3 - C03

XZ1 3G2,5
16A

CIRCUITO 4 - C04

16A
XZ1 3G2,5

14

CIRCUITO 4 - C04
16A

CIRCUITO 5 - C05 RESERVA EQUIPADA

16A
16A
15

RESERVA EQUIPADA
16A

CIRCUITO 6 - C06 RESERVA EQUIPADA

16A
16A
16

RESERVA EQUIPADA
16A

CIRCUITO 7 - C07

16A
RESERVA EQUIPADA

XZ1 3G2,5

16A
RESERVA EQUIPADA

16A
CIRCUITO 5 - C05

16A
21

RESERVA EQUIPADA CIRCUITO 6 - C06


16A

16A
CIRCUITO 6 - C06
XZ1 3G4

16A
22

CIRCUITO 5 - C05
16A

16A CIRCUITO 7 - C07


23

CIRCUITO 7 - C07
16A

CIRCUITO 8 - C08

&
XZ1 3G2,5

16A

kW.h

kVAr.h

TI's
24

CIRCUITO 8 - C08
XZ1 3G2,5

16A

CIRCUITO 9 - C09
16A
25

RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA
16A
26

RESERVA EQUIPADA
16A

CIRCUITO 1

10A
CIRCUITO 2

10A
RESERVA EQUIPADA
CIRCUITO 10 - C10

10A
16A
31

CIRCUITO 9 - C05
RESERVA EQUIPADA
16A

XZ1 3G1,5
CIRCUITO 11 - C11

10A
16A
32

CIRCUITO 10 - C06
RESERVA EQUIPADA
16A

CIRCUITO 12 - C12

10A
16A

QUADRO PARCIAL 2 - QP2


33

CIRCUITO 11 - C07
RESERVA EQUIPADA
16A

XZ1 3G4

CIRCUITO 13 - C13

10A
16A
34

RESERVA EQUIPADA
XZ1 3G2,5

16A

RESERVA EQUIPADA
16A
QUADRO PARCIAL 1 - QP1
35

RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA
16A
36

RESERVA EQUIPADA
16A

CIRCUITO 3

10A
CIRCUITO 4

10A
RESERVA EQUIPADA
CIRCUITO WC1 - C01 WC

10A
16A
41

CIRCUITO 12 - C05
RESERVA EQUIPADA
16A

XZ1 3G1,5

RESERVA EQUIPADA

10A
16A
XZ1 3G2,5
42

CIRCUITO 13- C06


RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA

10A
16A
43

CIRCUITO 14 - C07
RESERVA EQUIPADA
16A

10A
44

RESERVA EQUIPADA
XZ1 3G2,5

16A
45

RESERVA EQUIPADA
QUADRO GERAL DO EDÍFICIO - QGE

&
16A

kW.h

kVAr.h

TI's
46

RESERVA EQUIPADA
16A

30% DE RESERVA NÃO EQUIPADA


10A

CIRCUITO 1
10A

CIRCUITO 2 CIRCUITO WC1


51

10A

C01 WC
16A

CIRCUITO 3
52

RESERVA EQUIPADA
10A
16A
XZ1 3G2,5

RESERVA EQUIPADA
XZ1 3G1,5
53

RESERVA EQUIPADA
10A
16A

RESERVA EQUIPADA
10A

RESERVA EQUIPADA
10A

Quadros Elétricos
&
kW.h

kVAr.h

TI's

parciais devem ser de classe II.

CIRCUITO 4
10A

CIRCUITO 5
10A
61

CIRCUITO 1
10A

RESERVA EQUIPADA
10A
62

CIRCUITO 2
Todos os quadros elétricos devem ser de classe II.
10A

RESERVA EQUIPADA
XZ1 3G1,5

10A
63

CIRCUITO 3
10A

RESERVA EQUIPADA
10A
64

RESERVA EQUIPADA
As canilizações desde o quadro geral elétrico até aos quadros
XZ1 3G1,5

10A

RESERVA EQUIPADA
10A
65

RESERVA EQUIPADA
10A
66

RESERVA EQUIPADA
10A

ALA!

