Fundamentos da Internet e Conectividade
Fundamentos da Internet e Conectividade
PC-RS
Informática
Informática
Redes de computadores e comunicação: princípios de funcionamento e arquitetura
de redes LAN, MAN e WAN. Modelos OSI/ISO e TCP/IP: camadas, funções e
protocolos envolvidos (Ethernet, IP – IPv4/IPv6, TCP, UDP, DNS, DHCP, SNMP)......... 10
Computação em nuvem (cloud computing): conceitos, tipos de nuvens (públicas e
privadas) e modelos de serviço (IaaS, PaaS, SaaS)...................................................... 23
Sistemas operacionais e ferramentas de escritório: noções de Windows e Linux,
abrangendo conceitos de pastas, diretórios, arquivos, atalhos, área de trabalho e
área de transferência. Manipulação de arquivos e pastas: permissões de acesso, uso
de menus, execução de programas e aplicativos........................................................... 26
Acesso remoto, transferência de arquivos...................................................................... 56
Uso de aplicativos multimídia (áudio, vídeo)................................................................... 57
Ferramentas de colaboração online, como Microsoft Teams. sistemas de mensageria
instantânea e VOIP......................................................................................................... 58
Edição de textos,planilhas e apresentações: utilização em ambientes Microsoft Office
365 e LibreOffice............................................................................................................. 62
Correio eletrônico (SMTP, IMAP).................................................................................... 87
Grupos de discussão....................................................................................................... 92
Redes sociais.................................................................................................................. 95
Hash (MD5, SHA-1, SHA-256): conceito e importância para a integridade e cadeia de
custódia da evidência digital........................................................................................... 98
Segurança da informação: conceitos de proteção, segurança de dados e privacidade.
Ferramentas e técnicas de segurança: antivírus, firewall, anti-spyware e autenticação
multifator (MFA)............................................................................................................... 100
Investigação de evidências digitais: ciclo da prova digital (identificação, preservação,
coleta, análise e apresentação). Análise de metadados: extração de informações
em arquivos, fotos e vídeos. Investigação em plataformas digitais: análise de redes
sociais, serviços de mensageria instantânea e plataformas de vídeo. Criptografia na
investigação: conceito, tipos (simétrica e assimétrica) e implicações práticas............... 108
Questões......................................................................................................................... 111
Gabarito........................................................................................................................... 120
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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Fundamentos da internet e da conectividade: conceitos de internet, intranet e web,
abrangendo as camadas superficial, Deep Web e Dark Web. Deep Web e Dark Web:
distinções, ferramentas de navegação anônima (Tor, I2P), técnicas de rastreio e
identificação de usuários. Identificação de usuários: conceitos de endereço IP
(dinâmico e estático), CGNAT, portas lógicas, redes P2P, DNS, coleta de logs, spoofing,
VPNproxies e demais técnicas de encobrimento digital. Ferramentas e aplicativos para
navegação. busca
INTERNET
A internet transformou radicalmente a maneira como nos comunicamos, trabalhamos e acessamos informa-
ções. Trata-se de uma rede global de computadores interconectados que permite a troca de dados e serviços
entre dispositivos em todo o mundo. Essa interconexão é possível graças a protocolos padronizados que ga-
rantem a comunicação eficiente entre diferentes sistemas, independentemente de sua localização geográfica.
Navegadores de Internet
Um navegador de internet é um programa essencial para acessar e interagir com o conteúdo da web. Co-
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nhecidos também como web browsers, eles exibem qualquer tipo de conteúdo disponível na internet, como
textos, imagens, vídeos, jogos, animações, aplicativos e até servidores.
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Navegadores como Google Chrome, Firefox, Microsoft Edge, Opera e Safari são alguns dos mais populares:
▸ Google Chorme
O Google Chrome é o navegador mais utilizado no mundo, conhecido por seu desempenho rápido e inter-
face limpa. Ele oferece uma vasta biblioteca de extensões que podem personalizar a experiência do usuário e
suporta uma ampla gama de dispositivos e sistemas operacionais.
Principais recursos:
▪ Alta velocidade de navegação e desempenho otimizado.
▪ Suporte para milhares de extensões.
▪ Sincronização de dados entre dispositivos com uma conta Google.
▪ Segurança avançada com suporte a HTTPS e proteção contra sites maliciosos.
▪ Disponível em desktop e mobile (Android, iOS).
▸ Firefox
O Mozilla Firefox é conhecido por seu compromisso com a privacidade e personalização. Ele é amplamente
utilizado por desenvolvedores e usuários que buscam uma experiência de navegação rápida, com extensões
poderosas e uma interface que pode ser adaptada.
Principais recursos:
▪ Foco em privacidade, com ferramentas de proteção contra rastreamento.
▪ Leve e acessível em sistemas mais antigos.
▪ Atualizações frequentes para segurança e performance.
▪ Disponível em desktop e mobile.
▸ Microsoft Edge
O Microsoft Edge, sucessor do Internet Explorer, é agora baseado no mesmo motor do Chrome, o Chro-
mium, oferecendo um navegador moderno com integração total ao ecossistema Windows. Ele é otimizado para
o Windows 10/11 e oferece suporte para extensões.
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Principais recursos:
▪ Integração com a assistente virtual Cortana e sincronização de dados no Windows.
▪ Modo de leitura para transformar sites em páginas mais legíveis.
▪ Desempenho rápido e uso eficiente de recursos.
▪ Navegação segura com bloqueio de rastreadores.
▸ Opera
O Opera é um navegador focado em oferecer uma experiência otimizada em velocidade e eficiência. Com
seu recurso de Turbo Opera, o navegador comprime dados, acelerando a navegação em redes lentas.
Principais recursos:
▪ Consumo baixo de recursos e otimizado para dispositivos móveis.
▪ Bloqueador de anúncios embutido.
▪ Modo Turbo que comprime dados para acelerar a navegação.
▪ VPN integrada gratuita para maior privacidade.
▸ Safari
O Safari, navegador nativo da Apple, é altamente otimizado para dispositivos da marca, oferecendo um
desempenho superior em termos de velocidade e segurança em iPhones, iPads e Macs. Ele também suporta
uma ampla gama de funcionalidades focadas na privacidade.
Principais recursos:
▪ Sincronização total com o ecossistema Apple.
▪ Modo de navegação privada e proteção avançada contra rastreamento.
▪ Suporte a tecnologias modernas como HTML5 e CSS3.
▪ Disponível para macOS, iOS, e Windows.
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Cache
O cache é um espaço onde o navegador guarda temporariamente conteúdos de sites visitados, como ima-
gens, vídeos, textos e arquivos. Isso serve para que, ao acessar o mesmo site outra vez, ele carregue mais
rápido, já que parte dos dados já está salva no computador. O cache ajuda a economizar tempo e internet,
mas pode causar problemas quando guarda versões antigas das páginas. Nesses casos, o site pode não abrir
corretamente ou não mostrar atualizações. Por isso, às vezes é necessário limpar o cache nas configurações
do navegador.
Cookies
Durante a navegação, os sites podem armazenar pequenos arquivos de dados nos dispositivos dos usuá-
rios, conhecidos como cookies. Esses arquivos permitem que os sites “lembrem” de informações importantes,
personalizando a experiência de navegação. Por exemplo, cookies podem manter o usuário logado, guardar
itens adicionados a um carrinho de compras ou salvar preferências de idioma. No entanto, também são utili-
zados para rastrear o comportamento online, o que levanta preocupações relativas à privacidade. Muitos sites
solicitam consentimento para o uso de cookies, em conformidade com legislações como o GDPR na Europa,
ressaltando a importância de estar atento às políticas de privacidade ao navegar.
Links e Hiperlinks
A navegação fluida entre diferentes recursos na internet é possibilitada pelos links ou hiperlinks. Um link é
uma referência que conecta uma página ou documento a outro, permitindo que os usuários transitem facilmente
entre conteúdos relacionados. Os hiperlinks são elementos fundamentais da Web, pois criam uma rede inter-
ligada de informações, facilitando o acesso e a descoberta de novos conteúdos. Eles podem ser incorporados
em textos, imagens ou outros elementos interativos, tornando a experiência de navegação dinâmica e rica em
conexões.
Websites
Um website, site ou sítio na internet, é um conjunto de páginas interligadas que podem ser acessadas por
meio de um navegador. Esses sites podem servir a diversos propósitos, desde fornecer informações até permi-
tir compras online ou interação social.
Existem diferentes tipos de sites:
▪ Estáticos: Exibem o mesmo conteúdo para todos os usuários e não possuem interação dinâmica.
▪ Dinâmicos: Permitem interação e conteúdo personalizado, como redes sociais ou plataformas de e-com-
merce.
▪ Redes sociais: Como o Facebook ou Twitter, onde os usuários podem compartilhar informações, imagens
e se conectar com outras pessoas.
▪ Portais: Oferecem uma grande quantidade de informações e serviços em um único lugar, como notícias,
e-mail e previsão do tempo.
▪ Sites institucionais: Mantidos por empresas ou órgãos públicos para divulgar informações sobre sua
atuação e serviços.
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Sites de busca
Os mecanismos de busca são ferramentas fundamentais que nos permitem encontrar informações de ma-
neira rápida e eficiente na vastidão de conteúdos da internet. Esses sistemas funcionam ao rastrear, indexar e
organizar bilhões de páginas web para, em segundos, fornecer uma lista de resultados relevantes para a pes-
quisa realizada pelo usuário. Entre os buscadores mais conhecidos estão:
▪ Google: O mais popular e amplamente utilizado mecanismo de busca no mundo, com algoritmos avança-
dos que retornam resultados precisos e relevantes.
▪ Yahoo: Ainda bastante utilizado, especialmente nos Estados Unidos, combina resultados de busca com
notícias e serviços de e-mail.
▪ Bing: Desenvolvido pela Microsoft, Bing é uma alternativa ao Google, com foco em integração com o Win-
dows e resultados visuais aprimorados.
Esses mecanismos são acessíveis de forma bastante simples. Basta digitar o endereço do buscador dese-
jado na barra de URLs do navegador. Por exemplo:
[Link]
[Link]
[Link]
Ao acessar essas páginas, basta inserir palavras-chave relacionadas ao que se deseja pesquisar e pres-
sionar Enter.
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Para realizar uma pesquisa no Google, siga estes passos:
Passo 1. Digite [Link] na barra de endereços do navegador e pressione Enter. O Google tam-
bém está integrado na barra de pesquisa da maioria dos navegadores modernos, permitindo o uso direto sem
precisar acessar o site.
Passo 2. Na página inicial do Google, você verá uma barra de pesquisa centralizada. Nela, você pode digi-
tar as palavras-chave relacionadas ao tema de seu interesse.
O Google organiza os resultados com base na relevância, mostrando no topo as páginas mais confiáveis ou
populares. Dependendo da pesquisa, os primeiros resultados podem ser anúncios pagos, seguidos por links de
sites, imagens, vídeos e perguntas frequentes sobre o tema.
▪ Google Shopping: Para aqueles que estão em busca de produtos, o Google Shopping é uma plataforma
integrada que permite pesquisar itens para compra. Ao clicar na aba Shopping, você verá ofertas de diferentes
lojas online.
▪ Google Imagens: Para buscar imagens relacionadas a uma palavra-chave, clique em Imagens ou acesse
[Link]. Insira o termo desejado e o Google exibirá imagens associadas à pesquisa.
▪ Google Notícias: Acesse [Link] ou clique na aba Notícias. Essa opção organiza os resultados
de busca com foco em artigos recentes e relevantes publicados em sites de notícias, oferecendo uma visão
atualizada sobre os acontecimentos mais recentes.
▪ Google Mapas: O Google Mapas ([Link]) é a ferramenta de pesquisa para encontrar locali-
zações. Você pode digitar o nome de uma cidade, restaurante, ponto turístico ou endereço e visualizar o local
no mapa, além de obter rotas.
▪ Google Acadêmico: O Google também possui uma ferramenta voltada para pesquisas acadêmicas, aces-
sível em [Link]. O Google Acadêmico oferece artigos científicos, teses, livros e outros conteúdos
acadêmicos relevantes.
Intranet e Extranet
A Intranet é uma rede privada usada dentro de uma organização, criada para facilitar a comunicação e o
compartilhamento de informações entre seus funcionários. Funciona de forma semelhante à internet, mas é fe-
chada para uso exclusivo da empresa. Nela, os colaboradores podem acessar documentos internos, participar
de treinamentos e utilizar sistemas de gestão. A principal vantagem da Intranet é a segurança, pois os dados
ficam protegidos e disponíveis apenas para quem trabalha na organização.
A Extranet, por outro lado, é uma extensão da Intranet, que permite que pessoas externas, como clientes
e fornecedores, tenham acesso controlado a certas informações da rede privada da empresa. Por exemplo,
fornecedores podem acessar pedidos ou enviar faturas. A Extranet facilita a colaboração entre a empresa e
seus parceiros, garantindo ao mesmo tempo a segurança dos dados, pois só pessoas autorizadas conseguem
acessar as informações.
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Comparativo entre as tecnologias
A tabela a seguir apresenta um comparativo entre as características da Internet, Intranet e Extranet, desta-
cando suas principais diferenças e funcionalidades:
▪ Download: Este é o processo de baixar um arquivo da internet para um dispositivo local. Quando você faz
o download de uma música, documento ou vídeo, está trazendo dados de um servidor ou de outro dispositivo
para o seu computador, smartphone ou tablet. O download permite que o arquivo esteja acessível no seu dis-
positivo, mesmo offline.
▪ Upload: Ao contrário do download, o upload é o envio de um arquivo do dispositivo local para um servidor
na internet. Quando você compartilha uma foto nas redes sociais, envia um documento por e-mail ou faz o ba-
ckup de um arquivo na nuvem, está realizando um upload. Esse processo transfere os dados do seu dispositivo
para uma localização remota, onde outras pessoas ou você mesmo podem acessá-los posteriormente.
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Arquivos maiores, como vídeos em alta resolução ou pastas compactadas, demandam conexões mais rá-
pidas para que a transferência seja concluída sem interrupções ou atrasos. Já em redes lentas ou instáveis,
mesmo arquivos pequenos podem demorar ou falhar.
Protocolos de Transferência
Para garantir que o download e upload sejam feitos com eficiência e segurança, diferentes protocolos são
utilizados, incluindo:
▪ FTP (File Transfer Protocol): O FTP é um dos protocolos mais antigos para transferência de arquivos,
permitindo o envio e recebimento de grandes volumes de dados entre computadores conectados em uma rede.
Ele é amplamente usado para fazer upload e download de arquivos em servidores, sendo especialmente útil
em websites e servidores corporativos.
▪ SFTP (Secure File Transfer Protocol): SFTP é uma versão segura do FTP, que utiliza criptografia para
proteger os dados enquanto são transferidos. Ele é preferido para transferências que exigem proteção contra
acessos não autorizados e interceptações, como no caso de dados sensíveis ou confidenciais.
VPN
A VPN (Virtual Private Network) é uma tecnologia que permite criar uma conexão segura entre o usuário e
uma rede, como a internet, utilizando um túnel criptografado para proteger os dados transmitidos.
Ela é amplamente utilizada em ambientes corporativos para que funcionários possam acessar redes in-
ternas de forma remota e segura, além de ser uma ferramenta valiosa para proteger a privacidade durante a
navegação.
Desvantagens
Embora as VPNs ofereçam muitos benefícios, elas podem reduzir a velocidade de conexão devido à crip-
tografia e roteamento de dados. Além disso, é importante escolher provedores confiáveis, pois alguns podem
armazenar registros de atividades dos usuários.
Protocolos de Internet
A comunicação na internet ocorre de forma ordenada e precisa graças a uma série de protocolos, que são
regras e padrões utilizados para garantir que os dados sejam transmitidos corretamente entre os dispositivos
conectados. Eles são responsáveis por organizar a maneira como os dados são transmitidos pela rede. Entre
os mais importantes, destacam-se:
▪ HTTP (HyperText Transfer Protocol): Esse protocolo é utilizado para a transferência de dados entre
navegadores e servidores web, permitindo o acesso a páginas da internet. O HTTP é o protocolo base para a
comunicação na web, viabilizando a troca de informações entre clientes (como um navegador) e servidores.
▪ HTTPS (HyperText Transfer Protocol Secure): O HTTPS é uma versão do HTTP que oferece uma
camada adicional de segurança. Ele utiliza criptografia para proteger os dados que estão sendo transmitidos,
garantindo que informações sensíveis, como senhas e dados bancários, não sejam interceptadas. Isso é espe-
cialmente importante em transações online e em sites que exigem login.
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▪ IPv4 (Internet Protocol version 4): O IPv4 é a quarta versão do Protocolo de Internet, responsável por
atribuir endereços IP aos dispositivos conectados à rede. Cada endereço IPv4 é composto por uma sequência
de quatro números, separados por pontos, como “[Link]”. Essa versão do protocolo foi amplamente uti-
lizada desde o início da internet, mas está passando por um processo de substituição devido ao esgotamento
dos endereços disponíveis, uma vez que o número de dispositivos conectados cresceu exponencialmente.
▪ IPv6 (Internet Protocol version 6): O IPv6 foi desenvolvido para substituir o IPv4, permitindo a criação
de um número quase ilimitado de endereços IP. Ele utiliza uma sequência mais longa de números e letras, se-
parados por dois-pontos, como “2001:0db8:85a3:0000:0000:8a2e:0370:7334”. A transição do IPv4 para o IPv6
ocorre devido à escassez de endereços no IPv4, sendo um processo gradual, mas inevitável, já que cada vez
mais dispositivos se conectam à internet.
Camadas de Protocolos
A internet é composta por uma arquitetura em camadas, onde cada uma desempenha um papel específico
na comunicação de dados. Esse modelo em camadas organiza as funções da rede, permitindo que diferentes
tecnologias possam coexistir e interagir de forma padronizada. As quatro camadas principais são:
▪ Camada de Aplicação: A camada de aplicação é onde ocorrem as interações diretas entre os usuários e
os aplicativos que utilizam a internet. Aqui estão os protocolos que suportam serviços como e-mail (SMTP), na-
vegação na web (HTTP/HTTPS), e transferência de arquivos (FTP). Nessa camada, os dados são preparados
e convertidos em informações que possam ser enviadas pela rede.
▪ Camada de Transporte: A camada de transporte gerencia a entrega dos dados entre diferentes dispositi-
vos na rede, garantindo que a comunicação seja confiável. Dois protocolos principais atuam aqui:
▪ TCP (Transmission Control Protocol): Protocolo confiável que assegura que os dados sejam entre-
gues de maneira ordenada e completa.
▪ UDP (User Datagram Protocol): Protocolo mais rápido, porém sem garantia de entrega completa,
utilizado em aplicações como streaming de vídeo e jogos online.
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▪ Camada de Rede: A camada de rede é responsável pelo roteamento dos pacotes de dados entre diferen-
tes redes, utilizando endereços IP para identificar os dispositivos. Aqui atuam os protocolos IP (IPv4 ou IPv6),
que garantem que os pacotes sejam direcionados ao destino correto.
▪ Camada de Enlace/Física: Esta camada cuida da transmissão física dos dados entre os dispositivos. Ela
inclui o hardware (como cabos e roteadores) e os protocolos que garantem que os pacotes de dados possam
ser enviados e recebidos através de diferentes meios de transmissão, como cabos de rede ou sinais Wi-Fi.
Essas quatro camadas trabalham juntas para garantir que os dados possam ser transmitidos de maneira
eficiente e segura entre qualquer ponto da internet, independentemente da distância ou dos tipos de dispositi-
vos envolvidos.
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Técnicas de Encobrimento Digital
▪ Proxies: intermediários que redirecionam o tráfego, ocultando o IP real, mas sem criptografia robusta.
▪ VPN (Virtual Private Network): cria um túnel criptografado entre o usuário e a rede, protegendo dados e
oferecendo anonimato.
▪ Redes P2P (Peer-to-Peer): permitem troca direta de dados entre usuários, sem servidor central. São úteis
para compartilhamento legítimo, mas também podem ser usadas para ocultar origem de arquivos.
Camadas da Web
A Web pode ser dividida em três níveis de acesso:
▪ Web Superficial (Surface Web): É a parte visível e indexada pelos buscadores (Google, Bing etc.). Inclui
sites públicos, redes sociais e portais de notícias. Representa apenas uma pequena fração da Internet.
▪ Deep Web: Contém conteúdos não indexados, acessíveis apenas por autenticação ou links diretos, como
bancos de dados corporativos, e-mails e plataformas de ensino. É legítima e usada para fins privados e insti-
tucionais.
▪ Dark Web: Subconjunto da Deep Web que utiliza redes anônimas, como Tor e I2P, para ocultar identida-
des e locais de servidores. Pode abrigar tanto comunicações legítimas quanto atividades ilícitas.
Rede de computadores
Uma rede de computadores é formada por um conjunto de módulos processadores capazes de trocar
informações e compartilhar recursos, interligados por um sistema de comunicação (meios de transmissão e
protocolos)1.
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As aplicações comerciais proporcionam:
▪ Compartilhamento de recursos: impressoras, licenças de software, etc.
▪ Maior confiabilidade por meio de replicação de fontes de dados
▪ Economia de dinheiro: telefonia IP (VoIP), vídeo conferência, etc.
▪ Meio de comunicação eficiente entre os empregados da empresa: e-mail, redes sociais, etc.
