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Meios de Comunicação e Poder Social

O documento discute a influência dos meios de comunicação na formação da opinião pública e sua capacidade de manipulação, destacando que a informação se tornou um instrumento de poder. Os meios de comunicação moldam a percepção da realidade e podem tanto beneficiar quanto prejudicar a sociedade, dependendo de como são utilizados. Além disso, enfatiza a interatividade das novas mídias e a responsabilidade dos consumidores em selecionar as informações que recebem.

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Meios de Comunicação e Poder Social

O documento discute a influência dos meios de comunicação na formação da opinião pública e sua capacidade de manipulação, destacando que a informação se tornou um instrumento de poder. Os meios de comunicação moldam a percepção da realidade e podem tanto beneficiar quanto prejudicar a sociedade, dependendo de como são utilizados. Além disso, enfatiza a interatividade das novas mídias e a responsabilidade dos consumidores em selecionar as informações que recebem.

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CIÊNCIAS SOCIAIS II

“MEDIOS DE COMUNICACIÓN Y PODER”

PEREZ VELAZQUEZ LUIS DONALDO

MORALES TREJO ABRAHAM

RAMIREZ HERNANDEZ JUAN JESUS

Meios de comunicação e poder.

Todos acreditamos que escolhemos livremente nossos pensamentos, que estes são
propios y que no estamos condicionados por lo que otros dicen. Sin embargo hay
que aceitá-lo, hoje em dia estamos em um mundo invadido pelos meios de
comunicação. Aquilo que não aparece nos meios de comunicação não existe e
quando aquilo que não existe é dito pelos meios de comunicação, já existe.
em outras palavras, os meios de comunicação têm o poder de controlar nossa
visão sobre a realidade. Este poder se torna um perigo para o povo,
já que é facilmente manipulável sem nem mesmo suspeitar.

Nos dias de hoje, os meios de comunicação de massa estão em toda parte, é


praticamente impossível perceber nossa existência sem eles, chamem-se televisão,
rádio, periódico ou revista, os meios de comunicação são uma parte inseparável de
nossa vida. Vivemos dia a dia sem estarmos conscientes disso, mas nos damos
conta quando não estão presentes, e é que nos acompanham a cada hora
que passamos acordados; Os meios de comunicação estão tão envolvidos na nossa
pele que podemos comparar com um peixe que está sempre submerso
na água, de tal maneira que se dá conta da existência desta só quando se
a retiram.

Portanto, não nos admiramos, então, que esses meios sejam um dos
elementos mais importantes da vida de milhões de pessoas ao redor de todo o
mundo; Pessoas que como nós, buscam e recebem informações através de
os meios, os quais não são nada mais do que instrumentos pelos quais
se informa e se comunica de maneira massiva à sociedade contemporânea acerca
de una variedad de temas: Política, Educación, Sociedad, Negocios, Deportes, etc.

Os meios de comunicação constituem na época atual um fator determinante


no funcionamento dos subsistemas político, econômico, social e cultural. A
a influência que esses meios exercem sobre a sociedade atual é inevitável, em alguns
casos essa capacidade de intervenção sobre o indivíduo, e sobre a coletividade
social pode resultar benéfica, no entanto, em outras ocasiões, pode ter um
efeito realmente prejudicial. Como disse uma vez João Paulo II ao expressar em
1996 que "Estes meios têm uma utilidade indiscutível, mas não devemos nos deixar enganar"
ni se apropriar da nossa vida.

As características negativas recaem na manipulação da informação e no uso


do mesmo para interesses próprios de um grupo específico, diz-se que o grande
o problema surge quando existe uma democracia e, no entanto, os meios de
comunicação manipulam. Esses meios de comunicação se tornam em
ferramentas do estado e dos partidos políticos se estendendo de maneira
subliminares seus mensagens políticas ao cidadão. Eles decidem o que é
politicamente correto, ignoram os fatos que não lhes interessam, ressaltam o que lhes
beneficia para seus interesses, usam eufemismos, demagogia e todo tipo de retórica
linguística com o objetivo de lavar o cérebro da população eleitoral. Em um sistema
democrático, os cidadãos são os que elegem o governo de sua nação de acordo com
como os diferentes partidos políticos o fizeram. Com isso supõe-se que é para a
melhoria contínua do sistema, já que se um partido faz algo que não agrada ao povo
não sairá a governar e, portanto, o partido terá que melhorar.

Mas a realidade é que a informação que os cidadãos usam para decidir o que
o partido é o melhor para o país, está envenenado pela manipulação da mídia
de comunicação, e por isso chegam a paradoxos políticos, ou seja, partidos que a
pesar de lo mal que lo han hecho en el gobierno vuelven a salir frente a los medios.
Como isso acontece, vocês devem estar se perguntando, é fácil de explicar, se um partido faz algo errado e
não é mostrado através dos meios de comunicação é como se não houvesse
ocorrido nada para os cidadãos, mais se algo é falso e sai pelos meios de
comunicação é como se esse eco tivesse ocorrido, é muito simples a
manipulação, principalmente por meio da televisão.