30% DE RESERVA NÃO EQUIPADA


V B IQU E

DIE
10A

ALA! ARR IB A!
71

CIRCUITO 4
10A
72

CIRCUITO 5
10A

COORDENAÇÃO
73

CIRCUITO 6
10A

DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO


74

RESERVA EQUIPADA
XZ13G1,5

10A

ARQUITETURA
75

RESERVA EQUIPADA
10A
76

RESERVA EQUIPADA
10A

OE 81931
UAGME

ALF Ana Lemos


ENGENHARIA
Instalações Elétricas
Tiro de Alcochete

Construção da Oficina de Optrónica

DESENHO
81

30% DE RESERVA NÃO EQUIPADA


Quadro Geral Elétrico. Quadros Parciais
10A

Terreno com55ha a Norte do Campo de

.
VISTO

.
ESCALAS
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO

Nº ARQUIVO
. P M

DESENHO Nº

.
PROJECTO Nº

0 1 1
1 0 2

.
.
.
1 9

. E
B E N A V E
0 0 4

....../....../......
S/ESC
In: 43A
Icc: 10kA

CLASSE II
Un: 400/230V

In: 43A
COM IEC 60439

Icc: 10kA
In: 123A

CLASSE II
Icc: 10kA

CLASSE II

Un: 400/230V
EM CONFORMIDADE
Un: 400/230V

COM IEC 60439


COM IEC 60439

EM CONFORMIDADE
EM CONFORMIDADE

Do QGE
XZ1 4x35
2A

63A
Do QP1
XZ1 4x50
2A

125A

E/V/L

2A

63A
E/V/L

Do QGE
XZ1 5G16
E/V/L
UNIDADE INTERIOR
1.1

31,5 kVA
16A

isolamento
isolamento
Classe II de
UNIDADE INTERIOR

31,5 kVA
isolamento
isolamento
Transformador de
1.2

Classe II de
16A

Transformador de
UNIDADE INTERIOR
2.1
16A

UNIDADE INTERIOR
2.2
16A

UNIDADE INTERIOR

iN=63A
XZ1 3G2,5

3
16A

iN=63A
UNIDADE INTERIOR
4
16A

Tipo C
ZP 1/2

Imáx=40A
Up=1,6 kV
UNIDADE INTERIOR

Tipo C
ZP 1/2
5.1
16A

Imáx=40A
Up=1,6 kV
RESERVA EQUIPADA
16A

CPI
RESERVA EQUIPADA

CPI
16A

UNIDADE INTERIOR
5.2
16A

UNIDADE INTERIOR
6.1
16A

UNIDADE INTERIOR
6.2
16A

CIRCUITO 1 - C01

16A
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 1 - C01
7
16A

16A
CIRCUITO 2 - C02

16A
UNIDADE INTERIOR

XZ1 3G4
CIRCUITO 4 - C04
8
16A

16A
CIRCUITO 3 - C03

16A
XZ1 3G2,5

UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 2 - C02
9
16A

16A
CIRCUITO 4 - C04

16A
UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 3 - C03
10
16A

16A
CIRCUITO 10 - C10
XZ1 3G4

16A
CIRCUITO 5 - C05 RESERVA EQUIPADA
16A

16A
CIRCUITO 11 - C11

XZ1 3G2,5
16A
CIRCUITO 6 - C06 RESERVA EQUIPADA
16A

16A
RESERVA EQUIPADA

16A
RESERVA EQUIPADA

16A
RESERVA EQUIPADA

16A
RESERVA EQUIPADA

16A
16A RESERVA EQUIPADA

RESERVA EQUIPADA UNIDADE INTERIOR

16A
11.1
16A

UNIDADE INTERIOR
11.2
16A

UNIDADE INTERIOR
12.1
16A

CIRCUITO 5 - C05
16A

UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 7 - C07
12.2

16A
16A

CIRCUITO 6 - C06
16A

UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 8 - C08
13

16A
16A

CIRCUITO 7 - C07
QUADRO IT2 - QIT_2

16A
XZ1 3G2,5

UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 9 - C09

QUADRO IT1 - QIT_1


14

16A
16A

CIRCUITO 8 - C08
16A

UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 10 - C10
15.1

16A
16A

CIRCUITO 9 - C09
16A
XZ1 3G2,5

CIRCUITO 11 - C11 RESERVA EQUIPADA

16A
16A

CIRCUITO 12 - C12

XZ1 3G4
16A

CIRCUITO 12 - C12 RESERVA EQUIPADA

16A
16A

RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA

16A
RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA

16A
RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA UNIDADE INTERIOR

16A
15.2
16A

UNIDADE INTERIOR
16
16A

UNIDADE INTERIOR
17
16A

CIRCUITO 13 - C13
16A

UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 13 - C13
18

16A
16A

CIRCUITO 14 - C14
16A
XZ1 3G2,5

UNIDADE INTERIOR
XZ1 3G4

CIRCUITO 15 - C15
19

16A
16A

CIRCUITO 15 - C15
16A
XZ1 3G2,5

UNIDADE INTERIOR
QUADRO AVAC - QAVAC

CIRCUITO 14 - C14
AA

16A
16A

CIRCUITO 16 - C16
16A

UNIDADE INTERIOR
CIRCUITO 16 - C16 [Link]
16A
16A

CIRCUITO 17- C17


16A

CIRCUITO 17- C17 RESERVA EQUIPADA


16A
16A

CIRCUITO 18 - C18
XZ1 3G2,5
16A

CIRCUITO 18 - C18 RESERVA EQUIPADA


XZ1 3G4

16A
16A

RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA
16A

RESERVA EQUIPADA UNIDADE EXTERIOR


16A

1
40A

UNIDADE EXTERIOR
2.1
40A

UNIDADE EXTERIOR
2.2
40A

CIRCUITO 19 - C19
16A

UNIDADE EXTERIOR
XZ1 5G10

CIRCUITO 19 - C19
UTA 1
16A
40A

CIRCUITO 20 - C20
16A

UNIDADE EXTERIOR
CIRCUITO 20 - C20
XZ1 3G2,5

UTA 2
16A
40A

CIRCUITO 21 - C21
16A

CIRCUITO 21 - C21 RESERVA EQUIPADA


16A
40A

CIRCUITO 22 - C22
16A

XZ1 3G4

CIRCUITO 22 - C22
16A

CIRCUITO 23- C23


16A
XZ1 3G4

RESERVA EQUIPADA
16A

CIRCUITO 24 - C24
16A

RESERVA EQUIPADA UNIDADE EXTERIOR


16A

RESERVA EQUIPADA 3
16A

16A

UNIDADE EXTERIOR
RESERVA EQUIPADA 4
16A

16A

UNIDADE EXTERIOR
RESERVA EQUIPADA 5
16A

16A

UNIDADE EXTERIOR
XZ1 5G10

6
16A

RESERVA EQUIPADA
ALA!
16A

RESERVA EQUIPADA
V B IQU E

DIE
16A

CIRCUITO 25 - C25
ALA! ARR IB A!
16A

CIRCUITO 26 - C26
16A

Quadros Elétricos

CIRCUITO 27 - C27
16A

COORDENAÇÃO

CIRCUITO 28 - C28 UTA 1


32A

16A

parciais devem ser de classe II.