▪ Comércio eletrônico.
As aplicações domésticas proporcionam:
▪ Acesso a informações remotas: jornais, bibliotecas digitais, etc.
▪ Comunicação entre as pessoas: Twitter, Facebook, Instagram, etc.
▪ Entretenimento interativo: distribuição de músicas, filmes, etc.
▪ Comércio eletrônico.
▪ Jogos.
Modelo Cliente-Servidor
Uma configuração muito comum em redes de computadores emprega o modelo cliente-servidor O cliente
solicita o recurso ao servidor:
No modelo cliente-servidor, um processo cliente em uma máquina se comunica com um processo servidor
na outra máquina.
O termo processo se refere a um programa em execução.
Uma máquina pode rodar vários processos clientes e servidores simultaneamente.
Equipamentos de redes
Existem diversos equipamentos que podem ser utilizados nas redes de computadores2. Alguns são:
▪ Modem (Modulador/Demodulador): é um dispositivo de hardware físico que funciona para receber da-
dos de um provedor de serviços de internet através de um meio de conexão como cabos, fios ou fibra óptica.
.Cconverte/modula o sinal digital em sinal analógico e transmite por fios, do outro lado, deve ter outro modem
para receber o sinal analógico e demodular, ou seja, converter em sinal digital, para que o computador possa
trabalhar com os dados. Em alguns tipos, a transmissão já é feita enviando os próprios sinais digitais, não pre-
cisando usar os modens, porém, quando se transmite sinais através da linha telefônica é necessário o uso dos
modems.
▪ Placa de rede: possui a mesma tarefa dos modens, porém, somente com sinais digitais, ou seja, é o
hardware que permite os computadores se comunicarem através da rede. A função da placa é controlar todo o
recebimento e envio dos dados através da rede.
▪ Hub: atuam como concentradores de sinais, retransmitindo os dados enviados às máquinas ligadas a ele,
ou seja, o hub tem a função de interligar os computadores de uma rede local, recebendo dados de um compu-
tador e transmitindo à todos os computadores da rede local.
2 [Link]
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▪ Bridge (ponte): a bridge é um dispositivo de rede usado para dividir uma rede em dois segmentos, redu-
zindo o tráfego e melhorando o desempenho. Ela opera na camada de enlace de dados do modelo OSI e filtra
os dados, permitindo apenas o tráfego necessário entre os segmentos. A bridge examina os endereços MAC
dos pacotes para determinar se devem ser encaminhados, funcionando como uma espécie de “filtro inteligente”.
▪ Switch: semelhante ao hub – também chamado de hub inteligente - verifica os cabeçalhos das mensa-
gens e a retransmite somente para a máquina correspondente, criando um canal de comunicação exclusiva
entre origem e destino.
▪ Roteador: ao invés de ser conectado às máquinas, está conectado às redes. Além de possuir as mesmas
funções do switch, possui a capacidade de escolher a melhor rota que um determinado pacote de dados deve
seguir para chegar a seu destino. Podemos citar como exemplo uma cidade grande e o roteador escolhe o ca-
minho mais curto e menos congestionado.
▪ Access Point (Ponto de acesso – AP): similar ao hub, oferece sinais de rede em formas de rádio, ou seja,
o AP é conectado a uma rede cabeada e serve de ponto de acesso a rede sem fio.
Servidores Proxy
Os servidores proxy funcionam como intermediários entre os usuários de uma rede e a internet, oferecendo
diversas funcionalidades importantes para a gestão e segurança das comunicações de dados. Eles são espe-
cialmente úteis em redes corporativas para:
▪ Filtragem de Conteúdo: Limitar o acesso a sites não apropriados ou inseguros conforme as políticas de
uso da internet da empresa.
▪ Caching de Conteúdos: Armazenar localmente cópias de conteúdos frequentemente acessados para
melhorar a velocidade de acesso e reduzir a largura de banda consumida.
▪ Anonimização: Ocultar informações de identificação pessoal dos usuários para proteger sua privacidade
online.
▪ Balanceamento de Carga: Distribuir uniformemente o tráfego de rede entre vários servidores para otimi-
zar o uso dos recursos e melhorar a resposta aos usuários.
▪ Controle de Acesso e Autenticação: Exigir autenticação para acesso a determinados recursos, aumen-
tando a segurança da rede.
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▪ Firewall básico: controla tráfego de entrada e saída. No Windows, pode ser configurado em Painel de
Controle > Firewall do Windows ou Segurança do Windows > Firewall e proteção de rede.
Meios de transmissão
Existem várias formas de transmitir bits de uma máquina para outra através de meios de transmissão, com
diferenças em termos de largura de banda, atraso, custo e facilidade de instalação e manutenção. Existem dois
tipos de meios de transmissão: guiados e não guiados:
▪ Meios de transmissão guiados: os cabos de par trançado, cabo coaxial e fibra ótica;
▪ Meios de transmissão não guiados: as redes terrestres sem fios, satélites e raios laser transmitidos pelo
ar.
Fonte: [Link]
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A norma ABNT NBR 14565:2019 define diretrizes para cabeamento estruturado no Brasil, incluindo organi-
zação, instalação e desempenho mínimo dos cabos.
Conectores RJ-45
▪ Conector RJ-45: usado para terminar cabos de par trançado, conectando-os a switches, roteadores e
placas de rede.
▪ Padrões de pinagem: T568A e T568B (ordem dos fios nos conectores).
Ferramentas
▪ Alicate de crimpagem (para fixar os fios no conector).
▪ Decapador (para retirar a capa do cabo).
▪ Testador de cabos (para verificar continuidade e ordem correta dos pares).
Cabo coaxial
O cabo coaxial consiste em um fio condutor interno envolto por anéis isolantes regularmente espaçados e
cercado por um condutor cilíndrico coberto por uma malha. O cabo coaxial é mais resistente à interferência e
linha cruzada do que os cabos de par trançado, além de poder ser usado em distâncias maiores e com mais
estações. Assim, o cabo coaxial oferece mais capacidade, porém, é mais caro do que o cabo de par trançado
blindado.
Os cabos coaxiais eram usados no sistema telefônico para longas distância, porém, foram substituídos por
fibras óticas. Estes cabos estão sendo usados pelas redes de televisão a cabo e em redes metropolitanas.
Fibras óticas
A fibra ótica é formada pelo núcleo, vestimenta e jaqueta, o centro é chamado de núcleo e a próxima cama-
da é a vestimenta, tanto o núcleo quanto a vestimenta consistem em fibras de vidro com diferentes índices de
refração cobertas por uma jaqueta protetora que absorve a luz. A fibra de vidro possui forma cilíndrica, flexível
e capaz de conduzir um raio ótico. Estas fibras óticas são agrupadas em um cabo ótico, e podem ser colocadas
várias fibras no mesmo cabo.
Nas fibras óticas, um pulso de luz indica um bit e a ausência de luz indica zero bit. Para conseguir transmitir
informações através da fibra ótica, é necessário conectar uma fonte de luz em uma ponta da fibra ótica e um
detector na outra ponta, assim, a ponta que vai transmitir converte o sinal elétrico e o transmite por pulsos de
luz, a ponta que vai receber deve converter a saída para um sinal elétrico.
As fibras óticas possuem quatro características que a diferem dos cabos de par traçado e coaxial, que são:
▪ Maior capacidade: possui largura de banda imensa com velocidade de dados de centenas de Gbps por
distâncias de dezenas de quilômetros;
▪ Menor tamanho e menor peso: são muito finas e por isso, pesam pouco, desta forma, reduz os requisitos
de suporte estrutural;
▪ Menor atenuação: possui menor atenuação comparando com os cabos de par trançado e coaxial, por
isso, é constante em um intervalo de frequência maior;
▪ Isolamento eletromagnético: as fibras óticas não sofrem interferências externas, à ruído de impulso ou
à linha cruzada, e estas fibras também não irradiam energia.
Esse sistema das fibras óticas funciona somente por um princípio da física: quando um raio de luz passa de
um meio para outro, o raio é refratado no limite sílica/ar. A quantidade de refração depende das propriedades
das duas mídias (índices de refração). Para ângulos de incidência acima de um certo valor crítico ou acima é
interceptado dentro da fibra e pode se propagar por muitos quilômetros praticamente sem perdas. Podemos
classificar as fibras óticas em:
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▪ Monomodo: se o diâmetro da fibra for reduzido a alguns comprimentos de onda, a luz só poderá se propa-
gar em linha reta, sem ricochetear, produzindo assim, uma fibra de modo único (fibra monomodo). Estas fibras
são mais caras, porém amplamente utilizadas em distâncias mais longas podendo transmitir dados a 100 Gbps
por 100 quilômetros sem amplificação.
▪ Multimodo: se o raio de luz incidente na fronteira acima do ângulo critico for refletido internamente, muitos
raios distintos estarão ricocheteando em diferentes ângulos. Dizemos que cada raio tem um modo específico,
desta forma, na fibra multimodo, os raios são ricocheteados em diferentes ângulos
Tipos de Redes
Redes Locais
As redes locais (LAN - Local Area Networks) são normalmente redes privativas que permitem a intercone-
xão de equipamentos presentes em uma pequena região (um prédio ou uma universidade ou que tenha poucos
quilômetros de extensão).
As LANs podem ser cabeadas, sem fio ou mistas.
Atualmente as LANs cabeadas mais usadas usam o padrão IEEE 802.3
Para melhorar a eficiência, cada computador é ligado por um cabo a uma porta de um comutador (switch).
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Segurança em Redes Sem Fio
▪ WEP: padrão antigo, inseguro.
▪ WPA: trouxe melhorias, mas também já considerado inseguro.
▪ WPA2: ainda amplamente usado, com criptografia AES.
▪ WPA3: mais recente, oferece maior proteção contra ataques de força bruta.
Redes Metropolitanas
Uma rede metropolitana (MAN - Metropolitan Area Network) é basicamente uma grande versão de uma
LAN onde a distância entre os equipamentos ligados à rede começa a atingir distâncias metropolitanas (uma
cidade).
Exemplos de MANs são as redes de TV a cabo e as redes IEEE 802.16 (WiMAX).
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Nos enlaces de longa distância em redes WAN são usadas tecnologias que permitem o tráfego de grandes
volumes de dados: SONET, SDH, etc.
Quando não há cabos, satélites podem ser utilizados em parte dos enlaces.
A sub-rede é em geral operada por uma grande empresa de telecomunicações conhecida como provedor
de serviço de Internet (ISP - Internet Service Provider).
Topologia de redes
A topologia de rede é o padrão no qual o meio de rede está conectado aos computadores e outros compo-
nentes de rede3. Essencialmente, é a estrutura topológica da rede, e pode ser descrito fisicamente ou logica-
mente.
Há várias formas nas quais se pode organizar a interligação entre cada um dos nós (computadores) da rede.
A topologia física é a verdadeira aparência ou layout da rede, enquanto que a lógica descreve o fluxo dos dados
através da rede.
Existem duas categorias básicas de topologias de rede:
▪ Topologia física: representa como as redes estão conectadas (layout físico) e o meio de conexão dos
dispositivos de redes (nós ou nodos). A forma com que os cabos são conectados, e que genericamente cha-
mamos de topologia da rede (física), influencia em diversos pontos considerados críticos, como a flexibilidade,
velocidade e segurança.
▪ Topologia lógica: refere-se à maneira como os sinais agem sobre os meios de rede, ou a maneira como
os dados são transmitidos através da rede a partir de um dispositivo para o outro sem ter em conta a interliga-
ção física dos dispositivos. Topologias lógicas são capazes de serem reconfiguradas dinamicamente por tipos
especiais de equipamentos como roteadores e switches.
Topologia Barramento
Todos os computadores são ligados em um mesmo barramento físico de dados. Apesar de os dados não
passarem por dentro de cada um dos nós, apenas uma máquina pode “escrever” no barramento num dado
momento. Todas as outras “escutam” e recolhem para si os dados destinados a elas. Quando um computador
estiver a transmitir um sinal, toda a rede fica ocupada e se outro computador tentar enviar outro sinal ao mesmo
tempo, ocorre uma colisão e é preciso reiniciar a transmissão.
Vantagens:
▪ Uso de cabo é econômico;
▪ Mídia é barata, fácil de trabalhar e instalar;
▪ Simples e relativamente confiável;
▪ Fácil expansão.
Desvantagens:
▪ Rede pode ficar extremamente lenta em situações de tráfego pesado;
▪ Problemas são difíceis de isolar;
▪ Falha no cabo paralisa a rede inteira.
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Topologia Estrela
A mais comum atualmente, a topologia em estrela utiliza cabos de par trançado e um concentrador como
ponto central da rede. O concentrador se encarrega de retransmitir todos os dados para todas as estações, mas
com a vantagem de tornar mais fácil a localização dos problemas, já que se um dos cabos, uma das portas do
concentrador ou uma das placas de rede estiver com problemas, apenas o nó ligado ao componente defeituoso
ficará fora da rede.
Vantagens:
▪ A codificação e adição de novos computadores é simples;
▪ Gerenciamento centralizado;
▪ Falha de um computador não afeta o restante da rede.
Desvantagem:
▪ Uma falha no dispositivo central paralisa a rede inteira.
Topologia Anel
Na topologia em anel os dispositivos são conectados em série, formando um circuito fechado (anel). Os
dados são transmitidos unidirecionalmente de nó em nó até atingir o seu destino. Uma mensagem enviada por
uma estação passa por outras estações, através das retransmissões, até ser retirada pela estação destino ou
pela estação fonte.
Vantagens:
▪ Todos os computadores acessam a rede igualmente;
▪ Performance não é impactada com o aumento de usuários.
Desvantagens:
▪ Falha de um computador pode afetar o restante da rede;
▪ Problemas são difíceis de isolar.
Topologia Malha
Esta topologia é muito utilizada em várias configurações, pois facilita a instalação e configuração de dispo-
sitivos em redes mais simples. Todos os nós estão atados a todos os outros nós, como se estivessem entrela-
çados. Já que são vários os caminhos possíveis por onde a informação pode fluir da origem até o destino.
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Vantagens:
▪ Maior redundância e confiabilidade;
▪ Facilidade de diagnóstico.
Desvantagem:
▪ Instalação dispendiosa.
Modelos de Referência
Dois modelos de referência para arquiteturas de redes merecem destaque: OSI e TCP/IP.
Modelo OSI.
O modelo OSI não é uma arquitetura de rede, pois não especifica os serviços e protocolos que devem ser
usados em cada camada.
O modelo OSI informa apenas o que cada camada deve fazer:
1. Camada física
A sua função é assegurar o transporte de bits através de um meio de transmissão. Dessa forma, as ques-
tões de projeto dessa camada estão ligadas a níveis de tensão, tempo de bit, interfaces elétricas e mecânicas,
quantidade de pinos, sentidos da comunicação, etc.
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▪ Em redes de difusão, uma subcamada de controle de acesso ao meio é inserida para controlar o acesso
ao canal compartilhado
3. Camada de rede
A sua função é encaminhar pacotes entre a máquina de origem e a máquina de destino.
▪ O roteamento pode ser estático ou dinâmico.
▪ Realiza o controle de congestionamento.
▪ Responsável pela qualidade de serviço.
▪ Tem que permitir que redes heterogêneas se comuniquem, sendo assim, deve lidar com questões como
endereçamento, tamanho dos pacotes e protocolos heterogêneos.
4. Camada de transporte
A sua função básica é efetuar a comunicação fim-a-fim entre processos, normalmente adicionando novas
funcionalidades ao serviço já oferecido pela camada de rede. Pode oferecer um canal ponto a ponto livre de
erros com entrega de mensagens na ordem correta.
5. Camada de sessão
A sua função é controlar quem fala e quando, entre a origem e o destino (analogia com operações críticas
em bancos de dados).
6. Camada de apresentação
A sua função básica é transformar a sintaxe dos dados (forma de representação) sem afetar a semântica.
Gerencia estruturas de dados abstratas.
7. Camada de aplicação
Contém uma série de protocolos necessários para os usuários. É nessa camada que o usuário interage.
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Modelo TCP/IP
Arquitetura voltada para a interconexão de redes heterogêneas (ARPANET)
Posteriormente, essa arquitetura ficou conhecida como modelo TCP/IP graças aos seus principais protoco-
los.
O modelo TCP/IP é composto por quatro camadas: enlace, internet, transporte e aplicação.
Modelo TCP/IP.
1. Camada de enlace
Não é uma camada propriamente dita, mas uma interface entre os hospedeiros e os enlaces de transmissão
3. Camada de transporte
Permite que entidades pares (processos) mantenham uma comunicação.
Foram definidos dois protocolos para essa camada: TCP (Transmission Control Protocol) e UDP (User Da-
tagram Protocol).
O TCP é um protocolo orientado a conexões confiável que permite a entrega sem erros de um fluxo de bytes.
O UDP é um protocolo não orientado a conexões, não confiável e bem mais simples que o TCP.
4. Camada de aplicação
Contém todos os protocolos de nível mais alto.
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Modelo TCP/IP e seus protocolos.
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Diagnóstico Básico de Rede
O Windows e outros sistemas oferecem comandos úteis para testar conectividade:
▪ ping: testa se um host está ativo (ex.: ping [Link]).
▪ ipconfig: exibe a configuração de rede do computador (ipconfig /all mostra IP, máscara, gateway e DNS).
▪ tracert: exibe o caminho percorrido até um destino, útil para identificar pontos de falha.
▪ nslookup: consulta servidores DNS para resolver nomes em endereços IP.
▪ netstat: mostra conexões ativas e portas em uso.
Provedores de serviços
Os provedores de serviços de nuvem, como AWS (Amazon Web Services), Azure (Microsoft) e Google
Cloud, desempenham um papel crucial na disponibilização dessa infraestrutura que possibilita a computação
em nuvem. Eles não só oferecem armazenamento e computação, mas também uma vasta gama de serviços
que abrangem desde a infraestrutura básica até plataformas avançadas de desenvolvimento e soluções de
software.
▪ Amazon Web Services (AWS): A AWS oferece uma gama completa de serviços, incluindo armazenamen-
to (S3), poder de processamento (EC2), banco de dados (RDS), e ferramentas de aprendizado de máquina.
Empresas de todos os tamanhos utilizam a AWS por sua escalabilidade, confiabilidade e vasto ecossistema.
▪ Microsoft Azure: O Azure é conhecido por sua forte integração com produtos Microsoft, como Windows
Server, SQL Server, e o pacote Office 365. Ele oferece soluções híbridas que combinam nuvem pública e priva-
da, facilitando a transição para a nuvem.
▪ Google Cloud: O Google Cloud destaca-se por suas capacidades de análise de dados e aprendizado
de máquina, como o BigQuery e TensorFlow. Além disso, oferece serviços de computação e armazenamento
robustos e é popular entre startups e grandes corporações que necessitam de análise de dados em grande
escala.
Vantagens
▪ Não necessidade de ter uma máquina potente, uma vez que tudo é executado em servidores remotos.
▪ Possibilidade de acessar dados, arquivos e aplicativos a partir de qualquer lugar, bastando uma conexão
com a internet para tal — ou seja, não é necessário manter conteúdos importantes em um único computador.
Desvantagens
▪ Gera desconfiança, principalmente no que se refere à segurança. Afinal, a proposta é manter informações
importantes em um ambiente virtual, e não são todas as pessoas que se sentem à vontade com isso.
▪ Como há a necessidade de acessar servidores remotos, é primordial que a conexão com a internet seja
estável e rápida, principalmente quando se trata de streaming e jogos.
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Exemplos de Serviços de Armazenamento em Nuvem
Os serviços de armazenamento em nuvem oferecem soluções práticas e acessíveis para armazenar e
acessar arquivos a partir de qualquer dispositivo conectado à internet. Abaixo estão alguns dos serviços mais
populares, que permitem guardar, sincronizar e compartilhar dados de forma segura e eficiente.
▪ Dropbox: O Dropbox é um serviço de hospedagem de arquivos em nuvem que pode ser usado de forma
gratuita, desde que respeitado o limite de 2 GB de conteúdo. Assim, o usuário poderá guardar com segurança
suas fotos, documentos, vídeos, e outros formatos, liberando espaço no PC ou smartphone.
Além de servir como ferramenta de backup, o Dropbox também é uma forma eficiente de ter os arquivos
importantes sempre acessíveis. Deste modo, o usuário consegue abrir suas mídias e documentos onde quer
que esteja, desde que tenha acesso à Internet.
▪ OneDrive: O OneDrive, que já foi chamado de SkyDrive, é o serviço de armazenamento na nuvem da Mi-
crosoft e oferece inicialmente 15 GB de espaço para os usuários4. Mas é possível conseguir ainda mais espaço
gratuitamente indicando amigos e aproveitando diversas promoções que a empresa lança regularmente.
Para conseguir espaço ainda maior, o aplicativo oferece planos pagos com capacidades variadas também.
Para quem gosta de editar documentos como Word, Excel e PowerPoint diretamente do gerenciador de
arquivos do serviço, o OneDrive disponibiliza esse recurso na nuvem para que seja dispensada a necessidade
de realizar o download para só então poder modificar o conteúdo do arquivo.
▪ iCloud: O iCloud, serviço de armazenamento da Apple, possuía em um passado recente a ideia principal
de sincronizar contatos, e-mails, dados e informações de dispositivos iOS. No entanto, recentemente a empre-
sa também adotou para o iCloud a estratégia de utilizá-lo como um serviço de armazenamento na nuvem para
usuários iOS. De início, o usuário recebe 5 GB de espaço de maneira gratuita.
