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Carreira dos Servidores Militares RS

A Lei Complementar nº 10.992, de 18 de agosto de 1997, estabelece a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul, incluindo a criação dos Quadros de Oficiais de Estado Maior e de Oficiais Especialistas em Saúde. A lei define os requisitos para ingresso, promoção e ascensão funcional, além de incorporar postos de carreiras anteriores e extinguir outros. Também regulamenta a formação e a qualificação dos militares, assegurando direitos de ascensão hierárquica e a estruturação das graduações.
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A Lei Complementar nº 10.992, de 18 de agosto de 1997, estabelece a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul, incluindo a criação dos Quadros de Oficiais de Estado Maior e de Oficiais Especialistas em Saúde. A lei define os requisitos para ingresso, promoção e ascensão funcional, além de incorporar postos de carreiras anteriores e extinguir outros. Também regulamenta a formação e a qualificação dos militares, assegurando direitos de ascensão hierárquica e a estruturação das graduações.
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LEI COMPLEMENTAR Nº 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.


Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
FAÇO SABER, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa
aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte:
Art. 1º Os Quadros de Organização da Brigada Militar e as carreiras dos Oficiais e Praças passam a observar os preceitos
estatuídos na presente Lei.
Art. 2º Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Superior, estruturada através do Quadro de
Oficiais de Estado Maior - QOEM e do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde - QOES.
§ 1º A carreira dos Quadros de Oficiais, de que trata o "caput" deste artigo, é constituída dos postos de Capitão, Major,
Tenente-Coronel e Coronel.
§ 2º A inclusão no quadro de acesso para a promoção ao posto de Coronel poderá ser recusada pelo servidor.
Art. 3º O ingresso no QOEM dar-se-á no posto de Capitão, por ato do Governador do Estado, após concluída a formação
específica, através de aprovação no Curso Superior de Polícia Militar.
§ 1º O ingresso no Curso Superior de Polícia Militar dar-se-á mediante concurso público de provas e títulos com
exigência de diplomação no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais.
§ 2º Os aprovados no concurso público de que trata o parágrafo anterior, enquanto estiverem freqüentando o Curso
Superior de Polícia Militar, cujo prazo de duração não excederá a dois anos, serão considerados Alunos-Oficiais.
Art. 4º O ingresso no QOES dar-se-á no posto de Capitão, por ato do Governador do Estado, mediante concurso público de
provas e títulos e conclusão, com aprovação, do Curso Básico de Oficiais de Saúde - CBOS, sendo exigido diploma de nível superior na
respectiva área da saúde.
Art. 5º A ascensão funcional nos postos do QOEM e do QOES ocorrerá após decorrido o interstício mínimo de oito anos de
efetivo serviço em cada posto imediatamente anterior ao correspondente à promoção.
§ 1º Para a promoção ao posto de Major, o ocupante do posto de Capitão deverá ter prestado serviços em órgão de
execução por um período, consecutivo ou não de no mínimo, três anos e ter concluído, com aprovação, o Curso Avançado de Policial Militar -
CAAPM.
§ 2º O acesso à promoção ao posto de Coronel, pelo ocupante do posto de Tenente-Coronel, exige a conclusão, com
aprovação, do Curso de Especialização em Políticas e Gestão de Segurança Pública - CEPGSP.
§ 3º O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso Superior de Polícia Militar, cursados pelos integrantes do
Quadro de Oficiais de Polícia Militar - QOPM, com vigência anterior a esta Lei, são equivalentes e substituídos, respectivamente, pelos Cursos
previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo.
Art. 6º Os postos de Capitão, Major, Tenente-Coronel e Coronel da atual carreira do Quadro de Oficiais de Polícia Militar -
QOPM e o posto de Capitão da atual carreira do Quadro Especial de Oficiais de Polícia Militar Feminina - QEOPMFem, previstos na Lei nº 9.741,
de 20 de outubro de 1992, ficam incorporados à carreira do QOEM, assim como os postos mencionados neste artigo, da atual carreira do
Quadro de Oficiais de Saúde - QOS, igualmente previstos na mencionada Lei, passam a integrar a carreira do QOES.