CIRCUITO 29- C29 UTA 2


DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
32A

16A
XZ1 3G2,5

XZ1 3G4

CIRCUITO 30 - C30 RESERVA EQUIPADA


ARQUITETURA
32A

16A

CIRCUITO 31 - C31
16A

Todos os quadros elétricos devem ser de classe II.

RESERVA EQUIPADA
OE 81931
UAGME
16A

ALF Ana Lemos


ENGENHARIA

RESERVA EQUIPADA
Instalações Elétricas

VENTILADOR 1
16A

Tiro de Alcochete
16A

As canilizações desde o quadro geral elétrico até aos quadros

VENTILADOR 2
16A

Construção da Oficina de Optrónica

DESENHO
XZ1 3G2,5

Quadro Geral Elétrico. Quadros Parciais

RESERVA EQUIPADA
16A

Terreno com55ha a Norte do Campo de

.
VISTO

.
ESCALAS
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO

Nº ARQUIVO
. P M

DESENHO Nº

.
PROJECTO Nº

0 1 2
1 0 2

.
.
.
1 9

. E
B E N A V E
0 0 4

....../....../......
S/ESC
PROJETO DE INFRAESTRUTURAS
DE TELECOMUNICAÇÕES
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
NÚMERO DESCRIÇÃO ESCALA
001T Lista de Peças Desenhadas 1:100

002T Rede Par de Cobre. Caminho de Cabos 1:100

002T Diagramas S/ESC

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 1 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS

S/ESC.
V B IQU E VISTO
Infraestruturas de Telecomunicações ....../....../......

DIE Lista de Peças Desenhadas


COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO

ALF Ana Lemos


OE 81931
. . . . . .
P P P P P P P SIMBOLOGIA ITED
2.26 2.23 2.22 2.20 1.24 1.21 1.07
2.21 1.08
P 1.09 SIMBOLO DESIGNAÇÃO
1.10
1.05 Bastidor mural
P
1.06 Tubo embebido/Desvão do teto falso
2.17 P
2.25 P 1.23 P Caixa de aparelhagem I1 para tomada de par
P 1.22 de cobre simples

2.18 Caixa de aparelhagem I1 para tomada de par de


P P cobre dupla
2.24 2.19 1.25 1.20 1.04
P P P P
Caminho de Cabos isolantes, com separação
2.02 P
Calha DLP de encaixe direto 105x50 da Legrand ou
2.27 equivalente
P
2.03
2.01 1.13
P P P
2.28
P
NOTAS ITED:
As tomadas de rede são embutidas nas paredes ou em Calha
Técnica;
P P P P P P
2.29 2.11 2.10 2.09 1.19 1.17 1.15 Devem ser contempladas tomadas de rede RJ45 cat6 UTP,
P
simples da Série Moisaic, Ref 079481, da LEGRAND ou
2.14 equivalente;
2.15

ATI
P P
2.12 B2 1.03 As tomadas devem ficar à altura indicada nas tabelas;
2.31 2.13 1.12
P 2.16
P P P As tomadas a colocar no teto deverão ser colocadas ao centro
1.11 para garantir a eficácia da Antena de WI-FI;
P
2.30 As ligações devem garantir a categoria 6 (Classe E de
P ligação);

A rede de tubagens será em tubo Ø25 que ligará as caixas de


1.01
1.18 1.16 1.14 aperelhagem ao caminho de cabos no desvão do teto falso;
2.05 1.02
P P P P
P O Caminho de cabos representado neste desenho é apenas
para a Rede de Pares de Cobre.

A distribuição dos cabos é efetuada em caminho de cabos


P isolantes sem halogéneos, com as dimensões 100x600
2.34 perfurada, modelo de referencia 66620-48 da Unex ou
equivalente;
P
2.04 O caminho de cabos tem uma divisão para separar as
ATI técnologias. Para par de cobre o compartimento deve ter
P B1 500mm e para fibra ótica 100mm2
P 2.35
2.33 A esteira é colocada no desvão do teto falso;
2.08 2.07 2.06
P P P Da Esteira até à calha técnica, os cabos vão embebidos nas
paredes e protegidos por tubo VD;

Dentro dos gabinetes, laboratórios e sala de reuniões, a


P distribuição dos circuitos é efetuada em calha técnica com as
2.32 dimensões 105x50, sendo que a calha técnica tem uma
divisão para separa as telecomunicações e a eletricidade;

A calha técnica é colocada a, aproximadamente, 0,30m do


pavimento;

A equipamento inclui o conjunto completo (calha + tampa).


Equipamento de ref 075602 da Legrand ou equivalente;
QUADRO DE TOMADAS TERMINAIS
B1 QUADRO DE TOMADAS TERMINAIS - B2 A calha técnica terá de ter um separador de circuitos, por
forma a separar os circuitos das instalações elétricas e dos
Tomada Altura de Comp. Tomada Altura de Comp. Tomada Altura de Comp. circuitos de instalações de telecomunicações. A ref do
Terminal PC instalação Cabo Terminal PC instalação Cabo Terminal PC instalação Cabo separador de circuitos é 075609 da Legrand ou equivalente.
1.01 1 0,3m 36m 2.01 1 3,5m 20m 2.21 1 0,3m 26m
P
2.36 1.02 1 0,3m 37m 2.02 1 0,3m 19m 2.22 1 0,3m 45m

