Herbicida ENTOAR para Cana-de-Açúcar
Herbicida ENTOAR para Cana-de-Açúcar
COMPOSIÇÃO:
1-(5-tert-butyl-1,3,4-thiadiazol-2-yl)-1,3-dimethylurea (TEBUTIUROM)............................. 800,0 g/Kg (80,0% m/m)
Outros ingredientes ............................................................................................................200,0 g/Kg (20,0% m/m)
GRUPO C2 HERBICIDA
FORMULADOR:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Endereço: Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China
No do lote ou da partida
Data de fabricação VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PRODUTO IMPORTADO
REV 20191218
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
VOLUME
PLANTAS INFESTANTES DOSE Nº DE
CULTURA DE CALDA
APLICAÇÕES
Nome Científico Kg/ha L/ha
Carrapicho-rasteiro
(Acanthospermum australe)
Caruru
(Amaranthus viridis)
Picão preto
(Bidens pilosa)
Capim-braquiária
(Brachiaria decumbens)
Capim-marmelada
(Brachiaria plantaginea)
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis) Terrestre:
Capim-pé-de-galinha 250 a 400
(Eleusine indica)
Cana-de- Falsa-serralha 01 aplicação
0,6 a 1,5
açúcar (Emilia sonchifolia) por safra
Amendoim-bravo
(Euphorbia heterophylla) Aéreo: 30 a
Picão-branco 50
(Galinsoga parviflora)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Capim-colonião
(Panicum maximum)
Beldroega
Portulaca oleracea
Erva-quente
(Richardia brasiliensis)
Guanxuma
(Sida cordifolia)
Guanxuma-branca
(Sida glaziovii)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
REV 20191218
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ENTOAR pode ser aplicado em solo seco ou úmido, em somente uma aplicação por safra.
Esta aplicação é suficiente para manter a cana-de-açúcar no limpo até o fechamento da
cultura.
MODO DE APLICAÇÃO:
ENTOAR deve ser aplicado em pré-emergência das plantas infestantes e da cana-de-açúcar.
Quando aplicado em solo com boas condições de umidade o produto age imediatamente no
controle das plantas infestantes que iniciarem a germinação. Quando aplicado em solo seco,
devido a grande ação residual, o produto permanecerá na superfície do solo, e assim que
ocorrerem as primeiras chuvas irá atuar no controle das plantas infestantes que iniciarem a
germinação. Pode ser aplicado por via aérea ou terrestre.
Aplicação Terrestre:
Tratorizada:
Utilizar barras com bicos espaçados de 50 a 60 cm, tipo Teejet 110.04 ou 110.06, à pressão de
30 a 45 libras/pol2. O volume de calda deve ser adequado ao espaçamento da cana-de-açúcar
para evitar-se a superexposição da faixa de aplicação, principalmente na linha da cultura, com
altura de aplicação da barra de 45 a 50 cm. Não aplicar o produto nas horas mais quentes do
dia e com velocidade do vento superior a 8 Km/h. Nas regiões onde ocorrem ventos acima de
8 Km/h até 14 Km/h devem ser utilizados bicos Raindrop. Nas aplicações em condições
normais de vento, devem ser distribuídas gotas com 200 a 300 micra de diâmetro médio, de
modo a cobrir toda a área pulverizada.
Costal:
Utilizar preferencialmente equipamentos com pressão constante que permitam uma
distribuição homogênea do herbicida. Utilizar bico (1 ou 2) leque Teejet 80.03 ou 80.04 ou bico
Floodjet tipo TK-2 ou TK-3, com pressão entre 25 e 30 lb/pol2, com volume de calda de 250 a
350 L/ha. Não pulverizar quando a velocidade do vento for superior a 10 Km/h.
Aplicação Aérea:
Devem ser usadas barras fixas com 40 a 42 bicos Teejet 80.15 ou 80.20, sendo o volume de
calda por hectare de 30 a 50 litros. A faixa de aplicação deve ser de no máximo 15 m, voando
a altura de 4,0 a 5,0 metros acima do nível do solo ou do topo da cultura. A velocidade do
vento deve ser de, no máximo, 10 Km/h e a umidade relativa do ar no mínimo 55%. O diâmetro
médio de gotas deve ser de 200 a 250 micra e a densidade de gotas de 80 a 120 gotas/cm2.