§ 1º Os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOPM e do QEOPMFem passam a constituir o Quadro
Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção - QEOBMEx, e os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOS passam também
a constituir o Quadro Especial de Oficiais de Saúde da Brigada Militar em Extinção - QEOSBMEx, sendo que estes postos serão extintos à
medida que vagarem os respectivos cargos.
§ 2º Não haverá ingressos no posto inicial da carreira do QOEM e do QOES, decorrentes da conclusão dos Cursos
instituídos nos artigos 3º e 4º desta Lei, enquanto não forem promovidos ao posto de Capitão os integrantes dos Quadros Especiais previstos
no parágrafo anterior, até a sua extinção.
§ 3º A incorporação dos Oficiais oriundos dos Quadros extintos por esta Lei Complementar aos novos Quadros por ela
criados, far-se-á de acordo com as respectivas antiguidades e na ordem de precedência que entre si detinham nos Quadros de origem, sendo
que, na hipótese de igualdade de antigüidade, será considerada como termo inicial a data de promoção ou nomeação para o posto de
Segundo Tenente, assegurando-se a mencionados Oficiais o direito de acesso a todos postos, em igualdade de condições. (Redação dada pela
Lei Complementar n° 11.773, de 05 de abril de 2002)
§ 4º Os Alunos-Oficiais dos Cursos Superiores de Formação de Oficiais da Brigada Militar em andamento ou já
autorizados, mediante edital, na data de vigência desta Lei Complementar, serão promovidos ao posto de Segundo-Tenente do QEOBMEx
referido no § 1º deste artigo, por ocasião da formatura no respectivo curso, mediante ato do Governador do Estado. (Redação dada pela Lei
Complementar nº 11.272, de 18 de dezembro de 1998)
§ 5º O Curso Superior de Formação de Oficiais da Brigada Militar (CSFO/BM), com vigência anterior a esta Lei, é
equivalente e substituído pelo Curso Superior de Polícia Militar.
§ 6º A promoção disciplinada pelo § 4º deste artigo será realizada para o posto de Primeiro-Tenente do QEOBMEx,
quando nele existirem vagas, respeitada a precedência hierárquica. (Parágrafo incluído pela Lei Complementar nº 11.272, de 18 de dezembro de
1998)
Art. 7º Os integrantes do QOPM, do QEOPMFem e do QOS, previstos na Lei nº 9.741, de 20 de outubro de 1992, bem como
os integrantes dos Quadros Especiais em extinção, previstos no § 1º do artigo anterior, têm assegurado o direito à ascensão hierárquica,
independentemente do interstício e tempo de serviço em órgão de execução previstos no artigo 5º desta Lei, aplicando-se-lhes o Estatuto dos
Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e o Regulamento de Promoções.
Parágrafo único (Parágrafo suprimido pela Lei Complementar nº 11.248, de 03 de dezembro de 1998)
Art. 8º O Oficial do Quadro de Oficiais de Estado Maior - QOEM exerce o Comando, Chefia ou Direção dos órgãos
administrativos de média e alta complexidade da estrutura organizacional da Corporação e das médias e grandes frações de tropa de atividade
operacional, incumbindo-lhe o planejamento, a coordenação e o controle das atividades a seu nível, na forma regulamentar, bem como o
planejamento, a direção e a execução das atividades de ensino, pesquisa, instrução e treinamento, voltadas ao desenvolvimento da segurança
pública, na área afeta à Brigada Militar.
Art. 9º O Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde - QOES atuará nas atividades de saúde da Instituição,
aplicando-lhes as disposições do artigo anterior, de acordo com as suas peculiaridades.
Art. 10 Os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE), previstos na Lei nº 9.741, de 20
de outubro de 1992, serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos, ficando assegurado aos seus atuais integrantes a ascensão
hierárquica, na forma da legislação pertinente.