Existem planos pagos para maior capacidade de armazenamento também.
No entanto, a grande vantagem do iCloud é que ele possui um sistema muito bem integrado aos seus apa-
relhos, como o iPhone. A ferramenta “buscar meu iPhone”, por exemplo, possibilita que o usuário encontre e
bloqueie o aparelho remotamente, além de poder contar com os contatos e outras informações do dispositivo
caso você o tenha perdido.
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▪ Google Drive: Apesar de não disponibilizar gratuitamente o aumento da capacidade de armazenamento,
o Google Drive fornece para os usuários mais espaço do que os concorrentes ao lado do OneDrive. São 15 GB
de espaço para fazer upload de arquivos, documentos, imagens, etc.
Uma funcionalidade interessante do Google Drive é o seu serviço de pesquisa e busca de arquivos que
promete até mesmo reconhecer objetos dentro de imagens e textos escaneados. Mesmo que o arquivo seja
um bloco de notas ou um texto e você queira encontrar algo que esteja dentro dele, é possível utilizar a busca
para procurar palavras e expressões.
Além disso, o serviço do Google disponibiliza que sejam feitas edições de documentos diretamente do brow-
ser, sem precisar fazer o download do documento e abri-lo em outro aplicativo.
▪ Amazon S3: O Amazon S3, que significa Simple Storage Service, é o serviço de armazenamento na nu-
vem da Amazon e oferece inicialmente 5 GB de espaço gratuito para os usuários. Mas é possível conseguir
mais espaço gratuitamente usando o nível gratuito da AWS, que oferece até 25 GB de armazenamento por 12
[Link] conseguir espaço ainda maior, o serviço oferece planos pagos com capacidades e preços varia-
dos, de acordo com o uso e a região.
Para quem gosta de gerenciar e analisar dados como imagens, vídeos, documentos, arquivos de áudio e
outros tipos de objetos, o Amazon S3 disponibiliza esse recurso na nuvem, com alta durabilidade, disponibilida-
de e escalabilidade. O serviço também permite integrar os dados com outros serviços da AWS, como o Amazon
EC2, o Amazon Lambda, o Amazon Glacier, etc.
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Tipos de serviços de nuvem
A maioria dos serviços de computação em nuvem se enquadra em quatro categorias amplas:
▪ IaaS (Infraestrutura como Serviço): A IaaS é a categoria mais básica de computação em nuvem. Com
ela, você aluga a infraestrutura de TI de um provedor de serviços em nuvem, pagando apenas pelo uso. A
contratação dos serviços de computação em nuvem IaaS envolve a aquisição de servidores, máquinas virtuais
(VMs), armazenamento, redes e sistemas operacionais.
▪ PaaS (Plataforma como Serviço): A PaaS refere-se aos serviços de computação em nuvem que forne-
cem um ambiente sob demanda para o desenvolvimento, teste, fornecimento e gerenciamento de aplicativos
de software. A plataforma como serviço foi criada para facilitar a criação de aplicativos móveis ou web, tornando
o processo muito mais rápido. Além disso, ela elimina a preocupação com a configuração ou o gerenciamento
da infraestrutura subjacente, como servidores, armazenamento, redes e bancos de dados necessários para o
desenvolvimento.
▪ SaaS (Software como Serviço): O SaaS é um método de distribuição de aplicativos de software pela
internet, sob demanda e, geralmente, baseado em assinaturas. Com o SaaS, os provedores de computação
em nuvem hospedam e gerenciam o aplicativo de software e a infraestrutura subjacente, além de realizarem
manutenções, como atualizações de software e aplicação de patches de segurança. Com o software como
serviço, os usuários podem acessar o aplicativo pela internet, normalmente por meio de um navegador da web
em seu telefone, tablet ou PC.
▪ Computação Sem Servidor: A computação sem servidor, assim como a PaaS, foca na criação de apli-
cativos sem a necessidade de gerenciar continuamente servidores e a infraestrutura necessária para isso. O
provedor de nuvem cuida de toda a configuração, planejamento de capacidade e gerenciamento dos servidores
para você e sua equipe. As arquiteturas sem servidor são altamente escaláveis e controladas por eventos, uti-
lizando recursos apenas quando ocorre uma função ou evento que desencadeia tal necessidade.
Windows 10
O Windows 10 é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft, parte da família de sistemas opera-
cionais Windows NT. Lançado em julho de 2015, ele sucedeu o Windows 8.1 e trouxe uma série de melhorias
e novidades, como o retorno do Menu Iniciar, a assistente virtual Cortana, o navegador Microsoft Edge e a
funcionalidade de múltiplas áreas de trabalho. Projetado para ser rápido e seguro, o Windows 10 é compatível
x1y2z3 782332d8bfb733d712cb424cf927055e3c68b2114941c66bd4fa32f7b050f451
com uma ampla gama de dispositivos, desde PCs e tablets até o Xbox e dispositivos IoT.
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Instalação do Windows
▪ Baixe a ferramenta de criação de mídia no site da Microsoft.
▪ Use-a para criar um pendrive bootável com a ISO do Windows.
▪ Reinicie o PC e entre na BIOS/UEFI para priorizar o boot pelo pendrive.
▪ Na instalação, selecione idioma e versão, depois a partição (formate se necessário).
▪ Crie um usuário e siga os passos da configuração inicial.
▪ Após finalizar, o Windows estará pronto para uso.
Botão Iniciar
O Botão Iniciar dá acesso aos programas instalados no computador, abrindo o Menu Iniciar que funciona
como um centro de comando do PC.
Menu Iniciar
Expandir: botão utilizado para expandir os itens do menu.
Botão Expandir
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Conta: apresenta opções para configurar a conta do usuário logado, bloquear ou deslogar. Em Alterar con-
figurações da conta é possível modificar as informações do usuário, cadastrar contas de e-mail associadas,
definir opções de entrada como senha, PIN ou Windows Hello, além de outras configurações.
Configurações de conta
Ligar/Desligar: a opção “Desligar” serve para desligar o computador completamente. Caso existam pro-
gramas abertos, o sistema não os salvará automaticamente, mas perguntará ao usuário se deseja salvá-los.
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d) Sair: o usuário desconecta de sua conta, e todas as suas tarefas são encerradas.
e) Bloquear: bloqueia a conta do usuário, mantendo todas as tarefas em funcionamento.
Para trocar o usuário, basta apertar CTRL + ALT + DEL:
f) Trocar usuário: simplesmente dá a opção de trocar de usuário, sem que o usuário atual faça o logoff.
Assim, todas as tarefas são mantidas em funcionamento, e quando o usuário quiser, basta acessar sua conta
para continuar de onde parou.
Esquematizando essas opções:
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Área de trabalho, ícones e atalhos
Área de Trabalho
A Área de trabalho (ou desktop) é a principal área exibida na tela quando você liga o computador e faz logon
no Windows. É o lugar que exibe tudo o que é aberto (programas, pastas, arquivos) e que também organiza
suas atividades.
Ícones
Um ícone é um pequeno símbolo gráfico, usado geralmente para representar um software ou um atalho para
um arquivo específico, aplicação (software) ou diretório (pasta). Dito de outra forma, é o elemento gráfico que,
em sistemas operacionais ou em programas com interfaces gráficas, representa determinado objeto, operação
ou link, sendo geralmente acionável por um clique de mouse.
Atalhos
Um atalho é um link que pode ser criado para um item (como um arquivo, uma pasta ou um programa)
no computador. Permite a execução de uma determinada ação para chamar um programa sem passar pelo
caminho original. No Windows, os ícones de atalho possuem como característica uma seta no canto inferior
esquerdo.
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Menu iniciar e barra de tarefas
Menu Iniciar.
Pastas e subpastas
Pastas são como gavetas virtuais onde guardamos nossos arquivos. Elas servem para dividir e organizar
o espaço de armazenamento do computador, ajudando a manter os dados arrumados e fáceis de encontrar.
▪ Uma pasta pode conter arquivos e outras pastas (chamadas de subpastas).
▪ É possível criar pastas para diferentes temas, como Trabalho, Escola, Imagens, entre outras.
Arquivos
Arquivos são os documentos digitais que armazenam diferentes tipos de conteúdo: textos, imagens, músi-
cas, vídeos e muito mais.
Cada arquivo possui um nome e uma extensão, que define o tipo de conteúdo que ele representa e qual
programa é necessário para sua abertura.
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Tipos e extensões de arquivos
Bibliotecas
As bibliotecas são estruturas virtuais criadas para facilitar o gerenciamento de arquivos e pastas no sistema
operacional Windows. Elas agrupam conteúdos semelhantes, mesmo que estejam armazenados em locais
diferentes.
As bibliotecas padrão são:
▪ Documentos
▪ Imagens
▪ Músicas
▪ Vídeos
Elas não duplicam os arquivos, apenas centralizam o acesso em uma visualização única.
Windows Explorer
O Explorador de Arquivos é o aplicativo responsável por gerenciar e visualizar arquivos e pastas no sistema
operacional Windows. Ele permite ao usuário:
▪ Criar, mover, copiar, excluir e renomear arquivos e pastas;
▪ Visualizar a estrutura de armazenamento do computador;
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▪ Acessar rapidamente locais como Downloads, Documentos e Imagens;
▪ Utilizar a barra de pesquisa para localizar arquivos e pastas.
Criação de pastas
▪ Clique com o botão direito no local desejado;
▪ Selecione “Novo” > “Pasta”;
▪ Digite o nome desejado e pressione Enter.
Cópia de arquivos
▪ Com o arquivo selecionado, pressione Ctrl + C;
▪ Navegue até o local de destino e pressione Ctrl + V.
▪ Também é possível utilizar o menu de contexto (botão direito do mouse) para copiar e colar.
Exclusão de arquivos
▪ Selecione o arquivo e pressione a tecla Delete;
▪ Ou utilize o botão direito do mouse > “Excluir”.
Organização visual
No menu “Exibir” do Explorador de Arquivos, o usuário pode escolher entre diferentes modos de visualiza-
ção: ícones grandes, pequenos, lista, detalhes, entre outros.
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Localização de Arquivos e Pastas
O sistema possui uma barra de pesquisa no canto superior direito do Explorador de Arquivos. Através dela,
é possível localizar arquivos e pastas digitando parte de seus nomes ou aplicando filtros como:
▪ Data de modificação;
▪ Tipo de arquivo;
▪ Tamanho.
Arquivos Ocultos
Alguns arquivos do sistema operacional são ocultos por padrão, pois são essenciais para o funcionamento
do sistema e não devem ser alterados ou removidos pelo usuário comum.
▪ Arquivos ocultos não são exibidos na visualização padrão.
▪ É possível ativar a opção “Mostrar arquivos ocultos” na aba “Exibir” do Explorador de Arquivos.
Alterações em arquivos ocultos podem causar falhas no funcionamento do sistema, por isso devem ser
acessados com cautela.
Configurações: é possível configurar o Menu Iniciar como um todo. Para isso, basta acessar a opção “Con-
figurações” e, na janela que se abre, procurar por “Personalização”. Depois, selecionar “Iniciar”. É possível sele-
cionar o que será exibido no Menu Iniciar como os blocos, as listas de recentes ou de aplicativos mais usados,
além de outras configurações. Além da personalização, diversas outras configurações podem ser acessadas
por aqui como Sistema, Dispositivos, Rede e Internet e muito mais.
Configurações do Windows.
Programas: a lista mostra programas instalados no computador. Esse menu apresenta os programas em
ordem alfabética, além dos programas mais usados.
Para manter um atalho permanente nesta área do Menu, clique com o botão direito sobre ele e em “Fixar
em Iniciar”.
Dependendo do aplicativo ao qual o atalho é relacionado, é possível abrir diretamente um arquivo. Por
exemplo, o Word lista os últimos documentos abertos; o Excel lista as planilhas; e o Media Player, as mídias.
Basta utilizar também o botão direito para acessar essa lista.
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Arquivos recentes para um programa.
Grupos: é possível agrupar aplicativos em grupos. Você pode criar vários grupos e adicionar aplicativos a
eles. Por exemplo, um grupo para Trabalho, um para Estudos e outro para Lazer.
Barra de Tarefas
A Barra de Tarefas é um dos itens mais utilizados no dia-a-dia. O papel da barra de tarefas é dar acesso
aos programas instalados no computador, permitindo alternar entre janelas abertas e abrir outras ou acessar
rapidamente certas configurações do Windows. Esta barra também ajuda na organização das tarefas, já que
pode deixar visível os programas que estão em execução naquele momento, permitindo alternar entre eles
rapidamente, ou que podem ser executados com um simples clique.
No Windows 10, a barra de tarefas fica, por padrão, na parte inferior da tela e normalmente visível, mas é
possível movê-la para os lados ou para a parte superior da área de trabalho, desde que ela esteja desbloque-
ada.
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Barra de Tarefas.
Execução de programas
Super Barra
A Super Barra contém uma série de ícones para, principalmente, executar softwares, incluindo arquivos
mais usados ou pastas favoritas.
Visão de Tarefas.
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Programas e pastas afixadas: ícones que permanecem na barra de tarefas mesmo sem estar em uso.
Funcionam como atalhos para as pastas e programas.
Para fixar o atalho de algum programa, execute-o, clique sobre o atalho e marque a opção “Fixar na Barra
de tarefas”. É possível mudar a ordem dos ícones fixados como você preferir, bastando clicar e arrastar os íco-
nes para os lados. O procedimento para desafixar é o mesmo, apenas o texto da opção muda para “Desafixar
da Barra de tarefas”. A fixação pode ocorrer também clicando com o botão direito nele e escolhendo a opção
“Fixar na barra de tarefas”. Uma possibilidade interessante do Windows 10 é a fixação de atalhos para sites da
internet na Barra de tarefas. Com o Internet Explorer, arraste a guia à Barra de tarefas até que o ícone mude
para “Fixar em Barra de tarefas”.
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Gerenciador de tarefas do windows
Para iniciar o Gerenciador de tarefas, tome qualquer uma das seguintes ações:
1. Pressione CTRL+ALT+DELETE e clique em Gerenciador de tarefas.
2. Pressione CTRL+SHIFT+ESC.
3. Clique com o botão direito em uma área vazia da barra de tarefas e clique em Gerenciador de tarefas.
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Opções para a organização de janelas: essas opções permitem organizar as janelas abertas de várias
maneiras.
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Barras de Status
Uma barra de status é uma área na parte inferior de uma janela primária que exibe informações sobre o
estado da janela atual (como o que está sendo exibido e como), tarefas em segundo plano (como impressão,
verificação e formatação) ou outras informações contextuais (como seleção e estado do teclado)6.
As barras de status normalmente indicam status por meio de texto e ícones, mas também podem ter indica-
dores de progresso, bem como menus para comandos e opções relacionados ao status.
Menu de Contexto
O “Menu de contexto” exibe opções quando o usuário clica com o botão direito do mouse em sistemas ope-
racionais como o Windows, Mac OS e Linux. A implementação desse recurso varia em cada sistema, mas é
no Windows que essa ferramenta têm um maior nível de customização7. No sistema operacional da Microsoft,
é possível que o usuário coloque aplicativos no acesso ao menu de contexto e criar atalhos para recursos e
comandos específicos: compactadores de arquivos, reprodutores de mídia (players) e antivírus.
O menu de contexto condensa comandos e atalhos que podem ser facilmente acessados via botão direito
do mouse. A lista de atalhos e comando disponíveis no menu podem variar conforme o local do sistema ou
aplicativo em que o usuário está: o menu de contexto no desktop do Windows será diferente daquele exibido
em uma pasta ou quando um arquivo é selecionado.
6 [Link]
7 [Link]
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Atalhos de Teclado
CTRL+A: seleciona todos os itens da Área de Trabalho (Desktop).
CTRL+C: copia os itens selecionados.
CTRL+X: recorta os itens selecionados.
CTRL+V: cola os itens selecionados.
CTRL+Z: desfaz a última ação.
CTRL+Y: refaz a última ação desfeita por meio do CTRL+Z.
CTRL+ESC: aciona o Menu Iniciar.
CTRL+SHIFT+ESC: abre o Gerenciador de Tarefas do Windows.
ALT+TAB: alterna entre as janelas abertas, exibindo uma bandeja com miniaturas das janelas.
CTRL+ALT+DEL: exibe a tela de segurança do Windows, que dá as opções para bloquear o computador,
trocar de usuário, fazer logoff, alterar senha e iniciar o Gerenciador de Tarefas.
ALT+F4: fecha a janela atual.
ALT+I: aciona o Menu Iniciar.
DELETE: envia o item selecionado para a Lixeira do Windows.
SHIFT+DELETE: exclui o item selecionado definitivamente.
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WIN+ ←: redimensiona a janela ativa, fazendo-a ocupar a metade esquerda da tela.
WIN+ ↑: redimensiona a janela ativa, maximizando-a.
WIN+ ↓: redimensiona a janela ativa, restaurando-a, caso esteja maximizada ou minimizando-a, caso esteja
restaurada.
Windows Explorer
Teclas de Função
F1: abre a ajuda do Windows.
F2: renomeia o item selecionado (pasta ou arquivo).
F3: abre o campo de pesquisa na própria janela ativa.
F4: abre o campo histórico de endereços, da barra de endereços.
F5: atualiza os itens exibidos.
F6: muda o foco do cursor entre os frames da janela.
F10: ativa o Menu Arquivo.
F11: alterna para exibição em tela cheia.
Resolução de Tela
Na configuração padrão, o Windows utiliza a resolução nativa por ser a maior opção que o monitor permite9.
Caso tenha alterado essa definição ou precise usar um segundo monitor, basta fazer a alteração no painel de
controle.
8 [Link]
dr%C3%A3o%2C%20se%20voc%C3%AA%20clicar,liberou%20o%20bot%C3%A3o%20do%20mouse.
9 [Link]
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1. Abra as configurações do Windows pelo menu iniciar;
2. No painel de controle, selecione a opção “Sistema”;
3. Vá para a aba “Vídeo”. Caso esteja utilizando dois monitores, é possível clicar em cada um dos números
para acessar as opções individuais;
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4. Desça a tela até o item “Resolução da tela” e clique para abrir a lista. A resolução marcada como “Reco-
mendável” é a opção nativa do seu computador.
O modo de resolução não depende apenas do tamanho do monitor: a placa de vídeo e os drivers instalados
também influenciam na configuração do Windows para obter a melhor qualidade de imagem. Ao alterar para
uma resolução mais baixa do que a recomendada, os textos podem ficar menos nítidos e com iluminação dife-
rente.
Caso o computador não consiga reconhecer a resolução nativa do monitor, a recomendação é atualizar
drivers de vídeo. Para isso, abra as configurações, vá para a seção “Atualizações e Segurança” e procure por
atualizações pendentes na tela “Windows Update”. Se o problema persistir, talvez seja necessário instalar dri-
vers específicos da fabricante.
Conecte o monitor
Conecte o monitor adicional à saída de vídeo extra de seu computador e ligue-o. Por padrão, o Windows
irá clonar a Área de Trabalho no segundo monitor, e você terá a mesma imagem nas duas telas. Não é o que
queremos, e sim utilizar uma das telas como uma extensão;
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Acesse as configurações de tela
Dê um clique direito na Área de Trabalho, e depois em Configurações de tela.
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Conclua a configuração
Por fim, escolha a opção Estender estes vídeos, clique em Aplicar e depois em Manter alterações.
Feito isso, tem-se uma Área de Trabalho única, mas estendida para os dois monitores. Entretanto, é preciso
lembrar que todos os apps e programas que abrir serão exibidos no monitor principal, que foi definido como
“1”, e eles só ocuparão ambos monitores quando em tela cheia, ou se arrastados manualmente com o mouse.
Mapeamentos de Rede
Mapeie uma unidade de rede para acessá-la no Explorador de Arquivos do Windows sem precisar procurá-
-la ou digitar seu endereço de rede toda vez11.
1. Abra o Explorador de Arquivos na barra de tarefas ou no menu Iniciar, ou pressione a tecla de logotipo do
Windows + E.
2. Selecione Este computador no painel esquerdo. Em seguida, na guia Computador, selecione Mapear
unidade de rede.
11 [Link]
D=Windows_10
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3. Na lista Unidade, selecione uma letra da unidade. (Qualquer letra disponível serve).
4. Na caixa Pasta, digite o caminho da pasta ou do computador ou selecione Procurar para localizar a pasta
ou o computador. Para se conectar sempre que você entrar no computador, selecione Conecte-se em entrar.
5. Selecione Concluir.
Observação: Se você não conseguir se conectar a uma unidade de rede ou pasta, o computador ao qual
você está tentando se conectar pode estar desligado ou talvez você não tenha as permissões corretas. Tente
contatar o administrador de rede.
Rede e compartilhamento
Rede e Internet
A opção Rede e Internet é possível verificar o status da rede e alterar suas configurações, definir preferên-
cias para compartilhar arquivos e computadores e configurar a conexão com a Internet.
Rede e Internet.
1. A Central de Rede e Compartilhamento exibe as informações básicas de rede e configurações de cone-
xões. É possível conectar ou desconectar de uma rede ou configurar nova conexão ou rede (sem fio, de banda
larga, etc.).