1.03 1 0,3m 45m 2.03 1 3,5m 17m 2.23 1 0,3m 37m

1.04 1 0,3m 29m 2.04 1 3,5m 33m 2.24 1 0,3m 17m

P P 1.05 1 0,3m 31m 2.05 1 0,3m 62m 2.25 1 0,3m 30m


2.37 2.39
1.06 1 0,3m 31m 2.06 1 0,3m 52m 2.26 1 0,3m 37m

1.07 1 0,3m 36m 2.07 1 0,3m 44m 2.27 1 0,3m 50m

1.08 1 0,3m 36m 2.08 1 0,3m 41m 2.28 1 0,3m 36m


P 1.09 1 0,3m 39m 2.09 1 0,3m 20m 2.29 1 0,3m 24m
2.38
1.10 1 0,3m 39m 2.10 1 0,3m 22m 2.30 1 0,3m 41m

1.11 1 3,5m 13m 2.11 1 0,3m 14m 2.31 1 0,3m 29m

1.12 1 0,3m 18m 2.12 1 0,3m 20m 2.32 1 0,3m 67m

1.13 1 3,1m 25m 2.13 1 0,3m 20m 2.33 1 0,3m 34m

1.14 1 0,3m 42m 2.14 1 0,3m 21m 2.34 1 0,3m 61m

1.15 1 0,3m 25m 2.15 1 0,3m 21m 2.35 1 0,3m 45m

1.16 1 0,3m 46m 2.16 1 0,3m 29m 2.36 1 0,3m 71m

1.17 1 0,3m 33m 2.17 1 0,3m 26m 2.37 1 0,3m 68m

1.18 1 0,3m 52m 2.18 1 0,3m 42m 2.38 1 0,3m 65m

1.19 1 0,3m 39m 2.19 1 0,3m 18m 2.39 1 0,3m 49m

2.40 P 1.20 1 0,3m 27m 2.20 1 0,3m 26m 2.40 1 0,3m 62m

1.21 1 0,3m 41m


TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
1.22 1 0,3m 31m

1.23 1 0,3m 42m . P M


ALA!
ALA! ARR IB A! 0 0 4
UAGME B E N A V E
1.24 1 0,3m 59m
PROJECTO Nº
1.25 1 0,3m 55m Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9
Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 2 . T
Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS
1:100

V B IQU E VISTO
Infraestruturas de Telecomunicações ....../....../......

DIE Rede Par de Cobre. Caminho de Cabos


COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
O

ALF Ana Lemos


. . . . . .
s

OE 81931
N

E
ESQUEMA DA REDE DE CABOS DE PARES DE COBRE Bastidor 1
Bastidor Mural 19" - 15U [600x600x770]
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 15 15 Painel Coaxial MultiCC C/ Acess. Mont. 12CC 19”. 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
14 14 Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23

UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 13 13
Painel FO 24 Portas 19". 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24

UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 ATI UTP4/CAT6
12 12
Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 B2 UTP4/CAT6
11
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
11 Painel UTP 24 Portas c/ Guia Posterior de Cabos 19”. 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6 10
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
10 Painel UTP 24 Portas c/ Guia Posterior de Cabos 19”. 1U
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 UTP4/CAT6
09 09 Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
08 08
600x600x770
Ø20
07 07
20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
QE 06 06

05 05
Switch Ethernet Portas
04 04
Painel Organizador c/ 6 Argolas 19". 1U
03 03

02
UPS 02 UPS
01 01
Painel 6 Tomadas Schuko c/ Int. 19". 1U

UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 ATI UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
B1 UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6 Bastidor 2
UTP4/CAT6
UTP4/CAT6
Bastidor Mural 19" - 15U [600x600x770]
600x600x770
Ø20
1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23

15 15
13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24
Painel FO 24 Portas 19". 1U
4Ø50
QE 14 14
Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
13
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
13 Painel UTP 24 Portas c/ Guia Posterior de Cabos 19”. 1U
12
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
12 Painel UTP 24 Portas c/ Guia Posterior de Cabos 19”. 1U
11 11
Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
10 10

09 09

08 08

07 07

ESQUEMA DA REDE DE TUBAGEM 06 06


Switch Ethernet Portas
05 05
Ø25 Ø25 Painel Passa Cabos c/ Escovas 19". 1U
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25 04 04
Painel Organizador c/ 6 Argolas 19". 1U
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25 03 03
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
02
UPS 02 UPS
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25 01 01
Painel 6 Tomadas Schuko c/ Int. 19". 1U
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25
Ø25
ATI Ø25
Ø25
Ø25 B2 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25

600x600x770
ESQUEMA DA REDE
P
20
P
19
P
18
P
17
P
16
P
15
P
14
P
13
P
12
P
11
P
10
P
09
P
08
P
07
P
06
P
05
P
04
P
03
P
02
P
01
Ø20 P
21
P
22
P
23
P
24
P
25
P
26
P
27
P
28
P
29
P
30
P
31
P
32
P
33
P
34
P
35
P
36
P
37
P
38
P
39
P
40
CABOS DE FIBRA ÓTICA
QE

ATI
B2

Ø25

600x600x770

1x2FO - OS1 LC-PC

Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25 ATI
Ø25
Ø25 ATI Ø25
Ø25
B1
Ø25
Ø25 B1 Ø25
Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25 Ø25
Ø25
600x600x770

600x600x770
Ø20
P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P
13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO
QE
4Ø50

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº
CV
Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9
Tiro de Alcochete DESENHO Nº
3Ø110
0 0 3 . T
Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS
S/ESC
CV
Existente V B IQU E VISTO
Infraestruturas de Telecomunicações ....../....../......

DIE Diagramas
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO

ALF Ana Lemos


OE 81931
. . . . . .
PROJETO DE INSTALAÇÕES DE
SEGURANÇA
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
NÚMERO DESCRIÇÃO ESCALA
001S Lista de Peças Desenhadas 1:100

002S Deteção de Incêndios 1:100

003S Loop da Deteção de Incêndio na Cobertura 1:100

004S Sinalética 1:100

005S Meios de 1ª Intervenção 1:100

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 1 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS

S/ESC.
V B IQU E VISTO
Instalações de Segurança ....../....../......