Art. 11 Fica instituída a carreira dos Militares Estaduais de Nível Médio, integrada pelo Quadro de Primeiros-Tenentes de
Polícia Militar – QTPM – e pelas Qualificações Policiais-Militares – QPM – para Praças, composta, respectivamente, por posto e graduações,
com exigência da escolaridade de nível superior, a qual possibilitará o acesso ao grau hierárquico de Primeiro-Tenente. (Redação dada pela Lei
Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 1º A inclusão em Quadro de Acesso para as promoções na carreira instituídas no caput poderá ser recusada pelo
servidor militar. (Parágrafo incluído pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
§ 2º Fica assegurado aos Terceiro-Sargentos em Extinção, aos Cabos em Extinção e aos Soldados que ingressaram
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na Brigada Militar anterior a data de 18 de agosto de 1997, o direito de freqüentarem o Curso Técnico de Segurança Pública (CTSP),
independente de possuírem o ensino médio, permanecendo a necessidade de preencherem os demais requisitos impostos em lei. (Parágrafo
incluído pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
§ 3º Os Militares Estaduais para serem promovidos deverão estar classificados, no mínimo, no comportamento "Bom".
(Parágrafo incluído pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
§ 4º Na promoção de carreira dos Militares Estaduais de Nível Médio não será exigido exame psicotécnico. (Parágrafo
incluído pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
§ 5º A escolaridade de nível superior para ingresso e ascensão na carreira de que trata o “caput” deste artigo, aplicar-
se-á, exclusivamente, aos Militares Estaduais nomeados após aprovação nos concursos cujo edital de abertura seja publicado após 1º de
julho de 2027. (Parágrafo inlcuído pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 6º Aos candidatos nomeados em decorrência de aprovação em concurso cujo edital de abertura tenha sido
publicado antes de 1º de julho de 2027, será exigida conclusão de Ensino Médio ou equivalente, para ingresso no Curso Básico de Formação
Policial Militar, dispensada a escolaridade de nível superior para ascensão na carreira de que trata o “caput” deste artigo. (Parágrafo inlcuído pela Lei
Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
Art. 12 As Qualificações Policiais-Militares (QPM) da Brigada Militar passam a ser as seguintes:
I - Qualificação Policial-Militar 1 (QPM-1): Praças de Polícia Ostensiva;
II - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2): Praças Bombeiros.
Art. 13 As Qualificações Policiais-Militares a que se refere o art. 12 são constituídas pelas graduações de Soldado,
Segundo-Sargento e Primeiro-Sargento. (Redação dada pela Lei Complementar nº 16.181, de 7 de outubro de 2024)
§ 1º A graduação de Soldado será subdividida em Primeira Classe e Classe Especial. (A Lei Complementar nº 16.181,
de 7 de outubro de 2024, renomeou o parágrafo único para § 1º)
§ 2º A progressão de Soldado de Primeira Classe para a de Soldado Classe Especial será automática após 15
(quinze) anos de carreira. (Parágrafo incluído pela Lei Complementar nº 16.181, de 7 de outubro de 2024)
Art. 14 O ingresso na carreira de praças da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dar-se-á na Primeira Classe da
graduação de Soldado, por ato do Governador do Estado, após aprovação em concurso público e no respectivo Curso de Formação. (Redação
dada pela Lei Complementar nº 16.181, de 7 de outubro de 2024)
Art. 15 (Revogado pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
Art. 16 As graduações de Cabo e Subtenente, previstas na Lei nº 9.741, de 20 de outubro de 1992, ficam extintas, à medida
que vagarem os respectivos cargos.