2. Em Propriedades da Internet, é possível definir as configurações de conexão e exibição da Internet. Po-
dem ser definidas as páginas padrão a serem abertas, alterar o modo de exibição das guias dos navegadores
e configurar ou excluir o histórico de navegação, entre outras configurações.
3. Infravermelho permite configurar a transferência de arquivos por infravermelho.
Compartilhamento
Para compartilhar um arquivo ou pasta no Explorador de Arquivos, siga um destes procedimentos12:
Clique com o botão direito do mouse ou pressione um arquivo e selecione Dar acesso a > Pessoas espe-
cíficas.
12 [Link]
dows-b58704b2-f53a-4b82-7bc1-80f9994725bf#ID0EBD=Windows_10
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Selecione um arquivo, selecione a guia Compartilhar na parte superior do Explorador de Arquivos e, na se-
ção Compartilhar com, selecione Pessoas específicas.
Selecione um usuário na rede com o qual compartilhar o arquivo ou selecione Todos para dar a todos os
usuários da rede acesso ao arquivo.
Se selecionar vários arquivos de uma vez, você poderá compartilhar todos eles da mesma forma. Isso tam-
bém é válido para pastas; compartilhe uma pasta e todos os arquivos nela serão compartilhados.
Linux Ubuntu
O Linux é um sistema operacional livre baseado no antigo UNIX, desenvolvido nos anos 60.
Ele é uma cópia do Unix feito por Linus Torvalds, junto com um grupo de hackers pela Internet. Seguiu o pa-
drão POSIX (família de normas definidas para a manutenção de compatibilidade entre sistemas operacionais),
padrão usado pelas estações UNIX e desenvolvido na linguagem de programação, C13.
Linus Torvalds, em 1991, criou um clone do sistema Minix (sistema operacional desenvolvido por Andrew
Tannenbaun que era semelhante ao UNIX) e o chamou de Linux14.
LINUS + UNIX = LINUX.
Instalação do Linux
▪ Baixe a ISO no site oficial (ex: [Link]).
▪ Crie um pendrive bootável com ferramentas como Rufus ou BalenaEtcher.
▪ Reinicie o computador e acesse a BIOS/UEFI para definir o pendrive como primeiro boot.
▪ No menu de instalação, escolha “Instalar Ubuntu”.
▪ Siga os passos: idioma, partição (pode apagar tudo ou dual boot), usuário e senha.
▪ Aguarde o fim da instalação e reinicie.
Composição do Linux
Por ser um Sistema Operacional, o Linux tem a função de gerenciar todo o funcionamento de um computa-
dor, tanto a parte de hardware (parte física) como a parte de software (parte Lógica).
O Sistema Operacional Linux é composto pelos seguintes componentes.
▪ Kernel (núcleo): é um software responsável por controlar as interações entre o hardware e outros progra-
mas da máquina. O kernel traduz as informações que recebe ao processador e aos demais elementos eletrô-
nicos do computador. É, portanto, uma série de arquivos escritos em linguagem C e Assembly, que formam o
núcleo responsável por todas as atividades executadas pelo sistema operacional. No caso do Linux, o código-
-fonte (receita do programa) é aberto, disponível para qualquer pessoa ter acesso, assim podendo modificá-lo.
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▪ Shell (concha): o intérprete de comandos é a interface entre o usuário e o sistema operacional. A interface
Shell funciona como o intermediário entre o sistema operacional e o usuário graças às linhas de comando escri-
tas por ele. A sua função é ler a linha de comando, interpretar seu significado, executar o comando e devolver
o resultado pelas saídas.
▪ Prompt de comando: é a forma mais arcaica de o usuário interagir com o Kernel por meio do Shell.
Prompt de comando.15
▪ Interface gráfica (GUI): conhecida também como gerenciador de desktop/área de trabalho, é a forma
mais recente de o usuário interagir com o sistema operacional. A interação é feita por meio de janelas, ícones,
botões, menus e utilizando o famoso mouse. O Linux possui inúmeras interfaces gráficas, sendo as mais usa-
das: Unity, Gnome, KDE, XFCE, LXDE, Cinnamon, Mate etc.
15 [Link]
16 Fonte: [Link]
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Principais Características do Linux
▪ Software livre: é considerado livre qualquer programa que pode ser copiado, usado, modificado e redis-
tribuído de acordo com as necessidades de cada usuário. Em outras palavras, o software é considerado livre
quando atende a esses quatro tipos de liberdades definidas pela fundação.
▪ Multiusuário: permite que vários usuários acessem o sistema ao mesmo tempo. Geralmente o conceito
se aplica a uma rede, na qual podemos ter um servidor e várias pessoas acessando simultaneamente.
▪ Código aberto (Open Source): qualquer pessoa pode ter acesso ao código-fonte (receita) do programa.
▪ Multitarefa: permite que diversos programas rodem ao mesmo tempo, ou seja, você pode estar digitando
um texto no Libre Office Writer e ao mesmo tempo trabalhar na planilha de vendas do Calc, por exemplo. Sem
contar os inúmeros serviços disponibilizados pelo Sistema que estão rodando em background (segundo plano)
e você nem percebe.
▪ Multiplataforma: o Linux roda em diversos tipos de plataformas de computadores, sejam eles x86 (32bits)
ou x64 (64bits). As distribuições mais recentes do Ubuntu estão abolindo as arquiteturas de 32 bits.
▪ Multiprocessador: permite o uso de mais de um processador no mesmo computador.
▪ Protocolos: pode trabalhar com diversos protocolos de rede (TCP/IP).
▪ Case Sensitive: diferenciar letras maiúsculas (caixa alta) de letras minúsculas (caixa baixa). Exemplo:
ARQUIVO1ºdt é diferente de arquivo1ºdt.
O caractere ponto “.”, antes de um nome, renomeia o arquivo para arquivo oculto.
O caractere não aceito em nomes de arquivos e diretórios no Linux é a barra normal “/”.
▪ Preemptivo: é a capacidade de tirar de execução um processo em detrimento de outro. O Linux interrom-
pe um processo que está executando para dar prioridade a outro.
▪ Licença de uso (GPL): GPL (licença pública geral) permite que os programas sejam distribuídos e rea-
proveitados, mantendo, porém, os direitos do autor por forma a não permitir que essa informação seja usada de
uma maneira que limite as liberdades originais. A licença não permite, por exemplo, que o código seja apodera-
do por outra pessoa, ou que sejam impostas sobre ele restrições que impeçam que seja distribuído da mesma
maneira que foi adquirido.
▪ Memória Virtual (paginada/paginação): a memória virtual é uma área criada pelo Linux no disco rígido
(HD) do computador de troca de dados que serve como uma extensão da memória principal (RAM).
▪ Bibliotecas compartilhadas: são arquivos que possuem módulos que podem ser reutilizáveis por outras
aplicações. Em vez de o software necessitar de ter um módulo próprio, poderá recorrer a um já desenvolvido e
mantido pelo sistema ([Link]).
▪ Administrador (Super usuário/Root): é o usuário que tem todos os privilégios do sistema. Esse usuário
pode alterar tudo que há no sistema, excluir e criar partições na raiz (/) manipular arquivos e configurações
especiais do sistema, coisa que o usuário comum não pode fazer. Representado pelo símbolo: #.
▪ Usuário comum (padrão): é o usuário que possui restrições a qualquer alteração no sistema. Esse usu-
ário não consegue causar danos ao sistema devido a todas essas restrições. Representado pelo símbolo: $.
Distribuições do Linux
O termo “distro” é uma abreviação de distribuição e se refere às diferentes versões do sistema operacional
Linux, desenvolvidas por diferentes grupos e empresas. Como o Linux é um software livre e de código aberto,
diversas comunidades criaram suas próprias variações do sistema, adaptando-o para diferentes usos, como
servidores, desktops e dispositivos móveis.
Cada distribuição Linux inclui o kernel Linux, ferramentas essenciais do sistema, um gerenciador de paco-
tes e, muitas vezes, uma interface gráfica específica. Algumas distros são voltadas para usuários iniciantes,
enquanto outras são mais técnicas e voltadas para especialistas em sistemas. Principais distribuições Linux e
suas características:
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▪ Ubuntu: Fácil de usar, ideal para iniciantes e utilizado em desktops e servidores.
▪ Debian: Estável e confiável, muito utilizado em servidores.
▪ Fedora: Voltado para inovações, utilizado por desenvolvedores.
▪ Arch Linux: Para usuários avançados, altamente personalizável.
▪ Kali Linux: Focado em segurança e testes de invasão.
▪ CentOS (agora substituído pelo Rocky Linux e AlmaLinux): Muito usado em servidores empresariais.
▪ Slackware: Uma das distribuições mais antigas, voltada para usuários experientes.
▪ Linux Mint: Baseado no Ubuntu, com uma interface amigável para quem vem do Windows.
▪ OpenSUSE: Oferece estabilidade e ferramentas avançadas para administração de sistemas.
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clear: elimina todo o conteúdo visível, deixando a linha de comando no topo, como se o sistema acabasse
de ter sido acessado.
cp origem destino: copia um arquivo ou diretório para outro local. Por exemplo, para copiar o arquivo con-
[Link] com o nome [Link] para /home, basta digitar cp concurso. txt /home/ concurso [Link].
cut: o comando cut é um delimitador de arquivos, o qual pode ser utilizado para delimitar um arquivo em
colunas, número de caracteres ou por posição de campo.
Sintaxe: # cut <opções> <arquivo>
date: mostra a data e a hora atual.
df: mostra as partições usadas, espaço livre em disco.
diff arquivo1 arquivo2: indica as diferenças entre dois arquivos, por exemplo: diff calc.c calc2.c.
dir: lista os arquivos e diretórios da pasta atual; comando “ls” é o mais usado e conhecido para Linux. dir
é comando típico do Windows.
du diretório: mostra o tamanho de um diretório.
emacs: abre o editor de textos emacs.
fg: colocar a tarefa em foreground (primeiro plano).
file arquivo: mostra informações de um arquivo.
find diretório parâmetro termo: o comando find serve para localizar informações. Para isso, deve-se
digitar o comando seguido do diretório da pesquisa mais um parâmetro (ver lista abaixo) e o termo da busca.
Parâmetros:
name – busca por nome
type – busca por tipo
size – busca pelo tamanho do arquivo
mtime – busca por data de modificação
Exemplo: find /home name tristania
finger usuário: exibe informações sobre o usuário indicado.
free: mostra a quantidade de memória RAM disponível.
grep: procura por um texto dentro de um arquivo.
gzip: compactar um arquivo.
Entre os parâmetros disponíveis, tem-se:
▪ c – extrai um arquivo para a saída padrão;
▪ d – descompacta um arquivo comprimido;
▪ l – lista o conteúdo de um arquivo compactado;
▪ v – exibe detalhes sobre o procedimento;
▪ r – compacta pastas;
▪ t – testa a integridade de um arquivo compactado.
halt: desliga o computador.
help: ajuda.
history: mostra os últimos comandos inseridos.
id usuário: mostra qual o número de identificação do usuário especificado no sistema.
ifconfig: é utilizado para atribuir um endereço a uma interface de rede ou configurar parâmetros de interface
de rede.
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▪ a – aplicado aos comandos para todas as interfaces do sistema.
▪ ad – aplicado aos comandos para todos “down” as interfaces do sistema.
▪ au – aplicado aos comandos para todos “up” as interfaces do sistema.
Permissões no Linux
As permissões são usadas para vários fins, mas servem principalmente para proteger o sistema e os arqui-
vos dos usuários.
Somente o superusuário (root) tem ações irrestritas no sistema, justamente por ser o usuário responsável
pela configuração, administração e manutenção do Linux. Cabe a ele, por exemplo, determinar o que cada
usuário pode executar, criar, modificar etc. A forma usada para determinar o que o usuário pode fazer é a de-
terminação de permissões.
Observe:
Observe que a figura acima exibe uma listagem dos arquivos presentes no Linux. No lado esquerdo, são
exibidas as permissões dos arquivos.
▪ Detalhando as Permissões
Tipos de arquivos (observe a primeira letra à esquerda):
“d” Arquivo do tipo diretório (pasta)
“-” Arquivo comum (arquivo de texto, planilha, imagens…)
“l” Link (atalho)
Tipos de permissões (o que os usuários poderão fazer com os arquivos):
r: read (ler)
w: writer (gravar)
x: execute (executar)
“-”: não permitido
Tipos de usuários (serão três categorias de usuários):
Proprietário (u)
Grupos de usuários (g)
Usuário comum (o)
Tabela de permissões (a tabela é composta de oito combinações):
0: sem permissão
1: executar
2: gravar
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3: gravar/executar
4: ler
5: ler/executar
6: ler/gravar
7: ler/gravar/executar
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/media – o diretório /media contém subdiretórios em que os dispositivos de mídia removível inseridos no
computador são montados. Por exemplo, quando você insere um CD, DVD, pen drive em seu sistema Linux,
um diretório será criado automaticamente dentro do diretório /media. Você pode acessar o conteúdo do CD
dentro desse diretório.
/mnt – ponto de montagem para dispositivos de hardware que estão em /dev. O leitor de CD encontrado em
/dev/fd0, por exemplo, será montado em /mnt/cdrom. Ao contrário do Windows, no qual os discos e partições
aparecem como C:, D:, E:, no GNU/Linux, eles aparecem como hda1, hda2, hdb, sdb, CD-ROM etc.
/opt – possui os softwares que não fazem parte da instalação padrão do GNU/Linux.
/proc – é criado na memória (portanto, não ocupa espaço em disco) pelo kernel e fornece informações so-
bre ele e os processos ativos.
/root – diretório local do superusuário (root).
/run – o diretório /run é relativamente novo e oferece aos aplicativos um local padrão para armazenar arqui-
vos temporários, como soquetes e identificações de processos. Esses arquivos não podem ser armazenados
em /tmp, pois os arquivos localizados em /tmp podem ser apagados.
/sbin – contém arquivos referentes à administração e manutenção de hardware e software.
/snap – arquivos de implantação e um sistema de gerenciamento de pacotes que foi projetado e construído
pela Canonical para o sistema operacional Ubuntu phone. Com o suporte a Snap instalado em sua distribuição,
já é possível instalar aplicativos diversos para o Linux.
/srv – o diretório /srv contém “dados para serviços prestados pelo sistema”. Se você usa o servidor Apache
em um site, provavelmente armazena os arquivos do seu site em um diretório dentro do /srv.
/sys – a pasta sys tem basicamente a mesma finalidade atribuída ao diretório proc.
/tmp – arquivos temporários.
/usr – é o diretório com o maior número de arquivos, incluindo bibliotecas (/usr/lib) e executáveis (/usr/bin)
dos principais programas.
/usr/X11 – arquivos do sistema do gerenciador de janelas.
/usr/man – manuais on-line.
/var – arquivos variáveis, que mudam com frequência.
Teclas de Atalhos
Ctrl + Q: fechar o aplicativo ativo.
Ctrl + A: selecionar tudo.
Ctrl + S: salvar o documento ou alterações feitas.
Ctrl + P: imprimir o documento.
Ctrl + C: copiar o conteúdo selecionado.
Ctrl + V: colar o conteúdo da área de transferência.
Ctrl + X: cortar o conteúdo selecionado.
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Ctrl + Alt + F1: mudar para o primeiro terminal ou tty1 (sem modo gráfico).
Alt + Print: tirar uma captura de tela da tela ativa.
Atalhos de Terminal
Seta para cima ou para baixo: pesquisar entre o histórico de comandos usados.
Ctrl + C: matar o processo atual ou em execução.
Ctrl + U: excluir a linha atual.
Acesso remoto
O acesso remoto (à distância) conecta computadores que não estão interligados fisicamente, permitindo
assim o intercâmbio de dados.
O usuário pode utilizar o próprio Windows ou instalar programas clientes tais como VNC, Team Viewer, Log-
Melm e outros. É possível utilizar o Linux, Mac-OS e até o smartphone para acesso remoto.
Desta forma é possível utilizar um computador que está num outro local como se estivesse lá presencial-
mente.
O acesso remoto geralmente é feito usando uma VPN (virtual private network). A VPN cria uma rede virtual
privada (Túnel) permitindo este acesso utilizando a infraestrutura da Internet. A segurança dos dados é imple-
mentada pelo protocolo (normas que estabelecem a comunicação) SSL (Secure Sockets Layer).
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Transferência de informações e arquivos
A comunicação entre computadores permite o envio de arquivos (Upload) e o recebimento de arquivos
(Download).
O FTP (File Transfer Protocol), também é utilizado para este fim. O FTP depende de uma configuração do
administrador para liberação para um determinado usuário. Geralmente é utilizado por usuários técnicos que
desejam acessar computadores, transferir arquivos, etc.
O Windows possui aplicativos nativos para reprodução, gravação e edição simples de áudio e vídeo. Esses
programas permitem ao usuário executar tarefas multimídia sem necessidade de softwares adicionais. Vejamos
a seguir os principais aplicativos e suas funções:
WINDOWS MEDIA PLAYER
Reprodutor clássico do Windows para arquivos de áudio e vídeo.
▪ Reproduz formatos como MP3, WAV, WMA, MP4 e WMV;
▪ Cria listas de reprodução;
▪ Copia músicas de CDs (rip) e grava em discos (burn);
▪ Ajuste de volume, equalização e efeitos sonoros.
FILMES E TV
Aplicativo moderno para reprodução de vídeos em alta definição.
▪ Suporte a formatos MP4, MKV, AVI e MOV;
▪ Reprodução em HD e 4K;
▪ Controle de legendas e faixas de áudio;
▪ Integração com a Microsoft Store para compra e aluguel de filmes.
GRAVADOR DE SOM
Ferramenta simples para capturar áudio pelo microfone.
▪ Grava em formato M4A;
▪ Permite cortar e salvar trechos;
▪ Compatível com microfones internos e externos;
▪ Armazena gravações localmente ou no OneDrive.
FOTOS (MICROSOFT PHOTOS)
Aplicativo para visualização e edição básica de imagens e vídeos.
▪ Edição de brilho, contraste e filtros;
▪ Criação de vídeos com música e transições;
▪ Organização automática por data e local;
▪ Suporte a formatos JPEG, PNG, GIF, MP4 e MOV.
CÂMERA
Usado para capturar fotos e vídeos pela webcam.
▪ Controle de resolução e brilho;
▪ Gravação de vídeos e captura de imagens;
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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
▪ Salvamento automático na pasta “Câmera Roll”;
▪ Integração com o aplicativo Fotos para edição.
Esse é um dos aplicativos de comunicação mais populares no mundo, conhecido por sua simplicidade e
abrangência. Inicialmente lançado como um aplicativo de mensagens, o WhatsApp evoluiu para incluir várias
funcionalidades:
▪ Mensagens de Texto: Envio instantâneo de mensagens, com suporte para emojis, GIFs e stickers.
▪ Chamadas de Voz e Vídeo: Possibilita realizar chamadas de voz e vídeo de alta qualidade, tanto indivi-
duais quanto em grupo.
▪ Compartilhamento de Arquivos: Permite enviar fotos, vídeos, documentos, e até mesmo localização em
tempo real.
▪ Grupos: Organização de grupos de até 256 membros, facilitando a comunicação em equipe ou entre
amigos.
▪ Status: Recurso semelhante ao Stories do Instagram, onde os usuários podem compartilhar fotos e vídeos
que desaparecem após 24 horas.
▪ Comunidades: Nova funcionalidade para organizar grupos relacionados em um único espaço.
Telegram
O Telegram é um aplicativo que ganhou notoriedade pela segurança e pela versatilidade de suas funções.
É frequentemente comparado ao WhatsApp, mas oferece algumas características exclusivas:
▪ Chats Secretos: Conversas que possuem criptografia de ponta a ponta e a opção de autodestruição após
um tempo determinado.
▪ Bots: Integração com bots que podem realizar diversas tarefas, desde informar sobre o clima até automa-
tizar processos de negócios.
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▪ Canais: Plataformas de transmissão onde os administradores podem enviar mensagens para um número
ilimitado de inscritos.
▪ Compartilhamento de Arquivos: Sem limites de tamanho, suportando o envio de arquivos pesados,
como filmes e grandes documentos.
▪ Grupos de até 200.000 membros: Ferramenta poderosa para comunidades grandes, com diversas op-
ções de moderação.
Zoom
O Zoom é uma das plataformas de videoconferência mais utilizadas no mundo, especialmente popularizada
por seu papel essencial em reuniões virtuais, aulas online e eventos à distância. Reconhecido por sua esta-
bilidade e facilidade de uso, o Zoom oferece uma ampla gama de recursos para comunicação e colaboração:
▪ Reuniões de Vídeo: Permite chamadas de vídeo com alta qualidade, suportando desde encontros indivi-
duais até conferências com centenas de participantes.
▪ Áudio e Chat Integrado: Além do vídeo, oferece opções de comunicação por áudio e mensagens de texto
durante as reuniões, facilitando a interação.
▪ Compartilhamento de Tela: Recurso que possibilita exibir apresentações, documentos, janelas de aplica-
tivos ou toda a tela do computador para outros participantes.
▪ Salas de Reunião (Breakout Rooms): Permitem dividir os participantes em grupos menores dentro de
uma mesma reunião, ideal para dinâmicas e trabalhos em equipe.
▪ Gravação de Reuniões: Opção de gravar encontros para posterior visualização, tanto localmente quanto
na nuvem (dependendo do plano).