DIE Lista de Peças Desenhadas


COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO

ALF Ana Lemos


OE 81931
. . . . . .
Simbologia de Sistema de Deteção de Incêndios:
00.07
SIMBOLO DESIGNAÇÃO
00.15 Central de deteção de incêndios. Central endereçável de
00.14 00.13 00.12 00.11 00.10 00.09 00.08 00.06 00.05 referência OCTO+ da Global Fire Equipment ou equivalente

Detetor Ótico. Detetor ótico de referência ZEOS-AD da Global


Fire Equipment ou equivalente

Detetor Térmico. Detetor térmico de referência ZEOS-AD da


Global Fire Equipment ou equivalente
00.16
Sinalizador Audiovisual endereçável de Parede para exterior.
Sinalizador Audiovisual de referência VALKYRIE AS IP65 da
00.02 Global Fire Equipment ou equivalente
00.44 00.47 00.54 00.56 00.59 00.66 00.04
Sinalizador Audiovisual endereçável de Parede. Sinalizador
00.01 Audiovisual de referência VALKYRIE AS da Global Fire
Equipment ou equivalente
00.03
00.42 00.48 00.57 00.67 Botoneira de Ativação Manual Analógico Endereçavel.
0S.02
DBotoneira de referência GFE-MCPE-AI da Global Fire
00.17 00.41
Equipment ou equivalente

Cabo de deteção de incêndios flexivel 4x1,5 HFLS

Sistema de Deteção de Incêndios


0S.01
00.43 00.46 A central de deteção de incêndio é do tipo enderelável com possibilidade de
00.53 00.52 ligar até 4 Loop;
00.45
00.68
As botoneiras serão colocadas à altura de 1.20m;
00.18 00.55 00.58 00.60
Os circuitos são efetuados por cabo 1,5mm2 com 4 condutores HFLS;

A passagem dos cabos para o sistema de deteção de incêndio faz-se no


desvão do teto falso, estando os cabos protegidos de ações mecanicas por
tubo Isogris;
00.40 00.65
No desvão da cobertura serão instalados detetores de incêndio. O loop deve
ser ligado à central a instalar;

00.39 É necessário a colocação de suportes para os retentores.

00.19 00.49

00.50 00.51
00.61 00.62

00.37 00.64
00.38
00.63

00.20

00.35

00.36

00.21

00.34 00.33

00.22 00.23

00.32

00.24 00.25

00.26 00.31

0S.03
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
00.30
PROJECTO Nº

00.27 Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 2 . S

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100
00.28 00.29
V B IQU E VISTO
Instalações de Segurança ....../....../......

DIE Deteção de Incêndios


COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
O

ALF Ana Lemos


s

. . . . . .
N

OE 81931
E
Simbologia de Sistema de Deteção de Incêndios:

SIMBOLO DESIGNAÇÃO
Central de deteção de incêndios. Central endereçável de
referência OCTO+ da Global Fire Equipment ou equivalente
01.10 01.09 01.08 01.07 01.06 01.05 01.04 01.03 01.02 01.01
Detetor Ótico. Detetor ótico de referência ZEOS-AD da Global
Fire Equipment ou equivalente

Detetor Térmico. Detetor térmico de referência ZEOS-AD da


Global Fire Equipment ou equivalente
Sinalizador Audiovisual endereçável de Parede para exterior.
Sinalizador Audiovisual de referência VALKYRIE AS IP65 da
Global Fire Equipment ou equivalente
Sinalizador Audiovisual endereçável de Parede. Sinalizador
Audiovisual de referência VALKYRIE AS da Global Fire
Equipment ou equivalente
Botoneira de Ativação Manual Analógico Endereçavel.
DBotoneira de referência GFE-MCPE-AI da Global Fire
Equipment ou equivalente
01.17 01.18 01.21 01.22 01.25 01.26 01.29 01.30 Cabo de deteção de incêndios flexivel 4x1,5 HFLS
01.11 01.33

Sistema de Deteção de Incêndios


A central de deteção de incêndio é do tipo enderelável com possibilidade de
ligar até 4 Loop;

As botoneiras serão colocadas à altura de 1.20m;

Os circuitos são efetuados por cabo 1,5mm2 com 4 condutores HFLS;

01.19 01.20 A passagem dos cabos para o sistema de deteção de incêndio faz-se no
desvão do teto falso, estando os cabos protegidos de ações mecanicas por
tubo Isogris;

No desvão da cobertura serão instalados detetores de incêndio. O loop deve


01.12 01.16 ser ligado à central a instalar;

01.23 01.24 01.27 01.28 01.31 01.32 É necessário a colocação de suportes para os retentores.

01.15

01.13

01.14

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 3 . S

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações de Segurança ....../....../......

O
DIE Loop da Deteção de Incêndios na Cobertura
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s
N

ALF Ana Lemos


. . . . . .
E

OE 81931
Simbologia de Sinalização:

SIMBOLO DESIGNAÇÃO

Caminho de Evacuação Normal


Botoneira de Alarme Manual
Sinal de Extintor

Saída de Emergência

Perigo de Eletrocussão

Sistema de Sinalização:
Todas as placas serão em material fotoluminescente ;

Deverão ser sinalizados:


-Os caminhos de evacuação e sentido de fuga com h=2,3m;
-Os meios de extinção e as botoneiras de alarme com h=1,5m;
-O corte de eletricidade e os quadros elétricos com h=1,5m.

Sinalética
TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 4 . S

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações de Segurança ....../....../......