Assim, as sociedades modernas que dispõem de sistemas políticos baseados em


os princípios democráticos, para eles a gestão ou manejo da informação tem
um caráter fundamental para seus objetivos, que é conhecido como tele-
democracia, segundo o jornalista Juan Luis Cebrián "a televisão nasceu sob o signo
da política”, e para o psiquiatra Luis Rojas Marcos “a televisão faz muito bem
como fonte de informação, como fator de coesão e como reforço da
democracia.

Por outro lado, o mercado, por meio das ferramentas de marketing e dos meios
de comunicação estimulam um desejo fazendo com que os indivíduos consumam o que
se anuncia nos mesmos. Os meios de comunicação oferecem cobertura ao poder
econômico fazendo conhecer a informação que as mega-corporações desejam
que se conheça, e escondendo ou distorcendo a que elas consideram
inconveniente e digna de ser ocultada. Desta forma, os meios geram uma
realidade fragmentada para o consumo de massa (por meio das notícias, os
espetáculos e o bombardeio publicitário) que mantém as massas passivas,
desinformadas, distraídas e alienadas ao mercado de consumo.

As sociedades são influenciadas pela globalização econômica e cultural


como resultado do crescimento dos meios de comunicação e da imposição
de políticas econômicas neoliberais. Os meios de comunicação de massa têm
uma enorme gravitação na vida social de todas as pessoas, a tal ponto que em
nuestros días nadie puede vivir sin información.

O mundo moderno depende de uma comunicação contínua que possibilita a


interação entre as pessoas, mesmo quando estão muito separadas entre si.

Quanto à difusão da cultura, os meios de comunicação têm um papel muito


importante. Entre a cultura e os meios de comunicação há uma relação
dialética. Formam parte do aparato ideológico do estado e ambas se encarregam de
difundir às pessoas a ”realidade” e valores concordantes com a ideologia e os
interesses da classe dominante.

Os meios de comunicação também são transmissores de ideias e opiniões,


frequentemente não oferecem imagens equilibradas dos diversos estilos de vida que
normalmente são elementos-chave para quebrar os estereótipos tradicionais de um
grupo de indivíduos.

Nesse sentido, é importante que os valores e os conceitos culturais que


recebemos através dos diferentes meios de comunicação uma contribuição ao
desenvolvimento do ser social, e promovam o enriquecimento em todos os âmbitos à
sociedade.

O quarto poder.

Atualmente a informação se tornou um instrumento de poder; tem sido


capaz de atrair a opinião da sociedade influenciando-a de uma maneira voraz,
um elemento de manipulação através do qual se defendem diversas posições e
ideologias, um elemento que incide na nossa maneira de pensar
inconscientemente.
Na sociedade moderna, esse poder informativo foi transformado de tal maneira que os
meios de comunicação se tornaram agentes de poder.
Após o poder executivo, legislativo e judiciário encontra-se o quarto poder: a
informação, nas mãos de alguns poucos privilegiados e que às vezes pretende
ser o primeiro.

Castells propõe uma teoria do poder político, analisa a estrutura das massas
mídias globais e celebra a expansão da Internet quando distingue três
modalidades de comunicação: a interpessoal, a que desenvolvem as televisões
e a auto-comunicação de massas, na qual cifra não poucas esperanças para o futuro
da democracia. Também generaliza seu conceito de rede, ampliando-o para múltiplos
âmbitos da realidade, tanto naturais como sociais. Chega a propor o que
poderíamos denominar ontologia geral de redes, baseada em duas teses: 1) "as redes
constituyen la estructura fundamental de la vida, de toda clase de vida" 2) "la red es
a unidade, não o nó.

Dado que "as relações de dominação entre redes são fundamentais", Castells
estuda as diversas modalidades de poder em uma rede. Dentro de uma mesma rede,
uns nós podem dominar outros, mas o mais importante acontece quando alguns
redes dominam a outras, por exemplo quando as redes de comunicação pretendem
dominar as redes neuronais dos cérebros humanos. Quando isso chegar a ocorrer,
os meios de comunicação adquirem grande poder social, uma vez que configuram o
modo de pensar das pessoas e, em última instância, a realidade social.
No entanto, o poder não está nas mãos da mídia: são muito mais importantes: são o
espacio donde se crea el poder"
Daqui podemos reconhecer diferenças entre conceitos importantes relacionados
com os meios de comunicação os quais são os seguintes: informação,
desinformação e manipulação.