Preparo da calda:
Abasteça o tanque do pulverizador enchendo-o até ¾ da sua capacidade com água, mantendo
o agitador ou retorno em funcionamento, e então adicionando o produto previamente misturado
com água em um balde. Complete por fim o volume com água. A agitação deve ser constante
durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de
calda para uma aplicação.
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1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça
circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se
necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser
pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras,
filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de
pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores.
Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na
proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e
bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de
pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores.
Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água
limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do
tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar: Não determinado devido à modalidade de emprego.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Nas doses e condições de uso recomendadas, o produto não é fitotóxico para a cultura
indicada.
• Devido à característica de uso do produto (herbicida), devem ser seguidas as
recomendações de uso constantes da bula, visando evitar danos em demais culturas.
• Não utilizar as áreas de cana-de-açúcar para o plantio de outras culturas num intervalo
inferior a 2 anos depois a última aplicação do produto.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
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- Não distribua os produtos com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
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Pode ser nocivo se ingerido
Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-
las.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
Em caso de inalação, transporte o intoxicado para local arejado. Se o intoxicado parar de
respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.
Pele: Evite o contato com a pele, caso isso aconteça, tire toda a roupa e acessórios (cinto,
pulseira, óculos, relógio, anéis, tec.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Uréia
Grupo químico
Classe toxicológica Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória
Estudos de toxicocinética com Tebutiurom foram conduzidos com
animais de laboratório e o produto foi rapidamente absorvido e
extensivamente metabolizado. O total de radioatividade recuperada
após 96 horas da administração do produto foi de 74% a 107% da
Toxicocinética dose administrada. Na dose mais baixa, a radioatividade foi
eliminada após 24 horas. Em ratos, coelhos e cães, a eliminação via
urina totalizou 84% a 95% da dose (0,4% a 0,7% foi excretado como
composto parental não modificado) e eliminação nas fezes totalizou 1
a 31%.
Tebutiurom é um herbicida inibidor da fotossíntese em plantas. Os
mecanismos de toxicidade em humanos não são completamente
Toxicodinâmica
conhecidos. A ação oxidativa da hemoglobina nos eritrócitos pode
ocorrer com formação de metahemoglobina. A ação é reversível.
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Este agente parece ter baixa toxicidade aguda. A severidade da
intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos. Entretanto, a
intoxicação maciça pode levar a óbito. Os órgãos alvos são: fígado,
sistema sanguíneo e imune. Após exposição oral pode ocorrer:
Metahemoglobina pode ser notada em grandes ingestões. Este
sintoma pode estar associado à depressão do SNC, hipoxemis,
náusea, vômito e diarreia. Alguns metabólitos podem causar irritação
do trato urinário, cianose não responsiva a terapia por oxigênio em
Sintomas e sinais pacientes com metemoglobinemia devido a exposição de
clínicos quantidades excessivas desse agente, dispneia ou sinais de
dificuldade respiratória. No caso de exposição ocular, pode ocorrer,
dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistente. Caso sejam
evidentes outros sintomas severos além da metahemoglobinemia,
deve-se suspeitar de ação alternativa ou adicional de algum outro
tóxico.
Efeitos crônicos: Podem ocorrer alterações do metabolismo proteico,
moderado enfisema e perda de peso. Baseados em estudos em
animais não apresenta evidências carcinogênicas para humanos.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição
associado a sinais clínicos de intoxicação. Metahemoglobinas são
Diagnóstico encontradas em pacientes com cianose, dispneia e outros sinais
clínicos de dificuldade respiratória. Dosagem de metahemoglobina
deve ser feita em todos os pacientes com cianose.
O tratamento imediato deve ser sintomático e de suporte.