DIE Sinalética
O
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s

ALF Ana Lemos


. . . . . .
N

OE 81931
E
Simbologia de Meios de 1ª Intervenção:
6Kg
SIMBOLO DESIGNAÇÃO
6Kg
Agente Extintor Pó Químico ABC
6Kg
Agente Extintor CO2
6Kg

6Kg 6Kg 6Kg

6Kg 6Kg 6Kg

6Kg
5Kg

6Kg
6Kg

6Kg

6Kg

6Kg

6Kg

5Kg

6Kg

6Kg

5Kg

Extintor CO2 Extintor ABC


TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

6Kg

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
6Kg PROJECTO Nº

Terreno com55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 5 . S

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS


1:100

V B IQU E VISTO
Instalações de Segurança ....../....../......

6Kg
DIE Meios de 1ª Intervenção
O
COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO
s

ALF Ana Lemos


. . . . . .
N

OE 81931
E
PROJETO DE INSTALAÇÕES
MECÂNICAS
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
NÚMERO DESCRIÇÃO ESCALA
001M Lista de Peças Desenhadas 1:100

002M Alimentações Elétricas AVAC 1:100

003M Circuitos de Comando de AVAC 1:100

004M Rede de Tubagens. Diagramas 1:100

005M Ventilação 1:100

006M Condutas Cobertura 1:100

007M Pormenores UTA 1:100

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA ANTES DA EXECUÇÃO
DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

ALA!
ALA! ARR IB A! . P M 0 0 4
UAGME B E N A V E
PROJECTO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de 1 0 2 1 9


Tiro de Alcochete DESENHO Nº

0 0 1 . E

Construção da Oficina de Optrónica ESCALAS

S/ESC.
V B IQU E VISTO
Instalações Mecânicas ....../....../......

DIE Lista de Peças Desenhadas


COORDENAÇÃO ARQUITETURA ENGENHARIA DESENHO Nº ARQUIVO

ALF Ana Lemos


OE 81931
. . . . . .
Maciço UE

UE2.2
UE2.1
UE4 UE3 UE1
Maciço UTAN Maciço UTAN

VD50 XV 5G10

VD20 XV 3x2,5

VD32 XV 1x2,5

UI18

UI5.2

UI6.1 UI6.2 UI11.1 UI11.2 UIA.A

VD20 XV 5G2,5 UI9 UI10 UI17 UI19

UI5.1

VD20 XV 5G2,5

UI4 UI7 UI8 UI14


UI13 UI16

UIAT1

QAVAC
UI3 UIAT2

UIS.R.M

VD20 XV 3G2,5
UI12.1 UI12.2

UI2.2

UI.A.T.4 UI.A.T.3
UI15.1 UI15.2

UE6 UE5
UI2.1
VD20 XV 3x2,5

VD32 XV 5x1,5

UI1.2

UI1.1

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de Tiro de Alcochete 1 0 2 1 9


DESENHO Nº

- - 2 - M
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :

1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Alimentações Elétricas do AVAC ....../....../......

ARQUITETO : ENGENHEIRO : DESENHADOR : Nº ARQUIVO :


NOTA : TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO COMPLEMENTADAS PELA MEMÓRIA DESCRITIVA, CTE, MAPA DE VÃOS, MAPA DE ACABAMENTOS E MEDIÇÕES.
---------- ALF ANA LEMOS ----------
OE 81931
Maciço UE CD

UE1 UE2.1 UE2.2


Maciço UTAN Maciço UTAN

CD CD
CD

UI18
UI5.2 UI6.1 UI6.2 UI11.1 UI11.2

CD UIA.A
CD

CD CD UI9 UI10 CD UI17 CD UI19

UI5.1

CD

CD CD
UI4 CD UI7 UI8 UI13 UI14 UI16
CD CD
UIAT1 CD
CD UIS.R.M
CD
UI3 UIAT2 CC

UI12.1 UI12.2 CD

UI2.2

UI15.1 UI15.2
UI.A.T.4 UI.A.T.3

CD
UI2.1

CD
UI1.2

UI1.1

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de Tiro de Alcochete 1 0 2 1 9


DESENHO Nº

- - 3 - M
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :

1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Circuitos de Comando de AVAC ....../....../......

ARQUITETO : ENGENHEIRO : DESENHADOR : Nº ARQUIVO :


NOTA : TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO COMPLEMENTADAS PELA MEMÓRIA DESCRITIVA, CTE, MAPA DE VÃOS, MAPA DE ACABAMENTOS E MEDIÇÕES.
ALF ANA LEMOS
OE 81931
UE 1 - Zona 1
REYQ18U
para controlador centralizado

UE 1 - Zona 1
L1,L2,L3,N 35A 3Nph L,N 1ph L,N 0.6A 1ph
REYQ18U
OUT F1,F2
P1,P2
BRC1H52W
BS 1 UI 1.1
REYQ18U
BS12Q14AV1B FXZQ50A
IN F1,F2 IN F1,F2 F1,F2
A
B
C
D
E
F
G
H
I
OUT F1,F2 J L,N 0.6A 1ph A
K 6.4 x UI 1.1
L P1,P2 BS 1 12.7mm Secção 1
BRC1H52W
UI 1.2 BS12Q14AV1B FXZQ50A
FXZQ50A
F1,F2

B
6.4 x UI 1.2
Maciço UE L,N 0.6A 1ph 12.7mm Secção 1
FXZQ50A
P1,P2
BRC1H52W
UI 2.1
FXZQ50A
F1,F2

UE2.2 C
6.4 x UI 2.1
12.7mm Secção 2

UE2.1 L,N 0.6A 1ph


FXZQ50A

UE1
P1,P2

UE4
BRC1H52W

UE3
UI 2.2
FXZQ50A
F1,F2
D
6.4 x UI 2.2
Maciço UTAN Maciço UTAN 12.7mm Secção 2
FXZQ50A