O primeiro conceito refere-se à comunicação de um fato que por suas


características propias tiene interés para la opinión pública, la desinformación es la
informação errônea transmitida pelo emissor, seja por falta de zelo
profissional do informador ou outras causas imputáveis ao emissor, ao canal, etc.

Mas a diferença dentro da manipulação nunca existe intencionalidade de faltar ao


principio ético de la comunicación: la veracidad.

A opinião pública às vezes recebe uma quantidade excessiva de informações que


é incapaz de reconhecer quais estão erradas e quais não estão, quais estão
manipuladas e quais não, precisamente essa mega-informação coloca o indivíduo em
o ponto contrário ao que acreditava estar localizado, ou seja, o receptor do enorme fluxo
informativo não tem capacidade suficiente para assimilar e processar tanto
informação. Não é capaz de distinguir o bom do mau, um exemplo muito claro
com este tema dentro do âmbito mais geral para um espaço mais concreto da
informação, é a incapacidade dos serviços de inteligência atuais para dar
validez, credibilidade ou certeza às inúmeras mensagens que recebem sobre
uma determinada investigação. Precisamente por essa impossibilidade manifesta a
hora de diferenciar entre a informação veraz, a desinformação ou a manipulação.
Agora, o receptor de todo esse fluxo informativo é livre em relação à escolha
de meios de comunicação, dessa forma, a imprensa escrita tradicionalmente se tem
caracterizado por unos niveles de prestigio mayores que los obtenidos por los
meios audiovisuais, isso pode ser devido ao fato de que a informação tratada é submetida
a um processo de análise mais profundo, distinto do que pode ser aplicado aos
audiovisuais, talvez por estarmos na era da notícia expressa, predominando
desta forma a instantaneidade informativa, assim como o impacto produzido por uma notícia
no espectador ganha maior relevância se for emitida de forma imediata, mesmo
ao vivo, dessa forma, nas redações dos meios informativos, em
ocasões diante de determinadas notícias denominadas de alcance não há tempo
material para contrastar as notícias aparecidas nos teletipos e é necessário optar
entre a imediata com o consequente risco de faltar à verdade ou conseguir um
impacto visual relevante na audiência do meio. Embora o escritor Oscar Wilde
aqueles para quem o presente é constituído pelas coisas
presentes, não conhecem nada do tempo em que vivem.

Por sua vez, a imprensa escrita tradicional, não digital, enfrenta um grave problema:
a voracidade da televisão, assim o conteúdo de uma notícia divulgada em um
periódico um dia depois já é história, apenas pelo simples fato de que foi
transmitido um dia antes e no momento dos fatos como a televisão nos dá a
conhecer a informação colocando esse lema que nos faz acreditar e ver o que acontece
nesse instante, deixando assim que nos esqueçamos logo de um fato relevante porque ao
no dia seguinte colocará outro mais interessante que atrairá novamente os espectadores.
Por sua parte, cada meio tem sua forma de tratar o material informativo, assim a
a emissão de uma notícia na televisão pode durar uma média de um a dois minutos,
nesse tempo é necessário comunicar ao telespectador o que, como e quando e o
por que da notícia, inevitavelmente o fato será visto seccionado ou mutilado,
já que, por mais boa que seja a labor de síntese, sempre vão faltar elementos,
imprescindibles que permitan al telespectador formarse un juicio exacto del hecho
difundido. Em contrapartida, a radiodifusão enfrenta o desafio de ter que
utilizar a palavra para proporcionar capacidade visual à notícia, o que consegue a
através de descrições ou narrações baseadas na contribuição de múltiplos dados,
que permitem ao ouvinte formar uma ideia muito exata da notícia, através da
sucessão de testemunhos e informações que substituem essa invisibilidade do fato
notificado.

Mas na atual Sociedade da Informação, o elemento mais característico dos


mídias na nova é sua interatividade. Os jornais digitais, a televisão interativa
e a internet conseguem ser meios ativos, assim até há poucos anos ver a
a televisão supunha para o telespectador ser um sujeito passivo.

De este modo, la función social de los medios de comunicación es la de formar,


informar e entreter. Embora, apesar de ser esta sua função social, também é
é necessário ter em conta que não se pode condicionar a vontade do receptor,
pois os meios oferecem conteúdos muito variados, e o destinatário dos mesmos
é aquele que tem a faculdade de selecioná-los ou escolhê-los. Então, não é menos
é verdade que alguns meios de comunicação, denominados sensationalistas são
capazes de criar elevados índices de audiência difundindo informações que
rompem em alguns casos os limites éticos da cultura da informação, chegando a
ocasionar conflitos entre o direito à intimidade pessoal e o direito à liberdade
de comunicação.

