Dimensões da Realidade Social e Tempo
Dimensões da Realidade Social e Tempo
Olá, o domínio do tempo como estratégia de poder implica a confecção de uma história
oficial e, consequentemente, de uma mitologia do poder que remonta sua genealogia a um distante
passado que só seus ideólogos conhecem pois o inventam. Na dialética do poder, o
tiempo se vuelve uno de los símbolos en disputa. La polisemia de la palabra significa tanto
eventos físico-naturais como durações imaginárias.3
Vamos ver. Um dos primeiros obstáculos com os quais nos deparamos quando nos dispomos a trabalhar
com a noção de tempo histórico é que os estudantes, o público, o confundem com as condições
climáticas. Outra representação ligada ao tempo, se vincula ao uso de expressões como: “em 1807 se
produzir a expulsão dos ingleses e depois a queda do virreio Liniers e então o surgimento de
Cisneros”. A expressão e depois ou e logo, remete à construção do tempo e da história como uma
sumatória de fatos, cada momento constitui um sistema fechado e se explica em si mesmo,
impossibilitando o estabelecimento de conexões entre esses fatos, de estabelecer as continuidades e
descontinuidades no processo social em estudo.
Voltemos à afirmação de que o domínio do tempo como estratégia do poder implica a confecção
não apenas de uma história oficial, mas também de periodizações que pretendem dar homogeneidade a os
acontecimentos socio-históricos, como se esses ocorressem ao mesmo tempo e da mesma maneira
em todo o mundo. Na dialética do poder, o tempo se torna um dos símbolos em disputa, questão
que os europeus do século XV já tinham claro. Por isso, os poderosos europeus do século XVII, depois
de ter alcançado grande esplendor por meio da expansão ultramarina e do aumento dos
intercâmbios comerciais, são instalados a proposta do historiador alemão Cristóbal Cellarius (1638-1707,
professor de Retórica e História na Universidade de Halle), a divisão clássica das Idades da
Historia.
Tendo como parâmetros o mundo clássico e o renascimento como pilares e deixando de lado
civilizações como as do Oriente dividiram a História em Antiga, Medieval e Moderna. Depois de
Revolución Francesa (1789) se agregó la Edad Contemporánea y, el concepto de Prehistoria, apareció
recentemente no século XIX devido à influência que mantiveram as Sagradas Escrituras que afirmavam
que as pegadas dos primeiros homens foram destruídas com o Dilúvio. Podemos Mergulhar nos livros
de texto de Argentina desde o século XIX (desde a implementação da Lei 1420 de 1884 que
estabelecia a educação comum gratuita, laica) e no resto da América Latina e até a atualidade e
encontraremos con el título “Las edades de la Historia” gráficos como el siguiente:
Resulta claro que os europeus levaram a sua concepção da História para cada lugar onde foram e a
mostraram como a periodização da História Universal. O mesmo fizeram com o calendário
gregoriano. A Europa economicamente pujante da expansão ultramarina é aquela que fixou a
concepción de tiempo en todas las sociedades en el mundo que fueron conquistadas y colonizadas. Es
dizer, instalaram como única e universal sua concepção de tempo, mas para conseguir isso, tiveram que destruir
primeiro a memória histórica dos povos conquistados.
A concepção histórica eurocêntrica da História continua imperando como se fosse única. Não se trata
de descartar esta mirada. Só há que ter presente que não representa a História universal e que
só se reduz ao História da Europa e dos povos da bacia mediterrânea que mantiveram
contato com ela (por isso se incorpora às sociedades do Oriente Próximo e do Norte da África). Os
processos históricos não afetam todos os povos e regiões do mundo. O acontecer humano
americano não pode se subordinar nem à periodização da pré-história europeia nem às suas épocas da
história. A ocupação e colonização europeia apenas marcaram o fim do desenvolvimento independente
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das populações nativas, mas não sua desaparecimento. O contato entre essas culturas resultará em
realidades socio-culturais novas, adaptadas a meios diferentes, desenvolvendo suas próprias
particularidades. Seria interessante não perdê-lo de vista e incorporar novas perspectivas em torno da
temporalidade, que permitam desnaturalizar a ideia de um tempo linear e único.