▪ Agendamento e Integração com Calendários: Sincroniza com serviços como Google Calendar e
Outlook, facilitando o agendamento e envio de convites.
Slack
O Slack é uma plataforma voltada principalmente para o ambiente corporativo, sendo amplamente utilizada
por empresas para a comunicação interna e gestão de projetos:
▪ Canais: Organiza a comunicação em canais temáticos, permitindo que as equipes discutam projetos es-
pecíficos de forma centralizada.
▪ Integrações: Conexão com diversos outros aplicativos e serviços, como Google Drive, Trello, e GitHub,
facilitando o fluxo de trabalho.
▪ Mensagens Diretas: Comunicação privada entre membros da equipe.
▪ Chamadas de Voz e Vídeo: Possibilidade de realizar chamadas internas dentro da plataforma.
▪ Pesquisa Avançada: Localização rápida de mensagens e arquivos compartilhados.
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Microsoft Teams
Originalmente desenvolvido para gamers, o Discord rapidamente se expandiu para outras comunidades,
oferecendo uma plataforma versátil para comunicação:
▪ Servidores: Estrutura de comunicação baseada em servidores, onde cada servidor pode ter vários canais
temáticos.
▪ Chats de Voz e Texto: Conversas por texto ou voz, com baixa latência, ideal para comunicação durante
jogos ou eventos ao vivo.
▪ Compartilhamento de Tela: Permite que os usuários compartilhem sua tela em tempo real com outros
membros do canal.
▪ Bots e Integrações: Suporte para bots que podem gerenciar funções automáticas, como música, mode-
ração e muito mais.
▪ Nitro: Versão premium que oferece funcionalidades adicionais, como upload de arquivos maiores e ava-
tares animados.
Google Workspace
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Um conjunto completo de ferramentas de colaboração, amplamente usado em empresas e instituições
educacionais:
▪ Google Meet: Plataforma de videoconferências para reuniões online.
▪ Google Drive: Armazenamento e compartilhamento de arquivos na nuvem, com controle de permissões.
▪ Docs, Sheets e Slides: Criação colaborativa de documentos, planilhas e apresentações.
▪ Google Chat e Spaces: Comunicação em tempo real e organização de equipes em espaços de trabalho
dedicados.
Notion
Uma plataforma versátil que une comunicação e colaboração para organização pessoal e profissional:
▪ Base de Conhecimento: Criação e compartilhamento de páginas com informações acessíveis a toda a
equipe.
▪ Gerenciamento de Projetos: Tabelas, calendários e listas Kanban para organização de tarefas.
▪ Colaboração em Tempo Real: Edição simultânea de conteúdos por vários membros.
▪ Integrações: Conexão com outros aplicativos para otimizar fluxos de trabalho.
Essas plataformas variam desde simples aplicativos de mensagens até complexas soluções de colaboração
empresarial. A escolha ideal dependerá das necessidades específicas da equipe ou projeto, mas todas elas
compartilham o objetivo comum de facilitar a comunicação e a produtividade no ambiente moderno.
Principais características:
▪ Comunicação de voz em tempo real via Internet;
▪ Redução de custos em chamadas locais e internacionais;
▪ Integração com videoconferências e aplicativos corporativos.
Exemplos de uso:
▪ Skype, Microsoft Teams, Zoom, WhatsApp e Discord utilizam VoIP para chamadas de voz e vídeo.
▪ Empresas usam servidores VoIP (como Asterisk) para centrais telefônicas baseadas em rede.
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Edição de textos,planilhas e apresentações: utilização em ambientes Microsoft Office
365 e LibreOffice
▸ Word
O Word é um editor de texto amplamente utilizado, com ele podemos redigir cartas, comunicações, livros,
apostilas etc.
Suas principais funcionalidades são:
Área de trabalho
Nesta Área é possível digitar o texto e formatá-lo de acordo com a necessidade, observe o exemplo na
imagem a seguir:
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A partir disso, pode ser utilizada a área de trabalho do Word, onde é possível digitar os textos e aplicar as
formatações e alinhamentos desejados.
Alinhamentos
Ao redigir um texto, frequentemente surge a necessidade de alinhá-lo para atender às necessidades espe-
cíficas de formatação e apresentação. Portanto, a seguir, serão detalhados os diferentes tipos de alinhamentos
utilizados.”
Tamanho da letra
Limpa a formatação
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▪ Barra de Status: Exibe informações como número de páginas, palavras e idioma.
▪ Zoom: Permite aproximar ou afastar a visualização do documento.
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Guias da Faixa de Opções e Principais Funcionalidades
Além da guia Página Inicial, o Word 365 organiza comandos em guias específicas:
▪ Inserir: permite adicionar tabelas, imagens, formas, gráficos, cabeçalhos, rodapés, números de página e
outros elementos.
▪ Layout: define margens, orientação, tamanho do papel, colunas, espaçamento entre parágrafos e recuos.
▪ Referências: oferece recursos como inserir sumário, notas de rodapé, citações, bibliografia, legendas,
índice remissivo e índice de figuras.
▪ Correspondências: utilizada para mala direta, criação de envelopes e etiquetas, facilitando a personali-
zação em massa de documentos.
▪ Revisão: possibilita verificar ortografia e gramática, usar o dicionário de sinônimos, adicionar comentários,
controlar alterações no documento e comparar versões.
▪ Exibição: ajusta os modos de exibição do documento, zoom, múltiplas janelas, régua, linha de grade e o
painel de navegação.
Opções do Word
Para acessar as configurações avançadas do Word, vá em Arquivo > Opções. A janela de Opções do Word
permite configurar:
▪ Geral: interface e opções básicas;
▪ Exibição: elementos visuais;
▪ Revisão de Texto: autocorreção e gramática;
▪ Salvar: localização de arquivos e salvamento automático;
▪ Idioma: definir idiomas preferenciais;
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Ajuda
▪ Para obter ajuda, pressione F1 ou clique no ícone de ajuda (?) no canto superior.
▪ O Word abrirá a Ajuda da Microsoft ou a central de suporte online, com busca por tópicos.
Teclas de Atalho
Além dos atalhos de alinhamento, o Word permite diversas operações por teclado:
ATALHO DESCRIÇÃO
Ctrl + N Criar novo documento
Ctrl + O Abrir documento existente
Ctrl + S Salvar documento
Ctrl + P Imprimir documento
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Ctrl + C Copiar conteúdo selecionado
Ctrl + X Recortar conteúdo selecionado
Ctrl + V Colar conteúdo copiado ou recortado
Ctrl + B Aplicar ou remover negrito
Ctrl + I Aplicar ou remover itálico
Ctrl + U Aplicar ou remover sublinhado
Ctrl + Z Desfazer última ação
Ctrl + Y Refazer ação desfeita
Ctrl + L Alinhar texto à esquerda
Ctrl + R Alinhar texto à direita
Ctrl + E Centralizar texto
Ctrl + J Justificar texto
Ctrl + Q Remover alinhamento
Ctrl + G Alinhar texto à direita
Ctrl + T Inserir tabela
Ctrl + F Abrir a função “Localizar”
Ctrl + H Abrir a função “Substituir”
Ctrl + Enter Inserir quebra de página
Ctrl + Shift + N Aplicar estilo “Normal” ao parágrafo
F1 Abrir a Ajuda do Word
Ctrl + Shift + > Aumentar o tamanho da fonte
Ctrl + Shift + < Diminuir o tamanho da fonte
Ctrl + Espaço Remover a formatação de fonte
Ctrl + Shift + L Aplicar marcador (lista com pontos)
▸ Excel
O EXCEL é um aplicativo que faz parte do pacote OFFICE, juntamente com o WORD (textos), POWER-
POINT (apresentação) e outros aplicativos que atendem necessidades pessoais e empresariais.
O EXCEL permite a criação de tabelas para cálculos automáticos, análise de dados, gráficos, totais auto-
máticos etc.
São exemplos de planilhas EXCEL.
▪ Planilha de vendas;
▪ Planilha de custos,
Desta forma ao inserirmos dados, os valores são calculados automaticamente.
Como é uma planilha de cálculo?
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A unidade central do EXCEL é a célula que corresponde ao cruzamento entre a linha e a coluna, neste
exemplo coluna A, linha 2 ( A2 )
É possível também obter o intervalo A1..B3
Para colocar dados é necessário clicar na célula e inseri-los, a partir daí se inicia a criação da planilha.
Formatação células
Fórmulas básicas
A função “SOMA” realiza a soma de um intervalo de células. Por exemplo, para somar os números de B2
até B6, utilizamos a fórmula =SOMA(B2:B6).
Média
A função “MÉDIA” calcula a média de um intervalo de células. Por exemplo, para calcular a média dos nú-
meros de B2 até B6, utilizamos a fórmula =MÉDIA(B2:B6).
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▸ PowerPoint
O PowerPoint é uma ferramenta poderosa para criar apresentações visuais impactantes. Antes de começar
a projetar sua apresentação, é importante entender a área de trabalho do PowerPoint para aproveitar ao máxi-
mo seus recursos. Neste guia, serão explorados os elementos essenciais da área de trabalho e como utilizá-los
efetivamente.
Na ferramenta, é possível utilizar a área interna para escrever conteúdo, redimensionar, mover as áreas
delimitadas ou até mesmo excluí-las. Observe:
No exemplo abaixo, observe que um título foi colocado na caixa superior e um texto na caixa inferior, além
dos quadrados terem sido movidos para adequá-los melhor.
Perceba que a formatação dos textos é padronizada, a mesma ideia pode ser utilizada no WORD, EXCEL
e POWERPOINT.
Marcadores
São úteis para organizar um texto em tópicos de forma clara e estruturada. Eles ajudam os leitores a iden-
tificar facilmente os diferentes itens de uma lista e a compreender a relação entre eles. Observe os exemplos
abaixo:
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Na página inicial, estão dispostos os Marcadores Numerados, com Símbolos e Palavras, são eles:
▪ Marcadores Numerados: são usados para destacar uma lista de itens sequenciais. Cada item é prece-
dido por um número que indica sua posição na lista. Esse tipo de marcador é ideal quando a ordem dos itens
é importante.
▪ Marcadores com Símbolos: são uma alternativa visualmente atraente aos marcadores numerados. Eles
substituem os números por símbolos, como pontos, quadrados ou círculos, proporcionando uma organização
visualmente agradável à lista.
▪ Marcadores com Palavras: substituem os símbolos por palavras descritivas, como “Primeiro”, “Segundo”,
“Terceiro”, e assim por diante. Esse tipo de marcador é útil quando se deseja fornecer uma descrição breve ou
um título para cada item da lista.
▸ Outros Recursos
Inserir Tabelas
Inserir
Inserir Imagens
Arquivo Salvar
Um recurso amplamente utilizado é a guia Design, nesta aba, é possível encontrar diversos temas. Desta
forma, um slide simples, pode se tornar profissional, assumindo um tema, como na imagem a seguir:
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Com o primeiro slide pronto, basta duplicá-lo para obter vários no mesmo formato, e então realizar apenas
as alterações necessárias para criar os próximos, observe os exemplos abaixo:
Agora, percebe-se que há uma apresentação com quatro slides padronizados, necessitando apenas de
alterações nos textos. Além de copiá-los, é possível movê-los de uma posição para outra utilizando o mouse.
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Um recurso amplamente usado são as transições, que determinam como cada slide aparecerá na tela.
A partir desse ponto, a apresentação está pronta, para começar a apresentá-la é necessário apenas clicar
no ícone correspondente no canto inferior direito, como na imagem abaixo:
Em suma, a utilização do Microsoft Office 365 para a edição de textos, planilhas e apresentações é uma
prática fundamental em diversos contextos, desde o ambiente acadêmico até o mundo corporativo.
As ferramentas oferecidas por esse pacote, como o Word, o Excel e o PowerPoint, proporcionam uma vasta
gama de recursos que facilitam a criação, formatação e compartilhamento de documentos de forma eficiente e
colaborativa.
Ao adotar o Office 365, os usuários têm acesso a uma plataforma atualizada constantemente, garantindo
que estejam utilizando as versões mais recentes dos aplicativos, além de poderem usufruir dos benefícios da
integração em nuvem, que permite o acesso aos arquivos de qualquer lugar e em qualquer dispositivo conec-
tado à internet.
A praticidade, a facilidade de uso e a compatibilidade com outros softwares e serviços tornam o Microsoft
Office 365 uma escolha popular e confiável para a edição de textos, planilhas e apresentações. Em suma, sua
presença nos ambientes profissionais e educacionais reforça sua importância como uma ferramenta indispen-
sável para a produtividade e comunicação eficaz no mundo digital contemporâneo.
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LibreOffice
O LibreOffice é uma suíte de escritório livre compatível com os principais pacotes de escritório do mercado.
O pacote oferece todas as funções esperadas de uma suíte profissional: editor de textos, planilha, apresenta-
ção, editor de desenhos e banco de dados18. Ele é uma das mais populares suítes de escritório multiplataforma
e de código aberto.
O LibreOffice é um pacote de escritório assim como o MS Office19. Embora seja um software livre, pode ser
instalado em vários sistemas operacionais, como o MS Windows, Mac OS X, Linux e Unix. Ao longo dos anos,
passou por várias modificações em seu projeto, mudando até mesmo de nome, mas mantendo os mesmos
aplicativos.
Aplicativos do LibreOffice
Writer: editor de textos.
Exatensão: .odt
Calc: planilhas eletrônicas.
Extensão: .ods
Impress: apresentação de slides.
Extensão: .odp
Draw: edição gráfica de imagens e figuras.
Extensão: .odg
Base: Banco de dados.
Extensão: .odb
Math: fórmulas matemáticas.
Extensão: .odf
▸ Writer
Writer é o editor de textos do LibreOffice. Além dos recursos usuais de um processador de textos (verifica-
ção ortográfica, dicionário de sinônimos, hifenização, autocorreção, localizar e substituir, geração automática
de sumários e índices, mala direta e outros), o Writer fornece importantes características:
▪ Modelos e estilos;
▪ Métodos de layout de página, incluindo quadros, colunas e tabelas;
▪ Incorporação ou vinculação de gráficos, planilhas e outros objetos;
18 [Link]
19 FRANCESCHINI, M. LibreOffice – Parte I.
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▪ Ferramentas de desenho incluídas;
▪ Documentos mestre para agrupar uma coleção de documentos em um único documento;
▪ Controle de alterações durante as revisões;
▪ Integração de banco de dados, incluindo bancos de dados bibliográficos;
▪ Exportação para PDF, incluindo marcadores.
▪ Barra de Títulos: exibe o nome do documento. Se o usuário não fornecer nome algum, o Writer sugere o
nome Sem título 1.
▪ Barra de Menu: dá acesso a todas as funcionalidades do Writer, categorizando por temas de funcionali-
dades.
▪ Barra de ferramentas padrão: está presente em todos os aplicativos do LibreOffice e é igual para todos
eles, por isso tem esse nome “padrão”.
▪ Barra de ferramentas de formatação: essa barra apresenta as principais funcionalidades de formatação
de fonte e parágrafo.
▪ Barra de Status: oferece informações sobre o documento e atalhos convenientes para rapidamente alte-
rar alguns recursos.
Principais Menus
Os menus organizam o acesso às funcionalidades do aplicativo. Eles são praticamente os mesmos em to-
dos os aplicativos, mas suas funcionalidades variam de um para outro.
Arquivo
Esse menu trabalha com as funcionalidades de arquivo, tais como:
▪ Novo: essa funcionalidade cria um novo arquivo do Writer ou de qualquer outro dos aplicativos do Libre-
Office;
▪ Abrir: abre um arquivo do disco local ou removível ou da rede local existente do Writer;
▪ Abrir Arquivo Remoto: abre um arquivo existente da nuvem, sincronizando todas as alterações remota-
mente;
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▪ Salvar: salva as alterações do arquivo local desde o último salvamento;
▪ Salvar Arquivo Remoto: sincroniza as últimas alterações não salvas no arquivo lá na nuvem;
▪ Salvar como: cria uma cópia do arquivo atual com as alterações realizadas desde o último salvamento;
Para salvar um documento como um arquivo Microsoft Word20:
1. Primeiro salve o documento no formato de arquivo usado pelo LibreOffice (.odt).
Sem isso, qualquer mudança que se tenha feito desde a última vez em que se salvou o documento, somente
aparecerá na versão Microsoft Word do documento.
2. Então escolha Arquivo → Salvar como. No menu Salvar como.
3. No menu da lista suspensa Tipo de arquivo (ou Salvar como tipo), selecione o tipo de formato Word que
se precisa. Clique em Salvar.
A partir deste ponto, todas as alterações realizadas se aplicarão somente ao documento Microsoft Word.
Desde feito, a alterado o nome do documento. Se desejar voltar a trabalhar com a versão LibreOffice do docu-
mento, deverá voltar a abri-lo.
Editar
Esse menu possui funcionalidades de edição de conteúdo, tais como:
▪ Desfazer: desfaz a(s) última(s) ação(ões);
▪ Refazer: refaz a última ação desfeita;
▪ Repetir: repete a última ação;
▪ Copiar: copia o item selecionado para a área de transferência;
▪ Recortar: recorta ou move o item selecionado para a área de transferência;
▪ Colar: cola o item da área de transferência;
▪ Colar Especial: cola o item da área de transferência permitindo escolher o formado de destino do conte-
údo colado;
20 [Link]
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▪ Selecionar Tudo: seleciona todo o documento;
▪ Localizar: localiza um termo no documento;
▪ Localizar e Substituir: localiza e substitui um termo do documento por outro fornecido;
▪ Ir para a página: permite navegar para uma página do documento.
Exibir
Esse outro menu define as várias formas que o documento é exibido na tela do computador. Principais fun-
cionalidades:
▪ Normal: modo de exibição padrão como o documento será exibido em uma página;
▪ Web: exibe o documento como se fosse uma página web num navegador;
▪ Marcas de Formatação: exibe os caracteres não imprimíveis, como os de quebra de linha, de parágrafo,
de seção, tabulação e espaço. Tais caracteres são exibidos apenas na tela, não são impressas no papel (CTR-
L+F10);
▪ Navegador: permite navegar nos vários objetos existentes no documento, como tabelas, links, notas de
rodapé, imagens etc.
▪ Galeria: exibe imagens e figuras que podem ser inseridas no documento;
▪ Tela Inteira: suprime as barras de ferramenta e menus (CTRL+SHIFT+J).
Inserir
Nesse menu, é possível inserir inúmeros objetos ao texto, tais como:
▪ Quebra de página: insere uma quebra de página e o cursor é posicionado no início da próxima página a
partir daquele ponto em que a quebra foi inserida;
▪ Quebra manual: permite inserir uma quebra de linha, de coluna e de página;
▪ Figura: insere uma imagem de um arquivo;
▪ Multimídia: insere uma imagem da galeria LibreOffice, uma imagem digitalizada de um scanner ou vídeo;
▪ Gráfico: cria um gráfico do Calc, com planilha de dados embutida no Writer;
▪ Objeto: insere vários tipos de arquivos, como do Impress e do Calc dentre outros;
▪ Forma: cria uma forma geométrica, tipo círculo, retângulo, losango etc.;
▪ Caixa de Texto: insere uma caixa de texto ao documento;
▪ Anotação: insere comentários em balões laterais;
▪ Hiperlink: insere hiperlink ou link para um endereço da internet ou um servidor FTP, para um endereço de
e-mail, para um documento existente ou para um novo documento (CTRL+K);
▪ Indicador: insere um marcador ao documento para rápida localização posteriormente;
▪ Seção: insere uma quebra de seção, dividindo o documento em partes separadas com formatações inde-
pendentes;
▪ Referências: insere referência a indicadores, capítulos, títulos, parágrafos numerados do documento atu-
al;
▪ Caractere Especial: insere aqueles caracteres que você não encontra no teclado do computador, tais
como ©, ≥, ∞;
▪ Número de Página: insere numeração nas páginas na posição atual do cursor;
▪ Campo: insere campos de numeração de página, data, hora, título, autor, assunto;
▪ Cabeçalho e Rodapé: insere cabeçalho e rodapé ao documento;
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Formatar
Esse menu trabalha com a formatação de fonte, parágrafo, página, formas e figuras;
▪ Texto: formata a fonte do texto;
Pode-se aplicar vários formatos de caracteres usando os botões da barra de ferramentas Formatação.
▪ Clonar Formatação: essa ferramenta é chamada de “pincel de formatação” no MS Word e faz a mesma
função, ou seja, clona a formatação de um item selecionado e a aplica a outro ;
▪ Limpar Formatação Direta: limpa a formatação do texto selecionado, deixando a formatação original do
modelo do documento;
Nessa janela, é possível formatar o tipo de fonte, o estilo de formatação (negrito, itálico, regular), o efeito de
formatação (tachado, sublinhado, sombra etc.), a posição do texto (sobrescrito, subscrito, rotação, espaçamen-
to entre as letras do texto), inserir hiperlink, aplicar realce (cor de fundo do texto) e bordas;
▪ Caractere...: diferentemente do MS Word, o Write chama a fonte de caractere.
Nessa janela, é possível formatar o tipo de fonte, o estilo de formatação (negrito, itálico, regular), o efeito de
formatação (tachado, sublinhado, sombra etc.), a posição do texto (sobrescrito, subscrito, rotação, espaçamen-
to entre as letras do texto), inserir hiperlink, aplicar realce (cor de fundo do texto) e bordas;
▪ Parágrafo...: abre a caixa de diálogo de formatação de parágrafo.