Exposição oral:
Em caso de ingestão de grandes quantidades do produto aplicar:
Carvão ativado: Liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a
ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos. Administrar
carvão ativado como uma suspensão (30g de carvão em 240mL de
água). Dose usual para adultos e adolescentes: 25 a 100g; crianças
de 1 a 12 anos: 25 a 50g, infantes menores que 1 ano: 1g/kg de peso
corpóreo. Obs: o carvão ativado não deve ser administrado em
pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do
carvão ativado também não é comprovado em pacientes que
ingeriram substâncias irritantes pois pode obscurecer os achados
endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
Tratamento
Lavagem gástrica: Na maioria dos casos não é necessário,
dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e
circunstância específica. - Considere lavagem gástrica após ingestão
de quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, caso
possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1
hora). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral ou
por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões. -
Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias
ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após
ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado
potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou
perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra
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espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado
para evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: Nunca dê algo por via
oral para uma pessoa inconsciente.
Convulsões:
Indicado benzodiazepínicos IV (Diazepam (Adultos 5-10mg; crianças
0,2-0,5mg/kg e repetir a cada 10-15 minutos) ou lorazepam (adultos:
2-4mg; crianças 0,05-0,1mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol
se há recorrência das convulsões em maiores de 5 anos
Irritação:
Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a
possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura
gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou
sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a
endoscopia para determinar a extensão do dano.
Exposição Inalatória: Descontaminação: Remova o paciente para um
local arejado. Monitorar o estresse respiratório. Se houver
desenvolvimento de tosse ou dificuldade respiratória, avaliar a
possibilidade de irritação do trato respiratório, bronquite ou
pneumonite. Administrar oxigênio e ventilação assistida se requerida.
Tratar bronco espasmos com corticosteroide beta-2-agonistas por via
inalatória, oral ou parental. Exposição Dérmica: Descontaminação:
Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e
sabão em abundância. O paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico se a irritação ou dor persistir. Exposição
Ocular: Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades
copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo
menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico
Exposição Inalatória:
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado.
Monitorar o estresse respiratório. Se houver desenvolvimento de
tosse ou dificuldade respiratória, avaliar a possibilidade de irritação
do trato respiratório, bronquite ou pneumonite. Administrar oxigênio e
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ventilação assistida se requerida. Tratar bronco espasmos com
corticosteroide beta-2-agonistas por via inalatória, oral ou parental.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área
exposta com água e sabão em abundância. O paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor
persistir.
Exposição Ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades
copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo
menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico. CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE
PRIMEIROS SOCORROS: Evitar realizar respiração boca a boca
caso o paciente tenha ingerido o produto. Utilizar equipamento
externo de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
Utilizar EPI para evitar o contato cutâneo, ocular e inalatório com o
produto durante o processo.
A indução de vómito é contra indicada em razão do risco de
Contraindicações
aspiração pulmonar e de pneumonite química.
Efeitos das Não são conhecidos efeitos sinérgicos em humanos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-
722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
ATENÇÃO Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@[Link]
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Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
DL50 oral em ratos: >300 - 2000 mg/kgp.c.
DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos (4 horas): >2,93 mg/L
Irritação cutânea (coelhos): Não irritante para a pele. A substância-teste aplicada na pele de
coelhos não apresentou sinais clínicos de irritação dérmica durante o período de avaliação, e o
teste foi concluído dentro de 72 horas.
Irritação ocular (coelhos): irritante ocular leve. A substância-teste aplicada no olho dos
coelhos produziu sinais de irritação leve (grau 1) como: Vermelhidão e Quemose ocular na
observação de uma hora após a exposição do produto em 1/3 dos animais testados. Todos os
sinais de irritação retornaram ao normal 24 horas após a exposição do produto. Nenhuma
alteração relacionada ao tratamento foi observada na córnea.
Sensibilização cutânea: O produto foi considerado não sensibilizante em estudo realizado com
cobaias.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação
gênica reversa (teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de
camundongos.
Efeitos crônicos:
Estudo crônico realizado em ratos, com exposições diárias de doses maiores que 80 mg/kg por
2 anos foram bem toleradas com nenhuma indicação de toxicidade cumulativa ou efeito sério.
Similarmente, nenhum efeito tóxico foi observado em camundongos expostos a doses tão altas
quanto 200 mg/kg durante toda a vida, ou em cães que receberam 25 mg/kg por um ano.
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público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
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Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
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EMBALAGEM FLEXÍVEL
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e
com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
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