§ 1º A graduação de Terceiro-Sargento será provida, respeitado o efetivo para ela fixado na Lei citada, mediante a
formação em serviço dos atuais Cabos e Soldados, respeitada a ordem hierárquica, que houverem ingressado na Instituição até a data de 18
de agosto de 1997, que contarem ou completarem cinco anos de efetivo serviço na Brigada Militar. (Redação dada pela Lei Complementar nº 11.832,
de 18 de setembro de 2002)
§ 2º Os promovidos à graduação de Terceiro-Sargento freqüentarão estágio de aperfeiçoamento visando a
adequarem-se à nova graduação. (Redação dada pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
§ 3º Fica extinta, a contar 1º de julho de 2022, a graduação de Terceiro-Sargento, sendo revertidos seus respectivos
cargos, ao longo de 5 (cinco) anos, na proporção de 1/5 (um quinto) por ano, sempre em 1º de julho, sendo 10% (dez por cento) do total anual
para o posto de Primeiro-Tenente, 20% (vinte por cento) para a graduação de Primeiro-Sargento e os 70% (setenta por cento) restantes para a
graduação de Segundo-Sargento, arredondando-se a fração para o número inteiro imediatamente posterior. (Redação dada pela Lei Complementar
nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 4º (Parágrafo revogado pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
§ 5º (Parágrafo revogado pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
§ 6° (Parágrafo revogado pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
Art. 17 O Soldado, o Segundo-Sargento e o Primeiro-Sargento poderão ser promovidos, por antiguidade ou merecimento,
alternadamente, para a graduação imediatamente posterior, observado o cumprimento do interstício mínimo de efetivo serviço na respectiva
graduação, a conclusão, com aprovação, do respectivo curso de habilitação, quando se tratar de acesso à graduação de Segundo-Sargento e
ao posto de Primeiro-Tenente, bem como a existência de cargos vagos na graduação a ser provida. (Redação dada pela Lei Complementar nº
15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 1º Serão disponibilizadas, anualmente, vagas para o Curso Técnico de Segurança Pública – CTSP – e para o Curso
Básico de Administração Policial Militar – CBAPM – em número equivalente a, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos cargos vagos na graduação
de Segundo-Sargento e no posto de Primeiro-Tenente, respectivamente. (Redação dada pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 2º As vagas do CTSP, para os Soldados, de qualquer nível, e Cabos, em extinção, e do CBAPM, para os Primeiros-
Sargentos e Subtenentes, em extinção, serão disponibilizadas na proporção de 50% (cinquenta por cento) por antiguidade e 50% (cinquenta
por cento) para os Militares Estaduais aprovados em processo seletivo regulado administrativamente pela Brigada Militar e pelo Corpo de
Bombeiros Militar, observado, em qualquer caso, o interstício na respectiva graduação. (Redação dada pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de
agosto de 2022)
§ 3º Poderão se inscrever para a realização do CTSP os Soldados, de qualquer nível, que tenham cumprido o
interstício mínimo de 5 (cinco) anos de efetivo exercício na graduação, observado o disposto nos §§ 1º e 2º deste artigo. (Redação dada pela Lei
Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 4º A promoção do Segundo-Sargento para a graduação de Primeiro-Sargento observará os critérios da antiguidade e
do merecimento, alternadamente, e dependerá da existência de vaga e do cumprimento do interstício mínimo de 8 (oito) anos de efetivo
exercício na graduação de Segundo-Sargento. (Redação dada pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 5º Poderão se inscrever para a realização do CBAPM os Primeiros-Sargentos que tenham cumprido o interstício
mínimo de 8 (oito) anos de efetivo exercício na graduação, observado o disposto nos §§ 1º e 2º deste artigo. (Parágrafo incluído pela Lei
Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 6º O interstício de permanência nas graduações de Segundo e Primeiro-Sargento de que tratam os §§ 4º e 5º deste
artigo será de: (Parágrafo incluído pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
I - 4 (quatro) anos, para o Militar Estadual que, em 1º de julho de 2022, ocupe a graduação de Primeiro ou de Segundo-
Sargento; (Inciso incluído pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
II - 4 (quatro) anos, para o Militar Estadual que, em 1º de julho de 2022, ocupe a graduação de Soldado, desde que
conste em lista dentre as vagas de processo seletivo interno já homologado em edital específico, habilitado, convocado ou já frequentando o
CTSP; (Inciso incluído pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
III - 3 (três) anos, para o Militar Estadual que, na data da publicação da Lei Complementar nº 15.048, de 5 de dezembro
de 2017, ocupasse a graduação de Terceiro, Segundo ou Primeiro-Sargento, ou que estivesse frequentando o CTSP; e
IV - 4 (quatro) anos, para o Militar Estadual que tenha sido incluído na graduação de Soldado até 31 de dezembro de 2012 e não se enquadre
nos casos dos incisos I, II e III deste parágrafo. (Inciso incluído pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
Art. 18 (Artigo revogado pela Lei Complementar nº 12.374, de 24 de novembro de 2005)
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Art. 19 (Revogado pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 1º (Revogado pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
§ 2º (Revogado pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
Art. 20 Os Servidores Militares Estaduais de Nível Médio são, por excelência, respeitada a ordem hierárquica, elementos de
execução das atividades administrativas e operacionais, podendo exercer o Comando e Chefia de órgãos administrativos de menor
complexidade e das pequenas frações de tropa da atividade operacional da estrutura organizacional da Corporação, assim como auxiliar nas
tarefas de planejamento, executar a coordenação e o controle das atividades em seu nível, na forma regulamentar, e ainda auxiliar na execução
das atividades de ensino, pesquisa, instrução e treinamento. (Redação dada pela Lei Complementar nº 11.832, de 18 de setembro de 2002)
Art. 21 (Revogado pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
Parágrafo único (Revogado pela Lei Complementar nº 15.882, de 3 de agosto de 2022)
Art. 22 Ficam extintas as Qualificações Policiais Militares Gerais e Particulares e a Qualificação Especial de Praças de
Polícia Militar Feminina, instituídas pela Lei nº 9.741, de 20 de outubro de 1992.
