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Estudo do Coeficiente de Acoplamento K

O documento descreve um experimento com pêndulos acoplados para estudar a variação do coeficiente de acoplamento (K) e o fenômeno de batimento. O experimento envolve medir os períodos de oscilação dos pêndulos em diferentes configurações e analisar os dados obtidos para determinar K. As equações que regem o movimento dos pêndulos e a relação entre K e as variáveis do sistema são apresentadas, juntamente com gráficos que mostram como K varia com o comprimento dos pêndulos.

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Estudo do Coeficiente de Acoplamento K

O documento descreve um experimento com pêndulos acoplados para estudar a variação do coeficiente de acoplamento (K) e o fenômeno de batimento. O experimento envolve medir os períodos de oscilação dos pêndulos em diferentes configurações e analisar os dados obtidos para determinar K. As equações que regem o movimento dos pêndulos e a relação entre K e as variáveis do sistema são apresentadas, juntamente com gráficos que mostram como K varia com o comprimento dos pêndulos.

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1 .

INTRODUCTION :
Um pêndulo acoplado é um sistema que permite estudar a variação de K
(coeficiente de acoplamento) e o fenômeno de Batimento entre os dois
pendulos.

2 . BUT DE TP :
O objetivo desta manipulação consiste em estudar a variação do coeficiente
de acoplamento (K) de dois osciladores (pêndulos suspensos a um suporte)
portanto, duas massas idênticas) ajustadas explorando os modos próprios
do sistema a saber oscilações em fase e oscilações em oposição de
fase, também ao descobrirmos o fenômeno de Batimento.

3 . ELEMENTOS DE TEORIA :
- O sistema mecânico utilizado consiste em 2 pêndulos idênticos.
Cada pêndulo é constituído de uma haste com uma massa e
d'un crochet coulissant. Um fio com uma massa, preso aos
crochet coulissant, forma um acoplamento dinâmico que coloca em
évidência da troca de energia entre os dois pêndulos oscilantes.

-Sim 1e 2são os ângulos que fazem os relógios com a vertical


quando estão em movimento e desconsiderando as massas dos
tiges e pequenas massas, as equações que regem o
O movimento dos dois pêndulos acoplados é:
.. ..
+
1 0 ² 1 =K 0 ² 2 +
2 0 ² 2 =K 0 ² 1

0:pulsação própria dos pêndulos considerados de forma independente.


K:coeficiente de acoplamento, K<=1

A resolução deste sistema de equações diferenciais faz


aparecer de uma por:

- que durante o movimento, os pêndulos acoplados podem


oscilar seja em fase ou em oposição de fase correspondente
aos dois modos próprios de oscilações:
1²= 0²(1-K) e 2²= 0²(1+K)

d’ouK=(T0/T2)²-1=1-( T0/T1)²
( =2 /T,Tétant as períodos)

- e, por outro lado, pela existência de um fenômeno de batimento de


pulsation : =( -
2 )/2
1

4 . MANIPULAÇÃO :

1)-o acoplamento estando removido, medir o período T0de cada


pêndulo. As períodos serão verificados praticamente iguais.

2)- as extremidades do fio que sustenta a pequena massa estão elevadas para
crochés forma o acoplamento. Para cada ajuste de D ou de L
nós temos um acoplamento diferente.

Faremos um resumo das medidas que serão solicitadas em uma tabela.


da forma :
D(cm) 30 60
L(cm) 30 40 50 60 30 40 50 60
T1 1= 2π/T1 1.611 1.552 1.569 1.614 1.564 1.559 1.430 1.581
T2 2= 2π/T2 1.552 1.527 1.523 1.488 1.483 1.411 1.370 1.348
T = 2π/T 150.46 130.22 88.34 72.17 68.72 48.54 40.96 30.76
T’0 15.885 15.885 15.885 15 .885 15.885 15.885 15.855 15.855
K = (T’0/ T2)² - 1 0,047 0,082 0,087 0.139 0.147 0.267 0.344 0.388
-Determinação experimental de T1
T1esta período do modo de oscilação quando os pêndulos
oscilam em fase com a mesma amplitude.
Ecarter simultaneamente, d’un petit angle,
Os pêndulos do mesmo lado da vertical e soltá-los ao mesmo
instante.
Medir o tempo1= nT1de n oscilações (por exemplo n=15)
d'ouT1.