3. A concepção do tempo histórico a partir da industrialização.
Decíamos que, para muchas sociedades, la concepción del tiempo se hallaba estrechamente ligada a los
fenômenos da natureza e os processos produtivos. A utilização de calendários e relógios solares,
permite deduzir que, para essas sociedades, não era necessário um alto desenvolvimento tecnológico vinculado a
contar o tempo, uma vez que a fabricação de um bem era realizada no intervalo entre o plantio e
a colheita ou vice-versa, tendo em conta a comemoração de tal ou qual festividade religiosa, a chegada
de mercadores e a organização de feiras. Havia muito tempo para a confecção das manufaturas.
No entanto, "No mundo moderno, o aperfeiçoamento das tecnologias de medição do
o tempo nos inculca um sentimento de impotência. O tempo pareceria não só passar, mas
voar. Quanto mais o detalhamos e desagregamos em milionésimos de segundos, menos o
dominamos e domesticamos. A digitalização dos relógios nos rende diante da consciência de
sua velocidade e nossa dificuldade em acompanhar seu movimento, aparentemente cada vez
mais autonomizado da vontade social. A vinda do mundo moderno está
acompanhado da obediência estrita ao passar do tempo4.
Embora, na Modernidade, a ideia de tempo fosse baseada no tempo cristão retilíneo e irreversível, mas
desde uma concepção laica à qual foi subtraída toda ideia de uma finalidade de salvação. Na época do
desenvolvimento industrial, foram os homens de ciência—tomando sobretudo, o modelo das ciências
naturais—ligados ao empresariado, aqueles que estruturaram a concepção de tempo conforme ao antes e
depois e à ideia de progresso, de desenvolvimento, de evolução.
Até a atualidade, é comum utilizar a formulação antes-agora como forma de comparar o
acontecido em uma mesma sociedade em tempos distintos, para mostrar as mutações de costumes
sociales o de ciertos objetos tecnológicos. ¿Qué ideas se conforman en los individuos y sociedades a
partir de esta apresentação? Concebem que se houver mudanças nessas situações, costumes sociais, se
explicam pela diferença de tempos, ou seja, se são observadas modificações, é apenas porque há
momentos diferentes.
A essas formulações se associa a ideia de que o que havia antes era rudimentar, elementar, primitivo em
em relação ao que está acontecendo agora. Ouvem-se afirmações que expressam que se você não tem tal ou qual telefone,
televisor, etc. “vocês vivem na pré-história”, a concepção da lista vincula o desenvolvimento das sociedades a uma
mirada evolucionista, a história como um lento e gradual aperfeiçoamento do saber em geral que
gera a convicção de que a história consiste em avançar, melhorar e se aperfeiçoar tecnologicamente,
sem colocar o acento em quem/quem produz/as transformações e por que são decididas essas modificações.
Em conversas, revistas, livros didáticos, muitas vezes são apresentadas imagens que dizem: antes se
utilizava o aquecedor a querosene ou o fogão a lenha para cozinhar, agora contamos com o fogão a gás
natural ou o microondas; antes se viajava em carroças puxadas por cavalos ou canoas e balsas, agora temos
automóveis, coletivos, aviões. Esta ideia evolucionista da história inclui uma fórmula de exclusão
social, de seleção e hierarquização social, devido ao fato de que, na medida em que a tecnologia é sinônimo de progresso,
quem a acessa se coloca em uma posição diferenciada, que possivelmente lhes proporciona direitos
também diferenciados. Quando apresentamos essas ideias, nos perguntamos quantas das pessoas que
temos à nossa frente continuam vivendo no antes? O que produzimos neles com esses
afirmaciones?