▪ Marcadores e Numeração: abre a caixa de diálogo de formatação de marcadores e de numeração numa
mesma janela. Perceba que a mesma função de formatação já foi vista por meio dos botões de formatação.
Essa mesma formatação é encontrada aqui na caixa de diálogo de marcadores e numeração;
▪ Página...: abre a caixa de diálogo de formatação de páginas. Aqui, encontramos a orientação do papel,
que é se o papel é horizontal (paisagem) ou vertical (retrato);
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▪ Figura: formata figuras inseridas ao texto;
▪ Caixa de Texto e Forma: formata caixas de texto e formas inseridas no documento;
▪ Disposição do Texto: define a disposição que os objetos como imagens, formas e figuras ficarão em
relação ao texto.
▪ Estilos: esse menu trabalha com estilos do texto. Estilos são o conjunto de formatação de fonte, parágra-
fo, bordas, alinhamento, numeração e marcadores aplicados em conjunto. Existem estilos predefinidos, mas
é possível também criar estilos e nomeá-los. Também é possível editar os estilos existentes. Os estilos são
usados na criação dos sumários automáticos.
Tabelas
Esse menu trabalha com tabelas. As tabelas são inseridas por aqui, no menu Tabelas. As seguintes funcio-
nalidades são encontradas nesse menu:
▪ Inserir Tabela: insere uma tabela ao texto;
▪ Inserir: insere linha, coluna e célula à tabela existente;
▪ Excluir: exclui linha, coluna e tabela;
▪ Selecionar: seleciona célula, linha, coluna e tabela;
▪ Mesclar: mescla as células adjacentes de uma tabela, transformando-as em uma única tabela. Atenção!
O conteúdo de todas as células é preservado;
▪ Converter: converte texto em tabela ou tabela em texto;
▪ Fórmulas: insere fórmulas matemáticas na célula da tabela, tais como soma, multiplicação, média, con-
tagem etc.
Ferramentas
Esse menu trabalha com diversas ferramentas, tais como:
▪ Ortografia e Gramática: essa ferramenta aciona o corretor ortográfico para fazer a verificação de ocorrên-
cias de erros em todo o documento. Ela corrige por alguma sugestão do dicionário, permite inserir novos termos
ao dicionário ou apenas ignora as ocorrências daquele erro (F7);
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CTRL+C: copiar.
CTRL+D: sublinhar.
CTRL+E: centralizar alinhamento.
CTRL+F: localizar texto (find).
CTRL+G: sem ação.
CTRL+H: localizar e substituir.
CTRL+I: itálico.
CTRL+J: justificar.
CTRL+K: adicionar hiperlink.
CTRL+L: alinhar à esquerda (left).
CTRL+M: limpar formatação.
CTRL+N: novo documento (new).
CTRL+ O: abrir documento existente (open).
CTRL+P: imprimir (print).
CTRL+Q: fechar o aplicativo Writer.
CTRL+R: alinhar à direita (right).
CTRL+S: salvar o documento (save).
CTRL+T: sem ação.
CTRL+U: sublinhar.
CTRL+V: colar.
CTRL+X: recortar.
CTRL+W: fechar o arquivo.
CTRL+Y: refazer última ação.
CTRL+Z: desfazer última ação.
▸ Calc
O Calc é o aplicativo de planilhas eletrônicas do LibreOffice. Assim como o MS Excel, ele trabalha com cé-
lulas e fórmulas.
Outras funcionalidades oferecidas pelo Calc incluem21:
▪ Funções, que podem ser utilizadas para criar fórmulas para executar cálculos complexos;
▪ Funções de banco de dados, para organizar, armazenas e filtrar dados;
▪ Gráficos dinâmicos; um grande número de opções de gráficos em 2D e 3D;
▪ Macros, para a gravação e execução de tarefas repetitivas; as linguagens de script suportadas incluem
LibreOffice Basic, Python, BeanShell, e JavaScript;
▪ Capacidade de abrir, editar e salvar planilhas no formato Microsoft Excel;
▪ Importação e exportação de planilhas em vários formatos, incluindo HTML, CSV, PDF e PostScript.
21 WEBER, J. H., SCHOFIELD, P., MICHEL, D., RUSSMAN, H., JR, R. F., SAFFRON, M., SMITH, J. A. Introdução ao Calc. Planilhas de Cálculo
no LibreOffice
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Planilhas e células
O Calc trabalha como elementos chamados de planilhas. Um arquivo de planilha consiste em várias plani-
lhas individuais, cada uma delas contendo células em linhas e colunas. Uma célula particular é identificada pela
letra da sua coluna e pelo número da sua linha.
As células guardam elementos individuais – texto, números, fórmulas, e assim por diante – que mascaram
os dados que exibem e manipulam.
Cada arquivo de planilha pode ter muitas planilhas, e cada uma delas pode conter muitas células individu-
ais. No Calc, cada planilha pode conter um máximo de 1.048.576 linhas e 1024 colunas.
Janela principal
Quando o Calc é aberto, a janela principal abre. As partes dessa janela estão descritas a seguir.
Assistente de Função: auxilia o usuário na criação de uma função. Organiza as funções por
categoria.
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Filtro: exibe apenas as linhas que satisfazem o critério do filtro da coluna.
Ordena as linhas em ordem crescente ou decrescente. Pode ser aplicada em várias colunas.
Mesclar e centralizar células: transforma duas ou mais células adjacentes em uma única célula.
Congelar linhas e colunas: fixa a exibição da primeira linha ou da primeira coluna ou ainda
permite congelar as linhas acima e as colunas à esquerda da célula selecionada. Não é proteção
de células, pois o conteúdo das mesmas ainda pode ser alterado.
Insere linha acima da linha atual.
Barra de título
A barra de título, localizada no alto da tela, mostra o nome da planilha atual. Quando a planilha for recém-
-criada, seu nome é Sem título X, onde X é um número. Quando a planilha é salva pela primeira vez, você é
solicitado a dar um nome de sua escolha.
Barra de Menu
A Barra de menu é onde você seleciona um dos menus e aparecem vários submenus com mais opções.
▪ Arquivo: contém os comandos que se aplicam a todo o documento, como Abrir, Salvar, Assistentes, Ex-
portar como PDF, Imprimir, Assinaturas Digitais e assim por diante.
▪ Editar: contém os comandos para a edição do documento, tais como Desfazer, Copiar, Registrar altera-
ções, Preencher, Plug-in e assim por diante.
▪ Exibir: contém comandos para modificar a aparência da interface do usuário no Calc, por exemplo Barra
de ferramentas, Cabeçalhos de linhas e colunas, Tela Inteira, Zoom e assim por diante.
▪ Inserir: contém comandos para inserção de elementos em uma planilha; por exemplo, Células, Linhas,
Colunas, Planilha, Figuras e assim por diante.
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Inserir novas planilhas
Clique no ícone Adicionar planilha para inserir uma nova planilha após a última sem abrir a caixa de diálogo
Inserir planilha. Os seguintes métodos abrem a caixa de diálogo Inserir planilha onde é possível posicionar
a nova planilha, criar mais que uma planilha, definir o nome da nova planilha, ou selecionar a planilha de um
arquivo.
▪ Selecione a planilha onde deseja inserir uma nova e vá no menu Inserir > Planilha; ou
▪ Clique com o botão direito do mouse na aba da planilha onde você deseja inserir uma nova e selecione
Inserir planilha no menu de contexto; ou
▪ Clique no espaço vazio no final das abas das planilhas; ou
▪ Clique com o botão direito do mouse no espaço vazio no final das abas das planilhas e selecione Inserir
planilha no menu de contexto.
Barra de ferramentas
A configuração padrão, ao abrir o Calc, exibe as barras de ferramentas Padrão e Formatação encaixadas
no topo do espaço de trabalho.
Barras de ferramentas do Calc também podem ser encaixadas e fixadas no lugar, ou flutuante, permitindo
que você mova para a posição mais conveniente em seu espaço de trabalho.
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Barra de fórmulas
A Barra de fórmulas está localizada no topo da planilha no Calc. A Barra de fórmulas está encaixada perma-
nentemente nesta posição e não pode ser usada como uma barra flutuante. Se a Barra de fórmulas não estiver
visível, vá para Exibir no Menu e selecione Barra de fórmulas.
Barra de fórmulas.
Indo da esquerda para a direita, a Barra de Fórmulas consiste do seguinte:
▪ Caixa de Nome: mostra a célula ativa através de uma referência formada pela combinação de letras e
números, por exemplo, A1. A letra indica a coluna e o número indica a linha da célula selecionada.
▪ Assistente de funções : abre uma caixa de diálogo, na qual você pode realizar uma busca através
da lista de funções disponíveis. Isto pode ser muito útil porque também mostra como as funções são formadas.
▪ Soma : clicando no ícone Soma, totaliza os números nas células acima da célula e então coloca o total
na célula selecionada. Se não houver números acima da célula selecionada, a soma será feita pelos valores
das células à esquerda.
▪ Função : clicar no ícone Função insere um sinal de (=) na célula selecionada, de maneira que seja
inserida uma fórmula na Linha de entrada.
▪ Linha de entrada: exibe o conteúdo da célula selecionada (dados, fórmula, ou função) e permite que você
edite o conteúdo da célula. Você pode editar o conteúdo da célula diretamente, clicando duas vezes nela. Quan-
do você digita novos dados numa célula, os ícones de Soma e de Função mudam para os botões Cancelar e
Aceitar .
Operadores aritméticos
Operadores aritméticos.
Operadores aritméticos.
Operadores comparativos
Operadores comparativos.
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Principais fórmulas
=HOJE(): insere a data atual do sistema operacional na célula. Essa data sempre será atualizada toda vez
que o arquivo for aberto. Existe uma tecla de atalho que também insere a data atual do sistema, mas não como
função, apenas a data como se fosse digitada pelo usuário. Essa tecla de atalho é CTRL+;.
=AGORA(): insere a data e a hora atuais do sistema operacional. Veja como é seu resultado após digitada
na célula.
A condição é uma expressão lógica e dá como resultado VERDADEIRO ou FALSO. O resultado1 é esco-
lhido se a condição for verdadeira; o resultado2 é escolhido se a condição for falsa. Os resultados podem ser:
“texto” (entre aspas sempre), número, célula (não pode intervalo, apenas uma única célula), fórmula.
A melhor forma de ler essa função é a seguinte: substitua o primeiro “;” por “Então” e o segundo “;” por “Se-
não”. Fica assim: se a condição for VERDADEIRA, ENTÃO escolha resultado1; SENÃO escolha resultado2.
=PROCV(): a função PROCV serve para procurar valores em um intervalo vertical de uma matriz e devolve
para o usuário um valor de outra coluna dessa mesma matriz, mas da mesma linha do valor encontrado.
Essa é a estrutura do PROCV, na qual “valor” é o valor usado na pesquisa; “matriz” é todo o conjunto de
células envolvidas; “coluna_resultado” é o número da coluna dessa matriz onde o resultado se encontra; “va-
lor_aproximado” diz se a comparação do valor da pesquisa será apenas aproximada ou terá que ser exatamen-
te igual ao procurado. O valor usado na pesquisa tem que estar na primeira coluna da matriz, sempre! Ou seja,
ela procurará o valor pesquisado na primeira coluna da matriz.
Entendendo funções
Calc inclui mais de 350 funções para analisar e referenciar dados22. Muitas destas funções são para usar
com números, mas muitos outros são usados com datas e hora, ou até mesmo texto.
Uma função pode ser tão simples quanto adicionar dois números, ou encontrar a média de uma lista de
números. Alternativamente, pode ser tão complexo como o cálculo do desvio-padrão de uma amostra, ou a
tangente hiperbólica de um número.
22 Duprey, B.; Silva, R. P.; Parker, H.; Vigliazzi, D. Douglas. Guia do Calc, Capítulo 7. Usando Formulas e Funções.
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Algumas funções básicas são semelhantes aos operadores. Exemplos:
+ Este operador adiciona dois números juntos para um resultado. SOMA(), por outro lado adiciona grupos
de intervalos contíguos de números juntos.
* Este operador multiplica dois números juntos para um resultado. MULT() faz o mesmo para multiplicar que
SOMA() faz para adicionar
Estrutura de funções
Todas as funções têm uma estrutura similar.
A estrutura de uma função para encontrar células que correspondam a entrada de critérios é:
=BDCONTAR(Base_de_dados;Campo_de_Base_de_dados;CritériosdeProcura)
Uma vez que uma função não pode existir por conta própria, deve sempre fazer parte de uma fórmula.
Consequentemente, mesmo que a função represente a fórmula inteira, deve haver um sinal = no começo da
fórmula. Independentemente de onde na fórmula está a função, a função começará com seu nome, como
BDCONTAR no exemplo acima. Após o nome da função vem os seus argumentos. Todos os argumentos são
necessários, a menos que especificados como opcional. Argumentos são adicionados dentro de parênteses e
são separados por ponto e vírgula, sem espaço entre os argumentos e o ponto e vírgula.
▸ Impress
O Impress é o aplicativo de apresentação de slides do LibreOffice. Com ele é possível criar slides que con-
tenham vários elementos diferentes, incluindo texto, listas com marcadores e numeração, tabelas, gráficos e
uma vasta gama de objetos gráficos tais como clipart, desenhos e fotografias23.
O Impress também é compatível com o MS PowerPoint, permitindo criar, abrir, editar e salvar arquivos no
[Link].
Área de trabalho
A Área de trabalho (normalmente no centro da janela principal) tem cinco abas: Normal, Estrutura de tópi-
cos, Notas, Folheto e Classificador de slides. Estas cinco abas são chamadas de botões de visualização A área
de trabalho abaixo da visualização de botões muda dependendo da visualização escolhida. Os pontos de vista
de espaço de trabalho são descritos em “Visualização da Área de trabalho”’.
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Painel de slides
O Painel de slides contém imagens em miniaturas dos slides em sua apresentação, na ordem em que serão
mostradas, a menos que você altere a ordem de apresentação de slides. Clicando em um slide neste painel,
este é selecionado e colocado na Área e trabalho. Quando um slide está na Área de trabalho, você pode fazer
alterações nele.
Várias operações adicionais podem ser realizadas em um ou mais slides simultaneamente no Painel de
slides:
▪ Adicionar novos slides para a apresentação.
▪ Marcar um slide como oculto para que ele não seja exibido como parte da apresentação.
▪ Excluir um slide da apresentação se ele não for mais necessário.
▪ Renomear um slide.
▪ Duplicar um slide (copiar e colar)
Também é possível realizar as seguintes operações, embora existam métodos mais eficientes do que usar
o Painel de slides:
▪ Alterar a transição de slides seguindo o slide selecionado ou após cada slide em um grupo de slides.
▪ Alterar o design de slide.
Barra lateral
O Barra lateral tem cinco seções. Para expandir uma seção que você deseja usar, clique no ícone ou clique
no pequeno triângulo na parte superior dos ícones e selecione uma seção da lista suspensa. Somente uma
seção de cada vez pode ser aberta.
PROPRIEDADES
Mostra os layouts incluídos no Impress. Você pode escolher o que você quer e usá-lo como ele
é, ou modificá-lo para atender às suas necessidades. No entanto, não é possível salvar layouts
personalizados.
PÁGINAS MESTRE
Aqui você define o estilo de página (slide) para sua apresentação. O Impress inclui vários modelos de
páginas mestras (slide mestre). Um deles – Padrão – é branco, e o restante tem um plano de fundo e
estilo de texto.
ANIMAÇÃO PERSONALIZADA
Uma variedade de animações podem ser usadas para realçar ou melhorar diferentes elementos de cada
slide. A seção Animação personalizada fornece uma maneira fácil para adicionar, alterar, ou remover
animações.
TRANSIÇÃO DE SLIDES
Fornece acesso a um número de opções de transição de slides. O padrão é definido como Sem
transição, em que o slide seguinte substitui o existente. No entanto, muitas transições adicionais estão
disponíveis. Você também pode especificar a velocidade de transição (Lenta, Média, Rápida), escolher
entre uma transição automática ou manual, e escolher quanto tempo o slide selecionado será mostrado
(somente transição automática).
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ESTILOS E FORMATAÇÃO
Aqui você pode editar e aplicar estilos gráficos e criar estilos novos, mas você só pode editar os estilos
de apresentação existentes. Quando você edita um estilo, as alterações são aplicadas automaticamente
a todos os elementos formatados com este estilo em sua apresentação. Se você quiser garantir que os
estilos em um slide específico não sejam atualizados, crie uma nova página mestra para o slide.
GALERIA
Abre a galeria Impress, onde você pode inserir um objeto em sua apresentação, quer seja como uma
cópia ou como um link. Uma cópia de um objeto é independente do objeto original. Alterações para o
objeto original não têm efeito sobre a cópia. Uma ligação permanece dependente do objeto original.
Alterações no objeto original também são refletidas no link.
NAVEGADOR
Abre o navegador Impress, no qual você pode mover rapidamente para outro slide ou selecionar um
objeto em um slide. Recomenda-se dar nomes significativos aos slides e objetos em sua apresentação
para que você possa identificá-los facilmente quando utilizar a navegação.
Insere novo slide, permitindo escolher o leiaute do slide que será inserido.
Configura a animação dos conteúdos dos slides, colocando efeitos de entrada, ênfase, saída e
trajetória.
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Correio eletrônico (SMTP, IMAP)
E-mail
O e-mail é uma ferramenta essencial de comunicação eletrônica, usada para enviar e receber mensagens
de forma rápida e acessível entre dispositivos conectados à internet. Sua importância é evidente tanto no âm-
bito pessoal quanto profissional, facilitando a troca de informações, a gestão de projetos e a formalização de
acordos.
Além de ser econômico e eficiente, o e-mail permite o armazenamento e organização de mensagens, sendo
amplamente utilizado no ambiente corporativo como um registro oficial de comunicações e negociações.
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Anexos
Uma das grandes vantagens do e-mail é a capacidade de enviar anexos, como documentos, imagens,
apresentações e outros tipos de arquivos. É importante notar que o tamanho dos anexos pode ser limitado,
dependendo do provedor de e-mail, e que é necessário cuidado ao abrir anexos de fontes desconhecidas, pois
eles podem conter vírus ou malware.
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Abaixo, apresentamos uma captura de tela da área de composição de um e-mail no Gmail, com os principais
campos indicados:
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Clientes de E-mail
Existem diferentes tipos de clientes de e-mail, que são aplicativos ou programas usados para gerenciar
contas de e-mail.
▪ Mozilla Thunderbird: Um cliente de e-mail gratuito, amplamente usado por usuários domésticos e peque-
nas empresas.
▪ Clientes móveis: Aplicativos nativos como o iOS Mail e Android Mail, presentes em dispositivos móveis,
são bastante populares para quem precisa acessar e-mails em trânsito.
Webmails
Os webmails são serviços de e-mail acessíveis pela internet, sem a necessidade de instalar software.
Alguns dos webmails mais populares incluem:
▪ Gmail: O Gmail, lançado pelo Google em 2004, é um dos serviços de webmail mais populares do mundo.
Ele se destaca pela integração completa com o ecossistema do Google, além de oferecer 15 GB de armazena-
mento gratuito, compartilhado com outros serviços.
▪ Outlook: O Outlook, anteriormente conhecido como Hotmail, foi um dos primeiros serviços de webmail,
lançado em 1996. O serviço é muito utilizado em ambientes corporativos devido à integração com o Microsoft
365, incluindo Word, Excel e PowerPoint, além de ferramentas de calendário e contatos.
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▪ Yahoo Mail: O Yahoo Mail, que começou em 1997, é outro serviço de webmail bem estabelecido. Ele ofe-
rece 1 TB (1.000 GB) de armazenamento, um diferencial significativo em relação a outros serviços de e-mail.
Esses serviços são amplamente utilizados por sua praticidade e pela integração com outras ferramentas.
Necessita de software
Uso offline
Configuração necessária
Armazenamento local
Atualizações automáticas
Maior personalização
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Spam, Phishing e Segurança
A segurança no uso do e-mail é um dos aspectos mais importantes. Como o e-mail é uma ferramenta ampla-
mente utilizada tanto por indivíduos quanto por empresas, ele se torna um alvo atraente para fraudes, ataques
cibernéticos e propagação de softwares maliciosos. Proteger sua caixa de entrada e suas informações pesso-
ais requer conhecimento sobre as principais ameaças e as melhores práticas de prevenção.
Dentre os problemas mais comuns associados ao uso do e-mail estão o spam, o phishing e o malware:
Phishing
O phishing é uma técnica de fraude eletrônica em que criminosos tentam obter informações pessoais dos
usuários, como senhas e dados financeiros, por meio de e-mails falsos que imitam empresas legítimas.
Grupos de discussão
Grupos de discussão
Os grupos de discussão são comunidades virtuais onde indivíduos com interesses comuns se reúnem para
trocar informações, discutir tópicos e compartilhar experiências. Profissionais, estudantes e entusiastas de vá-
rias áreas encontram nesses espaços a oportunidade de aprender, resolver dúvidas, compartilhar descobertas
e criar redes de contatos. Hoje, além dos tradicionais fóruns de internet, diversass plataformas oferecem recur-
sos para manter essas discussões organizadas e acessíveis a todos.
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Como Usar o Google Groups
O Google Groups é uma das plataformas mais populares para a criação e participação em grupos de dis-
cussão.