L,N 0.4A 1ph

P1,P2
BRC1H52W
UI 3 E
6.4 x UI 3
FXAQ40A
F1,F2 12.7mm Secção 3
FXAQ40A

L,N 0.4A 1ph


F
P1,P2 6.4 x UI 4
BRC1H52W 12.7mm Secção 4
UI 4
FXAQ40A FXAQ40A
F1,F2 24.0 m
15.9 x
28.6 x
22.2mm

G
6.4 x UI 5.1
L,N 0.4A 1ph 12.7mm Secção 5
P1,P2 FXZQ40A
BRC1H52W
UI 5.1
FXZQ40A
F1,F2

H
6.4 x UI 5.2
12.7mm Secção 5
FXZQ40A
L,N 0.4A 1ph

P1,P2
BRC1H52W
UI 5.2
FXZQ40A
F1,F2
I
6.4 x UI 6.1
12.7mm Secção 6
FXZQ50A

L,N 0.6A 1ph

P1,P2
BRC1H52W
UI 6.1
FXZQ50A J
F1,F2 6.4 x UI 6.2
12.7mm Secção 6
FXZQ50A

UI5.2 L,N 0.6A 1ph

UI18 P1,P2 K
6.4 x UI 7
UIA.A UI 6.2
BRC1H52W
12.7mm Secção 7

UI6.2 UI11.1 UI11.2 F1,F2


FXZQ50A FXAQ25A
UI6.1

L
L,N 0.4A 1ph 6.4 x UI 8
12.7mm Secção 8
P1,P2
BRC1H52W FXAQ20A
UI 7
FXAQ25A
F1,F2

UI9 UI10 UI17 UI19 L,N 0.3A 1ph

UI5.1 UI 8
P1,P2
BRC1H52W
FXAQ20A
F1,F2

UE 2 - Zona 2
REYQ32U para controlador centralizado
A B
REYQ16U REYQ16U
UE 2 - Zona 2
L1,L2,L3,N 31A 3Nph L,N 1ph L,N 0.4A 1ph
REYQ32U
OUT F1,F2
P1,P2
BRC1H52W
A BS 2.1 UI 9
REYQ16U BS10Q14AV1B FXAQ32A
Q1,Q2 IN F1,F2 IN F1,F2 F1,F2
A
12.7x28.6x22.2mm 12.7x28.6x22.2mm B
L1,L2,L3,N 31A 3Nph C
D
E
BHFQ23P907 F
B G
REYQ16U OUT F1,F2 H
Q1,Q2 I
BS F1,F2 J L,N 0.5A 1ph

1.0 m 18.0 m P1,P2


A BRC1H52W
UI 10
19.1 x KHRQ23M75T 15.9 x 6.4 x UI 9
FXAQ50A

UI4 UI7 UI8 UI13 UI14 UI16 34.9 x


28.6mm
28.6 x
28.6mm
BS 2.1
BS10Q14AV1B
12.7mm Secção 9
FXAQ32A
F1,F2

UIAT4 L,N 0.6A 1ph


B
6.4 x UI 10
P1,P2
12.7mm Secção 10
UIS.R.M FXAQ50A
F1,F2
UI 11.1
FXZQ50A
BRC1H52W

UIAT3 C
6.4 x UI 11.1
12.7mm Secção 11 L,N 0.6A 1ph
FXZQ50A P1,P2
BRC1H52W
UI 11.2
FXZQ50A
F1,F2

D
6.4 x UI 11.2
UI3 12.7mm Secção 11
FXZQ50A
L,N 0.8A 1ph

P1,P2
BRC1H52W
UI 12.1
FXFQ100B
F1,F2
E
9.5 x UI 12.1
15.9mm Secção 12
FXFQ100B

UI12.1 UI12.2 L,N 0.8A 1ph

P1,P2
BRC1H52W
UI 12.2
F
9.5 x UI 12.2 FXFQ100B
F1,F2
15.9mm Secção 12
FXFQ100B
UI2.2
L,N 0.7A 1ph
G P1,P2
9.5 x UI 13
BRC1H52W
15.9mm Secçaõ 13 UI 13
FXAQ63A FXAQ63A
F1,F2

UI.A.T.6 UI.A.T.5
UI15.1 UI15.2 H
9.5 x UI 14 L,N 0.7A 1ph
15.9mm Secção 14
FXAQ63A P1,P2
BRC1H52W
UI 14
FXAQ63A
F1,F2

I
6.4 x UI 15.1
12.7mm Secção 15
FXZQ50A L,N 0.6A 1ph

P1,P2
BRC1H52W
UI 15.1
FXZQ50A
F1,F2

UI2.1 J
UE6 UE5
15.9 x
28.6 x
39.0 m 19.1mm L,N 1ph L,N 0.6A 1ph

P1,P2
BRC1H52W
BS 2.2 UI 15.2
A BS8Q14AV1B FXZQ50A
6.4 x UI 15.2 IN F1,F2 F1,F2
A
BS 2.2 12.7mm Secção 15 B
C
BS8Q14AV1B FXZQ50A D
E
OUT F1,F2 F
G
H
L,N 0.7A 1ph