Robert Nisbet planteaque "A essência da ideia de progresso imperante no mundo
ocidental pode ser enunciado de maneira simples: a humanidade avançou no passado,
avança atualmente e pode-se esperar que continue avançando no futuro. Mas quando
perguntamos o que significa "avançar" as coisas se tornam necessariamente mais complexas. Seus
os significados abrangem todo o espectro que vai do espiritualmente sublime até o
absolutamente físico o material. Em sua forma mais comum, a ideia de progresso tem se referido,
desde os gregos, ao avanço do conhecimento e, mais especialmente, ao tipo de conhecimento
prático conteúdo nas artes e nas ciências. Mas a ideia de progresso também foi aplicada
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Pareceria que os seres humanos ficam submetidos ao progresso histórico como se lucrasse inevitavelmente,
perdendo a possibilidade de acessar a historicidade, ao tempo vivido, em benefício do conhecimento
científico. Mas, assim como dizia Chamberlain e embora fosse apresentado como a possibilidade de
aceder à civilização, sabemos que o mencionado progresso ia afetar de forma bem distinta as
metrópole que às colônias.
Retomando y para cerrar la idea del antes y después, diremos que, presentar el tiempo de ese modo,
impossibilita a construção da ideia de processo, ou seja, o que aconteceu durante, já que um processo histórico
é mais do que uma sequência ordenada de acontecimentos, mais do que uma série de mudanças que por sua vez
geram outras mudanças. O instante fugaz se transforma no tempo humano em si mesmo, e o antes e
depois se apresenta como o sentido da história, o processo ao longo do tempo. Mas dado que este
proceso se da en una sucesión de instantes en fuga o en un ahora puntual, que ya no responden a ningún
processo de salvação -como na visão cristã-, ao lhe conferir um novo sentido mais racional, se
introduza a ideia de um progresso infinito e contínuo.
Nas sociedades industriais, a necessidade de aumento da produtividade fez com que os cientistas se dedicassem a
trabajar buscando alternativas para optimizar el tiempo de producción. El dueño de la tecnología, es
dizer, o proprietário da fábrica, seria o encarregado - de forma direta ou por meio do desenvolvimento de
jerarquías (gerente, capataz)- de disciplinar y supervisar a los operarios. Se promueve la división del
trabajo, a fin de alcanzar una economía de trabajo; aunque esa división destruye las capacidades de los
operários, a especialização dos mesmos em certa operação no processo produtivo, gera um
aumento na qualidade dos produtos acabados.
Desenvolveu-se uma nova cultura de trabalho e, para isso, foi necessário: a assistência regular ao emprego,
pontualidade, execução rigorosa das tarefas dentro de um prazo determinado. A produção em série foi
possível em virtude de um plano de mecanização. Quando falamos de mecanização, não nos referimos apenas
à utilização de maquinaria na produção, mas sim à sistematização do trabalho dos operários em
relación al tiempo: acudir al reloj fichador que controlaba horario de ingreso y egreso del personal6;
controlar o tempo em que os operadores tinham diante de si o produto em elaboração, que era
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trasladado pela fita de montagem. Cada etapa do processo de trabalho na fábrica foi analisada e
padronizado, ajustando o trabalho dos operários às exigências das máquinas e à ambição de
seus donos.
Imagen de la película Tiempos Modernos7de Charles Chaplin em que um operário metalúrgico é estressado pela exigência
o ritmo da linha de montagem acaba perdendo a razão.