Ele permite que você crie grupos públicos ou privados, onde os membros podem trocar mensagens, arqui-
vos e outras informações. Além disso, ele pode ser usado tanto via e-mail quanto diretamente na interface web,
o que o torna flexível.
Criando um Grupo
Se você não participa de nenhum grupo ou deseja criar um espaço de discussão específico, pode criar seu
próprio grupo facilmente:
Passo 1. No painel inicial, clique em “Criar grupo”. Insira o nome, descrição e defina as permissões, como
quem pode postar, visualizar ou participar. Isso permite personalizar o nível de abertura do grupo e seu objetivo.
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Passo 2. Após criar o grupo, você pode adicionar membros manualmente ou compartilhar um link de convite
com quem desejar. Novos membros podem ser adicionados automaticamente ou moderados, dependendo das
configurações.
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▪ Privacidade e Permissões: Ele também decide quem pode visualizar e participar das discussões, confi-
gurando o grupo como público, privado ou restrito.
Redes sociais
Redes sociais
As redes sociais transformaram a forma como nos conectamos, interagimos e compartilhamos informações.
Essas plataformas reúnem pessoas e organizações, criando uma verdadeira teia de relacionamentos baseada
em interesses, valores e objetivos comuns. Seja para manter contato com amigos e familiares, compartilhar
momentos ou debater ideias, as redes sociais desempenham um papel central em nossas vidas, tanto no âm-
bito pessoal quanto profissional.
Embora muitas vezes sejam confundidas com mídias sociais, é importante notar que existe uma diferença
entre os dois termos. Redes sociais referem-se especificamente às conexões entre indivíduos ou grupos, fa-
cilitadas por plataformas que promovem a interação direta. Já as mídias sociais abrangem um conceito mais
amplo, que inclui todo tipo de conteúdo compartilhado na internet, como vídeos, blogs e fóruns. Em outras
palavras, as redes sociais são uma parte das mídias sociais, que se concentram especialmente na criação e
manutenção de relacionamentos.
▸ Facebook
O Facebook é uma das redes sociais mais abrangentes, oferecendo uma variedade de ferramentas que vão
desde o compartilhamento de atualizações pessoais até a criação de grupos e páginas para empresas, comu-
nidades e eventos. Lançado em 2004, o Facebook permite que os usuários postem fotos, vídeos, textos e links,
além de interagir por meio de curtidas, comentários e compartilhamentos.
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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Apesar do foco da plataforma ser a interação social, o Facebook também se destacou como uma ferramenta
poderosa para o marketing digital e os negócios. Empresas de todos os tamanhos utilizam a plataforma para
promover produtos e serviços, criar campanhas publicitárias segmentadas e interagir diretamente com seus
clientes. Com a introdução do Marketplace, o Facebook passou a ser também um espaço para compra e venda
de produtos entre os próprios usuários, fortalecendo ainda mais seu impacto no comércio.
▸ WhatsApp
O WhatsApp é uma plataforma de mensagens instantâneas, que vai além da simples troca de textos. Ini-
cialmente lançado como um aplicativo de mensagens, o WhatsApp evoluiu para incluir funcionalidades como
chamadas de voz e vídeo, compartilhamento de arquivos e localização, além da criação de grupos e listas de
transmissão.
Uma inovação importante foi o lançamento do WhatsApp Business, que permite que empresas interajam
com seus clientes de forma mais profissional, com funcionalidades como mensagens automáticas, etiquetas de
conversas e perfis comerciais. Além disso, o WhatsApp Pay, já disponível no Brasil, introduziu a possibilidade
de realizar pagamentos diretamente pela plataforma, tornando o WhatsApp um canal multifuncional.
▸ YouTube
O YouTube é a principal rede social de vídeos online do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários ativos
mensais. Fundado em 2005 e adquirido pelo Google no ano seguinte, o YouTube se tornou o principal destino
para assistir e compartilhar vídeos, desde produções amadoras até conteúdos profissionais de grandes marcas
e influenciadores.
Além do entretenimento, o Youtube é uma ferramenta essencial para educação, marketing digital e negó-
cios. Milhares de criadores de conteúdo utilizam a plataforma para gerar receita por meio de anúncios, parce-
rias e assinaturas. Além disso, empresas e instituições utilizam o YouTube para divulgar produtos, serviços e
até treinamentos.
▸ Instagram
Lançado em 2010, o Instagram começou como uma rede social de compartilhamento de fotos, mas rapida-
mente se expandiu para incluir vídeos e outras formas de conteúdo visual. Sua popularidade cresceu graças à
simplicidade de seu design e à facilidade de uso por dispositivos móveis. Hoje, o Instagram é uma das platafor-
mas mais influentes para compartilhamento de fotos, vídeos curtos e stories.
Uma das funcionalidades mais marcantes do Instagram são os stories, publicações temporárias que desa-
parecem após 24 horas, incentivando a criação de conteúdos espontâneos e dinâmicos. Além disso, o IGTV e
os reels expandiram ainda mais o alcance do conteúdo em vídeo.
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▸ X (antigo Twitter)
O X, anteriormente conhecido como Twitter, é uma rede de microblogging lançada em 2006, que se des-
tacou por seu formato de postagens curtas, inicialmente limitadas a 140 caracteres, agora expandidas para
280. A plataforma é conhecida por permitir atualizações rápidas e em tempo real, tornando-se um espaço para
debates e notícias.
A rede atingiu seu auge nos anos 2010, sendo utilizada por figuras públicas, políticos e marcas para divulgar
mensagens instantâneas. No entanto, após seu rebranding para “X” em 2023, a plataforma passou por diversas
mudanças de política e funcionalidade, o que impactou sua base de usuários.
▸ LinkedIn
O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo, com mais de 700 milhões de usuários em mais de
200 países. A plataforma permite que profissionais criem perfis detalhados de suas qualificações, experiências
e habilidades, facilitando a criação de conexões com colegas de trabalho, recrutadores e empresas.
Além de ser uma ferramenta essencial para o desenvolvimento de carreiras, o LinkedIn se tornou um es-
paço para a disseminação de conteúdos profissionais e discussões sobre tendências de mercado. Empresas
utilizam a plataforma para divulgar vagas de emprego, artigos e eventos, enquanto profissionais trocam expe-
riências por meio de grupos de discussão e comunidades.
▸ Tik Tok
O TikTok é uma rede social focada em vídeos curtos, onde os usuários criam e compartilham conteúdo ge-
ralmente de 15 a 60 segundos. Lançado em 2016, o TikTok rapidamente ganhou popularidade, principalmente
entre o público jovem, graças ao seu apelo visual e dinâmico.
Com recursos como dublagens, duetos, desafios e efeitos especiais, o TikTok tornou-se uma plataforma
viral, incentivando a criatividade e a participação de massa.
▸ Reddit
O Reddit é uma plataforma de fóruns que organiza discussões em comunidades conhecidas como subre-
ddits, cada uma dedicada a um tema específico. Os usuários podem participar de discussões, votar em pos-
tagens e interagir de forma colaborativa em tópicos variados, que vão desde tecnologia e entretenimento até
ciência e educação.
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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
A plataforma é conhecida por seu ambiente de colaboração, onde usuários ajudam uns aos outros em te-
mas complexos e técnicos.
▸ Discord
Originalmente criado para gamers, o Discord expandiu sua base de usuários e se tornou uma plataforma de
comunicação amplamente utilizada por grupos de estudo, comunidades profissionais e criadores de conteúdo.
O Discord oferece chats de voz, texto e vídeo, permitindo a criação de servidores dedicados a interesses
específicos. Essa flexibilidade tornou a plataforma popular em diversos nichos, desde tecnologia até arte e
educação.
HASH
Uma função hash é um algoritmo matemático que transforma uma entrada de dados (arquivo, texto, im-
agem, e-mail, etc.) em uma sequência única de caracteres alfanuméricos, de tamanho fixo, chamada valor hash
ou resumo criptográfico (hash value ou message digest).
Esse valor representa unicamente o conteúdo do arquivo: se qualquer byte for alterado, o resultado do hash
muda completamente. Por isso, as funções hash são amplamente utilizadas para verificar a integridade de in-
formações digitais.
Exemplo:
Mesmo uma pequena alteração no conteúdo (como trocar uma letra) gera um hash totalmente diferente.
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b) SHA-1 (Secure Hash Algorithm 1)
▪ Gera um hash de 160 bits (40 caracteres hexadecimais);
▪ Mais seguro que o MD5, mas também apresenta vulnerabilidades conhecidas;
▪ Recomendado apenas para usos não críticos.
Exemplo:
2fd4e1c67a2d28fced849ee1bb76e7391b93eb12
Integridade da Informação
A integridade garante que os dados não foram alterados durante o armazenamento, transmissão ou análise.
O uso de funções hash permite detectar qualquer modificação, intencional ou acidental, em um arquivo digital.
Usos:
▪ Verificação de downloads (comparação do hash fornecido com o hash calculado);
▪ Validação de backups e cópias de segurança;
▪ Garantia de integridade em sistemas forenses e de auditoria.
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Segurança da informação: conceitos de proteção, segurança de dados e privacidade.
Ferramentas e técnicas de segurança: antivírus, firewall, anti-spyware e autenticação
multifator (MFA)
Segurança da informação
Segurança da informação é o conjunto de ações para proteção de um grupo de dados, protegendo o valor
que ele possui, seja para um indivíduo específico no âmbito pessoal, seja para uma organização24.
É essencial para a proteção do conjunto de dados de uma corporação, sendo também fundamentais para
as atividades do negócio.
Quando bem aplicada, é capaz de blindar a empresa de ataques digitais, desastres tecnológicos ou falhas
humanas. Porém, qualquer tipo de falha, por menor que seja, abre brecha para problemas.
A segurança da informação se baseia nos seguintes pilares25:
▪ Confidencialidade: o conteúdo protegido deve estar disponível somente a pessoas autorizadas.
▪ Disponibilidade: é preciso garantir que os dados estejam acessíveis para uso por tais pessoas quando
for necessário, ou seja, de modo permanente a elas.
▪ Integridade: a informação protegida deve ser íntegra, ou seja, sem sofrer qualquer alteração indevida,
não importa por quem e nem em qual etapa, se no processamento ou no envio.
▪ Autenticidade: a ideia aqui é assegurar que a origem e autoria do conteúdo seja mesmo a anunciada.
Existem outros termos importantes com os quais um profissional da área trabalha no dia a dia.
Podemos citar a legalidade, que diz respeito à adequação do conteúdo protegido à legislação vigente; a
privacidade, que se refere ao controle sobre quem acessa as informações; e a auditoria, que permite examinar
o histórico de um evento de segurança da informação, rastreando as suas etapas e os responsáveis por cada
uma delas.
Tipos de ataques
Cada tipo de ataque tem um objetivo específico, que são eles26:
▪ Passivo: envolve ouvir as trocas de comunicações ou gravar de forma passiva as atividades do com-
putador. Por si só, o ataque passivo não é prejudicial, mas a informação coletada durante a sessão pode ser
extremamente prejudicial quando utilizada (adulteração, fraude, reprodução, bloqueio).
▪ Ativos: neste momento, faz-se a utilização dos dados coletados no ataque passivo para, por exemplo,
derrubar um sistema, infectar o sistema com malwares, realizar novos ataques a partir da máquina-alvo ou até
mesmo destruir o equipamento (Ex.: interceptação, monitoramento, análise de pacotes).
24 [Link]
25 [Link]
26 [Link]
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Política de Segurança da Informação
Este documento irá auxiliar no gerenciamento da segurança da organização através de regras de alto nível
que representam os princípios básicos que a entidade resolveu adotar de acordo com a visão estratégica da
mesma, assim como normas (no nível tático) e procedimentos (nível operacional). Seu objetivo será manter a
segurança da informação. Todos os detalhes definidos nelas serão para informar sobre o que pode e o que é
proibido, incluindo:
▪ Política de senhas: define as regras sobre o uso de senhas nos recursos computacionais, como tamanho
mínimo e máximo, regra de formação e periodicidade de troca.
▪ Política de backup: define as regras sobre a realização de cópias de segurança, como tipo de mídia uti-
lizada, período de retenção e frequência de execução.
▪ Política de privacidade: define como são tratadas as informações pessoais, sejam elas de clientes, usu-
ários ou funcionários.
▪ Política de confidencialidade: define como são tratadas as informações institucionais, ou seja, se elas
podem ser repassadas a terceiros.
Mecanismos de segurança
Um mecanismo de segurança da informação é uma ação, técnica, método ou ferramenta estabelecida com
o objetivo de preservar o conteúdo sigiloso e crítico para uma empresa.
Ele pode ser aplicado de duas formas:
▪ Controle físico: é a tradicional fechadura, tranca, porta e qualquer outro meio que impeça o contato ou
acesso direto à informação ou infraestrutura que dá suporte a ela
▪ Controle lógico: nesse caso, estamos falando de barreiras eletrônicas, nos mais variados formatos exis-
tentes, desde um antivírus, firewall ou filtro anti-spam, o que é de grande valia para evitar infecções por e-mail
ou ao navegar na internet, passa por métodos de encriptação, que transformam as informações em códigos que
terceiros sem autorização não conseguem decifrar e, há ainda, a certificação e assinatura digital, sobre as quais
falamos rapidamente no exemplo antes apresentado da emissão da nota fiscal eletrônica.
Todos são tipos de mecanismos de segurança, escolhidos por profissional habilitado conforme o plano de
segurança da informação da empresa e de acordo com a natureza do conteúdo sigiloso.
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As políticas de senhas são um conjunto de regras e diretrizes estabelecidas para assegurar que as senhas
utilizadas em um sistema ou organização sejam fortes e seguras. Essas políticas são essenciais para proteger
as contas de acessos não autorizados. Algumas práticas recomendadas incluem:
▪ Complexidade da Senha: A senha deve incluir uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas, nú-
meros e caracteres especiais. Isso aumenta a dificuldade de um ataque de força bruta, onde um atacante tenta
adivinhar a senha por meio de tentativas automáticas.
▪ Comprimento Mínimo: As políticas devem definir um comprimento mínimo de senha (geralmente entre 8
e 12 caracteres). Quanto maior for a senha, mais difícil será para os atacantes quebrá-la.
▪ Expiração de Senhas: Definir um período máximo para a validade de uma senha é uma prática comum,
obrigando os usuários a alterarem suas senhas periodicamente (por exemplo, a cada 90 dias).
▪ Proibição de Senhas Reutilizadas: Usuários devem ser impedidos de reutilizar senhas antigas, o que
pode reduzir o risco de exploração de credenciais comprometidas em diferentes sistemas.
▪ Autenticação de Dois Fatores (2FA): Embora não seja uma parte direta da política de senhas, a imple-
mentação de 2FA complementa as senhas, exigindo uma segunda forma de verificação (como um código en-
viado por SMS ou um aplicativo de autenticação), aumentando significativamente a segurança da conta.
▪ Bloqueio de Conta Após Tentativas Falhas: Para evitar ataques de força bruta, as contas devem ser
bloqueadas após um número determinado de tentativas de login malsucedidas, reduzindo as chances de um
atacante adivinhar a senha.
Criptografia
É uma maneira de codificar uma informação para que somente o emissor e receptor da informação possa
decifrá-la através de uma chave que é usada tanto para criptografar e descriptografar a informação27.
Tem duas maneiras de criptografar informações:
▪ Criptografia simétrica (chave secreta): utiliza-se uma chave secreta, que pode ser um número, uma
palavra ou apenas uma sequência de letras aleatórias, é aplicada ao texto de uma mensagem para alterar o
conteúdo de uma determinada maneira. Tanto o emissor quanto o receptor da mensagem devem saber qual é
a chave secreta para poder ler a mensagem.
▪ Criptografia assimétrica (chave pública): tem duas chaves relacionadas. Uma chave pública é dispo-
nibilizada para qualquer pessoa que queira enviar uma mensagem. Uma segunda chave privada é mantida em
segredo, para que somente você saiba.
Qualquer mensagem que foi usada a chave púbica só poderá ser descriptografada pela chave privada.
Se a mensagem foi criptografada com a chave privada, ela só poderá ser descriptografada pela chave pú-
blica correspondente.
A criptografia assimétrica é mais lenta o processamento para criptografar e descriptografar o conteúdo da
mensagem.
Um exemplo de criptografia assimétrica é a assinatura digital.
▪ Assinatura Digital: é muito usado com chaves públicas e permitem ao destinatário verificar a autentici-
dade e a integridade da informação recebida. Além disso, uma assinatura digital não permite o repúdio, isto é,
o emitente não pode alegar que não realizou a ação. A chave é integrada ao documento, com isso se houver
alguma alteração de informação invalida o documento.
▪ Sistemas biométricos: utilizam características físicas da pessoa como os olhos, retina, dedos, digitais,
palma da mão ou voz.
27 [Link]
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Firewall
Firewall ou “parede de fogo” é uma solução de segurança baseada em hardware ou software (mais comum)
que, a partir de um conjunto de regras ou instruções, analisa o tráfego de rede para determinar quais operações
de transmissão ou recepção de dados podem ser executadas. O firewall se enquadra em uma espécie de bar-
reira de defesa. A sua missão, por assim dizer, consiste basicamente em bloquear tráfego de dados indesejado
e liberar acessos bem-vindos.
Representação de um firewall.28
28 Fonte: [Link]
C3%A3o%20de,de%20dados%20podem%20ser%20executadas.
29 [Link]
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Códigos maliciosos (Malware)
Códigos maliciosos (malware) são programas especificamente desenvolvidos para executar ações danosas
e atividades maliciosas em um computador30. Algumas das diversas formas como os códigos maliciosos podem
infectar ou comprometer um computador são:
▪ Pela exploração de vulnerabilidades existentes nos programas instalados;
▪ Pela autoexecução de mídias removíveis infectadas, como pen-drives;
▪ Pelo acesso a páginas Web maliciosas, utilizando navegadores vulneráveis;
▪ Pela ação direta de atacantes que, após invadirem o computador, incluem arquivos contendo códigos
maliciosos;
▪ Pela execução de arquivos previamente infectados, obtidos em anexos de mensagens eletrônicas, via
mídias removíveis, em páginas Web ou diretamente de outros computadores (através do compartilhamento de
recursos).
Uma vez instalados, os códigos maliciosos passam a ter acesso aos dados armazenados no computador e
podem executar ações em nome dos usuários, de acordo com as permissões de cada usuário.
Os principais motivos que levam um atacante a desenvolver e a propagar códigos maliciosos são a obten-
ção de vantagens financeiras, a coleta de informações confidenciais, o desejo de autopromoção e o vandalis-
mo. Além disto, os códigos maliciosos são muitas vezes usados como intermediários e possibilitam a prática de
golpes, a realização de ataques e a disseminação de spam (mais detalhes nos Capítulos Golpes na Internet,
Ataques na Internet e Spam, respectivamente).
A seguir, serão apresentados os principais tipos de códigos maliciosos existentes.
Vírus
Vírus é um programa ou parte de um programa de computador, normalmente malicioso, que se propaga
inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos.
Para que possa se tornar ativo e dar continuidade ao processo de infecção, o vírus depende da execução
do programa ou arquivo hospedeiro, ou seja, para que o seu computador seja infectado é preciso que um pro-
grama já infectado seja executado.
O principal meio de propagação de vírus costumava ser os disquetes. Com o tempo, porém, estas mídias
caíram em desuso e começaram a surgir novas maneiras, como o envio de e-mail. Atualmente, as mídias remo-
víveis tornaram-se novamente o principal meio de propagação, não mais por disquetes, mas, principalmente,
pelo uso de pen-drives.
Há diferentes tipos de vírus. Alguns procuram permanecer ocultos, infectando arquivos do disco e executan-
do uma série de atividades sem o conhecimento do usuário. Há outros que permanecem inativos durante certos
períodos, entrando em atividade apenas em datas específicas. Alguns dos tipos de vírus mais comuns são:
▪ Vírus propagado por e-mail: recebido como um arquivo anexo a um e-mail cujo conteúdo tenta induzir o
usuário a clicar sobre este arquivo, fazendo com que seja executado.
▪ Vírus de script: escrito em linguagem de script, como VBScript e JavaScript, e recebido ao acessar uma
página Web ou por e-mail, como um arquivo anexo ou como parte do próprio e-mail escrito em formato HTML.
▪ Vírus de macro: tipo específico de vírus de script, escrito em linguagem de macro, que tenta infectar ar-
quivos manipulados por aplicativos que utilizam esta linguagem como, por exemplo, os que compõe o Microsoft
Office (Excel, Word e PowerPoint, entre outros).
▪ Vírus de telefone celular: vírus que se propaga de celular para celular por meio da tecnologia bluetooth
ou de mensagens MMS (Multimedia Message Service). A infecção ocorre quando um usuário permite o recebi-
mento de um arquivo infectado e o executa.
30 [Link]
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Worm
Worm é um programa capaz de se propagar automaticamente pelas redes, enviando cópias de si mesmo
de computador para computador.
Diferente do vírus, o worm não se propaga por meio da inclusão de cópias de si mesmo em outros progra-
mas ou arquivos, mas sim pela execução direta de suas cópias ou pela exploração automática de vulnerabili-
dades existentes em programas instalados em computadores.
Worms são notadamente responsáveis por consumir muitos recursos, devido à grande quantidade de có-
pias de si mesmo que costumam propagar e, como consequência, podem afetar o desempenho de redes e a
utilização de computadores.