B P1,P2
9.5 x UI 16 BRC1H52W
UI 16
15.9mm Secção 16
FXAQ63A
FXAQ63A F1,F2

C L,N 0.4A 1ph


6.4 x UI 17
12.7mm Secção 17 P1,P2
FXAQ40A BRC1H52W
UI 17
FXAQ40A
F1,F2

D
6.4 x UI 18
12.7mm Secção 18
L,N 0.3A 1ph
FXAQ20A

UI1.2 UI 18
P1,P2
BRC1H52W
FXAQ20A
F1,F2

E
6.4 x UI 19
12.7mm Secção 19
FXAQ50A
L,N 0.5A 1ph

P1,P2
BRC1H52W
UI 19
FXAQ50A
F F1,F2
6.4 x UI AA
12.7mm Área Adminstrativa
FXZQ50A

L,N 0.6A 1ph


UE 1 - Zona 1 (12) P1,P2
BRC1H52W
REYQ18U OUT F1,F2
G
6.4 x UI S.R. e Manuais
UI AA
FXZQ50A
12.7mm Sala de Reuniões e Manuais F1,F2
FXZQ50A
L,N
UE 2 - Zona 2 (16) Ethernet 100BASE-TX Itouch Manager
REYQ32U DCM601A51 H
L,N 0.6A 1ph

UI1.1 UI S.R. e Ma...


P1,P2
BRC1H52W
FXZQ50A
F1,F2

UE 3 - ÀREA TÉCNICA UE 5 - ÀREA TÉCNICA


RXM50N UI.A.T.3 UI.A.T.5
RXM50N

6.4 x FTXM32N 6.4 x FTXM32N


12.7mm 12.7mm

UE 4 - ÀREA TÉCNICA UE 6 - ÀREA TÉCNICA


RXM50N UI.A.T.4 RXM50N UI.A.T.6

6.4 x FTXM32N 6.4 x FTXM32N


12.7mm 12.7mm

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de Tiro de Alcochete 1 0 2 1 9


DESENHO Nº

- - 4 M -
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :

1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Rede de Tubagens. Diagramas ....../....../......

ARQUITETO : ENGENHEIRO : DESENHADOR : Nº ARQUIVO :


NOTA : TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO COMPLEMENTADAS PELA MEMÓRIA DESCRITIVA, CTE, MAPA DE VÃOS, MAPA DE ACABAMENTOS E MEDIÇÕES.
---------- ALF ANA LEMOS ----------
OE 81931
Maciço UE
Vex1

Vex2
Maciço UTAN Maciço UTAN

VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN VN

GE6
VN
GI5 GI5 GI5 GI5 GI5 GI6 GI5 GI5 GI5 GI5 GI6 GI6 GI6 VN
GI6

VN
VN

GI6 GE6
VN GE5 GE5 GE5 GE5 GE5 GE6 GE5 GE5 GE5 GE5 GE6 GE6 GE6
VN

GI6 GE6
VN
GI6 GI6 GI6

GE6 GE6 GE6


VN GI6 GE6

GE6 VN

VN
GI6 GE6 GE5 GI5
GE5 GE3 GE6 GE6 GE6 GE7
GI6
VN
GI5 GI3
VN GI4 GE4 GI6 GE6 GI6 GE6
VN

GI6
VN GI4 GE4 GE1 GE6 GI5
GI7 VN
GE5
GI1 GE13 GE12

GE7
VN
GI6 GE6 GE7
GE6 GE10 VN

VN

VN

GI6 GI6 GI6 GI6 GI7 GI7 GE11


VN GI6 GE6

VN VN
GI6 VN VN VN VN

GI6 GE6
VN
GE6

VN
GI6 GE6

VN

GI6 GE6

VN

GI6 GE6
VN

VN

VN

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de Tiro de Alcochete 1 0 2 1 9


DESENHO Nº

- - 5 M -
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :

1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Ventilação ....../....../......

ARQUITETO : ENGENHEIRO : DESENHADOR : Nº ARQUIVO :


NOTA : TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO COMPLEMENTADAS PELA MEMÓRIA DESCRITIVA, CTE, MAPA DE VÃOS, MAPA DE ACABAMENTOS E MEDIÇÕES.
---------- ALF ANA LEMOS ----------
OE 81931
Maciço UTAN

Maciço UTAN
Vex1

Vex2

Maciço UE

Cobertura
PORMENOR TIPO - Portas de visita

ESC. 1/10

Conduta rectangular Conduta circular


100
100

200
300
GE13 GE12

Vex2 GE10 D
Vex1 S

GE11

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de Tiro de Alcochete 1 0 2 1 9


DESENHO Nº

- - 6 M -
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :

1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Condutas Cobertura ....../....../......

ARQUITETO : ENGENHEIRO : DESENHADOR : Nº ARQUIVO :


NOTA : TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO COMPLEMENTADAS PELA MEMÓRIA DESCRITIVA, CTE, MAPA DE VÃOS, MAPA DE ACABAMENTOS E MEDIÇÕES.
---------- ALF ANA LEMOS ----------
OE 81931
6,43

4,93

4,17

3,50

0,00

Alçado Oeste

Alçado Sul

Pormenor da UTAN

TODOS OS MATERIAIS E COTAS INDICADAS DEVERÃO SER VERIFICADOS E RECTIFICADOS EM OBRA, ANTES DA
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS FINAIS E ENCOMENDA DE FABRICO

P M 0 0 4
UAGME
B E N A V E
PROJETO Nº

Terreno com 55ha a Norte do Campo de Tiro de Alcochete 1 0 2 1 9


DESENHO Nº

- - 7 M -
Construção da Oficina de Optrónica ESCALA :

1/100
VISTO :
Instalações Mecânicas
RTE / DIE Pormenores UTA ....../....../......

ARQUITETO : ENGENHEIRO : DESENHADOR : Nº ARQUIVO :


NOTA : TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO COMPLEMENTADAS PELA MEMÓRIA DESCRITIVA, CTE E MEDIÇÕES.
---------- ALF ANA LEMOS ----------
OE 81931

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