O tempo começou a desempenhar um papel fundamental na vida produtiva das pessoas. Frederick Taylor
estudió con detalle los movimientos de los trabajadores, calculó el tiempo que demanda cada operación
y estableció normas que buscan la máxima eficiencia. Así lo explicaba:“Se adoptó un sistema más
perfeccionado de remuneração diária que consistia em pagar em função da quantidade e a
qualidade do que se produzia. Após um tempo relativamente curto, o supervisor estimulou
a produção de todas as trabalhadoras aumentando o salário daquelas que produziam mais e
mejor y reduciéndolo a las que se mostraban inferiores a las otras. Finalmente, despidieron a
as trabalhadoras cuja lentidão e falta de atenção eram incorretíveis. Também foi feito um estudo
detalhado com um cronômetro do tempo necessário para realizar cada operação. Foi escolhida a
forma mais simples de executá-las para eliminar todos os movimentos lentos ou inúteis e reunir
em uma sequência, os mais rápidos e os que permitiam uma melhor utilização dos instrumentos
e dos materiais. Este estudo demonstrou que as trabalhadoras perdiam conversando uma parte
considerável do tempo. Foi-lhes impedido falar durante as horas de trabalho, colocando-as a
uma distância considerável. As horas de trabalho foram reduzidas de dez e meia para nove e
meia e depois às oito e meia Também foi introduzido o trabalho por produção e cada hora se
informava às trabalhadoras se o ritmo delas era normal ou se estavam atrasadas. Os resultados finais
desse sistema foram os seguintes: a. 35 operárias faziam o trabalho que antes realizavam
120. b. As operárias ganhavam 35,5 francos por semana em vez dos 17,5 anteriores, c. Se
trabalhavam oito horas e meia em vez de dez e meia, d. A precisão no trabalho tinha
aumentado um terço” 8.
O operário não seria mais o artesão que elaborava todo o produto, mas estaria encarregado apenas
de uma parte, às vezes mínima, de todo o processo. Esta parcelização do trabalho, dividido em atos precisos,
simples e repetitivos, foi o que permitiu aumentar a produtividade. A produção em série e o trabalho
em cadeia, proposto por Taylor e aperfeiçoado por Henry Ford, se generalizou nas grandes indústrias.
A consigna batida "tempo é dinheiro" expressa o imperativo de uma sociedade cujo motor
fundamental gira em função da redução incessante do tempo de trabalho necessário e a
ampliação do tempo de trabalho excedente, conforme foi demonstrado por Carlos Max. Cargo
que o capital em si mesmo, vale dizer, não enfrentado à força criadora do trabalho, está
morto, todo tempo de não-rentabilidade fica penalizado. De fato, o capital não descansa
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9.
A partir da utilização de novos sistemas de comunicação, a concepção do tempo, em especial,
aquele aplicado ao trabalho teve transformações. Embora continue existindo um horário de trabalho
real e efetivo, com um desenvolvimento ainda maior dos controles de pessoal; continua-se conectado a
atividades laborais através dos telefones e da internet.
Nossa vida gira em torno da obediência estrita ao passar do tempo. Se
observamos ao nosso redor, nas estações ferroviárias, nas
praças, nas igrejas, em algum lugar das casas, em nossos pulsos
encontramos um relógio.
4. O tempo histórico como parte dos mecanismos de institucionalização sociais.
O tempo faz parte dos mecanismos de institucionalização social, do estabelecimento de
condutas que são realizadas com regularidade, toda ação humana está vinculada a medições estritas.
Constantemente precisamos saber que horas são; mas também há horários que se encontram
estabelecidos socialmente como a hora de comer, de dormir, etc. Algo que parece natural como o horário
em que precisamos comer ou dormir, faz parte de uma construção social: o chamado relógio biológico.
Se trata de un mecanismo de disciplinamiento y autocoacción que hasta parece tan "inevitable y coactivo
como la estructura genéticamente determinada de una persona”[Link] nos prepara para ocupar certo
lugar no aparelho produtivo, somos preparados para "não desperdiçar tempo"; e quem não respeita isso
cânones se encontram fora dos parâmetros da normalidade, porque nesta a concepção moderna
do tempo e da produção, não há espaço para o lazer.
O tempo é tão importante em nossas vidas que, até mesmo, aqueles que manejam a construção de discursos
a respeito dele, estão instaladas construções tais como:
Com o passar do tempo, a população americana, as atividades econômicas e a concorrência da Espanha
com outras potências europeias foram aumentando
com o tempo, o sistema do monopólio comercial foi modificado
depois de um tempo, os crioulos adquiriram poder.