Bot e botnet
Bot é um programa que dispõe de mecanismos de comunicação com o invasor que permitem que ele seja
controlado remotamente. Possui processo de infecção e propagação similar ao do worm, ou seja, é capaz de
se propagar automaticamente, explorando vulnerabilidades existentes em programas instalados em computa-
dores.
A comunicação entre o invasor e o computador infectado pelo bot pode ocorrer via canais de IRC, servidores
Web e redes do tipo P2P, entre outros meios. Ao se comunicar, o invasor pode enviar instruções para que ações
maliciosas sejam executadas, como desferir ataques, furtar dados do computador infectado e enviar spam.
Um computador infectado por um bot costuma ser chamado de zumbi (zombie computer), pois pode ser
controlado remotamente, sem o conhecimento do seu dono. Também pode ser chamado de spam zombie quan-
do o bot instalado o transforma em um servidor de e-mails e o utiliza para o envio de spam.
Botnet é uma rede formada por centenas ou milhares de computadores zumbis e que permite potencializar
as ações danosas executadas pelos bots.
Quanto mais zumbis participarem da botnet mais potente ela será. O atacante que a controlar, além de usá-
-la para seus próprios ataques, também pode alugá-la para outras pessoas ou grupos que desejem que uma
ação maliciosa específica seja executada.
Algumas das ações maliciosas que costumam ser executadas por intermédio de botnets são: ataques de
negação de serviço, propagação de códigos maliciosos (inclusive do próprio bot), coleta de informações de
um grande número de computadores, envio de spam e camuflagem da identidade do atacante (com o uso de
proxies instalados nos zumbis).
Spyware
Spyware é um programa projetado para monitorar as atividades de um sistema e enviar as informações
coletadas para terceiros.
Pode ser usado tanto de forma legítima quanto maliciosa, dependendo de como é instalado, das ações
realizadas, do tipo de informação monitorada e do uso que é feito por quem recebe as informações coletadas.
Pode ser considerado de uso:
▪ Legítimo: quando instalado em um computador pessoal, pelo próprio dono ou com consentimento deste,
com o objetivo de verificar se outras pessoas o estão utilizando de modo abusivo ou não autorizado.
▪ Malicioso: quando executa ações que podem comprometer a privacidade do usuário e a segurança do
computador, como monitorar e capturar informações referentes à navegação do usuário ou inseridas em outros
programas (por exemplo, conta de usuário e senha).
Alguns tipos específicos de programas spyware são:
▪ Keylogger: capaz de capturar e armazenar as teclas digitadas pelo usuário no teclado do computador.
▪ Screenlogger: similar ao keylogger, capaz de armazenar a posição do cursor e a tela apresentada no
monitor, nos momentos em que o mouse é clicado, ou a região que circunda a posição onde o mouse é clicado.
▪ Adware: projetado especificamente para apresentar propagandas.
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Backdoor
Backdoor é um programa que permite o retorno de um invasor a um computador comprometido, por meio
da inclusão de serviços criados ou modificados para este fim.
Pode ser incluído pela ação de outros códigos maliciosos, que tenham previamente infectado o computa-
dor, ou por atacantes, que exploram vulnerabilidades existentes nos programas instalados no computador para
invadi-lo.
Após incluído, o backdoor é usado para assegurar o acesso futuro ao computador comprometido, permi-
tindo que ele seja acessado remotamente, sem que haja necessidade de recorrer novamente aos métodos
utilizados na realização da invasão ou infecção e, na maioria dos casos, sem que seja notado.
Rootkit
Rootkit é um conjunto de programas e técnicas que permite esconder e assegurar a presença de um invasor
ou de outro código malicioso em um computador comprometido.
Rootkits inicialmente eram usados por atacantes que, após invadirem um computador, os instalavam para
manter o acesso privilegiado, sem precisar recorrer novamente aos métodos utilizados na invasão, e para
esconder suas atividades do responsável e/ou dos usuários do computador. Apesar de ainda serem bastante
usados por atacantes, os rootkits atualmente têm sido também utilizados e incorporados por outros códigos
maliciosos para ficarem ocultos e não serem detectados pelo usuário e nem por mecanismos de proteção.
Ransomware
Ransomware é um tipo de código malicioso que torna inacessíveis os dados armazenados em um equi-
pamento, geralmente usando criptografia, e que exige pagamento de resgate (ransom) para restabelecer o
acesso ao usuário31.
O pagamento do resgate geralmente é feito via bitcoins.
Pode se propagar de diversas formas, embora as mais comuns sejam através de e-mails com o código
malicioso em anexo ou que induzam o usuário a seguir um link e explorando vulnerabilidades em sistemas que
não tenham recebido as devidas atualizações de segurança.
Engenharia Social
Engenharia social é uma técnica de manipulação psicológica utilizada para obter informações confidenciais.
Ela explora a tendência natural das pessoas em confiar e pode envolver vários métodos, como pretexting, bai-
ting e tailgating, para enganar indivíduos e acessar informações privilegiadas ou sistemas protegidos.
31 [Link]
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Phishing
É um tipo de fraude onde o atacante se disfarça como uma entidade confiável em comunicações eletrônicas
para enganar as vítimas e fazê-las revelar informações pessoais, como senhas e números de cartão de crédito.
Geralmente, isso é feito por meio de e-mails ou mensagens que parecem ser de bancos, redes sociais ou ou-
tros serviços online legítimos.
Smishing
Smishing é uma variante do phishing que utiliza mensagens de texto (SMS) como meio para enganar as
vítimas e induzi-las a fornecer informações pessoais ou clicar em links maliciosos. Os atacantes costumam se
passar por instituições financeiras ou outras organizações confiáveis para ganhar a confiança das vítimas.
Vishing
Vishing é uma forma de phishing realizada por meio de chamadas telefônicas ou mensagens de voz. Os
criminosos se passam por representantes de instituições legítimas e tentam persuadir as vítimas a fornecer
informações pessoais ou financeiras.
Antivírus
O antivírus é um software de proteção do computador que elimina programas maliciosos que foram desen-
volvidos para prejudicar o computador.
O vírus infecta o computador através da multiplicação dele (cópias) com intenção de causar danos na má-
quina ou roubar dados.
O antivírus analisa os arquivos do computador buscando padrões de comportamento e códigos que não
seriam comuns em algum tipo de arquivo e compara com seu banco de dados. Com isto ele avisa o usuário que
tem algo suspeito para ele tomar providência.
O banco de dados do antivírus é muito importante neste processo, por isso, ele deve ser constantemente
atualizado, pois todos os dias são criados vírus novos.
Uma grande parte das infecções de vírus tem participação do usuário. Os mais comuns são através de links
recebidos por e-mail ou download de arquivos na internet de sites desconhecidos ou mesmo só de acessar
alguns sites duvidosos pode acontecer uma contaminação.
Outro jeito de contaminar é através de dispositivos de armazenamentos móveis como HD externo e pen
drive. Nestes casos devem acionar o antivírus para fazer uma verificação antes.
Existem diversas opções confiáveis, tanto gratuitas quanto pagas. Entre as principais estão:
▪ Avast;
▪ AVG;
▪ Norton;
▪ Avira;
▪ Kaspersky;
▪ McAffe.
Filtro anti-spam
Spam é o termo usado para referir-se aos e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um
grande número de pessoas.
Spam zombies são computadores de usuários finais que foram comprometidos por códigos maliciosos em
geral, como worms, bots, vírus e cavalos de tróia. Estes códigos maliciosos, uma vez instalados, permitem
que spammers utilizem a máquina para o envio de spam, sem o conhecimento do usuário. Enquanto utilizam
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máquinas comprometidas para executar suas atividades, dificultam a identificação da origem do spam e dos
autores também. Os spam zombies são muito explorados pelos spammers, por proporcionar o anonimato que
tanto os protege.
Estes filtros são responsáveis por evitar que mensagens indesejadas cheguem até a sua caixa de entrada
no e-mail.
Anti-malwares
Ferramentas anti-malware são aquelas que procuram detectar e, então, anular ou remover os códigos mali-
ciosos de um computador. Antivírus, anti-spyware, anti-rootkit e anti-trojan são exemplos de ferramentas deste
tipo.
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A análise é a parte mais trabalhosa e crítica. Consiste em examinar os dados para encontrar elementos
relevantes para a investigação. Pode envolver a recuperação de arquivos apagados, verificação de histórico de
navegação, análise de logs de sistema, entre outros procedimentos. Cada achado deve ser documentado de
maneira clara e técnica.
Por fim, a apresentação da prova é feita por meio de laudos e relatórios técnicos. Esses documentos devem
traduzir os achados técnicos para uma linguagem compreensível por juízes, advogados e promotores. Além da
clareza, o relatório deve ser objetivo, ético e tecnicamente bem fundamentado.
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As plataformas de vídeo, como YouTube, TikTok e Twitch, também podem conter conteúdo relevante para
investigações, principalmente em casos de ameaças, divulgação de crimes, discurso de ódio ou fake news.
A análise pode envolver a verificação de metadados, identificação de vozes e rostos, rastreamento de local-
ização, além de cruzamento com dados de outras plataformas.
As técnicas de OSINT são fundamentais nesse tipo de investigação. Por meio de dados públicos e de códi-
go aberto, é possível reconstruir redes de contatos, recuperar publicações apagadas, identificar conexões entre
usuários e até monitorar comportamentos suspeitos em tempo real. O desafio está em filtrar as informações
relevantes e garantir a veracidade dos dados coletados.
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Questões
1. FUNDATEC - 2025
O sistema operacional Windows 10 possui um recurso que permite que um teclado seja exibido na tela para
ser utilizado por meio do mouse. Esse recurso é chamado de Teclado
(A) Digital.
(B) Eletrônico.
(C) Online.
(D) Virtual.
(E) Simulador.
2. FUNDATEC - 2025
Qual ação deve ser realizada para organizar a área de trabalho do Windows 10 e agrupar os ícones por
tipo?
(A) Clicar no menu Iniciar e selecionar “Exibir” e depois “Ajustar ícones à grade”.
(B) Clicar com o botão direito do mouse na área de trabalho e selecionar “Classificar por” e depois “Tipo”.
(C) Pressionar Ctrl + A no teclado e depois pressionar Enter.
(D) Pressionar Ctrl + T no teclado e depois pressionar “Alt Gr” + 1.
(E) Clicar com o botão direito do mouse na área de trabalho e selecionar “Organizar ícones automaticamen-
te”.
3. FUNDATEC - 2025
No Windows 10, qual item na área de trabalho é usado para acessar rapidamente programas ou arquivos
frequentemente utilizados?
(A) Ícones.
(B) Papel de parede.
(C) Cortana.
(D) Central de Ações.
4. FUNDATEC - 2024
Em um prompt de comandos de um sistema operacional Linux, para listar o conteúdo de um diretório, po-
de-se utilizar o comando:
(A) cd
(B) mv
(C) ls
(D) cp
(E) ps
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5. FUNDATEC - 2023
Analise o comando de prompt abaixo, executado em um computador com sistema operacional Linux.
rm [Link] [Link]
Qual o resultado esperado?
(A) Adiciona o conteúdo do arquivo [Link] no final do arquivo [Link].
(B) Exibe o conteúdo dos arquivos [Link] e [Link].
(C) Apaga os arquivos [Link] e [Link].
(D) Cria uma cópia do arquivo [Link] com o nome [Link].
(E) Renomeia o arquivo [Link] para [Link].
6. FUNDATEC - 2025
7. FUNDATEC - 2024
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando redes sociais listadas abaixo às suas respectivas caracterís-
ticas.
Coluna 1
1. Facebook.
2. LinkedIn.
3. Twitter/X.
4. Instagram.
Coluna 2
( ) A maior rede social com foco profissional, em que os usuários podem publicar informações relaciona-
das ao mercado de trabalho, oportunidades de emprego, divulgação de serviços e principalmente networking.
( ) Rede social mais utilizada no Brasil, inclusive por empresas que aproveitam para realizar estratégias
de publicidade e marketing devido ao grande alcance de usuários que a rede apresenta.
( ) Tornando-se cada vez mais popular no Brasil por apresentar diferentes recursos que permitem intera-
ção e diversão aos usuários.
( ) Uma rede social inovadora, um microblog que popularizou por permitir publicações com limite de 280
caracteres. Com surgimento de outras redes e formato de interação, perdeu muitos usuários.
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A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
(A) 3 – 1 – 4 – 2.
(B) 1 – 2 – 3 – 4.
(C) 4 – 3 – 1 – 2.
(D) 2 – 1 – 4 – 3.
(E) 3 – 2 – 3 – 4.
8. FUNDATEC - 2024
Quanto à nova arquitetura introduzida pela computação em nuvem (Cloud Computing) para armazenamen-
to de dados na nuvem, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Permite que as organizações escolham onde armazenar seus dados.
II. A centralização em grandes pontos de armazenamento e processamento otimiza o uso dos recursos.
III. A nuvem, na verdade, é um conjunto de grandes pontos de armazenamento e processamento de dados
e informação.
(A) Todas as assertivas estão corretas.
(B) Todas as assertivas estão incorretas.
(C) Apenas a assertiva I está correta.
(D) Apenas as assertivas I e II estão corretas.
(E) Apenas as assertivas II e III estão corretas.
9. FUNDATEC - 2024
Sobre redes de computadores, o __________ é um protocolo da camada de aplicação que define o formato
e a sequência das mensagens que são passadas entre o navegador e o servidor Web.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
(A) HTTP
(B) IP
(C) FTP
(D) TCP
(E) UDP
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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
11. FUNDATEC - 2024
Analise as seguintes asserções sobre os modelos de referência de redes OSI e TCP/IP e as diferenças en-
tre eles na área da comunicação não orientada a conexões versus comunicação orientada a conexões e avalie
a relação proposta entre elas:
I. Na camada de rede, o modelo OSI é compatível com a comunicação não orientada a conexões, e com a
comunicação orientada a conexões.
PORQUE
II. O modelo TCP/IP só tem um modo de operação na camada de rede (não orientado a conexões) , mas
aceita ambos os modos na camada de transporte.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
(A) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
(B) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
(C) A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
(D) A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
(E) As asserções I e II são proposições falsas.
Analise as assertivas abaixo sobre a tecnologia VoIP (Voice over IP) , utilizada para efetuar ligações de voz:
I. Permite o uso tanto por aparelhos convencionais de telefone quanto por telefones IP.
II. Utiliza redes de computadores em vez de redes de telefonia tradicional.
III. Não permite a transmissão pela Internet, ficando restrita a redes locais.
Quais estão corretas?
(A) Apenas II.
(B) Apenas III.
(C) Apenas I e II
(D) Apenas I e III.
(E) I, II e III.
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14. FUNDATEC - 2025
Assinale a alternativa que apresenta corretamente as opções de alinhamento de texto no Microsoft Word do
pacote Office 365.
(A) Esquerda, direita, centralizado e justificado.
(B) Esquerda, direita, centralizado e homogêneo.
(C) Horizontal, vertical, centralizado e homogêneo.
(D) Superior, inferior, centralizado e homogêneo.
(E) Superior, inferior, centralizado e justificado.
Ao editar um texto no Microsoft Word do pacote Office 365, é possível copiar, recortar e colar trechos de
texto da memória. Para obter maior agilidade na edição de documentos é comum usar teclas de atalho para
realizar essas operações. Qual das seguintes alternativas apresenta as teclas de atalho para copiar, recortar e
colar, respectivamente?
(A) Ctrl+C – Ctrl+K – Ctrl+V.
(B) Ctrl+C – Ctrl+R – Ctrl+V.
(C) Ctrl+C – Ctrl+X – Ctrl+V.
(D) Ctrl+K – Ctrl+R – Ctrl+C.
(E) Ctrl+K – Ctrl+X – Ctrl+C.
A formação de parágrafos, no Microsoft Word do pacote Office 365, permite ao usuário configurar aspectos
visuais que influenciam diretamente na legibilidade e organização do texto. Nesse sentido, assinale a alternati-
va que apresenta apenas comandos de configuração de espaçamento de parágrafo.
(A) Alinhamento, Antes e Depois.
(B) Alinhamento, Espaçamento entre linhas e Recuo.
(C) Antes, Depois e Espaçamento entre linhas.
(D) Esquerda, Direita e Alinhamento.
(E) Esquerda, Direita e Recuo.
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18. FUNDATEC - 2025
A barra de ferramentas do Excel, também conhecida como faixa de opções, é um conjunto de ferramentas
que se encontram na parte superior da janela do programa. As ferramentas são dispostas por guias, como a
página inicial, inserir, layout da página, fórmulas, dados, revisão e exibir. A barra de opções foi disponibilizada
com intuito dos utilizadores poderem encontrar rapidamente os comandos necessários para concluir uma tare-
fa. Para mostrar ou ocultar a barra de ferramentas de acesso rápido, é necessário pressionar a tecla:
(A) Page down.
(B) Alt.
(C) F4.
(D) Shift.
Para facilitar a criação de gráficos, o Microsoft Excel tem um recurso que exibe os tipos de gráficos reco-
mendados para o intervalo selecionado. Por padrão, para acioná-lo, é necessário selecionar o intervalo de
dados que se deseja representar graficamente e:
(A) Clicar com o botão da direita do mouse em qualquer ponto na área selecionada.
(B) Clicar no botão de ação Converter e, na janela que aparece, clicar em Gráficos.
(C) Clicar no botão de ação Análise Rápida e, na janela que aparece, clicar em Gráficos.
(D) Na guia Inserir, clicar no botão Tabela Gráfica.
(E) Na guia Desenhar, clicar no botão Gráfico.
Qual é o recurso do MSOffice Powerpoint, exibido na figura acima, que contém caixas de formatação, posi-
cionamento e espaço reservado para todo o conteúdo que aparece no slide?
(A) Layouts de slides.
(B) Tabelas.
(C) Transição de slides.
(D) Apresentação de slides.
(E) Animações.
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21. FUNDATEC - 2024
Para responder à questão, considere a versão 6 do pacote LibreOffice, em sua configuração padrão e em
português.
No LibreOffice Calc, qual sinal é utilizado para representar uma referência absoluta?
(A) $ (cifrão)
(B) # (cerquilha)
(C) % (percentual)
(D) ! (exclamação)
(E) @ (arroba)
Para responder à questão, considere a versão 6 do pacote LibreOffice, em sua configuração padrão e em
português.
Sobre o LibreOffice Writer, o atalho de teclado Ctrl+P é utilizado para:
(A) Criar um novo documento.
(B) Ativar a barra de ferramenta “Pesquisar”.
(C) Imprimir o documento atual.
(D) Abrir um documento.
(E) Salvar o documento atual.
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25. FUNDATEC - 2025
Ao escrever uma nova mensagem no serviço de e-mail Gmail, é possível preencher os campos Cc e Cco.
Esses campos significam, respectivamente:
(A) Com cópia e com cópia oculta.
(B) Com confidencialidade e com confirmação oculta.
(C) Com confidencialidade e com confidencialidade obrigatória.
(D) Com confirmação e com confidencialidade obrigatória.
(E) Com confirmação e com confirmação obrigatória.
Para entregar o e-mail para um determinado destinatário, deve-se identificá-lo com o seu endereço, que é
composto de duas partes separadas pelo sinal @. Essas partes são, respectivamente:
(A) Nome do domínio do servidor de e-mail e a URL do usuário.
(B) Nome da caixa postal e a porta do serviço de e-mail.
(C) O endereço IP do servidor de e-mail e o caminho da caixa postal do usuário.
(D) O endereço da caixa de correio do destinatário e o nome de domínio do servidor de e-mail.
(E) Nome do host onde estão armazenados os e-mails e o nome do usuário dono do host.
É o princípio que assegura que a informação não foi destruída de maneira não autorizada. De acordo com
os conceitos de Segurança da Informação, o trecho acima refere-se à:
(A) Confidencialidade.
(B) Disponibilidade.
(C) Integridade.
(D) Autenticidade.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de software mal-intencionados abaixo, que podem
ameaçar a segurança da informação, às suas respectivas características.
Coluna 1
1. Vírus.
2. Spyware.
3. Worm.
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Coluna 2
( ) Programa que se anexa a outros para ser executado normalmente, sem que o usuário perceba, cau-
sando estragos pequenos ou grandes.
( ) Tipo de software que pode trazer problemas, instalando-se nos computadores para monitorar a ativi-
dade do internauta e usar as informações para fins de marketing.
( ) Consiste em programas de computador independentes que se copiam de um computador para outro
por meio de uma rede.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
(A) 3 – 1 – 2.
(B) 2 – 3 – 1.
(C) 2 – 1 – 3.
(D) 3 – 2 – 1.
(E) 1 – 2 – 3.
Spywares são códigos maliciosos (malwares) projetados para monitorar as atividades de um sistema e en-
viar as informações coletadas para terceiros. São tipos específicos de spyware:
(A) Backdoor e trojan.
(B) Adware e keylogger.
(C) Botnet e spam.
(D) Hoax e rootkit.
(E) Bot e worm.
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Gabarito
1 D
2 B
3 A
4 C
5 C
6 B
7 D
8 A
9 B
10 A
11 B
12 A
13 A
14 A
15 C
16 C
17 A
18 B
19 C
20 A
21 A
22 A
23 C
24 C
25 A
26 D
27 C
28 E
29 A
30 B
120
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