Assim, nos últimos tempos somos bombardeados com informações desnecessárias através
dos chamados vendedores de intimidade, que em apenas alguns minutos podem
acabar com a reputação de uma figura pública construída ao longo de muitos anos
de esforço pessoal, oferecendo versões inverossímeis e detalhes enganadores e
falsedades sobre a vida pessoal e familiar de pessoas que se veem certamente
desprotegidas, ao qual conhecemos como espetáculo e que não apenas se observa em
televisão, mas em revistas e outros meios que possuem uma seção
especialmente dedicado a este tipo de informação.

Em definitiva, as pessoas públicas, -apesar de sua condição- não deveriam estar


expostas a essa denigração social gratuita, pois essa falta de rigor e
contraste en el tratamiento informativo origina, en algunos casos daños irreparables
na intimidade desse personagem, que apesar de acudir aos tribunais de justiça
para restabelecer sua reputação, o eco ou impacto social desses meios, tem um
alcance mediático muy superior al que pueda tener la repercusión de la sentencia
judicial.

Também é necessário destacar que a televisão continua a ser um meio


onipresente na vida social, apesar de que as novas tecnologias avançam de
uma forma paulatinamente rápida.

A televisão vem criando há décadas modelos, estereótipos ou


padrões, que são assumidos pela coletividade como normas de conduta, assim por
exemplo, a imagem divulgada por este meio do cânone de beleza nas passarelas
das marcas de moda mais prestigiadas do mundo, torna-se o modelo a seguir por
milhões de adolescentes em todo o mundo, chegando a criar casos de anorexia
nervosa ou bulimia por imitar esse cânone de perfeição, que se impõe como um
estereótipo de beleza e aprovação social. Inclusive, desenvolveu-se uma verdadeira
cultura do aspectismo, no sentido de que quem não se adequa ao estereótipo
difundido como modelo pelos meios está fora do círculo das oportunidades a
nível social, econômico, etc.

Igualmente a posse ou uso de determinados bens ou serviços criados por


publicidade como sinônimo de um determinado status social, refere-se a que se
conduz tal ou qual veículo, ou se usou esta ou aquela marca você obterá grandes doses
de autosatisfação pessoal e um elevado grau de aprovação social, de esta
manera, se ha instalado en nuestra sociedad actual la denominada cultura de
marca, que é gerida por todos os operadores econômicos que
confluem no mercado, assim algumas empresas utilizam esses sinais marcários para
proporcionar ao consumidor um plus de qualidade em seus produtos marcas de garantia
e obter com isso uma vantagem competitiva de ordem superior em relação ao resto
competidores, por sua parte muitos consumidores fazem uso desses sinais como
símbolos de seu poder e capacidade econômica, como verdadeiras referências de seu
status.

Em definitiva, a televisão é uma fábrica de estereótipos, para direta ou


subliminarmente criar no destinatário sensações de autoestima,
reconhecimento, ou distinção social, mas não devemos esquecer que também pode
causar o efeito inverso, caso o receptor não se ajuste a esses modelos
preestabelecidos. Assim, desde que a televisão irrompeu em nosso país por volta do ano
1956, muitos foram as mudanças operadas por este meio até chegar ao ponto
de que na atualidade se tornou para a maioria dos cidadãos em
única fonte informativa e cultural, em uma pesquisa realizada pelo Centro de
Investigações Sociológicas no ano 2000, constata-se que o meio que contava
con maior audiência era a televisão com 86,6%, seguida do rádio com um
48,6% e por último a imprensa escrita com 32% do percentual total. Fazendo
um pouco da história diremos que o rádio levou 35 anos para conseguir 50 milhões de
ouvintes, a televisão 13, e a Internet os alcançou em apenas 3 anos. Deste
modo, a coexistência de diferentes meios de comunicação, cada um deles com
suas próprias características, supõe uma luta pela sobrevivência em termos
técnicos e de audiência, embora a rápida implantação da Internet não seja garantia de
supremacia para este último meio sobre os outros, pois existem determinados
aspectos que mitigan su presunta hegemonía comunicacional, así la carencia de
uma verdadeira autoridade global com jurisdição própria para impedir ou evitar a
difusão de conteúdos que se encaixam nos tipos penais mais comuns;
também o denominado comércio eletrônico ainda não atingiu as cotas necessárias de
seguridad para permitir la realización de transacciones económicas fiables; la
ameaça constante dos potentes vírus informáticos propagados por desalmados
hackers informáticos, são fatores importantes na hora de relativizar o magno
poder com que parece contar a rede mundial informática (Internet).

Em definitiva, a influência, seja positiva ou negativa, que exercem os meios de


comunicação sobre nossa sociedade atual, produz uma autêntica transformação
do indivíduo que, por sua vez, consegue controlar ou manipular o mesmo através disso.

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