§ 1º As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP), da Qualificação Policial-
Militar Geral-1 (QPMG-1), e da Qualificação Especial de Praças de Polícia-Militar Feminina (QEPPMFem) passam a integrar a Qualificação
Policial-Militar 1 (QPM-1).
§ 2º As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP) da Qualificação Policial-
Militar Geral-2 (QPMG-2) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2).
§ 3º As fusões das extintas Qualificações Policiais-Militares, com vistas à formação das Qualificações criadas por esta
Lei, observarão, para a organização das novas escalas hierárquicas, a ordem de antigüidade na graduação e a ordem de precedência que
seus integrantes detinham nas Qualificações extintas.
§ 4º As especialidades de interesse da Brigada Militar, criadas por Praças, serão criadas e reguladas por ato do Chefe
do Poder Executivo, mediante proposta do Comandante-Geral da Brigada Militar ao Secretário de Estado responsável pelos assuntos da
segurança pública.
Art. 23 Fica extinta a graduação de Aspirante-a-Oficial.
Art. 24 Ficam e extintos os Cursos de Formação, Habilitação e Aperfeiçoamento instituídos para Oficiais e Praças
anteriormente à vigência desta Lei.
Art. 25 Ficam mantidos os padrões remuneratórios dos cargos correspondentes aos postos e graduações extintos por esta
Lei, sobre os quais incidirá a política salarial do Estado.
Art. 25-A Os Soldados Nível I, II e III ativos e inativos serão reenquadrados da seguinte forma: (Redação dada pela Lei
Complementar nº 16.181, de 7 de outubro de 2024)
I - os Soldados que tiverem até 15 (quinze) anos de carreira serão reenquadrados como Soldados de Primeira Classe;
(Redação dada pela Lei Complementar nº 16.181, de 7 de outubro de 2024)
II - os Soldados que tiverem mais de 15 (quinze) anos de carreira serão reenquadrados como Soldados de Classe
Especial. (Redação dada pela Lei Complementar nº 16.181, de 7 de outubro de 2024)
III - (Suprimido pela Lei Complementar nº 16.181, de 7 de outubro de 2024)
Parágrafo único Aplicam-se, no que couber, as disposições deste artigo aos pensionistas com direito à paridade em seus
benefícios, nos termos da lei. (Parágrafo único incluído pela Lei Complementar nº 16.181, de 7 de outubro de 2024)
Art. 26 (Artigo revogado pela Lei Complementar nº 12.374, de 24 de novembro de 2005)
§ único Durante o decurso do prazo de 05 (cinco) anos previsto no caput do artigo, o interstício exigido será de 01 (um)
ano. (Parágrafo incluído pela Lei Complementar nº 11.803, de 05 de junho de 2002)
Art. 27 VETADO.
Art. 28 As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.
Art. 29 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 30 Revogam-se as disposições em contrário.
PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 18 de agosto de 1997.
DOE de 19/08/1997
ANTONIO BRITTO,
Governador do estado.

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