Que ideia geram essas expressões? Atribui-se ao tempo o papel de transformador das situações
sociais. Se as modificações ocorrem, é pelo passar do tempo e não pelas decisões dos
personas. Ou seja, expressões como as citadas referem-se a um devir social independente das
ações humanas, produzido apenas pelo passar do tempo e como se esse caminho estivesse
predeterminada. Assim, é o tempo que se transforma em motor da história e não as decisões
humanas.
Continuando este raciocínio, entende-se que as transformações sociais são uma questão de
maduração, assimilando os fenômenos sociais aos que se produzem na natureza. Assim, são
frases compreensíveis que se repetem com frequência como é uma questão de tempo; o tempo cura todos os
maus; com o tempo as coisas vão melhorar, etc.
Essas frases não são apenas construções erradas da linguagem, mas também têm um significado
simbólica que define condutas sociais, uma maneira de ser na sociedade. Se os males da sociedade se
solucionam pela ação do tempo e deixando o tempo passar, o que devem fazer os sujeitos
sociais? Apenas sentar e esperar, cultivar a paciência e a tolerância, já que não há nada que possam
hacer, nada que puedan modificar porque la historia seguirá el camino naturalmente preestablecido.
Como vemos, esta concepção anima os sujeitos a adquirirem comportamentos passivos diante das distintas
situações, a aceitar esse desenrolar natural no qual estão imersos como algo inevitável.
Esta concepção sobre o tempo se torna um obstáculo para o desenvolvimento de um olhar crítico
da nossa própria realidade, porque nos leva a nos conceber como sujeitos sociais vivendo pelo tempo
e não, fazendo o tempo. Este pensamento não contribui para que as pessoas concebam o tempo histórico.
como uma construção social inerente aos seres humanos organizados em sociedade.
É o tempo histórico que torna compreensíveis as transformações que ocorrem dentro de
uma sociedade. “[...] O tempo é uma relação criada para coordenar e dar sentido às mudanças
producidos en cada sociedad, en cada cultura, en cada civilización”. No se trata sólo de una cronología
dos fatos sociais, mas de compreender qual foi o alcance, a interferência, as condicionantes que
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As fotografias são uma ferramenta interessante que, neste caso, nos permitem realizar uma análise
diacrônico do espaço da Praça de Maio, observando com atenção as imagens podemos
advertir mudanças, permanências. Mas também podemos colocar em jogo o eixo temporal da sucessão,
incorporando ao análise as ideias de anterior e posterior e as do eixo temporal da intenção. Se
indagamos um pouco mais, no contexto histórico em que as fotografias foram tiradas poderemos
explicamos melhor os motivos das mudanças e permanências que se advêm a partir da observação.
1.O texto faz parte do Design Curricular da Educação Geral Básica de Adultos - Hamra, Diana: Ciências Sociais,
La Plata, Direção Geral de Cultura e Educação da Província de Buenos Aires, 2004.
[Link] S., Enrique e Héau-Lambert, Catherine: “Tempo, calendários e relógios” no México, Estudos sociológicos, V.
20, N° 59, (maio-ago. 2002), p. 287-303.
[Link].
[Link].
[Link], Robert: História da ideia de progresso, Buenos Aires, Gedisa, 1981.
[Link], a ciência desenvolveu equipamentos biomédicos que medem e identificam alguma característica própria da
persona. Entre las técnicas más empleadas de autenticación biomética se encuentran el reconocimiento de iris, por, ejemplo.
Alguns deles são utilizados para o controle do pessoal em seus empregos.
[Link] a visualização do filme.
8.« Texto tomado de García, Margarita y Gastell, Cristina, "Actual. Historia del Mundo Contemporáneo - Bachillerato Primer
Curso. Barcelona, Editorial Vicens Vives, 2000, p. 80.
[Link] S., Enrique e Héau-Lambert, Catherine, Op. cit.
[Link], Norbert: Sobre o tempo, México, Fundo de Cultura Econômica, 1989, p. 25.