Modo 1

-Determinação experimental de T2
T2esta período do modo de oscilação quando os pêndulos
oscilam em oposição de fase com a mesma amplitude.
Ecarter simultaneamente, de um pequeno ângulo,
Os pêndulos do lado e do outro da vertical e soltar na
mesmo instante.
Medir o tempo2= nT2de n oscilações (por exemplo n=15)
de fora2.

Modo 2
Cálculo de K (coeficiente de acoplamento)
- Em um :
- 1²= 0²(1-K )
- 2²= 0²(1+K) ………………… (*)

(*) 0 ²= 1 ² / (1-K) = ² / (1+K)


2

de onde:
1 ² . (1+K) = 2 ² . (1- K)

(*) ² = 0²- 0² K
1 e 2² = 0²+ 0²K
(*) K = ( 0² - 1²) / 0² = ( 2² - 0²) / ( 0²)
(*) K = 1 - ( 1 / 0)² = ( 2/ 0)² - 1
Em um :
=2 /T d’ou :K = 1 - 0(T
/ T1)² = (T0/ T2)² - 1

As equações que regem o movimento dos dois pêndulos


casais são :

.. ..
1 + 0² 1= A² 2 2 + ²
0 = B²
2 1 O sistema admite dois
solutions :
1(t) = b . cos ( t + y )
2(t) = c . cos ( t + y )

- Em notação complexa :
1(t) = b . e
- j t

2(t) = c . e
- j t

- de acordo com a equação :


- b . ² . e j t + 0 ² . b - . ej t = A . c - . ej t
-

- c- . ² . ej t + 0² . c- . e j t = B . b- . ej t

- ² .2 0² +
4
0
4
( 1 - AB/ 04) = 0
on pose : K = AB/ 0
4
com A = f(l,d,m) B = f(l,d,m)

5. ANÁLISE DOS GRÁFICOS:


K = AB/ 0
4
= f(L) (d , m , : constantes)
0

Para L = 60cm :
Observa-se pelo gráfico que (K) aumenta proporcionalmente a
(L).

Teoricamente: K = a . L + b

Em um teoricamente: K = tg α . L + K0

Calcul de les constants tg α et K0


- tg α = (K2– K1) / (L2-L1) = (0,41 - 0,2) / (0,56-0,385)=1,2
- K0= K - tg α . L
K0= 0,267 – (1,2. 0,6 ) = -0,45

K = 1,2L -0,45

Para L= 30cm :

Observa-se pelo gráfico que (K) aumenta proporcionalmente a


(L).

Teoricamente: K = a . L + b
Teoricamente: K = tg α . L + K0

Cálculo das constantes tg αmoyet K0moy

1eratangente 2èmetangente
Tg α1=0,015/0,10 = 0,14 Tg α2=0,037/0,125 =0,296
K1=0,082 K2=0,087
L=0,3 L=0,3
K01=K1-(tg α1 .L) K02=K2-(tg α2. L)
K01=0,082-(0,14 . 0,3) K02=0,087-(0,29 . 0,3)
K01=0.04 K02-0,001

K0moy(médio)
K0moy=( K01+ K02) / 2
K0moy=(0,04-0,001)/2

K0m= 0,0195

-Détermination expérimentale de T
Deslocar um dos pêndulos de sua posição de equilíbrio enquanto
o outro é deixado vertical e solto.
O sistema oscila em batimento.
Medir o tempo T, o período de batimento, separando duas paradas
consecutivos de um mesmo pêndulo escolhido.

Battements

3) - A tabela obtida dá a correspondência entre osLet


lesK.
Traçar as curvas K = f(L); 1= f1(K); 2= f2(K)et =f3(K)
Comentário e conclusão.

A curva 1 = f1(K) :
= 2π/T1
1 3,89 4,04 4,00 3,89 4.01 4.02 4.39 3.97
K = (T’0/ T2)² - 1 0,047 0,082 0,087 0.139 0.147 0.267 0.344 0.388

A curva 2 = f2(K) :

= 2π/T2
2 4.04 4.11 4.12 4,22 4.23 4.45 4.58 4.65
K = (T’0/ T2)² - 1 0,047 0,082 0,087 0.139 0.147 0.267 0.344 0.388

A curva =f3(K):
1= 2π/T1 3.89 4.04 4.00 3,89 ["4.01","4.02","4.39","3.97"]

2= 2π/T2 4.04 4.11 4.12 4,22 4.23 4.45 4.58 4.65


K = (T’0/ T2)² - 1 0,047 0,082 0,087 0.139 0.147 0.267 0.344 0.388
=( 2- 1)/2 -0.075 -0.035 -0.06 -0.165 -0.11 -0.215 -0.095 -0.34

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